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Pensamento e vontade: Elementos do Processo Musicoterapêutico

Monografia apresentada à conclusão de curso de Musicoterapia APARECIDA CAMARGO Capítulo I O Pensamento e a Vontade: frutos da evolução O Universo em que vivemos é um infinito campo de energia. Tudo é energia, está permeado por energia e preenchido por energia. ( MEILLE , !i"son M. .#e $em com voc%, de $em com a vida. &''() p. **+ . ,uando o pensamento está em a"guma parte, a a"ma tam$ém o está, pois é a a"ma que pensa. O pensamento é um atri$uto. ( -. #E/, .""an. Livro dos Esp0ritos. ed. L.-E) p. '1+ 1.1. Delimitando termos Ao iniciar o presente trabalho, onde temos por objetivo pesquisar e conhecer a progressão humana, e a aquisição da capacidade de pensar, a vontade como moto da ação, e estabelecer se possível relação com a vontade maior e o pensamento que elaborou e arquitetou o todo universal, necessitamos definir, e entender assim como possibilitar àqueles que tenham interesse no tema, perceber o caminho que pretendemos, e os objetivos. 1.1.1. Pensamento O mini dicionário !"#, de lingua portuguesa apresenta $%&'A(%&#O como) ação ou efeito de pensar, desígnio ou intenção. Ainda necessitando de mais definiç*es e um melhor entendimento no A!+, -O, encontrou.se) PENS !EN"O . Ato de pensar/ refletir/ meditar/ processo mental que se concentra nas id0ias. O nosso pensamento abrange quanto vemos/ sentimos/ ou compreendemos. A "- O'O"-A, define como) Atividade psíquica que abarca os fen1menos cognitivos, distinguindo.se do sentimento e da vontade. O pensamento então 0, a consci2ncia do que temos no inconsciente, produto de tudo o que apreendemos na 3vida4, como um todo, e está sempre em movimento, visto ser energia, e reelaboração. %ntendemos ainda como a percepção do mundo, atrav0s dos 5rgãos sensoriais, sendo integrado com o conhecimento adquirido, pelas e6peri2ncias da 3vida4, percepção e6terna/ registro interno, ao entrar novamente em contato com a mesma e6peri2ncia, tem como refer2ncia a percepção anterior, 7associação8, que agem como um filtro e restringe a percepção de outras possibilidades. O9:O&&O+, 7;<<=8, di> que 3... organi>amos o que vemos, ouvimos e sentimos e filtramos o mundo e6terior atrav0s dos nossos sentidos...4 O pensamento pode ser definido ainda 3como sendo um dos atributos da) Atividade psíquica, a qual engloba ainda em sua estrutura, a realidade psíquica/ o inconsciente, as puls*es, os fantasmas, sonhos, as associaç*es as transformaç*es aurícas, as alucinaç*es, as vis*es, etc. ?eve ser entendida com a mesma concretitude com a qual um físico concebe a mat0ria, o mundo sensível, a energia4. (%&%@A%##-, 7 ;<<B8. A obra, 3O problema do ser do destino e da dor4 completa e amplia a definição anterior quando nos di> que, 3 O pensamento, 0 criador. &ão atua somente em nosso redor, mas tamb0m influenciando nossos semelhantes para o bem ou para o mal. &esta mesma obra tem.se ainda que) 3O pensamento 0 o grande responsável por toda obra objetivada, em todas as áreas do conhecimento, desde as de arte, ci2ncias e toda evolução, e tamb0m toda obra que mostra o lado primitivo do ser humano, enfim toda criação para o bem ou para o mal, nasce de um pensamento objetivado, e acrescenta ainda que atua principalmente em n5s/ gera nossas palavras, nossas aç*es e, com ele, construímos dia a dia, o edifício grandioso ou miserável de nossa vida presente e futura4. 7p. C==8. ) 3'omos o que pensamos, com a condição de pensarmos com força, vontade e persist2ncia4. 7p C=B8. 3O que somos hoje resulta dos nossos pensamentos de ontem, e o nosso pensamento atual constr5i a nossa vida de amanhã) nossa vida 0 uma criação de nossa mente4. 7D!?A, Apud, and att all, ;<<E/ p. F;;8 1.#. Vontade Gontade . atin . Goluntare . "aculdade de representar mentalmente um ato que pode ou não ser praticado em obedi2ncia a um impulso ou motivos ditados pela ra>ão. 'entimento que incita algu0m a atingir um fim proposto por esta faculdade de escolha de decisão. Gontade firme . Gontade fraca. "irme / firme>a/ coragem/ Hnimo. ?esejo/ determinação/ e6pressão. %mpenho/ >elo. ?isposição do espírito/ espontHnea ou compulsiva. $ilos%fi&o . &-%#I:A% . define vontade, como vontade de pot2ncia . -mpulso fundamental inerente a todos os seres vivos, que se manifesta na aspiração sempre crescente de poder, dominação.7"%++%-+A, &ovo dicionário Aur0lio de língua portuguesa.8. Goltando à definição de &-%#I:A%, entendemos esta vontade de dominação e poder, como uma dominação e poder do pr5prio 3eu4, o qual deve ter controle e capacidade para decidir o que deseja para si mesmo.

onde as leis perfeitas. hoje já detectou imensa quantidade de outros sistemas solares al0m do nosso. 3&a grandiosidade do !niverso. dependentes. Ao observar a grande>a do cosmos 0 impossível não se estabelecer relação e. (itchel compreende que a vida do universo não 0 apenas um acidente baseado num processo de seleção aleat5ria. há uma ra>ão muito forte para tudo ter sido criado. 'e não conseguimos da primeira ve>. atrav0s de todos os reinos da mat0ria. como uma gravidade de amor que tudo sustenta e mant0m. Deus. afirma que 3Luando os minerais.em dos motivos escondidos <a ra. 0 o $rincípio -nteligente marchando em constante e ordenada busca. %dgar (itchel. segundo argumentação de 'A&#O' 7 . desde a menor partícula do átomo. ordem perfeita e equilíbrio. a ordem e dinHmica do !niverso e esta ordem e dinHmica evolutiva do macrocosmos está tamb0m presente no microcosmos. e sente a presença da divindade como algo palpável.6o de estar aqui4. Aá uma finalidade a ser alcançada4. implícita nas menores partículas de energia que por esta mesma força se ligam e buscam a evolução atrav0s da viagem por diversos níveis e reinos da vida em todo o universo. seu pensamento mantenedor. Vontade( fruto da evolução Alguns pesquisadores. branca e a>ul. %ssa vid2ncia não se adequava ao seu raciocínio discursivo era evidente que o universo 0 um sistema unificado com direção e significado isso não podia ser percebido por meio dos 5rgãos sensoriais comum. o nosso pequeno sistema solar e tudo o mais nos fa> crer que tudo 0 criado meticulosamente.4 $ortanto segundo este pensamento. segundo as definiç*es anteriores que pensamento e vontade estão intimamente ligados e são co. $ercebe. se foram juntando em suas imensas variedades e combinaç*es. se percebe a e6ist2ncia de um mecanismo que estabelece uma ordem no seu movimento. todas as orbitais que os corpos celestes percorrem. e tem como que um tropismo que centra para um objetivo final.se então que na verdade sempre tivemos uma noção interna de que não estamos so>inhos neste orbe. . ou percebemos que aquele caminho não foi o melhor. que partiram do foco central de %nergia !niversal . por interm0dio dos corpos simples. 3não há efeito sem causa4. e este 0 o elemento vital que leva à ação. e que. regem este maravilhoso movimento harm1nico4 7'$-#I&%+. dentro das diversas manifestaç*es da energia. 2:ensamentos que me af"igem pensamentos que me di. e esta ra>ão 0 e6tremamente inteligente. visto que 0 a repetição que fa> com que criemos o hábito. harmoniosa e misteriosamente aos padr*es evolutivos que sustentam o cosmos4. nos apontam que o universo teve uma causa. pensando percebemos conscientemente os conteJdos conhecidos. como essencial à vida e manutenção do todo.se pacífica. $or isso o percurso de um astro. com 'uprema -ntelig2ncia.). primária e inteligente. $ara efeitos inteligentes há que ter uma causa inteligente. O autor do livro complementa que) 3&essa e6peri2ncia culminante. as organi>aç*es at1micas e moleculares obedeceram a uma energia que os convidou a uma união . que mant0m coeso o !niverso. toda bele>a do espaço não está lá para embele>ar nossas noites somente. ao fa>er a viagem à lua e perceber a bele>a do planeta #erra e6clamou) 30 uma visão majestosa.4 7"+%%@#(A(. e 0 neste processo que estabelecemos o melhor para n5s. e.<K<8. A cosmologia.. em esquemas absolutamente adequados. sem e6peri2ncias. um psiquismo em sua mais simples apresentação que. e então atrav0s da vontade buscamos reali>ar o que queremos. 0 atrav0s do pensamento que reelaboramos o novo caminho. mas estava ali) uma dimensão insuspeitada que flui por trás da criação visível.. uma forma inicial de consci2ncia. está obedecendo a um esquema perfeitamente previsto) uma ordem e unidade de princípio. a força criadora.. uma j5ia espl2ndida. este objetivo 0 como que uma divina determinação. se enriquecerá de todas as potencialidades do reino vegetal e o mundo animal. com as idades. e será atrav0s das repetiç*es que aprenderemos o jeito certo de fa>er. fe> sua trajet5ria. astronauta da &A'A. t2m um sentido e uma ra>ão. percorreram a escala decrescente at0 a mat0ria. mas que ouve. carregadas de e6peri2ncias que as idades sem conta depositam .<K<8. FEEF8 . estabeleceu por sua vontade. seja qual for o seu tamanho. humildemente aceitar este governo e esta vontade operante na criação. 23á muitas moradas na casa de meu pai4 Jesus ( 5o6o cap. &o seu trajeto.'. 3&o cosmos tudo 0 movimento. os milh*es de milh*es de anos se vão desfilando e as energias puras. Evolução do Pensamento e da Vontade na Vida O principio inteligente. #odas as trajet5rias c5smicas. 'A&#O' 7.<K<8. as quais muitas ve>es sequer percebemos. (:ensamentos 9 o$erto /ar"os e Erasmo /ar"os+ 1.%ntendemos ainda. segundo diversas filosofias. como substHncia transformativa e de possibilidades intimas totais fa>endo a sua volta ao seio energ0tico de origem como unidades perfeitamente categori>adas e variáveis pelas nuanças evolutivas. com finalidade de atingir uma meta. at0 a individualidade no homem. suspensa contra um c0u de veludo negro4. O nosso planeta parecia adaptar. o . 7I8) &9*+ 1. muitas delas ainda desconhecidas.

