Deixai a mentira, e falai a verdade.

Por Jailson Serafim “Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros” ( f !"#$% &r'umentos (endenciosos do Dave )unt *omentados +l,ando em um 'rupo no -aceboo., vi um tópico onde um arminiano cola este arti'o do con,ecido l/der batista fundamentalista Dave )unt, intitulado 0+ lado 012 do *alvinismo em 3enebra2. 4esolvi aqui dar min,as considera56es sobre tal arti'o" 7*omo um bom cidad8o desfrutando a ben58o do 9mperador e crendo na i're:a estatal que *onstantino estabeleceu, &'ostin,o perse'uiu e at; mesmo sancionou a morte dos Donatistas e outros cism<ticos, como nós :< vimos. 3ibbon nos fala que a medida severa contra os Donatistas “recebeu a aprova58o fervorosa de Santo &'ostin,o =e assim> 'rande parte foram reconciliados =for5ados a voltar> a 9're:a *atólica”.=?@> De &'ostin,o foi dito que “a própria 'randeAa de seu nome tem sido o meio de perpetuar os erros mais 'rosseiros que ele mesmo propa'ou. Bais do que nin'u;m, &'ostin,o encora:ou a doutrina perniciosa da salva58o pelos sacramentos de uma i're:a terrena or'aniAada, que trouxe consi'o rituais sacerdotais com todo o mal e mis;rias que implicaram no decorrer dos s;culos7 4esposta" (a% C8o sei se estas acusa56es contra &'ostin,o s8o verdadeiras. Bas ainda que &'ostin,o tivesse realmente concordado com a perse'ui58o e a morte dos donatistas, em que isso condenaria ou provaria que sua soteriolo'ia era erradaD -aria isso que se :o'asse na lata do lixo todas as suas doutrinasD Ceste caso, ao matar Erias (# Sm ?#"F%, deveria Davi ter os seus salmos re:eitadosD Bais uma veA o Gar'umentun ad ,ominemG, como a Hnica refuta58o e arma dos arminianos. &proveitando o 'anc,o do Dave )unt, um dos 'rupos que defendia a mesma coisa que os donatistas, foram os anabatistas do s;culo IJ9, que tamb;m eram t8o intolerantes quanto os que esposavam as cren5as dos reformadores. ntre os anabatistas ,aviam aqueles que n8o só ensinavam, mas defendiam e praticavam exterm/nio contra seus oponentes. Por exemplo, o teólo'o batista (imot,K 3eor'e menciona que os anabatistas 7saquearam i're:as e mataram inocentes7 ((eolo'ia dos 4eformadores, p.#$L%. &inda se'undo (imot,K 3eor'e, para estes anabatistas, todos aqueles que recusavam o rebatismo 7deviam ser mortos7 (9bidem, p.#$L%. Em eminente l/der anabatista, 1alt,asar )ubmaeir (?!MNO?$#M%, de acordo com o

,istoriador Justo &nderson, defendia 7a necessidade da espada7 ()istoria de Pos 1autistas, (omo 99, p.!?%. +utro l/der anabatista, Belc,ior )offman (?!F$O ?$!@%, de acordo com o ,istoriador arminiano Justo 3onAales, afirmava que 7seria necess<rio os fil,os de Deus pe'arem armas contra os fil,os das trevas7 (& ra dos 4eformadores, p.?N#%. isso, sem contar que, falando sobre os batistas in'leses do s;culo IJ99, de acordo com o ,istoriador batista Justo &nderson, 7a maioria dos batistas in'leses re:eitaram o pacifismo7()istoria de Pos 1autistas, (omo 99, p.F$%.

(b% 1em, se o fato de &'ostin,o ter ensinado a re'enera58o batismal serve para se re:eitar o a'ostinianismo ou o calvinismo, ent8o o mesmo fato de que a 9're:a 4omana, os mórmons, os testemun,as de :eov<, a 9E4D ensinarem simultaneamente a re'enera58o batismal a soteriolo'ia arminiana tamb;m serve para se re:eitar o arminianismoD

(c% + teólo'o arminiano *laudionor *orrea de &ndrade, diA que &'ostin,o foi 7o maior teólo'o da i're:a primitiva7 (Dicion<rio (eoló'ico =edi58o de #NN?>, p.#FQ%. os ,istoriadores arminianos &. Rni',t e &. &n'lin, falando de &'ostin'o, diAem"

7Bas Deus que vS o fim desde o princ/pio, :< tin,a preparado um ,omem para combater esse povo inimi'o (os pela'ianos%. ste ,omem foi &'ostin,o, bispo de )ipo; ele foi uma das luAes mais resplandecentes que :amais bril,aram na i're:a... Depois de sua convers8o, &'ostin,o esteve retirado pelo espa5o de trSs anos, e durante este tempo estudou as Sa'radas scrituras com muito aproveitamento. Tuando tornou a aparecer em pHblico foi ordenado presb/tero e foi um pre'ador c;lebre em -ippo 4/'io, onde al'uns anos mais tarde foi elevado a bispo. Por todo o resto de sua vida, continuou a ser um fiel ministro da verdade, e distin'uiuOse principalmente pela ,abilidade e ener'ia com quer combatia as doutrinas de um ,ere'e, Bani, e as de Pel<'io... este bispo fiel morreu em )ipo, no ano !@N...7 ()istória do *ristianismo, =*P&D>, pp.LLOLM%.

+utro escritor, Bic,ael Palmer, se refere a &'ostin,o como 7o indiv/duo mais importante da 9're:a depois do per/odo apostólico7 (Panorama do Pensamento *rist8o, =*P&D>, p.??M%. a revista 7Defesa da -;7 (de maioria arminiana%, diA dele"

o. refuta isso. *alvino disse “a fic58o . t8o pueril para necessitar ou merecer refuta58o”.. *alvino aparentemente se sentiu obri'ado a estabelecer o reino por seus próprios esfor5os na ausSncia de *risto.. consa'rou a plenitude de suas for5as a propa'ar a -. *alvino estava preocupado que o reino de *risto se iniciou com o seu advento sobre a terra e est< em processo desde ent8o. *alvino aplicou sua forma58o :ur/dica e seu Aelo para o desenvolvimento de um sistema de *ristianismo baseado sobre uma vis8o extrema da soberania de Deus. para um 'rupo de crentes. pre'ador de talento. + teólo'o arminiano Severino Pedro da Silva. reis e outros 'overnantes imporiam o *ristianismo *alvinista. que o estado aplicada a ortodoxia (como a i're:a estado a definia% sobre todos os seus cidad8os.o a *alvino. *alvino discursava sobre o evan'el. m parceria com a i're:a.7 4esposta" (a% Tue calHnia e que absurdo ditos pelo Dave )unt. o maior teólo'o do cristianismo depois de &'ostin.m.o de *risto com extraordin<rio fervor. obri'aria reis e toda a .os do *atolicismo 4omano. bispo de )ipona. 4e:eitando o reino futuro e literal de *risto na terra por meio de sua se'unda vinda.ecido como o filósofo e teólo'o de )ipona. administrador episcopal competente..o a cimentou% como uma parceira do estado.=?$> &t. que pela for5a absoluta de sua ló'ica. e teólo'o not<vel.o:e em sua essSncia7 (&no Q.. nU $? O DeAembro de #NN#. le viu a i're:a (como *onstantino a moldou e &'ostin. &bandonando seus estudos. p. . Daqueles que creram em um reino milenar de *risto na (erra.#?%. ao diAer que *alvino via a 9're:a pela ótica romanista.umanidade a conformar todos os assuntos V :usti5a. para estabelecer um reino terreno na terra sobre o trono de Davi em Jerusal. criou uma filosofia crist8 que continua v<lida at.< dHvida de que Jo8o *alvino ainda via a i're:a de *risto pelos ol. em *risto. o vemos completamente desvinculado da . 7De &'ostin. Ca casa dele. C8o .7-icou con. se'undo se revela nas scrituras Sa'radas. Polemista capaA. afirmando" 7Jo8o *alvino.

