UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Comissão Executiva do Vestibular


VESTIBULAR 2013.2
1
a
FASE
PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS

APLICAÇÃO: 26 ! MAIO ! 2013
DURAÇÃO: 0" HORAS
IN#CIO: 0$%00&'(
T)RMINO: 13%00&'(

Após receber o seu *a+,-./+!01.0,a, copie nos locais apropriados, uma vez com 2!,+a *3+0'4a e outra
com 2!,+a ! 5.+&a, a seguinte frase:
Superação é marca dos vitoriosos. Superação é marca dos vitoriosos. Superação é marca dos vitoriosos. Superação é marca dos vitoriosos.
ATENÇÃO6
• Este Caderno de Prova contém ! "sessenta#
$uest%es com & "$uatro# alternativas cada,
distribu'das da seguinte forma:
L7(83a P.+,383!0a "(& $uest%es: 01/1"#,
Ma,!&9,'*a "(! $uest%es: 1:/2"#,
H'0,;+'a "! $uest%es: 2:/30#,
G!.8+a5'a "! $uest%es: 31/36#,
F70'*a "! $uest%es: 3</"2#,
=37&'*a "! $uest%es: "3/">#,
B'.2.8'a "! $uest%es: "$/:"#,
L7(83a E0,+a(8!'+a "! $uest%es: ::/60#)
• Estão contidas neste caderno de prova as $uest%es das tr*s l'nguas estrangeiras: Espan+ola,
,rancesa e -nglesa)
• Voc* dever. escol+er as $uest%es de l'ngua estrangeira, numeradas de :: a 60, de acordo com
sua op/ão no ato da inscri/ão)
OUTRAS INFORMAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DESTA PROVA ENCONTRAM-SE NA FOLHA DE INSTRUÇÕES
QUE VOCÊ RECEBEU AO INGRESSAR NA SALA DE PROVA.

N?MERO DO GABARITO

0ar$ue no local apropriado
do seu cartão1resposta o n2mero (
$ue é o n2mero do gabarito
deste caderno de prova e $ue
também se encontra indicado no
rodapé de cada p.gina)
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR
VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
a
FASE – APLICADA EM 260!2013

O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a 2

L#NGUA PORTUGUESA

TE@TO I
3 texto - desta prova é um excerto da parte 4,
cap'tulo ---, da obra Bandeirantes e pioneiros:
1a+a2!2. !(,+! 3a0 *32,3+a0, de Vianna 0oog 5
ga2c+o de 6ão 7eopoldo "8(9! 5 †(9::#) ;esse
cap'tulo, 0oog faz um estudo comparativo entre a
coloniza/ão dos E<A e a do =rasil, um paralelo entre
as funda/%es da América inglesa e da América
portuguesa)

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A. desde logo uma fundamental diferen/a
de motivos no povoamento dos dois pa'ses: um
sentido inicialmente espiritual, orgBnico e
construtivo na forma/ão norte1americana, e um
sentido predatório, extrativista e $uase só
secundariamente religioso na forma/ão
brasileira)
3s primeiros povoadores das colCnias
inglesas da América, principalmente os
puritanos do Mayflower, não vieram para o
;ovo 0undo só ou predominantemente em
busca de minas de ouro e de prata e de ri$ueza
f.cil) Vieram, isto sim, acossados pela
persegui/ão na p.tria de origem, em busca de
terra onde pudessem cultuar seu Deus, ler e
interpretar a sua ='blia, trabal+ar, aEudarem1se
uns aos outros e celebrar o ritual do seu culto,
F sua maneira) Ao embarcarem, trazendo
consigo todos os +averes, mul+eres e fil+os,
deram as costas F Europa, para fundar deste
lado do AtlBntico, uma nova p.tria, a p.tria
teocr.tica dos calvinistas) ;ão pensavam no
regressoG para eles só +avia um modo de ser
agrad.vel a Deus: ler a ='blia e trabal+ar,
trabal+ar e prosperar, prosperar e acumular
ri$uezas) Eram colonizadores, não
con$uistadores) Aouve depois, é certo, os $ue
desgarraram para o 3este, F procura de minas
de ouro e fortuna f.cil, mas, $uando isso
aconteceu, o sentido, o ritmo da +istória norte1
americana E. estava estabelecido e
definitivamente estabelecido, construtivo,
moral, orgBnico)
;o =rasil, infelizmente, ocorreu em $uase
tudo precisamente o contr.rio) 3s portugueses
$ue vieram ter primeiro Fs terras de 6anta Cruz
eram todos fiéis vassalos de El1Hei de Portugal)
6e, por um lado, deseEavam ampliar os
dom'nios da cristandade, Ia ,é e o -mpérioJ,
traziam E. os ol+os demasiadamente dilatados
pela cobi/a) Eram inicialmente con$uistadores,
não colonizadores, como seriam mais tarde
bandeirantes e não pioneiros) Como El1Hei,
como toda a Corte, após a descoberta do
camin+o das Kndias, $ueriam despoEos e
ri$uezas) E ninguém embarcava com o
pensamento de não mais voltar F p.tria
lusitana) E ninguém trazia o propósito de
enri$uecer pela constBncia no trabal+o)
?!
?(
?4


Deixavam atr.s a p.tria, os amigos, a fam'lia,
as ocupa/%es normais, na esperan/a do
Eldourado)

Vianna 0oog) Bandeirantes e pioneiros: Paralelo
entre duas culturas) Cap'tulo ---: Con$uista e
coloniza/ão) p) (!>1(!&) Lexto adaptado)

