O Alcorão e a Papisa Joana | Sedentário & Hiperativo

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O Alcorão e a Papisa Joana
12 nov 2008 | por Marcelo del Debbio em Teoria da Conspiração às 22:03 • editar

Olá crianças, Esta semana continuaremos a história oculta da Igreja Católica, e as origens do Islã, uma das religiões mais bombásticas do planeta, bem como os acontecimentos que dariam início à formação dos Cavaleiros Templários, Hospitalários e Teutônicos. Estamos no ano de 590 DC e São Gregório Magno acaba de ser coroado o 64º papa. Esta é a quinta parte da série “Queima ele, jesus!”. Para quem não estava acompanhando, recomendo ler as partes anteriores deste texto AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. Enquanto o papa Sabiano I (604-606) organizava o número de vezes que os sinos deveriam ser tocados antes da missa ou se as velas deveriam ou não ser mantidas acesas o tempo todo nas igrejas, o papa Bonifácio III (607) decidia quantos dias seriam necessários esperar entre a morte de um papa e a eleição do próximo, Bonifácio IV (608-615) convertia os templos Vestais de Roma em Templos dedicados à Virgem Maria, Aedodato I (615-618) criava o “timbre papal” para validar documentos, Bonifácio V (619-625) instituía “imunidade de asilo” dentro das igrejas e Honório I (625-638) perseguia ingleses e restaurava igrejas em Roma, Abu al-Qasim Muhammad ibn ‘Abd Allah ibn ‘Abd al-Muttalib ibn Hashim estava ocupado batendo em hereges, destruindo ídolos antigos e convertendo guerreiros no deserto Árabe. Allah Akhbar! Para os muçulmanos, Maomé (Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)(570-632) foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos Nascido em Meca, Maomé (louvado seja, Senhor do Universo) foi durante a primeira parte da sua vida um mercador que realizou extensas viagens no contexto do seu trabalho. Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Os muçulmanos acreditam que em 610, quando Maomé (Clemente, o misericordioso) tinha quarenta anos, enquanto realizava um desses retiros espirituais numa das cavernas do Monte Hira, foi visitado pelo anjo Gabriel que lhe ordenou que recitasse uns versos enviados por Deus. Estes versos seriam mais tarde recolhidos e integrados no Alcorão. Gabriel comunicou-lhe que Deus tinha-o escolhido como último profeta enviado à humanidade. Maomé (soberano do dia do Juízo) não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Na opinião dos ocultistas, Maomé (Só a Ti adoramos e só de Ti imploramos ajuda) provavelmente conseguiu entrar em contato com o seu Sagrado Anjo Guardião durante suas meditações, escrevendo os versos do Alcorão da mesma maneira que, 1.300 anos mais tarde, Aiwass teria ditado o Livro da Lei a Aleister Crowley.

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Claro que, para variar, os habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a perseguí-lo, bem como aos seus seguidores (mas nós já vimos este filme antes, certo?). Meca era nesta altura uma cidade-estado no deserto, onde se encontrava um santuário conhecido por Caaba (”Cubo”) administrado pelos Coraixitas. A Caaba era venerada por todos os árabes, sendo alvo de uma peregrinação anual. Nela se encontrava a Pedra Negra (o nome dela é Al-Hajarul Aswad para quem quiser procurar no google… é uma pedra negra com cerca de 50cm de diâmetro que segundo as lendas “foi enviada por Deus dos céus”) e uma série de ídolos, representações de deusas e de deuses, dos quais se destacava o deus nabateu Hubal. Alguns habitantes de Meca distanciavam-se quer dos cultos pagãos, quer do monoteísmo dos judeus e dos cristãos, declarando-se hunafá, isto é, crentes no Deus único de Abraão, que acreditavam ter sido o fundador da Caaba. Apesar de a cidade não possuir recursos naturais, ela funcionava como um centro comercial e religioso, visitado por muitos comerciantes e peregrinos. Em 622 Maomé (Guia-nos à senda reta) foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina). Nesta cidade, Maomé (À senda dos que agraciaste, não à dos abominados, nem à dos extraviados) tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. O seu tio Zubair fundou a ordem de cavalaria conhecida como a Hilf al-fudul, que assistia os oprimidos, habitantes locais e visitantes estrangeiros. O profeta foi um membro entusiasta; ajudou na resolução de disputas, e tornou-se conhecido como Al-Ameen (”o confiável”) devido à sua reputação sem mácula nestas intermediações. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que terminaram com a vitória do profeta e seus seguidores. A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia e estabelecer uma unidade cultural. Após a Hégira, o profeta começou a estabelecer alianças com tribos nômades. À medida que a sua força e influência cresceu, insistiu que as tribos potencialmente aliadas se tornassem muçulmanas. Casou suas filhas com líderes de outras tribos e ele mesmo casou-se com filhas de líderes influentes. Alguns viram agora Maomé como o homem mais poderoso da Arábia e a maioria das tribos enviou delegações para Medina, em busca de uma aliança. Antes da sua morte, rebeliões ocorreram em uma ou duas partes da Arábia mas o estado islâmico tinha força suficiente para lidar com elas. Um ano antes da sua morte, o profeta dirigiu-se pela última vez aos seus seguidores naquilo que ficou conhecido como o sermão final. A sua morte em Junho de 632 em Medina, com a idade de 63 anos, deu origem a uma grande crise entre os seus seguidores. Na verdade, esta disputa acabaria por originar a divisão do islão nos ramos dos sunitas e xiitas. Os xiitas acreditam que o profeta designou Ali ibn Abu Talib como seu sucessor, num sermão público na sua última Hajj, num lugar chamado Ghadir Khom, enquanto que os sunitas discordam.

