Sedimentologia e Estratigrafia para geofísica

Prof. Michael Holz

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2010

Aula inicial Prof. Michael Holz
Perfil profissional:
Graduação em geologia Pós-Graduação: doutorado em estratigrafia de seqüências

Área de atuação:
análise de bacias estratigrafia de seqüências simoestratigrafia caracterização estratigráfica de reservatórios

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Perfil profissional:

Disciplinas no Graduação:
GEO-049 – Estratigrafia GEO-164 – Sedimentologia e estratigrafia aplicada a exploração de petróleo GEO-204 – Sedimentologia e Estratigrafia para geofísica

Disciplinas no Pós-Graduação:
Estratigrafia avançada (para M/D de geologia) Análise Estratigráfica na Geofísica de Exploração de Petróleo (para M/D de geofísica)

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como encontrar o professor:

GETA – grupo de Estratigrafia Teórica e Aplicada (segundo andar do LAGEP) Ramal 3283 – 8509 michael@cpgg.ufba.br

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Aula inicial

Objetivos: compreensão dos principais conceitos da Sedimentologia e da Estratigrafia (incluindo sismoestratigrafia)

-

instrumentalizar o (futuro) geofísico para seu trabalho na área sedimentar (e.g., na Petrobrás)

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Aula inicial
Bibliografia básica

Coe – The sedimentary record of sea-level changes Nichols – Sedimentology and stratigraphy

Bibliografia adicional será indicada no decorrer das atividades
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Conhecer o cronograma da disciplina 3.Aula inicial Procedimentos e normas 1. estar com os exercícios em dia e prontos para averiguação Holz 2010 Aula inicial Avaliação usa-se dois instrumentos: Exercícios em aula (17) Prova de conhecimento Holz 2010 4 . Cumprimento de horário 2. .Trazer sempre o “xerox” 4.

Sedimentologia estudo dos processos que geram. transportam e depositam sedimentos Holz Holz 2010 Estratigrafia estudo das rochas visando sua distribuição e relações no espaço e sua sucessão no tempo. com o intuito final de interpretar a história geológica Holz Holz 2010 5 .

Importância científica da sedimentologia e da estratigrafia: conhecimento do planeta Terra • Evolução dos continentes e oceanos • Evolução da vida • Paleoclima Holz 2010 Importância aplicativa da sedimentologia e da estratigrafia: prospecção de bens minerais • Petróleo Holz 2010 6 .

.. (minerais pesados em placeres) Geologia ambiental (contaminantes) Holz 2010 Formação de sedimento.Importância aplicativa da sedimentologia e da estratigrafia: prospecção de bens minerais • • • • • • • Petróleo Gás Carvão Água subterrânea Argilas Urânio e cia. Início – erosão na área-fonte Deslocamento de blocos Transporte Holz Holz 2010 7 .

... Início – erosão na área-fonte Deslocamento de blocos Transporte Holz Holz 2010 Erosão.Formação de sedimento.. Holz Holz 2010 8 .

.... pode ser relativamente rápida. e deslocamento de blocos Holz Holz 2010 9 .... Holz Holz 2010 Erosão.Erosão.

Erosão... e deslocamento de blocos Holz Holz 2010 Formação de uma rocha sedimentar Holz Holz 2010 10 .

Início – erosão na área-fonte Deslocamento de blocos Transporte Holz Holz 2010 Agentes geológicos exógenos Holz Holz 2010 11 .

modelando relevo e condicionando as paisagens Holz Holz 2010 Holz Holz 2010 12 .Agentes geológicos exógenos Agentes naturais que atuam sobre a crosta.

Formação de uma rocha sedimentar Agentes geológicos exógenos  Gelo  Vento  Água Holz Holz 2010 Formação de uma rocha sedimentar Agentes geológicos exógenos  Gelo  Vento  Água Holz Holz 2010 13 .

Holz Holz 2010 Holz Holz 2010 14 .

Rolamento 2. Suspensão Holz Holz 2010 15 .Holz Holz 2010 Resumindo: há três maneiras do sedimento ser transportado: 1. Saltação 3.