01. Assinale a op/ão $ue aponta, de acordo com o
excerto transcrito, o fator $ue, para o enunciador, é
respons.vel por muitas das diferen/as entre os E<A
e o =rasil)
A# As religi%es dos dois povos $ue c+egaram Fs
novas terras: calvinismo e catolicismo)
=# A diferen/a dos obst.culos $ue os dois povos
tiveram $ue vencer)
C# As raz%es $ue levaram ao povoamento das
duas terras)
D# A maior ri$ueza dos territórios do norte em
compara/ão com a ri$ueza dos territórios do
sul)

02. Considerando o ponto de vista do enunciador,
escreva V se a afirma/ão for verdadeira e ,, se for
falsa) As afirma/%es podem estar expl'citas, no
texto, ou resultar de infer*ncias)
" # 3s povoadores dos E<A tin+am o propósito
de ficar na nova terra, en$uanto os do =rasil
tin+am o obEetivo de enri$uecer e voltar para
Portugal)
" # 3s propósitos iniciais dos dois povos tiveram
conse$u*ncias decisivas na constru/ão das
duas na/%es)
" # 3s colonizadores estão para os
con$uistadores assim como os pioneiros
estão para os bandeirantes)
" # Era próprio dos con$uistadores o esp'rito
construtivo, en$uanto o esp'rito predatório
era próprio dos colonizadores)
" # 3s valores próprios do Calvinismo foram
decisivos para o tipo de desenvolvimento
das colCnias norte1americanas)
Est. correta a seguinte se$u*ncia de cima para
baixo:
A# ,, ,, V, V, ,)
=# V, V, ,, ,, ,)
C# ,, ,, ,, V, V)
D# V, V, V, ,, V)




UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR
VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
a
FASE – APLICADA EM 260!2013

O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a 3

03. 3 voc.bulo Mayflower significa Iflor de maioJ)
3bserve com aten/ão o contexto em $ue a palavra
aparece "lin+as :144# e mar$ue a alternativa $ue
completa corretamente o seguinte enunciado: Com
I0aMfloNerJ se denominou
A# a primeira igreEa constru'da pelos calvinistas
na América do ;orte, F custa de muito trabal+o
e sacrif'cio)
=# o navio $ue, em (4!, atravessou o AtlBntico
levando os primeiros calvinistas para a América)
C# a primeira cidade constru'da pelos calvinistas na
América e $ue ficava Fs margens de um lago)
D# a nova terra $ue, na c+egada dos calvinistas,
no m*s de maio, em plena primavera, estava
coberta de flores)

0". Considere a seguinte passagem do texto: Iem
busca de minas de ouro e de prata e de ri$ueza
f.cilJ "lin+as ((1(># e o $ue se diz dela)
-) 3 segundo IeJ do excerto não tem Eustificativa
gramatical, mas estil'stica)
--) En$uanto o primeiro IeJ coordena a expressão
Jde minas de ouroJ com a expressão Ide
"minas# de prataJ, o segundo IeJ coordena a
expressão Ide minas de ouro e de "minas# de
prataJ com a expressão Ide ri$ueza f.cilJ)
---) As tr*s locu/%es adEetivas 5 Ide minas de
ouroJ, Ide "minas# de prataJ e Ide ri$ueza
f.cilJ 5 completam o sentido do substantivo
IbuscaJ)
Est. correto o $ue se diz apenas em
A# - e ---)
=# -- e ---)
C# - e --)
D# ---)

0:. 3bserve o trec+o seguinte e o $ue se diz dele,
em uma perspectiva estil'stica: Ipara eles só +avia
um modo de ser agrad.vel a Deus: ler a ='blia e
trabal+ar, trabal+ar e prosperar, prosperar e
acumular ri$uezasJ "lin+as 4>14#)
-) A. uma grada/ão ascendente, formada por
tr*s grupos de dois verbos, repetindo1se o
2ltimo elemento de cada grupo no in'cio do
grupo seguinte) Essa grada/ão ilustra as v.rias
etapas de trabal+o por $ue passaram os
colonizadores americanos até ficarem ricos)
;ão foi uma prosperidade f.cil)
--) 3s verbos $ue formam a grada/ão são verbos
de a/ão, o $ue pode servir para ilustrar a vida
laboriosa dos colonizadores das terras do
norte)

---) A repeti/ão dos verbos marca, de certa forma,
o ritmo do excerto, causando a sensa/ão do
esfor/o empreendido pelos colonizadores para
formar a nova p.tria e para prosperar)
Est. correto o $ue se afirma em
A# - e -- apenas)
=# - e --- apenas)
C# -, -- e ---)
D# -- e --- apenas)

TE@TO II


3 texto -- desta prova foi extra'do do segundo
cap'tulo da novela A indesejada aposentadoria, do
escritor maran+ense Oosué 0ontello "8(9(@ 5
†4!!#) ContemporBneo dos escritores $ue fizeram
o romance de >!, 0ontello enveredou por outro
camin+o: explorou a narrativa urbana) Escreveu
uma das obras1primas da literatura brasileira: Os
tambores de São Luís "(9@?#) A novela A indesejada
aposentadoria, de (9@4, conta a +istória de
Pui+ermino Pereira, um funcion.rio p2blico, E. nas
vésperas de se aposentar)

