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CONSELHO DE ÉTICA E DOUTRINA - CED
CÓDIGO DE ÉTICA E DOUTRINA DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ORIXIMINÁ/PARÁ

COMISSÃO PARA AUTORIA E REFORMA
Pastor Domingos de Sena Roza Pres. da IEAD em Oriximiná / PA Drª. Lia Fernanda Guimarães Farias Assessoria Jurídica OAB/PA 9428 Evangelista Jorge Albert dos Santos Conceição Teólogo

E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco? Neemias 6.3.
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. 35º do Estatuto da Assembleia de Deus em Oriximiná/PA e aprovado pela Assembleia Geral de .CÓDIGO DE ÉTICA E DOUTRINA DA ASSEMBLEIA DE DEUS CAPÍTULO I – DA CRIAÇÃO E FINALIDADE DO CONSELHO DE ÉTICA E DOUTRINA Art.. CAPÍTULO II – COMPETÊNCIA.CED. criado pelo art.Emitir parecer relativos à conduta de membros. bem como da população em especial da cidade de Orix iminá. para: I . vida exemplar de pelo menos 3 (três) anos de ministério comprovado e no mínimo de 2 (dois) anos de filiação à IEADO. §5º – Compete ainda ao CED através de seu Conselho conduzir o processo de reintegração de ministros.. poderá valer-se da possibilidade de convidar especialistas/técnicos para que temporariamente componham a comissão. encaminhando parecer à Mesa Diretora da Igreja através de seu Pastor Presidente. §7º – Emitir parecer sobre questões de cunho teológico. doutrinário e de costume encaminhadas à presidência. submetendo-se a estes todos os listados em rol de membros desta Igreja. 2 . atingidos por medida disciplinar. §6º – Os membros do Conselho de Doutrina deverão ser de notório conhecimento bíblico e teológico. emitindo parecer à Mesa Diretora e a Presidência. para os se exigirem posicionamento por parte da IEADO. §2º – Instaurar e conduzir todo o processo disciplinar de membros. II . sempre que solicitados. 2º – Compete ao CED através de seu Conselho composto de 5 (cinco) membros indicados pelo Pastor Presidente: §1º – Receber as denúncias formalizadas por escrito.. III .Servir como fórum de debate quanto aos problemas que possam militar contra a integridade do “Corpo de Cristo”. COMPOSIÇÃO E ATRIBUIÇÕES Art. §4º – Para o bom desenvolvimento de suas atribuições o referido Conselho de Ética e Doutrina... tem a finalidade de disciplinar seus membros e ministros para o melhor conviver da comunidade cristã.Avaliar e emitir parecer junto à Diretoria e a presidência se necessário for sobre propostas de admissão de novos membros e pastores a IEADO. diretoria e a convenção ou convenções conveniadas. obreiros e pastores da IEADO. 1º – O Conselho de Ética e Doutrina . §3º – Servir a Diretoria e à Assembleia Geral como conselheiros. devidamente assinadas por quem faça a mesma.. obreiros e pastores que procederem de modo incompatível ao Código de Ética e conduta da IEADO. com no mínimo o curso básico em teologia comprovado.

