OFICINA “DINHEIRO, DINHEIRO MEU!?

” 1º MOMENTO (10 min) A) Apresentação inicial dos participantes [relembrando nomes, gr pos, c rsos, passatempos !a"oritos e moti"o pelo # al escol$e a o!icina (# ais são as e%pectati"as&)' () Apresentação dos !acilitadores da o!icina )) Ob*eti"os da o!icina+ 1. Repensar, à luz das Es r!"uras e de n#ss# rela !#na$en"# #$ Deus, n#ssa rela%&# #$ # d!n'e!r#( )Nota: “Existem diferentes níveis
de comprometimento da comunidade cristã. […] Geralmente evitamos o discipulado radical sendo seletivos: escolhemos as áreas nas uais o compromisso nos conv!m e ficamos distantes da uelas nas uais nosso envolvimento nos custará muito" # *#'n +"#"", “O discípulo radical"$

,. Ass!$ #$# # d!n'e!r# "# a n#ss#s rela !#na$en"#s, ele 'e3a "a$/2$ à n#ssa 0!da !n"er!#r. 8# 9 per e/e !ss# e$ s! $es$#? 1. :#r 5ue 5ues"6es rela !#nadas à d!n'e!r# #s"u$a$, #u ser "a/u e$ n#ss#s rela !#na$en"#s #u, ausar al3u$ des #n-#r"# pess#al? Henr! N#u;en, "e<l#3# '#land9s, d!z al3# !n"eressan"e s#/re !ss#=
“% ra&ão deste assunto ser ta'u ! ue dinheiro tem muito a ver com a uele lu(ar íntimo em nossos cora)*es onde precisamos de se(uran)a+ e n,s não ueremos revelar nossa necessidade de se(uran)a ou doar nossa se(uran)a a al(u!m ue- mesmo ue acidentalmente- venha um dia nos trair. .uitas vo&es ao nosso redor e- internamente- nos avisam so're o peri(o da depend/ncia. […]0 1[Entretanto] % pressão em nossa cultura por ter se(uran)a no futuro e controle so're nossa vida o uanto mais pudermosnão encontra amparo na 2í'lia3."

,. Es"!$ular u$a re-le.&# s#/re # es"!l# de 0!da d# r!s"&# e( 1. Es"!$ular a ad#%&# de !ns"ru$en"#s e $2"#d#s para a #r3an!za%&# de n#ss#s re urs#s -!nan e!r#s. 4º MOMENTO ,º MOMENTO A) -espondendo ao # estion.rio /Aspectos basais da relação pessoa0din$eiro1 (Ane%o 2) (13 min) () -e!letindo sobre alg ns pontos importantes a partir do # estion.rio (10 min) 1. 4uer 3#s"e$#s, 5uer n&#, # d!n'e!r# 2 u$a real!dade en"ral d#s n#ss#s rela !#na$en"#s )pess#a!s, -a$!l!ares, #$ #r3an!za%6es en"re #u"ras #!sas7. E$ 5ue $#$en"#s p#de$#s e0!den !ar !ss#? A) O # e a (5blia tem a nos di6er sobre din$eiro e # est7es !inanceiras& (,0 min) 1. E$ 5ue res!de # pr#/le$a d# d!n'e!r#? 8e@a$#s Cl 1.?( I A$ B.1C e H/ 11.?. ,. Cl 1.?, #$para a 3anDn !a à !d#la"r!a. :#r 5u9? 8e@a$#s # 5ue *esus d!z e$ E . 1B.11 e dep#!s, M" B.1F>,1. E$ 5ue essas pala0ras de *esus n#s "# a$ 5uand# pensa$#s e$ “d!n'e!r#”, “/ens $a"er!a!s”, “ #n-#r"#”, “se3uran%a” e “es"a/!l!dade”? 1. 8e@a$#s a!nda :0 11.,G e Fp H.11. Ap<s ler esses "e."#s, re-l!"a u$ p#u # nas suas resp#s"as a# 5ues"!#nIr!# e pense n#
)In"er0al#? > ? $!n7