numa pulsação ainda imperceptível segundo "+%%@#(A& 7. p. +eich. 3A id0ia de surpreender a atividade divina na nature>a. carregariam no seu interior químico. nos mostra que a escala geol5gica divide a hist5ria da terra em tr2s idades) o arqueano.4. raio T. de lu> ou os raios T são ondas eletromagn0ticas.. sem princípio. a e6peri2ncia de todos os fen1menos do mundo como manifestaç*es de uma unidade básica. mineral.<8 #em se que) 3pelo princípio da condensação. resultado do pensamento de ?eus. "oi este desejo que levou as primeiras c0lulas a se juntarem. 7OA+?%:.. pois mostra que tudo tem uma mesma origem. de uma força dinHmica e uma estática que comp*em a onda criadora4 7 p. que tanto no meio cientifico. 3U a consci2ncia da unidade e da inter. Os genes em ve> de serem mol0culas egoístas e preocupadas apenas em saltar para uma geração seguinte numa competição cega. supremo) al0m do que 0.*.. . oc8 %sta afirmação 0 confirmada por 'A&#O' 7 . . a mat0ria densa passou por muitas fases/ primeiro a energia inerente e proveniente de uma Jnica fonte se tornou ondas e manifestou. +eich fala assim de um princípio rítmico de equilíbrio energ0tico. 7 vontade8. &este princípio. F. Silliam Aamilton. animal.<KC. vida na "erra O planeta #erra tra> em suas diversas camadas geol5gicas escrita a sua pr5pria hist5ria. provinda de um $ensamento ordenado e diretivo na :riação.qual se percebe presente em todo o universo. fica presente esta fonte Jnica e direção maior dos mecanismos que regem o !niverso. e pelas filosofias orientais. todo poderoso/ Nesus. iniciariam uma densificação atrav0s de degraus dimensionais. . BR8 %ssa força tudo mant0m e equilibra dentro de uma ordem e ritmo. ainda o autor nos di>. foi quando começou a vida no nosso planeta. 7 in oc. que 3A %nergia :5smica $rimária. definiu como 3$ai4. FEEF8.<KB8.es . :A$+A. 3 Drahman. com uma c0lula ainda sem nJcleo. 7in '$-#I&%+.. R.= bilh*es. aponta para confirmar esta Gontade maior.<K<8. O-&?%+' %V 7in '$-#I&%+.<KC p. percebemos um determinismo e um fim Jnico. 7:A$+A.. com alusão aos estudos de S. lu> visível 0 apenas uma fração ínfima do espectro eletromagn0tico4.. e que os diferentes níveis de oscilação vão determinar a manifestação. Allan. . e nas suas manifestaç*es. lançadas nos espaços infinitos pela sua Gontade.EC8 Ainda o mesmo autor ao falar sobre a teoria do %letromagnetismo afirma. 3-ncompreensível 0 essa alma suprema. na escala evolutiva.<K<8 $or estas afirmaç*es podemos perceber. lu> e som8. como manifestaç*es diversas da mesma realidade Jltima4. ilimitada.a desse mundo Onde @s ve. fascina ainda mais à lu> destes grandes progressos científicos4 7 oc. p.7 p. . Allan Oardec. e al0m do que não 04. que atingiriam sua maior condensação na mat0ria4 7'A&#O'. 3Lue 0 ?eusQ4.parentes coincid%ncias Tem motivos mais profundos4 ( o$erto /ar"os 9 :ensamentos+ 1. p. campos magn0ticos e el0tricos oscilat5rios. homem. sendo a origem da mat0ria e das formas secundárias de energia/ energia 0 vibração/ toda vibração 0 uma onda rítmica/ a %nergia :5smica $rimária se dissocia funcionalmente. ultravioleta. está presente em toda parte. vemos como Tao. aponta para o fato de que as novas descobertas cientificas longe de levarem o homem para um ci2ntificismo cego. na pergunta nP . como nas correntes espiritualistas e no pensamento oriental. para formar organismos mais comple6os. 3As energias puras e simples. não nascida a qual não se pode raciocinar. assim como +eich. di> que) 3$rimeiro as mol0culas há bilh*es de anos passados e mais tarde as c0lulas primitivas e depois os seres vivos mais comple6os se juntaram e sobreviveram a um senso inato de cooperação e de uniao.relação de todas as coisas e eventos. vegetal. uma necessidade do princípio inteligente do !niverso. . p.>es da e?ist%ncia /ontemp"ando a nature. a marca de um certo amor universal4 . 3#ao 0 a realidade Jltima e indefinível como tal.se no universo nas diversas graduaç*es conhecidas 7 ondas de rádio.K=8 2E eu penso <as ra. denominado procarionte. que 0 a evolução. no passado remoto da terra. de o 3 ivro dos %spíritos. recebe como resposta que 3?%!' 0 a suprema intelig2ncia causa primária de todas as coisas4. permitindo à ci2ncia com recursos tecnol5gicos ler esta hist5ria e estabelecer o processo de formação e evolução da vida no planeta. . FEEF8 Ainda nesta mesma obra o autor. a aquisição de e6peri2ncias. inacessível ao pensamento4. $ara o Ainduísmo esse princípio recebe o nome de =rahman. sem e6peri2ncias. ou seja. K=8 $ara os ocidentais 3?%!'4. =F. #odas as coisas são encaradas como partes interdependentes e inseparáveis do todo c5smico. MF8 &o pensamento Dudista.M bilh*es de anos e o arqueano m0dio. que) 3'abemos atualmente que as ondas de rádio.

qual vaso vivo.B. 7 TAG-%+. A evolução e o progresso 0 um processo lento.. &o seguinte parágrafo da obra 3-mpulsos evolutivos da criação4 encontramos que) 3. Salter Nudd. o orientador dos processos da vida4.= bilh*es de anos e ==E milh*es.volume. 7 plantas com flores84. encontramos que 3A nature>a material não 0 independente.não fossem as plantas floriferas. n5s. al0m das bact0rias. 4&a 0poca em que a primeira planta florífera apareceu. FEEF. longe de apresentar o acaso como autor da evolução. p. um dos mais importantes livros de filosofia Aindu.<=K.7'A&#O'. =B e =M8 Ainda na seqW2ncia o autor mostra que as eras $aleo>5ica. ouve um treinamento e fi6ação dos caracteres. O Pensamento e a Vontade. dos comportamentos automáticos.. &o processo evolutivo. 2Aede vBs perfeitos como perfeito é vosso :ai /e"este4 Jesus ( Mateus.E8.. at0 configurar. percebe.. .. %ste período. onde se individuali>a e pode trabalhar para uma organi>ação biol5gica. assim como das primeiras matri>es arqu0tipicas da vontade do inconsciente. que 0 a base da intelig2ncia nos dep5sitos do conhecimento adquirido por recapitulação e transmissão incessantes. dentro do mecanismo da evolução o qual se diferencia da mat0ria.tempo ocupou. 8. Os dinossauros sobreviveram por mais B= milh*es de anos e alguns cientistas julgam que esse.se) o estofo da 'ubstHncia :5smica esteve na dimensão. &o Dhagavad.CE milh*es de anos. . humanos. cromossomos e outras organelas. atrav0s da interação com outros seres vivos foram sendo disseminadas. ocorre o tempo todo. em trHnsito para a maturação sublimada no campo ang0lico4.. $ercebemos assim que houve um planejamento pr0vio e que tudo foi sendo feito com uma finalidade. este segundo o Ainduísmo.se no indivíduo humano. %la age sob as direç*es do 'enhor 'upremo. para os grandes r0pteis se adaptarem a uma nova dieta. devemos saber que por trás desta manifestação c5smica e6iste um controlador. vivendo no meio aquoso.se uma intenção sábia. na dimensão. que 0 o desenvolvimento e a evolução da vida at0 o ser humano. onde e6peri2ncias de adaptação e transformação.consci2ncia. cap. foi muito ativo no desenvolvimento da vida na terra..se nas equaç*es quintessenciadas do %spírito4 7. dinossauros comedores de plantas já e6istiam por . tendo então condiç*es para escrever sua hist5ria. cada ser. ela se escreve no momento em que 0 feita. a qual não está previamente escrita. DotHnico da !niversidade da "l5rida. que incluía angiospermas. foram sendo plasmados os mecanismos necessários à manutenção da vida . nesse período. CD+ .<K<8 %sta assertiva. que a terra 0 um gigantesco laborat5rio. da consci2ncia e da individuali>ação. 7 introdução8. Gejamos por e6emplo uma pesquisa sobre o surgimento e evolução das flores no planeta. &o processo de desenvolvimento celular. já comprovados cientificamente. e que evolui com o desenvolvimento da mesma. e em especial para a vida humana. Ainda na mesma reportagem há uma afirmação de que o surgimento das flores foi fundamental para a vida na terra. a energia na dimensão. . e uma lei imutável do universo. não estaríamos aqui4. em dimens*es perfeitamente definidas) a mat0ria na dimensão.. e o evolucionismo mostrado por ?arXin.consci2ncia. 7p.8 ?aí por diante. estagiou por todos os níveis por onde os elementos químicos se foram estruturando... mostrando ainda que. %ste fato nos mostra. apareceram as algas e fungos.?iga. e foram lentamente se adaptando ao meio.. mostrou. O princípio inteligente antes que transitasse no nível consci2ncia. as quais tem o seu aparecimento.@itã. 3Aquele que 0 a .tman. $elo desenvolvimento das eras geol5gicas. (eso>5ica e :eno>5ica. 0 . as c0lulas denominadas procariontes. pC<8. que lhe propiciará transitar nos níveis vibrat5rios da mat0ria densa. foram se desenvolvendo novas esp0cies para melhor adaptação. vejamos 3.tempo e o espírito na dimensão. datado de apro6imadamente . Luando n5s vemos coisas maravilhosas acontecendo na nature>a c5smica. 7 O %'-!'. uma determinação l5gica e racional no processo.ligação entre todos os seres do !niverso. já se organi>aram com nJcleos. na dimensão. foi tempo mais do que suficiente. que 0 o ápice do desenvolvimento. di>) Y. &ada poderia se manifestar sem ser controlado4.se nos diversos ritmos das energias e.A segunda protero>5ica está enquadrada entre F. vs. e de acordo com o meio e a necessidade de sobreviv2ncia. não há caminho pronto.volume manifestada na escala material. nos milhares de mil2nios em que o princípio espiritual atravessa lentamente os círculos elementares da &ature>a. e da consci2ncia. ele se fa> ao ser caminhado. desde o nível mais et0reo at0 o Jltimo o nível mais denso. a evolução 0 parte integrante do mecanismo. sem sombra de dJvida. elementos fundamentais na evolução da vida e da condição de ser humano. tanto quanto o instinto precede a atividade refletida. %ste Jltimo. mat0ria ou diferentes dimens*es vibrat5rias. agora denominadas eucariontes. período durante o qual se alimentaram de samambaias. pela possibilidade de crescimento constante por incorporação de todas as e6peri2ncias e reali>aç*es seria. o triHngulo de forças estava associado na busca de um trabalho construtivo para a vida. na aquisição de conhecimento por parte do ser com responsabilidade por seus atos. milhão de s0culos. e cada conquista 0 dado sempre em inter. propiciaram aos organismos multicelulares dominar o nosso planeta. de f1rma em f1rma. vem nos apresentar um novo elemento. &a retaguarda do transformismo o refle6o precede o instinto. coníferas e outros tipos de vegetação primeva.

