Reflexão sobre a Percepção de Valor Intrínseco | Sedentário & Hiperativo

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Reflexão sobre a Percepção de Valor Intrínseco
23 nov 2008 | por Eightbits em Teoria da Conspiração às 13:34 • editar

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

/ A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post em abril de 2007 era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser? Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo

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mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho. Vi no Teoria da Conspiração 71 Protestos Compartilhe

Comentários

1.

Anônimo 23 de novembro • Editar Leio o S&H todo santo dia e é a primeira vez que vou postar porque realmente esse post é incrível, nos faz pensar o quão ridículo é o ser humano afinal compramos o que não precisamos, pra impressionar quem não conhecemos com o dinheiro que não temos.

2.

Jardel 23 de novembro • Editar Mas há dois fatores a considerar: o “público alvo” no metrô pode não ser o mesmo do Symphony Hall, e também, as pessoas não estavam totalmente desocupadas. Quando vão a um espetáculo, sua atenção está voltada somente ao espetáculo… Já no metrô, geralmente temos outras coisas em mente…

3.

Turbs 23 de novembro • Editar Na verdade, não faz diferença nenhuma pelo que o por que os valores são ditados, em outras palavras, por onde o gado pasta. Vi pessoas saindo do filme adaptado do livro do Saramago discutindo sobre qual fast-food iriam comer. Quem vê como isso se dá, e se incomoda, vai atrás, se informa e critica; Para outros críticos lerem. Para quem não quer ver, não adianta fazer essas demonstrações, é conteúdo absorvido e descartado pela maioria. São tão preguiçosas que o pensamento se limita naquilo que foi exposto, não conseguem relacionar esse vídeo para consigo mesmas. Resumindo, poucos são os que mudam, menos ainda são os que fazem mudar. Mas quem sou eu para falar algo? Tenho um PC e uma camisa Polo. ;P Eu mudo para não mudar. Eu me calo para não mudar.

4.

Tales 23 de novembro • Editar Muito bom. É o que eu chamo de ‘um belo tapa na cara’.

5.

sdm 23 de novembro • Editar De fato um velho post, mais tao curioso e reflexivo o tema que poderia ser postado mais vezes! ^^

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6.

jonatan 23 de novembro • Editar Hoje em dia o povo só pensa em musica do creu.

7.

Dr Godinho 23 de novembro • Editar se me lembro bem teve UMA mulher que reconheceu ele e deu 10 ou 20 dolares… mas no total ele tinha ganho uma ninharia.

8.

igor otoni 23 de novembro • Editar Concordo em parte. Não podemos vincular a falta de interesse das pessoas nessa situação só ao materialismo ouconsumismo. Temos que levar em consideração o foco e o momento. Quando se vai a um espetáculo, se vai aberto a absorver as experiências que lá são transmitidas, e se tem um ambiente que permite fazer essa análise. Já numa estação, o foco e percepção das pessoas está voltado a outros objetivos, o que faz seus sentidos se direcionarem naquilo. Consequentemente as coisas em volta não são muito levadas em consideração. Muito provavelmente, se a pessoa fosse para a estação esperando encontrar aquela situação, com certeza a atenção seria diferenciada. Estamos muito acostumados a criticar nosso sistema comercial, mas não podemos colocar a culpa de tudo nisso. Existe sim, e muito, a superficialidade vinculada ao que é exposto na mídia, mas existe o outro lado. O perigo é a generalização.

9.

Sasquatch 23 de novembro • Editar Isso é mais ou menos o que ocorre aqui em Brasília durante o “Festival de cinema”. Sempre tem uma galera que fica na porta e nunca entra, pagando de intelectual! É muito chique dizer que foi a teatro tal e viu um tremendo musico ou peça de teatro, mas não para para ver uma bela obra arquitetônica na sua rua ou um excelente artista. abraços S&H

10.

Diego 23 de novembro • Editar Primeira vez que vejo um post aqui no sedentário que me chamou a atenção profundamente. Estão de parabéns. O ser humano muitas vezes é, realmente, levado. Aprecia várias coisas, pelo simples fato de que todos dão valor à essas coisas, como por exemplo, como já dito, marcas de roupas (beleza) e muitas outras coisas, que só pela etiqueta tem mais valor, mas que talvez tenha uma qualidade menor que um outro produto sem etiqueta! Mas a culpa não é das industrias que tentam manipular, elas fazem seu papel, a culpa é de todos nós, ou muitos de nós que são manipulados e agem como “eles” queiram que a gente haja! É para se pensar, o problema do caitalismo é a acumulação de capital pelo simples fato de acumular, se não dermos tanto valor para as coisas pelo simples fato de todos darem valor, iremos comprar marcas alternativas que poderiam fazer com que haja uma melhor distribuição de renda. Mas é isso, não aidanta eu ficar aqui escrevendo, o ser humano sempre age sistematicamente, age como um grande sistema, já sem controle!