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Puil+ermino pertencia a uma casta de
burocratas $ue E. desapareceu de nossas
reparti/%es p2blicas) De sua espécie talvez
ten+a sido o derradeiro exemplar con+ecido,
tanto no traEo $uanto nos modos e na figura)
;os 2ltimos tempos de sua exist*ncia
med'ocre, E. era um anacronismo) Por isso
mesmo est. ele a reclamar papel e tinta,
2nicos instrumentos poss'veis de sua
merecida sobreviv*ncia) ;ão propriamente
para servir de paradigma, acentue1se logo 5
mas para ilustrar e exprimir com o seu modelo
uma casta $ue o tempo consumiu)
Era magro, alto, rosto comprido, com um
pouco de poste e outro tanto de Dom Quixote)
Deste só tin+a a figura, não a 'ndole
romBntica: era mesmo o oposto do
personagem de Cervantes, na sua conformada
aceita/ão da vida) Lin+a as orel+as um pouco
saltadas do crBnio, o pomo1de1adão saliente,
e era calvo, de uma calv'cie bem composta,
$ue l+e ado/ava a fisionomia subalterna)
Ao c+egar F reparti/ão no seu lento passo
de cegon+a, sempre de guarda1c+uva
pendente do bra/o, trocava o paletó de
casemira azul por outro de alpaca preta e
instalava1se na sua cadeira rotativa) 6entado,
sua longa espin+a dorsal vergava, numa curva
de cani/o puxado pelo peixe, $ue no seu caso
eram a caneta e a pena) Quando se erguia,
parecia desembain+ar a espin+a, crescendo de
taman+o)
Puil+ermino ali sentava Fs onze +oras, ou
pouco antes e Fs cinco e trinta se levantava
para ir embora) Conservador por natureza,
teve ele a boa fortuna de servir sempre na
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a
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mesma reparti/ão, no mesmo prédio e na
mesma sala, desde $ue entrou no servi/o
p2blico) Ao ser empossado, deram1l+e a$uela
mesa) ;ão $ueria outra)
A reparti/ão, com a sua sala, os seus
móveis e os seus funcion.rios, constitu'a o
mundo ideal de Puil+ermino) 6omente ali,
experimentava a sensa/ão ambiental de
plenitude $ue +. de gozar o peixe na .gua e o
p.ssaro nos ares)
Entretanto, malgrado a euforia $ue o
deixava mais a gosto na reparti/ão do $ue na
porta1e1Eanela de seu modesto lar suburbano,
Puil+ermino nunca deixava de abandonar a
mesa de trabal+o F +ora fixada no Hegimento
para o fim do expediente)
5 A lei é a lei 5 dizia)
;ão +. exagero em afirmar1se $ue a sua
casa de sub2rbio, adornada de cortinas de
renda, com um vaso de tin+orão F entrada,
era, para ele, o lugar onde aguardava $ue a
reparti/ão voltasse a abrir: de piEama, os pés
nos c+inelos de tran/a, lendo o seu Eornal ou
conversando com os vizin+os, estava ali de
passagem)
Para sermos exatos, era na reparti/ão, F
sua mesa de trabal+o, $ue Puil+ermino
Pereira se sentia realmente em casa)

Oosué 0ontello) A indesejada aposentadoria)
Cap'tulo --, p) ((1(&) Lexto adaptado)

06. Assinale a perspectiva da $ual fala o
enunciador)
A# Da perspectiva da personagem somente)
=# Da perspectiva da fam'lia da personagem
somente)
C# 3ra da perspectiva da personagem, ora de sua
própria perspectiva)
D# Da sua própria perspectiva do come/o até o fim
do texto)

0<. Considere o $ue se diz sobre o segundo
par.grafo "lin+as R@&#)
-) A semel+an/a entre Puil+ermino e Dom
Quixote era somente f'sica) Psicologicamente
um era o avesso do outro)
--) Ao coordenar IposteJ e IDom QuixoteJ 5 IEra
alto, magro, rosto comprido, com um pouco de
poste e outro tanto de Dom Quixote)J5, o
enunciador provoca a $uebra do paralelismo
semBntico, $ue surpreende o leitor e tem
efeito textual)
---) A aproxima/ão de IposteJ e IQuixoteJ pode
dar, ao enunciado, inclusive pela presen/a do
eco: oste R ote, um tom +umor'stico)


Est. correto o $ue se diz em
A# - e -- apenas)
=# -, -- e ---)
C# - e --- apenas)
D# -- e --- apenas)

0>. Atente aos seguintes trec+os e ao $ue é dito a
respeito da atitude revelada pelo enunciador sobre o
conte2do de seu próprio enunciado)
-) IDe sua espécie ,a24!A ten+a sido o
derradeiro exemplar con+ecidoJ "lin+as ??1
?# 5 3 conte2do do enunciado não foi
totalmente assumido pelo enunciador)
--) Iera &!0&. o oposto da personagem de
CervantesJ "lin+as 91@!# 5 3 conte2do do
enunciado foi só relativamente assumido pelo
enunciador)
---) IN-. %9 !Ba8!+. !& a5'+&a+/0! $ue a sua
casa de sub2rbio S)))T era, para ele, o lugar
onde aguardava $ue a reparti/ão voltasse a
abrirJ "lin+as (!1((!# 5 3 enunciador
assume totalmente a responsabilidade sobre
seu discurso)
Est. correto o $ue se diz em
A# -, -- e ---)
=# - e --- apenas)
C# -- e --- apenas)
D# - e -- apenas)

