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UNIVERSIDADE FEDE RAL RURAL DO RIO DE JANEIRO

APOSTILA DE ZOOLOGIA GERAL

CORDADOS

MONITOR: CLEBER FENRIR

SEROPÉDICA,DEZEMBRO DE 2012

formam o grupo dos deuterost!mios ("euterostomia # durante fase embrionária forma$ Anatomia da cephalochordate Amphioxus. ( c!+ ! .# (6r'nquia) %% ( faringe %* ( 7est8bulo %+ ( oral 98lio %. ( Aparelho digestivo / ( 0istema circulat1rio 2 ( atriopore 3 ( espa4o acima dafaringe %5 ( $#& ! ! $!r%&. ?tens em negrito s@o os componentes de todos os cordados em algum momento de sua vida. Os cordados. corda) constituem um filo dentro do reino Animalia que inclui os vertebrados.( :1nada (Ovário . os anfioxos e os tunicados. e distingue$os dos outros filos . o Hemichordata e o se %& o 'nus). ( Abertura da boca %. juntamente com dois outros filos. D#$%&%'(o % ( )edula espinhal * ( Cor ! or"!) + ( Cor (o &#r*o"o or"!) .FILO CHORDATA Os cor ! o" (Chordata. . O grupo abrange animais adaptados para a vida na água.( 'nus .-" !&!) . na terra e no ar. <est8culo) %. ( sensor de lu= %/ ( >ervo %2 ( metapleural %3 ( f8gado chinodermata. do latim chorda.

. A $!r%&. sem E gnathos. grupo de vertebrados cordados a corda dorsal se desenvolve na 7Artebra.DEFINI/0O 9ordados formam um filo de seres vivos baseados em um plano corporal bilateral.!r! $or5!r ! Br8&9+%!2 )as em alguns outros cordados fa=em parte de um sistema de alimenta4@o por filtra4@o que extrai part8culas de alimento da água em que eles vivem. • Dendas na faringe. e pode ser um percursor dos vertebrados na gl'ndula tire1ide.&!4:! (do grego transliterado a. Cm nd1stilo.# 3 ! .!&4! %5# %!4!5#&4# !4r6" ! 1oc!2 E5 . A uma haste bastante ntre os sub$ r8gida de cartilagem que se estende ao longo interior do corpo.!r4# ! . as lampreias e os ostracodermes. SUPER CLASSE PISCES AGNATHA A. ste A um sulco na ventral na parede da faringe. que ajuda no transporte de alimentos para o est!mago. as espAcies produ=em um muco para coletar part8culas de alimento. • Cm T+1o &#+r!)2 >os peixes e outros vertebrados este tubo se desenvolve na )edula espinhal. que inclui animais como as mixinas. • • A cauda muscular que se estende para trás logo ap1s o 'nus.#%7#" !" $#& !" "(o 5o %$%c! !" . em outras palavras. le tambAm arma=ena iodo. >o sistema de Alimenta4@o por filtragem. maxila) A uma superclasse parafilAtica de peixes sem mand8bula (Cyclostomata) do subfilo 7ertebrata.!r. A o tronco principal da comunica4@o do sistema nervoso. O filo A definido por ter em algum momento de suas vidas as seguinte caracter8sticasB • Cma Cor ! or"!). m espAcies totalmente aquáticas isso ajuda o animal a nadar flexionando a cauda.