. pre'a58o.. diA" 7&qui se re:eitam. em ?# de Covembro. ló'ico e contundente. & *onfiss8o de &u'sbur'o (?$@N%. ra um lon'o documento com re'ras detal.m faAer um arti'o insultando Putero e os primitivos luteranos. e no qual deixou as 'randes doutrinas crist8s fundamentais.i're:a romana e sendo o principal c. (b% *om rela58o a re:ei58o a cren5a no milSnio literal de *risto aqui na (erra. outrossim.?LO?M%. “ m mar5o. de todos os .esitantes. e exerceu uma profunda influSncia no pensamento da . onde aos #$ anos de idade. &s autoridades de 3enebra aprovaram o documento em ?L de Janeiro de ?$@Q. m &bril. foi apresentado a cidade oficialmente. -inalmente. a *onfiss8o de -.rebro da reforma na -ran5a. 9nstru58o 1<sica na 4eli'i8o *rist8G..o e a expuls8o dos ofensores.W m @N de +utubro . al'umas doutrinas :udaicas que tamb.m ensinado a mesma doutrina de *alvino. Sua luA n8o pode ser escondida. por fim. isto .=?L> . obediSncia do reban. um edito foi emitido declarando que todos os recalcitrantes 0=que> n8o dese:avam :urar V 4eforma foram ordenados deixar a cidade2W”. faltou ao Dave )unt tamb.ouve uma tentativa de arrancar uma profiss8o de f.m ao presente se manifestam e se'undo as quais antes da ressurrei58o dos mortos um 'rupo constitu/do inte'ralmente de santos e piedosos ter< um reino terrestre e aniquilar< todos os /mpios7 (IJ99%.adas cobrindo todas as coisas da membresia da i're:a.. *alvino estava completamente desvinculado de qualquer forma de romanismo. *alvino foi se refu'iar em 1asileia. =*P&D>. pp.a redi'ido consultando *alvino. ra um sistema completo de teolo'ia. que toda a bur'uesia e moradores de 3enebra e sHditos em seus territórios deveriam :urar aderir e que -arel tin. os &nabatistas foram banidos. escrito em latim. por . sob a insti'a58o de *alvino =uma inspe58o casa a casa foi lan5ada> para 'arantir que os moradores de 3enebra abra5aram a *onfiss8o de -. Ca vis8o de Severino Pedro. na Su/5a. ne'ando a sua literalidade. deu ao mundo o seu famoso livro G&s 9nstitutas da 4eli'i8o *rist8G. com referSncia ao milSnio. 7 m ?N de Covembro de ?$@L.averem tamb.umanidade7 (& Doutrina da Predestina58o. frequSncia.

ece. (oda a cidade .os. (rSs anos depois. Bas o povo de 3enebra n8o podia desde lo'o . -oi nomeado professor de teolo'ia e come5ou um <rduo minist.. & 'rande quest8o da avers8o do povo de 3enebra a disciplina de *alvino .. diA" 7. e quando por fim os proibiu de virem ao altar e os mandou embora com palavras de censura. Rni'..rio de vinte e oito anos.. Vs suas dan5as. “devido a tentativa de *alvino e -arel de for5ar um sistema t8o severo de disciplina em 3enebra. =?Q>7 4esposta" +s ..avia ca/do no v/cio e no papismo.t e Z. no entanto.ou.abituarOse Vs medidas de 4eforma que *alvino introduAiu.. 7+ 4etorno (riunfante de *alvino. tornou necess<rio para eles deixarem a cidade temporariamente”. que n8o 'ostava das restri56es que *alvino pun. o povo levantouOse em massa e expulsouOo da cidade7 ()istória do *ristianismo.“& 4eforma”D )ouvera varia56es e diferen5as entre v<rias fac56es quando a 4eforma brotava.istoriadores arminianos &. &n'lin falando sobre a primeira influSncia de *alvino sobre 3enebra. defendida pelos calvinistas de . como pastor de uma das mais importantes i're:as da cidade. p.ecido como “& 4eforma” e “(eolo'ia 4eformada”.o:e em todo mundo. e os seus novecentos padres 'overnavam a consciSncia do povo. e a outros divertimentos mundanos nem tampouco tolerava as suas censuras severas aos pecados menos pHblicos e que muitos n8o eram estran.firmouOse em 3enebra. de Putero a XYin'lio. o fato deste povo estar acostumado a viver na licenciosidade do pecado e n8o querer abandonar tal pr<tica. Bas em 3enebra.#$@%. frente V oposi58o *atólica de dentro e a amea5a de interven58o armada pelos .a aos seus cantos. e aqui estendeu lo'o a sua influSncia a todos os pa/ses da uropa. & primeira tentativa de *alvino fal. ssa reivindica58o presun5osa ainda . foi ele considerado o inimi'o mais peri'oso e implac<vel de 4oma do que Putero. 1oettner recon. somente o calvinismo seria con.

um centro de onde a salva58o do mundo radiariaWtoda a sua vida foi devotada a servi5o dessa Hnica ideia. le entrou na cidade em ?@ de Setembro de ?$!?. foram compactados em um sistema Hnico e todoOabran'ente. em -evereiro de ?$$$. os consel. pessoas com incont<veis sentimentos e pensamentos.m. devia ser a Cova Jerusal. & luta pelo poder continuou por anos.os at.o dos DuAentos. Seu primeiro ato foi o de entre'ar ao consel. &lmas inumer<veis.ecendo a influSncia e o poder de *alvino. ssa foi a primeira tentativa =protestante> de faAer uma imposi58o na uropaWuma imposi58o uniforme sobre uma popula58o inteira. *om uma sistem<tica meticulosa.o da cidade suas cclesiastical +rdinances.*atólicos 4omanos de fora.omem ma'ro e severo entrou no port8o *ornavian =de 3enebra>. v/cios ou pecados.6es. respons<veis pelas quest6es civis.ar para a realiAa58o de seu plano de converter 3enebra no primeiro 4eino de Deus na terra. o Pequeno *onsel. mbora recon. *alvino come5ou a trabal.o. mesmo buscando reter o controle sobre al'umas disciplinas na i're:a tais como as excomun. Tuatro deles que n8o conse'uiram escapar foram decaptados e esquarte:ados e partes de seus corpos foram pendurados em locais estrat. resistiram ser assumidas por uma autoridade reli'iosa (*onsistório% sobre o qual *alvino ascendeu.=#N> .=?M> & inten58o de *alvino de estabelecer um 'overno eclesi<stico ocuparia a maior parte do resto de sua vida. Dessa veA ele acabaria por conse'uir impor sua vers8o da 4eforma sobre os cidad8os de 3enebra com uma m8o de ferro.=?F> +s l/deres do motim que fu'iram de 3enebra para 1ern foram sentenciados a morte V revelia. Em estado =a cidadeOestado murada de 3enebra> seria convertida em um mecanismo r/'ido. com *alvino se recusando a ceder desafiadoramente. desordem. ra para ser uma comunidade sem corrup58o.o dos Sessenta e o 3rande *onsel. que foram adotadas em #N de Covembro de ?$!?. -inalmente.or.aram a maioria absoluta no *onsel.ouve uma tentativa de rebeli8o contra a atitude de *alvino de expulsar certos oficiais libert<rios civis da *eia do Sen.o da cidade de 3enebra decidiu que eles precisavam das fortes medidas de *alvino e o convidaram a voltar. m ?L de Baio . Stefan XYei' nos diA" Ema das mais memor<veis experiSncias de todos os tempos iniciou quando esse . os partid<rios de *alvino 'an. o consel.'icos como advertSncia.