Matem o Infiel !!! 30 anos após a morte do profeta, a comunidade islâmica mergulhou numa guerra civil que deu origem a três grupos. Uma causa próxima desta guerra civil foi que os muçulmanos do Iraque e do Egito estavam muito putos da vida com os desmandos de poder do terceiro califa e dos seus governadores; outra causa foi a de rivalidades comerciais entre facções da aristocracia mercantil. Após o assassinato do califa, a guerra eclodiu entre grupos diferentes, todos eles lutando pelo poder. A disputa sangrenta só foi terminar com a instauração de uma nova dinastia de califas que governavam desde Damasco (e esta dinastia vai continuar até as cruzadas) Um dos grupos que surgiram desta disputa foi o dos sunitas. Eles tomam-se como os seguidores da sunna (”práctica”) do profeta tal como relatada pelos seus companheiros (a sahaba). Os Sunitas também acreditam que a comunidade islâmica (ummah) se manterá unida. Eles desejavam reconhecer a autoridade dos califas, que mantinham o governo pela lei e persuasão. Os sunitas tornaram-se o maior grupo do Islã (cerca de 84% do total). Dois outros grupos menores surgiram também deste cisma: Os xiitas e os kharijitas, também conhecidos por “dissidentes”. Os xiitas acreditavam que a única liderança legítima era a que vinha da linhagem do primo e genro do profeta, Ali. Os xiitas acreditavam que o resto da comunidade cometera um erro grave ao eleger Abu Bakr e seus dois sucessores como líderes. Já os kharijitas inicialmente apoiaram a posição dos xiitas de que Ali era o único sucessor legítimo do profeta, e ficaram decepcionados quando Ali não declarou a guerra no momento em que Abu Bakr tomou a posição de califa, crendo que isto era uma traição ao seu legado por Deus. Ali foi mais tarde assassinado pelos kharijitas com uma espada envenenada. Os Kharijitas consideravam que qualquer homem, até mesmo um escravo, poderia ser eleito califa, desde que reunisse um elevado carácter moral e religioso, e que era legítimo contestar um poder considerado injusto. Como os critérios de “justo” ou “injusto” são um tanto quanto subjetivos, podemos perceber uma certa tendência para a carnificina aparecendo nesta facção. Tanto foi que em menos de 30 anos os Kharijitas se dividiram em quatro facções: os Azraquitas, os najadat, os sufris e os ibaditas. A facção mais radical de todas eram os Azraquitas: consideravam como pecadores todos os outros grupos de muçulmanos e advogavam a luta

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contra o poder instituído, praticando atos de verdadeiro terrorismo político. Distinguiam-se por duas práticas peculiares: a primeira era uma prova de sinceridade do recém-convertido ao movimento na qual se exigia que este decapitasse um prisioneiro adversário (imtihân) e a segunda constituía o assassinato religioso, que autorizava matar homens, mulheres e crianças fora do grupo (isti’râd). Entendiam que o território no qual viviam os outros muçulmanos era um território de infiéis (dar kufr), onde era permitido pilhar e matar. O Alcorão Entre 650 e 656, durante o califado de Otman, o Alcorão (livro cujo nome significa “a recitação”) se estruturou de uma forma mais oficial. Otman nomeou uma comissão para decidir o que deveria ser incluído ou excluído do texto final do Alcorão. Foi então constituído um “livroreferência” a partir do qual se criaram cópias que foram enviadas para Meca, Iémen, Bahrein, Bassora e Kufra. Somente mil anos mais tarde, em 1694, uma versão completa do Alcorão seria publicada no Ocidente, na cidade de Hamburgo, por Abraham Hinckelmann, um estudioso rosacruz não-muçulmano. De 632 a 661, os muçulmanos dominaram toda a península Árabe, a Pérsia (chegando até Damasco) e partes do Egito (chegando até Trípoli). Por volta de 732, ou seja, um século após a morte de Maomé, os muçulmanos expandiram seus domínios até a Espanha.

Enquanto Isso, no Vaticano… Severino I foi eleito em 640 e seu governo durou dois meses: como primeiro ato, desafiou o Imperador de Constantinopla criticando a Igreja Ortodoxa. Como castigo, o Imperador invadiu Roma, saqueou a cidade e matou o papa. João IV (640-642) também criticou o monotelismo e a Enciclopédia Católica diz que ele “aceitou e repatriou vários dissidentes da Igreja Copta”. Comparando os gráficos, vemos que, na realidade, estes refugiados não estavam deixando a Igreja Copta e se tornando católicos, mas sim fugindo do Egito para não terem suas cabeças cortadas pelos muçulmanos Kharijitas… Teodoro I (642-649) conseguiu durar 7 anos criticando a heresia monofisista, até que foi envenenado por agentes do Imperador. Martinho I (649-655) convocou um concílio em Latrão para terminar de uma vez por todas com estas desavenças e acabou sendo preso e exilado para a ilha de Naxos pelo Imperador, onde acabou morrendo devido aos maus-tratos. Eugênio I (654-657) teve mais sorte. Em 655 os ataques incessantes dos muçulmanos estavam dando tanta dor de cabeça ao Imperador Constante II que ele mal tinha tempo para se preocupar com os católicos. O papa Vitaliano (657-672), vendo que os muçulmanos estavam dominando toda a Pérsia e avançando pela Espanha, tomou uma importante decisão: foi o primeiro papa a autorizar o uso de som de órgãos durante a missa. Adeodato II, percebendo que os muçulmanos haviam tomado diversas cidades no sul da Espanha e estavam fortificando cada vez mais suas posições na Turquia, tomou uma decisão importantíssima: Foi o primeiro papa a datar os seus atos com os anos do seu pontificado e a usar nas leituras a fórmula “Salute ed apostolica benedizione“. O papa Dono (676-678) preocupou-se em resolver uma disputa entre bispos de Ravena, Agato I (678-681) preocupou-se com a Irlanda e com a Inglaterra; Leão II viajou até Constantinopla para o III Concílio de Constantinopla, para dar fim ao monotelismo, mas a seqüência de disputas filosóficas sobre a natureza divina de Jesus prosseguiu pelos governos de Bento II (684685), João V (685-686), Conon (686-687), Sérgio I (687-701) e João VI (701-705), quando finalmente os turcos otomanos cortadores de cabeças vieram bater às portas de Roma, após terem causado por toda a Espanha durante quase 50 anos sem que o Vaticano tivesse mexido um único dado a respeito. A expansão Omíada Muawiya era um homem poderoso, governava a Síria, tinha o seu próprio exército e era o chefe da Casa Omíada. Com o passar do tempo, ele foi cada vez mais liderando os sentimentos de insatisfação que dominavam Medina. A autoridade de Ali foi enfraquecendo e ele acabou assassinado em 661, numa conspiração armada pelos Kharijitas (cortem-lhe a cabeça!!!). Ali foi o último dos califas a representar o verdadeiro conceito islâmico de governante, ou seja, aquele que combina as funções de chefe de estado com as de líder espiritual. Muawiya proclamou-se califa, inaugurando a dinastia omíada, com capital em Damasco, que governou o mundo muçulmano por 90 anos, de 661 até 750. Ainda que Muawiya não possuísse as qualidades de um chefe religioso, ele foi um administrador eficiente e mesmo seus críticos são unânimes em afirmar que ele foi um grande estadista. Durante seu governo ele passou por cima de todas as cidades do Sul da espanha. Seguindo em direção à Ásia, os muçulmanos completaram a conquista de Corassã e chegaram ao território que hoje corresponde ao Afeganistão, ocupando Cabul. Muawiya construiu uma linha de fortalezas ao longo da fronteira, o que ajudava a manter os bizantinos afastados. Herdeiro dos estaleiros bizantinos da Síria, ele criou a primeira marinha do califado, e com ela chegou a atacar Constantinopla. A Reconstrução de Roma João VI e Sísino enfrentaram, com o auxílio das tropas de Ravena, os sarracenos que tentaram invadir Roma. Sísino passou a maior parte dos seus 3 meses de papado reconstruindo as muralhas destruídas de Roma. Constantino passou seu papado (608-615) pregando na Alemanha