análises filogenAticas n@o mais agrupam organismos com base em caracteres primitivos compartilhados e agora está claro que os Agnatha constituem um grupo parafilAtico. Os ágnatos atuais muitas ve=es tHm sido reunidos como cicl1stomos ( Cyclostomata $ do grego transliterado cyclos. apenas pe4as cartilaginosas aos pares. >@o possuem vArtebras t8picas. muitos dos quais apresentavam um extensa e espessa carapa4a cefalotorácica de osso dArmico. As nadadeiras pares est@o ausentes na maioria das espAcies. dispostas ao longo da medula. ntretanto. este agrupamento tambAm A parafilAtico porque as lampreias parecem ser mais proximamente aparentadas com os gnatostomados do que com as CARACTER<STICAS As mand8bulas est@o ausentes. mas declinaram rapidamente do "evoniano 0uperior. tanto em águas doces como marinhas. e n@o tHm capacidade para ossificar o seu esqueleto. >o entanto. apresentam uma narina Gnica e mediana. ocuparam diversos nichos ecol1gicos. c8rculo E stoma. alAm de escamas no tronco. tanto diplorrinos (duas aberturas nasais) como monorrinos (uma abertura naso$hipofisária). ou s@o ectoparasitas de peixes ou s@o necr1fagas. que foram perdidas nas atuaisI As partes mais internas do esqueleto s@o cartilaginosas nas formas atuais e parece que nas espAcies extintas elas tambAm n@o eram ossificadas. Os vertebrados ágnatos atuais durante muito tempo foram classificados junto com os ostracodermes na classe Agnatha porque n@o possuem as caracter8sticas derivadas (gnatostomadas). As lamprAias (Petromyzontida) e mixinas (Myxine) s@o os Gnicos representantes atuais dos ágnatos. as abas peitorais estavam presentes em algumas formas extintasI As espAcies primitivas tinham a pele revestida por fortes escamas 1sseas. feiticeiras. spAcies atuais adultas. >o passado. O notoc1rdio embrionário persiste nos adultosI Cm olho pineal mediano e fotossens8vel está presenteI As espAcies atuais. as maxilas e dois conjuntos de nadadeiras pares.. locali=ada J frente do olho pinealI . como a maioria das extintas. boca)..&!4o" s@o vertebrados desprovidos de aparelho maxilomandibular (mand8bulas e maxilas). O termo FOstracodermosF refere$se aos ágnatos extintos. as mixinas e lampreias.

as raias e as quimeras. s@o peixes geralmente oce'nicos que possuem um esqueleto totalmente formado por cartilagem. embora algumas. 7ivem normalmente no fundo do mar (demersais). A $)+4+!1%)% ! # 3 !+7%)%! ! #)o -)#o o $>. "#5.ro +4o $%&!) ! +r#%!. 5!" 3 +5 4+1!r(o #*% o 4!%" %"4%&'?#" !&!4E5%c!". 4+1!r?#" . membranas nictitantes nos olhos (exceto nos Mamniformes) e gancho pAlvico (tambAm conhecido como clásper) um 1rg@o de copula4@o dos machos. que agrupa tambAm os tubarKes.>&#o". ! #7cr#'(o &o c!"o o" 4+1!r?#" 4#5 co5o . !rr!%!" ou .r# ! or#" . apresentam -$/ fendas branquiais dos lados do corpo ou na regi@o ventral da cabe4a.3rc+)o @o""o 9+# r#co1r# 1r8&9+%!"A.#r5%4#5 ! #4#c'(o # .#ror #5 S#)!c:%5or. N(o co&$+& !5 r!%!" co5 4+1!r?#". sejam pelágicas. !" r!%!" .r#C O c!'(o !&Do. Lara alAm disso. *%"4o #5 !+)!.or "%&!%" #)34r%co"2 SUBCLASSE ELASMOBRANCHII SUPERORDEM BATOIDEA As r!%!".o""+#5 o.! o.0ete ou mais aberturas br'nquiais est@o presentes. nas larvas e nos adultos das espAcies extintas. mas coberta por um tecido espec8fico. como a jamanta.o""+#5 $#& !" 1r!&9+%!%" *#&4r!%"C S+.o""+#5 !5.#%7#" c!r4%)!.r#"!" # . a cartilagem prismática calcificada. na alimenta4@o por filtra4@o.#%7#" 1!4-% #" s@o peixes cartilaginosos marinhos classificados na superordem B!4o% #! (ou Najomorphii) dos lasmobranchii. )#51r! +5! r!%!.o)!" # )or#&B%&% 9+# . CLASSE C:o& r%c:4:=#" Os C:o& r%c:4:=#" ou . 4+1!r?#" .:! . A faringe A utili=ada. as fendas branquiais encontram$se por baixo da cabe4a # essa A a principal caracter8stica que distingue os peixes bat1ides dos tubarKes. &(o . por consequHncia. muitas ve=es classificadas como S#)6c#o". As raias tHm o corpo achatado dorsiventralmente e. que incluem os tubarKes.o""+#5 $#& !" 1r!&9+%!%" )!4#r!%".

