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ANTROPOLOGIA BÍBLICA

[Estudo da Doutrina do Homem e do Pecado]

Heber Carlos de Campos

Índice

INTRODU !O
Não devemos confundir essa matéria com a antropologia cultural, ou a ciência da raça, que inclui todas as outras ciências ligadas ao homem, como por exemplo: psicologia, sociologia, ling !stica, etc" Neste capitulo estudaremos uma antropologia b!blica e teol#gica, não uma antropologia filos#fica ou cultural" $ homem sempre foi o centro das preocupaç%es filos#ficas, mas não ser& esta a preocupação deste estudo" 'eremos o homem ( lu) do que *eus pensa dele" +sta é uma abordagem desafiadora, especialmente num tempo quando *eus não entra na conta dos homens, quando estes se estudam a si mesmos" 'amos analisar como o homem veio de *eus, qual foi seu comportamento no ,den, quais foram as causas da sua queda, os resultados dela, e a redenção do homem em Cristo, no pacto da graça, tudo com base na revelação de *eus como est& nas -antas +scrituras" Na antropologia b!blica vamos estudar o homem no seu relacionamento com *eus" , uma tolice tentar conhecer o homem sem que o conheçamos ( lu) da revelação divina" .or causa da tentativa de se estudar o homem ( parte das informaç%es que o pr#prio *eus d& do ser humano, muitos erros são cometidos na avaliação do homem pelo homem" .ortanto, o estudo da antropologia tem que ser feito ( lu) da teologia que é baseada na revelação da +scritura" $ estudo da antropologia é extremamente importante, especialmente dentro da esfera teol#gica" / teologia cristã foi elaborada quando, cientificamente, o homem pensava geocêntricamente, isto é, que a terra era o centro de tudo" $ grande astro girava em torno da terra, e tudo servia a terra" Com a entrada de Nicolau Copérnico, o mundo passou a pensar heliocentricamente" Com essa mudança do geocentrismo para heliocentrismo, di) 'erduin, a terra, a habitação do homem, pareceu muito menos importante" Com o advento do heliocentrismo, com a revolução Copérnica, a terra perdeu o seu lugar central" 0+sta mudança tendeu a diminuir o lugar e a import1ncia do homem2 esta mudança fé3lo sentir3se pequeno e menos importante4"1 / enormidade do universo veio ( tona com a implementação das descobertas telesc#picas" Cada ve) mais a terra tornou3se menor, e menor ainda a import1ncia daquele que foi feito 0menor do que *eus4" *e l& para c&, pouca atenção tem sido dada ao estudo do homem, como parte da criação de *eus" / diminuição da import1ncia do homem devido ( descoberta do tamanho do universo, e o empequenecimento de sua existência tão curta, em vista da suposta longa duração e existência do universo material, não devem desanimar o homem no estudo sério das suas origens e do seu comportamento" + este estudo tem crescido neste 5ltimos dois séculos, mas sem as devidas precauç%es" $s cientistas têm despre)ado as informaç%es que *eus d& das origens e do comportamento dos homens na -ua .alavra" 6sto tem levado a distorç%es sérias no estudo da antropologia" $ estudo do homem deveria merecer uma atenção maior da parte de todos n#s, não que o homem se7a o centro absoluto do universo, mas pela dedicação e atenção que o pr#prio *eus lhe deu, quando o criou ( sua pr#pria imagem e semelhança" +ssa atenção deveria ser dada, ao menos, pelos psic#logos, antrop#logos e outros cientistas cristãos" *ever!amos devolver ao estudo da teologia, uma boa base de antropologia b!blica" 8a)emos 7us a uma boa antropologia b!blica, quando estudamos as origens do homem dentro da +scritura" .or essa ra)ão, a primeira parte da antropologia tem a ver com a criação do homem"

9 :eonard 'erdum, Somewhat Less than God, ;+erdmans, 9<=>?, <39>"

A DOUTRINA DO HO"E" NA #I#TE"$TICA
+ perfeitamente natural a transição do estudo do ser de *eus ;@eontologia? para o estudo do ser humano ;/ntropologia?" +ste não é somente a coroa da criação, mas é o ob7eto especial da preocupação de *eus" / +scritura mostra essa preocupação de *eus nos muitos textos que tratam da criação, da queda e da redenção do homem" Na +scritura, o homem sempre é visto nas suas relaç%es com *eus e, como ato reflexo, em suas relaç%es com os seus semelhantes" +stas relaç%es mostram a grande import1ncia para todos n#s do estudo da antropologia" / transição da teontologia para a antropologia é absolutamente necess&ria, porque a primeira prepara o terreno para a segunda" / visão que temos do homem depender&, em 5ltima inst1ncia, do conceito que tivermos de *eus" $s departamentos da sistem&tica estão absolutamente interligados, de tal forma que o conceito que temos de um, determina o conceito de outro"

PARTE % A CONDI !O DO HO"E" ANTE# DA &UEDA .

mas IerJhof resume di)endo que 0qualquer que se7a a diferença de opinião que possa haver nesse ponto. todas as coisas foram feitas para que o homem desfrutasse delas" $ nosso planeta e o restante do cosmos foram designados para o bem3estar do 5ltimo dos seres criados. não houve queda" + se não houve queda. que é o vir ( existência do cosmos material. mesmo que de maneira bastante superficial: o primeiro é o evolucionismo materialista . mediante um processo natural de perfeição. que é o vir ( existência do ser humano" / criação do mundo material foi em função da criação do dominador dele" *eus colocou o homem como governador e dominador de toda a criação. o homem descende dos animais inferiores no corpo e na alma.A@B:$ 9 / CC6/DE$ *$ H$F+F ANTROPOGENIA $ livro do Gênesis.ara!so. que devem ser analisados. Teologia Sistemática . conforme nos di) o -almo H" *epois do prop#sito da gl#ria de *eus. então não houve os primeiros pais.+erdmans. que é o fundamento de todo o cristianismo" -e os animais e os homens evoluem. o /rt!fice *ivino chama o produto da -ua criação 0bom42 mas s# ap#s o homem entrar em cena ele é chamado 0muito bom4"2 Contudo. segundo a evolução materialista. . no fim de cada dia da atividade criadora de *eus.oderoso" *a criação do homem :eonard 'erduin di): 0/ntes do homem entrar em cena. 9<H9? L9N . não houve necessidade de redenção" Kesus veio ao mundo sem qualquer ra)ão" $ evolucionismo nega tudo o que L :eonard 'erduin. e o segundo é o evolucionismo te!sta . no mundo cient!fico. não trata simplesmente da cosmogonia. uma negação de toda a hist#ria. mas o seu n5mero est& decrescendo ultimamente devido ( queda de algumas das teorias anteriormente cridas. pelos primeiros evolucionistas" Conceito E'o(ucionista da Ori)em do Homem H& dois tipos de evolucionismo ainda vigentes no mundo teol#gico e cient!fico. 9<=>?. é seguro que.dentro dos c!rculos não3cristãos?.edição castelhana?" . mas também de antropogenia. Somewhat Less than God. como revelada por *eus. não houve . ignorando em parte aquilo que a narrativa da criação di) nos primeiros cap!tulos de Gênesis. a doutrina do evolucionismo que permeou até os limites do cristianismo ortodoxo" $ evolucionismo da criação do homem teve um n5mero crescente de adeptos até algumas décadas atr&s. no século passado alguns estudiosos tentaram derrubar tudo o que até então havia sido crido pela igre7a cristã" :evantou3se no seio da igre7a. especialmente na +uropa.dentro dos c!rculos cristãos?" %* E'o(ucionismo "ateria(ista H& muitas variaç%es do evolucionismo.Grand Capids: @ell. o homem" . <" M :ouis IerJhof.or isso é dito do homem como sendo a coroa da criação" $ homem é apresentado na +scritura como o capeamento ou o acabamento da empreitada criadora total do @odo3. controlado totalmente por energias inerentes"4 3 / doutrina do evolucionismo materialista é um ataque frontal (s doutrinas da +scritura" .C/. que é o livro dos começos.

que se tem tornado palat&vel a v&rios te#logos modernos" $ evolucionismo te!sta crê que h& um *eus. não um sendo o desenvolvimento ou a evolução de outro" $s evolucionistas te!stas tentam mostram que não h& qualquer contradição ou conflito entre as narrativas do Gênesis e as teorias do evolucionismo" @odavia. e deste ao homem" + esse o te!smo evolucionista deles" Conceito Criacionista da Ori)em do Homem A Unidade da Ra-a O Testemunho da Escritura: /lém da narração do texto de Gênesis. como por exemplo uma célula viva que se desenvolveu até chegar a um animal primitivo. ser um te!sta. foram originados em atos distintos e separados de *eus. mas +le deixou o que criou passar por um processo de evolução. é imposs!vel alguém ser um evolucionista e. mas então sup%e que todas as plantas subsequentes e a vida animal evolu!ram3se de uma forma mais baixa para uma mais alta. mas todas as coisas sofrem um desenvolvimento de acordo com certas leis inerentes criadas e colocadas na matéria por *eus" + uma espécie de de!smo. ensinou isto claramente quando estava instruindo os s&bios no /re#pago" Ceferindo3se ao 0*eus desconhecido4 dos helênicos. sendo todos membros da mesma &rvore geneal#gica" . mas o evolucionismo te!sta. os outros animais e os homens.9<2 9 Co 9Q"L93LL?" O Testemunho da Ciência: — /s v&rias ciências têm corroborado para mostrar a veracidade do testemunho das -antas +scrituras com respeito ( unidade da raça humana" . como aconteceu com os animais" / raça humana não constitui somente uma unidade racial. pois geração de *eus"""4 . que fe) todas as cousas que h& no mundo ./t 9="LP?. havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação4 . um Criador pessoal nas origens" *eus criou os céus e a terra. tudo é aleg#rico" $ evolucionista te!sta crê que *eus criou alguma coisa no começo. crer nas afirmaç%es do Gênesis" Como pode alguém ser um evolucionista e ainda crer na criação de *eus em seis dias. ao mesmo tempo.v"LN?" Citando provavelmente o poeta pagão /rato. o ap#stolo. di)endo: 0de um s# fe) toda raça humana para habitar sobre a face da terra.aulo di) que 0*ele também somos geração" -endo.aconteceu. portanto. ele apresentou o *eus verdadeiro como sendo o *eus criador.v"LQ? e. que é fundamental para a vida humana" $ evolucionismo nega *eus" +* E'o(ucionismo Te. então. o *eus auto3suficiente .v"LHb3L<a?" H& uma ligação org1nica entre todos os membros da raça humana" @odos procedem de uma s# rai)" H& outros textos da +scritura que indicam que a humanidade toda veio de um s# homem . mas todos os homens vêm de um s# tronco.sta $ problema do cristianismo ho7e não é somente o evolucionismo materialista. sem qualquer ato criador separado de *eus para cada espécie" + poss!vel. . os répteis. sem intervir no seu desenvolvimento" H& também uma pequena variação de evolucionismo te!sta que di) que *eus criou a terra original. mas ao mesmo tempo sustentar o desenvolvimento da vida de uma forma proto)o&ria para uma forma bem superior de vida.Gn 9"LH?. que é fonte de autoridade para os cristãos genu!nos. di) que os insetos. até chegar ( vida humana" $ problema é que a +scritura. como a +scritura afirmaO / 5nica sa!da para os evolucionistas te!stas é interpretar o Gênesis alegoricamente" Nada da narrativa do Gênesis é literal. h& outras indicaç%es de que a raça humana tenha vindo de um s# casal" +les se multiplicaram e encheram a terra . onde *eus cria e solta as espécies.aulo. mostra a unidade da raça humana. os anf!bios. os p&ssaros.Cm Q"9L.

LP3LQ?. como ensina o evolucionismo" -omos compelidos a crer segundo o que prescreve a .o "ediata ou Imediata/ / +scritura parece indicar claramente que a criação do homem não foi ex-nihilo. e que.ver L="9N? / inteligência. é essencialmente a mesma" @odos os homens. mas mediata. afetivas e emocionais. 0segundo a sua espécie4. por um processo natural de desenvolvimento. a alma. /utor e Conservador de toda vida. mas não usou nada 7& existente para cri&3la" @odas as outras partes vivas foram criaç%es mediatas. acaso por pecar um s# homem indignar3te3&s contra toda esta congregaçãoO4 . usando algo que 7& existia" -e por criação 6mediata entendemos a operação direta de *eus. e o ser humano é muito superior (s inteligências dos animais inferiores" . como a dos animais e das &rvores . por exemplo" / alma do homem foi uma criação imediata. também" /s variedades de raças dentro da raça humana apenas apontam para as diferentes regi%es onde vivem. /rmênia.Gn 9"9939L. o poder de autodeterminação. se espalharam por todas as parte da terra" O estudo da filologia comparada tem mostrado o fato da !ntima relação entre todas as divis%es da raça humana" @odas as l!nguas tiveram a sua origem num centro comum" O estudo da psicologia tem mostrado que a parte imaterial do homem. em todos os lugares.alavra de *eus. têm os mesmos apetites.o do ser 0umano com1(eto /s +scrituras negam qualquer idéia de que o homem se7a um mero produto de forças naturais não inteligentes" +las se referem ( existência do homem como um ato criativo de *eus: Nm 9N"LL T 0Fas eles se prostraram sobre os seus rostos e disseram: U *eus. então.Gn 9"LN?" *eus é o autor tanto do corpo como do esp!rito . mas *eus agiu diretamente na criação do homem. o que aponta para a origem comum deles" O estudo da fisiologia aponta para a unidade da raça humana. se7a onde for que ele viva. ela não foi imediata. o senso moral. quando di): 08açamos o homem ( nossa imagem. etc". os mesmos dese7os. então a criação do homem foi imediata. como o barro. pois *eus não somente agiu diretamente. mostram que o homem não foi derivado. nem uma criação sem ter material pré3existente" Suando *eus criou o homem. etc"?" @odos os homens vieram de uma região somente. usando os meios 7& existentes. não importa quão separadas as raças tenham estado por milhares de anos" Cria-. a partir de criaturas inferiores. mas basicamente todas as raças vem de um s# tronco original" @odos os homens têm a mesma conformação f!sica. pois *eus disse de -i para Consigo: 08açamos o homem"""42 mas se por criação 6mediata entendemos a feitura do homem sem ter qualquer material pré3existente.O estudo da história tem mostrado a veracidade da +scritura" Fuitos grandes eruditos têm crido que a civili)ação teve o seu começo nas terras mencionadas no Gênesis .região da Fesopot1mia. ao depois.Gn L"=2 Hb 9L"<2 /p LL"N?. conforme a nossa semelhança"""4 . tudo foi feito. a consciência. as mesmas inclinaç%es. L>3L9. criando3$ ( -ua imagem e semelhança" A cria-. +le usou material pré3existente" *eus tomou o p# da terra e formou o homem. IabilRnia. as mesmas capacidades mentais.

de saber que isto vem da%uilo.Distin-2es entre o Homem e os outros Animais In3eriores IerJhof di) que 0com respeito aos peixes. nem é um ser moral" P IerJhof. de ligar os fatos. *eus disse: 0 a!amos o homem a nossa pr"pria imagem.edição castelhana?" . aves. mas não tem auto3consciência" $ animal não reconhece3se a si mesmo.or que os animais não falamO . não tem nenhum conceito sobre mesmo" Kamais qualquer macaco pensaria de si mesmo: 0+u sou um macaco4. porque se isso acontecesse. a saber. mas não as pensa" -# o homem tem o poder de abstração. a diferença entre ele e os outros animais é enorme. ela pressup%e a existência de um intelecto capa) de entender o sinal" . segundo a nossa semelhan!a4#P / despeito de o homem ser considerado um animal. mas não sabe o que é a alvura" +le lembra coisas. não h& palavras" 'isto que a linguagem é sinal. p" L9Q . de uma forma t!pica pr#pria" -em d5vida. acompanhado de um sentimento de que a seq ência é necess&ria" / associação de idéias sem 7u!)o é o processo t!pico da mente animal" N" $ animal não é um ser religioso. não tem idéia para o sobrenatural. o poder de derivar idéias abstratas de coisas particulares ou da experiência" M" $ animal não tem linguagem" :inguagem é a expressão de noç%es gerais através de s!mbolos" /s palavras são s!mbolos de conceitos" $nde não h& conceitos.orque eles não têm nada a di)er" +les não possuem idéias gerais que possam ser expressas em palavras" P" $ animal não é capa) de estabelecer um 7ulgamento" Não sabe diferenciar uma cousa de outra" $ animal não sabe associar idéias e nem tem senso do rid!culo" Q" $ animal não é capa) de racioc!nio. como conseq ência da maneira especial como *eus o criou" /s enormes di$eren!as entre eles podem ser consideradas desta forma: 9" $ animal é consciente. mas somente o homem concebe" $s animais conhecem as coisas brancas. e as bestas lemos que *eus os criou segundo a sua espécie. ele deixaria de ser um macaco" Bm animal não distingue a si mesmo de suas sensaç%es" L" Bm animal percebe. o homem não foi criado desse modo e muito menos conforme o tipo de uma criatura inferior" Com respeito a ele.

estamos querendo di)er que +le possu!a tanto a capacidade de permanecer na condição em que foi criado.C/. passando a viver em estado de 0barbarismo4" Suando di)emos que /dão foi criado num estado de li'erdade. isto é. di)er o que +le di) e fa)er o que +le fa)" $ homem foi originalmente criado num estado de per$ei!&o. com o passar dos tempos e levado pela queda. de primitivismo ou de barbarismo. não foi como os livros cient!ficos di)em. podemos concluir: W que o homem foi criado na perfeição de sua nature)a" . embora se7a extremamente comum" 8oi por causa dessa anormalidade que Kesus Cristo teve que vir ao mundo" -er normal para o homem é estar em Cristo. elevados a uma condição de maior gl#ria do que aquela que /dão teve antes da queda" Contudo. ou o produto de um processo de desenvolvimento longo e gradual" . é importante ter3se em mente que essa gl#ria futura do homem é devida ( sua união com Cristo. veio a sofrer algum tipo de involução. porque nem mesmo serão expostos ao pecado.ecar era anormalidade. o redentor dos filhos de *eus" Suando di)emos que /dão foi criado num estado de maturidade. foi um exemplo de vida natural perfeita e normal . a condição de nossos primeiros pais era de perfeição natural" +stes podiam perfeitamente cumprir todas as exigências de *eus" /dão. estamos di)endo que ele não foi criado num estado de inf1ncia. mas de tal forma que também pudesse cair do estado em que foi criado. certamente. doença ou morte" Não havia nada na sua constituição que pudesse denotar fraque)a ou falha" $ estado primitivo de nossa raça.or perfeito não queremos di)er num estado de pleno desenvolvimento. /dão não teve um desenvolvimento de sua inteligência ou de outras das suas faculdades. bem poss!vel que o estado de maior excelência se7a aquele em que os homens estiverem ap#s a completação da redenção deles. estava no seu mais alto estado de excelência" . como n#s o temos" *eus fé3lo completo. não foi de barbarismo. e ainda o é.elo ensino geral das -antas +scrituras e das ciências. portanto.relativo a norma?. estamos querendo di)er que ele era perfeitamente adaptado ao fim para o qual foi criado e na esfera na qual foi designado viver" -eu corpo e alma eram perfeitamente adaptados um ao outro" /dão era perfeito na sua criação" +ra livre de qualquer corrupção ou deficiência" Não havia nada na sua nature)a que pudesse dar a idéia de fraque)a ou falha" $ estado primeiro de nossa raça.A@B:$ 66 A NATURE4A DO HO"E" / quem /dão era semelhante antes da quedaO / 5nica fonte de informação que possu!mos nesta matéria é a +scritura" Nenhuma outra fonte de informação confi&vel temos ( nossa disposição" -egundo a +scritura. sem lhe acrescentar nada posteriormente" Suando di)emos que /dão foi criado per$eito. o que exatamente *eus queria de todos os seus descendentes" / 5nica cousa anormal no .ara!so foi o pecado" . santo. por um certo tempo. como todos os outros seres humanos que vieram ao mundo" *iferentemente dos outros humanos. agindo contra a sua nature)a" /dão era livre de qualquer corrupção. maturidade e li'erdade# 6sso não quer di)er que a humanidade em /dão. antes da queda. em virtude de sua união com Cristo" -erão os homens. que se evoluiu até se tornar o homo sapiens desenvolvido como o conhecemos ho7e" *e forma algumaV *eus criou o homem perfeito que. mas perfeito no sentido de não haver qualquer .

Ne <"N?" Não h& nada que não precise da assistência providencial de *eus" Fas como uma pessoa que é. como 7& aconteceu no passado com muitas delas" + verdade que as civili)aç%es mais modernas têm tido a oportunidade de desenvolver suas potencialidades nas &reas das ciências e da filosofia. . 9<H> edition?. de estabelecer metas e de mover3se em direção (s metas estabelecidas" 6sto significa possuir liberdade W ao menos no sentido de ser capa) de fa)er suas pr#prias escolhas" $ ser humano não é um robot cu7o curso é totalmente determinado por forças externas" +le tem o poder de auto3determinar3se e de auto3dirigir3se4"= $ homem é. da qual os homens ca!ram" @em havido uma involução da raça. est&gios de progresso do barbarismo para a civili)ação. significa que eu não posso mover um dedo ou Q /nthonY HoeJema. . Q" .den" $ que existe ho7e são civili)aç%es que vão se deteriorando.falha na sua nature)a" +sta é uma matéria decisiva para os cristãos2 W que as tradiç%es de todas as naç%es falam de uma Xera douradaX. est& em harmonia com as melhores tradiç%es de naç%es antigas2 W que os mais antigos registros em escritos e monumentos têm demonstrado a existência de naç%es no mais alto grau de civili)ação em per!odos bem antigos da hist#ria humana2 / teoria de que a raça humana passou através da idade da pedra. ferro. é destitu!da de comprovado fundamento cient!fico" @em sido crença universal de que o estado original do homem é aquele que a I!blia ensina" -eu mais alto estado começou no .ogmatic Theolog-. uma criatura e uma pessoa" Como criatura é dependente totalmente de *eus. Q" N Z"G"@" -hedd. )reated in God*s +mage. 0não uma independência absoluta. 9<HN?. mas como uma criatura de *eus4" 5 $ fato de o homem ser uma criatura o torna absolutamente dependente" . portanto. portanto. que não é o caso de outra criatura não racional" 0-er uma criatura. e como pessoa possui uma independência relativa no sentido de poder tomar decis%es.Grand Capids: +erdmans. o homem tem um certo grau de independência. . não uma evolução para um estado melhor" $ estado primitivo de homem segundo a narrativa da +scritura. -hedd di): 0/ nature)a dependente da santidade finita implica que ela é criada"46 @odas as coisas criadas têm um sentido de absoluta dependência do Criador . vol" L. mas relativa" -er uma pessoa significa ser capa) de fa)er decis%es. bron)e.Nashville: @homas Nelson publishers. 9>9" = HoeJema.ara colocar de uma forma diferente. mas nunca houve um desenvolvimento na personalidade ou nas faculdades da alma humana" $ homem foi sempre o mesmo em todas as épocas" %* U" #ER DEPENDENTE E RE#PON#$5EL +sta parte trata do homem como criatura e como pessoa# -ão dois aspectos distintos e muito importantes para que compreendamos as peculiaridades da 0coroa da criação4" Como criatura o homem é dependente e como pessoa o homem é responsá(el# +sta matéria pode ser desenvolvida da seguinte maneira: *eus criou o homem ( sua pr#pria imagem e semelhança" Bma caracter!stica importante dessa criação é que o homem é uma pessoa humana 0que não existe autonomamente ou independentemente.

sendo independente dos outros movimentos da alma humana. eu os movi. portanto. =" 'er HoeJema. uma pena que poucos volumes tocam seriamente neste assunto. nesse caso. que agem instintivamente. eu as emiti" -er criatura significa que eu sou barro e que *eus é o oleiro .Gl N"=3H?4"H . quer di)er que os Ceformados negam a doutrina do livre3arb!trioO Não" / fé Ceformada não nega o livre3arb!trio" / resposta a essa pergunta depende. mesmo nos c!rculos Ceformados" Neste estudo fa)emos uma diferença entre os dois termos usados acima" $ primeiro foi uma propriedade singular de nossos primeiros pais2 o segundo é propriedade inalien&vel de todos os seres humanos" Livre Arbítrio 3 -e por livre3arb!trio entende3se a liberdade que a vontade tem. mas depende do 7ulgamento da ra)ão ou das disposiç%es afetivas que a influenciam" Bma pessoa não toma nenhuma decisão sem que se7a levada pelo crivo da ra)ão ou das emoç%es" -e por livre3arb!trio entende3se a escolha livre que a vontade fa). ou se7a. não podemos deixar de tocar no delicado assunto do livre3arb!trio" . ( lu) da +scritura" Grande desentendimento tem havido entre os estudioso desta matéria por causa da impropriedade no entendimento e no uso desses termos. assunto esse que 7& vimos no estudo da providência de *eus" Li're Ar6. mas é serva delas" /s decis%es da vontade são sempre calcadas nas disposiç%es das outras faculdades" +ntão. 0o homem é divini)ado e a soberania de *eus é comprometida"4 Neste caso a ênfase na pessoalidade faria *eus um servo do homem" +stes extremos devem ser evitados" @emos que ter uma visão equilibrada e b!blica da constituição da alma humana" +stes conceitos são muito importantes para que compreendamos o problema da responsabilidade do homem nos pecados e nos atos bons que são a expressão da santificação. importante que se faça essa distinção para que ve7amos a grande diferença que h& entre n#s e os seres irracionais. do entendimento que temos dele" / fé Ceformada afirma o livre arb!trio. em equil!brio" -e enfati)armos em excesso o fato do homem ser criatura. temos que negar esse livre3arb!trio. em detrimento do car&ter de criatura do homem. haveremos de cair num determinismo.trio 7 Li're A)8ncia Suando estudamos sobre a responsabilidade do ser humano. mas os homens. devemos negar a existência dele" / vontade. mas o entende da H HoeJema. e para que se tenha clara na mente a idéia de que dependência e liberdade não são conceitos incompat!veis entre si" $s dois conceitos estão claramente presentes na +scritura" +stas duas verdades devem ser preservadas para o correto entendimento do que se7a o homem" /lguns conceitos antropol#gicos e soteriol#gicos são distorcidos 7ustamente porque os estudiosos não distinguem corretamente o fato do homem ser criatura e pessoa" H& que se guardar ambas as idéias 7untas. N" < 'er HoeJema. independente das outras partes do alma humana. e quando as palavras são emitidas dos meus l&bios. como uma das faculdades da alma humana. da ra)ão e das afeiç%es. seriam meros ro'ots# Nesse caso o homem 0é desumani)ado4"9Suando damos ênfase exagerada na pessoalidade. onde o homem não tem qualquer participação na reali)ação da sua pr#pria hist#ria" *eus é o -enhor da hist#ria.Cm <"L9?2 ser uma pessoa significa que somos aqueles que moldamos nossas vidas pelas nossas decis%es .emitir uma palavra sem a a7uda de *eus2 -er uma pessoa significa que quando meus dedos são movidos. não é soberana ou independente das outras. subordinando sua pessoalidade. N . porque a vontade humana não controla as outras faculdades.

. pudessem escolher aquilo que era contr&rio ( sua nature)a santa" / )on$iss&o de é de . sendo para eles imposs!vel agir de modo contr&rio a ela" / livre agência. sem serem coagidos de fora. mas também foi dotado com a capacidade de fa)er alguma coisa que era contr&ria ( santidade com que foi originalmente criado" +le possuiu aquilo que ninguém ho7e mais possui. porque ele não começa nenhum ato" Fas a +scritura apresenta o homem de uma outra maneira" +le foi criado com disposição e com inclinação. com a autodeterminação da vontade deles" +les não -ão seres amorais" -empre penderão para um lado ou para outro. fa)endo o que querem e o que lhes agrada. poderia ser definida como a capacidade que todos os seres racionais têm de agir espontaneamente. 9? $s agentes livres agem espontaneamente. contudo. então. a capacidade de fa)er algo que é contr&rio ( sua nature)a moral" +le teve. nenhum homem pode ser responsabili)ado por nada do que fa). então.ogmatic Theolog-. mas mudavelmente. a caminharem para qualquer lado. e sua disposição ou inclinação est& sempre ligada ( sua condição moral" /dão foi criado não somente com a livre agência. p" 9>9" . pois esta é uma caracter!stica de um ser racional" + essencial no homem a livre3agência" -em ela o homem deixa de ser o que é: um ser racional" Homens e an7os agem de acordo com a nature)a deles.estminster tradu) essa idéia assim: 0$ homem.6[. levados a fa)er aquilo que combina com a nature)a deles" / C8Z tradu) este pensamento nestas palavras: 0*eus dotou a vontade do homem de tal liberdade. L? /dão possuiu essa capacidade de fa)er tudo o que era 7usto e santo. dependendo de como são interiormente" $s seres racionais são seres morais que agem conforme as suas disposiç%es interiores" / vontade deles não age independentemente da nature)a deles" / vontade deles é sempre inclinada a pender para um lado ou para o outro em termos morais" +la não existe num equil!brio de indiferença" /nselmo contende que 0se a vontade do homem ou de um an7o é suposta ser criada num estado de indiferença. ele o fa) mediante o seu eu interior que foi renovado pelo +sp!rito -anto" / responsabilidade dele sempre estar& diretamente ligada ( voluntariedade do seu ato" @odos os atos dele devem ser auto3inclinados e auto3determinados" $ homem possui 9> Citado por Z"G"@" -hedd.seguinte forma: é a capacidade que nossos primeiros pais tiveram. não poderia começar qualquer ato de forma alguma" +la permaneceria indiferente para sempre. mutavelmente. mas também com o livre3arb!trio. em seu estado de inocência. isto é. tinha a liberdade e o poder de querer e fa)er aquilo que é bom e agrad&vel a *eus. vol" L. com nature)a santa. com a capacidade de escolha contr&ria que nenhum de seus descendentes veio a possuir" +la foi perdida com a queda" Nesse sentido. a capacidade para uma escolha contr&ria.+sta é uma capacidade que todos os seres humanos possuem" Ninguém pode prescindir dela. de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder"4 . nossos primeiros pais foram singulares" $s seus descendentes. ele obedece ao seu ser interior pecaminoso" Suando ele fa) coisas santas e 7ustas. não mais podem agir de modo contr&rio ( sua nature)a" Fas é importante que não percamos de vista este ponto: o ser racional é sempre movido pelo seu ego# Nunca ele é movido por outra coisa que não se7a por seu pr#prio ego# Suando ele fa) coisas pecaminosas. agora. quando criados. escolheu o que era mau" Livre Agência .6[. mas que. e nunca teria qualquer inclinação"4 10-e a vontade do homem est& em indiferença moral. sem qualquer inclinação para nada. isto é. sendo. nem a isso é determinado por qualquer necessidade absoluta de sua nature)a"4 . que ele nem é forçado para o bem ou para o mal. nesse sentido. de escolherem as coisas que combinavam com a sua nature)a santa.

o homem tem que simplesmente agir de acordo com sua vontade. 1.estminster. elas são diferentes no que di) respeito ( capacidade para coisas contr&rias" / atividade superficial. de fato. p" 9>M39>P" 99 -hedd. e que ele de fato a origine4"11 . necessita agora do Fédico. o #dio que pode levar ao assassinato" Bma volição pode parar uma outra volição. com tradição /gostiniana12e Calvinista.ara fins did&ticos é bom que se distinga a inclina!&o do ato (oliti(o# -hedd fa) essa distinção que a7uda bastante: / ação central da vontade est& na pronta inclinação2 e a ação superficial em sua volição moment1nea est& num inst1ncia particular" $ #dio de um assassino é a atividade central da sua vontade2 o ato do assassinato é superficial" /mbos -ão auto3movidos. o homem teve tanto o livre arb!trio como a livre agência" *epois da queda o homem ficou somente com a livre agência. . mas sim. espontaneamente. 6[. para que ha7a responsabilidade e culpa" + ambos -ão auto3movidos" $ assassino não é forçado a odiar" +le é dese7oso no seu #dio. é acompanhado com este poder2 a atividade central. ii" .IaJer. porque ela não é sadia mais" /On 0ature and Grace.hat 2ugustine -aYs. nem propensão para pecar. por uma ação volitiva. assevera que o homem foi criado no estado de XinocênciaX" .ara ser respons&vel por seus atos.ortanto. citado por Norman Geisler. enquanto a atividade central e superficial são iguais no que di) respeito ao livre3movimento. pois perdeu tanto o dese7o quanto a capacidade de fa)er o bem. se ele houvesse sido destitu!do de sua disposição moral. mas ele não pode refrear o seu dese7o interior. o poder de agir contrariamente ( sua nature)a pecaminosa" +* U" #ER #ANTO / )on$iss&o de é de . foi criada sem qualquer falha e sem nenhum pecado2 mas aquela nature)a do homem na qual cada um é nascido de /dão. não é" $ assassino pode refrear3se no ato de matar. p" 9>Q" 9L /gostinho disse: 0/ nature)a do homem. quando criado. para o errado ou para o certo" $ homem -hedd. ou o ato volitivo. sem ser forçado de fora por ninguém" /penas ele age de acordo com as suas disposiç%es interiores" $riginalmente.responsabilidade em tudo que fa). não tinha qualquer mancha ou pecado. não é necess&rio que ha7a o poder de escolha contrária. portanto. para que ha7a responsabilidade. não é necess&rio que ele se7a capa) de re(erter sua inclinação pecaminosa" + necess&rio somente que ele se7a capa) de originar a ação. que ha7a o poder de autodetermina!&o. p" <N" 'er C8Z. 9<HL?. ou a inclinação. embora pudesse cair do estado em que foi criado" -hedd contesta que a palavra inocência se7a a melhor para explicar o estado de /dão antes da queda" Com precisão ele di) que 0santidade é mais do que inocência" Não é suficiente di)er que o homem foi criado no estado de inocência" 6sto seria verdadeiro. mas não pode reverter sua inclinação pecaminosa" . e em todos os seus dese7os morais e sentimentos2"""@odavia. porque tudo que fa) é produto das disposiç%es de sua nature)a interior" . mas uma volição não pode parar uma inclinação" Bm homem pode reverter sua volição pecaminosa. vol" L. antes da queda. que a ação se7a nascida nas inclinaç%es do ser racional" 0/ fim de responsabili)ar o pecador por uma inclinação pecaminosa. vol" L. .or inocência os padr%es de Zestminster querem di)er que o homem. isto é.

+c ="L<2 c! M"9>" 9Q 6déias tiradas de -hedd. deve ser auto3originada em cada indiv!duo" / /ntropologia @ridentina é uma mistura de . vol" L. um e outro. num ato finito ou m!nimo. percebendo que estavam nus. p" <N" 9P 'er. por apresentar um ato m!nimo. o conhecimento do mal veio" Gn M"= di): 0/briram3se. mas foi considerado como um dom merecido pelo primeiro ato de obediência da parte de /dão. apresentado por ele de acordo com sua capacidade puramente natural" 'isto que /dão podia.elagianismo crê que o homem tem a iniciativa nos atos maus. particularmente aquela orientada no final da 6dade Fédia por -cotus. o homem e sua mulher. . ela não poderia ser reconquistada por mérito ap#s a queda" / teologia 8ranciscana. . sem qualidades morais em si mesma" /través de um ato da vontade. p" <N?" Sual é a ra)ão desse posicionamento -emi3. colheram folhas de figueira.elagianismo também sustenta quase a mesma posição. estavam nus. vol" L. . pp" <=3<H" . em conson1ncia com as -agradas +scrituras" 14 . vol" L. que o .elagianismo e o -emi3.Cichard /" Fu!ler. com algumas variaç%es.elagianoO / ra)ão est& no fato de a santidade ser algo acrescido posteriormente ( criação do homem. nega o car&ter original santo do homem por sustentar a tese do donum superadditum ( nature)a constitucional do homem" $ Calvinismo.elagianismo e /gostinianismo"4 . mas positivamente santo4" *eus fe) o homem positivamente santo no seu car&ter" Nada errado poderia ter sa!do das mãos de *eus" *eus dotou os homens de 0inteligência. .elagianismo" -hedd di) que 0a posteridade de /dão é nascida como ele.elagianismo. ii" $s .ogmatic Theolog-. vol" L. e que sua perda foi a perda da capacidade original para a 7ustiça" 'isto que essa graça acrescentada não foi merecida no começo. como o .foi criado não somente negativamente inocente. contudo. sem santidade e sem pecado"4 . retidão e perfeita santidade. também merecer o dom da primeira graça .5ctionar. argumentava que o donum superadditum não era parte da constituição original do homem ou sua 7ustiça original.Nashville: @homas Nelson .elagiano assevera que a santidade. não fa)endo parte originalmente dela" / isso eles chamam 0donum superadditum4# $ que é o donum superadditum4 + um dom gracioso de *eus que foi acrescido apRs a criação. embora considere os efeitos da queda. tanto quanto nos bons" Nestes 5ltimos. 6'.-hedd. merecer o dom inicial da graça de *eus. a santidade original do homem tem dois aspectos: 9? sua percep!&o e seu conhecimento3 L? sua inclina!&o e seu sentimento#15 9? $ conhecimento tem a ver com o entendimento" / fim de que o homem se7a santo ele tem que entender e apreender as coisas de *eus" $ conhecimento que /dão e +va possu!am antes da queda era diferente daqueles que tiveram depois da queda" 6sto é provado por Gn L"Q T 0$ra.o$Latin and Gree6 T6eological Terms. ap#s a queda do homem disse em Gn M"LL: 0+is que o homem se tornou Z" G" @" -hedd.elagianos não aceitam a santidade congênita do homem" / idéia do pelagianismo era que a vontade do homem era neutra. o homem se torna bom ou mau" / neutralidade moral é caracter!stica do . os olhos de ambos2 e. e fi)eram cintas para si"4 *eus. /dão não seria capa) de resistir no estado de retidão" Na verdade não houve uma concord1ncia absoluta entre os te#logos medievais sobre se o donum superadditum fa)ia parte da nature)a original do homem" @om&s de /quino sustentava que o donum superadditum era parte da constituição original do homem. afirma categoricamente a santidade original do homem.-hedd.elagianismo não considera" $ -emi3. mas têm sido negadas em movimentos teol#gicos na hist#ria da 6gre7a. p" <N" 9M C8Z. segundo a -ua pr#pria imagem"413+stas coisas têm sido cridas pelos grupos de tradição /gostiniana e Calvinista.ublishers. como exemplo. o homem ca!do deveria. p" <N?" $ -emi3.elagianismo" $ -emi3. 9<HN?. no protestantismo assume o nome de /rminianismo. então.ara os Calvinistas em geral. igual ao pecado. ele tem a cooperação conseq ente de *eus" -hedd di) que o 0-emi3. então. através de alguns de seus defensores. mas antes da queda" $ conceito surge da dificuldade de se explicar o problema da capacidade hipotética de /dão e +va de reterem a sua 7ustiça original" -em essa graça adicional. e não possu!am nenhuma consciência de pecado" Fas quando eles se apartaram de *eus. 9<H> edition?. e não se envergonhavam4" 3 +les estavam conscientes da sua santidade.IaJer. que.

como um de n#s. +le a capacita com uma inclinação. ou uma auto3determinação"" em virtude da qual ela é uma faculdade volunt&ria" 9= +ssa inclinação era originariamente santa" $ homem não era originariamente um ser moral neutro. /dão veio a ter um conhecimento do mal. ou disposição. o seu conhecimento do mal foi imperfeito. contudo. por virtude do qual ela é uma faculdade inteligente" +ste é o conte5do do entendimento" + quando +le cria a vontade humana. p" <H" . e o pecador era ignorante da santidade" L? . o homem passou a conhecer o mal conscientemente e o bem apenas especulativa e teoricamente .or inclina!&o e sentimento. similar ao de *eus . o homem conhecia o bem conscientemente e o mal apenas especulativa e teoricamente" Nesse sentido. mas possu!a inclinaç%es que refletiam /quele que o havia criado" / inclina!&o e a disposi!&o moral com a qual o homem foi criado. pois ele o experimentou" 8oi um conhecimento do mal consciente e id7ntico ao de -atan&s. e o dever era uma inclinação""" Numa perfeita condição moral a lei e a vontade eram uma coisa s#. conhecedor do bem e do mal4" 16*eus conhece o bem conscientemente. é dada para aqueles que estão no estado de desobediência. mas para os que estão em santidade a lei e o dese7o de cumprir a lei são a mesma coisa . e foi um conhecimento completo do pecado. contudo. como o entendimento humano por criação é cognitivo" Suando *eus cria o entendimento. +le criou. o homem santo não precisa de lei do mesmo modo que os ca!dos precisam" / lei. consistiam numa harmonia perfeita de sua vontade com a lei *ivina" / concord1ncia era tão perfeita e total. porque foi conhecimento experimental e consciente" -hedd. que em /dão a consciência do conhecimento experimental da santidade implicava somente em um conhecimento inadequado e especulativo do pecado2 e o conhecimento experimental consciente do pecado implicou somente num conhecimento especulativo e inadequado da santidade" $ homem santo era ignorante do pecado. ele deve dese7ar e sentir pra)er em *eus e nas coisas divinas" Suando *eus criou a vontade no homem. através de -ua onisciência" + -eu conhecimento do bem e do mal é perfeito. vol" L. que não havia distinção entre as duas na consciência do /dão santo" / inclinação era um dever. mas o mal intuitivamente. e leis de pensamento. porque vontade e inclinação são insepar&veis" / vontade humana é por criação volunt&ria. p" <H 9= -hedd. vol" L. portanto a inclinação. vol" L. no fundo. as leis da nature)a e as forças da nature)a são idênticas"9H Na verdade. como na esfera da nature)a f!sica. porque ele não possu!a a mesma onisciência de *eus" *epois da queda. embora +le nunca tenha conhecido este 5ltimo experimentalmente" /ntes da queda. +le o capacita com idéias inatas. devemos entender a vontade e as emoç%es ou afeiç%es" / fim de que o homem se7a santo. -hedd di): /ssim parece.Gn M"=3H2 9 Co L"9P?" Com respeito ao conhecimento do pecado e da santidade no homem antes da queda e depois dela.embora *eus nunca tivesse pecado?. p" "9>>" 9H -hedd.'er 9 9N /través de -ua apostasia.

da ação do Criador" *eus a deu (s -uas criaturas racionais. porque a santidade neles é algo finito e dependente de uma ação direta. $inita porque é santidade de criatura dependente" .or essa ra)ão é uma santidade mut&vel" / santidade no homem é dependente. e uma vontade totalmente inclinada para elas" Santidade Derivada e Finita / santidade em *eus é essencial e infinita" *iferentemente de *eus.@m 9"H3<?" / santidade positiva. mas eles a perderam voluntariamente. consistia de um entendimento iluminado no conhecimento espiritual de *eus e de -uas coisas. a santidade no homem é derivada e finita" . homens e an7os. sem a qual +le não pode ser o que é" $ homem originalmente possu!a santidade. imediata do Criador" -e o Criador decide definitivamente não mantê3las em santidade. mas ele a perdeu. mas assim mesmo ele continuou sendo exatamente o que é: homem" +le não continuaria sendo homem se a santidade fosse essencial nele" . com que o homem foi capacitado na criação. deri(ada porque não fa) parte da essência do homem. em 5ltima inst1ncia. elas voluntariamente a perdem" . embora originariamente ela tenha sido dada ao homem" *eus tem santidade essencial.

nem da dicotomia . exceto uns poucos estudiosos" Base Escritur.embora muito mais textos favoreçam. p" LLQ. quando a +scritura fala do corpo.C/./dão foi criado um ser material? L" $ homem é /lma . para seus alunos no calvin -eminarY" L> IerJhof. especialmente nos c!rculos cristãos. mas é a da unidade do homem" Cada ato do homem contempla3se como sendo um ato do homem completo" Não é a alma que peca. alma e esp!rito W a tricotomia" +ste 5ltimo movimento apareceu com a influência da filosofia grega. que é a alma" / alma era considerada. por um lado. quando se relacionava com o corpo" 0/ forma mais familiar e mais crua da tricotomia é a que toma o corpo como a parte material humana. apareceu outro conceito que compunha o homem de três partes: corpo. mas o homem que peca2 não é o corpo que morre. contudo. como veremos. mas o homem que morre2 não é a alma que Cristo redime./dão foi criado um ser espiritual? M? $ homem é Coração" 9< +nsino retirado basicamente da /postila não3publicada. foi crença comum a dicotomia" Na Ceforma aconteceu o mesmo. a apresentação dicotRmica?. nos primeiros séculos da era cristã" $ pensamento dicotRmico 7& teve seus adeptos na igre7a ocidental ou latina. em /gostinho" Na 6dade Fédia.ou pneuma? se fosse considerada como imortal2 mas se fosse relacionada com o corpo.ortanto. concebeu3se o homem composto de duas partes: corpo e alma" No decorrer do desenvolvimento do pensamento cristão. como imaterial quando relacionada com o esp!rito e.stica da Nature:a Constituciona( do Homem / apresentação que a +scritura d& do homem não é a de uma tricotomia . est& falando do homem2 ou quando fala do coração. como por exemplo. que concebeu a relação entre o corpo e o esp!rito ligados entre si por meio de uma terceira subst1ncia. ela est& falando do homem2 quando fala da alma.embora ha7a dois textos que pareçam favorecer essa corrente?. mas na unidade que cada parte apresenta" @emos sempre que ver o homem como uma unidade" + assim que a I!blia o apresenta" /nalisaremos o material b!blico debaixo dos seguintes t#picos: 9" $ homem é Corpo . .edição castelhana?" L9 IerJhof.6@B:$ 666 A NATURE4A CON#TITUCIONAL DO HO"E"%9 Houve sempre dois conceitos predominantes na hist#ria da igre7a com respeito ( composição da nature)a essencial do homem: dicotomia e tricotomia" Historicamente. preparada pelo *r" 8red H" \looster. material.edição castelhana?" . por outro lado. mas o homem" $ homem é uma unidade# . ou um terceiro elemento. e o esp!rito como o elemento racional e imortal que h& no homem para relacionar3se com *eus"4 20 IerJhof ainda di): 0/ alma se apropriava do 0nous4 . p" LLQ . ela era carnal e mortal"421 $ pensamento tricotRmico encontrou apoio em v&rios pais da igre7a grega. a alma como o principio da vida animal. est& falando do homem" / concentração das +scrituras não é nas partes que comp%em o homem.

lebhabh? 6<( .lebh? a? Corpo '@ W N@ W Jardiaa 9" O HO"E" @ CORPO . que é o seu corpo.r313.? e ao p# tornar&s"4 +ste outro verso de Gênesis mostra a materialidade que o homem é" /ntes de botar a 0alma vivente4 *eus fe) o homem" Novamente posso afirmar que o autor quis mostrar a nature)a terrena do homem. pois dela foste formado: porque tu és p" . ve7amos as palavras hebraicas e gregas usadas para os termos: ./ntes da exposição destes três t#picos. quando o autor sagrado fala dessa nature)a ele não est& pensando numa parte do homem.A da terra. embora se este7a falando da parte f!sica do homem.r313. formou o -enhor *eus ao homem do p" . mas do homem na sua unidade" Gn M"9< W 0No suor do rosto comer&s o teu pão. a ênfase é no homem como uma unidade" K# MP"9Q W 0@oda a carne 7untamente expiraria.nephesh? N@ W Yuxh`n c? +sp!rito '@ W a?Ur .]apar? ^ p# r313./dão foi criado um ser material ou f!sico? a) Considere a 8n3ase so6re homem nos se)uintes te?tos= Gn L"= W 0+ntão. e o homem voltaria ao . r373B .ruah? N@ W pneu^ ma d? Coração '@ W 636<( . 7& é dito que ele é homem# Contudo.cad&ver? n N@ W s_^ma b? /lma '@ W >e1eN . não enfati)ar que ele tem um corpo" +sse corpo .nebhlah? ^ corpo . e lhe soprou nas narinas o fRlego da vida.basar? ^ carne 03(<6= . e o homem a passou a ser alma vivente"4 +sta é a primeira informação a respeito da nature)a constitucional do homem" Neste verso é3nos dito que o ser humano possui uma nature)a f!sica ou material" /ntes dele ser 0alma vivente4. até que tornes ( terra.p#? é o homem" +sse elemento de unidade não pode ser perdido de vista quando se estuda este verso" Nesses textos acima.

di) o oficiante.alavra enfrentam quando vão oficiar uma cerimRnia f5nebre" . o corpo não tem muita import1ncia" Fas não é esta a idéia que a +scritura d& do corpo.alma? de si mesmo .L Co Q?" / morte é um estado anatural para o homem" + natural para o homem sempre ser corpo" Na morte. como se a pessoa consistisse unicamente da sua alma" 0$ corpo do 8ulano4. God*s +mage in 8an.apêndice.Gn L"=?. não completam o homem"4LL $ ser humano não funciona melhor sem o corpo" $ corpo é o ve!culo adequado para a expressão da alma" +ssas duas realidades -ão o homem e o homem é essas duas LL Kames $rr.Grand Capids: +erdmans reprint.o= BO 0omem C es1iritoD mas e(e tem um cor1oE* Não seria mais pr#prio di)er que o 0homem é corpo4O / +scritura indica que o corpo representa o homem como uma unidade e também como um ser total. mas fe) o homem de elemento material" '&rios textos do N@ -ão respostas (s heresias gn#sticas. nas quais o universo material era mau" 'e7a a luta de .o corpo? é parte de si mesmo: uma parte integral de sua personalidade total.artamos do pressuposto que a pessoa que morreu se7a cristã" $ oficiante geralmente fala de 8ulano que foi estar com Cristo. nem é a prisão da alma . mas o 8ulano 7& est& no céu4. viveremos em plenitude a nossa humanidade perfeita" 0$ corpo não é para ser considerado.não o corpo?" / morte é a separação do homem de si mesmo. ou como se o homem não fosse corpo" +mbora a morte separe o homem .ortanto. não do corpo" +ssa é a grande dificuldade que muitos ministros da . que é a devida expressão da alma" + de grande import1ncia para n#s o estado de Cristo ressuscitado ser corporal.não o corpo? e quem ressuscita é o homem . 9<PH?. e corpo e a alma em separação. como 7& vimos acima" cA 5eFa as se)uintes o6ser'a-2es so6re esta doutrina= Suando a I!blia ensina que /dão foi feito 0do p# da terra4 . completo" $ corpo não é um mero acess#rio . p" LQ93QL" .aulo e Koão contra as heresias gn#sticas em Cl 9"9<2 L"<2 9 K$ 9"92 P"L2 Q"N3H" +sta é a ra)ão porque . 0vai ser enterrado. est& claramente afirmada a nature)a material do homem" *esde o principio houve uma identificação. como se o corpo não fosse o homem. departamento?. di) a respeito do anelo pr#prio do crente em assumir um outro corpo. o homem fica sem o que é muito importante nele. considerando3o como uma unidade" / verdade é que quem expira é o homem. como a prisão material.Gn 9"M9?.aulo.corpo?.p#"4 Novamente aqui a ênfase recai sobre o elemento f!sico ou material do homem. . porque seria algo anormal não querê3lo . quando haver& a completação da salvação do pecador" 6A Considere a e?1ress. não o corpo" / morte é do homem.ou espirito?" -e di)emos que o ser humano é um espirito que tem um corpo. harmonia e continuidade com este mundo" $ homem é terreno" . o corpo. quando fala da morte. todas as noç%es gn#sticas da criação material como pecaminosas. e o nosso estado final vai ser similar ao d+le" No novo céu e na nova terra. enquanto que a ressurreição é reunião do homem consigo mesmo" 6sto se dar& somente no dia final. da qual o homem deveria ficar feli) se pudesse escapar na morte" +le . devemos sempre pensar no ser humano como uma unidade" Suem morre é o homem . devem ser terminantemente re7eitadas" *eus não somente declarou a criação material 0muito boa4 . como os antigos fil#sofos pensaram dele.

ao espiritual e ao f!sico" $ sopro da vida animada mostra que o homem é mais do que corpo" $ pr#prio *eus deu vida ao corpo por soprar o esp!rito nele" +ste ato especial aponta para um caso especial" +ste soprar do esp!rito é a $onte da vida animada.isto é. /dão foi formado de um elemento tomado da terra .realidades" + verdade que a criação material foi amaldiçoada por causa do pecado. então. mas não por causa da materialidade dele . que +le 0deu4" Na morte.porque os an7os foram pecaminosos. igualmente. direto. o homem e os animais: o esp!rito do homem vai para cima.@g L"LN?" H& uma referência #bvia a Gn L"= em +c 9L"= onde se lê: 0e o p# volte a terra como o era. num pensamento pecaminosamente distorcido.Gn L"=?" $ homem pertence aos dois mundos. que o deu"4 W +st& claro que o uso que o autor de +clesiastes fe) do Gênesis refere3se ( nature)a dupla do homem" *iferentemente dos animais. sem terem qualquer forma corporal?" / materialidade humana nunca deve ser considerada . sendo sepultados na terra" +ste assunto. tem condu)ido os estudiosos (quilo que./dão foi criado um ser imaterial ou espiritual? Não podemos deixar de fa)er referência a esse aspecto tão importante da composição da nature)a humana" +ste é o outro lado da mesma moeda" /mbos os elementos.imaterial? a mais elevada" /mbas as criaç%es.e a vida humana? das outras vida animadas . o da nature)a dual do homem. e ao p# tornarão" Suem sabe que o fRlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima.9Co N"9P39Q?" /mbas as partes. LP e M> o mesmo é dito de outras criaturas vivas não humanas" $ 5nico ponto digno de nota na criação do homem é a maneira pela qual *eus fe) isso": +le soprou em /dão o esp!rito da vida" +ste ato da parte de *eus foi pessoal. portanto. de onde veio . e ambos deixam de existir como constituintes daquele animal. 7amais deve ser identificada com o mal. mas h& uma clara distinção entre os dois.+c 9L"=?.p#? e um elemento que veio diretamente de *eus.imaterial?. e retornam (s suas fontes distintas" +st& claro também que o autor de +clesiastes entendeu que a vida humana diferiu da vida animal em sua fonte e composição" +c M"L>3L9 di): 0@odos vão para o mesmo lugar2 todos procedem do p#. foram corrompidas pelo pecado e têm que ser redimidas" 8req entemente. pois a matéria não é m&" +la é criação de *eus" Corpo e esp!rito não -ão antitéticos . é separado do corpo humano na morte por causa dos aspectos singulares que ele recebeu na criação . o principio que anima é mencionado e usado para ambos os casos. material e espiritual. infeli)mente. que distinguiu a criação humana . para *eus que o deu . e o esp!rito volte a *eus. o espiritual é identificado com *eus e o material com o diabo" + bom ser lembrado que -atan&s é espiritual . enquanto que o poder animador das outras criaturas é preso aos seus corpos. tem sido chamado de dicotomia e tricotomia" / questão do n5mero dos elementos distintos que comp%e a nature)a humana é . e sem ela o homem propriamente pode ser chamado de morto . mas somente quando o esp!rito foi soprado é que /dão foi tornado 0alma vivente4" $ fato de /dão ser 0alma vivente4 não foi 5nico" +m Gn 9"L9. porque ambas vieram de *eus e vão para *eus . estes dois elementos novamente se tornam distintos. aparecem na narrativa da criação: /dão foi formado do p# da terra. o material e o imaterial.03Ga0 >e1enA conforme a sua espécie"""4?"$ esp!rito humano. de cima?. singular. e o dos animais para baixo. e a parte espiritual .Gn 9"LP W 0produ)a a terra seres viventes . opostos entre si?" Não h& necessariamente qualquer conflito entre esses dois aspectos da nature)a humana" L" O HO"E" @ AL"A . tanto os elementos da nature)a como o corpo humano. enquanto que a 0alma4 do animal desce para a terra. para a terraO4 W /qui. -ão igualmente boas e igualmente importantes.ele veio diretamente de *eus.como infeli)mente alguns o fa)em? a parte mais baixa da nature)a humana. e que sua esfera de ação é no mundo material" / materialidade humana.

ap#s a queda com respeito ( maldição? W 0"""tu és p" e ao p# tornar&s"4 LM Kames *ennY. s# h& dois elementos" +m adição a Gn L"=. contudo. por isso que neste estudo preferiremos o termo duplo ou d9plex. é ensinado que o todo . Studies in Theolog-.unidade? do homem sofrendo e não apenas o corpo ou a alma" / afirmação XalmaX e XcorpoX mostra que a nature)a humana é d5plex . ao nos referirmos ( nature)a humana.%A O 5T #UGERE U"A DI#TIN !O CORPOJAL"A . mostra que sua tricotomia o levou a um ponto insustent&vel biblicamente" No aconselhamento ele di) que o corpo deve ser tratado pelo médico. como os termos dicotomia e tricotomia claramente indicam" A Unidade do Homem / 7n$ase das +scrituras. . na separação da morte. e a I!blia trata com ele como tal"4LM . por causa das diferenças pr&ticas que resultam em problemas sérios. mas a ênfase é sobre a unidade# /lém disso. examine Ft 9>"LH" Nesse verso de Fateus. dependendo da posição que se toma" $ psic#logo cristão ClYde Narramore. é sobre a unidade desses elementos" $ homem não é o que é sem o corpo. por exemplo.a totalidade? do homem sofre no inferno" / verdadeira ênfase é sobre a totalidade . não uma 7unção de duas partes separadas ou mesmo faculdades separadas. mas o foco tem sido o da separação. mas o corpo da alma2 a alma não é uma alma. o esp5rito pelo pastor. e a alma pelo psic#logo" + estranha tal separação na +scritura" / +scritura não permite a visão triplex /tr5plice: do homem" Suando h& separação é s# por causa da morte. um ser que vive" Gn M"9< W .E#PIRITOAD Contudo.ve7a outro exemplo em 9 Co ="MPb?" 'e7amos este ensino de maneira sistem&tica: AA A E#CRITURA HRE&IENTE"ENTE DI#TINGUE ENTRE CORPOJ AL"A EKOU CORPOJE#PÍRITO* . mas a alma do corpo2 na nossa consciência do ]eu] os dois são um"""$ homem é uma unidade. ao invés da idéia tradicional da dicotomia" $s termos duplo ou d5plex enfati)am a unidade dos elementos. esta distinção s# entrou em uso mais tarde.Grand Capids: Ialcer repriflt. 9<N=?. p" =N" . antes que sua separação" $ n5mero desses elementos que comp%e a nature)a humana é importante.muito importante. um con7unto harmonioso W o homem. e nem pode ser o que é sem a alma" 0Corpo e alma existem somente em e um para o outro2 o corpo não é um corpo. debaixo da filosofia grega" / idéia é de que as duas partes formam uma unidade.

Yuxh`n? temei. mas o intento de *eus é tratar o ser humano como uma unidade" $ particular é tomado como sendo a totalidade" +c 9L"= W 0e o p" . que o deu"4 +ste verso 7& mostra o homem com uma composição d5plex.aulo é falar da unidade.orque.aulo é tratar da capacidade perscrutadora do esp!rito humano. o intento de . senão o seu pr#prio esp5rito que nele . o texto nos ensina sobre a composição dual da nature)a humana" . quando *eus exerce o seu poder ele pode fa)er perecer tanto o aspecto f!sico como o aspecto espiritual do homem" / idéia de morte ai é de separação. e o sopro do @odo3. que é chamada de 0homem4" Contudo. a parte imaterial. o texto mostra essa distinção entre as duas partes constituintes da nature)a humana" + exatamente essa mesma idéia que @iago mostra no verso a seguir: @g L"LN W 0. antes. mostrando a sua origem" /mbas as partes.oderoso o fa) entendido"4 Neste verso de K# a ênfase cai sobre a parte material . pois o corpo fica inerte sem a presença da alma" Contudo.oderoso me d& vida"4 .K# MM"P? T 0$ +sp!rito de *eus me fe): e o sopro do @odo3. aquele que pode fa)er perecer no inferno tanto a alma como o corpo#4 Kesus Cristo est& ensinando neste verso sobre o poder de *eus em contraste com o poder dos homens" $bviamente. embora os dois elementos apareçam claramente nesse verso" Certamente o prop#sito de . o esp!rito./ ênfase neste verso cai na parte f!sica. mas deixa evidente a composição dual da nature)a humana" Ft 9>"LH T 0Não temais os que matam o corpo .corpo?.corpo?. assim também a fé sem as obras é morta"4 Fesmo embora ele este7a falando da morte do corpo . ele usa o linguagem comum das pessoas quando fala da morte do corpo.soma? e não podem matar a alma . 3 corpo? volte ( terra. material e imaterial vieram de *eus" K# ML"H T 0Na verdade h& um esp5rito no homem .que é a separação do homem de si mesmo?. este verso trata da composição d5plex da nature)a humana.E#PIRITOA= 9 Co L"99 T 0. com o era. e o esp5rito .ortanto.corpo? est&O4 / mesma ênfase dada no '@ est& agora no N@" / parte enfati)ada aqui é o corpo porque ela é chamada de 0homem4 e que 0 nele4 est& o esp5rito# Contudo.orque qual dos homens sabe as cousas do homem. foi colocado no homem por *eus" . não de extinção" $ mesmo acontece se fala da morte do corpo: é a separação dele da alma W por isso o homem fica sem vida" -em entrar mais do mérito desta questão.a?Ur? volte a *eus. assim como o corpo sem esp5rito é morto. do mesmo autor: .r313.+A O NT TA"B@" #UGERE A DI#TIN !O CORPOJAL"A . embora dê mais força ao aspecto material" / mesma ênfase vem neste verso seguinte.

aulo.pneuamato7? aperfeiçoando a nossa santidade no amor de *eus"4 +ste verso de . e penetra até o ponto de dividir alma e esp5rito . pois.Yuxh^7 Jai` pneuamato7?. purifiquemo3nos de toda impure)a.sarJo`7? como do esp5rito . por que não podemos fa)erO4 3 $ fato é que o pensamento grego não est& di)endo realmente isso" $ problema não é de tradução" $ texto grego não di) que a alma é separada do esp!rito.alavra de *eus. de dois gumes. ensina sobre a fraque)a da nature)a humana" + prov&vel que esp!rito este7a ligado com uma nova nature)a e que carne significa as fraque)as de nosso ser" -e7a como for. e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. est& pronto. ou que as 7untas podem ser separadas das medulas" /o contr&rio. tanto da carne . mas a carne é fraca"4 Kesus ensina sobre o dever de orar e vigiar e. h& duas passagens que parecem contradi)er a idéia da apresentação da composição dual da nature)a humana" -ão os dois 5nicos textos usados pelos chamados tricotomistas: 9 Co Q"LM e Hb P"9L" / pergunta levantada é esta: 0Não ensinam estes dois textos sobre a separação de alma e esp!rito. ao fa)ê3lo. a idéia da composição d5plex não deve ser deixada de lado. 7untas e medulas" *i) o tricotomista: 0-e a I!blia afirma a possibilidade de separar alma de esp!rito.9 Co ="MP W 0"" @ambém a mulher. e apta para discernir os pensamentos e os prop#sitos do coração"4 / . é como uma espada aguda. # amados.alavra de *eus divide o . mesmo neste texto que pode ter dupla interpretação" BA A E#CRITURA PARECED AO "E#"O TE"POD DI#TINGUIR O# TER"O# AL"A E E#PÍRITO* -em d5vida. em qualquer estado civil que possa estar. para ser santo.aulo aos Cor!ntios e muit!ssimo claro quanto ( obra santificadora do -enhor que é feita na totalidade do homem. também ela é um dever do homem que deve ser puro tanto na sua nature)a f!sica quanto na sua nature)a espiritual" Ft LN"P9 W 0bo esp5rito. o que é dito é que a . 7untas e medulas. isto é. deve produ)ir uma vida que evidencie a santidade cristã na totalidade do seu ser: no material e no espiritual" L Co ="9 W 0@endo. o que indica uma tr!plice concepção do homemO4 / resposta é enfaticamente. tanto a vi5va quanto a virgem. que penetra bem fundo. na verdade. cuida das cousas do -enhor. ao ponto de dividir alma e esp!rito. 0não4VVV aA 5eFamosD 1rimeiroD H6 L*%+ 0.orque a palavra de *eus é viva e efica). assim no corpo como no esp5rito#4 / pure)a de uma mulher. a +scritura. segundo . na sua parte material como na imaterial" *eus reali)a a obra da redenção" /ssim como a santificação é uma obra de *eus. tais promessas.

formando três partes. est& sobre a totalidade do homem" . est& usando paralelismos. abrangentemente. alma e corpo. vê3la ( lu) de seu prop#sito e não daquilo que queremos que o texto diga" CA A E#CRITURA U#AD HRE&IENTE"ENTED O# TER"O# AL"A E E#PIRITO INDI#TINTA"ENTE . assim esp!rito e alma -ão mencionados para mostrar que nenhum aspecto do interior do homem está além do poder penetrante da pala(ra de . força e entendimento" 'ocê acresceria essas partes mencionadas ( composição do homemO Naturalmente que nãoV / +scritura usa freq entemente dois. alma e esp!rito" $bserve que h& duas categorias b&sicas aqui: material .esp!rito e também a alma. o suficiente para discernir no ser mais interior do homem. indistintamente Ouando a re3er8ncia C a uma a? Nos texto abaixo as pessoas desincorporadas -ão chamadas de esp5rito: @odas as pessoas que morrem.almaaesp!rito?.7untas e medulas? e imaterial .aulo est& somando ao corpo a alma e o esp!rito. isto é. nem como podemos dividi3la" /ntes. o que você faria com os seguintes textos: Ft LL"M=2 Fc 9L"M>2 :c 9>"L=O +stes textos falam de alma.%A Alma e espírito s. não tr!plice da nature)a humana" +sse paralelismo também se evidencia na idéia b&sica do texto de que a . utili)ando3se de sinRnimos para reforçar a idéia da nature)a tanto material como espiritual do homem" +le fala de 0alma4 e 0esp!rito4 e de 07untas4 e 0medulas4. de mentalidade hebraica. assim como as 7untas e as medulas" $s escritor. se7am conservados !ntegros e irrepreens!veis na vinda de nosso -enhor Kesus Cristo"4 Novamente a ênfase do texto não est& sobre o n5mero dos elementos que comp%e a nature)a humana. alma e esp!rito?.completamente?2 e o vosso ser total . se7a conservado integro e irrepreens!vel na vinda de nosso -enhor Kesus Cristo"4 . da seguinte maneira: 0$ mesmo *eus vos santifique em tudo . coração.corpo. onde o autor usa duas idéias similares 3 os seus pensamentos e prop"sitos .eus# 6A 5eFamos a)ora % Ts M*+N 0$ mesmo *eus vos santifique em tudo2 e o vosso esp5rito. que têm a sua nature)a material separada da .oder!amos tradu)ir este verso.o usados pessoa desincorporada.aulo aqui não est& dividindo. a fim de expressar o aspecto total do intelecto. mas -ão colocados 7untos. que é o coração.alavra de *eus penetra profundamente. mostrando a composição dual.vv" 9Lc e 9M?" $ quadro aqui fala em dividir as 7untas. medulas. não três" +xatamente como os 0pensamentos e prop#sitos4 do coração não podem ser divididos. para enfati)ar a idéia de totalidade# E necess&rio que observemos o sentido da passagem ( lu) de toda a verdade. mas crê que . três ou até quatro termos sobre a nature)a imaterial do homem. mas unindo" -e você não se conforma com essa argumentação.

ao :ogos" .Yuxhan? na morte. morte significa separação" $ que o escritor b!blico profeticamente di) é que o -enhor *eus não haveria de deixar a alma humana do Cedentor no estado de morte. que 7& morreram com Cristo. -ão chamados de 0esp5ritos4" b? Nos textos abaixo uma pessoa desincorporada também é descrita na +scritura como alma: +sta observação cabe tanto aos homens comuns como ao Cedentor deles" /t L"L= W 0. estando desincorporado. ele foi chamado de 0alma4. e a *eus. o Cedentor é vere *eus e vere homo.erceba que o texto fala da morte da alma" $ra. recebe o meu esp5rito . até que ele ressurgiu ao terceiro dia" Nesse per!odo essa pessoa desincorporada era um esp!rito" /t ="Q< W 0+ apedre7avam a +stevão que invocava e di)ia: -enhor Kesus. Kesus clamou em alta vo): . e aos esp5ritos dos <ustos .orque não deixar&s a minha alma .ortanto. seu corpo ficou inerte porque foi separado do seu esp!rito" +ssa parte. expirou"4 *esde a encarnação. e o esp5rito volte a *eus que o deu"4 @anto os homens comuns como o -alvador deles provaram a mesma experiência: :c LM"PN W 0+ntão. possuindo as duas nature)as W a divina e a humana" Como homem. -ão consideradas como 0esp!ritos4" Na morte de qualquer ser humano. ]apar? volte ( terra. nas tuas mãos entrego o meu esp5rito.pneuamasi diJaia_n? aperfeiçoados"4 @odos aqueles que fa)em parte dos remidos. o 7ui) de todos. +. isto é. Kesus possu!a o seu corpo que foi sepultado. nem permitir&s que o teu santo ve7a corrupção"4 Como humano que também era. seu corpo foi para a sepultura e o seu esp!rito .sua nature)a imaterial. estão na presença de *eus go)ando de suas delicias.que não é o +sp!rito -anto? voltou para *eus. dito isto. que é a mesma coisa que 0esp!rito4" /p N"< W 0"""vi as almas .Yuxa`7? daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de *eus"4 . sendo 07ustos e aperfeiçoados4. que veio diretamente de *eus. voltou para *eus onde go)a da alegria até que a redenção se complete" Fas é o esp!rito de +stevão que est& com *eus" Hb 9L"LM W 0b e igre7a dos primogênitos arrolados no céus.ai. separado de sua alma até o terceiro dia" . ele possu!a os dois aspectos da nature)a humana W o material e o espiritual" Suando o Cedentor morreu.pneu^maa mou?"4 Suem morreu apedre7ado foi +stevão. como o era. quando houve a morte do Cedentor. aplica3se a velha m&xima de s&bio -alomão em +c ="9L3 0+ o p# . no estado de separação do seu corpo" Nem o seu corpo haveria de experimentar corrupção" / ra)ão dessa incorrupção f!sica e da alma não poder ficar par sempre no estado de morte é que ambos os aspectos da nature)a humana do Cedentor estavam indissoluvelmente ligadas ( sua nature)a divina.

como esses termos -ão usados indistintamente.Yuxha mou? est& profundamente triste até a morte"""4 Fc H"9L W .No Getsêmani? T 0+ntão lhes disse: a minha alma . somente a alma deveria ser a portadora dessa ang5stia" Contudo.pneuamati?"4 +sses dois textos acima falam de uma situação de sofrimento angustiante de nosso Cedentor" *e acordo com o ensino geral dos tricotomistas. porém.pneuamati au?tou^? um gemido. auto3consciente. porque as duas palavras -ão indicativas da mesma coisa W a nature)a imaterial do homem" .o* +sta argumentação que se segue destr#i qualquer possibilidade de alguém reivindicar a tese tricotomista" / +scritura é a intérprete de si pr#pria" +la mesma d& as respostas (s nossas inquiriç%es" .ap#s lavar os pés dos disc!pulos? T 0*itas estas cousas. e nestes textos h& o motivo de suas mortes.o e de de'o-./p L>"P W 0vi ainda as almas .a? / *or fa) alusão tanto ( alma como ao esp!rito: isto est& claro nos ensinamentos sobre a pessoa de Kesus Cristo: +ste ponto pode e deve tanto ser aplicado aos homens comuns como ao Cedentor deles" 'e7amos primeiro sobre Kesus: Ko 9L"L= W 0/gora est& angustiada a minha alma . e que direi euO"""4 Ko 9M"L9 W . e disse: por que pede esta geração um sinalO"""4 $ mesmo caso se aplica nestes dois textos acima" / emoção chamada 0triste)a4 que normalmente é atribu!da pelos tricotomistas ( alma. deve se ter em mente que o escritor b!blico tem como meta falar de pessoas em sua unidade. arrancou do intimo do seu esp5rito .o usados indistintamente Ouando a re3er8ncia C a e?1ress2es de emo-. angustiou3se Kesus em esp5rito . o que eq ivale a 0esp!ritos4" $bs": a? Note que a +scritura apresenta a pessoa desincorporada como esp!rito que é. eles -ão separados de si mesmos" $ f!sico deles repousam na sepultura e esp!rito deles vai estar com *eus" No entanto. quando desincorporados eles -ão chamados de 0almas4.quando os fariseus pediram um sinal? T 0Kesus. tratando da mesma nature)a espiritual do homem. cRnscio de sua identidade pessoal: :c LM"PM2 :c 9N"9<3M92 8p 9"LL3LM2 L Co Q"939> .Yuxha?.+A Alma e espírito s. é dito também que o esp!rito estava angustiado" Ft LN"MH W . não somente uma das partes delas" . a +scritura atribu! ao esp!rito.especialmente vv"N3H?" b? quando se fala de almas ou esp5ritos das pessoas desincorporadas.Yuxa`7? dos decapitados por causa do testemunho de Kesus"""4 +sses dois textos acima falam da situação dos remidos do Cedentor" Suando eles morrem.

do *eus vivo"""4 W @odos os verdadeiros cristãos adoram a *eus com todos os anelos de sua alma" +les poderiam perfeitamente usar duas outras palavras para expressar a mesma idéia" +les poderia di)er que suspiram pelo -enhor com todo o seu coração ou com todo o seu esp!rito" -ão termos usados indistintamente para expressar o mesmo sentimento de adoração num dese7o ardente por *eus" . pois é essa sensação dolorida que o pecado causa na vida dos redimidos" 'e7a3se ainda -l =="M2 9PL"M2 9PM"= 3 aplicando a dor ou a triste)a ao esp!rito" .$bs": note que o uso que Farcos fa) de esp!rito é menos intenso do que na situação de Fateus.Yuxh`n diJaiana?. por causa das obras in!quas daqueles"4 @anto .orque este 7usto.Pi>=1an? tem sede de *eus. e o meu esp!rito . se refere ao corpo . a adoração cristã. suspira a minha alma" / minha alma .b? /legria /ção de Graças estão relacionadas tanto ( alma como ao esp!rito: $ escritor sacro narra uma ocasião quando Faria deixa os tricotomistas numa situação muito embaraçosa..aulo os esperava em /tenas. mas pentatomistas. ao contemplar o mal.Yuxha mou? engrandece ao -enhor.c? /doração e *evoção -ão também atribu!dos a ambos: alma e esp!rito" $s textos abaixo criam uma dificuldade enorme para aqueles que possuem uma mentalidade tricotomista.-obre :# em -odoma? T 0.aulo como :#. é atribu!do ao esp!rito W 0o meu esp5rito exulta em *eus meu salvador4" + o que é pr#prio do esp!rito. por ti. não h& uso indevido" $ que acontece é que não h& nenhuma autori)ação nas +scrituras para considerarmos essas duas palavras W alma e esp!rito W como elementos distintos na composição da nature)a humana" Na adoração dos crentes comuns é muito usada a expressão do -almista no -l PL"93L W 0Como a corça suspira pelas correntes das &guas.or que Faria fa) esse uso 0indevido4 dessas palavrasO $bviamente. o seu esp5rito .pneu^maa mou? exulta em *eus meu salvador"4 -egundo a teoria geral dos tricotomistas. pois eram 7ustos. é atribu!do a alma W 0a minha alma engrandece ao -enhor4" . pois o verso abaixo fala de cinco partes" Bma dela obviamente.ou 0esp!rito43 pois essas duas palavras -ão usadas indistintamente? deles. atormentava a sua alma <usta . pelo que ouvia e via quando habitava entre eles. di): :c 9"PN3P=3 0+ntão disse Faria: a minha alma . o que é pr#prio da alma é o sentimento. a dor é atribu!da tanto a alma como ao esp!rito" /t 9="9N W 0+nquanto .e L"H W . num reflexo da imagem de *eus que 7& havia sido restaurada neles. # *eus. pois se a regra for aplicada literalmente. pois ela inverte a ordem estabelecida por eles na distribuição dos elementos distintos na nature)a não material do homem" 'e7a o que Faria.pneu^ma au?tou^? se revoltava em face da idolatria reinante na cidade"4 L . cada dia. sentiram dor que lhes atormentava a 0alma4 .0toda a tua força4?" /s quatro restantes di)em respeito (s partes imateriais do homem que deveriam ser consideradas distintas se . assim. os tricotomistas não mais poderiam ser tricotomistas. a mãe do Cedentor. quando este usa a palavra alma" 6sto é uma grande dificuldade para quem pensa tricotom!sticamente?" @ambém no caso dos homens comuns.

mas do mesmo elemento" . perceba que o lugar dos exerc!cios espirituais de um homem regenerado est&. em comunhão com *eus ou em separação de *eus. segundo o entendimento tricotomistas é o esp!rito do homem" Contudo. se7a em vida ou em morte. LL2 9>P"9.NA A(ma e es1. força $bs": Bma observação que não pode deixar de ser feita é esta: / parte mais importante no nosso culto a *eus e na expressão de nosso amor a *eus.aulo. porque ambos os termos significam a mesma coisa W o aspecto imaterial do ser humano" + importante ser observado que é a alma que tem anelos de *eus em v&rios textos da +scritura . obviamente. no tocante a v#s outros. força *t N"Q 3 coração.fRssemos aplicar a tese tricotomista" 'e7a o texto: Fc 9L"M> 3 . não servindo ( vista.dianoiaa7 sou?. que estais firmes em um s# esp!rito . Q.Yuxh^7 sou?. H2 HP"L2 HN"P2 9M>"Q3N2 9PM"N2 6s LN"<"?" $bserve3se ainda que é a alma que é devota a *eus .rito s.Yuxv^?.-l PL"93L2 NL"9. adoração. alegria. est& usando um paralelismo hebraico" 8p 9"L= W 0'ivei. fa)endo de coração . MQ2 9>H"92 99<"9=Q2 9PM"H?" . ou estando ausente.i?sxuao7 sou?" $bserve os outros textos paralelos: Fc 9L"M> 3 coração. servos. tanto na alma como no esp!rito" Nenhum exerc!cio espiritual da alma deve deixar de ser atribu!do ao esp!rito. é dita pertencer ( alma ou ao esp!rito" $s dois textos paralelos abaixo demonstram que a existência em morte pertence ( alma" . na sinceridade do vosso coração . L.erceba no verso abaixo que o que é dito de um /esp5rito: é dito do outro /alma: no que respeita ao esforço do cristão em preservar o corpo de doutrinas que ele recebe. força Ft LL"M= 3 coração. o -enhor teu *eus de todo o teu coração . lutando 7untos pela fé evangélica"4 +f N"Q3N W 0Suanto a v#s outros. ouça. obedecei a vossos senhores. e de toda a tua força .Jardiaa7 sou?.e?J Yuxh^7? a vontade de *eus"4 Note: de todas as referências ( dor. alma. isto é. entendimento. alma.-99>M"9.Jardiaa7 u.pergunta sobre o l"c grande mandamento? T 0/mar&s. com uma alma . como para agradar a homens. mas como servos de Cristo. pois. para que. que aqui é chamado de 0fé evangélica4" 6sto é assim porque não se trata de elementos distintos. por modo digno do evangelho de Cristo. alma.pneuamati?. entendimento. a ausência de esp!rito nestes textos é um problema sério para o tricotomista" . acima de tudo. de todo o teu entendimento .o usados indistintamente 1ara descre'er o o6Feto da o6ra redentora e santi3icadora de Cristo* (a) Suem vai para o céu ou para o inferno é a alma ou o esp!rito" / existência humana no futuro. entendimento. de toda a tua alma . segundo a carne com temor e tremor. :c 9>"L= 3 coração.m_^n? como a Cristo. ou indo ver3vos. alma.

esta noite te pedirão a tua alma .u.m_^n?"4 Hb 9>"M< W 0N#s. despo7ando3vos de toda impure)a e ac5mulo de maldade. # amados. tanto da sua parte material como da imaterial" +screvendo aos Cor!ntios.e 9"< W 0$btendo o fim da vossa fé. a sal(a!&o das vossas almas . a +scritura usa o termo alma como equivalente a esp!rito" :c L9"9< W 0+ na perseverança que ganhareis as vossas almas . como nos textos anteriores" /t ="Q< W 0+ apedre7avam a +stevão que invocava e di)ia: -enhor Kesus. da fé para a conser(a!ao da alma .ois que aproveitaria o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma . purifiquemo3nos de .aulo deixa bem claro esta verdade" / parte material ele chama de 0carne4 e a parte imaterial ele chama de 0esp!rito4" +stes são os 5nicos dois elementos que comp%em a nature)a humana" L Co ="9 W 0@endo.sapJoa7?. a qual é poderosa para sal(ar as vossas almas . .ou esp!rito?" / salvação é alguma coisa que 7& aconteceu no passado. porém.ortanto.Yuxh`n au?tou^? e cobrir& multidão de pecados"4 9 .cf" Fc H"MN? :c 9L"L> W 0Fas *eus lhe disse: :ouco. acolhei com mansidão a palavra em v#s implantada. quem vai para o céu é o esp!rito.Yuxa`7 u. pois.Ft 9N"LN W 0.peripoiahsin Yuxh^7?"4 @g 9"L9 W 0. para quem ser&O4 Nos textos abaixo é dito que a existência em vida dos cristãos pertence ( alma" + curioso que. na concepção tricotomista.Yuxh^7 au?tou^?O4 . a palavra usada aqui é 0esp!rito4 não 0alma4. tais promessas. ele morrer& na sua iniquidade.pneu^ma s_qv^? se7a salvo no dia do -enhor"4 (b) / -antificação é da alma .Yuxh`n?O $u o que dar& o homem em troca de sua alma .pneu^maa mou?"4 9 Co Q"Q W 0""" se7a entregue a -atan&s para a destruição da carne . a fim de que o esp5rito . e o que tens preparado. não somos dos que retrocedem para a perdição2 somos. recebe o meu esp5rito .m_^n s_thriana Yux_^n?"4 +) M"9< W 0Fas. mas tu salvaste a tua alma . entretanto.Yuxa`7 u. sal(ará a alma dele . não a alma" No entanto.m_^n?"4 @g Q"L> W 0-abei que aquele que converte o pecador do seu caminho errado. se avisares o perverso. e ele não se converter da sua maldade e do seu caminho perverso. mas ainda é uma realidade presente" *eus continua ainda a nos salvar" / isto a +scritura chama 0santificação4" $ processo da santificação acontece com a totalidade do seu humano.Yuxhan?.V:d:pan??"4 Nos dois textos abaixo é mostrado que um cristão que morre vai para a vida com Kesus" No entanto.

por estas disposiç%es tuas vivem os homens. mas na unidade dela" .edro. # minha alma ao -enhor. nem carne abomin&vel entrou na minha boca"4 6s MH"9N39= W 0-enhor.e L"99 W 0/mados. restaura3me a sa5de. e que n#s operamos mediante nossa obediência ( verdade" 9 . e fa)e3me viver" +is que foi para a minha pa) que tive eu grande amargura2 tu.Yid:pan? não foi contaminada. não para a alma" Contudo. como do esp5rito .ortanto. tendo em vista o amor fraternal não fingido. restaura3me a sa5de. a +scritura di) em v&rios lugares que a alma humana é ob7eto da compaixão perdoadora de *eus" -l P9"P W 0*isse eu: compadece3te de mim. porém. pois são termos usados indistintamente" +) P"9P W 0+ntão.Yuxa`7? pela vossa obediência ( verdade.e 9"LL W 0@endo purificado as vossas almas . a vos absterdes das paix%es carnais que fa)em guerra contra a alma .YixBr?2 portanto. nunca comi animal morto de si mesmo nem dilacerado por feras. pois desde a minha mocidade até agora. e inteiramente delas depende o meu esp!rito . e inteiramente delas depende o meu esp!rito . muito importante que se leve em conta que. ardentemente"4 9 . no entanto usa.Yid:pan? e a livraste da cova da corrupção porque lançaste para tr&s de ti todos os meus pecados"4 . nos textos abaixo.erdão de *eus é para a /lma Na concepção tricotomista.toda impure)a. amai3vos de coração uns aos outros. e não te esqueças de nenhum s# de seus benef!cios" +le é quem perdoa todas as tuas iniquidades"4 $bserve: . o perdão de *eus deveria ser para o esp!rito humano. -enhor2 sara a minha alma. é salutar pensar que *eus . porém. quando a +scritura se refere ao perdão da alma.pneuamato7? aperfeiçoando a nossa santidade no temor de *eus"4 .YixBr?2 portanto. e fa)e3me viver" +is que foi para a minha pa) que tive eu grande amargura2 tu.sarJo`7?. porque pequei contra ti"4 -99>L"L3M W 0Iendi)e. a ênfase não est& na divisão da pessoa. amas a minha alma .Yid:pan? e a livraste da cova da corrupção porque lançaste para tr&s de ti todos os meus pecados"4 $ ensino dos profetas do /ntigo @estamento não é diferente dos escritores do Novo @estamento" / contaminação da 0alma4 torna necess&ria a purificação dela" *a mesma forma a sa5de do 0esp!rito4 do homem depende da obra santificadora de *eus" /nalise com propriedade estes dois textos abaixo e verifique que alma ou esp!rito -ão o locus da obra santificadora de *eus. ao fato dela ir para o céu. a palavra 0alma4 como sendo o locus da santificação que *eus opera em n#s. amas a minha alma . exorto3vos como peregrinos e forasteiros que sois.Yuxh^7?"4 6s MH"9N39= W 0-enhor.c? $ . tanto da carne . por estas disposiç%es tuas vivem os homens. disse eu: /hV -enhor *eusV eis que a minha alma .

vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura. porque dele procedem as fontes da vida"4 9L"LQ W 0/ ansiedade no cora!&o do homem o abate.L? Ceferências a coração no uso de Kesus Cristo Ft Q"H W 0Iem aventurados os limpos de coração. adultérios.9? Ceferência a 0coração4 no :ivro de . tanto quanto (s variaç%es no uso com respeito ( alma e esp!rito" +ntretanto.v" 9Q?" . e da sua alegria não participar& o estranho"4 9P"9M W 0/té no riso tem dor o cora!&o. blasfêmias"4 Ft LL"M= W 0Cespondeu3lhes Kesus: /mar&s o -enhor teu *eus de todo o teu cora!&o. furtos. e não apenas o lado imaterial dela2 que é a pessoa que vai para o céu. tendo ouvido de bom e reto cora!&o. de toda a tua alma. e não te estribes no teu pr#prio entendimento"4 P"LM W 0-obretudo o que se deve guardar. no cora!&o 7& adulterou com ela"4 Ft 9Q"9< W 0. homic!dios.rovérbios é abundantemente rico no uso do termo 0coração4 especialmente quando fala que ele é a sede da personalidade humana" . não implica que não possa haver outro sentido do seu uso em outros contextos2 o mesmo acontece com carne e corpo# N* O HO"E" @ CORA !O Numa tentativa de compreender a doutrina b!blica do homem. não um pedaço dela" +xplicação: $ fato de que a +scritura usa alma e esp5rito indistintamente em muitos contextos.ar&bola do -emeador? 0/ que caiu na boa terra são os que.v L"9> W 0. prostituição. a +scritura também apresenta o homem como coração" +ste termo enfoca a unidade da nature)a b&sica do homem" AA A ABRANGQNCIA DO #IGNIHICADO DO TER"O BCORAÇ O! NA E#CRITURA= $ livro de . porque verão a *eus"4 Ft Q"LH W 0+u.orque do cora!&o procedem maus des!gnios.perdoa a pessoa. e o conhecimento ser& agrad&vel ( tua alma#4 M"Q W 0Confia no -enhor de todo o teu cora!&o. atenção foi dada (s referências ao corpo. guarda o teu cora!&o.rovérbios .9Q2 9<"M2 LM"9=" . o esp5rito se abate"4 'er também: 9Q"9P2 9Q"M>2 9N"Q2 9H"9L.orquanto a sabedoria entrar& no teu cora!&o.. mas com a triste)a do cora!&o. mas a boa palavra o alegra"4 9P"9> W 0$ cora!&o conhece a sua pr#pria amargura. e de todo o teu entendimento"4 :c H"9939Q W . e o fim da alegria é a triste)a"4 9P"9P W 0$ infiel de cora!&o dos seus pr#prios caminhos se farta"""4 9Q"9M W 0$ cora!&o alegre aformoseia o rosto. como sinRnimos b&sicos em tais contextos. falsos testemunhos. porém. retém a palavra2 estes frutificam com perseverança"4 .

porque eu mesmo dese7aria ser an&tema. mas as coisas da pr#pria alma . procedem maus des5gnios.aulo H" Zheeler Cobinson. e entrar algum incrédulo ou indouto.ersonalidade. homic!dios. nem olhos para ver. nem entendam com o cora!&o. e por todos 7ulgado2 tornam3se3lhes manifestos os segredos do cora!&o e. separado de Cristo.$bservação: H& de)enas de outras referências de Kesus a cora!&o como a ess7ncia da nature=a humana.volição? -entimento ^ emoção . assim. adorar& a *eus. tendo conhecimento de *eus. e se convertam e se7am por mim curados"4 /t H"LL W 0/rrepende3te. ignorando que a bondade de *eus é que te condu) ao arrependimentoO Fas. a minha pr#pria consciência: que tenho grande triste=a e incessante dor no cora!&o. nem ouvidos para ouvir. obscurecendo3 lhes o cora!&o insensato" 6nculcando3se por s&bios. prostrando3 se com a face em terra. testemunhando que *eus est& de fato no meio de v#s"4 ?1 (e=es — lugar do estado emocional da consciência. disse3lhes: que arra=oais em vossos cora!Aes44 Ko 9L"P> W 0Cegou3lhes os olhos e endureceu3lhes o coração. da tua maldade.ensamento ^ intelecto Suerer ^ vontade . no +sp!rito -anto. nem lhe deram graças. e toler1ncia. pois.e?pianoia? do cora!&o#4 L" Coração como 6ndicativo de /tividade 'olitiva Ft 9Q"9< W 0. antes se tornaram nulos em seus pr#prios racioc5nios. adultérios"""4 .afeiç%es? 9" Coração como 6ndicativo de /tividade 6ntelectual *t L<"P W 0. do cora!&o.orquanto. cf Cm <"93M 0*igo a verdade em Cristo. e roga ao -enhor2 talve) que te se7a perdoado o pensamento . testemunhando comigo.ou esp5rito:# . não minto. para que não ve7am com os olhos. meus irmãos. meus compatriotas segundo a carne"4 ?? (e=es — lugar das atividades intelectuais" Cf Cm 9"L93LL 0. tornaram 3 se loucos"4 9M ve)es W lugar da vontade" Cf Cm L"P3Q 0$u despre)as a rique)a da sua bondade. é ele por todos convencido. não o glorificaram como *eus. em seu livro >)hristian . porém.aulo como se segue: ?@ (e=es — .orém o -enhor não vos deu cora!&o para entender. até o dia de ho7e"4 :c Q"LL W 0Kesus. conhecendo3lhes os pensamentos. por amor de v#s.octrine o$ 8an> resume o ensino de .orém se todos profeti)arem. segundo a tua dure=a e cora!&o impenitente.orque. e são referências usadas indistintamente para descrever não somente toda a personalidade.M? Ceferências a 0coração4 na mensagem de . LQ T 0. e longanimidade. LP. acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do 7usto 7u!)o de *eus"4 BA A E#CRITURA U#A O TER"O CORA !O CO"O INDICATI5O DE= . como o 1mago de nosso interior. ou vida interior em geral" Cf 9 Co 9P"9P.

e isto bem $irmado no seu Cnimo . e astuta de coração"4 .v 9L"L> W 0H& fraude no coração dos que maquinam o mal.v 9L"LM W 0$ homem prudente oculta o conhecimento. se não est&s doenteO @em de ser triste=a do cora!&o# +ntão temi sobremaneira"4 -l LH"= W 0$ -enhor é a minha força e o meu escudo2 nele o meu coração confia2 nele fui socorrido2 por isso o meu cora!&o exulta#4 Ko 9P"9 W 0Não se turbe o vosso coração""""4 /t L"LN W 0. não tendo necessidade. o levita. e exortava a todos que. permanecessem firmes no -enhor"4 9 Co ="M= W 0@odavia. vendo3te. porém. nem te deixes prender com as suas olhadelas"4 . alegrou3se.orque no meio de muitos so$rimentos e ang9stias do cora!&o vos escrevi. com muitas l&grimas. vendo a graça de *eus. mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida"4 cA A E#CRITURA APRE#ENTA O CORA !O CO"O A #EDE DO PECADO No /ntigo @estamento . e disse: Não é /rão. e a vossa alma para buscardes ao -enhor vosso *eus""""4 *n 9"H W 0*aniel. mas alegria têm os que aconselham a pa)"4 . o (osso cora!&o. não se contaminar com as finas iguarias do reib4 /t 99"LM W 0@endo ele chegado e. para conservar virgem a sua filha. se alegrará em seu cora!&o#4 Ne L"L W 0$ rei me disse: porque est& triste o teu rosto.isponde. não para que fic&sseis entristecidos. dele recebereis a minha oferta"4 9 Cr LL"9< W 0. mas dom!nio sobre o seu pr#prio arb!trio. bem far&"4 M" Coração como 6ndicativo de /tividade +motiva +x P"9P W 0+ntão se acendeu a ira do -enhor contra Foisés.+x LQ"L W 08ala aos filhos de 6srael que me tragam ofertas2 de todo homem cu7o cora!&o o mo(er para isso. com vestes de prostituta.v N"9H W 0Coração que trama pro7etos in!quos"""4 .v N"LQ W 0Não cobices no teu coração a sua formosura. mas o coração dos insensatos proclama a estult!cia"4 Kr 9="< W 0+nganoso é o coração2 mais do que todas as coisas e desesperadamente corrupto" Suem o conhecer&O4 No Novo @estamento . pois. teu irmãoO +u sei que ele fala fluentemente2 e eis que ele sai ao teu encontro e.or isso se alegrou o meu cora!&o e a minha l!ngua exultou"""4 L Co L"P W 0.v ="9> W 0+is que a mulher lhe sai ao encontro.v N"9P W 0No seu coração h& perversidade2 todo o tempo maquina o mal2 anda semeando contendas"4 . o que est& $irme no seu cora!&o.Jardiae?. propBs no seu cora!&o. com $irme=a de cora!&o.

os homic!dios. sem exceção.alavra a respeito do centro de nossa vida"4LP Cesumo W / fim de a7udar3nos a compreender melhor o significado b!blico de coração. um coração puro.Cm 9>"H39>?" -empre a +scritura usa a palavra 0coração4 para falar do interior do homem . e em nossos coraç%es o nosso relacionamento com *eus é determinado" / regeneração. e porei dentro de v#s um esp!rito novo"4 /t 9N"9P W . como coração se crê para a 7ustiça"""4 +f M"9= W 0+ assim. habite Cristo em vossos coraç%es. furtos.interior. o coração é a pressuposição mais profunda de nosso pensamento" N#s podemos somente repetir através da fé o que *eus nos tem revelado em -ua . sentimentos e dese7os" +m nossos coraç%es damos respostas (s mais profundas e definitivas quest%es. é contrastada com a adoração do coração .orque. e renova dentro de mim um esp!rito reto"4 +) MN"LN W 0*ar3vos3ei um coração novo.rovérbios" DAA E#CRITURA APRE#ENTA TA"B@" O CORA !O CO"O O CENTRO DA OBRA REDENTORA DA GRA A* -l Q9"9> W 0Cria em mim. e circuncisão a que é do coração"4 Cm 9>"<39> W 0.ou do homem interior 3 9 . fa)3nos voltar para *eus e redirige3nos o coração do caminho da apostasia para *eus" $ coração.exterior. invis!vel.orém 7usto é aquele que o é interiormente. pela fé""""4 0$ coração é o ponto de concentração. a rai) religiosa de nossa existência humana total" *ele surgem todos os nossos pensamentos. adoração aud!vel?.aulo é o ap#stolo que mais trata desta matéria: +f P"9=39H W ver outros textos sobre o coração endurecido" $bs": averiguar esta matéria no :ivro de . aç%es. aquilo que é vis!vel. e que procedem os maus des!gnios. tal como sentimento ou fé" +le é mais profundo do que qualquer outra função vital e transcende o temporal" $ coração é o ponto do homem que determina o seu relacionamento com *eus" Não é poss!vel dar uma conceituação ou uma definição cient!fica do coração. na I!bliaO / resposta é sempre. 9Q39N" . a renovação do coração pelo +sp!rito -anto. todos esses males vêm de dentro e contaminam o homem"4 . os adultérios""""2 ora. do coração dos homens. a prostituição. Na 6ntroduction to Christian .orque de dentro. perguntamos: $ que deve ser oposto ao coração.Kesus é absolutamente claro quando trata da pecaminosidade que atribu!da ao coração humano: Fc ="L93LM W 0. 7amais pode ser identificado com qualquer outra função vital.hilosophY. inaud!vel? ilustrada em Ft 9Q"H" Bma outra maneira de se ver esse contraste é observar 9 -m 9N"= T 0aparência exterior4 e 0coração4 . ou alma do homem.e M"P2 L Co P"9N?" $ coração é a parte interior de nossa vida diante de LP K" F" -pier.aulo di)ia"4 Cm L"L< W 0. porque como o centro de nossa existência em seu todo.-obre :!dia? 0be o -enhor lhe abriu o coração para atender (s coisas que . # *eus. vis!vel. o homem exterior" / adoração que uma pessoa pode prestar com seus l&bios .

or que essas duas palavras -ão usadas para descrever uma s# entidadeO Como essas duas palavras estão ligadas a coraçãoO Como 7& foi visto. mas fora de sua ligação com o corpo . não3observ&vel.9 . como a palavra alma . etc"?" +-. porque ela é escondida deles .e M"P2 -9NP"N2 9M"L?" . é também dito do coração . +le enfati)ou o fato de que a adoração requerida deveria ser mais do que exterior . fora da relação do corpo" $ esp!rito fala do estado desincorporado" *eus.Ft Q"LH?" + bom que se lembre aos tricotomistas de que tudo o que é dito da alma e do esp!rito.-l PL"92 9>M"9.o material?" C$C/DE$ W refere3se ao aspecto imaterial do homem em contraste com o aspecto material . imaterial do ser humano" /:F/ W fala do homem em unidade dos elementos material e imaterial como um ser vivo . nunca é chamado /lma .f!sica?2 *eus deveria ser adorado em esp!rito e em verdade" Suando Cristo discutiu e definiu um espirito.usualmente enfati)ando sobre a visibilidade deste 5ltimo e a invisibilidade do primeiro?" -ão três palavras distintas. assim a palavra esp!rito refere3se ao mesmo aspecto imaterial da nature)a humana.ode haver alguma distinção entre alma e esp!ritoO . não a /lma -anta" Suando Kesus disse que *eus é +sp!rito.ou em unidade? material.6C6@$ W sempre pinta o aspecto imaterial da nature)a humana.Ko P"LP?" / terceira pessoa da @rindade é o +sp!rito -anto. por exemplo. contudo.*eus e de si mesmo. +le disse: 0"""apalpai3me e verificai.de uma forma ou outra? sempre descreve o aspecto não3 material da nature)a humana em relação ao .embora nephesh se7a atribu!da a +le?. todas elas referem3se a mesma entidade: a pessoa imaterial" . o coração é a parte interior.:c LP"M<?" Bm esp!rito é uma pessoa sem o corpo" /ssim. mas sempre ele é chamado +sp!rito . porque um esp!rito não tem carne nem ossos.*t 99"9M2 Ft LL"M=2 9 Cs P"PH2 9 Cr LL"9<2 /t P"ML2 -l ML"L2 Fc 9P"MH2 H"9L2 +f P"LM2 Hb P"9L39M2 9 .e M"L>2 Gn PN"LL2 alma também di) respeito ao 0eu4 do homem . com vedes que eu tenho4 . uma vida desconhecida dos outros.

