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ORIENTAÇÍES PARA A CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

32ª Assembléia Geral Itaici, Indaiatuba, SP, 13 a 22 de abril de 199 Introdução: !" al#uns anos a $in%a & 'imens(o $it)r#ica da *+,, & vem trabal%ando o im-ortante tema das *elebra./es 'ominicais da Palavra de 'eus. 0ma -esquisa reali1ada nos anos de 1929&1993, res-ondida -or 149 'ioceses, numa -orcenta#em de 546 sobre o total, revelou que esta é uma das 7ormas celebrativas mais 7req8entes. A-ro9imadamente :36 das comunidades re)nem&se e celebram os mistérios da 7é ao redor da Palavra de 'eus. A celebra.(o da Palavra de 'eus é um ato lit)r#ico recon%ecido e incentivado -ela I#re;a. Sua re7le9(o torna&se ainda mais si#ni7icativa se considerarmos o a-re.o das comunidades -ela leitura e medita.(o da Sa#rada <scritura e a -r"tica da $eitura 3rante. A Palavra de 'eus é acontecimento, onde o Pai entra na %ist=ria, onde o >il%o -rolon#a o mistério de sua P"scoa e o <s-?rito atua com sua 7or.a. As celebra./es da Palavra de 'eus, es-ecialmente aos domin#os, 7undamentam&se no car"ter sacerdotal de cada bati1ado e de cada bati1ada. @<le 7e1 -ara n=s um Aeino de Sacerdotes@, nos recorda o A-ocali-se. @<le te un#e sacerdote@, re-etimos em cada celebra.(o batismal. Isto é, cada celebra.(o da Palavra é uma 7orma do -ovo consa#rado, @-roclamar as maravil%as 'aquele que nos c%amou das trevas B lu1@. As celebra./es da Palavra de 'eus n(o s(o uma cria.(o dos )ltimas décadas, mas 7a1em -arte da tradi.(o da I#re;a. As comunidades -rimitivas criaram uma estrutura -r=-ria de celebra.(o da Palavra & o o7?cio divino. !o;e e9istem, nas comunidades cat=licas do ,rasil, diversos roteiros da celebra.(o da Palavra de 'eus. A 7inalidade destas celebra./es é a de asse#urar Bs comunidades crist(os a -ossibilidade de se reunir no domin#o e nas 7estas, tendo a -reocu-a.(o de inserir suas reuni/es na celebra.(o do ano lit)r#ico e de as relacionar com as comunidades que celebram a <ucaristia. 3 -resente te9to 7oi e9aminado e a-rovado de modo #eral -elos ,is-os Aes-ons"veis -or $itur#ia em a#osto de 1992 e em mar.o de 1993. >oi de-ois a-resentado na 31ª Assembléia Geral em 1993, onde se resolveu que voltasse Bs bases diocesanas -ara ser a-er7ei.oado através do estudo das <qui-es de $itur#ia. >inalmente, na 32ª Assembléia Geral, em 199 , 7oi a-rovado em vota.(o unCnime. A P"scoa do Sen%or e a lu1 de seu <s-?rito iluminem o discernimento -astoral de todos quantos colaboraram no enriquecimento deste te9to. Dom Clemente José Carlos Isnard Bispo responsável pela Linha 4.

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1ª - PARTE

S nt!do L!t"r#!$o d% C & 'r%ção d% P%&%(r% d D u) 1& @<ntre as 7ormas celebrativas que se encontram na tradi.(o lit)r#ica, é muito recomendada a celebra.(o da Palavra de 'eus@D1E -ara o alimento da 7é, da comun%(o e do com-romisso do -ovo de 'eusD 2E. <la é a.(o lit)r#ica recon%ecida e incentivada -elo *oncilio Faticano IIG @Incentive&se a celebra.(o sa#rada da Palavra de 'eus, nas vi#?lias das 7estas mais solenes, em al#umas 7érias do Advento e da Huaresma, como também nos domin#os e dias santos, sobretudo naqueles lu#ares onde 7alta o -adre@D3E. 2& <m terras latino&americanas a realidade da @7alta de ministros, a dis-ers(o -o-ulacional e a situa.(o #eo#r"7ica do *ontinente 7i1eram crescer a consciIncia@ da im-ortCncia das celebra./es da Palavra de 'eus D E. 3& Jedellin, ao mesmo tem-o que real.a o valor desta 7orma celebrativa, sublin%a sua rela.(o com as celebra./es sacramentaisG @>omentem&se as sa#radas celebra./es da Palavra, conservando sua rela.(o com os sacramentos nos quais ela alcan.a sua m"9ima e7ic"cia, e -articularmente com a <ucaristia@ D 4E & Puebla recomenda as celebra./es da Palavra -resididas -or di"conos ou lei#osD 5E, como ocasi/es -ro-?cias de evan#eli1a.(o D:E. <stas, @com uma abundante, variada e bem escol%ida leitura da Sa#rada <scritura, s(o de muito -roveito -ara a comunidade, sobretudo, -ara a reali1a.(o da celebra.(o dominical@ D 1E. 4& K nesta celebra.(o que muitas comunidades encontram, comummente, o alimento de sua vida crist(o. >ormadas -or #ente sim-les, em luta -ela sobrevivIncia e mais abertas B solidariedade, estas comunidades, es-ontaneamente, unem a <scritura B vida e, criativamente, inte#ram -reciosos elementos da reli#iosidade -o-ular e de sua culturaD 9E. 5& Através da Palavra de 'eus, as comunidades celebram o mistério de *risto em sua vida. 'e-ois dos sacramentos, a celebra.(o da Palavra é a 7orma mais im-ortante de celebrar D 13E. Isto est" e9i#indo de n=s uma mais a-ro7undada re7le9(o teol=#ica e uma maior aten.(o -astoral. :& +as di7erentes 7ormas celebrativas e na diversidade de assembléias das quais os 7iéis tomam -arte, e9-rimem&se os m)lti-los tesouros da )nica Palavra de 'eus. Isto acontece no transcorrer do ano lit)r#ico, em que se recorda o mistério de *risto em seu desenvolvimento, como na celebra.(o dos sacramentos e dos sacramentais da I#re;a, e também nas res-ostas de cada 7iel B a.(o interna do <s-?rito Santo. 'este modo, a celebra.(o lit)r#ica, converte&se num acontecimento novo e
1. 2.

Congregação para o Culto Divino, Celebrações Dominicais na Ausência do Presbítero(CDAP),n. !. c". C#$$, Doc. %&, n. '(. 3. )C &(.%. . P*+$,A, '!! 4. -edellin ',.%/ c". C#$$, Doc. 0, n. '. 5. c". Puebla, '%%. : c". Puebla, '%0. 1 . Puebla, ' '. 9. c". C#$$, Doc. %&, n.'1. 13. c". 2bidem, n. '&.

