Camelot, Guinevere e Lancelot | Sedentário & Hiperativo

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Camelot, Guinevere e Lancelot
23 abr 2009 | por Marcelo del Debbio em Teoria da Conspiração às 17:20 • editar

Olá crianças, Eu era rainha e perdi a minha coroa, Mulher e quebrei os meus votos; Amante e arruinei quem amava: Não há maior massacre. Há poucos meses atrás eu era rainha, E as mães mostravam-me os seus bebês Quando eu chegava de Camelot a cavalo. *Guinevere de Sara Teasdale Como a quarta parte deste pequeno estudo sobre as lendas esotéricas do Rei Arthur, comentaremos sobre o elemento TERRA, representado nas lendas arthurianas por Camelot e pela Távola Redonda. Para quem chegou agora no blog, recomendo que leiam antes os textos a respeito dos outros elementos: FOGO (Merlin, José de Arimatéia e o Bardo Taliesin), ÁGUA (O Santo Graal e a Linhagem Sagrada) e AR (Excalibur, Rei Arthur e Sabres de Luz). Desde os mais remotos períodos, o Elemento Terra está associado aos rituais de fertilidade e prosperidade. No Egito e na Babilônia, era a partir da uva e do trigo que se realizavam os rituais de plantação, chegando até a consagração final do ritual de prosperidade do pão e do vinho, que eram repartidos entre os companheiros (esta palavra vem de “Companionem”, ou aqueles que dividem o pão). Jesus, como sacerdote essênio, realizou este mesmo ritual no Pessach, que ficou conhecido pela posteridade como a “Santa Ceia”. Apesar de hoje ele ser sempre lembrado como cristão, a origem deste ritual é babilônica. Dos ritos Osirianos até os essênios, a tradição do pão e do vinho dividido entre os sacerdotes pode ser encontrada ao final das grandes celebrações. E com Yeshua e seus apóstolos não seria diferente. Páscoa, Pão, Vinho e Hieros Gamos Na cultura Celta, antes da Igreja destruir este culto e transformá-lo no que se conhece hoje em dia como “bruxaria”, este período entre Abril e Maio era marcado pelas celebrações da Primavera, ou comemorações em homenagem à deusa Eoste (de onde vem a palavra “Easter”). Os camponeses iam para os bosques de carvalhos à noite e acendiam enormes fogueiras para a Deusa, o que tornou esta festividade conhecida como “As Fogueiras de Beltane”. Nesta época e local, os princípios morais vigentes eram outros, a mulher era um ser livre e não havia o machismo como hoje se conhece. As sociedades possuíam um equilíbrio entre os sexos, cada um desempenhando uma função dentro do todo. Sendo assim, nesta noite de Beltane, as moças virgens (e mesmo as casadas, que poderiam ir para as florestas com seus maridos ou não), iam para os bosques na celebração do que se chamava “Hieros Gamos” onde os rapazes copulavam com as moças sob a lua cheia guiados pelo instinto num ritual de fecundidade e vida. Eu já falei sobre o Hieros Gamos em colunas antigas.