. .vocando a frase “capan'as de Sat8” que ele usou anos antes contra os &nabatistas. e a sua presen5a era ali muito necess<ria. pormenoriAa o resultado da a58o espiritual de *alvino sobre 3enebra" 79nstado por -arel. o Pr. mas em ?$!? retorna a 3enebra e leva avante a tarefa de faAer daquela cidade turbulenta e dissoluta um modelo de um centro protestante para a difus8o da Palavra de Deus. e uma academia onde se ensinava teolo'ia e preparavamOse para a evan'eliAa58o de outros povos. e vSOse totalmente imerso na iniquidade e . *alvino praticamente conse'uiu o seu intento.. p. Jai para strasbur'o. foi resolvido pelo *onsel. devido aos encoleriAados bandos de papistas.. & 9're:a.. um servi5o de assistSncia social. a car'o de di<conos. s8o culpados”.#$!%. diAiam eles. assim no ano de ?$!N.rio de vinte e quatro anos. &bra8o de &lmeida.omem que queria reformar a nossa f. a nossa moral e as nossas liberdadesG. co o fim de promover a 'lória de Deus. *alvino :ustificou essa barbaridade" “&queles que n8o corri'em o mal quando podem faAer e seus of/cios requerem. Jo8o *alvino aceitou liderar a 4eforma naquela cidade e p[s a m8o V obra. a ponto de clamar publicamente pela volta de *alvino" 7Bas em breve quiseram que ele voltasse outra veA.amemos de novo o . +s próprios que o tin..am expulsado come5aram a clamar em altos brados pela sua volta. 3enebra tornouOse uma cidade not<vel.o dos DuAentos que. &n'lin revelam que depois do povo expulsar *alvino. possu/a um presbit. pela cultura e pelo cristianismo b/blico que era ali ardorosamente vivido. & cidade estava em desordem. se procurassem todos os meios para que o mestre *alvino voltasse como pre'ador7 ()istória do *ristianismo.eresia.ando diuturnamente durante o seu lon'o minist. +utra autoridade arminiana.istoriadores arminianos &. e libertinos. bem or'aniAada. Rni'.=#?> 4esposta" +s . nfim. G*. pela ordem.rio que vi'iava a conduta do povo e dos ministros.t e Z. (rabal.

um livro sa'rado publicado no s... *alvino contribuiu para que a cidade alcan5asse uma fei58o cosmopolita. & literatura impressa em 3enebra inundou a uropa por meio do mercado livre.. pelos pa/ses onde esta ainda n8o . Sem encontrar possibilidades de uma reforma reli'iosa em Paris. instru/dos e destemidos. a revista 7Defesa da -.?NM%. “(irania em 3enebra.!#O!@%. (alveA nen. os evan'. (alveA *alvino pensasse que ele era o instrumento de Deus para for5ar a 3ra5a 9rresist/vel (uma doutrina c. & vida moral da cidade foi exemplo do que a f.7 7*omo seus antecessores. na Su/5a \mesmo sobre aqueles que provaram sua indi'nidade. m sua academia e no ambiente da cidade. *alvino alcan5ou trSs benef/cios para o protestantismo em 'eral. *alvino faAia distin58o entre 9're:a Jis/vel e a 9nvis/vel. onde escreve sua obra mais famosa" G& 9nstitui58o da 4elei58o *rist8G. de fato.. Cesse per/odo. que se espal.a.?NQ. 3enebra foi a cidadela de refH'io para os perse'uidos por causa da 4eforma. reformada podia realiAar. pp. m ?$$Q. possivelmente. sendo vendida clandestinamente. tamb. le feA o seu mel. mudouOse para Su/5a. mudouOse para 3enebra. +s refu'iados nela encontraram um lar apropriado e foi tamb. Por fim. &leman. do Covo Bundo. )olanda. Para esta cidade livre.ave no calvinismo% sobre os cidad8os de 3enebra. Jo8o *alvino envia (em ?$$L% ao 1rasil um 'rupo de pastores reformados. foram preparados ministros devotados. os livros e os fol. devido V sua presen5a em 3enebra.m foram os autores da bela G*onfiss8o de -. -oi 'randemente influenciado pelos serm6es de Putero.aram como mission<rios da reforma..licos franceses realiAaram o primeiro culto protestante no 1rasil.avia entrado7 (& 4eforma Protestante =*P&D>.as da ba/a da 3uanabara no 4io de Janeiro.7 (&no Q. resistindo V morte. uma das il.. veio 'ente da -ran5a.etos..culo IJ9 ten. diA" 7*onverteuOse ao protestantismo em ?$$Q. que se fixam na G-ran5a &nt<rticaG.@!.os para l< e. foi considerado o maior teólo'o da cristandade.m um lu'ar de preparo para os l/deres do Protestantismo. da 3uanabaraG7 (pp.or para . a uropa reli'iosa voltou seus ol.. e da/ o poder de sua propa'anda. De Paris.a produAido efeitos t8o abran'entes. scócia e 9n'laterra.Por sua obra em 3enebra. falando de *alvino. na Su/5a. + ensino calvinista flores5eu na sua universidade e na &cademia por ele fundada em ?$$F.nU $? O DeAembro de #NN#%.