11.

Jaum 23 de novembro • Editar Concordo em partes, querendo ou não, a apresentação foi colocada em um ponto estratégico para a rejeição, a ENTRADA/SAÌDA de uma estação, onde pessoas cotidianas estão com pressa para ir a algum lugar em uma hora específica, poucos dos que passariam ali, iria perder o seu compromisso. Uma pessoa que tem interesse e conhecimento pela arte que ele apresentava, ou pelo instrumento, com certeza iria parar e apreciar a sua

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apresentação e reconhecer, assim como o instrumento e o músico. Talvez se colocassem em uma fila de banco, poderia forçar as pessoas a apreciarem uma coisa desconhecida e assim despertando um novo gosto. Quem sabe, quando elas passassem na frente de algum teatro e vissem o anúncio de tal espetáculo e se perguntassem ” Já vi esse cara tocando, vamos entrar ? “

12.

Marina 23 de novembro • Editar Existe algum link para a seção do Washisgton Post que traz essa proposta? O link colocado na descrição do vídeo no Youtube não funciona…

13.

MaryMeg 23 de novembro • Editar Eu li essa reportagem em um excelente traduçao da revista piauí, há cerca de 1 ano. A impressao que eu tive é de que a conclusão era, muito mais que a importancia dada à moldura, a forma como passamos despercebidos pelo belo. http://www.revistapiaui.com.br/edicao_10/artigo_107/Perolas_aos_poucos.aspx

14.

Izaias 23 de novembro • Editar “Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.” Não é mais fácil supor que esta experiência nos mostra que, em plena hora do rush, em uma estação de metrô barulhenta, com a cabeça pensando em todas as coisas que vc ainda tem pra fazer no dia, as pessoas não reparam em uma música suave tocando? Particularmente, não acho nenhum absurdo q as pessoas não notem Joshua Bell tocando. Fosse o Mc Créu ali tbm não notariam. Conclusão: Não é uma boa idéia gastar com sistema de som ambiente em estações de metrô. Ninguém presta atenção mesmo.

15.

Makkz 23 de novembro • Editar Já tinha visto, mas realmente nos faz pensar. Na verdade, o que importa é onde você está e com quem você está.

16.

jik 23 de novembro • Editar “bem na hora do rush matinal.” Isso foi completamente manipulado. Colocasse o carinha tocando em algum lugar movimentado num fim de semana. Afora o fato da música clássica ter um público que é um tanto quanto seleto.

17.

Manssur 23 de novembro • Editar Faço das palavras do colega acima as minhas. Belíssimo post! Pelo que vi o texto foi exposto aqui Ipsis Literis da forma como foi escrito no citado Blog. De qualquer forma, o S&H está de parabéns por ter tido a sensibilidade de publicar algo tão nobre e tocante.

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18.

Thiago 23 de novembro • Editar Somos marionetes, não passamos de consumidores e esse vídeo mostra muito bem!

19.

brunomocsa 23 de novembro • Editar Isso só prova que o povo nao gosta de arte, e nem de musica classica na ocasiao. Se gostassem , nao importaria se fosse uma pessoa famosa ou um mendigo, um Stradivarius de 1713 ou um violino qualquer, pararariam para ouvir de qualquer jeito. Eu , se visse uma pessoa tocando violino na rua concerteza pararia pelo menos 15 minutos, adoro esse instrumento, acho lindo. Mas como a grande massa da sociedade é da cultura fast-food, nao sabem apreciar a dificuldade e a brilhantesa de uma musica classica, as pessoas nao param para ouvir. E quando shows de orquestras enchem de gente , podem saber, 60% estão lá para “adiquirir um bottom”, se eh q me entendem.

20.

brunomocsa 23 de novembro • Editar É como que, na rua você não pode passar a imagem de apreciador de música classica. Mas dentro de um show de uma orquestra você pode COMPRAR a imagem de apreciador dessa musica, para talvez impressionar os outros.