Eual=is$ !=são$ o=s$ principal=is$ fim=ns$ dos recursos materiais ue :eus concede Fs pessoas7 III.B>. !s"# 2. C# G. ad$!n!s"rad#res d#s re urs#s 5ue ele d!sp#n!/!l!z#u. *esus #l'a para ele #$ #$pa!. A ad0er"9n !a de A3 .as ue características ele precisa ter7 8omo distin(ui#lo em particular do estilo de vida dos ue não professam o cristianismo7 E de ue maneira ele deve refletir os desafios do mundo contempor9neo: sua aliena)ão tanto em rela)ão a :eus como em rela)ão aos recursos da .oda ri ue&a ! formada de forma inGusta e pecaminosa7 I8. n#ssa a"!"ude n&# p#de ser d!-eren"e! () 8 e contrib iç7es temos para esse ass nto a partir de o tras !ontes& (.. den#$!nad# “C#nsul"a +#/re Es"!l# de 8!da +!$ples”.ue ele criou para (o&o de todos7<" =Nota: 6tott menciona ue uma tend/ncia secular muito difundida e a ual os cristãos devem evitar ! o materialismo. A par"!r des"e.não podendo.se3u!n"e= A-!nal de #n"as.1F( E 1. Cr!s"# 'a$a seus se3u!d#res a /us ar u$a l!/erdade !n"er!#r e$ -a e da sedu%&# das r!5uezas e a ul"!0ar u$a 3ener#s!dade sa r!-! !al )I A$ B. 6endo definido como “uma preocupa)ão com coisas materiais ue podem a'afar a nossa vida espiritual".erra. p#r sua 0ez. n#s ad0er"e$ 5uan"# a# per!3# das r!5uezas )+l HF.F7.G7. a 5ual de$#ns"ra n#0#s 0al#res. se3u!nd# seu e.0 min) 1.. d# 5ual ele $es$# -ez par"e. Cr!a%&# L Deus 2 # r!ad#r de "#das as #!sas e.portanto. M#rd#$!a L Os seres 'u$an#s -#ra$ r!ad#s #$ # pr#p<s!"# de ser0!r e ad#rar a Deus. d#$Kn!# s#/re "#da a Aerra )Mn 1.ss7.e$pl# ).1 0ale para 5ual5uer lasse s# !al. Mas qual o estilo de vida certo? [(rifo nosso] 6e a vida ! nova. -#! pr#duz!d# u$ d# u$en"# !n"!"ulad# “C#$pr#$!ss# e0an32l! # #$ u$ es"!l# de 0!da s!$ples” 5ue #$e%a #$ as se3u!n"es #l# a%6es= “15ida0 e 1estilo de vida0 são express*es ue o'viamente se pertencem. Al2$ d!ss#.o estilo de vida precisa ser novo tam'!m. #n edeu a#s seres 'u$an#s.1?( I A$ B.<?#<@+ Ac ?. Ire$#s a/#rdar apenas ? e$ n#ssa #-! !na.Nss( M" 1F. n#0#s padr6es e u$ n#0# es"!l# de 0!da.. 5ual 2 a 0erdade!ra /ase da $!n'a se3uran%a? Deus #u # d!n'e!r#? H.3B-33 e+ Ef C. *esus e #u"r#s es r!"#res /K/l! #s. 4 estilo de vida cristão: *#'n +"#"" !"a e$ seu l!0r# “O d!s Kpul# rad! al”.1( M H. O apel# de Deus às au"#r!dades e à I3re@a 2 5ue use$ de suas resp#nsa/!l!dades para de-ender #s p#/res. u$ se$!nIr!# real!zad# na d2 ada de 1FGC.. :eus uer então ue os cristãos seGam po'res7 .separar#se uma da outra. na In3la"erra. n&# 'I respald# /K/l! # para pensar$#s 5ue de0e$#s a$ar $en#s as pess#as r! as.. :#/reza e r!5ueza L A p#/reza !n0#lun"Ir!a 2 u$a #-ensa #n"ra a /#ndade de Deus. A par"!l'a de /ens "#rn#u>se $ar a da !3re@a pr!$!"!0a )A" H. Deus n#s "#rn#u $#rd#$#s.$ Esse d# u$en"# apresen"a n#0e p#n"#s rela !#nad#s a# es"!l# de 0!da s!$ples d# r!s"&#. per e/e$#s 5ue. . Todos os cristãos dizem ter recebido de Jesus Cristo uma nova vida.G7. C#$# d!s Kpul#s.1s7.1C7. a# 0er # #n-l!"# 5ue e.1.F. Apesar da JK/l!a n#s de$#ns"rar lara$en"e a pre# upa%&# de Deus #$ # p#/re e # “lu3ar espe !al” 5ue es"e "e$ n# #ra%&# de Deus. . A n#0a #$un!dade L A !3re@a 2 des"!nada a ser a n#0a #$un!dade de Deus. "#da a r!a%&# $an!-es"a sua 3l<r!a )+l 1F7 Em ue isso influencia nossa rela)ão com o meio am'iente7 8omo deve o cristão se portar diante de uest*es am'ientais7 II. 5amos dar uma olhada em tr/s textos: >v 33.&# )M 1C.!s"!a n# #ra%&# des"e. Es"e. I.<D. Al2$ d!ss# 5uand# le$#s n# e0an3el'# de Mar #s # en #n"r# de *esus #$ u$ '#$e$ r! #.