hausto do :riador ou força nervosa do #odo sábio.A% (. o homem 0 mJltiplo e uniforme. 7 :AGA :A&#-. .tempo como distorcer.8 $orque a humanidade sou eu.se e o espaço tempo.8 3%nfocado a partir do ponto de vista espiritual. 3a mat0ria informa ao espaço. tudo se transforma4. apresentando ainda que) 3O tempo não constitui uma unidade isolada. sim . KR8 Aoje à lu> das novas teorias da física. o ser humano que não sou 3eu4 nem 0 3voc24. FEEE p.ligação no todo. 3. 'e as ondas quHnticas são a base de toda mat0ria e de toda consci2ncia.tman. mais o homem perde o medo da vida e da morte e a f0 cega e se esforça para buscar o conhecimento4. onde todos os elementos evolutem.<=K8 %stamos mergulhados num oceano de energia. estes confirmam aplace quando di>) 3&ada se cria. sobre a ci2ncia e a espiritualidade caminharem juntas. o corpo et0rico. %ste apresenta o tempo como outra dimensão. %sses fundamentos supremos da vida são imutáveis/ e há certas leis. interligados. ME8 %sta afirmação pode ser percebida ainda na seguinte fala. o mundo todo o tem como sua alma ... Aquele 0 . fa> parte da consci2ncia do saber e do conhecer. e ainda condu> à conclusão de que as partículas materiais poderiam ser criadas a partir da energia e que num processo reverso voltar a ser energia pura..<=B p. uns aos outros como um Jnico ser. 3. p.ess2ncia mais fina . esta se vingará e terá necessariamente de reagir. 7. como que. onde tamb0m evolui. . que devem ser seguidas por todas as formas da sociedade humana. tudo o que vemos e o que ainda não percebemos com nossos sentidos prov0m de uma fonte Jnica. vibram e vivem constelaç*es e s5is.. &esse elemento primordial. em que alguma coisa desaparece e aparece outra. a física quHntica. evoluindo então em níveis de consci2ncia e conhecimento. e que estará presente por toda a eternidade4 7. e tudo o que e6iste. estendeu este conceito a outras áreas do conhecimento mostrando que quando uma coisa se mostra á consci2ncia. e aí está o mist0rio . &ão há nenhum ponto em que esse encadeamento seja suspenso e do qual pud0ssemos afirmar) 3#rata.. fim e necessidade do princípio inteligente. mundos e seres como pei6es no oceano4. conectadas com essas bases. segundo a teoria geral da relatividade. BK8 !ma das descobertas possibilitadas pela física quHntica 0 a lei da complementaridade onde aponta a mat0ria ora se apresentando como partícula. A causalidade .. a seqW2ncia de causa e efeito . Dohr afirma que 3. 3A mais bela emoção de que somos capa>es 0 a mística. distorcido. a percepção de que. :omo já o foi dito anteriormente. interagindo e sofrendo o refle6o de todas as aç*es de outros seres. 3#alve> o !niverso seja apenas uma grande dança.se esta inter. Ainda na mesma obra a autora aponta. impossível falar de evolução sem levar em conta. Aquele 0 a +ealidade. o :ensamento e a 8ontade 0 um atributo da vida. a estender no tempo e no espaço tomando a forma de vários indivíduos Jnicos4. na pr5pria mente universal. 7TAG-%+.A% (.7S. sem ter sido previamente condicionada4. nada se perde. um aparte do livro 3-d0ias e Opini*es de %instein. e que hoje não 0 possível olhar o homem somente como mat0ria e que segundo %instein. 0 ra>oável supor que o ritmo 0 . e6istem outras dimens*es do espaço. #rata. e cada individualidade. e.a onda e a partícula são as formas pelas quais a mat0ria se manifesta e. ess2ncia material. 7S. onde ele mostra que 3A ordem da nature>a 0 derivada de uma ordem superior. informa à mat0ria como mover. por e6emplo) s5 sabemos o que 0 escuro pelo oposto que 0 o claro. e ainda declara que acredita nessa sabedoria maior e assim se considera religioso. por0m que está dentro de mim e dentro de voc2. ?entro deste ponto de vista. se4. mas partes complementares de uma mesma coisa. vejamos a afirmação do organi>ador das mais novas teorias da física. 3O fluído :5smico 0 o plasma divino.<=B8 Assim percebemos que tudo age para um fim e dentro de uma musicalidade e harmonia.. confirma. seria a individuali>ação de parcela deste todo.<KC p.se de um milagreZ %ste 0 um espaço va>io em que ocorre algo inacessível à ci2ncia. fa>endo parte desta mente superior. dia pela noite e assim por diante . e eu sou a humanidade4.nosso corpo reflete para nossos nervos e ao nosso c0rebro devido à pressão da vida.. :ontudo a objetividade não está presente nem aqui nem acolá. não 0 uma multidão de indivíduos. onde a nature>a 0 violada. ora como onda e que estas não são opostos. e essenciais para a evolução. O ser humano que não 0 o hoje nem o amanhã. do 'er :5smico4. imediatamente tamb0m mostra o seu par oposto. e no entanto está aqui e acolá. ora na mat0ria densa ora livre no espaço. provocando a doença e a morte4. . o homem 0 o ser misterioso no qual o elemento criativo do mundo ascende at0 o consciente. assim complemento com o pensamento de %instein. e tamb0m que todos estes elementos passaram e passam pelo processo evolutivo. juntas as duas são o que a mat0ria 04 Dohr.. sinto a coragem para continuar e6pondo com argumentos científicos.. 3Luanto mais avança a evolução espiritual da humanidade. MC8 . %la 0 a força de toda arte e ci2ncia verdadeiras4. % ainda continuando mais a frente ele e6p*e o outro lado deste aspecto dual do ser humano. intermediária do corpo denso e o espírito ou alma. de correntes espiritualistas o caminho para chegar ao objetivo desta pesquisa. Aquele 0s #u4 7:A$+A.se do ser humano presente desde o início. 3O homem não 0 uma soma. 7oc. não 0 a maioria e. Onde essas leis são transgredidas. 0 universalmente válida. .