6@B:$ 6' TEORIA# #OBRE A ORIGE" DA AL"A HU"ANA @rês teorias disputaram a opinião da igre7a desde os primeiros séculos da igre7a cristã. e a idéia de espécie implica numa propagação da totalidade do indiv!duo. como ensina o criacionismo" W Gn 9"LN. teve entrada no mundo dos homens num estado pré3temporal. as almas dos homens se propagam 7untamente com os corpos. ou se7a. portanto. e isso fe) com que o homem 7& entrasse no mundo numa condição de pecado" $b7eç%es: a? . ou que o corpo se7a uma espécie de prisão para a alma" +* TRADUCIANI#"O .ou .C$. mas da espécie" Suando *eus criou /dão. o corpo. mas a espécie" LQ *ados tirados de IerJhof. e não de uma parte apenas. L=2 Q"L ensinam que o homem e mulher são denominados 0homem4" / palavra 0/dão4 não denota simplesmente o nome de um homem. uma teoria sem base escritur!stica" /lgumas de suas formas refletem uma base filos#fica pagã que aceita um dualismo. p" LMM3MP . tornando um castigo para a alma o fato dela ser unida ao corpo" b? 8a) com que o corpo se7a meramente acidental" / princ!pio. porque aceita que as almas individuais existiram muito tempo antes de entrarem na vida presente" Não constituem uma raça" d? Não tem apoio na consciência humana" $ homem não tem uma consciência de uma existência prévia. mediante uma geração ordin&ria.edição castelhana?" LN /rgumentos tirados de IerJhof.C/. é um castigo pelos pecados cometidos em uma existência anterior" $ pecado./G/DE$A+S -egundo o traducianismo. com respeito ( origem da alma: PREJERI#TENCIALI#"O25 $r!genes .edição castelhana? . matéria3esp!rito. com todas as suas desigualdades e irregularidades f!sicas e morais. a alma existia sem o corpo" $ homem estava completo sem o corpo" 6sto apaga a distinção entre o homem e os an7os" c? *estr#i a unidade da raça humana.séc" 666? foi seu principal expoente" +sta teoria ensina que as almas dos homens tiveram uma existência anterior ( criação dos pr#prios homens" /lguns acontecimentos nesse per!odo pré3temporal determinaram a condição em que atualmente se encontram essas almas" Houve uma espécie de queda pré3temporal" $r!genes considerou que a existência material presente no homem. transmitida dos pais aos filhos" +ntre os Ceformados h& alguns que defendem a idéia traducianista" Z"G"@" -hedd é o principal expoente dessa corrente" a? /rgumentos a favor do @raducianismo $s traducianistas apresentam v&rios argumentos em favor de sua teoria: (a) A Escritura parece favorecer a apresentação do traducianismo / I!blia ensina que o homem é uma espécie. p" LML . ele não criou o indiv!duo.

a regeneração. pois dele ela foi formada . de algum modo. e isso e" materialismo2 @erceira. uma espécie de pre3existencialismo2 -egunda. foi derivada de /dão" /lma e corpo são propagados" *eus criou a nature)a humana em /dão. *eus somente obra mediatamente" /p#s os seis dias da criação -ua obra criadora cessou. isto é. e não somente em parte como ensina o criacionismo" (b) Pelas leis naturais da vida vegetal e animal $ crescimento nesses remos não é por um crescente de criação imediata. mas por meio de derivação natural de novos indiv!duos procedentes de um tronco paterno .W / criação da alma de +va esteve inclu!da na de /dão. criadores" .por inteiro?. e não apenas corpo .rimeira. os traducianistas têm que recorrer a uma dessas três teorias a serem mencionadas: . que a alma da criança tem uma existência prévia. e depois o tornou fecundo para a propagação da espécie .Gn 9"LH2 L"=?" W $bserve o uso da palavra 0carne4 quando denota 0nature)a humana4 . ap#s a criação original. h& somente a propagação da raça" W Gn L"L di) que *eus cessou o trabalho da criação depois de haver feito o homem" W *eus soprou somente uma ve) nas narinas do homem. então.c? $s traducianistas di)em que. a culpa do homem" 8a)endo isto. ela é criada de algum modo. 7& que a criança recebe a sua alma dos pais" $ problema maior é: de quem procede a alma da criançaO da mãe ou do paiO $u ela vem de ambosO -e é assim. e depois essa nature)a humana foi transformada em milh%es de indiv!duos por propagação sexual" / criação do 0/dão4 .corpo e alma?.Ko M"N2 9"9P2 Cm 9"M?" +stes textos parecem favorecer a posição traducianista. não seria uma alma compostaO . por isso *eus não pode mais criar almas" Fas a pergunta a ser levantada é esta: $nde fica.nature)a humana? foi terminada e completada no sexto dia" /p#s isso. os traducianistas se 7untam ao realismo para explicar o pecado original" b? $b7eç%es ao @raducianismo Contra o traducianismo h& varias ob7eç%es: . isto é. traços f!sicos e mentais que não são explic&veis nem pela educação. que a alma é produ)ida.d? Geralmente o traducianismo se une ao realismo para explicar o pecado da raça. que não é efetuada através de causas secundariasO +la é uma nova criaçãoV .consistindo de corpo e alma?. isto é. ou em ambos. e isto os torna.b? / fim de evitar essa dificuldade supra3mencionada. eles ensinam que o indiv!duo é propagado como um todo . que a alma est& potencialmente presente no sêmen do homem ou da mulher. L Co 99"H2 Gn L"L93LM?" / mulher toda . o traducianismo afirma a unidade numérica da .mas observe3se -i 9>P"M>?" (c) As Leis genéticas favorecem o Traducianismo / herança das peculiaridades mentais e tendências familiares são not&veis. e não somente o seu corpo. nem pelo exemplo" (d) O Traducianismo oferece mais base para explicar a depravação moral e espiritual porque este assunto é mais um assunto da alma do que do corpo" $I-" 3 .a? +le é contrario ( doutrina filos#fica da simplicidade da alma" / alma é uma substancia espiritual pura que não admite divisão" / propagação da alma implicaria na divisão da alma. pelos pais.ara 7ustificar os seus argumentos.

possuindo sua origem num ato criativo direto de *eus. não explica os reaparecimentos de tendências mentais e morais dos pais nos filhos" . não como resultado de haverem sido postos em contato com um corpo pecador.subst1ncia de todas as almas humanas. onde a alma e o corpo não são somente subst1ncias diferentes.e? $ traducianismo tem dificuldades insuper&veis na Cristologia" -e em /dão a nature)a pecou como um todo. a 7ustiça original é tirada. o pecado original não é um problema simplesmente de herança" $s descendentes de /dão são pecadores. então. pois *eus a coloca num corpo que fatalmente a corromper&" +ste argumento é considerado pelos traducianistas como fatal para o criacionismo" Claro que este é um tropeço a ser evitado" .a? +le é mais consistente com as apresentaç%es dominantes da +scritura que o traducianismo" $ relato original da criação assinala uma distinção clara entre a criação do corpo e da alma" $ corpo foi tomado da terra e a alma vem diretamente de *eus" +m toda a I!blia esta distinção se conserva. um not&vel traducianista. se desenvolve" . sem pecado" *iferentemente dos outros homens. naturalmente. não obstante. o que certamente não é a parte mais importante da criança e. o traducianismo falha em explicar a culpa individual de cada homem nos outros pecados de /dão. pois *eus não poderia tê3la criado impura.b? +vita os tropeços do traducianismo na Cristologia. pois *eus não lhe imputou culpa" 6sto foi poss!vel porque +le não participou da mesma essência numérica dos que pecaram em /dão" b? $b7eç%es ao Criacionismo .a? / ob7eção mais séria é a seguinte: a alma sendo depravada. pois ela fa)ia parte da raça criada numericamente uma e a mesma em /dão" NA CRIACIONI#"O +sta teoria considera que cada alma é uma criação imediata de *eus. e nos pecados dos outros antepassados" . e ela é unida a um corpo depravado" Não deve ser crido que a alma é criada separadamente do corpo e que ela se torna polu!da em contato com o corpo. no qual o tempo não pode ser precisamente determinado" -upostamente.ve7a +c 9L"=2 6s PL"Q2 fc 9L"92 Hb 9L"<2 Nm 9N"LL?" -obre o texto de Hebreus. a conclusão é que a nature)a humana de Cristo foi também pecaminosa e culpada. se torna corrupta também" / alma. portanto. mas em virtude do fato de *eus imputar3lhes a desobediência original de /dão" +ntão. e a corrupção do pecado. um corpo verdadeiro e uma alma racional" Nasceu da mulher. então. 7& est& pré3formada na vida ps!quica do feto" a? /rgumentos a favor do Criacionismo . implica" numa separação e divisão da essência da alma" . disse: X*ificilmente pode encontrar3se um texto que dê prova mais cl&ssica a favor do criacionismoVX3 $ criacionismo é muito mais consistente com a nature)a da alma humana do que o traducianismo" / nature)a individual da alma humana é perfeitamente reconhecida pelo criacionismo" / teoria traducianista. com verdadeira nature)a humana. e fa) mais 7ustiça ( pessoa de Cristo na +scritura" Cristo foi verdadeiramente homem. o que é uma posição insustent&vel" /lém disso. mas têm origens diferentes . o que tornaria o pecado algo simplesmente f!sico" *eve ser crido que a alma é criada pura. que é produto de um ato criador direto de *eus. não participou da culpa e corrupção da transgressão de /dão. por sua ve). e que o pecado foi de cada parte da nature)a. a alma é criada pura. torna *eus o autor indireto do mal.b? $ criacionismo considera os pais terrenos como gerando somente o corpo de seus filhos. foi feito semelhante a n#s e. ou possuindo tendências depravadas. mas que *eus imputa a culpa de /dão a ela e. torna *eus o autor direto do mal" -e a alma foi criada pura. *elit)sch.ara o criacionismo.

ignora que *eus não mais obra diretamente. 7& que algumas delas são usadas pelas duas partes" /lguns te#logos são de opinião de que h& verdades em ambas as teorias" b? /lguma forma de criacionismo merece preferência . visto que ensina uma atividade criadora de *eus e.a? que a alma é divis!vel2 . mas somente por meio de agência secund&ria" LA PONDERA TE# HINAI# a? H& que se ter prudência ao falar deste assunto *eve admitir3se que os argumentos de ambas as partes.c? +st& mais em harmonia com a nossa idéia de pacto" /o mesmo tempo./té onde tenha a ver com as semelhanças mentais e morais dos pais e filhos.elas seguintes ra)%es: . s# podem ser consideradas conclusivas por cada parte. mas que cria em cada caso particular uma alma adaptada ao corpo com o qual se unir&.b? +vita os erros cristol#gicos que envolve o traducianismo2 .a? Não encontra dificuldade filos#fica insuper&vel com a qual o traducianismo sofre2 .b? que todos os homens são meramente a mesma subst1ncia2 . pelo fato de que *eus não cria todas as almas iguais. deve ser concebida como muita estreitamente ligada ao processo natural de geração dos indiv!duos" $ criacionismo não evita todas as dificuldades.c? $ criacionismo não est& em harmonia com a relação atual de *eus com o mundo e com sua maneira de trabalhar nele. mas é uma garantia contra os seguintes erros: . e adaptada também (s complexas relaç%es nos quais ter& que ser introdu)ida" . em parte. estamos convencidos de que a atividade criadora de *eus. não necessariamente precisam ser explicadas unicamente com base na herança" Nosso conhecimento da alma é tão imperfeito para falar com absoluta segurança sobre esse ponto" Fas esta semelhança.c? que Cristo tomou aquela mesma nature)a numérica que caiu em /dão" . exceto no caso de /dão" /s poucas passagens da I!blia que tratam do assunto. em parte. é explicada pelo exemplo dos pais. em parte pela influência do corpo sobre a alma e. traducianismo e criacionismo. ao formar as almas humanas. estão equilibrados" / +scritura não fa) uma afirmação direta a respeito da origem da alma no homem em particular. deste modo.

não simplesmente a tem.C/. L:Q<Q3<N. a responsabilidade do homem aumenta. homem verdadeiro e real.ogmatie6. em todas as faculdades e poderes. indica que *eus deixou o homem como seu representante e governador da criação" *eus governa através do homem. especialmente quando estudamos a imagem de *eus ap#s a queda" -egundo Herman IavincJ. citado por HoeJema.+erdmans. na alma e no corpo. poder e divindade através das obras de -uas mãos" Fas na criação do homem. em todas as condiç%es e relacionamentos" $ homem é a imagem de *eus porque e ao grau em que ele é verdadeiro homem. e mesmo os céus. porque e ao grau em que ele é a imagem de *eus"4 LH 6sto quer di)er que a imagem de *eus não é acidental. uma imagem de -i pr#prio" Nenhuma honra mais alta poderia ter sido dada ao homem do que a do privilégio de ser a imagem de *eus que o fe)4"L< +sta imagem foi deformada pela queda. o homem era: a? $ espelho de *eus 3 /ntes da queda. . outras criaturas. o homem refletia perfeitamente o seu Criador" Iastava olhar para ele para ver a perfeição de *eus refletida nele" @udo era harmonia" HoeJema di) que 0*eus era o homem tornado vis!vel na terra" . p" N=" . 9<HN?. por tornar alguém que era uma espécie de espelho.6@B:$ ' A I"AGE" DE DEU# NO HO"E" HoeJema di) que 0o conceito da imagem de *eus é o coração da antropologia cristã"427 +ssa doutrina é fundamental para o entendimento de outros aspectos da antropologia. o do efeito do pecado na vida do homem. mas ele é a imagem de *eus. p"NN" LH Herman IavincJ. sem a qual ele não pode ser o que e" 0*a doutrina de que o homem foi criado ( imagem de *eus segue3se a implicação clara que a imagem de *eus estende3se ao homem em toda a sua inteire)a" Nada no homem é exclu!do da imagem de *eus" @odas as criaturas revelam traços de *eus.ara ser exato. e ele é homem. e di) também que a imagem de *eus não é um acidente. e ser& aperfeiçoada até que volte de novo a ser como era" b? $ representante de *eus 3 $ dom!nio que *eus deu ao homem sobre todas as obras de -ua criação. mas algo essencial a ele. como por exemplo. *eus revelou3-e a -i mesmo de um modo singular.or isso o homem é a imagem de *eus. a quem deu o dom!nio sobre tudo" . como algo que foi acrescentado depois de sua formação" Suando criado. mas algo extremamente importante e essencial ( nature)a humana" $ homem não pode ser homem sem a imagem de *eus" . na qual +le revela a -ua presença.or essa ra)ão. o homem não carrega ou tem simplesmente a imagem de *eus. declaram a gl#ria de *eus. pois ele tem que fa)er exatamente L= /nthonY HoeJema. )reated GodDs +mage. . portanto. p" NQ" L< HoeJema. mas somente no homem *eus torna3se vis!vel" $s te#logos Ceformados falam da revelação geral de *eus. mas somente o homem é a imagem de *eus" + ele é a imagem totalmente. mas foi restaurada por Cristo.

como um embaixador de *eus que e" #OBRE O #IGNIHICADO DA# PALA5RA# BIma)emE e B#eme(0an-aE /s duas palavras aparecem 7untas e Gn 9"LN. enquanto que em Gn Q"9 aparece somente a 0semelhança4. p" LP>. mediante a criação. enquanto que 0semelhança4 di)ia respeito &s qualidades essenciais que não se podem perder ou cultivar2 $s escol&sticos. enquanto que a segunda com a nature)a espiritual do homem2 Clemente de /lexandria . creu3se na hist#ria da igre7a"30 /s duas palavras. e em Gn Q"M as duas novamente" +m Gn <"N aparece somente a palavra 0imagem4. uma imagem que é igual ( nossa" /s duas palavras 7untas di)em3nos que o homem é uma representação de *eus. acrescentou3se posteriormente que a 0imagem4 era um dom natural de *eus ao homem. isto é. quase indistintamente4" 31IerJhof observa que 0a opinião corrente é que a palavra gsemelhançah foi acrescentada ( gimagemh para expressar a idéia de que a gimagemh foi extraordinariamente parecida. 9<HN?. por muito tempo.+erdmans. que vem de uma rai) que significa 0ser igual4" 0/lguém poderia di)er que em Gn 9"LN a palavra imagem é igual a semelhança.edição em castelhano?" ML HoeJema.9QQ3LL>? e $r!genes . se transformou em c#pia no homem" *eus foi o original de onde se tirou a c#pia que é o homem"4 / palavra hebraica para 0imagem4 é ielec: . conforme a nossa semelhança"""4 / relev1ncia deste verso est& no fato de *eus usar a expressão 0n#s4 .9HQ3LQP? pensaram que 0imagemE denotava as caracter!sticas do homem como homem.9=Q"""? e @ertuliano . p"9M" MM HoeJema. imagem e semelhança. . como que indicando a idéia total do homem" HoeJema assevera que 0se estas palavras pretendessem descrever aspectos diferentes do ser humano. uma M> 6rineu . conceberam a 0imagem4 como sendo as capacidades intelectuais e da liberdade do homem. elas não seriam usadas. p" 9M" . para que fosse freio para a nature)a baixa do homem" +ste é o donum superadditum# M9 /nthonY HoeJema. enquanto que 0semelhança4 di)ia respeito ( 7ustiça original" Num desenvolvimento desse conceito. são sinRnimas e usadas indistintamente" +m Gn 9"LN aparecem as duas palavras. como as temos visto sendo usadas. é um dom sobrenatural que foi acrescentado ao homem. enquanto que a 0semelhança4. mas não se referem a coisas diferentes.demuth?. uma imagem perfeita" / idéia é que. p" 9M" IerJhof. )reated in GodDs +mage.tselem? derivada de uma rai) que significa 0esculpir4 ou 0cortar4" .o que *eus faria. .ortanto. ou a 7ustiça original.9N>3LLQ? pensaram que 0imagem4 e 0semelhança4 fossem coisas distintas" / primeira tinha a ver com as caracter!sticas f!sicas. aquilo que era arquet!pico em *eus. com algumas variaç%es. podemos entender 0imagem4 como sendo o homem uma representação de *eus"32 / palavra hebraica para 0semelhança4 é XtBm:di . que é igual a *eus em certos aspectos"4 33 #OBRE A REHLER!O DA I"AGE" DE DEU# Gn 9"LN W 08açamos o homem ( nossa imagem. como.

p" 9L" MQ +ternamente *eus é tripessoal" /ntes de haver a criação. numa espécie de conselho. pois como pessoa que ele é. e ordenou esse dom!nio ao homem" $bviamente. não poderia ficar s#" Nessa capacidade de pessoalidade o homem reflete /quele que o criou" Reflexo 2 $ homem reflete a imagem de *eus pela capacidade de dom!nio sobre as outras coisas criadas" +sta é a indicação mais clara que a +scritura d& da imagem de *eus no homem" H& divergência entre os te#logos sobre se o dom!nio da criação é parte essencial da imagem de *eus" /lguns di)em que o dom!nio sobre a criação é resultado do homem ser criado ( imagem de *eus36. mas sempre em relacionamento" Não existe a pessoalidade sem a noção de companheirismo" 8oi por isso que *eus fe) uma companheira para o homem.on Genesis .expressão plural que anuncia o conselho triunit&rio da criação do homem" 06sto4. enchei a terra e su7eitai3a2 dominai sobre os peixes do mar. )ritical and Exegetical )ommentar. +le 7& se comunicava consigo mesmo. e sobre todo animal que raste7a pela terra4" MP HoeJema.+erdmans. baseado no ensino geral das +scrituras sobre o homem" De Oue consiste o re3(e?o da ima)em de Deus/ Reflexo 1 $ homem reflete a imagem de *eus como um ser pessoal que é" Nesse sentido ele se assemelha a *eus" +le não pode viver isolado. como o -enhor absoluto e supremo" *eus. um acordo de pessoas que se entendem relacionando3se" MN 'ide K" -Jinner. é um dom!nio subordinado. que quer di)er 0-enhor4" $ homem foi colocado como o 0senhor4 da terra" Nesse sentido. ( imagem de *eus o criou2 homem e mulher os criou" + *eus os abençoou. conforme a nossa semelhança2 tenha ele dom!nio sobre os peixes do mar. 0indica novamente a singularidade da criação do homem4" MP Neste t#pico. . di) HoeJema. S-stematics2 :" 'erduin. 9<9>?. pp" L=3 PH" . sobre as aves do céus. sobre toda a terra e sobre todos os répteis que raste7am pela terra" Criou *eus.+erdmans. o homem ( sua imagem. nas pessoas da @rindade" / prova disto est& no fato de *eus usar a frase 0 a!amos o homem4. 9<=>?. tanto quanto poss!vel. sobre os animais domésticos. Somewhat Less Than God. . p" ML2 IerJou_er. 9<HP?. pois. colocou o senso de dom!nio sobre todas as obras da criação. sobre as aves do céus. não absoluto como o do seu -enhor" $ texto de Gn 9" demonstra fartamente esta verdade: Gn 9"LN3LH W 0@ambém disse *eus: 8açamos o homem ( nossa imagem. multiplicai3vos. enquanto que outros afirmam que isso é essencial ao conceito de imagem de *eus"37 Neste estudo. e lhes disse: -ede fecundos. quando estampou a -ua imagem no homem. pp" =>3=L" M= 'ide IerJhof. assumimos esta 5ltima posição" $ dom!nio do homem é parte essencial da sua nature)a" / palavra dom!nio vem da palavra latina dominus.Nem jorJ: -cribner. 8an: The image o$ God. . vamos analisar a imagem do homem teologicamente. ele é o imitador de *eus. como *eus não vive em solidão 35.

o homem foi feito. )ommentar. e num certo sentido. isto é. inteligência. no fato dele ser parecido com *eus no dom!nio sobre toda a criação" Nisto o homem reflete a imagem de *eus. da imagem de *eus" + o dom!nio do homem sobre a criação. não cessação de existência" / imortalidade é singular para *eus .+erdmans. mas correspondente com a real.or Espiritualidade queremos di)er a nature)a imaterial do homem.9 @m N"9N? no sentido de ser essencial para +le" $ homem a possui num car&ter secund&rio e derivado" / imortalidade é um dom que o homem recebe de *eus" f? . a ordenação para o governo da terra no lugar de *eus.oder intelectual.Cm L?" $s te#logos também di)em que a liberdade moral est& vinculada ( Li'ertas 0aturae que o homem possui. imortalidade e o aspecto f!sico" a? . por um pouco.or Foder +ntelectual queremos di)er a faculdade do racioc!nio. e foi coroado de gl#ria e de honra. espiritualidade.or Li'erdade 8oral queremos a capacidade que o homem tem de fa)er todas as coisas de acordo com os princ!pios morais que nele existem. mostrando o poder e o dom!nio do homem" 0$ homem é um rei. o homem tem traços dessa espiritualidade.or 2specto 5sico queremos nos reportar ao texto de Gn <"N que di): 0-e alguém derramar o sangue do homem. ele est& se portando como *eus. não mais cessa de existir" Não é somente a alma do homem que é imortal. com as obras da sabedoria criadora que o enchem. não é para o corpo. ele ofende o pr#prio *eus 3 o *eus que foi refletido naquele indiv!duo" @ocar na imagem de *eus é tocar no pr#prio *eus2 matar a imagem de *eus é MH +sta é uma expressão usada por 8ran) *elit)sch. p" 9QQ" . que refletem aquilo que *eus tem" -e o homem perde as suas capacidades intelectivas. quando alguém mata o ser humano. também chamada de liberdade de agência" +ssa é a liberdade pr#pria do ser humano. em seu coment&rio sobre o -almo H"=3<" M< C" 8" \eil and 8ran) *elit)sch. e não um rei sem territ#rio2 o mundo em derredor. não somente ele tira a vida de uma pessoa. pelo homem se derramar& o seu2 porque *eus fe) o homem segundo a sua imagem4" Bma assassinato é a destruição do corpo. com a qual ele foi criado" / +scritura di) que o homem foi feito 0alma vivente4 .or 2$ei!Aes 0aturais queremos di)er as capacidades que o homem tem de ligar3 se emocional e afetivamente a outros seres ou coisas" *eus tem essa capacidade e a passou para os seres humanos" c? .vv"Q3<?" / gl#ria e honra do homem est&. pelo dom!nio sobre a criação .or +mortalidade queremos di)er que o homem. independentemente de sua queda" +le é capa) de agir sempre de acordo com a sua nature)a. e outras capacidades intelectivas em geral. de acordo com as leis que *eus implantou no seu coração . mas o seu ser completo" / morte. mas para o homem" Forte é separação. mas não extintas pela Sueda" b? . . mesmo os pr#prios seres celestiais" +sse dom!nio é chamado por alguns te#logos o 0mandato cultural4. mas o texto di) que é a destruição da imagem de *eus" 0. como representante de *eus" Reflexo 3 $ homem reflete a imagem de *eus por ter atributos que chamamos >essenciais> nele. embora ele não se7a completo sem o corpo" e? . na verdade. vol" <. ele deixa de ser o que é" / racionalidade é o aspecto distintivo dos outros seres criados" +stas capacidades foram afetadas. como nenhuma outra criatura racional. sem a qual ele não pode ser o que e" d? .ortanto. especialmente sobre os seres vivos" Suando o homem exerce devidamente esse dom!nio. afeiç%es naturais.on the Old Testament. sem os quais ele não poderia continuar sendo o que é: . refletindo o dom!nio que *eus tem sobre todas as coisas" $ -almo H é uma 0linguagem poética imponente4 38 que descreve o conte5do de Gn 9"LN. depois de criado. 9<HL?. é o seu reino4"39 -egundo este -almo. liberdade moral.+ste texto de Gn 9"LN3LH d&3nos uma idéia vaga. menor do que *eus.Gn L"=?" *eus é +sp!rito.

como sendo algo descart&vel. antes da queda. que não fa) parte da imagem de *eus" Suando *eus fe) o homem ( sua imagem e semelhança. que é a imagem de *eus" HoeJema di) com grande acerto que 0dever!amos di)er não somente que o homem tem a imagem de *eus.fa)er violência ao pr#prio *eus"440 Não podemos dedu)ir de Gn <"N que o -enhor *eus tenha uma aparência f!sica. consequentemente.edição castelhana? . por nature=a. do aspecto f!sico. sua perda significaria a deterioração e ru!na da nature)a humana"4PL O# E#T$GIO# DA I"AGE" DE DEU# Neste cap!tulo vamos tratar da imagem de *eus nos seus v&rios est&gios. podemos dedu)ir claramente do ensino b!blico que os nossos primeiros pais a possu!am. depois da regeneração e no estado de gl#ria" %* A I"AGE" ORIGINAL Neste ponto vamos falar de um aspecto extremamente important!ssimo. o homem perdeu na queda e. continuou a ser homem" $ homem não poderia perder as faculdades que o fa)em ser o que é.den" /dão e +va possu!am a 7ustiça original" +sta 7ustiça original é uma terminologia teol#gica. o que não é essencial. p" 9H" PL IerJhof. chamam de 07ustiça $riginal4" Nesse tempo. e mesmo assim. p" LPN . porque estas coisas perdidas. dotado com aquela 7ustiça original que é a gl#ria culminante da imagem de *eus e vivia. isto é. contudo. p" 9N" P9 HoeJema. ser humano e carregar consigo a imagem de *eus"441 Não podemos menospre)ar a idéia do corpo. que não é encontrada na +scritura para os nossos primeiros pais" Contudo. que os te#logos. são restauradas posteriormente" P> HoeJema. mas temos que entender que quando a +scritura fala do corpo. mas perdeu as capacidades éticas de suas faculdades" IerJhof di) que o homem 0era. porque o homem total é a imagem de *eus" Reflexo 4 $ homem reflete a imagem de *eus por ter atributos que consideramos 0 n&o essenciaisE a ele" / rigor. num estado de santidade positiva" / perda dessa 7ustiça significou a perda de algo que correspondia ( verdadeira nature)a do homem em seu estado ideal" $ homem poderia perdê3la e continuar sendo homem. depois da queda. com o suporte das +scrituras. antes da queda. mas que o homem é a imagem de *eus" *o ponto3de3vista do /ntigo @estamento. no estado de integridade. mas não poderia perdê3la e continuar sendo homem no seu sentido ideal" +m outras palavras. ela est& falando do homem completo. é aquilo que alguém pode não ter. o homem refletia perfeitamente a imagem de *eus" +le era capa) de viver perfeitamente de acordo com as prescriç%es de *eus" /gostinho disse que ele era capa) de não pecar" / famosa frase latina posse non peccare expressa bem a capacidade do homem em viver de acordo com a vontade preceptiva de *eus explicitada ali no . continuar a ser o que é" +stes atributos dos quais vamos falar. o corpo estava incluso.

mas possu!am o bem" +ram limpos de coração" +sta é a imagem moral de *eus que foi perdida no . mas o homem não deixou de ser homem. o conhecimento de *eus. . criado segundo *eus. havia sido perdido na queda" /p#s o . na presença de *eus" *eus criou o homem capa) de responder ao -eu amor e providência" + foi assim no . porque foi expulso do lugar que revelava perfeitamente a presença de *eus" b? 0Kustiça4 Novamente. por causa da imagem moral de *eus estampada nele. entendemos a conformidade com a lei divina" /ntes da queda havia uma harmonia perfeita entre a nature)a moral do homem e todas as santas exigências da lei de *eus" / regra de conduta estabelecida por *eus era cumprida perfeitamente antes da queda" / I!blia di) em +c ="L<.1(ice Per3eito aA Re(acionamento com Deus / harmonia com *eus originalmente era patente" +le respondia perfeitamente aos apelos da revelação natural de *eus" / comunhão dele com *eus no . em 7ustiça e retidão procedentes da verdade4 .aulo di): 0+ vos revistais do novo homem. e dependia totalmente d+le" No sentido mais pleno da palavra. do homem renovado em Cristo.L Co P"N?.7usto?.+f P"LP?" .o da Uusti-a Ori)ina( +ssa <usti!a original que os nossos primeiros pais possu!ram.Com1osi-.Gn M"H?" Não h& erro em di)er que /dão amava a *eus 0sobre todas as coisas4. podemos di)er que /dão vivia coram . segundo a imagem daquele que o criou4 .den.aulo.eo. por perdê3la" $ homem.den. referindo3se ( sua excelência moral" c? 0-antidade4 /qui. a 7ustiça original.or 7ustiça.den. até que o homem decidiu voluntariamente desobedecer" +sse relacionamento perfeito com *eus determinava os outros relacionamentos" $s relacionamentos hori)ontais eram diretamente relacionados com o relacionamento vertical" *o nosso relacionamento com *eus dependem todos os outros relacionamentos" . santidade é sinRnimo de 0retidão4 de +f P"LP" +ssa santidade di) respeito ( pure)a imaculada do ser humano quando criado" +le possu!a uma comunhão direta com o seu Criador" / santidade não era simplesmente advinda da comunhão com *eus. isto é. di): 0+ vos revestistes do novo homem que se refa) para o pleno conhecimento. o homem perdeu a comunhão e. possu!a um relacionamento triplo perfeito: Re(acionamento Tr. portanto. que *eus fe) o homem reto .den era perfeita" / +scritura di) que *eus 0andava no 7ardim pela viração da tarde4 . portanto. falando do novo homem. é composta de: a? 0Conhecimento verdadeiro4 $ N@ indica que o conhecimento de *eus é restaurado no homem" .Cl M"9>?" +ste conhecimento restaurado no homem através de Cristo . portanto. mas uma qualidade moral deles" $s nossos primeiros pais não eram apenas separados do mal. escrevendo a pessoas nascidas de novo.

uma vida que inclu!a o relacionamento com um semelhante" Certamente. supre suas deficiências preenche suas necessidades" $ homem e. seu par. cuidando dela" *o cuidado dela dependeria toda a sua subsistência" 0$ homem é chamado por *eus para desenvolver todas as potencialidades encontradas na nature)a e na raça humana como um todo" +le deve procurar desenvolver não s# a agricultura. antes da queda" Suando Kesus estava tratando da quebra do casamento. n#s temos aqui o que e freq entemente chamado de mandato cultural: a ordem para desenvolver uma cultura que glorifica a *eus"4PP Fas não foi assim até o fim" $ pecado fe) com que essa harmonia fosse quebrada.6A Re(acionamento com o seme(0ante Como um resultado de andar bem com *eus. complementa3a. e estas não podem viver em isolamento" -omos seres psicol#gicos. e é forte onde ela é fraca"4PM $ casamento indica o melhor relacionamento que pode haver entre dois seres humanos. por isso. suplementa3o. incompleto sem a mulher" 6sto vale tanto para o homem quanto para a mulher" / mulher também é incompleta sem o homem2 o homem suplementa a mulher. havia um perfeito relacionamento entre os seres humanos" cA Re(acionamento com a nature:a +ste também era perfeito" Gn 9"LN3LH descreve como *eus quis que os seres humanos vivessem com a nature)a" *eus colocou o homem no mundo para viver em perfeita harmonia com a sua criação" *eus o colocou para ter dom!nio sobre a vida vegetal e animal" + isto o que est& claro em Gn 9"LH3L<" @udo estava colocado para o bem3estar do homem. de tal forma que um não seria completo sem o outro" /s palavras de Gn L"9H indicam 0que a mulher complementa o homem. do div#rcio. não pode viver em isolamento e. horticultura. para ser sua companheira. e ilustra como podem ser os outros relacionamentos com os nossos semelhantes" $ que queremos di)er é que o ser humano não é completo so)inho" +le precisa de outros seres humanos para se reali)ar" $ ser humano não alcança a sua plena satisfação sem o relacionamento.or isso *eus quis uma vida ainda melhor para ele. completa3o. e este deveria viver em perfeita harmonia com ela. afa)eres domésticos com os animais. mas também a ciência. +le disse.den. é forte onde ele pode ser fraco. em palavras bem claras: 0Não foi assim desde o princ!pio4" 6sso quer di)er que. preenche suas necessidades. afetivos e sociais. diferentemente de outros seres criados" Não podemos viver sem as afeiç%es do relacionamento" + os primeiros seres humanos viviam em perfeito relacionamento entre si. p" ==" PP HoeJema. p" =<" . sua a7udadora. *eus fe) a mulher. no . e subsistência do homem ficou pre7udicada pela desarmonia com a nature)a" PM HoeJema. que a tudo dominava" / nature)a foi feita para servir ao homem. era perfeito o relacionamento de /dão com sua mulher" Gn L"9H di) que não era bom para o homem viver s#" . como pessoa. porque *eus nos fe) pessoas. a vida com +va foi de perfeição relacional" +ste foi o prop#sito de *eus para os seres humanos" Bma pessoa. em Ft 9<. tecnologia e arte" +m outras palavras. portanto.

não foi um estado de perfeição consumada e imut&vel" . é também dito que o homem tem impotentia 'ene agendi. o homem foi criado ( imagem de *eus no começo.or esta ra)ão. e nada no seu interior que o levasse a pecar" / obediência plena era perfeitamente poss!vel para +le" +le poderia agir perfeitamente de acordo com a sua nature)a" $s escol&sticos chamaram essa condição de li'ertas naturae# /dão possu!a o potentia non peccandi# No 7ardim. em face de real possibilidade de desobediência" . mesmo embora não ve7amos mais os vest!gios da 7ustiça original" @odas as suas capacidades intelectuais. L? /dão foi criado de tal forma que pudesse cair desse estado" + foi exatamente isso o que aconteceu. e toda a raça humana que veio depois. ele é incapa) de fa)er o bem" Calvino di) 0mesmo embora concedamos que a imagem de *eus não tenha sido totalmente aniquilada e destru!da no homem. de tal forma que nada permanece ap#s a ru!na. isto é. quem sabe igual a quê seria a hist#ria humana" Fas é triste di)er.Gn L"9N39=?" -e /dão e +va houvessem guardado aquela ordem. é dito que o homem é a imagem de *eus . sua liberdade moral. P" . com a qual havia sido criado" Fas o posse non peccare. refletia perfeitamente a imagem de *eus. de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder"4 . não era uma condição imut&vel" HoeJema di) que T 0a integridade na qual /dão e +va existiram. mas ele não era ainda um 0produto terminado4" +le ainda necessitava crescer e ser testado" *eus dese7ou determinar se o homem seria obediente a +le livre e voluntariamente. a imagem de *eus é a excelência perfeita da nature)a humana que brilhava em /dão antes da queda. 6. mas mesmo depois da Sueda. mas que subseq entemente foi viciada e quase apagada. é uma deformidade horrenda4" 46. com todas as suas conseq ências" A I"AGE" DE#HIGURADA / imagem de *eus permanece depois da queda. Calvino acrescenta: 0/gora. *eus pRs /dão ( prova . p" HM" PN 6nstitutes. em seu estado de inocência."osse #on "eccare $ posse non peccare de /gostinho. xv. P" 6nstitutes. porque ele possu!a a habilidade para tal" +le não possu!a nature)a pecaminosa. 6. portanto. seu dom!nio sobre a criação. é a da impossibilidade de não pecar" Neste estado o non posse non peccare é uma realidade indiscut!vel" Não h& forças no pecador para fugir do pecado" Nesse estado. tinha a liberdade e o poder de querer e fa)er aquilo que é bom e agrad&vel a *eus. /dão.ara ser exato.6[. xv. eles desobedeceram a ordem. etc".ossivelmente pensando na 7ustiça original. era a condição natural do homem antes da queda" +le poderia perfeitamente viver sem transgredir as leis de *eus. mas muda(elmente.estminster: 0$ homem. mutilada e doentia"4 PQ HoeJema. qualquer coisa que permaneça. enquanto não pecou. foram afetados pela Sueda. afetivas. e lançaram3se a si mesmos. no estado de pecaminosidade"4PQ . exceto que ela e confusa. ela foi tão corrompida que. esta também a opinião da )on$iss&o de é de .@g M"< e Gn <"N?" / condição da humanidade agora ca!da. portanto.

coisas bastante rudimentares" Ho7e. p" HP" PH HoeJema. a fama. porque a imagem de *eus est& terrivelmente desfigurada" -e as ciências dos homens estudassem o homem antes da queda. p" =N" . olham para ele como um ser autRnomo e que pode chegar ao que é verdadeiro e reto totalmente ( parte de *eus. elas haveriam de entender muito melhor os relacionamentos dos homens p#s3queda" /s ciências humanas que não prestam atenção ao que *eus di) dos homens na +scritura.Com a queda. e o homem quebrou os relacionamentos com os quais *eus o havia dotado: $ homem quebrou o relacionamento com *eus. este também é f&cil de ser percebido" $ P= 6n Godhs 6mage. ou da revelação de *eus na +scritura. nos esquecer. ainda h& idolatria ( moda antiga. ou se7a. as posses. mas têm o dinheiro. agora o homem perdeu a verdadeira comunhão com eles" HoeJema di) que ao invés de ser 5til para eles. para ferir o seu vi)inho ao invés de a7ud&3lo"447 $s relacionamentos entre os ca!dos tornou3se altamente pre7udicado" $ amor não mais é a tRnica. os pra)eres. pois o homem adorava est&tuas de barro. que. como ob7etos de culto" Não podemos. ele passou a adorar a criatura ao invés do Criador . contudo. o poder. de que mesmo nesta nossa sociedade contempor1nea.1(ice aA O Homem Oue6rou o re(acionamento com Deus *epois da queda. madeira. os 0homens ca!dos agora usam o dom do relacionamento para manipular os outros como ferramentas para os seus prop#sitos ego!stas" +le usa o dom da linguagem para falar mentiras ao invés da verdade. etc". não existe diferença de idolatria. e ainda assim quando eles não nos decepcionam" Ninguém ama ninguém. devem ser re7eitadas como falsas"4PH cA O 0omem Oue6rou o re(acionamento com a nature:a Como os outros dois relacionamentos. porque sempre ficarão sem analisar os verdadeiros problemas dos homens" /s antropologias que não estudam o homem ( lu) da revelação divina. com o seu semelhante e com a nature)a" A &ue6ra do Re(acionamento Tr.Cm 9"L>3LM?" / idolatria antiga era bastante primitiva. mas anti3cristãs" 0@odas as concepç%es do homem que não levam em conta o ponto3de3 partida da doutrina da criação e. e sim o #dio" $ real interesse pelo bem estar dos outros tornou3se em indiferença e descaso" /penas nos interessamos pelos que são do sangue. o curvar3 se diante de !dolos feitos ( imagem e semelhança de homens e animais" $ homem se esqueceu d/quele de quem foi feito imagem e semelhança" 6A O 0omem Oue6rou o re(acionamento com seu seme(0ante /o invés de ser bênção para o seu semelhante. não são s&bias. não são simplesmente não3cristãs. apenas a confecção mais elaborada dos !dolos modernos" Ho7e os homens fa)em outros tipos de idolatria sem se a7oelharem literalmente diante delas. a imagem ficou pervertida. e podem perfeitamente ser chamadas não3cient!ficas. portanto.

imagem essa que precisava ser refeita" / conformidade com a imagem de Kesus Cristo é o mesmo que ser feito ( imagem de *eus" Kesus é a imagem e o reflexo exato do ser de *eus" / meta final da obra redentora de Cristo é devolver ao homem aquilo que foi perdido na queda. o homem pensa no futuro. tem sido estragada para o beneficio de alguns exploradores poderosos" 6sso é tremendamente triste. escravo do pecado. também os predestinou para serem con$ormes G imagem de Seu ilho.or isso é dito na +scritura que *eus nos predestinou para sermos 0conformes ( imagem4 de Kesus Cristo" -er igual a Kesus é ter de volta a imagem de *eus" Cm H"L< W 0. pervertida. -ua imagem ser& plenamente vista. a humanidade plena de Kesus Cristo" +ste texto de Comanos indica que alguma coisa errada aconteceu com a imagem de *eus no homem ap#s a queda. isto é.ai de maneira perfeita"49 . como um livre3agente que é. o mundo vem sendo estragado e suas rique)as tem sido usadas para prop#sitos tremendamente ego!stas" / exploração das rique)as tem sido somente para o enriquecimento de alguns mais 0espertos4. contemplando.or isso uma grande . para refletirem a -ua perfeita varonilidade. e Cristo ser& visto em n#s" L Co M"9H W 0+ todos n#s com o rosto desvendado.o que é agrad&vel a *eus?" /gora. pois de agora em diante. como P< Cl 9"9Q2 Hb 9"M .or isso que ele não tem capacidade de viver sem pecar" *a! a expressão latina non posse non peccare# A I"AGE" RE#TAURADA Cristo Kesus é considerado na +scritura a imagem perfeita de *eus" +m v&rios lugares é dito que +le reflete -eu . a imagem de *eus" -er conformado ( imagem de Kesus Cristo. a fim de que +le se7a o primogênito entre muitos irmãos"4 $s eleitos foram predestinados para se parecerem com Kesus Cristo. mas não sem pensar antes em seus pr#prios interesses. porque o homem est& se alienando de seu pr#prio ha'itat# Fodernamente. é ser conformado ( imagem de *eus" + é para isso que fomos destinados de antemão" / completação da obra da redenção ser& o sermos semelhantes a Cristo. mas depois da queda. desfigurada" + o homem revela muito bem essa condição de pecador com a imagem de *eus desfigurada" . em pre7u!)o da grande maioria de desfavorecidos" / nature)a que deveria ser para o bem de toda a humanidade. é f&cil perceber que ela est& bem distorcida.homem foi colocado no mundo para ser o guardador da terra que belamente *eus havia criado.rovidência foi tomada para recuperar aquilo que havia sido quase totalmente perdido" #on "osse #on "eccare Nesta altura o homem perdeu a capacidade de fa)er o bem . sem levar em conta os interesses do Criador" $ interesse da humanidade est& aquém de -eus pr#prios interesses" +mbora possamos ver resqu!cios da imagem de *eus. nosso Cedentor" +sta restauração da imagem 7& começou. restaurando3nos. ele s# far& o que lhe é pr#prio" .orquanto aos que de antemão conheceu. fa) com que o pecado se7a uma necessidade nele" / condição pecaminosa dele o obriga a pecar porque é a 5nica coisa que ele sabe fa)er. s# poder& fa)er o que est& de acordo com a sua nature)a" Como ele s# possui a nature)a pecaminosa. mas ainda não est& completada" /inda temos sementes do pecado em n#s que impedem que a imagem de *eus se7a completamente vista em n#s" k medida que *eus completa a sua salvação em n#s.

7& refletimos algo de nosso -enhor" $ texto em português di) que n#s 0com o rosto desvendado. como medo de verem a gl#ria de *eus" +ssa gl#ria de *eus.ai nos tenha destinado para sermos conformes ( imagem de Kesus. de novo. ainda não podemos vê3la plenamente. o de L Co M"9H. aponta a meta de *eus para n#s 3 destinados para refletir a imagem de Cristo2 o segundo texto. ainda não acabado" K& refletimos a imagem de Cristo. em comunhão com +le" 'isto que esta gl#ria estava brilhante demais para os 6sraelitas olharem para ela.erceba3se que essa transformação é paulatina. como +le é a expressão exata do -eu -er.Jatoptri)oamenoi? a gl#ria do -enhor. Cristo restaura também em n#s os relacionamentos perdidos: a) Cestaura a nossa comunhão com *eus2 b) Cestaura a nossa comunhão com os semelhantes2 Q> /nthonY HoeJema. as pessoas não mais precisam tapar os seus rostos. visto que ele se encaixa tão bem no contexto" / face de Foisés estava refletindo a gl#ria de *eus. a gl#ria do -enhor"""4 3 +ssa tradução pode.por espelho . Jatoptri)oamenoi significa espelhando# / palavra poderia significar tanto 0contemplando como num espelho4 como 0refletindo como um espelho4" +u prefiro o segundo significado. . portanto. contemplando. pois o verbo grego metamorfouameta . a imagem de *eus que foi desfigurada na queda" . também n#s haveremos de refletir perfeitamente a imagem daquele que nos redimiu" +mbora tenhamos a imagem do -enhor restaurada em n#s. n#s podemos refletir a gl#ria do -enhor Kesus Cristo. pouco a pouco. somos transformados""" na sua pr#pria imagem4" *r" HoeJema di) que 0/ palavra grega é derivada de Jatoptron. para refletirem. de alguma forma. que significa 0espelho4" :iteralmente. p" LP" . que estão sendo transformados pela obra redentora de Cristo. 0transformados de gl#ria em gl#ria4. é dito que o +sp!rito nos transforma nesse continuado processo" Com a imagem de *eus restaurada em n#s. o +spirito"4 No tempo do '@ as pessoas se aproximavam de *eus com o rosto vendado. re$letindo . indica o car&ter progressivo dessa transformação" +mbora o . de algum modo. porque h& embaraços. amanhã. ap#s ele ter estado face a face. para não verem a gl#ria de *eus" $postamente. o de Cm H"L<.Jatoptri)oamenoi? a gl#ria do -enhor.aulo aponta. somos transformados de gl#ria em gl#ria. até que reflitamos perfeitamente. a gl#ria de Kesus Cristo" /ssim como Cristo reflete a gl#ria de -eu .ai. na Sua pr"pria imagem. como por espelho. dar uma interpretação falseada" +la pode dar3 nos a impressão de que por contemplarmos a gl#ria é que somos transformados ( imagem de Cristo" / idéia não é bem esta" / melhor tradução do texto di) que n#s estamos como que com 0o rosto desvendado. mas ainda não fomos transformados completamente a sua imagem" $ primeiro texto analisado. +n GodDs +mage. h& ainda pecaminosidade em nosso ser" Fas não podemos negar que. (s ve)es. nos tempos do N@. "Foisés teve que esconder a face" Fas ho7e. é paulatino.0estamos sendo transformados4? indica essa idéia" $ verbo d& a idéia de um processo continuo. vai ser revelada na vida dos crentes. como pelo -enhor. até que reflitamos perfeitamente a imagem de Cristo. com as faces desvendadas" + deste modo que vemos a superioridade do novo pacto sobre o antigo"4Q> $ processo de transformação pelo qual passamos.

quando +le se manifestar. est& claro de alguns textos da +scritura" 9 Co 9Q"P< W 0+. porque continuaremos a ser homens.9 Ko M"L?" / idéia de imagem de Cristo.or enquanto. assim como trouxemos a imagem do que é terreno. est& perfeitamente delineada nesse verso" /p#s a nossa ressurreição.c? Cestaura a nossa comunhão com a nature)a" "osse non peccare $%& A I"AGE" APERHEI OADA $s textos analisados na seção anterior. porque havemos de vê3lo como +le é"4 . ser& uma grande e maravilhosa realidade" A I"AGE" DE DEU# NA TEOLOGIA CRI#T! %A Cato(icismo / 7ustiça original dentro do catolicismo é uma espécie de donum superadditum. ser& vista na capacidade de não pecar" Não teremos a impecabilidade51 de Cristo.8p M"L9?" Ho7e não somos o que seremos. mas quando Cristo se manifestar. haveremos de exibir tudo aquilo para o que fomos destinados de antemão" #on "osse "eccare / reflexão da imagem de Cristo. até o corpo refletir& aquilo que Cristo 7& é" @eremos um corpo semelhante ao corpo de -ua gl#ria . seremos semelhantes a +le. mas o -enhor *eus nos livrar& da presença do pecado e o non posse peccare de /gostinho.or essa ra)ão. haveremos de refletir perfeitamente Kesus Cristo" . isto é. devemos tra)er também a imagem do celestial4" 0@erreno4 aqui se refere ao primeiro /dão" 0Celestial4 refere3se ao segundo /dão. Kesus Cristo" $ contexto dessa passagem est& no ensino sobre a ressurreição" -omente depois da completação de nossa salvação é que refletiremos a perfeição da imagem de Kesus Cristo" / glorificação do homem é o estado final da redenção do pecador por quem Cristo morreu" -omente no estado de glorificação é que o remido refletir& perfeitamente a imagem de Cristo" . Koão di): 0ainda não se manifestou o que haveremos de ser" -abemos que. o processo 7& estar& terminado" Nesse tempo. ele ainda est& no processo. Cm H"L< e L Co M"9H indicam que a queda causou aos homens a necessidade de serem transformados para terem de volta aquilo que perderam quando da sua criação" / meta final de *eus para os redimidos é a perfeição de Cristo" Sue esta condição se dar& somente depois da nossa ressurreição. mas então. algo que *eus acresceu ao homem depois da sua criação" $ homem foi criado com uma 7ustiça Q9 6mpecabilidade que advém do fato de -ua nature)a humana estar inseparavelmente unida & nature)a divina" . na completação de nossa salvação. nessa época.

-aint :ouis: Concordia . para poder ir para qualquer direção" $ homem era inocente. quando a ação se torna volunt&ria" . portanto. a 7ustiça original não fa)ia parte do homem.or essa ra)ão. em seu coment&rio sobre Gn <"N" QL 8rancis . vol" 9. (s ve)es.ublishing House.iepper di) que 0chamar a imagem de *eus porque ele possue ra)ão e vontade é não levar em consideração o que o homem est& para se tornar em Cristo"452 . a imagem de *eus consistia.or essa ra)ão . do dom!nio do homem sobre os outros elementos da criação" $s socinianos. foram perdidos com a queda" / dedução clara desse ensino é que o homem ho7e é exatamente o mesmo que /dão antes de receber a 7ustiça original. eles colocaram a imagem de *eus apenas na esfera do dom!nio sobre a criação NA Luteranismo $s luteranos.ogmatics.-aint :ouis: Concordia . então. descartam qualquer possibilidade de o homem ter sido criado num estado de santidade" +les não criam que o homem foi feito pecador. nada tem a ver com o religioso ou teol#gico" . o homem estava su7eito a paix%es baixas e apetites indevidos" +sta tendência é chamada concupisc7ncia. p" Q9H39<" .natural /<ustitia naturalis:.ogmatics. o luteranismo viu a imagem de *eus como sendo a 7ustiça original" -endo assim. especialmente porque não tem o freio da 7ustiça original. ainda que agora tenha uma tendência muito mais forte em direção ao mal. *eus acrescentou. que consiste no conhecimento de *eus. 9<Q>?. mas não santo" . . p" QL>" QM 8rancis . quase que unicamente. . )hristian . mas oferece elementos para acontecer o pecado" +ssa concupiscência é uma espécie de combust!vel para o pecado.ieper. contudo. mas não criam que a 7ustiça original fi)esse parte deles na criação" +les apenas criam que o homem foi criado num estado de neutralidade moral.ortanto. que é composta dos dons naturais que recebeu de *eus" Fas ainda assim.ublishing House.ieper. aos dons naturais os dons sobrenaturais /dona supernaturalia:. não é pecado. santidade da vontade. 9<Q>?. mas foi acrescentada como uma recompensa pelo uso dos dons naturais" Fas esses dons sobrenaturais. que em si mesma. est& faltando no homem depois da queda""" +les diferem. sobre a questão se em Gn <"N a imagem divina é ainda atribu!da ao homem ap#s a Sueda"4QM :utero preferiu esta interpretação. com a 7ustiça natural. que o diferem dos outros seres animais.ara refrear impulsos pecaminosos. é muito mais comum para os luteranos enfati)arem o aspecto 7ustiça original do que os outros aspectos geralmente considerados dentro da teologia Ceformada" 0$s te#logos luteranos são concordes em que imagem de *eus. sem pecado. incluindo a 7ustiça original. que inclui a 7ustiça sobrenatural" +ste é o donum superadditum# $riginalmente. )hristian . $ homem perdeu totalmente a imagem de *eus. assim como os arminianos primitivos. tentam distinguir a imagem de *eus num sentido mais estrito e num mais amplo" No sentido mais estrito. por causa do pecado" No sentido mais amplo. que ainda existem no homem. que é o donum superadditum# +A #ocinianismo -egundo os socinianos. de que a queda aniquilou a imagem de *eus. vol" 9. capacitado com uma vontade livre. a existência do intelecto e da vontade.

enquanto que outros incluem toda a nature)a racional e moral" $utros ainda incluem o corpo como parte da imagem de *eus. o conceito de imagem de *eus é extremamente importante para a teologia reformada. mas unicamente em alguns acidentesE#54 .LA Ca('inismo H& idéias diferentes entre os v&rios te#logos Ceformados: Cobert *abneY insiste 0que a imagem de *eus não consiste de algo absolutamente essencial ( nature)a do homem. haveria deixado de ser o que é W homem" QP -Ystematic and . p"L<M" . porque essa imagem é o que h& de mais distintivo no homem em sua relação com *eus" $ conceito reformado de imagem de *eus é muito mais abrangente e inclusivo do que o luterano e o cat#lico romano" $ homem não perdeu a imagem de *eus. como 7& vimos" *e qualquer modo. prov&vel que *abneY estivesse pensando aqui somente na 7ustiça original" /lguns te#logos Ceformados limitam a imagem de *eus apenas ( 7ustiça original.olemic @heologY. pois se a tivesse perdido.

que significa XpactoX" / doutrina do$oedus operum pressup%e que /dão conhecia a lei moral de *eus. creu3se no estabelecimento de pactos da parte de *eus" *o começo ao fim. .tYir:b? têm se provado inconclusivas na determinação do significado da palavra"4 56 +la tem muitas conotaç%es dadas na pr#pria +scritura" Cobertson define que 0pacto é um (5nculo de sangue administrado so'eranamente4#57 +le sempre contém a idéia de (5nculo ou relacionamento. não poderia haver ligação entre +le e elas" +is o que di) a )on$iss&o de é de .A@B:$ '6 O HO"E" NO PACTO DA# OBRA# Teo(o)ia do Pacto ou Teo(o)ia Hedera(MM / @eologia Ceformada é conhecida como a @eologia do . nunca poderiam fruir nada dele como bem3aventurança e recompensa. que. p" P . tanto a da nature)a /+ex naturalis que foi impressa no seu coração desde sua criação? quanto (quela que foi expressamente ordenada por *eus /+ex parad5siaca. é uma interrelação pessoal de *eus com -eu povo que est& no coração do pacto" +ste conceito do coração do pacto foi percebido na hist#ria dos investigadores do pacto logo cedo no tempo de Coceius. como também foi visto por sua ênfase sobre o efeito de um pacto como o que estabelece a pa) QQ$ termo 8ederal vem do latin *$oedus>.acto. 9<HL?.C/.lC. embora as criaturas racionais lhe devam obediência como ao seu Criador. 9?" O #IGNIHICADO DO TER"O BPACTOE Não é simples definir em nossa l!ngua o termo hebraico tYir:b .. The )hrist o$ )o(enants. p Q" Q= 6bid". lei do . o prop#sito definitivo deles vai além do cumprimento garantido de um dever" /o invés disso. doutra forma. que tradu)imos como 0pacto4" +timologicamente é muito improv&vel que consigamos o seu significado fundamental" Cobertson di) que 0investigaç%es extensivas na etimologia do termo do /ntigo @estamento para o termo 0pacto4 .berith?.'66. a qual foi ele servido significar por meio de um pacto"4 .estminster: 0@ão grande é a dist1ncia entre *eus e a criatura.ara!so?" QN $ . a +scritura mostra que *eus estabeleceu relacionamentos com os homens através de pactos" /s alianças de *eus com 6srael é um tema dominante através de toda a +scritura" *eus estabeleceu pactos para relacionar3se amorosamente com as -uas criaturas.almer Cobertson. antes que a idéia de 0obrigação4 ou 0compromisso4" FcCoY di): 0+nquanto os pactos divinos envolvem invariavelmente obrigaç%es. senão por alguma volunt&ria condescendência da parte de *eus. porque desde os seus prim#rdios. porque.

Ne_ Haven. . segundo os s!mbolos de Zestminster.acto da Criação. . p" N. o estabelecimento de pacto é sempre o estabelecimento de um relacionamento 0em conexão com4 ou 0entre4 pessoas" $ elemento essencial de um pacto é que alguém fica vinculado a outrem pelo estabelecimento de um compromisso" $ vinculo leva a obrigaç%es graciosas da parte de *eus para com o homem. não est& claro que uma cerimonia formal de tomada de 7uramento se7a absolutamente essencial para o estabelecimento de um relacionamento de pacto4 Cobertson.cf Q9 H<"M.acto da Nature)a. . nota de rodapé =?" N> Cobertson. citado por Cobertson. mas o que prevaleceu foi o nome . vou us&3lo porque é este que os nossos s!mbolos de fé usam" . MP sgts2 9>Q"H39>?" $ processo de formali)ação da tomada de 7uramento pode estar ou não presentes" Fas o compromisso pactual inevitavelmente resultar& numa obrigação muito solene"N> / quase identidade entre os termos pacto e 7uramento mostram estas duas palavras enfati)am a idéia de relacionamento.acto /d1mico. 9<NQ?.acto das obras" +mbora não me agrade pessoalmente desse nome. pode ser afirmado que um pacto C um 7uramento" $ compromisso da relação pactual liga as pessoas com a solidariedade equivalente aos resultados alcançados pelo processo de uma estabelecimento formal de 7uramento" 0Kuramento4 adequadamente capta a relação efetuada pelo 0pacto4 de tal forma que os termos podem ser permut&veis . .acto +dênico. L? QH 'er Charles -her_ood FcCoY.'66. é o pacto de obras" 0$ primeiro pacto feito como o homem era um pacto de $bras2 nesse pacto foi a vida prometida a /dão e nele ( sua posteridade. p" Q. de estreito vinculo. sob a condição de perfeita obediência pessoal"4 .ortanto.entre as partes"4QH . e quase que sempre mostra o derramamento de sangue de uma vitima" O NO"E BPACTO DA# OBRA#E '&rios nomes têm sido dados ao relacionamento entre *eus e o homem no . The )o(enant Theolog. nota de rodapé P" Q< +m quase todos os pactos estabelecidos por *eus h& a menção de 07uramentos4 de *eus. p" 9NN?. nota de rodapé =" . que é parte essencial do que a +scritura chama de .acto" /s partes contratantes de um pacto estão profundamente comprometidas entre si" Na sua definição Cobertson disse que pacto é >(incul6o em sangue admistrado so'eranamente#> / idéia de sangue é porque pacto sempre envolve uma questão de vida ou morte.or essa ra)ão. muitas ve)es h& a menção de 07uramentos4 59 nos pactos divinos" Bm pacto fa) com que uma pessoa se7a comprometida com outra" 6sto mostra que um pacto é em essência um vinculo" Cobertson di): / +scritura sugere não meramente que um pacto geralmente contém um 7uramento" /o invés disso. embora esses 7uramentos formais não devam ser considerados como conditio s5ne %ua non dos pactos" Cobertson di) que 0embora o 7uramento apareça repetidamente em relação a um pacto.ortanto.o$ Hohannes )oceius . e de uma resposta obediente da parte deste 5ltimo" +ssas obrigaç%es ou compromissos são decorrentes do vinculo estabelecido" . p" N.den: . o primeiro dos pactos estabelecido historicamente.

p" LM" . esta interpretação tem que estar ligada ( queda da raça ou do homem.almer Cobertson se refere de um transbordamento do Kordão est& registrado em Kosué M" 9Q39N" NL 6bid". as duas 5ltimas interpretaç%es falam de um pacto que foi quebrado por um /dão indiv!duo.den" 6sto tem dado motivo a alguns te#logos Ceformados para desistirem da teologia do pacto. como 2d&o .Nesse pacto de $bras *eus viu /dão.den" +sta interpretação dificilmente encontraria apoio" Cobertson di): 0-omente uma pura suposição pode proporcionar uma ocasião concreta de pecado nacional em /dão. mas não h& nenhuma menção de os homens terem violado o pacto de *eus" 0/lém disso. cerca de 9L milhas ao norte de Keric#" / narrativa de um transbordamento do Kordão a /dão não fa) qualquer menção de um pecado da parte de 6srael"4N9 +ssa é uma interpretação tendenciosa" H& um 5nico registro de uma cidade chamada 0/dão4. 9<HL?. tão fortemente sustentada pela tradição Ceformada" Contudo. p" LL" Cobertson argumenta que a -eptuaginta tradu) a expressão hebraica mfdf?:\ como _. a idéia é a de que os homens do tempo de $séias transgrediram o pacto como os homens de /dão fi)eram" 6sso altera o sentido do texto.ortanto. ou por um /dão representativo da raça" Cobertson di): 0-e g/dãoh é tomado genericamente.ifdf?:\?2 eles se portaram aleivosamente contra mim"4 /lguns te#logos têm tentado dar uma outra interpretação a este texto.almer Cobertson.tYir:b?. p" LM. 9:LMM. têm tradu)ido as palavras hebraicas ifdf?:\ . não como um indiv!duo simplesmente. alterando o sentido de 0como /dão4 para 0em /dão4" 0/dão4 significaria o nome de uma cidade" . . LMQ" . 9HPN?.0como /dão4? relacionando3as ao pecado do primeiro homem" +sta é a tradução que oferece menos dificuldade que as outras" 0Como /dão transgrediu os arran7os pactuais estabelecidos pela criação. locali)ada no Kordão. o que não fa) muita diferença se comparada com a interpretação tradicional que assumimos neste trabalho" @radicionalmente. assim 6srael tem transgredido o pacto designado no -inai4" *e qualquer forma. The )hrist o$ the )o(enants . sem que alguém tente afirmar que /dão ali signifique um lugar ou cidade" Bma outra possibilidade de interpretação tem sido esta: que 6srael tenha quebrado o pacto 0como homem4 ou 0igual a raça4" *e qualquer forma. mas 0como /dão4" 62H& outros dois versos na +scritura que possuem a mesma conotação e são tradu)idos 0como /dão4 . se7am eles Ceformados ou não. esta interpretação pareceria requerer uma emenda ao texto massorético" +ste verso não deve ser tradu)ido 0em /dão4. invalidando assim.K# M9"MM e Q9 HL"N3=?.Cobertson. h& uma passagem na +scritura que considera o que se passou entre *eus e /dão.7 a?anqr_po7. . os te#logos do pacto. nota de rodapé P?" 6bid". o termo se referiria a uma obrigação N9 $" .. debaixo da obrigação de obedecer as leis estabelecidas por *eus através da nature)a e das -uas asseveraç%es verbais" @em sido chamado pacto das obras para enfati)ar a responsabilidade de /dão" E5IDQNCIA BÍBLICA DO PACTO DA# OBRA# $ termo 0pacto4 . a doutrina do pacto l& no . mas como o 0cabeça federal4 de toda a humanidade.+dinburgh.lC. o que favorecia esta interpretação" Calvino também sugere esta interpretação em seu )ommentaries on the Twel(e 8inor Frophets.tYir:b? não aparece nos eventos do . como sendo um pacto" $séias N"= di): 0Fas eles transgrediram o pacto . p" LL" $ texto ao qual .

mas novo em referência a todas os pactos legais quaisquer que fossem"" +st& claro que a I!blia representa o arran7o feito com /dão como uma transação verdadeiramente federal" / +scritura não conhece nenhum outro além dos dois métodos de se obter a vida eterna: um é aquele que exige perfeita obediência. mas na criação do homem" -e o homem depois da Sueda ainda possuem essas leis. porque um reflete o primeiro reflete a imagem do segundo" -e *eus é um ser moral. um partid&rio da teologia do pacto. h& os que tentam destruir a noção de pacto ali" Charles Hodge.ortanto. novo. mas porque não aparece explicitamente em Gênesis. não meramente em ant!tese ao que foi feito no -inai. quanto mais o homem antes da SuedaV +ssas leis fa)em parte da nature)a constitucional do homem.Cm L"9P39Q?" +sta é a lei da nature)a" +ssas leis não foram escritas nos coraç%es dos homens depois da Sueda.or virtude de -ua nature)a. h& algumas normas dadas por *eus que refletem a moralidade do Criador na criatura" . $séias N"= pareceria referir3se a uma terminologia pactual na relação de *eus com o homem estabelecida pela criação"4NM Ninguém duvida do pacto da graça. portanto. a idéia de pacto de obras est& presente no Gênesis. 99=" .den: a lei da nature)a e a lei expressa em palavras" %* Deus deu ao 0omem uma (ei natura(* . não um ser moralmente neutro ou indiferente" *eus deu duas espécies de lei a /dão no . queiramos reconhecer ou não. porque ele est& afirmado explicitamente nas +scrituras.den indica que o homem é um ser moral. por virtude de ser de autoridade divina.pactual mais ampla que recai sobre o homem que lhe d& uma responsabilidade solene no mundo de *eus pela criação" +m qualquer caso. o primeiro é declarado ser da mesma nature)a"4NP . o homem também tem que ser e. vol" 66. *eus est& acima da criatura e tem a prerrogativa de estabelecer leis para ser obedecido" *eus é soberano e o homem é criatura dependente NM 6bid". por comparação ao que aconteceu no pacto da graça: 0+mbora a palavra pacto não se7a usada em Gênesisb o plano de salvação é contentemente representado como o novo pacto. mas também a nature)a de *eus" / nature)a de ambos exige a presença de leis. p" LP" NP -Ystematic @heologY. ela obriga o homem ( obediência" / lei dada no . e o outro é aquele que exige fé" -e o 5ltimo é chamado pacto. embora ali não este7a o termo pr#prio" O PACTO DA# OBRA# E A LEI DE DEU# Não h& como se questionar que *eus deu lei para /dão" / lei foi dada para /dão como um principio regulativo para a sua vida" +la declara ao homem o que é bom e o que não é bom e.aulo nos di) que h& uma lei impressa nos coraç%es dos homens desde que foram criados . e o tornam um ser absolutamente moral. com padr%es a serem seguidos" +ssas leis naturais refletem não somente o car&ter moral de /dão. coloca nestes termos a sua crença no pacto de obras feito entre *eus e /dão.

embora estas leis impressas não revelem um car&ter pactual" +* Deus deu ao 0omem uma (ei e?1ressa em 1a(a'ras* +las estão afirmadas nas proibiç%es de Gn L"9Q39=" / lei natural dada na criação expressão o car&ter moral de *eus" +stas leis são a expressão da -ua soberania que agora é formalmente declarada" +las são expressão de -ua soberania porque +le não precisava d&3 las se não quisesse" /o homem foi ordenado o cuidado do 7ardim e a proibição de não comer da &rvore do conhecimento do bem e do mal" .den não apareça o termo.aulo di). uma lei não significa necessariamente que alguém deva desobedecê3la" *e uma coisa podemos todos estar absolutamente certos: Com essa ordem *eus declara formalmente a -ua soberania.or quê *eus deu esta ordem a /dãoO -e *eus não a houvesse dado. os elementos do pacto estão presentes nos atos reveladores de *eus" H& as partes contratantes. portanto. se obedecida. ser respondida. mesmo os homens que vivem numa civili)ação muito distante daquela que conhecemos como 0civili)ação cristã ou ocidental4" @odos eles têm noç%es b&sicas das leis morais de *eus. estando /dão apenas na posição de .ortanto. como soberano e supremo -enhor e /dão" +ste foi feito ( imagem e semelhança d/quele" 8oi tornado cabeça e representante de toda sua progênie" *eus prescreveu todas as coisas a /dão com poder absoluto. e /dão estava em posse dela" /inda é poss!vel perceber a impressão delas na alma humana. h& a promessa de vida sob a condição de obediência. . concederia vida. que fa) todas as coisas segundo o conselho da sua vontade" O# ELE"ENTO# DO PACTO DA# OBRA# +mbora no . mas daquele que se torna incapa) de obedecê3la. e que +le requeria a obediência da criatura de maneira inequ!voca. que +le era o -enhor. e h& a penalidade fixada no caso da desobediência ( lei estabelecida" %* Partes Contratantes -empre h& o envolvimento de duas partes num pacto" Neste caso são *eus. /dão tinha deveres de obediência. mas h& algo claro no texto: essa lei. essa lei tornou3se enferma por causa da nature)a pecaminosa do homem que obsta o homem de obedecê3la plenamente . sem dese7ar qualquer coisa superior a ela" / resposta ( pergunta feita logo acima não pode.Cm H"M?" / inadequacidade não é da lei. a menos que a entendemos ( lu) da soberania divina. /dão não teria pecado" / resposta a esta ob7eção é que *eus não costuma dar 7ustificativa de todos os -eus atos. sendo su7eito a +le em tudo" +ssas leis naturais são uma sombra daquilo que foi posteriormente dado em forma escrita no tempo de Foisés" +las refletem os 9> Fandamentos quase que na sua inteire)a" +ssas leis naturais são perfeitas. pois esta era a maneira de continuar em boas relaç%es com o Criador" / alegria e a santa comunhão s# poderiam continuar e tornar3se ainda num grau maior e definitivo com a continuada obediência da lei" 6sto significava que o homem deveria estar contente com aquilo que o Criador lhe havia dado até então. embora os homens tenham sido afetados moralmente pela Sueda. a quem devem obedecer" /p#s a Sueda. desde a sua criação.d+le em todas as coisas. porque ela é espiritual" . e +le agiu assim conforme o conselho da -ua vontade" /lém disso. sem que esta lhe pedisse qualquer 7ustificativa" +ra dever do homem obedecer ( lei e fa)er a vontade de *eus dese7osamente. de forma que todas as condiç%es e promessas do pacto foram unilaterais.

vol" 9. # Cei das naç%esO pois isto é a ti devido2 porquanto entre todos os s&bios das naç%es.hillispsburg.. ninguém h& semelhante a ti"4 *essa idéia de *eus. tem relação absoluta com a :ei de *eus" / vida eterna de /dão. mesmo nos mais !mpios" @odos eles sabem que a felicidade est& vinculada ao fa)er o que é bom como a infelicidade no fa)er o que é mau" + uma noção universal a idéia de recompensa para os que obedecem e punição para os que não obedecem as leis estabelecidas" 6sso advém das leis naturais impressas na alma humana. como criatura finita. que est& impl!cita no texto de proibição de comer da &rvore do conhecimento do bem e do mal" No pacto das obras. *eus não retirou a idéia de que a vida eterna vem pela mesma obediência" 'e7a algumas sugest%es da +scritura no tempo em que o homem 7& havia ca!do: :v 9H"Q W 0. a noção de vida eterna é muito mais claramente percebida pela ordem dada por *eus como expressão da -ua -oberania no . supremacia. assim como de toda a sua posteridade. que -ão -eus atributos essenciais" $ profeta Keremias mostra esses atributo de *eus de uma forma bem simples e resumida. e grande é o poder do teu nome" Suem te não temeria a ti. # -enhor2 tu és grande. =Q" . sem que ninguém ensine aos homens" Contudo. que colocam o homem na posição de obedecer todas as prescriç%es divinamente enviadas: Kr 9>"N3= W 0Ninguém h& semelhante a ti. . da qual os crentes -ão tornados participantes através de Cristo"465/ promessa de vida prometida no evangelho aos que crêem em Cristo é exatamente da mesma nature)a da que foi feita no . 9<<>?.o$ the )o(enants 'etween God na 8an .den" $ seu conhecimento dessas leis era perfeito.ortanto os meus estatutos e os meus 7u!)os guardareis2 cumprindo os quais. estava vinculada ( sua obediência estrita ( lei estabelecida por *eus" Fesmo ap#s a desobediência. Ne_ KersY: .ublishing House.den" -e o pagão ainda ho7e tem a noção de recompensa para os que fa)em o bem e a punição para os que fa)em o mal.resbYterian and Ceformed . e viver&s4" +ssa idéia de vida plena est& no bo7o de todos os homens" + isso o que todos dese7am" $ dese7o de felicidade eterna é algo que est& ainda presente em todos os homens. quanto mais /dãoV +le que possu!a o conhecimento advindo dois tipos de lei que *eus lhe havida dado no . The Econom. não discutiu as exigências de *eus porque conhecia o seu papel de criatura e das responsabilidades como mordomo do 7ardim que *eus lhe havia confiado" +* Promessa de 5ida Condicionada V O6edi8ncia Nenhum pacto é estabelecido por *eus sem promessas" / promessa deste pacto das obras é a de vida eterna. e em todo o seu reino. então" $ ensino de que a vida eterna vem pela obediência é uma tRnica de toda a +scritura" Este C o ensino de "oisCs $ pacto das obras. ma7estade e eminência. é a repetição da idéia que Foisés disse: 08a)e isso.den a /dão" $s dois tipos de vida prometidos -ão absolutamente iguais" Suando Kesus disse: 0/quele que crê em mim tem a vida eterna4. o homem (i(erá por eles: +u sou o -enhor4" NQ Herman Zitsius. num sentido estrito. segue3se que o homem est& sob o dever de obedecer todas as estipulaç%es" /dão acatou todas as exigências divinas e.aceitar e obedecer todas as exigências de *eus" *eus estabelece todas as condiç%es virtude da sua absoluta soberania. 0a /dão foi prometida a mesma vida eterna a ser obtida pela 7ustiça que é da lei.

se querem ter vida eterna" . antes da entrada do pecado no mundo. para que *eus nos concedesse vida eterna" Cristo veio fa)er o que o primeiro .pela impotência de pecador em cumprir todos os preceitos?. ele trata abundantemente da 7ustiça da fé . pela simples ra)ão de que ele é o -enhor" No pacto das obras a ordem é 08a)e isto4 e a promessa 0e viver&s4" *eus ainda coloca uma ameaça: 0-e não fi)eres isto.aulo sabe da impotência do pecador para cumprir a lei de *eus perfeitamente" . ela produ) vida" Iasicamente é a mesma lei ( qual todos os homens devem obediência. ainda permanece em vigor" -e devidamente observada.aulo reafirmou o pensamento de Foisés de que a vida eterna vem pela obediência irrestrita ( lei de *eus" Cm 9>"Q W 0$ra. -ão repetidos e reforçados na :ei de Foisés" H& uma continuação entre a lei dada a /dão e a lei repetida a Foisés" / mesma lei que estava em vigor no . Cristo obedeceu perfeitamente todos os preceitos. morreras4" Este C o ensino de Da'i *avi é um outro famoso escritor sacro" / sua ênfase na import1ncia da obediência ( lei é conhecida nos salmos que escreveu" $ -almo 99< mostra o seu apego ( lei de *eus" 'e7a também como se porta falando sobre a perfeição da lei do -enhor: -99<"=3 99 W 0/ lei do -enhor é perfeita e restaura a alma"" "/lém disso. não existe perfeição em n#s para que a guardemos perfeitamente.Gl M"9>39M?" . mas reconheceu a incapacidade humana dessa obediência irrestrita a todos os preceitos da lei" . mas: o'ser(ar os seus preceitos. (i(erá por ela#4 Gl M"9L W 0$ra. por eles se admoesta o teu servo"""2 os preceitos do -enhor -ão retos""" e em os guardar h& grande recompensa#4 @odo homem que guarda perfeitamente a lei do -enhor é recompensado com a vida eterna.den. Foisés escreveu que o homem que praticar a 7ustiça decorrente da lei. que produ)em vida eterna. mas na impotência humana . a%uele %ue verifiquei $bviamente.or essa ra)ão. .Cm H"M3P?" Fas ninguém pode negar que a vida eterna de um homem vem pela obediência" $s mesmos preceitos que *eus propRs a /dão. com a comunhão imperdo&vel" Contudo.Cm 9>"N3<?" +le ainda argumenta que. e sobre os quais o pacto das obras est& fundado. a lei não procede da fé.or essa ra)ão. mas o problema não estava na lei.aulo argumenta que a lei tornou3se impotente de dar vida ao homem.aulo confirmou isso. por eles (i(erá#E Cm ="9> W 0+ o mandamento %ue me $ora para que este mesmo se me tornou para morte"4 a (ida. porque 0ninguém pode ser 7ustificado pelas obras da lei4] .*eus poderia ter retirado o mandado de ter vida pela obediência. mesmo embora saibamos que a lei do -enhor é perfeita. Cristo teve que 0nos resgatar da maldição da lei4 . a fim de que recebamos a recompensa da vida eterna" Este C o ensino de Pau(o / mesma vida eterna que alguém recebe pela fé em Cristo é prometida (queles que obedecem perfeitamente ( lei de *eus" .

não pode ter acesso a essa &rvore . para herdar a (ida eterna4 Cespondeu3lhe Kesus: . tem o apoio de muitos outros escritores homens podem ganhar a vida verso L9 afirma esta verdade da vida eterna por meio da sagrados" Este C o ensino dos Padr2es de HC de Westminster / promessa do pacto é uma promessa condicional. e nisso. 9? / obediência ( lei era condição para o homem obter vida eterna" /dão possu!a vida natural perfeita quando foi criado" +le ainda não possu!a vida eterna. exata e perpétua2 prometeu3lhe a vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele viol&3la2 e dotou3o com o poder e a capacidade de guard&3la"4 . inteira. porque a os benef!cios dela dependem do cumprimento de uma condição: a da obediência" / C8Z deixa a idéia de obediência para se obter vida como uma condição absoluta no pacto das obras: 0*eus deu a /dão uma lei como um pacto de obras" . obviamente ele não a perderia" / palavra 0eterna4 implica em algo que não pode ser perdido" /dão poderia ter vida eterna se ele obedecesse os preceitos de *eus" . bem como toda a sua posteridade.den e na confirmação dela por Foisés" / lei natural dada no .or um tempo . entrar na (ida. guarda os mandamentos# + ele lhe perguntou: SuaisO Cespondeu Kesus: Não matar&s. s# existe um" Se %ueres. a uma obediência pessoal. afirma a concessão obediência. não dir&s falso testemunho2 honra a teu pai e a tua mãe./dão não fe): obedecer para conseguir vida eterna para os seus representados" Este C o ensino de Uesus Kesus confirmou o ensino do '@ de que a vida eterna dos homens vem pelo cumprimento da lei estabelecida por *eus no .or causa desse castigo de morte. que é sinRnimo de comunhão imperd!vel" -e ele a possu!sse.Gn M"LL?" N* A Amea-a de "orte em Caso de Deso6edi8ncia /o mesmo tempo que o pacto inclu!a uma promessa de vida. toda a humanidade est&.Cm Q"9L?" @odas as pessoas estão debaixo da . porém. porque não havia ainda comido da &rvore que estava no meio do 7ardim . no Fonte -inai" + a lei dos 9> Fandamentos" +ssa lei contém uma noção de vida eterna para aqueles que obedecem a *eus" Kesus admitiu claramente que a obediência ( lei produ) vida eterna" 6sto est& registrado em Ft 9<"9N3L9 $ 7ovem perguntou: 0Festre. ele apresentava uma ameaça de morte" .den era uma sombra da lei que haveria de ser dada de forma escrita muito tempo depois. não adulterar&s. poderia ter acesso ( vida eterna pelo comer da &rvore da vida" $ texto de Gn M"LL mostra3nos claramente que ele ainda não havia se apossado da vida eterna. %ue $arei eu de 'om. por nature)a.Gn L"<?" .não fixado na +scritura? ele ficaria debaixo de prova" -e passasse no teste. debaixo da culpa do pecado de /dão .or este pacto *eus o obrigou. portanto.or que me perguntas acerca do que é bomO Iom. e amar&s o teu pr#ximo como a ti mesmo"4 +st& claro que a obediência ( lei produ) vida" $s eterna no céu pela plena obediência ( lei de *eus" $ inequivocamente" Kesus.orque desobedeceu. não furtar&s.[6[.

maldição da lei, mesmo antes de terem cometido qualquer pecado volunt&rio" @odos devem a /dão a culpa de seus pecados, pois o pecado dele foi imputado a todos os homens" .or essa ra)ão, todos nascem 0por nature)a, filhos da ira4 ;+f L"M?" / idéia de obediência como condição para se obter vida eterna est& dedu)ida do ensino da +scritura de que Kesus Cristo teve que obedecer toda a lei para garantir3nos vida eterna ;Cm Q"9<?" .or causa da nossa incapacidade de cumprir a lei por n#s mesmos , Cristo teve que morrer 0para resgatar os que estavam sob a lei4 ;Gl P"Q?, a fim de que a lei não os condenasse" $nde não h& a obediência perfeita da lei, h& o castigo da lei" Certamente a punição da lei vem sobre todos aqueles que não -ão obedientes perfeitos dela" -e guardamos toda a lei, mas tropeçamos num s# preceito dela, tornamo3nos culpados de toda a lei" +ste foi o ensino de Kesus Cristo e o de .aulo ;Gl M"9>?" .or essa ra)ão, a fim de livrar3 nos do castigo dessa lei, +le obedeceu a lei, sofrendo a penalidade dela, porque todos n#s nos tornamos violadores do pacto com /dão e em /dão" Gl M"9M W 0Cristo nos resgatou da maldição da lei, fa)endo3se ele pr#prio maldição em nosso lugar, porque est& escrito: Faldito todo aquele que for pendurado em madeiro"4

L* O #acramento do Pacto +m todos os pactos estabelecidos por *eus houve a colocação de sinais e selos neles" *eus não somente nos instrui através das -uas .alavras, mas +le também nos d& s!mbolos vis!veis para que aprendamos com eles" *eus nos ensina também através dos olhos, dando3nos um ensino aprofundado pelo que vemos" $s nossos sentidos todos têm que ser exercitados no aprendi)ado" /quilo que vemos com os olhos causam profunda impressão em n#s" *eus tem3nos ensinado pelas palavras, mas ele também nos ensina pelos sacramentos de forma vis!vel a mesma verdade" 8oi assim com a ceia e com o batismo" $ pacto das obras, que foi o primeiro estabelecido por *eus historicamente, não fugiu ( regra" No pacto de obras *eus também usou o recurso dos sacramentos para ensinar através daquilo que os nossos primeiros pais viam" /ssim como *eus estabeleceu um pacto com /dão, também +le se agradou em colocar um selo a esse pacto: a &rvore da vida ;Gn M"LL?" Não existe harmonia entre os te#logos reformados quanto ao n5mero de sacramentos" /lguns falam em quatro: .ara!so, &rvore da vida, &rvore do conhecimento do bem e do mal e o s&bado" $utros falam em apenas M sacramentos: as duas &rvores e o para!so2 outros dois: as duas &rvores2 enquanto que outros preferem um s#: a &rvore da vida" +sta é a mais comum das opini%es da fé reformada, segundo IerJhof" H& algumas menç%es sobre a &rvore da vida na +scritura: Gn L"L2 M"LL2 /p L"=2 LL"L" Kuntamente com essa 5ltima h& uma referência em +) P="9L, que parece indicar que essa &rvore tem as mesmas propriedades da &rvore da vida, embora o seu nome não apareça" +ssa &rvore da vida parece possuir elementos medicinais, mas atribuir a ela essas virtudes medicinais para a cura de doenças não parece ser uma idéia ra)o&vel, se examinarmos o contexto geral da +scritura" No ,den, antes da queda, o homem não possu!a
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.aulo disse com muita clare)a sobre a impotência do pecador em cumprir a lei de *eus" .or essa ra)ão, ninguém pode ser 7ustificado pelas obras da lei" / impotência, na verdade, não est& na lei" +la é a mesma lei, santa, 7usta e boa, mas a inadequacidade est& na condição do pecador, por sua pecaminosidade" .or isso," .aulo di): 0, evidente que pela lei ninguém é 7ustificado diante de *eusb4;Gl M"99?" NN No pacto com Noé, houve a colocação do arco nas nuvens ;Gn <"9L39M?2 $ pacto com /brão possuia o sinal da circuncisão ;Gn 9="9>399?2 no Novo .acto, o batismo" Herman Zitsius trata abundantemente desta idéia qu&drupla dos sacramentos do pacto das obras ;@he +conomY of the Covenants Iet_een God and Fan, 9>Q399=?" :ouis IerJhof, Teologia Sistemática, LQ= ;edição castelhana?"

enfermidades" *epois da redenção completada, na nova terra, os remidos não terão qualquer enfermidade a ser curada" /s enfermidades são, em 5ltima inst1ncia, os efeitos do pecado" / &rvore da vida, portanto, deve ser entendida como s!mbolo e indicativa de Kesus Cristo, o 8ilho de *eus encarnado" +le é a vida encarnada, tendo vida em -i mesmo, e sendo o doador dela" @odo aquele que se apropriar d+le tem a vida eterna" / &rvore da vida no 7ardim do ,den ;tanto no Gênesis como no /pocalipse? aponta para Cristo, que é a cura de todos os povos" +le é o salvador e médico das gentes de todas as naç%es" $s que são da posteridade de /dão, a fim de que se7am curados de seus pecados, têm que se apropriar da 'ida, que é Kesus" /ssim como no novo pacto, o sacramento da ceia, com o pão e o vinho, aponta para Cristo, a 'ida, assim, no pacto das obras a &rvore no 7ardim apontava para a vida eterna" $ sacramento é uma figura que trata de uma verdade, mas atinge os olhos, não somente os ouvidos com a mensagem falada" + o evangelho vis!vel que *eus nos deu" *eus criou originalmente o homem com vida natural perfeita, mas a fim de que ele se apropriasse da vida eterna ele teria que obedecer e tomar da &rvore a vida ;Gn M"LL?"