propondo à Presidência a medida a ser adotada. § 3º Relator do Conselho: I. § 2º Ao Secretário do Conselho: I. Presidir e conduzir a reunião de forma imparcial. Cumprir e fazer cumprir as normas e dispositivos deste Estatuto e do Regimento Interno de ética e doutrina. (1) um Secretário. 3º: O Conselho de Ética e Disciplina (CED) é constituído de 5 (cinco) membros. cabendo a Mesa Diretora a indicação do interventor e a condução do processo de intervenção. §12º – O Conselho de Ética e Disciplina é o órgão da IEADO responsável pela análise e processamento de todas as representações que contenham acusações contra membros e ministros da entidade. IV. Expedir e receber todas as correspondências pertinentes à Região. (1) assessor jurídico cabendo-lhes as atribuições abaixo discriminadas: § 1º Ao Presidente do Conselho: I. salvo quando solicitado por 50% mais um dos membros ativos da igreja.§8º – Implementar programas educativos de Ética Ministerial. com vistas ao aprimoramento dos membros da IEADO. III. V. quando solicitado. Registrar as atas das Reuniões do Conselho e ter em sua guarda o Livro de Atas. cessará a intervenção. Dar o parecer do processo administrativo. II. De forma alguma passar ou informar direta ou indireta qualquer assunto ou informação referente qualquer ação administrava sem autorização da presidência do conselho de ética e doutrina. Se necessário fazer acareação entre as partes (pôr em presença umas das outras). sendo (1) um Presidente. na forma deste estatuto. V. §9º – Acompanhar. Aplicar os princípios das regras parlamentares. o processo de sucessão de Igrejas dirigidas por ministros da IEADO. II. II. V. 3 . Atualizar e manter sob sua guarda o arquivo geral pertinente à reunião. IV. III. III. Aplicar ação administrativa necessária após o fim do inquérito administrativo. §13º – É vedado aos membros do Conselho de Ética e Doutrina repassar de forma direta ou indireta qualquer assunto ou informação referente às ações administras que lhe competem sem autorização da presidência do conselho de ética e doutrina. Ouvir (as testemunhas) se for necessário. primando pelo aspecto sigiloso do procedimento. como estabelecida pelo Conselho e Estatuto da IEADO. IV. bem como a jubilação de ministros. §11º – Normalizada a situação de que trata o parágrafo anterior e restabelecida a ordem. Assinar posteriormente a Ata referente à reunião de sua presidência. Escrever relatório detalhado da ação administrava e suas implicações. Ouvir as partes envolvidas uma a uma. Orientar e coordenar o processo administrativo em andamento. Art. (1) um Relator e (1) um vogal. §10º – É vedado aos membros do Conselho de Ética e Doutrina da IEADO atuarem como interventores em Igrejas legalmente constituídas da mesma fé e ordem.

Art.PED bem como deverá apresentar-se sempre que convocado. requererá ao Pastor Presidente. Buscar meios de garantir a ampla defesa e o contraditório das partes envolvidas. sobre a qual se decidirá o Conselho posteriormente pelo arquivamento ou processamento do feito. IV – A assinatura e identificação do representante. V. apresentar. não sendo relator ou secretário do caso. pelo processamento do feito. III – A indicação das provas. ou em família secular. 6º – Em decidindo o CED pelo arquivamento. CAPÍTULO III – DO PROCESSAMENTO DAS DENÚNCIAS Art. § 5º Ao Assessor Jurídico: O CED será assistido por uma assessoria jurídica com titular indicado pelo Pastor Presidente da Igreja devidamente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil e que acompanhará os atos do processo ético disciplinará . Art. II – A indicação da falta praticada pelo representado. a manifestação por escrito do denunciado. requererá. sob penalidade de ser destituído ou suspenso do Conselho de Ética e Doutrina. 8º – Autorizada a instauração do PAD. anexar documentos que lhe interessem e arrolar testemunhas de no máximo 3 (três). II. a defesa. Art. fará comunicação às partes acerca de sua decisão. Art. após análise da manifestação prévia. § 2º – Quando as denúncias ou informações atingirem a intimidade. os integrantes do Conselho de Ética e Doutrina ficam veementemente impedidos de emitir opiniões públicas. bíblico e teológico. devendo manter as apurações em caráter reservado até a conclusão do processo administrativo. 