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(curiosamente bem longe dos sarracenos), trabalho de fuga de evangelização, que foi continuado por Gregório II, que permaneceu fugindo pregando na Germânia de 715 a 731 (embora tenha mandado erguer e renovar as muralhas de Roma, por medo dos muçulmanos). Gregório II também foi o primeiro papa a enfrentar os iconoclastas. Vamos quebrar tudo!!! Iconoclastia (do grego eikon [ícone], klastein [quebrar]) é a doutrina que se opõe ao culto de ícones religiosos e outras obras, geralmente por motivos políticos ou religiosos. No cristianismo, a iconoclastia é geralmente motivada pela interpretação literal dos dez mandamentos, que proíbem os fiéis de adorar imagens. As pessoas envolvidas em tais práticas são conhecidas como iconoclastas, um termo que passou a ser aplicado a qualquer um que quebra dogmas ou convenções estabelecidas ou as desdenha. As escolas iconoclastas enfatizam a compreensão e a transformação interior. São exemplos delas: o sufismo na religião islãmica, hassidismo e a cabala no judaísmo, advaita ventana no hinduísmo e o zen e o dzogchen no budismo. Esses movimentos nunca se expandiram bastante por serem considerados suspeitos pelas hierarquias religiosas estabelecidas. O primeiro ciclo do Iconoclasmo foi constituído nas culturas judaico-cristã e islâmica e na tradição filosófica grega. O segundo durante o Império Bizantino (século VIII e IX), quando a produção, disseminação e o culto das imagens foram proibidos. A doutrina dilacerou o lado do antigo Império Romano durante mais de um século e provocou uma sangrenta guerra civil, que só terminaria em 843, com a restauração do culto aos ícones na catedral de Santa Sofia, em Constantinopla. Gregório III (731-741) seguiu firme na batalha contra os iconoclastas e também teve uma idéia brilhante: pedir o chamado “Óbolo de São Pedro”, que eram doações de reis e governantes para a manutenção do Vaticano, uma das fontes de renda da cidade até os dias de hoje. Zacarias (741-752) foi o primeiro papa a investir e aprovar uma coroação (no caso, Pepino, o breve, rei dos Francos, em troca de fartos óbolos para a ICAR). Zacarias também enfrentou uma situação inusitada: os mercadores de Veneza estavam traficando escravos cristãos para os muçulmanos. Os próximos sete papas (Estevão III, Paulo I, Estevão IV, Adriano I, Leão III, Estevão V e Pascoal I) passaram seu tempo bajulando ora os lombardos, ora os francos, ora os bizantinos, ora os carolígenos, dependendo de quem tinha o maior exército e desse os melhores óbolos na época. O Vaticano praticamente se prostituiu diante dos reis e imperadores europeus, alternando seu apoio para quem lhe pagasse mais. O centésimo papa, Eugênio I (824-827), organizou a Cúria Romana e preparou novamente o conjunto de leis que regiam a escolha dos papas e as transições do bispado. Enquanto isso, no reino dos sarracenos, Al-Khawarizmi desenvolvia a Álgebra e a Geometria entre as Escolas de Estudos Árabes, difundindo os algarismos que mais tarde ficaram conhecidos como “indo-arábicos”. Com as conquistas muçulmanas, os sábios árabes tiveram contato com as Escolas Iniciáticas Egípcias e absorveram muito do conhecimento de matemática, geometria, astronomia, astrologia, espiritualismo, kabbalah, música e alquimia (Al Kimia significa “do país dos negros”) que os antigos gregos também detinham. Hoje em dia a maior parte destes ensinamentos ainda existe, dentro da filosofia chamada Sufismo (uma corrente iniciática muçulmana que existe até os dias de hoje). A Papisa Joana Os muçulmanos foram avançando pelo território até que conseguiram invadir e saquear Roma em 846, no papado de Sérgio II. O papa Leão IV passou boa parte de seu governo (847-854) reconstruindo os muros da cidade. Quando faleceu, elegeram por unanimidade o papa João VIII… ou melhor, a papisa Joana. A história da papisa Joana é bem controversa. Os católicos vão negar até o último fio de cabelo que ela tenha existido, embora haja um decreto no século IX proibindo explicitamente a sua colocação na lista de papas, a falta de um “João” na lista de papas e a existência da famosa “cadeira papal” que durou do século IX ao XVI não teria razão de existência se não fosse necessário comprovar o sexo do papa por algum motivo. Na época, o escândalo de ter uma mulher infiltrada na Igreja que tivesse chegado à condição de papa teria sido abafado de todas as maneiras possíveis, tendo esta indiscrição perdurado até quase o século XI, quando o respeitável historiador Murdoch MacGroarty (1028-1082) estava compilando a lista de papas conhecida como “Chronicles of the Popes” e chegou a 20 papas de nome João. A lista de papas de Murdoch foi aprovada por Victor III, Urbano II, Pascoal II e Alberic de Montecassino e menciona a existência de uma papisa Joana. Quando refizeram as contas, eliminando a papisa Joana quase 200 anos depois, o papa João XXI se recusou a mudar seu título e acabou ficando uma brecha entre os papas João VIII e João XIX. É ela quem aparece na imagem do Tarot de Marselha ocupando o arcano II, que se chama “Papisa” ao invés do tradicional “Sacerdotisa”. A história mais confiável conta que Joana nasceu na Inglaterra, filha bastarda de um padre que, para ocultar o caso, precisou fugir para a Alemanha, onde a criou como um coroinha. Quando chegou a adolescência, Joana já sabia falar três línguas e possuía uma inteligência fora do comum. Foi enviada para estudar nas melhores escolas, sempre assumindo uma identidade masculina, pois não era permitida a presença de mulheres nos monastérios. Ela possuía um amante, também padre, que a acompanhou à Inglaterra, França e Grécia. Porém, conforme ficavam mais velhos, tiveram de mudar-se para Roma pois em todos os outros monastérios era comum os homens cultivarem barbas e a presença de Joana estava ficando difícil de ser explicada. Joana conseguiu ser nomeada cardeal, quando teria ficado conhecida como João, o Inglês. Segundo as fontes católicas, no dia 17 de julho de 855, Leão IV faleceu. João, em virtude de sua notável inteligência, foi eleito Papa por unanimidade. Apesar de ter sido fácil ocultar sua gravidez, devido às vestes folgadas dos Papas, terminou por sentir as dores do parto em meio a uma procissão numa rua estreita, entre o Coliseu de Roma e a Igreja de São Clemente, e deu à luz perante a multidão. As versões também divergem sobre este ponto, mas todas coincidem em que a multidão reagiu com indignação por considerar que o trono de São Pedro havia sido profanado. Ela teria sido amarrada num cavalo e apedrejada até a morte. O clero de Roma, ferido na sua dignidade e cheio de vergonha por aquele acontecimento singular, publicou um decreto proibindo aos pontífices atravessarem a praça pública onde tivera lugar o escândalo. Por isso, depois dessa época, no dia das Rogações, a procissão, que devia partir da basílica de São Pedro para se dirigir a Igreja de São João de Latrão, evitava aquele lugar abominável situado no meio do seu caminho, e fazia um longo roteiro. Os ultramontanos, confundidos pelos documentos autênticos da história e não podendo negar a existência da papisa Joana, consideraram toda a duração do seu pontificado como uma vacância da santa sede e fazem suceder a Leão IV o papa Bento III, sob o pretexto de que uma mulher não pode desempenhar as funções sacerdotais, administrar os sacramentos e também conferir ordens sagradas. Mais de trinta autores