A 5IOLA !O DO PACTO DA# OBRA#
/lguns cristãos mal informados pensam que a transgressão de nossos .rimeiros pais foi algo sem muita import1ncia, ou que *eus tenha sido muito severo no 7ulgamento da atitude deles" .recisamos estar de acordo com as +scrituras, sem tentar suavi)ar o que *eus considera algo extremamente sério"

A Gra'idade da 5io(a-.o do Pacto $s N"= di) que /dão quebrou o pacto" @ratando dessa matéria, .aulo di) que o pecado entrou no mundo através de um homem ;/dão? e, por causa disso, a morte passou a todos os homens" No texto de Cm Q"9L3L9, .aulo usa algumas express%es bastante fortes para expressar o ato de /dão: Fecado ;v" 9L?2 transgress&o ;v" 9M?2 o$ensa ;v"9P,9Q,9N,9=,9H, L>?2 deso'edi7ncia ;v"9<?" @odas essas express%es mostram a gravidade do ato de /dão ao violar o pacto" A ConseOX8ncia da 5io(a-.o do Pacto / conseq ência imediata da violação do pacto foi a entrada do pecado no mundo ;Cm Q"9L?" Com a entrada do pecado no mundo a harmonia dele se foi" /té então, o mundo criado havia considerado 0muito bom4 por *eus, e não havia qualquer iniquidade nele" Havia perfeita comunhão entre o universo criado e o homem, a criatura mais elevada de *eus, sob quem tornou su7eitas todas as cousas" Suando o pecado entrou no mundo, essa harmonia absoluta entre as cousas criadas desapareceu: *esapareceu a harmonia entre o homem e os animais2 desapareceu a harmonia entre o casal2 desapareceu a harmonia entre irmãos carnais2 desapareceu a harmonia entre os pr#prios animais2 mas acima de tudo desapareceu a harmonia entre a criatura e o Criador" Com a entrada do pecado no mundo apareceu a maldição de *eus sobre a nature)a e sobre o ser humano" / terra tornou3se maldita e agora o homem tinha que trabalhar com pesar para ganhar o pão de cada dia, e a mulher haveria de sofrer dores para ter filhos, e as relaç%es de sexo ficaram pre7udicadas, pois o pra)er ficou mais voltado para o homem" @udo por causa da entrada do pecado no mundo" Com a entrada do pecado no mundo não ficou ninguém sem ser afetado por ele" / morte passou a todos os homens ;Cm Q"9L?" / conseq ência mais séria do pecado, a morte, bateu ( porta de todos os homens, sem exceção" / violação do pacto certamente foi um ato muito grave contra *eus para +le mostrar

tão fortemente o seu desgosto contra o universo criado e, principalmente, contra o homem"

A ID@IA DE REPRE#ENTATI5IDADE NO PACTO DA# OBRA#
No pacto das obras /dão foi constitu!do uma pessoa p5blica, que agiu não somente em seu pr#prio nome, mas foi considerado como agindo como representante de toda a raça" / dedução desta matéria é claramente retirada do texto de .aulo aos Cor!ntios, onde fica absolutamente evidente a presença de dois homens: o .rimeiro /dão, e o -egundo /dão" 9Co 9Q"PQ3P< W 0.ois assim est& escrito: $ primeiro homem, /dão, foi feito alma vivente" $ 5ltimo /dão, porém, é esp!rito vivificante" Fas não é primeiro o espiritual, e, sim, o natural2 depois o espiritual" $ primeiro homem, formado da terra, é terreno2 o segundo homem é do céu" Como foi o primeiro homem, o terreno, tais -ão também os demais homens terrenos2 e como é o homem celestial, tais também os celestiais" +, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos tra)er também a imagem do celestial"4 Conforme o texto acima, /dão possui conosco um relacionamento duplo:

Ad.o C o Ca6e-a Natura( da Ra-a *ele todos os homens descendem" +le é o primeiro duma série enorme, todos derivados naturalmente dele por propagação" No discurso em /tenas .aulo disse: *eus 0de um s# fe) toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra4 ;/t 9="LN? e, citando provavelmente o poeta /rato, ele continua: 0.orque dele também somos geração4 ;/t 9="LHb?" $ livro de Gênesis indica que +va, a esposa de /dão ;Gn L"L93LP?, 0é a mãe de todos os seres humanos4 ;Gn M"L>?" *essa forma, /dão foi o pai de todos os seres humanos"

Ad.o C o Ca6e-a Re1resentati'o da Ra-a Contudo, /dão não foi somente o primeiro de uma série de indiv!duos, que constitu!ram a raça humana, mas ele foi o primeiro e o representante de todos eles, de tal forma que o ato dele foi considerado o ato de todos" / posição de /dão foi 5nica com relação aos seus descendentes" +le foi considerado uma pessoa p5blica e agiu no lugar de todos representando a todos" @oda a raça humana foi representada por ele de forma que o seu ato foi considerado por *eus o ato de todos" / +scritura mostra que /dão agiu em favor

e no lugar de seus descendentes" $ que ele fe) foi considerado como se todos eles fi)essem"67 Não h& nenhuma d5vida de que todos os descendentes do primeiro casal receberam a culpa e a corrupção do pecado de /dão, que em teologia é conhecido como o pecado original" Com base em qual critério os descendentes receberam a culpa de /dãoO .elo processo da imputação de culpa do representante aos representados" $ texto de Cm Q"9L começa indicando que o pecado de um é o pecado de todos" $ texto di) 0que todos pecaram4" +ste verso não pode indicar o pecado individual de cada um porque eles ainda não existiam quando /dão pecou" / morte passou a todos os homens que ainda não eram historicamente existentes" Fas o pecado deles est& no pecado de um, /dão" @odos eles pecaram em /dão, representativamente" $s versos subsequentes de Cm Q mostram que o ato do representante é considerado o ato dos representados" $ v" 9Q di) que 0ofensa de um s#4 causa a morte de sua posteridade2 $ v" 9N trata do pecado 0de um s#4, e do 07ulgamento que derivou de uma s# ofensa4, tra)endo a condenação sobre a posteridade" $ v" 9= fala que 0pela ofensa de um, e por meio de um s#4, a morte veio a reinar sobre a sua posteridade" $ v" 9H di) que o 7u!)o de *eus veio sobre todos os da posteridade de /dão, por causa de 0uma s# ofensa4" $ v" 9< di) que o fato de a posteridade de /dão ser pecaminosa se deve 0& desobediência de um s# homem4" Com estas cousas em mente, não é poss!vel ignorar o assunto da representatividade, onde a imputação da culpa do pecado e de suas conseq ências -ão absolutamente n!tidas" -omente aqueles que não crêem que *eus estabeleceu um pacto de obras é que são capa)es de fechar os olhos para tão grande verdade" + o estabelecimento do pacto com /dão que nos d& o direito de pensar que ele foi tornado o representante da sua posteridade, agindo em lugar deles" $ seu ato foi considerado por *eus o ato de todos aqueles que ele representou" 8echar os olhos para essa verdade, é ignorar o modo de *eus de tratar o pecado" -e fi)ermos assim, teremos também de fechar os olhos para o modo como *eus fe) com que a 7ustiça de Cristo fosse imputada a n#s" $ processo é o mesmo" +ste é o assunto do ponto seguinte"

Para(e(o entre o Primeiro Ad.o e o Y(timo Ad.o $s textos de Cm Q e de 9Co 9Q -ão absolutamente claros em mostrar o paralelo entre o primeiro /dão e o 5ltimo /dão" 'e7amos o paralelo nos dois textos mencionados: 9Co 9Q"L93LL T 0'isto que a morte veio por um homem, também por um
N= H& duas ressalvas a serem $eitas nesta matéria: ;9? Cristo não estava inclu!do nesta representação" No texto de 6 Co 9Q"PQP< Cristo est& em oposição ao .rimeiro /dão" -e /dão houvesse guardado o pacto, Cristo não teria vindo, porque a -ua obra foi fa)er exatamente o que o primeiro /dão não fe) W obedecer, para conseguir vida eterna para o seu povo" +mbora Cristo se7a, em 5ltima inst1ncia, descendência natural de /dão, via Faria, +le não é representado por /dão, não recebendo, portanto, a culpa e a herança pecaminosa dele2 ;L? Não podemos afirmar de modo dogm&tico que +va estava inclusa nessa representação" Contudo, h& ind!cios de que /dão era o cabeça da fam!lia, porque era o varão e o primeiro a ser formado" Gn L"9N39= d&3nos uma perfeita idéia de que o pacto foi feito com /dão, antes mesmo de +va ter sido formada" $ pacto foi feito exclusivamente com /dão e +va, ao que nos parece, foi inclusa nessa representação" / ra)ão disso est& no fato de +va ter pecado primeiro e /dão ter sido responsabili)ado por *eus" + verdade que ela caiu pela sua pr#pria transgressão, mas a ru!na da raça s# veio a ser anunciada depois de /dão caiu, porque o pacto havia sido estabelecido com ele" /dão foi o primeiro a ser convicto do seu pecado, embora +va fosse a primeira a ter ca!do" / culpa do pecado é atribu!do a /dão como representante da raça" *eus foi a7ustar contas com ele, quando disse: 0Comeste da arvore de que eu te ordenei que não comessesO4 ;Gn M"99?"

ou mesmo o segundo /dão" .homem veio a ressurreição dos mortos" . porém. 2d&o. ele est& se referindo a um homem. tais são também os demais homens terrenos2 e como é o homem celestial. assim também todos serão vivificados em Cristo"4 Como o primeiro /dão est& para a morte.v"PN? est& para terreno . sim. é terreno2 o segundo homem é do céu" Como foi o primeiro homem.o estZ 1atente do 3ato de Pau(o 3a:er um contraste entre o Oue C natural e o Oue C espiritual . mas o ato deles foi considerado o ato de todos aqueles que eles representaram" %A A idCia de re1resenta-. o natural. assim como trouxemos a imagem do que é terreno.o estZ 1atente no 3ato de Pau(o 3a(ar no primeiro Ad'o e no (ltimo Ad'o. agindo em lugar de toda a sua posteridade.erceba que h& um paralelo absoluto entre eles" $ que um fa) tra) conseq ência na vida de todos" $ principio da representatividade est& revelado em ambos" $ primeiro /dão representa toda a raça humana. importante que se observe que assim como natural .ois assim est& escrito: o primeiro homem. foi feito alma vivente" O 9ltimo 2d&o. o terreno. assim o 5ltimo homem est& para a vida" $ primeiro tra) morte e o segundo tra) ressurreição. e. e o outro representa todo o seu povo" *essa forma podemos entender que todos morrem em /dão assim como todos vivem em Cristo" 9Co 9Q"PQ3P< T 0. mas seq encialmente não podemos di)er que Kesus Cristo foi o 5ltimo.orque como em /dão todos morrem.o estZ 1atente no 3ato de Pau(o esta6e(ecer as conseOX8ncias 1ara os naturais assim como 1ara os es1irituais . atuando em favor e no lugar de todos aqueles que o . do pecado e o segundo. da salvação" . é terreno2 o segundo homem é do céu"4 . que é o mesmo que vida" . não simples indiv!duos" +les não agiram em favor de si pr#prios. o natural2 depois o espiritual" $ primeiro homem.ai lhe havia entregue" +A A idCia de re1resenta-. #bvio que .aulo est& tratando de duas pessoas especiais que agiram pactualmente" $ primeiro /dão agiu como representante do pacto das obras. formado da terra. foi feito alma vivente" O 9ltimo 2d&o. formado da terra.'*L[A . devemos tra)er também a imagem do celestial"4 +stes versos mostram que tanto o primeiro /dão como o 5ltimo /dão eram pessoas p5blicas. não a um principio" Suando fala do espiritual a mesma coisa" 6sto significa que antes da redenção est& a queda2 que antes da ressurreição est& a morte2 antes do segundo o primeiro" /mbos -ão representantes das coisas diametralmente opostas: o primeiro. é esp!rito vivificante" v"P= 3 $ primeiro homem.erceba que quando .aulo fala do primeiro.v"PH?" NA A idCia de re1resenta-. o natural2 depois o espiritual"4 $ que é natural vem primeiro" $ que é espiritual vem depois" .ois assim est& escrito: o primeiro homem. 2d&o. verdade que linearmente falando /dão foi o primeiro homem. tais também os celestiais" +.v"PN? est& para celestial .'*LSA* v"PN T 0Fas não é o primeiro o espiritual. porém. o espiritual .v"PH?. e. enquanto que Cristo agiu como representante do pacto da graça. sim. é esp!rito vivificante" Fas não é o primeiro o espiritual. v"PQ T 0.

Cristo.aulo chama de terrenos os de /dão e celestiais os de Cristo" 6sso indica que o que Bm é os outros -ão. assim como devem refletir a santidade de Cristo todos os que estão nele" / imagem nossa reflete aquele de quem somos" Cm Q"9L3L968 3 $ verso 9P di) que /dão era tipo daquele que haveria de vir" H& um paralelo perfeito entre ambos" Nos versos subsequentes.o tanto no natura( como no ce(estia( . a 7ustiça de Bm também atribu!da a todos" HUN !O ATUAL DO PACTO DA# OBRA# #entidos em Oue o Pacto das O6ras Ainda 5i)ora $ . estiveram em /dão" Certamente nem todos os que estiveram em /dão vieram a estar em Cristo. mas para Kesus Cristo foi um pacto de obras. e o 5ltimo /dão. se7a do primeiro /dão ou do 5ltimo /dão" LA A idCia de re1resenta-. assim como a desobediência de /dão também é considerada nossa desobediência" N#s recebemos todas as cousas gratuitamente por meio de Kesus Cristo . tais também os celestiais"4 $ estado do representante reflete o estado dos representados" @odos os da descendência de /dão refletem a situação baixa dele" $s da progênie de Cristo refletem também o estado d+le" .o estZ 1atente do 3ato de Pau(o a nossa 1artici1a-. assim como trouxemos a imagem do que é terreno. todos os que estão em Cristo ho7e. porque +le. foi tornado representante de todos por causa do pacto das obras2 o segundo /dão. foi tornado representante por causa do pacto da graça" $ primeiro desobedeceu o pacto.'*L9A* v"P< T 0+. tais -ão também os demais homens terrenos2 e como é o homem celestial. assim como a culpa de Bm é atribu!da a todos. os dois aparecem em paralelo representando cada um o seu povo" $ primeiro /dão representando a velha humanidade.or isso que . posso concluir: todos os que -ão de /dão refletem a imagem das coisas pecaminosas.ecado $riginal" . que o primeiro /dão não fe)" :ogo. teve que fa)er todas as cousas por seu povo. representando a nova humanidade" $ primeiro /dão. esse não é o pensamento sustentado pelos arminianos" $ . mas indubitavelmente. obedecendo em nosso lugar" + a obediência d+le é considerada por *eus como nossa obediência.aulo. o segundo obedeceu todas as prescriç%es estabelecidas pelo primeiro pacto" Cristo cumpriu todas as exigências do pacto de obras.v"PH T 0Como foi o primeiro homem. Cristo. o terreno. como segundo /dão.por isso é chamado de pacto da graça?. devemos tra)er também a imagem do celestial"4 6sto significa que todos aqueles que estão em Cristo. 7& estiveram em /dão" @odos os que possuem a imagem do que é celestial 7& refletiram a imagem do terreno" Bsando o pr#prio racioc!nio de . pois este agiu somente em favor do -eu povo.acto das obras não foi anulado" -ão evidentes as mostras de que ainda ele vigora" Contudo.ensamento /rminiano $ pr#prio /rm!nio afirma que os pecadores não têm mais nada a ver com o pacto das NH / an&lise deste texto aparecer& em detalhes quando tratarmos do cap!tulo sobre o .

ele não esta pactuado com *eus" . e que. p" 9QL" .or essa ra)ão. pelo qual *eus possa requerer obediência2 L? *eus tem privado o homem da capacidade e do poder de cumprir a lei. *eus pode ainda exigir que o homem continue debaixo da obrigação de obedecer" *eus não retirou essa exigência.ensamento Ceformado Cespondendo as ob7eç%es arminianas. respeite e $ obedeça no estado de maldição em que o pecador se encontra" *eus não pode exigir do pecador que cumpra algo. o que seria in7ustiça.assemos agora ( argumentação positiva que os Calvinistas fa)em a respeito dos sentidos em que o pacto das obras ainda vigora: 9? *eus ainda afirma que se alguém obedecer a lei de *eus obtém vida eterna" *eus não retirou essa lei" :v 9H"Q di): 0. *eus não a retirou" . se quisesse. *eus não mais pode requerer do homem o cumprimento das exigências do pacto. porém. o homem viver& por eles: +u sou o -enhorh" *eus poderia. por causa do pecado" . eles continuaram a ser devedores de toda a lei . mas +le não o fe)" $s homens ainda podem obter vida eterna se obedecerem ( lei" +mbora os homens se7am incapa)es de cumprir essa lei. temos que considerar que a parte ofendida é *eus. podemos di)er o seguinte: 9? Suanto ao primeiro argumento: o fato de uma das partes violar o contrato não implica que o contrato deva ser desfeito" Num contrato humano a parte lesada por ou não desfa)er o contrato. ele haveria de morrer" / impotência do homem é uma das conseq ências dessa morte" Como a parte ofendida no pacto. mesmo embora os homens não mais se7am capa)es dela" M? Suanto ao terceiro argumento: Novamente o argumento arminiano esbarra na idéia da soberania divina" + bom que nos lembremos de que *eus é quem estabeleceu todas as condiç%es e estipulaç%es do pacto" -omente ele pode pR3las ou retir&3las" Ninguém mais" Não é a situação do homem que vai alterar as exigências de *eus" . a menos que +le devolva ao homem a sua capacidade de obedecê3lo2 M? *eus não pode exigir do pecador que ele $ ame.ortanto os meus estatutos e os meus 7u!)os guardareis2 cumprindo os quais.aulo deixou este ensino bem claro. aqueles que violaram o pacto das obras não estão livres de guardar toda a lei. o -upremo :egislador e -oberano" $ homem não pode afrontar o soberano e ainda ficar impune pela desobediência" L? Suanto ao segundo argumento: o fato de o homem ficar impotente por causa do pecado não retira de *eus o direito de continuar exigindo dele a obediência" / perda da capacidade de obedecer não foi uma decisão arbitr&ria" *eus havia avisado ao homem que.Gl Q"M?" *eus não facultou aos homens guardarem apenas alguns dos -eus princ!pios.Cm 9>"Q2 Gl M"9L?" L? *eus ainda afirma que os homens estão debaixo da obrigação de obedecer ( -ua lei de modo perfeito" Fesmo depois da promulgação do evangelho da graça de Kesus Cristo.ortanto. ter retirado esta obrigação. se ele desobedecesse. quando recordou seus leitores dessa lei de Foisés . se o pecador est& fora do seu favor" Iasicamente por estas ra)%es. todos os segmentos arminianos re7eitam a idéia de que o pacto esta ainda em vigor" $ . por causa da impotência do pecado.obras" +is alguns dos argumentos arminianos:69 9? Suando o homem est& no estado de pecado. não quem lesa" Fuito mais sério é o pacto de *eus com a criatura" /cima de tudo isso. não h& mais nenhum contrato entre *eus e o homem. se se aventuram a querer guardar um s# princ!pio para obter vida" +ssa lei exige deles absoluta obediência. mas toda a lei" N< 6déia retiradas de Zitsius.

isso fe) *eus enviando o seu pr#prio 8ilho"""4 .o "ais 5i)ora H& algumas coisas que indicam que nenhum homem mais pode ter vida eterna pelo pacto das obras: $ /p#stolo . a 7ustiça.orque se fosse promulgada uma lei %ue pudesse dar (ida. verifiquei que este mesmo se me tornou para morte"4 . diferentemente dos arminianos.. que o pecador não mais tem condição de prestar" . porventura. sem qualquer constrangimento: Gl M"L9 T 0.or causa da 0carne4.ortanto.or essa ra)ão. os calvinistas afirmam que o pacto das obras ainda vigora" Contudo.aulo est& falando milênios depois do evento do .or 0carne4.or essa ra)ão a lei é impotente para dar vida" / vida que vem da lei depende da obediência absoluta do homem" Como isto é imposs!vel pela condição pecaminosa do homem.aulo declara que *eus.aulo di): 0+ o mandamento que me fora dado para a vida. mas da obediência ( lei. na verdade seria procedente da lei"4 Fas a 7ustiça não procede realmente da lei. a lei contr&ria (s promessas de *eusO *e modo nenhum" . no que estava enferma pela carne.Cm H"M?" .Cm ="9>?" :embremo3nos de que . por sua obediência. h& #entidos em Oue o Pacto das O6ras N.M? *eus ainda afirma que o homem continua a morrer por causa da violação do pacto das obras" . entenda3se a nature)a pecaminosa" .den" /inda continua a lei de morte para o transgressor dos preceitos divinos" / /lma que pecar ainda morre" / lei que originariamente foi dada para que. não mais estão debaixo do pacto das obras para conseguir a vida eterna aqueles em favor de quem Cristo obedeceu" /queles que -ão benefici&rios do pacto da graça. fê3lo porque a lei não podia fa)er mais nada pelo homem" +ste tornou3se impotente para cumprir a lei" .aulo trata desse assunto. a lei torna3se inefica)" -e não fosse pelo pecado. ele haveria de receber a herança da vida eterna. não mais estão na obrigação de guardar a lei perfeitamente para obterem vida. houvesse a vida eterna. por enviar seu 5nico 8ilho ao mundo.or essa ra)ão. que é equivalente ( vida que Kesus Cristo nos tra)" / lei sempre foi compat!vel com a vida eterna" . pois Cristo 7& a obteve por eles e no lugar deles" @odas as obrigaç%es que dev!amos. 0o que fora imposs!vel ( lei. todo homem poderia obedecer perfeitamente a lei e possuir vida eterna" -e /dão houvesse obedecido a lei estabelecida por *eus. o homem não mais pode observar todos os preceitos a lei" . Cristo as satisfe) por n#s" *aquele que est& em Cristo 7& não mais se pode di)er que est& sob o pacto das obras no que concerne ( obtenção da vida eterna" . continua matando os homens" .

PARTE + A CONDI !O DO HO"E" E A &UEDA .

mantido e renovado por *eus" + /dão era santo. que poderia pensar no mal como algo que não fosse tão mal assim" +mbora a condição moral do homem fosse de excelência. pecando contra o -enhor *eus e -uas leis" Novamente a C8Z di): $ homem. poderia cair desse estado" @oda a criatura tem algo que *eus não tem W mutabilidade" +sta é uma das grandes distinç%es entre *eus e a criatura" 6mutabilidade e impecabilidade são atributos do Criador. mas apenas uma criatura. tinha a liberdade e o poder de querer e fa)er aquilo que é bom e agrad&vel a *eus. p" 9>=" . um agente livre. mas é um acidente dela"4 70 *eus é livre sem esse acidente" Fas *eus deu ã criatura essa capacidade de escolha contr&ria. continua sendo homem" *eus é livre na expressão da -ua santidade. em seu estado de inocência. a capacidade de auto3determinação ou se7a. a capacidade de escolha contr&ria" $ homem era livre para expressar a santidade com a qual *eus o havia criado. sem tendência para o mal.6["L? *eus criou o homem com uma santidade mut&vel" Como 7& foi dito acima. como ser finito que é. aquilo que +le pr#prio não possu!a. não h& a necessidade de haver o poder de escolha contr&ria" / liberdade em *eus é uma auto3determinação imutá(el. mudavelmente. todavia. desprovida de qualquer senso de onisciência.or isso +le não pode pecar" -ua vontade quer sempre aquilo que a -ua nature)a determina" Na -ua infinitude h& a exclusão da idéia de mudança na vontade" *eus não tem o poder de escolha contr&ria.ortanto. mas também poderia. pass!vel de ser enganada. ou para colocar de outro modo. de sorte que pudesse decair dessa liberdade e poder" . mas de tal modo que pudesse também fa)er algo contr&rio ( sua santidade" . como dependia de *eus para que sua vida de comunhão com +le continuasse" + pr#prio de toda a criação essa dependência de vida" 'ida é algo que é dado. de fa)er algo que v& de encontro ( -ua nature)a" *eus é um ser moral livre. em *eus liberdade e necessidade moral -ão a mesma coisa" . mas muda(elmente. contudo. isto é. é mutá(el# *eus deu ao homem.ara que ha7a liberdade. para agir sempre de acordo com as disposiç%es do seu coração" +le poderia fa)er tanto o bem. em recusar aquilo que era mau" +le tinham o poder de continuar no => -hedd. dependia de *eus para todas as coisas da vida natural.or isso é poss!vel entender como uma pessoa santa como /dão poderia fa)er o que fe)" +le usou a capacidade de escolha contr&ria que lhe foi dada por *eus" H& que se olhar essa atitude de /dão de um outro prisma" +le era -implesmente uma criatura perfeita" Como criatura. no principio.A LIBERDADE E A "UTABILIDADE PARA O PECADO *eus criou o homem com capacidade de auto determinar3se. como o é em *eus" -antidade não é um atributo constitucional do homem" / prova disso é que ele a perdeu e.ara que /dão fosse livre. e ela é sempre a mesma. não das criaturas. se7am elas homens ou an7os" / liberdade de /dão e +va consistia no fato de fato deles poderem escolher ou abraçar aquilo era bom e agrad&vel ao seu entendimento. por causa da pr#pria nature)a imut&vel de *eus" *eus nunca vai fa)er alguma coisa diferente daquilo que +le é" . todavia s# fa) aquilo que é pr#prio da -ua nature)a" . fa)er o que era contr&rio ( sua nature)a. vol" L. e ela a usou para a sua pr#pria vergonha" . a capacidade de fa)er as coisas de acordo com a nature)a. como *eus queria. a santidade no homem não era parte essencial nele. ele não precisava ter o poder de fa)er algo reverso" 0$ poder de reverter a auto3determinação existente não é a subst1ncia da liberdade. ainda assim. mas no homem. que era pr#prio de sua nature)a.

constituindo3se numa situação singular em toda a hist#ria humana" Bsaram da liberdade de escolha contr&ria que tiveram para perderem3se a si mesmos.estado em que foram criados" +ra s# agirem de acordo com a nature)a santa que *eus lhes havia dado" Fas não foi assim que fi)eram" -implesmente puseram em ação a capacidade de fa)er aquilo que era contrairão ( nature)a deles" Contudo. imergindo3se a si mesmos e toda a raça na escravidão da miséria" . agindo voluntariamente. desobedeceram a *eus.

dois grandes problemas praticamente imposs!veis de serem explicados: $ primeiro. como se fossem atributos incompat!veis" + por isso que esta pergunta surge freq entemente: 0-e *eus é . na verdade. o grande Criador de todas as coisas. a segunda grande descoberta é reconhecer a soberania divina em todas as coisas que existem no mundo em que +le nos colocou" / C8Z di) categoricamente: 0. *eus. bondade e miseric#rdia. que tem a ver com a entrada do pecado no mundo dos homens. por que +le não tira todos as manifestaç%es do mal no mundoO4 H& algumas respostas b!blicas e teol#gicas a essas perguntas. desde a maior até a menor4 . poder.ela -ua muito s&bia providência. dirige. é a dificuldade de entender a queda dos an7os sem haver tentador externo e sem que tivessem nature)a propensa para o mal2 o segundo.C/. ( lu) de algumas sugest%es que a +scritura d& sobre o assunto" AA DADO# BÍBLICO# #OBRE A ORIGE" DO "AL / primeira grande descoberta no tratamento deste assunto é reconhecer a nossa pequene) diante de tão grande problema e. que tem a ver com a entrada do mal no universo. é a dificuldade de explicar como /dão veio a pecar 7& que não possu!a nature)a pecaminosa" +ste é um problema da teodicéia. não explica todos os mistérios relacionados ao problema da entrada do mal no mundo" H& que se pensar que o mal moral é anterior ã queda do homem" H&.9?" +ste é um ponto3de3partida sem o qual vamos ter sérios problemas" +sta abordagem da Confissão de 8é de Zestminster é um ponto indispens&vel e a condição sine %ua non para se ter alguma lu) sobre este assunto" / +scritura ensina que *eus é bom. que estudaremos neste cap!tulo" $ problema da origem do mal tem sido considerado como um dos mais profundos dentro da filosofia e da teologia" Não se pode fechar os olhos para o problema do mal que é universal" +le é uma mancha indelével que caiu sobre o universo e sobre a vida em todas as suas manifestaç%es. especialmente quando a resposta é procurada fora da esfera da revelação divina" /s grandes e freq entes perguntas feitas são estas: 0-e *eus é bom como +le permitiu a entrada do mal no mundoO -e *eus é bom. disp%e e governa todas as -uas criaturas. segundo a sua infal!vel presciência e o livre e imut&vel conselho da -ua pr#pria vontade.6@B:$ '66 A ORIGE" DO "AL "ORAL $ fato de /dão possuir a liberdade de escolha contr&ria.'. que são delineadas com o maior temor diante de tão grande mistério. para o louvor da gl#ria da -ua sabedoria. 7ustiça. mas sem sucesso. mas que também exerce a -ua soberania" +stas duas coisas parecem não poder existir 7untas na mente de muitos crentes. sustenta. e tem sido a tRnica di&ria de cada membro da raça humana" $s estudiosos têm tentado encontrar um resposta para o problema do mal no universo. todas as aç%es e todas as cousas.

tentando3o" *o *eus da +scritura não pode ser dito que fa) coisas moralmente mas. de =9 8undamentalmente. e não para +le" . no cap!tulo PQ. um 0*eus misterioso4 . palavra que *eus quis que fosse registrada para o nosso conhecimento" $ profeta narra aquilo que *eus quer que enfrentemos com o maior santo temor: o problema do mal" Fesmo não compreendendo todas as ra)%es de *eus. o rei da .aulo. (s penalidades que +le impinge aos homensO $u ser& muito mais que issoO Não temos todas as respostas (s perguntas sobre a origem do mal.v" 9Q?. <3L9" =L / expressão 0crio o mal4 não deve ser entendida com a cl&ssica frase que torna *eus 0o autor do mal4 ou 0o autor do pecado4" *eus é santo e não pode pecar. onde muitas ve)es a teologia deles tem sido controlada pelos seus pressupostos. 6sa!as declarou todo o conselho de *eus e. em todos os versos. +le não se torna pecador. estaremos andando de .v"=?. aos flagelos. inclusive usa os homens !mpios para cumprir os seus prop#sitos . como *eus. não envolve3se pessoalmente com aquilo que é moralmente mau" Nem mesmo *eus indu) os homens ao pecado . e que. mas podemos crer que +le fa) o que fa)" Suando *eus fala que 0crio as trevas e faço o mal4.eus e o 8al. temos que admitir que este texto lança alguma lu) sobre o tão importante e incomodante problema do mal" $ texto não trata das ra)%es 5ltimas de *eus" Não podemos entender por quê *eus fa) o que fa). isto é.v"Q. onde o pr#prio *eus é quem -e dirige a Ciro.ara que tenhamos resposta a perguntas como essa.v"=?" Nada pode ser mais claro do que este verso" +sta é uma palavra inspirada pelo +sp!rito -anto. essas idéias estão inclu!das no livro de Zillian 8itch. este é um tema que atravessa toda a +scritura.-ão . @emos que ver Suem é o autor destas palavras" Claramente *eus é o su7eito destas palavras e +le fala.@g 9"9M.rimeiro. 9<HP?.não ao? encontro ( -ua revelação" Nos cap!tulos P> a PQ. como pode permitir a entrada no mal no mundoO4 . e +le est& acima dessa lei. mas 6sa!as d& uma atenção especial a ele" H& um s# *eus e +le est& sobre todas as coisas" Como . isto é. . porque a lei é para homens. . embora faça coisas que se7am contr&rias ( lei que +le estabeleceu como regra de vida para n#s. precisamos ir ao profeta 6sa!as. na primeira pessoa do singular2 -egundo. porque *eus é. +le fa) tudo o que :he apra) . fa)endo isto. cria3se num deus do bem e num deus do mal2 terceiro. 6sa!as enfrentou cora7osamente um assunto que muitos te#logos relutam em aceitar ho7e. definir a nossa teologia sobre quem *eus realmente é" AnZ(ise de Is LM*%J\ H& algumas coisas preliminares que precisam ser ditas deste texto: . encarando3o ( lu) da soberania divina . N?.ublicaç%es +vangélicas -elecionadas. sem que estes se7am submetidos ao crivo da pr#pria +scritura" 6sa!as enfrentou a questão que freq entemente nos assedia: 0Suem é o respons&vel pelo mal no mundoO4 / resposta a essa pergunta vai. que não h& o chamado dualismo persa. mas cremos ser o mal referido no texto de 6sa!as se7a o problema do mal moral" *e qualquer forma. de algum modo. o tema de 6sa!as é a soberania divina" /li&s. h& um verso que trata de frente o problema do mal. quando ele trata da soberania de *eus. *eus est& mostrando a Ciro que s# existe um *eus . +le assume perfeitamente a responsabilidade pela entrada do mal no mundo" +sta é uma revelação que não devemos despre)ar para 7ustificar a nossa teologia.aulo: . mesmo depois de séculos de reflexão teol#gica. a quem *eus se dirige" +le se dirige a Ciro. proclamou que *eus est& acima e sobre todas as coisas" / declaração pelo pr#prio *eus sobre a origem do mal nas palavras do v"=. não su7eito a ela -e +le viola uma dessas leis.bom. porque. pelo que fa). fa)endo assim. rei da . d&3nos algumas idéias sobre as quais passamos a discorrer: 71 +m que sentido *eus é o criador do malO 72 $ que +le quer di)er com 6s PQ"=O -er& que o mal do v"= di) respeito apenas aos castigos. 9P?" 6s PQ"= não di) que *eus leva o homem a pecar.v" 9?" No ponto culminante desta passagem ma7estosa de 6sa!as.érsia" +le era um rei de uma terra onde se cria num dualismo.érsia" Neste capitulo.

hilip +dgcumbe Hughes. The True +mage. porém. mas de dois princ!pios eternos e absolutos que são irreconcili&veis. mas sabemos que o mal não é produto do acaso" +le é parte de um plano maior de *eus. não poderia ter vindo em carne" esse tipo de erro que Koão combate na sua carta . vêm como produto do cumprimento dos des!gnios eternos de *eus" Não é diferente com o decreto da entrado do pecado no mundo" / entrada do mal no universo angelical e humano serve para um prop#sito previamente estabelecido. opostos um ao outro. . tinha que haver seres intermedi&rios" Kesus era um desses seres intermedi&rios .9 K$ 9"93L?" =P . temos absoluta certe)a: %A Deus n. e eu quis que tu redu)isses a mont%es de ru!nas as cidades fortificadas"4 @odas as cousas que *eus executa na hist#ria são produto de um plano previamente estabelecido" @odos os eventos. sabemos que *eus re7eita algumas idéias errRneas a respeito da origem do mal: a? Neste texto de 6sa!as *eus re<eita a doutrina do *ualismo"73 $ dualismo ensina sobre deuses rivais.o 3oi tomado de sur1resa ne(a Presen-a do "a( no mundo Não creio que *eus se7a o autor do mal no sentido dele envolver3se pessoalmente no mal. de igual poder" Hughes define dualismo como 0a teoria de que por dentro e por detr&s de toda a realidade h& a presença não de um. que era irreconciliavelmente oposto a ela" / fim de ligar esse abismo entre lu) e trevas.algumas coisas. 9<H<?. ele não poderia ser matéria.Grand Capids: Zillian +erdmans . mas é obvio que +le não foi apanhado de surpresa pela presença do pecado no -eu universo" Com certe)a. plano esse que +le não deu a conhecer em todos os seus detalhes" Com certe)a.ublishing CompanY.or ele ser da lu). +A Deus assume a Res1onsa6i(idade 1e(a Presen-a do "a( no "undo +le não conta as ra)%es pelas quais ele responsabili)a3se pela presença do mal no mundo. serve para ilustrar que *eus fa) todas as cousas na hist#ria do mundo como produto de um plano previam ente traçado" LCs 9<"LQ T 0/caso não ouviste que 7& h& muito dispus eu estas cousas. HM" . <á desde os dias remotos o tinha plane<ado4 /gora. o decreto eterno de *eus tornou segura a entrada do pecado no universo" Nada é mais verdadeiro do que isso" Não existe nada que acontece neste mundo que não se7a parte dos des!gnios de *eus" $ que é dito pelo profeta para confortar +)equias. no texto de 6sa!as. muito comum no gnosticismo que a +scritura combateu. os grandes e os pequenos. v&rios 0dualismos4 podem ser identificados na teologia" Bm deles. a mais elevada das =M *ependendo do ponto3de3vista. é o dualismo relacionado ( matéria e ao esp!rito.@t 9"L?" / segunda verdade neste assunto é que. as $a!o executar.eons?" . especialmente se entendemos o plano da salvação que foi proclamado e anunciado antes da fundação do mundo . que havia sido ameaçado pelo rei -enaqueribe. logo no primeiro século da era cristã" +sta seita ensinava que havia dois poderes supremos.4 74 especialmente quando se trata do dif!cil problema da coexistência do bem com o mal neste mundo" / presença do mal coexistindo com o bem teve uma solução simplista na teologia das religi%es do oriente" + assim que o livro sagrado do )oroastrismo. o da lu) e o das trevas" +la ensinava que a lu) não poderia abordar as trevas.

contorna a dificuldade da presença do mal no universo" $ )oroastrismo apregoa dois deuses W $rmu) e /rimã" /mbos criaram o mundo" $ bom deus $rmu) criou as coisas boas2 o mau /rimã criou todas as coisas m&s" $ primeiro era o deus da lu). and the $rigin of +vil. <M" G" H" :eibni). HQ" Hughes. 9<Q9?. pelo qual /gostinho sentiu3se muito atra!do antes de sua conversão para a fé cristã"4=Q +sse tipo de dualismo pairava na . the 8reedom of Fan. Iarth assimila algo de :eibni). 9<Q9?. porque os dois princ!pios são eternos e igualmente poderosos" 0/ religião dualista é uma religião sem esperança da eliminação definitiva do mal e do triunfo do bem"4 76/ teoria dualista é absolutamente incompat!vel com a teologia do cristianismo" . quando *eus se lhe dirigiu. @heodicY: +ssaYs on the Goodness of God. . *eus re7eita a possibilidade do dualismo" no texto de 6sa!as PQ" b? Neste texto de 6sa!as *eus re<eita a idéia da espontaneidade do mal" +ste teoria da teodicéia de alguns estudiosos di) que o mal apareceu sem que alguém o trouxesse ( existência" -e o mal surgisse assim. e o segundo o das trevas.:ondon. porque sustenta que o problema do homem é o fato dele ser criatura" $ pecado apenas complica esse problema" $ mal est& inerente e necessariamente presente no mundo pelo fato dele ser criação" :eibni) falou ainda do 0verdadeiro pecado necess&rio de /dão que é cancelado pela morte de CristoV4 Hegel sustenta que o aparecimento do mal é algo necess&rio para que o homem chegue ( sua humanidade plena" / idéia de Hegel é que 0a queda em si mesma foi um desenvolvimento necess&rio para a reali)ação pelo homem de sua humanidade =Q Hughes. *eus não teria tido qualquer controle sobre as cousas deste mundo" $ mal sendo gerado espontaneamente tira *eus do trono de sobre todas as coisas" Fas *eus di): 0+u faço todas as coisas"""4" c? Neste texto de 6sa!as *eus re<eita as idéias deterministas que apresentam o pecado como uma necessidade inerente na nature)a !ntima de todas as coisas" $ fil#sofo alemão G" Z" :eibni) .or essa ra)ão. par&grafo L93L9" G" H" :eibni).religi%es não3b!blicas. and the $rigin of +vil. a religião do dualismo nunca dar& a vit#ria ao bem. mesmo antes de o pecado ser cometido. porque este cria dualisticamente" 8oi por essa ra)ão que *eus disse v&rias ve)es: 0+u sou *eus" /lém de mim não h& outro"""4" +sta solução dualista para explicar a coexistência do bem com o mal é uma solução anti3escritur!stica porque ata o princ!pio do mal como algo insepar&vel do universo que *eus fe)" +m 5ltima inst1ncia. fundado por um persa chamado Fani. HQ" =N Hughes. . que sempre lutaram num conflito ininterrupto" Hughes nos di) que: 0foi este tipo de dualismo que tornou3se um elemento proeminente na filosofia sincretista do Fanique!smo. par&grafo P>" .:ondon.érsia. the 8reedom of Fan. @heodicY: +ssaYs on the Goodness of God.9NPN39=9N? ensinou em sua teodicéia que existe uma imperfeição metaf!sica que é inerente na real constituição de todas as cousas criadas" / presença do mal é parte constituinte e est& embutida na estrutura de todas as cousas" :eibni) admitiu claramente que 0h& uma imperfeição original na criatura. no terceiro século da era cristã. porque a criatura é limitada em sua essência"4 Nesse ponto. onde reinava o rei Ciro.

por ra)%es desconhecidas de n#s. como Calvino 78 e outros.on the Ioo6 o$ the Frophet +saiah.ortanto. que torturam a palavra mal. mas afirma que a vinda do mal era necess&ria para que o homem se tornasse completo" 0/ssim. porque +le teria criado todas as cousas como necessitadas do mal" / teodicéia cristão não pode admitir tais teorias" *eus criou todas as cousas e disse que elas eram muito boasV 0+ viu *eus tudo o que criou e disse: +is que tudo é muito bom4 . até quando o mal reinar&O4 W Fesmo em suas horas mais sombrias. que disseram que o 0mal4 mencionado por 6sa!as se refere aos males dos 7u!)os e puniç%es que *eus envia aos homens" $ texto parece ir muito mais profundo do que isso" / palavra usada para 0criar4 aqui em 6sa!as PQ"=. quando da criação das coisas sem ter qualquer material pré3existente" . sem compulsão exterior alguma. embora não nos revele todos os seus detalhes" / terceira verdade que devemos apresentar sobre este assunto e: NA Deus Restrin)e a O1era-. guerras e outras ocorrências adversas4" 6sto ele fa) para livrar3se daqueles que ele chama de 0fan&ticos. Calvino interpreta o mal como sendo 0afliç%es. obviamente.o do "a( em #ua Cria-. Hegel supRs que ambos. . como se *eus fosse o autor do mal2 mas é muito #bvio quão ridiculamente eles abusam desta passagem do profetab *eus é o autor do mal de punição. o bem e o mal.o / I!blia afirma que *eus restringe o pecado" Não h& nenhum ponto nas +scrituras em que a vit#ria se7a concedida (s forças das trevas" Fuitos crentes podem até perguntar: 0/té quando.or isso. mas não podemos fugir do assunto que *eus aceita tratar abertamente. tanto an7os como /dão e +va. depois. *eus também chamou o mal ( existência.IaJer. no mundo dos homens" $ mal não é eterno" +terno é /quele que é o bem" . quando das profunde)as do seu ser eles suplicam ao @rono nas alturas. assim. aqui. as +scrituras inspiradas empregam a palavra A3r3B. o bem ser& visto claramente como o supremo vencedor. e que o alcance da s!ntese fosse poss!vel somente pelo modo da confrontação entre a tese e a ant!tese"4 +stas teorias tornariam *eus o autor direto do mal.9 K$ P"Q2 Gl Q"LL?" *eus compartilha a -ua vida com os homens quando lhes d& o dom da lu) e da pa)" Fas o mal é cousa muito diferente" +le ainda não existia. porque crêem que *eus é poder e 7ustiça" $ livro do /pocalipse fala do sangue do mart!rio dos filhos do povo de *eus. isto é.'er Kohn Calvin. -enhor. <=" =H No seu coment&rio de 6sa!as. é exatamente a mesma que foi usada em Gênesis. porque *eus é lu) e pa) . e. foram necess&rios se o homem estava para desenvolver para a plenitude de sua humanidade. *eus resolveu dar origem ao que não havia antes" . para referir3se ( criação do mal" @odas as respostas não estão. +le est& aceitando a responsabilidade pela presença do mal no meio da -ua criação" Não basta di)er. incompreensi(elmente nascidos numa nature)a santa com a qual foram criados" 'e7amos alguma coisa relacionada com o contraste entre as palavras usadas em 6s PQ"=" *eus disse: 0+u faço a pa) e formo a lu)4" Não havia necessidade de *eus 0criar4 a pa) e a lu). fala da == Hughes. finalmente.Gn 9"M9?" d? Neste texto de 6sa!as *eus re<eita a idéia da eternidade do mal" / idéia da eternidade do mal geralmente surge da idéia do dualismo dos deuses rivais" /ssim como houve sempre o bem. o mal requer uma criação especial e. 9<H9 edition?. da mesma forma houve o mal" Fas a +scritura re7eita essa teoria" $ mal veio a existir no universo e no mundo dos homens" Houve um 0tempo4 quando não havia a presença do mal no universo criado" $ mal apareceu primeiro no mundo angelical e. p"P>M" .ortanto. os filhos de *eus ainda se mantém confiantes em que a 7ustiça haver& de triunfar e que. mas +le fe) com que ele viesse ao mundo através da agência das criaturas racionais. quando *eus di) que 0cria o mal4. <N" Hughes. que agiram livremente. )ommentar.autêntica"477Hegel não nega que o homem foi criado bom. apenas levados por seus dese7os e conveniências. não do mal de culpa4" .

parecia que o mal triunfara realmente" Fas. que est& no controle da hist#ria" -e *eus não estivesse no leme do barco que caminha para o fim da hist#ria. embora n#s se7amos os agentes dela" *eus haver& de eliminar o mal do -eu mundo. ser& salvo pelo -enhor com salvação eterna2 não sereis envergonhados. como poderia *eus ter certe)a de que vai chegar onde determinou que haveria de chegarO + f&cil perceber nas +scrituras que. nem confundidos em toda a eternidade" . mesmo que as ra)%es 5ltimas deles se7am escondidas de n#s" / +scritura acentua que *eus nunca permite que o mal :he escape das mãos" +le o controla. e resgate das forças do Faligno" . e produ)a3se salvação. e as nuvens chovam 7ustiça2 abra3se a terra. não do diabo" *eus ainda est& no trono" *eus não perdeu o controle sobre nada" @udo o que acontece de mal é para o cumprimento dos -eus santos e eternos prop#sitos. mas tudo acontecer& sempre debaixo do controle restringente dele" *eus est& executando um plano de redenção.ara que se7amos confortados no meio de grandes males que o mundo enfrenta. mas para ser habitada: +u sou o -enhor e não h& outro" Não falei em segredo. *eus usar& o mal para a -ua gl#ria" +le far& com que a ira dos homens $ louve . p" 9H39<" . nem em lugar algum de trevas =< 8itch. porém 7amais concede vit#ria ao mal" $s poderes do mal são mantidos em constrição" /s suas &reas de operação são delineadas e delimitadas por *eus" Suando Cristo morreu na cru).-l =N"9>?" +le não descansar& enquanto o mal não se queimar totalmente e toda a criação não for libertada para o glorioso dia em que o pecado não mais existir&"=< / quarta verdade sobre este assunto é que LA Deus #em1re Pro1orciona um Esca1e 1ara o "a( *eus di): 0+u formo a lu)4 e 0+u faço a pa)4" *eus toma a iniciativa na provisão de um meio de escape do dom!nio do mal" 'e7a que doce promessa para o escape do mal: 06srael. e a implantação da 7ustiça é uma questão apenas do 0tempo4 de *eus" + interessante notar o otimismo da +scritura. dessas alturas. restringindo3o" -atan&s não tem o poder de frustrar os des!gnios de *eus" $ inimigo dos filhos de *eus pode acarretar grandes pre7u!)os para n#s. é necess&rio que olhemos a hist#ria do ponto3de3vista de *eus que a determina. isto é claro" Naquele prop#sito soberano. que a fe) e que a estabeleceu2 que não a fe) para ser um caos. anos ap#s ano2 e os -eus prop#sitos estão muito além da compreensão do homem mortal" @odavia. que o executar& através da agências de suas criaturas racionais. mas o seu governo não é absoluto sobre o mal" +le opera debaixo da ordem expressa de *eus" Nada de mal é executado neste mundo sem que se7a da vontade decretiva de *eus. causando um dano consider&vel em nosso meio. mas de forma alguma esse livro profético fala da vit#ria e do dom!nio do mal no universo de *eus" $ universo é de *eus. e é redenção do mal. quando ela observa o contraste entre o bem e o mal" / +scritura é completamente realista acerca do mal. céus.6s PQ"H?" +is aqui o otimismo b!blico em sua m&xima e melhor expressão" *eus não est& desamparado no meio da aparente ru!na da -ua criação" *eus est& reali)ando os -eus prop#sitos.mutilação dos corpos deles. porém. o 5nico *eus que formou a terra.orque assim di) o -enhor que criou os céus. qual Fonte +verest: 0*estilai v#s. e a 7ustiça frutifique 7untamente4 . ve7aV W no terceiro dia Cristo ressurgiu dos mortos" -atan&s e suas legi%es são frustrados e a sua fraque)a b&sica é exposta" + é sobre isso que 6sa!as canta neste grande capitulo. muita coisa m& ainda tem que acontecer" $ mal que ainda vai acontecer est& determinado por *eus. para que o fim chegue.

e isso acontecer& por Kesus Cristo. em quem o homem dever& olhar com fé" / +scritura sempre encora7a os homens a buscarem ref5gio e socorro nele.da terra2 não disse ( descendência de Kac#: Iuscai3me em vão2 eu.6s PQ"9=39<?" . e toda l!ngua" *e mim se dir&: tão somente no -enhor h& 7ustiça e força2 até +le virão e serão envergonhados todos os que se irritarem contra +le" Fas no -enhor ser& 7ustificada toda a descendência de 6srael. porque Cristo 7& conseguiu a vit#ria por n#s e no nosso lugar. que tantas dores têm tra)ido ( raça humana" +stes 5ltimos. vinda ao mundo. para isso. e proclamo o que é direito4 . que tem a ver com a transgressão de uma lei divina. veremos esta coisas claramente. e n+le se gloriar&"4 . v#s. entretanto. e os !mpios haverão de prestar contas a +le de suas maldades. na maioria das ve)es. todos os termos da terra2 porque +u sou *eus e não h& outro" . quando o -enhor Kesus se manifestar em gl#ria" / quinta verdade sobre esta matéria é que MA Deus Insta aos Homens 1ara Oue HuFam do "a( e se Re3u)iem ne(e* 'e7a o que *eus di) nesse mesmo cap!tulo de 6sa!as: 0$lhai para Fim e sede salvos. vêm como manifestação do 7ulgamento parcial de *eus sobre os pecados dos homens" /quele. proporcionando um escape para ele" $ pecado não mais reinar& sobre os nossos corpos mortais. a +scritura fala muito a respeito do pecado. e também não falhar& nesta" Kesus é a provisão de *eus para a redenção do pecador do mal" +le é a lu) que. mas é preciso ter em mente que nem todo o mal é pecado" $ pecado não deve ser confundido com os males f!sicos que provocam as calamidades e pre7u!)os. afastando3se do mal" + isso que o -enhor dese7a que façamos e. necessitamos de -eu auxilioV BA DADO# BÍBLICO# #OBRE O CAR$TER DO PECADO 9? $ . e a minha palavra não tornar& atr&s" *iante de mim se dobrar& todo o 7oelho. mas *eus tem se mostrado fiel a todas as -uas promessas. mas pouco se tem dito a respeito do pecado" +sta é uma palavra omitida na maioria das publicaç%es ou conferências cient!ficas que tratam dos problemas da raça humana" Contrariamente. é uma oposição deliberada (quilo que *eus H> 'er IerJhof.or mim mesmo tenho 7urado2 da minha boca saiu o que é 7usto.ecado é uma classe espec!fica de mal[] Fuito se fala na atualidade a respeito do mal. sendo vitorioso sobre o mal.edição castelhano?" . falo a verdade. é um mal moral. o -enhor. d& vida aos homens .Cm N"9P?" +ssa é a promessa que temos de que *eus est& no trono.arece que as promessas do -enhor demoram para serem cumpridas. porque afeta e viola uma lei moral de *eus. e bem logo.6s PQ"LM3LQ?" / verdade é vista de forma duplamente completa: os do -eu povo têm salvação do mal nele e nele serão 7ustificados. porque +le é o *eus da 7ustiça" *eus continua no trono" + do -eu trono que +le est& falando aqui" + é para o -eu trono que somos convocados a olhar" $ homem ter& que ser libertado do pecado.Ko 9"<2 H"9L?" $ calv&rio é a fonte onde somos lavados de todas as nossas imund!cias da nature)a pecaminosa" $ pecado 7& não mais tem dom!nio sobre n#s . p" L=N .

a adoração e o amor que +le merece.estabeleceu" No seu cerne. com a queda dos nossos primeiros pais" $ pecado vai além de Gn M" *eus havia criado as hostes angelicais. mas qualitativo" Bm ser moral que é bom não se converte em mau por diminuir a sua bondade.Gn L"9Q39N?" . ele transgride uma lei que *eus estabeleceu" CA A ORIGE" DO PECADO NO "UNDO ANGELICAL / I!blia deixa absolutamente claro que o pecado não começou no . como agente livre que é .9Ko M"P?" $ pecado propriamente não existiria para o homem se não houve uma lei estabelecida" *esde o começo do mundo.ecado tem um car&ter absoluto[% Na esfera ética o contraste entre o bem e o mal é absoluto" Não h& um intervalo de neutralidade entre ambos" /inda que ha7a graus em ambos. espalha"4 $ que Kesus est& querendo di)er neste verso é que se +le merece o nosso respeito. quando o homem peca. quando imprimiu as suas leis nos coraç%es deles . não h& grau entre um e outro" / transição de um para o outro não é de car&ter quantitativo.den.Gn 9"M92 L"9?" H9 'er IerJhof. certamente estar& do lado do maligno" /queles que não estão fa)endo a obra de *eus estão fa)endo as obras do diabo" Não estar do lado de *eus si)ni3ica estar do lado de -atan&s" Não existe meio termo ou neutralidade na esfera espiritual" M? $ . o pecado é sempre um ato positivo de oposição a *eus. ou $ desonramos.Cm L"9L39Q?2 a outra ele a transmitiu em palavras. mas um mal positivo" / +scritura não reconhece qualquer posição de neutralidade entre o bem e o mal" $ homem est& do lado do 7usto ou do !mpio" Ft 9L"M> T 0Suem não é por mim. que envolve culpabilidade pessoal.den. não lhe estamos rendendo cousa alguma" Não existe a idéia de estar indiferente com respeito a Cristo" / indiferença é considerada oposição a +le" $u :he damos a honra. é contra mim"4 Não h& forma de ser neutro nas coisas espirituais" -e alguém não é seguidor de Kesus Cristo. para que ninguém pudesse alegar falta de conhecimento" . p" L== .ecado tem a ver com a transgressão da :ei / +scritura afirma categoricamente que o pecado 0é a transgressão da lei4 . é contra mim2 e quem comigo não a7unta.osteriormente.ortanto. e é produto de uma ação volunt&ria da parte do homem. merece que o recebamos de todo o coração" -e não rendemos todo o coração a Cristo.or isso. quando no 7ardim deu as devidas ordens . cultuamos o demRnio e odiamos ao 8ilho de *eus" @rata3se de ser oito ou oitenta com Kesus" Não existe equil!brio no sentido de ficar entre Kesus e -atan&s" Não h& posição de indiferença ou neutralidade" .edição em castelhano?" .ara que não houvesse d5vida quanto ao conceito de que pecado tem a ver com a lei. e todos as cousas que *eus fe) eram boas quando vieram das mãos do seu Criador . +le disse: 0Suem não é por mim. no pacto de obras do . *eus estabeleceu leis para serem cumpridas pela sua criatura racional" .Gn M"93N2 Cm 9"9H3ML2 9 Ko M"P?" L? $ . *eus formali)ou essas leis gravando3as em t&buas no tempo de Foisés. mas unicamente por uma mudança qualitativa radical volvendo3se para o pecado" $ pecado não é um grau menor de bondade. *eus colocou duas leis para o homem: uma interna.

cemitérios.or que o homem é sempre avesso ( lei que lhe é impostaO . é repetidamente duplicado em todas as épocas e lugares" HL +sta é uma referência sacada de 9 @m M"N.or que h& tantos males que infestam a vida dos homensO . contudo. psicologia e sociologia" / ignor1ncia da . antes.L . poder!amos.inJ di): 0$lhe não somente para os nossos pres!dios. explicando3as como fe) com outras" -e houvesse uma alusão do Novo @estamento (quelas passagens. hospitais. se não através do epis#dio do Kardim do . podemos ver nessas passagens a respeito de homens orgulhosos. e não se referem a -atan&s" Contudo. mas não h& nenhuma outra indicação que nos dê mais lu) sobre a queda de -atan&s" '&rios estudiosos da +scritura usam as passagens de 6s 9P"9L2 +) LH"9L39Q e M9"939H para explicar a queda de -atan&s" Creio que estas passagens se referem a homens que viveram em nossa hist#ria. e 9 Ko M"H di) que ele vive 0pecando desde o princ!pio4" +stas passagens mostram que houve um primeiro estado. por conseguinte. mas Ko H"PP di) que o *iabo foi 0homicida desde o princ!pio4. mas eles não sabem como ele se tornou assim" $ problema da hereditariedade não responde muito (s indagaç%es. porque deixa por explicar como nossos ancestrais originais vieram a ser o que foram" Não h& como fechar os olhos para o que est& diante de n#s" . em Gn M. os homens" / +scritura. 6smael e 6saque. embora essa palavra quase nunca apareça nos seus escritos" 8icam totalmente perdidos nessa matéria porque não levam em conta o registro b!blico sobre a origem e a queda do homem" -e o fi)essem. então. mas também para a antipatia entre o 7usto e o !mpio.or que o homem sempre se op%e a um c#digo de ética que é 5til para os seus semelhantes e.orque a +scritura fala claramente que os personagens são seres humanos reais que viveram em nossa hist#ria" DA A ORIGE" DO PECADO NO "UNDO DO# HO"EN# Não h& outra maneira de se explicar o que est& acontecendo ( raça humana.orque estas passagens não são vatic!nios. porque este é anterior (queles2 L? . para si pr#prioO +stas perguntas não são respondidas. uma ilustração do que aconteceu a -atan&s. soci#logos e psic#logos ficam totalmente perdidos quando começam a tratar do problema do pecado. os entregou a abismos de trevas. a não ser por aquele que estuda a . um estado original no qual eles eram santos. elas não estão di)endo que os reis são tipos de -atan&s. pelas seguintes ra)%es: 9? . a 5nica fonte confi&vel de informação sobre a real condição humana" Nenhum cientista ou fil#sofo pode negar as inclinaç%es pecaminosas do ser humano. reservando3os para 7u!)o4" / queda dos an7os ocorreu quando legi%es deles 0abandonaram o seu estado original4 .e L"P di) que 0*eus não poupou a an7os quando pecaram. onde ela a indu)iu a ser como *eus" . +sa5 e Kac#. porque quis ser igual a *eus" $ mesmo pode dedu)ir3se das palavras que ele usou para tentar +va.orque o N@ não lança lu) sobre essas passagens. não di) quase nada sobre a queda dos an7os" + poss!vel que o 0orgulho4 tenha sido o pecado de -atan&s82.alavra de *eus tra) a ignor1ncia da origem dos males nos coraç%es dos homens" / filosofia também não tem respostas a perguntas como estas: Sual é a fonte das imperfeiç%es da nature)a humanaO . muito mais lu) haveria entre os homens que estudam e lêem e ensinam sobre antropologia. mas seria in7usto com a +scritura afirmar estas passagens são um registro do que aconteceu a -atan&s" /ssumo esse ponto3de3vista. entre aqueles que temem a *eus e os que não $ temem" $ antagonismo entre Caim e /bel. porque a I!blia teria interpretado a si mesma2 M? . estado de criação esse que eles abandonaram" +les ca!ram e foram tornados instrumentos de ru!na para os outros seres racionais.alavra de *eus. isto é.Kd N?" $ tempo exato dessa queda não se sabe. precipitando3os no inferno. com certe)a. afirmar a queda de -atan&s. soberbo. onde se sup%e que -atan&s é orgulhoso.den" / revelação divina é a 5nica que d& uma resposta para o problema dos pecados no pecado do homem" $s antrop#logos.

aulo trata de dois personagens hist#ricos: /dão e Cristo" / menos que Cristo tenha sido um mito. do mesmo modo que posteriormente operou nos homens e nos porcos" / serpente foi o instrumento adequado de -atan&s para que fi)esse o que fe)" / serpente simboli)a a nature)a sutil e enganosa do pecado. porque é a chave para o entendimento da pecaminosidade humana" /qui começa o grande drama da miséria humana.ress.Fas a I!blia. que começa no verso 9. 9<==?.erceba que . de fato.edição em castelhano?" Compare Gn M"9 com L Co 99"M onde . é chamado de a 0antiga serpente4 . e se apartem da simplicidade e pure)a devidas a Cristo"4 .K# M9"MM2 6s PM"L=2 $s N"=2 Cm Q"9L. e *eus é muit!ssimo claro quando trata da origem do pecado em nossa raça e. somente a Iiblia. mostra a -ua provisão para a miséria humana" 'e7amos a analise. mais saga) que todos os animais selv&ticos que o -enhor *eus tinha feito. ao mesmo tempo. +va 7& estava observando a &rvore proibida" Concordamos com aqueles que têm conclu!do que /dão não estava com +va quando a serpente conversou com ela. e . e seu terr!vel comportamento. . e que o verdadeiro tentador estava operando em e por meio da serpente. indica a fonte de todas essas coisas"4 HM / +scritura tem a resposta para os males no mundo dos homens. Gleanings the Scriptures.Chicago: FoodY . como sugerem alguns estudiosos" $bserve outras referências ao epis#dio de Gn M"9 e ve7a que outros autores b!blicos a consideram como a narração de um fato hist#rico . e não aleg#rica.inJ. /dão deve ser considerado um personagem hist#rico" / serpente deve ser vista como um animal entre as criaturas de *eus" Não seria boa exegese substituir 0serpente4por 0-atan&s4" -atan&s não é igual serpente" $ castigo mencionado em Gn M"9P. um poder sobre3humano na serpente. ele 7untou3se a ela" +va HM /" Z" . verso por verso: Gn M"9 W 0Fas a serpente. se tivessem que descobrir a ra)ão do comportamento deles por si pr#prios" +ste é um dos cap!tulos mais importantes da +scritura. p" LNN . logo ap#s. embora saibamos que. e tem um aguilhão venenoso que mata o homem" + por isso que -atan&s.aulo não imagina uma serpente de outra maneira" Houve. 9P?" +stes versos que di)em respeito ao livro de Gênesis não devem ser interpretados figuradamente. 9P2 9 @m L"9M. quando a serpente chegou. p" 9P" HP 'er esta idéia desenvolvida por IerJhof. pressup%e uma serpente verdadeira. 9Q. mas como que narrando eventos que realmente aconteceram" . em Gn M"93N" AnZ(ise de Gn N*%JS +ste texto descreve o evento que deu origem aos males que h& no mundo dos homens" $ que Foisés narra nestes versos di) muito mais do que todos os homens poderiam di)er 7untos sobre o pecado./p 9L"<2 L>"L?" $ leitor atento haver& de perceber que a narrativa abrupta. d& a entender que a serpente estava replicando a alguma cousa que +va havia dito antes" Com toda a probalidade. disse ( mulher: + assim que *eus disse: 0Não comereis de toda &rvore do KardimO4 *evemos ter muito cuidado ao interpretarmos este verso" Cremos que a afirmação do texto refere3se a uma serpente literal como sendo instrumento84 de um ser superior" Cremos que esta narrativa é hist#rica. assim se7am corrompidas as vossas mentes.aulo temia que 0assim como a serpente enganou a +va com a sua ast5cia. que não é mencionado em Gênesis M" Fas a +scritura deixa claro que a serpente era unicamente o instrumento de -atan&s. por sua ast5cia e sagacidade.

nem tocareis nele. pro!be tudo o que encora7a a reali)ação dele" +sse princ!pio +le deixou bem claro no -ermão do Fonte. disse *eus: *ele não comereis. di)endo que eles poderiam comer 0livremente de todas as &rvores do 7ardim4. onde o +spirito -anto deixou enf&tico o fato de +va ter sido enganada. /dão" -o)inha. portanto. brincando assim com a ordem de *eus" Como conseq ência. que a reação de Kesus ante o tentador foi muito diferente" +le recusou3se a debater com -atan&s. Cristo. e se tentamos dialogar com ele em seu pr#prio territ#rio. assim que *eus disse: Não comereis de toda &rvore do 7ardimO4 Nessa pergunta da serpente percebemos a ast5cia e a mal!cia de um inimigo" -ua alusão ( restrição divina é muito maior e mais severa do que parece ser" $ -enhor havia feito alusão. isto é. quando combateu o legalismo dos escribas e fariseus" Kesus insistiu que 0não matar&s4 não é restrito a um gesto f!sico de violência. como podemos dedu)ir da primeira parte da resposta dela ( serpente" $ -enhor havia dito: 0*e toda &rvore do 7ardim comer&s li(remente4 . agora. o que lhe foi fatal" -atan&s é muito mais h&bil e inteligente do que n#s. quando confrontou3se com a serpente" / base dessa afirmação est& em 9 @m L"9M39P.L Co L"99?. assim. 7ustamente porque +le queria fa)er a vontade *eus" Cada ve) que o inimigo atacava. não a serpente" .edro" +sta é a sua pol!tica: enviar tentaç%es por mãos insuspeitas. o resultado ser& desastroso" -ua influência m& 7& tinha começado a afetar +va perigosamente.estava s#.ode muito bem ser dito que -atan&s tentou +va que.-l 9"92 ver também . lança lu) sobre o que ocorreu" +la não havia recebido pessoalmente a ordem de *eus. mas que também suspeitasse da ordem divina" -atan&s est& sempre procurando in7etar veneno em nossos coraç%es: fa)er com que desconfiemos da bondade e da veracidade de *eus 3 especialmente em conexão com -uas proibiç%es e preceitos" 6sto é o que realmente est& por detr&s de toda desobediência: um descontentamento com aquilo que *eus nos d&" +ste descontentamento a serpente plantou no coração de +va" $ veneno 7& havia sido in7etado" /s palavras iniciais da conversa da serpente foram designadas para produ)ir em +va um espirito de descontentamento" $bserve. para que não morrais"4 /o invés de fugir do encontro com a -erpente. ao mesmo tempo. a expressão 0nem tocareis nele4" 6sto não é um acréscimo necessariamente. mas Cristo conhecia muito bem as ordens de *eus" $ que a mulher não foi capa) de fa)er. simplesmente +le se apegava ( . tentou +va. com uma simples exceção . e. de fato. recebeu o ataque da serpente saga)" +la entrou em territ#rio inimigo e foi ferida por ela" + por essa ra)ão que a +scritura nos adverte para não andarmos no territ#rio do inimigo. na ausência do marido" $ fato de +va estar s#. então. a -emente da mulher.L"9N?. foi presa mais f&cil para -atan&s" +la aproximou3se da &rvore. +le. sedu)iria /dão2 assim -atan&s tentou K# por sua esposa e Cristo através de . +va entabulou conversa com ela. 0para que -atan&s não alcance vantagem sobre n#s. a uma provisão para a alimentação de nossos primeiros pais. sim. detém3se no caminho dos pecadores e acaba assentando3se na roda dos escarnecedores4 . mas ela omitiu a palavra 0livremente4" 6sso é indicativo de que a generosidade de *eus 7& estava sendo questionada" Na sua resposta parece3nos que +va acrescentou ( ordem de *eus. o fe)" Gn M"L3M W 0Cespondeu3lhe a mulher: do fruto das &rvores do 7ardim podemos comer. mas .v P"9P39Q?" / serpente disse ( mulher: 0. por aqueles que têm interesse e influência sobre n#s" / serpente.Gn L"9N?" Fas -atan&s alterou as providências de *eus na sua pergunta" +le tentou não somente fa)er com que +va duvidasse da veracidade de *eus. porque dificilmente ela poderia comer do fruto sem tocar nele" H& um princ!pio importante que deve ser notado aqui: quando *eus pro!be qualquer ato. por sua ve). porque quem 0anda no caminho dos !mpios. mas do fruto da &rvore que est& no meio do 7ardim. pois não lhe ignoramos os des!gnios4 . não /dão" +la foi quem sedu)iu /dão.alavra de *eus" -atan&s tentou torcer a verdade. ela não teria ninguém para lembr&3la da ordem divina e.

a capacidade dela de discernimento e o de percepção seriam sensivelmente aumentados" +ste é o sentido de 0se vos abrirão os olhos4" $s olhos f!sicos de +va e /dão 7& estavam abertos. mas ( parte mais nobre do seu ser.alavra. 0sendo conhecedores do bem e do mal como *eus4" 6sto era algo altamente dese7&velV .or que a soberania da divina ameaça em Gn L"9= não deteve +vaO *avi declarou: 0Guardo no coração as tuas palavras.rimeira: . sereis conhecedores do bem e do mal"4 +va. como *eus. quando ela foi acossada por -atan&s" Como.-999<"99?" + claro de Gn M"M que a palavra de *eus estava na mente de +va ao menos. por exemplo" *e igual modo.ercebendo sua vantagem. inteligente. e deu também ao marido. auto3suficiente. mas também o tocar. como o #dio. porque eu comi e não aconteceu nada"4 W /ssim. então. ser uma criatura celestial. continuou a dar ouvidos ( fala de -atan&s" +ste não somente sugeriu que ela não sofreria punição qualquer. parlamentou como inimigo de *eus. Kesus declarou que o 0não adulterar&s4 inclui muito mais do que simplesmente as relaç%es sexuais" $s dese7os e imaginação impuros 7& constituem o adultério" +va. poderoso. o tentador tentou contraditar a ordem da ameaça divina" o tentador começou por semear a d5vida . analisemos cuidadosamente duas perguntas: . o que é uma fal&cia. com insinuou que ela se beneficiaria ao comer do fruto. agrad&vel aos olhos. se explica que ela não se preservou de pecarO Certamente. mas muitos têm ca!do nessa esparrela" Gn M"N W 0'endo a mulher que a &rvore era boa para se comer. ser um ser independente. para não pecar contra ti4 . e ele comeu"4 /ntes de examinar os detalhes deste tr&gico verso. a resposta é que ela não fe) uso da . manusear. esta referência deve ter sido aos olhos do entendimento2 -egundo. agir independentemente de *eus" *e l& para c&.ve7a *t L<"9<?" Gn M"Q W 0.orque *eus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e. ele negou que havia qualquer perigo no comer do fruto" 8a)endo assim. tomou3lhe do fruto e comeu. portanto. portanto. e acabou crendo na sua mentira" /qui est& a mais . o inimigo de nossas almas procura persuadir os homens de que eles podem desafiar *eus ficando impunes . ao invés de fugir da conversa. -atan&s tem tentado fa)er o mesmo com todos os homens.rimeiro.7& é crime o exerc!cio da mente precedente ao ato. por três ra)%es: . tentando3 os a tornarem3se independentes de *eus. inclusive toc&3la.v" 9?" /gora. por comer do fruto. isto é. e sua posição melhorada" +les seriam como 0*eus4 ou an7os2 @erceiro. agora disse que *eus era mentiroso" + poss!vel que a serpente tivesse comido o fruto na presença de +va e. interessante que -atan&s não dirigiu seus ataques aos apetites f!sicos de +va. mas namorou com a tentação. então. o tentador difamou o car&ter de *eus e. estava totalmente certa em concluir que a ordem divina a proibia de comer da &rvore do conhecimento do bem e do mal. teria muita força a sua palavra do v"P diante de +va" 8oi como se -atan&s tivesse dito a +va: 0'ocê não precisa hesitar" *eus s# est& tentando assustar você" /verigue você mesmo que esse fruto é totalmente inofensivo. aos apetites da alma humana W querer ser mais s&bio. porque o ato de comer envolve não somente o dese7o e a intenção. o seu poder seria aumentado. e colocar o fruto na boca" Gn M"P W 0+ntão a serpente disse ( mulher: + certo que não morrereis"4 . e &rvore dese7&vel para dar entendimento. agora que havia ganho a atenção de +va. a sabedoria seria aumentada em muito.

den. então. orar: 0Não nos deixes cair em tentação. evidente que as palavras 0vendo a mulher que a &rvore era boa para se comer4 significam que ela havia visto a serpente comê3la sem morrer ou sofrer qualquer punição" +ntão. mesmo embora ela não possu!sse nature)a pecaminosa. 0e ele comeu4" +ste é o progresso do pecado: alguém entrega3se ( tentação e.or sua pr#pria determinação. esta 5ltima passagem.porque provavelmente -atan&s a tinha comido na frente dela? e que ela era 0agrad&vel aos olhos4" $bservemos a ordem das duas cl&usulas: esperar!amos encontrar. sob essa crença. ela comeu do fruto" +la. torna3 . poderemos livremente. /dão 7untou3se a +va. e não pelo que *eus havia dito ao seu marido" +la preferiu a falsa esperança que o inimigo lhe havia dado. por entregar3se ( tentação da serpente. e 0cobiça4 em @g 9"9Q" *e fato. ela completou a transgressão" / serpente não colocou o fruto na boca de +va" $ diabo pode tentar. tem a mesma rai) .v"P?2 depois foi atra!da pela perspectiva de tornar3se igual a 0*eus4 ou an7o" +.alavra de *eus. então.solene advertência para n#s: se dese7amos que *eus nos liberte do tentador. se alguém não a tivesse provadoO Como +va poderia saber que o fruto era 0dese7&vel para dar entendimento4 a menos que alguém tivesse previamente testemunhado através de uma demonstração visual do fatoO . tanto quanto o dos *e) Fandamentos. ela seguiu o exemplo da serpente" +ste fato interferiu no racioc!nio de +va" /o invés de crer na . de algum modo. de fato 7& o escolheu. 0tomou3lhe do fruto e comeu4W sem consultar /dão" @ão forte foi o dese7o do seu coração. e é tradu)ida aqui por 0cobiça4" / mesma palavra é chamada 0concupiscência4 em Cm ="H. porque est& impl!cito. que ela não quis ouvir a opinião de ninguém" /ssim. certamente erraremos em nosso 7u!)o" Nada é 'om para n#s exceto aquilo que vem das mãos de *eus" +va. ou pelo que outros di)em delas. este é o dever e o privilégio de uma esposa" Fas ela quis ter 0entendimento4 como *eus" +la fe) o 7u!)o pelo que a serpente disse. ao invés de aceitarmos o que *eus di) a respeito. +va andou pelo que viu W como seus filhos e filhas fa)em ainda ho7e W e as aparências enganam" +va viu que a &rvore 0era agrad&vel aos olhos4" Não havia nada na aparência exterior do fruto que indicasse que ele era impr#prio para ser comido" /o contr&rio. então. mas não pode forçar ninguém a pecar" . Dom=?at? em +x L>"9=. ela poderia ter consultado seu marido" -egundo a +scritura. notou que a%uela &rvore era particularmente bela" +va teve o dese7o secreto e cobiçou3a" -e houvesse havido qualquer incerte)a na mente de +va. a frase 0agrad&vel aos olhos4 primeiro que 0boa para se comer4" . traça o caminho em detalhes da desobediência final de +va. que a serpente comeu do fruto na presença de +va" Como ela poderia perceber que a &rvore era 0boa para se comer4. obedecendo a dese7os interiores. porque é dito que +va deu o fruto ao seu marido. mas ela foi enganada" . é preferir a criatura ao invés do Criador" +sta é a grande advertência para n#s todos" -e estimamos coisas apenas levados pelos sentidos. pela l#gica. porque *eus a havia proibido de comê3lo" /o invés de dese7&3lo. os dese7os interiores e os atos exteriores" /quele que dese7a o mal proibido. como Kosé do +gito. envolvia ambos.or que estariam elas mencionadas inversamenteO 6sto capacita3nos a entender melhor o significado da frase 0vendo a mulher que a &rvore era boa para se come4" $ elemento tempo não pode ser ignorado aqui" Cremos. mas livra3nos do mal"4 0+va viu que a &rvore era boa para se comer . como aquele que odeia antes de violar o sexto mandamento. ele parecia atraente" +m Gn L"< lemos: 0*o solo fe) o -enhor *eus brotar toda sorte de &rvores agrad&vel ( vista e boa para o alimento"""4 W Como o texto mostra. podemos culpar quem quer que se7a pelos nossos pr#prios atos pecaminosos" / essa altura. comeu do fruto" / palavra hebraica 3d3m=?en=^ para 0dese7&vel4 . embora nunca chegue a uma violência f!sica" +va não poderia nem dese7ar o fruto. como n#s ho7e a possu!mos" $ estatuto do . devemos evitar toda ocasião do mal e. fugir da tentação" +ntão. a &rvore do conhecimento do bem e do mal não era exceção" @oda a criação foi bela e agrad&vel aos sentidos" Fas +va. ela deveria fugir dele" Cobiçar o que *eus pro!be 7& é pecaminoso.v"N?.rimeiro. e nem n#s. ela deu crédito ao 0é certo que não morrereis4 .

através de /dão e. uma insurreição ( -ua supremacia.9 @m L"9P?. na ru!na espiritual" +sta foi a origem do pecado na raça humana" Gn M d&3nos uma narrativa inspirada de como o pecado invadiu o territ#rio dos homens. desertou do -eu caminho" +m conseq ência. /dão lançou3se a si mesmo. ele perdeu sua primitiva excelência e toda a sua alegria" /ssim. /dão comeu" $ texto da +scritura di) 0que /dão não foi enganado4 . sem d5vida. que semeou na mente de nossos primeiros pais a desconfiança e da incredulidade" /inda que. não teria o mesmo sentido de responsabilidade2 b? +la não havia recebido o mandato de *eus diretamente. e isto foi o bastante para ele apostatar de *eus" 8oi uma revolta contra o Criador. portanto.se o tentador de outras pessoas" /o invés de recusar o fruto. portanto. ele se dirigiu a +va provavelmente pelas ra)%es que se seguem: a? +la não era a cabeça do pacto e. seria mais suscet!vel ao argumento da d5vida2 c? Com segurança ela seria o agente mais efica) para chegar ao coração de /dão" /ssim. e também nos d& a 5nica resposta para os males e as misérias que permeiam este nosso mundo" Cesumo: / queda do ser humano foi ocasionada pela tentação da serpente. o prop#sito da serpente tenha sido o de fa)er /dão cair. o inicio do pecado no mundo" . e a toda sua posteridade. uma rebelião contra a -ua autoridade" *eliberadamente /dão resistiu ( vontade revelada de *eus.Gn M"9=?. por conseguinte. deu3se a hist#ria da queda do homem. o que o torna um maior culpado" +le apenas 0atendeu a vo) de sua mulher4 . mas de forma indireta.

