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MOISÉS, O libertador de Israel I Em um tempo de angústia Dias de grande escravidão O povo de Deus gemia, Sob uma poderosa mão

Era a mão de um Faraó Que do povo não tinha dó E os regia com opressão II Na fabricação de tijolos Trabalhavam dia a dia, Para construir cidades E tudo mais que aparecia Os campos também cultivavam Pois em tudo trabalhavam Sob forte tirania III Mas o povo foi crescendo Logo se multiplicava Os hebreus já eram muitos Grande espaço ocupava E por esse crescimento Despertava um pensamento E Faraó se preocupava IV Temia que os hebreus crescessem E viessem se rebelar E assim em tempos de guerra, Do outro lado fossem lutar Então a guerra venceriam, E do Egito sairiam A escravidão ia acabar V Tomou medida extrema Difícil até de acreditar, Ordenou as duas parteiras De nome Sifrá e Puá De cada parto que fizer Só viverá se for mulher Se for homem tem que matar VI Enganado pelas parteiras Seu plano foi frustrado, Tomou medida mais dura Tendo ao seu povo ordenado Aos das hebréias que nascerão Sendo a criança um varão

Sua mãe o escondeu Por três meses foi entocado Mas devido ao crescimento Chegaria o momento Que facilmente seria achado VIII Em um cestinho de junco Sua mãe o colocou Descendo a beira do rio O cestinho lá deixou Em soluços e pranteando Sua irmãzinha ficou olhando Até que alguém o encontrou IX Pela filha de faraó Moisés foi encontrado Amamentado por sua mãe Mas no palácio foi criado Como príncipe ele cresceu Mas um dia conheceu O povo do qual foi tirado X Ao sair pra ver seu povo Viu quão grande era o labor O quanto eram oprimidos Sentiu de perto a sua dor Viu um hebreu ser espancado Não se conteve e muito irado Assassinou o agressor XI Passou a ser fugitivo Em Midiã foi morar Conheceu as filhas de Jetro Com uma veio se casar.No Rio Nilo será jogado VII Em meio a tanta matança Um menino foi poupado. A vida de príncipe deixou O palácio pelo campo trocou De ovelhas foi cuidar XII Estando ele no Monte Horebe Onde estava pastoreando Viu algo estranho acontecendo Um arbusto se incendiando Mas o arbusto não queimava .

Dizendo não saber falar Quis usar justificativa Deus disse: Pode parar. Te dei boca pra falar Não terás alternativa XV Junto ao irmão Arão Com Faraó foram falar Deus havia prometido Que com eles iria estar A Faraó então chegaram Em nome de Deus falaram Para o povo libertar. Tira as sandálias dos pés Santo é esse lugar Eu Sou Deus e te escolhi Pois o clamor do povo ouvi E tu irás os libertar XIV Moisés procurou então Uma desculpa.uma saída.E quanto mais perto chegava Aquele fogo ia aumentando XIII Do meio do fogo uma voz Começou a lhe falar. XVI O Faraó não fez caso Daquilo que escutava Ao invés de soltar o povo Mais e mais os apertava Com o coração endurecido Ao Senhor não deu ouvidos Sem saber o que o aguardava XVII Vieram sobre aquela terra Grandes males e muitas dores As dez pragas do Egito Acompanhadas de horrores Pra Faraó reconhecer Que só quem tem todo o poder É o Senhor dos senhores XVIII As águas dos rios viraram sangue De rãs a terra se encheu Piolhos sobre homens e animais Um enxame de moscas apareceu .

A peste os rebanhos assolou Aos animais dos egípcios matou E dos hebreus nenhum morreu XIX Depois vieram feridas Purulentas e de fedor Depois uma chuva de pedras A qual nem árvore deixou Os gafanhotos apareceram Rapidamente tudo comeram E nada verde ali restou XX Vieram densas trevas E nada podiam ver E por três dias seguidos Nada puderam fazer Dessas pragas já chegadas Nenhuma seria comparada A que iria acontecer XXI A décima praga enviada Trouxe ao Egito grande dor A meia noite chegou a morte Trazendo grande terror Ao filho mais velho matava Do rei.do nobre e da escrava E ouviu-se grande clamor XXII Faraó deixou então O povo com Moisés ir embora Saíram logo do Egito Caminharam deserto afora Mas Faraó arrependido Tendo o exército reunido Foi buscá-los sem demora XXIII Era imensa a multidão Que para Sucote subiu Liderada por Moisés Que logo um censo pediu E o número revelado Mulheres e crianças de lado Só de homens seiscentos mil XXIV E o povo era guiado Pelo Deus de Israel De dia por uma nuvem .

Não adiantava murmurar Pois Deus os ia salvar Com sua poderosa mão XXVIII Deus disse a Moisés. Por que estás a clamar? Diga ao povo que marche E continue a caminhar E tu não fiques parado Levanta já o teu cajado E toca nas águas do mar XXIX Ao tocar Moisés nas águas O mar então se abriu E diante daquele povo Um caminho seco surgiu O povo então se levantou Por meio do mar atravessou Coisa igual nunca se viu XXX Faraó e seus soldados Mar adentro também entraram . para lhes falar que Deus Continuava na direção.A noite por fogo no céu Dia e noite caminhavam Ansiosos desejavam A terra que mana leite e mel XXV Perseguindo-os Faraó Encontrou-os junto ao mar Depois de longa caminhada Estava o povo a descansar Ao verem o Faraó temeram Seus corações se derreteram E puseram-se a clamar XXVI Diante daquela situação Levantou-se grande temor E pelo medo que sentiam Rebelaram-se contra O Senhor Desejaram ao Egito voltar Para forçados trabalhar Desprezando o libertador XXVII Moisés fez calar o povo E pediu sua atenção.

Pois a alegria que sentia Em seu peito transbordou A Deus então agradecia. Pois viram naquele dia Como Deus os libertou XXXII Como havia no Egito Escravidão e muito enfado. Que por amor abriu o mar. Realizou este milagre Para o povo libertar Liberta você também Poder pra isso ele tem É só você o aceitar . A humanidade está presa Escravizada no pecado. Como se tivessem dormindo Não percebem que estão caindo No abismo do diabo XXXIII Deus então mostrou Que haveria uma luz Assim como enviou Moisés A nós enviou Jesus Seu Filho eterno e Amado Pra nos libertar do pecado Morrendo numa cruz XXXIV Depende só de você Seguir o Libertador Ou ficar lá no Egito Onde o pecado é senhor Como a terra do leite e do mel Pra nós reservou o céu Pelo seu eterno amor XXXV Esse É o Deus do impossível.Para alcançar o povo O caminho aproveitaram. Mas quando o povo passou O mar então se fechou E os Egípcios se afogaram XXXI Ao chegar do outro lado Moisés então cantou.