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eclesiásticos alegam este motivo para não incluirem Joana no número dos papas; mas um fato essencialmente notável vem dar um desmentido formal à sua opinião. A Cadeira Furada Para impedir que um semelhante escândalo pudesse renovar-se, imaginou para a entronização dos papas um uso singular e apropriado à circunstância, o qual leve o nome de “a prova da cadeira furada”. O sucessor de Joana foi o primeiro a se submeter a essa prova, que passou a ser realizada na eleição do pontífice, no momento em que era conduzido ao palácio de Latrão para ser consagrado solenemente. Em primeiro lugar, o papa sentava em uma cadeira de mármore branco colocada no pórtico da igreja, entre as duas portas de honra; essa cadeira não era furada, e deram lhe esse nome porque o santo padre, ao levantar se dela entoava o seguinte versículo do salmo cento e treze: “Deus eleva do pó o humilde para o fazer assentar acima dos príncipes!” Em seguida, os grandes dignitários da igreja davam a mão ao papa e conduziam-no á capela de São Silvestre, onde se achava uma outra cadeira de pórfiro, furada no centro, na qual faziam assentar o pontífice. Antes da consagração, os bispos e os cardeais faziam colocar o papa sobre essa segunda cadeira, meio estendido, com as pernas separadas, e permanecia exposto nessa posição, com os hábitos pontífices entreabertos, para mostrar aos assistentes as provas da sua virilidade. Finalmente, aproximavam-se dele dois diáconos, asseguravam-se pelo tato de que os olhos não eram iludidos por aparências enganadoras e davam disso testemunho aos assistentes gritando com voz alla: “Temos um papa!”. Este funcionário é chamado de Carmelengo e esta função era uma das mais importantes na aprovação do novo papa. Daqui originou-se o termo “Puxa-saco”. Essa cerimônia das cadeiras furadas é mencionada na consagração de Honório III, em 1061; na de Pascoal II, em 1099; na de Urbano VI, eleito no ano de 1378. Alexandre VI, reconhecido publicamente em Roma como pai dos cinco filhos de Rosa Vanozza, sua amante, foi submetido à mesma prova. Finalmente, ela subsistiu até o décimo sexto século, e Cressus, mestre de cerimônias de Leão X, refere no jornal de Paris todas as formalidades da prova das cadeiras furadas a que o pontífice foi submetido. Leão X foi o último papa a ter de passar pela cerimônia de Puxação de saco. Na semana que vem: A Reconquista, os Princípios da Cavalaria Templária E Marosia: gente que faz! —————————— Conforme eu havia prometido, a resposta da mensagem escondida no texto “O Céu, o Inferno e Teodora” está AQUI. —————————— Fui entrevistado em um chat para o pessoal do blog Critical Hit. Ao todo, foram 3 horas de perguntas e respostas sobre RPG, Magia e Teorias da Conspiração. Confira AQUI. —————————— Cursos: Para quem quer começar a estudar simbolismo e hermetismo, recomendo fazer os cursos de tarot e kabbalah primeiro. São independentes, mas relacionados entre si (cada um deles adiciona novos elementos de simbolismo e se complementam). Novembro - 15/11 – Tarot (Arcanos Maiores) - 16/11 – Astrologia Hermética (Intermediário/avançado) - 30/11 – Tarot (Arcanos Menores) Dezembro - 06/12 – Kabbalah - 07/12 – Astrologia Hermética (iniciante) Informações: marcelo@daemon.com.br ———— Novos textos no meu Blog Pessoal: - A Igreja Católica e a Maçonaria - Arcano 1 – O Mago – Beth- Matrix: Benvindo ao Deserto do Real - Física Quântica e a arca da Aliança - A História de Mitra - Beltane: a Fogueira de Belenos - Espessura do Ártico tem Redução Dramática - Algumas Contradições Bíblicas - Fiel da IURD que doa cheque sem fundo vai para o SERASA - Energia Telúrica, Linha de Ley, Pirâmides e Círculos - A História de Ganesha - As Quatro Nobres Verdades - Os Pobres Cavaleiros de Cristo Marcelo Del Debbio 73 Protestos Compartilhe

Comentários

1.

thahy

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12 de novembro • Editar ritmo perfeito… fico imaginando essas informações… datas e nomes num infográfico… putz… vai ser o máximo… agora sim vai ficar realmente interessante novamente! Bjoo meu querido!