4º – As denúncias deverão ser efetivadas na forma escrita e endereçadas ao Presidente da Igreja que imediatamente as encaminhará ao Presidente do CED que as apresentará ao Conselho em reunião subseqüente ou extraordinária. por si ou representante com poderes para tal. a honra e a imagem moral do denunciado. em 10 (dez) dias corridos e improrrogáveis. III.§ 4º Ao Vogal do Conselho: I. Fazer observações claras do Regimento Interno. 7º – Deliberando. Dar o parecer do processo administrativo. Proferir seu voto de acordo com o que foi dito durante a análise do caso. antes de abertura de processo disciplinar. IV. formalizará a denúncia e citará o denunciado para. 4 . a privacidade. Ter contato com os autos e com o caso em análise. que foi exposto no procedimento administrativo. no prazo de 5 (cinco) dias corridos e improrrogáveis. 5º – Ao ser recebida a denúncia o CED. § 1º As denúncias deverão seguir a seguinte forma: I – O relato dos fatos por escrito. a autorização para instauração do Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

Advertência: chamamento de atenção por escrito quanto a infração detectada como existente. 11º – Em recebendo o Relatório Final expedirá o Pastor Presidente despacho fundamentado no caso de não acatamento das conclusões enviadas pelo CED que encaminhará o presente à Assembleia Geral para votação. incitar crentes à rebelião ou atividades frutos de desobediência às autoridades constituídas da Igreja a que pertençam e da Convenção.Suspensão: afastamento do membro pelo período de 03 (três meses) das atividades administrativas da Igreja e de 06 (seis) meses em sendo o infrator ministro tendo este parte de seus rendimentos reduzidos.15. VII. VI. Art. a acareação entre denunciante e denunciado sempre que entendido necessário pelo CED. . 13º – O autor de denúncia ou acusação não devidamente comprovada. VIII. Fornicação. -Exclusão: afastamento definitivo do infrator do rol de membros. inclusive. 15º – Às infrações descritas nesse código se aplicam as seguintes penalidades: §1º – São consideradas infrações graves: I. 14º – Considera-se para efeito das aplicações deste código os seguintes conceitos: . III. com o respectivo patrimônio da mesma. . 10º – Após a oitiva das testemunhas e inquirição do denunciado será ofertado o prazo de 3 (três) dias corridos para as alegações finais deste e emissão de relatório final pelo Relator que será enviado ao Pastor Presidente com a indicação da penalidade em caso de detectada a conduta irregular alegada ou com a sugestão de arquivamento em caso de não ter sido comprovada a denúncia no correr do processo. Deixar de cumprir o disposto neste Código de Ética e Regimento Interno.Art. intimado previamente para o ato. 9º – O CED ouvirá. à Igreja a qual estava filiado. após conversa pastoral ou do Conselho de Ética da Igreja. Desobediência ao credo doutrinário das Assembléias de Deus. Condutas que indiquem incompatibilidade com as ordenanças da Bíblia Sagrada descritas em I Coríntios 6. cabendo. CAPÍTULO IV – DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES CABÍVEIS Art. caso. 5 XI. Art. Deixar de entregar Congregação ou Igreja que dirigia.10 e Apocalipse 22. deixando de assumir o ônus de débitos indevidamente contraídos em sua gestão. sempre na presença do denunciado. XII. II. -Disciplina: suspensão temporária do rol de membros. Aborto. V. poderá ser destituído do cargo ou da consagração. IX. as testemunhas que este arrolou bem como aquelas que entenderem necessárias para o esclarecimento da denúncia ou as que tiverem sido arroladas pelo denunciante. Fazer cisões. Art. Roubo. X. Art. Assassinato doloso. divisões. Adultério. IV. recuse-se a retornar ao bom exemplo de sacerdote e líder religioso aos fiéis. Art. Deixar o ministro de dizimar ou agir fora do propósito da sua função ou consagração. incorrerá na pena de disciplina de 3 (três) meses pela acusação falsamente levantada. 12º – Acatando o Pastor Presidente a conclusão do CED emitirá autorização para a aplicação da penalidade ali indicada da qual terá ciência o denunciado em prazo não superior a 3 (três) dias. Condenação com trânsito em julgado pela justiça comum.