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/ c".a continua na I#re. %&. as celebra. c". ali anunciadas. a#e. 13& A Palavra de 'eus. %&. 11.catequistabrunovelasco.c %. tornando&a 7ecunda e 7a1endo&a #erminar.%ss/ . -ara que a sua Palavra se -ro-a#ue e se. c". atin#em a -lenitude no mistério -ascal D 23E. 11. da assembléia e do ministro. %o. da Palavra -roclamada e da ora. 9& 3 mistério da salva.(. 1.6. +" . A litur#ia é a celebra.a que 'eus 7irmou com seu -ovo.(o da obra salv?7ica de *risto. A Palavra nunca dei9a de ser e7ica1 D1 E.1/ 22. tract. )C 1.. n. 7a1&se mem=ria do mistério -ascal de *risto morto e ressuscitado. como -ro7eta e sacerdote .a divina ativa entre n=s D 19E. &.(o. Doc. c". Agostin7o. através da celebra.(o do <s-?rito Santo. intervém na %ist=ria do seu -ovo -ara orientar sua camin%ada.eD12E. 0/ ./es D12E. cria.'. 12& +a -roclama.0. dando semente ao semeador e o -(o ao que come. +uc7r.(o da Palavra de 'eus. @<la é como a c%uva e a neve que descem do céu e -ara l" n(o voltam. %. in 2oann.(o lit)r#ica é Lesus *risto. Dida<u=. reali1a e mani7esta a alian.(o. ?o !.1. reali1ando o mistério da salva. ((.a con%ecida. 21. n. a Palavra de 'eus é sem-re viva D 13E -elo -oder do <s-?rito Santo. c". 3s 7iéis. &4.. -elo <s-?rito Santo./es da Palavra. 16. Assim.(o lit)r#ica.(o. c". C" 3b %. o -r=-rio 'eus entra no mundo. K <le quem reali1a o -ro. n. !.+esta -ers-ectiva.!. <la n(o torna a <le sem ter -rodu1ido 7ruto e sem ter cum-rido a sua vontade@D 14E. 12.a através da <ucaristia e dos demais sacramentos. Cor 0. se constituem em mem=ria reveladora dos acontecimentos maravil%osos da salva. 1/ .-.. os irm(os reunidos -ara a escuta da Palavra na celebra. ! 2 . c". <le é uma -resen.c om www. 19. Memória e presença de Jesus Cristo 11& 3 centro e a -lenitude de toda a <scritura e de toda a celebra.a criadora de 'eusD1:E que se diri#e -essoalmente a cada um. é um @acontecimento@ através do qual.catequistabrunovelasco. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . escutando a Palavra de 'eus.(o da Palavra *risto continua 7alando ao seu -ovo. recon%ecem que as maravil%as.com enriquece a -alavra com uma nova inter-reta. '/ 2:-. 2s.. A e9em-lo das comunidades -rimitivas.n. c". )almo ..a seu mais -leno si#ni7icado na a.e na comunidade eclesial.-). n.'/ &.-. -9sterium.(o comunit"riaD 23E. &&/ C#$$.%/ c". sob a a. que a Palavra de 'eus n(o cessa de recordar e -rolon#ar. <la contém.. sem terem re#ado a terra...ectionum -issae (!. C#$$. n.'/ Cl . . Pois. e seu nome se. 13. 3 testemun%o de vida do -r=-rio ministro da Palavra tem sua im-ortCncia. -alavra e sinal do amor com que 'eus intervém e a#e -ara salvar seu -ovoG -resen..1/ c". n. @3nde se -roclama a sua soberania a? est" o Sen%or -resente@D 21E e.(o e e7ic"cia D 11E. nos santi7ica e -resta ao Pai o culto -er7eitoD22E.. 1:. 1 .a louvado -or todas as na.1. !/ -c . <la é -oderD15E e 7or. Deus fala e age em favor de seu povo 2& A Palavra de 'eus est" viva e atuante %o. !/ 6. alcan.eto do Pai. 23. +v. 2>. 14. 15. Fale&se da comunidade dos 7iéis que celebra a litur#ia. . 3b .0.&.(o 7a1em a e9-eriIncia da -resen. n. n. e mani7esta o amor ativo do Pai.%6. n.-. também. C" !rdo . c".'5 !/ 2nstr.a viva do Aessuscitado D2 E. Doc.8m &. CDAP..45. 23. 12. C#$$. C". )to... !.&&/ -t .&!5& . c7. Doc. 'eus continua a 7alar aos seus 7il%os em Lesus *risto. 0.

na -roclama. A atua. 31.(o de louvor.c om www. c".0/ C".n. as triste1as e as an#)stias com todos os %omens e mul%eres de %o. a ora.(/ . %&. 22. que est" no mundo vivenciando as ale#rias e as es-eran.'/ c". @! povo de Deus congrega5se antes de mais nada pela Palavra do Deus vivo@(P! %).as. 1 & A acol%ida da Palavra .(o a Palavra de 'eus se converte em 7undamento. 33.unto das <scriturasD 3 E.(o lit)r#ica. 0.a.com Ação e presença do Espírito Santo 13& 3 ambiente celebrativo da Palavra de 'eus. ?o . 7omenta também a diversidade de carismas e a multi-licidade de atua. acom-an%a e se#ue toda a a. 7oi dito -ara toda a comunidade dos 7iéisN e.a.6. c". na qual se celebra a a.e. K a 7esta da comun%(o eclesial.(o do <s-?rito Santo n(o s= -recede.(o 7a1em&se -resentes. até que nela mesma se reali1e com-letamente a 24.&. &/ c".uda de toda a vida. n. 12& A I#re.&. 0. de a.(o e na e9-eriIncia crist(o da rique1a libertadora da Palavra de 'eus e -or <le a Palavra se trans7orma em acontecimento de salva. é a.-. sem-re que a I#re. nos sinais da celebra.. Doc. C". )C .n.(o do <s-?rito. .(o de cada um tudo aquilo que. que atuali1a o -assado e anteci-a os de7initivos acontecimentos da salva. que.as e de s)-lica que ela suscita. cresce e se constr=i ao escutar a Palavra de 'eus.-. 1:& A I#re. se recon%ece a si mesma como o -ovo da nova alian. de tal modo que. @-ois n(o sabemos o que -edir como convémN mas o -r=-rio <s-?rito intercede -or n=s com #emidos ine7"veis@D 25E. A escuta da Palavra de 'eus se torna com-romisso de 7é e de conduta crist(o -ela 7or. mas também su#ere ao cora. ao lon#o dos séculos. A litur#ia é o "-ice e a 7onte da vida eclesialD31E.-.(o do Sen%or Lesus.a continua na litur#ia a a. @a I#re. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .(o da %ist=ria. Povo de 'eus convocado -ara o culto.(o na es-eran. 6. em norma e a. ao mesmo tem-o que consolida a unidade de todos.Cor . . 32.c %. 14& 3 <s-?rito Santo a#iu na vida de *risto.catequistabrunovelasco.(o de #ra. de novo. 8g . evidencia a rela. 25. n. vai camin%ando continuamente -ara a -lenitude da verdade divina. &!. e9orta a a-ro7undar o con./ 0/ C#$$. requer& se a a.(o e9istente entre a Palavra -roclamada e celebrada e a a./es aquilo que se escuta com os ouvidos. sen(o -elo <s-?rito Santo@D2:E.catequistabrunovelasco. / C" !.a ins-ira.(o do <s-?rito. 1.0. 'este modo. sobretudo com os -obresD 33E. @+in#uém -ode di1er Sen%or Lesus. 1.(o no cora. 3s -rod?#ios que de muitas 7ormas 'eus reali1ou na %ist=ria da salva. assume e liberta o Povo de 'eusD32E. 3 ./es tudo o que ela é e tudo o que ela crI. c". -or seu mistério -ascal.(o da Palavra de 'eus. na celebra. !. @Oornai&vos -raticantes da Palavra e n(o sim-les ouvintes@D 22E. 329. 3b .%. o <s-?rito de 'eus introdu1 os 7iéis na celebra. :l %.6. !. Assim. -or cu.a..a da #l=ria 7uturaD29E. anuncia e -roclama a Palavra de 'eus. <le est" -resente e atua na vida dos se#uidores do Aessuscitado. o novo -ovo de 'eus. !. Fivi7ica a a.(o comunit"ria da I#re. c". Portanto.a do <s-?rito Santo. n./es@D 24E.-.(o lit)r#ica. 0.aD 33E.0. mas real. Ação Comunitária da Igreja 15& A litur#ia é a.a -er-etua e transmite a todas as #era.-.-. 2:..(o do <s-?rito Santo MPara que a Palavra de 'eus realmente -rodu1a nos cora.(o de Lesus *risto que como em <ma)s. !. de um modo misterioso. )C 1/ :) .. (&. n. Puebla '.&.!.(o celebrativa tornando&a 7rutuosa -ara a comunidade eclesial. c".(o lit)r#ica. .

%&. @As atitudes corporais. que aquilo que celebram na litur#ia se. de onde são tirados. Im-orta ressaltar que o testemun%o da unidade entre os crist(os é um im-erativo da 7éG @-ara que o mundo creia@DLo 1:./es ecumInicas devem ser -reviamente -re-aradas.(o e de ministérios D 1E. e9erc?cio dos ministérios e -artil%a da Palavra. mais -enetrante 34. o que 7i1erem em sua vida se re7lita na litur#iaD 3E. '. inversamente.-.etos D 35E. +a celebra.os e as 7un.(o . 6. @3 que vimos e ouvimos vo&lo anunciamos -ara que este. A e9-ress(o simb=lica da celebra.com Palavra de 'eus@D 34E l9& Aten.-.21E. @A Palavra de 'eus é viva e e7ica1. ao verem o Sen%or.. através de sinais. A Palavra de 'eus na litur#ia é sinal celebrativo. res-eita&se a sensibilidade reli#iosa dos -artici-antes. 3:. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .. no que di1 res-eito aos te9tos b?blicos. s(o também v"rios os servi. se 7a1 com @sinais sens?veis@D 3:E. !. no que se re7ere B Palavra de 'eus.(o do -ovo no acontecimento celebrado e9-ressa&se com -alavras. cada um tem o direito e o dever de contribuir com sua -artici-a. cantos. #. n. &. c". . Puebla ' !/ C#$$. sem-re es-era uma res-osta. Assim. A celebra. &'5%!. 3 #esto cor-oral revela a 7é e a comun%(o. 0. )C 1. A es!uta da "alavra gera vida nova 22& Huando 'eus comunica a sua Palavra. 0). 1.(o eclesial e lit)r#ica da Palavra de 'eus é uma realidade ministerial. !. -ara que se mani7este na vida o que se escuta na a. 3.(o lit)r#ica. < a nossa comun%(o é com o Pai e com o seu >il%o Lesus *risto@D 3E.(o do ambiente e dos elementos celebrativos. C <ual se re"erem@(!. -rocurem os 7iéis.(o lit)r#ica. 3s disc?-ulos.c om www./es que corres-ondem a cada um.(o -astoral merecem as celebra. os gestos e as palavras com <ue se eAprime a ação litBrgica e se mani"esta a participação dos "i=is. 23& A escuta da Palavra suscita o arre-endimento e estimula B convers(o. Doc. A -artici-a. n.catequistabrunovelasco.(o. 3.catequistabrunovelasco. 3 <s-?rito Santo a#e -ara que a res-osta se.-. n.(o e a-rova. .. Por vontade divina. ?o %. c". mas tamb=m da Palavra de Deus e da economia da salvação. ora. c". Ação ministerial 21& A -roclama.(o @e9-rime e estimula os -ensamentos e os sentimentos dos -artici-antes@D32E. s?mbolos e ob. @-rostraram& se diante dele@D39E. as celebra.(o da Palavra como toda a celebra.1.D ?o. com a colabora. n. 2:-. de modo di7erente se#undo a diversidade de 7un. n. K sinal enquanto. !.(6/ c". -t 6. 2:-./es a -rima1ia recai sobre o es-?rito de unidade B lu1 da Palavra de 'eus. 35./es ecumInicas da Palavra de 'eus. +estas *elebra. !. Para isto. Ação sim óli!a 23& 'eus e a -essoa %umana e9-rimem suas rela. <la -ro-orciona o encontro da comunidade com o -r=-rio 'eus que se comunica e se 7a1 -resente em Lesus *risto. 2.a e7ica1. 32.-. o novo -ovo de 'eus est" 7ormado -or uma variedade de membrosN -or esta ra1(o. a..6%.(o.ais também em comun%(o conosco.(o das -artes interessadas. que consiste em escutar e adorar @em <s-?rito e Ferdade@D 2E./es. +a or#ani1a. &'.a uma realidade em sua vida e costumes e.&. contém e e9-ressa a realidade da salva. não recebem seu signi"icado unicamente da eAperiência 7umana./es. n. #estos./es e ritos.