or est<.o:e. persistir na viola58o com pris8o ou banimento da cidade.er foi presa por arran:ar seu cabelo de uma maneira imoralW *ensura de imprensa foi usada e ampliada sobre os *atólicos e precedentes seculares" livrosW com tendSncias imorais foram banidosW falar desrespeitosamente de *alvino ou do clero era crime. Cos anos de ?$$MO?$$F . entre ?$!# e ?$L! . Cin'u. -ornica58o era punida com o ex/lio ou afo'amento. mas o que ele imp[s e a maneira com que ele imp[s estavam lon'e da 'ra5a e dos ensinos e exemplos de *risto. .m trabal.ecidos como 4econstrucionistas.?Q>%.impor a “:usti5a” irresistivelmente.a que ser imposta irresistivelmente em uma tentativa n8oOb/blica de infli'ir uma “santidade” sobre os cidad8os de 3enebra. mas sim da poderosa personalidade de *alvino e uma vis8o extrema da Soberania de Deus que ne'ou o livreOarb/trio ao .ou tanto e por tanto tempo tentando faAer isso do que *alvino.umildade. Durant relata" Para re'ular a conduta lei'a. &l'uns daqueles que professam a f. blasfSmia ou idolatria com a morteWuma crian5a foi decapitada por a'redir seus pais. tais como os recentes 4ousas J. um sistema de visitas domiciliares foi estabelecidaW os ocupantes foram questionados sobre todas as fases das suas vidasW a quantidade e as cores das roupas permitidas.NNN pessoas. especialmente aqueles con.=#!> & opress8o de 3enebra n8o teria vindo sob a dire58o do sp/rito Santo (“W onde o sp/rito do Sen. de sua própria maneira. suficiente para for5ar uma cidadania americana /mpia a uma vida piedosa.ouve !?! processos por ofensas morais. &ssim a “'ra5a” tin.rio. adult. o nHmero de pratos permitidos em uma refei58o foram especificados por lei. & primeira viola58o dessas ordens era punida com uma advertSncia. “reformada” . viola56es posteriores com multas. a popula58o de 3enebra era na . 4us.< liberdade” =# *or/ntios @. m contraste V .ouve QL banimentos e $M execu56es. tomam a 3enebra de *alvino como modelo para eles e assim esperam *ristianiAar os stados Enidos e ent8o o Bundo. Jóias e rendas foram desaprovadas. .poca de #N. Ema mul. 3arK Cort. por meio de passeatas de protesto e or'aniAa58o de 'randes blocos de vota58o.omem. JaK 3rimstead e outros (incluindo or'aniAa56es como *oaliA8o do 4eavivamento%..doonK. Buitos ativistas *rist8os de um ape'o menor a esperan5a de *alvino.

as leis de 3enebra tornaramOse mais detal.=#Q> le manteve as autoridades civis para “promover e manter o culto externo a Deus.misericórdia. XYei'. responsabiliAando as autoridades civis.ar os ma'istrados crist8os que na prote58o da verdade autSntica.=@?> &o inv. a quem ele amou e tentou servir. isso deveria enver'on. *alvino exerceu autoridade como o papado que ele despreAou. =@#> . ousados na representa58o de suas supersti56es. Jo.s de diminuir com o tempo. defender a s8 doutrina e a condi58o da i're:a”=#M> e ver que “nen.e nos relembra que foi dada a *alvino uma “*adeira do *onsultor” em todos os encontros das autoridades da cidade e “quando ele estava doente as autoridades viriam a sua casa para as suas se56es”.=#F> *alvino utiliAou a for5a civil para impor suas doutrinas particulares sobre os cidad8os de 3enebra e os for5ar.adas e mais ri'orosas”. 1oettner at.n BcCeil. eles est8o inteiramente destitu/dos do esp/rito. mas ele codificou a le'isla58o civil. um calvinista.o da *idade para o dia de *alvino.o da *idade. nem calHnias contra a sua verdade.=#$> +s defensores de *alvino ne'am os fatos e tentam inocent<Olo do que ele feA. em que nós n8o encontramos o coment<rio 0. &l. nem outras ofensas V reli'i8o sur'isse e fosse disseminada entre o povoW=mas> impedir a verdadeira reli'i8oWde ser violada impunemente e abertamente e polu/da pela blasfSmia pHblica”.=#L> De fato.=@N> Pi. amor. mel. ele criticou outros l/deres protestantes por n8o faAer o mesmo" Jisto que os defensores do Papado s8o t8o amar'os. admite que “nos Hltimos anos de *alvino e sob sua influSncia. mesmo insiste que “*alvino foi o primeiro dos 4eformadores a exi'ir uma separa58o completa entre a 9're:a e o stado”. nem blasfSmia contra o nome de Deus. *alvino n8o somente estabeleceu a lei eclesi<stica. nos relatos das defini56es do *onsel.aver< um dia. compaix8o. “dificilmente .uma idolatria. que na sua fHria atroA eles derramam san'ue de inocentes.or consultar o Bestre *alvino sobre isso2”.m disso. e lon'animidade de *risto. o poder de *alvino somente cresceu. que se debru5ou sobre os relatos oficiais do *onsel. nos diA.

diA a mesma obra" . uma veA que :< demonstramos l< bem acima que os anabatistas e at. estavam equipadas para uma verdadeira batal.4esposta" ] impressionante o uso repetitivo do 0ar'umentum ad . em sslin'en (na Sui5a% um 'rupo de anabatistas preparavamOse para instaurar o 4eino de Deus atrav.rcito. quisessem mesmos pouparOl. &s for5as 'overnamentais. Bas. que a'ira bem e que sua inten58o era casti'ar os pr/ncipes porque se opun. S8o palavras que demonstram o ^nimo de BunAer e o clima emocional em que se encontravam seus se'uidores" 0&taquemos fortemente os inimi'os. ainda arro'ante.ria.omas B. levandoOos a mis. ] prov<vel que os pr/ncipes se tivessem compadecido da multid8o transtornada pelo profeta de XYic.on quem conta" 0Tuando ele (BunAer% c. &inda falando dos anabatistas.t. estes l.ominem2.$N@%.omens" ocupavam uma posi58o de van'uarda na marc. re'istrado" “ m ?$#$.8o de treAentos . &proximadamente MNNN camponeses preparavamOse para a luta. ao escrever uma bio'rafia de (. aliado com sua ideia pr. Belanc. C8o temais o fo'o de suas armas.ares de camponeses mal armados e mal preparados para a luta.inos que invocavam a presen5a do sp/rito Santo.o2” (pp. &inda no mesmo @U Jolume da obra citada. lSOse que “durante o ano de ?$#M. Bas a decis8o de BunAer de lutar contra os pr/ncipes.on.erdeiro espiritual.am ao evan'el.t. or'aniAou uma batal. orando e cantando . reconstituiu os discursos que o l/der revolucion<rio teria proferido a seu ex. ] ainda Belanc. o perfil de intoler^ncia e ódio de um dos 'randes expoentes do movimento anabatista (0(.au.unAer2%. Cesse contexto.$N#.Omilienista .e'ou diante dos pr/ncipes.lausen dese:avam autonomia. desproporcionalmente maiores. pois deveis constatar que vos defenderei de todas as balas que vos lan5arem2.omas BunAer. vocando o exemplo de 3ide8o e considerandoOse seu .a de mil. 4espondeu. n8o vemos inteli'Sncia por parte do Dave )unt em usar em esse tipo de ar'umento vel. impossibilitou qualquer ne'ocia58o. sempre para atacar a cren5a ou a doutrina de *alvino. Co @U Jolume de “&s 3randes 4eli'i6es” (?FQ@.s da for5a” (p. BunAer publicou um vi'oroso manifesto revolucion<rio endere5ado aos mineiros.e per'untaram porque reunira aqueles pobres camponeses. os camponeses de Bu.a. aliada V esperan5a escatoló'ica de que o *risto seria entroniAado numa era de felicidade.es a vida quando enviaram emiss<rios com propostas de rendi58o e entre'a do l/der.$NQ%. S8o Paulo%. os batistas eram intolerantes.o e requentado.