• • • • sedimento = fragmentos de rochas pré-existentes clastos ( “fragmentos”) Rochas sedimentares clásticas rochas sedimentares não-clásticas: • Químicas (Ex: evaporito) • Biogênicas (Ex: carvão) Holz Holz 2010 • • • • sedimento = fragmentos de rochas pré-existentes Clastos ( “fragmentos”) Rochas sedimentares clásticas Rochas sedimentares não-clásticas: • Químicas (Ex: evaporito) • Biogênicas (Ex: carvão) Holz Holz 2010 16 .

os clastos ficam menores 2. cada vez mais. apenas os minerais estáveis ficam no sedimento (o resto "apodrece" e vira argila) Holz Holz 2010 17 .Conseqüência do transporte sobre o material sedimentar 1. os clastos ficam mais arredondados 3. os clastos ficam mais arredondados 3. cada vez mais. os clastos ficam menores 2. apenas os minerais estáveis ficam no sedimento (o resto "apodrece" e vira argila) Holz Holz 2010 Conseqüência do transporte sobre o material sedimentar 1.

utiliza-se o termo Textura sedimentar Holz 2010 18 .Holz Holz 2010 Para referir-se ao tamanho da partícula sedimentar.

Vamos lembrar sempre: Longe da área–fonte ou muito transportado/retrabalhado = partículas menores (e vice-versa) Holz 2010 Textura sedimentar Tabela de classificação de Wentworth-Udden Holz 2010 19 .

00 maior que 256.125 0.125-0.64.00 – 256.0035 – 0.50 0. médio.00 . grosso) menor que 0.0035 0.00 conglomerado (de ~ ) Holz 2010 10 cm Exemplo de seixos e blocos Holz 2010 20 .50 – 2.00 – 4.00 2.Tamanho da partícula (em mm) Nome da partícula argila silte areia fina areia média areia grossa grânulo seixo bloco matacão Nome da rocha argilito siltito arenito (fino.0625 – 0.00 4.00 64.0625 0.

Que partículas tem ? Exemplo de conglomerado Holz 2010 Que partículas tem ? Exemplo de conglomerado Holz 2010 21 .

Exemplo de areia Holz 2010 Exemplo de arenito Holz 2010 22 .

Exemplo de silte e argila Holz 2010 Exemplo de siltito Holz 2010 23 .

Holz 2010 Exemplo – uma rocha com a seguinte composição textural: .5 % de grânulos .65 % de areia fino .Nome: arenito siltoso Holz 2010 24 .  dar o nome da rocha pela textura dominante e o adjetivo pela textura secundária.  verificar qual a textura dominante.Portanto. o procedimento é o seguinte:  verificar o tamanho da partícula. para analisar a textura sedimentar.30 % de silte .

Composição textural: 10 % de areia fina 30% de areia média 20 % de areia grossa 40 % de seixos Designação da rocha? Holz 2010 Composição textural: 10 % de areia fina 30% de areia média 20 % de areia grossa 40 % de seixos Designação da rocha? R: arenito conglomerático Holz 2010 25 .

os clastos ficam menores 2.Exercício . cada vez mais. os clastos ficam mais arredondados 3.Texturas Holz 2010 Conseqüência do transporte sobre o material sedimentar 1. apenas os minerais estáveis ficam no sedimento (o resto "apodrece" e vira argila) Composição mineralógica do sedimento muda Holz Holz 2010 26 .

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erosão....

intemperismo....

transporte...

próximas etapas?

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Deposição e diagênese

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Deposição

Na medida que o rio se afasta da área-fonte, ele perde energia, deixando para trás os clastos maiores e transportando cada vez mais apenas os clastos menores Os sedimentos “ficam para trás” ou são depositados nos chamados ambientes de sedimentação
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Exemplo de ambiente de sedimentação: o ambiente fluvial

Onde são os princiais sítios de deposição?

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Deposição

Sedimento é rocha? Evidentemente que não! Ainda falta muito tempo antes da rocha sedimentar aparecer...
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Depois da Deposição tem que vir a Próximas etapas: Subsidência e diagênese Holz Holz 2010 Subsidência Afundamento gradual e muito lento de partes da crosta terrestre Resultado: bacia sedimentar Holz Holz 2010 30 .

! Holz 2010 Critério primordial para distinguir e classificar bacias: Tectônica Bacias extensionais ocorrem se forma dentro ou entre placas. e são associadas a fluxos térmicos (plumas mantélicas) Bacias compressionais se formam quando placas colidem (subducção oceânica ou não) Bacias transtensionais se formam quando as placas tem movimentação strike-slip Holz 2010 31 .Bacias sedimentares são áreas em subsidência que acumulam sedimentos ao longo do tempo geológico. formando as sucessões sedimentares Estratigrafia..