!). reali1a&se -or meio da <ucaristia D 2E. 8ract.! 4. . restituo&l%e o qu"dru-lo@D 4E.n.!/ C" D> . !. ./ c". (.. @Sen%or. -rovoca uma revis(o. 2:& A Palavra de 'eus e o mistério eucar?stico 7oram %onrados -ela I#re.. Agostin7o.a. . . %6.).a sem-re quis e determinou que assim 7osse. .-. R &%ção ntr % P%&%(r% d D u) % Eu$%r!)t!% 25& A I#re. os "i=is na ação de graças são levados a uma "rutuosa participação nos mist=rios da salvação@ (2nst... %/ @!s "i=is ao escutarem a Palavra de Deus recon7eçam <ue as maravil7as anunciadas atingem o ponto alto no mist=rio pascal. 24& A-oiando&se na Palavra de 'eus. e se de7raudei a al#uém. . eis que eu dou a metade de meus bens aos -obres. embora com di7erente culto. A res-osta de 7é su-/e e9-lica. que é Palavra que ama. n. +uc7r. )e tomam tanto cuidado para guardar o seu Corpo 5 e têm raIão 5 como podem então pensar <ue seEa uma culpa menor. CC) './ P! %.-. -or meio do memorial do Sen%or@D 43E 3b %. c". . :... para ensinar e alimentar os "i=is@(2:-. P.6/ )C %6.(. +A. Por<ue vocês se sentem culpados. 00). *om e7eito. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .'. como a do Corpo de Cristo.c .n. 0. anunciado nas leituras e na %omilia.u"ino.6.unto. A Palavra de 'eus -roclamada condu1 B -lenitude do mistério -ascal de *risto cruci7icado e ressuscitado. trans7orma e liberta.@#a missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus. sabemG Huando l7es = dado o Corpo de Cristo.catequistabrunovelasco. @A I#re. n.(o e com-reens(o da Palavra. Assim. in P). na 8radução de .&. Agostin7o.com do que qualquer es-ada de dois #umesN -enetra até dividir alma e es-?rito. At 6. recebendo a Palavra de Deus e por ela alimentados. 5.%()/ @>ocês <ue podiam participar dos )antos -ist=rios. n. @A 2greEa sempre venerou as divinas +scrituras.n./es da Palavra de 'eus atuam e 7ruti7icam B medida que %ouver uma res-osta de vida de 7é.n. &0./es erradas.-.a e de caridade da -arte dos que escutam.a com a mesma venera.unturas e medulas@D E. ?oanis. . 3omilias sobre 3aAat. a ser -lane. 1%). im-elida -elo e9em-lo de seu 7undador. de es-eran. 2n +v. ( . nunca dei9ou de celebrar o mistério -ascal de *risto. vocês o guardam com todo o cuidado e veneração. @*omo é que vou entender se nin#uém me e9-licar@D 5EP 'a? se -ode entender a necessidade do estudo da Sa#rada <scritura. cuEo memorial = sacramentalmente celebrado na -issa. reunindo&se -ara ler todas as -assa#ens da <scritura que a ele se re7erem e reali1ando a obra da salva./ C" )C %6)/ @Como Cristo veio escondido no Corpo .c om www. %%. o mistério -ascal de *risto.(o. +nrr. assim tamb=m toda a )agrada +scritura = sua incorporação(!rigines..&&)/ @! verdadeiro Cristo estK na sua Palavra e na carne@()to.&. 43. CC) &6. +uc7aristicum -9sterium. salva.(oD 9E.. !. suscita o com-romisso. -orque. <la -/e em crise as situa.catequistabrunovelasco.&. 2 & As celebra..CDAP. . Com. 1. )eries in -t. / CC.a cresce e se edi7ica ao escutar a Palavra de 'eus e ao celebrar a eucaristia como memorial da morte e ressurrei. até que <le ven%aD :E.6)/ @A 2greEa alimenta5se com o Pão da vida na mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo@(2nst. )/ @$ebe5se o Cristo no cKlice das +scrituras como no cKlice +ucarístico@()to. da mesma "orma como o prFprio Corpo do )en7or@(D> . in )erm 16.!.-. n.@A Palavra de Cristo não = menos do <ue o Corpo de Cristo@ (CesKrio de Arles. !. despreIar a Palavra de DeusJ (!rigenes. . para <ue nada caia no c7ão e nada se perca do dom sagrado.ado de maneira corres-ondente Bs necessidades das -astorais e da -astoral de con. as -essoas se tornam mais solid"rias e 7a1em dos momentos celebrativos um encontro 7estivo e com-rometido com o -r=-rio 'eus da vida. !. %'.(o de Lesus *risto. . se algo cair por negligência. -9sterium.

sinal -ro7ético da reuni(o universal de todos os eleitos diante do Orono de 'eus.Cor . !/ 5 .0. 4:. c".... 2 Apol. +uc7.a. / • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . +a Palavra recorda&se a %ist=ria da Salva. ./ -c .Cor . sua dis-ers(o em lu#ares a7astados e outros motivos. nstr. 29& A celebra. c".%.(o na <ucaristia doutra -arte a <ucaristia tem. 42. 'ia da comunidade reunida em nome do Sen%or. @+a Palavra de 'eus se anuncia a alian. At !.15...os <ue entre nFs são c7amados diKconos dão a cada um dos presentes parte do pão. 44. Ap 1. / Dida<u= .catequistabrunovelasco. CDAP. 5(/ 01. seu 7undamento na Palavra. . 3 'ia do Sen%or devia ser vivido na ale#ria.. +esse mesmo dia.5%.. Oodavia.6.(o de #ra. Apologia 0(.!/ . ./ @8erminadas as orações. O Do*!n#o+ D!% do S n. 53. Cipriano. 2dem. 49. D53E dia da #rande liberta. !/ At !. (/ c".(o. 53. de certo modo.%/ ).or d% Co*un!d%d 31& 3 'omin#o é uma institui. o aumento do n)mero de comunidades crist(os./ 8ertuliano. At . 51. o <s-?rito Santo sobre seus disc?-ulos D51E. n. Se -or um lado a Palavra encontra sua reali1a.(5. 22.(o eucar?stica dominicalD 45E. c". n. A celebra. 2dem.&. se apresentam ao <ue preside os irmãos pão e um cKlice de Kgua e vin7o misturado. -t 6.&!/ . .oa +ovaD52E. -ara a qual conver#em e se unem as atividades -astorais. %/ . 1.%1. 4 . -9sterium. '.(o do -(oED 53E.a divina e na <ucaristia se renova esta mesma alian. .1. At . < os enviou como mensa#eiros da . 0. c". escutavam a Palavra e eram alimentados com o alimento divino D7ra. 32& 3 'omin#o é o dia da I#re.%. +uc7r. 52.euni5vos no dia do )en7or para a "ração do pão e agradecei@.!0. in)meras ra1/es. 3 ideal seria que todas as comunidades crist(os -udessem celebrar a eucaristia. &5(.(o eucar?stica é o verdadeiro centro de toda a vida crist(o. c".5 / .5.0/ )C .D Apologia 01.a nova e eterna. / @. na <ucaristia a mesma %ist=ria se e9-ressa -or meio de sinais sacramentais@D42E.. c". c"..c om www. 1 e 6. es-ecialmente.5 &.!5. / @! Dia do )en7or@ Dida<u= . ./ .a de Lesus *risto no meio do -ovo da nova alian..c %. aos domin#os.0.(o de ori#em es-eci7icamente crist(oD 4:E *ome. / . n. De !ratione. do vin7o e da Kgua eucaristiIados@. 1/ . 33& Palavra de 'eus e <ucaristia s(o duas 7ormas di7erentes da -resen. ?ustino. o >il%o enviou de . 0&. ?ustino.(o. +píst. -9sterium. 2.unto do Pai. .Cor .%.1/ Ap . comoG a 7alta de ministrosD44E.a.%.5 / ). que eles se sentiam verdadeiramente convidados a -artici-ar 43. c". im-edem que as comunidades -artici-em da celebra. @+en%uma comunidade crist(o se edi7ica sem ter a sua rai1 e o seu centro na celebra..com 22& @A I#re. 15.as DeucaristiaE s(o os elementos essenciais do domin#o crist(oD 49E 3s irm(os reunidos oravam. a Palavra condu1 B <ucaristia.(. ?ustino.(o do Sen%or ressuscitado e a a.5..&/ ?o !.catequistabrunovelasco. 01. . Didascalia dos Aposts. &. cantando seus louvoresD5 E 33& 3 'omin#o era t(o si#ni7icativo -ara os -rimeiros crist(os. At . >.(o da sant?ssima <ucaristia@D 4 E.'/ At %. n.. . n.a alimenta&se com o P(o da Fida na mesa da Palavra de 'eus e do *or-o de *risto@D41E. Dida<u= . Portanto. ..ou com a reuni(o dos -rimeiros crist(os -ara celebrar a mem=ria da morte e ressurrei./ ). os ministérios eclesiais e os demais sacramentosD 43E. 2nstr.6/ ?o !.( /Didascalia. ). . .(o de Lesus *risto que se deu no -rimeiro dia da semana D 42E.. .. 45.% / !.15. C".