PARTE N A CONDI !O DO HO"E" DEPOI# DA &UEDA .DOUTRINA DO PECADOA .

el&gio.que é a culpa e a conseq ente corrupção? tem sido a experiência de todos os homens" @anto a Iiblia quanto a experiência humana têm mostrado a universalidade do pecado" -egundo a +scritura.-l ML"L do verbo hebraico 6>?A? e logiashtai . são 6o>=?aP . depender& unicamente de sua vontade livre. dedu)3se que o homem deve ter a capacidade de fa)ê3lo"4 6sto quer di)er. e ele peca porque ele resolve imitar /dão que pecou" -egue3se. que todos os homens possuem o livre arb!trio.el&gio. não estão vinculadas ( nature)a moral do homem" $ pecado consiste de atos independentes ou soltos da sua vontade" / vontade não tem conexão com o coração do homem" + nesse sentido que ele entende vontade livre" + a independência da vontade" Não h& uma nature)a pecaminosa no homem que o leva a pecar" $ pecado é sempre uma escolha deliberada do homem. a origem disto tudo est& na queda de /dão" Neste capitulo vamos ver qual é a conexão que h& entre o pecado de /dão com o da humanidade em geral" + pensamento geral entre os Ceformados a teoria da imputação" /s palavras usadas nas l!nguas originais que são tradu)idas como 0imputação4. na teologia de . ou se7a. da nature)a moral neutra dela" $s atos bons ou maus são aç%es soltas do homem.C/. dentro do conceito pelagiano. advers&rio teol#gico de /gostinho. o bem ou o mal. partiu do ponto3 de3vista da habilidade natural do homem" -eu axioma fundamental é: 0*eus mandou o homem fa)er o que é bom2 disto.A@B:$ '666 A TRAN#"I##!O DO PECADO $ pecado original . como resultado da sua constituição natural" Na verdade. que /dão não foi criado num estado de verdadeira santidade. monge inglês do séc" 6'. visto que a vontade do homem est& inteiramente indeterminada tanto de dentro como de fora" -e7a o que for que o homem faça.Cm P"H do verbo logi)omai?"85/ imputação é o método de *eus para explicar a conexão do pecado de /dão com os nossos pecados.elagianos . o homem é um ser moralmente neutro" +le não tem tendência alguma" / decisão do homem não depende do seu car&ter moral. de tal forma que é poss!vel para eles irem tanto para o mal quanto para o bem. mas nem todos os cristãos têm concordado nesta matéria" *iferentes conceitos têm surgido no decorrer da hist#ria da igre7a a respeito de como a culpa de /dão passou até n#s" CONER!O DO PECADO DE AD!O CO" O DA PO#TERIDADE A* O# &UE NEGA" E#TA CONER!O Houve alguns movimentos na hist#ria da igre7a que tentaram negar a conexão entre o pecado do primeiro pai e os pecados dos seus descendentes" / negação é total no primeiro grupo e parcial no segundo e terceiro" 9? $s . mas em um equil!brio moral" -ua HQ 'er também L Co Q"9<2 Gl M"N2 @g L"LM" . isto é. portanto. a vontade livre no sentido absoluto da palavra.

ara o pelagianismo. eles te conservarão" +le pRs diante de ti a &gua e o fogo: lança a tua mão ao que quiseres" *iante do homem estão a vida e a morte. deixou3o livre para fa)er suas pr#prias decis%es" +le lhe deu mais os seus mandamentos. a prova desta liberdade tem que ser buscada na +scritura -agrada" + a conhecida passagem de Eccli JK.el&gio 0vê a liberdade humana como um dom de *eus" .el&gio sobre as capacidades da vontade livre do homem" .el&gio . como conseq ência. 9<H>?. que vai se su7ando ou manchando pela influência externa" 'e7amos este ensinamento colocado numa forma mais sistem&tica: W . que se utili)ou desta passagem como fundamento da liberdade do homem >Las Iases 2ntropologicas de Felagio. que além disso.el&gio era: 0-e eu devo. 9<L=?. não possu!a car&ter moral" +scolheu livremente a carreira do mal. fa) tudo isto por nada mais do que pela liberdade da vontade"489 0:ivre /rb!trio4 era o principal tema de . segue3se que todos têm o poder." 'alero di): 0. eu posso4" *avid N" -teele. e ele determinou a totalidade de seu sistema teol#gico nas &reas de antropologia e soteriologia" 90 $s modernos pelagianos foram ressuscitados especialmente no tempo de Kean K" Cousseau.que di): 0+le mesmo fe) o ser humano no princ!pio e. vol" 9.Fadrid. exceto no sentido em que estão numa situação de desvantagem. que tem dado margem a alguns eruditos posteriores.ritings o$ Saint 2ugustine.resbYterian and Ceformad . inclusive. gum esp!rito com +leh. isso lhe ser& dado"4? d& a base para muitos escritores formularem sua concepção de livre3arb!trio" Kuan .el&gio enfati)ou a plena liberdade da vontade. começando exatamente onde /dão começou. sem se exceptuarem @ertuliano e $r!genes. foi tirado de um livro ap#crifo das +scrituras. depende do -enhor.ublishers. Candom House . . p" Q<<" Neste cap!tulo On the Grace o$ )hrist.el&gio.ortanto. +rasmo de Coterdã. não h& nenhuma conexão entre o pecado de /dão e os pecados dos descendentes" Não h& o pecado original" /s crianças nascem num estado de neutralidade. pois 7& nascem com maus exemplos ao seu redor" $s homens ho7e pecam porque resolvem imitar /dão e.el&gio defendeu um libertarismo muito extremo" +le creu que 0todo infante vem ao mundo na mesma condição que /dão estava antes da queda" -eu princ!pio principal era que a (ontade do homem era a'solutamente li(re# *a!. The i(e Foints o$ )al(inism . .el&gio di): 0*isto é provado que *eus não força ninguém a crer.condição era de neutralidade moral" Não era bom nem mau. e os seus preceitos2 se tu quiseres observar estes mandamentos.ublicaciones de :a Bniversidad . então. ou um papel branco.el&gio é um dos primeiros escritores eclesi&sticos.el&gio a mais exata definição da liberdade da vontade"4 87 Comentando sobre 9 @m L"P T 0bque dese7a que todos os homens se7am salvos4.$xford: /t the Clarendon .Ne_ jorJ. 9<N=?. para crer no evangelho tanto como para guardar perfeitamente a lei de *eus"4 . que di)ia que as crianças são uma espécie de ta'ula rasa. . a formularem sua teologia libert&ria" . .ublishing CompanY. o livro de +clesi&stico. p" LLP" H< ZhitneY K" $ates" . apega3se tão proximamente ao -enhor tornando3se .ress.el&gio em sua obra On the Grace o$ )hrist. .+ditor? Iasic .ontificia comil!as. e guardar sempre com fidelidade o que é do agrado de *eus. que fa) sua pr#pria vontade. dentro deles mesmos. p" M9Q" H= 6bid" HH /lexander -outer" The Earliest Latin )ommentaries on the Epistles o$ St# Faul. 9<PH?. . 9=86 que proporcionou a .como di) o ap#stolo?. nem que +le tira a liberdade da vontade"488 /gostinho cita . /gostinho cita diversas ve)es o pensamento de . portanto. mas isto não fe) que seus descendentes nascessem pecaminosos" . o bem e o mal: o que lhe agradar. cap!tulo [[6': 0$ homem que se apressa para o -enhor e dese7a ser dirigido por +le. p" L>" HN Eclesiástico 9Q"9P39H . a vontade como independente das outras faculdades da alma humana" / vontade possu!a plena liberdade para querer e para fa)er" $ princ!pio de .hiladelphia: . em algum sentido. o h&bito de pecar vai se formando" $ conceito de livre arb!trio de .

debaixo da lu) do +vangelho. inclusive viver sem pecar" +le tem a possibilidade de não pecar" /lguns pelagianos ensinaram que alguns homens não precisavam orar: 0. mas <> No século 6' uma lista de erros pelagianos. ele poderia obedecer perfeitamente a lei de *eus e ser salvo. a igre7a cristã decidiu tomar um posição mediana" +la evitou os pontos extremos de . revelação da verdade. mas com uma outra conotação" Graça. viu a universalidade da graça. nem o seu cabeça" W Como o descendente de /dão vem ao mundo sem a contaminação do pecado. portanto. neque per resurrectionem Christi omne genus hominum resurgat"4 .el&gio foi que ensinou3se que o homem poderia ser salvo sem o evangelho" Com a vontade plenamente livre. e ter vida eterna" / 5nica diferença é que. Koão Cassiano .elagiano.W $ pecado consistia. 99?2 L? 0Suoniam peccatum /dae ipsum solum laeserit et non genus humanum"4 . ele tem pleno poder para fa)er tudo o que *eus quer. em sua acusação a Celéstio. o livre3arb!trio. portanto. como /gostinho.aulinus de Filão. mas o homem tem poder de escolhê3lo ou de re7eit&3lo" W Não h& pecado original.6bid?" . por outro lado. é que são a graça divina" L? $s -emi3. ou que a morte tenha sido a pena do peado" /dão morreu por causa da constituição da sua nature)a. e isto aconteceria mesmo que ele não houvesse pecado" W /dão não foi o representante da raça humana. ele sustentou um sistema de graça universal para todos os homens igualmente. moriturus esset"4 /. para .elagianismo que tomou elementos de ambos" -egundo George -meaton.el&gio negou que houvesse qualquer conexão de relação causal entre o pecado de /dão e o da raça. um contempor1neo de /gostinho.Chisholm" The Fseudo-2ugustinian L-pomnesticon 2gainst the Felagians and )elestians. in quo /dam fuit ante praevaricationem"4 .e gestis Felagil. fa)endo com que a decisão final no caso de cada indiv!duo fosse dependente do exerc!cio do livre arb!trio"<9 Cassiano.6bid?2 P? 0Suoniam ante adventum christi fuerunt homines sine peccato"4. esta perfeita obediência é tornada mais f&cil" W . que veio a ser chamada -+F63 .6bid?2 M? 0Suoniam lex sic mittit ad regnum quemadmodum evangelium"4. diante de /urelius. e tomou elementos de ambos" +le reconheceu que o pecado de /dão estendeu3se a sua posteridade.elagianismo e /gostinianismo. e entendida como cada coisa que deriva da bondade de *eus" Nossas faculdades naturais como a ra)ão.6bid?2 N? 0Suoniam neque per mortem vel praevaricationem /dae omne genus hominum moriatur. como a atuação sobrenatural do +sp!rito -anto" +le crê na graça.el&gio e de /gostinho" +sta posição é historicamente conhecida como -emi3.el&gio" /p#s a controvérsia /gostinho3./"*" MN>3PMQ?.6bid?2 Q? 0Suoniam infantes nuper nati in illo statu sint. qui sive peccaret sive non peccaret.elagianismo é a doutrina dos cat#licos3romanos desde o tempo em que a igre7a se posicionou entre /gostinho e . que foi parte do credo .el&gio. somente na escolha deliberada do mal" +le pressup%e o conhecimento daquilo que o mal é. bispo de Cartago: 9? 0/dam mostalem factum. e que a nature)a humana era corrompida pelo pecado original" Fas.erdoa3nos as nossas d!vidas4" W Bma conseq ência do ensino de . ou corrupção herdada" @odos os homens são nascidos na mesma condição em que /dão foi criado" W $ pecado de /dão é apenas um mau exemplo que foi seguido por seus descendentes2 . p" N3 =?" .+:/G6/N6-F$. etc". foi o fundador dessa posição mediana.el&gio nega a necessidade da graça como n#s a entendemos.elagiana. porque ela ocupou um terreno intermedi&rio entre . havia sido apresentada pelo di&cono .elagianos $ -emi3.

eus que n#s cremos. para Cassiano ela é.Sp5r5t. p" Q=" <M )ollationes [666. que torna a vo9ição humana um mero modo d& auto3expressão da vontade divina"4 .p" QP? <L Zilliams.elagianismo tenha sido condenado pelo -!nodo de $range . cremos. que da! por diante nenhum homem pode mesmo amar a *eus como ele deve. nos esforçamos. p" QH" <Q /lguns Canones de $range que condenaram o -emi3. a graça da conversão""" . mas que o corpo somente esta su7eito a corrupção.:ondon: Hodder and -toughton. ele esta enganado por esp!rito herético""""4 ./"*" QL<?95. oramos. pela força da nature)a. que d& a todos o doce sabor em consentir e crer na verdade. sem a graça de *eus. sedu)ida pelos erros de .+dinburgh: @ l @ ClarJ.octr5ne o$ lhe Lol.elagianismo" / graça de *eus vinha conforme os méritos dos homens. alma e corpo. pp" MP>3PL. dese7amos"""" 3 que meramente afirma que a a7uda da graça é acrescentada ( humildade e obediência do homem"""42 0=? -e qualquer homem afirma que pode. ou apresentar qualquer boa obra em nome de *eus.el&gio. que havia sido vitorioso em sua controvérsia com . que tal pessoa. e Cassiano discordou somente sobre a >+rresisti'5lidade da graça.el&gio. p" MMH" N". essa morrera"42 0P? -e qualquer homem afirma que *eus espera pela nossa vontade de tal forma que n#s podemos ser eximidos de pecar. cooperante"<L +le di) em suas )ollationes que a graça cooperante vem 0a7udar as fracas aspiraç%es e veleidades que são espont1neas ou movimentos não3causados da vontade humana"4 93 / conclusão #bvia deste pensamento é que Cassiano não cria numa real depravação da alma humana como o fe) seu contempor1neo /gostinho" -ua concepção 0do estado presente da nature)a humana ca!da é perceptivelmente mais suave do que aquela sustentada por -anto /gostinho"494 /gostinho. não teria ficado satisfeito com o caminho que a igre7a tomou posteriormente" Bm voluntarismo libert&rio triunfou na teologia do -emi3. dese7amos. p" NN" . sem a ilumina!&o e inspira!&o do Esp5rito Santo. não têm dado atenção nem a sã doutrina nem ( condenação pronunciada por $range" +les minimi)aram a posição de $range sobre a queda <9 The . 9<NN? pensa que 0seria mais 7usto descrever o sistema que Cassiano advogou como 0-emi3/gostinianismo44." Zilliams in The Grace o$ God. ele resiste ao +sp!rito -anto"""42 0N? -e qualquer homem afirma que a miseric#rdia é comunicada a n#s quando. amenos que a graça da miseric#rdia divina tenha se antecipado nele"<N Fuitos te#logos.citado por Zilliams.-ee -meaton. pp" NM3NQ?" <N Zilliams. como as outras graças. presidido pelo bispo de /rles. e Zilliams. contudo. porque Zilliams pensa que Cassiano crê em muitas coisas a respeito do pecado original. de acordo com o bom uso ou com a melhora correta dos poderes naturais da vontade livre. não tem sido corrompida pela transgressão de /dão. isto é. 66 . p" QH?" <P Zilliams. mesmo embora o -emi3. observamos e trabalhamos. ou crer em *eus. um te#logo agostiniano" $ sum&rio da doutrina de $range sobre a capacidade do homem est& asseverada na afirmação concludente como apêndice aos C1nones: 6sto n#s devemos ambos pregar e crer 3 que atra(és do pecado do livre arb!trio do primeiro homem foi tão deformada e atenuada. pensar qualquer coisa boa pertencente a salvação da vida eterna"" "ou escolher ou consentir diante da pregação evangélica salvadora. e que não confessa que é devido a infusão e operação do -anto +sp!rito sobre n#s que n#s dese7amos ser limpos. e que não confessa que é pela inspira!&o e in$us&o do Esp5rito de . contradi) a +scritura que di): 0/ alma que pecar. procuramos e batemos. enquanto a liberdade da alma permanece intacta. decidimos. como /gostinho. 9HH<?. .ara /gostinho a primeira graça é estritamente preveniente. .ele casa isto com uma certa admissão do poder cooperador da vontade livre do homem" 6sto se aplica mesmo ( graça primeira.elagianismo mostram a teologia em vigor naquela época na 6gre7a Crista: 0-e qualquer um afirma que a totalidade do homem.

com sua teologia sinergista.Zashington.ieper" -cholasticism3. sua caracter!stica distintiva e a sua defesa da soberania e autonomia absoluta da vontade"9>L *uns -cotus introdu)iu em sua teologia a noção interessante de prima indi$$erent5a para explicar a condição inicial <= K" 'ernon IourJe" . . da interna" $ -emi3.hilosophY.el&gio" IourJe di) que a teoria do 0livre3arb!trio4 é basicamente -cotista"100Nada pode causar a ação da vontade.Ne_ jorJ: -heed and Zard. visto que ele é racional por participação" Fas o sentido pleno de um poder pelos opostos é encontrado formalmente na vontade"4<H + f&cil perceber nesta citação o voluntarismo de -cotus" @oda determinação vem da vontade sem qualquer ligação com os poderes intelectuais" / vontade tem a prima)ia sobre todas as outras faculdades do homem e tem conotação libert&ria" /qui o voluntarismo libert&rio de -cotus triunfou sobre o intelectualismo em vigor em seus dias" Com *uns -cotus o intelectualismo de @om&s de /quino. é a teoria da liberdade como esboçada por *uns -cotus" +la é dominada por sua alta consideração pela vontade como a rainha e a soberana das faculdades do homem" *e fato. . q" 9.roblems of Fedieval . visto que ela tem a ver com os opostos com respeito ao qual ela não pode determinar a si mesma. Ierard 'ogt concluiu corretamente um estudo das idéias de *uns -cotus com estas palavras: /ssim. então. especialmente. p" 9PN" 9>L Citado por IourJe. da influência externa e. p" HH" . cru)ou todos os per!odos da igre7a cristã" +le ganhou muitos seguidores. p" HP" <H *uns -cotus. muito menos determinar alguma coisa além de si mesmab . perto do final da 6dade Fédia" +le 0representa um est&gio de transição no movimento de uma teoria do apetite da volição humana para a teoria da causa eficiente"4 97 *uns -cotus escreveu: 0Sual é a fonte desta escolha determinadaO +la pode vir somente de um poder distinto da ra)ão que é capa) de escolher" . p" <H" 9>9 Kosef . *" C": @he Catholic BniversitY of /merica press. 9<HN?.e as conseq ências que foram #bvias: eles tiveram uma atitude benevolente em relação ao homem não3regenerado. como est& citado por IourJe.durante o século [6' e até o tempo presente? na maioria dos escritos dos fil#sofos e te#logos cat#licos"4 99 Bma nova ênfase foi posta nas capacidades da vontade humana. p" 9N9" << IourJe. o que tornou f&cil crer em qualquer espécie de liberdade da determinação.ill and 8oralit. portanto.uns Scotus on the .estern Thought. ambos. selected and translated _ith na introduction bY /llan I" Zolter.ropriamente falando. p" HH" 9>> 6bid" *uns -cotus.ill in .elagianismo. é 0descartado e substitu!do . ..orque a ra)ão não é um fator determinante. mquod nihil aliud a voluntate est causa totalis volitions in voluntate"4 . que ensinou que a vontade é um apetite racional. . LQ. liberdade"101 *essa forma. o poder executivo não est& num poder contradit#rio ao efeito que ele carrega.Ne_ jorJ: . mesmo embora não tenha sido uma volta completa aos ensinos de .$p" $x" 66. mesmo embora ela não o declare oficialmente" $ voluntarismo libert&rio teve seu grande campeão na pessoa de *uns -cotus.ersonalities and .antheon IooJs. exceto ela mesma" Como ele pr#prio di): 0Nada além da pr#pria vontade é a causa total da volição na vontade"4 / senha de *uns -cotus é. 9<NP?. visto que esta é a posição da igre7a de Coma até ho7e. 9<N>?. n"=NN?.

ortanto. vol" 9. mas ao mesmo tempo a fé como um *om de *eus. pp" M=P3=P" 9>= Feeu_sen" . e que efeitos do pecado de /dão sobre a sua posteridade. com a 7ustiça natural" $s homens ho7e nascem do modo como /dão foi originalmente feito: com a 7ustiça natural" $ pecado original. portanto. est& obrigado a proporcionar cura para essa incapacidade" *entro do -emi3. mas uma ve) que um ob7eto intelectual se7a apresentado ( vontade. enfati)aram que o homem herdou de /dão uma incapacidade natural. não ser& condenado por causa dessa incapacidade natural" /lguns chegam ao ponto de concluir que *eus. não est& ligado ( perda da 7ustiça original" Não h& nenhuma corrupção heredit&ria inerente. portanto. The . de alguma forma. admitiu3se que a 7ustiça original era um dom sobrenatural. mas que não é respons&vel por ela.ritingsM. o voluntarismo libert&rio do -emi3. mesmo embora o intelectualismo tenha sido revivido no per!odo do neotomismo e no escolasticismo protestante" Fas a vontade nunca perdeu o seu lugar de dom!nio porque isto foi fortemente favorecido pela tendência natural do homem"104 + natural para os seres humanos enfati)arem suas pr#prias capacidades espirituais" + natural para eles dese7arem ser participantes em sua pr#pria salvação" -inergismo. então. como uma punição pelo pecado atual que havia sido cometido por /dão e por n#s nele"9>N Nesse mesmo lugar /rm!nio fe) a distinção entre o >pecado atual> e >a causa dos outros pecados># 8a)endo isto. não determinado de qualquer modo? em direção a este ob7eto" / vontade pode dirigir o intelecto para considerar este ob7eto ou outro. é o modo natural dos seres humanos expressarem sua pr#pria teologia" $s -emi3.da vontade quando ela est& livre" $ primeiro ato do entendimento não é livre.107 /rm!nio quebrou a idéia da unidade 9>M 6bid". a menos que ele se7a o ob7eto da graça de *eus" $ homem. a perda da 7ustiça original é apenas pena e não culpa" M? $s /rminianos Consistentes%]M $s arminianos consistentes são aqueles que ensinam quase a mesma coisa que o semi3pelagianismo ensina dentro do catolicismo" $ pr#prio fundador do movimento que leva o seu nome.i"e". a vontade é indiferente . é deixada no estado em que foi originalmente criada. o que quebra a harmonia deles" +ste é apenas um exemplo" 9>N /rminius. de maneira que o homem não pode ser culpado por ela" . visto que pareceu ser inflingido sobre n#s pelo pr#prio *eus.or tendências naturais eu quero di)er aquelas capacidades que o homem tem sem a necessidade de um aprendi)ado especial" 8a) parte do homem pensar o melhor de si mesmo. foi a perda dessa 7ustiça" / alma. p" HQ" 9>P .elagianos. segundo Feeu_sen. afirmando o livre3arb!trio. sem a graça de *eus sobre si.elagianismo do catolicismo. nunca pensar& monergisticamente" +sta é uma tendência do pensamento do homem desde o começo dos estudos teol#gicos" -omente uma compreensão correta da graça de *eus d& ao homem o senso de um monergismo soteriol#gico" 9>Q +u uso a expressão 0/rminianos Consistentes4 porque h& aqueles que são inconsistentes na sua teologia. teve muita dificuldade de admitir a idéia de que o nosso pecado tem conexão com o de /dão. manifestando enorme indecisão quando tratou da matéria de imputação" . nenhum car&ter bom ou mau" *e acordo com o semi3pelagianismo. portanto. e a vontade pode aceit&3lo ou re7eit&3lo"9>M /ssim.elagianismo ganhou a batalha contra o intelectualismo daquele per!odo em diante. pass!vel de discussão se *eus poderia ficar irado por causa do pecado original que foi nascido conosco.

esta observação de Curtiss certamente est& bem de acordo com a teologia dos seguidores de /rm!nio" $s te#logos Cemonstrantes negaram. segundo a teologia dos Cemonstrantes. e através disso 7ustificam a imputação do pecado original como verdadeira e propriamente pecado" +mbora empregassem uma fraseologia /gostiniana respeitando a conexão /d1mica. eles punham uma interpretação diferente daquela que é encontrada nos s!mbolos de ambas as tradiç%es. 9H<P?. revelou suas opini%es a respeito do pecado original na 2pologia# +le disse: $s Cemonstrantes não consideram o pecado original como é propriamente chamado. +piscopius continua: 9>H -hedd.Grand Capids: IaJer. por causa do cabeça federal da raça" 9>< +u não estou absolutamente certo de que a opinião de Curtiss encaixa exatamente na pr#pria teologia de /rm!nio. pp" 99<3LL" 99> Citado por -hedd.eclara!&o. que não pode haver qualquer imputação do primeiro ato de /dão ( raça" $ pecado de /dão não foi o pecado da raça.or esta ra)ão. mas todos estão na escravidão da corrupção. que torna a posteridade de /dão merecedora do #dio de *eus2 nem o consideram como um mal que. 9<HQ?. p" 9L" $ termo 0federal4 é relacionado com pacto" / palavra latina para pacto é $oedus# /ssim. — est& claro"99> Bm pouco mais tarde. :uterana e Ceformada" / ob7eção deles ( doutrina de que o pecado original é a culpa.o$ Latin and Gree6 Theological Terms. um dos formuladores da )on$essio Nemonstrantium.Ne_ jorJ: Hunt and +aton. pp" 9HQ3HN" 9>< George :" Curtiss" 2rminianism in Listor-. um ato comum da raça. gfederal4 é derivativo de $oederatus confederado. e ele não deu nenhuma explicação dos termos que ele empregou" @odavia. . uma parte no pacto" Bma conexão federal é o mesmo que uma conexão de pacto" 'er Cichard /" Fuller" . /rm!nio ensina que o homem. porque ele não foi claro na sua exposição. George Curtiss di) que como relação ao pecado original.peccatum originis? não é um mal em qualquer outro sentido além disto W que ele não é mal no sentido de implicar em culpa de abandono de punição . foi corrompido pelo pecado de /dão. qualquer conexão federal real entre /dão e sua posteridade de tal modo. pp" 9H93HL" . em sua antropologia.ictionar.per modo proprie dictae poenae? passa de /dão para sua posteridade2 " " Fas que o pecado original .ad1mica" /p#s analisar e citar os documentos dos Cemonstrantes. procede da suposição de que o ato de apostasia de /dão foi puramente indi(idual. se tomadas em sua aceitação estrita e literal"9>H . pelo método de punição propriamente chamado . -hedd assevera que estes extratos são suficientes para provar que os te#logos /rminianos não criam que a unidade entre /dão e sua posteridade. descendendo de /dão. e que a posteridade não estava no progenitor em nenhum sentido real como a fraseologia de suas pr#prias afirmaç%es doutrin&rias implicariam. malum culpae. mas não é culpado" /dão foi tanto culpado como corrupto" Ninguém 7amais estar& na condição de perdição por causa da transgressão de /dão. porque não havia nenhuma base I!blica ou teol#gica para *eus imputar lhes o pecado do nosso primeiro pai" +piscopius. era de tal nature)a que tornava o primeiro ato pecaminoso de /dão. aut malum poenae?. que eles asseveravam em sua )on$iss&o e . . /rminiana.

6bid". mas a diferença entre os Ceformados est& no processo que *eus usou para estabelecer essa conexão" H&. nem a sabedoria. . p" LM" 99M -hedd. mas não a imputação do pecado" / posteridade de /dão não é culpada por causa do pecado de /dão. negam que ha7a conexão entre o pecado de /dão e o da posteridade. nem a nature)a do pecado.orque eles pensam que a doutrina da imputação é uma doutrina que rompe com os princ!pios fundamentais da 7ustiça eterna2 . e impR3la sobre /dão somente2 a benevolência divina.orque do conceito que eles possuem de graça preveniente" B* O# &UE AHIR"A" E#TA CONER!O @odos os sinergistas. pelo menos. 0não h& qualquer base a asserção de que o pecado de /dão tenha sido imputado ( sua posteridade no sentido em que *eus realmente 7ulgou a posteridade de /dão como culpada dele.M? . não como verdadeira punição em qualquer sentido da palavra"99L -hedd assevera que.9? . nem a benevolência divina. imputado & sua posteridade" / +scritura testifica que *eus ameaçou punir a /dão somente. de alguma forma. pp" 9HM3HP" . sendo a posteridade do pai da raça" 6sto parece soar igual ( imputação do pecado.0Fas não h& nenhuma base para a asserção de que o pecado de /dão foi imputado & sua posteridade. mas a teoria da imputação de /rm!nio parece ser imputação somente no sentido em que *eus quis que os descendentes de /dão fossem su7eitos ao mesmo mal ao qual /dão su7eitou3se através de uma participação deliberada no pecado" + pecado somente na medida em que o mal é permitido" *eus permite uma tendência m& a ser imputada" 6sto é a mesma coisa que foi imposta sobre o primeiro homem como punição. permitem que se7a dito que o pecado de /dão foi. nem a idéia de 7ustiça e eq idade. assim. mas que é transmitida ( sua posteridade na forma de um mal propagado. que tem vigorado até agora: 9? @odos os que -ustentam a @eoria Cealista $ método primitivo para se explicar a conexão entre o pecado de /dão com a culpa e a corrupção de sua posteridade foi a teoria realista" 999 +piscopius in his 2polog. pp" 9HM3HP?" 99L Feeu_sen. mas todos os de tendência :uterana e Ceformada afirmam essa conexão inequivocamente. cap" '66. segundo o /rminianismo. três teorias nos c!rculos Ceformados.Fro )on$essione Nemonstrantium.orque eles di)em que a culpa pode ser atribu!da somente (queles que pecam pessoal e voluntariamente2 . mas recebe a conseq ência de seu pecado. -ua veracidade e sabedoria.L? . nem a verdade. a uma outra pessoa"4999 $s Cemonstrantes aceitaram a transmissão do pecado através da propagação" / posteridade de /dão herda a sua condição maligna" +la herda os efeitos da nature)a ca!da. no sentido de que *eus realmente 7ulgou a posteridade de /dão como culpada e acus&vel do mesmo crime /culpa: e pecado que /dão havia cometido" Nem a +scritura. e acusada com o mesmo pecado e crime que /dão havia cometido"4113 @odos os /rminianos consistentes negam a imputação do pecado de /dão por três ra)%es: . estrita e literalmente. não permitem que o pecado de uma pessoa se7a imputado.

feito voluntariamente" . a humana.ou gênero humano? existe antes das geraç%es da humanidade" / nature=a é anterior aos indiv!duos produ)idos dela"4 / nature)a existe também independente e fora dos indiv!duos" / humanidade existe antes dos indiv!duos e independentemente deles. é metamorfoseada em milh%es de subst1ncias individuais. S-stematic theolog-. tendo todas as propriedades essenciais da nature)a humana"499Q -egundo Hodge. . 0o que *eus criou. como a eletricidade existe mesmo antes dela ser coletada e usada" Conforme os primitivos realistas. porque est&vamos l& no .no caso do homem? é a humanidade genérica da qual este modo subsequente é apenas um outro aspecto ou manifestação" Conforme a doutrina realista 0/ nature)a humana é uma subst1ncia geral ou especifica criada em e com os primeiros indiv!duos da espécie humana. ou pessoas" Bm homem individual é uma parte fracional da nature)a humana separada da massa comum. a humanidade genérica 3 uma essência inteligente. quando /dão pecou. ou que somos pessoalmente respons&veis por aquele ato sem estarmos pessoal e voluntariamente presentes l&. existe antecedentemente . individuali)ada. não foi um homem individual. portanto. o indiv!duo é somente um modus ex5stendi subsequente" $ modo primeiro e antecedente . todos pecamos em /dão" $ ato de /dão foi nosso ato.-egundo Z"G" @" -hedd. isto é.or isso somos culpados. compostos da mesma subst1ncia fraccionada" -omos da mesma nature)a. p" QP" .ortanto.cronol#gica ou logicamente? aos homens individuais" / 0humanidade . através da propagação. é algo muito estranho" -e éramos um com /dão. que não era um indiv!duo. por propagação. se somos parte dessa mesma nature)a humana que numericamente é uma e a mesma. a nature)a humana como principio geral ou uma forma de vida. mas a espécie. mas que por geração ordin&ria. um advers&rio do realismo traducianista. todavia. vol" 66. 0o Cealismo foi a filosofia adotada pela 6gre7a. mas uma essência comum revelada e agindo em muitos organismos separados"4116 / nature)a humana é numericamente uma e a mesma" N#s e /dão somos um e o mesmo" -omos uma parte dividida da nature)a que /dão possu!a" -omos uma fração da nature)a humana" @odos indiv!duos comp%em a mesma nature)a humana que é fraccionada em milh%es de indiv!duos" . p" ==" 99Q -hedd. que não é. porque éramos um com /dão. mas não numericamente um. por que não nos tornamos respons&veis também pelas 99P Z" G" @" -hedd. em conexão com suas organi)aç%es corp#reas" /s almas deles não são essências individuais. tornou3se milh%es de pessoas4"114 $ Cealismo sup%e que a humanidade. racional e volunt&ria" $s indiv!duos -ão as manifestaç%es dessa subst1ncia numérica e especificamente uma e a mesma.den. p" =L" 99N Charles Hodge. . mas a raça" ob7eç%es: @odos somos da mesma nature)a. quem pecou foi a nature)a humana" :ogo. é subdividida em partes. e estas partes são formadas em indiv!duos separados e distintos da espécie" / subst1ncia 5nica e especifica.ogmatic Theolog-.ogmatic Theolog-. vol" 66. e constitu!da uma pessoa particular. mas não da mesma essência numérica" / idéia de que agimos milhares de anos antes de sermos nascidos. quando ela construiu as doutrinas da @rindade e do *eus3Homem" $ traducianismo fa) a mesma distinção em antropologia" $ homem foi originalmente uma 5nica nature)a humana que. vol" 66.

em nome deles. e como o ca'e!a representati(o de toda a raça" . nem a sua poluição moral. nada mais" Fas a relação que /dão teve com sua posteridade foi mais do que natural" +le tornou3se o cabeça representativo por causa da relação de pacto" /dão foi mais do que um pai da raça humana. mas o'riga!&o <udicial para satisfa)er a 7ustiça" . tendo sido elaborada de acordo com os planos divinos. imputar pecado significa imputar a culpa do pecado" +. não quer di)er que +le realmente cometeu os nossos pecados ou que foi moralmente crimino por causa deles" +le Qimplesmente assumiu o nosso lugar tomando a nossa maldição sobre -i" *e igual modo. uma condição de vida eterna. pois foi ela quem pecou primeiroO L? @odos os que sustentam o . foi atribu!da por *eus aos pecadores" 'e7amos a base do princ!pio representativo nas +scrituras: a) A Relação Natural de Adão com a Raça /dão foi o pai de toda a raça humana" Como pai da raça.ara que se entenda a idéia de imputação de pecado de /dão sobre n#s. era seu dever obedecer todas as prescriç%es dadas por *eus.e foi o que aconteceu 3 Gn M"LL? como seria culpado por seus erros e receberia a corrupção que o pecado tra)" Nesse caso. sobre base adequada. ou que eles foram agentes dos atos de Cristo na obediência ( lei2 nem que o mérito da 7ustiça de Cristo foi mérito deles2 nem que isto constitua o car&ter moral deles2 mas Qimplesmente significa que a 7ustiça de Cristo. pois eles eram apenas filhos de alguém que veio antes deles. e não pelo de +va. a saber. por culpa. ele foi o agente legal deles. é necess&rio que se entendamos primeiro a imputação de nossos pecados a Cristo" @anto a imputação do pecado de /dão a n#s como de nossos pecados a Cristo. e o da 7ustiça de Cristo a n#s. apenas a corrupção deles. não se quer di)er o crime em si. não a perderia" -e pecasse.or causa da relação pactual. não queremos di)er que eles obram aquela 7ustiça. para que fosse merecedor de um estado definitivo e. como ra)ão merit#ria ou 7udicial de recompensa ou punição" .suas transgress%es subsequentesO .or quê nos tornamos respons&veis pelo pecado de /dão. ou que +le levou sobre -i os nossos pecados. esse alguém paga a penalidade do pecado. de ninguém mais" $s seus descendentes não poderiam levar a culpa do seu pecado. pois de uma &rvore m& não pode haver bom fruto" Fesmo sendo corruptos. como representante deles. mas uma puni!&o# Suando a alguém é imputado o pecado. $ pecado seria somente dele. assim. o mal conseq ente da imputação não é uma imposição arbitr&ria2 não é meramente uma desgraça ou calamidade2 nem um castigo no sentido pr#prio da palavra. que ainda não possu!a" -e a possu!sse. conquistasse para si mesmo e para seus descendentes. a d!vida com a 7ustiça sobre base legal" . filhos do primeiro pai" / relação era apenas de descendência natural.or conseguinte. para o beneficio do -eu povo. falando e agindo em lugar de todos eles" 99= +mputar significa atribuir algo a uma pessoa. a culpa de /dão foi imputada99=aos homens" Na linguagem escritur!stica e teol#gica. haveria de perder não s# o direito de comer da &rvore da vida . quando di)emos que a 7ustiça de Cristo é imputada aos crentes. os seus descendentes não poderiam ser culpados de sua corrupção. por +le. são da mesma nature=a# Bm caso ilustra o outro" Suando di)emos que os nossos pecados foram imputados a Cristo. como o ca'e!a natural de toda a humanidade.acto das $bras +stes crêem na teoria da imputação imediata" No pacto das obras /dão ocupou uma relação dupla com seus descendentes.

chicago: FoodY . como recompensa por tua obediência4 . é demonstrado conclusivamente pelos males penais que vieram sobre seus filhos. se7a ela boa ou m&" $s te#logos Ceformados. e são também contados como respons&veis nos atos de quem os representou. se houvesse obedecido e comido da &rvore da vida" $s N"= di) que houve um pacto que /dão transgrediu e. sem qualquer conseq ência para os outros" +le poderia estar debaixo da lei e. uma qualidade de vida que /dão teria.ver Gn M"LL?" / promessa de vida inclu!a muito mais do que simplesmente não morrer" /dão haveria de ter vida eterna. mas ele estava sob uma condição pactual" +stas duas coisas devem ser absolutamente distintas: como uma pessoa individual. pois h& diversos elementos na +scritura que nos autori)am a elaborar uma teologia pactual que d& base para a representatividade de /dão" 99H /" Z" . mas o direito de desfrutar da vida eterna para si e para os seus descendentes.ress. h& uma penalidade prescrita em caso de desobediência2 Suarto. e isto o tornou o cabeça representativo da raça humana" $ termo pacto não aparecem no começo de Gênesis. então estes estão legalmente representados. 9<==?. nunca punir& onde não h& crime" 0+m /dão todos morrem4 porque nele todos pecaram"499H / culpa do pecado de /dão foi imputada a toda a sua posteridade" $ princ!pio da imputação permeia toda a +scritura" -e alguém age em favor ou em nome de outros. mas como uma pessoa p5blica" /quilo que ele fe) envolveu <udicialmente outras pessoas" Sual é a base para essas afirmaç%esO *eus entrou numa relação pactual com /dão. aquilo que Cristo veio dar ao -eu povo. ou como um indiv!duo isolado" Suando ele pecou. embora a referência a pacto com /dão apareça posteriormente. h& condiç%es definidas que são aceitas2 @erceiro. certamente. h& uma promessa impl!cita em caso de obediência" /dão foi colocado não simplesmente debaixo da lei de *eus.rimeiro. su7eitando todos os homens ao estado de culpados e merecedores do castigo divino" 0$ fato de /dão ter permanecido como o cabeça da raça no relacionamento de pacto.0no dia em que comeres. uma palavra latina que quer di)er 0pacto4" / teologia federal é a teologia do pacto" . mesmo quando não havia pecado. na relação natural. ele poderia obedecer a lei por si mesmo. aceitam a teologia federal 119 mas h& aqueles que relutam aceitar o fato de que *eus estabeleceu um pacto com /dão 120 no . Gleanings $rom the Scriptures. pois a ameaça de morte . apenas ficaria sem a punição da lei. h& duas partes contratantes2 -egundo. p" PM" 99< $ termo 0federal4 vem de $oedus. como em caso de desobediência a culpabilidade para si e para toda a raça" -eria absolutamente #bvio que /dão obtivesse a promessa de vida. em caso de obediência. mas o pacto daria a ele não somente o livramento da penalidade. sendo 7usto. certamente morrer&s4? implica necessariamente no reverso" + como se *eus lhe houvesse dito: 0-e não comeres. ele o fe) em nome e como representante de toda a sua posteridade" $s resultados da sua ação tiveram resultado sobre todos os filhos dos homens porque /dão não agiu simplesmente como uma pessoa particular. em conseq ência de sua queda" *a maldição terr!vel que cai sobre todos os seus descendentes. uma qualidade de vida superior ( que /dão possu!a. em $s N"=" $s elementos gerais de um pacto estão presentes em Gn L"9N39=: . e sofrem as conseq ências da conduta dele. se obedecesse.inJ. uma comunhão imperd!vel com *eus.b) A Relação Pactual de Adão com a Raça /dão não agiu simplesmente como uma pessoa particular. poder&s comer da &rvore da vida. em geral.den" / teologia federal é perfeitamente pass!vel de ser sustentada. imergiu a si mesmo e toda a raça na desgraça e miséria. fa)endo isso. se obedecesse. somos compelidos a inferir a relação pactual que existia entre ele e eles2 porque o Kui) de toda a terra. . não morrer&s e.

ele não é. por nature)a. para 7ustificar o fato de que eles transgrediram o pacto num lugar chamado /dão" /dão. através da obra expiat#ria de Cristo. não seria uma pessoa nesse caso.ortanto. não pode haver conseq ências 7udiciais de pecado ou de 7ustiça de um para o outro" / uni&o $ederal entre /dão e sua posteridade é a base para a imputação de seu pecado a ela" /dão foi o cabeça representativo da raça e. com relação ( 7ustiça. na realidade. os benef!cios de Cristo não podem ser imputados aos an7os e. um homem 7usto é aquele com quem as demandas da 7ustiça são satisfeitas" +le pode ser pessoalmente um in7usto e legalmente 7usto" -e isto não fosse assim. assim como Cristo. mas simplesmente declara que o débito dele.c) Di tinção de entido na Palavra !"S#$ e %N!"S#$ /lgumas ve)es essas duas palavras expressam o car&ter moral das pessoas" Bm homem 7usto é um homem reto. de tal modo que a penalidade dele para a ser deles. pela simples ra)ão de que não h& qualquer conexão racial entre eles" . é a uni&o entre /dão e n#s" $ pecado não poderia ser imputado de um homem para outro a menos que houvesse conex&o racial entre eles. ( vista de -ua 7ustiça" Suando. a ser. estas palavras expressam não simplesmente o car&ter moral. n&o moralmente.que é uma tradução poss!vel?. ele e todos os seus descendentes teriam permanecido sem pecado e teriam tido vida eterna. mas imposiç%es 7udiciais" d) A &a e &'blica da %m(utação do Pecado de Adão / base da imputação do pecado de /dão. +le não o declara ser o que. para 7ustificar essa imputação" /s +scrituras nunca falam da imputação do pecado dos an7os aos homens.ortanto. onde um pacto foi estabelecido" . ou da -ua 7ustiça aos an7os. ou a Cristo. portanto. honrado. bom" $utras ve)es. in7usto. pela ausência de qualquer conexão racial. mas a expressão 0como4 que eles insistem em tradu)ir 0em4 . quando é dito que o pecado de /dão é imputado ( sua posteridade. não quer di)er que a humanidade toda estava presente pessoalmente quando /dão pecou. mas uma cidade. ele levou consigo toda a sua posteridade. que di): 0Fas eles transgrediram o pacto como /dão2 eles se portaram aleivosamente contra mim"4 3 Sual é a ob7eção delesO +les não discutem o termo pacto. declara3o legalmente <usto. também" @odos os descendentes de /dão. ou ra)ão pela qual a penalidade do seu pecado vem sobre a sua posteridade. nem conseq ências naturais da apostasia de /dão. *eus declara o in7usto 7usto. os pecados dos an7os não podem ser imputados aos homens ou vice3versa" Não havendo qualquer conotação racial entre os seres. mas rela!&o de <usti!a# Nesse sentido. portanto. portanto. *eus. foi pago por $utro" . feli)es para sempreV Como ele caiu do estado em que foi criado. mas também para toda a sua posteridade" @ivesse /dão mantido a sua integridade. por isso. sendo o representante dos pecadores. merecedor da ira de *eus" -endo ele. de igual modo como a 7ustiça de Cristo é a 'ase <udicial da 7ustificação do -eu povo" / doutrina da imputação tem sempre sido uma grande dificuldade para o entendimento das pessoas" / mente humana tem sido torturada na resolução deste problema" / solução escritur!stica desse dif!cil problema tem sido este: *eus colocou /dão como cabeça federal3representativa da raça" *eus o colocou sob prova não somente para si pr#prio. seu ato foi considerado o ato da raça. passam. filhos da ira" $s males que a posteridade de /dão sofreu não foram imposiç%es arbitr&rias. uma comunhão imperd!vel com *eus. teve o -eu ato 9L> $ texto cl&ssico usado como base para o estabelecimento do pacto de *eus com /dão est& em $s N"=. em virtude da união federativa de /dão com os seus descendentes. o pecado de /dão é a 'ase <udicial da condenação da raça. portanto. ou que voluntariamente todos foram culpados de seu ato" Fas esta imputação significa que. nenhum pecador poderia ser salvo" Não h& um crente na face da terra que não tenha sido pessoalmente in7usto. pela mesma ra)ão.

quando tentado. segundo a teologia reformada. reinou a morte desde /dão a Foisés. o qual pre$igura(a aquele que havia de vir"4 $ verso 9P di) que /dão era um tuapo7 de Cristo" +ssa palavra grega indica a idéia de ser padrão. esse processo assombrosamente maravilhoso de *eus. afetando o destino deles" $ que um fe) é considerado a base 7udicial P> para o que aconteceu a muitos" Como a desobediência e a culpa de /dão trouxeram a condenação para todos que foram representados por ele. assim. a obediência de Bm. no segundo todos são 7ustificados. ou um paralelo incidental" H& algo mais que *eus queria nos mostrar" + claro que desde a eternidade *eus preordenou que o primeiro homem deveria prefigurar o 8ilho encarnado de *eus" Fas em que sentidoO Certamente não na sua conduta" $ contexto de Comanos Q torna claro que /dão se tornou o tipo de Kesus em uma posição oficial que ele assumiu. eles possu!am algo em comum: eles foram certamente representantes de dois povos" $ .considerado como ato daqueles por quem morreu" . no chamado . porque +le foi o segundo homem a agir como um representante legal" +le é também chamado 0o 5ltimo /dão4 porque não haveria de haver nenhum outro pacto" Neste sentido. quando tentado. mesmo embora ele tenha vivido muitos milênios mais tarde. de aponta para alguém que serve de modelo para outros" /dão prefigurava aquele que haveria de vir" /dão é chamado o primeiro /dão. a menos que estudemos detalhadamente o texto de Cm Q"9L3L9" AnZ(ise do te?to de Rom* M*%+J+%= $ primeiro verso a ser analisado é o v" 9P. garantiu a 7ustificação de todos aqueles que foram representados por +le" /ssim. $oi derrotado" Cristo.ou no lugar? de muitos. e o -egundo /dão foi o representante de cada membro do -eu povo" No primeiro todos morrem. dever!amos vê3los em /dão" /dão.acto das $bras" . mas a redenção veio através de Kesus Cristo" +m que sentido /dão foi o tuapo7 do CedentorO / palavra grega significa 0figura4 ou 0tipo4. porque ele nos d& a base para a teoria da imputação imediata do pecado. no segundo todos vivem2 no primeiro todos são condenados. fa)endo o que o primeiro homem /dão não fe). +le é o representante do . e o 5ltimo foi agrad&vel a *eus" $ primeiro foi a fonte do pecado e da corrupção para toda a sua posteridade.or isso. ele é o representante no pacto das obras" Cristo é chamado o 0segundo homem4.acto da Graça. segundo a teologia Ceformada. em virtude da posição que /dão ocupou em relação a Cristo Kesus" Cm Q"9P T 0+ntretanto. como o representante legal de outros" +st& claro de Cm Q"9L39< que um age em favor . resistiu e venceu" $ primeiro foi amaldiçoado por *eus. Cristo. a despeito de contraste entre o tipo e o /nti3@ipo. e também a 7ustiça de Bm é atribu!da a outros" Não é poss!vel entendermos a teoria da imputação de pecado e de 7ustiça. um tipo consiste de algo mais do que uma similaridade causal entre duas pessoas.rimeiro /dão foi representante de cada membro da raça. e no significado escritur!stico do termo. mesmo sobre aqueles que não pecaram ( semelhança de /dão. como cabeça federal. o pecado de um é atribu!do a outros. isto é. a condenação veio. e Cristo é chamado o segundo /dão"121/dão prefigura Cristo" *o modo como vemos os homens em Kesus Cristo. mas porque ele foi o primeiro a agir como representante legal da raça humana" Neste sentido. mas o segundo foi a fonte de santidade para todos os que pertenciam ao -eu povo" /través de /dão. a 7ustificação que tra) vida" Cm Q"9L39< mostra que todos os membros da raça experimentam o fato de que eles são culpados por alguma coisa que eles não fi)eram pessoalmente" +m /dão n#s ofendemos 9L9 'er 9 Co 9Q"PQ3P<" /dão foi chamado o 0primeiro homem4 não simplesmente porque ele foi o primeiro a ser criado.

aulo tenha dito que o 0pecado entrou no mundo por um s# homem4.ortanto. assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram"4 / lu) do que aconteceu em Gênesis M. e pelo pecado a morte.aulo est& tratando de matéria 7udicial. não simplesmente dum ato pessoal de /dão" +le est& tratando da ira de *eus que vem sobre todos os homens porque todos eles são culpados" $ texto di) que 0a morte passou a todos os homens porque todos pecaram4" . não +va" 8oi /dão que recebeu a ordem de *eus. ele se refere ao mesmo pecado visto em seu aspecto duplo: como o pecado de /dão.ortanto.aulo não disse: 0.martiaa . pelo mesmo processo de representação" @odos os homens vêm ao mundo sem pecados pessoais. . eles são nascidos culpados. assim como por uma s# mulher entrou o pecado no mundo4O / resposta é totalmente #bvia: porque o pacto foi feito com /dão" +le era o representante da raça humana. debaixo da ira de *eus" Cada ser humano. porque ele estava tratando da matéria da representação neste texto" Bma outra palavra importante neste verso 9L é a. é estranho que . todos n#s somos amaldiçoados pela lei de *eus" 'isto FurraY.extranos?" $ processo é o mesmo" . p" 9NP" /mbos.a *eus em sua ofensa. e cometemos a transgressão em sua transgressão" Cm Q"9L T 0. são meramente a conse%O7ncia e n&o a causa de nossa condenação" / causa é o fato de nossa culpa em /dão" /ntes de qualquer ato pessoal. mesmo embora não devamos nos esquecer de que a +scritura di) que o pecado de /dão é nosso pecado" 9 Co 9Q"LL di) que 0em /dão todos morrem4" FurraY assinala que a morte é o sal&rio do pecado . não +va" . mas da culpa que todos têm em /dão" FurraY di) que quando . e com o pecado de toda sua posteridade" + um assunto 7udicial" 0/ssim também a morte passou a todos os homens4" / morte é uma conseq ência penal para pessoas culpadas" / meta principal de . The .aulo di) que 0um pecou4 e 0todos pecaram4. p" 9NH" . mas a culpa de /dão imputada aos homens é bastante para conden&3los" 9LL Kohn FurraY" 0@he 6mputation of -in4. é considerado culpado diante de *eus" / base de nossa condenação est& extra nos . mas porque eles são representados em /dão.or esta ra)ão aprendemos a respeito do 0pecado de /dão4. excluir a antecedência do pecado e o 5nico modo no qual a antecedência neste caso poderia obter.or que .Cm N"LM? e que a morte não pode ser concebida como existindo ou exercendo sua função ( parte do pecado" +ste é o princ!pio .aulo di) em 9 Co 9Q"LL que 0em /dão todos morrem4" +les morrem em virtude de sua relação pactual. first article.estminster Theological <ournal.or esta ra)ão .aulo não est& tratando dos pecados pessoais deles.a obra de Cristo? estão fora de n#s . obvio que Kesus Cristo também morreu por nossos pecados atuais. não a respeito do 0pecado de +va4" . a quem ele representa" Forremos porque estamos unidos a /dão no mesmo sentido em que vivemos porque estamos unidos a Cristo. se7a homem.o pecado de /dão? e a base de nossa salvação . third article. 9<. a base de nossa condenação . mulher ou criança. quando é dito na I!blia que +va foi o primeiro ser humano a pecar" .aulino: Suando ele di) que 0em /dão todos morrem4 é imposs!vel.FaY 9<Q=?.aulo era mostrar a conexão entre /dão e sua posteridade" @odos são considerados culpados por causa da transgressão de um s# homem" .aulo não tratou do pecado de +va. assim como por um s# homem entrou o pecado no mundo. 0pecado4 não significa o ato de desobediência pessoal de /dão ou a depravação com a qual os homens são nascidos" /qui ele significa culpa" . e que todos são concebidos dele são considerados como tendo pecado nele"9LL / corrupção interior e a alienação de *eus que n#s experimentamos. a união legal entre /dão e a raça. sob as premissas de .aulo.pecado?" /qui. e aqueles que não crêem em Cristo 7& estão condenados também por seus pecados pessoais.

temos pecado. ele nega a doutrina da imputação" / 5nica explicação para Godet.octrinal )ommentar. são costumeiramente tradu)idas como 0porque4.upon the Epistle o$ Saint Faul to the Nomans. p" 9MQ" 'er também. a fim de negar a imputação imediata. )ommentar. a respeito da relação entre o indiv!duo e a espécie é di)er que este 0é o mistério mais impenetr&vel na vida da nature)a"4 124 /lguns outros comentadores.também? federalmente culpados. quando o cabeça de pacto deles pecou" -e aceitamos a crença de que a 0morte4 é o resultado de nossos pecados pessoais . como 7& vimos anteriormente"126 / ra)ão pela qual todos morrem é que todos pecaram" Novamente. não porque eles estão representados em /dão" Godet não toca na matéria da imputação. n#s destru!mos a idéia de que /dão era o 0tuapo74 d/quele que haveria de vir mais tarde" -e todos morrem porque eles pecaram pessoalmente. também tradu)iram a expressão grega acima como sendo equivalente a 0em quem4" 9LH Godet. )ritical and .no`o7 a?nqr_apou. e os comentadores /rminianos. 9<==?.aulo afirma que 0a morte passou a todos os homens porque todos pecaram4" /s palavras gregas e?f n.ublications.Grand Capids: \regel .aulo através de seu argumento todo" +le quer enfati)ar a idéia de representação" Fesmo embora . . porque ele sustenta uma espécie de posição /rminiana" /o invés de tratar da imputação. p" L>H" .em quem? e assim também fi)eram . sua existência espiritual e eterna. mas de indiv!duos"9LM Com isto.ublications. mas representativamente" / maldição da lei cai sobre eles. 9H=<?. de tal forma que ele não vê necessidade de repeti3la expressamente4"128 / idéia de um homem controla o pensamento de . do modo como alguns escritores antigos fi)eram"127 / idéia de imputação est& clara neste texto" $ que . 0por um s# homem4. ele não est& di)endo neste texto que 0todos os homens4 tenham pecado pessoalmente. com que o verso começa.al&gio e /gostinho" $utros te#logos Ceformados. . incluindo Calvino.upon the Epistle o$ St# Faul to the Nomans. esta sentença pode somente ser imposta sobre pessoas culpadas" -e a morte 0passou4 a todos os homens. deveria eu crer que todos vivem porque 9LM 8rederic :ouis Godet. )ommentar. 9HPP?. p" L9N" 9LN 'er Z" G" @" -hedd.aulo creia que os homens se7am culpados por causa de seus pecados pessoais. )ommentar. porque todos estamos revestidos de uma corrupção natural. não . como Ie)a e $_en. todos deles participaram legalmente . p" L><" 9LP 6bid" 9LQ Calvino di): 0@odos n#s. ele di) que a solidariedade dos indiv!duos com o cabeça da primeira humanidade não se estende além do dom!nio da vida natural" /quilo que pertence ( vida mais alta do homem. e assim nos tornamos pecaminososb4 .on Nomans.aulo tem em mente é a idéia de um homem" Corretamente Godet assevera: 0*eve ser permitido que a idéia de di e. tendem a interpretar este verso di)endo que todos morrem por causa de sua corrupção natural" +les enfati)am a corrupção mais do que a culpa" 125 $utros comentadores adotam uma idéia realista3traducianista. usualmente tratam desta matéria di)endo que todos morrem por causa de seus pecados pessoais. não precisamos tradu)ir e?f n. portanto.somente? porque eles se7am pessoalmente pecaminosos.on Nomans.Ne_ jorJ: Charles -cribnerhs -ons. pp" 9L=3LH" 9L= / 'ulgata tradu) 0in %uo4 .7udicialmente? do pecado de /dão" / base de nossa condenação est& extra nos no sentido de que n#s não pecamos voluntariamente nem pessoalmente em /dão" . . +dinburg: printer for the Calvin @ranslation -ocietY. Cobert Haldane. . porque o primeiro é a conseq ência penal do segundo.o que se pode di)er a respeito da morte das criancinhas no ventre de suas mãesO?.aulo não est& levando em conta os pecados individuais deles. é porque todos eles são culpados. não é uma matéria de espécies. 9<HH edition?. mas o pecado deles em /dão" / fim de provar isto. controla assim a mente do ap#stolo. como 0em quem4. mas porque eles são .que a morte veio como resultado do 0pecado4.Grand Capids: \regel .

a condenação e a 7ustificação" 0$ uso da linguagem de imputação. vem através de um s# homem" / 0morte4 é a sentença 7udicial sobre todos os homens. reinou a morte. nossos pecados pessoais. para a condenação2 mas a graça transcorre de muitas ofensas. que tiveram o seu nascedouro naquela 5nica ofensa" $ que . são imputados. p" 9N<" .aulo est& di)endo aqui é que não h& necessidade alguma de pecados pessoais para que se7amos condenados. se todos vivem. por causa da solidariedade estabelecida entre Cristo e a pessoa 7ustificada" / solidariedade constitui o laço pelo qual a 7ustiça de Cristo se torna a do crente"49L< + 7usto di)er que o mesmo em relação a /dão e sua posteridade" / solidariedade entre ele e toda a raça é a base para a imputação do pecado" /mbos os atos.aulo. a antropologia cristã e a soteriologia" 'e7amos: $ pecado de /dão é imputado a n#s2 nossos pecados são imputados a Cristo2 e a 7ustiça de Cristo é imputada a n#s" $ principio é o mesmo nos três exemplos" -e continuamos na an&lise deste texto pode ver o mesmo principio ilustrado: Cm Q"9N W 0$ dom. muito mais os que recebem a Hhund&ncia da graça e o dom da 7ustiça. eles são transferidos de uma pessoa para as outras" $ mesmo principio est& evidente nos versos 9H e 9<" Nesta passagem de . supor que a 7ustiça e obediência de Cristo se tornassem nossas para a 7ustificação por causa da santidade que é comunicada a n#s da parte de Cristo ou que a 7ustiça de Cristo é mediada a n#s através da santidade gerada em n#s pela regeneração" / 5nica base sobre a qual a imputação da 7ustiça de Cristo se torna nossa é a união com Cristo" +m outras palavras: a pessoa 7ustificada é constitu!da 7usta pela obediência de Cristo. em algum sentido. podemos ver o princ!pio da representação e a 9L< FurraY. que significa 0morte4 ou 0condenação4" $ contraste é que Kesus Cristo morreu não simplesmente por aquela 9nica o$ensa. nãoV + f&cil observar em Cristo o mesmo princ!pio de representação" -e todos n#s fomos salvos é porque todos est&vamos representados em Cristo2 do mesmo modo todos os homens morrem porque eles estão representados em /dão" $ principio da representação est& claramente expresso neste texto" 6sto forma a base para a imputação do pecado" $ método de imputação controla. uma sentença 7udicial. mesmo embora *eus também condene os homens por causa de seus pecados pessoais" $ pecado de /dão. third article. isto é. reinarão em vida por meio de um s#. Kesus. todos os homens morrem porque eles receberam a imputação da culpa" *o outro lado. a morte e a vida. que tra) vida" 6sto é também imputação. o de /dão e o de Cristo. por causa do pecado de /dão" $ texto di) que a 0morte reinou4 por causa de apenas uma ofensa" *e um lado. não é como no caso em que somente um pecou2 porque o 7ulgamento derivou de uma s# ofensa.aulo. a 5nica ofensa. a saber. não é por imputação mediata que os crentes entram em posse da 7ustiça de Cristo na 7ustificação" -eria contradit#ria da doutrina da 7ustificação de .ele são 7ustos pessoalmenteO /bsolutamente. mas de 7ustiça. e por meio de um s#. entretanto. para a 7ustificação"4 /penas uma o$ensa cometida por um homem tra) condenação. é o bastante" Fas a nossa salvação transcorre de 0muitas ofensas4" Cm Q"9= W 0-e pela ofensa de um. mas também morreu por muitas o$ensas. é por causa do ato de um s# homem. Kesus Cristo"4 /mbos. porque para n#s ela é o 0dom da 7ustiça4" $ modus operandi de *eus é o mesmo em ambas. portanto.

e tomaste a mulher de Brias o heteu.9 -m 9Q"L.*t LM"M3P?" W . por exemplo" /s pessoas por quem . mas a culpa é atribu!da por causa da representação" $bserve a imputação da 7ustiça de Cristo. *atã e /birão. não se apartar& a espada 7amais da tua casa.+x L>"Q3N2 MP"N3=2 Nm 9H"9P2 *t Q"<39>?" +ste princ!pio da representação é. em ambos os aspectos enfati)ados nela: condenação e salvação" Nele podemos ver a velha humanidade em /dão.Gn L=?" W $s filhos de Foab e /mon foram exclu!dos da congregação do -enhor para sempre. sofrem as conseq ências . por causa do princ!pio da representação" /s penas impostas são penas de lei" $ problema não é a culpa volunt&ria. sofrem . o -enhor imputou o pecado dele sobre a vida de todos os primogênitos na noite que precedeu a sa!da dos israelitas do +gito . os pecados do seu povo são imputados a +le. no lugar deles" .imputação conseq ente. especialmente os pequeninos de peito.or causa de +sa5.or causa da maldade dos pais. mas para a sua posteridade" -eus descendentes haveriam de ser abençoados por causa do crente /braão" @odo o plano da Cedenção descansa sobre esse principio representativo: Cristo é o representante do -eu povo e.or causa da incredulidade dos 7udeus nos tempos de Kesus. enquanto que a de +sa5 ficou fora dos privilégios pactuais .*t ML"9H3LQ?" W .or causa do pecado de /maleque todo o povo. *eus disse: 0/gora. porquanto me despre)aste. a resposta sempre dever& ser esta: / I!blia di) que as conseq ências não são por causa de faltas pessoais.or causa do pecado de 8ara#. ficou validada a imprecação dos 7udeus que disseram: 0-eu sangue caia sobre n#s e nossos filhos4 3 e isto tem sido uma terr!vel verdade até ho7e" W . sobretudo mulheres e crianças" *eus imputou a culpa dos lideres nos liderados . e a nova humanidade em Cristo" Nele estão presentes as duas principais personagens da hist#ria humana: /dão e Cristo. mas é uma conseq ência 7udicial. toda a fam!lia.sobretudo no caso da imputação de pecado?. aplicado inversamente" *eus imputa suas bênçãos a outros. foi morta .Ks ="LP3LN?" W . no caso do direito da primogenitura.or causa disso.or que as pessoas sofrem as conseq ências se elas não são culpadas pessoalmenteO4 W aparecer. e sua descendência foi abençoada. pois.M?" W 'e7a3se o mesmo caso em +) <"M3N2 LM"PN3PH" W $bserve como *eus procede nestes versos paralelos dos *e) Fandamentos . o das obras e o da graça" $ Princ'(io da Re(re entação na ) critura $ princ!pio representativo pervade toda a +scritura" / imputação do pecado de /dão não um fato isolado" +le é somente uma ilustração de como *eus trata os outros assuntos" 'e7amos alguns exemplos do princ!pio da representação que tornam poss!vel a imputação: W . não foi para ele somente. inclusive as mulheres e crianças. representantes de dois pactos. pereceram muitas pessoas. também. s!mbolos da desobediência e da obediência. porque seus ancestrais se opuseram aos israelitas quando eles sa!ram do +gito .or causa dos pecados de Coré. e -ua 7ustiça é imputada a eles" @anto a maldição como a bênção são imputados" / imputação é o método de *eus" +mbora este assunto se7a dif!cil de aceitar . inclusive as criancinhas. não h& que se duvidar de que essa é uma verdade afirmada inquestionavelmente na +scritura" Suando esta pergunta W 0. pessoal.L -m 9L"9>?" W . por causa da obediência de um" Suando *eus entrou em pacto com /braão.+x 9M"9Q?" W .or causa do pecado de *avi com Iatseba e Brias.Nm 9N"LL3 MM?" W . toda a sua descendência ficou fora das promessas do pacto .or causa do pecado de /cã.Gn LQ"L=3MP?" Kac# recebeu os benef!cios de filho mais velho. para ser tua mulher4 . as geraç%es dos filhos. age por eles.

lace inverteu a ordem das coisas: a base da imputação não foi o pecado de /dão.lace .+le morreu.a? / corrupção é uma espécie de punição de *eus" . é a base da condenação que vem para toda a raça" / crença de :a . deram mais ênfase ( corrupção . como por exemplo: decretos. expiação.or que apenas isso nos favoreceO Não h& in7ustiça no método de *eus porque o princ!pio da imputação é o mesmo em ambos os casos: pecado e bênção" -e temos que reclamar. estavam pessoalmente na cru)O NãoV . é que os torna culp&veis de apostasia" Não nascem em corrupção porque se7am culpados em /dão. com base no fato de que somos moralmente corruptos" :a .em virtude de sua luta contra a corrupção do clero romano? do que & imputação de culpa" + curioso notar que a doutrina da imputação do pecado de /dão é mais clara no Catecismo Faior e Ireve do que na pr#pria Confissão de 8é de Zestminster" $b7eç%es: . ninguém reclama desse mesmo processo de *eus" . parece3nos..lace era que todos n#s somos inerentemente depravados e. e unicamente sobre a base dessa depravação inerente que partilham com ele. e sobre a doutrina da imputação do pecado de /dão" :a . para que ha7a punição é necess&rio primeiro. mas somente uma imputação mediata ou indireta. e que essa nature)a corrupta. portanto. porque a corrupção transmite3se por meio de geração ordin&ria" . mediante um processo de geração natural. eleição. que reclamemos também do modo como *eus nos salvou em Cristo KesusV . mas seu estado legal se baseia em sua condição moral" $bs": + poss!vel que :a . ( corrupção" Fesmo os Ceformadores. somos envolvidos na culpa do pecado de /dão" Não h& nenhum tipo de imputação direta ou imediata do pecado de /dão ( sua posteridade. que ha7a culpa" / culpa precede a punição" / depravação .lacaeus?.or que.c? -e a corrupção inerente que est& presente nos descendentes pode ser considerada como o fundamento legal para a explicação de alguma outra cousa. mas são considerados culpados porque 7& estão corrompidos" -ua condição não se baseia num estado legal. que não deram muita ênfase ( imputação e. mas corrupção herdada dele" $s descendentes de /dão herdam dele sua corrupção inata.ou morte espiritual? é a punição de *eus" +ntão. sim. introdu)iu profundas modificaç%es em varias doutrinas Ceformadas. a imputação do primeiro pecado de /dão precede a depravação. e n&o o pecado de 2d&o.b? -e essa teoria fosse consistente.ortanto. deveria ensinar a imputação mediata dos pecados de todas as geraç%es anteriores (quelas que lhes seguiram.arece3me que ninguém est& disposto a fa)er tal reclamação" M? $s que -ustentam a @eoria da 6mputação Fediata +m meados do séc" ['66 :a . 7& não h& necessidade de qualquer imputação mediata" . e não é a conseq ência dela" .lace ensinou que a nossa nature)a corrupta derivou3se de /dão. um te#logo francês da escola de -aumur.lace tenha tentado 7ustificar o seu pensamento em virtude de encontrar apoio em alguns te#logos bem antigos. então.

C/. ii?" Consideraremos aqui apenas as conseq ências imediatas do pecado na vida de nossos primeiros pais" / ofensa de /dão não deve ser medida pelo ato externo de comer do fruto proibido. não como um homem particular. por causa da sua relação pactual" -e /dão não houvesse sido o cabeça representativo da raça.den é chave para entendermos a condição atual do homem" Neste cap!tulo estudaremos sobre as terr!veis conseq ências do pecado para /dão e para a sua posteridade" /dão é considerado na +scritura o prot#tipo de toda a humanidade.6@B:$ 6[ A# CON#E&IQNCIA# DO PECADO NA 5IDA DA RA A HU"ANA Ninguém poder& encontrar a chave do mistério da miséria humana se não recorrer aos ensinos das -agradas +scrituras" Nenhuma ciência humana haver& de dar respostas (s mais cruciais perguntas feitas sobre a condição em que vive o ser humano desde que dele se tem not!cia da hist#ria" -e quisermos ter respostas. /dão pereceu por causa do seu pecado" Não compartilho da idéia popular de alguns te#logos de que o -enhor sal(ou a /dão ap#s a queda" Não h& qualquer base escritur!stica para se afirmar tal cousa" Fuito ao contr&rio" /s . apenas uma simples imitação. e uma certa crença na palavra de -atan&s2 houve o rep5dio das obrigaç%es impostas por *eus2 houve insatisfação pelo modo como *eus os havia feito2 houve o orgulho em querer ser igual ou maior do que *eus2 houve um desafio ( solene ameaça de *eus2 e por fim. e não podemos fechar os olhos ao que ela nos di)" /s conseq ências do pecado para ele e para a sua posteridade: %* CON#E&IQNCIA# PARA AD!O / Confissão de 8é de Zestminster di) da conseq ência do pecado dos primeiros pais para eles pr#prios: 0. e assim se tornaram mortos em pecado e inteiramente corrompidos em todas as suas faculdades e partes do corpo e da alma4 . mas pela afronta terr!vel que foi feita ( Fa7estade de *eus" Nesse 5nico pecado de nossos primeiros pais houve uma ramificação de crimes: Houve ingratidão contra /quele que os havia abençoado e capacitado para exercer a grande obra de cuidar de toda a criação2 houve incredulidade na verdadeira palavra de *eus que havia sido claramente dirigida a /dão.or este pecado eles deca!ram da sua retidão original e da comunhão com *eus. os nossos pecados atuais não teriam qualquer relação com /dão. pois ele agiu. mas como o representante da raça. a desobediência que foi a reta final do pecado de nossos primeiros pais" -egundo o que a +scritura indica. como pensam os pelagianos" Fas a +scritura trata deste assunto muito seriamente.'. e seu pecado est& intimamente relacionado com a sua descendência. haveremos de encontr&3las somente na revelação divina como registrada na Iiblia" $ que aconteceu do .

ou os olhos da consci7ncia. e um senso de (ergonha se apoderou deles# Gn M"= W 0/briram3se. mas ao invés disso o texto di): 0e perce'eram que estavam nus4" +ste verbo demonstra algo mais do que simplesmente nude) f!sica" $ verbo 0perceber4 aqui d& o sentido de 0sentir4" Como a abertura dos olhos se refere 0aos olhos do entendimento4 . percebendo que estavam nus"""4 Não percebemos mudança qualquer quando +va comeu do fruto. a an&lise do texto de Gênesis que é chave para a compreensão dos resultados imediatos do pecado na vida de nossos primeiros pais" AnZ(ise de Gn N*\J+L%N% Suando *eus colocou /dão do .+scrituras.Cm Q"9L3L92 9 Co 9Q"LL. a ant!tese falharia no seu ponto principal" como que aqueles que estavam em /dão foram condenados se o pr#prio /dão foi salvoO 8alharia *eus em -ua 7ustiçaO 9M9 /n&lise feita com base nas feli)es observaç%es de /" Z" . esse estado de bem3aventurança não durou muito tempo" 132-ua vontade que havia sido su7eita ao Criador. percebem. porque ela incapacita o homem de perceber a presença de *eus" / nude) de /dão e +va foi a perda da 7ustiça original da imagem de *eus" @al é a condição em que todos os 9M> $lhe o testemunho desta verdade no '@ W K# di) que /dão encobriu as suas transgress%es . com tendência para a perversão" / vida de comunhão com *eus havia sido perdida" + isto que fica evidente dos versos que vamos analisar: 9? $ primeira conseq ência da transgressão dos nossos primeiros pais foi: ti(eram a consci7ncia culpada. porque estes 7& estavam previamente abertos" Fas o texto se refere aos olhos do entendimento. mas foi a descoberta triste de que haviam sido redu)idos a uma situação de miséria" /gora perceberam que estavam 0nus4. que vêem. di) a +scritura que os 0os olhos de am'os foram abertos4" 6sto nos d& uma base bem forte para mostrar que o pacto havia sido feito com /dão" +le era o cabeça.den. e dele *eus cobra o pecado" /dão era o representante legal de sua esposa. então. quando acusado. conclu!mos que eles discerniram o sentido de estarem 0nus4" +les perderam a sua inocência" H& a nude) da alma que é muito pior do a de um corpo sem roupa. acusam e castigam" $ resultado de comerem o fruto proibido não foi a aquisição da sabedoria sobrenatural. morrem como /dão" $bs": a palavra hebraica para homem é 2dão2 observe o testemunho da mesma verdade no N@ W /qui /dão é contrastado em detalhes consider&veis com cristo . que tem um sentido bem diferente de Gn L"LQ" $s olhos deles 0foram abertos4 e seria de se esperar que o texto dissesse: 0e (iram eles que estavam nus4. mas quando /dão o comeu.=? di) que aqueles que 7ulgam in7ustamente. sem pecado" .-6 HL.v"Q?. pp" Q<3NH" 9ML Não h& nenhum indicação na +scritura sobre o tempo em que /dão ficou no estado de inocência. tentou desculpar3se. tanto quanto dos futuros filhos que viriam deles" + por isso que até ho7e conhecemos esse pecado como 0o pecado de /dão4. ou qualquer menção de seu arrependimento. ele parecia ser cheio de veneração para com seu Criador. não como 0pecado de +va4" $ que significa ter os olhos abertosO Certamente aqui não se refere aos olhos f!sicos. Gleanings. tem uma palavra negativa de sua atitude" 130 Não h& nenhuma palavra elogiosa a ele.ou 0da consciência4?. ou que ele tenha recebido a miseric#rdia de *eus" 'e7amos agora.inJ. muito menos o registro de uma confissão sua" / contr&rio. PQP=2 9 @m L"9P" -e /dão tivesse sido salvo. todas as ve)es que se refere a /dão. como -atan&s havia dito . colocando a culpa na sua esposa" Nada na +scritura d& qualquer crédito a /dão. agora se rebela inexplicavelmente" -ua constituição moral ficou altamente pre7udicada. isto é. e parecia am&3lo pelo que +le lhe havia dado" Fas parece3nos.K# M9"MM?2 $ -almista /safe . os olhos de ambos2 e.

/p M"9H?. mas tornaram3se fugitivos do @odo Glorioso Criador" +ste é puro e aqueles pecadores" .eus# Gn M"H W 0Suando ouviram a vo) do -enhor *eus.erceberam que a sua situação f!sica estava espelhando a sua condição espiritual" +les foram tornados dolorosamente conscientes do pecado e de seus terr!veis conseq ências" L? / segunda conseq ência da transgressão deles foi esta: eles ocultaram o seu real caráter# +les estavam mais preocupados em salvar as aparências do que realmente procurar o perdão de *eus" Gn M"= W 0e. fa)endo os outros pensarem que andam decentemente. aterrori)ados" @emeram ouvir *eus pronunciar uma sentença formal de condenação sobre si mesmos. 0vestidos de salvação4 ou 0mantos de 7ustiça4 . o homem e sua mulher. coseram folhas de figueira. (estidos# M? / terceira conseq ência da transgressão deles foi esta: ti(eram medo de . eles cessaram de amar a *eus e de confiar nele" *eus passou a ser ob7eto da sua aversão e despra)er" Bm senso de degradação encheu3os e tiveram uma terr!vel inimi)ade contra *eus" /ssim. ficaram terrificados e 0esconderam3se da presença do -enhor4" Nesta tentativa percebemos a tolice deles" Suem pode esconder3se da onipresença e da onisciência de *eusO Suando eles pecaram. que andava no 7ardim pela viração do dia. ao invés de darem boas3vindas a ela. esconderam3se dele por causa do seu pecado. percebendo que estavam nus. esconderam3se da presença do -enhor.humanos são nascidos depois deles" + por isso que as +scrituras falam sobre as 0vestiduras brancas4 .Hb L"M?" Não presuma que você é um cristão" +xamine as suas bases" .eça a *eus para que +le sonde o seu coração e lhe mostre a sua real condição" :er Kr LM"LP" . indicando uma 7ustiça original que Cristo nos tra) de volta" 0+le perceberam que estavam nus4 W . e fi)eram cintas para si"4 Cosendo cintos para si.6s N9"9>?. por entre as &rvores do 7ardim"4 /té este ponto eles haviam estado preocupados somente consigo mesmos e com sua vergonha.ortanto. e mais preocupados estão ainda em parecerem bem diante dos homens do que obterem a aprovação de *eus" $ ob7etivo principal dos homens ca!dos é aquietar a pr#pria consciência culpada e parecerem bem diante dos vi)inhos" /lguns até assumem o papel de religiosos. mas agora tinham $utro com quem se preocupar: o Kui) de toda a terra" /o ouvirem a vo) de *eus. os pecadores evitaram o que era puro" Não é assim que acontece com os homens ho7eO Gostam eles de ficar 7untos dos que são genuinamente cristãosO Gostam eles da santidadeO @odos os homens têm que comparecer perante o -anto e prestar3lhe contas" Não poderia deixar de ser assim com o primeiro homem" -# não prestarão contas pessoalmente a *eus aqueles que tiveram as suas contas prestadas por Kesus Cristo" / menos que o sangue de Kesus Cristo tenha expiado os nossos pecados. porque sabiam bem o que mereciam" /dão e +va não somente trouxeram danos irrepar&veis sobre si mesmos. compareceremos perante o Kui) de toda a terra" 0Como escaparemos n#s se negligenciarmos tão grande salvaçãoO4 . eles tentaram acalmar a pr#pria consciência" *a mesma forma os filhos de /dão fa)em ho7e" +les têm mais medo em serem detectados nos seus erros do que cometê3los.

or que eu estava nu. uma omissão grande e fatal deve ser observada: ele não disse nada a respeito do seu pecado. mas alienação. ela me . para providenciar a /dão uma ocasião de rever o que havia feito" +m sua recusa percebemos a quarta conseq ência do seu pecado" P? / quarta conseq ência da transgressão de nossos primeiros pais foi esta: o endurecimento do cora!&o pelo pecado# Não houve triste)a profunda por sua flagrante desobediência" . para que /dão visse realmente o que havia feito" 8oi uma pergunta para /dão perceber a dist1ncia de *eus que o pecado causou" $ pecado separa o homem de *eus" / ofensa de /dão provocou a perda da comunhão com *eus" /gora. não houve arrependimento" Gn M"9L W 0+ntão disse o homem: a mulher que deste por esposa. porque estava nu. o +sp!rito nos convence da nossa nude) espiritual" +ntão. torna3se o terror para a alma pecaminosa" /dão comparece diante de *eus destitu!do de qualquer 7ustiça.6s Q<"L?. tive medo e me escondi"4 $bserve quão incapa) é o pecador para encontrar3se diante da inquisição divina" /dão não poderia oferecer nenhuma resistência adequada" $uça a sua admissão: 0@ive medo4" -ua consciência o condenava" /gora era a dura presença de *eus que o incomodava" *eus que é o ref5gio para a alma do crente. mas mencionou apenas os e$eitos dolorosos que ele produ)iu" Fas *eus neste v" 99 dirige3se para a causa daqueles efeitos" +sta pergunta direta de *eus abriu o caminho e tornou muito mais f&cil para /dão reconhecer contritamente a sua transgressão. a pergunta de . a alma se enche de temor e vergonha.L Co N"9P?" $bserve novamente que o -enhor ignorou E(a e dirigiu3se ao cabeça respons&vel" *eus havia advertido a /dão a respeito do fruto proibido: 0No dia em que comeres. embora sem o precioso senso de arrependimento" *eus não fe) estas perguntas porque queria ser informado.aulo. /dão fracassou em responder" /penas deu uma desculpa esfarrapada" -e as palavras de /dão no v" 9> foram devidamente ponderadas.Gn M"< W 0+ chamou o -enhor *eus ao homem e lhe perguntou: onde est&sO4 +sta pergunta 7& era parte do 7u!)o divino.L @s 9"<?" Gn M"9> W 0+le respondeu: $uvi a tua vo) no 7ardim e. certamente morrer&s4" +sta morte não significa aniquilação.Hb P"9M?" Gn M"99 W 0. tive medo e me escondi4" $ coração de /dão estava cheio de horror e terror" $s cintos de folhas de figueira não haviam adiantado nada" 6sto acontece quando o +sp!rito -anto descobre a alma humana" / despeito das roupas religiosas que possamos vestir.ortanto. 7ustiça essa que n#s obtivemos de e em Cristo" $bserve a colocação de /dão: 0. vale claramente: 0Sue sociedade pode haver entre a 7ustiça e a iniquidadeO ou que comunhão da lu) com as trevasO4 .erguntou3lhe *eus: Suem te fe) saber que estavas nuO Comeste da &rvore de que te ordenei que não comessesO4 / esta pergunta /dão não teve resposta" /o invés de humilhar3se perante o seu Ienfeitor. e ela percebe que vai se haver com /quele diante do qual 0todas as coisas estão patentes e descobertas4 . mas antes. separação" / morte espiritual é a separação do homem do *eus -anto . que culmina com a morte eterna .

em nossos esforços de auto37ustificação. não culpemos *eus pelos frutos amargos do nosso proceder" 'isto que somos os autores de nossa miséria. submeter3se ( -ua vara" /p#s pervertermos os nossos caminhos. ele não deveria seguir o exemplo dela recusando a oferta" /rão.or que fi)este isso comigoO4W $bserve o orgulho e a dure)a de coração que caracteri)am o demRnio. e ele o soube. como por exemplo. ele culpa ao -enhor pela transgressão dele" +m outras palavras. sendo que n#s mesmos somos respons&veis por nossos pecados" + verdade o que a +scritura di): 0Não se colhe uvas de espinheiros e nem figos dos abrolhosV4 3 Não acusemos *eus pelos frutos de nossa pr#pria perversidadeV -e fi)ermos assim. mas é contra o -enhor que seu coração se ira4" +sta é uma das formas mais vis na qual a depravação do homem se manifesta: ap#s comportar3se como um tolo e de descobrir que o caminho da transgressão é dif!cil.9 -m 9Q"9=3L9?2 . atribuindo culpabilidade a outro ser ou a alguma outra coisa. e eu comi"4 +ste verso 9L é a resposta ( segunda pergunta do verso anterior" +le não assumiu as pr#prias responsabilidades como chefe da fam!lia.+x ML"LL3LP?2 /ssim também fe) -aul . culpou o povo por ser pecaminoso. é ra)o&vel que fiquemos tristes conosco mesmos" Fas o orgulho do coração é tal que.eus# /s palavras do v" 9L mostram quão insolente foi /dão com *eus" +le não disse simplesmente: 0/ mulher deu3me do fruto e eu comi4. mansamente. tentando eximir3se de culpa .Ft L="LP?" =? / sétima conseq ência do pecado de nossos primeiros pais foi a %ue'ra da .ilatos deu ordem para a crucificação de Kesus. e atribuiu o crime aos 7udeus . eu não teria feito aquilo4" /ssim. agora fa)em parte do reino dos homens" + assim ainda ho7e com os filhos dos homens" / diferença é que ho7e eles são tentados pela pr#pria cobiça do coração pecaminoso .v 9<"M di): 0/ estult!cia do homem perverte o seu caminho. eu não teria ca!do" . evidenciando a nossa inimi)ade contra *eus. /dão tentou lançar a culpa em outro" / entrada do pecado na vida do homem produ) um coração enganoso e desonesto" /o invés de culpar3se a -i mesmo. deveria cuidar dela melhor. desafiamos ao pr#prio *eus corrigindo3o naquilo que ele fa)" . lançou a culpa na mulher" + assim acontece também com todos os seus descendentes" +les esforçam3se para tirar a responsabilidade de sobre os pr#prios ombros. embora tenha reconhecido o seu pecado. nem como cabeça da mulher" -implesmente transferiu a culpa do pecado para ela" Nem se tocou de que ele era o principal respons&vel. portanto. abertamente. evitando que ela ca!sse em pecado" Suando ela foi enganada pela serpente. e que era dele que *eus cobrava" +sta é a conseq ência mais comum quando os homens pecam" +les sempre arran7am uma 7ustificativa para os seus pecados" +sta foi a outra conseq ência" Q? / quinta conseq ência da transgressão de nossos primeiros pais foi que eles se auto-<usti$icaram# +le tentaram encontrar um culpado pelos seus pr#prios pecados" /o invés de confessar a sua impiedade. mas esta atitude tornou ainda pior o ato de /dão" +le era o cabeça e protetor da mulher e. o homem murmura contra *eus ao invés de. ao diabo" 6sto é muito comum acontecer para se fugir da pr#pria responsabilidade" N? / sexta conseq ência da transgressão de nossos primeiros pais $oi o insolente desa$io ao pr"prio .@g 9"9M?" / nature)a depravada da criatura ca!da é sempre propensa a pensar que a melhor cousa é procurar abrigo na desculpa: 0-e *eus tivesse feito de outra forma. ficamos irados contra +le.deu da &rvore. /dão disse: 0-e @5 não me tivesses dado essa mulher. estaremos repetindo o mesmo pecado de nossos primeiros pais" / resposta do v" 9L mostra realmente o que aconteceu. mas disse 0a mulher que @B me deste"""4 W /ssim.

e comeste da &rvore que eu te ordenara não comesses: maldita é a terra por tua causa" +m fadigas obter&s dela o sustento durante os dias da tua vida" +la produ)ir& também cardos e abrolhos. até que tornes ( terra. parece3nos. mas alegoricamente com relação ( -atan&s" +stas palavras de *eus implicam numa punição vis!vel. mas a maldição foi dirigida contra o tentador invis!vel.a$ei!&o# / quebra da afeição entre o homem e o seu pr#ximo 3 neste caso sua esposa. mas o demRnio tentou3me4" $ demRnio não pode forçar ninguém a pecar. entre a tua descendência e o seu descendente" +ste te ferir& a cabeça e tu lhe ferir&s calcanhar"4 /ntes de pronunciar sentença sobre /dão e +va. nenhum sentimento de triste)a ou confissão" +le tratou de arran7ar alguém respons&vel pelo seu ato" Culpou a serpente" 8oi uma desculpa fraca. e tu comer&s a erva do campo" No suor do rosto comer&s o teu pão. para dar uma oportunidade a +va para defender3se ou confessar o seu pecado" Fas +va portou3se exatamente como seu marido" -eguiu exatamente o mesmo curso de /dão" +la não se humilhou diante do seu Criador. não apontando condenatoriamente. proteger e amar" Gn M"9M W 0*isse o -enhor *eus ( mulher: Sue é isso que fi)esteO Cespondeu a mulher: / serpente me enganou. e com retidão de nature)a para re7eit&3la prontamente" $s filhos de /dão fa)em o mesmo ho7e" + in5til di)er: 0+u não tinha intenção de pecar. e eu comi"4 $ -enhor perguntou. e ele te governar&" + a /dão disse: 'isto que atendeste ( vo) de tua mulher. não propriamente como um 7ui). -atan&s" H? / oitava conseq ência da transgressão de nossos primeiros pais foi triste=a.orei inimi)ade ente ti e a mulher. porque *eus a capacitou com entendimento para perceber a mentira.Cm H"L>3LM?" <? / nona conseq ência do pecado de nossos primeiro pais foi que o homem desceu ao n5(el dos animais# . o -enhor a tratou como uma inimiga declarada" -ua sentença deve ser tomada literalmente com relação ( serpente. maldita és entre todos os animais domésticos. +va e a terra: +va foi condenada a um estado de triste)a. mas. não deu qualquer sinal de arrependimento. pois dela foste formado: porque tu és p# e ao p# tornar&s"4 Nestes versos h& as sentenças que foram pronunciadas contra /dão. e o és entre todos os animais selv&ticos: raste7ar&s sobre o teu ventre. como instrumento da tentação. *eus dirigiu3se ( serpente. que é executada sobre a serpente. sofrimento e servidão2 /dão foi condenado a uma vida de triste)a e cansaço2 e a terra sofre a maldição que até ho7e pesa sobre ela . que foi a causa instrumental da queda deles" $bserve que nenhuma pergunta foi feita ( serpente" /ntes. a quem ele deveria respeitar. e comer&s p# todos os dias da tua vida" . so$rimento e morte# Gn M"9N39< W 0+ ( mulher disse: Fultiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravide)2 em meio a dores dar&s ( lu) filhos2 o teu dese7o ser& para o teu marido. nem prevalecer sobre o homem seu consentimento" Gn M"9P39P W 0+ntão o -enhor *eus disse ( serpente: 'isto que fi)este isto.

o que elimina a condenação deles" /s roupas de peles tipificam as vestimentas de 7ustiça. reveladora e agrad&vel de *eus" -er expulso do 7ardim significa a expressão da ira de *eus pelo descontentamento com o pecado de /dão" +ste tornou3se estranho ao favor de *eus e ( -ua comunhão" +le foi banido do lugar de pra)er e go)o" @ornou3se errante e fugitivo" /ssim como lançou para fora da -ua habitação os an7os que pecaram .den não trouxeram conseq ências simplesmente para os nossos primeiros pais. sendo vestes de salvação" Fas parece não haver nenhuma provisão de salvação no . conhecedor do bem e do mal"""4 /gora. apontando para o sacrif!cio do Cordeiro" -e isto é assim. vem a maldição final: Gn M"LM3LP W 0$ -enhor *eus. e o refulgir de uma espada que se revolvia. por isso. colocou querubins ao oriente do 7ardim do . que originalmente não era pr#prio para eles: 0comer das ervas do campo4" +ntão. e os vestiu"4 /dão e +va foram vestidos como os animais se vestem""" /lguns intérpretes das +scrituras entendem o v"L 9 como sendo uma provisão de *eus que indica o sacrif!cio de um animal para vestir o homem. recebeu de *eus alguns detalhes importantes como estes do v"L>: +va ainda não havia dado ( lu) filhos. ele teria feito claramente. como prova do -eu desagrado com o pecado" +* CON#E&YQNCIA# PARA A RA A HU"ANA /s conseq ências do triste evento do . senão somente depois de serem expulsos do .den. conhecedores do bem e do mal. mas para toda a raça humana" / condição com . por ser a mãe de todos os seres humanos" 8e) o -enhor *eus vestimentas de peles para /dão e sua mulher.9"LH?. *eus usou uma linguagem irRnica e sarc&stica a respeito do resultado do pecado de comer o fruto de /dão: / promessa de -atan&s no v"Q era que eles seriam >como . podemos inferir que *eus tratou os nossos pais com miseric#rdia.Gn M"L>3L9 W 0+ deu o homem o nome de +va ( sua mulher.den.eus># Gn M"LL W 0+ntão disse o -enhor *eus: +is que o homem se tornou como um de n#s.den" Creio que seria forçar o texto" -e *eus quisesse falar de salvação a /dão. para guardar o caminho da &rvore da vida"4 +star fora do 7ardim do . o lançou fora do 7ardim do . o narrador destas cousas.den era o mesmo que estar longe da presença benévola.Kd N?. de serem como *eus. como quando anunciou o proto3evangelho em M"9Q" $bs": Foisés. ao invés.eus# /ntes de lanç&3los para fora do 7ardim.den . tiveram que vestir3se ( moda dos animais e comer as coisas que os animais comiam.isso ilustra o v"9N?" /dão deu prova do seu dom!nio sobre a criação . conferindo nome ( +va" 9>? / décima conseq ência da transgressão de nossos primeiros pais: eles $oram lan!ados para $ora da presen!a de . as mesmas que Kesus Cristo cobre os -eus. foram colocados ao n!vel das bestas3feras. expulso o homem. *eus também lançou o homem para fora do lugar da -ua habitação. a fim de lavrar a terra de que fora tomado" +.

'. em condição pecaminosa. uma mancha que atinge a todos sem exceção" / )on$iss&o de é de .'. que deles procede por geração ordin&ria . isto é. pela relação pactual. a toda a posteridade dele" -endo eles o tronco de toda a humanidade.ortanto. é que procedem todas as transgress%es atuais" . o delitos de seus pecados foi imputado a seus filhos2 e a mesma morte em pecado. porque o pecado deles é imputado.que nascem todos os homens. e não h& cura para ele. o pecado original. iv?" . adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal. é o grande mal que afeta toda a raça. bem como a sua nature)a corrompida. é chamada na teologia peccatum or5ginale# .estminster mostra que o pecado dos nossos primeiros pais trouxe conseq ência para toda a raça. foram transmitidas a toda a sua posteridade. a não ser na obra redentora de Kesus Cristo" . iii?" / C8Z também mostra que todos os nossos pecados atuais têm nascedouro no pecado original: *esta corrupção total pela qual ficamos totalmente indispostos.

não pode ser considerado como resultado de imitação2 M? . apenas livre da penalidade da lei. p" L<9 . +nstitutes o$ Elenctic Theolog-. que nos far& adorar Kesus como nosso Cedentor. portanto" +ssa culpa não pode ser transferida para outro" Kesus Cristo nunca teve essa culpa. mas estudaremos o aspecto 7udicial ou forense da palavra. não o torna inocente. . vol" 9. ou ainda.or que é a rai) interna de todos atuais que mancham a vida do homem4" 133IerJhof ainda adverte que desse nome 0pecado original4. 7amais deve ser pensado que ele pertença ( nature)a constitucional do homem. inerente a ele. p" Q<Q" .odemos falar de culpa de dois modos: Neatus )ulpae + a culpa de réu" +sta culpa @urretin chama de )ulpa Fotencial#135E a culpa moral intr!nseca do pecador. essa culpa ainda permanece com o pecador" $ fato de Kesus Cristo ter morrido pelo pecador. ou na qual se sente merecer o castigo pela violação da lei ou de qualquer exigência moral" . eternamente" 9MM IerJhof.C/. embora sem os sentimentos dela" + essa idéia de culpados. não estudaremos nada a respeito do 0sentimento de culpa4.or que se deriva do tronco original da raça humana2 L? . 9<<L edition?.orque est& presente na vida de cada indiv!duo desde o momento do seu nascimento e. neste estudo. porque nunca foi pessoalmente pecador" +la é pr#pria somente de n#s" Fesmo quando entrarmos no céu.edição castelhana?" IerJhof. e lhes acompanha permanentemente" $s méritos de Kesus Cristo não tiram essa culpa do pecador porque lhe é inerente" Fesmo tendo suas penas pagas. p" L<9 . haveremos de ir com essa culpa. 7ustificado. não é uma matéria de herança" IerJhof di) que este pecado se chama 0pecado original4 por algumas ra)%es: 9? . que é um elemento emocional do pecado.resbYterian l Ceformed. que não pode ser separada dele" +la fa) parte da essência do pecado" +ssa culpa nunca se encontra em alguém que não é pessoalmente pecador" +ssa culpa é permanente de tal forma que não é tirada nem com o perdão" +la pertence ( essência do pecado e é parte insepar&vel do pecado" . mas herança não explica tudo daquilo que chamamos peccatum or5ginale# / culpa. nem da imputação dela134. a relação que o pecado tem com a lei" / culpa é o estado no qual se merece a condenação. por exemplo.edição castelhana?" 9MP $ assunto da culpa 7& foi estudada em cap!tulos anteriores.6@B:$ [ O PECADO ORIGINAL $ que é o pecado originalO $ pecado original tem sido visto como o pecado herdado.Ne_ KerseY: . pois tornaria *eus o autor do homem pecador" $ pecado original pode ser dividido basicamente em dois elementos: Culpa $riginal e Corrupção $riginal" %* CULPA ORIGINAL / palavra 0culpa4 tem que ser corretamente entendida" /qui.paginas O? 9MQ 8rancis @urretin. que nos acompanha para sempre.ertence unicamente (queles que são pessoalmente pecadores. portanto. quando se estudou sobre a 06mputação 6mediata4 .

mas era a nature)a moral deles" Não era uma simples separação do mal. mas esta retidão moral foi perdida pela queda" @odavia. nunca mais seremos culpados. isto é.or corrupção podemos entender a poluição ou contaminação inerente ( qual todo o pecador est& su7eito" +sta é a mais ineg&vel das verdades a respeito do ser humano ca!do: é o estado pecaminoso que se torna a base do h&bito pecaminoso. através da remissão pelo -ubstituto dos pecadores" Nessa culpa o pecador tem a obrigação de render satisfação ( Kustiça por causa da violação da lei" Nesse sentido. como 7& vimos.Cm ="9L?" Havia concord1ncia perfeita entre a constituição natural de nossos primeiros pais e a regra de vida estabelecida por *eus para as -uas criaturas" Na parte mais interior do ser humano havia uma santa inclinação" / +scritura di) que *eus 0fe) o homem reto4 . mas @urretin. uma relação com a sanção penal da lei" + nesse sentido que Kesus levou as nossas culpas. portanto. a santidade era a relação direta com o Criador" Nossos primeiros pais possu!am comunhão plena com *eus" / santidade não era advinda somente da comunhão com *eus. p" Q<Q" . que denota o castigo ou pena que vem sobre o transgressor da lei" +le tem a ver com o edito penal do :egislador que lixa o castigo da culpa" +sta pena. nascido com uma corrupção original" / corrupção original do homem inclui duas coisas: a? / ausência da 7ustiça original e b? / presença de um mal verdadeiro" a? /usência de Kustiça $riginal + a perda da imagem moral de *eus. a culpa não é a essência do pecado.Neatus Foenae + a pena de réu" +sta culpa @urretin chama de )ulpa Neal . com a qual o homem foi originalmente criado" / 7ustiça original do homem consistia de três coisas mencionadas na +scritura .+c ="L<?. do qual surgem os atos pecaminosos" / corrupção pode também ser vista como uma conseq ência imediata da culpa com a qual o indiv!duo entra no mundo" @odo homem é culp&vel em /dão. porque essa culpa pode ser removida pela satisfação da Kustiça" +* CORRUP !O ORIGINAL . mas antes. isto é.+f P"LP2 Cl M"9>?. e. 7usta e boa4 . ou castigo. não é inerente ao pecador" +la pode ser paga pelo pr#prio pecador ou removida pela miseric#rdia de *eus. que foram completamente perdidas na queda: !u tiça +la di) respeito ( conformidade com a lei divina" /ntes da queda havia total harmonia entre a nature)a moral do homem e todas as exigências da lei de *eus. merecedores do castigo. ela vem a ser restaurada na regeneração do +sp!rito. referindo3se ( sua nature)a moral. porque não mais temos dividas com a lei" -eremos santos e inculp&veis. mas todos os descendentes de /dão 7& nascem sem ela" Santidade +sta di) respeito ( pure)a imaculada do ser que *eus criou" Como a 7ustiça estava em relação ( lei divina. que sempre foi 0santa. pagando a penalidade do réu" Nesse sentido.

freq entemente. a simples ausência do bem. pois eles viam a *eus . não se pode esquecer que todos os descendentes de /dão 7& nascem sem qualquer noção dessa santidade" *on+ecimento .ve7a3se 6s 9"P3<?" $ pecado é visto por *eus como algo repugnante. todos a posteridade de /dão nasce sem qualquer conhecimento verdadeiro de *eus" 6A Presen-a de um "a( 5erdadeiro $ pecado original não é meramente negativo. feridas em estado de putrefação .Ft Q"H?" /ssim eram nossos primeiros pais" Fas esse princ!pio de santidade foi perdido.o do Pecado / representação I!blica do pecado é tremendamente fiel e corresponde exatamente com a realidade experiencial do homem" /través de toda a +scritura.den" +ste conhecimento foi perdido pela queda. e todas as nossas 7ustiças não passam de trapo de imund!cia"""4 W . mas é positivo. porque o pecado é algo repugnante para *eus" Nenhuma representação do pecado é mais comum nas +scrituras do que aquela que é sacada dos efeitos corrompidos dele" /través de toda a +scritura ele se apresenta de uma forma revoltante. possuem uma auto3estima muito grande.6(ica da Corru1-.or esta ra)ão.Kr 9M"LM?.o B. temos que prestar atenção (s informaç%es corretas da +scritura a respeito dos seres humanos. assim que a . isto é. ou ao negrume do et!ope . porque elas.erdadeiro *eve entender3se como o conhecimento do pr#prio *eus" .or ser reto e santo. a idéia da condição do homem pecaminoso é pintada como no7enta.epra(a!&o Total. como uma revelação que elas são a respeito da real condição humana" aA Descri-. que não pode ser 9MN Cm 9L"M" . porca e no7enta" + apresentado como chagas. nossos pais eram Xpuros de coração]. pensam de si mesmas muito positivamente" -egundo as +scrituras. /dão podia 0ver4 *eus no sentido espiritual da palavra" Havia intimidade entre ele e seu Criador" /dão foi criado espiritualmente maduro" +le foi capacitado a aprender a apreciar aquilo que *eus é" +le possu!a um conhecimento intuitivo e verdadeiro das perfeiç%es divinas.L Co P"N?" @odavia.136 mais do que a verdade lhas permite" +las não possuem lu) para ver sua pr#pria condição diante de *eus" -eu padrão de santidade é muito baixo.6s 9"9H?.uma santidade positiva. manifesta3se numa disposição para o mal verdadeiro" +sta disposição para a manifestação de um mal verdadeiro pode ser chamada de . mas a +scritura é capa) de torn&3los h&veis para diagnosticarem a condição do coração" . que resulta numa +ncapacidade Total# DEPRA5A !O TOTAL / -anta +scritura é o espelho que reflete exatamente o que *eus pensa a respeito dos seres humanos" Não muito importante o que as pessoas pensam de si mesmas. normalmente as pessoas 0pensam de si mesmas além do que convém4.alavra de *eus nos descreve: porcos e imundos" / poluição que h& em n#s é tão profunda e tão penetrada em n#s que é comparada ao carme)in . uma possessão de tudo o que é bom" No verdadeiro sentido. pois *eus -e revelou a /dão no . assim como tudo aquilo que entra em contato com ele" 6s NP"N di) que 0todos n#s somos como o imundo. e é restaurado somente na redenção do povo de *eus" Contudo. mas é restaurado na regeneração .

totalmente assim2 não h& nada simplesmente virtuoso entre os homens" /lém disso.o B. portanto. e eis que era muito bom4 .Kr 9="<?" O 5e(0o Testamento tem um ensino bastante abundante sobre a condição do coração humano. de onde emanam todas as coisas" -e boas ou ruins.v L="9<" 9MH . e aumenta com a propriedade do fermento e espalha3se como a propriedade de um c1ncer" / 5nica maneira de resolver a situação é através de uma operação sobrenatural" $ pecado est& tão profundamente enrai)ado na alma humana que o homem não pode ter a sua condição alterada. a estrutura na qual todos os nossos pensamentos são lançados" $bserve que 0todo des!gnio4 é mau. e desesperadamente corrupto. nenhuma boa idéia acompanha" @oda a maldade é sem al!vio" @udo est& contaminado.p" 9L9?" . sempre estar& produ)indo afeiç%es e emoç%es desordenadas" $s homens são 0somente mal4 sem exceção. todos os dias de suas vidas. na t&bua do nosso coração . especialmente se comparadas com a congratulação de *eus consigo mesmo. ainda sob os efeitos da queda" $s pensamentos e os atos maus têm nascedouro no coração que est& infectado de pecado" /s disposiç%es que o coração humano possuem são disposiç%es miser&veis. não somente os atos exteriores. entregue a si mesmo. e que era continuamente mau todo o des5gnio do seu cora!&o#4 $bserve que o texto di) que 0todo des5gnio é mau4138 Não h& pensamentos e decis%es de santidade no homem não redimido.inJ di) que 0a palavra hebraica para 0des!gnio do coração4 significa a matri).Kr 9="9?" Ninguém pode tir&3la" +ssa impure)a é irremov!vel. o pecado da raça" $s des!gnios do coração do homem estão totalmente corruptos.mudado de cor. e que era continuamente mau todo o des!gnio do seu coração4 .Kr L"LL?" +ssa poluição é tão marcante que est& gravada com diamante pontiagudo. ou reformada" $ pecado é igual ao negrume do et!ope que não pode ter a cor da sua pele mudada .Gn 9"M9?" Sual é a causa dessa desordem total no interior do homemO + o pecado de /dão. por ora: Gn N"Q W 0'iu o -enhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra. sem intervalo. que o pr#prio homem não conhece. uma imund!cia que não pode ser retirada . elas dependem da nature)a do coração" Fas como o coração dos homens é mau.Gn N"Q?" +stas palavras são graves e extremamente solenes. todas as suas obras são m&s e infrutuosas"4 . mas os primeiros movimentos da alma em direção a um ob7eto" No coração n#s temos a fonte de todas as impiedades que procedem do homem" / lama corrupta dentro de n#s est& em constante fermentação" $ coração do homem é de tal forma que. eles são 0o mal continuamenteh. e *eus tem olhos de ira sobre a maldade humana" A DEPRA5A !O DO CORA !O HU"ANO $ coração é o #rgão central da personalidade humana 137. pois é sempre enganado por ele .Kr 9M"LM?" 6A Descri-. ap#s a Sueda" H& muit!ssimos textos na +scritura que descrevem a depravação do homem" +is apenas alguns.6(ica do Homem Corru1to / descrição que a +scritura d& do homem debaixo da queda é estonteante e causa surpresa inclusive nos cristãos que não estão muito familiari)ados com ela" / I!blia di): 0'iu o -enhor que a maldade do homem havia se multiplicado na terra. todas fermentadas pelo pecado" /s afeiç%es dos homens são desordenadas porque provém de um coração envenenado pelo pecado" $ desequil!brio no homem é generali)ado" 0Não h& parte sã na 9M= :er . quando da criação do homem: 0'iu *eus tudo quanto fi)era.

até que se7am renovados pela obra graciosa do +sp!rito -anto" Gn H"L9 W 0+ o -enhor aspirou o suave cheiro. como fi)"4 +sta é a descrição do homem antes do dil5vio" Fas a situação não mudou ap#s o dil5vio" $ coração do homem é sempre o mesmo" Fesmo as &guas do dil5vio não foram suficientemente capa)es de lavar a malignidade e o engano do coração do homem" *o começo da sua vida até o fim. rumo aos mortos"4 Ninguém escapa desta terr!vel condição" +ste é o grande mal debaixo do sol. di) o . .oderoso. sempre ele ser& pervertido e praticar& coisas m&s" +c <"M W 0+ste é o mal que h& em tudo quanto se fa) debaixo do sol2 a todos sucede o mesmo2 também o cora!&o dos homens está cheio de maldade. e disse consigo mesmo: não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem. o coração do homem 7& é manchado pelo pecado" -e alguém quer uma prova dessa verdade. desde a sua concepção" K# 9Q"9Q39N W +is que *eus não confia nem nos seus santos2 nem os céus são puros aos seus olhos. o coração dos filhos dos homens est& inteiramente disposto a praticar o mar4" @al é a perversidade do coração corrupto dos homens que eles abusam da paciência e da toler1ncia de *eus" 'isto que o 7ulgamento de *eus sobre os homens nem sempre é imediato ao pecado deles. quanto menos o homem. por%ue é mau o des5gnio intimo do homem desde a sua mocidade: nem tornarei a ferir todo o vivente. ele a pode ver na criação de nossos filhos" *esde o começo de suas vidas eles revelam uma tendência para as coisas m&s" @odas as coisas m&s têm o seu nascedouro na coração de nossos filhos.regador" . é um .or nature)a. que é a'ominá(el e corrupto.ve7a Cm H"9<3L9?" Sue se dir& dos homens que ainda não são renovados pelo +sp!rito -antoO +les são corruptos e a'ominá(eis. nele há des(arios en%uanto (i(em3 depois. estes se disp%e a cometer toda sorte de maldade e coisas vergonhosas" /ssim aconteceu nos tempos de Noé" Suanto mais Noé pregava. que 'e'e ini%uidade como &guaO4 Sue terr!vel descrição da condição humanaV *iante de *eus a nossa nature)a pecaminosa é detest&vel" Fesmo os crentes e a nature)a criada ainda sofrem os efeitos da queda . o coração do homem é a manifestação de coisas m&s" *esde o começo da vida. tendo o coração cada ve) mais disposto para praticarem o mal" /o invés de voltarem3se para *eus.or essa ra)ão sorvem o pecado como o fa)em com a &gua" /penas o sangue de Kesus pode limp&3los de sua imund!cie" +c H"99 W 0'isto como não se executa logo a sentença sobre a m& obra.sua carne4" + por essa ra)ão que 0eles fa)em o mal continuamente4. todos os homens são in7ustos e cheios de impiedade" $ escritor b!blico aponta que a pr&tica do mal condu) 0 ao des(ario do cora!&o4# Nossa sociedade moderna. que não é essencialmente diferente da sociedade do tempo de -alomão. todos os dias de sua vida. mais )ombadores e violentos eles foram" /ssim também acontece nos dias de ho7e" Suanto mais *eus retarda a manifestação da -ua ira. eles continuamente se apartavam de *eus. mais os homens se afundam nos seus pecados. portando3se cada ve) mais corruptamente em seu estilo de vida" / atitude deles não é diferente ho7e" $s homens são sempre os mesmos" +nquanto o coração deles não é mudado pelo *eus @odo3.

enquanto suas paix%es violentas os pressionam em direção ao pecado"4 139 +les não estão satisfeitos com 0os velhos métodos4 de pecar" +m sua loucura de coração.inJ. têm o cora!&o exercitado na avare)a. filhos malditos4" +les não podem parar de pecar por causa do coração pecaminoso deles" +les são escravos da corrupção" +sta é a conclusão que o pr#prio . porque não lhe entra no coração.e L"9P W di) que os homens têm 0os olhos cheios de adultério e insaciá(eis no pecado.edro di) que eles são 0 $ilhos malditos4 .edro di) que eles engodam as almas 0prometendo3lhes liberdade.aulo di) da depravação do coração humano M" 'e7a o que Kesus di) da depravação do coração humano +sta tarefa de mostrar a condição do homem é perfeitamente apoiada pelo 6nspirador do /ntigo @estamento" $ pr#prio Kesus Cristo lança lu) sobre esta matéria tão importante" Kesus também ensinou que o coração é o centro moral do homem. isso é o que o contamina" . ou quando +le resolver tirar homens 0do império das trevas para coloc&3los debaixo do reino do filho do -eu amor4 .edro chega a respeito deles: . dentro as centenas que existem nas -antas +scrituras do /ntigo @estamento" $ No'o Testamento não tem uma imagem melhor do coração humano do que a imagem apresentada pelo '@" $ quadro da condição humana não é alterado quando examinamos detidamente os v&rios autores neo3testament&rios" +m um sentido. mas no ventre. apenas as formas é que variam?" .edro di) da depravação do coração humano L . iguais pessoas dementes sem controle sobre si mesmas" +les são extravagantes na procura de novas maneiras de pecar" -eus coraç%es estão cheios de desvarios enquanto vivem" 6sto quer di)er que eles pecam desenfreadamente a vida inteira" +stas manifestaç%es de pecaminosidade s# terminarão quando *eus manifestar o seu 7ulgamento final. aquilo que provoca a contaminação do homem" *i) +le: Fc ="L>3LM W 0Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar. os furtos.e L"9<?" +les são vencidos pela sua pr#pria nature)a pecaminosa" +les procuram satisfação para os seus dese7os.de fato. do coração dos homens. engodam almas inconstantes. mas nunca se cansam de pecar" -ão insaci&veis" 'ivem sempre com sede de pecado. e que somente +le conhece a profundidade da corrupção do coração" 8oi por isso que somente Kesus.9 .Cl 9"9M?" +stes são apenas alguns versos a respeito da corrupção do coração. pode descrever. de forma maravilhosamente correta. a prostituição. o conhecedor dos coraç%es. os pecados são sempre os mesmos. embora nem todos manifestem sua depravação da mesma forma e com a mesma intensidade" L" 'e7a o que .inJ di) que 0os homens são tão enfatuados a ponto de procurarem os seus pra)eres nas coisas que *eus odeia" +les abandonam todas as restriç%es da ra)ão e da consciência. os 9M< . pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor"4 . e têm pra)er na iniquidade" + por isso que . e sai para lugar escusoO + assim considerou +le puros todos os alimentos" + di)ia: $ que sai do homem. %uando eles mesmos s&o escra(os da corrup!&o.e L"9P?" /ssim são todos os homens. p"9LL" .orque de dentro. é que procedem os maus des!gnios.exemplo claro desse desvario do coração" H& muitos modos modernos de se expressar a pecaminosidade do homem . eles procuram modos diferentes para expressarem a sua pecaminosidade.L . os textos do N@ pintam a condição do homem em cores mais escuras ainda" 9" 'e7a o que .