0uas escamas placoides d@o$lhes vantagens hidrodin'micas como redu=ir a turbulHncia enquanto nadam. O tubar@o tem maior sensibilidade elAtrica do que qualquer outro animal. "o mesmo modo. pela turbulHncia causada. Lossuem uma pele com muitas gl'ndulas produtoras de muco. bolsas olfativas . e assim economi=ando energia. os tubarKes tHm um espartilho dArmico complexo feito de fibras flex8veis de colágeno e disposto como uma rede helicoidalem torno de seu corpo.'(o As ampolas de Moren=ini s@o 1rg@os electroreceptores locali=ados na cabe4a especialmente ao redor do focinho. O tubar@o pode perceber frequHncias na faixa de *. ?sso ajuda os tubarKes (particularmente o tubar@o$martelo) a encontrarem presas.)!co% #" Ao contrário dos peixes 1sseos.T+1!r(o ou c!'(o A o nome dado vulgarmente aos peixes de esqueleto cartilaginoso e um corpo hidrodin'mico (com exce4@o pertencente dos 0quatiniformes. que se estendem das guelras J cauda. ?sso funciona como um esqueleto externo. com escamas de origem mesodArmica.Hexanchiformes e Orectolobiformes) . C)!""# O"4#%c:4:=#" 0@o os peixes que possuem um esqueleto formado por ossos. assim como locali=ar obstáculos e alimentos em águas turvas. correntes. s@o tambAm capa=es de captar vibra4Kes de mAdias e baixas frequHncias. 9orrentes oce'nicas que se deslocam no campo magnAtico da <erra tambAm geram campos elAtricos que os tubarKes podem usar para orienta4@o e possivelmente para navega4@o. E)#4rorr#c#. podem tambAm detectar. J superordem 0elachimorpha. a aproxima4@o de um inimigo de grande porte.55 milhKes de anos. detectando os campos eletricos que elas produ=em. nadadeiras. Os primeiros tubarKes conhecidos viveram há aproximadamente E"c!5!" . Os tubarKes usam as Ampolas de Moren=ini para detectar os campos eletromagnAticos que todas as coisas vivas produ=em. boca na posi4@o terminal e com dentes. O.a -5 H=. a tal ponto que tHm sido observado que. a utili=a4@o de suas escamas podem ferir suas presas. L%&:! )!4#r!) As suas linhas laterais. A pele dos tubarKes pode ser t@o áspera como uma lixa pela a4@o dessas escamas.P Os tubarKes conseguem encontram presas escondidas na areia. mudan4as na temperatura e press@o da água.. proporcionando fixa4@o para os mGsculos de nado.

piramb1ia. que serve de prote4@o e facilita a locomo4@o na água. com aproximadamente *%. truta. >os peixes dipn1icos. As caracter8sticas comuns a todos os peixes 1sseos. respira4@o branquial ou pulmonar. olhos grandes e sem pálpebras. bagre. O sistema muscular A formado por mi!meros (mGsculos segmentados). carpa. cora4@o com duas c'maras. gnatost!mios que possuem esqueleto formado principalmente por tecido 1sseo. coberta por escamas. diferentemente das escamas dos condr8ctes. que lubrifica o corpo do peixe. piranha. C!r!c4#r>"4%c!" G#r!%": Os peixes da classe OsteichthRes (do grego osteos. osso. cavalo$marinho. T#. As escamas que recobrem o corpo dos oste8ctes s@o de origem dArmica. poraquH (peixe$elAtrico).555 espAcies atuais. corvina. que est@o protegidas pelo opArculo (placa articulada e flex8vel). . Aquáticos e respira4@o por br'nquias. peixe) possuem esqueleto 1sseo. em forma de Q. enguia e vários outros exemplos. 0@o pecilotArmicos. e ichthRos. muitas vArtebras. a membrana da bexiga natat1ria A vasculari=ada e permite a reali=a4@o de trocas gasosas entre o ar presente no interior e o sangue. s@oB 9ordados. Lossui uma linha lateral ao longo de cada lado do corpo e tem fun4@o sensorial. sses Fpeixes pulmonadosF podem resistir a longos per8odos de seca.dorsais. de origem epidArmica. Ocupam ambientes de água doce ou marinhos. 0@o oste8ctios da ordem telAosteos a maioria dos peixes conhecidosB pescada. ectotArmicos e di1icos com fecunda4@o externa. excre4@o feita por rins mesonAfricos que excretam am!nia. vertebrados. xistem gl'ndulas produtoras de muco.+5#&4o Os peixes 1sseos possuem uma epiderme lisa. sardinha.