DO REGRAMENTO PARA OS OBREIROS E MINISTROS Art. O membro que se ausentar. Atos violentos. Insubmissão à liderança. CAPÍTULO V – DAS AVALIAÇÕES DO CED Art. IV. Para as infrações graves.§2º – Serão consideradas infrações leves: I. V. com provas consideradas irrefutáveis. II. III. 18º – Além das competências descritas no Capítulo I terá o CED que atuar como agente fiscalizador e relator quando do recebimento pela Igreja de Obreiros. §3º – As penalidades aplicáveis conforme cada caso será: I. Art. Da carta de apresentação deverá constar a comprovação de que o ministro foi rebatizado. 19º – Além das regras impostas aos demais membros acima listados. por crimes hediondos. Palavras torpes. II. por três (3) vezes seguidas. no caso de ser originário de denominação evangélica que pratique o batismo por aspersão. Injúrias. 17º – A fornicação terá excepcionalmente sua disciplina reduzida de 4 (quatro) meses quando os mesmos unirem-se em matrimônio. cabem especialmente aos obreiros e ministros a obrigação de prestar: §1º – Testemunho pessoal irrepreensível. Para as infrações leves. depois de aprovadas. declarem o aceite das normas e as bases de fé doutrinárias da IEADO. das reuniões que tratem de sua avaliação disciplinar. calúnias e murmurações. deverá ser punido à revelia. prazo que terão para. Art. CAPÍTULO VI . advertência por escrito ou suspensão. disciplina ou exclusão. Acidentes do trânsito. analisando suas cartas de mudança que deverão ser apresentadas em papel timbrado do ministério de origem no prazo de trinta dias (30) corridos. V. devendo: 6 . salvo parecer favorável conjunto do Pastor Presidente e Conselho de Ética e Doutrina. I. II. É vetada a filiação de Ministro que esteja sob disciplina de Convenção ou Ministério filiado à Convenção Geral (CGADB). Pastores e Missionários de outros ministérios por transferência e adesão. IV. 16º – Nos casos de disciplina o CED poderá sugerir a aplicação da mesma por 06 (seis) meses a 1 (um) ano e nos casos suspensão a mesma poderá ser aplicada pelo período de 1 (um) a 3 (três) meses. III. Deve ainda o proponente apresentar a documentação de ordenação pela denominação de origem. De igual forma é vetado aquele que for indiciado.

Exercer a sua cidadania de modo responsável. o ministro que recebê-lo deve incentivar o membro a procurar aqueles que foram seu pastores para manifestarem seu desejo. desempenhando suas funções segundo os princípios ensinados na Bíblia. atraindo membros de outras organizações eclesiásticas evangélicas a transferirem-se para a sua. motivando-os a adotarem um comportamento de gratidão e respeito para com os pastores que até ali esmeraram-se no Senhor para edificá-los. o ministro deverá: a) Buscar informar-se quanto aos motivos da transferência. viver com amor e respeito. preservando assim o bom testemunho cristão. devem respeitar a liberdade caracterizada pelo Espírito Santo na vida de seus filhos. não por ganância. VI – Quando observado que um membro de outra congregação começa a freqüentar assiduamente a sua e ou quando o mesmo denotar o desejo de transferir-se de modo efetivo. não compactuando com comentários desabonadores a respeito dos mesmos. evitando qualquer aparência do mal em seu proceder.Em família. 7 . b) Quando convidado para pastorear uma determinada congregação. d) Evitar aconselhar membros de outras congregações.Ser zeloso do seu testemunho pessoal. IV . sejam por contendas e ou atos disciplinares. II . respeitando sempre a liberdade de escolha de qualquer pessoa. III . e ainda incentivá-los para que mantenham a aliança. atentando para a prudência. ambos os ministros. deve fazer aquilo quanto estiver ao seu alcance para evitar propaganda negativa contra o povo evangélico e seus lideres. exceto quando for oficialmente convidado a fazê-lo. tratando-os com consideração e fomentando a participação de todos nas atividades do IEADO. Dada tal atitude e prevalecendo o desejo de transferência da pessoa em questão. a fim de poder auxiliar e promover a edificação e unidade do irmão e do “Corpo de Cristo”. IV – Usar de respeito e consideração para com as diversas lideranças cristãs. zelando pelo cumprimento das leis enquanto estas