é que procedem os maus des!gnios. a blasfêmia. a avare)a. mas Kesus sabe tudo" Não podemos contradi)ê3lo" -eus 9P> . o dolo. porque seu pr#prio coração o engana" 8oi exatamente isto o que Keremias disse em Kr 9="<" Fas o -enhor não pode ser enganado" +le é o 5nico que o sonda. mesmo os pensamentos mais secretos" + que imundice h& ali dentroV Sue corrupçãoV +le sabe que o coração do homem é profundo o bastante para produ)ir pensamentos e aç%es corruptos" Nada além do mal vem do coração do homem continuamente" . não somente porque +le é *eus. o coração.Ko L"LP3LQ?" Kesus sabia muito bem o que se passava no interior dos homens" +le sofreu as conseq ências da loucura dos coraç%es deles em todos os per!odos de -ua vida. porque os conhecia a todos" + não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem. é totalmente polu!do" -omente *eus pode penetrar as profunde)as do coração humano e detectar que espécie de poluição h& lã dentro" $ homem é incapa) para isso. a loucura: $ra. tendo a capacidade para conhecer o coração do homem. de tal forma que tudo o que sai do ser mais interior. a soberba. os furtos.:c 9<"9>?" Na concepção de Kesus 0perdido4 significa estar 0em trevash. p" 9LM" . nos assuntos que estão relacionados ao mais interior do homem. os adultérios. a inve7a. o dolo. do cora!&o dos homens. e sabe exatamente todas as coisas que estão ali dentro.or isso Kesus disse que +le veio 0buscar e salvar o que se havia perdido4 . a lasc!via. a blasfêmia. de seu ser mais interior. os homic!dios. porque ele mesmo sabia o que era a nature)a humana"4 . foi isto o que ele disse em Fc ="L93LM: 0. todos esses males vem de dentro e contaminam o homem4" $ coração é a matri) de todos os nossos pensamentos. e que crimes terr!veis resultam de sua malignidade" +les nascem daquela fonte que est& envenenada pelo pecado"49P> Não h& nenhum modo de contestar esta asserção de Kesus" +le é a autoridade suprema nas coisas do coração. as mal!cias. a inve7a. a avare)a. mas também porque +le viveu com os homens e pessoalmente experimentou a impiedade deles" . no 0estado de morte4" Kesus é a pessoa mais certa e ideal para nos ensinar a respeito da nature)a pecaminosa. tem causado um efeito devastador nas partes mais interiores do ser humano. todos estes males (7m de dentro e contaminam o homem"4 Sue cat&logo de pecadosV . atitudes e afeiç%es" Nada escapa da contaminação do coração" -e a fonte é su7a. a prostituição. a loucura: ora.orque de dentro. que é a renovação da nature)a. o coração" /o menos. o pecado original.inJ. a lasc!via. as mal!cias. os adultérios. su7os serão todos os regatos que saem dela" $ pecado da raça humana.inJ fa) uma observação interessante sobre isso: $bserve que Cristo usou 0coração4 no singular. onisciente. não simplesmente uma reforma ou uma correção de alguns defeitos" / terr!vel enfermidade do homem vem de dentro dele. especialmente durante o -eu ministério p5blico e em sua paixão final" Kesus mostrou a desesperada necessidade que todos os humanos têm de regeneração.or esta ra)ão ainda Koão di) que Kesus 0não se confiava a eles.homic!dios. a soberba. porque +le o conhecedor e o sondador dos coraç%esV $ homem não sabe o que se passa no seu mais interior. referindo3se ao coração comum e uniforme de todos os membros da raça" /qui o -enhor fa) saber quão repugnante é o centro do ser humano.

v P"9<?" 6nversamente. quanto menos o homem.o / Sueda trouxe cegueira ao ser interior do homem" Como a cegueira f!sica é uma das calamidades naturais mais terr!veis para o homem.o $ coração é o centro da personalidade humana de onde todas as coisas procedem" *o mesmo lugar pode proceder bênção ou maldição" @udo depende do relacionamento que o ser humano tem com *eus" . 0o caminho dos perversos é como a escuridão: nem sabem eles onde tropeçam4 . para ser 7ustoO +is que *eus não confia nem nos seus santos2 nem os céus são puros aos -eus olhos. mas a incapacidade para conhecer as cousas divinas" /s coisas espirituais estão escondidas do coração do homem" +le é incapa) de reconhecer o que est& por detr&s das palavras que ele lê" @revas estão sobre o coração do homem o tempo todo . vagueiam em trevas"""4 . porque a +scritura di): K# 9Q"9P39N W 0Sue é o homem para que se7a puroO e o que nasce de mulher. também di) que os !mpios 0nada sabem. com referência ao incrédulo. que é abomin&vel e corrupto. nem entendem. toda sorte de pecados procede do coração" 141@udo depende de Suem est& no controle dele" Nossos pensamentos pecaminosos procedem do coração" /quilo que fa)emos tem o seu nascedouro nas imaginaç%es do coração" @odas as faculdades do homem estão corruptas porque seu coração é corrupto" Keremias é absolutamente claro quando di) que o coração do homem é 0desesperadamente corrupto4 . o salmista.9="<?" *e uma fonte amarga não pode vir &gua doce" /ssim. também corruptas serão todas as correntes que procedem dele" +* Ce)ueira do Cora-. o que . que bebe a iniquidade como a &guaO4 Sue descrição da nature)a humanaV Nossa nature)a pecaminosa é detest&vel e odiosa aos olhos de *eus" -omente o sangue de Kesus Cristo é capa) de limpar tão grande pecaminosidadeV O# 5$RIO# NO"E# PARA DEPRA5A !O NA E#CRITURA %* Corru1-. a +scritura di) que o homem natural 0de dia encontra as trevas2 e ao meio3dia anda como de noite.orque o seu coração est& em trevas. &s apalpadelas4 . porque dele procedem as fontes da vida"4 Contudo. se o coração é desesperadamente corrupto.Ft N"LL3LM?" .v P"LM di): 0-obre tudo o que se deve guardar. segundo Kesus Cristo.v P"9H?" / depravação moral resulta necessariamente numa escuridão moral" Neste sentido. em algum sentido. 0a vereda dos 7ustos é como a lu) da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito4 . privados da lu) de *eus" . guarda o teu coração..-l HL"Q?" +les são cegos.o do Cora-. assim também a cegueira espiritual" +la não é simplesmente a ignor1ncia das verdades.aulo disse a respeito dos 7udeus..K# Q"9P?" /safe. mesmo nos seus santos.sofrimentos e morte foram. a manifestação da loucura do coração do homem" 8or esta ra)ão *eus não confia no homem.or esta ra)ão. pode ser dito de todas as pessoas: 9P9 Fc ="9<3LM2 Ft 9L"MP3MQ" .

fi)eram os seus cora!Aes duros como diamante. nem as palavras que o -enhor dos +xércitos enviara pelo seu +sp!rito mediante os profetas que nos precederam2 da! veio a grande ira do -enhor dos +xércitos4 . 9H2 PL"=. L>2 PM"H2 Q<"<39>2 Ft 9Q"9P3L>" +f L"9L2 P"9=. importante estabelecer a diferença entre dois tipos de cegueira no homem: . porque as suas obras eram m&s4 . como +le requer" -eus coraç%es estão longe d+le porque.ois até ao dia de ho7e. devido a ausência da pregação do evangelho" / cegueira do coração deles é a mesma em ambos os casos. não lhes sendo revelado que em Cristo é removido" Fas até ho7e.o +ste é um outro nome para a cegueira do coração" / nature)a do coração do homem natural é dita ser igual 0pedra4" +)equiel 99"9< e MN"LN mostram que esta figura é muito apropriada para caracteri)ar todos os homens naturais" / tendência do coração dos homens é inclinada somente para as coisas deste mundo presente.Ko M"9<?" +les preferiram o que é oposto ( lu) e & verdade" +les escolheram. sendo enganados por -atan&s" . poss!vel ver muitos milh%es deles em nosso mundo ocidental. para que não ouvissem a lei. para coisas m&s. as tendências do coração do homem são reversas" /p#s a Sueda. para que não ouvissem" -im. porque eles não têm nem idéia do que ela realmente *t L<"L3P2 Q"L<2 6s L<"<39>. e assim por diante" Contudo. e não possuem idéia qualquer de quem *eus realmente é" +les têm suas pr#prias religi%es pagãs com as suas formas mais primitivas de adoração da criatura. eles não estão envolvidos com *eus.LCo M"9M39Q W 0Fas os sentidos deles se embotaram" . eles estão cegos e ainda andam em trevas. 0os homens amaram mais as trevas do que a lu). mesmo embora uns tenham mais informação a respeito da -ua . 9H2 Q"H" Kr M"9=2 ="LP2 <"9P2 99"H2 9M"9>2 9N"9L2 9H"9L2 LM"9=2 Ft 9<"H2 Fc M"Q2 +f P"9H" 9PL 6s PN"9L2 PH"P3H" . onde a 0civili)ação cristã4 foi implantada" -egundo. não quiseram atender. há a cegueira da%ueles n&o (i(em de'aixo da prega!&o do e(angelho# +ste tipo de cegueira pode ser visto mais claramente" +ssas pessoas são ignorantes das verdades espirituais. porque o coração humano é insens!vel &s coisas espirituais" facarias disse que 0eles. quando é lido Foisés. ao invés da adoração ao Criador" /mbas espécies de cegueira são evidência de que os homens estão debaixo do mesmo dom!nio do pecado. há a cegueira da%ueles %ue (i(em de'aixo da prega!&o do e(angelho# +les sabem muitas coisas a respeito de *eus como +sp!rito. quando fa)em a leitura da antiga aliança. miseric#rdia. 9N. mas absolutamente adequada. como o Criador dos céus e da terra. nem comprometidos com +le" +les não $ adoram espiritualmente nem verdadeiramente. e estão familiari)ados com a idéia de que *eus é amor. porém. o mesmo véu permanece.alavra do que outros" /mbas as cegueiras impedem o amor a Kesus Cristo" N* Dure:a de Cora-. mesmo conhecendo muitas coisas sobre religião. e ensurdeceram os seus ouvidos. porque ela mostra a obstinação do coração em fa)er o mal" 142+sta obstinação é manifesta pela ausência da sensibilidade espiritual" $s homens não estão nem mesmo temerosos da ira de *eus.="9939L?" Nada é mais duro que o 0diamante4" +sta comparação é muito forte. mesmo embora alguns manifestem mais iniquidade do que outros.rimeiro. de acordo com seus coraç%es. e rebeldes me deram as costas.or esta ra)ão. o o está posto so're o cora!&o deles4# . seus pr#prios caminhos" .

e consciência 0corrupta4 .alavra de *eus e são inconstantes e infiéis em seu coração" L* Consci8ncia Corrom1ida Fuitos defensores do /rminianismo tentam apelar para a vo) da consciência para indicar que alguma coisa boa ainda permanece no homem" + verdade que o homem. das quais o coração est&s cheio. <2 /t ="Q9?" @odas estas express%es são equivalentes ( idéia de cegueira.or exemplo: -aul.ecar é um pra)er para eles" +sta dure)a de coração causa no homem uma falta total de interesse em matéria espiritual" *eus di) a +)equiel: 0Fas a casa de 6srael não te dar& ouvidos.aulo.acto das $bras também estão debaixo da escravidão -l =H"H" $bserve os textos que falam a respeito de 0 po(o o'stinado4 . mas são capa)es de causar aversão e #dio a *eus" / consciência do homem natural não é confi&vel porque o ser interior do pecador é corrupto" $ padrão de conduta da consciência corrupta nunca ser& o da .o do Pecado @odos os que estão debaixo do . em 9 -m 9P"MM. mas eles são incapa)es de tratar devidamente com as 0coisas celestiais4" / consciência do homem natural não tem lu) para agir de acordo com os padr%es de *eus" /o invés de guiar os sentidos do homem. em geral.alavra. 9M2 M9"L=?2 ou 0cora!&o incircunciso4 .alavra de *eus" M* Escra'id. MP condenou o povo porque ele havia transgredido um preceito da :ei. ela não fa) oposição em relação aos terr!veis pecados secretos que manifestam a corrupção interior do coração" / consciência corrupta é parcial" 8req entemente. mas somente nas 0coisas terreais4. porque os resultados são os mesmos em todos os casos" 6ncircunsisão de coração significa impure)a e su7eira.Ko 9<"=?" sobre eles est& a sentença de *eus . ainda é capa) de distinguir o que é certo e o que é errado.@t 9"9Q?" $ escritor aos Hebreus também fala da 0consciência m&4 . eles vivem na pr&tica dos pecados sem qualquer temor" . falando a respeito da consciência dos crentes.Kr <"LN2 +) PP"=.Q2 MP"<?2 0dura cer(i=4 . e tudo isto est& relacionado ( cegueira e insensibilidade" 9PM +stas express%es 0coisas terreais4 e 0coisas celestiais4 são t!picas de Calvino em suas +nstitutas# 9PP . em matérias do relacionamento entre seres humanos.6s Q"L>?" .+) M"=?" +les odeiam a . mas fa) oposição aos terr!veis pecados comuns que perturbam os homens" +la ignora grandes pecados e se preocupa somente com os menores"144 / consciência corrupta não é capa) de condu)ir os homens ao arrependimento ou de convencer o homem do pecado de /dão e de sua necessidade de Kesus Cristo" /s acusaç%es de uma consciência corrupta não são bastante para produ)ir bons frutos ou um genu!no arrependimento.+x ML"<2 MM"M.9 @m P"L?. porque não me quer dar ouvidos a mim2 pois toda a casa de 6srael é de fronte obstinada e dura de coração4 . di) que ela pode ser 0fraca4 . mesmo embora eles manifestem bom 7ulgamento nas 0coisas terreais4.significa" +les não possuem senso de culpa de terem ofendido ao -enhor" . ela toma em consideração grandes pecados.9 Co H"9L?" / respeito daqueles que despre)am a .or esta ra)ão.e a ra)ão disto é a opinião p5blica ou outro interesse qualquer?. a sua consciência o confunde e ela não é capa) de dar3lhe uma direção correta" / consciência corrompida tem condu)ido os seres humanos a inventar e a propagar as mais !mpias representaç%es de divindades" / consciência corrupta não é capa) de dar ao pecador uma atitude positiva para com *eus" Fesmo embora ela tenha alguma resistência ( pr&tica de alguns pecados crassos . .9>"LL?" @odos os homens naturais possuem consciência 0m&4 e 0corrupta4. não com referência (s 0coisas celestiais4"143 Fesmo a consciência humana não escapa aos terr!veis efeitos do pecado" . mas ele não teve nenhum problema em matar HQ profetas de -enhor" /queles que procuram matar Kesus Cristo 7ustificaram3se a si mesmos diante da :ei .*t <"N.aulo di) que eles têm a consciência 0cauteri)ada4 .

or esta ra)ão.Ko H"MP?" $ra. pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor4 .aulo ensina: 0Não sabeis que daquele a %uem (os o$ereceis como ser(os para obediência. automaticamente.do pecado" Kesus disse: X+m verdade. consequentemente. filhos do diabo. desse mesmo a quem obedeceis sois servos. algumas teologias tentam minimi)ar os efeitos da depravação do homem" \* Escra'id. nem mesmo os elementos da nature)a" / maldição do pecado é a escravidão da corrupção" +sta verdade a respeito do homem o humilha" . se7a do pecado para a morte. na esperança de que a pr"pria cria!&o será redimida do cati(eiro da corrup!&o. porque ele pervade todas as partes do ser humano. para a liberdade da gl#ria dos filhos de *eus"4 . não somente as criaturas racionais.elo menos. e controla o ser total do homem. mas Kesus fê3los saber quem eles eram" / +scritura di) que todos os homens naturais são filhos do diabo" /queles que não são filhos de *eus são. porque s# h& dois tipos de filhos 9PQ Cm Q"L9" 9PN +ste verso pode ser aplicado a todos os homens naturais porque todos eles encaixam nas condiç%es daqueles 7udeus que não criam em Kesus" 9 Ko 9"9>" +ste verso mostra que todos os homens que não praticaram a 7ustiça são filhos do diabo" .L . mas por causa daquele que a su7eitou. e quereis satisfa)er3lhes os dese7os"4 146@odos os que não eram crentes em Kesus eram obedientes aos ditames do diabo" +les não estavam conscientes de sua condição. que aquele que comete pecado é escravo do pecadoX . se alguém é escravo do pecado. é isso o que .o da Corru1-. escravos dele" +sta conclusão é f&cil de ser tirada de Ko H"PP: 0'os sois filhos do diabo que é vosso pai.edro afirma categoricamente que os homens 0s&o escra(os da corrup!&o. porque a posteridade de /dão est& sob seu dom!nio" $ pecado est& no centro da personalidade humana e polue e envenena tudo que procede do coração" +ste controle poderoso sobre todas as faculdades da alma humana é vencido somente quando a obra regeneradora do +sp!rito -anto p&ra os efeitos da morte no homem" /ntes dessa maravilhosa obra. em verdade vos digo. não voluntariamente. est& debaixo da escravidão da corrupção" Cm H"L>3L9 di) que 0a criação est& su7eita & vaidade.e L"9<?" Ninguém est& livre desta condição maldita. ou da obediência para a 7ustiçaO4 . o homem permanece escravo do pecado" Cm N"93LM é a descrição da escravidão do pecado do homem" S* Escra'id. 145 e reina sobre todos os homens. o pecado é o seu senhor" Fas a +scritura di) que esta escravidão é volunt&ria" $ homem não é forçado de fora a pecar" +le peca porque ele quer" .o de #atanZs +sta verdade b!blica é um das coisas mais terr!veis que o -enhor Kesus disse aos homens" +le lhes disse que eles eram filhos do diabo e. desde a queda" $ pecado é chamado um 0reino4 na +scritura.o @udo na criação.Cm N"9N? Ninguém força o homem a pecar" $ homem não peca contra a sua vontade" /penas o homem obedece (s inclinaç%es de sua pr#pria nature)a" $ dom!nio do pecado vem de dentro do pr#prio homem" +ste dom!nio é natural e congênito.

o deus deste século.aulo é muito claro quando dirige3se aos ex-escra(os de -atan&s. segundo o curso deste mundo. eles são 0cati(os de -atan&s . embora de .Gn M"9Q?" +stas duas posteridades foram mencionadas por Kesus Cristo nas par&bolas do reino. mas a pecaminosidade dela apenas se manifesta quando ela começa a /t LN"9H" L @m L"LN" .L Co P"P?" . e os outros que estão sob o dom!nio de -atan&s" *eus disse ( -erpente: 0+u porei inimi)ade entre ti . segundo as inclinaç%es da nossa carne. sendo 0escravos do pecado4. o qual é a imagem de *eus4 . tem sido sustentado por cristãos de todas as tradiç%es.Ft 9L"LN?. 0escravos da corrupção4 e 0escravos do diabo4. segundo o pr5ncipe da potestade do ar3 do esp5rito %ue agora atua nos $ilhos da deso'edi7ncia. Kesus disse que os homens obedecem os dese7os de seu pai. e tira vantagem da sua nature)a pecaminosa.diaboalou? para fa)er a sua vontade4" $ coração do homem ca!do. algumas outras verdades a respeito da depravação total do homem que precisam ser estudadas ( lu) da +scritura: %* @ comum a todos desde o 5entre "aterno . entre os quais todos n#s andamos outrora. como sendo 0os filhos do reino4 e os 0filhos do maligno4 .Cristo?" +ste te ferir& a cabeça. é o trono de -atan&s" +ste tem um reino . 0o mundo inteiro 7a) no maligno4 .or esta ra)ão. 0cegueira de coração4.delitos e pecados? andastes outrora. destitu!dos de qualquer mancha pecaminosa em suas almas" +ste ponto3de3vista tem sido. um erro de origem . fa)endo3os seus escravos" . e todos os homens naturais são servos ou escravos dele" .potestade de -atan&s? e. ainda tenham liberdade de vontade para ver e para escolher as coisas espiritualmente boasV CARACTERÍ#TICA# DA DEPRA5A !O H&. porque ele não tem direito algum sobre as vidas dos homens. não3regenerado.+f L"L3M? $ reino de -atan&s é um reino de usurpação. di)endo: 0nos quais .elagiana o fato de ser pensar que os pequeninos. e entre a tua descendência e o seu descendente .-atan&s? e a mulher. *eus ou o diabo" + os filhos devem obedecer a seu pai" . espantoso que os /rminianos digam que estes homens. todavia. em contraste com os crentes. pega os homens que vivem escravos do pecado. por esta ra)ão. Koão disse que. fa)endo a vontade da carne e dos pensamentos"""4 .or esta ra)ão. sem pensarem nas conseq ências sérias tra)idas por essa teologia" Não é o meio ou a educação que tornam a criança pecaminosa. os infantes.aulo di) que o diabo 0cegou os entendimentos dos incrédulos. se7am inocentes ou que se7am uma espécie de ta'ula rasa quando nascem.el&gio.9 Ko Q"9<?" *esde a queda do mundo houve duas espécies de pessoas: os que pertencem a *eus. e tu lhe ferir&s o calcanhar4 .Ft 9M"MH?" -atan&s. mas é um reino.neste mundo" Não h& alternativa" @odo mundo é filho de alguém" +spiritualmente os homens sempre são filhos de alguém. e todos os homens naturais estão sob o seu dom!nio" . tendo 0consciência corrupta4. para que lhes não resplandeça a lu) do evangelho da gl#ria de Cristo. que é o diabo" Fas a +scritura vai mais longe" +la di) que o homem natural est& sob th^7 e?cousiaa7 tou^ -atana^ .

todavia. recebeu de seus pais a herança maldita da corrupção. elas nunca sairão desse estado" :ogo que elas começam a entender as coisas. todos nascemos depravados" *avi era filho de um casamento digno e honrado. eles sempre dirão 0não4 (s leis que lhes impomos" . e em pecado me concebeu minha mãe"4 $ verso anterior trata da concepção de uma criança" Neste fala da parte seguinte do processo: o nascimento dela" Fas a idéia fundamental do texto é a mesma" @anto a concepção como o nascimento de *avi foram em pecado" *avi não era o 5nico que possu!a esta triste situação" +sta é uma confissão que bem caberia na boca de todos os humanos" / nossa corrupção vem do começo da nossa existência. de -eus princ!pios. as crianças são moral e espiritualmente separadas de *eus W pecadoras su7eitas ( condenação" +las 7& nascem alienadas de *eus. da corrupção" Fas não é assim com os filhos de /dão" +stes 7& são concebidos e nascidos em corrupção. como conseq ência. a inclinação delas é para a desobediência (s leis que lhe são colocadas em casa" .or quê foi necess&rio para Cristo ser encarnado sobrenaturalmente pelo milagre do nascimento virginalO +ssa era a 5nica maneira de haver dentro de Faria um 0 ente santo4 . mas a recebemos via nossos pais.elo fato de sermos filhos de /dão. consequentemente. pois se fosse por geração ordin&ria. porque a malignidade est& atada ao coração da criança. mas não podemos fugir da verdade de *eus" -l QH"M W 0*esviam3se os !mpios desde a sua concep!&o3 nascem e 7& se desencaminham. de -eus poderes e de -uas bênçãos" / nature)a delas é inclinada ( impiedade somente. portanto. com o contato com os adultos ou com a sociedade corrompida" NãoV + uma séria enfermidade congênita a corrupção do coração" -l Q9"Q W 0+u nasci na iniquidade. poluição moral e espiritual. mesmo que se manifeste das mais variadas maneiras" @odas as crianças 7& nascem no mundo culpadas e.:c 9"MQ?. especialmente quando pensamos que os nossos pequeninos têm estas coisas. bom lembrar que os nossos filhos 7& são des(iados ou separados de *eus desde que eles são concebidos no ventre da mãe deles" +ssa separação de *eus não vem com o tempo. proferindo mentiras"4 *esde o momento em que são concebidas. e se *eus deix&3las entregues a si mesmas.dar os primeiros sinais de comunicação" Nenhuma delas escapa a uma maldade interior. não foi contado como descendência de /dão" 8icou livre da culpa e. com as terr!veis marcas da corrupção em todo o seu ser" @odos os filhos de /dão estão igualmente afetados pela sentença de *eus que é a corrupção" +sta 7& é um castigo divino por causa do fato de todos serem culpados em /dão" @oda criança 7& é nascida culpada neste mundo e. por geração natural" .erceba que ninguém precisa ensinar aos filhos a desobediência" Não h& necessidade de ser ter um professor para o mal" 6sso é natural neles" + s# deix&3los entregues a si mesmos. coisas essas que se externali)am ( medida . pois a recebemos. que a culpa é imputada. Cristo herdaria a nature)a pecaminosa" $ que *eus fe)O *eus não imputou a culpa de /dão a Cristo. como 7& vimos. corrupta" @odas as crianças são nascidas debaixo de condenação e com suas nature)as depravadas.ara entendermos esta verdade. ve7amos a ant!tese dela: . fé3lo ser concebido sobrenaturalmente. mas a corrupção não" +la é recebida pelo fato de sermos culpados em /dão. evidenciando a sua corrupção" @em que haver a disciplina para que os nossos filhos venham a aprender a obedecer" *o contr&rio. de alguma forma. com todas as suas m&s disposiç%es" $bserve. de nossos pais" . e o livrou da corrupção" +le não nasceu na iniquidade porque não teve a imputação e a geração ordin&ria. e com uma completa incapacidade de alma para mudarem a situação com a qual nasceram" H& alguns textos da +scritura que nos a7udam a entender esta matéria tão dif!cil e tão dolorida.

mas que somos vistos como criminosos ( vista de *eus" / depravação de nossa nature)a não é um mero infort5nio: se assim fosse.-l QH"M?" 'ocê 7& viu. $ilhos da ira. em virtude do fato de sermos culpados em /dão" Kustamente o fato de os infantes morrerem na sua inf1ncia. quando nascemos. atado.que eles entram em comunicação com o mundo externo. porque ensina que não somente somos nascidos no mundo com uma constituição corrupta. fa)endo a vontade da carne e dos pensamentos2 e éramos por nature=a. mas a vara da disciplina a afastar& dela"4 +stult!cia é igual tolice" +ssa tolice não é meramente uma ignor1ncia intelectual. segundo o pr!ncipe da potestade do ar. porventura.rovérbios. mas ob7etos da indignação 7udicial de *eus" . despertaria miseric#rdia e não ira" $s 0filhos da ira4 são aqueles que merecem a ira. como também os demais4" @alve) esta expressão se7a mais forte ainda do que -l QH"M. é corrompido desde o ventre materno. nos quais andastes outrora. herdeiros da ira" +les não são somente criaturas corruptas e manchadas.or essa ra)ão é que.. que é a sede de nosso ser moral. estando v#s mortos em vossos delitos e pecados. do esp!rito que agora atua nos filhos da desobediência2 entre os quais também todos n#s andamos outrora. preso. um pai decente ensinando mentiras aos seus filhosO NuncaV @odavia. sem nunca terem aprendido a mentir" +ssa é uma terr!vel capacidade herdada. mas um pecador" / corrupção est& profundamente enrai)ada no coração da criança" $ texto di) que a estult!cia est& ligada ao coração da criança" 6sso significa que o pecado est& amarrado. e as nossa iniq idades estão ligadas a ele" . onde vivem" 6sa!as PH"H di) que somos chamados transgressores 0 desde o (entre materno4# . não por causa de uma nature)a pecaminosa inata" Fas a +scritura é absolutamente inamov!vel na sua idéia de que a gênesis da depravação é a pr#pria nature)a com a qual os homens são gerados e nascidos" / +scritura não negocia esta verdade" *esde o ventre materno os homens 7& são ob7etos da ira divina.orque o pecado de /dão foi imputado a elas. segundo as inclinaç%es da nossa carne.v LL"9Q W 0/ estult5cia está ligada ao cora!&o da crian!a. por essa ra)ão que ninguém precisa ensin&3la a pecar" Iasta que os pais tirem o freio dela e. desde que nascemos" -e em /dão as crianças não houvessem pecado. a corrupção se manifestar& em maior ou menor grau" Nessa hora é que um pai vê a dor que um filho lhe tra) e a mãe vem a ser envergonhada por causa daquilo que ele fa) . mas um princ!pio positivo para o mal. e elas são culpadas e merecedoras da manifestação 7udicial da ira do *eus 7usto" 6gualmente forte é a expressão 0por nature=a4# Fuitos têm negado a corrupção inata.v L<"9Q?" Nosso coração. com a qual vimos ao mundo" . somos transgressores desde o ventre materno por disposição interna antes de sermos por atos externos" $s atos são apenas manifestaç%es de disposiç%es interiores" +f L"93M W 0+le vos deu vida. por causa da nature)a congênita deles" + essa nature)a corrompida deles é um mal penal. mostra que a su7eição & morte tem algo a ver com a nature)a inata deles" / morte. insistindo no fato dela ser adquirida pelo contato com o mundo mau. e que seus h&bitos também são adquiridos" /lguns crêem que os seres humanos são depravados por um processo de desenvolvimento.or queO . o XtoloX não é um idiota. queiramos admitir ou não. anexado ao coração" Não existe uma criança sequer livre dessa estult!cia" . é o resultado da corrupção que afeta todo o nosso ser. os filhos desse pai mentem. 07& nos desencaminhamos proferindo mentiras4 . porque no :ivro de . elas não estariam su7eitas ( morte" -e a culpa de /dão não .ortanto. segundo o curso deste mundo. então.

mesmo os crentes mais maduros. ( medida que crescemos no conhecimento de Cristo Kesus" + experiência de todos n#s. isto é. se assim fosse. se a culpa do pecado original tivesse sido removida por Kesus Cristo. alienadas da vida de *eus. antes que argumentemos sobre ela na +scritura" A DOUTRINA DA DEPRA5A !O TOTAL Sobre o termo de(ravação . 7& que a corrupção da nature)a humana é conseq ência da culpa humana" -e Cristo removeu a culpa dos homens do pecado original.or depravação não se quer di)er que o ser humano não possa fa)er nada que não se7a reconhecidamente entre os homens considerado como bom2 não quer di)er que o pecador não tenha qualquer conhecimento inato daquilo que é bom e do que não é bom2 não quer di)er que ele não saiba distinguir o que convém e o que não convém2 não quer di)er que o homem não se7a capa) de admirar as virtudes e aç%es virtuosas em outras pessoas2 ou que ele não tenha afeiç%es desinteressadas com relação a outras pessoas2 nem quer di)er que o homem não3regenerado. sim. não significa que ela este7a irremediavelmente perdida. mas uma verdade bastante palp&vel. de tal modo que a culpa de nossos primeiros pais não mais est& sobre os seus descendentes" Fas este pensamento é contra a evidência de todos os fatos" /penas um argumento contr&rio a ele: obviamente. o +sp!rito -anto aplica nela a redenção que h& em Cristo Kesus. desde o ventre materno. onde havia somente morte" +ntão. ou que não tenha nenhum c#digo ético" / depravação est& intimamente ligada ( tend7ncia para o mal. até que o -enhor nos leve para o -eu reino e gl#ria" +* A3eta a Tota(idade do #er Humano +sta é uma outra terr!vel verdade sobre a corrupção do ser humano" / chamada 0depravação total4 tem sido muito mal compreendida. porque ninguém ver& o reino de *eus sem ser nascido de novo" / obra do +sp!rito -anto no coração de uma criança é absolutamente necess&ria para que ela venha a herdar e desfrutar da vida eterna" $bviamente. portanto. mesmo nos c!rculos Calvinistas" + necess&rio. mesmo naqueles que Kesus Cristo salva. uma pré3indisposição contra as coisas das quais *eus se agrada" +xiste uma indisposição natural para com *eus e para com as coisas deles" 9P= $ fato de uma criança morrer na inf1ncia. então a raça toda deveria voltar ao estado em que originalmente foi criada" . se os infantes estão para ser salvos. vida na alma. eternamente" . é necess&rio que elas se7am renovadas no coração pelo -anto +sp!rito. esse ponto de vista /rminiano não pode prevalecer porque.ai. vai se impondo. evidente que todas as crianças que são nascidas neste mundo se7am espiritualmente mortas. os homens têm sido afetados pela corrupção maldita que os acompanha até o fim de suas vidas. dom divino. é por causa da +leição do . em virtude de sua pecaminosidade inerente. ele não elimina de um ve) para sempre os resultados da corrupção" +le planta. mas se elas estão para herdar a vida eterna. os efeitos dela não mais poderiam continuar. que por ela morreu" . que opera independentemente da fé delas. através do lavar regenerador e renovador do +sp!rito -anto" Suando o +sp!rito nos regenera. para que se7am salvas. que algumas coisas se7am ditas sobre a expressão 0depravação total4. 7amais alguém ser& salvoV H& os que insistem dogmaticamente no fato de que Kesus Cristo fe) expiação pelo pecado original. essa vida. não haveria mortalidade infantil 147" . tenha que suportar ou dar apoio a toda espécie de pecado.ortanto. o conv!vio com o pecado que em n#s habita" @riste. da Cedenção do 8ilho e da Cegeneração do +sp!rito" -em isso.ortanto.houvesse sido comunicada a elas.

a maldição de *eus foi pronunciada. apenas com uma grande diferença: não mais estaremos expostos ao mal" Fas não podemos negar o fato de que todas as dores. freq entemente. mas sem os incRmodos do suor. $ ad7etivo XtotalX tem a ver com a extensão da corrupção" +le significa que o ser humano por completo foi afetado pela queda" Nada do seu ser escapou dos efeitos do pecado" $ pecado atingiu todas as faculdades da personalidade humana.ara!so restaurado" @udo ser& como foi antes.ara usar outra linguagem médica. a nature)a teve algumas de suas coisas invertidas.carne? e alma .Sobre o ad-etivo . porque as primeiras cousas passaram42 /p LL"L di): 0No meio da sua praça. amados tais promessas. pois. édito que o homem não mais ter& incRmodos. triste)as e outras formas de miséria vieram ao mundo como resultados da ira divina sobre o homem por causa do pecado" /ntes do pecado. est& a &rvore da vida. o corpo e as faculdades da alma.ou esp!rito? indicam o homem total. podemos di)er que o pecado é uma espécie de septicemia.aulo mostra a imund!cie generali)ada do homem de outra maneira. aperfeiçoando a nossa santidade no temor de *eusX . dando o seu fruto de mês em mês. de uma e outra margem do rio. 7& não haver& luto. uma infecção generali)ada no sangue que. que não h& nenhum bem espiritual nele" +sta depravação afeta: %* O CORPO / queda do homem trouxe conseq ências sérias para o nosso organismo f!sico" / vida f!sica do homem é cheia de fraque)as e enfermidades" +stas são a grande ang5stia do ser humano. condu) o sangue a todas as partes do organismo. uma doença mortal que infectou todo o ser" . por sua ve). e infecta tudo" $ homem esta no seu ser total infectado pelo veneno do pecado" $ profeta 6sa!as mostra esta realidade de forma muito clara: X. contus%es e chagas inflamadas. porque resultam em tremendos desconfortos e. nem l&grimas. e as folhas da &rvore serão para a cura dos povos"4 . dores não haver&.L Co ="9?" Corpo . di)endo: X@endo. desde a queda" +stas são a maior luta da humanidade e seu maior fardo. assim como (s palavras e (s aç%es" Suando di)emos que essa depravação total afeta a totalidade do ser humano. purifiquemo3nos de toda a impure)a. em dores agoni)antes" +ssas coisas não aconteciam no . para a triste)a e dificuldade do homem" 'e7a o que a +scritura di): Gn M"9N39< 3 X+ ( mulher disse: Fultiplicarei sobremodo os sofrimentos da 9PH /p L9"P di): + *eus 0lhes enxugar& dos olhos toda a l&grima. o homem trabalhava. sofrem a poluição do pecado2 estamos di)endo que não h& nenhuma parte sã no homem. nem atadas.or que haveis de ainda ser feridos. nem dor. inclusive o seu corpo" $ pecado é um c1ncer com met&stase. da canseira e do enfado" $ trabalho significava alegria pura e satisfação interior manifesta" Suando veio a queda. que produ) do)e frutos. visto que continuais em rebeldiaO @oda a cabeça est& doente e todo o coração enfermo" *esde a planta do pé até ( cabeça não h& nele cousa sã. isto é. que est& corrupto" +sta poluição moral estende3se aos pensamentos e imaginaç%es. senão feridas. e a morte 7& não existir&. e *eus tornou tudo contra o homem" / pr#pria terra foi contra o homem. morte.total. umas e outras não espremidas. isto é. tanto da carne. etc"148/s doenças serão curadas no . quando insta3os a serem purificados dela. como do esp!rito.9"Q3N? . nem teriam acontecido se não fosse a queda" Suando da redenção final.den. nem amolecidas com #leo"X . estamos di)endo que cada elemento constituinte da nature)a humana. nem pranto.

aceitando ou re7eitando as idéias apresentadas" L Co M"9M39P 3 X+ não somos como Foisés que punha véu sobre a face. e *eus tire essa maldição de sobre todos n#s. até que tornes ( terra. quando a cegueira lhes for removida" +nquanto não houver uma obra sobrenatural. portanto.alavra de *eus nos ensina. que são explicados somente por causa do pecado? crescem para impedir o esforço dos homens" $ trabalho. eles continuarão Xembotados nas suas mentesX" +f P"9=39H W 06sto. eles têm algo dentro deles que não lhes deixa ver o sentido real das +scrituras" . não lhes sendo revelado. resultados de nossa poluição" -omente assim. sendo um igual a n#s" +* AL"A @odas as faculdades da alma . pois os sentidos do homem foram em'otados# $s homens sem Cristo podem ler a I!blia e esta não lhes fa) sentido. mas é assim que a .6s QM"?.aulo di) que h& como que uma espécie de (éu.incidentalmente foram usados para tra)er sofrimento ao nosso Cedentor.ois até ao dia de ho7e. para que os filhos de 6srael não atentassem na terminação do que se desvanecia" 8as os sentidos deles se em'otaram# . então. e tu comer&s a erva do campo" No suor do teu rosto comer&s o teu pão. conhecidas e apreendidas" + a mente que raciocina. que em Cristo é removido"X H& um sentido em que a mente est& cega. que não mais . pois dela foste formado: porque tu és p#. pesa. assumiu a nossa nature)a humana ca!da. discrimina e influencia a vontade para as determinaç%es. os que +le remiu" Fas antes de remir3nos. Kesus Cristo teve que encarnar3se e. pode livrar3nos delas. su7eitas a todas as amarguras. e não h& como contestar" 8ica mais evidente a depravação do corpo humano quando estudamos que Kesus Cristo também morreu para a redenção da nature)a f!sica do homem" / doutrinação da ressurreição é uma prova cabal de que a nature)a corrompida do corpo ser& redimida" Kesus Cristo morreu para levar sobre si as nossas enfermidades . dores e triste)as pelas quais passamos. e no -enhor testifico. quando o fe). e ele te governar&" + a /dão disse: 'isto que atendeste ( vo) de tua mulher. quando os conceitos lhe são apresentados" +la é. o mesmo véu permanece. um impedimento de verem claramente as coisas espirituais" 6sto não é verdade simplesmente a respeito dos 7udeus incrédulos. quando fa)em a leitura da antiga aliança. um fardo para o corpo que facilmente se cansa e se exaure" / dor do mundo é explicada somente ( lu) da vinda do pecado ao mundo dos homens" / decomposição e o desgaste do corpo humano também s# são explicados ( lu) do pecado" Não é assim que os cientistas das humanidades entendem. torna3se um peso. mas de todos os homens que lêem a +scritura" +les têm uma cegueira interior que lhes impede a faculdade de ver coisas de *eus" +les somente virão a enxergar a verdade de *eus sobre Cristo. em algum sentido. digo. e comeste da &rvore que eu te ordenara não comesses: maldita é a terra por tua causa2 em fadigas obter&s dela o sustento durante os dias de tua vida" +la produ)ir& também cardos e abrolhos.ou esp!rito? humana foram afetadas pela queda" Nenhuma delas ficou isenta da depravação: aA "ente / mente é a faculdade da alma pela qual todas as coisas são percebidas. o guia da alma. e ao p# tornar&s"X Cardos e abrolhos . verifica.tua gravide)2 em meio de dores dar&s ( lu) filhos2 o teu dese7o ser& para o teu marido. para que um dia tudo isso possa ser erradicado de n#s.

em sua relação vertical" .Cm 9"L93LL?" /s pessoas a quem .v P"9L2 9 Co 9"L92 9 @m 9"= 9P< /" Z" . o'scurecidos de entendimento. mas ela é insuficiente porque eles estão Xobscurecidos de entendimentoX" +ntão é necess&rio que a graça divina atin7a o interior deles. por causa da sua corrupção" Cm 9"LL3LM 3 X. 9=2 . nem lhe deram graças. porque tudo na mente deles era su7o" +les viam todos os atos com o filtro da su7eira do seu interior" .orque. para que possam descobrir a sua pr#pria corrupção" @t 9"9Q 3 X@odas as cousas são puras para os puros2 todavia. obscurecendo3lhes o coração insensato"X . ou a inversão da verdade de *eus. para que possam ver" / lu) da graça divina tem que brilhar dentro deles. ter qualquer fé genu!na em *eus. como est& relatado no v" 9H. dos sem *eus no mundo. e têm negligenciado a revelação da nature)a.or isso tudo era imundo aos olhos deles" +les não tinham capacidade de ver coisas santas e puras por causa da obscuridade da mente deles. ficando. porque são Xvaidosos nos pensamentosX" *e fato.andeis como também andam os gentios. nada é puro" . para os impuros e descrentes. torna os homens nulificados em suas funç%es racionais. por causa da queda. a . o obscurecimento de sua mente" $s homens nunca se enxergarão cegos a menos que eles se ve7am no espelho da -anta +scritura.inJ di) que Xh& na nature)a duas coisas que impedem que os homens ve7am: a noite .arece que este problema tem afetado a mente de todos os homens" 'oluntariamente eles têm re7eitado e substitu!do a verdade de *eus pela in7ustiça. não o glorificaram como *eus.alavra de *eus é necess&ria para que eles se ve7am. GleaningsMp" 9MH" .orquanto. ambas so're o homem e no homem" / primeira consiste na perda dos meios pelos quais o homem pode ser iluminado no conhecimento de *eus e das coisas celestiais" $ que o sol é para as cousas naturais sobre a terra.aulo.aulo se refere eram pessoas sem qualquer possibilidade de ver coisas puras. eles todos. assim. neste verso. embora professassem conhecer a *eus" + poss!vel professar algum conhecimento de *eus.a menos que ha7a lu) artificial? e a perda da visão" Bma é externa e a outra interna" /ssim é na &rea espiritual: h& uma escuridão ob7etiva e outra sub7etiva. causando sérios pre7u!)os ao modo de pensar do homem a respeito de si pr#prio e de *eus" . e porque tentaram suprimir a verdade de *eus. todas as suas atividades espirituais" / supressão. na vaidade de seus pr#prios pensamentos. tirando3lhes a obscuridade de mente. pre7udicados em seu racioc!nio espiritual" H& outros textos indicando a afetação do pecado na mente humana. tendo o conhecimento de *eus.alavra é para as coisas espirituaisX"9P< Cm M"99. sem contudo.inJ. mas eles não podem ver" / . que lhes mostra como eles são" Fas a triste)a maior é que eles não tem olhos para ver o que a +scritura di) deles" +les não enxergam" / cegueira é interna" H& lu) fora deles. pela dure)a de seus coraç%es"""4 $ entendimento dos homens está o'scurecido# / queda fechou as 7anelas da alma humana" + o pior é que os homens não sabem disso. quis mostrar a real situação dos impuros e descrentes. tornaram3se nulos em seus racioc!nios e obscurecidos em seus coraç%es. eles negam a sua pr#pria cegueira. alheios ( vida de *eus. antes se tornaram nulos em seus pr#prios racioc!nios. por causa da ignor1ncia em que vivem. tanto a mente como a consci7ncia deles estão corrompidas"X . poss!vel que. como veremos na an&lise do pr#ximo texto .

animal e demon!acaX . de onde o homem não pode sair de forma alguma. XdominaçãoX" / mente fica debaixo da servidão das trevas. andando sempre em direção contr&ria ( vontade de *eus.@g M"9Q?" / escuridão do entendimento é a causa da rebelião nas afeiç%es e na vontade" $s homens procuram desordenadamente os pra)eres da carne porque suas mentes não conhecem a *eus" -uas mentes são estranhas a *eus e não gostam de ter comunhão com +le" /mi)ade e companheirismo são baseados no conhecimento" . mas doentes e corruptas" @êm aversão ( verdade de *eus . logo d&3se a conhecer aos homens" Kr M9"MM di): X. a menos que poder maior o tire de l&" X6mpérioX . influente e din1mica. mesmo depois que o corpo 7& est& quase amortecido" $s racioc!nios impuros são vigorosos tanto na mocidade quanto na velhice" @anto a primavera como o inverno da vida não escapam dos efeitos nefastos do pecado na mente humana" /s pessoas perdem a capacidade de discernir as coisas espirituais. fa)endo sempre o que é pr#prio do Ximpério das trevasX" +sta é a inclinação natural da mente do homem natural. isso te $e= des(iar###> .:c 9<"PL?" /s pessoas cegas podem estar perto da lu) que não vêem nada" Kesus pediu &gua ( mulher samaritana" /p#s o espanto dela pelo fato de um . di) o -enhor: Na mente lhes imprimirei as minhas leis. mas é a terr!vel doença que os impede de ver a oferta do +vangelho que lhes é feita" +ssas pessoas são >pri(adas da (erdade> . mesmo sendo intelectualmente muito bem dotadas" / capacidade intelectual não conta no homem irregenerado" /s suas capacidades estão relacionadas somente com as coisas do mundo natural. e eles serão o meu povo"X 3 -e *eus não fi)er estas coisas nas mentes dos homens. não com o espiritual" Bma pessoa cega não percebe se os raios solares estão incidindo sobre ela" /ssim o homem natural. e n&o entendidos3 são s&bios para o mal.ver Cl L"9H?" +sta cegueira de mente é vigorosa. porque a +scritura di) que somos libertos do 0império das tre(as4 .orque esta é a aliança que firmarei com a casa de 6srael. o'scurecidos de entendimento. depois daqueles dias.Cm H"Q?. também no cora!&o lhas inscreverei2 eu serei o seu *eus. cheia de inimi)ade contra *eus.P="9<?" / ra)ão corrupta e o 7ulgamento falso são a motivação de nosso pecar" $ orgulho tem o seu lugar principal na mente . eles serão sempre Xvaidosos nos seus pr"prios pensamentos. é necess&rio ter3se conhecimento dele" *eus.P?" +las são as detentoras da verdadeV2 segundo o seu pr#prio entendimento. quando cumpre o pacto da graça. mas a +scritura di) que a sabedoria deles é Xterrena.e?cousiaa7? significa XautoridadeX.alavra" Fas o outro problema sério é a cegueira sub7etiva nas mentes dos irregenerados" $ problema dos homens não é apenas de ignor1ncia do evangelho. mas Kerusalém não tinha olhos para ver a sua pr#pria situação. nem o remédio para o seu problema: X/hV se conheceras por ti mesma ainda ho7e o que é devido ( pa)V Fas isto está agora oculto aos teus olhosX . e é de tal forma escravi)ada que preconcebe o homem contra toda e qualquer verdade espiritual que vem da parte de *eus . sem *eus neste mundo" / mente dele s# tem pendor para as coisas do mundo .Cl 9"9M?" $ homem vive em total escuridão.+f P"9=39H?" / escuridão da mente não é somente a rai) de todos os pecados.L Co 9"9L?" .ela mesma ra)ão é dito que os homens Xsão filhos néscios. alheios ( vida de *eus por causa da ignorCncia em que vivem./ escuridão espiritual est& sobre todos aqueles a quem o +vangelho não foi pregado ou naqueles que o re7eitam" + missão e obra do +sp!rito -anto tirar esta cegueira o'<eti(a# 6sto +le o fa) através da pregação do +vangelho a uma nação ou cidade" +le capacita homens a pregarem a . uma escuridão de escravidão.ara se ter comunhão com *eus. e n&o sa'em $a=er o 'em> . ele não consegue ver o que est& perto dele" Kesus estava presente diante da cidade de Kerusalém" Havia feito ali tantas coisas preciosas.L @m P"M. lutando contra tudo o que vem da verdade de *eus. pela dure)a dos seus coraç%esX.aulo contrasta a XsabedoriaX com a Xgraça divinaX em n#s . mas a causa da maioria das aç%es corruptas das vidas dos homens" .9 @m N"Q?" +las não são simplesmente rebeldes.Kr P"LL?" +ssa cegueira de mente é a causa da maior parte das impiedades no mundo" 6sa!as disse que a Xsabedoria e a ciência.or isso .:er L Co 9>"P3Q?" $s pecados da mente continuam a vida inteira.

mesmo quando elas estão claras aos nossos olhos" / triste)a do fato é que os pregadores anunciam que a mensagem é verdade de *eus. em um dos seus discursos em /tos. anunciando. mas os homens naturais não somente não tem olhos para ver. é que ele perder& totalmente os efeitos noéticos do pecado" / mente humana. os 7u!)os do intelecto e as sensaç%es das afeiç%es é que determinam. sempre pensar& de modo re(erso ao de *eus" -e o bom *eus não abrir os olhos do entendimento. os homens 7& não podem raciocinar corretamente. em termos espirituais" @odos os homens foram afetados noeticamente" Fesmo o cristão.aulo havia claramente anunciado a remissão em Cristo Kesus e 7ustificação pela fé. e ainda 7udeu. ter3lhe feito aquele pedido. # despre)adores. . é necess&ria uma obra graciosa do . para que lhes não resplandeça a lu) do evangelho da gl#ria de Cristo. inclusive. 7amais se renovarão no espirito do seu entendimento . as emoç%es ou afeiç%es são a faculdade sensitiva da nossa personalidade" Como o entendimento é capa) de discernir e 7ulgar as coisas. por causa do pecado de /dão. mas a Cristo Kesus nosso -enhor. e a n#s mesmos como vossos servos por amor de Kesus" .:c LP"PQ?" Kamais os homens terão qualquer entendimento da verdade.ortanto.Homem. eles continuarão como aquelas mulheres Xcarregadas de pecados.aulo repete. assim as afeiç%es fascinam e disp%em a alma a favor ou contra qualquer atitude ou pessoa" /s disposiç%es afetivas são controladas por essa faculdade de nossa personalidade" + somos seres extremamente condu)idos por nossas emoç%es" /s coisas tornam3se agrad&veis ou desagrad&veis através dessa faculdade que tem um grande controle sobre os nossos sentidos f!sicos" Na verdade.Ko P"9>?" +la estava 7unto da :u).+f P"LP?" 6A Emo-2es Numa definição muito ampla. obra tal que não crereis se alguém vo3la contarX . mas eles não tinham ouvidos para ouvir. nem coração para crer naquelas coisas" +les estavam completamente cegados (s verdades de *eus" / mente deles estava inteiramente obscurecida" .aulo mostra. em vossos dias. Kesus retrucou: X-e conheceras o dom de *eus e Suem é o que te pede: d&3me de beber. em uma de suas cartas a ra)ão da situação dos homens naturais. nem olhos para ver. o qual é a imagem de *eus" . mas eles despre)am tudo quanto é dito em nome de *eus" . porque eu reali)o. mas 7amais podem chegar ao conhecimento da verdadeX . e ele te daria &gua vivaX . e incapacita o homem a perceber as coisas espirituais" +ssa incapacidade da mente no homem natural para detectar a verdade espiritual é tão grande que o homem não consegue descobrir as coisas de *eus. e o que acontece depois que a Graça opera naqueles que vem a crer: L Co P"M3N 3XFas se o nosso evangelho ainda está enco'erto. para ilumina!&o do conhecimento da gl#ria de *eus na face de CristoX $ entendimento dos homens precisa ser aberto para que a lu) entre" +ssa é uma obra divina no pecador" Fesmo para o entendimento da +scritura. o 7u!)o de *eus sobre os incrédulos. que aprendem sempre. podemos di)er que. maravilhai3vos e desvanecei.L @m M"=?" +sta é a situação de todo ser humano. que é corrompido nas suas faculdades intelectivas" ./t 9M"P9?" $s versos anteriores a este mostram que . a menos que /lguém lhos abra" . coisa que acontece somente naqueles que foram Xcriados segundo *eusX. ainda tem dificuldades de compreender em plenitude a verdade de *eus.orque *eus que disse: . por que os efeitos do pecado sobre o entendimento ainda restam em sua alma" -omente quando *eus renovar completamente o ser humano. que é regenerado pelo +sp!rito.ai das lu)es . 7amais os homens enxergarão.orque se *eus não fi)er essa obra. até que *eus renove o homem por inteiro.e tre(as resplandecerá lu= ele mesmo resplandeceu em nossos cora!Aes. e não conseguia vê3la" +sta cegueira é interna.+f P"LM?. tu lhe pedirias. nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos. uma antiga verdade do '@: X'ede. é para os que se perdem que est& encoberto. condu)idas de v&rias paix%es.orque não nos pregamos a n#s mesmos.

as afeiç%es humanas eram direcionadas e ordenadas devidamente" Com a queda. pensar e agir corretamente" +m geral. tendo afeiç%es mais elevadas para com a criatura ao invés de tê3las com o Criador" Houve rebelião e reversão das santas afeiç%es da alma" +ntão. de tal modo que a alma humana possu!a o entendimento correto.Hb M"9L?" $ homem não é feli) no que é e no que fa)" +le não mais conheceu o que é a alegria do -enhor" -omente depois de tê3la. das alegrias em ob7etos diferentes" . sem repouso. estão agora todas fora da sua forma original" $ homem não mais é guiado por uma ra)ão correta. por causa de seus pecados. e a vontade fa)endo o que devia" @odo o complexo do ser humano era voltado direta e corretamente para *eus" Fas quando houve a queda. tendo pra)er somente nas coisas terrenas" Nunca o seu pra)er estar& na lei do -enhor. mas também era o fim principal dos motivos e aç%es dos homens" Fas estes Xse esqueceram do manancial de &guas vivasX . mas os homens não $ querem e. pelo pra)er sensual. as decis%es da vontade do homem" No princ!pio. pelo poder. em equil!brio com a verdade de *eus. nossos pais começaram a dese7ar somente aquilo que era contra a vontade de *eus" / alegria deles não mais era o -enhor. como pais.-l 99N"=?" *eus não era somente o pra)er daqueles a quem havia feito ( -ua pr#pria imagem. elas não gostam das divers%es que as levam a aperfeiçoar os seus sentimentos e intelecto" +las facilmente caem para o lado das sensaç%es que as governam" Com dificuldade. as afeiç%es ordenadas. por causa da perversidade do coração . sem morte. minha alma ao teu sossego. conseguimos que nossos filhos tenham suas afeiç%es dirigidas para aquilo que é correto e sadio para eles" /s afeiç%es humanas sofrem um impacto enorme quando confrontadas com as .or isso o evangelho não é bem3vindo ao pecadorV -er dependente de *eus para ser feli) e reali)ado é uma pancada nos sentimentos orgulhosos do pecador" @anto a ra)ão como as afeiç%es do pecador estão corruptas" 6sto é f&cil de ser percebido. mas a pr#pria criatura" *e l& para c&. porque este não lhe oferece estas coisas" 'e7a que inversão de afeiç%esV $ evangelho indica o caminho da santidade. mas nos apetites desordenados das pr#prias afeiç%es" +ssa reversão das afeiç%es mostra que o homem est& sem pa). em equil!brio e interrelacionadas" /s emoç%es e os sentimentos estão no trono do ser humano" Não seria mal se as nossas afeiç%es fossem santas afeiç%es.Kr L"9M?. inquieto. a posteridade de /dão tem seguido o mesmo caminho. mas nunca no evangelho. *eus criou o homem ( -ua pr#pria imagem e semelhança. mas por suas afeiç%es desordenadas" 6sso fica muito evidente na maneira contempor1nea de agir: os homens agem ho7e pelos sentimentos" 6sto é claro até nas formas de culto e das suas avaliaç%es teol#gicas" / frase mais comum ho7e é: X+u sinto bem fa)endo istoX" $ homem ho7e é controlado pelos sentimentos. essas belas afeiç%es ordenadas não estão presentes no ser humano" +ste perdeu todas as santas capacidades afetivas para com o seu Criador. que devem viver. pois o -enhor tem sido generoso para contigoX . é que *avi reconheceu: X'olta. como conseq ência. mas respondem muito lentamente ( diversão que a fa) refletir. e os seus gostos reversos. divorciados de *eus" $riginalmente. até que suas afeiç%es se7am reordenadas pela divina obra redentora" $ homem ca!do tem afeiç%es pela rique)a. em detrimento de outras partes da faculdade humana. o pra)er dos homens não mais é *eus" /s afeiç%es deles estão desordenadas. da mortificação da carne. mas que estas coisas pudessem ser encontradas somente nele. pela honra. sem ra)ão de existência" 6sto porque ele est& apartado de *eus. nem meditar& nela. tanto o seu entendimento como a vontade e as afeiç%es ficaram afetados seriamente. ap#s o incidente edênico. e de perdê3la temporariamente. porque andam agora Xsegundo as suas !mpias paix%esX" /s afeiç%es que deveriam estar em harmonia com a criação original. mesmos nos nossos pequeninos filhos" +les respondem imediatamente diante de uma diversão violenta. que evidencia a força e a esperte)a das pessoas. mas esse é o grande problema" @udo est& desordenado" *eus colocou um anelo de pa) e alegria no coração do homem. a fonte perpétua de seu conforto e go)o" /gora.em alguma medida. o pra)er dos filhos de /dão concentrou3se não mais na lei do -enhor.

mas um sentimento de antego)o de possuir alguém" +ssa é uma afeição desordenada" +m 9 @s P"Q ela aparece de uma forma bem mais intensificada: Xque cada um saiba possuir o pr#prio corpo. estamos pecando no mais interior do nosso ser" +ste XsentimentoX com relação ao pecado.aulo di) que a cobiça é pecaminosa.Cm ="=?" Kesus d& uma lista enorme dos pecados que vem da imaginação. porque se vocês fi)erem isso. não com dese<o de lasc5(ia.regras que tentam condu)i3las para *eus" +ste não é mais o ob7eto das afeiç%es dos homens" $s dese7os de *eus não mais são os dese7os deles" /o invés de amarem a *eus. porque é chamado de Xpaixão lascivaX em Cl M"Q" +sses movimentos da alma são. ele 7& não pode ter mais santas afeiç%es" @udo que vem do seu ser mais interior. como poderia a sua reali)ação ser essencialmente pecaminosaO $ curioso é que o Conc!lio de @rento negou que esse movimento da alma tenha sido tendente para o mal" +le afirmou que esse impulso se torna pecaminoso quando recebe a aprovação .or isso Koão adverte mesmo os cristãos do seu tempo. vocês vão mostrar que o amor de *eus não est& em vocês" /mem as coisas certas" *irecionem as suas afeiç%es para o ob7eto corretoX" $ grande problema das afeiç%es desordenadas est& na fonte de onde as afeiç%es procedem. Koão disse: Xnão ponham as suas afeiç%es naquilo que é contra *eus.Ft 9Q"9<?" Como podem essas coisas serem nascidas no coração corrupto. ser considerada santa" +m Cristo Kesus. em santificação e honra. o amor do . como os gentios que não conhecem a *eus"X +ssa Xlasc!viaX é uma forma bem intensificada de afeição desordenada" +sse dese7o indevido é um movimento da alma humana que. porque a lei o di) . 7& vem corrompido" + por isso que os nossos dese7os.ai não est& neleX .ou o consentimento? da ra)ão" Fas os Ceformados contendem que os primeiros movimentos da alma. não se7am pecado" Fas a +scritura afirma que eles o são" . o amor deles est& no mundo" .or nature)a de criação o homem teria dese7os. dos 9> mandamentos" $ impulso original que gera esses movimentos da alma é pecaminoso & vista de *eus" -e o impulso original é inocente. 7& são pecaminosos" /s intenç%es e as afeiç%es 7& vem do coração manchadas pelo pecado" Não h& necessidade que os pecados se7am cometidos para que se7am considerados pecado" Kesus disse das afeiç%es do coração. como ordenadas serão as afeiç%es daqueles a quem Kesus santificar plenamente. sentimentos que deveriam inclin&3lo para as coisas que promovem o bem. 9 Ko L"9Q?" +m outras palavras. quando tratou da XcobiçaX" $ adultério é anterior ao ter relaç%es f!sicas" Kesus disse que Xno coraçãoX 7& podemos adulterar com as pessoas" Suando temos afeiç%es. porque eles são nascidos em nosso coração corrupto" +les são pecaminosos porque ferem o princ!pio de Xnão cobiçar&sX. depois que +le os levar para a gl#ria. como o serão os atosV $ mundo pode negar. est& ligado ( cobiça" / cobiça sexual não é simplesmente um pensamento. o pecado torna3se maior ainda" -e o racioc!nio aprova o impulso que não é pecaminoso. nenhum apetite impuro. como poderão ser bons os frutos" -e impuros são as nossas afeiç%es. que não possu!am ainda os mesmos XchamariscosX que os crentes de ho7e possuem" +le lhes disse: XNão ameis o mundo nem as cousas que no mundo h&" -e alguém ama o mundo. o ato cometido não é pecaminoso. e precede o 7ulgamento da mente" +le é profundamente pecaminoso. e que o impulso deles 7& é pecaminoso" -e a mente aprova. porque o seu impulso é santo2 mas se a &rvore é m&. que os dese7os por coisas proibidas. sem que se7am pecaminosasO Não se pode entender qualquer inclinação para coisas m&s. não havia qualquer coisa que $ inclinasse a responder (s vis solicitaç%es de -atan&s" N+le não houve nenhum movimento original. como tem feito tantas ve)es nas propagandas da m!dia. evitaria as cousas perigosas" Fas como todas as cousas do interior humano foram afetadas pela queda. que e chamada XconcupiscênciaX . os homens todos ainda . parece insuspeito. em si mesmos. que est& totalmente corrompida" + o coração de onde se origina tudo o que h& de mal em n#s" + um mal incur&vel pelo pr#prio homemV . a princ!pio. mas até que isto aconteça.Cm ="=3H?. senão o de dese7ar coisas santas" /s afeiç%es de Kesus eram absolutamente ordenadas. ou XconcupiscênciaX. pecaminosos" +les não precisam ser consumados para serem considerados maus. das afeiç%es desordenadas do coração . em si mesmos. em si mesmos.

que é a fonte inerentemente corrompida?. forte. . gera a morte"X +stes versos delineiam a origem de todo nosso pecado" +stas palavras mostram que o pecado invade o nosso ser interior gradativamente2 elas descrevem os diversos est&gios antes de o homem pecar exteriormente2 elas revelam uma causa geradora de todo o pecado" $s nossos pecados descansam no pecado que habita em n#s.terão os incRmodos das afeiç%es desordenadas" /s paix%es dos homens são as correntes imundas que procedem da fonte polu!da dos coraç%es dos homens" +las são os primeiros movimentos pecaminosos da alma que acabam por condu)ir aos atos pecaminosos abertos" +les são os primeiros movimentos ilegais de nossos anseios pecaminosos que precedem os pensamentos estudados e deliberados da mente" 'e7a o texto de Cm ="H 3 XFas o pecado . luxuria. tomando ocasião pelo mandamento.que é a cobiça?. depois de haver concebido"""X 3 $ ato pecaminoso est& embrion&rio. na propensão da nature)a ca!da" Suando a nossa corrupção nativa é convidada a fa)er algo externo que promete lucro e pra)er. cada um é tentado por sua pr"pria co'i!a. e +le mesmo a ninguém tenta" /o contr&rio. diga: sou tentado por *eus2 porque *eus não pode ser tentado pelo mal. sendo devidamente condu)idas por -atan&s. o pior de tudo. dá & lu= o pecado3 e o pecado uma ve) consumado. a mente e a vontade. isto é. estimula afeiç%es impuras?. mas a culpa do pecado é nossa" / XcobiçaX é nossa. o homem cai" + porque o homem falha em resistir. e as paix%es são atra!das por esse algo. querendo o término daquilo que foi começado" X+ o pecado.esse XdespertouX sugere a idéia de uma disposição polu!da ou uma propensão para o mal. de quem elas são. a culpa de nossos pecados est& dentro de n#s" Não podemos despre)ar nunca o que h& dentro dos coraç%es dos homens. a concupiscência interna . então a tentação começa e o coração vai atr&s" 'isto que os ca!dos são influenciados por sua concupiscência. que nos conhecem muito bem. pelo simples fato de lidar com a nature)a pecaminosa por milênios" +le sabe o trabalhar conosco. ou em *eus" *e fato. quando esta o atrai e sedu)" +ntão a co'i!a. suas afeiç%es su7as.Cm ="LM?" + uma lei imperiosa. l& bem dentro do coração" +ntão. é que ele sempre haver& de sentir culpa pelo que fa)" X+ntão a cobiça. de ninguém mais" / palavra XcobiçaX no texto significa Xum anelo porX. indu). é que o pecado se torna mais atraente. que tem dom!nio sobre o homem total" @g 9"9M39Q 3 XNinguém ao ser tentado. que constantemente exerce uma influência m&. na nossa concupiscência" / concupiscência é o ventre e a rai) de todas as nossas manifestaç%es de maldade" $ texto di) que Xcada um é tentado por sua pr#pria cobiçaX Não podemos colocar o Rnus de nossos pecados no diabo. uma ve) consumado. distinta dos atos que ela produ)iu" $ pecado inerente é um princ!pio poderoso. despertou em mim . em algum sentido. toda sorte de concupisc7ncia . porque não h& forças no homem que o levem a combatê3la" Nada no homem obsta o caminho que a cobiça traça" +ntão. as outras faculdades da alma começam a trabalhar para fa)er nascer aquilo que foi concebido" +ntão. a mente trabalha e a vontade passa a funcionar. depois de ha(er conce'ido. ou teria qualquer força no vida dos homens" / disposição interior das afeiç%es é que facilitam aos apelos externos serem reali)ados" / efic&cia de uma tentação est& diretamente vinculada ( predisposição do coração concupiscente.dese7o lascivo. sensualidade?2 porque sem lei est& morto o pecado"X / depravação do pr#prio coração é que indu) o homem a ouvir os cochichos de -atan&s" -e assim não fosse. esta domina a ambos. servas" + por isso que . suas inclinaç%es corruptas. nenhuma solicitação para fa)er qualquer coisa errada vingaria. levam a vontade do homem ao controle e. e a sedução é mais f&cil" 6sto quer di)er que a cobiça impele com força" +la empurra o homem para a consecução do pecado" / força impetuosa desse dese7o exige a reali)ação dele" /s paix%es.aulo fala: Xve7o nos meus membros outraV leiX . um Xdese7o de obter algoX" +la é tão forte que leva a alma aos ob7etos proibidos" +la é tão forte que o texto di) que Xa cobiça o atrai e sedu=># / cobiça alicia.

a excelência da vontade do homem consistia em seguir a orientação da ra)ão correta e a submissão ( influência da autoridade pr#pria" Fas no . e obedeceu3$" Fas o homem pecou contra a vontade de *eus. pois suas inclinaç%es gravitam na direção oposta ao seu dever"4 -egundo a teologia /rminiana. e sua vontade não mais ficou livre dos pre7u!)os da queda" . p" 9QL" . como dissemos acima. aquilo que as afeiç%es dese7am. [6. do coração" / vontade é aquilo que a mente pensa. em conseq ência da queda. os homens todos 7& vem governados pelas afeiç%es indevidas" /s faculdades da alma não mais andam em equil!brio" /s emoç%es controlam o homem moderno de tal forma que um sentimentismo . se ela é influenciada por motivos" /lguns deles crêem que Xembora o homem possa escolher. sendo sempre serva das disposiç%es interiores. e tem causado muitos problemas no entendimento dos conceitos de liberdade e responsabilidade" @rataremos destes problemas mais tarde.ontade e o /otivo +m geral os /rminianos di)em que a escolha da vontade não é livre perfeitamente. mas é muito importante observar este ponto: a vontade do homem é uma faculdade distinta das outras faculdades da alma humana. não independente delas" / vontade do homem é. o homem foi um bom mordomo das coisas que *eus lhe havia dado. em algum sentido. a vontade do homem re7eitou a primeira e rebelou3se contra a segunda e. e é a pura expressão do que o homem é interiormente" /ntes da queda a vontade do homem est& em acordo com a vontade de *eus.den. porque ele era santo e livre para obedecer *eus" Fas *eus criou mudavelmente de tal forma que ele pudesse escolher cair de sua condição primitiva" 150*urante algum per!odo de tempo não sabemos exatamente quanto?. a vontade é o princ!pio dominante e reinante no homem" +la é o princ!pio governador no homem" +sta é uma confusão séria.gera a morteX3 +sta é o sal&rio e a colheita daquilo que foi plantado" +ste é o progresso dentro de n#s" *a queda para c&. expressando o seu intelectualismo. L" . e das afeiç%es que suspiram pelo mal antes que pelo bem"" "/ vontade do homem natural est& tendenciosa por sua corrupção. descontroladas pelo ser interior. são os #rgãos comandantes do ser humano modernamente" C" 5ontade -egundo a maioria dos te#logos de linha /rminiana. sua vontade não mais tem estado debaixo do controle do entendimento que prefere as trevas & lu). isto não determina a questão da vontade livre.XfeelismX? determina todas as coisas presentemente" /s Xpaix%esX desordenadas.inJ. ou ainda. Gleanings. di): X$riginalmente.inJ. ela é a serva das outras faculdades da personalidade humana" +la executa as convicç%es da mente ou as imperiosas ordens de nossa concupiscência" / vontade é sempre influenciada por algo no homem. determinada pela ra)ão e pelas afeiç%es" +la é uma espécie de serva das outras faculdades porque ela executa as convicç%es da mente dos homens ou as ordens imperiosas dos dese7os concupiscentes. aos Xmotivos mais fortesX das afeiç%es" A . considerando3se que é certo que 9Q> C8Z. a vontade é o princ!pio governante do homem" +la é quem comanda o ser total do homem" $ homem é aquilo que ele fa)" Fas isto é um engano" / vontade não tem controle sobre o homem" /o contr&rio.

inJ mais uma ve) reflete o seu intelectualismo. também. X+u quero di)er o todo daquilo que move. o quê leva o homem a tomar as suas decis%esO -e não h& quaisquer motivos internos ou externos. o que é inteiramente inaceit&vel para eles" + quase imposs!vel falar a respeito do papel dos motivos na liberdade do homem. não" Fas algumas ve)es. eu suponho que a vontade é sempre determinada pelo motivo mais forte"X154 + importante conhecer a idéia do Xmotivo mais forteX de +d_ards" / força determinante não est& propriamente no Xmotivo mais forteX" +le não tem nenhum valor 9Q9 Koseph HarveY" 0a Examination o$ the Felagian and 2rminian Theor. neste sentido. este é o racioc!nio que podemos encontrar na teologia /rminiana" -e a liberdade de escolha consiste nesta independência dos motivos. ou que aparece menos convidativo. e di) que os motivos determinam a ação de uma pessoa" 6sto.or motivosX. di)endo que a mente é que determina as escolhas" 9QP +d_ards. porque sua mais importante motivação é fa)er a vontade de *eus" -empre um homem tem motivos para tomar as suas decis%es" X. 9HM=?. . como os /rminianos consistentes ensinam. onde esta matéria não é devidamente entendida" +d_ards di) que Xo maior grau de tendência prévia para excitar e indu)ir a escolha. in The . não são.+dinburgh: @he Ianner of @ruth @rust. estão sempre influenciados por um motivo espec!fico que lhes é aceit&vel" Nenhum homem é neutro no sentido em que não ha7a nenhum motivo por detr&s de suas decis%es" -e um homem não é influenciado por motivos. . como permanece na visão da mente. é o que eu chamo de motivo mais $raco#>9QL +st& mais do que evidente que os homens. p" N" 9QL 6bid". p" N" 9QM Gleanings. tem alguma espécie de grau de tendência ou vantagem para mover ou excitar a vontade. p"L<" Konathan +d_ards" 08reedom of the Zill4. quando fa)em qualquer decisão. certamente. 9<=<?. . foi motivado pelo dese7o de agradar -eu .ai" $s disc!pulos de Kesus e todos aqueles que amam sinceramente a *eus.o$ 8oral 2genc-. p" LMH" $bviamente. ou convida a mente ( volição. Kesus não era livre porque tudo que o +le fe). eles optam pela independência da vontade. a fim de tornarem3se livres do temor de serem controlados por alguma coisa de venha de fora" / liberdade para eles é a independência inclusive dos motivos" $s motivos exercem coerção e isto parece lhes introdu)ir determinismo. podemos di)er que o homem é moralmente neutroO $bviamente. sem mencionar o nome de Konathan +d_ards" +le disse que por motivo. p" N" . que é prévio ao efeito. ou para o agir da vontade excitada" +sta tendência prévia do motivo é o que eu chamo de a força do motivo" /quele motivo que tem um grau menor de vantagem prévia.or6s o$ Honathan Edwards . se7a isto para uma coisa simplesmente. livres nas suas decis%es. excita. como em magnetismo onde as agulhas são controladas pelo magneto" Geralmente. vol" 9. ou muitas coisas con7untamente"X X@udo o que é propriamente chamado um motivo. . causa uma reação de impacto nos c!rculos /rminianos e mesmo em alguns c!rculos Ceformados. mas Konathan +d_ards vai um pouco mais além. Xqueremos di)er aquelas ra)%es ou est!mulos que são apresentados ( mente tendendo a condu)ir ( escolha e açãoX" 153 +st& claro desta definição que os motivos influenciam o homem nas suas decis%es.Ne_ jorJ: +)ra Collier.inJ di). excitação ou indução a um agente dese7oso e percebedor. ou tendência para mover a vontade.ele escolha sem coerção ou necessidadeX"151+les temem estar debaixo do dom!nio dos motivos e sendo controlados por eles. é o que eu chamo de o motivo mais forte" +.

suponha o bendito *eus em -eu car&ter verdadeiro.nota de rodapé?" Gleanings. por mais forte que se7a. o principal e um bem imut&vel.otifar. moralmente considerados.algumas ve)es 0mente4 na idéia de +d_ards 156 pode ser entendido como sendo a vontade. porque ele não tem qualquer dese7o de ser igual a Kesus" / diferença na reação não é o motivo. est& no estado de mente" /qui descansa a essência da uma escolha errada W a vontade preferindo um ob7eto que é aparentemente. para colocar nas palavras de +d_ards. que era interno. é ainda capa) de avaliar os motivos que. determinasse. o ato do homem" $s motivos externos não podem determinar os atos de uma pessoa.or exemplo.ara o outro ouvinte. e talve). ou a nature)a do coração" $ primeiro homem tem um ouvido regenerado. dependendo da condição de sua mente. segue3se irrefragavelmente. não determina. vol" 9. . que o estado de mente é a fonte verdadeira e pr#pria de uma escolha errada ou certa" 6sto é o que influencia a aparência de um ob7eto""" . o estado de mente .ortanto. pecando contra *eusX . uma caracter!stica essencial do seu ser agir sem compulsão externa. são os pais genu!nos da aparência ob7etiva na mente. ou de escolher o mal. são revelação da condição do coração" Bm motivo é apresentado a uma pessoa especifica" -ua mente. 9QQ +d_ards. apresentado a Kosé poderia afetar um outro homem.or exemplo. mesmo ap#s a queda. é condicionada por suas predileç%es e dese7os que. um homem sem os padr%es de *eus" $ motivo externo. por si mesmo./CpNC6/ $IK+@6'/ W é o que +d_ards chama de 0o motivo mais forte4" .+d_ards. o verdadeiro estado da mente é o real estado do ob7eto da escolha. enquanto que o segundo não o tem" 6sto é que fa) a diferença real" / mensagem do pregador a respeito de santificação pode causar uma reação positiva no ouvinte. aquele motivo pode ser determinante" . Xo ob7eto como est& na visão da menteX" @omemos um exemplo da +scritura: / esposa de . como tal. seria altamente decisivo. e não os motivos propriamente.or6s. di)endo: X*eita3te comigoX" Fas. o primeiro ter& o motivo dese7os fortes em ser igual a Kesus. unidos. p" P<. mas eles podem influenciar as decis%es de qualquer um quando sua mente est& predisposta para aquilo a que est& sendo atra!do" .otifar apareceu diante de Kosé e fe)3lhe um convite irresist!vel. dois homens ouvem a mesma mensagem a respeito da necessidade de santificação" $ motivo mais forte apresentado é ser igual a Kesus" Bm ouvinte é regenerado e o outro não" $bviamente. e que -ua vontade re7eite o que é bom" /gora.Gn M<"N3<?" $ motivo de Kosé. isto é.ortanto. ou de acordo com as qualidades do bem e do mal2 e este resultado W /. que não tivesse o mesmo Xestado de menteX que Kosé. e para ele. o convite da mulher de . a sua capacidade de tomar decis%es. nota de rodapé?" . p" P< . é claro que a causa pr#pria e imediata da diferença entre a realidade e a aparência. e a reação não é a mesma" . foi decisivo naquela circunst1ncia" Fas a motivação externa. por sua ve). mas é também sua caracter!stica essencial agir de acordo com as suas disposiç%es interiores" / vontade do homem. como revelado nas +scrituras. por sua ve). o convite de uma mulher. mas o que +d_ards chamada de Xo estado da menteX. porque ele fala a respeito das decis%es da mente?. é quando o mesmo motivo é apresentado a duas pessoas diferentes. Kosé respondeu: XComo cometeria eu tamanha maldade. causam emoç%es positivas ou negativas nela" / decisão de uma pessoa é uma combinação de fatores internas da ra)ão. a ação de uma pessoa" $ que tem que ser considerado é aquilo que +d_ards chama de Xo estado da mente em si mesmaX"155/ prova de que o Xmotivo mais forteX não é determinante em si mesmo. é o determinador da escolha" Bm homem nunca ser& forçado de fora a tomar qualquer atitude" . dependendo da atração que o motivo exerce por causa da condição do coração ou. o mesmo motivo não fa) qualquer diferença. exceto quando eles fa)em um apelo aos dese7os 7& existentes na mente"X . p" LMH" 9QN quando a escolha acontece" . sabiamente.intr!nseco" $ motivo. mas não a realidade prefer!vel" *isto. de algum modo.inJ di): X$s motivos externos podem não ter qualquer influência sobre a escolha e conduta dos homens. ou da nature)a e tendências do coração" -uponha que o mesmo convite fosse feito a um homem sem qualquer afeição para com *eus. como a mente é incapa) de re7eitar o bom.