facilitando a locomo4@o no meio aquático. >as espAcies de fecunda4@o interna a nadadeira caudal modificada atua como 1rg@o de c1pula. A piramb1ia. Lossuem apenas o anexo saco vitelino. As escamas s@o de origem dArmica e dos tipos cicl1ide e cten1ide. espAcies viv8paras. sobem os rios na Apoca da reprodu4@o (( anádromos). m algumas espAcies a bexiga natat1ria n@o está ligada ao tubo digestivo (peixes fisoclistos). A reprodu4@o A sexuada e em geral com fecunda4@o externa. Suando a bexiga natat1ria está ligada ao tubo digestivo os peixes s@o do tipo fis1stomos. contendo gl'ndulas que secretam muco na pele.quando permanecem entocados em buracos no fundo lamacento dos rios. A maioria A ov8para. encontrada no 6rasil. A forma jovem (larval) A o alevino. )uitos peixes de água doce reali=am o fen!meno da piracema. A bexiga natat1ria A um 1rg@o hidrostático (regula a densidade do peixe). A boca fica locali=ada anteriormente. A nadadeira caudal A homocerca ou dificerca. isto A. Há porAm. 0@o di1icos e muitas ve=es apresentam dimorfismo sexual. A forma do corpo em geral A hidrodin'mica. 9ecos pil1ricos do est!mago produ=em en=imas digestivas. melhorando a capacidade digest1ria. A um exemplo de peixe dipn1ico. .

os representantes dessa classe possuem uma superf8cie alveolar muito pequena. A caracter8stica mais marcante dos seres vivos da classe A o seu ciclo de vida dividido em duas fasesB uma aquática e outra terrestre. A fase jovem. e para tanto possuem a pele bastante vasculari=ada e sempre umedecida. como complemento J respira4@o pulmonar. CARACTER<STICAS GERAIS A análise de um ser da classe dos anf8bios exige a divis@o de seu ciclo vital. e ap1s a metamorfose. a maioria das espAcies de anf8bios vivem exclusivamente em ambiente aquático dulc8cola. devido a diferen4as morfofisiol1gicas entre a fase aquática e a terrestre (adulta). Suando jovens. dupla (há o circuito corp1reo e o circuito pulmonar) e incompleta (já que há mistura do sangue venoso e artArial no cora4@o). pode deixar a água e viver em habitat terrestre. Suando no estado larval o . reali=ando respira4@o branquial. a dependHncia da água dos anf8bios jovens A superada parcialmente. Lortanto. incapa= de suprir toda a demanda gasosa do animal. As larvas possuem cauda e atA mesmo linha lateral como os peixes. nos quais há chegada de sangue ao cora4@oI e um ventr8culo. O seu sistema excretor apresenta rins mesonAfricos que s@o ligados por ureteres J bexiga. no qual o sangue A direcionado ao pulm@o ou ao corpo do animal. O cora4@o do anf8bio apresenta apenas trHs cavidadesB dois átrios. a maioria das espAcies. que lhe permitirá sair do ambiente aquático e fa=er parte do ambiente terrestre.O*P Tá adultos.CLASSE AMPHIBIA SUBFCLASSE LISAMPHIBIA Os anf8bios (latim cient8ficoB Amphibia) constituem uma classe de animais vertebrados. tambAm conhecida como larval. pecilotArmicos que n@o possuem bolsa amni1tica agrupados na classe Amphibia. que por sua ve= está ligada J cloaca. e sua estrutura corp1rea A semelhante a de um alevino. A circula4@o nos anf8bios A dita fechada (o sangue sempre permanece em vasos). A determinada do nascimento atA a metamorfose do anf8bio. os anf8bios reali=am a respira4@o cut'nea (trocas de gases atravAs da pele). apesar de haver exce4Kes. Apesar de pulmonados.