2 1.1 .1 .Bacias strike-slip Holz 2010 Bacias extensionais (Ex: rift) Holz 2010 32 .4.Trench basin (“bacia na fossa”…) 2.Bacia de Forearc 2.4.4 .2 .Bacias transtensionais 3.3 .Bacias extensionais 1.Bacias de carga crustal 2.1 .Bacias compressionais 2.1 .2 .3 1.bacia foreland retroarco 3 .Bacia de Backarc 2.1 1.4 Bacia Bacia Bacia Bacia rift proto-oceânica de margem passiva intracratônica 2 .bacia foreland periférica 2.

permite o sedimento acumular em camadas sobrepostas (i.Bacias compressionais Holz 2010 Subsidência Conseqüências: .e.cria amplas depressões no relevo . uma sobre a outra ~ princípio da superposição) Holz Holz 2010 33 .

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Subsidência

Conseqüências: - com a subsidência, camadas originalmente na superfície
terrestre vão ficar a quilômetros dentro da crosta, soterrados por sedimentos cada vez mais jovens

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Subsidência

Conseqüências: - lá embaixo – na crosta terrestre – o calor é grande e a
pressão maior ainda...

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Subsidência

Conseqüências: - lá é o local onde ocorre a transformação
do sedimento em uma rocha sedimentar

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Subsidência

Conseqüências: - essa transformação
é a diagênese

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Ocorre fundamentalmente na crosta terrestre... Profundidades ~10 km Temperaturas ~180o C
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Diagênese Cimentação: precipitação de matéria mineral nos poros do sedimento. colando um clasto ao outro Compactação: diminuição do espaço intra-clastos por causa da pressão da sobrecarga sedimentar Holz Holz 2010 Diagênese Compactação cimentação Holz Holz 2010 37 .

Holz Holz 2010 Holz Holz 2010 38 .

Holz Holz 2010 Diagênese Resultado: Um agregado de minerais de origem sedimentar a rocha sedimentar Holz Holz 2010 39 .

. Transporte Deposição (Subsidência) Diagênese Holz Holz 2010 40 .Erosão/intemperismo Transporte Deposição (Subsidência) Diagênese Holz Holz 2010 Erosão/intemperismo A rocha sofre soerguimento por tectônica e fecha-se assim o ciclo de origem das rochas sedimentares..

• sedimento = material inconsolidado de origem mineral ou animal e que foi depositado. formando camadas sedimentares Clasto ( “fragmento” de rochas pré-existentes Rochas sedimentares clásticas • • Holz 2010 41 ...Processos sedimentares Holz 2010 Recapitulando.

00 – 4.00 conglomerado (de ~ ) Holz 2010 Recapitulando.50 – 2.125-0.. grosso) menor que 0.00 2.50 0.00 64.64.00 . médio.00 maior que 256.0035 0.0625 0. Tamanho da partícula (em mm) Nome da partícula argila silte areia fina areia média areia grossa grânulo seixo bloco matacão Nome da rocha argilito siltito arenito (fino.00 – 256.0035 – 0..00 4..125 0. • sedimento = material inconsolidado de origem mineral ou animal e que foi depositado..Recapitulando. formando camadas sedimentares Clasto ( “fragmento” de rochas pré-existentes Rochas sedimentares clásticas rochas sedimentares não-clásticas: • Químicas (Ex: evaporito) • Biogênicas (Ex: carvão) • • • Holz 2010 42 .0625 – 0.

Fluxos – esquema simplificado gravitacionais por fluídos Unidirecionais* (correntes) Oscilatórios (ondas) * aqui inclui-se água (fluxos aquosos) e vento (processos eólicos) Holz 2010 Estruturas sedimentares são as feições macroscópicas formadas durante ou após o processo de transporte e deposição cada processo sedimentar desenvolve estruturas características assim. as estruturas são diagnósticas para a intepretação do processo sedimentar da rocha em análise Holz 2010 43 .

.por fluxos gravitacionais tipo rockfall e debris flows Resultado • conglomerados matriz-suportados • sem estruturas sedimentares • com gradação interna Holz 2010 Holz 2010 44 .

gerado por fluxos gravitacionais Holz 2010 Exemplos de conglomerado matriz-suportado em testemunho de sondagens matriz Holz 2010 45 .matriz Exemplos de conglomerado matriz-suportado.

.por fluxo de fluídos ação de correntes e/ou ação de ondas Estruturas sedimentares Holz 2010 Origem das estruturas sedimentares sin-deposicionais Holz 2010 46 .

ação de correntes – água ou vento Holz 2010 Direção da estrutura = paleocorrente ! Holz 2010 47 .

Canal de experimentação em sedimentologia Holz 2010 Transporte Diagrama de fases para fluxos unidirecionais Holz 2010 48 .