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As crianças que fossem geradas nesta noite eram consideradas sagradas e, normalmente, as meninas viravam sacerdotisas vestais e os meninos magos/druidas. Além disso, o ritual era consagrado à Deusa para que esta trouxesse sempre boas colheitas através da fertilidade da Terra. Embora o culto fosse predominantemente feminino, não se excluía, de forma alguma, o papel do Deus, pois, a essência de Beltane, sendo a fecundação, impunha sempre, a presença do feminino e masculino. Sendo assim, no Beltane, os meninos tinham a sua cerimônia de passagem da adolescência para a maturidade. O rapaz personifica o Deus Cornífero e a virgem, a Deusa. Na escolha de um rei, o rapaz veste a pele de um Gamo (um veado real) e desafia um gamo de verdade, o líder da manada, e luta com ele até a morte de um deles. Se o rapaz for o vencedor, terá sido escolhido Rei representando o Deus, o Gamo Rei e terá uma noite com a Virgem que representa a Deusa onde um herdeiro será concebido. O novo herdeiro, um dia deverá disputar com o pai pelo trono. O Gamo Novo e o Gamo Velho… A capa vermelha tradicional do rei e a coroa nada mais são do que resquícios deste antigo ritual de sobrevivência. Se eu não me engano, no livro das “Brumas de Avalon” a escritora descreve este ritual realizado por Arthur (me corrijam se eu estiver errado, eu não li o “Brumas”, uma amiga me contou isso). Mas o que isto tem a ver com a lenda do Rei Arthur? Calma Padawan… tudo a seu tempo… Esta característica cultural dos celtas e principalmente das Rainhas Guerreiras/sacerdotisas (cuja linhagem das Damas do Lago vai até os primórdios das ilhas britânicas e através das bacantes gregas e prostitutas sagradas da babilônia) era extremamente chocante para os religiosos puritanos de Roma. Imagine saber que a rainha, enquanto o rei estava fora em campanha, possuía um ou mais “concubinos” responsáveis por satisfazê-la sexualmente na ausência de seu esposo? Esta é uma das prováveis origens do termo “levar os chifres”. Os romanos diziam que os guerreiros celtas, enquanto estavam na floresta “levando os chifres para casa”, suas esposas estavam aquecidas na cama com outros homens. E chegamos finalmente à relação entre Guinevere, Arthur, a Távola Redonda e Lancelot. As bases históricas e lendárias de Guinevere O nome Guinevere vem de Gwenhwyfar (cujo nome significa “Fantasma Branco”) e aparece pela primeira vez nas histórias chamadas “Triad of the Island of Britain”, do século VIII, onde Arthur se casa não com uma, mas com três Gwenhwyfars (Uma delas era filha do rei Cywryd, outra Gwenhwyfar era filha do rei Gwythyr Ap Greidiol e finalmente Gwenhwyfar filha de Ogrfan Gawn). Malditos celtas que fugiram da fila onde estavam sendo distribuídas as vogais… Estes três casamentos, com três fases distintas da “fantasma branca” estão relacionadas diretamente com o casamento do Hieros Gamos do rei Sol com a rainha Lua, em suas três fases (a chamada “Tríplice lunar”), em diversas recorrências na mitologia celta. Ela também aparece no Mabinogion, nos contos de Culhwch and Olwen mencionada algumas vezes como Gwenhwy-fawn. Em latim, é chamada de Gwanhumara ou Genebra (nome que deu origem à capital da Suíça). Em alguns dos textos mais antigos, a rainha, antes de se tornar esposa de Arthur, é retratada como tendo um concubino chamado Medrawd, em textos do século VI (que mais tarde, nos primeiros textos que serviram de protótipo para a lenda de Arthur, especialmente os textos de Geoffrey de Monmouth “Historia Regum Britanniae”, o chamam de Mordred e o colocam como “amante” de Guinevere que, graças a esta desgraça, causou a destruição de Camelot. E nunca mais as rainhas tiveram direito a concubinos! O casamento de Arthur com Guinevere firmou a sua corte. Como dote Guinevere recebeu a lendária Tavola Redonda e o casal real tornou-se o centro do brilhante circulo dos cavaleiros de Arthur. A herança de Guinevere varia conforme as diferentes lendas. De acordo com Malory, Guinevere (em galês Gwenhyvar) era filha do Rei Leodegrance de Cameliarde. Na tradição galesa, o seu pai chamava-se Gogrvan ou Ocvran. Na peça de Thelwall “The Fairy of the Lake” (1801) é posta a hipótese de ela ser filha de Vortigen. Em algumas histórias, ela tinha uma irmã chamada Gwenhwyvach e uma lenda francesa fala de uma irmã gêmea chamada Guinevere the False. Em outro conto, ela tinha um irmão que se chamava Gotegrin. Como vocês podem ver, a falta de “copyrights” durante o período antigo/medieval fez com que o que chamamos de “Histórias do Rei Arthur” seja, na verdade, um samba do crioulo doido de autores que escreviam seus poemas de acordo com suas visões e interesses. Assim que Arthur subiu ao trono e apesar dos avisos de Merlin que ela um dia o haveria de traír, Arthur escolheu Guinevere para sua mulher. Como dote, ela recebeu do pai de Arthur a grandiosa Tavola Redonda, feita por Merlin, a qual tinha capacidade para sentar 150 cavaleiros (em outras lendas, esta távola já estava pronta e seria um presente de casamento do pai de Guinevere). Guinevere e Perséfone Em “Gawain and the Green Knight” é afirmado que Morgan le Fay enviou o Cavaleiro Verde para Camelot para assustar Guinevere. Uma das razões foi a velha rivalidade entre elas, ocorrida no início do reinado de Arthur, em que Guinevere expulsou da corte um dos amantes de Morgana. Outra razão invocada foi o fato de Guinevere e Morgana serem duas deusas de aspectos muito diferentes. Morgana, originalmente como personagem de Morrighan (ou Morrigu), é uma deusa negra que representa as poderosas qualidades do Inverno e da guerra. Por outro lado, Guinevere é chamada “the Flower Bride” (a noiva das flores), representando a Primavera e o desdobramento da vida. Como tal, estas duas mulheres são o oposto uma da outra. Lancelot, o defensor de Guinevere, tornou-se o amargo adversário de Gawain que é o Cavaleiro da Deusa – defensor de Morgana. Simbolicamente, esta versão trata da permanente disputa entre o Inverno e o Verão. Quando as lendas Arthurianas foram rescritas por escritores cristãos, após o período da Vulgata, tanto Guinevere, a deusa das flores e da luz, como Morgan, a Deusa Negra, permaneceram, durante algum tempo, num convento de freiras (?!?!). Como “Noiva das Flores”, o mito diz que Guinevere é raptada por um dos seus pretendentes, sendo depois salva por outros opositores astuciosos, com a mudança das estações. Um exemplo disso é descrito em “Life of Gildas” de Caradoc de Llancarfan. Nesse texto, Melwas of the Summer Country raptou Guinevere, sendo, mais tarde salva por Arthur. A cena do rapto volta a repetir-se em diversos

