You are on page 1of 32

Contas Imposto sobre serviços ICMS sobre vendas Despesas financeiras Despesas admin. Custos serv.

prestados Custo das mercador ias vendidas Dividendos Propostos Receitas de serviços prestados Provisão para imposto de renda Venda de mercadorias

Saldos 30.000 204.000 180.000 150.000 100.000 600.000 30.000 600.000 80.4000 1.200.000

Exer cício da teleaula 3 do dia 10/03 Estruture Estr utur e a DRE

1

Receita Operacional Bruta Receita Bruta de Vendas1.200.000,00 Receita Bruta de prestação de serviços600.000,00 (-) ICMS sobre vendas(204.000,00) (-) Impostos sobre serviços(30.000,00) (=) Receita Operacionais líquidas1.566.000,00 (-) Custo de mercadoria vendidas(600.000,00)

(-) custo de serviços prestados(100.000,00) (=) Lucro bruto 866.000,00 (-) Despesas Administrativas(150.000,00) (-) Despesas Financeiras(180.000,00) (=) Resultado do exercício antes do imposto de renda 536.000,00 (-) provisão para imposto de renda (80.400,00) (=) Lucro liquido do exercício (Resultado do líquido) 455.600,00

Glenda Soprane Tema 5: Palavras-Chave: débito. par tidas dobradas 4 .Contabilidade Geral Professora: Msc. cr édito.

Capítulo 6 Plano de Contas Objetivos desse capítulo: Organizar e utilizar um plano de contas simplificado. 5 .

com seus elementos discr iminados individualmente.A contabilidade apr esenta o patr imônio de uma empr esa em deter minado momento. que são agr upados for mando o gr upo de contas. Contas 6 . denominados contas.

Contas Conta é uma deter minação técnica dada aos elementos patr imoniais r epr esentados pelos bens. dir eitos e obr igações (balanço patr imonial) e aos elementos de r esultado r epr esentados pelas r eceitas e despesas (DRE) 7 .

É uma r elação lógica e or denada das contas patr imoniais e de r esultado utilizadas pela entidade. Está ligado à impor tância da unifor mização dos r elatór ios contábeis e flexibilidade de cada entidade. Plano de Contas 8 .

9 .Plano de Contas Além de se classificar em como contas patr imoniais e de r esultado. temos a classificação quanto ao seu gr au de especificação. em sintéticas e em analíticas.

Contas analíticas: r ecebem os lançamentos a débito e cr édito. são movimentadas pela escr itur ação dos fatos contábeis. ou seja.Contas sintéticas: não r ecebem lançamentos. 10 . suas contas totalizam os saldos das contas analíticas.

Um plano de contas pode apr esentar diver sos gr aus e é elabor ado de acor do com a necessidade de cada empr esa. as contas sintéticas. Veja exemplos: 11 . O último gr au r epr esenta as contas analíticas e o pr imeir o gr au.

1 Caixa (4º grau sintética) 1..01 Caixa Geral (5ºgrau analítica) 1..1.1. ..1.1.1.1.1.1 CIRCULANTE (2º grau) 1.1 Disponível (3º grau) 1.2 Bancos (4º grau sintética) .1. ATIVO (1º grau) 1.1..

1.2 Contas a pagar (4ºgrau sintética)...1 Obrigações com fornecedores (3º grau) 2.1.1. .2.1 CIRCULANTE (2º grau) 2. PASSIVO (1º grau) 2.1.1.1..01 Fornecedor Y (5ºgrau analítica) 2.1.1...1 Fornecedores (4º grau sintética) 2.

1 Compra de matéria-prima ou mercadorias (4º grau analítica)..1. RECEITAS E CUSTOS (1º grau) 3. .3.1 Custo das compras (3º grau) 3..3 CUSTOS OPERACIONAIS (2º grau) 3.3.3...