21.

Khronos 23 de novembro • Editar Infelizmente é algo que acontece mesmo. Quando eu vou tocar na rua, é raro alguém que pare para olhar ou ao menos olhe enquanto passa andando. É triste rs.

22.

Frenzy 23 de novembro • Editar “compramos o que não precisamos, pra impressionar quem não conhecemos com o dinheiro que não temos”.

23.

Minare 23 de novembro • Editar Nossa que emoção!!… Queria ser famoso pra fazer essas coisas tbm..^^] Imagina o que o cara deve penssar =X

24.

Evandro 23 de novembro • Editar Sinto dizer, mas isso é totalmente sem nexo, as pessoas acordam de manhã e voam correndo para o trabalho, ela passa despercebida para tudo, atrasado+estress é impossivel parar para apreciar ou prestar atenção em alguma coisa. Agora quando estão em um concerto elas estão na maioria das vezes relaxadas e estão ali para ouvir e apreciar a música. Botar um cara, as 7 horas da manhã em um metrô, no horário de rush e querer tirar conclusões assim é muito sem nexo.

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mongo 23 de novembro • Editar É questão de localização O metro é um local de passagen e ninguem vai para mesmo Agora numa praça a situação seria bem diferente

26.

Bruno 23 de novembro • Editar Se fosse algum artista pop qualquer o pessoal teria parado e rodeado, mas como era “apenas” um violinista o pessoal não deu importância.

27.

hermes 23 de novembro • Editar é só uma relação de público alvo. quem anda de metro não paga 1000 dinheiros para ver um violinista, mas paga 1 dinheiro para ver o “cara do gato”. se fosse o “cara do gato” ou o “cara que pula por entre facas pegando fogo com louvor”, as pessoas parariam para assistir.

28.

Alex Frachetta 23 de novembro • Editar As conclusões são discutíveis, mas a iniciativa foi ótima! A sociedade precisa de uns tapas na cara de vez em quando.

29.

Monk 23 de novembro • Editar Como muitos já disseram e argumentaram muito bem. A experiência não tem muito nexo. A conclusão é até interessante e concordo com ela. Mas essa experiência não leva a essa conclusão.

30.

João Leme 23 de novembro • Editar O que o Evandro disse é mais uma comprovação da coisa toda. Pessoas angustiadas no dia a dia correndo atrás de dinheiro, para comprar coisas das quais nem sempre precisam. Em gurpo, movidas pelo “consciente” coletivo apreciam obras de arte, pagam preços altos, mas o que procuram é serem aceitas como parte de algo. No filme waking life existe um carinha que toca cavaquinho e fala sobre isso… Acordar cedo todo dia, trabalhando, viver angustiadamente e perder a capacidade de sentir o mundo ao seu redor. Mas discordo do Evandro, isso não é normal não, pode ser rotineiro, a maioria pode ser assim, mas isso não é normal mesmo assim. http://www.youtube.com/watch?v=URLiThO_0Ck As pessoas desistem de viver pra ganharem dinheiro, isso jamais pode ser normal!

31.

Renato S 23 de novembro • Editar

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realmente um otimo post e como teoria da conspiraçao eu queria fazer um pedido de post sobre O livro de Mozilla fiquei intrigado obrigado ;]

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Zizo 24 de novembro • Editar Até que enfim a populução está abrindo os olhos para isso, assisti “clube da luta” a um bom tempo, e foi o que me fez abrir os olhos para o mundo, que as pessoas compram o que não querem com o dinheiro que não tem para imprecionar gente que não gosta sendo quem não é… A proposito para quem nunca viu “clube da luta” recomendo muito, porque se esse post INCRIVEL não foi capas de abrir seus olhos, de que para sociedade é bom o que é cara e o que passa na TV, esse filme com certeza vai abrir.

33.

Tcharam!!! 24 de novembro • Editar Tcharam!!! Esta serto que ele toco em um metrô e as pessoas que passaram por la eram trabalhadores e estavam com pressa,etc… Mas, o fato é que as pessoas não dão valor no que é bom. As pessoas que passaram por la não eram surdas, elas eram ignorantes em termos musicais.Elas desconhecem uma coisa de qualidade e de valor.Eu sei que cada um tem o seu gosto, porem, as pessoas estão cada vez mais se afastando dos bom gostos. Aquele violino custa milhoes e ninguem reconheceu.Até ai tudo bem. Agora a musica não tinha como não destinguir que era boa de qualidade.