a do <s-?rito Santo e -ela comun%(o com o Sen%or #lori7icado e -ela es-eran. C#$$.. as <ue mais se prestam C a"irmação e realiIação pessoais. -9sterium. -ossibilitem Bs comunidades eclesiais a celebra.(o da Palavra. 3 re-ouso dominical é sinal de liberta. c". 3:& A sociedade consumista e seculari1ada -erdeu o sentido reli#ioso do domin#o. 1!.(o da I#re. Carta .(o ativa na a. %&. na -artici-a.(o lit)r#ica dominical. 7ortalecidos em sua 7é e no testemun%o de sua vida eclesialD52E. C#$$. a su-era. tem mais valor do que os ne#=cios e os -rocessos -rodutivos@D 59E. 3nde n(o 7or -oss?vel a celebra. e se -ro-orcione uma adequada 7orma. ! descanso dominical.. 3 & Oomar -arte da assembléia lit)r#ica. e a não amputar de um membro o Corpo de Cristo . ! sentido cristão dos "i=is. a mentalidade de -rodu. Sinal da ale#ria -ela -resen. #ão dividais o seu Corpo. @A celebra.(o da Palavra de 'eus.. as -essoas ocu-am o domin#o nos a7a1eres domésticos ou em servi.com da reuni(o comunit"ria. n. . F bispo. de modo nen7um aceitou substituir o dia do )en7or@ CDAP. 5:. c". contudo. n(o deve levar o -ovo a -ensar que se trata do Sacri7?cio da Jissa@D :2E. . nn. em realidades o-ostas ao sentido crist(o do domin#oD :3E. era e9-ress(o de -erten.( e .(o eucar?stica. n. . os 7iéis ser(o. teve sempre em tão grande 7onra o domingo. .(o e o re#ime de vida urbano est(o en7ati1ando outras dimens/es.65 / :2. além de ser o 'ia do Sen%or e da comunidade.. mais que uma obri#a.1 e . : c". é também o dia de ale#ria e de re-ouso do trabal%o.(o -receitual. -or sua -artici-a.ivro 22.6. e se sente inte#rado numa comunidade de 7é. . desligando5se dela. +em o risco de vida. <uer 7oEe em dia. #. CDAP. Juitas 7am?lias -rocuram. por<ue torna possíveis as ocupações de livre escol7a. onde "loresce o +spírito )anto@(8radição ApostFlica de 3ipFlito. (.. N muito mais <ue isso.os que -ossam aumentar al#o na subsistIncia 7amiliar. seus membros.n. $AC 1(.(o lit)r#ica aos que nelas desem-en%am servi. & (). Aeunir&se e tomar -arte na litur#ia dominical. +uc7r. 39& As *elebra. 'a? que.#.Cor . 34& 3 cuidado -astoral dever" considerar a assembléia dominical como a reuni(o do -ovo de 'eus convocado -ara celebrar a P"scoa do Sen%or..catequistabrunovelasco. p. '6%/ C" Plínio o -oço. . 0%).@ (Constituições ApostFlicas. Doc. 7ora da cidade. Dida<u= . c".05. @ que sem d)vida. mesmo com a distribui.5&/ )ources C7r=tiennes & !. . :1.0/ c". . .a de sua voltaD 5:E. PetrFpolis..0/ @Cada um deve ter a preocupação de ir C assembl=ia.a de todos os tem-os.(o da tens(o #erada -ela vida cotidiana. em torno do Aessuscitado.!. n. e9-ress(o de liberdade e de convivIncia 7raterna. #ão priveis o )en7or de seus prFprios membros. @reunir&se no dia do Sen%or@. na escuta da Palavra. C#$$.a a *ristoD 55E../es 'ominicais da Palavra de 'eus se.0. 3 mundo do trabal%o -or turnos. CDAP. n. 59.(o da comun%(o.os e ministérios. CDAP./es dominicais.c om www. -ara quem crI. 'este modo.. c". 55. n.. ('. é um -rivilé#io.1/ @+m tua pregação. >altar B assembléia dominical é am-utar o *or-o de *risto D54E. '0(1)1. '6/ • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . ter(o acesso aos tesouros da Sa#rada <scritura e da ora. 54.(o e -roclama. 35& 3 'omin#o. não dissipeis os seus membros e não pre"irais os negFcios do s=culo C Palavra Divina. recomenda e persuade o povo a "re<Mentar a 2greEa com assiduidade .'1. -or ve1es. <uer no passado.0/ 2nstr. Doc. a -ris(o ou as torturas os a7astavam das celebra. 'esse modo. p. A C & 'r%ção Do*!n!$%& 32& 3s 7iéis se.aD :1E.catequistabrunovelasco.(o da #rande1a da -essoa %umana.!.. <ue @mesmo nos tempos de perseguição e nas regiões de cultura a"astada ou at= opostas C "= cristão. N sobretudo um espaço de eAercício da liberdade e da solidariedade. não se reduI ao repouso necessKrio C restauração das energias gastas pelo es"orço do trabal7o. +(o %avendo tem-o dis-on?vel no curso da semana. e a não mutilar a 2greEa... @#ão podemos viver sem celebrar o domingo 5 sine dominico non possumus 5 (Ata dos -Krtires L. De liberdade.!.am acom-an%adas de uma o-ortuna catequese aos 7iéis sobre o seu sentido. Doc. %&.. %&.(o no cor-o e no san#ue do Sen%or. trata&se de um im-erativo que brota da 7é e da comun%(o com a I#re. p.am instru?dos acerca do si#ni7icado da assembléia dominical. 52.