7(A:AA?O. seria o ser humano. o aferente 7 ou sensitivo8. 7 TAG-%+. ?eve e6istir . devem continuamente se ajustar ao meio ambiente para sobreviver4. 7. ao ápice da evolução no sistema nervoso.se de mat0ria densa no plano físico e desnudando. se deu primeiro no mecanismo de defesa. condutibilidade e contratibilidade4. :omo a onda quHntica flui mais depressa qual a lu>.em dos motivos escondidos <a ra.<=K p. . A circulação inesgotável da vida se assemelha à circulação sobre a terra4. ouvidos. . CF8 A &eurofisiologia di> que 3Os seres vivos. . =8 2:ensamentos que me di.se de mat0ria sutil no plano e6trafísico e renascer de novo na :rosta da #erra.A% (. 3. . %m relação com neur1nios de associação situados no enc0falo. para revestir. %le na continuidade apresenta tr2s dos primeiros recursos que os seres vivos desenvolveram em busca desta adaptação. qual o mecanismo que possibilita esta impressão.. -sso porque todas as ondas devem ter movimento peri5dico ou rítmico. mesmo os mais primitivos.<M=8 #emos ainda que 3. evoluindo para os objetivos da vida maior.. uma esp0cie de mem5ria dos acontecimentos. permitindo a aquisição de novas possibilidades. um desenvolvimento maior do sistema nervoso central. o tempo.<KK/ p. . possibilitando um caminho mais curto e mais rápido aos mecanismos aferentes e eferentes. O &orpo +ioplasm. K=8 Ainda complementando. surgiram as funç*es psíquicas superiores e chegamos. assim. que o sistema nervoso foi se desenvolvendo em tr2s diferentes setores. que toda a mat0ria 0 energia tornada visível e que toda a energia originariamente.<KK/ p.4 . atingindo o má6imo no enc0falo humano. o eferente 7 motor8 e o neur1nio de associação 7 ou internunciais8. 0 força divina de que nos apropriamos para interpor os nossos prop5sitos aos prop5sitos da criação4. A compreensão de tal acontecimento. onde a ci2ncia esboça. visto que se não houver este mecanismo. e que organi>a os elementos. O enc0falo aumentou consideravelmente durante a filog2nese dos vertebrados 7encefali>ação8. e que continua evoluindo. sucessivos4. respondendo com admiráveis fen1menos fisiol5gicos. 3$ara isto tr2s propriedades do protoplasma são especialmente importantes) irritabilidade.8 $aralelamente houve nesta e6tremidade uma concentração de neur1nios de associação dando origem aos vários tipos de gHnglios cerebr5ides dos invertebrados ou enc0falo dos vertebrados. 7S. 3'0culos perpassam. alimentação etc. deve ter algo que organi>e este processo e repita as informaç*es. possibilitando ao ser vivo perceber os estímulos do meio e o mecanismo de reação ao mesmo.6o de estar aqui4 ( o$erto /ar"os 9 :ensamentos+ . .se dela no fen1meno da morte.. antenas etc. ?esse modo. =8 A evolução conforme já afirmamos anteriormente. não pode ser e6plicado tão somente às custas das simples reaç*es químicas orgHnicas desencadeadas pelos produtos de secreção interna.<KK/ p.8 $or esta afirmação podemos perceber que o ponto má6imo do Arquit0to do !niverso segundo :arl 'agan.<=B/ p. por arquitetos do plano maior da vida. em sua totalidade 0 envolvido no processo4. ora estagiando no corpo denso. 7 oc.necessário. para voltar a descer como nova provisão... e que são ainda parte dos sentidos do ser humano. sempre a se elevar. 7#OD%(. mas ainda vão por muito tempo ter falta do elemento que se desenvolveu enquanto espírito livre. um feto não passa de uma bola disforme de carne. podemos ter na seguinte afirmação 3A alma. 0 que o princípio espiritual incorporou todos os cabedais da intelig2ncia que lhe brilhariam no c0rebro do futuro. . possibilitando que haja a repetição do processo de forma mais rápida. produ>indo uma vida humana consciente atrav0s dessa tensão . sem organi>ação nem finalidade. vestindo. e entendendo melhor. capacidades. FEEF8 :ontinuando na evolução da forma percebemos que) 3 &essa base de incessante repetição dos atos indispensáveis ao seu pr5prio desenvolvimento. %ste mecanismo possibilitou o desenvolvimento de mecanismos para melhor e6ploração do meio ambiente. Ainda a &eurofisiologia mostra. FC8 #odo o elemento da vida foi sendo trabalhado no transcurso do tempo. 7(A:AA?O. #erá de haver um condutor mais sutil capa> de ordenar e equilibrar a construção histofiol5gica do ser. CK8 :hegamos ao ponto. 7(A:AA?O.<=K/ p. atrav0s de estudos de filog2nese a compreensão da evolução do corpo humano. elo entre o elemento mais denso 7 corpo 8 e o espírito ?esta forma compreendemos que este corpo. .M. p. assim como especiali>ação dos mesmos. desenvolvendo um aparelho bucal e 5rgãos do sentido mais comple6os como olhos. ora no nível de %spírito livre.. 3O organismo humano com a sua colossal arquitetura celular sob ordens precisas e harmonia absoluta.. 3%sta e6traordinária máquina da nature>a 0 tão perfeita que suplanta tudo o que se possa imaginar em mat0ria de funcionalidade4 7 '$-#I&%+. depois possibilitou.ti&o . pelas chamadas atividades refle6as do inconsciente4. funcionalmente maravilhoso. evoluído como parte do mecanismo de defesa. permitindo já com o mecanismo de associação. esta tamb0m possui uma provisão inesgotável de vida e de forças geradoras de tensão de modo que aquilo que foi retirado do suprimento geral 0 tomado e condu>ido para os canais da e6ist2ncia individual. 7TAG-%+. em inJmeras estaç*es de aprendi>ado.

-esus. e6iste outro questionamento. @oethe chamou. p. que no entanto tem outra vibração sendo mais sutil. no pr5prio labor e aprimoramento4.8 1. qual forma viva da pr5pria criatura humana. vindo do termo perisperma do fruto. na verdade. 7'A&#O'. uma analogia para a intermediação deste corpo sutil e o espírito. %ste mediador entre o corpo e o espírito sempre foi crença comum em diversas civili>aç*es. proporcionando a manutenção da esp0cie.et0rica. p. onde a fonte e origem da vidaQ como a construção do edifício celular.. .. :orintios.K=M. Ainda segundo as novas teorias da física temos os seguintes questionamentos. por uma necessidade intrínseca de manter a circulação da vida em constante movimento. .se corpo natural. . e se estruturou os processos de pensamento e vontade no ser humano. .<=K8. a polpa que está entre a casca e a semente. o que em um minuto estava 3vivo4. 'e há corpo natural. este se mant0m como que uma grande colmeia.vivasQ #enho a impressão de que não há uma fronteira real. em que o espírito . ---) . K=8. . RR8 &o espiritismo.o 3?eus. O ser humano tem a tend2ncia de estipular um começo e um fim. o que os liga e mant0m vitalmente funcionando. um s5 todo indiviso 7. 7 Noão. viajor da eternidade se demora por algum tempo na face da terra. Dabil1nios.. 3O que 0 vidaQ Onde a linha divis5ria entre coisas vivas e não. unidos por um elemento vital. mat0ria. 7TAG-%+. uma mudança de endereço c5smico. obtidos a partir dos estudos de Oim Dong Aan a respeito dos meridianos acumpunturais. -ntelig2ncia primordial..A% (. que na verdade 0 o principio imortal ou espírito. 7#OD%(. $ercebe. p. com sua ilimitada força divina.. p FC8. :omo o sistema meridiano parece estar ligado à interface físico.o a n5s encarnados. que prov0m da fonte do todo. $aulo na . uma esp0cie de sol central. 7S.<KK8. % compreender ainda como se deu.<MF. entre este e a consci2ncia ultima. se desagrega e decomp*e.tempo4. o dinamismo celular.<=B.8 Luanto mais comple6o mais consciente o ser vivo. "alando a respeito dos corpos sutis temos que) 3 O conceito de que os campos energ0ticos sutis dão apoio e precedem a geração do corpo físico 0 corroborado pelos dados.algo que dirija e regule a dinHmica celular. . ressuscita corpo espiritual. %gípcios. principalmente destacando. Andr0 ui> nos aponta o objetivo e fim deste e do ser humano e o trHnsito na terra. 7#OD%(. parecida com a que a causou. 3 &ão há morte) somente uma mudança de percepção. FF8 Ainda dentro deste fato. tamb0m no cristianismo encontramos a crença neste corpo sutil semi.RE8 3 :onhecemos a energia que fa> a água circular sobre a #erra) 0 o sol.. %ssa tend2ncia resulta do fato de que a sua pr5pria vida emerge do mar do inconsciente como um fen1meno temporal.se) %6iste um corpo denso. com o fim de proteger a semente e servir. vers. . 3?eseja acordar em n5s outros a noção de imortalidade. 7@%+D%+. algo que possa e6plicar o porqu2 de todas as complicadas fases do desenvolvimento ovular. O universo todo está vivo e. originando o processo conhecido como morteQ 3&ão podemos separar o material do espiritual. que tamb0m 0 mat0ria. com mais perfeição do que a intelig2ncia humana na composição de um moderno aparelho4.material. na "rança. 3$ara o %gito era o -a dos sacerdotes &a @r0cia Eido"on.<K<. cuja resposta se espera esteja neste processo evolutivo do ser biol5gico para o psicol5gico equilibrado.<MF. devido à cone6ão de %insteirn há. em trabalho evolutivo. a pesquisa desenvolvida objetiva a compreensão da doença e da cura. e se este elemento se esvai.F. na evocação das s0$i"as $aracelso designou corpo sidéreo Daruc em suas investigaç*es chamou de Aomod4 7 TAG-%+. vemos como :erispirito\. a compreender. O homem projeta então no mundo aquilo que 0 válido para a sua e6ist2ncia individual4. a impressão que se tem 0 a de que o input energ0tico proveniente do nível et0rico proporciona a orientação espacial necessária para a organi>ação estrutural do corpo físico4.[ carta aos :oríntios di> 3'emeia. TG.<=K8 %ste era crença comuna entre @regos. ambos se tocam e se e6plicam47 oc.&ature>a4. p. .EK8 <6o te maravi"hes de eu te ter dito que é necessário nasceres de novo . há tamb0m corpo espiritual4 7 .se nestas afirmaç*es a crença de que a manifestação da vida humana na verdade e6ige a união de alguns elementos que a diferenciam de outros seres vivos . já que cada liberação produ> nova tensão. doutrina codificada por Allan Oardec em . /ist%ri&o so+re a &rença na Reencarnação &este processo de busca. ?everíamos presumir que tamb0m haja uma energia semelhante no Hmbito espiritual. e que este edificio que forma o corpo humano tem ainda um elemento mediador. Oim descobriu que o desenvolvimento do sistema de tJbulos meridianos precede a organi>ação dos 5rgãos físicos.lhe de reserva energ0tica at0 que esteja pronta para disseminar e renascer. . presidindo com a orientação da mente. o 3%u4 real está al0m do espaço. e nele desaparece em determinado momento. numa rotação de tensão liberação. . 0 composto de mat0ria mais sutil que a do corpo ou soma.