>UO LO00C ) 9AC"A >A DA0 LCM)O>AN. com exce4@o das cobras$cegas. com respira4@o braquial e apHndices locomotores ausentes. ao longo do desenvolvimento apresentam as patas. O seu sistema olfativo apresenta narinas e os 1rg@os de Tacobson. desde que o veneno n@o entre na circula4@o sangu8nea atravAs de ferimentos ou mucosa. durante a fase larval s@o girinos.produto de sua excre4@o A a am!nia. "eve$se por isso lavar as m@os depois do contato com os animais. as r@s utili=am as patas. ORDENS ANURA Lossuem distribui4@o cosmopolita. saltadores. as salamandras O9audataP caminham e as cobras$cegas O:RmnophionaP arrastam$se por contra4Kes musculares. Apresentam boa vis@o. e muitas gl'ndulas pequenas espalhadas por toda superf8cie do corpo. Suanto a locomo4@o. O manuseamento de anf8bios A normalmente seguro. onde as anteriores s@o muito desenvolvidas. e tato em toda superf8cie corporal. "ispKes de sacos vocais (machos). sendo que quando na fase larval utili=am a cauda e quando adultas. em sua maioria. desenvolvimento indireto. que possuem membranas interdigitais. As pererecas apresentam discos adesivos nos dedos. no teto da cavidade nasal. ntretanto. que auxiliam na chamada de fHmeas. sendo que alguns deles est@o inclusive entre os animais mais venenosos. isto A. porAm no estado adulto excretam urAia. A"CM<A N 0L?NAVUO . este veneno da gl'ndula parat1ide A eliminado apenas quando tal gl'ndula A apertada. >a água s@o nadadores. O sistema nervoso dos anf8bios tem como principal 1rg@o o encAfalo. produtoras de muco e veneno. Alguns anf8bios podem ser venenosos. Os sapos possuem uma gl'ndula parot1ide que produ= veneno. os membros da ordem Anura s@o. para reali=a4@o do amplexo (abra4o nupcial). fecunda4@o externa. m sua l8ngua se encontram botKes gustativos. equivocadamente definidos como ventosas.

sem gl'ndulas mucosas. menor dependHncia da água na fase adulta. respira4@o branquial. 0apo$ com gl'ndulas parat1ides. 0eu sistema respirat1rio A mais complexo se . e revestida por escamas de origem epidArmica ou por placas 1sseas de origem dArmica. com isso. respira4@o pulmonar na fase adulta. hábitos fossoriais B olhos vestigiais."istin4@oB N@$ sem gl'ndulas parat1ides (veneno). com gl'ndulas mucosas. 0@o todos amniotas (animais cujos embriKes s@o rodeados por uma membrana amni1tica). distribui4@o holártica. Lerereca$ possuem comportamento arbor8cola. A pele dos rApteis A seca. CLASSE REPTILIA SUBCLASSE LEP%DOSAURIA Os rApteis (latim cient8ficoB Neptilia) constituem uma classe de animais vertebrados tetrápodes e ectotArmicos. distribui4@o pantropical. apHndices locomotoreres ausentes. dependHncia grande com a água e mebrana interdigital. esta caracter8stica permitiu que os rApteis ficassem independentes da água para reprodu4@o. apresentando discos adesivos para facilitar tal desempenho. ou seja. gl'ndulas granulosas ao longo do corpo. CAUDATA LO00C ) 9AC"A "CNA>< A DA0 A"CM<A. G=5&o. fecunda4@o interna (falodelmo). a pele dos rApteis apresenta grande resistHncia. com uma exce4@o (trit@o). n@o possuem temperatura corporal constante. que A branquial.:%o&! 9auda ausente ou redu=ida. fecunda4@o interna (espermat1foro) e patas do mesmo tamanho.