(o da I#re. de tal modo que 7avore. +eles revive&se o mistério -ascal. anime e inte#re os diversos servi. requer&se -ara a equi-e a 7orma. no es-a. como o dia da Imaculada *oncei. que -recisam ser celebrados. visando a -artici-a./es. como o dia de +atal e o *or-o e o San#ue de *risto e as 7estas da Fir#em Jaria. -recisa de uma casa -ara reunir&se. %&.@ A I#re.(o lit)r#ica. os cantos. levando&se em conta a cultura -r=-ria da re#i(o.(o.edemptoris -issio.o celebrativo dever" ser tal que -on%a em destaque a mesa da -alavra. Para o seu bom desem-en%o. 3 es-a. as ora.(o ativa da assembléiaN & o e9erc?cio dos di7erentes ministérios. di#no. Por isso.?blicas.osG do acol%imento 7raterno.(o do es-a. na celebra.(o das leituras e outros.catequistabrunovelasco.o celebrativo. como e9-ress(o da I#re. n(o se devem ocultar quest/es sérias.os. n. n. 4& Oen%a&se cuidado com a dis-osi. dialo#ar.(o da -resen.%ço C & 'r%t!(o & <mbora toda a terra se.(o da Palavra de 'eus.(o do es-a. Por isso. da -residIncia. -ercebendo sua mensa#em centralN -rever os coment"rios./es de todos os -resentes. um lu#ar -r=-rio -ara a sua -roclama. 3 Pa-a Lo(o Paulo II lembra que a <ucaristia é o centro das 7ormas de ora. do canto.(o no tem-o lit)r#ico e na realidade de vida da comunidadeN ler e re7letir os te9tos b?blicos. Para a @Jesa da Palavra@ conver#em as aten. A? aquele que -reside.o celebrativo visa suscitar em todos a recorda. a#rad"vel.(o. E-u!. da -roclama. Falori1em&se as e9-ress/es da arte local. -ois é deles que se -roclama a Palavra de 'eus e se -ro7ere a ora. *onvém que dela -artici-em crian. 1% C#$$. os ministros ten%am em sua m(o livros belos e di#nos. além do domin#o.(o. d C & 'r%ção 2& A celebra.(o ativa de toda a assembléia. como a dos ministérios e do direito das comunidades B celebra.(o que.a 7uncional e si#ni7icativo.aG & a -artici-a.(o. :& 3s livros lit)r#icos requerem se. diri#e&se B assembléia e -ro7ere as ora.a. A-=s a elabora.(o.. %omens e mul%eres.ovens. os #estos e as e9-ress/es simb=licas que a vida da comunidade e a Palavra de 'eus su#erem. a -re-are. su-/e a -resen. doc. Santa J(e de 'eus e outros acontecimentos im-ortantes da comunidade e da sociedade. 3& +o momento de -re-arar a celebra.a. Carta +ncíclica de ?oão Paulo 22. da anima. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .am tratados com cuidado e res-eito. . 1& +o Ano $it)r#ico. como 7am?lia de 'eus.c om www./es 'ominicais da Palavra de 'eus.a santa.o celebrativo./es. viver na ale#ria e na comum&uni(o os #randes momentos de sua vida reli#iosa@D : E. a equi-e considere os se#uintes elementosG situar a celebra. e9istem outros momentos im-ortantes na vida da I#re. +ela s(o -roclamadas as leituras .(o e ornamenta. o es-a.o celebrativo se. 3 bom #osto criar" um ambiente reli#ioso.a de 'eus que 7ala ao seu -ovo.a reunida. quer na :3. c". e que os ministros -ossam 7acilmente ser vistos e ouvidos -ela assembléia.(o do roteiro da celebra. 5& A di#nidade da Palavra de 'eus requer. S(o as solenidades relacionadas a Lesus. .(o e o 7undamento indis-ens"vel -ara as comunidades crist(osD:3E.a de uma equi-e de celebra. A con7i#ura.%.. E).as.com 3& Jesmo tendo -resente o valor -astoral e sacramental das *elebra. (.catequistabrunovelasco. a equi-e distribua corres-onsavelmente os servi.a. *onvém que a @mesa da Palavra@ ocu-e lu#ar central.(o. .(o mais 7req8ente da <ucaristia.

c". +o caso da *elebra. Por sua ve1 a diversidade de cores tem -or 7inalidade e9-rimir de modo mais e7ica1. c".(o na elabora. -ossuem um ritual -r=-rio.(o e atuali1a.unto.(o da Palavra de 'eus.'ss. canto e silIncio. Ser" de #rande -roveito que as equi-es de litur#ia das comunidades e dioceses.com a-resenta. A assembléia é aben. a. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . /ª PARTE E& * nto) .a&se atento B realidade das -essoas que v(o celebrarD :4E. C#$$. re7lete uma coerIncia teol=#ico&lit)r#icaG o Sen%or convida e re)ne..doc.(o é si#ni7icada e9teriormente -ela diversidade das vestes.%&. %.Doc. o -ovo atende e se a-resentaN o Sen%or 7ala.(o -r=-ria de cada ministro. Juitas comunidades sim-lesmente se#uem o esquema da *elebra. C#$$.catequistabrunovelasco. omitindo al#umas -artes.(o <ucar?stica.(o da Palavra se.%&. de 7orma inculturada. 43& K necess"rio situar a celebra. K -reciso levar em conta as e9i#Incias da comunica.(o. movimento e descanso.am devidamente valori1ados os se#uintes elementosG lQ reuni(o em nome do Sen%orN 2Q -roclama. 2& A ac)stica e o sistema de som merecem um cuidado es-ecial -ara -ermitir a comunica./es dos sacramentos. 4 & +a celebra. su-licando e re1ando.(o da -alavra. n. #esto e -alavra.(o #r"7ica quer na encaderna.(o da Palavra.(o de #ra.(o da Palavra de 'eus. a rique1a do mistério de 'eus na vida do -ovo. Oen%a&se -resente os acontecimentos e este. :5. +a celebra.(o de roteiros que e9-ressem. n.(o da Palavra -odem&se adotar vestes lit)r#icas con7eccionadas se#undo a sensibilidade e o estilo -r=-rio das culturas locais. A comunidade com ritos. no seu con. n. '/ CDAP.(o da Palavra de 'eus no conte9to do tem-o lit)r#ico e na vida da comunidade.(o de comunidades vivas.oada e enviada em miss(o na constru. a escuta e a res-osta da assembléia im-re#nando o ambiente de nobre1a e de reli#iosidade. #estos e s?mbolos e9-ressa e renova a Alian. as quais s(o sinal distintivo da 7un.catequistabrunovelasco. a assembléia res-onde -ro7essando sua 7é.(o dos ministros e -artici-a.(o e da cultura do -ovo. deve ser or#ani1ado de tal modo que 7avore. %" uma l=#ica a ser observada que.(o.%r% o rot !ro d% C & 'r%ção 43& !" entre as comunidades eclesiais uma diversidade de roteiros -ara a *elebra. %" certa liberdade na celebra. n(o e9iste um ritual es-ec?7ico. . o car"ter dos mistérios da 7é que se celebram e o sentido da dinCmica da vida crist(o ao lon#o do ano lit)r#ico. 41& As celebra. Para #arantir o ritmo celebrativo -rocure&se inte#rar de 7orma %armoniosa.(o da :4. -or outro. louvando e bendi1endo. dIem sua colabora. 9& A diversidade de ministérios na celebra.a de 'eus com o seu -ovo e deste com 'eus. 42& Se -or um lado. 3utras comunidades usam o roteiro su#erido -or 7ol%etos lit)r#icos .(o da comunidade.asN Q <nvio em miss(oD:5E.a a escuta e a medita. 44& 3 Aoteiro da *elebra. e9-ress(o e interiori1a.(o da Palavra de 'eus.c om www.(o da -alavraN 3Q A.

com -alavras es-ontCneas e breves. comunidades. e9-ress/es cor-orais.(o dos 7iéis na escuta da Palavra e na ora. estandarte. de trabal%o ou de servi. des-ertando na assembléia a consciIncia de que est" reunida em nome de *risto e da Orindade -ara celebrar. C#$$. diocese. %(. .o em 7avor da comunidadeN a recorda. <le -re-ara a assembléia -ara a escuta da Palavra e B ora. quem -reside -oder" solicitar aos -resentes.(o.(oD7atos ::. ou que est(o em visita ou de -assa#em -ela comunidadeN a lembran. consciente de sua 7un. -artes e os elementos da celebra.(o da -essoa.(o deve res-eitar a dinCmica dialo#al que tem in?cio em 'eus e que -rovoca a res-osta dos 7iéis reunidos em assembléia. a equi-e de litur#ia. a -essoa -recisa ser acol%ida na comunidade. a recorda. o recon%ecimento das situa.catequistabrunovelasco. c". doc./es de -ecado -essoal e social. entroni1ando a *ru1 e a . n. 7am?lias. :9. a-=s uns instantes de ora. -a?s e do mundo. 2bidem. Para que a comunidade e9terne mel%or os sentimentos de -enitIncia e de convers(o.(o da Palavra. 42& Além do @ministério da acol%ida@ e da -ostura acol%edora. 45& A *elebra. 52& A <qui-e de litur#ia. re7/es variados. 51& Huem -reside a assembléia.a ca-a1 de -enetrar as dimens/es mais -ro7undas da vida.(o e o com-romisso de vidaD ::E. de modo criativo. num mundo onde a técnica e o -ro#resso nem sem-re dei9am es-a. .11. o *?rio.(o. carta1es e s?mbolos e9-ressivos da realidade e da vida de 7é dos -resentes. sa)da e acol%e a todos e os introdu1 no es-?rito -r=-rio da celebra. orienta a assembléia lit)r#ica com breves indica. de ami1ade. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .(o de louvor. a *elebra. levando a ima#em do santo da devo. com abertura e sensibilidade -ara os diversos as-ectos e dimens/es de sua identidade e e9istIncia@D :9E. &(. Oen%a&se o cuidado -ara n(o -rolon#ar este rito de modo des-ro-orcional Bs outras -artes da celebra.com Palavra de 'eus. 53& 3 rito -enitencial é um momento im-ortante na *elebra.?blia e no tem-o -ascal. #estos.(o -essoal@D:2E. 7avorece a comun%(o e a -artici-a. 49& +os ritos iniciais e de acol%ida s(o im-ortantes ainda.(o das -essoas que tomam -arte -ela -rimeira ve1.(o silenciosa.a das -essoas ausentes -or motivos de en7ermidade. :2. ale#re.(o -essoal e silenciosa.(o dos 7alecidos e seus 7amiliares enlutados.6!. @A atitude de ami1ade e de acol%imento acentua a valori1a. 23. n.(o -ossibilite o encontro de comun%(o a7etivo e e7etivo entre 'eus e as -essoas. c".(o.(o *omunit"ria da Palavra -re-arada e reali1ada num clima de acol%ida m)tua. -oder" -rever cantos -o-ulares de car"ter -enitencial. R!to) !n!$!%!) 4:& A *elebra./es sobre os cCnticos.(o com uma -rociss(o. s?mbolos e elementos audiovisuais que -ermitam a comunidade e Bs -essoas e9ternarem mel%or os sentimentos de -enitIncia e convers(o. de sim-licidade. -ara se criar o clima de encontroG o ensaio de cantos.n. dis-on?vel e bem %umorada dos ministrosD 23E é im-ortante a a-resenta. . que -roclamem os motivos de sua ora.(o de acontecimentos da semana li#ados B vida das -essoas. Oendo em conta a assembléia e suas condi. bandeiras./es.(o.(o.o -ara a comunica. a ora. e se. 53& 3 comentarista. @Por isso. um breve tem-o de ora.n.catequistabrunovelasco.(o do -ovo. 7ai9as. 2bidem. em con7ormidade com o tem-o lit)r#ico e os acontecimentos da vida da comunidade. li#ando a P"scoa de Lesus *risto e os acontecimentos da vida.c om www.(o. de ale#ria e de es-ontaneidade.1'. Por isso. 5 & Aquele que -reside concluir" os ritos iniciais com uma ora. -oder" iniciar a celebra. CDAP.