la aos fracos porque os tornaria loucos. Luanto mais souberes compreend2. mais ou menos quin>e milh*es de s0culos. 3OhZ alma cega. FEEE8 A partícula espiritual. as bele>as da sabedoria oriental.@itã. 7 . p. O homem colhe aquilo que semeou.se numa rocha que nenhuma tempestade pode abalar. . preciso medir a verdade segundo as intelig2ncias. A ci2ncia será tua força. evolutindo para o equilibrio da grande teia da vida. mas agora. a reponsabilidade do homem em seu processo evolutivo. Orfeu e Aomero foram os primeiros que fi>eram ouvir seus acordes à terra embevecida. RR8 Os grandes mist0rios na antigWidade. ocultá. e. e. este que hoje viaja em busca de entender o macrocosmo. tua alma celeste. !m dia as desenrolarei todas diante de ti. na noite terrestre. doente do espírito.me e eu virei. di>ia ela. (ais tarde.mesmo.. que guiou outras civili>aç*es. a liberdade segue.reali>ada não se confunde com tal mudança4.o como uma sombra.9 $rosseguindo vamos at0 a @r0cia e tamb0m lá encontramos a mesma crença.CM8 &o Daghavad. inevitável. sou tua alma divina.<=K8. a crença na reecarnação e. 7 TAG-%+. passa para a velhice. A reencarnação 0 crença comum em diversos povos orientais desde remotas eras. s5 estará plena quando em harmonia com a fonte geradora maior. o qual s5 se levantava para uns poucos iniciados. desde os vírus e as bact0rias das primeiras horas do protoplasma na #erra. a hindu e a grega. a morte e recomeça em novo nascimento4. encontramos 3(edita sobre esta visão. na organi>ação de qualquer veículo humano.8 ?esaparece assim.4 7 ?%&-'.. o livro que mais tra> os conhecimentos dos @regos 0 a A0lade. neste corpo. desde o casulo ferruginoso do lept5tri6. FEEF8 Duddha. embora em fase embrionária da ra>ão. o princípio inteligente gastou. :om a anulação da crença na alma e na reencarnação 0 eliminada tamb0m a base da 0tica. #udo 0 fundado sobre nossos pensamentos/ tudo 0 obra dos pr5prios pensamentos. a evolução filogen0tica de todo o reino animal. o microcosmo e as profunde>as do planeta. no estágio da e6ist2ncia cujo início o berço assinala4.la aos maus que dela fariam arma de destruição. como ser pensante... na ]ndia berço de 'idarta @autama. determina então seu caminho evolutivo 3. pois o conhecimento total desta s5 pode ser revelado àqueles que atravessarem as mesmas provas que n5s.8 $ela refle6ão e dominio de si pr5prio. :om a supervisão :eleste. onde o principioQ . di>) 3 (ostro. %ntretanto. porque governa a mesma lei orgHnica os mundos todos. o homem transforma. di> que o homem perdeu o respeito pela nature>a. a fim de que pudesse. a este respeito nesta obra. esse ritmo. &as crenças do %gito antigo encontramos. 7:AGA :A&#-. A alma auto. e com isso responder os questionamentos mais inquietantes da alma. encontramos que 3:omo a alma corporificada passa continuamente. velá. e isto 0 o livro da tua vida. essa . um grande prejuí>o intelectual e moral para o Ocidente) não s5 a vida.se ainda. 3 7. atrav0s da retração e e6pansão da energia nas ocorr2ncias do nascimento e morte da forma.. 7TAG-%+. na fase embriog2nica. o sil2ncio teu escudo.8 A @r0cia. Onde o g0rmen. O Duda di> que 3A maioria da população indiana acreditava em alguma forma de renascimento ou transmigração.. 'e as palavras e aç*es de um homem obedecem a um pensamento puro.8 A descrença na imortalidade da alma trou6e.. arma. 37. com ela.. determina. Agora me conheces. Onde o fim da inquietação da almaQ A criatura busca o seu criador. p. &o princípio do s0c. %6primiu. %le encerra as páginas cheias das tuas e6ist2ncias passadas e as páginas brancas das tuas vidas futuras. vemos este homem. os mais comple6os fen1menos endomit5ticos no interior do ovo. 7:A:O.%ntendendo que o ser humano 0 o ápice e fim da vida em si mesma. demonstrando que al0m da ci2ncia que estuda a g2nese das formas. em linguagem clara. da infHncia à juventude e à velhice.K<M.. 3 As leis da reprodução animal. da mesma forma a alma passa a um outro corpo depois da morte.. p. tornando assim a vida como obra do acaso e a morte um 3acidente material4.<=K. 'egue esse g2nio divino e que ele seja teu guia.te com o facho dos mist0rios. edificando as bases de seu pr5prio destino.. $ercebe. como a egípcia. Onde cada um 0 responsável pela harmonia e equilibrio do todo. 7. em sábias palavras aos que sofrem. tanto mais verás se alargarem os seus limites. assim.K<M.as a princípio com a ajuda de duas harmonias celestes que tornou humanas) a (Jsica e a $oesia. 3 soube tradu>ir. mas que continua profundamente ignorante de 'i. com a simples presença ou influ2ncia. 7. =C8 $ara o pensamento mecanicista vigente. mais doente do que nunca. %is a doutrina do :arma.8 3'ou tua irmã invisivel. 7. orientadas pelos instrutores ?ivinos. descobrirás teu dJplice luminoso. :hama. entregue ao comando da pr5pria vontade. o v0u do mist0rio cobre a grande verdade. em um ciclo interminável que começa no nascimento. . . que nunca as terapias ditas 3alternativas4 foram tão procuradas como hoje.. 3 7 ?%&-'. e levou tudo pelo dominio da ci2ncia. no reino humano. recapitulam ainda hoje.. %la encerra o segredo de todas as coisas. no campo materno. há tamb0m uma genealogia do espírito. se fa>iam perceber sobre um espesso v0u. lançar as suas primeiras emiss*es de pensamento contínuo para os %spaços :5smicos4. o %spírito. a f0 tua espada. TT-.vos a verdade/ tudo o que somos 0 resultante do que fomos no passado.la. -sto ocorre visto o homem estar em busca de seu 3%u4. porque tem a chave das tuas e6ist2ncias passadas e futuras. mas tamb0m a morte foi dessacrali>ada4. 3 a crença numa vida espiritual ap5s a morte foi posta em dJvida.

?urante a vossa viagem ao espaço. 7OA+?%:. etc. uma causa. 3$ara n5s. . :omo indignos de atenção. escuta as verdades que conv0m ocultar à multidão. estabelecendo esta como uma ra>ão para o comportamento 0tico. . no seio dos espaços. &a continuidade. $itágoras o iniciado dos templos egípcios. operando atrav0s de uma 'oberana Gontade. assim como o respeito ao pr56imo. tornarem simples e de fácil compreensão a todos os homens desde os mais simples aos mais cultos. que proporciona. que o g2nio nascente da @r0cia havia introdu>ido na palavra e no canto. R/ v. ou 3&ão sou eu que dou testemunho de mim mas aquele que me enviou4. tendo se em vista a lei de causa e efeito. nos di> que.C8. 3%scuta. a u> e a iberdade4.. . os fortes.C/ v. .4 7?%&-'. essa se conforma com a doutrina secreta do Oriente e com as aspiraç*es dos espiritualistas modernos.8 O %spiritismo. 0 espírito. 3Aá tr2s unidades primitivas. :AGA :A&#. para produ>irem a vida em sua corrente ascensional e em sua espiral infinita4. %ntretanto. nem o conheciam. e que não 0 possível em uma Jnica vida se adquirir todos os conhecimentos.8 Assim concluímos a e6posição e apresentação da crença na +eencarnação em diversos povos e em alguns foi apontado as conseqW2ncias que essa crença possibilita. humano e divino. e sempre semelhante a si mesmo/ por0m. que como em um tropismo leva os seres ap5s sua individuação para uma busca de equilibrio\. 7 do tempo dele e de hoje8 tamb0m afirmam as e6ist2ncias progressivas da alma na escala dos mundos.4 7 oc. 3&enhum dos outros povos da %uropa teve. observou. as mesmas obrigaç*es a cumprir e a mesma liberdade de ação94. e aí vemos Nesus proclamar a imortalidade da alma quando di>) 3%u não vim destruir a lei mas dar lhe cumprimento9. ?eus 0 um. cumpre que voltem à #erra. p. corroborando. !m $ensamento criador. p. fi>emos um trabalho de garimpagem para compreender a origem e ess2ncia do 'er.47 ?%&-'. uma intrepide> tal que eles caminhavam para a morte como para uma festa. 3concede a todos os seres o mesmo ponto de partida. seguras informaç*es para se conhecer e apreciar o povo :0lta.rebo. 3Amai. dos povos citados. R<8 Os @auleses. di>iam os ?ruídas) ?eus. se percebe ainda o v0u que encobre os conhecimentos aos não iniciados.os por toda parte do !niverso. di>iam.E a . as almas não se sepultam nos sombrios reinos do . mas sim voam a animar outros corpos em novos mundos. os puros. Os despojos dos guerreiros mortos. quando 3Ná no tempo de Orfeu os templos possuíam a ci2ncia secreta4. prov0m de uma "onte Jnica. mostrando a realidade das vidas sucessivas 3%m verdade. atrav0s dos cHnticos bárdico 0 possível encontrar. no mesmo grau.K<M8 7. . citada no inicio deste item. a mesma aptidão.4 estas afirmaç*es estão nos evangelhos. se completam. entende a reencarnação como uma necessidade para o espírito. não são mais que inv5lucros gastos.. como hediondas manchas.8 Y#ão grande era a certe>a das vidas futuras que emprestavam dinheiro na e6pectativa de que seriam reembolsados em outros mundos. para apagá.las. que se sustentam. quando di> que a crença na reencarnação modifica as relaç*es e o conceito de 0tica. &o 3$hilosophie @auloise4.7FEEE8. e acrescenta a passagem de quando &icodemos procura Nesus e lhe questiona sobre a fonte de seus conhecimentos e esse o esclarece.. possuiu. . porque tudo ama/ amai. =K8 :om o advento do :ristianismo 0 que vemos essas crenças. o que nasce do espírito. $ercebemos tamb0m que 0 crença comum em todos os povos este mecanismo.. 7oc. O que nasce da carne 0 carne. eles os abandonavam no campo da batalha.8 e (arcos 7 cap. e ainda acrescenta 3meu reino não 0 deste mundo9. Os maiores são almas dos astros. não causal. ou ?ruídas conheceram a grande doutrina.. os deuses são inumeráveis e diversos. na marcha dos astros que se movem. "eli>es esses povos que não se arreceiam no momento supremo da vida/ daí o seu heroísmo no meio de sangrentos combates. p. . ucano no canto primeiro da "arsália os louva com os seguintes termos 7 in 3:Hnticos Dárdicos48. se equilibram. na concordHncia dos tr2s mundos. vão para o sol dos ?ionisios. da justiça e da liberdade4. todas as faltas da sua vida estampadas no corpo et0reo. tra>es. e que. %. sob leis ainda não compreendidas na ess2ncia. o sentimento profundo da imortalidade. di>ia o mestre ao ne5fito 7 Ainos ^rficos8.K<M. sobre a crença na +eencarnação e a imortalidade da alma nos di>. esta 0 segundo esta doutrina a forma como ?eus e6erce sua justiça.KB. A morte não 0 senão o termo de uma vida. At0 aqui. Ainda o mesmo autor discorrendo sobre os ensinos de Nesus e sua filosofia. futuras moradas da humanidade. 3Aá diversas moradas na casa do meu pai4. %ssa doutrina.a sob uma forma poderosa e original. e que fa>em a força dos santuários. ele pr5prio lhe sofrerá as conseqW2ncias hoje ou mais tarde.4 %ste povo não acreditava em inferno. em (ateus 7 cap. M. natural. por @atiem Arnout e outras obras citadas pelo autor. e a filosofia ?ruída. se o homem não renascer de novo não poderá entrar no reino de ?eus . possibilitando ao homem perceber que cada ser 0 responsável pelos atos que pratica. inspirava aos gauleses uma coragem indomável. percebemos que tudo o que e6iste.harmonia. a lu> e não as trevas. porque a divindade 0 eterna e infinita. e o seu despre>o pela morte. por0m. que uma parte inteligente deste todo obtenha e6peri2ncias estagiando em diversos níveis da mat0ria.