Fluxos subcríticos: fluxo uniforme. dado abaixo: Fr = v/√ g*h onde Fr = Número de Froude V = velocidade do fluxo G = aceleração da gravidade H = profundidade do fluxo Holz 2010 49 . de superfície lisa Fluxo supercrítico: turbulento. com superfície ondulada e rugosa Holz 2010 Fluxos subcríticos: fluxo uniforme. com superfície ondulada e rugosa Isso é dado pelo Número de Froude. de superfície lisa Fluxo supercrítico: turbulento.

 simplificando.. o número de Froude pode ser considerado a razão entre a velocidade da corrente e a velocidade da onda associada à corrente. Esse é o regime que destrói as formas de leito já formadas e iniciando a fase de antidunas. impedindo-a de propagar corrente acima.fundo ondulado  formam-se ondas associados à corrente. Holz 2010 50 . ou seja. caracterizando-se o fluxo supercrítico.  a questão é como essa onda se propaga dentro do fluxo.  sedimento acumulado . Fr > 1 o fluxo é mais rápido que a onda. é uma questão de relação entre a velocidade da onda e a velocidade do fluxo..O que acontece é o seguinte. Fr ~ 1 o fluxo é dito crítico (a onda começa a a ter dificuldade de propagar-se. Holz 2010 Fr < 1 a onda pode propagar corrente acima porque ela viaja mais rápido que a corrente ( fluxo subcrítico).

offshore Holz 2010 51 .Ondas (Fluxos oscilatórios) Holz 2010 ação de ondas .

ação de ondas .onshore Holz 2010 Resultado: estruturas sedimentares distintas Holz 2010 52 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes Holz 2010 Forma de leito 2D Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar Holz 2010 53 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 54 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 55 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada planar – exemplo em afloramento Holz 2010 56 .

Forma de leito 3D Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada Holz 2010 Forma de leito 3D Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada Holz 2010 57 .

perpendicular ao fluxo ! Cruzada Planar ! Forma de leito 3D Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 58 .Cruzada festonada .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 59 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 60 .

Estruturas sedimentares geradas por correntes: cruzada festonada – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas Holz 2010 61 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) Holz 2010 Areia Lama Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) Holz 2010 62 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) – exemplo em testemunho de sondagem Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) – exemplo em afloramento Holz 2010 63 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas: laminação ondulada (wavy) – exemplo em afloramento Holz 2010 64 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: estratificação cruzada hummocky Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas: cruzada hummocky – exemplo em afloramento Holz 2010 65 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: cruzada hummocky – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas: cruzada hummocky – exemplo em afloramento Holz 2010 66 .

Estruturas sedimentares geradas por ondas: cruzada hummocky – exemplo em afloramento Holz 2010 Estruturas sedimentares geradas por ondas: cruzada hummocky – exemplo em testemunhos de sondagens Holz 2010 67 .

Holz 2010 Outras estruturas importantes para nós aquí. Laminação plano-paralela: ..em areia: energia muito alta (RFS) Holz 2010 68 ..Outras estruturas importantes para nós aquí..em argila/silte: energias muito baixa ..

indica regime de tração associado com suspensão Holz 2010 69 ...Exemplo de laminação plano-paralela Holz 2010 Outras estruturas importantes para nós aquí. Laminação cruzada cavalgante (climbing ripple lamination) .

rastros.Ângulo de cavalgamento Laminação cruzada cavalgante (climbing ripple lamination) Holz 2010 Bioturbações – marcas. que organismos bentônicos deixam no sedimento Holz 2010 70 . túneis etc.

Vamos brincar um pouco . . ? Holz 2010 Holz 2010 71 .

Holz 2010 Holz 2010 72 .

Holz 2010 Holz 2010 73 .

Holz 2010 Holz 2010 74 .

Holz 2010 Holz 2010 75 .

Holz 2010 Holz 2010 76 .

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De cabelo em pé com a matéria? Ânimo..! Acabou – por hora..!

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Conceito de FACIES

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O conceito de fácies e sistemas deposicionais...

Fácies: corpo rochoso com características específicas que refletem as suas condições de formação

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O conceito de fácies e sistemas deposicionais...

Década de cinquenta a setenta: descritivo

- O que é isso? Um arenito estratificado...

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O conceito de fácies e sistemas deposicionais...

-Hoje em dia: descrição seguido de interpretação

- O que é isso? Um arenito com estratificação cruzada planar...

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... estruturas Holz 2010 80 . relações de contato Internas: textura.O conceito de fácies e sistemas deposicionais. -Hoje em dia: descrição seguido de interpretação Fonte: Holz -Interpretação? Um sedimento depositado sob ação de correntes Holz 2010 O conceito de fácies e sistemas deposicionais. Fácies: Quais características? Externas: geometria.. cor. composição.