-artil%aE -ara buscar em comunidade o que o Sen%or -ede e -ara acol%er a .-. Huaresma.(o das -romessas de 'eus no Anti#o Oestamento e no +ovo OestamentoD 2 E. se ac%a -resente no meio dos 7iéis. @+as leituras atuali1adas -ela %omilia 'eus 7ala ao seu -ovo. . e o7erece alimento es-iritual. con7orme as circunstCncias es-ec?7icas. 25. aclama. 24. P"scoa e tem-o PascalE é im-ortante que as leituras . Pelos cantos.(o universal -elas necessidades de toda a I#re. salmo res-onsorial. os lugares e demais coisas. n. assim como os ministros. interioriIação e contemplação@(C#$$. . anivers"rios. re1a na ora. -ois elas tantas ve1es -arecem ser um -rovidencial @recado@ de 'eus -ara a situa.catequistabrunovelasco. evite&se a -ressa que im-ede o recol%imentoD25E.1. +(o é recomend"vel que o leitor -roclame a Palavra usando o 7ol%etoD 24E. . CDAP.-.&. 2:-.(o ao evan#el%o.(o concreta da comunidade. -ro7iss(o de 7é e ora. ! / C#$$.ar o $ivro da Palavra D. -roblemas. Por isso. $ecion"rioE e a sua -roclama. %omilia. &(/ c". concluir" a ora.(o.. '(. 52& +os dias de 7esta e nos domin#os dos tem-os 7ortes do Ano $it)r#ico DAdvento.e da %ist=ria. 54& <m con7ormidade com o es-?rito da 7esta. c". n. Isto su-/e que a equi-e de litur#ia este.(o -ara a litur#ia da Palavra./es <ucar?sticas. 1!5 1. !. Portanto. <ntre a 1ª leitura e o <van#el%o e9iste uma ?ntima unidade que evidencia a reali1a. n.n. de-ois.(o DsilIncio.n. %(. inte#rando as inten. ale#rias e es-eran.. re-eti.am as indicadas -ara as *elebra. C". as atitudes. <ue são sinais e símbolos das realidades do alto na ação litBrgica.?blia -ara -oder escol%er a -assa#em b?blica de acordo com cada realidade. lembram aos "i=is a presença de Deus <ue "ala a seu povo. A litur#ia da Palavra com-/e&se de leituras tiradas da Sa#rada <scritura. n. o -ovo se a-ro-ria dessa -alavra de 'eus e a ela adere -ela -ro7iss(o de 7é. 22. &/ !. proporcionando maiores momentos de silêncio.a e -ela salva. -or sua -alavra. 21.6'). doc. = preciso procurar <ue os livros. 3 -r=-rio *risto. c". na -ers-ectiva da 7é e tendo como -onto de re7erIncia a Sa#rada <scritura.(o do mundo inteiro@D 23E.).3.?blia. 6/2:. aclamado antes e de-ois da leitura e venerado. L!tur#!% d% P%&%(r% 55& 'eus convoca a assembléia e a ela diri#e sua Palavra e a inter-ela no %o. &&. Doc. +atal. ritos que -ermitem valori1ar e real. 2:.n. ... :1& >a1 -arte também da $itur#ia da Palavra um tem-o de medita.&(/ !. -ara o qual a assembléia se -re-ara -ela leitura e escuta dos outros te9tos b?blicos. doc. 2:-.-.(o -ro-osta.catequistabrunovelasco. @As celebrações seEam menos apressadas e menos intelectualiIadas. 23. Acontecimentos esses que devem ser re7letidos e celebrados -ela comunidade.a 7amiliari1ada com a . 3 $ivro.(o. n. 2:-.&0 e &1/ C#$$./es no conte)do e no es-?rito do tem-o lit)r#ico. n. n. %(. 7alecimentos.asE e.-.oa +ot?cia que sua Palavra comunica. c". n. seEam verdadeiramente dignos. de-ois da 1ª e da 2ª leitura e ao concluir a %omiliaD2:E.-.6 .(o universalD22E. Doc. %(. a e9-eriIncia de 7é e a sensibilidade cultural da comunidade -oder" ser de #rande -roveito a inclus(o de ora.b/ !.com da vida. @!s livros de onde se tiram as leituras da palavra de Deus.. Pode&se #uardar momentos de silIncio antes da motiva. n. :3& *onvém que as comunidades. C#$$.(o e da salva. 5:& A equi-e de litur#ia -ode escol%er os te9tos b?blicos B lu1 dos acontecimentos da vida da comunidade. 2 . decorosos e belos@(!. %&./es tiradas da -iedade -o-ularD 21E. revela o mistério da reden. 59& A -roclama. sinal da Palavra de 'eus. dentro da variedade de #estos -oss?veis.c om www. n.?blicas se.(o solene. encontrem. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . n. é tra1ido em -rociss(o.(o do <van#el%o deve a-arecer como -onto alto da litur#ia da Palavra. Alimentado -or essa -alavra. colocado na Jesa da Palavra. %.