34.

Daniel Lima 24 de novembro • Editar Na piauí que a Mary citou tem um parágrafo muito bom, sobre o momento em que um menino fica olhando enquanto a mãe arrasta o moleque. Talvez a amargura venha com o tempo.

35.

Breno 24 de novembro • Editar é fato… mas eu não sou assim, já me emocionei vendo esses bixos de rua tocarem e acho muito legal… e já desisti de tentar desprender as outras pessoas dessas amarras

36.

Marcao 24 de novembro • Editar Também achei uma falta de consideração pela arte. Mas, entre apreciar a arte e chegar atrasado no trabalhado, levar uma mixada do chefe, e correr o risco de ser demitido, as pessoas preferem deixar a arte pra um segund momento. Nessas circunstancias, tambem faria parte da maioria que ignorou o musico.

37.

Geco (Tadoce.com) 24 de novembro • Editar Primeira vez que visito o seu blog. Realmente, muito interessante, conteúdo legal e informativo. Lancei um site sobre as futilidades do mundo e em breve iniciarei parcerias. Se te interessar, estamos aí. Já li a sessão “como ser um blog parceiro”. Um abraço. Parabéns!

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Urias 24 de novembro • Editar ou isso, ou então grandes merda o kra tocando violino… podia ser jesus tocando ali, eu passaria, olharia e iria embora… nao chama tanta atenção, porque eh algo que pouca gente conhece, entao nao tem como saber se o kra eh o foda, que o ingresso dele custa 1000 ou se ele eh um merda que aprendeu faz 1 mes… acho que se fosse uma demonstração de outra coisa, com certeza o pessoal pararia bem mais… algo mais interessante…

39.

Karkarodom 24 de novembro • Editar Pra mim, é simplesmente uma questão de prioridade. A prioridade das pessoas era pegar o metrô para ir ao trabalho. Garanto que se o mesmo experimento fosse feito numa praia ou num parque o resultado seria outro. Uma multidão se formaria.

40.

giovan nardelli 24 de novembro • Editar Muito boa observação. Me impressionou seu texto. Saiba que existem mais pessoas como você, que observam esses fenômenos sociais… e olhe, no seu exemplo, eles são americanos, a maior nação do planeta, a elite mundial… Imagine!

41.

Thomas 24 de novembro • Editar Queria ver se colocassem o Metallica, Oasis, ou qualquer outra banda famosa pra tocara ali. Duvido que o pessoal não iria parar a aplaudir… Violino é complicado de se ouvir, nem todos gostam… De violino eu só gosto mesmo é da posição sexual, tipo “eu passo a vara e vc geme”…

42.

Wilhelm 24 de novembro • Editar Welcome to the Matrix! Gostaria de ver a cara de quem passou diante de um espetáculo tão sublime de forma despercebida… pensando no tempo, pensando nas “obrigações”, pensando tão somente em si. Ego, ego, ego… Deficiência emocional é uma doença social grave. Belo lembrete (aos que se dão o trabalho de refletir a respeito).

43.

Marie 24 de novembro • Editar Acho muito interessante essa questão do contexto. É verdade, como colocaram outros caras aí acima, que talvez a galera que apanha o metrô na hora do rush não é o melhor público-álvo para música clássica (o que também comprova que um pré-requisito cultural é indissociável desse típo de música). Mas é verdade que, sem rótulos, um produto não se vende. E mesmo se aqui não é questão de produto, mas de música, e não se fala em vender, mas sim em ouvir, ou, eventualmente, dar dinheiro, a lógica não é muito diferente. Aposto que qualquer banda pertencente ao referencial cultural das pessoas alí teria tido bem mais sucesso.

44.

Cristina 24 de novembro • Editar

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Um post muito duka! Muito legal mesmo! Ele mostra que compramos as coisas pela embalagem. Sem embalagem bonita, sem contexto luxuoso .. já era

45.

cesar pierre 24 de novembro • Editar A teoria da consipiração podia ter posto também “Li na revista Piauí”.

46.

caio 24 de novembro • Editar pura verdade! muito bom para pensar sobre o assunto

47.