0$. Assinale a alternativa em $ue aparecem
tra/os do tradicionalismo eUou da 'ndole burocr.tica
de Puil+ermino)
A# IEra magro, alto, rosto comprido, com um
pouco de poste e outro de Dom Quixote)J
"lin+as 1@#
=# ILin+a as orel+as um pouco saltadas do crBnio,
o pomo1de1adão saliente, e era calvo, de uma
calv'cie bem composta, $ue l+e ado/ava a
fisionomia subalterna)J "lin+as @(1@&#
C# Isua longa espin+a dorsal vergava, numa curva
de cani/o puxado pelo peixe, $ue no seu caso
eram a caneta e a pena) Quando se erguia,
parecia desembain+ar a espin+a, crescendo de
taman+o)J "lin+as :!1:&#
D# Iteve ele a boa fortuna de servir sempre na
mesma reparti/ão, no mesmo prédio e na
mesma sala, desde $ue entrou no servi/o
p2blico) Ao ser empossado, deram1l+e a$uela
mesa) ;ão $ueria outra)J "lin+as ::194#


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VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
a
FASE – APLICADA EM 260!2013

O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a

10. 3 enunciador diz, entre as lin+as ?: e ?9, $ue
Puil+ermino V;os 2ltimos tempos de sua exist*ncia
med'ocre, E. era um anacronismoJ) ;o texto,
anacronismo deve ser entendido como
A# desacordo entre atitudes, ideias, pensamentos,
conceitos, visão de mundo de alguém e a época
em $ue esse alguém vive)
=# atribui/ão, a uma época, de ideias e
sentimentos $ue são de outra época)
C# representa/ão, nas obras de arte, de costumes
e obEetos de uma época a $ue não pertencem)
D# erros de datas relativas a fatos,
acontecimentos, pessoas e comemora/%es)

11. 3bserve as rela/%es entre as express%es
referenciais, considerando $ue essas rela/%es
ocorrem de forma direta e indireta)
-) Dom Quixote "lin+a @# 5 "d#este "lin+a :# 5
"d#o personagem de Cervantes "lin+as 91@!#)
--) Pui+ermino "lin+a ?># 5 a 'ndole romBntica
"lin+as :19# 5 o seu lento passo de cegon+a
"lin+as @?1@#)
---) A reparti/ão "lin+a 9># 5 ali "lin+a 9?#
A mesa de trabal+o "lin+as (!41(!>#)
Estão corretas as rela/%es contidas em
A# - e --)
=# - e ---)
C# -- e ---)
D# -, -- e ---)

12. 7eia o $ue se diz sobre a part'cula IaliJ 5
IPui+ermino a2' sentava Fs onze +orasJ "lin+a :?#)
-) 3 advérbio IaliJ "lin+a :?# tem dois poss'veis
antecedentes no par.grafo anterior)
--) 6endo I"n#a sua cadeira rotativaJ "lin+a @9# o
antecedente mais próximo de IaliJ, o leitor
poder. considerar essa expressão como o
antecedente verdadeiro)
---) ;ada obsta a $ue o antecedente de IaliJ seEa
J"a#a reparti/ãoJ "lin+a @?#, o $ue resultar.
em uma constru/ão meton'mica)
Est. correto o $ue se diz em
A# - e -- apenas)
=# -, -- e ---)
C# - e --- apenas)
D# -- e --- apenas)

13. Atente aos pares de palavras opostas tendo
em vista a estrutura em $ue se assenta a
superficialidade do texto)
-) Atividade vs) inércia)
--) ,ortaleza vs) tibieza ou debilidade)
---) -nteireza vs) incompletude)
3 texto trabal+a com as oposi/%es contidas em
A# - e -- somente)
=# -- e --- somente)
C# -, --, e ---)
D# - e --- somente)

1". Atente Fs ora/%es adEetivas transcritas a
seguir e ao $ue é dito a respeito delas: 1. I$ue o
tempo consumiuJ "lin+a ?#G 2. I$ue l+e ado/ava a
fisionomia subalternaJ "lin+a @&#G 3. I$ue no seu
caso eram a caneta e a penaJ "lin+as :(1:4#)
-) A ora/ão 1 delimita ou restringe o substantivo
IcastaJ "lin+a ?#, isto é, ela diz $ue, no
conEunto das castas, a$uela tem um
diferencial: é uma casta I$ue o tempo
consumiuJ)
--) A ora/ão 2 d. uma informa/ão suplementar
para a identifica/ão de Icalv'cieJ "lin+a @>#)
Embora seEa importante do ponto de vista
comunicativo, sua supressão não compromete
a compreensão da frase)
---) A ora/ão 3 restringe o significado de IpeixeJ
"lin+a :(#) ;ão pode ser retirada do per'odo
para não comprometer seu entendimento)
Est. correto o $ue se diz apenas em
A# - e --)
=# -)
C# -- e ---)
D# ---)

MATEMÁTICA
1:. A $uantidade de n2meros naturais divis'veis
por ?, formados por tr*s d'gitos, e com todos estes
d'gitos 'mpares é
A# (!!)
=# :!)
C# &?)
D# 4?)



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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a !