2.

héder 12 de novembro • Editar Grande Tio Del Debbio, vlw pelo post! Acredito que está cada vez mais difícil pra vc postar, já que este conteúdo me parece bastante complexo, por isso agradeço por todos ! Acompanho sua coluna a um tempo, confesso que apenas leio mas sinto que parece ter muito mais “conhecimento escondido” srsrsrs nos textos. Gostaria de saber mais sobre judas e a ordem que ele pertencia, existe algum livro fora das ordens iniciáticas sobre ele? vlw

3.

Rocha 12 de novembro • Editar Ótima materia! fiquei esperando ansiosamente falar do islam, já que segui essa religião em algum tempo nas buscas da minha vida. Só tenho uma observação: após o nome de Mohammad (ou Maomé) usa-se somente a frase “a paz e a benção de Deus estejam com ele”. As demais frases citadas, são adjetivos somente para Allah…(não que eu ache que o Marcelo não saiba disso…rs) @MDD – sempre tem alguma coisa escondida nos textos. Você deve saber o que eu coloquei no lugar de “a paz e a benção de Deus estejam com ele”, para os outros leitores… pesquisem.

4.

Guilherme 12 de novembro • Editar Surata da Abertura

5.

Rafael 13 de novembro • Editar DD, Li a entrevista no Critical Hit e vi sua resposta a uma pergunta sobre vampirismo astral. Minha namorada sente praticamente a mesma coisa, falta de energia, febre, estresse, vontade intensa de dormir, dores na nuca e presenças enquanto dorme. Estou me preocupando à toa ou devo procurar ajuda? Obrigado e parabéns pela iniciativa do TdC.

6.

Tamiris L Rendall 13 de novembro • Editar aaa quer dizer que minha ideia foi roubada mais de um milenio antes de eu nascer? Eu sempre quis ser A Papa como sempre… resta a pergunta: pq sempre o adjetivo entre parenteses depois de Maome ? … Muito bom o texto

7.

terugo

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13 de novembro • Editar hahaha boa a cadeira se a papisa era tão inteligente, podia ter inventado desculpa para ficar reclusa nos próximos de parir, um tipo de licença maternidade. até a próxima.

8.

Rabbony 13 de novembro • Editar Uma papa…Isso a Igreja vive escondendo…Se não fosse a dor do parto só se saberia na morte. Tambem que mandou ficar buchuda,,,

9.

EDUARDO 13 de novembro • Editar Ilustre DD, se for para ter algo escondido nos textos….tão na cara assim n devia valer!!! estes trechos que seguem o nome de maomé são trechos do alcorão certo? mais especificamente os salás, orações que os mulçumanos devem fazer todos os dias voltados a Meca. Se for isso eu tow eh ficando bom!!! hehehehe

10.

Rocha 13 de novembro • Editar sei sim…depois de “certa frase” notei a cadencia e onde queria chegar.

11.

Melquisedeque 13 de novembro • Editar Grande DD! mais uma vez bom trabalho. Cheio de conteúdo e informações. A cadeira furada…ainda tem gente que nega a possibilidade de ter havido uma papisa… Ok. tá na cara que os adjetivos usados p/ o profeta, foram trocados pelos usados p/ deus. Todos eles formam a sutra de abertura do alcorão, sendo uma oração. Mas tem algo além???

12.

Estoniano 13 de novembro • Editar Vi sua reportagem, achei interessante uma frase: Porto do Graal?? Pra onde ele foi?

13.

TH13 13 de novembro • Editar “estavam muito putos da vida” OLHA A LINGUAGEM!!!!!

14.

The V3nom

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13 de novembro • Editar Salve DD, nossa um texto super parecido em http://br.groups.yahoo.com/group/portal_paganus/message/13810 Abraço, The V3n0m….

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Márcio 13 de novembro • Editar Seria porque Maomé supostamente foi contatado pelo seu SAG, e não por uma entidade externa e, como tal, os versos são uma afirmação de sua Divindade como homem? Sei lá…

16.

Pinduca 13 de novembro • Editar Assim como a Tamiris mais ali em cima, também gostaria de saber o porquê dos epítetos depois do nome de Maomé, pratica que eu já tinha notado no Trevas. E parabéns pelos textos!!

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HoundDog 13 de novembro • Editar Haha Como sempre ótimo post! Melhor ainda foi ter colocado a Surata da Abertura no meio! O incrível foi q eu tinha acabado de ler a respeito dele em um outro site q falava sobre o Pai-Nosso, ai vem vc e coloca ele ai xD Abraços!

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thomaZ 13 de novembro • Editar DD, gratz… Como sempre, ótimo. Já que você é uma pessoa bastante influente, recomende para seus leitores assistirem o “Earthlings” -Terráqueos. Deve ter no google videos. Creio que seria bom ver isso, pra nossa consciência pesar um pouquinho que seja. Aquele abraço. \m/

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A.I.C. 13 de novembro • Editar http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid274747,0.htm “…Já os evangélicos da Universal do Reino de Deus, congregação com 31 anos de vida, seguiram caminho inverso. Foram buscar inspiração no passado, mais precisamente no século 11 antes de Cristo, para construir a nova sede mundial da igreja, na Avenida Celso Garcia, no Brás, região central. O novo prédio será uma réplica do Templo de Salomão, o primeiro templo de Jerusalém.” adormecido?

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Gharcia 13 de novembro • Editar Curioso; entendia que ests proclamações (Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso) erm legadas única e tão somente a falar-se de Alah . Fiquei surpreso ao ver estas proclamações dirigidas a Maomé.

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Petri 13 de novembro • Editar Grande tio! Parabéns pelo texto, muito bom como sempre. Allah Akbar! Amin Desejo-lhe fortuna

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R3N4TIM 13 de novembro • Editar Texto maneroo !

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Guilherme 13 de novembro • Editar Então, eu sei que não tem nada a ver com o post, mas você tem citado alguns feitos dos papas…qual deles é responsável (se for um papa, aliás) pela criação do Limbo? Obrigado.

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edujanu 13 de novembro • Editar Na opinião dos ocultistas, Maomé (Só a Ti adoramos e só de Ti imploramos ajuda) provavelmente conseguiu entrar em contato com o seu Sagrado Anjo Guardião durante suas meditações, escrevendo os versos do Alcorão da mesma maneira que, 1.300 anos mais tarde, Aiwass teria ditado o Livro da Lei a Aleister Crowley cara Maomé era analfabeto, quem escreveu esses texto para ele?