. Não o ambiente. Fácies: Ou seja: A fácies permite interpretar o processo sedimentar...... Fácies: Quais condições de formação? Fluxo gravitacional? Fluxo aquosos? Ondas ou correntes? Fluxos combinados? Holz 2010 O conceito de fácies e sistemas deposicionais.O conceito de fácies e sistemas deposicionais..! Holz 2010 81 .

assoalho oceânico (contornitos) ..em canal distributário de delta .em ambientes de maré (correntes de maré) . .no talude (turbiditos) .. -Hoje em dia: descrição seguido de interpretação Fonte: Holz -Pergunta: em que tipo de ambiente ocorrem correntes? Holz 2010 O conceito de fácies e sistemas deposicionais.no litoral (correntes longshore) ..em um canal fluvial .então: como vou saber o ambiente a partir da minha interpretação da fácies? Holz 2010 82 .O conceito de fácies e sistemas deposicionais..

Agora.. Holz 2010 O conceito de fácies e sistemas deposicionais. Uma associação de fácies.O conceito de fácies e sistemas deposicionais..... + Fonte: Holz Fonte: Holz -Arenito originado em uma corrente associado a um depósito palustre.? Ambiente fluvial! Holz 2010 83 ... Uma pequena revisão... -Hoje em dia: descrição seguido de interpretação Fonte: Holz -Pergunta: não vou saber......

. Uma associação de fácies...? Ambiente costeiro! Holz 2010 -são corpos rochosos resultantes de determinado processo sedimentar são agrupamentos de fácies Holz 2010 84 . Uma pequena revisão. Fonte: Holz + Fonte: Holz -Arenito originado em uma corrente associado a um arenito formado sob ação de ondas. -Agora.....O conceito de fácies e sistemas deposicionais....

... Fonte: Clark. Agrupamentos de fácies Associação de fácies: agrupamento espacial que reflete o ambiente deposicional Sucessão ou seqüência de fácies: associação onde as fácies ocorrem em uma ordem particular Holz 2010 O conceito de fácies e sistemas deposicionais... 1998 Associação de fácies: agrupamento espacial que reflete o ambiente deposicional Holz 2010 85 .O conceito de fácies e sistemas deposicionais... Uma pequena revisão.. Uma pequena revisão.

. 2008 Holz 2010 Sistemas deposicionais Holz 2010 86 .Sucessão ou seqüência de fácies: associação onde as fácies ocorrem em uma ordem particular Fonte: Holz et al.

Sistemas deposicionais Assembléias tridimensionais de fácies geneticamente relacionadas a determinados processos sedimentares que ocorreram em determinados ambientes de sedimentação Holz 2010 Sistemas deposicionais ou seja Sistemas deposicionais = ambientes de sedimentação? Holz 2010 87 .

é a base para interpretação Holz 2010 88 .é um guia para futuras observações .serve de norma para comparação .Sistemas deposicionais ou seja Sistemas deposicionais = ambientes de sedimentação? Não! Sistema = rocha Ambiente = geografia (e no caso da geologia. é interpretação) Holz 2010 Sistemas deposicionais Estratígrafo trabalha com modelos .funciona como “preditor” em áreas não conhecidas .

1992 Holz 2010 Sistemas deposicionais Continentais glacial leques fluvial desértico (eólico) deltaico lacustre Transicionais estuarino praial laguna Marinhos plataforma talude assoalho Holz 2010 89 .Fonte: Walker.

Fonte: Nichols. principais fácies 3. principais características 2. sucessões características (perfis) Holz Holz 2010 90 ..um resumo.. 2009 Holz 2010 Sistemas deposicionais 1.Sistemas deposicionais .

2009 Holz 2010 91 .Sistema glacial Principais características: Presença de geleiras ~ de latitude ~ de altitude Ação geológica do gelo: Lenta mas poderosa erosão – gelo se move mais lento que água. mas erode profundamente o relevo transporte de clastos de todos os tamanhos deposição quando a geleira derrete Holz 2010 Sistema glacial Fonte: Nichols.

Sistema glacial Holz Holz 2010 Sistema glacial Sedimento Holz Holz 2010 92 .

Sistema glacial Holz Holz 2010 Sistema glacial Holz Holz 2010 93 .