16. O- #"+.'- "#$%&'- &%a+- 3 45% -a,+-6a7%$ a
+)5a8(a(% 3 9 1 :
x
(
(
(
C
-;'
A<
4
? (C
%
4
4 1 (
)
=#
4
? (C
%
4
> 1 (
)
C#
4
? (C
%
4
? 1 (
)
D#
4
> (C
%
4
> 1 (
)

1<. 6e o é um Bngulo entre !W e 9!W tal $ue os
n2meros
4
senα
, α sen , α tg , nesta ordem,
constituem uma progressão geométrica, então o
valor de o é
A# >!W)
=# &?W)
C# @?W)
D# !W)

1>. <ma pes$uisa em uma universidade revelou
$ue ?X dos estudantes são mul+eres, 4?X do
total de estudantes E. possuem algum curso
superior completo e, dentre os $ue não possuem
curso superior completo, o n2mero de mul+eres é o
dobro do n2mero de +omens) 3 porcentual das
mul+eres $ue E. possuem curso superior completo é
A# ?X)
=# (!X)
C# (?X)
D# 4!X)

1$. A evolu/ão do crescimento, ao longo do tempo
t, da popula/ão de uma cidade é dada por
P"t# Y P
!
e
Zt
, onde Z é uma constante e P
!
é a
popula/ão inicial "t Y !#) 6e no tempo t Y >! a
popula/ão dobrou em rela/ão F popula/ão inicial P
!
,
e supondo logaritmo natural de 4 aproximadamente
igual a 9)(!
14
, então encontra1se o valor de Z
aproximadamente igual a
A# 4>)(!
1>
)
=# 4>)(!
14
)
C# (@:)(!
14
)
D# (@:)(!
1>
)

RASCUNHO









































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a
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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a "

20. A menor distBncia entre os pontos do plano
cartesiano H
4
, com coordenadas inteiras e $ue estão
sobre a reta M Y >x [ ( é
A# ( u)c)
=# 4 u)c)
C# ? u)c)
D# (! u)c)

21. 3 baricentro de uma .rea plana é o ponto no
$ual est. localizado o centro de gravidade da .rea
considerada) ;a matem.tica, define1se o baricentro
de uma .rea limitada por um triBngulo como sendo
o ponto de interse/ão das medianas do triBngulo) 6e
no plano cartesiano os pontos "(,# e ">,4# são
vértices de um triBngulo cuEo baricentro é o ponto
"
>
?
, >#, então, o terceiro vértice deste triBngulo é o
ponto
A# "
>
4
, (#)
=# "(, (#)
C# "(,
>
&
#)
D# "
>
4
,
>
&
#)

22. 3 n2mero de cubos, cuEa medida das arestas
é (! cm, necess.rio para formar um paralelep'pedo
cuEas medidas das arestas são !,9 mG (,( m e (,! m
é
A# 99!)
=# 999!)
C# 99!!)
D# 999!!)

23. <m vendedor de uma loEa recebe :X de
comissão sobre o pre/o de venda de cada produto
vendido) A loEa recebeu pela venda de um produto,
E. descontada a comissão do vendedor, H\ &,!!)
;este caso, a comissão do vendedor foi
A# H\ >,&:)
=# H\ >,:)
C# H\ &,!!)
D# H\ &,?!)


2". A soma dos valores reais de a para os $uais o
polinCmio P"x# Y x
>
[ "( R a#x
4
[ "( [ a#x 1( é
divis'vel por x R a é
A# R
4
(
)
=#
&
(
)
C# R (
)

D#
4
(
)
RASCUNHO





























u)c) significa unidade de
comprimento)
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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a #

HISTDRIA
2:. Em dezembro de (:(?, Dom Ooão elevou o
=rasil F condi/ão de Heino <nido de Portugal e
Algarves) Atente para o $ue é dito sobre esse
assunto)
-) Lal medida deveu1se F transfer*ncia da fam'lia
real portuguesa para o =rasil, posto $ue
acabara de desembarcar e precisava oficializar
a nova sede do governo portugu*s)
--) 3 =rasil deixou de ser colCnia e, tornando1se a
sede da monar$uia portuguesa, e$uiparava1se
politicamente F metrópole)
---) A medida facilitou as rela/%es comerciais, e
possibilitou maior autonomia F antiga colCnia)
Est. correto o $ue se afirma em
A# - e -- apenas)
=# -- e --- apenas)
C# - e --- apenas)
D# -, -- e ---)

26. 7eia atentamente o texto a seguir)
“Em 188! o Mare"#al $ermes da %onse"a! um
dos prin"ipais líderes do e&'r"ito brasileiro! en(iou
um do"umento ) *rin"esa +sabel! fil#a de ,om *edro
++! "omuni"ando -ue os militares se re"usariam! dali
em diante! a perse.uir es"ra(os/ %inalmente! em 10
de maio de 1888! a *rin"esa +sabel! 1e.ente do
+mp'rio na aus2n"ia do pai -ue se en"ontra(a na
Europa! assinou a Lei 3urea! libertando os es"ra(os
no Brasil/4
03LA, 0Mriam =ec+o e =HA-C], Patr'cia Hamos)
Aistória: das cavernas ao terceiro mil*nio) 6ão Paulo:
Editora 0oderna, 4!!?)
6obre a vida dos ex1escravos após a aboli/ão,
assinale com V a afirma/ão verdadeira e com ,, a
falsa)
" # Após a aboli/ão, a vida dos negros sofreu
muitas altera/%es, uma vez $ue +ouve
planeEamento para inseri1los na
sociedade)
" # Alguns ex1escravos plantavam pe$uenas
ro/as de subsist*ncia e tentavam
sobreviver dessa atividade)
" # Como o mercado de trabal+o não
conseguiu absorver o contingente de
libertos, foi grande o n2mero de
desempregados e subempregados)
" # As elites da época consideravam os
recém1libertos pregui/osos, malandros e
vadios, Eu'zos de valor ainda +oEe
transmitidos aos seus descendentes, em
certa medida)