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contos em que o raptor é Meliagraunce, o cavaleiro que desejava Guinevere. Neste conto, o salvador é LANCELOT, em vez de Arthur. Neste segundo ciclo, mais voltado para a simbologia Greco-romana, temos uma releitura do rapto de Perséfone por Hades e seu retorno posterior para o mundo dos vivos, e Lancelot passa a fazer o papel do Sol, trazendo novamente a primavera para o ciclo do ano. Guinevere e Sir Lancelot apaixonam-se. A Falsa Guinevere ocupou o lugar de Guinevere enquanto ela procurava amparo em Lancelot em Sorelois. A Falsa Guinevere e o seu cavaleiro Bertholai admitiram por fim a sua fraude e, depois da morte desta, a verdadeira Guineve é entregue a Arthur. Nessa altura, Guinevere e Lancelot já estavam irremediavelmente apaixonados e a luta de Lancelot com a sua consciência mantinha-o longe de Camelot. Quando Guinevere e Lancelot decidiram terminar o seu romance, para o bem do reino, Mordred, filho ilegítimo de Arthur, encontrou-os no quarto dela. Lancelot fugiu e Mordred forçou Arthur a condenar Guinevere à morte. Lancelot acaba salvando-a da execução, matando acidentalmente Gareth e Gaheris, irmãos de Gawain, tendo começado assim a guerra entre os exércitos da França e da Inglaterra. Enquanto Arthur estava longe lutando com Lancelot, Mordred declarou o seu pai morto, proclamando-se rei e anuncia o seu casamento com Guinevere. Ela recusa o casamento e se auto-aprisionou-se a si própria na Torre de Londres. Arthur regressou para lutar, uma vez mais, com Mordred, tendo sido atingido mortalmente por uma lança. Neste ponto, já misturam ao ciclo passagens do “Rei Pescador” e do ciclo de contos do Graal (eu falei que as lendas do Rei Arthur eram uma salada de frutas, não falei?). Depois da morte de Arthur, Guinevere foi para um convento de freiras em Amesbury, permanecendo lá até à sua morte. Um outro conto, de Perlesvaus, diz que ela morreu como prisioneira dos Pictos (habitantes celtas da antiga Escócia), tendo sido sepultada ao lado de Arthur. Círculos de Pedra e a Távola Redonda As descrições da Távola Redonda mais antigas diziam que ela acomodava sem maiores problemas 150 cavaleiros com suas respectivas armaduras ao seu redor. O curioso é que o texto não menciona que os cavaleiros estejam “sentados”, mas chegaremos a isto em breve… Fazendo uma conta simples, temos que uma pessoa de armadura ocupe um espaço de 1m em uma mesa. Teríamos, então, uma mesa com o comprimento de 150m. Usando a fórmula mágica 2*PI*R = 150, temos que R = aprox. 23,87m, ou o Diâmetro de 47m. Abaixo, fiz um pequeno desenho em escala desta suposta mesa em um Campo de Futebol oficial, para vocês terem uma idéia das dimensões.