6s 9"N?" / vontade simplesmente obedece a pr#pria nature)a pecaminosa do homem" . umas e outras não espremidas. desordenado suas afeiç%es. nem atadas.afeiç%es. sem qualquer dependência das outras faculdades e da condição interior do homem. seria um motivo altamente repelente"X157$ que fa) a diferença nesse casoO . eles sempre decidirão de acordo com as condiç%es das disposiç%es interiores deles" . por virtude da corrupção do coração.ortanto. cristãos ou não. p" M9P39Q" Cm N"9N39H. mas é f&cil de encontrar provas disto na +scritura" +ste ponto ser& tratado na pr#xima parte deste trabalho" . a vontade nunca foi livre. incapa) de dar qualquer passo em direção ãs coisas espiritualmente 9Q= Gleanings. o motivo externoO NãoV / condição da alma humana é que é determinante" $s humanos. p" 9QL" . L>" Gleanings. não é espont1nea no sentido de que as decis%es são originadas somente nela. o homem est& totalmente paralisado. como os arminianos consistentes ensinam" / vontade do homem nunca ser& livre da condição interior do homem" + verdade que *eus nunca é influenciado por nada de fora. mesmo antes da queda" +la nunca foi um mecanismo independente das outras engrenagens da alma humana" /queles que negam a corrupção da vontade do homem. como os arminianos erroneamente ensinam" / vontade do homem não é auto3motivada. de tal modo que Xdesde a planta do pé até ( cabeça não h& nele cousa -ã. não crêem na depravação total" @emos que crer que a vontade é a faculdade executiva de tudo o que est& dentro do homem" +la meramente apresenta os ditames do ser mais interior do homem" +la é uma escrava da condição do homem" -e alguém crê que a ra)ão humana pode entender perfeitamente a vontade de *eus2 se alguém crê que as afeiç%es estão perfeitamente dirigidas para *eus.inJ corretamente di): X/ queda tem cegado a mente do homem. e incapacitado a sua vontadeX . mas este não é o caso do homem" +ste é finito. o coração" Bm motivo nunca é determinante. não importa quão forte ele possa ser. o coração" / +scritura di) que o homem é um escravo do pecado" / vontade do homem não pode non peccare# /s decis%es do homem serão sempre afetadas pelo que ele é internamente" Neste sentido. e a vontade que age de acordo com as atitudes das outras faculdades e das condiç%es do ser mais interior do homem. longe de ser um motivo para agir erradamente. mas iluminador: X/ oferta de um suborno seria um est!mulo suficiente para mover um 7ui) a decidir um caso contr&rio ( evidência e ( lei2 para um outro tal oferta. mas a determinação do motivo sempre estar& dependente da inclinação do seu coração" / vontade não controla o homem. senão feridas. a menos que o coração do homem tenha as predisposiç%es para apresentar um ato especifico" . nem amolecidas com #leoX .ortanto. corrompido a sua consciência.inJ nos d& um exemplo comum. e chagas inflamadas. a vontade humana esta sempre recebendo a influência das outras faculdades e do coração" + sem base crer na liberdade ou independência da vontade. influenciado e estimulado por motivos externos. porque +le é onipotente. contus%es. a vontade est& sempre pronta a fa)er coisas m&s" +la est& amarrada ( condição depravada do coração do homem" / dependência da vontade das outras faculdades e do coração não é somente um ensino l#gico.orque todas as faculdades da alma humana -ão corruptas. então ele pode crer que a vontade é capa) de apresentar Xcoisas celestiaisX" Fas esta não é a condição do homem" $ coração é desesperadamente corrupto e tem aversão &s coisas espirituais" . nunca serão forçados por qualquer motivo externo no tomar decis%es" /ntes. endurecido o seu coração.

entretanto. dentro dos c!rculos . todos os homens seriam perfeitamente inocentes2 porque certamente ninguém em sua mente sã supor& que os homens possam ser culpados e. mas modificada. ou ter a capacidade de escolha contr&ria. foi perdida no . e debaixo do controle da ser mais interior do homem. afirmam com o metodista ZaJefield que Xas voliç%es -ão perfeitamente livres de toda coação. a grande maioria dos cristãos não cat#licos.Cincinnati: Zalden and -to_e. sem ser forçado de dentro# . ele crê que a vontade é independente da condição do coração humano e das outras faculdades" Bma pessoa s# pode ser considerada culpada se ela pratica atos com sua vontade independente" *e outra forma. ela é inocente" Como ZaJefield. . sustenta a posição de que a vontade do homem é capa) de apresentar atos moralmente bons" + natural para os homens pensarem o melhor sobre si mesmos. ou contr&rio ( sua pr#pria nature)a" Fas ZaJefield insiste que as voliç%es dos homens podem ser diferentes daquilo que o homem é" Criticando aqueles a quem ele considera partid&rios do 0necessitarianismo4 .boas. sem levar em conta a depravação total do homem. assim pensa a grande maioria dos /rminianos" +les se esquecem de que a vontade est& debaixo da influência da ra)ão e das emoç%es. e se esquecerem do que a +scritura di) que eles são. se ela é determinada pela condição do coraçãoO @em o homem poder moral para apresentar atos contr&rios ã sua nature)aO /queles que tentam estudar sobre a capacidade moral do homem. serem punidos 7ustamente. na verdade. agrad&veis a *eus" +sta doutrina é chamada incapacidade moral ou incapacidade total do homem" INCAPACIDADE TOTAL / doutrina da incapacidade total é o resultado da depravação total" K& explicamos a depravação do coração do homem e de todas as suas faculdades" /gora a questão a ser feita é esta: Como pode a vontade humana decidir apresentar atos espiritualmente bons. sustentando uma capacidade moral que. Calvino e Konathan +d_ards?.ortanto. cometem um sério engano" /p#s 9N9H. que -ão uma versão similar. p" M9=" 9Q< ZaJifield.:utero. mas ele est& totalmente enganado em relação ao de dentro# H& alguma coisa na nature)a humana que impede o homem de agir moralmente bem. a causa que eles defenderam começou a expandir e a se espalhar através de todo o mundo cristão protestante" Ho7e. e sua conseq ente incapacidade espiritual" $s /rminianos tentaram diminuir a nature)a do estrago causado pela queda. que as voliç%es e aç%es dos homens não pudessem ser diferentes daquilo que eles são.rotestantes. 9HNH?. p" ML>" .elagianismo. que é seu coração ou nature)a" + uma questão de necessidade 9QH -amuel ZaJefield" 2 )omplete S-stem o$ )hristian Theolog. se as aç%es deles e suas voliç%es -ão necess&rias e inevit&veis"9Q< 'e7amos dois enganos importantes nesta citação: 9? +le assevera de um modo negativo que o homem é capa) de apresentar atos que -ão contr&rios a sua nature)a2 L? +le dedu) que o homem é considerado respons&vel somente quando ele apresente uma ação independente de sua pr#pria nature)a. espalhados por todas as denominaç%es. ele di): Fas se a doutrina da necessidade moral fosse verdadeira. isto é. se7a de fora ou de dentro"X158ZaJefield est& absolutamente certo quando assevera que nada de $ora força o homem a tomar qualquer atitude. do -emi3 . quando os Cemonstrantes tiveram sua proposta re7eitada pelo -!nodo de *ort.den" +m geral os /rminianos..

por que desde a Sueda temos a grande maioria dos homens não agindo de acordo com essa XcapacidadeXO -e o homem tem esta capacidade moral. Zarburton não se refere ( qualidade da ação. a doutrina da incapacidade moral.ensam eles que este assunto é apenas uma matéria de XpreferênciaXO $u h& alguma coisa mais em sua nature)a que os condu) sempre a preferir o que é contr&rio (s coisas santas e 7ustasO *e fato. portanto. no que respeita a forças externas. através de sua pr#pria capacidade moral.ill.como fa)em os -emi3. tomando uma decisão a respeito de sua pr#pria salvação. p" 9PM" . permanecendo sob o governo moral de *eus. com a +scritura.de imutabilidade. de exercer um 7ulgamento moral correto. é necess&rio que uma força externa que venha operar internamente. o homem fa) o que lhe agrada. crendo que ambas as doutrinas se7am mutuamente excluintes" +sta é uma perversão da verdade" Ien Zarburton di) que o homem 0como criatura moral. mudar seu pr#prio coração.elagianos? ou responder positivamente ( chamada do evangelho. por que muitos deles não vêm a CristoO . ele descer&" +sta nature)a não pode agir reversamente" +le não poder& renovar sua pr#pria vontade.or necessidade eu n&o %uero di=er compuls&o2 mas .ortanto. porque eles asseveram que o homem é moralmente capa) de dar o primeiro passo com relação a *eus . mas somente os homens apresentam atos morais quando bebem e comem. porque a +scritura di): X. o homem é um ser moral diante do :egislador e. não elimina nem contradi) a doutrina da responsabilidade humana" +ste aspecto é muito importante para ser esquecido" Fuita confusão tem sido gerada porque os /rminianos freq entemente acusam os te#logos Calvinistas de negar a doutra da responsabilidade humana. mas amarrado pelas correntes de sua nature)a" / incapacidade da vontade humana de apresentar atos espiritualmente bons e aceit&veis a *eus. ele agrada3se e pode agradar3se somente de um modo" +le fa) o que lhe agrada.160isto é. contudo.Grand Capids: Zilliam +erdmans . exatamente como o vapor move o pistão e o pistão as rodas" +nquanto. . mas os Calvinistas sustentam que ele é incapa) de apresentar atos contr&rios ( condição de sua nature)a" / fim de que o homem possa apresentar atos divinamente aceit&veis. ele est& na posse de uma capacidade moral"4 161.or Xcapacidade moralX. no que di) respeito (s aç%es desta nature)a.Grand Capids: +erdmans. é respons&vel por suas aç%es morais e. p" =L" Iem Zarburton" )al(inism.como eles a denominam? a necessidade de imuta'ilidadeE# The Iondage o$ the . o homem não tem a vontade livre porque ele est& preso por dentro 3 porque seus 7ulgamentos movem seus dese7os e seus dese7os movem suas voliç%es. que é um atributo dos seres humanos e de outros seres racionais" $s atos dos homens sempre serão morais" /nimais irracionais e os homens comem e bebem. no coração do homem. para implantar ali o principio da nova vida" +sta força vem somente de *eus" Kesus disse: X+m 9N> Fartinho :utero havia feito a distinção entre Necessidade e Compulsão em sua disputa com +rasmo: 0. porque eles ensinam a doutrina da incapacidade moral. quer bebais ou façais outra cousa qualquer. 9<QQ?. pp" 9M>3M9" 9N9 6bid". tendência. sua vontade não é livre. como tal. mas ele não pode agradar3se contra sua nature)a toda 3 contra a unidade. quer comais.ortanto. . ele é livre. mas ( capacidade de apresentar atos morais. contra a pressão de sua nature)a" -ua nature)a o prende2 se é uma nature)a ca!da. isto é. porque ele est& condicionado por sua nature)a pecaminosa" / descrição da nature)a corrupta do homem não é precisa no /rminianismo" +les crêem. ele é respons&vel por tudo o que fa). fa)ei tudo para a gl#ria de *eusX .9 Co 9>"M9?" $ homem sempre est& debaixo da responsabilidade de fa)er coisas para a gl#ria de *eus" Não existem atos amorais" . mas o problema é saber o que eles entendem por XmorteX. nem regenerar sua m& nature)a" +nquanto.ublishing Co". os atos do homem não podem ser diferente daquilo que ele é. 9<M9?. que o homem est& espiritualmente morto. sem ter a necessidade de serem primeiro regenerados pelo +sp!rito -anto" -e o homem fosse capa).

personalidade e pregação . diferentemente daqueles que -ão cristãos" +les -ão capa)es de admirar algumas virtudes dos cristãos. e acusam o Calvinismo de negar a responsabilidade humana" .Fc N"L>?" 9NM . eles estão totalmente sem qualquer sentimento dessa depravação neles pr#prios" +le não tem senso de pecado. o pecador não tem sensibilidade para perceber os efeitos do pecado" -uas capacidades sensitivas estão paralisadas neste sentido" . e que falta somente a lu) moral necess&ria" $ oposto é que é verdadeiro neste caso" / lu) moral brilha ao redor dele.inJ. se alguém não nascer da &gua e do +spirito. por outro lado. e eles não possuem nenhum interesse em ter uma nature)a diferente. p" 9NH" . todos eles estariam em desespero.inJ observa que h& uma diferença entre ser totalmente ignorante de nossa condição e ser insens!vel a ela" $s irregenerados podem adquirir um conhecimento te#rico da depravação total do homem.rimeiro. admirava Koão Iatista.or essa ra)ão. o verdadeiro e o falso.inJ comenta: + um grande engano supor que os homens ca!dos possuem faculdades adequadas para tal percepção moral. vem da +scritura" *eus. isto é. procurando por uma solução para seus problemas em Cristo" Fas eles não possuem esta sensibilidade moral" Não estão cRnscios de sua depravação e estão satisfeitos com a condição nas quais vivem. se todos os homens tivessem uma consciência e sentissem dor por causa do fato deles estarem perdidos. categoricamente afirma a impotência humana para fa)er o que é moralmente santo e 7usto" $ que é incapacidade moralO 6ncapacidade moral é a falta de poderes adequados de percepção moral" $ senso moral do homem tornou3se avariado de tal modo que ele perdeu a capacidade de distinguir corretamente entre o que é bom e o mal.Ko M"Q?" . por suas boas qualidades.verdade. vamos analisar aquilo que é relacionado com assuntos éticos: %* O Homem C Inca1a: de #ensi6i(idade "ora( Bm dos resultados mais terr!veis da queda é que o homem não é consciente do que aconteceu dentro do seu coração" Fesmo se alguém di) em detalhes o que aconteceu. Xnão é nada mais nada menos do que uma santa nature)a com santas disposiç%es2 é a percepção da bele)a de *eus e a resposta do coração ( excelência e gl#ria de *eus"X163+sta capacidade o homem perdeu com o pecado" +m que sentido é o homem natural moralmente incapa)O / resposta a esta pergunta é muito longa" $ homem pode manifestar sua incapacidade de v&rias maneiras" / +scritura é muito clara e rica em textos sobre este assunto. que não pode mentir. em verdade vos digo.or esta ra)ão. nem sente o peso dele" +sta insensibilidade moral é comum a todos os homens naturais" -e não fosse assim.inJ. que é o *eus da verdade. mas seus poderes de visão se foram" +le anda em trevas enquanto os esplendores do -ol da Kustiça do meio3dia brilham ao redor dele"X $ exemplo que vamos apresentar a respeito da incapacidade moral do homem. eu creio . todavia. e su7eitos ( condenação. eles a odeiam. mas curiosamente eles não as querem para si mesmos" +les não querem ser cristãos" . não pode ver o reino de *eusX . mesmo embora ele se7a capa) de admirar as qualidades boas em outros homens"162 / capacidade moral. p" LMN" 9NL Bm exemplo é Herodes. um homem sem capacidade moral que.inJ. contudo. e os /rminianos têm enormes dificuldades para explic&3los" +sta matéria é uma espécie de golpe mortal para a teologia /rminiana" . *eus e as outras deidades" / incapacidade moral causa no homem uma indisposição para com os padr%es de *eus para si pr#prio. p" LMN" .

orque o coração deste povo est& endurecido. e muitas outras manifestaç%es de pecaminosidade.Charles Hodge" 2 )ommentar. mas não sabem a causa dessa manifestação" Não sabem o que o Xpecado originalX significa" +sta doutrina é tolice para eles" $ que é espantoso é que os /rminianos não gostam desta espécie de doutrina porque ela rompe o sistema teol#gico deles.aulo se refere. sexualidade desenfreada.aulo di) que eles vivem com seus coraç%es endurecidos e que eles >se tornaram insens5(eis>164a respeito de apresentarem qualquer espécie de pecado" / +scritura di) que eles possuem um Xcoração de pedraX e não um Xcoração de carneX. um coração capa) de perceber as coisas espiritualmente boas" . de mau grado ouviram com os seus ouvidos. 0esp!rito de torpor4. e fecharam os seus olhos2 para não suceder que ve7am com os olhos.eles gostam da condição em que vivem. incapa)es de perceber o que estava acontecendo em seus pr#prios coraç%es" +sta verdade a respeito dos 7udeus pode ser dita de todos os homens naturais" +les -ão os mesmos em toda parte e em todos os tempos" +les são capa)es de perceber a manifestação do pecado nas vidas de outras pessoas e neles pr#prios. 0haviam cessado de preocupar3se4. e de nenhum modo entendereis2 vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis" . isto é. de acordo com seus coraç%es. apontando que os homens a quem . mas sem as suas conseq ências malignas" $s homens não -ão ignorantes do que est& acontecendo no mundo em matéria de violência. os homens estão anestesiados. mesmo embora eles digam que aceitam a doutrina do pecado original. entendam com o coração.or esta ra)ão. insens!veis ao que est& acontecendo a eles pr#rpios" . se convertam e se7am por mim curados" Não é errado di)er a respeito deles que 0*eus lhes deu esp5rito de entorpecimento.inJ. . eles não possu!am qualquer sensibilidade por coisas espirituais" / conseq ência é que eles acabaram se entregando ( sensualidade cometeram toda sorte de impure)a" 0Suando as pessoas continuam em pecado e apartam3se da vida de *eus. 9HQN??. p" LQP" +) MN"LN" +) MN"LN" Ft 9M"9P39Q" 9NQ Cm 99"H" /s palavras gregas usadas aqui são pneuqma Jatanuace_7. mas eles são insens!veis para perceber que isso é contra eles pr#prios" $ Xesp!rito de torporX est& patente aos olhos daqueles que conhecem e crêem no que *eus di) em -ua .alavra" -omente os homens naturais não percebem isto" $s /rminianos defendem a idéia de que os homens naturais não -ão moralmente insens!veis" /ssim. o que aconteceu na cru) não tem nada a ver com eles" +les não possuem qualquer espécie de sentimentos relacionados aos padr%es de *eus" +les não se preocupam em obedecer (s leis de *eus porque eles servem de lei para si mesmos" +les criam seu pr#prio estilo de vida" / insensibilidade deles est& ligada ( dure)a de seus pr#prios coraç%es" . eles se tornam ap&ticos e insens!veis a respeito de coisas morais e espirituais4 . di) a respeito deles: 9NP +f P"9<" $ verbo grego para 0tornaram3se insens!veis4 é a`phlghJoate7.Nem jorJ: Cobert Carter and Irothers. isto não causa nenhum impacto ou senso de culpa neles porque. olhos para não ver e ouvidos para não ouvir. ouçam com os ouvidos. isto é. isto é. até o dia de ho7e"4 165 +les ficaram entorpecidos. e não observa os seus mandamentos" +les perderam toda a sensibilidade pelas coisas do +sp!rito e não foram capa)es de perceber que a condenação de *eus estava sobre eles" *eles pode ser dito o que foi dito a respeito dos 7udeus: *e sorte que neles se cumpre a profecia de 6sa!as: $uvireis com os ouvidos. um coração sens!vel. de uma maneira muito forte. . um Xcoração de pedraX não anda nos estatutos de *eus.on the Epistle to the Ephesians. porque ela se encaixa na disposiç%es dos coraç%es deles" que -e alguém di) que Kesus Cristo morreu sobre a cru) pelos pecados deles.

or esta ra)ão. o quadro muda de figura" Nesse sentido. mas todos os homens ainda podem fa)er muitas coisas com eles" $ corpo e a alma foram seriamente afetados pela queda. corrupção das afeiç%es.6s PH"LL?.ai da gl#ria. o . mas o que a observação universal confirma"4166$ pior é que essas pessoas -ão consideradas XevangélicasX ou XortodoxasX" +las estão negligenciando a revelação divina dos pr#prios homens" +les gostam de ouvir as Xboas novasX de salvação. a menos que o +spirito -anto abra3lhes o pr#prio entendimento. leis de companheirismo. leis do relacionamento hori)ontal" Contudo. para saberdes qual é a esperança do seu chamamento.X/queles que negam a insensibilidade moral dos pecadores estão proclamando a sua pr#pria insensibilidade.inJ. p" 9N<" . ignor1ncia na mente. simplesmente pelo fato de que ele possui capacidade f!sica e intelectual" / queda trouxe dano sobre o corpo e a mente. devem de necessidade afetar radicalmente os motivos e a escolha" 6nsistir que a mente ou a vontade tem um poder de agir contrariamente ao motivo. portanto. isto o que . eles não podem entender o significado real da lei de *eus" $ entendimento das coisas do +sp!rito -anto est& além da capacidade e. é um absurdo manifesto. alheios ( vida de *eus por causa da ignor1ncia em que vivem.inJ.+f L"9?" -ão todos eles ignorantes em relação aos preceitos de *eusO Não" +les sabem que os cristãos estão certos na ética deles. qual a rique)a da gl#ria da sua herança nos santos"""X -egundo . nossos poderes intelectivo3espiritual foram profunda e mortalmente feridos" . nem do que espera por eles" +les estão Xmortos nos seus delitos e pecadosX . quando tratamos das leis verticais. a fim de que possam ser iluminados" . regenerado ou não. $s poderes morais da alma humana estão paralisados pela queda" +scuridão sobre o entendimento. eles não podem obedecê3los" +les não podem produ)ir obediência moral. das leis vinculadas ao relacionamento com *eus. mas não têm ouvidos para as not!cias terr!veis a respeito dos resultados da depravação humana" @odavia. mas não desapareceram" +las são capacidades sem as quais o homem não podem ser o que -ão. a negação deles não cancela o fato de que os homens são moralmente insens!veis" + esta insensibilidade é manifesta pelo fato de que os !mpios não têm pa) .+f P"9H?" Com seus entendimentos obscurecidos. e que a ética deles é bem melhor do que a do mundo" +les até admiram a conduta dos cristãos. de forma alguma" / verdadeira essência da moralidade é uma capacidade de ser influenciada pelas consideraç%es se7am corretas ou errRneas" 9NN . porque no caso não seria uma ato moral. iluminados os olhos dos (osso cora!&o. e que não estão preocupados com isso" +les nunca conheceram o que pa) significa" .aulo di) em +f 9"9=39H: X"""para que o *eus de nosso -enhor Kesus Cristo.porque *eus honra os -eus servos obedientes?.inJ. é capa) de cumprir. têm respeito pelos genu!nos cristãos . vos conceda o esp!rito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele. pela dure)a dos seus coraç%esX . porque eles repudiam não somente o que a +scritura sustenta. p" LMQ" . nem podem viver sem elas no mundo" +les possuem capacidade de obedecer as leis da vida natural. mas eles preferem o caminho que eles estão seguindo" +sta conduta é chamada insensibilidade moral" +* O Homem C Inca1a: de O6edi8ncia "ora( H& muitas leis que qualquer ser humana.aulo di) que os homens estão Xobscurecidos de entendimento. mas h& capacidades naturais que não desapareceram com ela" +las foram meramente danificadas. eles também -ão insens!veis (s coisas santas" +les não estão cRnscios de que são escravos de -atan&s.

que o primeiro e maior mandamento" +sta é a mais importante lei moral que est& afirmada na +scritura . também guardarão a vossa" @udo isto. é contr&rio ( sua nature)a pecaminosa" / falta de amor por *eus é uma inimi)ade contra +le" Não existe qualquer intervalo entre amor e #dio" /mamos ou odiamos" + a +scritura di) que a propensão por coisas da carne é inimi)ade contra *eus" . Criador e Cedentor. 167 mas certa ve) +le disse. ele é incapa) de amar a *eus" $ amor pelo -enhor. porquanto não conhecem aquele que me 9N= Ko 9Q"9H. deliberado.o de Deus -e isto parece um exagero. a menos que a Graça intervenha" *iversas ve)es Kesus disse que as pessoas $ odiavam. mas o do +sp!rito. pois não est& su7eito ã lei de *eus. h& a impossibilidade de haver amor" /mbas as coisas não podem coexistir" +ste #dio foi manifesto na re7eição dele: XFas os seus concidad&os O odia(am. nem mesmo pode estar .Ko 9Q"LQ?" Kesus não havia feito nada errado para receber esse #dio" / causa do #dio estava dentro do coração deles" $nde o #dio est&. vos farão por causa do meu nome. isto é.eus. com o pendor da carne. é necess&rio verificar esta verdade na +scritura e na pr#pria experiência humana" $ homem natural tem a capacidade de amor outras pessoas simplesmente porque elas são seres humanos" + uma espécie de senso de solidariedade humana ainda presente nas vidas dos homens. seria imposs!vel para as pessoas viverem 7untas" Fas. sua racionalidade.:c 9<"9P?" Kesus contou esta par&bola para ilustrar o #dio deles pelo grande Cei" +ra um #dio volunt&rio.orque o pendor da carne d& para a morte. que se evidenciava numa re7eição propositada" +les perderam a capacidade de amor /quele que tanto amou pecadoresV 6sto é incapacidade moralV L* O Homem C Inca1a: de Amar AOue(es Oue s. porém. di)endo: Não queremos que este reino sobre n#sX .Ft LL"MP3P>?" Fesmo embora ele se7a capa) de mostrar afeição e amor por outros seres humanos. mas incapa)es de amar aquele ser humano porque ele é um cristão" +le pode até possuir admiração pelas qualidades do cristão. se você quer ver a veracidade deste ponto.Cm H"N3=?" +ssas pessoas. como 7& foi dito. responsabilidade e uma constituição moral" Fas ele perdeu completamente o grande principio da santidade e da retidão moral" +le perdeu sua 7ustiça original. não possuem a habilidade para amar a *eus e ( -ua . com profunda triste)a de alma: X+les odiaram3me sem motivoX . mas ele o odeia" $nde est& a prova dissoO Kesus disse3nos o que iria acontecer" +is suas palavras em Ko 9Q"L>3L9: :embrai3vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior do que seu senhor" -e me perseguiram a mim.erdendo a capacidade de obedecer moralmente. porque sem ela. para a vida e pa)" For isso o pendor da carne é inimi=ade contra . LP" . e enviaram ap#s ele uma embaixada. o homem perdeu uma outra capacidade important!ssima: +le tornou3se incapa) de amar a *eus sobre todas as coisas. coloque um cristão genu!no no meio de homens naturais" +stes são capa)es de amar um ser humano.alavra. que o capacitaria a obedecer moralmente" N* O Homem C Inca1a: de Amar a Deus . também perseguirão a v#s outros2 se guardaram a minha palavra.$ homem reteve todas as coisas necess&rias a fim de continua sendo um ser humano.

a mesma ra)ão com a capacidade de cognição intelectual. e o mundo não nos conhece Xporque não conheceu a +le mesmoX"169 Suando o homem natural. por que me perseguesOX . 7ust!ssimo interpretar este verbo 0conhecer4 hebraisticamente. nem olhos para ver. que te disseram2 em tudo falaram eles bem" Suem dera que eles tivessem tal coração que me 9NH 'e7a também Ft Q"9939L2 9>"LL2 LP"<2 Fc 9M"9M2 :c L9"9L. 9<2 9="9P2 9 Ko M"9M" 9N< 9 Ko M"9 T . porque esta espécie de amor implica numa preciosa capacidade moral" + isto o homem natural não tem mais" -e é dif!cil entender este ensino de Kesus Cristo. o -enhor as vossas palavras. e disse3lhes: @endes visto tudo quanto o -enhor fe) na terra do +gito. colocando3os na prisãoO . que odiaram Cristo. que não tem o amor pelo -enhor.elo simples e glorioso fato de que somos chamados filhos de *eus. 9=2 Ko 9Q"9H.or que eles perseguiram +stevão até a morteO $ #dio que eles tiveram para com aqueles que eram filhos de *eus foi. nem ouvidos para ouvir.*t L<"L3P?" +ssas pessoas possu!am todas as suas faculdades sensoriais. até aquela época . um #dio contra *eus" . mas eles vivem em dois mundos diferentes" . mas eles não tinham tido. averig e3o na experiência" +la provar& a veracidade das palavras de Kesus Cristo" M* O Homem 8 Inca1a: de Perce6er e Ha:er as Coisas #antas $ homem natural é tão corrupto que ele é incapa) de ter percepç%es santas" +le est& totalmente paralisado de tal forma que ele não é capa) de perceber e apresentar atos espiritualmente bons" 'e7a o que Foisés disse dos filhos de 6srael: XChamou Foisés a todo o 6srael. poss!vel para o cristão ter amor pelo homem natural. em 5ltima instancia. perante v#s./t <"P?" -e um homem natural não tem qualquer amor pelos cristãos. uma consciência moral. de preocupação especial. mas o contr&rio nunca acontece. as faculdades da percepção.or que os fariseus. é porque eles odeiam ao -alvador deles" . e a toda a sua terra2 as grandes provas que os vossos olhos viram. mas eles perderam a capacidade de us&3los devidamente" No mesmo livro de *euteronRmio Foisés disse: $uvindo.edro e Koão. ele também os odeia por causa das predileç%es que estes 5ltimos têm" $s dese7os dos cristãos não se encaixam nos dese7os do homem natural" +les podem viver 7untos debaixo do mesmo teto. -aulo. perseguiram . eles tinham auto3determinação. significando uma relação de intimidade. e assim por diante. a 8ara#. e a todos os seus servos. pois. o mundo Xnão nos conheceX. o -enhor me disse: +u ouvi as palavras deste povo. uma relação de amor" . até o dia de ho7eX .or essa ra)ão Kesus disse ao perseguidor dos cristãos: X-aulo.e até ho7e?. imposs!vel para o homem natural amar aqueles que pertencem /quele a quem odeiam" .enviou"9NH . os sinais e grandes maravilhas: porém o -enhor não vos deu coração para entender. quando me fal&veis a mim. est& envolvido com os cristãos. o poder para perceber as coisas espirituais que *eus havia reali)ado no meio deles" +les possu!am tudo que é requerido dos homens para serem seres respons&veis" / Sueda não retirou deles qualquer coisa que era essencial para a humanidade deles" $s seres humanos eram ainda agentes morais.

sim. e. mas esses sentidos não foram 5teis para assuntos espirituais" +les perderam o poder espiritual de us&3 los" +les se tornaram totalmente corruptos que perderam a capacidade de ver. conferindo cousas espirituais com espirituais4" Sual era o prop#sito de *eus ao enviar o -eu +sp!rito aos cristãosO 8oi para que eles pudessem ser livres do cativeiro da ignor1ncia. a vontade do homem é incapa) de agir corretamente em cooperação com a graça de *eus.or que as coisas espirituais -ão loucura para eleO Novamente a +scritura responde: Xporque ele não pode entendê3las"X 3 .or que as coisas do +sp!rito estão além do entendimento do homem naturalO +le não possui inteligênciaO +le não possui poder . para fa)er todas as coisas. e eles 7actaram3se de ser filhos de /braão e. porque eles estavam ouvindo perfeitamente o que Kesus lhes estava di)endo. o homem não é capa) de entender a linguagem espiritual. porque lhe -ão loucura2 e não pode entendê3las porque elas se discernem espiritualmente"X / ra)ão pela qual o homem natural não pode entender as coisas do +sp!rito é dada pela +scritura: Xporque -ão loucura para eleX" $ homem natural as re7eita porque lhe parecem absurdas" +las -ão contr&rias & sua nature)a corrupta" . n#s . XCeplicou3lhes Kesus: -e *eus fosse de fato vosso pai.Q"LH3L<?" +les possu!am tudo que deveriam possuir para serem seres humanos. e não tem capacidade de entender o que *eus di)" Kesus estava falando a lideres religiosos de -eu tempo a respeito do . gui&3la. que lhe é inteiramente estranha" Como um homem natural. não em palavras ensinadas pela sabedoria humana.Ko M"M3Q?" $ mesmo aconteceu & mulher samaritana . mas ele me enviou" Sual é a ra)ão por que não compreendeis a minha linguagemO + porque sois incapa)es de ouvir a minha palavraX . até que o coração do homem se7a renovado pelo +sp!rito -anto" Fesmo ap#s a regeneração. filhos de *eus" Fas Kesus retorquiu com palavras bastante fortes que eles eram filhos do diabo" +ntão. o homem natural não aceita as cousas do +sp!rito de *eus.ai Celestial. para que conheçamos o que por *eus nos foi dado gratuitamente" *isto também falamos. para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempreVX .Ko 9Q"Q?" .aulo reconhece que a capacidade de entender as coisas espiritualmente santas vem do +sp!rito -anto" +le di): 9 Co L"9L39M T 0$ra.temessem. esta incapacidade espiritual que impede os homens de entenderem as verdades espirituais" -omente através do +sp!rito -anto podem eles entender as bênçãos de *eus" 9 Co L"9P est& em oposição aos versos 9L39M" X$ra. mas a respeito da incapacidade auditiva espiritual" +les não mais possu!am o poder para entender coisas espirituais" / incapacidade moral era evidente em sua incapacidade espiritualV Fas h& alguma coisa além desta incapacidade moral no homem natural" Fesmo debaixo da influência divina.Ko P?" $ entendimento do ser humano est& cegado. porque Kesus Cristo disse categoricamente: X-em mim nada podeis fa)erX .os cristãos? não temos recebido o esp!rito do mundo. a vontade do homem é dependente da graça de *eus para energi)&3la.Ko H"PL3 PM?" + #bvio que Kesus não est& falando a respeito da incapacidade auditiva f!sica. certamente me haver!eis de amar2 porque eu vim de *eus e aqui estou2 pois não vim de moto pr#prio. ouvir e de entender assuntos espirituais" Como um resultado da queda. Nicodemos não foi capa) de entender a conversa de Kesus a respeito do novo nascimento . e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos. o +sp!rito que vem de *eus. portanto. mas ensinadas pelo +sp!rito.

em Ko N"NP3NQ?. e ele tem que ser liberto dela por uma obra sobrenatural" /té que esta obra aconteça em sua vida. então. eles desgostaram do ensino de Kesus a respeito da incapacidade natural do homem" /p#s a repetição da idéia da incapacidade do homem de vir a +le . ele nunca ver& qualquer bele)a em Cristo ou em -eus santos preceitos" $ homem natural tem olhos para ver. segundo a teologia libert&ria. a capacidade para coisas como essas" +ssas -ão capacidades puramente espirituais.Ko N"PP?" $ homem é um escravo de sua pr#pria nature)a. espantoso que alguns cristãos ainda digam que o homem se7a capa) de responder ao chamando de *eus no evangelho sem primeiro ser renovado pelo +sp!rito -antoV S* O Homem C Inca1a: de 5ir a Cristo +m pregação ouvimos freq entemente que os pecadores não -ão somente convidados a vir a Cristo.or que ele não é capa) de ver. o homem é totalmente incapa) de vir a +le" 'e7a o -eu ensino a respeito deste terr!vel assunto: XNinguém pode vir a Fim se o . porque . Xmuitos dos seus disc!pulos o abandonaram e 7& não andavam com eleX . mas não vê2 tem ouvidos para ouvir. a vontade humana é capa) de di)er XsimX & chamada do evangelho" Como vimos antes. 170isto é.N"NN?" 6sto é o que 9=> Ko N"PQ2 9 Co L"9M2 +f 9"9H" Fc P"9939L" Ko H"ML. mas seus poderes de visão se foram dele" /gora ele anda nas trevas em meio a lu) do -ol da Kustiça que brilha sobre ele" $ verdadeiro sentido do evangelho é escondido dele. tem uma opinião totalmente diferente da condição do homem" -egundo +le.aulo di): XFas. MN" . até que seu coração se7a iluminado por *eus. os homens naturais -ão incapa)es de entendê3 lasO Novamente a +scritura responde: Xporque elas se discernem espiritualmenteX" -omente o homem espiritual é capa) de entender as coisas espiritualmente boas . mas que eles têm a capacidade de vir" Conforme a antropologia /rminiana. o -alvador.intelectual para entendê3lasO . é para os que se perdem é que est& encoberto. ou o leopardo as suas manchasO +ntão poder!eis fa)er o bem. MP. ele continuar& a ser um escravo do pecado" +le não pode vir a Kesus" Kesus deixou isto absolutamente claro. ouvir e entenderO Não tem ele o poder. a vontade do homem não é tão afetada pelo pecado que chegue a ser surda (s verdades espirituais ou que se7a totalmente corrupta" / pregação da maioria dos pregadores arminianos assevera que a palavra final em matéria de salvação pertence ao uso correto que o homem fa) da sua vontade" Fas Kesus. mas não ouve2 tem um coração para entender. como uma reação natural de sua m& formação teol#gica. mas ele não entende" +le e3 semelhante aos !dolos mencionados no -almo 99Q"Q3=" . o qual é a imagem de *eus"X . estando acostumados a fa)er o malOX . se o nosso evangelho ainda est& encoberto.Kr 9M"LM?" / lu) moral brilha ao redor do homem natural. para que lhes não resplandeça a lu) do evangelho da gl#ria de Cristo.L Co P"M3P?" +sta é uma incapacidade natural" .v" 9Q?" /té que o que homem se7a ensinado por *eus. nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos. e somente os homens espirituais as têm" / pior coisa é que o homem não tem a capacidade de reverter a sua pr#pria situação" Nenhum poder humano é capa) de efetuar qualquer alteração nas percepç%es morais do homem natural" Keremias di): X.rovavelmente. mas este ensino causou problemas na mente de v&rios de seus disc!pulos" .ai que me enviou não o trouxer2 e eu o ressuscitarei no 5ltimo diaX .or que.ode acaso o et!ope mudar a sua pele.

v L9"9>" . é importante observar que h& uma combinação perfeita das obras de *eus na economia da salvação" / obra de salvação est& totalmente presa ao desempenho da @rindade -anta" $ 8ilho disse: XNinguém vem ao .Ko 9P"N?.ai que me enviou não o trouxerX .os /rminianos fa)em" Suando a verdade a respeito a incapacidade do homem é ensinada. manifestando sua depravação e incapacidade espiritual" .Ko N"PP?" + o +sp!rito -anto aplica estas coisas a n#s pessoalmente" $h. é imposs!vel entender a assim chamada Xtão grande salvaçãoX a menos que se entenda a doutrina da Xtão grande perdiçãoX" $ entendimento correto da soteriologia é dependente do entendimento correto da hamartiologia" -e alguém mal entende a 5ltima. o homem ser& sempre corrupto. que obra graciosa e gloriosa é apresentada em favor de homens ca!dos e impotentesV +ste é o 5nico modo de vencer a impotência humana 3 a obra do gracioso @ri5no *eusV 8ora de sua obra.or esta ra)ão.or que o homem natural é incapa) de vir a CristoO .ai senão por FimX . e também disse XNinguém pode vir a mim se o . certamente mal entender& a primeira" 9=9 . eles procuram uma congregação diferente onde podem partilhar sua pr#pria teologia libert&ria" +les abandonam o lugar onde a verdade sobre o homem é ensinada" +sta é uma reação natural ( verdade de *eus" . como ele pode ter dese7os de CristoO Como ele pode vir a Kesus sem possuir uma nature)a disposta para issoO *e qualquer forma. na fé Ceformada a concepção de salvação est& ligada intimamente ( doutrina do pecado do homem" Como foi dito antes. porque Xa alma do perverso dese7a o malX"171-e isto é assim.orque ele não tine inclinação por Kesus e por -uas verdades" $ ensino de Cristo lhe causa repugn1ncia.

A DOUTRINA DO PACTOA .PARTE I5 A CONDI !O DO HO"E" NO PLANO REDENTOR DE DEU# .

mesmo depois da queda. revelando uma preocupação eterna de salvação preparada por *eus. ou como se *eus tivesse sido pego de surpresa pelo . com as quais havia sido dotado originalmente por *eus" +mbora *eus não tenha retirado as exige na as do pacto das obras. de 5ltima hora. *eus.C/.acto +terno4" %* Este Pacto 3oi 3eito na Eternidade +ste pacto não foi elaborado ap#s a queda do homem. o homem tornou3se incapa) de obedecê3las e. 7ustiça e soberania" Fostrou santidade porque +le não suporta o pecado2 mostrou 7ustiça porque não pode deixar de punir o pecado em virtude de sua santidade2 mostrou soberania porque fe) do modo que fe) e atingiu aqueles a quem determinou atingir com sua bondade" O PACTO DA GRA A CONCEBIDO NA ETERNIDADE +ste pacto gracioso preparado por *eus na eternidade recebe outros nomes da teologia reformada" +le é conhecido como 0 ]. o ser humano pecador ficaria irremediavelmente perdido" Contudo. não haveria qualquer esperança para o violador do pacto das obras" Na manifestação desses atributos da sua bondade. perdendo todas as cousas espiritualmente boas.acto da Cedenção4. graça e miseric#rdia. começando no Gênesis e tendo seus 5ltimos ecos no livro do /pocalipse" A Necessidade do Esta6e(ecimento do Pacto da Gra-a *epois que o homem violou o pacto das obras. começou a revelar na hist#ria dos homens os seus planos eternos de redenção do pecador. como 0Conselho da . que na teologia Ceformada costumamos chamar de . ele ficou e 0sem *eus e sem esperança no mundo4 . como se7am: conhecimento verdadeiro de *eus. se não houvesse uma providência do /lto. ele revelou ao mesmo tempo a sua santidade. pois de uma certa maneira. salvação essa que +le tornou conhecida ( medida que +le a revelava gradativamente em gestos amorosos para com o pecador" -e *eus não houvesse externali)ado a sua bondade cheia de amor.acto da Graça" $ estabelecimento desse pacto era uma necessidade absoluta por causa da condição de impotência e miséria do pecador" @odas as providências hist#ricas para a redenção do pecador foram tomadas no tempo devido. na -ua bondade infinita e segundo as rique)as insond&veis da -ua sabedoria. retidão e 7ustiça" +ssas coisas 7& não mais fa)em parte da sua vida" +le tornou3se cativo de suas pr#prias paix%es e pra)eres.6@B:$ ['6 O HO"E" NO PACTO DA GRA A / *outrina do pacto da graça é uma das mais preciosas que podemos extrair das -antas +scrituras. ou como 0. como que para resolver um problema (s carreiras.+f L"9L?" $ homem perdeu as suas capacidades originais.acto da Graça" +sta doutrina é tão importante que permeia toda a +scritura.a)4. todas as outras doutrinas da soteriologia estão intimamente relacionadas com a do .

sim.ai" 'e7amos a an&lise de alguns textos: 6s PH"9N39= 3 XChegai3vos a mim. e para reali)ar a vontade de -eu . 7ulgo" $ meu 7u!)o é 7usto por%ue n&o procuro a minha pr"pria (ontade.ai são as partes contratantes mais expoentes" $ pr#prio Kesus Cristo falou que o . pois 6s PH"9N39= d& a entender que o +spirito -anto também é enviado do . contudo.ai.eus me en(iou a mim e o seu Esp5rito# /ssim di) o -enhor. fe) um pacto com Cristo de salvar alguns membros da raça ca!da em /dão" $ pr#prio *eus. estamos falando da vontade do . que te ensina o que é 5til.or isso que é dito que ro -enhor *eus me enviou a mim e o seu +sp!rito"X $ 8ilho e o +sp!rito são enviados ao mundo para cumprir um prop#sito redentor da *ivindade" $ texto di) que essas pessoas são enviadas. o resgate e o -alvador dos benefici&rios hist#ricos do pacto" $ .ai e o 8ilho tomam a decisão comum de salvar criaturas ca!das" $ . o -anto de 6srael: +u sou o -enhor. a v!tima expiat#ria. que conhece e determina todas as coisas. é mais comum dos textos a idéia de um pacto onde o 8ilho e o . embora as nossas traduç%es não deixem a idéia clara" 'e7a o texto de :c LL"L< X/ssim como meu . como fi)eram outros escritores do '@" $ 'erbo é eterno" Num tempo quando ainda não havia tempo.pecado de nossos primeiros pais" *eus. o teu *eus. e n#s somos parte desse reino. o que indica um acordo prévio entre elas" Ko Q"M> T 0+u nada posso fa)er de mim mesmo2 na forma porque ouço. a +scritura o chama de Xpacto eternoX . uma obra em favor dos homens.Hb 9M"L>?" / eternidade desse pacto se evidencia nas providências salvadoras tomadas por *eus antes da criação do mundo .ai e da disposição do 8ilho em reali)ar todas as cousas propostas por *eus para a salvação do pecador" Não deve ser esquecido que a @rindade toda participa deste pacto.ai entrou em pacto com ele. a idéia é diferente" / palavra tradu)ida como Xconfiou e o verbo que significa Xentrar num pactoX" $ verbo grego é diatiaqemai de onde vem a palavra XpactoX T diaqhaJh" *eus pactuou com Cristo para lhe dar um reino. elaborou esse plano de redenção antes da fundação do mundo.ai" 'oluntariamente +le submeteu3se ( vontade d/quele a quem +le sempre foi submisso como 8ilho" Fas essa submissão indica que +les tiveram um acordo . na pessoa de -eu 8ilho. claro deste verso que Kesus veio ao mundo a mandado de -eu .e 9"9<3L>2 /p 9M"H2 9="H?" +* Este Pacto 3oi 3eito entre o Pai e o Hi(0o Suando falamos desse pacto entre o . ante a incapacidade do homem de expiar os seus pr#prios pecados. mas eleitos" / +scritura mostra de maneira inequ!voca que o 8ilho veio ao mundo para reali)ar uma tarefa que o . reali)ando a vontade de -eu . em conselho eterno" .ai lhe havia entregue. 7untamente com o 8ilho" Contudo. parte da herança que *eus deu a Cristo" *eus. eu vo3lo confio"X No grego.ai seria o representante da @rindade e o 8ilho o representante dos ca!dos. portanto. =3992 M"H3992 L @m 9"<2 9 . a @rindade entabulou um acordo" *esse acordo surgiu a decisão de enviar o 8ilho para a Cedenção do pecador e o +sp!rito para aplic&3la" .ai e o 8ilho.or essa ra)ão.ai me confiou um reino. e. e te guia pelo caminho em que deves andar"X +stas palavras são como que colocadas nos l&bios de Cristo.ai para reali)ar a -ua vontade neste mundo. ouvi isto: Não falei em segredo desde o princ!pio2 desde o tempo em que isto vem acontecendo tenho estado l&" 2gora o Senhor . compromete3se a reali)ar e tornar efica) esse pacto" $ 8ilho seria o Fediador. o teu Cedentor. a da%uele %ue me en(iou#4 .+f 9"P.

N. tenha a vida eterna2 e eu o ressuscitarei no 5ltimo dia"4 +stes três versos recebem a mesma tRnica dos dois anteriores. esse tem prescrito o %ue di=er e o %ue anunciar"4 N* Este Pacto te'e Cristo como Hiador e Ca6e-a a) *ri to *omo Fiador do Pacto Hb ="LL T 0. antes dele vir ao mundo. eu o ressuscitarei no 5ltimo dia" *e fato.ai me ama. que foi produto de um acordo prévio entre ambos. descansam sobre o decreto" Naturalmente. sim.IaJer: 9<HN?. como veremos adiante" K$ N"MH3P> T 0.or isso mesmo Kesus se tem tornado aliança"4 $iador de superior $ 8iador é aquele que se torna respons&vel pelas obrigaç%es legais de outro" Na teologia Ceformada houve uma distinção sobre se o papel de Cristo como fiador era condicional ou incondicional" +ntão. p" 99P.orque eu desci do céu n&o para $a=er a minha pr"pria (ontade3 e.ai como produto de um pacto.H.garantidor? +sta palavra revela o car&ter incondicional" /qui o 9=L IerJhof. permanece respons&vel por seu pecado ou débito até que o $ideiussio tenha sido aplicado a ele no tempoX" Expromissor 3 . de fato.or isso o . onde Cristo revela claramente a sua decisão de obedecer ao seu .9H. os crentes do '@ não go)aram do perdão dos pecados4" 173+m geral os Ceformados reconhecem aqui o problema relacionado X( nature)a eterna do pacto da redenção e o car&ter temporal da satisfação de Cristo. p" ML>" Cichard /" Fuller. duas palavras latinas foram usadas para estabelecer essa distinção: ideiussior 3 . no seio da *ivindade" +stas mesmas idéias podem ser encontradas em Ko H"L<2 9=" M. a (ontade da%uele %ue me en(iou# + a vontade daquele que me enviou é esta: Sue nenhum eu perca de todos os que me deu2 pelo contr&rio.ai um n5mero definido de pessoas pelas quais ele veio morrer" + o mandato do . sempre que este não cumpra satisfatoriamente por sua pr#pria conta" $ peso da culpa permanece na parte culpada até ao tempo do pagamento" 172 /lguns reformados ob7etam ao uso do conceito de $ideiussior por causa do dilema dos conceitos de eternidade e tempo" -e no conselho da pa) XCristo se converteu no $ideiussior.garantia? é eternamente efetiva em sua incepção tanto quanto se entende que os méritos da obra de Cristo e.garantidor? +sta palavra revela o car&ter condicional" Nela o fiador se compromete a pagar por outro. eu espontaneamente a dou" @enho autoridade para a entregar e também para reavê3la" Este mandato eu rece'i de meu Fai> Ko 9L"P< T 0. .L92 Hb 9>"=39>" Ko 9>"9=39H 3 r.ai. 99Q" .ai é que todo homem que vir o 8ilho e nele crer.orque eu não tenho falado por mim mesmo.ai. o pecador ou o devedor. a vontade de meu . a obra de satisfação em si mesma. porque eu dou a minha vida para a reassumir" Ninguém a tira de mim2 pelo contr&rio. que o havia enviado ao mundo" / idéia de obedecer aqui deixa clara a idéia de um acordo anterior" Note que. p" M9<" 9=M IerJhof.antes de haver hist#ria" Cristo foi enviado pelo .P.ictionar. ele havia recebido do .ai era para que +le não perdesse nenhum deles" Cristo veio para cumprir essa vontade de seu . mas também argumentam que o $ideiussio .o$ Latin and Gree6 Theological Terms. . segundo a 7urisprudência romana. mas o Fai %ue me en(iou.

se tornasse semelhante aos irmãos. pois. mas sem pecado" Gl P"P"Q 3 X'indo. conseguir vida eterna para todos aqueles em favor de quem obedeceu ativa e passivamente" M* Este Pacto 1ossu. destru!sse aquele que tem o poder da morte. o segundo /dão.8iador se compromete a pagar incondicionalmente por outro. em todas as cousas. pagar o débito dos pecadores" No pacto da graça elaborado na eternidade o 8ilho se comprometeu a pagar pelos pecados de -eu povo. ele o fe) pecado por n#s2 para que.ai lhe haveria de entregar" +le tinha que sofrer o castigo necess&rio para satisfa)er as exigências da lei em lugar deles" Cristo é o 8iador incondicional. para que.L>?" @omando sobre -i as responsabilidades legais do -eu povo. livrando dessa forma a parte culpada de sua responsabilidade uma ve) por todas" 174+ste termo latino é usado na linguagem dos te#logos federalistas também como sinRnimo de sponsio que di)ia respeito a uma promessa solene entre o . mediante a Graça.ai. para que a redenção dos filhos de *eus pudesse ser concreti)ada" . porque ele prometeu fa)er exatamente aquilo que /dão não faria no que chamamos 0pacto das obras4" / vida eterna viria ao pecador somente através da obediência" /dão não obedeceu" . nascendo de uma mulher.ai. nele. Cristo. igualmente. e para fa)er propiciação pelos pecados do povo"X 9=P IerJhof. eles não mais estão obrigados a fa)er" / obra 7& est& pronta. a saber. ele não possuiu vida eterna e privou seus descendentes dela" . são tornados participantes dos frutos da obra redentora de Kesus Cristo" L* Este Pacto 3oi de O6ras Para Cristo $ pacto foi chamado de graça para os pecadores em favor de quem Kesus morreu. p" LHN3H=" . no pacto da redenção.N.9<. nascido sob a lei. p" M9<" Fuller. o diabo"" . nascido de mulher. por sua morte.<. para resgatar os que estavam sob a lei.Ko 9="L. participou. Cristo constituiu3se no representante deles .a ReOuisitos e Promessas a) Re0ui ito / +scritura apresenta o . que os filhos têm participação comum de carne e sangue.or essa ra)ão.ortanto. e os crente. a fim de que recebêssemos a adoção de filhos"X Hb L"9P"9= 3 X'isto. foi tratado como pecador em nosso lugar" /quilo que Cristo fe) como 8iador e Cabeça do -eu povo. fRssemos feitos 7ustiça de *eus" /o tomar o lugar dos pecadores. a recompensa est& ganha para os do -eu povo. veio ao mundo para cumprir um pacto feito anteriormente com seu .ai exigiu que -eu 8ilho se humilhasse. fa)endo exigências ao 8ilho. feito na eternidade. na economia da salvação. *eus enviou o seu 8ilho.a? *eus o . onde este 5ltimo promete ao primeiro. mas foi de obras para Cristo.ai e o 8ilho. para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas cousas referentes a *eus. a plenitude dos tempo. de obedecendo plenamente. porém.or isso mesmo convinha que. tomando a nature)a humana e suas fraque)as. destes também ele. aqueles que o . visto que os homens não possuem condição alguma de cumprir qualquer pacto com *eus" b) *ri to como Cabeça do Pacto L Co Q"L93 /quele que não conheceu pecado.H.

Ft Q"9=.9Q. cf /t L"LQ3LH? e sobre o diabo .-i LL"L=2 =L"9=2 /p ="<39>2 Ft H"99?" .Gl M"9M?.Hb L"9L39P.acto da Cedenção" .H.or causa da cru). e a sentença de morte seria posta em vigor" / cru) de Kesus é a vit#ria sobre o pecado. como recompensa por -ua obra perfeita.acto da redenção foi estabelecido na eternidade.ai. como recompensa por -ua obra cumprida" +ssa semente é de uma multidão numerosa que ninguém pode contar" 'irão pessoas de todas as terras. castigo esse por causa e em favor daqueles que o . aqueles que o .Q. cumprindo3a.Ko H.d? $ .c? $ 8ilho encarnado.N. tempos depois.9>. as ovelhas de *eus.6s P<"H2 N9"9? e o tornaria vitorioso sobre a morte .Hb P"9Q 3 X.:c 9"MQ2 Hb 9>"Q?" . os condenados saem livres .Q2 :c LP"PP?" . a redenção completa" .9L?" .ai deveria dar ao 8ilho um corpo para começar a executar a sua obra redentiva . prometeu ao 8ilho tudo o que +le necessitava para executar o . povos.b? Não somente o 8ilho teria que tomar a nature)a humana.a? $ . 9Q39H2 Ko 9="L.<. para que pudesse provar a morte.Ft LH"9H2 +f 9"L>3LL2 8p L"<3992 Hb L"<2 K$ 9="Q?" S* Este Pacto 3oi 3eito em 3a'or do Pecador E(eito +ste pacto tem como ob7etivo a salvação dos ca!dos que foram entregues ao 8ilho" Não havendo redenção. assim.Hb L"9P?" .9N.99. mas tão logo houve queda. isto porque o homem pecador seria incapa) de fa)ê3lo . todos os homens. deveria cumprir toda a lei.or v&rias ve)es *eus anuncia seu pacto no decorrer da hist#ria" *eus sempre tomou a iniciativa do pacto e convidou o homem a entrar nesse pacto com +le" . sem exceção.orque não temos sumo3sacerdote que não possa compadecer3se de nossas fraque)as.c? $ .d? $ 8ilho encarnado deveria ser obediente até o fim . mas também teria que sofrer a pena do castigo. -ua 6gre7a .Q99N"H39>.M.b? $ . foi sabida ser nascida numa relação pactual entre *eus e o homem. antes foi ele tentado em todas as cousas. mas sem pecado"X +ra absolutamente essencial que Kesus se tornasse um dos membros da raça humana. a vida eterna . *eus 7& começou a anunciar redenção que. o +sp!rito -anto que iria dar proteção ao corpo de Cristo.e? $ . a escravidão haveria de continuar. eles seriam mortos por ela" b) Prome a /s promessas são equivalentes aos requisitos" *eus. um an5ncio hist#rico do que havia sido celebrado na eternidade entre o .ai lhe havia entregue.N.ai daria ao 8ilho uma semente numerosa.ai tinha entregue a Cristo .L=.ai daria ao 8ilho todo o amparo necess&rio para a reali)ação da obra da redenção . não teriam vida eterna" /o contr&rio. porque Cristo levou pessoalmente a maldição deles sobre -i" $ sangue de Kesus foi derramado para limpar os pecados dos filhos de *eus. l!nguas e naç%es . ( nossa semelhança.9>2 Ko 9>"99"9P.LH. por causa dos pecados daqueles por quem iria morrer" . L<2 Ft LN"M<2 Q9 P>"H2 8p L"N3H?" -e Kesus não houvesse obedecido a lei.6s QM"P.9H2 Gl P"P.ai daria ao 8ilho.Ko 9P"LN2 9Q"LN2 9N"9M39P2 /t L"MM?" . garantindo3lhes.LH?" O PACTO DA GRA A REALI4ADO NA HI#T_RIA $ .ai daria ao 8ilho toda a autoridade e poder nos céus e na terra para o governo do mundo e de -ua igre7a .9 Co N"L>?" @odos os substitu!dos por Kesus deixam de ser pessoalmente malditos de *eus .ai e o 8ilho" . o .

*avi. The Econom. onde *eus resgata e tra) o homem novamente em miseric#rdia e graça" +sta promessa graciosa de *eus é incondicional" *eus simplesmente imp%e todas as condiç%es para o cumprimento dessa promessa" @oda a hist#ria da redenção est& amarrada a esta promessa e todos os eventos redentivos mostram como *eus interveio sobrenatural e soberanamente na vida dos homens" /li&s.ai e o 8ilho. mas produto da imposição divina sobre as criaturas ca!das" / palavra hebraica para 0inimi)ade4. portanto. mas decreta a existência dela. mas +le dignou3se anunciar a redenção tão logo houve queda" $ an5ncio da redenção deu3se no que chamamos de proto-e(angelho. *eus entra em acordo com o pecador eleito em Cristo Kesus" *efinição: 0$ pacto da graça é um acordo entre *eus e o pecador eleito2 de sua parte. Kac#. não a animais" . a inimi)ade entre seres morais que são livres agentes" *eus não instiga ou simplesmente promova a inimi)ade. *eus declara sua livre boa3vontade a respeito da salvação eterna. *eus anuncia a vit#ria da semente da mulher sobre a semente da serpente" + uma promessa divina que é imposta soberanamente. portanto.o$ the )o(enants 'etween God and 8an. fa)endo com que os laços entre as duas sementes se7am quebrados" /p#s a imposição da penalidade sobre a serpente e a mulher." est& presente em Gn M"9Q.ara!so" / base para o estabelecimento do pacto é o an5ncio soberano de *eus que resolve intervir no assunto da miséria humana" + +le resolve fa)er isso de uma maneira graciosa e misericordiosa" +sta promessa de Gn M"9Q é uma promessa incondicional envolvendo a vit#ria da -emente da mulher sobre a semente P"a serpente" + uma promessa que enfoca a constante lute entre as duas sementes. vol" 9.036P<A T gebhah? s# é aplic&vel a seres racionais. e na revelação hist#rica dele.den.Gn M"9Q?" +ste não é um simples an5ncio de inimi)ade entre a serpente e a mulher. *eus quase que sempre interviu incondicionalmente em matéria pactual" 8oi assim que +le fe) com Noé. mas o fundamento do pacto da graça est& na soberania de *eus que anuncia a redenção logo imediatamente ap#s a queda" +* A Inter'en-. o homem mostra sua boa3vontade através de uma fé sincera"4 Herman Zitsius.o Graciosa de Deus +st& no an5ncio da redenção prometido logo ap#s a queda do . mas que afirma categoricamente a vit#ria da 'ida sobre a morte" *eus. em Gn M"9Q" -e *eus fosse apenas agir com 7ustiça. conforme registro de Gn M"9Q" /li o Cedentor é anunciado de maneira inequ!voca" $ primeiro /dão não fe) o que deveria fa)er e lançou o homem na miséria" $ segundo /dão agora é prometido. /braão. 9NP" .%* A Base 1ara a Inter'en-. em graça anuncia a salvação incondicional daqueles que estão sob a proteção da semente da mulher" / promessa graciosa. o Fediador2 por sua ve). e +le é anunciado para revelar o plano que *eus possu!a de glorificar3-e a -i mesmo na redenção dos pecadores" +stas palavras de Gênesis são o evangelho como revelado no . +le haveria de deixar o homem no estado de miséria e perdição. mas a apresentação pactual da graça vem posteriormente.o Di'ina C #o6erana e Incondiciona( *eus di): X+u porei inimi)ade entre ti e a mulher. que livremente são dadas aos que estão no pacto através de Cristo. e todas as cousas relativas a ela. etc" A# PARTE# CONTRATANTE# No aspecto eterno do pacto da graça o pacto é entre o . entre a tua descendência e o seu descendente" +ste te ferir& a cabeça e tu lhe ferir&s o calcanharX.

e com os seus descendentes .o de Comun0. pois não são agentes racionais. preservando a terra. 9=?" Ti1o J Um Pacto Incondiciona(D contendo uma promessa incondicional di)endo que a terra e os elementos vivos nunca mais haveriam de ser destru!dos por cat&strofe da nature)a .Gn N"<?. 9Q.o de 5ida A# 5$RIA# DI#PEN#A TE# DO PACTO DA GRA A %* PACTO DE DEU# CO" NO@ @extos para estudo 3 Gn N"9=3LL2 H"L>3LL2 <"93=2 <"H39= .Gn <"9>. Noé.Gn <"<? envolvendo todos os seres vivos sobre a terra. 9N. todos os seres debaixo da 7urisdição do homem . *eus decidiu so)inho cumprir todas as obrigaç%es que impRs sobre -i pr#prio. isto é.artes Contratantes 3 *eus fe) este pacto com um homem X7ustoX . 9L.Gn <"<39>?" +ste pacto contém um compromisso divino claro de executar suas promessas. e estes 5ltimos não possuem qualquer condição de obediência ou obrigação para com *eus. tanto homens como animais.A# PRO"E##A# DO PACTO A# CARACTERÍ#TICA# DO PACTO @ um Pacto Gracioso Com Ori)em TrinitZria Tem ConseOX8ncias Eternas Destinado a um Po'o Es1ecia( @ o mesmo em Am6as as Dis1ensa-2es O PAPEL DE CRI#TO NA REALI4A !O HI#T_RICA DO PACTO A#PECTO# DO PACTO Re(a-. mas somente do bom pra)er de *eus de reali)ar os seus prop#sito de preservação da sua criação" 'isto que este pacto abarca todas as criaturas vivas.o Le)a( Re(a-. nunca mais a destruindo com &gua" / incondicionalidade deste pacto est& evidente do fato de não haver nenhum mandamento para que o homem obedeça para que as promessas de *eus se7am cumpridas" Não nenhuma sugestão de que as bênçãos prometidas se7am canceladas pela infidelidade . sem que houvesse qualquer envolvimento de obrigação da parte da criatura humana" $ cumprimento dessas promessas independe da atitude dos homens para com *eus.

a? Com relação aos /nimais :er Gn <"L3Q" Gerhaardus 'os disse que Xoriginalmente houve a supremacia do homem .Gn 9"LH3LH?. a promessa de um novo começo.acto /moroso 3 +ste pacto revela a preocupação amorosa de *eus com a preservação da -ua criação" +nquanto o mundo enfrenta o 7usto 7u!)o de *eus. que tem duração sem fim" +la continua através de todas as geraç%es subsequentes" $ texto de Gn <"< di) que o pacto seria com Noé e com a sua descendência ap#s ele.= cf Gn 9"LH?" b? $rdenanças com respeito ( Sustenta!&o da Kida# :er Gn 9"L<3M> e ve7a similaridade com Gn <"M3P" @odas as coisas relacionadas ( sustentação da vida estão também relacionadas aos animais. aqueles em quem *eus pRs coração recebem o carinho especial de *eus. o arco.orque tudo est& nas mãos de *eus o pacto é eterno" / eternidade dele tem a ver também com a incondicionalidade dele" Bm . como institu!do na criação. a humanidade ap#stata. mas uma continuação. para o beneficio da pr#pria nova humanidade que haveria de surgir da fam!lia de Noé" *eus castigou a sua criação.6s 99"N3H?" No estado de pecado o resultado é obtido pelo temor e receio instilado aos animais" + *eus promete vingar o homem onde os animais carn!voros destroem a vida dele: Xo seu sangue das tuas mãos o requererei " Não é poss!vel di)er com certe)a . porque o homem depende deles para a manutenção de sua pr#pria vida" c? $rdenanças com respeito ( Frote!&o da Kida# . foi concomitante com a salvação de uma fam!lia e da preservação dos representantes de cada espécie de animal. um novo começo" $bserve3se também que a semente do pecado não foi extirpada" / arca também carregou consigo filhos de Noé que vieram a se rebelar com *eus posteriormente. sobre os princ!pios de um retorno do para!so ao fim . isto foi da nature)a de uma submissão volunt&ria" 6sto pode ser visto de uma perspectiva escatol#gica dada dela pelos profetas.<"9L?" e Gn <"9N acrescenta: X$ arco estar& nas nuvens2 vê3lo3ei e me lembrarei da alian!a eterna entre *eus e todos os seres viventes de toda carne que h& sobre a terra"X / perpetuidade ou eternidade deste pacto existe em ra)ão do fato de *eus ter estabelecido o pacto. de seu aspecto monergistico e unilateral" .do homem" Não h& como o homem possa quebrar esse pacto. um estabelecimento novo de todas as coisas" +m Gn M"9Q *eus havia dito que da semente da mulher haveria de nascer /quele que esmagaria a cabeça da serpente" 8oi através da preservação da raça no pacto com Noé que aquela promessa foi poss!vel" / destruição da descendência da serpente. é uma atestação de que *eus estabelece todas as regras e +le mesmo as cumpre" -omente *eus tem o controle sobre os elementos da nature)a" Não h& nada que o homem possa fa)er para evitar uma cat&strofe" -omente *eus pode estabelecer todas as promessas porque s# +le tem as condiç%es de cumpri3las" Um Pacto Eterno J $ pacto é eterno no sentido popular do termo. então podemos ouvir uma repetição de algumas ordenanças originais da criação . isto é. para a limpe)a da raça" /té que *eus complete a salvação do pecador. na sua descendência" Cada pacto estabelecido por *eus é o estabelecimento de um novo começo de *eus. enquanto que a arca leva consigo a salvo a raça humana representativa e a representação da vida animal" Não foi uma aniquilação da raça. Xpara geraç%es perpétuasX . mas não a destruiu por completo" *eixou semente para um novo começo" / continuação da sua criação est& no fato de que a terra emerge novamente das &guas do dil5vio. o elemento de pecado sempre estar& presente no meio da raça preservada por *eus" / caracter!stica de um novo começo deste pacto fica evidenciada nos seguintes fatos: a? $rdenanças com respeito & Fropaga!&o da Kida# 'isto que a raça humana havia sido redu)ida ( fam!lia de Noé.ve7a3se Gn <"9. pois ele é incondicional em suas promessas" / incondicionalidade desse pacto est& no fato dele ser um pacto eminentemente monergistico" $ selo mostrado no céu. mas.

como essa lei opera2 tem sido sugerido que toda espécie de animais carn!voros est& destinada ( extinção definitiva" 6ntercalada entre estas referências a animais host!s, est& a permissão da comida animal" / permissão é assim qualificada: XCarne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereisX ;Gn <"P?" 6sto sendo combinado com a promessa de vingança dos animais revela o ponto de vista" 'isto que os animais não existem para devorar o homem, o homem também não existe para comer os animais como as bestas selvagens devoram suas presas vivas" $ homem deve mostrar reverência devida pela vida como algo sagrado, da qual somente *eus pode dispor, e para o uso daquilo que o homem é dependente sob a permissão de *eus" / lei lev!tica repete esta proibição, mas acrescenta como uma outra base o fato de que o sangue vem para o altar, que, naturalmente, para o '6] torna a proibição do comer do sangue absoluta" /través da falha em distinguir entre o motivo simples e o complexo, esta pr&tica de absoluta abstenção foi continuada na igre7a por muitos séculos" $ assim3chamado decreto dos ap#stolos ;/t 9Q"L>? tornou a restrição obrigat#ria para os cristãos gentios, todavia, não porque a coisa era errada em si mesma, mas pela ra)ão de que nenhuma ofensa devia vir sobre os irmãos 7udeus3cristãos"X 9=Q ;b? Com relação aos Humanos :er Gn <"Qb3N" $ ponto principal é que *eus providencia meios para a proteção da vida do homem no mundo pecaminoso, em nome da propagação da raça e em nome da semente da mulher e da vit#ria da semente da mulher sobre a semente da serpente, e para o fim de contribuir para a boa ordem e regularidade no mundo para o cumprimento de prop#sitos redentivos" +sta passagem tem sido entendida pela maioria dos te#logos Ceformados como relacionada ( instituição do governo civil e como sendo b&sica também para o caso da pena capital ;ver também Cm 9M"93Q e 9L"9<2 *t ML,MQ?" Compare3se também com a besta da terra em /p 9M que descreve o governo ap#stata em suas aç%es de perseguição e de blasfêmia" ;ver o coment&rio de 'os p"NQ sobre este assunto?

Sua Relação com o outro Pacto X$ pacto com Noé enfati)a a interrelação pr#xima com os pactos da criação e da redenção"X176 , o pacto que estabelece a ligação entre o que aconteceu na queda e os prop#sitos redentivos de *eus" /p#s a queda todas as coisas foram malditas, se degeneraram a ponto de *eus destruir o homem e a mundo com &gua, o que realmente aconteceu" Neste pacto *eus resolve preservar o homem e as espécies ;Gn N"9H3L>? para estabelecer um no(o come!o# .or esta ra)ão, Noé e sua fam!lia são exortados a fa)er o mesmo que foi ordenado aos nossos primeiros pais e (s espécies: X/bençoou *eus a Noé e a seus filhos, e lhes disse: -ede fecundos, multiplicai3vos e enchei a terraX ;Gn <"9,=?" /quilo que foi prometido a /dão no ,den, isto é, a capacidade de dominar sobre os animais ;Gn 9"LH?, tem o paralelo no .acto com Noé" Cobertson di) que Xo 7u!)o de *eus sobre o pecado trouxe uma desarmonia no papel de dominador do homem sobre a criação" Como uma conseq ência, e temor e o terror do homem desapareceu dos animais, dos p&ssaros e dos peixes da criação ;Gn <"L?" $ dom!nio do homem ser& exercido em um contexto anatural
9=Q Gehaardus 'os, Ii'lical Theolog-, p" NP ff" 9=N $" .almer Cobertson, The )hrist o$ the )o(enants, ;.resbYterian l Ceformed, 9<H>?, p" 99>"

de terror e medoX"9== Fas ainda assim o homem continuaria a ter o dom!nio sobre os animais, não somente porque isto é parte da imagem de *eus nele, mas como produto também de uma relação pactual" -e, por um lado, o pacto com Noé estabelece a ligação com o pacto da criação, por outro, ele também nos conecta aos pactos redentivos subsequentes, quando nos aponta para a libertação que *eus nos d& da morte e da destruição" / redenção para a qual este pacto aponta é muito mais ampla do que simplesmente a salvação da alma do pecador" +le aponta para a redenção do cosmos, o que inclue o homem" $ pacto com Noé é uma antecipação da redenção futura e final do povo de *eus" $ profeta $séias, quando fala da redenção final do povo, usa praticamente as mesmas idéias contidas basicamente no pacto de *eus com Noé ;cf $s L"9H com Gn N"L>2 H"9=2 <"<,9>?" $ pacto com Noé, portanto, é o elo de ligação entre a criação ca!da e o ind!cio da criação redimida"

As Promessas do Pacto com NoC a? / promessa de não mais amaldiçoar a terra por causa do homem ;Gn H"L92 <"99?" /p#s o dil5vio Noé prestou culto a *eus com oferta de sacrif!cios e *eus, como parte de sua promessa pactual, decide não mais amaldiçoar a nature)a por causa do homem ;Gn H"L>3L9?" +le 7& havia amaldiçoado a terra duas ve)es: a primeira no ,den, ap#s a queda, e agora com a destruição da nature)a pelo dil5vio" b? / promessa da preservação da regularidade das estaç%es ;Gn H"LL?" H& um paralelo desta promessa em Kr MM"L>3LQ" Gerhardus 'os sugere que se7a poss!vel que ha7a Xmais do que uma introdução comparativa ( idéia de 'erith3 uma referência real ao epis#dio do tempo de Noé é pretendida aqui"X 178 $utro paralelo est& em 6s QP"<39>" 'os observa ainda que Xo pacto com Noé permanece em sua infalibilidade como um tipo de uma perpetuidade ainda maior da promessa do 7uramento de redenção feito por *eus" / promessa a Noé tem seu limite na crise escatol#gica que trar& o céu e a terra a um fim, mas embora naquela cat&strofe final as montanhas fu7am e os montes se7am removidos, todavia ainda assim a amabilidade de *eus nunca se apartaria de 6srael, nem o pacto da sua pa) seria removido"X 9=< / cessação das estaç%es s# acontecer& com a cat&strofe final narrada em L .e M"9>, onde todos os elementos serão destru!dos, mas enquanto esta terra durar, isto é, enquanto ela estiver nas condiç%es em que est& agora, as estaç%es continuarão, como produto da fidelidade de *eus para com -ua promessa" c? / promessa de -alvação de Noé e de sua 8am!lia ;L .e L"Q?" +ssa salvação da fam!lia de Noé é t!pica da salvação da destruição do povo de *eus 9 .e M"L>3L9?" No meio da escuridão e corrupção dos homens, *eus resolveu mostrar sua graça a um homem e sua fam!lia" / +scritura di) que Noé Xachou graça diante do -enhorX ;Gn N"H?" $ fato de Noé ser um homem X7usto e !ntegro entre os seus contempor1neos4 ;v"<? é produto da graça de *eus sobre ele" -e ele não houvesse sido agraciado por *eus, por certo, estaria nos mesmos n!veis de corrupção que seus contempor1neos" -e ele Xandava com *eusX ;v"<?, diferentemente dos outros homens do seu tempo, é porque ele Xencontrou graça da parte de *eusX" Não h& outra explicação para tal comportamento" *eus interviu graciosamente com Noé e sua fam!lia" Suando todos os homens encontraram o 7u!)o de
9== Cobertson, p" 99>" 9=H 'os, Iiblical @ehologY, p" NN" 9=< 'os, p" NN"

*eus por causa de seus pecados ;v"Q3=?, Noé encontrou o favor do -enhor" Não h& base para se di)er que o pacto de *eus com Noé foi por causa da 7ustiça de Noé, mas produto unicamente da bondade de *eus" As Caracter,sticas do Pacto com NoC ;ver .almer Cobertson p"9 9>3ss?

+* PACTO DE DEU# CO" ABRA!O
@extos para estudo 3 Gn 9Q"<3L92 9=

Partes Contratantes *eus fe) este pacto com um homem X7ustoX, porque a +scritura di) que X/brão creu em *eus e isto lhe foi imputado como 7ustiçaX ;Gn 9Q"N?, e também com a sua descendência ;v"9H?" @odavia, a menção direta de um pacto é feita em Gn 9="93H" 8oi um pacto concebido, nascido, determinado, estabelecido, confirmado e dispensado pelo pr#prio *eus, como todos os outros pactos" / /braão coube a tarefa de ser obediente em todas as cousas" Um Pacto Incondiciona( +ste pacto mostra uma unilateridade incr!vel, pois *eus simplesmente chama /braão e lhe d& um ordem para sair da terra e ir para uma outra terra, e cumprir todas as suas promessas nele" *eus não sugere que se /brão obedecesse, *eus cumpriria tudo o que havia prometido, sem qualquer condição preenchida da parte de /braão ;Gn 9="93H?" Um Pacto Amoroso Um Pacto Eterno A )ternidade do Pacto Afirmada $ cap!tulo 9= de Gênesis fala da eternidade desse pacto" *eus não nenhuma d5vida com respeito ( dura!&o desse pacto" +le repete v&rias ve)es a mesma expressão no cap!tulo 9= T 0/liança .erpétuaX: 3 quando fala do pacto em si mesmo, ele di): X+stabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas geraç%es, alian!a perpétua###> ;Gn 9="=?2 3 quando fala da posse da terra, *eus di): X*ar3te3ei e ( tua descendência a terra das tuas peregrinaç%es, toda a terra de Canaã, em possess&o perpétua###> ;Gn 9="H?2 3 quando fala da circuncisão, que é o selo do pacto, *eus di): XCom efeito, ser& circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro2 a minha aliança estar& na vossa carne e ser& alian!a perpétua> ;Gn 9="9M?2 3 quando fala da descendência prometida a /braão, *eus di): X*e fato, -ara, tua mulher, te dar& um filho, e lhe chamar&s 6saque2 estabelecerei com ele a minha aliança,

alian!a

perpétua

para a sua descendênciaX ;Gn 9="9<?" / idéia de XeternidadeX ou XperpetuidadeX deste pacto não significa apenas um longo tempo" / idéia da eternidade deste pacto significa que ele nunca mais ser& desfeito" / eternidade do pacto est& vinculado (s promessas de car&ter perene, como veremos adiante"

A )ternidade do Pacto Demon trada / eternidade desse pacto é vista no fato dele ter sido iniciado formalmente com /braão, é renovado seu filho 6saque, com seu neto Kac#, relembrado no per!odo mosaico ;+x L"LP3LQ2 M"9N39=?" +le não mudou com o estabelecimento do pacto sina!tico2 No tempo dos Kui)es o tema do pacto est& presente ;K) L"9, L>?2 ele é repetido no tempo de *avi, que nos seus c1nticos tem sempre em mente ;9 Cr 9N"9P39H sgts2 L -m LM"Q2 L Cr 9M"99?2 -alomão celebra a fidelidade do pacto abra1mico ;9 Cs H"LM3LQ sgts?2 o Cei Koaca), em virtude do pacto, recebe a miseric#rdia de *eus ;L Cs 9M"LL,LM?2 por boca de 6sa!as, *eus recorda seu pacto e promessas ;6s Q9"9 sgts?2 as intercess%es de Keremias e *aniel estão baseadas no pacto com /braão ;Kr 9P"L>3L9 e *n <"P sgts?, e através de todo o /ntigo @estamento" $s ecos desse pacto atravessam o N@: Faria vê no nascimento do 8ilho um selo da fidelidade de *eus e -uas promessas, e se rego)i7a exultante no cumprimento do pacto feita com /braão ;:c 9"Q>3QQ?2 facarias, depois do nascimento de Koão Iatista, vê a reali)ação do pacto, sempre presente e efica) ;:c 9"=L3=Q? Na continuação do c1ntico percebemos que facarias se refere a Kesus como /quele que seria o redentor dos pecadosX ;v"==?" +stas exclamaç%es são 7ustas porque Cristo havia sido esperado e anunciado como aquele que deveria reali)ar o pacto com o povo, sendo Fediador dele ;6s P<"H3<?2 Kesus seria Xo /n7o do pactoX, o esperado pela fé ;Fl M"9?" /p#s cumpridas as promessas, é proclamado Fediador do .acto ;Hb H"N e <"9Q?, tornando3se fiador dele ;Hb ="LL?" .or causa do pacto Kesus é ressuscitado ;/t 9M"ML3MM?" / teologia do pacto est& vivamente presente no pensamento dos disc!pulos e dos ap#stolos" $ pacto é o tema central dos primeiros discursos de .edro depois do .entecostes" $ que os disc!pulos invocam nesses discursos são as promessas do pacto e o seu cumprimento /t L"9P3P92 /t M"9L3LQ? *o começo ao fim, esses serm%es são exposiç%es do pacto feito com os antepassados2 +stevão também se serviu do tema do pacto como tema do seu precioso discurso ;/t ="L3H?2 .aulo fe) a sua defesa perante o rei /gripa usando as promessas do pacto ;/t LN"N3=?2 ele afirma ainda a perenidade do pacto e a atualidade de suas promessas ;>9 M"9=39H?" -egundo .aulo, os cristãos são filhos nascidos segundo a promessa ;>9 P"L9, LM?2 são os filhos de /brão ;Gl M"=?2 os que crêem ho7e são benditos com o crente /braão ;>9 M"H3<2 9N3LL?2 o crente é 7ustificado pela fé, e com /braão passa a tomar parte do mesmo pacto e recebe as mesmas promessas ;Cm P"?2 a adoção, a gl#ria, as alianças, a legislação, o culto, e as promessas pertencem aos concidadãos de .aulo, por causa do pacto ;Cm <"M3Q?2 eles continuam sendo amados por *eus por causa do pacto com os patriarcas ;Cm 99"LH3L<?2 o autor da ep!stola aos Hebreus canda a imutabilidade do pacto que foi 7urado por *eus ;Hb N"9M39H?" Suando no final dos tempos, a nova Kerusalém descer do céu, a presença de *eus e o tabern&culo de *eus serão estabelecidos entre os homens, cumprindo assim a promessa do pacto: X+u serei o vosso *eus, e v#s sereis o meu povoX" + o 5ltimo éco do pacto ressoa em /p L9"M"

As Promessas desse Pacto Gn 9L"93M é um texto muito importante para entendermos o pacto com /braão, embora o termo hebraico para pacto 3 berith 3 s# venha aparecer no capitulo 9Q" Contudo, as referências ao pacto em Gn 9Q e 9= lembram exatamente as promessas feitas em Gn 9L" .or essa ra)ão, o entendimento de Gn 9L é muito importante para o estudo do pacto com /braão"

Promessas Gerais *eus fe) três promessas b&sicas nesse pacto, registradas em Gn 9L"93M: a terra prometida, o filho através de quem viria a semente da mulher2 e a promessa dele ser uma bênção para todas as naç%es" 9" / @erra .rometida 3 *eus mandou /braão sair de sua terra e para ir para uma terra que +le haveria de lhe dar ;Gn 9L"9?" +ssa ordem foi dada ap#s a morte de seu pai ;Gn

e v#s sereis o meu povo"4 a) Prome a de Deu e tar (re ente no meio do (ovo :v LN"9L T 0+u andarei no meio de v#s4 9H> 'er 'os pp" H<3<L" .Gn 9Q"9H3L9?" /braão propriamente dito não se apossou daquela terra. desceu para o +gito para ali se abastecer .Gn 9M"9P39Q?" $bserve3se que a promessa da terra é parte do pacto .rometido 3 *eus havia prometido fa)er dele uma grande nação . mesmo /braão tendo 9>> anos e -ara <> . depois da contenda com :#. descendência e bênção sobre toda a terra. 9=?. mas que têm o seu gérmen nas promessas feitas a /braão.9L"=?" *evemos nos lembrar que os canaanitas habitavam aquela terra . com o surgimento de algumas incerte)as da parte de /braão.Gn 9L"9>?" + curioso que o texto de /t = afirma que /braão mesmo não tomou posse de nenhum pé da terra que o -enhor havia prometido .Gn 9L"L?.99"M92 cf /t ="93Q?" Suando ele alcança a terra de -iquém. pois por causa da fome ali reinante. e sem ter filho algum *eus lhe promete uma descendência extremamente numerosa . =3H./t ="Q?" $bserve3se que mais tarde. o -enhor lhe aparece outra ve) e lhe di): X*arei ( tua descendência esta terraX.LH"9>39Q?" $ eco forte desta promessa atravessa o '@ e chega ao N@ .Gn 9Q"9H?" L"> 8ilho . nos carvalhais de Foré. foi significando um meio particularista para um fim universal!sticoX" 180 $ eco desta promessa é repetido v&rias ve)es a /braão . que chamo de promessas espec!ficas do pacto da graça.rometida para todas as 8am!lias da @erra 3 +sta promessa encontra3se em Gn 9L"Lb3M 3 +sta promessa fala3nos alguma coisa da uni(ersalidade das bênçãos de *eus" @odas as fam!lias da terra haveriam de ser abençoadas em /braão" *eus havia escolhido uma fam!lia que haveria de ser o canal de bênçãos para todas as fam!lias da terra" Gerhaardus 'os di) que Xa eleição de /braão. muitos anos antes" :v LN"9L: 0/ndarei entre v#s.3icas /té esse ponto de Gn 9L não h& ainda o que formalmente chamamos XpactoX" -omente mais tarde. estão claramente colocadas por *eus ao povo de 6srael.9L"N?./t M"LQ3LN2 Gl M"H3<?" . estão intimamente ligadas. o -enhor lhe relembra a promessa daquele grande pedaço de terra . P.9N"9N39N?.Gn 9Q"9H2 9="H2 9H"9=39<2 LL"9Q39H? relembrada a 6saque . é que *eus confirmou as promessas com um 7uramento" / palavra XpactoX aparece pela primeira ve) com /braão em 9Q"9H" /s três promessas. mas *eus mostrou a /braão que a sua descendência viria de -ara.Gn 9N"93N?" /braão queria ver a sua descendência" Nasce 6smael . quando voltou do +gito. importante observar que estas três promessas: terra. 9<3 L9?" M" / Iênção . e tinham que ser retirados dali para que a descendência f!sica de /braão ali habitasse . e serei o vosso *eus. e são o instrumento para que a promessa mãe de Gn M"9Q se7a plenamente cumprida" Promessas Es1ec.Gn 9="9. e têm seu foco principal em Cristo.cf 9="L.Gn 9M"9N2 9Q"93Q?" /s preocupaç%es humanas da esterilidade fi)eram com que -ara humilhasse a escrava Hagar . e que 6saque seria o filho da promessa . assim como o desenvolvimento posterior da coisas de 6srael.LN"L3Q? e a Kac# .

fa)endo3lhe companhia . Koão nos di) que ra nossa comunhão é com o .Gn M"H? Havia perfeita comunhão entre o Criador e a criatura" +les andavam 7untos porque *eus estava presente no 7ardim" Suando o pacto das obras foi quebrado no 7ardim do . porque devolve ao homem parcialmente a sua condição original de go)o da presença de *eus" / comunhão com *eus sempre foi o anelo do seu povo" *avi expressa essa sede e a necessidade dela di)endo: XSuem mais tenho eu no céu Não h& outro em quem eu me compra) na terra" /inda que a minha carne e o meu coração desfalecem.P uma promessa de restaura!&o Não podemos nos esquecer de que.den por causa do pecado" $ pacto da graça feito com /braão é uma iniciativa unicamente divina. em possessão perpétua. séculos antes: +m Gn 9="=3H 3 X+stabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas geraç%es.or essa ra)ão. toda a terra de Canaã. e da tua descend7ncia# *ar3te3ei e ( tua descendência.ai e com seu 8ilho Kesus CristoX . formali)ado historicamente com /braão. *eus est& di)endo: 0'ocês são meus4" $ povo no meio do qual jehovah anda. aliança perpétua.9 Ko 9"Mb?" / comunhão perdida no . +le andava com o homem no 7ardim. *eus é a fortale)a do meu coração e a minha herança para sempreX .-l =M"LQ3LN?" + esse o tipo de anelo que todos temos na alma: a sede da comunhão plenamente restaurada com *eus" *eus promete ao seu povo essa bênção maravilhosa e a cumpre plenamente no per!odo do N@" . tra) de volta essa promessa de o povo ter novamente a presença de *eus no meio dele" *eus tra) de volta a sua presença perdida no . mas que também a sua descendência seria povo d+le" +m outras palavras.den é restaurada através da vida e obra de Kesus Cristo em favor do povo de *eus" b) Prome a de 1e+ova+ er o Deu da De cend2ncia de Abraão :v LN"9L 3 X+u serei o vosso *eus"""X +ssa promessa ao povo de 6srael no deserto é um eco da promessa de *eus feita a /braão. o homem ficou privado da companhia divina" /dão foi expulso da presença de *eus.den. mas sempre presos agora (s ordenanças do -enhor" +les não mais eram donos de si . e serei o seu *eus"X *eus fa) uma promessa de nature)a espiritual bastante especifica: *eus promete ser para sempre o *eus de /braão e da descendência dele" c) Prome a de a De cend2ncia de Abraão er Povo de 1e+ova+ :v LN"9L 3 X"""+ v#s sereis o meu povo"X *eus não somente prometeu que seria o *eus da descendência de /braão. para ser o teu . perdendo todos os privilégios da sua companhia" $ pacto da graça. quando *eus criou /dão. é também propriedade do -enhor" Foisés disse ao povo no meio do deserto: *t 9P"9a 3 X8ilhos. e que não poderiam fa)er nada de acordo com as suas pr#prias idéias. e de quem é o 5nico *eus. a terra das tuas peregrinaç%es. que inclui a retirada da barreira que separava *eus do homem" P uma promessa de comunh&o 0+u andarei no meio de v#s4 3 + altamente consoladora essa promessa.eus. v#s sois do -enhor vosso *eusX" 6sto significa que eles não mais pertenciam a si mesmos.

a administração da circuncisão é posterior ao estabelecimento do pacto" 6sso significa que /braão tinha que Xguardar o pactoX . para que pudesse ser essa propriedade particular do -enhor" +sta é uma promessa maravilhosa.9 .Gn 9="99?" .orque sois po(o santo ao Senhor (osso . em contraste com a XNova /liançaX estabelecida em Cristo . e teriam que cumprir somente as cousas pr#prias d/quele que os havia chamado" $ povo do pacto. o pacto 7& estava estabelecido" . ap#s entender a universalidade da obra redentora de Cristo Kesus . que é o caso de /braão .o Gn 9="<39P2 LL3L= $ -enhor *eus chama a circuncisão de Xsinal do pactoX . não poderia quebrar os mandamentos 7& previamente estabelecidos" *t 9P"L di): X.mesmos.Gn 9="<39>?. isto é.ver Hb H?" $ velho pacto nunca .eus.edro trata de maneira extraordin&ria. embora todas as promessas dele se7am as mesmas" $ pacto sina!tico foi o pacto abra1mico adaptado ( existência da nação do 6srael nacional que agora surgia" $ pacto sina!tico permanece até o final do 'elho @estamento.edro ser& estendida posteriormente" O #acramento do Pacto com A6ra.e L"H3<?" / idéia de . deveria ser eliminado do meio do povo. como os outros eram. da qual . embora com conotaç%es bastante diferentes" +le é uma espécie de adendo ao pacto anterior. para Lhe serdes o Seu po(o pr"prio#> O Fo(o de Qeho(ah é um po(o Santo 6sto significa que *eus havia separado eletivamente de todos os povos um povo" +sse povo é santo no sentido de ser para o serviço exclusivo de *eus" O Fo(o de Qeho(ah é um po(o Feculiar Bm povo peculiar significa que 6srael era posse do -enhor como nenhum outro povo era" +sse povo foi comprado com a vida de nosso Cedentor. porque a omissão da circuncisão era considerada por *eus como Xquebra do pactoX . e uma das exigências de *eus era que a descendência de /braão fosse circuncidada" / circuncisão era uma ordem para aqueles que estavam debaixo do pacto .ortanto.Cm P"9>3992 Gn 9="LP? e aos infantes do sexo masculino. se houvesse alguém na casa que não fosse circuncidado. mas eles deveriam seguir os preceitos d/quele a quem pertenciam" *eus lhes deu as proibiç%es para fa)er as cousas que os outros povos fa)iam" /gora os israelitas eram de *eus. aos adultos que chegassem ao conhecimento de *eus.Gn 9="9L39M?" @odos os crentes e toda descendência do sexo masculino obrigatoriamente tinham que ser circuncidados" / obrigatoriedade desse sinal era tal que. que tinha a comunhão com jehovah. e o -enhor vos escolheu de todos os povos que h& sobre a face da terra. entregues (s suas pr#prias paix%es. quando o novo pacto é introdu)ido pelo derramamento do sangue de Kesus Cristo" + esse pacto que o escritor aos hebreus chama de 0'elha /liança4.Gn 9="9L?" N* O PACTO #INAÍTICO +ste pacto é uma continuação do pacto feito com /braão. ao oitavo dia . mas a administração pressup%e que alguém est& no pacto" Suando *eus ordenou a circuncisão. o sacramento da circuncisão pressup%e a existência de um pacto" Não é pela administração do sacramento que alguém entra no pacto.ortanto.Gn 9="9P?" / circuncisão deveria ser administrada aos crentes.

por exemplo" Fas da nação israelita *eus exigiu a obediência. pois. dedicando3se totalmente a +le. o povo respondeu afirmativamente que responderia aos apelos de *eus" $ v"H registra: X+ntão. =3H?" Fas o povo freq entemente quebrava o pacto condicional" 'e7a como *eus trata desse pacto condicional. e os cumprirdes . na região do -inai.deve ser entendido como o pacto abra1mico. o pacto sina!tico foi de nature)a condicional" +ra um tipo de pacto como os que aconteciam entre o -u)erano e o vassalo. *eus também exigiu uma obediência pactual pessoal da parte deles.seguem3se as bênçãos da obediência 3 v"P3H2 9$39M?""". mas o pacto estabelecido no -inai" Partes Contratantes Bm pacto feito entre *eus e 6srael como descendentes de /braão.cf +x LP"M. se diligentemente ouvirdes a minha vo). que o -enhor lhe havia ordenado.ara v#s outros . então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos: porque toda a terra é minha2 v#s me sereis reino de sacerdotes e nação santa"""4 $s israelitas s# seriam considerados uma nação santa e povo peculiar se guardassem a aliança" Foisés então lhes d& todas as palavras do pacto. e guardardes a minha alian!a. agora em n5mero muito maior" O Esta6e(ecimento do Pacto #ina. sem qualquer tipo de tendência para outros deuses2 6srael tinha que viver debaixo das prescriç%es divinas para que servisse aos prop#sitos divinos na hist#ria" *iferentemente do pacto com /braão . faremosX . que exige obediência: $ Pacto 3 confirmado 0uando +4 a obedi2ncia ao Sen+or :v LN"M. guardardes os meus mandamentos. 6saque e Kac#. para que se apropriassem das promessas do pacto: +x 9<"Q3N T 0/gora. se diligentemente ouvirdes a minha vo). nos reinos antigos" +le continha promessas condicionais de *eus de ser o *eus de 6srael: 6srael tinha que ser totalmente consagrado ao -enhor. como a observ1ncia da circuncisão. três meses decorridos desde a sa!da do +gito . pois. *eus exigiu da nação israelita uma plena obediência (s suas prescriç%es para que todas as promessas do pacto fossem recebidas pelo povo" + verdade que no estabelecimento do pacto com /braão. e guardardes a minha alian!a.que foi incondicional?.v"=?" +m seguida. o povo respondeu ( uma: X@udo o que o -enhor falou.tico $ estabelecimento do pacto com o povo de 6srael foi nas encostas do monte Horebe. então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos: porque toda a terra é minha2 v#s me sereis reino de sacerdotes e naçãob4 Ti1o J Um Pacto Condiciona( *iferentemente da conotação incondicional do pacto estabelecido com /braão.+x 9<"93L?" Foisés sobe ao monte e o -enhor lhe lembra como tirou o povo do +gito e o condu)iu até ali com mão poderosa" +x 9<"Q3N T 0/gora.< T 0-e andardes nos meus estatutos. que foram libertos do cativeiro do poder do +gito" No -inai *eus estabeleceu o seu pacto com os descendentes de /braão. para que fossem seguidas .

h& a renovação do pacto quando existe o arrependimento sincero do povo .Gn 9="9P cf +x 9L"9Q.v"P>3P9?. as pessoas seriam mortas . este sacramento foi ordenado para ser guardado perpetuamente através das geraç%es . o sacramento da p&scoa. que não é de categoria totalmente diferente da do /bra1mico" . se um israelita quebrasse o pacto. então eu vos farei isto: . e não cumprirdes todos estes mandamentos2 se re7eitares os meus estatutos. foi institu!do diretamente por *eus" -emelhantemente ao primeiro sacramento do pacto da graça. se os mandamentos do segundo sacramento não fossem obedecidos. que deveria lembrar a libertação graciosa do cativeiro do +gito.+x 9L"9M?" +ste sangue do cordeiro pascal tipificava o Cordeiro . mas sobretudo que ele haveria de desfrutar as bênçãos que o pacto prescrevia" 6nversamente. e violardes a minha aliança. em comparação com o abra1mico" /ssumem eles que as exigências também são totalmente diferentes" -e formos analisar friamente. para renovar as promessas do pacto aos filhos de 6srael" A #in)u(aridade do Pacto #ina.+x 9L?" -emelhantemente ao primeiro sacramento. o da circuncisão. que é a .9<?" .olharei. e *eus sempre se lembra das promessas feitas a /braão. que é uma aliança eterna .tico Neste pacto h& o aparecimento do segundo sacramento do pacto da graça. muito freq entemente aceito.&scoa . é mais evidente no pacto abra1mico uma disposição maior de *eus e cumprir todas as exigências do pacto.tico +x LP"M3H . em ambos h& uma espécie de exigência e ordem de guardar o pacto" Contudo. porque o pacto com /braão foi de car&ter perpétuo.seguem3se todas as maldiç%es do pacto v" 9N3LP?" $ -enhor mostra3se vingador para com os violadores do pacto . ele estaria su7eito (s maldiç%es do pacto" $ que precisa ser enfati)ado agora é que o pacto Fosaico.ascal.Gn 9="9M cf +x 9L"9P?. com respeito ( condição de obediência. 6saque e Kac#?.P>?" $ Pacto 3 Renovado 0uando +4 a volta incera (ara o Sen+or Contudo./braão. e vos farei fecundos e vos multiplicarei. contra aqueles que 0andam contrariamente ao -enhor4 . isto é.v"LQ?.Cobertson. que estava no pacto. 9=L sgts? O #acramento do Pacto #ina.v"PL?" *eus renova essa aliança. através do sangue do cordeiro colocado sobre os umbrais das portas das casas das fam!lias hebréias . que as condiç%es prescritas na conexão com o pacto Fosaico se7am totalmente diferente com respeito ( graça. Kesus Cristo" -emelhantemente ( quebra dos mandamentos relacionados ao primeiro sacramento. 6saque e Kac#. e convosco"4 $ Pacto 3 0uebrado 0uando +4 a de con$irmarei a minha alian!a obedi2ncia ao Sen+or :v LN"9P39Q T 0Fas se não me ouvirdes.v"PQ?" -e um israelita guardasse os preceitos do pacto isso significa que ele aceitava todas as estipulaç%es do pacto.v"L=. entre te#logos em geral. porque *eus se lembra da aliança feita com os patriarcas . por amor ao povo e por ser fiel (s suas promessas antigas . e a vossa alma se aborrecer dos meus 7u!)os ao ponto de não cumprir todos os meus mandamentos.

embora não exclua as bênçãos materiais.aulo: Gl M"9=39H T 0+ digo isto: uma aliança anteriormente confirmada.+x N"=?" $bserve a identidade do pacto da graça com /braão com o -ina!tico. não poderiam participar da p&scoa" -omente deveriam participar da p&scoa os machos que fossem circuncidados. no dia em que *eus estabeleceu o pacto com /braão .Gn 9Q"9M?" $s anos se passaram. interessante notar que.+x 9L"PM3PH?" As1ectos do Pacto #ina. PL3PQ2 9>N"93Q.e. com certe)a. porque haver!amos de fa)er uma in7ustiça com a +scritura" $ Pacto Sina'tico 3 um Pacto da 6raça +le é um pacto gracioso e espiritual antes que uma formulação legal. e no seu 7uramento que ho7e o -enhor teu *eus fa) contigo2 para que ho7e te estabeleça por seu povo. porque ela se resume no amor a *eus sobre todas as cousas e ao pr#ximo como a si mesmo . sinais do *eus gracioso que se une pactualmente a 6srael" @odavia.orque se a herança provem de lei. que são indicativas de cousas superiores" /s bênçãos materiais são. a lei. temos que observar que a ênfase que é dada no pacto sina!tico é a de que ele é espiritual. e ele te se7a por *eus.tico $ Pacto Sina'tico 3 uma continuação do Pacto Abra5mico . obviamente. como regra.$s estrangeiros. não a pode ab3rogar. debaixo do duro tacão dos exatores. o cumprimento da lei mosaica é. e atentou para a condição delesX. no texto seguinte: *t L<"9L39M 3 X"""para que entres na aliança do -enhor teu *eus. onde se ganha a redenção por meio da obediência ( lei" +mbora ha7a aspectos legais e cerimoniais que são estabelecidos pelo pr#prio *eus para uma nação. 6saque e Kac#"X / promessa principal feita a /braão nunca foi anulada pelo estabelecimento do pacto -ina!tico" /o contr&rio.Gn 9Q"9H?. mesmo os estrangeiros que estivessem hospedados nas casas dos hebreus . em si mesmas. 7& não decorre da promessa2 mas foi pela promessa que *eus a concedeu gratuitamente a /braãoX" / promessa feita a /braão é reafirmada em cada uma das dispensaç%es do pacto da graça" /lém disso. como demonstra . com 6saque e com Kac#" + viu *eus os filhos de 6srael. confirm&3lo e cumpri3lo soberanamente" Kohn FurraY chama isto de Xuma . inici&3lo. ela foi confirmada. e ser& redu)ida ( escravidão. todavia. e passou a persegui3la" 6sso pelo espaço de P>> anoss como *eus havia dito" Suando *eus viu o povo sendo massacrado no +gito. como 7urou a teus pais. como *eus também havia predito . PM3PH Não podemos isolar o pacto sina!tico do pacto abra1mico. que vos tiro de debaixo das cargas do +gito4 . o -enhor lhe disse: X-abe.+x L"LQ3LN?" /ssim. puramente espiritual. *eus lhe havia predito . que veio quatrocentos e trinta anos depois. /braão. estabelecê3lo.Gn 9Q"Q?" /pareceu um 8ara# que odiou a descendência de Kac#. que a tua posteridade ser& peregrina em terra alheia. e a profecia divina cumpriu3se literalmente" $s filhos de Kac# cresceram no +gito e se multiplicaram enormemente. e serei vosso *eus2 e sabereis que eu sou o -enhor vosso *eus. de forma que venha a desfa)er a promessa" . a libertação do povo de 6srael do +gito tem a ver com as bênçãos prometidas a /braão" :er -99>Q"H39L. em si mesmo. como te tem prometido. ouviu3lhes os gemidos e Xlembrou3se da sua aliança com /braão.*t N"P3H2 :v 9<"9H cf" Ft LL"M=3M<?" / gratuidade do pacto sina!tico fica evidente do fato de *eus institui3lo. essas prescriç%es legais e cerimoniais são indicativas de uma realidade superior futura" Não h& nenhuma diferença essencial entre o pacto da graça debaixo da administração abra1mica e a mosaica" / promessa principal encontrada no pacto abra1mico é exatamente a mesma encontrada no -ina!tico: 0@omar3vos3ei por meu povo. decretado? que os seus descendentes haveriam de ficar cativos no +gito" +ntão. e ser& afligida por quatrocentos anosX .