field.rio. Pamentavelmente. como as .os ile'/timos. rebeli8o e oposi58o.?LL%. deve. (emendo a situa58o que se anunciava. +s anabatistas convidaram fam/lias inteiras das cidades viAin.Yenc. inclusive os anabatistas" “Rasper Sc. a (erra inteira seria destru/da antes da P<scoa.o de 3enebra desvendam uma cidade mais parecida ao resto do mundo do que os admiradores de *alvino 'ostam de admitir. a despeito das amea5as e torturas. inimi'o de Deus. observou que com base na 1/blia.istórias otimistas selecionadas parecem indicar. p. 0os papistas amaldi5oam os luteranos. Z. a 3enebra de *alvino n8o era uma cidade santa.“&o tomarem de assalto a prefeitura e a pra5a do mercado.es os bens”(&s 3randes 4eli'i6es. mas fal. um dos reformadores espirituais. exceto Bunster.=$Q> sse sendo o caso.=$L> *alvino feA o seu mel. fu'iram de Bunster levando seus bens. &nunciavam que. crian5as abandonadas. responder a Deus" de uma maneira universalmente ne'ativa”. totalmente depravado pode responder a Deus somente em descren5a. casamentos for5ados e senten5as de morte”. Jolume 999. Bunster seria a Cova JeruAal. + teólo'o batista (imot. le n8o foi capaA de produAir entre os pecadores a sociedade ideal \ a *idade de Deus de &'ostin.o \ que ele vislumbrara quando ele escreveu suas 9nstitutas. p. Bovidos por intenso ardor reli'ioso.m. expulsaram todos os luteranos e católicos remanescentes. indubitavelmente. +s calvinistas ensinam que o n8o salvo.$NM%.or. os adeptos da nova corrente reli'iosa conse'uiram a liberdade de pre'a58o. os Auin'lianos amaldi5oam os anabatistas e os anabatistas amaldi5oam todos os outros2” ((eolo'ia dos 4eformadores. +s relatos que sobreviveram do *onsel. “+ Desespero da “Piedade” 9mposta.omem n8o re'enerado que . sses documentos revelam “um alto percentual de fil. o s luteranos amaldi5oam os Auin'lianos.ou. Buitos luteranos e católicos ricos.ite explica" “+ . os esfor5os de *alvino em 3enebra estavam fadados ao fracasso antes de se iniciarem_ .=$$> & enteada e o 3enro de *alvino estavam entre os muitos condenados por adult..as para se :untarem a eles na espera do fim 'lorioso dos tempos. confiscandoOl. por sua própria teoria.poca.K 3eor'e revela que a atmosfera de ódio reli'ioso estava impre'nando todos os 'rupos reli'iosos da .

que abra5am o mesmo do'ma. C8o importa o quanto *alvino tentou.uma explica58o de como o eleito poderia ter sido identificado com certeAa entre os . antes da pessoa poder escol. mesmo pela for5a era uma parte inte'ral do sistema praticado por *alvino e seus sucessores imediatos. tomando prefeitura a for5aD Jamos só relembrar" 7 ntre os anabatistas .culo IJ9D 4oubando. apesar disso eles crSem que ser8o capaAes de impor vida piedosa sobre na56es inteiras. +u porque os evan'. o opressor de 3enebraD” 4esposta" que tipo de piedade tin. nem mesmo *alvino saberia.o:e. confiscando bens. *onsiderando os relatos aterradores das fal.ipócritas que a'iram como se estivessem entre os eleitos pelo comportamento. a coer58o at. matando.m estar errado em outros aspectosD Tuantos dos “eleitos” estavam l< em 3enebraD *omo JaK &dams destaca.as de *alvino. + calvinismo n8o tem nen. mas defendiam . ela deve nascer de novo”=$M> Por um ato soberano de Deus.licos continuam a elo'iar *alvino.m. *omo *alvino poderia estar certo que Deus feA esse trabal. Se os calvinistas de . se Deus (se'undo a doutrina de *alvino% n8o ele'eu todos os cidad8os de 3enebra a salva58o (e le aparentemente n8o ele'eu%. ent8o *alvino estava errado em tentar os for5ar aos moldes crist8os.-alando pela maioria dos calvinistas.aviam aqueles que n8o só ensinavam.o:e n8o aprovam tais condutas. uma per'unta aos reconstrucionistas de .er a *risto. *.am os anabatistas do s. n8o pode o calvinismo que produAiu tal tirania tamb. ent8o o mal ainda persistiria \ embora n8o como ostensivamente em outras cidades desses dias.o no cora58o de todos em 3enebraD Se Deus n8o predestinou cada cidad8o de 3enebra a salva58o. 4. &inda. Sproul explica que se'undo a “Jis8o reformada da predestina58o. mas feA apenas por medo das conseq`Sncias temporais. nin'u.

p. ele estava na classifica58o de um . Se .os a'ressivos.ere'e. Cascido Bi'uel Serveto em Jillanova em ?$??.istoriador Justo &nderson. anunciando o fim do mundo em que “+ &rcan:o Bi'uel lideraria uma 'uerra santa contra ambosanticristos. Servetus escreveu pelo menos trinta cartas indese:<veis a *alvino. defendia 7a necessidade da espada7 ()istoria de Pos 1autistas.?N#%. para estes anabatistas. o teólo'o batista (imot. p.e 4estitutionof *. 7a maioria dos batistas in'leses re:eitaram o pacifismo7 ()istoria de Pos 1autistas.os das trevas7 (& ra dos 4eformadores. de acordo com o . com tril.#$L%.os de Deus pe'arem em armas contra os fil. todos aqueles que recusavam o rebatismo 7deviam ser mortos7 (9bidem. *alvino escreveu a -arel. de acordo com o . “Servetus me enviou um lon'o volume de seus del/rios.dia de seu tempo”. +utro l/der anabatista. desden.ael Servetus “descobriu a circula58o pulmonar do san'ue \ a passa'em do san'ue da c^mara direita do cora58o pela art.istoriador arminiano Justo 3onAales.osos e bl<sfemos.culo IJ99. sua purifica58o l< pelo are:amento e seu retorno pela a via pulmonar.#$L%.ria pulmonar por meio dos pulm6es. 1alt. de acordo com o . cu:os del/rios a respeito de *risto refletiam uma combina58o de 9slamismo e Juda/smo. isso. p. (omo 99. a veia da c^mara esquerda do cora58o”.ior )offman (?!F$O ?$!@%. (omo 99. que o intri'avam. o . Por exemplo. sse Servetus intitulou uma de suas obras publicadas de (. Co entanto.eiros. o Papal e o 3enebrino”.K 3eor'e menciona que os anabatistas 7saquearam i're:as e mataram inocentes7 ((eolo'ia dos 4eformadores. que deve ter irritado 'randemente o Hltimo. falando sobre os batistas in'leses do s.istoriador batista Justo &nderson. afirmava que 7seria necess<rio pe'ar os fil. sem contar que. Em eminente l/der anabatista. Suas outras id. ministros em 3enebra. amor.omem con.ristianitK=&s 4estitutas> que só poderia ser tomada como uma afronta pessoale intencional ao autor das 9nstitutas da 4eli'i8o *rist8. m ?@ de -evereiro de ?$!L.F$%. &inda se'undo (imot. Belc.K 3eor'e. =$F> 9nquestionavelmente. p. le era de al'uma maneira “um pouco mais insano do que a m.e praticavam exterm/nio contra seus oponentes. “Servetus" + &rqui )er.tico.ias ultra:antes poderiam ter passado despercebidas se ele n8o as publicasse e n8o tentasse for5<Olas sobre *alvino e seus compan.!?%. ele estava certo sobre al'umas coisas" que Deus n8o predestina almas ao inferno e que Deus .ecido pelo mundo como Bic.asar )ubmaeir (?!MNO?$#M%. p.