“se as nossas despesas com conforto. 4ual a 0al!dade de "a!s $2"#d#s? A) Ati"idade pr.CC?. :+. 8ristianismo puro e simples.. In= UEEIN.e diversão são e uivalentes ao padrão comum entre os ue (anham o mesmo tanto ue n. 9º MOMENTO .. A par"!r da sua anIl!se e d#s #n'e !$en"#s "ra/al'ad#s nessa #-! !na.#”. )Ed.P 4 ue voc/ pensa a respeito desse comentário7 . Re0e@a a l!s"a das per3un"as B e N d# 5ues"!#nIr!#.tica+ 1. Km ano com 8. 1 L EETI+. C+. . *.C11. :re0!s&# #r%a$en"Ir!a. […] >ara muitos de n. Ierramentas de controleJ(estão financeiro. 4 discípulo radical. Ee. .mas no medo H medo da inse(uran)a. Es"!l# de 0!da pess#al L E$/#ra # es"a/ele !$en"# de re3ras #u re3ula$en"#s n&# se@a a #ndu"a $a!s apr#pr!ada para #nduz!r 5ual de0e ser n#ss# es"!l# de 0!da( #s r!s"&#s pre !sa$ "#$ar a"!"udes prI"! as a -!$ de s!$pl!-! ar # es"!l# de 0!da pess#al. !!.Em ue sentido nossas i(reGas podem adotar um estilo simples de ser7 8. AeLis. . Fa%a u$a anIl!se e "en"e separar seus 3as"#s nas se3u!n"es a"e3#r!as= “ne ess!dade”. >recisamos reconhec/#lo muitas ve&es como uma tenta)ão?". OU$ adend#= C. !. # 5ue 0# 9 3#s"ar!a de $udar e$ rela%&# a#s seus 3as"#s? 1. “'#//Q r!a"!0#”.s. . +. C#n"r#le de 3as"#s. Re"#$and# per3un"as d# 5ues"!#nIr!#. “'#//Q das 0a!dades”.7. III.C11. REFERSNCIA+ 1 L NOUTEN. =3B min$ I. 8!%#sa= Ul"!$a"#.luxos. Aradu%&# l!0re p#r Jrun# Jarre"#.sprovavelmente estamos dando muito pouco.o (rande o'stáculo F caridade não está nos luxos da vida ou no deseGo por mais dinheiro. 6. Espiritualidade na capta)ão de recursos. )ANERO II7 . “ ele/ra%6es # as!#na!s” e “a"!0!dades r#"!ne!ras”.!s -ez u$a #la%&# !n"eressan"e s#/re esse aspe "#. L +AOAA. “lu. Ele a red!"a0a 5ue. II. H. Fa%a u$a #ra%&# e #l#5ue d!an"e de Deus # desa-!# de u"!l!zar #s seus re urs#s #$ $a!s sa/ed#r!a a ser0!%# d# Re!n#. 8!%#sa= Ul"!$a"#. M#del#s e -erra$en"as para #n"r#le -!nan e!r#.