o organismo funciona lentamente. e o fornecimento de oxigHnio A auxiliado por um tipo de respira4@o acess1ria. cada uma tipicamente com cinco dedos terminando em garras c1rneas e adaptadas para correr. rastejar ou treparI pernas semelhantes a remos nas tartarugas marinhas. A maioria das espAcies de rApteis s@o carn8voras e ov8paras (botam ovos). com grandes vitelos. 9onseguem atA um certo ponto regular ativamente a temperatura corporal. o cora4@o bate devagar. em que o oxigHnio dissolvido na água A absorvido pelas vias far8ngica e cloacalI "o=e pares de nervos cranianosI <emperatura corporal variável (pecilotermos). CARACTER<STICAS 9orpo coberto com pele seca queratini=ada (n@o mucosa) geralmente com escamas ou escudos e poucas gl'ndulas superficiaisI "ois pares de extremidades (membros). mas retidos pela fHmea para o desenvolvimento em alguns lagartos e cobrasI estas caracter8sticas revelam uma adapta4@o evolutiva para a vida terrestreI . que A altamente dependente da temperatura ambiente. e algumas poucas espAcies s@o realmente viv8paras. ausentes em alguns e em todas as cobrasI squeleto interno completamente ossificadoI cr'nio com um c!ndilo occipitalI 9ora4@o imperfeitamente dividido em quatro c'marasB duas aur8culas e um ventr8culo parcialmente dividido (ventr8culos separados nos crocodilianos). por isso habitam ambientes quentes e tropicais. geralmente por 1rg@os copuladoresI ovos grandes. >os rApteis os sexos s@o distintos (macho e fHmea) e a maior parte. Algumas espAcies s@o ovoviv8paras. para isso. de acordo com o ambienteI Decunda4@o interna. biconvexos e ovaisI Nespira4@o pulmonarI as tartarugas podem permanecer algumas horas embaixo dWágua. 0@o ectotArmicos e necessitam do calor externo para regula4@o da temperatura corporal. redu=idas em alguns lagartos. num fen!meno chamado bradicardia.comparado com dos anf8bios. o que lhes confere realmente trHs c'marasI um par de arcos a1rticosI gl1bulos vermelhos nucleados. em cascas c1rneas ou calcárias geralmente libertados. geralmente A ov8para. prendendo a respira4@o e.

"(o $o""or%!%"2 ORDEM SHUAMATA CARACTER<STICAS: 7ivem nos mais variados tipos de ambientes. on8voros ou inset8vorosI "e modo geral. . tHm crescimento determinado. pouco vis8veis ao observador. LO?0 O0 L 0SC?0A"ON 0 < ) 0CA0 9O><NA"?VX 0 > 0< 0 9A0O0Y C!r!c4#r>"4%c!": #"c!5!" %".%!%" # o):o" *#"4%. )usculatura muito desenvolvida em 0quamata (cobras e lagartos) e em 9rocodRlia (jacarAs e crocodilos).%!%". montanhas e áreas urbani=adasI Hábitos alimentaresB herb8voros. c1rio. mais ou menos no mesmo formato da cabe4a. no 6rasil.)!&o c%rc+)!r. 0?:A) A 9MA00?D?9AVUO "A"A LON 0 C0 LNOD 00ON 0. de cobra$cega ou cobra$de$duas$cabe4as. O fato de ser tambAm conhecida por cobra$cega A devido a seus olhos.o"4!" &+5 . ficarem cobertos por uma pele. saco vitelino e alant1ide) presentes durante o desenvolvimentoI filhotes quando eclodem (nascem) assemelham$se aos adultos (sem metamorfoses). !. campos. mas em <estudines (tartarugas. AMPHISBAENIA A anfisbena ou anfisbHnia A o nome genArico de rApteis escamados popularmente chamados. mangue=ais. por ter a cauda arredondada. bem pequenos. O60B LANA A)LH?06A >?A.G& %c#" )oco5o4or#" !+"#&4#" o+ *#"4%. rios. carn8voros. com ossifica4@o das cartilagens epifisiais.)!c!" &! c!1#)!. cessando o crescimento. os quais tHm crescimento indeterminadoI 9r'nio cinAtico diápsidoI . florestas. como desertos. exce4@o dos <estudines e 9rocodilia. regiKes litor'neas. mares.0egmenta4@o meroblásticaI envolt1rios embrionários ('mnio. cágados e jabutis) a musculatura A desenvolvida apenas no pesco4o.