com mensa#em que brota dos te9tos em con.(o entre a Palavra de 'eus e a vida. um rito penitencial motivado pela proclamação e escuta da Palavra.c om www. Doc.n. buscando reali1ar a li#a.(o de quem -reside. <la atuali1a a Palavra de 'eus.% d% P%&%(r% d D u) :4& A %omilia é também -arte inte#rante da $itur#ia da Palavra. 29. 2:-. n. n. K res-osta orante da assembléia B 1ª leitura. Pro1!))ão d 23 :9& 3 *reio é uma res-osta de 7é da comunidade B Palavra de 'eusD 93E.).(o da Palavra a ele com-ete a %omiliaD 93E./es. é -arte inte#rante da litur#ia da Palavra..n./es adequadas ao seu universo mentalD92E. Se#undo as circunstCncias. %&. +a sua ausIncia. 93.. %&. pela 7umildade e convicção de estar a serviço de Deus na proclamação da Palavra@(C#$$. >avorece a medita.%rt!&. 6. 'ar&se&" sem-re -re7erIncia a um salmo em lu#ar do c%amado canto de Jedita. é sinal da ale#ria com que a assembléia recebe e sa)da o Sen%or que vai 7alar e da dis-onibilidade -ara o se#uimento da mensa#em da . A e9-lica.%. a vida. . atin#indo a -roblem"tica do dia&a&dia da comunidade. logo apFs a 7omilia. &6. tendo como re7erencial a -essoa. :2& *on7orme o caso. pela clareIa na dicção.. sobretudo nas comunidades menores e constitu?das -elo -ovo mais sim-les.(o.unto e em %armonia entre si. de modo a inter-elar a realidade da vida -essoal e comunit"ria.(o ao <van#el%o.com :2&A Palavra de 'eus a ser -roclamada e a dimens(o comunit"ria da celebra.catequistabrunovelasco.eitor @= o autor da comunicação da Palavra pela dignidade na apresentação. : & 3 Aleluia ou. Doc. 2bidem.(o da %omilia.(o ativa da assembléia. #. CDAP.(o.&. Palavra de 'eus. S%&*o R ). s?mbolos e encena. aclama. re7/es a-ro-riados. .(o e a -artil%a comunit"ria da Palavra de 'eus cabe a quem -reside a celebra.-. a e9-lica. a dramati1a. . de acordo com o tem-o lit)r#ico. ! . Alguns roteiros da Celebração da Palavra de Deus prevêem. c".(o de louvor e na vivIncia da caridade. a -ostura cor-oral.(o viva da Palavra de 'eus motiva a assembléia -artici-ar na ora. 92. :5& Huando o di"cono -reside a celebra. 6!. se#uida de uma breve -artil%a comum e a com-lementa.&15&'/ !. 91.(o requerem dos ministros da Palavra uma adequada -re-ara.(o.(o da Palavra escutada.catequistabrunovelasco. de car"ter -o-ular. n. Doc. ::& Huando o-ortuno. c". Doc. Proclamar a Palavra é colocar&se a servi. %&/ CDAP. Por esta ra1(o. outro canto de aclama. 0o*!&!% ou .b/ C#$$. quem -reside convida os -resentes a dar de-oimentos. c". 2:-. c". pelo tom de voI. <9-rime a unidade da I#re. (. %. &/ C#$$.nn. c".on)or!%& A$&%*%ção :3& 3 Salmo Aes-onsorial.oa +ova -roclamadaD29E. C#$$. a. -oder" ser e9celente com-lementa.a na mesma 7é e sua ades(o 22. leve&se em conta a maneira de ler.iblico&$it)r#ica e técnica./es concretas da Palavra de 'eusD 91E Poder" %aver troca de idéias em #ru-o. -odem&se cantar re7/es ada-tados. 1'. B lu1 do -lano de 'eus. . 7a1endo -erceber o sentido dos acontecimentos. <m lu#ar do re7r(o do mesmo salmo. des-erte a -artici-a.. n.(o . contar 7atos da vida.(o da Palavra. n. o modo de se vestir e a boa comunica.o de Lesus *risto que 7ala -essoalmente a seu -ovo reunidoD22E. a. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . e9-ressar suas re7le9/es. convém que a %omilia ou a -artil%a da Palavra. o tom da vo1. 93. a miss(o e o mistério -ascal de Lesus *risto. su#erir a-lica. #estos. -or meio do di"lo#o. que #osta de se e9-ressar com #estos.

n. da I#re.com ao Sen%or. sem e9cluir os -edidos de interesse -articular das -essoas.catequistabrunovelasco. 9:./ 2dem.oou com toda a sorte de bIn. a. se. variado e de ra1o"vel -artici-a. 133. %inos. eclesial e lit)r#ica elabora os -edidos.(o que brota do cora.(o do 7iéis -ode&se 7a1er a coleta como e9-ress(o de a#radecimento a 'eus -elos dons recebidos. %&.(.. +ela. #. institui. e9erce sua 7un. Por isso. c".(o D131E. %0/ C#$$. c". . 6 .&. 2 & A comunidade sem-re tem muitos motivos de a#radecer ao Sen%or. 92. A comunidade recon%ece a a. doc.(o dos 7iéis ou ora. +(o 7a1 -arte da *elebra.(o comunit"ria é o @rito de louvor@. c". de corres-onsabilidade da manuten..as ou do louvor -ode reali1ar&se através de salmos.(o da comun%(o ou. ora. n. M. +" (. 131. !/ Cor . %. a. esse momento 7osse. ainda. 95.!. 2:-. o 9 . C#$$.&. <9istem trIs 7=rmulas do *reioG 3 S?mbolo dos A-=stolos. 94. da na.&.(o & a remiss(o dos -ecados@D133E. c". n. doc. Seria bom que.(o. %(5%1/ CDAP.. . Doc.(o universal com #rande sim-licidade.. al#umas ve1es.(o do batismo.c. no 7inal da celebra. >é é ades(o incondicional 7eita somente a 'eus e n(o a -essoas. os 7iéis -edem a 'eus que a salva.n.(o das o7ertas de -(o e de vin%o. a 7orma de celebra.&5. é si#ni7icativo recitar ou cantar a -ro7iss(o de 7é nos domin#os e nas solenidades. Cl . %(a e %6/ C#$$./es ou movimentos %umanos.(o sacerdotal@ D 94E. CDAP. cCnticos. Or%ção do) 2!3!) Or%ção Un!( r)%& 23& A ora. a distribui. +as comunidades maiores.(o da ora.(os@D 99E. 6& c" 2:-. con7iado a elas.(o eucar?stica -r=-ria da missa. atenta B realidade local./es de um 7ol%eto@ 22& A-=s a ora. n. %%.(o dos 7iéis. tornou&se um momento bom. CDAP.(o da comunidade e seus servidores e como #esto de -artil%a dos irm(os necessitados. Isso -ode ser a-=s a ora.n.(o eucar?stica.(o. Doc. Por isso. 24& 3 momento da a. su-licam -elos que so7rem e -elas necessidades da -r=-ria comunidade.(o universal. K ora. que nos aben. 21& A comunidade reunida eleva ao Sen%or sua ora.(o de Lesus. n. 4o* nto do Lou(or 23& 0m dos elementos 7undamentais da *elebra.n. -odem&se usar re7/es cantados e adequados -ara que a comunidade mani7este a sua ades(o de 7é eclesialD 9 E. <ventualmente.%/ 2dem. em #eral. no qual temos a reden. 99. como -elos sinais de vida -ercebidos durante a semana na vida 7amiliar.catequistabrunovelasco. @<le nos arrancou do -oder das trevas e nos trans-ortou -ara o Aeino do seu >il%o amado.. %&. de modo al#um.(o comunit"ria da Palavra a a-resenta. Por @reIadeiras@ entende5se a<uelas pessoas Cs <uais a comunidade recon7ece o carisma de reIar e @puAar as orações@ em momentos especiais da vida. comunit"ria e social.(o de #ra.a o 'eus e Pai de nosso Sen%or Lesus *risto. n.a -ela vida nova que brota da Aessurrei..(o salvadora de 'eus.(o -roclamada se torne uma realidade -ara a I#re.a e -ara a %umanidade. +" ./es litCnicas ou ainda benditos e outras e9-ress/es orantes ins-iradas na -iedade -o-ular. 25& 3 momento de louvor n(o deve ter.(o nas comunidades. a -roclama. @onde o -ovo.c om www. reali1ada -or Lesus *risto e canta seus louvores. com a qual se bendi1 a 'eus -ela sua imensa #l=riaD92E. o S?mbolo +iceno&constantino-olitano e a 7=rmula com -er#untas e res-ostas como a encontramos na Fi#?lia Pascal e na celebra.a e seus ministrosD 95E. onde %" o ministério das re1adeirasD9:E. %&.%.endito se. -ela Palavra ouvida e -ela vida. . a equi-e de celebra. n(o é coerente a @sim-les leitura de inten. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .(o da comunidade animada -elo <s-?rito Santo.&/ c".. Doc.