não infringem as leis de Deus estabelecidas na Bíblia Sagrada. b) Na existência de pendências quanto a relacionamentos quebrados. e ficando caracterizado desdobramentos desagradáveis e ou comprometedores. nem como dominador do rebanho. que a transição se dê em clima de paz. Igualmente. Havendo insistência da parte do irmão. c) Manter relações fraternas com seus colegas. objetivando a boa comunhão dos irmãos para com Deus e de uns para com os outros. primar para que seja elaborada uma Assembleia Geral e redigida uma ata de conformidade com a legislação brasileira. apresentando conduta idônea na sua vida financeira e moral. estando em plena comunhão com a mesma e no caso de transferência para outra igreja ou denominação. sendo-lhes sincero e leal. mas com o desejo de servir e ser exemplo. oficializando assim o vínculo pastoral com a Igreja de modo público. VIII – O ministro deve: a) Pastorear. o ministro deve buscar reconciliação e acerto entre as partes. mantendo-se: I – Ligado oficialmente a uma organização eclesiástica. o ministro deve reportar-se ao pastor da congregação de origem da referida pessoa. §2º – Conduta Eclesiástica. III – Alheio a interferências nas questões internas de outras organizações eclesiásticas que não a sua. sob a bênção do Senhor. V – Deve ainda o obreiro ou ministro abster-se: De usar de proselitismo. estando em situação civil de acordo com as leis do país. sendo reconhecida pela IEADO após o fato ter sido conferido pelas lideranças envolvidas e avaliada pela Conselho de Ética e Disciplina da IEADO. VII – Caso um membro queira transferir-se de uma congregação para outra. para que não venha a se constituir em polo de contenda e embaraço em casos complicados e por desconhecimento de causa.Ser compreensivo e humano no trato com os crentes e seus problemas. A responsabilidade do diálogo aberto e franco em benefício do irmão em Cristo cabe a ambos os ministros. mal resolvidos.I . entre outros. objetivando constituir-se em bênção na vida dos envolvidos. abstendo-se de qualquer vício. II – De forma a zelar pelo bom nome de seus colegas.

conforme Gn. Ele ascendeu aos céus onde. a continuidade de seus direitos como membro da IEADO dependerá de parecer da Comissão de Ética e Doutrina e da presidência. verdade mantida por Jo 14. 2. 22. Pela sua morte em nosso lugar. À medida que somos guiados pelo Espírito. persuadindo-nos ao arrependimento e à confissão de Jesus como Senhor. Ele guia e preserva essa nova e redimida comunidade que. I Co 1. nosso único e suficiente Salvador. através da proclamação do evangelho. tem falado salvificamente em palavras e eventos na história da redenção.1-7. é espiritualmente uma com o povo de Deus em todos os tempos. dando-nos ao direito de chamá-lo de Pai. depravado e perdido.16-17. criou uma única Igreja santa e apostólica.18. Tt 2. renova os nossos corações. para que os homens vejam as nossas boas obras e glorifiquem nosso Pai que está nos céus. sendo formada de todas as culturas. intercede por seu povo e reina sobre tudo. fazendo discípulos de todas as nações. I Jo.1-4. o homem tornou-se sujeito à ira divina. Rm 8. crescemos no conhecimento do Senhor. incapaz em si mesmo de retornar a Deus.7-10. livremente criou o mundo do nada. §3º – Defender o credo dentro das seguintes normas bíblicas aplicado na Assembleia de Deus.24. Um em essência. Caso use desse expediente. VII – Inserção na Igreja a qual pertencemos conforme At. à direita de Deus. 3. Tentado por Satanás. Estando longe do seu Criador. uma vez que Deus. aceitando que Deus.16. 26. chamando pecadores de todas as raças para a comunhão do Corpo de Cristo.12-14. perfeito em amor e justiça em todos os seus caminhos.12-17.15-23. edificando-se a si mesma em amor pelo 8 .13-16.1-2. crendo o único mediador entre Deus e os homens é Cristo Jesus nosso Senhor.1115. Jo 1. 3. Cl 1. existindo eternamente nas três pessoas da Trindade: Pai.29-34. para que pudesse gozar de comunhão com ele. Hb 12. 