Est. correta, de cima para baixo, a seguinte
se$u*ncia:
A# ,, V, ,, ,)
=# V, ,, V, ,)
C# ,, V, V, V)
D# V, ,, ,, V)

2<. 3 excerto abaixo foi extra'do de uma revista
feminina brasileira dos anos (9?! e citado pela
+istoriadora 0arM del Priori)
IS)))T %eli5mente! por'm! a ambi6ão da maioria das
mul#eres ainda "ontinua a ser o "asamento e a
família/ Muitas! no entanto! almejam le(ar uma (ida
dupla7 no trabal#o e em "asa/ 8///9 *ro"urar ser )
noite esposa e mãe perfeitas e fun"ion:ria e&emplar
durante o dia re-uer um esfor6o e&"essi(o/ O
resultado ' .eralmente a "onfusão e a tensão
reinantes no lar! em prejuí5o dos fil#os e da família/4
PH-3H-, 0arM del) Aistória das 0ul+eres no =rasil) 6ão
Paulo: Contexto, 4!!:)
3 fragmento acima sugere $ue
A# a participa/ão feminina no mercado de trabal+o
cresceu na década de (9?!)
=# nos anos (9?! era mais f.cil para a mul+er
conciliar casamento e vida profissional)
C# o trabal+o feminino na época em tela foi aceito
completamente)
D# o mercado de trabal+o feminino sofreu
decréscimo nos anos seguintes em virtude da
dupla Eornada feminina)

2>. “Os in.leses ti(eram -ue enfrentar situa6;es
re(olu"ion:rias inesperadas durante os anos de
1<=> e 1<?>! sem nen#uma orienta6ão te@ri"a!
"omo a -ue 1ousseau e Mar& deram a seus
su"essores fran"eses e russos! e sem e&peri2n"ia
dos a"onte"imentos anteriores -ue pudessem ser
"#amados de re(olu6;es/ Eles ti(eram -ue
impro(isar/ A Bíblia em in.l2s foi o li(ro ao -ual
naturalmente (oltaramAse em bus"a de orienta6ão/4
A-77, C+ristop+er) A ='blia -nglesa e as Hevolu/%es do
6éculo ^V--) Hio de Oaneiro: Civiliza/ão =rasileira, 4!!>)
De acordo com o excerto, os ingleses no século ^V--
A# liam 0arx e Housseau durante situa/%es
revolucion.rias)
=# tin+am vasta experi*ncia revolucion.ria)
C# liam a ='blia e teóricos como Housseau e 0arx)
D# guiavam suas a/%es com base na ='blia)


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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a $

2$. 3s $uatro pa'ses do cone sul da América
7atina $ue sofreram golpes militares nas décadas de
(9! e (9@! foram:
A# =rasil, C+ile, <ruguai e Argentina)
=# <ruguai, Venezuela, =rasil e Peru)
C# C+ile, ColCmbia, E$uador e Peru)
D# E$uador, <ruguai, Argentina e ColCmbia)

30. A Puerra da 6ecessão "(:(1(:?#,
con+ecida entre os +istoriadores como a segunda
revolu/ão norte1americana, foi palco de um dos
mais letais conflitos bélicos dos Estados <nidos,
dividindo o pa's entre norte e sul) Durante a guerra,
mais de !! mil norte1americanos morreramG as
explica/%es para essa guerra são v.rias)
Dentre as op/%es a seguir, assinale a $ue NÃO
constitui uma razão para a referida guerra)
A# 3 fim da escravidão no sul do pa's)
=# A preserva/ão da unidade nacional dos Estados
<nidos)
C# A forma/ão de um governo alternativo pelos
estados do sul)
D# A superioridade econCmica dos estados do
norte)

GEOGRAFIA
31. Ao conEunto de fei/%es geomorfológicas
ligadas F a/ão das .guas, promovendo a dissolu/ão
de roc+as calc.rias "CaC3
>
#, d.1se a denomina/ão
de morfologia
A# apalac+eana)
=# Z.rstica)
C# Eur.ssica)
D# glaciar)

32. Dentre as a/%es relacionadas a seguir,
assinale a 2nica $ue NÃO tem sido indicada como
instrumento para o desenvolvimento socioambiental
sustent.vel nas regi%es subdesenvolvidas)
A# -mplanta/ão de infraestrutura e de
e$uipamentos comunit.rios em .reas de
assentamentos rurais)
=# -mplementa/ão de programas de recupera/ão
ambiental em .reas degradadas)
C# Hecupera/ão dos solos, dos recursos +'dricos e
da biodiversidade)
D# Capta/ão de .guas superficiais e subterrBneas
para irriga/ão de lavouras comerciais em
latif2ndios de propriedade privada)
33. ;o Bmbito da cartografia b.sica, é correto
afirmar1se $ue
A# latitude é o afastamento, medido em graus, de
um meridiano em rela/ão ao meridiano de
origem)
=# longitude é o afastamento, medido em graus,
de um paralelo em rela/ão ao e$uador
terrestre)
C# $uando se proEeta a rede de paralelos e
meridianos sobre um mapa, obtém1se uma
proEe/ão cartogr.fica)
D# um mapa com escala de (:(!!!)!!! apresenta
grandes detal+es da .rea geogr.fica mapeada,
servindo para a representa/ão de .reas
urbanas)