0 que este Jltimo procura utili>ar o processo da ressonHncia para estimular apenas os átomos do corpo físico. não visível a olho nu. hoje com o conhecimento de que tudo 0 energia. 7. 7oc.se seja possível. e os sistemas de formação de imagens por ressonHncia magn0tica. o sistema Oirliam emite ondas de energia que vibram uma oitava abai6o do nível de energia sutil. terá um fim. (as do mesmo modo. atrav0s da fotografia Oirliam. pela esperança. 7S. mostrando que todo corpo vivo emite um campo energ0tico pr5prio. relacionar.. quanto mais sutil a mat0ria. Os Corpos Sutis( e a import0n&ia deste &on1e&imento no pro&esso terap2uti&o %stamos agora penetrando no campo da energia sutil que envolve toda a mat0ria. torna. sendo o modelador e organi>ador desta. e sim de grande importHncia para a ci2ncia que se interessa pela saJde e bem estar da vida como um todo. e que e6iste uma ess2ncia Jltima... e crença na imortalidade. este autor afirma ainda que temos diversos corpos sutis. e possivelmente tamb0m penetrar no campo energ0tico de seres que já se desvencilharam do corpo mais denso.. percebendo o campo de energia do outro. quanto mais lento mais densa. $ercebeu. e que estes corpos intermediários tem a função de possibilitar que esta ess2ncia se manifeste no nível mais denso que 0 a mat0ria. %6plicando a fotografia Oirliam e a ressonHncia eletromagn0tica o autor mostra que) 3A diferença entre a fotografia Oirliam. e que quanto mais et0reo mais acima na escala se encontram. em Jltima instHncia. 2. mostra que este não 0 uma crença sem fundamento. . para o oriente. o europeu no passado.. se somos todos energia. pode se interligar..tudo que tem um começo. $ercebemos ainda que o homem ocidental. por e6emplo o d5 de uma das escalas este vai vibrando e passando de um nível a outro atingindo assim as vibraç*es da mesma nota em outras escalas mais agudas..A%(. que a tudo comanda.s perguntas que me faEo A6o "evadas ao espaEo E de "á eu tenho todas as respostas que eu pedi4 ( o$erto /ar"os+ 1. a verdadeira realidade significa. o qual aparece na foto como um campo 3fantasma4. por0m já comprovada pela ci2ncia que e6iste.F=8. conhecido como 3aura4. se 0 energia.. juntamente com essa ess2ncia que se libera quando ocorre. assim como na vida futura. que emite energia. a queda e o fim da energia vital que mantinha coeso o edificio biol5gico. como a vemos 0 uma ilusão. uma esp0cie de máquina fotográfica.se com outro. tudo o que tem um fim.se numa prova cientifica da e6ist2ncia do mesmo. o qual segundo o autor vibra uma oitava acima ele fa> uma analogia com o teclado do piano afirmando que quanto mais agudo mais sutil o corpo. tinha estas crenças como comuns em suas vidas. pela circulação equilibrada da parcela energ0tica que a ess2ncia capta do reservatorio energ0tico !niversal.relação com o outro e que seres que transitam em níveis mais denso. e que por isso a vida era vivida com despreendimento e tranquilidade. tamb0m há de terminar no tempo. &o Oriente 3O conceito de realidade 0 desprovida da radiante lu> solar/ não 0 tão bela como o 0 para o ocidental. <F8 &a analogia entre o teclado do piano e os corpos sutis. e que seus entes amados. A vida começada no tempo. que um esteja em inter. O sistema Oirliam vai um passo al0m porque estimula ressonantemente os átomos do corpo et0rico e permite que eles sejam visuali>ados atrav0s de suas interaç*es com os campos el0tricos produ>idos pela cHmara Oirliam4. . antes que o cristianismo judaico fosse crença comum.se mais sutil. e outras vidas.se ainda que 0 esse corpo... terá um recomeço4. p. e ainda sobre os corpos sutis. apenas uma apar2ncia no interior de uma dualidade polar. pensa.8 . e que esse corpo. assim como dos que ainda transitam na mat0ria. quanto mais evoluída a ess2ncia. por estes padr*es vibrat5rios. vibrando a nível de eletromagnetismo foram feitas fotos sobre o campo de energia emitido pelos corpos. 3As energias sutis do nível et0rico estão apenas uma oitava acima que as do nível físico4. .<KK8. plasmático sutil. em primeiro lugar pensou. o conhecimento oriental sobre os 3:ha_ras4. 'egundo @%+D%+ 7."oi possível detectar ainda a presença neste ser individuali>ado de diversos corpos. 0 mantido saudável e equilibrado. ou eteri>ada mais velo>. ainda hoje a crença dos povos orientais. assim como seus harm1nicos. 7. e que esta 0. %ste edificio biol5gico.8 -sso tem conotaç*es tão abrangentes que vida e morte integram o mundo fen1menico na mesma medida. 3O mesmo acontece com as oitavas mais altas da energia sutil que constitui os nossos corpos de freqW2ncia mais elevada os nossos veículos mental e astral4. no corpo. p. como um molde. 7 oc. ao mudarem de situação não se perdia e que estes estão ou podem estar em constante relação.<=B. e que a mat0ria na verdade densa. &a busca de conhecer sobre este assunto. e o 'er as transcende e se encontra bem al0m de ambas. este fato se dá pelo nível vibracional dos el0trons ao redor do seu nJcleo. e outro ponto importante 0 que ao tocarmos uma nota.