Sistema glacial Geleira derrete e deposita cascalho (till) Holz Holz 2010 Sistema glacial Lago glacial Holz Holz 2010 94 .

clastos orientados Tilito de derretimento (meltout till) – maçico.Sistema glacial Lago glacial com blocos de gelo flutuantes Típica deposição no fundo de lagos glaciais: os varvitos Holz Holz 2010 Sistema glacial Principais fácies 1 . arcabouço caótico Tilito de fluxo (flow till) – estratificado/retrabalhado por correntes Holz Holz 2010 95 .Diamictitos Tilito de alojamento (lodgment till) .

finamente laminados. com clastos pingados pelas geleiras Fonte: Holz Holz Holz 2010 96 .Sistema glacial Principais fácies Fonte: Nichols. 2009 Fonte: Holz Holz Holz 2010 Sistema glacial Principais fácies Fonte: Holz 2 – Lamitos Varvitos .

. Fonte: Holz Holz 2010 97 ..Sistema glacial Principais fácies 3 – Areias de outwash (Sandur) Arenitos similares aos do sistema fluvial entrelaçado (braided) Holz Holz 2010 Sistema glacial Principais fácies megaclastos deformando o substrato Pavimento estriado Fonte: Holz Outras feições glaciogênicas.

2009 Holz 2010 Sistema de leques aluviais Holz 2010 98 .Sistema glacial Principais fácies Exercício – estabelecer sucessão de fácies em um ciclo de avanço e recuo de uma geleira - Fonte: Nichols.

às áreas-fonte dos sedimentos)  Forma lobada  Texturalmente e mineralogicamente imaturo Holz 2010 Sistema de leques aluviais Triassico da Escócia Fonte: Steel.Sistema de leques aluviais Principais características  contexto climático: árido (embora ocorram também em clima úmido)  contexto tectônico: ativo (bacias rift etc.. 1977 Holz 2010 99 .)  Próximo às montanhas (i.e.

 enchentes em lençol  fluxos canalizados Holz 2010 Sistema de leques aluviais Fonte: Nichols.Sistema de leques aluviais Três mecanismos sedimentares básicos  fluxos de detritos. 2009 Holz 2010 100 .

1990 Holz 2010 101 . 2009 Holz 2010 Sistema de leques aluviais Principais fácies Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Prothero.Sistema de leques aluviais Principais fácies fluxos de detritos enchentes em lençol fluxos canalizados Fonte: Nichols.

2009 Holz 2010 Sistemas fluviais Principais características:  Variedade de tipos de canais  meandrantes  anastomosados  entrelaçados Dois sub-ambientes bem distintos: canal e planície de inundação  Holz 2010 102 .Sistemas fluviais Principais características: Fonte: Nichols.

2009 Holz 2010 Sistemas fluviais Holz 2010 103 .Sistemas fluviais Variedade de tipos de canais  meandrantes  anastomosados  entrelaçados Fonte: Nichols.

1997 Sistemas meandrantes Holz 2010 104 . deposição no outro: o canal fluvial migra lateralmente Fonte: Hamblin & Chriswtiansen. 2009 Sistemas meandrantes Holz 2010 Sistemas fluviais Canal começa a ficar sinuoso Erosão a margem externa. deposição na margem interna (onde a velocidade do fluxo é menor) Resultado do erosão num lado.Sistemas fluviais Fonte: Nichols.

2009 Sistemas meandrantes Holz Holz 2010 Ambiente fluvial Erosão Deposição Holz 2010 105 .Sistemas fluviais Fonte: Nichols.

Ambiente fluvial Erosão na margem externa de um canal meandrante causando estrago. Holz Holz 2010 Ambiente fluvial Planície de inundação Águas paradas = deposição de sedimentos finos Holz Holz 2010 106 ...

1997 Sistemas meandrantes Holz Holz 2010 Sistemas fluviais Fonte: Nichols.Sistemas fluviais Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Selley. 2009 Sistemas entrelaçados Holz Holz 2010 107 .

2009 Sistemas entrelaçados Holz Holz 2010 Sistemas fluviais Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Nichols. 2009 Sistemas entrelaçados Holz Holz 2010 108 .Sistemas fluviais Fonte: Nichols.

Sistemas fluviais Fonte: Schumm. 1980 Sistemas anastomosados Holz Holz 2010 Sistemas fluviais Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Nichols. 2009 Sistemas anastomosados Holz Holz 2010 109 .

Sistemas deposicionais Continentais glacial leques fluvial desértico (eólico) deltaico lacustre Transicionais estuarino praial laguna Marinhos plataforma talude assoalho Holz 2010 Sistema eólico Principais características:  existem dois tipos de desertos ~ de latitude / em torno de 20 graus de N e S (Ex: Deserto do Sahara) ~ orográficos (na sombra de vento de montanhas  (Ex: deserto de Atacama)  agente exógeno: vento Holz 2010 110 .

Ambiente desértico Deserto de deflação (Atacama) Holz Holz 2010 Sistema eólico Direção do vento Fonte: Schumm. 1980 Holz 2010 111 .