3". “E o mer"ado! .ra6as e&atamente ) "i2n"ia e
) t'"ni"a! tornaAse um mer"ado .lobal/ A ideia de
"i2n"ia! a ideia de te"nolo.ia e a ideia de mer"ado
.lobal de(em ser en"aradas "onjuntamente e desse
modo podem ofere"er uma no(a interpreta6ão )
-uestão e"ol@.i"a! j: -ue as mudan6as -ue o"orrem
na nature5a tamb'm se subordinam a essa l@.i"a/4
6A;L36, 0ilton) A ;atureza do Espa/o: Lécnica e Lempo,
Hazão e Emo/ão) 6ão Paulo, Editora da <niversidade de
6ão Paulo, 4!!, p)(?9)
Lomando por base o excerto acima, pode1se concluir
corretamente $ue o mesmo trata do meio geogr.fico
con+ecido como
A# técnico 1 cient'fico 1 informacional)
=# cultural)
C# natural 1 ecológico 1 social)
D# social)

3:. 3 Presidente venezuelano Augo C+.vez, $ue
estava no poder desde (999, mesmo tendo adotado
medidas discut'veis e duramente criticadas
internacionalmente, conseguiu estabelecer1se como
um dos l'deres da América 7atina) Com sua morte, o
cen.rio pol'tico nesta parte do mundo E. demonstra
sinais de mudan/a através
A# da proposta de cria/ão da Alian/a =olivariana
para as Américas, $ue reunir. Venezuela,
E$uador, =ol'via, Cuba e ;icar.gua)
=# do aumento imediato do pre/o do petróleo
produzido na Venezuela e vendido a pa'ses
como Cuba, E$uador e C+ile)
C# do apoio norte1americano ao recém1eleito
presidente ;icol.s 0aduro)
D# dos impactos econCmicos adversos para
algumas economias $ue se aproximaram da
Venezuela durante o seu governo)

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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a %&

36. Pol'tica de privatiza/ão, redu/ão de impostos e
regulamenta/ão mercantil da economia são algumas
das caracter'sticas do Estado
A# comunista)
=# socialista)
C# neoliberal)
D# republicano)

F#SICA
3<. A energia cinética E
c
de uma pedra de massa
m em $ueda livre pode ser dada tanto em termos de
sua velocidade : $uanto em termos de seu
momento linear p) A forma mais usual é E
c
= m:
2
¡2)
Em termos do momento linear, E
c
pode ser escrita
como
A#
p
2
2m

)

=#
p
2
m

.

C#
p
2m

.

D#
p
m

.


3>. <m sistema massa1mola oscila de tal modo
$ue a velocidade :(t) da massa é dada por
:(t) :
m
⁄ = Acos(æt), onde :
m
é a velocidade média
em um intervalo de (U& de per'odo de oscila/ão)
Pode1se afirmar corretamente $ue a constante A
A# tem dimensão de comprimento)
=# tem dimensão de velocidade)
C# é adimensional)
D# tem dimensão de tempo)

3$. <m recipiente cil'ndrico vertical c+eio de .gua
sofre um acréscimo de pressão ∆P através de um
*mbolo na sua parte superior) Assim, o acréscimo
de pressão em um ponto de sua
A# base ser. maior $ue ∆P)
=# base ser. ∆P)
C# superf'cie lateral ser. menor $ue ∆P)
D# superf'cie lateral ser. maior $ue ∆P)



"0. <ma bola de futebol de &?! g em $ueda
vertical sofre a/ão da gravidade e da resist*ncia do
ar) Em um dado instante, sua acelera/ão é de
4 mUs
4
, em módulo) Considerando $ue a acelera/ão
da gravidade ten+a módulo (! mUs
4
, a for/a de
resist*ncia do ar atuando na bola nesse instante, em
;eNtons, é
A# !,9)
=# &,?)
C# ?,&)
D# >,)
RASCUNHO































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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1

"1. A Ag*ncia ;acional de Energia Elétrica
A;EE7 R aprovou em Eaneiro as novas tarifas $ue
reduzirão a conta de energia elétrica) Para os
consumidores residenciais no Cear., a redu/ão é de
(:,!?X) ;a conta de luz, essa redu/ão afeta o
pre/o do
A# Z_`+)
=# Z_U+)
C# Z_)
D# +UZ_)

"2. <m raio é um fenCmeno atmosférico
caracterizado pela passagem de corrente elétrica,
por exemplo, entre uma nuvem e o solo) Considere
um raio $ue transfira 4`(!
>
A para o solo) ;essa
situa/ão, a corrente elétrica nesse circuito nuvem
solo é de
A# 4`(!
>
CUs)
=# 4`(!
>
VUs)
C# 4`(!
>
C)
D# 4`(!
>
V)

RASCUNHO






















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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a
A Ag*ncia ;acional de Energia Elétrica R
aprovou em Eaneiro as novas tarifas $ue
reduzirão a conta de energia elétrica) Para os
residenciais no Cear., a redu/ão é de
(:,!?X) ;a conta de luz, essa redu/ão afeta o
<m raio é um fenCmeno atmosférico
caracterizado pela passagem de corrente elétrica,
por exemplo, entre uma nuvem e o solo) Considere
A para o solo) ;essa
situa/ão, a corrente elétrica nesse circuito nuvem1
=U#MICA
DAD36 Q<E P3DE0 6EH <6AD36 ;E6LA PH3VA
ELEMENTO
QU'MICO
N(MERO
AT)MICO
H
L+
C
O
F
S+
S
C8
Ca
V
A-
A5
H)
P*