2. Pelo mesmo Espírito recebemos a segurança da salvação pela fé baseada unicamente nos méritos de Cristo Jesus e os dons espirituais para a edificação de sua Igreja na terra. Pela mesma Palavra e Espírito. entre eles: I – A adoração a Deus conforme Jo 4. Jo 15. vencendo a morte e os poderes das trevas.1-7. livremente guardando os seus mandamentos e esforçando-nos por viver no mundo em santidade e de modo irrepreensível.14. revelou o amor e sustentou a justiça divina. a Palavra encarnada que se fez conhecido a nós pelo Espírito Santo nas Escrituras Sagradas. VIII – Aceitação ao serviço que prestamos como Igreja conforme estabelecido em Mt 28. V – O reconhecimento de que o Espírito Santo age em nós. Gl 4. removendo a nossa culpa reconciliando-nos com Deus. Rm 8. aceitando que Deus revelou-se a si mesmo sendo vivo e verdadeiro. Mc 16. pelo que se acredita que o Espírito Santo é a pessoa da Trindade que. conforme Gn. Essa história cumpre-se em Jesus Cristo. aceitando que Deus. Ap.e) Deve evitar recorrer à justiça comum contra seus irmãos de fé ou organizações eclesiásticas. por sua Palavra e Espírito. Filho e Espírito Santo. ao terceiro dia ressuscitou. 1. embora responsável diante dele.21-24. III – O reconhecimento de que Deus e o criador dos céus da terra e da humanidade. 22-24. Tendo nos redimido do pecado. o eterno Filho de Deus. pois a Igreja é convocada por Cristo a oferecer adoração aceitável a Deus e servi-lo pela pregação do evangelho.4-7. que revelou-se à humanidade através de sua criação. 1. 1 Tm 2. I Jo 4. II – O reconhecimento de Jesus Cristo como o Único Salvador.9.15. Então. pela sua Palavra e para sua glória. VI – A aceitação de somos chamados a viver como discípulos de Jesus Cristo conforme Mt 5. Hb 9.1-7.12-15. compartilhou completamente a nossa humanidade em uma vida de perfeita obediência.14-15. Jo 16. pois Deus graciosamente nos adota em sua família.19-20. Ele fez o homem à sua própria imagem e semelhança. o homem rebelou-se contra Deus. IV – O reconhecimento do Cristo em quem nós cremos conforme Cl 1.1-4. o qual tendo sido concebido pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria.15.42-44.

espiritual e eclesiástica de todos os credos religiosos e opiniões humanas deveram ser julgados. da IEAD em Oriximiná / PA Drª. Pode ser realizado dentro ou fora dos templos. mas os justos. ITs 4. e um ato de grande reverência e espiritualidade por parte de todos. IX – A aceitação da esperança que contemplamos descrita em Jo 14. IIPe 1. e a verdade sem qualquer mistura de erro em seu conteúdo. que ela revela os princípios pelos quais Deus nos julgará. em corpos glorificados.8-13. CAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Os ímpios serão separados da presença de Deus. devendo-se de pronto emendá-lo. portanto. 20. viverão e reinarão com Ele para sempre. é e permanecerá até o fim do mundo. II Pe 3. Então a grande expectativa da criação será satisfeita e toda a terra proclamará a glória de Deus que faz novas todas as coisas. datas e ocasiões a critério do pastor e da liderança. que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados.16-17. que tem Deus por seu autor. 20º – Os pontos omissos neste Código serão remetidos ao Estatuto da Igreja Assembleia de Deus em Oriximiná que quando acerca do assunto também silenciar abrirá oportunidade à Assembleia Geral para sua decisão que se tornará parte integrante deste Código.16. X – Toda Bíblia da qual cremos é divinamente inspirada.51-58. COMISSÃO PARA AUTORIA E REFORMA Pastor Domingos de Sena Roza Pres. O Batismo deve ser realizado nos cultos públicos.6.21. 1 Co 15. Ap. julgar todos os homens de acordo com as obras feitas no corpo e estabelecer o seu reino glorioso. XI – Batismo em Águas foi à ordenança dada aos homens nas Escrituras por Jesus Cristo as igrejas cristã em Mateus 28. moral. IITm 3. 16-20. e é um tesouro perfeito de instrução celestial. com imersão em águas. 18-20.13-18.ministério da Palavra e pelo exercício dos dons espirituais. sabendo que o propósito redentor de Deus será consumado na volta de Cristo para ressuscitar os mortos. nesta cerimônia sacramental. promovendo a justiça social e aliviando as necessidades e angústias humanas. Lia Fernanda Guimarães Farias Assessoria Jurídica OAB/PA 9428 Evangelista Jorge Albert dos Santos Conceição Teólogo 9 . sendo o padrão supremo pelo qual toda a conduta. e. Marcos 16.