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BYS 13 de novembro • Editar EM NOME DE DEUS, O CLEMENTE, O MISERICORDIOSO Em Nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso Louvado seja Deus, Senhor do Universo O Clemente, O Misericordioso Senhor do Dia do Juízo Só a Ti adoramos, e só de Ti imploramos ajuda Guia-nos à senda reta, À senda dos que agraciastes, Não à dos abominados, e nem à dos extraviados (Surata de Abertura do Alcorão, primordial na oração islâmica. Ela

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contém a essência do Alcorão e é recitada em todas orações) Só joga no google, fiquei encucado e procurei!

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Nathan 13 de novembro • Editar “No princípio era o verbo. E o verbo estava com Deus. E o Verbo era Deus”. Allah é o único Deus e Maomé é seu profeta. Maomé também foi o verbo. E o ponto final. Tio DD. Qual é a chave para o post anterior? O design da Foto do Fernando Pessoa não seria a “própria frase”? Lembro de ter visto em algum lugar que não lembro onde, que um dos tipos de chave poderia ser uma folha com alguns recortes. Se ela fosse colocada por sobre o texto em que a mensagem oculta estivesse, revelaria o texto, parecido com o que vc fez deixando as palavras certas em negrito e as restantes quase transparentes.

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Nathan 13 de novembro • Editar Ah..outra coisa…..usar o termo “O Alcorão” ao invés de “O Corão” tem algum motivo em especial? Um muçulmano deu uma palestra e disse que o sufixo “Al” é desnecessário em português, ficando apenas “corão”.

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Evandro 13 de novembro • Editar DD, sobre o chat que vc participou. Vc disse que assiste a série Lost correto? Seria ótimo um post sobre isso, mostrando sua visão. Falando sobre os poderes da ilha, as manifestações, os nomes biblicos a Dharma e os personagens. O q acha?

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Renato" Filho 13 de novembro • Editar Tio, Esses versos que você colocou entre parênteses depois do nome Maomé é alguma mensagem subliminar? Pesquisei e vi que referem-se ao Salá, Salat ou Salah, as cinco orações que os muçulmanos devem fazer diariamente. Isso faz algum sentido ou você só colocou como uma mensagem subliminar?

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PV 13 de novembro • Editar Mto bom o texto!! Vi o adendum esses dias, gostei muito. Sabe de alguma coisa aqui em SP? Abraços!!

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Hounston 13 de novembro • Editar hahahahah mto bom esse texto

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Bolívar 13 de novembro • Editar “Entre 650 e 656, durante o califado de Otman, o Alcorão (livro cujo nome significa “a recitação”) se estruturou de uma forma mais oficial. Otman nomeou uma comissão para decidir o que deveria ser incluído ou excluído do texto final do Alcorão. ” Marcelo, Isto foi um concílio de Nicéia das Arábias? Devem ter distorcido algumas coisas também né?

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Gustavo Araujo 13 de novembro • Editar Essa foi mais fácil… com ajuda do google dá até pra ver a oração do meio dia na linguagem original: Al hamdu lillahi rabbi al-alamin; Ar-rahmanir rahim; Maliki yawmid-din ! Iyyaaka na’budu wa iyyaaka nasta’iin; Ihdinas-siraata-al-mustaqiim; Siraata-al-laziina an’amta alaihim. Ghairil magh-dúbi alaihim, walad-dalin. Amin Abs

34.

Gustavo Araujo 13 de novembro • Editar Existe algo além da Fatiha nas entrelinhas? Abs

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Gustavo Araujo 13 de novembro • Editar Errata: Não só do meio dia, de tds os horários… salve o wikipédia!

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Land 13 de novembro • Editar O que aconteceu com o dúvida razoável?

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Felix 13 de novembro • Editar Caro, Interessante mencionar o Grande fato da “Coroação” dos Francos pela ICAR. TFA

38.

TiriX

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13 de novembro • Editar Fala DD!! Quando vc vai falar de Castañeda, meu irmão?

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Orion 13 de novembro • Editar Achei alguns termos do texto meio “deslocados”, e por isso pensei que poderia haver uma mensagem oculta… Selecionei, procurei no Google e, além de algumas fontes usadas na pesquisa, encontrei um texto que continha o seguinte poema: “Não permita Deus que eu morra Rosa dos seus e dos outros, Sem que ainda vote em você; Rosa da gente e do mundo, Sem que, Rosa amigo, toda Rosa de intensa poesia, Quinta-feira que Deus dê, De fino olor sem segundo; Tome chá na Academia Rosa do Rio e da Rua, Ao lado de vosmecê, Rosa do sertão profundo!” Algum significado, ou só “coincidência”? Abraço, DD!

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thomaZ 13 de novembro • Editar Marcelo, Nos fez entender como funciona a lógica de se esconder as pérolas dos porcos (me incluo nesse último). Raulzito me passou essa mesma idéia de coisas escondidas quando disse na música S.O.S : “E nas mensagens Que nos chegam sem parar Ninguém, ninguém pode notar Estão muito ocupados Prá pensar…” Estamos tão ocupados pensando, que não paramos para perceber caisas em baixo do nosso nariz neah… Em relação à madame Joana, a Pepsina, figura feminina também importante na história da fé ICARiana, essa idéia de mulher se passando por homem é bem explorada, assim como em Lord Of the Rings, quando na guerra, Éowyn se passou por um guerreiro, e matou o Nazgûl que não podia ser morto por um homem(ficção), além da ilustre Joana D’Arc (realidade). Mercadores de Veneza?! Agora que venham as imagens e os outros meios!!! Obrigado, Del Debbio. ^^

41.

Lucas Toledo 13 de novembro • Editar Boa coluna MDD Apesar de igreja não ser um dos meus temas favoritos =P até semana que vem.

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Gui Losilla 13 de novembro • Editar MDD, belo texto, muito legal mesmo!!! Não sei se vc conhece o historiador Jacques LeGoff, um dos melhores medievalistas que existe, tem um ótimo livro sobre a criação do purgatório. Leitura obrigatória. Abraço!

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Alexandre 13 de novembro • Editar Oração do meio-dia? Salat az-Zuhr?