Nos parece óbvio que a “Távola” que teria pertencido a Gwenhyvar não era exatamente um “mesa” nas lendas mais antigas celtas e britânicas. Mas o que exatamente poderia ser, que estivesse sob os domínios da Deusa-tríplice-lunar, que fosse utilizada para celebrações e que conseguisse reunir ao mesmo tempo os 150 cavaleiros?

Agora tudo faz mais sentido. As lendas celtas não falavam em castelos, mas sim em rituais de solstícios e equinócios envolvendo os círculos de pedra. Porém, à medida em que as lendas vão sendo atualizadas para os princípios cavaleirescos, o círculo de pedra se torna uma fortificação que se torna um castelo; a Távola se torna um “Castelo com o teto estrelado” e mais tarde ainda, apenas Camelot. Na próxima vez que você estiver em um Templo Maçônico, descendentes distantes dos Templários e dos Cavaleiros do Graal, olhe para cima. Já desvendamos todos os principais mistérios do ciclo Arthuriano. O Santo Graal, Excalibur, Merlin e agora Camelot. Na próxima coluna, Quem é quem na Távola Redonda! ————————————Finalmente encontrei uma utilidade para o Twitter. ————————————Palestra aberta sobre Astrologia Hermética dia 25/04/2009, as 10h00 AM

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Palácio Maçônico – r. São Joaquim, 457 prox. Metrô S. Joaquim Entrada franca ————————————Textos novos no blog Teoria da Conspiração e do Blog de RPG da Daemon: - Faça sua própria Moeda da sorte - São Jorge, o Dragão e a princesa - o Sermão na Montanha- Resultados da Hospitalaria Fev/Mar 2009 - Escotismo e Maçonaria - O poder dos Sons - 13 perguntas céticas sobre Astrologia - O que são Sigilos Pessoais? - O Tarot, a Kabbalah e a Alquimia - Os Illuminati - História da Umbanda 45 Protestos Compartilhe

Comentários

1.

Victor 23 de abril • Editar Está certo. Em “As Brumas..”, Arthur precisa passar por esse ritual para ser coroado rei. Nesta noite, ele engravida sua irmã Morgana, de acordo com os planos da Senhora do Lago (Viviane), dando origem a Mordred. Em as Brumas, Morgana e Guinevere são adversárias, mas Guinevere é cristã e convence Arthur a substituir a bandeira do Pendragon pela bandeira de Nossa Senhora, determinando a supremacia do Cristinanismo sobre a Velha Religião.

2.

TH13 23 de abril • Editar Programação normal, então! @MDD: as moças virgens (e mesmo as casadas, que poderiam ir para as florestas com seus maridos ou não), Mesmo porque, nessa fase de respeitabilidade do feminino, as casadas podiam muito bem serem virgens, dentro do conceito esotérico de virgem passado em outras colunas. ou seja: só não participavam as impuras, certo?

3.

Paulinho 23 de abril • Editar Muito bom texto tio Marcelo!!!! Quando comecei a ler os seus posts, eu ficava entrigado como você conseguia fazer isso. Sabe ligar uma coisa que não tem nada haver com a outra, mas agora vejo que é fácil!!! É só ler muito e ter boa percepção. Quem poderia imaginar que a lenda do rei Artur tinha alguma coisa haver com os circulos de pedra!!!!! Estou aprendendo muito contigo, continue assim tio!!!!

4.

paulinhocuca 23 de abril • Editar Áh, eu já ia esquecendo. Por acaso o Santo Graal é a Tábua de Esmeralda do Hermes Trimegistus???? Ainda não consegui chegar a essa conclusão!!!! Mais creio que seja, já que Yeshua seria descendente dos caras que guardavam segredos supostamente herméticos!!!! Então assim os maçõns, teriam o verdadeiro “Segredo” guardado com eles, já que eles são descendentes dos caras que andavam com Yeshua, e dos Templários, que viviam atráz do tal objeto!!! @MDD – procure pelos textos gnósticos que ligam o Graal à “Esmeralda de Lúcifer”.