2009 Holz 2010 112 . 2009 Exemplos de grain flow Fonte: Nichols.Sistema eólico Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 Sistema eólico Fonte: Nichols.

Sistema eólico Exemplo de grain fall Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 Sistema eólico Fonte: Nichols. 2009 Regime de ventos e o suprimento de areia controlam o tipo de duna desenvolvida Holz 2010 113 .

2009 Preservação de dunas eólicas depende do nível freático Holz 2010 114 .Sistema eólico Fonte: Nichols. 2009 Quatro tipos principais de dunas eólicas Holz 2010 Sistema eólico Fonte: Nichols.

2009 Ambientes desérticos Holz 2010 Sistema eólico Ambientes desérticos Holz 2010 115 .Sistema eólico Fonte: Nichols.

Sistema eólico Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 Sistema deltaico Principais características:  rio perde sua carga quando o fluxo canalizado se espraia no corpo d’água receptor  deltas podem se formar: ~ em lagos e lagunas (Ex: Delta do Rio Camaquã) ~ nos oceanos (Ex: Delta do Rio Mississippi)  são compostos por três sub-sistemas distintos:  planície deltaica (subaéreo)  Frente deltaica  prodelta (subaquoso) Holz 2010 116 .

Sistema deltaico Delta do Rio Nilo Holz Holz 2010 Sistema deltaico Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 117 .

2006 Holz 2010 Sistema deltaico Fonte: Nichols.Sistema deltaico Frente deltaica Prodelta Fonte: Catuneanu. 2009 Deltas – avulsão e formação de lobos Holz 2010 118 .

Sistema deltaico Fonte: Nichols. 2009 Delta dominado por marés Holz 2010 119 . 2009 Deltas – formato indica principal fator controlador Holz 2010 Sistema deltaico Fonte: Nichols.

2009 Holz 2010 120 . 2009 Delta dominado por aporte (rios) Holz 2010 Sistema deltaico Fonte: Nichols.Sistema deltaico Fonte: Nichols.

2009 Delta dominado por ondas Holz 2010 Sistema deltaico Fonte: Nichols. 2009 Delta dominado por ondas Holz 2010 121 .Sistema deltaico Fonte: Nichols.

Holz 2010 Sistema deltaico Delta do Rio Indus Holz 2010 122 . 2009 Delta “Tipo Gilbert” – o primeiro modelo.Sistema deltaico Fonte: Nichols...

Sistema deltaico Delta do Rio Mississippi Holz 2010 Sistema deltaico Diferença entre períodos de descarga baixa (esq.) e alta (direita) Holz Holz 2010 123 .

Sistema deltaico Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Walker. 1992 Holz Holz 2010 Sistema costeiro Holz 2010 124 .

mas para dois lados  agente exógeno: água Holz 2010 Ambiente costeiro Uma linha de costa tem zonas distintas.Sistema costeiro Principais características:  muito complexo devido a ação de diferentes forças ~ ondas (fluxo oscilatório) – lembrar estruturas! ~ marés (fluxo bidirecional) – estruturas de fluxo unidirecional. em termos de sedimentação: Shoreface: parte submersa (ação de ondas e correntes) foreshore: parte emersa (ação de vento. formação de dunas) Holz Holz 2010 125 .

formação de dunas) Shoreface a parte submersa (ação de ondas e correntes) Fonte: Schumm. 1980 Fonte: Nichols.Ambiente costeiro Fonte: Schumm. formação de dunas) Holz Holz 2010 Sistema costeiro Praia a parte emersa (ação de vento. 1980 Holz 2010 126 . em termos de sedimentação: Shoreface: parte submersa (ação de ondas e correntes) Praia: parte emersa (ação de vento. 2009 Uma linha de costa tem duas zonas distintas.

2009 Esquema básico de uma linha de costa (influenciada por ondas e marés) e seus principais subsistemas Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Nichols.Sistema costeiro Fonte: Nichols. 2009 Linha de costa influenciada por ondas (Sistemas laguna-barreira) Holz 2010 127 .

2009 Linha de costa influenciada por ondas (Sistemas laguna-barreira) Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Schumm.Sistema costeiro Fonte: Nichols. 1980 Linha de costa influenciada por ondas (Sistemas laguna-barreira) Holz 2010 128 .

..Sistema costeiro Fonte: Nichols. 2009 Linha de costa influenciada por ondas (sem sistemas laguna-barreira) Holz 2010 Sistema costeiro Duas configurações de linha de costa influenciada por ondas. Porque? Holz 2010 129 .