Ks LP"L3=?" +ntão apela para a renovação que ele pr#prio fa) do pacto . para que a possuam por herança eternamente"X *eus. em seguida um documento formal de obediência aos estatutos do -enhor . foi um tempo de 9H9 The )o(enant o$ Grace.Ft LN"LN?" $ Pacto Sina'tico 3 um Pacto Nacional +le foi estabelecido com a nação de 6srael quando ela estava no -inai. e depressa se desviou do caminho que lhes havia eu ordenado2 fi)eram para si um be)erro fundido.v" 9=3LP?" + o texto continua.acto foi relembrado por *eus a Kosué. portanto. que te tiraram da terra do +gito"4 . 6saque e Kac#. mas eles não os obedeceram .+x 9L"PM3P<?" P? $ . e o pacto com Foisés . para que participasse do pacto e dos benef!cios das promessas dele . renova o pacto ali com Foisés.acto é violado durante o per!odo dos Kui)es *eus nunca havia invalidado a sua aliança com o seu povo .v"9<3LM?" $ per!odo dos 7ui)es. mas tão logo o -enhor os livrava dos inimigos. *eus entregou3os nas mãos de povos que acabaram habitando na terra que *eus prometera dar somente a eles .acto foi renovado ap#s o grave pecado da adoração do be)erro de ouro" / idolatria com /rão mostra que o povo não havia respondido positivamente ao pacto feito com o povo" *o povo *eus disse a Foisés: +x ML"=3H 3 Xporque o teu povo. teus servos. o -enhor era gracioso com eles. Kosué re5ne o povo e lhes relembra o . quando *eus ordenou que os dois sacramentos do pacto da graça fossem administrados" Kosué circuncida a segunda geração dos filhos de 6srael que não haviam sido circuncidados no deserto Ks Q"93H?" Kosué celebra a p&scoa com a segunda geração pela primeira ve) desde que entraram na terra .ercebendo a ira iminente de *eus.acto foi renovado com a geração seguinte. Foisés intercede pelo povo. então. naquele dia $e= Hosué alian!a com o po(o. que havia nascido no deserto. e toda esta terra de que tenho falado. lembrando ao -enhor o pacto feito no passado: +x ML"9M 3 X:embra3te de /braão.K) L"L?" /p#s a morte de Kosué e de todos os de sua geração .acto foi lembrado outra ve) antes da morte de Kosué .administração monergistica da graça4"181 .acto de *eus com /braão.K) L"9?. os teus deuses. que fi)este sair do +gito. compadecendo3se deles .v" 9H?. ap#s dar as @&buas a :ei novamente . aos quais por ti mesmo tens 7urado. levantou3se uma outra geração que não guardou a aliança. provocando a resposta do povo em disposição de obediência . na região de -iquém" /ntes um pouco de morrer. onde permanecera por cerca de quatrocentos anos" +sse pacto foi renovado algumas ve)es com a nação durante os tempos de peregrinação no deserto: 9? $ .que foram fiéis ao pacto K) L"H39>?. que é chamado de sangue do pacto . curioso observar que a administração da circuncisão foi pré3requisito para a administração da p&scoa .v" 9P39Q?. em miseric#rdia. tornando3se id#latra .v"LN3L=?" Q? $ . e lhes disseste: Fultiplicarei a vossa descendência como as estrelas do céu. # 6srael. no v"LQ 3 X/ssim. na posse da terra. e o adoram.+x LP"N3H? que é t!pico do sangue de Cristo. eles voltavam3se para a idolatria novamente" Nesse per!odo.Ks LM"N39N?. de 6saque e de 6srael. e lhe sacrificam. se corrompeu.v" 9N?" / despeito dessa desobediência. um pacto gracioso porque ele é administrado e selado com sangue . e di)em: -ão estes.X estabelecendo. nas plan!cies de Foab" *t L<"9 3 X-ão estas as palavras da aliança que o -enhor ordenou a Foisés fi)esse com os filhos de 6srael na terra de Foabe.K) L"9>39M?" *eus levantou3lhes 7ui)es. d&3la3ei ( vossa descendência. por causa da sua promessa de castigo pela violação do pacto.*t L<"<3L<?" M? $ . além da aliança que fi)era com ele em Horebe"X Nessa renovação do pacto condicional foi reafirmada novamente a necessidade de obediência da parte do povo.Ks Q"9>39L?" . e lha pRs por estatuto e direito em -iquém. ap#s ter sido libertada do +gito. p" L9" .+x ML"9P2 MP"9>?" L? $ . mas continuava a pedir a fidelidade do povo .

uma promessa impl!cita com 7uramento de que. e comeram os sacrif!cios dos !dolos mortos" /ssim.:v Ti1o J Um Pacto Incondiciona( / promessa do sacerd#cio é uma promessa divina incondicional de manter a fam!lia de 8inéias na linhagem sacerdotal" . o provocaram ( ira2 e grassou peste entre eles" +ntão se levantou 8inéias e executou o 7u!)o2 e cessou a peste" 6sso lhe foi imputado por 7ustiça.v" M3N?" 8inéias. nunca haveria de faltar um sacerd#cio fiel" Esta6e(ecimento do Pacto +ste pacto tem sido um dos mais negligenciados dentro da teologia Ceformada" / pr#pria +scritura fala relativamente pouco dele.acto *av!dico" Kr MM"9=39H T 0.acto -ina!tico .desordem e de falta de real autoridade" $ pr#prio livro termina. que trata do sacerd#cio.Nm LQ"93L?" *eus chama Foisés e ordena3lhe que os id#latras se7am mortos . que analiso rapidamente: $ povo no deserto começou a prostituir3se com outros deuses. dando exemplo de obediência ( ordem dada por *eus a Foisés .eor. e fe) expiação pelos filhos de 6srael"X Um Pacto Per1Ctuo No estabelecimento do pacto *eus deixou bem claro que seria 0uma aliança de sacerd#cio perpétuo4 . em 6srael.K) L9"LQ?" L* O PACTO DE DEU# CO" O# LE5ITA# LQ"9L?" Partes Contratantes 3 8inéias e os seus descendentes de linhagem lev!tica .ortanto. embora ha7a algumas referências diretas e outras indiretas a ele" . até surpreendente que a Carta aos Hebreus. desobedecendo as prescriç%es de *eus do . não o mencione.v" 99? e estabeleceu uma aliança com os levitas: :v LQ"9L39M T 0. no tempo de 8inéias: -i 9>N"LH3M9 T 0@ambém se 7untaram a Iaal3. de linhagem sacerdotal . neto de /rão. di)endo: XNaqueles dias não havia rei em 6srael2 cada um fa)ia o que achava mais retoX. para sempre#4 / perpetuidade desse pacto est& patente também quando Keremias o relaciona com o .v"H3<?" *eus se agradou da atitude )elosa de 8inéias .v"=? cumpre o mandado divino de eliminar os id#latras. com tais aç%es.v"H?" 8inéias era um sacerdote muito temente a *eus" 182 Com essa atitude a praga cessou . ter& a alian!a do sacerd"cio perpétuo2 porquanto teve )elo pelo seu *eus. di)e: +is que lhe dou a minha alian!a de pa=# + ele e a sua descendência depois dele.orque assim di) o -enhor: Nunca faltar& a *avi homem 2que se assente no trono da casa de 6srael2 nem aos sacerdotes le(itas $altará 9HL 'er Kosué LL"L<3MP" .:v LQ"9M?" $ -almista relembra essa perpetuidade do pacto quando se refere aos feitos graciosos de *eus no passado. de gera!&o em gera!&o. nem o compare ao sacerd#cio de Cristo ou de Felquisedeque" / maior referência deste pacto est& registrada em Nm LQ"93M9.

e mostra também a fidelidade de *eus para a continuação do pacto feito com 8inéias: Fl L"P3= 3 X+ntão sabereis que eu vos enviei este mandamento.ver também v"L>3LL? +mbora não ha7a qualquer menção desse pacto com os levitas no livro de Hebreus . para que ofereça holocausto. os sacerdotes continuaram a violar o pacto.l Cr 9Q"LQ3L<?" +ntão. e da sua boca devem os homens procurar a instrução. di) o -enhor dos +xércitos" 8inha alian!a com ele foi de vida e de pa)2 ambas lhe dei eu para que temesse2 com efeito ele me temeu. recebendo o castigo de *eus por isso . a quem *avi ordena obediência (s palavras do -enhor .homem diante de mim. castig&3lo3ei com varas de homens.o que se esperaria que houvesse?. todavia.Fl L"H3<?" M* PACTO DE DEU# CO" DA5I Partes Contratantes 3 *eus estabeleceu este pacto com o fiel rei *avi ap#s a sua devoção a *eus como rei de 6srael e como o vassalo ungido . na sua totalidade. e da iniquidade apartou a muitos" .orém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti2 teu trono ser& estabelecido para sempre"X .orque os l&bios do sacerdote devem guardar o conhecimento. LM3LN?. e ele me ser& por filho2 se vier a transgredir. como a retirei de -aul.L -m ="Q39N2 Q9 H<"93M? Esta6e(ecimento do Pacto *avi 7& havia tra)ido a /rca da /liança de volta para o tabern&culo em Kerusalém . e estabelecerei o teu reino" +ste edificar& uma casa ao meu nome. e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino" +u lhe serei por pai. todos os aspectos mencionados no sacerd#cio de Cristo. a despeito da fidelidade de *eus. queime oferta de man7ares e faça sacrif!cio todos os diasX 3 . indicam que Cristo é o sacerdote eterno. o que *eus havia dito sobre a eternidade do pacto com os levitas. que proceder& de ti. e tremeu por causa do meu nome" / minha instrução esteve na sua boca. porque ele é mensageiro do -enhor dos exércitos"4 Contudo. e com açoites de filhos de homens" Fas a minha miseric#rdia se não apartar& dele. então farei levantar depois de ti o teu descendente.l Cs <"Q? . cumprindo3se assim. e a in7ustiça não se achou nos seus l&bios: andou comigo em pa) e em retidão.l Cs H"L>. segue3se o estabelecimento do pacto" L -m ="9L39N T 0Suando teus dias te cumprirem. na manutenção do pacto.L Cs L"93 P?" *eus reconfirma com -alomão o pacto feito com *avi . a quem tirei de diante de ti" . lembra de maneira inequ!voca o pacto de *eus feito com *avi" $ cumprimento do pacto com *avi foi cumprido com o levantamento do reino de -alomão .cf l Cr 9="9939P? $ -almo H<. em Hebreus. para que a minha alian!a continue com Le(i. de que nunca faltaria alguém que fosse sacerdote no meio do seu povo" A 5io(a-. e descansares com teus pais.o Pacto Com o passar do anos houve a infidelidade da classe sacerdotal em relação ao pacto" $ profeta Falaquias registra a situação lament&vel dos sacerdotes no seu tempo" Fl L"93M fala do desagrado de *eus contra os sacerdotes.

<39M2 L Cr L9"=?" *eus enviou os castigos aos descendentes infiéis de *avi.l Cs 99"93M. *eus fe) exigências que deveriam ser obedecidas pelos descendentes de *avi . imut&vel em sua segurança e divinamente confirmado no que respeita ( certe)a de seu cumprimento"X9HP Nesse pacto. uma promessa soleni)ada pela santidade de um 7uramento. como o pr#prio *eus declara" Não aconteceu o mesmo com -alomão e com o restante da descendência de *avi" +sse pacto divinamente estabelecido é incondicional" Contudo. se violarem os meus preceitos. e o seu trono como o sol perante mim" $ -almo 9ML também é um eco do pacto feito com *avi. como *eus 7usto que é" Contudo. sucessores de *avi. e não guardarem os meus mandamentos. estabelecimento. divino em sua origem.e serei eu falso a *aviO?: a sua posteridade durar& para sempre. LL" 9HP The )o(enant o$ Grace. então punirei com vara as suas transgress%es. e continua através de todo o '@. continuou com Foisés no -inai. a determinação e a imutabilidade da promessa divina"" "/ certe)a do cumprimento surge da promessa e do 7uramento de *eus""" Nenhum exemplo de pacto do '6] d& um apoio mais claro ( tese de que um pacto é promessa soberana. *eus fa) uma promessa incondicional de estabelecer e manter a dinastia dav!dica no trono de 6srael" +m 6srael nunca haveria de faltar um rei que ocupasse o lugar de *avi" -emelhantemente ao pacto abra1mico.L Cs 9M"LL3LM?2 9HM The )o(enant o$ Grace. mas nunca faltou alguém que se assentasse no lugar de *avi" Não obstante os pecados de *avi e dos seus filhos. e com açoites a sua iniquidade" 8as <amais retirarei dele a minha 'ondade.@ipo 3 Bm . confirmação e cumprimentoX"183 /p#s fa)er uma an&lise dos dados da +scritura sobre esse pacto. chegando ao tempo de *avi" H& algumas indicaç%es de que o pacto é o mesmo: / despeito da desobediência de muitos reis. *eus não destruiu o povo por causa da sua promessa feita a /braão.l Cs <"P3<?" / responsabilidade pactual não est& ausente" *avi viveu em fidelidade pactual. que é absolutamente incondicional" -l H<"M>3MN T 0-e os seus filhos despre)arem a minha lei. que eram as mesmas relacionadas aos pactos anteriores" Fuitos dos descendentes de *avi não obedeceram as prescriç%es divinas. e perderam o reino. nem desmentirei a minha $idelidade# 0&o (iolarei a minha alian!a. FurraY conclui: 0Bm estudo destas passagens mostrar& que o aspecto mais marcante é a segurança.dico 17 8 uma *ontinuação do Pacto da 6raça +ste pacto é uma continuação do pacto da graça. nem modi$icarei o %ue os meus lá'ios pro$eriram# Bma ve) 7urei por minha santidade . onde *eus promete incondicionalmente se interpRs com 7uramento para abençoar a sua casa e erigir o seu trono" As1ectos do Pacto Da'. os pecados dos homens não haveriam de anular o pacto de *eus. o pacto permaneceria . as pessoas tinham que obedecer as suas prescriç%es. e não andarem nos meus 7u!)os.acto 6ncondicional 3 +sse pacto é ratificado ou confirmado por *avi" -implesmente *eus estabelece soberanamente o pacto" Kohn FurraY di) que o pacto 0é uma dispensação soberana. 6saque e Kac# . que começou a ser anunciado com /braão. LM" . para que houvesse apropriação pessoal das promessas dele.

esta promessa pactual do descendente de *avi ocupar o seu trono. e o seu trono como os dias do céu"4 $ texto de :c 9"ML3MM.l Cs H"L9?" /s prescriç%es de *eus para todas as dispensaç%es velho3testament&rias do pacto são as mesmas" / promessa de ser o *eus do povo é a mesma .ois estabeleceu comigo uma alian!a eterna. como também est& escrito: """ X+ cumprirei a vosso favor as santas e $iéis promessas $eitas a . ?" Contudo. de tal modo que não ha7a nem dia nem noite a seu tempo. meu servo. fa) uma pro7eção do cumprimento futuro dele em Cristo Kesus" +ntretanto. então. olha para diante. e a vossa alma viver&2 porque convosco farei uma aliança perpétua que consiste nas fiéis miseric#rdias prometidas a *avi"X Suem o interpreta de maneira correta é o ap#stolo . meu servo. para que não tenha filho que reine no seu trono"" "v"LQ 3 /ssim di) o -enhor: -e a minha aliança com o dia e com a noite não permanecer. talve) sem entender claramente o conte5do de sua profecia. e vê o pacto dav!dico sendo cumprido em Cristo" 6s QQ"M T 06nclinai os vossos ouvidos.a(i#E @ambém o profeta Keremias olha para tr&s. é cumprido graciosamente através de e em Cristo Kesus. e eu não mantiver as leis fixas dos céus e da terra. de modo que não tome de sua descendência quem domine sobre a descendência de /braão. e de *avi.aulo. e vinde a mim2 ouvi. com *avi o pacto tem um aspecto novo. 6saque e Kac#2 porque lhes restaurarei a sorte e deles me apiedarei"X 37 8 um Pacto cum(rido em *ri to $ pacto dav!dico que soberanamente *eus estabeleceu. para o pacto de *eus feito com *avi e. poder3se3& também invalidar a minha aliança com *avi. 7& mencionado acima. também re7eitarei a descendência de Kac#. como *eus a cumpriu plenamente a n#s. seus filhos. mostra claramente a eternidade do pacto dav!dico" / inviolabilidade e a eternidade do pacto dav!dico é enfati)ada pela indicação de que ele é tão certo quanto é certo o pacto que *eus fe) com Noé do dia com a noite" Kr MM"L>3LN T 0/ssim di) o -enhor: -e puderdes invalidar a minha aliança com o dia e a minha aliança com a noite. em seu discurso em /ntioquia: /t 9M"ML3MP 3 XN#s vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais. a promessa feita a *avi é apontada para o Fessias: . são as mesmas que *eus deu a Foisés . a descendência real de *avi" Na verdade. ressuscitando a Kesus. que é a promessa da Ceale)a do Cedentor do pacto" *avi fa) menção dessa aliança num salmo que esta3 registrado em l Cr 9N"9P3LL" 27 ) um Pacto )terno Bm pacto pode ser incondicional e não ser eterno" Fas com *avi *eus prometeu algo que durar& para sempre" /ntes de morrers *avi falou palavras que evidenciam a eternidade do pacto que *eus havia feito consigo: L -m LM"Q 3 X./s t&buas da /liança (s quais -alomão se refere. em tudo bem definida e segura"4 -l H<"LH3L< 3 XConservar3lhe3ei para sempre a minha graça e firme com a minha alian!a# 8arei durar para sempre a sua descendência. inclue um contexto bem mais amplo onde a promessa3mãe feita em Gn M"9Q é cumprida de um modo cabal" $ profeta 6sa!as.

a respeito do patriarca *avi. ( destra de *eus""" . referiu3se ( ressurreição de Cristob / este Kesus *eus ressuscitou"" +xaltado.a(i. Kustiça Nossa" . pois.cf v"L>3LN?" $ evangelista :ucas também fa) referencia ao trono de *avi. seu pai2 e ele reinará para sempre sobre a casa de Kac#. Kesus Cristo" :c 9"ML3MM 3 X+ste ser& grande e ser& chamado 8ilho do /lt!ssimo2 *eus.Hb H"9>?" . o -enhor. o ap#stolo. pois. por essa ra)ão que. a quem +le chama de Xcasa de 6srael e casa de Kud&X . *eus o fe) -enhor e Cristo"4 . e o seu reinado n&o terá $im#> . toda a casa de 6srael de que a este Kesus que v#s crucificastes. até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés"] +ste7a absolutamente certa. essa posteridade era chamada simplesmente de 0casa de 6srael4" . quando.a(i um Neno(o de <usti!a3 ele executar& 7u!)o e 7ustiça na terra" Naqueles dias Kud& ser& salvo e Kerusalém habitar& seguramente2 ela ser& chamada: -enhor. lhe dar& o trono de . se7a3me permitido di)er3vos claramente.Kr MM"9Q39= 3 >0a%ueles dias e na%uele tempo $arei 'rotar a . mas ele mesmo declara: *isse o -enhor ao meu -enhor: ]/ssenta3te ( minha direita. e aplica3o diretamente ao nascimento do Cei dos reis. e firmarei no(a alian!a com a casa de 6srael e com a casa de Kud&X +) 9N"N>3NM 3 9HQ +ssa divisão da posteridade de /braão deu3se somente nos dias do rei Coboão" /ntes dessa divisão.edro. e sabendo que *eus lhe havia 7urado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono2 prevendo isto. refere3se ao *escendente de *avi: /t L"L<3MN 3 X6rmãos. na maioria dos casos aparece unicamente a expressão 0casa de 6srael4 . em seu primeiro sermão. teve a mesma interpretação do pacto dav!dico. que ele morreu e foi sepultado e o seu t5mulo permanece entre n#s até ho7e" -endo.a(i homem %ue se assente no trono da casa de +srael* .Hb H"H?"185 O E#TABELECI"ENTO DO NO5O PACTO Kr M9"M9 3 X+is a! vêm dias.orque assim di) o -enhor: 0unca $altará a .edro coloca em termos inquestion&veis que a promessa pactual feita a *avi cumpriu3se literalmente em Cristo" +le é o 5ltimo descendente e o que haveria de reinar eternamente sobre o trono de *avi" S* O NO5O PACTO @exto para estudo 3 Kr M93M93MM2 ML"MH3P>2 Hb H" PARTE# CONTRATANTE# Bm pacto feito entre *eus e o 6srael rebelde. pois.orque *avi não subiu aos céus. di) o -enhor. profeta.

mas o pacto não foi feito naqueles dias" /p#s a volta do cativeiro. eles não foram os donos e os governadores da terra" $utros povos dominaram sobre eles. constru!ram os muros e a cidade. mediante a vinda do Cenovo" / incondicionalidade do pacto est& patente no modo como *eus o estabelece" +le di): 0+u firmarei um pacto"" "X. de veracidade e.Hb <"o9>?. mas ainda indeterminados" Keremias não sabia precisamente de que tempos estava falando" @odavia. ao mesmo tempo de -ua graça" +le é a causa 5nica e o autor 5nico do novo pacto" O TE"PO DO CU"PRI"ENTO DO NO5O PACTO Kr M9"M92 Hb H"H T 0+is a! vem dias""" Kr M9"MM T 0"""depois daqueles dias""""X H& algumas idéias na tentativa de explicar o significado das palavras Xdepois daqueles diasX" 9? Bns pensam que a expressão rdepois daqueles diasX se refira ao tempo imediato ao Cativeiro da IabilRnia. até o estabelecimento do novo pacto. porque uma das promessas tinha a ver com a volta do povo ( terra de 6srael e a reconstrução da cidade . pois temos a hist#ria da redenção diante de n#s de uma maneira patente" $ estabelecimento do novo pacto foi marcado por alguns eventos importantes que o precederam: a? / entrada de Koão Iatista em cena" +le veio no esp!rito e no poder de +lias. referindo3se especificamente ( volta dos cativos para a terra. uma promessa incondicional feita a um 6srael rebelde que consiste no perdão de seus pecados e na re3estabelecimento da comunhão de 6srael com *eus numa nova base. limitados e futuros. de poder. séculos mais tarde" L" $utros pensam que a expressão raqueles diasX se refere ( completação dos dias da revelação velho3testament&ria. e porei o meu santu&rio no meio deles para sempre"X TIPO J U" PACTO INCONDICIONAL . porque +le mesmo foi Xnascido de mulherX sendo su7eito ( lei. essa idéia não pode ser aceita porque os 6sraelitas voltaram do cativeiro. que haveria de vigorar até o advento do Fessias" $ escritor aos Hebreus chamaria Xaqueles diasX de ro tempo oportuno da reformaX . é anunciado com a vinda de Koão Iatista . o precursor do -enhor ainda estava debaixo da velha aliança. de forma mais efica). cu7o ministério é tido como o começo do evangelho .+) M="LN 3 X8arei com ele alian!a de pa=3 ser& uma aliança perpétua" +stabelecê3los3 ei e os multiplicarei.Fc 9"93M?" +le veio preparar o povo para a vinda do -enhor" . onde *eus haveria de inscrever nos coraç%es deles a -ua lei 3 um pacto de pura graça.regou o arrependimento e o reino de *eus. dado em Horeb . Keremias est& tratando de dias espec!ficos.Fl P"P3N?" $ novo pacto. que é a renovação do pacto prometido a /braão.Hb H"9>?" Nessa maneira de falar. *eus expressa a -ua soberania de autoridade. ho7e. do pacto sina!tico. o tempo quando as cousas novas haveriam de aparecer" Certamente. para n#s. não é dificil precisar que dias seriam aqueles. isto é.Kr M9"MH3P>?" Contudo. ou da dispensação da 'elha /liança. o pacto sina!tico ainda estava em vigor.:c 9"N<3=<?" b? / vinda do 8ilho de *eus +ncarnado" Suando o 'erbo encarnou3se e exercer o seu ministério entre n#s. tendo que observar todos os preceitos que o . anunciando um novo relacionamento com o -enhor" @odavia.

Keremias fala da volta ( terra da qual haviam sido expulsos" Kr ML"M= 3 X+is que eu os congregarei de todas as terras.entecoste.acto. para estabelecer a segunda" c? / morte do 8ilho de *eus" -ua morte foi o cumprimento solene do novo pacto . relacionadas aos pactos anteriores" / maioria das bênçãos prometidas no novo pacto não foram absolutamente desconhecidas dos filhos de 6srael. no meu furor e na minha grande indignação2 tornarei a tra)ê3los a este lugar. diferentemente da velha aliança. é o cumprimento cabal de muitas promessas feitas ao -eu povo.o com o Pacto A6ra`mico 3 . a promessa da posse da terra que *eus deu a /braão.orque assim di) o -enhor: assim como fi) vir sobre este povo todo este grande mal. casa espiritual de *eus . e lhes farei bem2 plant&3los3ei firmemente nesta terra.aulo. e se tornara completamente vitoriosoV +les não mais seriam malditos" -e a ressurreição de Cristo não acontecesse.entecostes" -omente = semanas depois da ressurreição de Cristo é que a promessa maior da nova aliança foi solenemente reali)ada" No . que morava no templo f!sico de Kerusalém. e farei que nele habitem seguramente"X $s versos MH3P> falam claramente do novo pacto e.ortanto. embora sem a plenitude de entendimento do que seria a verdadeira redenção" d? / ressurreição do 8ilho de *eus" / ressurreição de Cristo é a culminação da vit#ria sobre os principados e potestades" /gora aos filhos de *eus estava garantida a vit#ria final" @udo o que precisava ser feito em termos de obediência estava cumprido" / maldição sobre o seu povo havia ca!do sobre +le. o +sp!rito prometido pelo profeta +)equiel. que significa o tempo da redenção que todos os fiéis anelavam.+f L"L>3LL?" *epois dessa manifestação do . Xainda permanecer!amos em nossos pecadosX . nos versos seguintes. di) . estando todos n#s ainda sob a maldição da aliança de Horeb.Hb <"9P39N?" +ssa santa e eterna aliança cumpre e substitui todos os s!mbolos e sombras usados na velha aliança" $s s!mbolos caem. ligada com a promessa de ser o *eus deles e deles serem seu povo" +stas promessas são solidamente reais neste pacto" *entro do contexto do Novo . através de Kesus Cristo. Keremias volta a falar sobre o mesmo assunto: Kr ML"P93PL 3 X/legrar3me3ei por causa deles.9 Co 9Q"9=?. vem morar no templo espiritual.primeiro /dão não observou e todos os preceitos do pacto sina!tico que não foram observados por aqueles que +le representou" +le é o elemento de transição entre a velha aliança e a nova aliança" +le cumpre todos os requisitos da primeira aliança. tornando3se obsoletos com a vinda daquilo que era a realidade" $s tipos desaparecem quando o ant!tipo vem" / morte de Cristo era a culminação de todas as esperanças do passado. pois elas 7& estavam em gérmen nos outros pactos" Re(a-. tornando3a caduca. vem para habitar nos filhos do povo de *eus" /p#s esse tempo é que o povo e seus membros individuais recebem o +sp!rito de *eus que. a expressão >depois da%ueles dias> tem a ver com esses acontecimentos supra3narrados" -omente ap#s todos essas cousas acontecerem é que haveria o estabelecimento formal do pacto" RELA !O DO NO5O PACTO CO" O# PACTO# ANTERIORE# $ novo pacto. assim lhes . como é a promessa do novo pacto" .entecostes é que os crentes haveriam de guardar as leis de *eus e observ&3las interiormente" / lei de *eus seria gravada nos coraç%es deles. de todo o meu coração e de toda minha alma" . para onde os lancei na minha ira. por causa da nossa culpa" e? $ *ia do .

eles e seus filhos e os filhos de seus filhos. para onde eles foram. e os congregarei de todas as partes.o com o Pacto #ina.trarei todo o bem que lhes estou prometendoX . que é uma aliança de pa)" CONTRA#TE# ENTRE O 5ELHO PACTO E O NO5O PACTO / velha aliança da qual o escritor aos Hebreus fala muito. guardarão os meus estatutos e os observarão" Habitarão na terra que dei a meu servo Kac#s na qual vossos pais habitaram2 habitarão nela.v"LN3L=? 8arei com eles aliança de pa)2 ser& aliança perpétua" +stabelecê3los3ei. tratando das bênçãos espirituais do novo pacto . e os multiplicarei. e os levarei para a sua pr#pria terra"" ". feito com Foisés" 8alando do estabelecimento da nova aliança. estabelecida com Foisés. para sempre2 e . assim ele promete efica)mente cumprir com os seus descendentes dando3lhes essa bênção de car&ter f!sico" Re(a-. por sua 'e). através de Keremiass *eus deixa bem clara que esta seria de nature)a diferente da primeira. contrastando com a nova aliança. andarão nos meus 7u!)os.a(i meu ser(o. sem sombra de d5vida a Kesus Cristo. o Fediador da Nova /liança. e porei o meu santu&rio no meio deles para sempre" $ meu tabern&culo estar& com eles2 eu serei o seu *eus e eles serão o meu povo"4 /ssim como *eus disse que daria a terra a /braão.cf v"PM3PP?" $ profeta +)equiel.Kr M9"MM?" Re(a-. promete também a bênção de nature)a f!sica relacionada ( devolução da terra: +) M="L93L= 3 X*i)e3lhes.+) M="939L?. pois: /ssim di) o -enhor *eus: +is que eu tomarei os filhos de 6srael de entre as naç%es. mas com o pacto sina!tico. também é ligado ao pacto /bra1mico" +) M="LMb3LQ 0b /ssim eles serão o meu povo.tico 3 / $bediência (s leis requerida no pacto sina!tico é tornada real neste pacto" +sta obediência não se materiali)ou no pacto sina!tico.a(i reinará so're eles3 todos eles ter&o um s" pastor. mas é promessa de *eus que ela ser& uma realidade neste novo pacto pela efic&cia da obra do +sp!rito nos coraç%es dos do seu povo . não tem nada a ver com o pacto feito com /braão. quando trata especificamente do novo pacto que. no dia em que .dico $ novo pacto vincula3se também ao pacto dav!dico.o com o Pacto Da'. no -inai" Kr M9"ML T 00&o con$orme a alian!a %ue $i= com seus pais. e eu serei o seu *eus" O meu ser(o .tico Re(a-. quando Kesus Cristo é apontado como aquele que haveria de reinar sobre 6srael" +ssa promessa é inequivocamente confirmada pelo profeta +)equiel. será seu pr5ncipe eternamente#> .v" LMb? /ssim eles serão o meu povo e eu serei o seu *eus""" .cf +) MP"LM3LQ?" +stas passagens de +)equiel se referem.o com o Pacto Le'.

fa) com que o primeiro pacto . di)endo: +ste é o sangue da aliança. di) o -enhor"X $ /ntigo . aos que o aguardam para a salvação"X Os dois 1actos 1ossuem o mesmo (i'ro da (ei / +scritura é o livro dos dois pactos DIHEREN A# . o Cordeiro de *eus é sacrificado" . com &gua. porque este 5ltimo é imperfeito e deu lugar a um superior.acto é o tipo e o Novo . tudo aquilo que era sombra desapareceu quando o que é celestial apareceu . o novo pacto. como também todo o povo. ?" Os dois 1actos s.am a()umas 1romessas comuns Hb H"9> +sta promessa é comum porque tanto o antigo pacto como o novo pacto estão vinculados ao pacto da graça que foi estabelecido formalmente com /braão" Os dois 1actos eram caracteri:ados 1e(o sacri3.ascalX . LH 3 X.os tomei pela mão.cio de um Cordeiro +m ambos um cordeiro tinha que ser sacrificado" Na instituição da p&scoa *eus ordenou a Foisés que cada fam!lia oferecesse um cordeiro" Na instituição do segundo pacto.orque nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue2 porque. tendo3se oferecido uma ve) para sempre para tirar os pecados de muitos. havendo Foisés proclamado todos os mandamentos segundo a lei. para os tirar da terra do +gito2 porquanto eles anularam a minha aliança. segundo a lei.acto é o /nt!tipo" $ novo pacto é superior ao antigo pacto. a todo o povo. e aspergiu não s# o pr#prio livro. sem pecado. vindo a desaparecer .Hb H"9M?" *e fato.o sina!tico? se7a cancelado ou antiquado. se purificam com sangue2 sem derramamento de sangue não h& remissão""" "v" LH 3 /ssim também Cristo. aparecer& segunda ve).or essa ra)ão.Hb H"Q?" #E"ELHAN A# Os dois 1actos 1ossu.Hb H"=?" $ segundo pacto. tomou o sangue dos be)erros e dos bodes.o sancionados com san)ue +stava absolutamente claro deste o estabelecimento do pacto com Foisés que *eus haveria de estabelecer todas as cousas com sangue" -em derramamento de sangue não poderia haver nenhum tipo de redenção Hb <"9H3LL. a qual *eus prescreveu para v#s outros" 6gualmente também aspergiu com sangue o tabern&culo e todos os utens!lio do serviço sagrado" Com efeito. não obstante eu os haver desposado. Cristo é chamado de Xo Cordeiro . perfeito . quase todas as cousas.

que não podiam fa)er nada em favor daqueles por quem intercediam.Hb ="L=2 <"LP3LN?" $s sacrif!cios da primeira aliança .Hb ="99?2 o sacerd#cio segundo a ordem de Felquisedeque.orque Cristo não entrou em santu&rio feito por mãos. conforme nos registra a Carta aos Hebreus: a) Su(erioridade 0uanto ao Sacerd9cio $s sacerdotes do antigo pacto eram muitos e tinham que oferecer sacrif!cios por si mesmos. sem m&cula.Hb ="L>?.%* O Anti)o Pacto era Condiciona( e o No'o era Incondiciona( +* O No'o Pacto 8 su1erior ao Anti)o Pacto / -uperioridade do Novo . mas o -acerd#cio do Novo .ar do Sacrif'cio $s sacerdotes do velho pacto assentavam3se no tabern&culo terreno. como ministro do santu&rio e do verdadeiro tabern&culo que o -enhor erigiu. porém no mesmo céu.or essa ra)ão.acto era sem m&cula. diante de *eus"X c) Su(erioridade 0uanto < Admini tração da :ei= / velha aliança era caracteri)ada pela doação da lei ob7etivamente aos filhos de .Hb H"93L?" Hb <"LP 3 X. enquanto que havia somente um -umo3-acerdote perfeito.Hb ="LM?2 o sacerd#cio do Novo . é perfeito . enquanto que o sacerdote do Novo .Hb ="LN3L=?" $ sacerd#cio lev!tico era imperfeito . para comparecer. de superioridade inquestion&vel" $s sacerdotes do pacto sina!tico ofereciam sacrif!cios que eram repetidos todos os dias. figura do verdadeiro. superior" X+le assentou ( destra do trono da Fa7estade nos céus. não o homemX . constru!do por homens. separado dos pecadores . agora.acto di) respeito a v&rias cousas.Hb ="LH?" $ sacerd#cio do antigo pacto era passageiro. pois os sacerdotes eram impedidos de continuar pela morte . enquanto que o 5nico sacrif!cio da nova aliança tornava santificados os adoradores .Hb ="LQ?" $ sacerd#cio do antigo pacto era composto de pecadores que tinham que oferecer sacrif!cios por si mesmos. alguma coisa que eles possu!am. enquanto que o -umo3-acerdote do novo pacto adentrou um santo dos santos diferente.ou sangue de bodes e touros? que era inefica)" $ -acerdote do Novo pacto oferecia um Cordeiro perfeito.acto era poderoso para salvar os pecadores .Hb ="L9?" . devido ( imperfeição deles" $s sacrif!cios do antigo pacto eram apenas simb#licos e indicativos do sacrif!cio perfeito. por n#s. enquanto que o -acerdote da nova aliança oferece3se a -i mesmo pelos pecados do povo" c) Su(erioridade 0uanto ao :u. ele permaneceu para sempre" b) Su(erioridade 0uanto ao Sacrif'cio $s sacerdotes do pacto sina!tico ofereciam um cordeiro macho.Hb <"<?.acto é eterno e imut&vel .a sina!tica? possu!a os rituais do culto sagrado . que é Cristo. que é Cristo . sem defeito .Hb ="LP?" $ sacerd#cio do antigo pacto era constitu!do de sacerdotes incapa)es espiritualmente.acto sobre o /ntigo .Hb <"93N? que eram inefica)es para aperfeiçoar aqueles que prestavam culto . separado dos pecadores.Hb ="LH?" $s sacerd#cio lev!tico era constitu!do sem 7uramento . enquanto que o -acerdote do novo pacto foi constitu!do por *eus com 7uramento . que foi oferecido uma ve) para sempre .Hb L"992 <"9939P2 9>"9P?" $s sacerdotes da antiga aliança ofereciam sacrif!cios que eram fora deles mesmos.

enquanto que a redenção obtida no novo pacto é eterna Hb <"9939L T 0Suando. mediante o maior e mais perfeito tabern&culo. não feito por mãos. porém.ortanto. uma ve) por todas. obteve Kesus ministério tanto mais excelente. quando é ele também mediador de superior aliança institu!da com base em superiores promessas#> /s promessas do pacto sina!tico apenas apontava para cousas futuras que eram superiores em conte5do" e) Su(erioridade 0uanto ao conceito de Redenção W / redenção conseguida no pacto sina!tico era apenas terrena. quer di)er. não por meio de sangue de bodes e de be)erros. muito mais o sangue de Cristo que. a consciência" Hb <"9M39P 0. tendo o'tido eterna reden!&o#> W / redenção do sangue da velha aliança purificava as cousas f!sicas da carne. a si mesmo se ofereceu sem m&cula a *eus. enquanto que a redenção do novo pacto purificava interiormente. mas pelo seu pr#prio sangue.o +ssa promessa não entra explicitamente no novo pacto. se o sangue de bodes e de touros. ou cousas terrenas. os santifica. mas ela é tornada interior. puri$icará a nossa consci7ncia de obras mortas para servirmos ao *eus vivoV PRO"E##A# DO NO5O PACTO %* A Promessa da doa-. entrou no -anto dos -antos. pelo +sp!rito eterno. do 7ugo do dom!nio do +gito2 a redenção conseguida pelo novo pacto é redenção do pecado" W / redenção conseguida no pacto sina!tico era temporal. aspergida sobre os contaminados.6srael2 a nova aliança tem a mesma lei. gravada no coração" d) Su(erioridade 0uanto < Prome a $ escritor aos Hebreus deixa bem claro que as promessas do novo pacto são bem superiores (s do pacto sina!tico: Hb H"N 3 X/gora. com efeito. não desta criação.ar-(os-ei cora!&o no(o. mas é f&cil perceber pelo contexto de Keremias e +)equiel que ela é parte integrante desse pacto gracioso" +) MN"LQ3L=a 3 X+ntão aspergirei &gua pura sobre v#s. e a cin)a de uma novilha. quanto ( puri$ica!&o da carne. veio Cristo como sumo sacerdote dos bens 7& reali)ados.o de um no'o cora-.cf +) 99"9<? . e ficareis purificados2 de todas as vossas imund!cias e de todos os vossos !dolos vos purificarei" . e porei dentro em ("s esp5rito no(o3 tirarei de v#s o coração de pedra e (os darei cora!&o de carne# Forei dentro de ("s o meu Esp5rito###> .

ou regeneração" + uma promessa de dar um coração rde carneX. para descrever a interioridade do ser humano: mente e coração" . guardando as -uas leis" . pois +le di): Ximprimirei . na forma de um paralelismo hebraico. é o lugar de toda a corrupção" $s filhos do povo de *eus recebem um coração sens!vel. também no coração lhas inscrevereiX" Como poderia *eus fa)er uma cousa dessas sem antes dar um novo coração aos filhos do seu povoO +)equiel. como parte dessa deliciosa e confortante promessa" / lei não estaria somente no papel. 7ustamente nessas partes que *eus trabalha no novo pacto" *eus começa de dentro. porque sem ela. endurecido. e guardem os meus 7u!)os. então. efica)mente .dentro deles? as minhas leis +sta promessa claramente é parte do novo pacto que *eus haveria de firmar com a casa de 6srael" +la fa) contraste com o antigo pacto. onde *eus deu as suas leis em t&buas de pedra. e os executem2 eles serão o meu povo. que é o pacto sina!tico. de dentro para fora. isto é.o da (ei de Deus +ssa promessa é a conseq ência natural da primeira" -omente um coração renovado pelo +sp!rito pode ter dentro de si as leis de *eus inscritas" / lei de *eus tem que ser interiori)ada no coração. esp!rito novo porei dentro neles2 tirarei da sua carne o coração de pedra. e lhes darei coração de carne. +le trabalha dentro do pecador. externamente. porque ali é a sede de todos nos nossos pecados e precisa ser limpa pela . di) o -enhor" 0a mente lhes imprimirei as minhas leis. e eu serei o seu *eus"X. as outras promessas de aplicação pessoal da redenção não podem ser cumpridas" *o novo pacto fa) parte a promessa da renovação do coração. depois daqueles dias. para que andem nos meus estatutos. no novo pacto.cf +) MN"LN3L=?" $ profeta enfati)a claramente o prop#sito do doar de um novo coração: capacitar os filhos do seu povo a andar nos caminhos do -enhor. obedecidas: +) 99"9<3L> 3 X*ar3lhes3ei um s# coração. sens!vel em contraposição ao coração endurecido.orque esta é a alian!a que firmarei com a casa de 6srael. renovando3lhe o entendimento e o coração. não de fora" No velho pacto *eus costumava operar com a lei apenas ob7etivamente" /gora. rde pedraX" $ coração de pedra. curioso observar que *eus interiori)a as -uas leis. e os filhos do povo de *eus passam a ter santas disposiç%es para com a lei de *eus" +* A Promessa da Interiori:a-. .+sta não é a primeira promessa do novo pacto. tam'ém no cora!&o lhas inscre(erei###E $ profeta usa dois termos.ver Cm 9L"L2 +f 9"9=39H e P"LM?" . debaixo da administração desse novo pacto são capacitados pelo +sp!rito de *eus a obedecer os preceitos do -enhor.aulo usa uma preciosa ilustração para mostrar como são agora os filhos de *eus e os ministros no novo pacto" +m L Co M"N. essa promessa s# é poss!vel com a reali)ação da primeira" -em um novo coração não haveria a possibilidade das leis de *eus serem obedecidas" Keremias di): XNas mentes lhes imprimirei as minhas leis. pelo -eu +sp!rito" Contudo. consequentemente. mas *eus a tornaria viva em n#s. agora pronto para receber a lei de *eus dentro dele" +ntão.aulo di) que *eus Xnos habilitou para sermos . isto é.alavra de *eus" Kr M9"MM 3 X. a alienação de *eus é retirada. mas elas foram dadas sem que necessariamente fossem obedecidas" +las foram dadas ob7etivamente. externamente. mostra como é poss!vel ter essas leis inscritas e. sem que fossem internali)adas nos coraç%es dos filhos de 6srael" No novo pacto a promessa é a interiori)ação das leis do -enhor" $s filhos de *eus. que é a mesma coisa que a implantação da vida. mas é a mais importante.

bom ser observado que as pessoas destitu!das desse conhecimento salvador de *eus estão fora do novo pacto" +ssa promessa do conhecimento do -enhor tem algumas caracter!sticas: . nos cora!Aes###> $ contraste é absolutoV $ primeiro foi um ministério entregue a Foisés2 o segundo um ministério de Cristo e do +sp!rito" $s ministros da antiga aliança tinham as leis gravadas fora deles. isto é. então.*t N"Q3<?" Fas o conhecimento de *eus no coração dependia do estudo.v"<?" . mas eles não conheceram o -enhor" +le queria que as suas leis estivessem dentro dos coraç%es dos homens" . de colocar na mente pelo constante contato com as leis" $ homem não deu conta de internali)ar as leis de *eus. mas não a capacidade de cumprirem a lei para terem vida" + por isso que ele chamou o ministério da velha aliança de Xministério de morteX . escrita em nossos coraç%es. mas pelo Esp5rito do .Hb H"9>?" N* A Promessa de um Con0ecimento Pessoa( do #en0or Kr M9"MP 3 XNão ensinar& 7amais cada um ao seu pr#ximo. pois a internali)ação dependia do esforço pessoal" / impotência do homem para essas coisas sempre foi algo tristemente not&vel" Sue fe)s então. porque a lei mata quando ela não é interiori)ada.v"<?. n&o em tá'uas e pedra. di) o -enhor"4 +ssa promessa é exatamente decorrente da segunda. não da letra. porque não pode haver nenhum conhecimento de *eus. nas pedras que *eus deu a Foisés. conhecida e lida por todos os homens. quando trata da comparação do antigo pacto com o novo pacto . da promessa que *eus fe) através de Keremias e +)equiel.a -ina!tica?. mas do esp!rito2 porque a letra mata. embora não total e final. que eu sou o -enhor2 eles serão o meu povo.aulo di) aos filhos de *eus que estão debaixo da nova aliança: L Co M"L3M 3 X'#s sois a nossa carta. o homem pode chegar a um verdadeiro conhecimento de seu *eus" +ssa promessa é gloriosamente linda. di)endo: Conhece ao -enhor. porque ela é cumprida em Cristo Kesus e tornada efica) pelo +sp!rito -anto . escrita n&o com tinta. que tinham a lei gravada em t&buas de pedra.v"=? e Xministério de condenaçãoX.aulo estava di)endo que os ministros da velha aliança .or essa ra)ão.ministros de uma nova aliança. por%ue todos me conhecer&o.ar-lhes-ei cora!&o no(o para %ue me conhe!am. e eu serei o seu *eus2 porque se voltarão para mim de todo o seu coração"s] Com a doação de um novo coração. no pacto sina!tico. fa)endo com que +le fosse realmente conhecidos dando3lhes um coração novo" $bserve a -ua promessa: Kr LP"= 3 >. nem cada um ao seu irmão. eram ministros da letra. porque os homens não conseguem guard&3la" *iferentemente.v"H? e Xministros da 7ustiçaX.eus (i(ente. mas em tá'uas de carne. *eusO *eus prometeu que +le mesmo haveria de tornar essas leis interiori)adas. de que ele Xinscreveria as suas leis nas nossas mentes e nos nossos coraç%esXV +sta bendita promessa é confirmada e ratificada pelo escritor aos Hebreus. a menos que *eus tome a iniciativa de interiori)ar as -uas leis nas mentes e nos coraç%es dos homens" $ conhecimento de *eus foi algo que *eus sempre quis que o seu povo tivesse de -i" *esde o começo das suas alianças *eus prometeu que o povo o conheceria" +le deu3se a conhecer através das suas leis escritas.or que esse contrasteO / resposta é #bvia: no começo do capitulo . estando 7& manifestos como carta de Cristo.Ko 9="M?" $ real conhecimento de *eus é o alvo de todos os filhos do povo de *eusV Conhecer *eus é ter a comunhão imperd!vel com +leV . mas os herdeiros do novo pacto são capacitados para ter essas mesmas leis dentro do coração pela obra graciosa do +sp!ritoV +sse o cumprimento cabal. mas o esp!rito vivifica"X Com isso . os ministros da nova aliança são Xministros do esp!rito . desde o menor até ao maior deles. +le deu certas prescriç%es estabelecidas muito claramente .

vi)inhos. mas pelo pr#prio -enhor" + um conhecimento experimental de *eus. *eus se dar& a conhecer a todas as classes de pessoas" /s pessoas serão abençoadas pelo conhecimento de *eus.embora a idéia este7a inclu!da?. mas especificamente gentes de todas as classes" Não haver& diferença de classes nesse tipo de conhecimento" @anto os pequenos quanto os grandes virão a conhecer ao -enhor" @odas as classes de pessoas.a) 8 uma (rome a de car4ter (e oal . na completação de todas as cousas. esta também é uma promessa da graçaV d) 8 uma (rome a de car4ter efica> 0porque todos me conhecer&o###E / promessa gloriosa é que todos os do seu povo conhecerão ao -enhor" Não é um conhecimento de informação que uma lei escrita d&. desde o mais imaturo ao mais maduro. um conhecimento que reflita a realidade" +sse conhecimento não vir& necessariamente pelo ensino dos mestres da igre7a . mas pela obra interior de *eus no coração dos homens. eles podem vir a conhecer quem realmente o -enhor oV $ conhecimento do -enhor é uma combinação do estudo da sua revelação com a capacidade preveniente que o -enhor d& pelo doar do novo coração e com a interiori)ação da sua palavra" Não h& modo de se conhecer ao -enhor.cf" Kr N"9M2 H"9>2 PL"92 PP"9L e Kn M"Q?" Contudo.or sua promessa pactual. um conhecimento adequado de *eus. aplicando3lhes a lei anteriormente escrita na pedra. e todos os outros que vierem a fa)er parte do pacto.que não devem nunca ser descartados?. mas a despeito delas" Como as outras. esta expressão não significa literalmente crianças e adultos . onde estiverem" c) 8 uma (rome a de car4ter nivelador 0porque todos me conhecerão. que é parte da promessa desse novo pacto" +sse conhecimento é efica) porque é conhecimento salvador de *eus" +le não vem pelo ensino. se7am os ricos ou os p&rias da sociedade" . quando estudada" Não é o conhecimento pelo ac5mulo de informação. isto é. mas pela obra do -enhor dentro do coração deles. importante reconhecer que esse conhecimento do -enhor é uma promessa de car&ter pessoal" Não somente os filhos do pacto haveriam de conhecer as leis do -enhor no coração. não por causa das suas categorias. quer se7am importantes ou sem import1ncia2 ba7ulados pelos homens ou não. colocando3a nos seus coraç%es" / efic&cia do conhecimento do -enhor não vem pelo ensino dos homens. como também conheceriam ao -enhor pessoalmente" $ texto di) que Rcada um> conhecer& ao -enhor" b) 8 uma (rome a de car4ter univer al $ texto di) que 0todos me conhecer&o># . mas um conhecimento experimentalV @odos os do seu povo. mas com a pr#pria pessoa de *eus" *epois que o +sp!rito de *eus habilita o seu povo com a internali)ação das leis. haverão de ter. então. desde os pequenos até os maiores" Não deve entender3se esta expressão como indicativo de universalismo salvador" Na palavra 0todos4 estão inclu!dos os parentes. sem que estas coisas este7am 7untas" . onde não somente somos confrontados com as verdades de *eus.or universal entenda3se pessoas de todas as partes do mundo. desde o menor ao maior. desde o menor até o maior># / expressão ]desde o menor até o maior] é um provérbio conhecido naquela época .

orque esta é a aliança que firmarei com a casa de 6srael:"""eu serei o seu . em pacto. a terra restar& cheia do conhecimento do -enhorX . porque outra promessa no pacto é que *eus lhe daria 9HN Ko_n $_en. e purificar para si mesmo um po(o exclusi(amente seu. porque todos me conhecer&o###> Suando toda a redenção do novo pacto se completar. verdade que jahvéh é *eus do mundo inteiro. imediatamente e realmente da mediação de Cristo" + o pacto que *eus fa) conosco n+le como a certe)a que vem d+le" + por causa das propriedades da nature)a divina que este pacto é gordenado e seguro em todas as cousash" / sabedoria infinita o proporcionou. como nenhum povo veio a ser" >Eu serei o seu . em pacto. todos haverão de ter conhecido plenamente o -enhor" E por causa disso que o profeta di) que naquela época o conhecimento de *eus na terra ser& pleno porque. prometeu que o povo seria -eu povo. +le estava prometendo miseric#rdia. porque *eus criou a todos e a todos sustenta.or6s o$ Hohn Owen. eles passam a ser um povo peculiar de *eus. e culmina no novo pacto" .eus> W Suando *eus.cf" +) 99"L>2 +) M="LN3L=2 Hb H"9>?" +sta é a promessa do pacto da graça que atravessa toda a +scritura" +la foi primeiramente feita a /braão e. a fim de remir3nos de toda iniquidade.@he Ianner of truth @rust.e) 8 uma (rome a de cum(rimento (leno no futuro $ cumprimento pleno desta promessa s# se dar& na ordem eterna das cousas. então. a segurança e a gl#ria deste pacto dependem originalmente da nature)a de *eus. )eloso de boas obras4 . pois o tempo verbal é futuro" . santidade. como nenhum outro povo seria possessão d+le" Cristo Kesus foi enviado ao mundo.$s L"LM?" 0/ efic&cia.or isso é que eles respondem: X@u és o meu *eusX . prometeu que seria o *eus do seu povo. graça. 9QN" . então.] exatamente no tempo em que o -enhor reinar& em plenitude sobre o -eu povo" +ste ser& o tempo dos 0novos céus e da nova terra4" L* A Promessa de #er o Deus do Po'o e de(es serem Po'o de Deus Kr M9"MM T 0.or isso. . +le estava afirmando duas coisas: a? que *eus os possuiria de uma maneira especial. vol" [[66. mas +le é *eus de maneira especial e relacional somente dos que estão inclu!dos no pacto da graça" Como conseq ência de jehovah ser o *eus deles. e o poder infinito é que o tornou efica)"49HN >Eles ser&o o meu po(o> Suando *eus. incluindo especialmente Keremias e +)equiel . o texto di) que rnão ensinar& 7amais cada um o seu pr#ximo.eus e eles ser&o o meu po(oE# +ssa promessa est& anunciada por quase todos os escritores que tratam do pacto. perseverança. edição 9<<9?.6s 99"<?.@t L"9P?" b? que o povo deveria su7eição total a *eus" Nessa promessa est& impl!cita a idéia de que o povo deve obediência. pois nessa época não mais necessitaremos de mestres deste mundo" + também uma promessa de cumprimento pleno no futuro. 0o qual deu3se a si mesmo por n#s. The . segurança e vit#ria espiritual neste mundo" +stas são coisas que somente *eus pode oferecer para seu povo" Ninguém mais além de *eus poderia fa)er estas coisas em favor dos -eus remidos" . passa praticamente por todos os pactos. perdão.

ainda no deserto" +les transgrediram a aliança feita no passado" *eus. *eus enviou o seu 8ilho para morrer pelos pecados do povo. como produto dessa nova pacto. olhando para o pacto passado. e te envergonhes.urific&3los3ei de toda a sua iniquidade com que pecaram contra mim2 e perdoarei todas as suas iniq idades com que pecaram e transgrediram contra mim"4 +)equiel também fala.o dos Pecados Kr M9"MP T 0b. assim as mais velhas como as mais novas. e nunca mais fale a tua boca soberbamente.$s L"LM?" M* A Promessa do Perd. a promessa do povo ser povo de *eus requer essa obediência inquestionavelmente" $ fato desse povo ser povo de *eus é um ato da graça de *eus que leva o povo a responder positivamente em obediência kquele que o tornou -eu povo . fala sobre os acontecimentos futuros de arrependimento do seu povo. por causa do teu opr#brio. ?" Keremias fala com bastante propriedade deste assunto" +le é absolutamente claro a respeito dessa promessa do novo pacto" Kr MM"H T 0. +le encontrou o seu povo em pecado. que é aliança que *eus havia feito nos dias da mocidade do povo. %uando eu te hou(er perdoado tudo %uanto $i=este. desse mesmo perdão. mas na hist#ria da sua revelação. então. na aliança da pa). quando a plenitude dos tempos chegasse" *epois. pois eles haviam transgredido o pacto sina!tico. transgredindo as -uas leis" Na verdade. di) de um pacto eterno que haveria de estabelecer com o povo" -eria uma aliança estabelecida em dias ainda distantes.or causa da impotência do seu povo em obedecer todas as prescriç%es da :ei. e tas darei por filhas. eles haviam quebrado a aliança anterior que *eus havia feito com eles no deserto" '&rias ve)es *eus se refere a ela como ra aliança que v#s quebrastesX.ois perdoarei as suas iniq idades. a fim de que o seu povo recebesse o . mas antes mostra o estabelecimento do pacto eterno: +) 9N"N> 3 XFas eu me lembrarei da minha aliança. feita contigo nos dias da tua mocidade2 e esta'elecerei contigo uma alian!a eterna#> 6srael havia pecado contra o -enhor desde a sua mocidade. então.eus#4 $ perdão de *eus é algo que vem tendo como base o novo pacto do qual Kesus é o fiador" -e uma pessoa não tem o perdão de *eus.capacidade de obedecer em ra)ão da interiori)ação da lei pela obra do +sp!rito" 6ndiretamente. certamente ela não fa) parte do pacto" . di)endo: +) 9N"N93NM T 0+ntão te lembrar&s dos teus caminhos. porque elas tocam em n#s de um modo especial e sens!velV @odos os que são perdoados conhecem da bele)a desta promessaV Suando *eus fe) esta promessa. e dos seus pecados 7amais me lembrarei"4 $s profetas que tratam desse novo pacto possuem as mesmas promessas da graça" +ssas promessas são deliciosamente lindas. di= o Senhor . e saber&s que eu sou o -enhor2 para que te lembres. e te envergonhar&s quando receberes as tuas irmãs. mas não pela tua aliança" Esta'elecerei a minha alian!a contigo.

or causa do novo coração que *eus coloca nos filhos do -eu povo.ensando nessa maravilhosa graça é que *avi suplicou ao -enhor para que o seu coração temesse somente o nome do -enhor . para seu bem e bem de seus filhos" 8arei com eles aliança eterna""" e porei o meu temor no cora!&o deles###> . por si pr#prios. N9N" . honra ( -ua autoridade. cancelando a nossa divida" 6sso é perdãoV +)equiel ainda pinta em cores vividas o perdão que aconteceria quando o novo pacto fosse estabelecido plenamente" 6ntimamente associada com a obra interior do esp!rito. +le pr#prio toma providências para que isso se7a poss!vel" *eus prometeu primeiro um coração novo e. como um homem 0segundo o coração de *eus4 que era. a base desse perdão est& em Kesus Cristo. e lhes farei bem " . em seguida. e a gl#ria devida ao -eu nome" / bele)a da graça divina é que +le nunca exige dos filhos do -eu povo aquilo que +le mesmo não providencie" $s homens.or essa ra)ão. /legrar3me3ei por causa deles. sem que a Graça operasse" .seu perdão" +mbora *eus sempre tenha perdoado o seu povo.-l HN"99?" *avi queria ter o coração voltado somente para o -enhor. que pagou pelas penas" . o respeito ( -ua santidade. e dos vossos feitos. mas eles não são capa)es de fa)er com que temamos a *eus" Fatthe_ HenrY disse que 0os mestres podem colocar boas cousas em nossas mentes. nunca haveriam de ter o tipo de temor que *eus requer deles" +ntão. que não foram bons2 tereis no7o de v#s mesmos por causa das vossas iniq idades e das vossas abominaç%es"X +sta é a primeira cousa que acontece depois que *eus bota um novo coração em n#s: temos a convicção de nossa imund!cie" $ segundo passo é o perdão de *eus do qual tomamos posse. o querer e o reali)ar"4 187 . 9HQN?.nuas Kr ML"P>3PL T 08arei com eles aliança eterna. que evidencia3se na limpe)a de nosso coração: +) M="MM T 0/ssim di) o -enhor *eus: no dia em que eu (os puri$icar de todas as (ossas ini%Oidades.:ondon: Kames Nisbet and Co". dando um novo coração. para %ue me temam todos os dias.os Cont. ele orou: 0*isp%e3me o coração para temer somente o teu nome4" +ssas santas disposiç%es que *eus coloca em nossos coraç%es. então farei que se7am habitadas as cidades e se7am edificados os lugares desertos"X S* A Promessa de(es terem o Temor de Deus no Cora-. são maravilhas da -ua graçaV \* A Promessa de B8n-. pois os tempos de Keremias foram bem posteriores" Contudo. mas essa promessa não havia ainda sido explicitada pelo -enhor.o Kr ML"M<3P> 3 X*ar3lhes3ei um s# coração e um s# caminho. *avi entendeu que esse temor somente ao nome do -enhor seria uma obra exclusiva do -enhor" Nunca ele partiria do coração humano. sendo /quele que pode operar em n#s ambos. segundo a qual não deixarei de lhes fa)er o bem.or causa do pagamento de Kesus. ao mesmo tempo +le exige esse temor. vol" ' .orque 9H= 0a ExpSosition o$ the 0ew Testament. mas somente *eus pode fa)er descê3las aos nossos coraç%es. *eus não imp%e nenhuma pena sobre n#s. eles também recebem a capacidade de temer ao -enhor" + exatamente isto que *eus requer de todos aqueles com quem entra em pacto" *eus requer deles a reverência devida ( -ua ma7estade. ele prometeu aquilo que sempre requereu de -eus filhos: reu porei o meu temor no coração delesX" $s nossos mestres podem ensinar sobre o temor de *eus. est& a promessa do perdão dos pecados: +) MN"M9 3 r+ntão vos lembrareis dos vossos maus caminhos.

mas as -uas bondades não param nunca de vir sobre n#s" /través de 6sa!as *eus expressou essa verdade.or breve momento te deixei. assim lhes trarei todo o 'em %ue lhes estou prometendo#4 . o profeta est& di)endo que todas as cousas pode mudar. *eus reluta repreendê3los.orque os montes se retirarão. +le ama até o fim" *eus promete3lhes fa)er o bem continuamente porque *eus rego)i7a3se neless porque eles lhe são caros" *eus se alegra em fa)er lhes o bem" . a de . mas com grandes miseric#rdias torno a acolher3te2 num !mpeto de indignação escondi de ti a minha face por um momento2 mas com miseric#rdia eterna me compadeço de ti. mesmo a fisionomia da terra. *eus entrou em pacto com eles de lhes fa)er o bem" *eus se afeiçoou ao -eu povo. di) o -enhor. mas temos todas as ra)%es poss!veis para duvidar da nossa permanência n+le" -omos fracos e inconstantes.ara que nunca se apartem de mimX" *eus não somente começa a boa neles. que se compadece de ti"4 +m outras palavras. mas é somente por um momento do seu despra)er com nossos pecados. o teu Cedentor"X @odos os filhos de *eus têm sido ob7eto dessa bondade continuada de *eus.or causa da fidelidade (s suas promessas pactuais. bondade que não tem fim" *eus nunca deixou de fa)er o bem ao seu povo em virtude do pacto" Cendamos graças a *eus porque +le tem sido fiel também a essa promessa" [* A Promessa da Perse'eran-a de(es no #en0or Kr ML"P> T 08arei com eles aliança eterna""" e porei o meu temor no coração deles para %ue nunca se apartem de mim#E *eus coloca o -eu temor no coração dos filhos do -eu povo para uma finalidade espec!fica: X.or essa ra)ão.or causa da -ua afeição a eles. mas para que eles viessem a fa)er alguma cousa boa posteriormente" . mas é uma promessa d+le que +le pr#prio reali)a em n#s. nunca os -eus se apartam de Si# +sta resposta do homem de perseverar no -enhor também é uma promessa de *eus no novo pacto" Não temos motivo qualquer para desconfiar da fidelidade de *eus em não se apartar do -eu povo.assim di) o -enhor: assim como fi) vir sobre este povo todo este grande mal. não por causa do que eles fa)iam.or essa ra)ão. mas não o prop#sito de *eus de permanecer com o seu povo" *eus haver& sempre de estar unido ao -eu povo" 8a) parte do pacto de *eus conosco nunca se apartar de n#s" $ reflexo dessa bondade irretir&vel é a nossa permanência n+le" . mas tem enorme pra)er em recebê3 los de volta" +stas coisas são expressas pelo profeta 6sa!as" @emporariamente *eus pode relutantemente disciplinar o seu povo deixando3o ( mercê de problemas. *eus nunca d& -uas bênçãos pelas metades" +le sempre vai até o fim na concessão de -uas graças" / quem *eus ama. e os outeiros serão removidos2 mas a minha miseric"rdia n&o se apartará de ti. di) o -enhor. mas fa) com que eles andem em novidade de vida até o final" Nunca os filhos do povo de *eus haverão de abandonar ao -enhor" +les haverão de perseverar até o fim" Nesse sentido o pacto é também de duração perpétua" / promessa de que eles nunca haveriam de se apartar do -enhor também é obra da bondade graciosa de *eus" Nunca os filhos de *eus abandonam o -enhor porque o -enhor nunca os abandona" $ profeta 6sa!as deixa este ensino bem claro: 6s QP"9> T 0. e a alian!a da minha pa= n&o será remo(ida. da seguinte forma: 6s QP"=3H 3 X.

or isso o pacto é chamado 0novo4.que haveremos de sempre permanecer firmes n+le. causando a resposta positiva para com +le" 6sso é graça abundante" . di)endo: Eis o ta'ernáculo de . o *eus da pa).alavra este7a em nosso coraçãoV 9* A Promessa de terem 1ara sem1re o Ta6ernZcu(o do #en0or +) M="LN3L= T 08arei com eles aliança de pa)2 ser& aliança perpétua" +stabelecê3los3ei. mesmo porque *avi vivera séculos atr&s" +le é prometido no '6. que tornou a tra)er dentre os mortos a Kesus nosso -enhor.LQ 3 >Suscitarei para elas um s" pastor. a referência a *avi di) respeito a Kesus Cristo.eus com os homens# . o grande Fastor das o(elhas. e acabarei com as bestas3feras da terra2 seguras habitarão no deserto.erceba que a promessa de ser o *eus do povo est& contida tanto em +)equiel como no /pocalipse. e nele 7& est& habitando" / sua forma final. e n#s seremos o tabern&culo dele" Contudo. que é a 6gre7a.eus ha'itará com eles# +les serão povos de *eus e *eus mesmo estar& com eles"X . sendo ob7eto de fé e de esperança da igre7a em todas as épocas" . e os multiplicarei. e porei o meu santuário no meio deles para sempre# O meu ta'ernáculo estará com eles3 eu serei o seu *eus e eles serão o meu povo"4 +sta promessa do novo pacto nunca deve ser entendida literalmente. entretanto. se dar& no estabelecimento de todas as cousas novas. andarão nos meus 7u!)os. e dormirão nos bosques"X +) M="LP 3 X$ meu servo *avi reinar& sobre eles2 todos eles ter&o um s" pastor. ensinada pelos dispensacionalistas" / pr#pria +scritura interpreta3se a si mesma" +sta promessa est& relacionada ( nova terra. pelo sangue da eterna aliança"X H& algumas verdades que podem ser arrancadas destes dois versos: a) *ri to 3 o Pa tor Prometido $bviamente. como declara Kesus Cristo a Koão em /p L9"M 3 X+ntão ouvi grande vo) vinda do trono. quando a presença de *eus estar& para sempre conosco. obedecendo3:he os preceitos" Não h& forma de não apartar3se do -enhor sem que a -ua . como se referindo ( reconstrução do templo de Kerusalém. nunca nos apartando d+le" / nossa perseverança n+le est& embasada na perseverança d+le em permanecer em n#s. ele 7& começou a erigir o seu tabern&culo. guardarão os meus estatutos e os observarão" Hb 9M"L> 3 X$ra. dentro do contexto geral do pacto da graça e no contexto espec!fico do novo pacto" %]* A Promessa de 1ro'er o )rande Pastor 1ara o seu 1o'o +) MP"LM. e ele as apascentar&2 o meu servo *avi é que as apascentará3 ele lhes ser(irá de pastor### 8arei com elas aliança de pa). em contraste com o antigoX que era inefica) porque a lei de *eus não podia ser interiori)ada" -omente com a interiori)ação da lei é que podemos ficar firmes no -enhor.

porque este é uma continuação daquele" Na verdade.a? +le é grande em sua . o bom pastor.ue do Pacto Cristo.essoa. Xd& a sua vida pelas ovelhasX . foi tra)ido ao estado de morte pela sentença 7udicial de *eus.o do Pacto da Gra-a Kr ML"MH3P> 3 /s promessas feitas a /braão são relembradas no Novo . ele guiar& mansamente"X No N@. como o grande pastor das ovelhas. porque ele tornou3se o representante dos pecadores pelos quais morreu. este pacto é o aspecto final daquele" +* @ um Pacto Eterno Kr M9"MQ3MN +) 9N"N> 3 +) M="LN 3 . e os levar& no seio2 as que amamentam. 9P39Q?" .acto. por seu pr#prio poder.Ko 9>"99.Ko 9>"9=39H?" A#PECTO# DO NO5O PACTO %* @ uma Continua-. instruir e proteger todas as suas ovelhas2 .d? +le é grande na -ua Gl#ria" +le é um pastor exaltado que est& acima de todas as cousas criadas" c) *ri to 3 o ?nico Pa tor Ko 9>"9N 3 d) *ri to 3 o Pa tor da $vel+a +le foi prometido no '@ para ser o pastor do seu pr#prio rebanho" 6s P>"99 3 XComo pastor apascentar& o seu rebanho2 entre os seus braços recolher& os cordeirinhos. que haviam violado a santa lei" / lei exigia que alguém pague a penalidade dos pecados" Kesus Cristo assumiu voluntariamente a tarefa de morrer pelas -uas ovelhas" /! é que +le tornou3se pastor delas" .Ko 9>?" e) *ri to tornou@ e Pa tor Pelo San. por isso que o sangue de Kesus é chamado de o Xsangue da eterna aliançaX" / +scritura afirma de maneira categ#rica que Cristo. livrando3as dos lobos vora)es e das bestas3feras da terra2 . um pastor que ao mesmo tempo se sacrifica por -uas ovelhas e recebe seu pastorado em virtude do sacrif!cio feito" $ escritor aos Hebreus di) que Kesus Cristo 0é o grande pastor das o(elhas pelo sangue da eterna alian!a4 . é dito pelo pr#prio Kesus que +le mesmo.b) *ri to 3 o 6rande Pa tor +le é o grande pastor em v&rios sentidos: .b? +le é grande no seu .astor das ovelhas4 foi tra)ido da morte" /o mesmo tempo em que é dito que Kesus Cristo foi ressuscitado por *eus. haveria de ressuscitar dentre os mortos . vencendo3a2 .c? +le é grande na sua @arefa" +le tem que alimentar. +le pr#prio confirmou esta verdade do '@" +le é pastor das Xsuas pr#prias ovelhasX . porque +le é o eterno 8ilho de *eus" +le teve poder sobre a pr#pria morte.9M"L>?" f) *ri to 3 o Pa tor 0ue venceu a morte $ texto de Hb 9M"L> di) que o 0grande .oder +le é capa) de pastorear muitas ovelhas de uma s# ve)" +le preserva uma multidão inumer&vel de ovelhas espalhadas ao redor do mundo inteiro.

Hb 9M"L> 3 +ste pacto eterno pode ser concebido de duas maneiras: como o pacto entre o .*t L<"<39M?2 com *avi .acto .ver \looster p" HH3<=? UNIDADE DO PACTO DA GRA A NO# DOI# TE#TA"ENTO# %* A E?1ress. mas de vivos" +* O E'an)e(0o do Pacto C o mesmo nos dois Testamentos $ anuncio da redenção do pecador tem a mesma conotação em ambas as dispensaç%es" $ evangelho que anuncia o perdão de *eus e a sua disposição de salvar pecadores é o mesmo em ambas as dispensaç%es" Costuma3se pensar em c!rculos evangélicos que o evangelho é exclusivo do per!odo do Novo @estamento. preanunciou o e(angelho a 2'ra&o: ]+m ti serão abençoados todos os . sendo repetida especialmente no Novo . e que as pessoas se7am como povo d+le" +m cada uma dessas dispensaç%es *eus mostra o seu dese7o de restaurar o pecador ( -ua comunhão.aulo afirmou de maneira inequ!voca que o evangelho foi anunciado no 'elho @estamento. 6saque e Kac#X.Kr M9"MM e Hb H"9>?" +m cada uma das v&rias dispensaç%es do . pois *eus não é *eus de mortos.Gl 9"H3<?" $ 5nico evangelho é o do pacto da graça. *eus renova o -eu dese7o de ser o *eus do seu povo.o Resumida do Pacto C a "esma nos dois Testamentos / expressão Xeu serei o teu *eust resume e caracteri)a o pacto feito com /braão . e que a lei vigora somente no per!odo do 'elho @estamento" Não h& nada mais in7usto do que essa afirmação" +la é uma distorção da verdade e reflete uma teologia que não harmoni)a ambos os testamentos. ele deveria ser an&tema .acto da Graça. que tem sua origem no '6 e sua magnitude no N@" .Gn 9="=?. se7am salvos e herdem a vida eterna" *o fato de *eus ser chamado Xo *eus de /braão. tendo a +scritura previsto que *eus 7ustificaria pela fé os gentios. mas os coloca em franca oposição" No seu con7unto. para que creiam.Ft LL"ML?. Cristo dedu) que estes patriarcas este7am de posse da vida eterna . com Foisés nas plan!cies de Foabe .ai e o 8ilho a respeito da redenção da igre7a" N* @ um Pacto Oue tem Uesus como o Hiador Hb ="LL T L* @ um Pacto Oue tem Uesus como "ediador Hb <"9Q 3 A CONTINUIDADE DO PACTO DA GRA A NO N*T* . as +scrituras -agradas ensinam que h& somente um +vangelho pelo qual o homem é salvo" -e surgisse um outro qualquer. a /braão" Gl M"H3< 3 X$ra.L -m ="9P?.

porque a mesma promessa feita a /braão é para n#s outros ho7e .o as mesmas em am6os os Testamentos a) A Prome a 4 De cend2ncia de Abraão er Povo de Deu no . que veio PM> anos depois da promessa feita a /braão não pode cancelar as promessas que lhe foram feitas.Hb N"9M39H?" Como no tempo de /braão. o homem ainda continua a ser 7ustificado pela fé" $s cristãos de ho7e são chamados Xfilhos e herdeiros de /braãoX.ai dos Crentes4 . sim. e. em Kesus Cristo. a fim de que recebêssemos pela fé o +sp!rito prometido"4 Como recebemos Cristo pela fé e também o seu +sp!rito.Ko H"QN?" . o sal&rio não é considerado como favor. assim acontecia nos tempos do '@" / fé sempre foi o meio que *eus estabeleceu para que nos aposs&ssemos de -uas bênçãos salvadoras" Como o pacto é o mesmo em ambos os testamentos. de uma maneira indireta.Gl M"L<?" L* O "ediador do Pacto C o mesmo em am6os os Testamentos M* As 1romessas do Pacto s.o da #a('a-. os que vivemos ap#s a revelação neo3testament&riaO / resposta é positiva" Suem a coloca em termos absolutamente claros é . e se apossou daquilo que podia ser apossado na época" Cm P"L3Q T 0. sacerd#cio reals na!&o santa.eus. pois elas são parte integrante e imut&vel do pacto da graça . . o modo de recepção da salvação não poderia ser diferente" /braão é considerado o 0.ela fé /braão contemplou o seu descendente e alegrou3se nele" *eus deu de uma forma concreta promessas ao povo do '@ que são as mesmas promessas de redenção que temos no per!odo do N@" N* O "odo da Rece1-. porém cr7 na%uele %ue <usti$ica ao 5mpio. falando da revelação da sua vontade. disse a respeito de /braão: X'osso pai /braão alegrou3se por ver o meu dia.edro. tem de que se gloriar.# e N# +m :v LN"9L *eus promete que o povo de 6srael seria o seu povo" -er& que essa promessa é v&lida para n#s ho7e. e não ficar somente nos limites de 6srael" Kesus Cristo.orque se /braão foi 7ustificado por obras.Cm P"9N?" / lei. porém. sois raça eleita. aquele mesmo disc!pulo que possu!a anteriormente uma visão bastante 7udai)ante de Xpovo de *eusX" 9 . a sua $é lhe é atribu!da como 7ustiça"4 /braão apossou3se das bênçãos salvadoras do mesmo modo que ho7e n#s nos apossamos 3 pela fé" Gl M"H T 0$ra.e L"<39> 3 X'#s. como d!vida" Fas ao que não trabalha.ois. que di) a +scrituraO T2'ra&o creu em .povos]" *e modo que os da fé são abençoados com o crente /braão"X Sual era o conte5do desse evangelho" +xatamente a promessa do pacto abra1mico" @odas as fam!lias da terra seriam abençoadas com o crente /brão" 6sto significa que a boa3 nova de salvação haveria de atingir todas as terras. porém não diante de *eus" .o C a mesma nos dois Testamentos @odas as promessas feitas por *eus têm que ser recebidas pela fé" 8oi assim nos dois testamentos" /braão creu em *eus. e isso lhe $oi imputado para <usti!aD" $ra. viu3o e rego)i7ou3seX . tendo a +scritura previsto que *eus 7ustificaria pela fé os gentios. ao que trabalha. preanunciou o evangelho a /braãob para que a bênção de /braão chegasse aos gentios.

po(o de propriedade exclusi(a de ,eus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa lu), v#s, sim, que antes n&o éreis po(o, mas agora sois po(o de ,eus, que não t!nheis alcançado miseric#rdia, mas agora alcançastes miseric#rdia"X .edro não est& escrevendo simplesmente a 7udeus da usia Fenor, mas aos eleitos de *eus que haviam sido dispersos por causa da sua fé em Cristo Kesus" / XdispersãoX ;v"9? não foi de 7udeus, mas de cristãos" Na!a Eleita +sta referência, como todas as outras analisadas abaixo, tem uma conotação prim&ria referindo3se ao povo do '6]" $ sabor dessas express%es é sempre 7udaico" Fas .edro reinterpreta essa expressão" /qui ele se refere ( igre7a de Kesus Cristo de todos os tempos, que é o povo eleito de *eus por quem Cristo deu a -ua vida" +ssa raça eleita, que é o povo de *eus, compreende gente de toda a parte, Xdos quatro ventos da terraX ;Ft LP"M9?, a quem os an7os virão buscar, para lev&3la para o seu destino eterno com *eus" Sacerd"cio Neal Novamente, o pano3de3fundo do pensamento petrino é a teologia do '6]" Contudo, .edro fala de um sacerd#cio diferente, que não é restrito ( tribo de :evi, mas composto de todos aqueles que vieram a ter acesso a *eus pela mediação 5nica, perfeita e definitiva de Kesus Cristo" @odos os que Cristo remiu vêm a ser sacerdotes do /lt!ssimo, para reinarem com +le, como nação santa, no meio deste mundo" + essa a idéia que Koão passa quando escreve em /p 9"Q3N T 0b /quele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes, para o seu *eus e .aib4" *eus, por meio de Cristo, nos constituiu seus sacerdotes, isto é, nos separou para o seu serviço, tornando3nos consagrados para +le" 0a!&o Santa $ povo de *eus no '@ se restringia basicamente ( nação de 6srael" / base dessa afirmação de .edro tem ra!)es na sua origem hebréia" + perfeitamente compreens!vel que .edro tivesse em mente alguns textos do '6] em mente, quando falou essas cousas ;+x 9<"N2 *t 9P"L?" Contudo, o pensamento de .edro não se restringe simplesmente ao povo do '6], mas aplica3o ao povo do N@" / Xnação santaX da qual .edro fala não é mais a nação israelita" +le tem em mente algo bem mais amplo" +le est& pensando em todos, incluindo 7udeus e gentios, que eram separados do mundo, sendo consagrados inteiramente a *eus" .or essa ra)ão, .edro fala em 9 .e 9"L que eram eleitos de *eus e santificados pela obra do +sp!rito" /gora não eram mais 7udeus ou gentios" +ssa qualificação era secund&ria" $ que importava é que eram, agora, devotados a *eus, separados para o -eu serviço" +ram totalmente de *eus" Como nação santa, haveriam de testificar aos do mundo quem Cristo era e o que +le lhes havia feito" Fo(o de Fropriedade exclusi(a de ,eus +sta é uma outra expressão com sabor 7udaico, mas com conotação diferente do exclusivismo anteriormente assumido por .edro" +sta expressão est& carregada do tempero 7udaico, pois o pano de fundo da mentalidade de .edro era velho3testament&rio" Fas agora, com a nova visão que Cristo lhe havia dado, .edro conseguia enxergar essa matéria com uma outra cosmovisão" X.ovo de *eusX passou a ser uma expressão com significado bastante ampliado" /ssim como nos tempos do '6] 6srael era o povo exclusivo de *eus, assim o povo crente de todas as épocas veio a ser esse Xpovo de propriedade exclusiva de *eusX" +sse XpovoX havia sido bati)ado pelo sangue de Kesus Cristo ;9 .e 9"L?" Cristo fa)ia a enorme diferença" Não um Cristo somente de Kudeus, mas o Cristo de toda a descendência de /braão, isto é, daqueles todos que criam n+le" $ fato de os crentes de todas as épocas, se7am 7udeus ou gentios, estarem inclu!dos

nesse Xpovo de propriedade exclusiva de *eusX est& patente em 9 .e L"9>: X'#s que antes não éreis povo, mas agora sois povo de *eus, que não t!nheis alcançado miseric#rdia, mas agora alcançastes miseric#rdia"X 2ntes n&o éreis po(o +sta expressão é sacada de $séias 9"<" $bserve que essa linguagem tem o sabor de Gn 9="="> povo de 6srael no passado foi deixado de lado, por causa de seu adultério espiritual" *eus não mais o considerou seu povo por causa da pecaminosidade dele" .or causa de seus pecados, eles foram cortados dos privilégios do pacto, porque o que *eus queria era a fidelidade a +le, e o fato de serem descendentes f!sicos de /braão não tinha import1ncia" *eus havia dito a /braão que a descendência dele seria suscitada de todas as fam!lias da terra, não unicamente da nação f!sica de 6srael" 2gora sois po(o de ,eus +sse XagoraX est& relacionado aos crentes do per!odo do N@, que *eus prometeu a /braão levantar de todas as fam!lias da terra" +ssa expressão é um eco da promessa de *eus a /braão ;Gn 9M"9N2 9Q"Q2 9="Q3=?" +sse é o povo da fé, da qual /braão é o pai" $ -enhor lembra a .edro as suas promessas pactuais feitas anteriormente a /braão e ( sua semente" /gora *eus levanta um povo crente a quem ele chama de Xpovo de *eusX, que antes não era porque era incrédulo" $ que conta é a fé, porque sem fé é imposs!vel agradar a *eus" $ 6srael que volta a ser Xpovo de *eusX não mais é o povo da nação locali)ada na .alestina, mas o povo que recebe a verdade de *eus e crê nele de todo o coração, este7a ele onde estiver" @odas as fam!lias da terra tem representantes nesse povo de *eus" *o particular para o universal" $ povo de *eus compreende os crentes de todas as naç%es, conforme o -enhor prometeu a /braão" , exatamente esse o sentido que .aulo atribui ao texto de $s L"LM, quando o interpreta em Cm <"LL3LN" +le inclui os gentios crentes como parte integrante do povo de *eus, e usa o evento de $séias para ilustrar essa verdade" No povo de *eus estão inclu!dos, tanto no '@ como no N@, todos aqueles que receberam a revelação divina e creram nela" / lu) da revelação neo3testament&ria, o verdadeiro povo de *eus, tanto do '6] como no N@, é o povo fiel, que creu nas promessas de *eus, e que são chamados de Xfilhos de /braãoX, ou Xdescendência de /braão" b) A Prome a de 1e+ova+ de er o Deu da De cend2ncia de Abraão no ,# e no N# +sta promessa, contida em :v LN"9L, não é uma promessa exclusiva ao 6srael antigo, ao povo locali)ado ao sul do :!bano, mas é uma promessa vinculada ao elemento Xp!sticoX" @odos aqueles que *eus chama para -i, vêm a ter jehovah como seu *eus, crendo nele de todo o coração" Nos tempos do '6] *eus era *eus somente de 6srael, mas isto passou a não ser uma verdade pr&tica, pois muitos da nação não criam nele" +ram infiéis" $s L"L3P di): XCepreendei vossa mãe, repreendei3a, porque ela não é minha mulher, e eu não sou seu marido, para que ela afaste as suas prostituiç%es de sua presença, e os seus adultérios de entre os seus seios2 para que eu não a deixe despida""" e não me compadeça de seus filhos, porque são filhos de prostituiç%es"X .or essa ra)ão, *eus deu uma grande lição ao profeta $séias, di)endo que 6srael não mais seria o seu povo" .or isso *eus chamou um dos filhos de $séias como XNão3meu3povoX, di)endo que não mais seria povo d+le, nem jehovah seria o *eus deles ;$s 9"<?" *eus retirou a sua miseric#rdia deles, porque a prostituição espiritual, ou se7a, a idolatria, separa *eus do povo" Contudo, *eus não deixou que essa situação permanece assim para sempre" *eus

compadeceu3se da X*esfavorecidaX e do XNão3meu3povoX, prometendo3lhes que haveriam de ser novamente Xseu povo, e que *eus seria novamente o *eus deles ;$s L"LM?" / graça de *eus manifesta3se de um modo brilhante" @oda a parte final do de $séias L é uma amostra do amor gracioso de *eus para com o seu povo" /o povo que havia sido negada a miseric#rdia, agora *eus mostra a miseric#rdia, outra ve)" .or essa ra)ão, eles passam a ser povo de *eus outra ve), porque *eus resolve ser novamente o *eus deles" .edro toma essas idéias sacadas de $séias, e as aplica ao povo cristão, composto de 7udeus e gentios, remido por Cristo Kesus" 9 .e 9"9>b T 0'#s que não t!nheis alcançado miseric#rdia, mas agora alcançastes miseric#rdia4 +sse povo não é exatamente a mesma coisa que ]nação pol!tica 7udaicaX" , um povo especial, escolhido de todas as naç%es, conforme *eus havia prometido a /braão" *eus apiedou3se do seu povo e lhe deu miseric#rdia" Note3se que esse povo que recebe miseric#rdia é o povo a quem *eus prometeu a /braão" Não se pode perder de vista esse fato" *eus est& apenas lembrando a .edro as suas promessas feitas anteriormente ao .ai da 8é"

c) A Prome a da Po e da #erra no ,# e N# Hb 99"H39N"> v"9M di) que 0todos estes morreram na fé4, referindo3se a /braão, -ara, 6saque e Kac#" +les haviam recebido a promessa da terra para a sua inumer&vel semente, mas morreram sem terem visto a concreti)ação dessas promessas" H& que se lembrar que a promessa foi feita a /braão e para /braão, mas ele não viu o que *eus lhe havia prometido" $ texto di) que /braão rviu as promessas de longe, saudando3as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos nesta terra"X ;v" 9M?" Contudo, *eus não falhou na sua promessa para /braão" / Canaã terreal era apenas t!pica da p&tria superior, a celestial, ou a nova terra" /braão ainda vai tomar posse, com toda a sua descendência numerosa, a descendência crente, dessa terra prometida" Na verdade, h& um sentido em que /braão 7& est& de posse da promessa, pois creu em *eus ;Hb N"9Q?" @odavia, no final de todas as cousas, ele tomar& posse plena da terra que *eus lhe deu" / terra prometida, em 5ltima inst1ncia, não tinha nada a ver com aquela da qual os hebreus tomaram posse com Kosué" $s pais da fé, foram estrangeiros e peregrinos nesta terra ;Gn LM"L3P?, mesmo estando no lugar que sabemos ser a terra prometida" No discurso que o levou ( morte +stevão, falando de /braão, disse: /t ="P3Q T 0+ntão saiu da terra dos caldeus e foi habitar em Harã" + dali, com a morte de seu pai, *eus o trouxe para esta terra em que agora habitais" Nela não lhe deu herança, nem sequer o espaço de um pé2 mas prometeu3lhe dar a posse dela, e de depois dele ( sua descendência, não tendo ele filho4 H& algumas coisas neste texto que precisam ser lembradas" Houve a promessa da terra2 /braão chegou a habitar nela, não obteve sequer um pedacinho dela, embora *eus prometesse a posse dela" Na verdade, chegando a habitar na terra porque *eus o havia tra)ido, *eus não lhe deu a terra, porque a terra que /braão vai tomar posse, depois que todas as cousas redentivas se completarem, é a nova Canaã da qual a primeira é apenas sombra" +ssa é a terra que a descendência de /braão, isto é, os que são os seus filhos na fé, haverão de tomar de tomar posse definitivamente" / finalidade deles era uma outra terra, de nature)a diferente e superior" 8oi na fé de alcançar essa verdadeira e definitiva terra é que morreram" H& um sentido que 7& estão ho7e de posse da promessa, mas h& um outro sentido que ainda vão tomar posse literalmente da nova terra que *eus prometeu dar a todos os da descendência de /braão, a quem Kesus Cristo veio socorrer"

.ortanto, no '@ h& a promessa da terra, que veio a ser conquistada pelos hebreus com Kosué" No N@ continua a mesma promessa, mas s# que com nature)a diferente" Hb 99"9N di) que essa é uma Xp&tria superiorX" +st& totalmente claro que a promessa da terra, em 5ltima inst1ncia, não era da nature)a presente desta terra" $ dese7o do coração do pai da fé era uma terra superior, de nature)a celestial" .or celestial deve ser entendido o que fa) contraste com o que é terreno nos termos em que a terra se encontra agora" / cidade que *eus preparou para os seus é a nova terra, com a qual todos os crentes sonham e aspiram" / Canaã terreal é sim bolo e tipo da Canaã celestial" / primeira é sombra da segunda, como muitas cousas do '6] são em relação (s do N@"

S* Os #acramentos Testamentos
;ver Neilands, p"QH3NM?

do Pacto da Gra-a s.o os mesmos em

am6os os

porque. entrando nele. que é a origem e a fonte de todos os nossos pecados atuais" . que é o coração" -omente o mais interior pode infectar todo o ser humano" Suando a fonte esta polu!da. que é o coração" Fc ="9Q3LM 3 XNada h& fora do homem que. do pecado que vêm os pecados que cometemos consciente ou inconscientemente" / fonte dos pecados est& em nossa nature)a corrupta" Com ra)ão. pois ela vem por imputação direta do pecado de /dão" . tudo o que vem dela também sai polu!do" $ ser mais interior do homem esta contaminado e como todas as cousas vêm do coração. a lasc!via. então. a prostituição. os adultérios. os furtos.orque de dentro. toda a raça humana é infectada pelo pecado original. o que não é o caso da culpa.or geração ordin&ria. . o que sai do homem é o que o contamina" -e alguém tem ouvidos para ouvir. deixando a multidão. do coração dos homens" . os homic!dios. mas no ventre.aulo fala delas como sendo as Xobras da carneX. a soberba. crença generali)ada entre os Ceformados que herdamos a corrupção do pecado através dos nossos pais. vêm de dentro.C/. todas elas estão também infectadas" Não h& como fugir deste racioc!nio que o pr#prio -enhor nos ensinou" $s pecados que cometemos são nascidos numa nature)a mais interior que é maculada indelevelmente de forma de contamina tudo o que sai dela" @odos os nossos pecados atuais. todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem"X Kesus começou ensinando que nada que vem de fora do homem pode causar3lhe contaminação. isto é. segundo Kesus Cristo.6@B:$ [666 O# PECADO# ATUAI# A ORIGE" DO# PECADO# ATUAI# . e sai para lugar escusoO + assim considerou ele puros todos os alimentos" + di)ia: $ que sai do homem. renovada pelo pr#prio +sp!rito -anto . em contraste com o fruto do +sp!rito. porque não lhe entra no coração. as mal!cias. a inve7a. ouça" Suando entrou em casa. os seus disc!pulos o interrogaram acerca desta par&bola" +ntão lhes disse: /ssim também v#s não entendeisO Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar. as obras nascidas em nossa nature)a pecaminosa. a blasfêmia. a avare)a. a loucura: $ra. isso é o que o contamina" . para contaminar o homem tem contaminar o seu ser mais interior.Gl Q"9=3LL?" 5eFa o Ensino de Uesus Kesus ensina com extrema propriedade a respeito do nascedouro dos nossos pecados atuais" / lista de pecados que +le apresenta é apenas uma demonstração clara de que eles são nascidos numa nature)a pecaminosa que infectou a parte mais interior do ser humano. que é nascido em nossa nova nature)a. o dolo. é que procedem os maus des!gnios. do coração dos homens. por geração ordin&ria. o possa contaminar2 mas.