Tiago 24 de novembro • Editar No curso de administracao temos uma materia “comportamento do consumidor”, que busca na psicologia uma explicação para as ações e reações das pessoas, fornecendo assim dados para que façamos uma correta divulgação de nosso produtos, É clado que eles escolheram o metro na hora do rush de proposito, pra mostrar que essa ideia de rebanho é o seguinte: as pessoas procuram agir como as outras, ou seja, copiando seus comportamentos, elas nao se dão conta disso mas é o que acontece… O fator tempo tb atrapalha em fazer que elas parem prao uvir o musico, mas se eles pudessem repetir a experiênvia, só que dessa vez contratando 20 atores pra fazer uma roda em torno do musico, veriam que as pessoas iriam parar pra saber o que esta ocorrento…

48.

Lucas Baciotti 24 de novembro • Editar Eita.. caramba… precisam-se de parcerios: http://www.baciotti.org

49.

Stratosonico 24 de novembro • Editar Concordo plenamente com o q foi dito. Nós humanos ridicularizamos a nós mesmos enfeitando a nossa vida sendo que quanto mais simples ela for mais fácil fica de encontrar a felicidade. Porém… Agente já faz parte duma massa mundana, este é o jeito que as coisas funcionam queira ou não. Ou seja, Numa estação de trem poucos minutos antes da abertura do mercado tá todo mundo fudido correndo pra cumprir com seus deveres. Por outro lado se fosse a Britney Spears rebolando ou o Slash tocando uma Gibson iria mover multidões. A mídia consegue coisas que a arte nem sonha.

50.

Afonso 24 de novembro • Editar Tio DD, vc pode por favor linkar novamente o post anterior com um outro nome? é que, devido aos bloqueios do roteador, eu não consigo ter acesso a sites com as palavras “sexo” e “porno” no link, e acho q tem mais gente nessa situação… @MDD – putz, que mancada. Vou pedir pro eightbits e reposto a coluna com outro nome.

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Thelmo Mattos 24 de novembro • Editar Isto que aconteceu com o Joshua Bell, acontece diariamente no calçadão da rua Felipe Schimdt, centro de Floripa, o músico, ninguém menos que o violonista clássico ARIEL COHELO, que já se apresentou em festivais como o de Inverno de Campos do Jordão…você pode encontrar gravações improvisadas del tocando na rua no Youtube, as obras vão de Francisco Tárrega, passando por Astor Piazzolla e chegando a Isaac Albeniz, quer mais ?

52.

Cezar 24 de novembro • Editar Ééé, acho que Pink Floyd tinha razão: Ticking away the moments that make up a dull day You fritter and waste the hours in an off hand way Kicking around on a piece of ground in your home town Waiting for someone or something to show you the way

53.

Algoncalves 24 de novembro • Editar Em 2 palavras: Im – pressionante!!

54.

Fábio 24 de novembro • Editar Prestem bastante atenção no vídeo. Vejam quantas pessoas colocaram um dinheirinho na caixa do violino. Isso significa que nem todo mundo passou batido pelo som do sujeito. O vídeo foi editado pra que tenhamos a impressão de que as pessoas não deram a mínima, o que não é verdade. Teve gente que ficou encostado na pilastra para ouvi-lo. Repare novamente na caixa do violino e veja como o montinho de dinheiro vai crescendo. O cara ganhou um bom trocado nessa interessante experiência. Convenhamos que o metrô não é o lugar mais indicado pra apreciar uma boa música… o ser humano não é tão ruim assim.

55.

Luciano 24 de novembro • Editar Editado ou não o vídeo deixa uma boa impressão: de que a grande maioria das pessoas tem o que elas merecem ter. Como podemos influir no que elas decidem é justamente o que a grande mídia passa a vida estudando. Não é um círculo vicioso a gente ficar discutindo isso? A teoria é chata…

56.

felipedecoy 25 de novembro • Editar tipo, eu sei q isso é meio chato, mas esse video eh beeeeem velho.

57.

Ulisses 25 de novembro • Editar Nota 10 o post e a experiência. Quando eu digo que vejo peças de teatro de R$2,00 ou show e concertos grátis bancados pela prefeitura no

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Centro Cultural em São Paulo todo mundo torce o nariz me achando um pérapado. Vejo coisas com tanta qualidade e me divirto tanto que nem ligo para as críticas.

58.

Fernando 25 de novembro • Editar isso nada mais é que incapacidade humana de perceber coisas lindas em contextos tão simples e não falo apenas por esse fato, mais sim pelo tanto de momentos unicos que presenciamos mais se quer observamos…

59.

kahlil 25 de novembro • Editar muito bom o post o ser humano realmente precisa repensar seus valores

60.