&#!) &o 4o. . %".!4!" c+r4!" # 5+"c+)o"!". e ouvidos externos. derivados da parede posterior da cloacaI possuem uma fenda.!.o""+#5 .!". %".o""+#5 . :61%4o" !r1or>co)!".)!c!" &o 4o. o qual transporta o espermaI muitas ve=es s@o ornamentados. pálpebras nos olhos. . apenas um A utili=adoI 0exo A determinado pela temperatura de incuba4@o ou geneticamente (cromossomo sexual). .!4!" )o&.o ! c!1#'!.#r!)5#&4# )o&. c!+ ! .o ! c!1#'!. o que os diferencia na taxonomiaI evertidos na c1pula. exceto serpentes.o""+#5 . FAM<LIAS TEIIDADE C!r!c4#r>"4%c!": . as quais tHm apenas determina4@o sexual genAticaI Alguns s@o pe4onhentos. como ocorre com as serpentes. c!+ ! c+r4! # $or4#2 IGUANIDAE #*% o "#+" :61%4o" 4#rr#"4r#".Lossuem pálpebras m1veis.)!c!" &o 4o. . cobertos por placa transparenteI A maioria excreta ácido GricoI Olhos possuem retinas com cones (vis@o colorida) e bastonetes (lagartixas apresentam apenas bastonetes)I )achos possuem hemipHnisB 1rg@o copulat1rio pareado.o"2 .)!c!" &o !1 o5#.)!&o !""%534r%co. o # o" )o&. SUBFORDEM LACERT<LIA 0e diferenciam das serpentes (suas parentes pr1ximas) devido J presen4a de quatro patas. as quais possuem olhos permanentemente abertos. o sulco espermático.o ! c!1#'!.o""+#5 o):o . C!r!c4#r>"4%c!": .o"4!" &+5 .o"4!" "%5#4r%c!5#&4#.

)!c!" #&4r# ! 5# %!&! # ! ro"4r!) >5.#'o&:#&4oC FAM<LIAS: BOIDAE C!r!c4#r>"4%c!": 6.! r(o #7!4o # r#.6).#"co'o !+"#&4#. ! 5!%or . . !&3%" !o )o&.)!c!" &o 4o.o D%1-%!" # "+c+r%"2 COLUBRIDAE C!r!c4#r>"4%c!": .!r4# #"4# !&%5!%" &(o 3 .!r2 EJ: co1r!" # *% ro2 SUBFORDEM OPHIDEA S(o !" "#r.)%$!" @"#5 .o o cor. 1o%.r!& #" 4!5!&:o".6r # .o""+#5 2 .#&4#" *#r ! #%r!".o.o2 ELAPIDAE C!r!c4#r>"4%c!": .!r2 E7: )!.o""+%r .#1r!".)!c!" #&4r# ! 5# %!&! # ! ro"4r!) >5. .GEIIONIDAE C!r!c4#r>"4%c!": .or co&"4r%c'(o2 E7: . 5+%4!" co5 .#&#r!4%*o.#*!. c!+ ! c+r4! # ro51+ !. o):o" .#r%.o.+!%" !" o *#&4r#.! ! c!1#'!.r#"!" %&oc+)! or!".)%$!"A o+ "(o 6. .o""+#5 #"c!5!" !o )o&.o ! c!+ ! #5 "%&!) # .6).o. 5!4!5 .#1r!" #*% o "+!" !+"#&4#".G& %c#" )oco5o4or#" &#5 .o #r r#.)%$!".o #5 .o&4#"A2 SCINCIDAE CARACTER<STICAS: #"c!5!" o or"o %. %*#r"!" cor#" # $or5!". )%5. #"c!5!" &o 4o.!r4o" # *% ro2 ANGUIDAE CARACTER<STICAS: #"c!5!" o or"o %.o""+#5 1 o cor. "#5 $o""#4! )or#!) @4#r5or#c#. !)5o$! !" o+ )!5#)!" ! #"%*!" # !+4o4o5%! @)%*r!5F"# #*% o "#+ !4o .%"4-. . )>&.+! c!r&o"!.o""+#5 !.!r#" # . . 5!" $%c!5 &o $%&!) c!5.#'o&:!A2 E7: $!)"! cor!). &(o . &+5 .o ! c!1#'!.+!%" !" o *#&4r#.4orA.#4%'(o # ! 1oc! @o.#9+#&o". o):o" .r!& #". c3)+)!" 4o4%.

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