CED __________________________ Drª. __________________________ Pastor Domingos de Sena Roza Presidente da IEAD em Oriximiná/PA __________________________ Pastor Raimundo Soares Gomes Presidente do Conselho de Ética e Doutrina . _______ de ______________ de ________.Assembleia de Deus em Oriximiná/PA. Lia Fernanda Guimarães Farias Assessoria Jurídica do Conselho de Ética e Doutrina .CED __________________________ Pastor Elias da Rocha Estumano Relator do Conselho de Ética e Doutrina .CED __________________________ Pastor José Orlando Costa Figueira Secretário do Conselho de Ética e Doutrina .CED __________________________ Evangelista Jorge Albert dos Santos Conceição Vogal do Conselho de Ética e Doutrina .CED OAB/PA 9428 10 .

Evangelista / Teólogo Parecer jurídico da relatora do processo de elaboração do conselho de Ética e Doutrina – CED Instada a emitir parecer jurídico acerca do Código de Ética e Doutrina da Assembleia de Deus nesta cidade de Oriximiná. tem a finalidade de exercer a defesa apologética dos dogmas éticos doutrinários. É o parecer. refletida direta e indiretamente na vida disciplinar e eclesiástica dos membros. deverá ser imparcial. 18 de Janeiro de 2012. presidente. nas bases defendida dos dogmas da igreja assembleia de Deus em Oriximiná. resultando o direito da defesa bíblica. Indicado pelo pr. Jorge Albert dos Santos Conceição. como arma de vingança. obreiros e ministros desta entidade religiosa. 3 – Em nossa opinião parecer teológico. juízo e depois parâmetros legais e jurídicos. Isto posto. com suas penalidades previstas no Código de Ética e Doutrina do CED e emitirá sem ressalva parecer teológico e jurídico do processo a diretoria através do pr. dentro dos paramentos teológicos e jurídicos. limito-me a emiti-lo quanto à forma documental e limites do direito. O CED formado por Quatro (4) ministros da IEADO. proselitismo ou paliativo politico religioso e eclesiástico. secretario. desta entidade religiosa. sendo sua forma aceitável e os procedimentos condizentes com as leis infraconstitucionais bem como quanto a observância aos princípios constitucionais. Lia Fernanda Guimarães Farias OAB/PA 9428 11 . pelo Art 35º do Estatuto Igreja Assembleia de Deus em Oriximiná – PA. salvo melhor juízo. vogal e um assessor jurídico inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. o seu funcionamento. Oriximiná/PA. pelo que se encontra o mesmo dentro da área de competência da presente entidade religiosa cristã e sem confrontações legais dentro do âmbito do direito. instaurará processos administrativos. que e a coluna da verdade. objetiva e imutável e civil do código civil brasileiro. sendo regido primeiramente pela bíblia fonte do código de ética e doutrina na informação e esclarecimento do pecado. entende essa advogada que não há óbice algum dentro da sistemática legal. sem macula e perfeita.Parecer teológico do relato do processo de elaboração do Conselho de Ética e Doutrina – CED 1 – O conselho de Ética e Doutrina – CED. composto por um presidente. relator. presidente da igreja e devidamente a presentados em assembleia geral. capítulos e incisos deste código estão devidamente dentro das normas bíblicas e teológicas no sentido de norma direcional. justiça. 2 – Todo antigo. dentro das suas atribuições o Conselho de Ética e Doutrina – CED recebera denúncias. segundo os dogmas cristão. no seu disposto será uma ferramenta impa no seu funcionamento em suas ações disciplinar. para que não caia no descredito da igreja. o CED quando solicitado pelo presidente da igreja. não poderá. ser jamais usado. foi criado na data do dia XX/XX/2012. do código de ética e doutrina e o conselho de ética e doutrina da igreja assembleia de Deus em Oriximiná.