Versiani 25 de novembro • Editar Não existe valor intríseco.

61.

Diego R+C 25 de novembro • Editar putz… cada dia mais me impressiono o Sedentario. Parabens… Muito boa essa Reflexão.

62.

Antonio Carneiro 25 de novembro • Editar Olá, somos do newserrado.com e tanto nós como o Sedentário estão sendo vítimas de um chupa-cabra que está postando todo nosso conteúdo do feed direto pro blog dele, o blakito.com. O sujeito colocou propaganda e tá fazendo dinheiro com o nosso trabalho.

63.

Raphael Duarte 25 de novembro • Editar Toco violino a 2 anos. Sei o valor que a música tem para a construção de uma sociedade mais concreta, crítica e analista. Faço questão de parar pelo menos um minuto na rua quando vejo um grupo ou alguém tocando algo. Mesmo os “Pequenos artistas de rua” são Grandes artistas. Fazem a diferença. Pra mim, esse foi um dos melhores posts dos últimos meses. Parabéns.

64.

Helio 25 de novembro • Editar Descordo veementemente da conclusão. Está totalmente fora do contexto. Não se pode acusar os transeuntes de nada, eles apenas estão ocupados com a vida deles, indo para o trabalho para não perder o emprego (hj com a crise é bom não dar motivos para ser despedido), indo encontrar a namorada, a amante, levar os filhos no colégio, indo para um entrevista de emprego, e motivos mil. Se a minha banda preferida fosse fazer um show beneficente no metro ao lado do meu escritório as 9am, provavelmente eu nao poderia assisti-lo, pois tenho

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que ganhar o pao nosso de cada dia. Talvez, a conclusão poderia ser outra como: Nao importa o quao bom vc é, pedir esmolas nao recompensa.

65.

roberto ajala 25 de novembro • Editar da pra ver que tem gente que deixa dinheiro…mas parar pra ouvir e ver mesmo….ninguem..

66.

Gustavo 26 de novembro • Editar Finalmente!!! Um post de qualidade no Sendentário… ainda bem que não desisti de vocês!

67.

luke 01 de dezembro • Editar Massa. Mas discordo q esse seja o ÚNICO post de qualidade.. ¬¬ Uma soh pessoa parou.. Mas eu não vow ser HIPÓCRITA. Talvez eu acabaria como as outras pessoas tmbm. Eh uma hipótese.

68.

Paulo Craici 03 de dezembro • Editar Muito legal a iniciativa do jornal, garanto que o mesmo aconteceria com obras de arte, como se colocassem obras valiosas em meio a obras normais em uma exposição “independente”. Afinal são poucos os que realmente saberiam avaliar a autenticidade de uma obra, importando para os demais “apreciadores”, infelizmente, só o status e valor da obra.

69.

Pedro 18 de janeiro • Editar A melhor conclusão que se pode tirar do vídeo em questão é aquela velha máxima: “tem hora pra tudo”.

70.

Lucas 27 de janeiro • Editar Bem isso eh real, porem uma pessoa com talento pode ow não ser uma pessoa famosa e alem de tudo pela ideia de que somos todos iguais isso naum faz sentido, num teste cego voc pode falar que tal cerveja eh bem inferior a outra, que no caso voc toma frequentemente, a real eh que soh damos valor para oq os olhos veem, assim como a etiqueta marca e o valor real das coisa! assim como essas pessoas qe passaram reto para esse musico eu tambem passaria apreciando a musica mais naum daria muuito valor assim como naum damos valor a um musico na aav paulista que vemos frequentemente. vou começar a dar dinheiro e prestigio a todos que aparecerem com um instrumento musical!

71. Links Dominicais « 22 de fevereiro • Editar [...] Blog Cantada Nerd. Curiosidades sobre o Carnaval. Que tal saber sua idade em outros planetas? Namorada virtual (com lista de comandos) Repostas simples para perguntas do cotidiano Massagem no ponto G. Rei Arthur, Excalibur e Sabres de Luz Aprenda a bater punheta. Como pedir coisas em inglês. Uma lista de listas. Mapa do sexo em público. Coisas que aprendi fazendo sexo. Peitos, dobras ou bebês? Revisor ortográfico online. Reflexão sobre a Percepção de Valor Intrínseco [...]

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Reflexão sobre a Percepção de Valor Intrínseco | Sedentário & Hiperativo

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