1.1.01 Despesa com salários (5ºgrau-analítica).2.1.2.4.1 Despesa com pessoal (4º grau sintética) 4. . DESPESAS OPERACIONAIS (1º grau) 4.2..2 DESPESAS GERAIS ADMINISTRATIVAS (2º grau) 4.1Despesas gerais administrativas (3º grau) 4.

Capítulo 7 Contabilização das contas: débito e cr édito Objetivos desse capítulo: Efetuar a contabilização dos fatos contábeis. Entender a contabilização por meio de débitos e créditos. 16 . Conhecer os principais livros de registro contábil.

Cada valor debitado existe um valor a ser creditado. o das partidas dobradas. 17 .Contabilização das contas Para se realizar a contabilização dos fatos contábeis é utilizado um método universalmente aceito.

a or igem do r ecur so.Contabilização das contas O conceito de débito e cr édito na contabilidade difer e do usual . Débito significa em que está sendo aplicado o r ecur so e cr édito . 18 .

Razonete ( ou gr áfico T ou conta T): Conta Débito Cr édito 19 . utilizar emos o r azonete par a demonstr ar o entendimento das movimentações.Par a facilitar o entendimento do débito e cr édito.

Convencionalmente. debita. credita e vice-versa. ou seja. ou seja. . enquanto que as contas do Passivo e as contas de receitas são de natureza credora. para aumentar passivo e receita . Para aumentar ativo e despesa. de crédito. as contas do Ativo e as contas de despesas são de natureza devedora. de débito.

21 . as demonstr ações contábeis. em seguida.Pr ocesso Contábil O pr ocesso contábil é feito por meio das contabilizações e a par tir disso são ger ados os livr os Diár io e Razão (os pr incipais) e. são elabor ados.

Diár io: é obr igatór io. 22 . mês e ano. Sua escr itur ação é analítica. em or dem cr onológica de dia. È r esponsável por r egistr ar todos os fatos que afetam o patr imônio. ter mo de aber tur a e encer r amento. númer o. etc). Há for malidades extr ínsecas e intr ínsecas a ser em cumpr idas (capa. r egistr o na Junta Comer cial.

È como se fosse um extr ato de todas a movimentação das contas.Razão: é o pr incipal livr o contábil. Pode ser utilizado par a uso ger encial ou par a fiscalização por ór gão competente. 23 . mas com menos sever idade (como o r egistr o). Também há for malidades extr ínsecas e intr ínsecas a ser em cumpr idas.

24 . por destinar -se ao r egistr o de todos os eventos que ocor r em no dia a dia das entidades. O Razão. por per mitir o contr ole em separ ado de cada conta. é o livr o mais impor tante sob o ponto de vista contábil. é o livr o mais impor tante sob o ponto de vista lega.O Diár io.

todos os outr os livr os e demonstr ativos são conseqüências dele. Por tanto. Registr o de Duplicatas.Podemos notar que o livr o-r azão é uma cópia do livr o diár io. 25 . etc. Existem ainda livr os auxiliar es que r egistr am eventos específicos. como os Livr os Caixa Contas Cor r entes. em que a or igem do lançamento está r egistr ada.

somente o empresário rural e o pequeno empresário (aufere receita até R$36. de acordo com o Código Civil.00).000. .Estão dispensados da escrituração contábil. poderão optar por uma contabilidade simplificada. As microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional.

000.00 Mercador ias Caixa 27 .Exer cício Contabilizar no razonete as seguintes transações contábeis: Compra de mercador ias para revenda. à vista. no valor de R$8.

no .000.00 Capital Social Caixa à vista.Integr alização de capital. valor de R$3.

00 e o restante será pago em 60 dias.000. conforme nota promissória. como sinal de R$10. Foram pagos à vista por meio de cheque. Imóvel Nota promissória a pagar Caixa .000.00.Compra de uma casa no valor total de R$100.

000.Abertura de conta bancária.00 Caixa Bancos c/movimento . com depósito inicial em dinheiro. no valor de R$10.

31 .

Centro de Educação a Distância Universidade Anhanguera Uniderp 32 .