tamb0m conhecido como cha_ra do coração. tamb0m com os corpos mais sutis. `conhecido como cha_ra da coroaa Os cha_ras seriam uma esp0cie de transformador. 7. e vice versa. 7 oc. &a mesma obra encontramos ainda que) 3&ossa anatomia energ0tica sutil 0 constituída por muitos desses corpos trabalhando em harmonia. apresenta que 3O corpo astral. que atrav0s de e6perimentos confirmou a e6ist2ncia deste sistema de transmissão energ0tica. e que estes funcionam tra>endo energia sutil para o corpo assim como do interior do corpo para o e6terior.se na metade superior do abdomem. e que estes levam a energia do corpo mais sutil para o corpo denso. 3A energia parece fluir atrav0s dos cha_ras em duas direç*es diferentes) isto 0. p.<KK8. numa correlação com o teclado do piano..se na parte m0dia da fronte. o corpo físico e o . ligeiramente acima do cavalete do nari>. uma disfunção em um destes cha_ras ocasiona patologia a nível de sistema nervoso.. locali>a. do ple6o solar. situa. :omo o corpo astral está fortemente ligado ao nosso lado emocional.se tamb0m uma estimulação ressonante das notas d5 mais altas4. %ste sistema. fa>er para ajudar o paciente a equilibrar e ou manter os níveis energ0ticos e a conseqWente recuperação da saJdeQ O autor acima citado. situa. e vice.. 7@%+D%+. este estímulo passa aos outros níveis. ou cha_ras. do interior do corpo para o e6terior. Ou seja quando se toca uma nota d5 grave num piano produ>. 0 considerado a sede das emoç*es humanas.8 O terceiro.. envolvendo o volume do flu6o energ0tico sutil para o nervo físico. do ambiente energ0tico sutil para dentro do corpo. <F8 :om relação ainda ao vínculo corpo denso e corpos astrais. a medicina começou a reconhecer e a esclarecer as relaç*es e6istentes entre o stress emocional e a doença física. possível de ser utili>ada pelo organismo humano. O quarto. com alturas mais agudas quanto mais sutil o corpo. seria como uma produção 3glandular hormonal. 3Os grandes cha_ras estão situados numa linha vertical que sobe da base da espinha at0 a cabeça. que afeta todo o corpo físico4.<KK8 %ste fato se dá segundo o autor. o que pode o musicoterapeuta. 7. situa. pr56imo ao pomo de adão. na e6pressão das doenças físicas e emocionais. %les formam uma orquestração de energias de freqW2ncias mais altas e mais bai6as. &as Jltimas d0cadas. acredita. . os principais são em nJmero de sete. que capta a energia do universo que vibra em um nível diferente do organismo. %sta disfunção pode ser quantitativa. O s0timo está locali>ado no alto da cabeça4. e interligam os diversos corpos sutis ao corpo denso. O mais bai6o.8 !ma diminuição no flu6o de energia sutil atrav0s de um dos cha_ras pode provocar uma diminuição de atividade em qualquer das glHndulas end5crinas fundamentais. % ainda.se ainda que estes cha_ras estão ligados ao sistema nervoso físico. e que influenciam. o autor nos coloca que 3Os cha_ras por sua ve>.8 A capacidade de ativar e de transmitir energia atrav0s dos cha_ras 0 um refle6o de um nível ra>oavelmente avançado de desenvolvimento de consci2ncia e concentração por parte do individuo4. medula espinal e nervos perif0ricos. chamado de cha_ra ajna nos te6tos iogues. que são como canais condutores de energia.versa. . O autor e6p*e ainda o seguinte) 3A ligação hormonal entre os cha_ras e as glHndulas end5crinas sugere novas e complicadas possibilidades quanto à maneiras pelas quais um desequilíbrio no sistema energ0tico sutil pode produ>ir alteraç*es anormais nas c0lulas de todo o corpo. distribuindo esta energia. e cada grande cha_ra está associado a uma glHndula end5crina. &a filosofia esot0rica oriental. pela qualidade desta energia enviada para o nervo envolvido no processo. repensem sua atuação e para o musicoterapeuta surge um questionamento) sendo estes corpos ressonantes e com vibraç*es semelhantes às do elemento musical.3%nquanto a corda está vibrando. segundo @%+D%+ 7. temos na filosofia oriental. são captadores da energia sJtil. chamado cha_ra da rai>.se que os cha_ras estejam ligados aos diferentes corpos sutis que fa>em parte do que 0 o ser humano em suas diferentes dimens*es.se no pescoço. Airoshi (otobama do Napão. O se6to. O segundo sacral ou espl2nico. ao se estimular o corpo denso. assim como as impress*es do corpo denso tamb0m 0 registrada no corpo sutil. a energia s1nica provoca vibraç*es correspondentes naquela mesma tecla. esta rede de transmissão pesquisada pelo ?r.celular atrav0s de canais energ0ticos sutis conhecidos como nádis4. estão ligados uns aos outros e a determinadas partes da estrutura físico. pode fa>er com que os m0dicos e terapeutas assim como musicoterapeutas.<KK8 O conhecimento destes campos de energia e dos diferentes corpos et0ricos. &a literatura bogue oriental. e a converte em uma esp0cie de energia. o da testa. há um elo poderoso e não reconhecido entre a mente.. !ma diminuição no flu6o de energia atrav0s do cha_ra da garganta. pode ser encontrado na parte m0dia do esterno diretamente sobre o coração ou o timo.se ou logo abai6o do umbigo ou pr56imo ao baço. fica perto do c5cci6. compondo sinfonias multidimensionais de e6pressão da singularidade de cada ser humano4. este sistema conhecido como cha_ras. o cha_ra da garganta fica diretamente sobre a tire5ide e a laringe. 7 @%+D%+. chamado tamb0m de corpo emocional. por e6emplo pode provocar hipertireoidismo4. assim como qualitativa. 7. o da garganta. a nature>a e a qualidade de transmissão dos impulsos nervosos para o c0rebro. a crença em um sistema de ramificação ou condutos energ0ticos.. encontra. vejamos nas palavras do autor como se apresentam. abai6o da ponta do esterno. embora em outras oitavas. O quinto. vejamos as palavras do pr5prio autor.

assim como a captação das energias do pensamento. anjos. entramos em contacto com as intelig2ncias encarnadas ou desencarnadas. elementos de emissão e de recepção.8 O autor apresenta ainda que para ser pleno e conseguir a liberdade psicol5gica. com o ser. e amparando. Aá neur1nios sensitivos. etc. em virtude da multiplicidade das posiç*es na escala evolutiva4.se a importHncia do terapeuta estar atento. um que entre em ressonHncia com as formas do corpo. 7o. espírito santo. constituem campos de fi6ação da mente seja de criaturas estagiando no corpo denso ou livres 7espíritos8 3A criatura estacionária na região dos impulsos. Atrav0s dele. este nos aponta que este mecanismo. ou plano físico. 7o.se à hereditariedade e desenvolvimento fisiol5gico. 7TAG-%+. 7evolução8. que no plano ou dimensão espiritual.8 TAG-%+ 7. a fraternidade e a compreensão. 7mortos8. na esperança que flui. 3&ão 0 por mera virtude. no caso da mJsica em que estágio mental o mesmo se mostra. da meditação sem trabalho. 7o. senão princípios científicos de libertação do ser. quando nos desequilibramos..se por impulsividade. mostra o caminho terap2utico a ser seguido.se num labirinto de causa e efeitos. 3O c0rebro real 0 o aparelho dos mais comple6os. se equilibre. de amplitude espiritual/ no pensamento. residem as causas. em obedi2ncia a indefectíveis desígnios universais. submete. escolher. ou corpo do espírito.<RM8. que 0 determinada pela e6peri2ncia/ por isto. depende da fonte emissora. . intermediários e refle6os. em que bilh*es de corpusculos e energias multiformes se consagram a seu serviço. 3 Dela emanam as &orrentes da vontade( determinando vasta rede de estímulos( rea3indo ante as e4i32n&ais da paisa3em e4terna( ou atendendo 5s su3est6es das 7onas interiores8. o qual nos possibilita a captação das informaç*es do mundo e6terior. . num dos mencionados setores. anjo da guarda. sem consulta ao passado e sem organi>ação de bases para o futuro. progredir sempre4 O autor esclarece ainda que no plano objetivo. mecani>a a e6ist2ncia. motores . aqui talve> seja mais coerente as leis da sintonia. as energias restauradoras.a de lu> edificante/ os que se refugiam e6clusivamente no templo das noç*es superiores sofrem o perigo da contemplação sem as obras. as quais unidas às aquisiç*es da ess2ncia espiritual tem características objetivas e subjetivas a entender) 3. 0 necessário que 3. como nos encontramos indissoluvelmente ligados aos que se afinam conosco. estes que teem pensamentos e sentimentos afins. da fonte superior de idealismo elevado/ atrav0s dessa fonte ela pode captar do plano divino. um receptor.pocas virá. . ou conteJdos musicais que o reportem a formas mais intelectuali>adas de e6pressão sonoro. recebe segundo a fai6a na qual está sintoni>ado. enriquecer. Lue tipo de estímulo musical vou trabalhar. :ontinuando ainda na id0ia do autor espiritual. pelo e6cesso de fi6ação mental.c. recolhe os frutos da luta diária. e tamb0m dos que não conhece. no corpo carnal. recolher. p. =B8 &este ponto percebe. tem e6trema leve>a e e6traordinária plasticidade. % ainda que neste campo rege a lei da atração dos corpos de forma invertida ou seja. de progresso da ess2ncia espiritual. isto provado pela ci2ncia temos interruptores e condutores. temos a inspiração das entidades espirituais. em que o amor. valendo. que vai viver a e6peri2ncia física ou reencarnarção. assim construindo o futuro santificante. e que 0 tão material quanto um corpo denso. e6peri2ncia e noç*es superiores da alma. aprender.se. 7 espíritos desencarnados. BF8 &a seqW2ncia o autor ainda nos apresenta. >ona motora e lobos frontais.<RM. ou et0reo quanto um gás. aceitar. em que o nosso 3%u4 reflete a vida. iluminar. e ainda que) 3A mente 0 a orientadora desse universo microsc5pico. %le acrescenta ainda que temos o resultado de nossas pr5prias criaç*es mentais 7 pensamentos e imagens8. p.se das conquistas passadas. varia ele de criatura a criatura. ao mesmo tempo. Os desequilíbrios emocionais podem ser causados tanto por distJrbios neuroquimicos na atividade cerebral como nos padr*es anormais de flu6o de energia no corpo astral e nos seus cha_ras4. de acordo com as aquisiç*es morais e intelectuais da entidade ou ess2ncia espiritual. nas palavras do autor espiritual. obrigada pela ?ivina ei. de seres com os quais vive.8 %. cristalina e bela. da renJncia sem proveito4. repelir. 7. para orientar os serviços presentes.. destituindo.c. visto ser o pensamento uma energia. em condiç*es análogas às nossas4.musicalQ Ainda o mesmo autor nos apresenta que temos tr2s >onas de desenvolvimento a saber) nervos. os iguais se atraem. as mudanças na forma de pensar do paciente.<RM8 &a continuidade o autor ainda nos apresenta que) 3A c0lula nervosa 0 entidade de nature>a el0trica que diáriamente se nutre de combustível adequado. nos apresenta a organi>ação perispiritual. provenientes das e6peri2ncias da vida física/ no campo subjetivo. serão tão importantes . desperdiçando tempo e esforço maquinal.se. que Nesus tinha ra>*es de sobra para recomendar o perdão inclusive aos inimigos e a oração pelos que nos perseguem e caluniam. sentimos os fen1menos e6teriores segundo a nossa capacidade receptiva. conforme apresentado no capítulo anterior como sendo a forma sutil. que ditou os conceitos anteriores ao m0dium.c.8..corpo astral. verificar.7TAG-%+. %6istem os que recebem as sensaç*es e6teriores e os que recolhem as impress*es da consci2ncia4. O autor complementa mostrando ainda que em nosso cosmo celular. tradu>indo. 7astral8. Gejamos sobre o c0rebro físico. e que no nível da mat0ria densa. definindo estados do espírito. perde. como ele nos apresenta a função deste comple6o equipamento. guardar. em acordo com a missão ou aprendi>ado necessários.se..