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Joao Lucas 23 de abril • Editar Boa Tarde Sir Marcello. aguardava ansiosamente por este post pois sou muito fa da mitologia Arturiana. Quando vc mencionou as Brumas de Avalon (de Marion Bradley Zimmer) realmente eh uma colecao que compila de uma forma bem bacana os ultimos 4 posts. Eh uma visao ‘romantizada’ do mito mas eh de leitura bem agradavel. Fica aih a dica. abracos! keep up the good work!

6.

Val Valiant Thor 23 de abril • Editar Não li “As Brumas de Avalon”, mas vi o filme… Há exatamente o ritual descrito e grande parte da história do Rei Arthur, Mordrer e Guinevere… Só não sei ao certo o quanto fiel é. Ia te perguntar o que achava sobre o filme mas, como acho que não viu… Mas é bem legal. Stonehenge tem alguma ligação com a história do Rei Arthur?

7.

Val Valiant THor 23 de abril • Editar O livro “As Brumas de Avalon” eu não li, mas assisti o filme. Ele ilustra muito bem o que você descreveu sobre o ritual e a história do Rei Arthur, Mordred e Guinevere… Uma dúvida, Stonehenge tem alguma ligação com a lenda?

8.

Victor 23 de abril • Editar Isso mesmo. Em “As Brumas..” Arthur precisa passar pelo ritual do Gamo Rei para poder ser coroado. É nessa noite que ele engravida sua irmã Morgana, dando origem a Mordred. Mas, no livro, Guinevere é cristã, e acaba convencendo Arthur a abandonar a bandeira do Pendragon, em troca da de Nossa Senhora, causado o desaparecimento da Velha Religião e da ilha de Avalon.

9.

cassio freire 23 de abril • Editar pra ir na palestra tem que deixar o nome em alguma lista, ou é só aparecer por lá?

10.

Marcos Aguiar 23 de abril • Editar Excelente !!!

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DiegoFerreira 23 de abril • Editar Ai MDD, muita coisa boa rolando por aqui. Mas vou fazer uma pergunta sobre algo externo mas muito conectado a tudo isso. Já jogou Assassins Creed? Impressionante as conexões que fazem no jogo, mas não sei dizer até onde posso confiar no que está lá. De qualquer forma é uma ótima diversão. Abraços

12.

Val Valiant Thor 23 de abril • Editar Tá diferente na hora de postar o comentário. Achei que não tinha ido da primeira vez, reescrevi e saiu duas vezes… Se souber de alguma ligação entre Stonehenge e O Rei Arthur, coloca ai. Abrç

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João 23 de abril • Editar Tudo muito bonito, e os sacrificios humanos que ocorriam nesse eventos? Ah sim, somos puritanos demais e jamais entenderemos como isso é tão lindo em eventos astrais como solticios e festas de primavera… @MDD – Vou falar sobre os wicked man quando chegar no período das fogueiras… nem nisso a Igreja Católica foi original hehehe

14.

Romariz 24 de abril • Editar No aguardo do texto sobre Ogum no http://www.deldebbio.com.br

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Aislan Adi 24 de abril • Editar No blog MuitaPimenta.com saiu um post também sobre a deusa Eostre, veja só: http://muitapimenta.com/pascoa-carnaval-coelhos-ovose-primavera-ha-o-que-tudo-isso-tem-haver.html Acho que peguei a relação da távola. To achando que a história do rei Arthur não é uma salada de frutas não, parece mais uma salada russa, são elementos extremamentes distintos que foram se misturando. Legal é ver que naquele desenho “A espada era a lei” já tinha isso um pouco escancarado; valeu tio DD.

16.

Márcio 24 de abril • Editar @mdd:”Ela recusa o casamento e se auto-aprisionou-se a si própria na Torre de Londres.” Acredito que não seja um descuido e sim uma ênfase em um exílio auto-imposto…

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Liv 24 de abril • Editar Marcelo, acho que vc iria gostar de ler as brumas de avalon, apenas por curiosidade. quando li achei que fosse 100% invenção da autora, então é divertido identificar as referências…. quem viu o filme vai gostar muito mais do livro, sabe como é, sempre se perde algo nas adaptações…

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Diego C. Castro 24 de abril • Editar Excelente texto Tio Marcelo ! Se superou dessa vez. Parabéns.