$ pecado original enrai)ado no coração corrupto é a fonte de onde procedem todas as correntes polu!das" -e a fonte é amarga. amargas serão todas as correntes que se originam nela" $s frutos são de acordo com a nature)a da &rvore" + este o ensino de Kesus Cristo sobre os nossos pecados atuais . quando esta o atrai e sedu)" +ntão a cobiça. têm v&rios nomes da +scritura" W +les são equivalentes (s Xobras da carneX de G&latas Q" W +les são equivalentes (s Xinclinaç%es da nossa carneX e a vontade da carne e dos pensamentosX de +f L"M" W +les também são chamadas de Xos feitos do corpoX . disc#rdias. não h& neutralidade alguma nas aç%es dos homens" A "ULTIPLICIDADE DO# PECADO# ATUAI# -ão in5meras as formas em que os pecados atuais se manifestam" X/s obras da carneX mencionadas por .ecados da religião 3 idolatria e feitiçarias .ecados de relacionamento 3 inimi)ades. todas as aç%es dos homens devem ser consideradas ( lu) do relacionamento delas com a lei estabelecida" . iras. impure)a e lasc!via .Cm N"N?" $s Xfeitos do corpoX são nascidos no Xcorpo do pecadoX. cada um é tentado pela sua pr#pria cobiça. . tendo como nascedouro a nossa velha nature)a. porque os pecados são originados no pecado que habita em n#s" O# PECADO# ATUAI# E #UA RELA !O CO" A LEI DE DEU# @odos eles têm a ver com a Xtransgressão da leiX . isto é. de algum modo. ci5mes.or essa ra)ão. como demonstra @iago: 9"9P39Q 3 X/o contr&rio.ecados sexuais 3 .ortanto. não h& forma de se escapar da lei moral de *eus" .Ft ="9N3L>2 9Q"9H3L>2 9L"MM3MQ?" 5eFa o ensino de Pau(o Cm ="Q 5eFa o ensino de Tia)o $s pecados atuais são gerados em nossa nature)a corrupta.ortanto.ortanto. porque a nossa nature)a velha é chamada de Xcorpo do pecadoX . os pecados que cometemos.9 Ko M"P?" Bma ação é boa ou m& dependendo da sua concord1ncia ou discord1ncia da lei de *eus" -empre uma ação deve estar em conformidade ou desconformidade com ela" / lei divina é o paradigma de comportamento do ser humano" +la é o 5nico norte que o homem tem para guiar3se" . nunca uma ação humana é moralmente neutra" Não existem aç%es neutras" @odas elas estão. da & lu) o pecado2 e o pecado uma ve) consumado. porfias. depois de haver concebido. dissens%es.aulo em Gl Q"9<3L9 podem ser divididas da seguinte maneira: . vinculadas ( lei que *eus estabeleceu" *eus criou o mundo moral de forma que nada escapa (s leis morais estabelecidas por +le" . gera a morte"X O# 5$RIO# NO"E# DO# PECADO# ATUAI# $s pecados atuais.rostituição.Cm H"9M?.

e até os do seu povo. 9P39<?" $ ensino deste texto ensina que o pr#prio *eus não pode ser adorado com uma representação" *eus pro!be terminantemente a construção de representaç%es da divindade" *eus pergunta: 0Com quem comparareis a *eusO ou que cousa semelhante confrontareis com eleOX . antes que aos homens . pois 6sa!as menciona a hedionde) desse pecado.otifar a deitar3se com ela" /o receber essa proposta.6s P>"9H?" +ntão. contra ti somente.+x L>"P3 Q?" Foisés repete este ensino de maneira mais detalhada em *t P"9L.Gn M<"=3<?" *avi também possu!a consciência absoluta dessa verdade" Suando pecou contra Ietsab& e contra Brias.v" 9<3L>?" / ereção de imagens para adoração é uma ofensa direta ao -enhor dos céus" +ste é um pecado muito . são pecados contra *eus. Kosé foi convidado pela mulher de . 6sa!as passa a descrever a respeito da idolatria. ele reconheceu que. erigiram imagens de escultura a quem adoraram" L? O pecado da idolatria 3 +ste é o pecado contra o segundo mandamento . di)endo que 6s M"H 3 XKerusalém esta arruinada. e a sua l!ngua percorre a terraX .equei contra ti. +lifa) descreve que o !mpio Xestendeu a sua mão contra *eus e desafiou o @odo3. para poderem adorar" Bma das primeiras providências dos pecadores rebelados contra o verdadeiro *eus foi arran7ar outros diante de quem pudessem dobrar3se" . e Kud& ca!da2 porquanto a sua l!ngua e as suas obras são contra o -enhor2 para desafiarem a sua gloriosa presença"X $s pecados cometidos diretamente contra o -enhor estão enquadrados na primeira t&bua da lei: 9? O pecado de criar outros deuses 3 +ste é o pecado contra o primeiro mandamento .oderosoX" / +scritura é farta de exemplos desses pecados diretos contra *eus" Ceferindo3se ( atitude atrevida e maldosa dos !mpios que prosperam.ecados da incontinência 3 bebedices e glutonarias O# OBUETO# DO# PECADO# ATUAI# Pecados diretos contra Deus +m 5ltima inst1ncia.-l =M"H3<? / maldade e ingratidão de 6srael fé3lo portar3se de maneira absolutamente petulante contra *eus. h& certos pecados que são cometidos de uma maneira direta contra o +le" -ão pecados atrevidos. esse é o primeiro mandamento divino: XNão ter&s outros deuses diante de mimX" Ninguém deveria curvar3se diante de outro ser que não o javéh" -omente +le é o -enhor" +ste pecado contra o primeiro mandamento é uma violência direta contra o -enhor" / violência desse pecado é maior porque os homens fa)em isso na presença do -enhor" *iante do verdadeiro *eus os homens. que mostram a irreverência e o destemor de *eus" Fuitos homens h& que perderam todo o senso de temor a *eus e mostram seus pecados atrevidamente" +m K# 9Q"LQ. todos os pecados mesmo os cometidos contra os homens. e fi) o que é mal perante os @eus olhos"""X @odavia.facç%es e inve7as" . disse: X. o -almista disse que eles rmote7am e falam maliciosamente2 da opressão falam com altive)" )ontra os céus desandam a 'oca. ao escrever o -almo Q9. antes de pecar contra eles. segundo a sua pr#pria imagem e semelhança.+x L>"L?" *esde a queda os pecadores procurar criar deuses. porque todos eles estão vinculados com a transgressão da -ua lei" Certa feita. que o -enhor abomina .or essa ra)ão. Kosé reagiu de maneira corret!ssima porque entendeu que os nossos pecados ofendem a *eus.or essa ra)ão. ele havia pecado contra *eus" .

*eus pronuncia maldição: XFaldito o homem que fi)er imagem de escultura. que é o culto que se presta a *eus? e douleaia . e uma tendência. quadr5pedes e répteisX .l @m 9"<?. como o do ate!smo. uma conseq ência dos homens suprimirem a verdade de *eus pela in7ustiça .comum em culturas não cristãs. ou de fundição.+x L>"9P?" $s pecados sexuais tem in5meras manifestaç%es" P? O Fecado do rou'o . os da tradição Cat#lica tentam fa)er uma distinção entre latreaia .Cm 9"LM?" . tanto aplicando3se ao Criador como (s criaturas .+x L>"H399?" H& outras formas desse pecado.+ste é o pecado contra o nono mandamento . abomin&vel ao -enhor. ser& mortoX .+x L>"9N?" 9HH *iante da acusação dos protestantes. e as autoridades constitu!das tem o direito de tir&3la" Ninguém mais o pode individualmente" M? $ . *eus estabeleceu uma lei que quem mata. que é reverência ou culto que se presta aos santos?. mas segundariamente aos homens" +stes pecados têm a ver com a violação da segunda t&bua da lei: 9? O pecado de desonra aos pais 3 +ste é o pecado contra o quinto mandamento .-l <="=?" M? O pecado de tomar o nome do Senhor em (&o . bem como de aves. os que se gloriam em !dolos2 prostrem3se diante deles todos os deusesX .or essa ra)ão. /bel" +sse pecado de tirar a vida do pr#ximo parece ter sido um pecado abundantemente praticados desde o princ!pio da hist#ria humana" Kustamente por causa do abuso desse pecado.latréia. aos pecados da religião.+ste é o pecado contra o oitavo mandamento .+ste é o pecado contra o terceiro mandamento . tão grande era a gravidade dele" / gravidade desse pecado direto contra *eus est& ligada ao fato de o Nome de *eus representar o que e quem +le é" $ nome é revelador da nature)a de *eus2 cs com a uso indevido do nome de *eus" . parricidas . antes mesmo do per!odo Fosaico. por exemplo" @odos eles são diretos contra o -enhor" +les estão ligados. não é uma distinção 7usta.ecado do adultério 3 +ste é o pecado contra o sétimo mandamento .*t L="9Q?" / maldição em algum sentido se manifesta pelo fato desses adoradores viverem sempre em confusão teol#gica e espiritual: X-e7am confundidos todos os que servem imagens de escultura.:v LP"9=?" -omente aquele que d& a vida.Cm 9"9H?" .ortanto. via de regra. foi a primeira manifestação dos pecados atuais" Caim. o nome de *eus não poderia ser usado sem um critério absolutamente r!gido" P? O pecado de despre=o ao dia de descanso .Gn P"H?" /p#s a queda de nossos primeiros pais.+x L>"9L? L? O pecado do assass5nio 3 +ste é o pecado contra o -exto Fandamento .+ste é o pecado contra o quarto mandamento .or causa dos pecados da idolatria.:v LP"9N?" / punição por esse pecado era a morte. deve pagar com a vida" Gn <"N 3 X-e alguém derramar o sangue do homem. pois ambos termos etmologicamente podem ser usados indistintamente. pelo homem se derramar& o seu2 porque *eus fe) o homem segundo a sua imagem"X / ira de *eus contra esse pecado é tão grande que +le preceitua.or essa ra)ão. e nunca desfa) esse preceito: XSuem matar a alguém. mencionados acima" Pecados contra o 1ra?imo @odos os pecados ofendem primeiramente a *eus. fratricidas . não podemos aceitar a 7ustificativa dessa tradição do cristianismo" .+x L>"=?" /s ênfases deste pecado estão ligadas com a? o 7uramento falso usando o nome de *eus .cf" /t L>"9<2 Cm 9L"992 /t ="PL2 Cm 9"LQ?" a +scritura não conhece nada desta distinção" .douléia. mesmo que disfarçada em meios cristãos"188 / idolatria é.+x L>"9Q?" Q? O Fecado do $also testemunho .:v 9<"L2 fc Q"P?2 b? com a blasfêmia contra o nome do -enhor . de certa forma. eles Xmudaram a gl#ria do *eus incorrupt!vel em semelhança da imagem de homem corrupt!vel. matou o seu pr#prio irmão.l @m 9"<?. e a puser em lugar oculto" + todo o povo responder&: /mémX . para 7ustificar as suas atitudes c5lticas" Contudo.+x L>"9M?" $ homic!dio pode ser manifesto de v&rias maneiras: matricida .

v N"9H?V $s pensamentos e as imaginaç%es mais impuras ficam secretas" / grande maioria desses pecados não são convertidos em palavras e aç%es" Bma pessoa não é conhecida necessariamente pelo que fa) . porque -ão escondidos e. porque o coração humano sempre haver& expressar inequivocamente o que o homem é em sua nature)a" XComo na &gua o rosto corresponde ao rosto. como os mencionados acima: bebedice e glutonaria" / bebedice é um pecado contra o pr#prio homem. muitas ve)es.v LM"=?" $ homem é aquilo que o seu coração indica ser. porque fa) com que ele perca o controle sobre si pr#prio . como querem alguns" Na verdade. especialmente ( prostituição e fornicação" +screvendo aos Cor!ntios.+x L>"9=?" @odos estes pecados da segunda t&bua estão ligados aos pecados de relacionamento mencionados acima" Pecados contra si 1ra1rio +stes pecados podem ter v&rias manifestaç%es: $s pecados vinculados & imoralidade sexual. geralmente.. ( pobre)a financeira e ( desonra" 8a) com que ele perca o seu tempo e o seu f!sico e psiquê ficam pre7udicados" $ pecado vinculado ao sexto mandamento.. enquanto que alguns psic#logos modernos acham que o suic!dio é uma manifestação de coragem" Contudo.porque ela pode apresentar atos de bondade para ser vista pelos outros?. nem pelo que di) .v L="9<?" . disfarçados de bondade" $s pensamentos dos homens -ão produto do seu coração corrompido. esses pecados são os mais graves. ou dos pensamentos. que é o #rgão central da personalidade humana" $ assento deles est& no ser mais interior do homem.porque pode falar hipocritamente?. mas certamente seria conhecido pelo que pensa ou imagina no seu coração" $ escritor de . todos os pecados têm o seu nascedouro no coração.ortanto.N? O Fecado da co'i!a .+f Q"9H?. perdendo o exerc!cio devido sobre a mente" / bebedice leva o homem e sua fam!lia ( ru!na. deve encaixar3se neste ponto" $s est#icos. mas alguns deles ficam somente no coração. que é a violência contra si pr#prio. assim o coração do homem ao homemX . somente pelo racioc!nio ou imaginação do coração é que o homem é verdadeiramente conhecido" .aulo di) de uma maneira inequ!voca: 9 Co N"9H 3 X8ugi da impure)aV Sualquer outro pecado que uma pessoa cometer.+ste é o pecado contra o décimo mandamento . assim como as suas imaginaç%es . assim ele éX .. achavam que o suic!dio era uma forma hero!smo.rovérbios di) que rporque.v N"9H?" @odos os movimentos do pecado têm a sua primeira tramitação no interior do homem" +sses pecados são conhecidos somente por *eus e pelo pecador" Geralmente. ou porque não possuem coragem para assumir as pr#prias fraque)as ou pecados cometidos" /ssim como nenhum homem pode tirar a vida do outro. . também não pode tirar a sua pr#pria vida" *eus é o doador dela e é também quem a tira" O# "ODO# DO# PECADO# ATUAI# Pecados Internos +stes são os pecados do cora!&o. as pessoas têm vergonha de confess&3los publicamente devido ( hedionde) deles" / estes o -enhor odeia . o suic!dio é pecaminoso porque mostra a falta de coragem para enfrentar as lutas desta vida presente" $s que atentam contra a pr#prio vida é porque não são suficientemente fortes para bater de frente contra as tempestades. sem que se7am externali)ados" +sses pecados atuais -ão escondidos dos homens e.. como imagina em sua alma. é fora do corpo2 mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o pr"prio corpo#> $s pecados vinculados ( incontinência.

embora ignorados. )ombarias" $s pecados da l!ngua estão resumidos no dito de Kesus. Kesus conclui: r/partai3vos de mim todos v#s que praticais a iniquidadeX . freq entemente. mentiras2 contra *eus h& as blasfêmias. em geral. quer se7am boas. é tão grave quanto os pecados de comissão. mas -ão externali)ados. igualmente.aulo di) a @im#teo que ros pecados de alguns homens são not#rios e levam a 7u!)o. com as palavras deles" Contudo. s# mais tarde se manifestamX . palavras e aç%es" A# PARTE# DO# PECADO# ATUAI# Pecados de Omiss.o $ pecado de omissão di) respeito (quilo que deveria ser feito e que não o foi" + a não apresentação daquilo que est& ordenado por *eus" +mbora muitos não prestem atenção a esse pecado. -ão considerados mais graves" Fas Kesus mostra que a omissão daquilo que é bom é tão grave como o fa)er daquilo que é mau" Nos seus v&rios 0ais4. saindo do dom!nio do conhecimento unicamente do pecador" +stes podem ser descobertos facilmente" . quer se7am m&s4 .+c 9L"9P?" +ntão. pois a atenção dos homens est& mais ligada aos pecados de comissão que. nisso est& pecando4" $s pecados de omissão -ão freq entes. dela darão conta no dia do 7u!)o2 porque pelas tuas palavras ser&s 7ustificado.odem ser feitos diretamente contra *eus e contra os homens" Contra *eus em forma de adoração errRnea e inaceit&vel2 contra os homens ele encontra m5ltiplas formas" $s pecados interiores são os mais numerosos" Contudo.l @m Q"LP?" +stes pecados externos -ão os pecados da l5ngua e os das a!Aes# $s pecados da l!ngua são mais freq entemente cometidos contra os homens. sem qualquer constrangimento.Pecados E?ternos +stes são cometidos ( lu) do sol. e pelas tuas palavras ser&s condenado"X $s pecados das aç%es podem ser feitos escondidos de muitos homens. temor ou vergonha" +les -ão conhecidos dos homens e -ão. maldiç%es. antes que o 7ulgamento de *eus venha sobre eles" . conden&veis e condenados pelos pr#prios homens. ao passo que os de outros. aqueles que os homens podem ver" / ra)ão dessa magnitude é porque eles estão combinados com os pensamentos e.Ft ="LM?" Bma outra divisão muito comumente encontrada para esses modos de pecados é: pecados por pensamentos.ortanto. que os condena veementemente: Ft 9L"MN 3 X*igo3vos que de toda palavra fr!vola que proferirem os homens. porque procede da indisposição em fa)er a vontade preceptiva de *eus" @iago menciona claramente esse tipo de pecado quando di): @g P" 9= T 0. aquele que sabe que deve fa)er o bem e não o fa). mas também contra *eus" Contra os homens h& maledicências. 0*eus h& de tra)er ( 7u!)o todas as obras até que as que estão escondidas. da mesma forma que os pensamentos e as palavras. linguagem obscena. os que -ão considerados de grande magnitude -ão os atos. um deles é dirigido aos que pecavam por omissão: .

Ft LM"LM T 0/i de v#s, escribas e fariseus, hip#critasV porque dais o d!)imo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei, a 7ustiça, a miseric#rdia e a fé2 dev!eis, porém, fa)er estas coisas, sem omitir aquelas"4 / gravidade do pecado de omissão est& patente no fato de Kesus mencion&3los como motivo de condenação dos homens: Ft LQ"PL3PM T 0.orque tive fome e não me destes de comer2 tive sede e não me destes de beber2 sendo forasteiro, não me hospedastes2 estando nu, não me vestistes2 achando3me enfermo e preso, não fostes verme"4 +les -ão muit!ssimo mais comum do que pensamos em nossa vida" @enhamos cuidado para que não se7amos pegos deixando de fa)er o que dever!amos fa)erV

Pecados de Comiss.o $ pecado de comissão tem a ver com o fa)er aquilo que a lei pro!be, ou com a feitura daquilo que é bom, mas com motivo su7o ou impuro" +m algum sentido 7& tratamos deles em partes anteriores deste cap!tulo"

O# GRAU# DO# PECADO# ATUAI#
Não existe diferença de grau nos pecados atuais se n#s os entendermos do ponto de vista da sua nature)a" @odo pecado é uma 0transgressão da leiX de *eus" Nesse sentido, todos eles -ão iguais" Contudo, h& pecados muito mais sérios que outros pelo estrago que causam na fam!lia ou na comunidade maior pela hedionde) deles" $ estrago tem a ver com os homens e a hedionde) com *eus" $s pecados diretos contra *eus -ão os mais ofensivos do que os cometidos contra os homens" $s pecados da primeira t&bua -ão mais ofensivos do que o da segunda" Kesus deixou claro que h& pecados onde alguns homens -ão mais culp&veis que outros" Suando .ilatos falou a Kesus da sua autoridade de prender e de soltar, Kesus disse que .ilatos tinha culpa do seu pecado, mas disse que quem $ havia entregue a .ilatos tinha um pecado maior ;Ko 9<"99?" H& pecados mais graves que outros porque alguns -ão cometidos deliberadamente, atrevidamente, insolentemente contra o -enhor" $s graus de pecados atuais estão em proporção (s diferentes espécies de puniç%es estabelecidas por *eus" Kesus Cristo disse com respeito aos pecados de algumas cidades 7udaicas, ap#s ter feito milagres do meio delas: Ft 99"L93LP 3 X/i de ti, Cora)imV ai de ti, IetsaidaV porque se em @iro e em -idom se tivessem operado os milagres que em v#s se fi)eram, h& muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cin)a" + contudo vos digo: No dia do 7u!)o haver& menos rigor para @iro e -idom, do que para v#s outros" @u, Cafarnaum, elevar3te3&s, porventura, até o céuO *escer&s até o inferno2 porque se em -odoma se tivessem operado os milagres que em ti se fi)eram, teria ela permanecido até ao dia de ho7e" *igo3vos, porém que menos rigor haver& no dia do 7u!)o para com a terra de -odoma, do que para contigoX" $ rigor maior e o menor estão vinculados ( gravidade de pecados cometidos & lu) das oportunidades recebidas"

Pecados de I)nor`ncia H& um sentido em que todos os pecados -ão cometidos na ignor1ncia, se por ignor1ncia entendemos que o indiv!duo est& em trevas espirituais" +mbora culpados, aqueles que crucificaram Kesus Cristo, o fi)eram na ignor1ncia" Não é de estranhar, pois, que .aulo tenha dito: 9 Co L"H T 0b sabedoria essa que nenhum dos poderosos deste século conheceu2 porque, se a tivessem conhecido, 7amais teriam crucificado o -enhor da gl#ria"4 .or esta ra)ão, depois de pecarem, essas pessoas não possuem qualquer reconhecimento de pecado, nem remorso ou qualquer outro tipo de triste)a" + porque desconhecem os preceitos estatu!dos por *eus na sua lei" .aulo fe) tudo o que fe) sem sentir qualquer remorso, e fe) pensando estar fa)endo o que devia fa)er" +le não se desculpa na ignor1ncia, mas mostra que a ignor1ncia é a causa de muitos pecados" +i3lo, argumentando: : @m 9"9M T 0a mim que noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente" Fas obtive miseric#rdia, pois o $i= na ignorCncia, na incredulidade#E .aulo ainda não possu!a a lu)" /ndava em trevas e praticava todas as blasfêmias e insolência, em nome de *eus, pensando estar agradando a *eus, a quem, a seu modo, ele servia"

Pecados de(i6erados +mbora a maioria dos pecados se7a cometida na ignor1ncia, h& muitos deles que são cometidos deliberadamente" +m geral, os homens conhecem as leis gerais de *eus, mas -ão atrevidos e pecam conscientemente, sabendo que estão afrontando a -ua lei" +stes pecados são de maior gravidade" / gravidade e a seriedade desses pecados é mostrada pelo escritor da Carta aos Hebreus: Hb 9>"LN 3 X.orque, se vivemos deli'eradamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, 7& não resta sacrif!cio pelos pecados"X .rovavelmente, o autor sacro este7a se referindo ao conhecimento da doutrina, criticando aqueles que conscientemente pecam contra *eus conhecendo a verdade de *eus" Nestes 5ltimos dias têm havido pessoas que pecam contra *eus de um modo deliberado esquecendo3se da verdade de que o universo veio ( existência pela palavra de *eus" .or essa ra)ão, eles )ombam de *eus, andando em paix%es !mpias" L .e M"M3Q T 0@endo em conta, antes de tudo, que, nos 5ltimos dias, virão escarnecedores com os seus esc&rnios, andando segundo as suas pr#prias paix%es, e di)endo: $nde est& a promessa da sua vindaO porque desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o princ!pio da criação .orque deli'eradamente esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da &gua e através da &gua pela palavra de *eus"4

$s homens se esquecem destas verdades propositadamente" +les 7& foram informados que o -enhor é o Criador e que +le h& de voltar para 7ulgar o mundo, mas abusadamente ignoram a verdade de *eus" 6sto é grave abominação ao -enhor" A ;ravidade de ambo o (ecado = / gravidade de um pecado tem a ver, em alguma medida, com o fato dele ser feito deliberada ou ignorantemente" 'e7a o que Kesus di) sobre eles: :c 9L"P=3PH T 0/quele servo, porém, %ue conheceu a vontade do seu senhor e não se aprontou, nem fe) segundo a sua vontade, ser& punido com muitos a!oites# /quele, porém, que n&o sou'e a (ontade do seu senhor, e fe) cousas dignas de reprovação, le(ará poucos a!oites# Fas (quele a quem muito foi dado, muito lhe ser& exigido2 e (quele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão"4 @anto o pecado cometido conhecendo a lei como desconhecendo3a -ão pass!veis de punição, mas a severidade da punição é que varia" / ignor1ncia não desculpa ninguém"

DI#TIN TE# DO# PECADO# ATUAI#
Pecados Remiss,'eis e Irremiss,'eis @odos os pecados do povo de *eus são remiss!veis" *eus perdoa todas as suas iniq idades, e sara todas as suas enfermidades, com base naquilo que o -alvador deles fe) na cru)" Contudo, h& os pecados daqueles que foram deixados em seus delitos e pecados" +stes pecados não foram remidos" +les receberão o sal&rio do pecado deles, que é a morte ;condenação?, e não a vida eterna" +sses pecadores sofrerão pessoalmente a punição de *eus por causa dos seus pecados, mas não serão remidos deles" H& ainda, na +scritura, a menção de um outro pecado atual, nascido na nature)a pecaminosa do homem, que é chamado em teologia de pecado imperdoá(el, constituindo3 se na blasfêmia contra o +sp!rito -anto" +ssa blasfêmia não pode ser perdoada nem neste mundo, nem no porvir ;Ft 9L"M93ML?"

C/.6@B:$ ['
A PUNI !O DO PECADO
/ palavra XpenaX ;penalidade? deriva do latim poena, aparecendo 7& na 6dade Fédia, como um conceito teol#gico para denotar a punição por causa do pecado original"

A ORIGE" DA PUNI !O
IerJhof di) que os castigos tem Xa sua origem na retidão, isto é, na 7ustiça punitiva de *eus, por meio da qual +le se sustém como o -anto e necessariamente exige santidade e retidão de todas as -uas criaturas racionais"X 189 $ pecado é a violação das leis divinamente estabelecidas e, por causa da santidade divina, merece ser punido" .ortanto, a punição denota um castigo imposto por *eus aos infratores da sua lei" $ pecado não pode ficar sem punição 7ustamente por causa da santidade e da 7ustiça de *eus" .orque a -ua lei foi infringida, +le, de necessidade, tem que punir o pecado"

O# PROP_#ITO# DA PUNI !O DI5INA%9]
aA 5indicar a Retid.o ou a Uusti-a Di'ina

6A A Re3orma do Pecador

cA Ha:er com Oue os 0omens desistam de 1ecar

TIPO# DE PUNI !O DI5INA
@eologicamente, costuma3se falar de dois tipos de castigos que o pecado tra):

;aA Casti)os Naturais *estes castigos os homens não podem livrar3se nem pelo arrependimento nem pelo perdão de *eus" +sse tipo de castigo é o resultado natural do pecado" H& v&rias maneiras de se ilustrar os castigos naturais: Bm homem prom!scuo sexualmente, fatalmente haver& de transmitir as suas doenças venéreas aos seus filhos, mesmo que ele tenha se arrependido profundamente de sua vida prom!scua2 Bm homem preguiçoso haver& de levar ( pen5ria sua fam!lia, mesmo que chore ou que *eus perdoe a sua negligência de trabalho ;.v N"N3992
9H< IerJhof, Teologia Sistemática, p" M>= ;edição castelhana?" 9<> 6déias tiradas de IerJhof, pp" M>=3M><"

Hb L"9P39Q?" -e n#s distinguimos entre a morte como um e(ento e morte como um estado. etc" +stes castigos -ão uma imposição direta de *eus sobre os homens. estando.v LM"L9. MMM" . isto é.ortanto.v Q"LL . temos que entender que -atan&s reina no estado de morte. é necess&rio entender a idéia de morte" Forte não é extinção./p 9"9H2 :c 9L"Q?.+) 9H"P2 Cm N"LM?" O Conceito de "orte /ntes de tudo. mas revelam uma atitude positiva do -anto :egislador" -ão imposiç%es 7udiciais de *eus sobre o pecador nesta vida" +les -ão a expres-ão do car&ter moral de *eus. a morte era parte da nature)a criada. LH. também tem o poder de tir&3la" Suem paga o sal&rio da morte é *eus. não é aniquilamento. mas as pessoas que morrem estão sob o dom!nio dele. h& certas passagens que parecem indicar que a morte tem algo a ver com a hegemonia de -atan&s com a morte . não o diabo" Contudo. a +scritura afirma expressamente que a morte tem necessariamente a ver com o pecado" +la é punição do -anto :egislador sobre os infratores da -ua :ei" / morte é o 7ulgamento de *eus sobre o pecador .como veremos abaixo?. não penalidade pelo pecado" +ntretanto.. e ele também enfrente o 7u!)o de *eus no final" 9<9 The Enc-clopedia o$ )hristianit-. se7am eles -eus servos ou não" A PUNI !O DE "ORTE / morte é uma penalidade imposta por *eus por causa do pecado. ele não deixou de ser imortal.:v LN"L92 Nm 9Q"M>3M92 9 Cr 9>"9M2 -9=Q"H2 6s 9"LP. ele ficou separado de si mesmo pela morte f!sica e separado de *eus pela morte espiritual" O 1oder so6re a morte Suem tem o poder da morteO *eus ou o *iaboO +sta é uma pergunta que tem que ser respondida com muita cautela" / resposta depende do entendimento que temos sobre o que significa 0poder4" +mbora a morte se7a o resultado de um pronunciamento 7udicial de *eus . até que esse dom!nio se7a retirado dele. o conflito aparente é resolvido" 191/ +scritura uniformemente coloca a morte como um evento nas mãos de *eus" *eus tem o poder da morte em -uas mãos . embora esta idéia tenha sido contestada na hist#ria da 6gre7a cristã" $s pelagianos pensaram que a morte não tinha nada a ver com o pecado" $s homens morreriam de qualquer forma" / ra)ão da morte dos homens estaria na sua finitude" . sob o dom!nio de *eus" -atan&s não tem poder de impingir morte sobre ninguém. todavia. vol" 666. L<3MQ?" / inevitabilidade desse tipo de castigo natural é algo incontest&velV / +scritura tem alguns exemplos do fato do homem ceifar aquilo que ele planta: K# P"H2 -9<"9Q2 <P"LM2 . que se ira contra aqueles que violam as -uas leis claramente estabelecidas .6A Casti)os Positi'os +stes castigos não pressup%em simplesmente as leis naturais da vida.9M"P2 9<"9Q2 L9"LQ2 +c 9>"9H?2 Bm homem beberrão trar& ru!na sobre si e sobre sua fam!lia . mas separação" $ homem foi criado imortal" Suando ele pecou. se por imortalidade entendemos a existência continuada. mas ele morreu. porque é +le quem concede a vida" Suem tem o poder de dar a vida. nem cessação de existência.

nem o homem não foi criado para existir em um estado de morte" $s . em seu caso.eliJan. sendo uma imposição penal de *eus sobre os pecadores" $s Calvinistas. vol" 9M.Cm N"LM?" / morte é o resultado 7udicial do pecado. ele teria permanecido imortal" Fas porque ele pecou pela desobediência. se7a an&tema"4192 . contudo. afirmam categoricamente que a morte é uma imposição 7udicial de *eus sobre o homem pecador" *esde os primeiros conc!lio regionais da igre7a Cristã tem3se defendido que a morte é castigo.salms 66. 9<NQ?. )hristian Theolog-. . lutando contra um pelagianismo presente na vida da igre7a. não o resultado natural do pecado do homem" @ambém não podemos crer que o homem morreria de qualquer maneira" / morte não é parte da nature)a humana.elagianos afirmaram que o homem morreria de qualquer formas mesmo que não houvesse pecado" / morte fa) parte da criação" . LutherDs . p" N9L" 9<L Citado por Custance. foi ameaçada por *eus e é causada por um *eus encoleri)ado e estranho" -e /dão não houvesse comido da &rvore proibida. <N" . p" H=" 9<M Fartin :uther. a morte do homem. é geralmente aceito entre os cristãos que a morte é anatural. a conseq ência merecida inevit&vel de seu pecado e desobediência"X 9<M / morte do homem.ublishing House.-t :ouis: Concordia . não podemos aceitar a morte como natural. e que Iarth tenha pensado que a morte se7a um problema da finitude do homem. The Seed o$ the . separação de *eus.ara os pelagianos Xas referências b!blicas sobre a morte como conseq ência do pecado -ão entendidas como referências ( morte espiritual. antes do que ( morte f!sica"X /lguns disc!pulos de Iarth diriam que o problema da morte est& vinculado ao fato do homem ser finito" $ pecado apenas complica o problema da finitude do homem" +mbora . edited bY Keroslav . diferente da morte dos animais" +ste morrem por causa da lei da nature)a" Nem é a morte do homem um evento que ocorre acidentalmente ou que tenha meramente um aspecto de temporalidade" /o contr&rio. mas uma penalidade.ara o pelagiano a morte é o seguimento natural na vida do ser humano" . mesmo que não houvesse pecado. ele sucumbe ( morte como os animais que estão su7eitos a ele" $riginalmente.el&gio pensasse que o homem morreria de qualquer forma.A Causa Uudicia( da "orte / +scritura di) que Xa morte é o sal&rio do pecadoX . a morte não foi parte de sua nature)a" +le morre porque provoca a ira de *eus" / morte é. uma imposição 7udicial da qual nenhum pecador foge" PUNI !O NA ERI#TQNCIA PRE#ENTE Fillard K" +ricJson.oman.ortanto. tem conexão com a 7ustiça divina" Não somente é uma tragédia. portanto. 9<<>?. pp" <P3<Q. mas como uma imposição 7udicial de *eus por causa do pecado" :utero foi veemente na sua idéia da causa da morte: X/ morte dos seres humanos é. . sendo um elemento anatural na existência humana" Num dos Conc!lios de Cartago. portanto. foi dito: 0-e alguém disser que /dão foi criado mortal de tal forma que ele teria morrido no corpo se tivesse pecado ou não. se assim posso falar.IaJer.or6s T -elected .

isto é. uma nature)a enfraquecida. todos os seres humanos -ão concebidos em estado de morte" @odos vêm ao mundo separados de *eus. vol" 66. porque.orque o pendor da carne d& para a morte. esta é a primeira morte que acontece nos descendentes de /dão.or nature)a. mas o do +sp!rito. ou se7a. portanto. ele 7& é separado de *eus. estarem inclu!dos no pacto das obras. ele vivia em perfeita harmonia com *eus. por causa do pecado" $ ser humano 7& é concebido com ela" . sem a vida d+le" @odos nascem com inclinação contr&ria aos preceitos de *eus" . no momento em que /dão pecou. mas não pecaminosa em si mesma" Cada um. o homem é um natimorto. a situação é diferente" :#gica e temporalmente.ogmatic Theolog-. individualmente. separado do favor e do amor do -enhor" O "odo Oue essa morte c0e)ou atC nas *entro da hist#ria da igre7a alguns vieram a crer que /dão foi um exemplo para todos os homens.aulo fala claramente que aqueles Xque se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne2 mas os que se inclinam para o +sp!rito.+f L"L?.or causa do fato de todos estarem inclu!dos no pacto das obras. isto é. porque todos estavam voluntariamente presentes no . porque ele é contado entre os que estão em /dão" Suando o ser humano é concebido. ele vem ao mundo sem qualquer comunhão com *eus. ele perdeu a comunhão com *eus" Fas quando tratamos da progênie de /dão. explica como a morte de /dão passou a ser também a nossa morte" A Inesca1a6i(idade dessa morte Não h& ninguém que este7a em /dão que não receba esse tipo de morte" Não h& 9<P 'er $rton ZileY. estando. vieram a morrer como ele" /ssim pensaram os pelagianos2 outros vieram a crer que /dão transmitiu a n#s.%* "ORTE E#PIRITUAL A Nature:a dessa morte Suando /dão foi criado. vindo a este mundo na condição de mortos espirituais" +xceto Cristo. e não a f!sica" +sta 5ltima veio posteriormente. todos eles recebem a imputação da culpa de /dão. . 9LQ" 9<Q 'er Z" G" @" -hedd. a ausência da comunhão com *eus" . de pai para filho. das cousas do +sp!rito" .Cm H"Q3N?" /quele que est& morto espiritualmente est& sem a vida de *eus" O tem1o dessa morte /lém de Cristo Kesus. alguns séculos mais tarde" Contudo. /dão foi o 5nico ser humano que veio ao mundo sem esta morte" +le veio a morrer depois que ele pecou contra o -enhor *eus" *eus lhe disse: No dia em que comeres. todos morreram. por geração ordin&ria.den quando /dão foi criado e caiu 1952 $s Ceformados ensinam que esta morte espiritual vem pelo fato de todos os homens. exceto Kesus Cristo.Gn L"9=?" +sta morte da qual *eus falou é a morte espiritual. que trata da imputação de pecado. )hristian Theolog-. a morte veio sobre ele" +ssa morte espiritual é a ausência da vida. quando /dão desobedeceu. por nature)a ele 7& e Xfilho da iraX . vem a morrer por causa dos pecados feitos volunt&ria e pessoalmente" /ssim pensaram os arminianos194b uma outra linha de pensamento foi a dos realistas que ensinaram que a morte espiritual é transmitida pelo fato de todos terem estado seminalmente em /dão" Suando /dão morreu. certamente morrer&sX . possuindo uma vida natural perfeita" Havia comunhão da criatura com o Criador" @odavia. representados pelo primeiro /dão" $ texto de Cm Q"9L3L9. M> sgts" . de forma que todos os que o imitaram. para a (ida e pa)X .

imediatamente sa!mos do estado de morte. e até fugiram de -ua presença" $ texto di): XNaquele dia certamente morrer&sX" Não h& como evitar a literalidade deste verso"196 /dão e sua companheira. todos somos nascidos em pecado e. se reporta ao pecado humano" Corpo 3 *esde que vimos ao mundo.ortanto. morreram naquele dia" / ênfase de Gn L"9= é na inescapabilidade dessa morte. pois o fato de sermos eleitos de *eus não nos isenta dela" Como veremos adiante. males que haverão de acompanh&3los por toda a existência terrena" / debilidade f!sica que dia a dia afeta mais duramente o nosso organismo é uma das humilhaç%es mais duras que o ser humano experimenta" H& alguns casos onde as doenças f!sicas vêm por causa do pecado. mas a idéia 0daquele dia4 é similar ( de Gênesis L"9= . mas podemos ser livres desse estado de morte. e ninguém escapa de sofrer essa morte. os manicRmios. seu corpo e todas as faculdades de sua alma" $ pecado trouxe uma afetação para o ser humano por inteiro" @udo virou desordem depois da queda" #o3rimentos no ser materia( $s hospitais.+le? nos deu vida 7untamente com Cristo W pela graça sois salvosX . mas morte espiritual" $s nossos primeiros pais perderam a sua comunhão com *eus. portanto. não no fato dela ser imediata" Suando /dão pecou.Ko Q"9P?. mas não de morrer espiritualmente" 'imos ao mundo com esta condição. como o pr#prio -enhor Kesus afirmou . em miséria f!sica. por graça divina" A Dura-. os asilos e as casas de recuperação -ão apenas algumas amostras do sofrimento da raça humana que. embora possa vir a escapar de ser morto espiritualmente para sempre. que passou da morte para a vida" +* O# #OHRI"ENTO# DE#TA 5IDA $s sofrimentos desta vida são conseq ência de os homens serem concebidos no estado de morte espiritual" +les sofrem as conseq ências externas e internas da morte espiritual" $s sofrimentos desta vida afetam a totalidade da personalidade do homem.como evit&3la" Suando *eus disse a /dão XNo dia em que dela comeres certamente morrer&sX . su7eito (s enfermidades desde o ventre materno" /lguns 7& herdam males de seus pais. em 5ltima an&lise. o veneno do pecado o infectou e ele morreu" Com a sua morte.ver 9 Cs L"MN3PN?" . de fato.Ko <"L?" 9<N H& um exemplo paralelo que trata da morte f!sica de -imei. poderemos ser livres da morte f!sica como pagamento de penalidade2 poderemos ser livres da morte eterna.Gn L"9=?. essa morte dura até que a pessoa se7a tirada dela pela ação renovadora do +sp!rito -anto" . as pris%es.o dessa morte Não podemos evitar ser mortos espiritualmente.aulo disse: X+ estando n#s mortos em nossos delitos e pecados. a morte realmente aconteceu" Não houve morte f!sica imediata. . quando recebemos a vida nova implantada em n#s através da obra regeneradora do +sp!rito -anto" .+f L"Q?" N#s somos libertos desse estado de morte quando o +sp!rito nos conecta com a vida" Suando essa obra espiritual acontece. porque a +scritura di) que aquele Xque est& em Cristo é nova criaturaX. toda a sua progênie nasce na mesma condição de morte" +ssa é a 5nica morte que o crente experimenta inescapavelmente. embora nem sempre se7a esse o caso .

pois não levam a sério as advertências da +scritura" / morte f!sica é freq entemente a mais temida porque ela separa as pessoas umas das outras. mas algo totalmente anatural 3 uma violenta separação das duas partes do seu ser que *eus nunca quis que fossem separadas2 uma ruptura. experimentada e lamentada por todos os homens. tudo provocado pelos incRmodos desta vida que. pois ela é a separação que acontece na pr#pria pessoa. h& outras duas puniç%es por causa do pecado.ortanto. suas decis%es são loucas e insensatas" +moç%es 3 . porque pensam que ela é o pior que lhes pode acontecer" +m geral. mas não é este o verdadeiro significado dela" / conseq ência maior é para a pessoa que morre. fato que tem a ver com a morte do homem. um despedaçar. onde a mente 7& não sabe 7ulgar direito" .or causa da afetação da mente. o nosso eu material é separado do nosso eu imaterial" / morte f!sica é uma violência grande e 7usta da parte de *eus sobre o homem pecador" X/ morte não é um processo natural. isto é. a mente humana ficou afetada e 7& não consegue raciocinar corretamente.#o3rimentos no ser Imateria( Fente 3 *epois da queda. ficando su7eita a dist5rbios dos mais variados" / grande maioria das nossas doenças som&ticas tem nascedouro em nossas problemas mentais" 6nfeli)mente não h& a aceitação dessa triste verdade: grande parte dos humanos sofre de qualquer dist5rbio mental.sica :#gica e temporalmente. reconhece3se que é por causa da maldade humana. uma mutilação de sua . o pecado" 'ontade 3 / capacidade decis#ria do homem é afetada pelos dist5rbios mentais. as afeiç%es do homem estão desordenadas. e os desequil!brios emocionais tornaram3se cada ve) mais constantes" /s clinicas de dist5rbios emocionais não caberiam se todos reconhecessem seu sofrimento afetivo3emocional" Cada ve) mais o nosso mundo pecaminoso tende a tornar mais infeli) a vida dos homens" / corrupção se dirigiu a todas as parte do ser humano" + isto é um sofrimento terr!vel do qual todos dese7am escapar" +stes sofrimentos são causados pelo fato do homem estar mergulhado no pecado. em forma de morte: a morte f!sica e a morte eterna" N* "ORTE HÍ#ICA +sta morte é a mais conhecida. porque todos podem vê3la como uma experiência constante e palp&vel" +la é a que mais afeta emocionalmente as pessoas e é dela que todos têm medo. esta é a morte que se segue ( morte espiritual" / morte f!sica é a separação tempor&ria entre o corpo e a alma" + nessa morte que n#s somos separados de n#s mesmos. a separação do homem de *eus e de si mesmo que causam esses sofrimentos e dist5rbios na totalidade da vida humana" #o3rimentos do ser #ocia( . assunto a ser tratado posteriormente" . as pessoas não conseguem ver a morte f!sica como parte da punição divina. numa conclusão bem refletida. o que causa muita dor. como veremos logo abaixo" A Nature:a da "orte H.or causa dos pecados toda a sociedade sofre" $s relacionamentos ficam quebrados e as pessoas tornam3se inimigas umas das outras com a maior facilidade" -egundo a +scritura.

pois /dão viveu mais de novecentos anos" +sse retardamento da punição da morte f!sica é um ato da bondade de *eus com a sua primeira criatura. que experimentam os efeitos dessa morte" +m L Co Q"93Q . não um acess#rio temporal que é descart&vel" Suando o corpo se separa da alma. isto é. vimos que o corpo é visto como sendo o pr#prio homem. o grande pregador presbiteriano3puritano de :ondres. mesmo que no p# de onde veio" / imortalidade é algo pr#prio do homem como um todo# Não somente a sua alma. /dão começou a morrer" /p#s o pecado. sem anima. isto é. comentando sobre o texto de Gênesis. . uma ve) estabelecida. sem vida. assim como na esperança de todos os filhos de *eus. p" LQ93LQL" 9<H Citado por Z" G" @" -hedd. 7& sentimos os efeitos do pecado em nosso corpo: as doenças logo aparecem e. mas como o merecimento da morte. é muito melhor di)er que o homem morreu. também no corpo" /p#s a queda. *eus retardou a punição da morte f!sica de /dão. e a necessidade da morte"X 198 $ homem tinha que sofrer a punição dos seus pecados.corpo? é separado de si mesmo . porque no momento do desenlace. disse: X/ssim. por sua ve) uma ve) mais se destr#i a si 9<= Kames $rr. GodDs +mage in 8an. a morte começou a fa)er parte da existência f!sica do homem" +sta idéia é refletida na esperança de . que se dar& na ressurreição" +ste corpo que é mortal. mas ele morre lentamente.aulo fala da 1nsia de ser revestido de uma nova habitação.aulo.aulo. ser revestido da vida na ressurreição" Não anelamos pela morte.sica $ texto de Gn L"9= di): XNo dia em que comeres certamente morrer&sX" Não houve uma morte imediata do corpo. mas ele nunca cessa de existir. depois de alguns anos. um corpo novo. apenas ficam separados como uma forma de castigo de *eus sobre eles" +sse é o estado de morte que o homem fica até que o dia do 7u!)o chegue" O Processo da "orte H. no suspiro final" *esde que nascemos. mas a semente da morte foi plantada no homem" /p#s o comer do fruto proibido. . e nossa" Fas até que isso aconteça. mas o veneno de morte foi in7etado no corpo humano" / partir do seu ato pecaminoso. até que o corpo se7a separado da alma. vol" M. da! por diante a longevidade poderia ser redu)ida em nome da segurança da raça que. mas também o seu corpo é imortal" . mas essa não é a verdade" + verdade que o corpo se tornou inerte. a morte f!sica é um processo# $ homem não morre de uma ve). estaremos ainda sob o efeito da morte em n#s" +nquanto a morte espiritual foi um e(ento. 9<PH?. não somente houve a morte espiritual. vai ser renovado. mas pelo revestimento que caracteri)ar3se3& em forma de vida plena" / nossa nature)a plena. corpo e alma.+erdmans reprint. de ser revestido de um novo tabern&culo. que experimenta os efeitos da morte. ser& restaurada na completação de nossa salvação" +sta é a esperança de .ortanto. e com todas as outras que 7& nascem espiritualmente mortas" -tephen CharnocJ. o homem . deve ser entendido. uma nova qualidade de vida f!sica.personalidade"X9<= No estudo sobre a constituição original do homem. que veio a acontecer alguns séculos mais tarde. o processo de queda 7& se torna evidente" N#s morremos aos poucos" Custance disse: X/ssim a /dão e aos seus descendentes imediatos deve ser permitido sobreviverem o tempo suficiente para o estabelecimento da raça humana" Fas. p" MMN" . costumamos di)er que o corpo morreu.ogmatic Theolog-. não como uma morte real do corpo.alma?" /mbas as partes constituintes da nature)a humana vão para lugares diferentes até o tempo da ressurreição" @anto o corpo quanto a alma não cessam de existir.

*eus não destr#i o homem de uma s# ve)" Custance disse: X/ penalidade de comer do fruto não foi o encurtamento de uma vida que possu!a um término determinado de qualquer modo. o que não significa morte" / morte para eles não é necess&ria.or quêO . imposs!vel de ser evitado" +le não precisava morrer. por causa da necessidade da 7ustiça divina ser exercida" Bns morrem mais cedo. 9<H>?. mas os seres humanos pecadores s&o humilhados pela morte" +le escolheu a morte. h& aqueles que têm que enfrentar a morte como penalidade" . mas todos serão transformados. p" 9N9" L>9 Nem todos os cristãos têm que morrer necessariamente" . prematuramente . não maisV @odavia. destes que este cap!tulo trata mais detidamente" . e porque assim *eus determinou em virtude de -ua longanimidade para com os homens" . porque eles não estarão debaixo da necessidade de morrer" -obre isto falaremos mais tarde" / morte é algo passivo para n#s homens. porque todos os pecados deles têm que ser punidos. The Seed o$ the . e depois disso o 7u!)oX" +sse é um decreto divino que est& sobre pecadores" +st& ordenado que todos os pecadores venham infalivelmente ( morte.9 @s P"9M39H? que os crentes que estiverem vivendo na vinda . no tempo conhecido como pr#prio. porque Kesus Cristo 7& pagou as d!vidas deles. p" HN" L>> Custance.aulo di) aos @essalonicenses . mas para todos é apenas uma questão de tempo" Ninguém escapa dela" A "orte H.$ntario: *oor_aY . porque ela é o Xsal&rio do pecadoX" @odos os homens morrem fisicamente" *este fato ninguém escapa. +le voluntariamente entregou3se ( morte. . ele não devia morrer de necessidade" Contudo. mas porque a raça precisa ser preservada.em nossa #tica?2 outros mais tarde.o .oman.Hb <"L=?" Não h& alternativa para os seres humanos ca!dos" @odos eles morrem.oman.8p L"H?. e este pagamento inclui a morte f!sica" + esta verdade é um consolo para eles" Forte como necessidade. exceto aqueles cristãos que viverem na parousia de Kesus Cristo. mas os homens pecadores não possuem essa escolha" / +scritura di) de maneira clara em Hb <"L= di) que Xaos homens est& destinado morrerem uma s# ve). 7usto di)er que a morte do cristão C um pagamento de penalidade tambémO 9<< /rthur C" Custance. e a morte tem colhido todos os homens" .Ko 9>"9H?" Kesus escolheu não somente o tempo de -ua morte. The Seed o$ the . portanto. uma execução de uma sentença com base na violação da lei estabelecida pelo santo :egislador" / morte é inevit&vel para o pecador" $s pecadores todos estão su<eitos ( morte" Cristo humilhou3-e a -i mesmo . mas a introdução de uma experiência totalmente nova 3 a morte $5sica#>200 / morte f!sica também começou quando o pecado entrou na vida humana" / consumação da morte f!sica foi apenas uma questão de tempo" A Inesca1a6i(idade da "orte H. não algo ativo com foi para Cristo" Não escolhemos morrer" -implesmente morremos infalivelmente" + algo que sofremos.sica do Crist. pessoal ou vicariamente 201.sica / +scritura di) que Kesus Cristo morreu voluntariamente .or causa da -ua nature)a.orque est& ordenado aos homens morrerem . se não quisesse" +le não era pecador e. parousia? de Cristo não morrerão.ublications.mesma por sua potencialidade para invenç%es !mpias que o fator da vida longa tornou muito prov&vel"X9<< $ ser humano não tem morte f!sica instant1nea pelo fato de ser pecador. mas a morte em si" +le ofereceu3-e ( morte" / morte para +le foi algo ati(o# Não foi algo que +le sofreu.

viver&2 e todo o que vive e crê em mim. estamos negando que a punição divina é muito mais séria do que os sofrimentos ou a morte f!sica" / 7ustiça de *eus exige muito mais do que os sofrimentos desta vida ou a morte f!sica" -e essas duas cousas são punição divina para o cristão. embora não do 7u!)o final de *eus" H& algumas ra=Aes para se afirmar que a morte do cristão não é parte da punição divina: a? -e os sofrimentos f!sicos e a morte f!sica -ão castigo pelos pecados. -ua obra foi de tal forma que +le não deixou nada para os seus representados pagarem" Nenhuma penalidade cai sobre eles porque por eles todos +le entregou3-e a -i mesmo" /través do -eu sacrif!cio. mas *eus nos livrar& desse tipo de morte. Kesus disse: X+u sou a ressurreição e a vida" Suem crê em mim. não deve ser considerada como uma obra 7udicial de *eus.Ko Q"LP?" Consolando as irmãs.9 @s P"9M sgts?" Não h& necessidade da morte deles.Ko 99"LQ3LN?" :&)aro apenas XdormiuX. mas a morte deles não é mais um 7ulgamento de *eus" Kesus disse que aqueles que estão em Cristo 07& passaram da morte para a vida4 . 7& não mais est& pagando a penalidade de seus pecados. é necess&rio que tenhamos uma exata idéia da morte substitutiva de Kesus Cristo" $ cristão. a 7ustiça de *eus é pouco exigente" .Hb <"L=?" / morte f!sica deles 7& é parte do 7u!)o. e todos aqueles que estiverem presentes na geração da segunda vinda do -enhor Kesus Cristo . sem exceção" /té que a redenção se complete no final. a alma dos redimidos 7& go)a da redenção. que é a vida eterna" +nquanto o corpo dos redimidos espera receber anima .Suando o cristão morre ele est& sofrendo o castigo pelos seus pecadosO . a obra redentora de Kesus Cristo não seria completa" Na verdade não seria redençãoV Fas *eus removeu toda a penalidade do pecador e lançou3a sobre o representante deles. mas não em plenitude. mas morre como uma conseq ência inevit&vel do estado de pecado em que este mundo se encontra" +le morre porque ele tem que desfrutar todos os benef!cios da salvação que não podem ser desfrutados plenamente nesta vida. mas com o sabor de al!vio do estado em que vivia. não morrer&. eternamente" Crês istoOX . como o de +noque. o Cedentor deles" $s crentes ainda morrem. ainda que morra. na plenitude da comunhão imperd!vel. quando morre. até que a salvação se complete na redenção do corpo" / morte do cristão. etc". que -ão conseq ências do pecado em nossa raça. ele est& cooperando no pagamento que Cristo fe). Farta e Faria. ainda sofreremos os resultados do pecado no mundo" Fas não podemos di)er que a morte f!sica dos redimidos por Cristo se7a o sal&rio de seus pecados . estamos negando que Cristo fe) uma obra de salvação completa" /o contr&rio. pois *eus é 7usto e não faria com que -eus filhos pagassem novamente aquilo que 7& foi pago pelo -eu 8ilho. as triste)as. mas :&)aro Xvivia mesmo no estado de morte. as ang5stias. Kesus Cristo" b? -e os sofrimentos f!sicos e a morte f!sica são punição de *eus pelos pecados. que haviam perdido o irmão :&)aro.cf Cm N"LM?.ara se responder a esta pergunta. e depois disto o 7u!)oX . que é incompleto" -e a morte f!sica é pagamento. é o acesso direto ( presença do -alvador deles.o que se dar& na ressurreição final?. ainda permanentes neste universo de *eus" @emos ainda as doenças. portanto. Cristo deixou algumas contas para serem . não uma morte 7udicial. porque Kesus Cristo 7& pagou a penalidade no seu lugar" /queles que não tiveram seus pecados pagos pelo Cedentor é que morrerão como uma penalidade por seus pecados. Xporque est& destinado aos homens morrerem uma s# ve). *eus foi plenamente reconciliado com o -eu povo e o povo vem sendo reconciliado com *eus" -e *eus tivesse que punir o seu povo por causa de seus pecados.or que Cristo haveria de nos livrar somente de parte da punição e não dela todaO -e estas cousas são penalidade. a porta da vida plena. +lias. até que a redenção dele fosse completada" Houve casos de pessoas de *eus que não experimentaram a morte. porque Kesus Cristo 7& pagou a morte por eles" / morte deles é apenas o fim das dores e das triste)as da vida presente" / morte para eles é a porta da comunhão perene com *eus. desse estigma que nos afeta a todos os seres humanos. por causa dos efeitos do pecado. segundo Kesus" / sua morte foi apenas um descanso das fadigas desta vida. como a entendemos ho7e.

o que gera um absurdo teol#gico inomin&velV e? -e a morte fosse um pagamento de penalidade. ter!amos que crer que *eus pune os membros do corpo de Cristo.o e o Ím1io na morte H.6s QM"Q?" Não sofremos mais punição" /penas temos os sofrimentos e a morte f!sica porque ainda vivemos num ambiente onde estas coisas persistem. se sofresse um pouco mais. o que Kesus fe) pelos pecadores não resultou em muitas cousas positivas. o que também é absurdo" -e considerarmos a ra)ão da morte dos m&rtires da igre7a tanto do '@ como do N@. porque em todos os sofrimentos do corpo a alma sofre igualmente. se o homem é capa) de render satisfação pelos seus pecados. o que diminui o valor da obra de Cristo" e? -e os sofrimentos f!sicos e a morte do cristão -ão punição pelos pecados. desfrutando da vida eterna.o que é uma verdade?" Suando Cristo sofreu essas cousas. pois temos muito sofrimento nesta vida" $s benef!cios da obra de Cristo s# serão percebidos depois da morte.elas -uas pisaduras fomos saradosX . +noque e +lias não a teriam sofrido" 6sso implica que eles foram melhores ou que *eus fe) vista grossa aos pecados deles. a entrada deles no reino dos céus de maneira plenaV Nunca ela deve ser vista neles como pagamento de penalidadeV Di3eren-a entre o Crist. o que se dar& na nova terra" g? -e os sofrimentos f!sicos e a morte f!sica fossem penalidade. mas não pode ser remido do sofrimento" -e cremos que a morte do cristão é penalidade. ou que +le removeu a punição temporal .sica $ cristão é um ganhador e o !mpio é um perdedor" /mbos morrem" Nenhum deles escapa da morte" $ -enhor é o mensageiro da morte para ambos" +la vem para o regenerado e para o irregenerado" @odavia. na verdade. o que implica na cooperação humana da sua pr#pria redenção" -e ob7eta que participamos de nossa redenção. independentemente dos seus pecados" $s sofrimentos temporais e a morte têm tido uma variação muito grande na existência dos cristãos" Bns pecam mais e sofrem menos e têm até morte calma e sem sofrimento. podemos concluir que o homem tem condição de render satisfação a *eus por seus pecados" $ pecador não3remido pode sofrer a penalidade de seus pecados. e *eus não haveria de despe7ar a -ua ira contra os membros do corpo do -eu 8ilho .9 Co N"9Q3L>?" h? -e os sofrimentos f!sicos e a morte f!sica fossem penalidade dos pecados.o que é uma inverdade?. mas o comprometimento deles com o reino de *eus" f? -e os sofrimentos f!sicos e a morte f!sica fossem penalidade. porque +le ainda est& irado com eles" @al pensamento é uma in7ustiça ao amor redentor de *eus e ( 7ustiça de *eus demonstrada em Cristo Kesus" N#s somos santu&rio do +sp!rito -anto. por quê se entende que a morte é pagamentoO Contudo. porque existe uma interpenetração de influências" -e isto é verdade. os . por causa de Kesus CristoV / morte dos filhos de *eus é. o que mostra que ainda somos os mais infeli)es dos homensV Fas tal pensamento é tolice" Fesmo que sob os efeitos do mundo em queda. a mor te para o cristão é a porta através da qual ele tem acesso ao reino do céu2 a morte para o !mpio é a porta através da qual ele 7& toma posse parcialmente da condenação" Na morte o cristão entra na companhia dos remidos glorificados. até que a redenção se7a completada e o ambiente se7a mudado. enquanto que os !mpios 7& começam a sofrer a companhia dos pecadores.pagas. haveremos de perceber que não foi o pecado a causa dela. uns estão pagando menos que outros" d? -e os sofrimentos e a morte f!sica são punição de *eus. +le as retirou de n#s como punição" X. alguma cousa anda errado com os efeitos da morte de Cristo. ainda somos os mais feli)es dos homens. essa punição varia muito na vida dos homens. também. ele est& participando do pagamento para ser remido. pagando com a morte f!sica. enquanto que outros crentes sofrem muito e ainda têm morte terrivelmente dolorosa" -e estas cousas são pagamento de penalidade. ter!amos também que considerar as ang5stias e ansiedades da alma como castigo de *eus por causa do pecado. ele poderia. temos que chegar a uma de duas conclus%es: que o sofrimento f!sico de Cristo e sua morte f!sica foram em vão e inefica)es . de render satisfação completa por seus pecados.

e o destino deles é absolutamente diferente" $ !mpio anda em seus pr#prios caminhos . 7& se encontra debaixo de punição. e a do tartaro . o lugar desse castigo é chamado na +scritura de XinfernoX" H& três palavras gregas na +scritura que são tradu)idas em nossas vers%es da I!blia como in$erno: $ u o da (alavra . tendo a sua vida escondida no Faligno" $ cristão anda nos caminhos do -enhor . também é usada pelos pagãos para descrever inferno" Na literatura grega.hades?.Q99"92 Q999<"9?./p L"992 L>"N. aquele que morreu fisicamente sem Cristo. enquanto que o do !mpio os sofrimentos desta não são para comparar com os que vêm depois da morte" PUNI !O NA ERI#TQNCIA HUTURA $s castigos até agora analisados têm a ver com esta presente existência. >no in$erno. levantou os olhos e viu ao longe a /braão e :&)aro no seu seio .que colhem a maldição" Na morte o cristão entra na plenitude de alegria. dar3se3& depois da ressurreição dos !mpios. o caminho da negação e da ren5ncia do pecado e do XeuX.v 9P"9P?. onde os condenados haverão de existir para sempre em sofrimento" Contudo. enquanto que o seu inferno est& determinado depois da morte" $ XinfernoX do cristão limita3se apenas aos sofrimentos desta vida. mas não desfrutando ainda a plenitude dele" +sta verdade é ilustrada na par&bola do rico e de :&)aro" $ texto sagrado di) que o rico. o fim deles é diferente" + a diferença entre lu) e trevas.adh7 . não h& uma autori)ação da +scritura para esse entendimento" / origem dessa divisão em compartimentos veio . usualmente. mas sela o fim diferente deles" +la é portal de separação para os !mpios e portal de vida para os cristãos" / morte em si mesma é o pior pedaço para o cristão. caminhando para a condenação. de maneira provis#ria./p 9<"L>? e Xsegunda morteX . a palavra hades era descritiva de um mundo inferior. enquanto que o 5ltimo é atormentado nela" . o reino dos mortos. tendo a sua vida oculta em Cristo Kesus" .:c 9N"LH?2 Xinferno de fogoX . todavia. esperando a sentença final de *eus sobre ele" +nquanto a ressurreição dos !mpios não acontece.para onde iam os bons. o corpo deles est& sob a terra. como o céu é diferente do inferno" / morte vem para ambos.Ft LM"MM?2 Xlugar de tormentoX . o !mpio pode ter o seu XcéuX aqui na terra . e a alma deles 7& se encontra sob castigo de *eus. 9P39Q2 L9"H?2 Xcondenação do infernoX .:c 9N"LM?" $ tormento final.or essa ra)ão.para onde iam os maus?" +mbora alguns cristãos tenham assimilado a noção grega de hades. antes que a morte eterna se manifeste. quando forem lançados no lugar pr#prio e definitivo dos condenados" L* "ORTE ETERNA +sta morte eterna tem alguns nomes na +scritura: X:ago de 8ogoX .Ft Q"LL?2 Xfogo eternoX .or causa do seu sofrimento o cristão pode ter o seu inferno na terra.re. enquanto que para o !mpio ela é apenas o começo" $ pior ainda est& por vir" $ primeiro é confortado na morte. e o !mpio na plenitude da triste)a" / morte fa) uma grande diferença entre eles" $s caminhos deles nesta vida são diferentes.-9=M?. que vem acontecer na existência futura dos !mpios impenitentes" Contudo. fossem eles bons ou maus" $ Hades era descritivo de uma esfera divida em duas categorias: a do el-sium . mas a morte eterna é o 5nico e o mais terr!vel de todos eles.Ft LQ"P9?" O Lu)ar desse Casti)o Não sabemos exatamente onde é o lugar desse castigo.a Hades 9? / palavra grega a. estando em tormentos. e o seu céu est& por vir" $postamente. pois trata3se da plenitude da punição divina sobre os pecadores..

em undamentals o$ the aith.v"PM. que é tradu)ido na versão Cevista e /tuali)ada de /lmeida como Xalémt no v" 9M" No v" 9P hades é tradu)ido 7& como XinfernoX" +ste texto de /pocalipse sugere fortemente que hades se refere ao lugar intermedi&rio onde estão os esp!ritos desincorporados. raça de v!borasV Como escapareis da condenação do inferno . nos quais cada um deles experimenta um antegosto do seu destino eterno"202 Bsualmente a palavra hebraica sheol.v"PM. e contrasta estas duas express%es ( idéia de Xentrares na vidaX . 99 delas estão contidas no ensino de Cristo" .o 6e+enna / segunda palavra grega que trata do castigo final é geeanna . que é o lago de fogo. PQ? e Xentrares no reino de *eusX. que é usada somente na +scritura"205 -eu uso no N@ não é descritivo dos tormentos presentes do estado intermedi&rio. 0Heaven or HellO4. fa)3lhes uma ameaça.P=?" 'ocê deve ser recordar do 'ale dos filhos de Hinnon. mas refere3se aos tormentos do estado final" + Kesus Cristo quem fa) um uso abundante dessa palavra.Xinferno de fogoX 3 v"<? equivalente & outra expressão grega pu^r to` ai?_anion . . onde fala que o rico estava no XinfernoX .L Cs LM"9>?" Kesus usa a palavra gehenna em Ft Q"LL . PH?" Novamente estar no gehenna é contrastado com Xentrares na vidaX .gehenna?. em undamentals o$ the aith . em honra ao deus Foloque. 0Heaven or HellO4.também de escritos da literatura 7udaica não canRnica. é tradu)ida pela :[[ como Hades" X$ '@ oferece apenas umas poucas informaç%es a respeito do eterno destino do indiv!duo. onde os 7ustos estão em lugar separado dos !mpios. LMH" L>P 6bid" LMH" L>Q Gehenna aparece 9L ve)es no N@" L>N *as 9L ve)es que esta expressão aparece no N@. e maior parte da sua preocupação é com o futuro dos 7ustos antes do que dos !mpios"X203 . pois Kesus disse que as Xportas do inferno . a segunda morte" /p L>"9M39P também menciona o termo hades. devemos L>L $bservação de 8red \arl \uehner.ortanto.v"MM?" Não h& como escapar ao fato de que estas passagens ensinam claramente a realidade de um lugar onde os impenitentes haverão de passar eternamente" + bom recordar que embora os tormentos do inferno se7am absolutamente reais. o lugar pr#prio para onde vão aqueles que não temem a *eus" +la é usada para denotar provavelmente o lugar tempor&rio para onde vão os mortos !mpios que.a?adh7? não prevalecem contra ela . 9<N<?. que é tradu)ida como 0inferno4 é gehenna . LMH" 'erificar no livro de +noch xxii" 939P" L>M 8red \arl \uehner.v"PM.a?adh7?.v"H3<?" / idéia de sofrimento eterno dos !mpios est& ainda mais clara no ensino de Kesus em Fc <"PM3PH" / expressão grega usada por Kesus.gehenna?OX. antes de entrarem no estado absolutamente final.geaennan tou^ puroa7? tradu)ida como Xinferno de fogoX2 a mesma palavra aparece também em Ft Q"L<3M>. .Grand Capids: fondervan. que era um lugar maldito onde os israelitas queimavam seus filhos no fogo.Ft 9N"9H?" +la também aparece em :c 9N"LM. que e o 0lago de fogo4"204 $ " o do #ermo 6re. todas as ve)es em conexão com os tormentos eternos" $ uso dela é derivado do ensino sobre o Xvale dos filhos de HinnomX. 9<N<?. que aparece muitas ve)es do '@. editado por Carl 8" HenrY. e da idéia de fogo" Kesus di) com muita clare)a que o fogo do Gehenna é inextingu!vel . sempre tradu)ida como XinfernoX"206+m Ft 9H"H3< Kesus torna a expressão grega th`n geaenan tou^ puroa7 .PQ. e que Kosias transformou num vale de horror por causa da abominação ali cometida . usando para palavra gehenna para mostrar a inexcapabilidade desse tormento: X-erpentes.Grand Capids: fondervan. posteriormente -ão levados para o seu destino final.igre7a?X .v"P=? +m Ft LM Kesus adverte os fariseus por causa da sua hipocrisia e iniquidade" +ntão. não é absolutamente claro nem 5nico o uso que o '@ fa) da palavra sheol# No Novo @estamento a palavra Hades se encontra Ft 9N"9H como indicativa do lugar onde -atan&s reina. editado por Carl 8" HenrY.Xfogo eternoX3 v"H?.

e L"P? que. h& um sentido em que os !mpios 7& assumem o castigo eterno logo ap#s a morte f!sica. porque eles poderão olhar para *eus . verdade que o texto da +scritura di) que os !mpios Xsofrerão penalidade de eterna destruição.Ft LQ"P9?. para aliaviar3lhes" +les estarão privados da doce companhia de *eus" / companhia deles ser& de demRnios e de outros esp!ritos condenados. ( semelhança dos an7os maus" $ texto é claro quando di) que os an7os maus ficarão em Xalgemas eternas para o 7u!)o do grande diaX .entender que alguns nomes usados . não com sentido absolutamente literal" $ " o do #ermo 6re. costume di)er que inferno é a ausência de *eus" /o contr&rio" *eus estar& presente no inferno. pois +le é o 5nico que pode fa)er Xperecer no inferno tanto a alma quanto o corpoX . a separação final do homem completo de *eus" .como XfogoX ou XvermeX? usados metaforicamente. isto é. mas ser& uma presença que infunde terror e ira . não apenas um estado. significativo que é dito que o Cordeiro estar& presente. dir&: X/partai3vos de mim. como o céuV @em que ser um lugar.Ft LQ"P9?" O Tem1o desse casti)o / semelhança da morte f!sica. criado especificamente por *eus para ser o lugar de habitação dos !mpios. mas eles serão banidos de uma presença santificante e abençoadora" *eus estar& presente diante deles. por causa de seus pecados" /os !mpios. importante que se creia que o inferno é um lugar real. pois para l& vão pessoas completas. preparado para o diabo e seus an7osX . mas um mundo f!sico./p 9P"99?" .t&rtaro T L . Kesus Cristo. indo para a condenação. na linguagem pagã também era conhecida como o lugar para onde vão os !mpios. esta morte eterna também é retardada. estando em . reservando somente para o tempo do fim. . depois que *eus colocar um final na ordem presente das cousas" Contudo. mas terão sofrimento terr!vel pela presença aterradora de *eus" /li não haver& qualquer coisa doce ou consoladora. produto da ira divina sobre eles.Ft 9>"LH?" 6sto quer di)er que a segunda morte é a morte do homem total" .sendo? banidos da face do -enhor e da gl#ria do seu poderX . especialmente no per!odo da 6dade Fédia" *eus criou um lugar especialmente para o diabo e seus an7os. o lugar pr#prio dos maus" . que ocupam espaço" Não ser& um simples mundo espiritual. 7& de car&ter eterno. mas para l& envia todos os !mpios impenitentes . malditos. uma subdivisão do hades pagão.Kd 9"N3=?" $s homens também experimentarão o mesmo tormento. pessoas f!sicas. com uma presença de 7u!)o. no lago de fogo. 7untamente com o diabo e seus an7os" A 1(enitude desse casti)o No inferno o homem total sofrer& a manifestação plena da ira de *eus" $ corpo e alma humanos sofrerão a pena dos pecados" Kesus disse que *eus deve ser temido. e todos 7untos sofrerão a penalidade que lhes est& reservada.l @s 9"<?. ou um ensino produto de uma ficção da igre7a no decorrer dos séculos. para o fogo eterno.:c 9N"LM3LP?.o Tártaro / terceira palavra grega que trata do castigo final é taartar_ . onde existe o sofrimento eterno" . o Cordeiro de *eus cheio de ira. e $oi sepultado# 0o in$erno. embora não saibamos a locali)ação dele" $ inferno é mais do que um estado" + um lugar. esperando apenas a completação dele que se dar& no grande dia final" +sta verdade é ilustrada na par&bola do rico e de :&)aro" $ texto da +scritura di) que Xaconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos an7os para o seio de /braão2 morreu também o rico.

no inferno. afirma que ele estava no inferno. o rico foi imediatamente para os tormentos sem fim. portanto. ao mesmo tempo em que os 7ustos vão imediatamente para o go)o de *eus . levantou os olhos e viu ao longe a /braão e a :&)aro no seu seioX .o desse casti)o /s tristes perdas dos !mpios serão para sempre" +les não serão somente miser&veis. os !mpios haverão de pecar" Suando mais pecado. desarraigadas2 ondas bravias do mar. porque é d!vida de alguém que continua pecador" $ débito do pecador não pode nunca ser saldado porque somente a obediência a *eus poderia satisfa)er a 7ustiça divina" @odavia. é reconhecida como infinita" Nunca o homem terminar& de pagar a sua d!vida com *eus. sendo Xduplamente mortosX: X+stes homens são como rochas submersas.v"LL? e. insurgindo3se contra a sua lei" No estado futuro. para as quais tem sido guardada a negrid&o das tre(as. em tormentos" 6sso demonstra que. que espumam as suas pr#prias su7idades2 estrelas errantes. duplamente mortas. no /pocalipse.l @m 9"9=?. os !mpios impenitentes serão lançados nesse lago. continue o imundo ainda sendo imundo2 o 7usto continue na pr&tica da 7ustiça. d& uma idéia do que acontecer& no destino eterno de ambos. ainda lã. destes desprovidas. que não pode ser destru!da .que é o caso de :&)aro 3 v"LL?. apenas esperando o 7u!)o do grande dia" Contudo. é preciso lembrar que os !mpios sofrem esse castigo parcialmente. nunca se refere ao tormento do estado intermedi&rio. mas nunca terminarão de pagar porque para sempre se rebelarão contra o -enhor" / palavra grega geeanna que sempre é tradu)ida como in$erno nas nossas vers%es.*n 9L"L?./p 9P"9>3992 L>"9>2 Ft LQ"P9.tormentos. imediatamente. o homem haver& de estar contra *eus. e o santo continue a santificar3seX . para sempre> . que é a ressurreição para a vergonha e horror eterno . pois o corpo deles ainda não participa dele. que é a morte eterna. que requer uma satisfação infinita e.Hb <"L=?" A Dura-. mais #dio contra *eus" Koão. o 7u!)oX . onde estão 7untamente o diabo e seus an7os" / +scritura di) que ap#s a morte e ressurreição dos !mpios eles entrarão no 7u!)o final. PN2 Fc <"PM3PH2 L @s 9"<2 Hb N"L2 Kd 9"N3=2 /p 9P"99?" Kudas fala daqueles que são impenitentes como experimentando o amargor do sofrimento como uma experiência infind&vel. mas sempre ( punição eterna" . Xporque est& ordenado aos homens morrerem uma s# ve) e./p LL"99?" $s !mpios pagarão pelos seus pecados. a sua punição. eterna" . pois est& no p#" /p#s a ressurreição final. em vossas festas de fraternidade. na condenação.:c 9N"LL3LM?" Com clare)a o texto afirma que o rico foi sepultado . banqueteando3se 7untos sem qualquer recato. dos 7ustos e dos in7ustos: XContinue o in7usto fa)endo in7ustiça. pastores que a si mesmos se apascentam2 nuvens sem &gua impelidas pelo vento2 &rvore em plena estação dos frutos. portanto. depois disto.Kd 9L39M?" / ra)ão dessa punição eterna pelo pecado é porque o pecado é cometido contra um *eus eterno e infinito . mas miser&veis eternamente" @anto os homens quanto os seres espirituais ca!dos haverão de experimentar eternamente esse sofrimento. apenas no esp!rito.orque o !mpio pecou contra um *eus infinito.

tudo se acaba" Nem a recompensa futura existe. que é tradu)ida como XeternoX aparece diversas ve)es no N@ com respeito ( vida e ( morte" Sual é o sentido dessa palavra gregaO No caso de combinação com a palavra XvidaX. mesmo .$ Sentido da (alavra “eterno" / palavra grega ai?_anion. não aceitando. o ad7etivo XeternoX em relação ( punição não deve ser tomado literalmente. os !mpios serão destru!dos ap#s a ressurreição final" / punição deles est& em não poderem mais existir" H& alguns aniquilacionistas que sustentam que o homem foi feito um ser mortal" *e qualquer forma ele morreria" $ pecado veio somente complicar a sua finitude" / vida eterna é um dom que *eus da aos que crêem e vivem piedosamente neste mundo" / punição dos !mpios. que é o céu" -egundo eles. se h& alguma. não se pode esquecer que ela contém a idéia de duração sem fim" $bserve3se que em 9 Co 9Q"QM. o fogo que consome. no catolicismo romano. porque eles não crêem em qualquer espécie de existência futura" @udo termina por aqui" +sses são os materialistas puros" +les crêem que a alma. numa vida futura de go)o. as palavras imperec!vel . exceto esta" +les di)em que a doutrina da punição eterna não est& em conson1ncia com o car&ter de *eus" . então.orque *eus é um ser muito amoroso. plena da comunhão com *eus" Contudo. somente os cristãos recebem uma existência eterna" Contudo. a punição sem fim" +sses são cristãos que aceitam todas as outras verdades do cristianismo. esses não são cristãos" +ntão. segundo essa teoria. o termo ai?_anion tem a conotação de Xvida imperd!velX" $ sentido. h& a mesma conotação qualitativa e quantitativa" +stes dois aspectos não podem ser esquecidos" A #eoria do Adver 4rio da Pena )terna 2 teoria da 0&o-Funi!&o $s defensores dessa teoria não crêem numa punição futura. contudo. todavia. é mais do que de quantidade" +la é a vida plena da bondade de *eus. é a privação da vida eterna.ou incorrupt!vel? e imortal são sinRnimas" No caso de combinação com a idéia de XmorteX. eles não causam um problema maior. aqueles que morrem sem se arrepender. aqueles que re7eitaram a verdade recebem a outra oportunidade de fa)er as escolhas certas" . terão uma outra chance na existência futura" $s que se recusam a isso na segunda chance.ara eles. na conta deles" Na verdade. é apenas uma função do cérebro. ou uma parte de todo o complexo do organismo humano" Suando o homem morre. é o fato de *eus se recusar dar3lhes a vida eterna" / punição. mas eles são incapa)es de admitir a idéia de uma punição sem fim" /dmitem uma recompensa de bem3aventurança eterna" +les são chamados de aniquilacionistas" +les crêem numa ressurreição geral final. todavia. é um exemplo bastante claro dessa idéia. mas não h& um castigo positivo" /penas a privação do que é bom" H& ainda outros aniquilacionistas que admitem uma certa punição. mas somente como indicação de um longo per!odo de tempo" $ outro argumento usado por eles é que as palavras XdestruiçãoX e XmorteX implicam numa cessação de existência" 2 Teoria da Segunda )hance +sta teoria é uma outra forma de aniquilacionismo" /p#s a morte. sendo lançados na gehenna. ou poderão ter uma forma mais baixa de existência eterna" No fundo. *eus vai fa)endo tentativas para tirar o m&ximo de pessoas da destruição" / teoria do purgat#rio. no estado intermedi&rio. serão aniquilados. exceto se estivermos em lugares de grande concentração de materialistas" 2 Teoria do 2ni%uilacionismo H& outros que pensam que o pecado deve ser punido.

a fim de não sermos contestados pelos advers&rios das penas eternas" . que é seguida de duas outras express%es que reforçam a idéia de eternidade" /p 9P"99 3 X/ fumaça do seu tormento so'e pelos séculos dos séculos. foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre. nunca com o sofrimento do per!odo intermedi&rio" Confira este texto com Ft M"9L" L? /s palavras 0destruição4 e XmorteX. e n&o tem descanso algum. os adoradores da besta e da sua imagem. mas somente como uma indicação de um tempo muito longo2 L? @ais palavras como XmorteX e XdestruiçãoX implicam numa cessação de existência2 M? / linguagem universal!stica é freq entemente usada nas +scrituras" P? / condenação eterna é contr&ria ao pr#prio ser de *eus.embora. alguns anabatistas e muitos te#logos do séc" [6[ e. mas completam o sofrimento de Cristo. no purgat#rio as pessoas não se arrependem. porém os 7ustos para a vida eternaX" / menos que neguemos a duração sem fim da bem3 aventurança. enfati)ando a continuidade indefinida do tormento: /p L>"9> 3 X$ diabo. quando usado em conexão com punição. tendo as duas mãos. essas três 5ltimas teorias usam argumentos como os que se seguem: 9? $ ad7etivo eterno na +scritura. PN e PH não se encontram nos melhores Fanuscritos mais antigos" . teremos que aceitar a eternidade. não pode significar outra coisa que não Xduração sem fimX" +ste argumento est& absolutamente claro em Ft LQ"PN X+ estes irão para o castigo eterno.or essa ra)ão. combinada com outras express%es: / expressão X@ormento pelos séculos dos séculos >é a tradução da expressão grega ei?7 ai?_^nas ai?_an_n 3 +sta expressão grega fala da duração da punição da besta e de todos os seus adoradores.que é tradu)ido em nossas vers%es como XeternoX? não signifique literalmente Xum tempo intermin&velX. e quem quer que receba a marca do seu nome"X Bm outro texto de /pocalipse repete as mesmas palavras e as mesmas idéias. ou a duração sem fim da punição" $ texto de /p 9P"99 mostra uma outra conotação de eternidade de uma outra forma. os !mpios. o sedutor deles. contudo. em geral. vindo desde $r!genes. di): X+ se a tua mão te fa) tropeçar. não deveria nunca ser tomado literalmente. especialmente o seu amor" $b-eçAe a e a teoria 9? +mbora o termo grego ai?_anio7 . tendo a chance de purgar os seus pr#prios pecados" 2 Teoria da Neden!&o Uni(ersal +stes crêem que no final todos haverão de ser redimidos" +sta é uma das teorias mais antigas. usadas pelos três teorias acima para negar as $s textos de Fc <"PP. não usaremos como textos3prova do nosso argumento. que evita qualquer noção de punição eterna" +m geral. pela teologia moderna.geeanan?. quando usado em contraste com Xvida eternaX. onde também se encontram não s# a besta como o falso profeta e serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos#> H& uma outra expressão da +scritura. que não o que evidencia que a punição tem um car&ter sem fim" / expressão b!blica usada é ogo +nextingu5(el 3 $ texto de Fc <"PM. nem de dia nem de noite. para o $ogo inextingu5(el#> $bserve que gehenna é sempre conectado com penas eternas. corta3a2 pois é melhor entrares maneta na vida do que. ires para o in$erno .

podemos di)er que além do diabo.or essa ra)ão. de ira.o em Oue se su1orta esse casti)o /lém de ser um sofrimento de car&ter perene.foneu^sin? 6mpuros .e?bdelugmeanoi7? /ssassinos . a segunda morte"X Covardes . a +scritura d&3nos a entender que ele ser& suportado de forma consciente" $ texto de :c 9N"9<3M9. a saber.penas eternas não é um argumento sustent&vel" / palavra XdestruiçãoX . não pode significar aniquilamento" A Condi-.poarnoi7? 8eiticeiros . não se limitam ( simples ausência da bondade de *eus.Ft H"9L2 LL"9M?" *eus estar& presente no inferno não somente por causa do atributo da onipresença./p L>"9>?. o profeta. mas a presença da dor" / expressão Xchoro e ranger de dentesX denota o sofrimento que o !mpio vai experimentar" Os O6Fetos desse casti)o +m resumo.L @s 9"<? não pode nunca significar aniquilação porque é alguma coisa que acontece eternamente" /lém disso.v"LQ3M9? reforça a idéia de o !mpio estar na plenitude de suas faculdades mentais./p L"992 L>"9P e L9"H? também é indicativa de qualidade de existência sem *eus" . mas inclui um castigo positivo de *eus. a despeito da ausência do corpo" Os so3rimentos desse casti)o Ft ="LM2 :c 9M"L=3LH2 :c 9N"9<3M9 3 +ste texto da par&bola de Kesus parece indicar que parte do tormento do !mpio é ver o go)o dos remidos de *eus . serão os ob7etos desse castigo" Koão. aos id#latras e a todos os mentirosos. aos covardes. enquanto que trevas é de separação" $ lugar de condenação. não é somente de ausência do bem. que narra a par&bola do rico e de :&)aro. a parte que lhes cabe ser& no lago que arde com fogo e enxofre. segundo o texto acima.deiloi^7? 6ncrédulos . ou se7a. de manifestação do seu desagrado com o pecador impenitente" $ lugar de condenação é um lugar de trevas" Fesmo que essas trevas não se7am consideradas literalmente.a?piastoi7? /bomin&veis . aos assassinos.Yeudeasin? . a ausência dos benef!cios da presença bondosa e benévola de *eus" / idéia não é a de ausência de *eus.ver também :c 9M"L=3LH?" / condenação tem a ver com uma espécie de pri(atio 'oni. a ausência do bem. seus an7os. a idéia de trevas é dolorida. d& algumas sugest%es espec!ficas dos participantes deles /p L9"H 3 XSuanto. mas porque compete a +le tra)er punição sobre as criaturas impenitentes" +le estar& no inferno com a presença de 7u!)o. aos impuros.ei?d_lolaatrai7? Fentirosos . os que não foram remidos por Kesus Cristo. contudo. a besta e o falso profeta . porém. ilustra de modo inequ!voco a consciência em que vivia nos tormentos do inferno . mas de ausência da presença confortadora d+le" $s sofrimentos dos !mpios. aos incrédulos. porque significa a ausência daquilo que o homem mais aprecia 3 a lu)" :u) é significativo de vida. onde o pecador sente dores pela manifestação da ira divina . e uma expressão que pode indicar a qualidade da existência sem *eus e sua graça" / palavra 0morte4 .v"LM3LP?" / conversa do !mpio em tormento com *eus . todos os pecadores impenitentes. aos abomin&veis. aos feiticeiros.farmaJoi^7? 6d#latras .

Jleaptai? /varentos . representado na par&bola por /brão. embora não exaustiva" Fas ela ilustra bem claramente quão sérios são alguns pecados muito modernos" .ei?d_lolaatrai? /d5lteros .a?arpage7? Na verdade. haverão de herdar a punição das trevas: 9 Co N"<39> 3 X$u não sabeis que os in7ustos não herdarão o reino de *eusO Não vos enganeis2 nem impuros. aqueles que não foram remidos por Cristo experimentarão o peso da ira divina. nem ad5lteros.Kd 9"N3=?.a?rsenoi^tai? :adr%es . nem os de lá passar para n"s> . certamente.aulo é apenas ilustrativa da multiplicidade de formas em que a maldade humana se manifesta e é punida por *eus" A Inesca1a6i(idade desse casti)o / inescapabilidade desse castigo pode ser vista em dois sentidos: 9? *epois que alguém entra nessa morte. disse ao rico em tormentos: X+ além de tudo.loiadoroi? Coubadores . nem avarentos. de forma que ninguém pode escapar desse lugar e da condição desse castigo" L? @odos aqueles que não tiveram os seus pecados pagos. certamente haverão de experimentar essa morte eterna" / 5nica maneira de se evitar esta morte é ser nascido de novo" Suem é tornado nova criatura é livre da morte eterna.+ssa é uma classificação bastante ampla. muitos crentes 7& haviam pertencido a algumas dessas categorias. nem efeminados.aulo di) no verso 9L.aulo menciona uma outra lista que elimina do reino dos céus algumas classes de pessoas" +ssas. mas dessa morte não h& forma de se escapar quando se entra nela" .:c 9N"LN?" / idéia que Kudas d& é de uma prisão de segurança absolutamente m&xima" @anto os an7os maus como os !mpios estão presos em Xalgemas eternasX .moixoia? +feminados .malaJoia? -odomitas . mas foram 7ustificados pelo nome de Cristo e do +sp!rito" Contudo.poarnoi? 6d#latras .pleoneaJtai? Iêbados . de sorte que os que querem passar daqui para v#s outros não podem. nem bêbados. não mais h& meio de sair dela" / par&bola do rico e do :&)aro mostram que é imposs!vel reverter a situação" *eus. nem roubadores herdarão o reino de *eus" 6n7ustos . nem id#latras.a?adiJoi? 6mpuros . est& posto um grande a'ismo entre n#s e v#s. nem sodomitas2 nem ladr%es. certa e inescapavelmente enfrentarão a Xsegunda morteX ou Xo lago de fogoX" @odos aqueles que não foram libertos da morte espiritual pela obra renovadora do +sp!rito -anto.meaqusoi? Faldi)entes . como o pr#prio . por causa dos seus pecados" / lista de . nem maldi)entes.