e os elementos da mJsica são comprovadamente organi>adores e estruturadores. por0m a mJsica africana 0 essencialmente rítmica e isto devido ao contato com a terra e a nature>a. 0 da nature>a está ligado à vida e aos estímulos viscerais. 7oc. a organi>ação das vo>es pelas sensaç*es auditivas e ainda a obtenção dos fins almejados que 0 o estado alterado de consci2ncia. aos 5rgãos reprodutivos. harmonia. 7 ritmo. (ostra ainda que o elemento harm1nico e6iste não por uma consci2ncia e vontade de criar harmonia.lo mais consciente de sua responsabilidade ante a necessidade do respeito ao conteJdo de seu cliente. que isto se deve ainda a que 0 pra>erosa a forma de organi>ação e que esta 0 um 3acaso4. a mJsica indiana. sus caracter0sticas persona"es4. estabelece cone6ão com o self. sendo a mJsica e o som energia.se de branco e tem adornos soberbos.. m5rbidos. 7. parecer o contrário4.se assim que a melodia tem uma característica emocional.7 S%&'. que pode se repetir. A mente humana ascende para o conhecimento superior. atua tamb0m a nível sutil por ressonHncia fa>endo com que o paciente. e acredito que a utili>ação da mJsica e seus elementos podem modificar os pensamentos repetitivos. e. ?a.8 $ercebe..se que a mJsica e seus elementos. segundo &-%#I':A%. podem assimilar o conteJdo destes.as de modo a formar um nJcleo que arraste os homens consigo na mesma direção. &i8/ está em relação com o deus 7Agni8. 7. primeira da escala 7 'a. e que os modos teem características ou significação metafísica e espiritual. K=8 $or e6emplo vejamos o que di> o autor sobre uma Jnica nota do sistema oriental. mostrando ainda que o ritmo. 7in A!+. os dias e as horas. este 0 o significado das palavras) 3:ria a harmonia central. compostos atrav0s de sons e sil2ncios8. seu aspecto 0 de efeito Jmido e frio. . e torna. % este povo assim como muitos brasileiros. tem um temperamento 7feli>8. ao ouvir mJsica. acumulando. começa a se encontrar a resposta à pergunta anterior. p. assim como a vo> e a dança. como uma fonte fortemente percussiva. prov0m do pavão real. nos apresenta este povo e levanta que a mJsica mel5dica ali praticada 0 diferente da forma mel5dica do ocidente e do oriente.se meios para saber onde está o desequilíbrio energ0tico. apesar de. . ressoa e vibra desde o nível fisiol5gico e mental. de este modo. Os sons.8A nota 'a. na capacidade de e6ercer a Gontade de dominHncia ou de poder. com o planeta 7Oamara8. pues) una concepciBn esencia"ista. pode. $ensamentos fi6os. assim pode se pensar em mJsica para o cha_ra da raí>Q #endo. $a. mas por coincid2ncia no encontro das notas na e6ecução grupal e instrumental. o rem0dio/ 0 questão de tempo. A harmonia está presente mas não como no ocidente. o qual está lhe apresentando sua alma. mas que interferem na percepção de mundo. acrescento por0m. 2Es.A% (.lo num círculo interior em movimento girat5rio. sua cor 0 clara. não tão casual.para a mente encarnada quanto o pão e água. ragas 7 giros mel5dicos8. pensamentos. a parte mais intima do ser. e cuja inteligencia 0 atribuída à mJsica. @a. e 0 produ>ida no estomago. e que esta pode estar em condiç*es de influenciar o sistema emocional e as glHndulas ligadas ao coração. 3. 2/ada nota de "a esca"a tiene. ou o inconsciente tra>endo de lá os mais profundos conteJdos. . e a energia sonora. por ve>es. mostra uma e6peri2ncia pessoal com a tribo dos :hopes na cfrica do 'ul.4 3A centralidade 0 o que constitui a possibilidade das emoç*es) a harmonia 0 o que estabelece o equilíbrio entre elas4. visto ser esta mJsica para a ess2ncia espiritual. 3!m prov0rbio :hin2s di> que a ess2ncia do homem está no centro.se trabalhar mJsica para ajudar a equilibrar este cha_raQ O mesmo autor falando sobre a mJsica no oriente aponta que esta tem características mais mel5dicas. $enso que nesta assertiva. onde este povo considerado um dos mais inteligentes da cfrica. no :andombl0. espiritua"ista4. sendo a mJsica um veículo atrav0s do qual o homem e6pressa de forma mais profunda e sem subterfJgios seus conteJdos mais secretos. -O8 %dgar Sillens em sua obra 3%l Galor de la %ducacion (usical4. e obsessivos levam a estados de desequilíbrio energ0tico. as estaç*es os meses. (a. a qual 0 um instrumento mel5dico. veste. lá onde suas emoç*es ainda não foram e6pressas4.<=B8 G2. dos modos teem relaç*es com os anos. sua estação 0 a de todos os tempos.. visto que nela cont0m elementos muito primitivos e a vo> 0 usada. utili>a a mJsica e a dança para chegar a estados alterados de consci2ncia e entrar em contato com entidades espirituais e para efeitos curadores. ampliando o nJcleo central at0 convert2. e6ecutar ou se movimentar com a mJsica modifique seus níveis de energia.8 :ada emoção toma determinado rumo e tenta atrair todas as energias latentes à sua volta. podem estes conhecimentos permear a atividade do musicoterapeuta. atrav0s de sons onomatop0icos. não acessados na lida diária. %ste autor apresenta ainda o fato da evolução e aquisição de novas formas de manifestação ser possibilitada pelo contato com outros povos. aqui que começa a tarefa da mJsica4. +e.. 3A mJsica 0 a arte capa> de retringir e de harmoni>ar as emoç*es emergentes de tal modo que se equilibrem entre si. 7 S. ele percebeu que tem uma mJsica mais elaborada que outros e que o instrumento mais utili>ado 0 a (arimba. afirma ainda ser esta de característica modal. Sillens. e que a melodia. melodia.

e que este ser transcende. e avaliar não somente o que fa>er por este ser nesta dimensão de espaço. e dos diversos corpos. interligada. a crença por e6emplo na reencarnação. a harmonia 0 a junção de mais de uma nota em linha vertical. assim como dos cha_ras centros de transmissão e transformação de energia. segunda.tempo restrito. sendo assim de maior comple6idade. tercera H cuarta.espiritual8 7oc. O ritmo tem esta dimensão segundo o autor e deve proporcionar vitalidade e energia.+ A superficie pode simboli>ar a vida animal. estabelecer ou au6iliar a pessoa nos processos intelectuais proporcionar uma racionali>ação no estabelecer objetivos e desenvolver a vontade de dominHncia. para detectar as possíveis patologias emocionais. a possibilidade de ver o interior das coisas. biopsiquico. tempo e espaço. dando a dimensão global. mas de se ter um primeiro caminho. 0 de nature>a bidimensional. $elo aqui e6posto percebe. e tra> em si mesma a melodia e o ritmo. e por isso mesmo pode se pensar que possa au6iliar no equilíbrio e organi>ação do pensamento. %ste poderá olhar para o espírito c5smico. amp"itud H a"tura+. o coração O volume. 2Las dimensiones de "a mFsica. H "o que puedan tener de intercam$ia$"e. esta prov2 a fonte da sensibilidade. por0m pensando o ser eterno. no mundo da pintura 0 a cor e no mundo da mJsica a melodia. procriação. KM8 A linha pode simboli>ar a vida vegetal) com suas necessidades. nem tr2s dimens*es/ ele s5 percebe a superfície8. estos esquemas es de interes encuanto conce$idos como forma materia" ( "ongitud. tem o ritmo e a melodia 0 igual ao homem. social. e nas dimensiones vita"es temos. viveu muitas e6peri2ncias. &ão se trata de receita musical. do porque seguir um caminho e não outro. o conhecimento da lei de causa e efeito que esta crença possibilita. :odemos descu$rir en e" "a conciencia vegetativa4. de todos os outros organismos. sint0tica e analítica. pode simboli>ar a vida humana. al0m da consci2ncia. atrav0s de anamnese cuidadosa a necessidade e os possíveis distJrbios orgHnicos e propens*es de doenças do paciente. % ainda leva a perceber que o caminho at0 aqui percorrido foi importante para possibilitar uma visão de homem que transcende o limite da mat0ria. como a consci2ncia humana. como alimentação. 2E" ritmo participa de "a propu"sion vita" que anima e" reino vegeta". . e repensemos quão importante para o musicoterapeuta o conhecimento e o entendimento da energia da vida. a ra>ão e o juí>o. a linha tem uma e6tensão. Gejamos agora um resumo do pr5prio autor quanto aos diversos aspectos da influ2ncia da mJsica no corpo..la. $odendo assim possivelmente se pensar que tipo de mJsica trabalhar. e a importHncia de saber que tipo de mJsica poderei usar uma ve> detectando. num trabalho com defici2ncias mJltiplas. essencialmente intelectual e mental. a vida dos sentidos e da afetividade. tem a vida vegetava e animal. 7 o animal não concebe o volume.se que a mJsica. donde se trata de principios de vida4. 7 visao de um homem integral. dependente em todos os sentidos. 0 verticali>ação da mJsica. primera. a vida global. p. onde pretendemos perceber como trabalhar e ajudar os que são levados ou procuram a musicoterapia para terem uma melhor qualidade de vida. sino espiritua". nos instrumenta a termos argumentos para trabalhar o pr56imo capítulo.A mJsica ocidental 0 de caráter harm1nico. e ainda o conhecimento dos pontos de energia. (oc. muda a concepção e a visão do ser que se encontra à frente do terapeuta. e muitas outras viverá. puede pensar em geometria) "inea9 superficie 9 vo"umen) 8idasG vegeta" 9 anima" 9 humana 9 suprahumana. a vida interior. e saber como utili>á. A harmonia 0 de nature>a tridimensional. possibilidade de vida nova.