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Melquisedeque 24 de abril • Editar Olá Marcelo, bem que vc falou, as lendas artunianas são uma “mistureba”, ainda bem que os simbolismos principais ainda não foram perdidos. abraços.

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TH13 24 de abril • Editar Tá, ok, foi um comentário que não agrega muito, mas não precisava cortar assim sem mais nem menos… era só uma crítica, no sentido de que você reclama da terminologia errada que os vulgos usam mas você mesmo não obedece a terminologia que você ensina em seus posts (virgem = mulher pura, não necessiariamente que nunca teve cópula, ou seja,pode ser uma mulher casada, o que torna pleonástica a expressão “e mesmo as casadas” usada no post, cmo se “mulher casada” fosse oponível a “virgem”). Enfim, era um elogio ao post – quando tudo o que eu tenho para falar é isso, que é bem irrelevante quando se analisa, é porque é um bom post…

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Juliana Matarazzi 24 de abril • Editar Oi tio, rs Depois desse teu post não pude deixar de comentar…. Leio tuas colunas aqui desde a primeira….e finalmente queria te perguntar alguma coisinhas. Primeiro uma observação: Todos esses post´s sobre Arthur, Morgana, Ygraine, Vivianne, Mordred, Acollon são BEM descritos nos 4 livros da série As Brumas de Avalon. A chegada de Jose de Arimateia em Avalon e como ele conheceu Yeshua são descritas brevemente em A Senhora de Avalon….todos da escritora Marion Zimmer Bradley. O filme (como sempre) é muito ruim perto do livro que é muito completo !! Agora a dúvida: Gostaria de saber aonde podemos encontrar alguma fonte (ordem, centro, templo, rs) que seja voltado as energias lunares. Ja fui atras desses negocios de Wicca e não achei sério (talvez as fontes q não eram serias), parecia alguma coisa infundada, e não baseada nas antigos cultos. Sei la, acho q é uma coisa de intuição e eu posso dizer q não gostei. As vezes vou num centro kardecista, e as vezes vou no templo Hare Krishna ali no metro paraíso….mas não consigo achar alguma coisa para me focar. Espero q vc de uma luizinha no caminho….de algum lugar sério onde se possa estudar mais sobre os templos lunares (femininos).

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Amanhã quero ir na palestra, até mais =D

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A.K. 24 de abril • Editar A título de curiosidade, no livro “As Brumas de Avalon”, Gareth, Gaheris e Gawain são filhos de Morgause, irmã de Igraine e Viviane, que criou Mordred, filho de Arthur e Morgana. Não recomendo o filme a ninguém que não tenha lido os livros antes, pois além de ser impossível resumir quatro tomos de 300 páginas cada um em uma hora e meia, inventaram coisas que não aparecem no livro. E sugiro também que, antes de lê-lo, leiam “A Casa da Floresta”, “A Senhora de Avalon”, e “A Sacerdotisa de Avalon”, que conta o início da linhagem de Morgana com a filha da Rainha das Fadas e o início de Avalon. É uma pena que não tenhas lido a obra da Marion Zimmer Bradley, MDD, pois ela comenta que José de Arimatéia viajou até Glastonbury e fundou a igreja de lá. Ela transformou Santa Helena, mãe de Constantino, em sacerdotisa da Deusa. Sei que ela realizou vasta pesquisa para escrever sua obra, mas nunca consegui descobrir se isso possui algum fundamento histórico ou se é apenas “licença poética”. Faz seis anos que li todos os livros, não me lembro dos detalhes, mas há uma passagem em que os novos cavaleiros tinham que passar a noite na igreja, o que remeteria a antigos rituais e iniciações. Duas frases marcantes e determinantes da obra, na minha opinião: “Um símbolo nada é, enquanto a realidade é tudo”; “Todos os deuses são um só deus, todas as deusas são uma só deusa, e há apenas um Iniciador. E cada homem, a sua verdade. E deus com ela.”

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Sleip 24 de abril • Editar do Brumas de avalon ta certo mesmo, é como o elvis falo mas tem uma coisa… “A Suíça conta com 7,581,520 [7] de habitantes resultando numa densidade populacional de 188 habitantes por quilómetro quadrado. A capital administrativa é Berna. Outras cidades importantes são Zurique, Genebra, Lausana e Basileia.” http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%AD%C3%A7a não q o erro va mudar alguma coisa eu só to sendo chato ^^ @MDD – Não não, vc está certíssimo, é Berna mesmo… mas fico feliz que vocês estejam prestando atenção no texto!!!