Aitos 7inais & *om-romisso 92& Pelos ritos de des-edida a assembléia toma consciIncia de que é enviada a viver e testemun%ar a Alian.uda aos necessitados da comunidade. sinal do batismo. K de suma im-ortCncia que todos 132. que nunca dever" 7altar na celebra. 93& Antes de se encerrar a celebra. Poder" variar o momento con7orme o en7oque da celebra.as e do louvor. COn.ão Eu$%r8)t!$% 29& +as comunidades onde se distribui a comun%(o durante a *elebra. .catequistabrunovelasco.(o e e9-ressa o sentido da 7ilia.as -ela adora.(o de #ra. A ora. 3 Pai nosso -ode ser cantado -or toda a assembléia.(o que estamos vivendo. valori1em&se os avisos e as not?cias que di1em res-eito B vida da comunidade.os concretos na edi7ica. 9 & A bIn.(o 'ivina e da 7raternidade.(o -r=-ria dos ministros ordenadosD 132E. a-=s o ato -enitencial. n. 133. 2nstrução 2mmensae Caritatis. da -ar=quia ou da 'iocese. %. <vite&se sua substitui. este -ode ser o bom momento -ara al#uma a. o -(o e a reconcilia.a de 'eus. CDAP. A )agrada Comun7ão e o Culto do -ist=rio +ucarístico "ora da -issa..(o.(o da Palavra. %(b. .a no seu dia&a&dia e nos servi. onde se reali1a normalmente ou no 7inal da celebra. 134.1G C2C. Pode ser no in?cio da celebra. '6. %&.e)./es da Palavra n(o se deve substituir o louvor e a a.(o do *risto.com canto do *ordeiro de 'eus e a bIn. c".(o %a. de -re7erIncia se.catequistabrunovelasco.(o do Sen%or é norma de toda a 3ra.o da -a1 é e9-ress(o de ale#ria -or estar .(o do Pai +osso. -ode ser situada em lu#ares di7erentes con7orme o roteiro escol%ido -ara a celebra.s. como sinal da vinda do *risto. a-=s a %omilia./es -ara7raseados.unto aos irm(os e irm(s.(o. ORAÇÃO DO SEN0OR . 93& *om-ete ao ministro e9traordin"rio da comun%(o. Pode& se reali1ar também a as-ers(o com "#ua. '. 135.(o entre o ato lit)r#ico e os com-romissos da semanaD 135E. A'r%ço d% P%7 22& 3 abra. • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . é e9-ress(o da comun%(o 7raterna.PAI NOSSO 56. 13 . CDAP. -ede o Aeino.(o ao Sant?ssimo Sacramento. é im-ortante -ortanto que na celebra.(o de comun%(o. coleta de donativos em vista de a. CDAP.c om www. c".(o. doc. %(b/ C#$$. o P(o <ucar?stico -ode ser colocado sobre o altar antes do momento da a. n. comoG -artil%a do -(o. c".n.A 3ra. recebimento do d?1imo.(o é um ato de envio -ara a miss(o e de des-edida com a #ra. -(o vivo que desceu do céuD 133E. c".(o da Palavra.(o simb=lica. distribuir a sa#rada comun%(o todas as ve1es que n(o %ouver -resb?tero ou di"cono em n)mero su7iciente e que as necessidades -astorais o e9i#iremD 13 E. @!s ritos da conclusão indicam a relação <ue eAiste entre a liturgia e a vida cristão@ (CDAP. 91& +as comunidades onde n(o %" distribui.(o -or cantos ou ora. Oambém nas celebra.(o de #ra. n. <sses avisos -odem ser uma 7orma de li#a.!P / COn. %'.n. A Co*un. ou outras e9-ress/es simb=licas li#adas B e9-eriIncia reli#iosa da comunidade.a distribu?da da mesaDdo altarE..(o . A comun%(o eucar?stica.a um momento -ara este #esto. n.(o do AeinoD 134E. &!P&/ Congregação para a Disciplina dos )acramentos.

iss o de /é "omento do Lo'vor .-ino de Lo'vor0 Canto .a e com a e9-eriIncia de terem crescido na 7raternidade e com a decis(o de ser testemun%as do Aeino.avisos .orma de Ladainha . R#3!IR# B Ritos Iniciais: D!4.ora$ o .Leit'ras B*+licas .iéis( . 1#.#ra$ o %inten$&es da Com'nidade( Lit'r)ia da Palavra .catequistabrunovelasco. A3O<IA3 A Ritos Iniciais: . com um com-romisso."omento Penitencial .#ra$ o Inicial. R!51! .or poss*vel( Ritos /inais .#ra$ o em .B2n$ o .Canto de entrada .#ra$ o do Pai 1osso Ritos de Com'nh o %onde .inal.Prociss o de entrada com s*m+olos .motiva$ o .inal .Canto .6plica de Perd o .Canto e Prociss o de !ntrada .-omilia . • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .c om www. ANE9OS A-resentamos al#uns roteiros de *elebra.Breve comentário .-ino de 7l8ria %nos dias .com retornem Bs suas casas e ao conv?vio social..Pro.estivos( ..catequistabrunovelasco.#ra$&es da Com'nidade%ora$ o dos .inal .Acolhida .(o da Palavra dos e9istentes entre as comunidades.almo responsorial e aclama$ o . com es-eran.

PAR3ICIPAR DA C#"41-?# Ritos /inais: . !1=IA .A+ra$o da Pa< Ritos /inais: D!4.Canto de Acolhida .catequistabrunovelasco.Pro.catequistabrunovelasco.Aclama$ o ao !van)elho ."omento de A$ o de 7ra$as .-ino de Lo'vor e #ra$ o.#ra$ o /inal . L#4=AR ! A7RAD!C!R .iss o de /é.Canto de Lo'va$ o .Proclama$ o do !van)elho . 1#.B2n$ o /inal R#3!IR# C Ritos Iniciais: =A"#. 1#. #4=IR e AC#L-!R a PALA=RA .Canto /inal .#ra$&es da Com'nidade .almo Responsorial .Canto /inal R#3!IR# D • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .c om www. Lit'r)ia da Palavra: =A"#.Partilha da Palavra .Proclama$ o do !van)elho . /A. 1os /ALA . Irm os .#ra$ o /inal .partilha da Palavra .Avisos .Acolhida da B*+lia .erece dons%coleta do d*<imo( Ritos da Com'nh o: =A"#.com Lit'r)ia da Palavra: D!4.Pai 1osso .A com'nidade o.Prociss o de entrada%Cr'<0 =elas0 B*+lia( . C#"!>AR .Aclama$ o ao !van)elho . "omento do Lo'vor: D!4.9: Leit'ra .9: Leit'ra .Pro.Preces da Com'nidade ..1ot*cias e avisos .iss o de /é =A"#.Comentário e sa'da$ o .

almo responsorial .#ra$ o dos /iéis %ladainha dos .Pro.#ra$&es e .Pai 1osso.Partilha .#ra$ o /inal..Lo'vores e a$ o de )ra$as .antos( .#.or poss*vel( Ritos /inais: .Partilha da Palavra ..a'da$ o inicial .inal .catequistabrunovelasco.Pro.com Ritos Iniciais: .raterna .iss o de /é "omento do Lo'vor: . Ritos de Com'nh o %onde .Pai 1osso .Prociss o de !ntrada com s*m+olos .Aclama$ o ao !van)elho .Acolhida dos irm os .9: Leit'ra .catequistabrunovelasco.Proclama$ o do !van)elho .iss o de /é e aspers o com á)'a . Cele+ra$ o da Palavra lem+rando a =i)*lia Pascal0 para os domin)os do 3empo Pascal e 3empo Com'm.B2n$ o0 Despedida .!ntrada com o C*rio o' velas acesas Palavra de De's: Palavra de De's .Proclama$ o do !van)elho .6plicas da com'nidade .avisos e +2n$ o /inal !. Ritos Iniciais: .A+ra$o da Pa< .#ra$ o .almo Responsorial .Aclama$ o ao !van)elho .momento de sil2ncio . Ritos /inais: .)esto concreto de solidariedade .Avisos .!voca$ o da "iseric8rdia de De's Lit'r)ia da Palavra: Prociss o da B*+lia ."otiva$ o e .ertas.c om www.-omilia o' Partilha da Palavra Resposta da Com'nidade: .Canto a "aria • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .Leit'ra B*+lica .

!van)elho0 homilia #ra$ o dos /iéis #ra$ o da Pa< e a+ra$o de Pa< Prociss o com o P o Consa)rado #ra$ o de Lo'vor Rito Penitencial0 Pai-1osso e =osso é o Reino Com'nh o.almos Prociss o da B*+lia até a !stante .é0 Com'nh o Partilha /raterna Avisos0 B2n$ o0 despedida0 A+ra$o da Pa<.a'da$ o .#ra$ o. !ntrada da á)'a .icados da Lit'r)ia Bi<antina(. -.c om www. 7.iss o de .rimento0 os sinais de vida0 de ress'rrei$ o e de esperan$a. Cele+ra$ o da Palavra com Cele+ra$ o Penitencial Ritos Iniciais: .Aspers o com @)'a: .B2n$ o . Partilhando a vida vivida Comparando a vida com a B*+lia Rito Penitencial #ra$ o dos /iéis0 .Canto de !ntrada . Ritos Iniciais: . Cele+ra$ o da Palavra e Cele+ra$ o da Com'nh o %Adapta$ o da "issa dos pré-santi.Pro.a'da$ o e motiva$ o0 . Aspers o e canto.catequistabrunovelasco.Lo'vor e a$ o de )ra$as .motiva$ o . Leit'ras0 aclama$ o ao !van)elho0 .Canto de entrada e Prociss o com s*m+olos .canto a "aria. Ritos Iniciais: . Lit'r)ia da palavra: Leit'ra B*+lica • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME .sil2ncio .com /.ora$ o Avisos .Pai 1osso0 . ora$ o de B2n$ o da á)'a .despedida.catequistabrunovelasco. Cele+ra$ o onde s o proclamados os sinais de so.. !ntrada e +2n$ o com a B*+lia ..

catequistabrunovelasco.catequistabrunovelasco.iss o individ'al %onde . Con. Pai 1osso . !scolha de 'm )esto penitencial "omento de A$ o de 7ra$as . s6plica de perd o pelos pecados cometidos . Lo'vor A "iseric8rdia do Pai.6plica A "iseric8rdia.or poss*vel( .c om www. A+ra$o da Pa< Ritos .B2n$ o e Canto • Reflexões • Downloads • Liturgia • Crônicas • Catecismo • Crisma • ME . eBame de consci2ncia . prociss o da Cr'<0 canto .salmo .inais.salmos -omilia o' partilha da Palavra "omento de Reconcilia$ o: .com .