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Saulão 13 de novembro • Editar eu queria saber como achar a mesagem secreta do post de Teodora =/

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Rafael 14 de novembro • Editar Excelente texto. Encontrar, em um único local, referências – algo difíceis de encontrar em locais confiáveis – me faz agradecer produndamente o seu empenho em divulgar assuntos que todos deveríamos ler com muita atenção antes de aceitarmos a verdade da Igreja Católica como sendo absoluta. Nasci Católico, mas, conforme vivo meus dias, me afasto mais de sua doutrina e me aproximo mais de outras correntes que explicam as verdades – e não A verdade – do mundo, que acrescentam verdadeiro conhecimento. Agradeço de coração e aguardo a próxima coluna. Enquanto isso, continuo buscando referências sozinho, uma vez que, o que sei até hoje, foi desta forma que consegui… nunca tive alguém para me orientar. Novamente, obrigado.

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thahy 14 de novembro • Editar @thomaZ bem lembrado, esse documentário é fantástico… já publiquei no meu blog, vou colocar uma aba so pra ele…

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Marcos 14 de novembro • Editar Ola titio Eu sempre imagino pq o Islamismo esta crescendo no mundo …estima-se que em 2050 os mulcumanos sera maioria no planeta. Vc sabe me dizer um dos pqs ? Um abracao

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Daniel Macedo 14 de novembro • Editar Olá Marcelo, Eu vi na sua conversa em chat no site Critical Hit a menção novamente a cursos em BH. Bom… to tentando falar com você a umas 2 semanas sobre isso… Tentei teu e-mail… orkut… agora aqui. Há uns seis meses eu tinha conversado com você e fiquei de olhar um local, por “n” fatores eu não tive condições disso, mas agora as coisas acalmaram e estou com vontade de levar isso adiante. Acho que você consegue ver meu email pelo comentario aqui no SH, se n conseguir tem um email meu na tua caixa do email da daemon. Acho que seria muito proveitoso um curso aqui em BH

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Amin 14 de novembro • Editar Sou muçulmano de nascença, achei bem bacana o livro, não entendi pq al fatiha ficou após o nome de raçulullah, mas OK, só para ressaltar, o Alcorão foi compilado em forma de livro no califado de Othman, mas era hábito, e é ainda nos dias atuais, a memorização do alcorão pelos fiéis, isso assegura a originalidade do livro sagrado. o que foi definido não foi o q estaria ou não no livro mas a organização das suratas, a primeira surata a ser revelada é a que começa com (ikra) onde o Anjo gabriel ordena Mohamad (SAAS) ler, mas se vc buscar no alcorão ela é uma das ultimas. Parabéns pela matéria.

50.

Dan 14 de novembro • Editar Marcelo, quando vc disse que Maomé entrou em contatato com seu Sagrado Anjo Guardião eu nao pude deixar de lembrar q em uma coluna beeem antinga vc disse que quando os católicos resam com muito fervor e dizem q viram Jesus, eles na verdade conseguiram entrar em contato com o seu Eu interior. Seria o mesmo fenômeno ou o Sagrado Anjo Guardião é o nosso guia espiritual de mais alto padrão vibracional?

51.

Tarcizo Ferreira 14 de novembro • Editar “e as origens do Islã, uma das religiões mais bombásticas do planeta,” foi uma piada MUITO ruim.

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Petch 14 de novembro • Editar Eu falei a algum tempo com muçulmanos, e eles falaram algo sobre os judeus e cristãos serem “povos do livro”, e sobre a obrigação que os que seguem o Islão tem de ajudar os “povos do livro”. Mas segundo a historia, (e o seu próprio post XD) não foi bem isso que aconteceu nos séculos passados… sinceramente eu não posso deixar de achar todos eles muito hipócritas e Maomé um grande aproveitador, cujo os únicos meritos foram o de grande líder politico e ter instituido o monoteismo no meio dos árabes supersticiosos.

53.

Trojan 14 de novembro • Editar Ixi, to ferrado então, sou péssimo com palavras, não leio o Alcorão. Mas sou bom com imagens, e sei q aquela imagem tem coisa (assim como todas as outras.) mas to longe de ser iniciado, fazer oq? Mas acho q deu pra aproveitar uma boa parte disso ai. Bem, boa coluna.

54.

Saulão 15 de novembro • Editar pow…. desculpa perguntar sobre a mensagem escondida…. não tinha lido esse post anda ;**

55.

Alisson 15 de novembro • Editar DD, me corrija se eu estiver errado: os Azraquitas influenciaram diretamente o Hamas (ou é o Fatah, não sei) nas suas práticas iniciáticas.

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Digo isso por causa de um vídeo que vi uma criança decaptando um prisioneiro. Perdi o link e não consegui postar o vídeo, mas quando achar colocarei aqui.

56.

Mingau di Mixirica 16 de novembro • Editar Existe algum motivo para a Surata Al-Fatiha estar dividida em 7 partes, sendo atribuidas ao nome de Maomé?

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Evandro ML 16 de novembro • Editar Tio MDD, estou com 3 dúvidas. Primeiramente: conheço sua coluna há bastante tempo, mas só há uns meses comecei a lê-la (dps de assistir tua palestra sobre astrologia hermética em campinas), foi quando surgiu a minha primeira dúvida: *** (se eu estiver falando bobagem, me avisa) Você disse diversas vezes que as ordens iniciáticas têm um certo “voto de silêncio” ou alguma coisa do gênero. Eis a minha dúvida: ao tornar este tipo de conhecimento público na internet, você não estaria aginda contra esse tal “voto de silêncio”? ou não? *** Aqui no mundo do Créu (hahah), existem aquelas aulinhas de Yoga, que normalmente são feitas em academias, ginásios etc. A minha dúvida é a seguinte O QUE de útil/proveitoso pode ser tirado dessas “aulas” de yoga? *** Outra dúvida é sobre vegetarianismo. Li por aqui, que os pitagóricos estudavam o “vegetarianismo”. Esse vegetarianismo estudado pelos pitagóricos tem alguma ou nenhuma relação com este vegetarianismo de hoje em dia, que prega o não sofrimento dos animais etc etc etc? Abraços, Evandro Marques Luís credo quia absurdum

58.

chains 16 de novembro • Editar obrigada!

59.

Fábio 16 de novembro • Editar Pra quem gostou da coluna e gosta de analogias tentem ler Duna do Frank Herbert, messias, intrigas, deserto, tribos unificadas, império, “petroleo”, sociedades feudai, sociedades discretas, entre outras coisas. Agora uma pergunta DD: Você conhece alguma coisa sobre o B. Traven? Sei lá me pásou pela cabeça que ele pudesse ser um iniciado. No mais parabens pela coluna. Um abraço.

60.