24.

Vitor Bolis 24 de abril • Editar Mto bom….quanod vc falou do teto estrelado ja sabia do que tava falando….uma das coisas que sempre me veem na cabeça quando estou lendo essas “lendas de Arthur” são a Ordem DeMolay e as Filhas de Jó. Outra coisa agora eu serei o encarregado de cuidar da garotada da ORDEM DOS ESCUDEIROS DA TÁVOLA REDONDA, que reune jovens de 7 a 12 anos se quiser souber mais entra ai no flog que tem um texto sobre isso explicando tudo bem explicadinho. e agora também Cavaleiro. Abração, Sir Vitor Bolis” xD

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christina 24 de abril • Editar “..e se auto-aprisionou-se a si própria na Torre de Londres.” ahahah! ótimo texto.

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ahoyhoy 24 de abril • Editar

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Cara, eu acho que você escreveu a maior redundância de todos os tempos nesse texto, “auto-aprisionou-se a si própria” é realmente demais, isso é pra ficar bem claro pra todo mundo ou foi falta de revisão no texto mesmo? @MDD – você é novo aqui, ne?

27.

Medreut 24 de abril • Editar Se eu não me engano, no livro das “Brumas de Avalon” a escritora descreve este ritual realizado por Arthur (me corrijam se eu estiver errado, eu não li o “Brumas”, uma amiga me contou isso). Você tá de gozação, né?

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Fábio 24 de abril • Editar Show, muito legal. Dessa sére do Rei Arthur até agora foi a coluna mais facil de ser entendida. Marcelo você pretende escrever alguma coluna sobre o Shakespeare? @MDD – Claro… há muito mais entre Keter e Malkuth do que sonha a nossa vã filosofia.

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Guilherme 25 de abril • Editar Bom Marcelo, só ficou faltando mesmo tu se retratar com o caso da Dilma Roussef. http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/dilma-a-ficha-da-folha-e-falsa/

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Anarcoplayba 25 de abril • Editar Marcelo, Algum dia vc pretende falar de Hy Brazil (ou High Bresail, Ui Breasail), etc?

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TH13 25 de abril • Editar @ahoyhoy:Cara, eu acho que você escreveu a maior redundância de todos os tempos nesse texto, “auto-aprisionou-se a si própria” é realmente demais, isso é pra ficar bem claro pra todo mundo ou foi falta de revisão no texto mesmo? @MDD – você é novo aqui, ne? Calma, Marcelo, senão daqui a pouco a pessoa vai querer se auto-suicidar-se a si própria!

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Papael 25 de abril • Editar Legal, entendi o pão, o vinho e o hierogamos… mas e a páscoa? deve ser ignorância minha mas não entendi a ligação dos rituais da páscoa com estes. O mais legal de tudo é que se copulavam nessa época(ente abril e maio), levando em conta os “9 meses” de gestação, a criança deveria nascer perto do final de dezembro, inicio de janeiro… acho que dia 25 de dezembro seria um bom dia. Outra pergunta, estamos chegando no Samhain tu vai postar algo em especial para este momento? curioso coisa pouca heheeh.

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Abraço.

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Eron G. M. 25 de abril • Editar Prefiro acreditar em Cornwell que nessas baboseiras ¬¬ @MDD – E Cornwell diz exatamente a mesma coisa do que eu. Deve ser duro ser analfabeto funcional…

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Eron G. M. 26 de abril • Editar Vem cá, estamos falando do mesmo Cornwell, Bernard Cornwell? Escritor de romances históricos que inclusive desmistificam tudo que se conhece por “medieval”? @MDD – Exato. Ele á um dos muitos autores que serviram de base de pesquisa para esta série de textos, incluindo “As cronicas de Arthur” e “A Busca do Graal”. Cornwell, contudo, escreve a versão DELE, enquanto desconhecedor das ciências ocultas. Cornwell acreditava que os druidas é que faziam magia, mas que tudo não passava de “coincidências” e afins. E neste ponto ele acaba perdendo muito do simbolismo do ciclo arthuriano, tentando “encaixar”os rituais magicos celtas em uma explicação materialista. Ele acaba caindo na sindrome da Tumba do Faraó. Mas não tira a qualidade dos textos dele. Eu apenas coloco uma explicação mais profunda ao comparar diversos mitos arthurianos e celtas com os rituais gregos/celtas e templários que certamente infuenciaram os escritores da época.