!3re@as. 8# 9 @I #r#u a Deus ped!nd# re urs#s $a"er!a!s eV#u sa/ed#r!a para u"!l!zar esses re urs#s? C#$ 5ue -re5u9n !a 0# 9 -az !ss#? . 8# 9 "e$ 'I/!"# de p#upar d!n'e!r#? F. pensand# 5ue ele ser!a usad# para a@udar pess#as e$ "ra"a$en"# de Dn er. O 5ue 0# 9 sen"e 5uand# al3u2$ l'e pede d!n'e!r#? 1. +eus -a$!l!ares )#u a$!3#s7 l'e ens!nara$ 'a/!l!dades e$ l!dar #$ # d!n'e!r#? B. I$a3!ne 5ue 0# 9 -#r$#u e #$e%#u a "ra/al'ar. I$a3!ne 5ue 0# 9 d##u RY 1.7 ?.ANE:O 2 8 estion. 8# 9 sa/e 5uan"# essas pess#as 5ue l'e sus"en"a$ -!nan e!ra$en"e 3an'a$? 1. 8# 9 se sen"e /e$ 5uand# "e$ “$u!"#” d!n'e!r#? E 5uand# n&# "e$.!$as? H. Ae$p#s dep#!s. 4uand# e$ sua -a$Kl!a )#u Kr ul# de a$!3#s7 al3u2$ res#l0e #u. @I "en"#u u"!l!zar? :#r 5ue 0# 9 n&# #nse3u!u $an"er # 'I/!"#? 1C. 8# 9 2 u$a pess#a -!nan e!ra$en"e dependen"e d#s seus pa!s eV#u paren"es eV#u a$!3#s? )+e s!$. reen #n"ra #le3as de -a uldade e.. 0# 9 des #/re 5ue. des #/re 5ue eles es"&# 3an'and# "r9s 0ezes $a!s 5ue 0# 9. pre !sa.. Ma!s "arde. +e n&#..CC para al3u2$..rio+ /Aspectos basais da relação pessoa0din$eiro1 1. ONMXs #u Os !pXs #u. na 0erdade. 8# 9 u"!l!za al3u$ $2"#d# para #n"r#lar seus 3as"#s -!nan e!r#s? C#nse3ue u$pr!r essa "are-a re3ular$en"e? +e n&# u"!l!za nen'u$ $2"#d#. !ns"!"u!%6es d!0ersas? +e n&#. 0# 9 se pre# upa e$ d#ar? 11. par"!d#s p#lK"! #s. C#$# 0# 9 se sen"!r!a? 1?. nas #n0ersas. 5ue sen"!$en"#s #u sensa%6es 0# 9 per e/e sur3!r n# $e!# desse 3rup#? )As #n0ersas s#/re esse assun"# se pr# essa$ #$#? C#$ l!/erdade? An3Ws"!a? Ner0#s!s$#? C#$ esperan%a?. #n0ersar s#/re al3# rela !#nad# a d!n'e!r#. esse d!n'e!r# -#! usad# para -azer u$a 0!a3e$. 4ue sen"!$en"#s sur3!r!a$ e$ 0# 9? O 5ue 0# 9 -ar!a? 11. resp#nda as 5ues"&# . 8# 9 sen"e 5ue "e$ l!/erdade para -alar # 5uan"# 0# 9 re e/e #$ pess#as $a!s pr<. pule para a 5ues"&# 17 .. 8# 9 d#a par"e d#s seus re urs#s -!nan e!r#s )#u $a"er!a!s7 para a$!3#s.CCC. C#$ # 5u9 0# 9 3#s"a de 3as"ar seus re urs#s -!nan e!r#s? G. # 5ue 0# 9 sen"e? 1H. 4ua!s s&# #s seus $a!#res 3as"#s? E #s $en#res? N.

ANE:O 22 Ne ess!dade Eu.# H#//Q r!a"!0# “H#//Q das 0a!dades” Cele/ra%6es # as!#na!s A"!0!dades r#"!ne!ras .