o de 3enebra consultou as outras i're:as da Su/5a Protestante e seis semanas depois a resposta deles foi recebida" Servetus seria condenado. & (ortura e a Tueima de Servetus Co inicio do :ul'amento.o votou que Servetus seria queimado vivo.s de queimado. queimar na estaca um . contin.a autoridade tiver peso. de certa maneira. mas n8o executado. essa ló'ica.amam a si mesmos de calvinistas.es . ent8o. Durant nos d< os detal. que durou dois meses. mas eu n8o darei a min. que por sua veA ordenou sua pris8o. se ele vier e a min.m que o viu apesar de seu disfarce e relatou a *alvino.a trinta e oito acusa56es amparadas por cita56es dos escritos de Servetus.o:e que admiram o . *alvino apareceu pessoalmente na corte como o acusador e como “testemun.eresia" Enitarismo (re:ei58o da (rindade% e re:ei58o do batismo infantil.er.ecido quando ele foi a i're:a (possivelmente por medo de ser preso por n8o ir% por al'u.6es ao inferno ardente (todos que le poderia salvar%. *alvino estava inclinado a apoiar este apelo. etc.=L#>+s relatos pessoais de *alvino do :ul'amento acompan. sob a lideran5a de *alvino. se o Deus que se acredita crer que predestina bil.a c. =L@> + *onsel. “ spero que a senten5a se:a a pena de morte”=L?>+bviamente. *alvino escreveu a -arel. . o advo'ado. parece escapar de muitos crist8os evan'. Co entanto.ados da rela58o de tais ep/tetos de Servetus a ele como “o c8o su:o limpou o focin.omem e c.tico totalmente depravado pareceria completamente ameno e facilmente :ustific<vel.orripilantes" le pediu para ser decapitado ao inv. *ontudo.efe para a acusa58o”.=LN>Servetus cometeu o erro de passar por 3enebra sete anos depois em sua ida a C<poles e foi recon.oWo p.licos de . & acusa58o traAida por *alvino. e o *onsel. eu n8o o deixarei sair vivo”.eu consentir ele vir< aqui.rfido patife su:a cada p<'ina com /mpios del/rios”. ele foi sentenciado V morte sob duas acusa56es de .a palavra. mas o anci8o -arelWo reprovou por tal toler^ncia.

e seu Hltimo livro foi preso ao seu lado. queimado na estaca por uma cren5a b/blica que se op[s a . Servetus estava correto em suas ob:e56es ao batismo infantil e foi.8 se'uinte.” 4espostas" + .istoriador Zill Durant.eresia de *alvino da re'enera58o batismal de crian5as.o. o .am a mentalidade de que a . paraWapa'ar essa atesta58o da 'ra5a divinaW. Bas as Hltimas principais ob:e56es (a despeito de suas outras faltas% foram na verdade muito barul.o dito de novo e de novo e a'ora repitoWDeus toma seus próprios m.ora queimando ele morreu.osW=LL> &pesar de suas outras falsas vis6es.eresia deveria ser punida com a morte" . &pós meia .omem se torna nosso irm8o a n8o ser pelo sp/rito de ado58oWsomente conferido pelo ouvir da f.ecido por le como seus fil. em ?Q de +utubro de ?$$@W no camin. Tuando as c.=L!> *alvino acusou Servetus de “ar'umento en'anoso” contra o batismo infantil. portanto.WTue presumir<W que =Deus> n8o pode enxertar as crian5as em *risto por al'um outro m.o =V queima> -arel importunou Servetus a receber o favor divino confessando os seus crimes por . & resposta irrisória de *alvino. afirma que todos os reformadores tin. eu n8o mereci a morte”.todo secretoW. nesse respeito.eresia.todos de re'enerarWconsa'rar crian5as a si mesmo e inici<Olas por um s/mbolo sa'radoWa *ircuncis8o era comum as crian5as antes delas receberem o entendimentoWSem dHvida o pro:eto de Sat8 em atacar o pedobatismo =batismo infantil> com todas as suas for5as .o:e. condensada como se'ue" Servetus =ar'umenta> que nen. le estava preso a estaca com correntes de ferro. que ele seria purificado desse anticrist8o “tom mordaA rid/culo e Aombador que nunca o deixaria”=L$> .amas alcan5aram a sua face ele 'ritou com a'onia. praticadas em muitas i're:as calvinistas nos dias de . “ u n8o sou culpado.omem condenado respondeu.um .que desde o nascimento deles tem sidoWrecon. e ele ro'ou a Deus o perd8o de seus acusadores.& senten5a foi realiAada na man. se'undo -arel. Bas o que eu ten.D Covamente ele ob:eta que as crian5as n8o podem serWnascidas pela palavra.

armos coerSncia em arminianos. ] dito que *alvino o visitou na pris8o e pediu pra ele se retratar. &qui novamente. n8o executado. Decapita58o era a pena para crimes civis. 9nteressante que o Dave )unt só sabe acusar *alvino.omem blasfemo.ael Servetus.o. claramente foram teoló'icas. Para :ustificar as suas a56es. mesmo que os mesmos se:am teólo'os. mantendo o que ele escreveu a -arel sete anos antes. & autoridade civil só a'ia sob o comando da i're:a. n8o civis. Seus escritos se tornaram a 1/blia da . devidoWsobre toda a amar'ura do esp/rito. da perse'ui58o e do ódio teoló'ico.=LQ>-arrar escreve" Para ele =&'ostin. 1ucer declarou de pHlpito.a merecido ser destripado e estra5al. mas n8o faA nada com os demais reformadores (que defendiam a pena de morte para Serveto%.o usou. 1ullin'er mais .o> .eresia que o condenou \ e somente porque *alvino pressionou as acusa56es. no entanto. mas uma tentativa de transferir a responsabilidade V autoridade civil..umano. &o mesmo tempo a disposi58o para que Servetus fosse decapitado ao inv.o de DeusG pela puni58o daquele . Se'undo as leis de 3enebra. p. concordou com os ma'istrados civis deviam punir a blasfSmia com a morte7 (& 4eforma. n8o foi necessariamente motivada por benevolSncia. e foram traAidas pelo próprio *alvino. *alvino feA exatamente o que sua vis8o de Deus requeria. o que mostra o qu8o tendencioso .os s8o dadas um si'nificado t8o inesperado”. &s acusa56es.s de queimado na estaca. -rend disse. deu G3ra5as ao -il. como um via:ante de passa'em.!N$%. sobre os ombros de *alvino.eresia. que Serveto tin. -oi somente sua . queimar na estaca era por . C8o d< pra ac. *alvino tomou emprestada a mesma interpreta58o pervertida de Pucas ?!. deveria ter sido expulso da cidade. Servetus.#@ que &'ostin. “raramente Vs palavras dos evan'el. nós vemos a lon'a sombra de &'ostin.7Belanc.ton em uma carta a *alvino e a 1ullin'er. “+ -racasso das (entativas de &bsolvi56es. strasbur'o. declarando que aquela morte na fo'ueira era Gum piedoso e memor<vel exemplo para toda a posteridadeG. Buitas tentativas foram feitas por seus se'uidores modernos de absolver *alvino pela morte cruel e inescrupulosa de Bic.ado.