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Nelson 27 de abril • Editar Primeiro, parabéns pela série sobre Arthur. Uma história conhecida por todos, mas que ninguém conhece. Mas, gostaria de perguntar sobre algo não relacionado aos posts. Conhece a tal Ordem dos Gregarios? Recebi um e-mail me convidado a participar. estranho…. Eles têm um site que explica tudo (!) sobre eles… Vc sabe o que é??? gde abraço

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Gustavo Dourado 27 de abril • Editar Olá Tio! Quanto tempo tio sem comentar…. Tio surgio duas pequenas duvidas: 1- A disputa pelo trono, ate a morte, é simbólica ou realmente existia a luta entre pai e filho, o novo e o velho ate a morte mesmo? Ou é apenas para simbolizar a passagem do reinado? 2- “Malditos celtas que fugiram da fila onde estavam sendo distribuídas as vogais…” Não entendi a colocação desta frase no texto, ela faz referencia aos nomes que são sempre os mesmos? Falta de criatividade para colocar os nomes? grande abraço! =)

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Gustavo Dourado 27 de abril • Editar Tio uma ultima dúvida, o casamento do rei Arthur com as três Guinevere, ela era uma só e as três representão respectivamente três fases distintas de uma cerimonia ou são três mulheres diferentes? abraço! @MDD – É uma representação do casamento alquímico sol-lua.

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Luís 28 de abril • Editar Texto bom, embora ache que pela quantidade de informações e tempo disponível que deves ter, as idéias ficam um pouco confusas, mas nada crítico. Marcelo, desculpe a impaciência, há previsão para a publicação sobre 2012? Abraço

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Luke 29 de abril • Editar Prefiro acreditar em Cornwell que nessas baboseiras ¬¬ @MDD – E Cornwell diz exatamente a mesma coisa do que eu. Deve ser duro ser analfabeto funcional… kkkkkk. Gostei da resposta. Eu gostaria de saber pq.. Pq esses caras ficam perdendo o tempo deles e dos outros interessados, criticando coisas q eles nem ao menos conhecem.. Venho acompanhando o blog desde o início e realmente ficou muito boa essa matéria. ^^ Parabéns D.D.!!

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Padre Judas 30 de abril • Editar Já que estamos falando sobre Cornwell e Artur, você poderia me dizer se os termos citados por Merlim como sendo Graus Mitraicos são verdadeiros (provavelmente baseados em algum registro publicamente conhecido, uma vez que você mesmo diz que o autor não é Iniciado) ou uma criação de BC? Obrigado.

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Felipe Metal 01 de maio • Editar Texto maravilhoso, como sempre. Minha cabeça explode quando leio os post aqui do TdC! Mas como td bom admirador não só elogia como também critica. Tome-lhe: “… e SE AUTO-APRISIONOU-SE A SI PRÓPIA na Torre de Londres.” Tome vergonha, um rapaz instruído como você fazendo isso. Ora, bolas. Mas ninguém é perfeito, e na pressa esses errinhos passam desapercebidos (ou não, hehehe Abraços Tio. Continue com o bom trabalho!!! E felicidades!!! @MDD – e quem disse que isso foi um erro?

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Jacques Menezes 05 de maio • Editar Se auto-bolei-me a mim mesmo!

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AD&D 07 de maio • Editar auheuaheuhaheuhae

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“você é novo aqui, ne?” foi ótimo.. o auto aprisionamento na torre significa algo?, ou nem todas as lendas do arthur citadas representam, digamos, “alegorias iniciaticas”? Abraços

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camila 09 de maio • Editar que saco esse povo que nao entende tuas ironias gramaticais!! pqp!!!!! dá raiva, meu.. abraço, tio!

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Gisele 20 de maio • Editar É pena que nenhumas das meninas poderão ver o teto estrelado, fora isso ótimo texto como sempre. um abraço. @MDD – Como não? volta e meia eu faço palestras abertas ao público… é só ficar ligada no http://www.deldebbio.com.br/

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