Fredd 17 de novembro • Editar DD, Gostaria de sanar uma dúvida, qual seria a relação entre consagrados e opus dei? e o que seriam consagrados?

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Valeu

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Luke 17 de novembro • Editar Perfeito tio D.D.!! Mas soh tenho uma dúvida. A ICAR num fez poha nenhuma pra ajudar o “seu povo” dos cortadores de cabeça ou como sempre eles soh queriam o dinheiro deles?

62.

vivekananda 18 de novembro • Editar o correto é advaita vedanta, e não advaita ventana. nem publica o comentário, mas corrige aí meu.

63.

chicken nipples 18 de novembro • Editar copiado da wikipedia > > > “Ismael , Ishmael ou Yishma’el (do hebraico , em árabe ‫ )إ‬personagem do Antigo Testamento, era filho do patriarca Abraão com sua criada egípcia Agar. Só que após Sara, a esposa legítima de Abraão dar a luz à Isaac, ele foi enviado ao sul, junto com sua mãe. No século VII, beduínos liderados por Maomé recuperaram a história de Ismael e, baseados nela, fundaram a religião islâmica. No Islão e no Alcorão, Ismael é considerado profeta e ancestral de todos os árabes.” >>>>>essa história é muito louca… o filho d’O JUDEU + uma egipicia (q de escrava não devia ter nada – devia ser mais uma sacerdotiza casca grossa) se torna o maior profeta da religião islamica?!?!!? sempre que ouço bem de maomé, lembro dessa história – q acaba me trazendo uma sensação ruim: pra que maomé resgataria uma história tão cheia de rancores, ciumes como a de Ismael? História essa que cruza especificamente com a história matriz do povo judeu? Resgatando a história de Ismael e tornando esse vulto histórico um dos maiores PROFETAS da nova religião que ele acabava de instaurar ele trazia junto toda a rança de um filho que era muito esperado, mas depois era descartado com usa mãe por “Algo melhor” – sei lá… o q vc acha disso DD? tem algum lugar mais confiavel pra continuar essa pesquisa?

64.

chicken nipples 18 de novembro • Editar detalhe::: acabei de ver aqui rapidinho… falando de levantar coelhos rancorosos: BATE-SEBA, a mãe do salomão… engravidou do rei davi ainda casada com um soldado que foi mandado pelo rei davi para uma batalha para q morresse (rsss) e deixasse o caminho livre para o rei ricardão, digo davi…. esse eh o rei neh… imagina soh q exemplo pro povo… benzadeus…

65.

Gustavo Araujo 20 de novembro • Editar Olhando a primeira foto… tem uma cabeça de touro entre as pernas do camarada de chapéu branco? E aquilo no peito dele é um compasso e um esquadro? hehehe Quem pintou/desenhou esse quadro/desenho? Abs

66.

BIRIGUI NINJA 20 de novembro • Editar

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Bom dia, Marcelo! Gostaria de primeiro agradecer pela coluna que você nos tras toda semana. Eu comecei a ler a coluna semana passada e já estou no post “o diabo não é tão feio quanto se pinta P&R”. Quando terminar de ler todas as colunas vou voltar a ler tudo novamente. Tenho algumas duvidas aqui, mas só farei depois de ler todos os posts para não fazer nenhuma repetida. Eu gostaria de saber onde posso encontrar livros de ocultismo de qualidade para comprar, pois aqui no interior o maximo que consigo são livros espiritas e de filosofia de artes marciais (que contem preceitos e ensinamentos otimos, como no livro “a arte cavalheiresca do arqueiro zen”, ultimo que li). Se voce conhecer algum site especializado, por favor nos informe. Ah, ja ia me esquecendo: Voce conhece (creio que não) os integrantes das lojas maçonicas da cidade de Birigui ou Araçatuba – SP? Se conhece, eles fazem algum estudo mistico aqui? Estou perguntando porque ja que estou interessado nesse cominho, espero encontrar um mestre que possa me conduzir (claro que o tio marcelão é o primeirão, hehehe). Bom é isso, outro dia eu volto a postar. Um bom final de semana e obrigado pelos ensinamentos. Abraços.

67.

Petch 20 de novembro • Editar Tem um touro escondido na 1ª imagem! nãaao, eu devo estar vendo coisas… u.ú

68. Pornocracia: Assassinatos, sexo e crucifixos | Sedentário & Hiperativo 22 de novembro • Editar [...] Esta semana continuamos com a nossa série a respeito da História Oculta do Vaticano e sua expansão através da Europa, em paralelo com a evolução do poder muçulmano na Arábia e Merovíngio no Sul da França. Da Reconquista da Espanha surgirão as bases das Ordens de cavalaria que mais tarde irão culminar com a fundação da Ordem dos Cavaleiros Templários. Para quem começou a ler o blog agora, recomendo começar a série “Queima ele Jesus!” por estes posts AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. [...]

69.

Gus Sousa 27 de novembro • Editar ” Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso. Louvado seja Deus, Senhor do Universo, Clemente, o Misericordioso, Soberano do Dia do Juízo. Só a Ti adoramos e só de Ti imploramos ajuda! Guia-nos à senda reta, À senda dos que agraciaste, não à dos abominados, nem à dos extraviados.”

70.

Paulo Craici 27 de novembro • Editar Mais uma vez parabéns DD pela compilação que está fazendo das histórias dos papas, exceto pela papisa que conheci algo em aulas de historia na escola (falando nisso aprendi que o exame “papanicolau” recebeu esse nome por causa dela, mas pelo que pesquisei é o sobrenome do médico que criou o exame), não sabia nada do que está nos apresentando aqui sobre papas, politica e os momentos históricos. Abraços

71. Psicodelias, Relâmpagos e Catedrais | Sedentário & Hiperativo 04 de dezembro • Editar [...] história de seus papas, até chegar em Urbano II “Porque Deus quis” pode ser lida AQUI, AQUI, AQUI e AQUI. Do outro lado, a história paralela dos Construtores do Templo, as guildas de maçons [...]

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72.

Lorran Luiz 20 de abril • Editar Não querendo ser puxa-saco, digo que este post ficou ótimo!!!

73.

inaya 01 de junho • Editar achei uma única coisa errada em tudo o que foi esclarecido e gostaria q fosse corrigido! essa frases em parenteses depois do nome do profeta sao unica e exclusivamente dedicadas a Deus e fazem parte e uma oraçao como jah foi comentado.. q eh a surat al-fatiha! ok.. mtu bom texto!!

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