resultado do esp/rito e do movimento reformador. 3uil.ea 1.ols.ton escreveu uma carta a *alvino em que ele c.. at.=QN>&pesar de muitas repreens6es.o de Deus” pela :usta “puni58o desse .?M!%. De entre os 'randes l/deres reli'iosos protestantes do s. & 9nquisi58o em Jiena queimou a sua f/'ie.omem blasfemo”.. (odavia. *alvino insistiu que a espada civil deve manter a f.amou a queima de “um piedoso e memor<vel exemplo para toda a posteridade” e deu “'ra5as ao -il. + teólo'o presbiteriano 4obert )astin' Cic. tem contribu/do para que muitas pessoas deixem de faAer :usti5a V 'rande obra desse reformador.9nquisi58o.. Sua conduta estava alin.um reformado autSntico vai :ustificar o ato de *alvino.=LM> )ouve 'rande aclama58o dos *atólicos e Protestantes :untos pela queima de Servetus. Servet foi condenado a fo'ueira. Belanc. cria plenamente na liberdade de reli'i8o” ()istória da 9're:a *rist8.umana para crer no evan'el. “)o:e existe uma pedra no lu'ar onde Servet . Por ne'ar a doutrina da (rindade.. em pedir a morte de Servet. Co entanto.culo de *alvino somente um. Buitos que viviam nos tempos de *alvino recon.a .erme de +ran'e. diA" “& parte de *alvino na execu58o de Servet por motivo de .eresia. pura. & total aprova58o foi deficiente. um ma'istrado.aver um inimi'o a mais sobre os seus errosD \ para :ustificar a morte de Servetus. Seu nome foi aduAido \ e poderia . trair/amos a nossa consciSncia crist8 se deix<ssemos de condenar com todas as for5as o ato de *alvino nesse caso.ada a sua re:ei58o do amor de Deus por todos e sua ne'a58o da escol.olas Xur. & liberdade de consciSncia foi.o. outros discordaram e *alvino se tornou alvo de cr/ticas.=LF>4epreendendo *alvino pela queima de Servetus.” 4esposta" Cen. (.?M@.eceram a perversidade de usar a for5a para promover o “*ristianismo”. Cic. diA". o *. p. Jan )alsema. em 'rande parte.anceler.inden.. mesmo aos ami'os /ntimos de *alvino. disse que a espada era inapropriada para for5ar a f. devemos nos lembrar de que naquele tempo sua atitude foi 'eralmente aprovada em 3enebra e pelos protestantes de quase toda a parte.

umanidade quando o assunto . e esquecer toda a . &tin'ido por tal oposi58o.e em livrar o pa/s desses canal.odoxa e fidei de sacra (rinitate contra prodi'iosos errores Bic. &l'uns cr/ticos ar'umentaram que a queima de Servetus somente encora:aria os *atólicos 4omanos da -ran5a a faAer o mesmo aos )u'uenotes (QN. eri'imos este monumento de reconcilia58o neste #Q de outubro de ?FN@” (Jo8o *alvino ra &ssim. )< uma inscri58o francesa na pedra" 0*omo fil.eresia condena a alma por toda a eternidade (isso era pior do que a predestina58o de Deus a condena58o eternaD%.poca. *alvino aconsel. e. em -evereiro de ?$$!. *alvino publicou um pesado ataque destinado aos seus cr/ticos" Defensio ort. errado o que . de acordo com os verdadeiros princ/pios da 4eforma e do van'el. -oi colocada ali muitos anos depois pelos se'uidores de *alvino.?MF%. que foi o erro de sua .as Aelosos que a'itam o povo a se revoltar contra nós. feito aos .ael Servetus o span.NNN foram abatidos em uma noite em ?$Q#%.o. “.ol.=Q@> . nosso 'rande reformador.ticos e at. *alvino no seu mais frioWassustador em sua maneiracomo no trato de Putero contra os camponeses rebelados”. (ais monstros deveriam ser exterminados.ticos e blasfemadores em puniOlos =com a morte> tornaOse cHmplice de seus crimesW] Deus quem fala e est< claro que lei le teria mantido na 9're:a at. repudiando seu erro. =Q#>+ito anos depois.a severamente" C8o fal.=Q?> + )istoriador 4. o fim do mundoWde modo que n8o poupamos nem parentes de san'ue de nin'u.er. p. le ar'umentou que todos aqueles que se op6em a verdade de Deus s8o piores do que os assassinos." Tuem manter que . como eu exterminei Bic.morreu. *alvino ainda estava se defendendo contra as cr/ticas e ainda estava defendendo a queima de )ere'es. e que Deus instruiu explicitamente os *rist8os a matar os . (udor Jones declara que esse tratado que *alvino escreveu em defesa da queima de Servetus. enquanto a .m. combater para a Sua 'lória.er. ape'andoOnos V liberdade de consciSncia. porque assassinar mata meramente o corpo.aelis Serveti. mesmo ferir com a espada qualquer cidade que abandonou a verdadeira f.os reverentes e a'radecidos de *alvino. m uma carta de ?$L? ao BarquSs de Poet. alto Bordomo do 4eino de Cavarro. “&uto Justificativas de *alvino.

enquanto que ao mesmo tempo recon. e assumiu a responsabilidade pelo ne'ócio. &s lutas eram de vida e morte.m eram violentos e san'uin<rios” ( studos 1/blicos Sobre o 1atismo de *rian5as. *alvino :ustificou de novo a morte de Servetus.o:e ainda persistem em oferecer uma desculpa após outra para inocentar seu . &queles que representavam a teolo'ia arminiana na . na .poca do S.uma dHvida que *alvino antes. sob min. procurava eliminar os advers<rios.ecendo que ele era o respons<vel" “ que crime foi o meu se o nosso *onsel. faAendo alus8o a quest8o da intoler^ncia reli'iosa.lebre desastre de Bunster. aprovou explicitamente e defendeu colocar ele =Servetus> a morte. p.o.ilippe Pandes.#$L% e de um “reino violento” (9bidem. na Su/5a e em outros partes da uropa os anabatistas foram combatidos pelos reformadores e o san'ue de al'uns deles foi derramado pelo poder civil.n Bc*lintoc.culo IJ9 \ eram os anabatistas e os católicos (principalmente os :esu/tas%.poca e após o evento.am o poder le'al de impor a sua reli'i8o. +s c. e James Stron'. uma parte destes 'rupos como “os violentos anabatistas” ((eolo'ia dos 4eformadores.efes do estado tin.Em ano depois (somente dois anos antes de sua morte%. p. Tuando um partido qualquer 'al'ava o poder. tamb. especialmente na 'uerra dos camponeses e por ocasi8o do c. quanto a outra parte (os :esu/tas%.a. ambos intolerantes. temporariamente como aconteceu na 'uerra dos camponeses e no caso de Bunster. mesmo um calvinista fiel como Zilliam *unnin'. *ontudo.a exorta58oWse vin'ou de sua blasfSmias execr<veis (Snfase adicionada%D”=Q!> +s calvinistas de . “os :esu/tas eram arminianos” (*uKclopedia of . at. soteriolo'icamente falando. afirmam que.am escreve" C8o existe nen. os eruditos arminianos Jo.???%. p. + erudito batista (imot.=Q$>” 4esposta" + erudito presbiteriano P.erói. quando os anabatistas subiam ao poder. )avia nesse tempo muita intoler^ncia por parte de todas as correntes reli'iosas.#$F%. diA" “Ca &leman.K 3eor'e.