Sistema costeiro Fonte: Nichols. 2009 Estuário dominado por maré: sem ilhas de barreira Holz 2010 130 . 2009 Estuário: três grandes sub-sistemas Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Nichols.

1996 Resumo da ópera: fatores controladores dos sistemas costeiros Holz 2010 131 .Sistema costeiro Fonte: Nichols. 2009 Estuário dominado por maré: sem ilhas de barreira Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Reading.

Sistema costeiro Areia com laminação swash Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 Sistema costeiro Areias com laminação cruzada de fluxo unidirecional Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 132 .

Sistema costeiro Areias com laminação cruzada de fluxo oscilatório (ondas normais – “dia-a-dia”) Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Holz Areias com laminação cruzada de fluxo oscilatório (ondas de tempestades .hummocky cross stratification) Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 133 .

hummocky cross stratification) Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 Sistema costeiro Fonte: Holz Ritmitos de maré Principais fácies do sistema costeiro Holz 2010 134 .Sistema costeiro Fonte: internet (?) Areias com laminação cruzada de fluxo oscilatório (ondas de tempestades .

Sistema costeiro Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Walker.assoalho Holz 2010 135 . 1992 Holz 2010 Sistema talude .

plataforma continental (0 a 200 metros de lâmina d’água) 2.assoalho Principais características:  tem três grandes compartimentações 1.Sistema talude . Talude continental (declive de 1 a 2 graus) 3 . chega a 11000 m nas fossas) Holz 2010 Sistema talude .Assoalho oceânico (em média com 2500 a 3000 metros de lâmina d’água.assoalho Fonte: Holz Holz 2010 136 .

hummocky estrutura ondulada (Ambiente costeiro) Sedimentos orgânicos (vasas) Turbiditos (sedimentos de água rasa) Dominantemente laminação plano-paralela Zona marinha de Escorregamentos Leques submarinos Holz 2010 Sistema talude . 2009 Leque submarino Holz 2010 137 .Sistema talude . Cruz.assoalho Fonte: Holz Ação de ondas: Estrat.assoalho Fonte: Nichols.

2009 Modelo de um leque submarino rico em lama: Lobos muito alongados Holz 2010 Sistema talude .assoalho Fonte: Nichols.Sistema talude .assoalho Fonte: Nichols. 2009 Modelo de um leque submarino misto areia/lama: Lobos espalhados Holz 2010 138 .

assoalho Exemplo de sucessão de fácies Fonte: Nichols.assoalho Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 139 .Sistema talude . 2009 Modelo de um leque submarino arenoso: lobos amalgamados Holz 2010 Sistema talude .

uk/esc/images/Personal/mccave/contourite-muds.cn/rock/show-6577-1.html http://www.assoalho Fonte: Nichols.assoalho Fonte: http://www.esc.cam.uua.ac. 2009 Outro depósito submarino: o Contourito Causa: correntes no assoalho oceânico (correntes termohalinas) Holz 2010 140 .Sistema talude .jpg Outro depósito submarino: o Contourito Holz 2010 Sistema talude .

Sistemas evaporíticos Holz 2010 Sistemas evaporíticos Holz 2010 141 .

Sistemas carbonáticos Holz 2010 Sistemas carbonáticos Fonte: Nichols. 2009 A “fábrica de carbonatos”: produtividade biogênica Holz 2010 142 .

2009 Recifes podem se desenvolver em três diferentes contextos Holz 2010 143 .Sistemas carbonáticos Fonte: Nichols. 2009 Distribuição geral das fácies em uma plataforma carbonática com margem Holz 2010 Sistemas carbonáticos Fonte: Nichols.

Sistemas carbonáticos Recife – principais organismos construtores ao longo do tempo geológico Fonte: Nichols. 2009 Holz 2010 Sistemas carbonáticos Falésia do Cretaceous Chalk na Inglaterra Holz 2010 144 .

2009 Fácies típicas dos sistemas carbonáticos Holz 2010 145 .Sistemas carbonáticos Fonte: internet (?) Wackstones Fácies típicas dos sistemas carbonáticos Holz 2010 Sistemas carbonáticos Fonte: Nichols.

Sistemas carbonáticos Fonte: internet (?) Packstones Fácies típicas dos sistemas carbonáticos Holz 2010 Sistemas carbonáticos Fonte: internet (?) Grainstones Fácies típicas dos sistemas carbonáticos Holz 2010 146 .

....!! Holz 2010 147 . seus relapsos.! Chega de teoria. Aos exercícios.Sistemas carbonáticos Fonte: internet (?) Rudstones Fácies típicas dos sistemas carbonáticos Holz 2010 Terminou.

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