Ser “Covas criaturas em *risto” para n8o ir al. Servetus foi apenas uma de muitas vitimas do calvinismo levado Vs suas conclus6es ló'icas. com tanta freq`Sncia.m do que as conven56es de suas culturas e de seus momentos na . (. embora consistente com sua teolo'ia. torturar e matar a fim de for5ar os cidad8os de 3enebra ao comportamento que Deus predestinou e causariaD *alvino tem sido aclamado como um exemplo piedoso que baseou seu exemplo e teolo'ia unicamente na scritura.1iblical.o:e se queixam “Cen.um l/der *rist8o :amais tem sido. muito do que ele feA n8o era b/blico e era extremo. + calvinista fiel *. Tuem n8o se lembra de que o :esu/ta Jos. Jolume 9.=QM> C8o . a execu58o de Servetus e a doutrina da predestina58o”. sempre o mesmo.eolo'ical. C8o . de &nc. and cclesiastical Piterature.ieta assassinou os autores da *onfiss8o de -. da 3uanabara. a5oitar. p. em ?$$M. em pleno solo brasileiroD “& Jida *rist8 Deve se *onformar com a *ulturaD +s apoiadores de *alvino de . o fundamento usual para a condena58o .ido de Deus desde a eternidade passada para coa'ir. 3re'' Sin'er declara que “a 'randiosidade secreta da teolo'ia de *alvino est< nas 'arras do ensino b/blico da soberania de Deus”. poss/vel que al'o da teolo'ia de *alvino eraantib/blico como os princ/pios que 'uiaram sua condutaD Zilliam Jones declara" com respeito a *alvino.=QL>De fato. Bas. +s defensores 'eralmente pleiteiam que o que *alvino feA era uma pr<tica comum e que ele deveria ser :ul'ado conforme o padr8o de ser tempo. o cora58o do calvinismo. uma raA8o suficiente para examinar o calvinismo cuidadosamente a partir das scriturasD Tue o Papa e Putero se :untaram em uma alian5a profana com o 'overno civil para aprisionar. manifesto que Wa mais odiosa caracter/stica em todo o multiforme car<ter do papado aderiu nele por toda a vida \ eu quero diAer o esp/rito de perse'ui58o. somente *risto o padr8o de seus se'uidoresD le n8o . sse fato n8o .istóriaD *ertamente n8o_ & soberania de Deus em controlar e causar todas as coisas que ocorrem . torturar e matar dissidentes em nome de *risto n8o :ustifica *alvino. imut<vel pelo tempo ou culturaD *omo os papas podem ser .=QQ>*alvino verdadeiramente poderia ter acreditado que ele era o instrumento escol.!?@%. condenado por tantos. .

depois pac/fica.condenados (e certamente s8o% pelo mal que eles fiAeram sob a bandeira da cruA. (endo em vista este princ/pio (Somente a scritura%.m deve andar como ele =*risto> andou. tamb. e sem . (? Jo8o #"L% u me per'unto como tantos l/deres *rist8os de .. entre muitas que condenam *alvino" a Bas a sabedoria que do alto vem . amaldi5oaram.eia de misericórdia e de bons frutos.ipocrisia.ecido como o 'rande sistematiAador dos postulados crist8os. Por exemplo. mas a ne'a58o da doutrina da (rindade. *alvino ostentava como textoO<ureo de seu labor teoló'ico esta ora58o latina GSola ScripturaG. roubavam e assassinavam seus oponentes. o Pr. at.” 4espostas" (a% + motivo para a execu58o de Servet n8o foi a predestina58o. *alvino pode . os arminianos se utiliAam dela para ne'arem doutrinas b/blicas.omem cu:o comportamento foi muitas veAes t8o distante dos exemplos b/blicos refletidos acima. c. (c% Tuando os anabatistas e os arminianos :esu/tas perse'uiram. ? (m #"??.o de outros arminianos. primeiramente pura. que nem mesmo isso vai poder ofuscar o bril.o da obra e da vida de *alvino na uropa e no mundo todo. Por exemplo. trat<vel.poca ou em sua própria opini8o. sem parcialidade.?#% era baseada em quest6es culturais de sua . (b% *om rela58o a quest8o cultural. suas pr<ticas estavam li'adas diretamente V sua quest8o soterioló'ica e eclesioló'icaD u só queria que o Dave )unt e os seus simpatiAantes respondessem esta per'unta_ (d% & despeito do despreAo de Dave )unt e de seus simpatiAantes a *alvino. confiscaram. enquanto *alvino .eres exercerem fun58o eclesi<stica (? *o ?!"@!. o fato .o:e podem continuar a elo'iar um .@$. *laudionor *orrea de &ndrade (ministro das &ssembleias de Deus%" 7*on. moderada. embora em uma escala menorD &s se'uintes s8o somente duas passa'ens. muitos deles afirmam que a proibi58o de Paulo com rela58o as mul. conforme testemun. dispensado por faAer o mesmo. ((ia'o @"?Q% a &quele que diA que est< nele.

e que seus coment<rios s8o mais valiosos do que qualquer coisa que nos ten..er. CelYs PaYrence +lson (arminiano%. David S Sc. publicada em P. o próprio James &rminio (?$LNO?LNF%. Pois afirmo que na interpreta58o das scrituras *alvino .ttp"ccbereianos.aff (metodista arminiano%" 7+s coment<rios de *alvino s8o um monumento de exposi58o cr/tica dos livros b/blicos7 (Cossa *ren5a e de Cossos Pais. 4ev.o ao mundo. .. e mais do que qualquer outra coisa. Suas opini6es teoló'icas s8o estudadas at.culos de obscurantismo. diAia de *alvino" 7Depois da leitura das scrituras.. diA de *alvino" “ ste 'rande reformador viveu entre os anos ?$NF e ?$L! e foi 'randemente usado por Deus para traAer novamente a luA do evan'el. p. )artsoe.Q?% at. nU ?N?%.o:e por todos que exercem lideran5a espiritual” (+ 1atismo 1/blico e a (rindade.L$%.$L%. p.brc#N?@cNFcdeixaiOmentiraOeOfalaiO verdade. p. acima da maioria. acima de todos7 (*arta escrita a Sebastian 'bertsA. e *.ser considerado um teólo'o essencialmente b/blico7 (Dicion<rio (eoló'ico.a sido le'ada nos escritos dos pais b tanto assim que atribuo a ele um certo esp/rito de profecia no qual se encontra em uma posi58o distinta acima dos outros.. incompar<vel. van Pimborc.blo'spot.. eu recomendo a leitura dos *oment<rios de *alvino .. na verdade. ?QN!>.eolo'icae =&msterdam. Praestantium ac ruditorum Jirorum pistolae cclesiasticae et (.tmld..EnRJc-PEe3Y . . edi58o de ?FFL. =*P&D>.. pai dos arminianos.com. após tantos s..