"3. A vitamina D é muitas vezes con+ecida como
a vitamina do sol, contudo, somente a
"colecalciferol# é produzida por meio da s'ntese
natural da luz solar sobre a pele) A vitamina D> é
considerada a forma mais benéfica ao corpo, pois
regula o n'vel de c.lcio e fósforo no sangue, o $ue é
vital para o desenvolvimento e o crescime
ossos) Ela reduz o risco de cBncer de próstata,
cBncer de mama e cBncer de cólon)

Colecalciferol
Com rela/ão F estrutura da vitamina D>, assinale a
afirma/ão correta)
A# ;ela existem ? radicais do grupo metil
=# a constitu'da por > .tomos de +idrog*nio)
C# Possui 4 anéis benz*nicos)
D# 6ua fórmula molecular é C

. P2)+"a %%
=U#MICA
DAD36 Q<E P3DE0 6EH <6AD36 ;E6LA PH3VA
N(MERO

AT)MICO
MASSA AT)MICA
1 1=0
3 6=>
6 12=0
? 16=0
> 1>=0
1@ 2?=0
16 32=0
1A 3!=!
20 @0=0
23 !1=0
33 A!=0
A> 1>A=0
?0 200=6
?2 20A=2
é muitas vezes con+ecida como
a vitamina do sol, contudo, somente a vitamina D>
"colecalciferol# é produzida por meio da s'ntese
natural da luz solar sobre a pele) A vitamina D> é
considerada a forma mais benéfica ao corpo, pois
regula o n'vel de c.lcio e fósforo no sangue, o $ue é
vital para o desenvolvimento e o crescimento dos
ossos) Ela reduz o risco de cBncer de próstata,
cBncer de mama e cBncer de cólon)

Colecalciferol
Com rela/ão F estrutura da vitamina D>, assinale a
;ela existem ? radicais do grupo metil)
a constitu'da por > .tomos de +idrog*nio)
Possui 4 anéis benz*nicos)
6ua fórmula molecular é C
4@
A
&&
3)
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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a %2

"". <m dos processos de emissão de C3
4
ocorre
através do uso de carvão nas usinas elétricas) <ma
das formas de reduzir essa emissão é usar o g.s
natural, $ue polui $uase ?!X menos) -nfelizmente o
consumo de carvão continua crescendo, e deve subir
>:X até 4!(@) 6obre o carvão e o g.s natural,
pode1se afirmar corretamente $ue
A) o carvão é composto principalmente por
carbono e $uantidades vari.veis de enxofre,
+idrog*nio e sil'cio, não existindo oxig*nio em
sua composi/ão)
B) a $ueima de carvão para obten/ão de energia
produz efluentes altamente tóxicos como, por
exemplo, o merc2rio e outros metais pesados
como van.dio, ars*nio, c+umbo e l'tio)


C) $uanto maior o teor de carbono no carvão, mais
puro ele é considerado)
D) o g.s natural polui menos por$ue é formado
pelos +idrocarbonetos propano e butano)

":. Hecentemente dois professores da
<niversidade de 0ic+igan conseguiram desenvolver
um processo de retirar ouro da .gua do mar) Ludo
gra/as F Bupria(idus metallidurans! uma bactéria
$ue geralmente é encontrada no solo, próximo a
minas) 3s pes$uisadores criaram um dispositivo no
$ual essa bactéria é colocada em contato com o
cloreto de ouro existente na .gua do mar) Essa
bactéria, ao longo de uma semana, come o cloreto e
excreta ouro) A mais prov.vel rea/ão $u'mica da
excre/ão é
A) AuCl
>"s#
→ Au
"s#

[ >U4Cl
4"g#
)
B) AuCl
>"s#
→ Au
>[
"a$#

[ >Cl
R
"a$#
)
C) AuCl
4"s#
→ Au
4[
"a$#

[ 4Cl
R
"a$#
)
D) AuCl
>"s#
→ Au
>[
"a$#

[ >Cl
R
"g#
)

"6. Em um laboratório de $u'mica, foi encontrado
um frasco contendo um l'$uido cuEo nome não fora
colocado no rótuloG contudo, apresentava a seguinte
informa/ão: solu/ão constitu'da de (: g de soluto
dissolvido em 4?! g de .gua, com ponto de ebuli/ão
igual a (!!, 4!:
o
C) 7embrando $ue a constante
ebuliométrica da .gua é ]
e
Y!,?4
o
CUmol, podemos
afirmar corretamente $ue o soluto era um
carboidrato denominado
A# glicose)
=# sacarose)
C# lactose)
D# ribose)



"<. <m refrigerador doméstico tradicional possui
um circuito fec+ado constitu'do de tubula/%es,
serpentinas e um compressor) ;esses tubos e
serpentinas circula um fluido refrigerante, por vezes
um C,C, $ue muda de estado f'sico, roubando o
calor do interior da geladeira e transferindo1o para o
exterior) 6obre a dinBmica desse tipo de geladeira,
pode1se afirmar corretamente $ue
A# as mudan/as de estado f'sico respons.veis pelo
processo são a li$uefa/ão e a condensa/ão)
=# o congelador situa1se na parte superior para
permitir mel+or desempen+o nas trocas de
calor)
C# est. associada ao binCmio temperatura e
pressão, e se rege pela lei de Dalton das
press%es parciais)
D# os C,Cs utilizados t*m sido combatidos por$ue
contribuem para a forma/ão da c+uva .cida, do
efeito estufa e para a destrui/ão da camada de
ozCnio)

">. ;a feira de ci*ncias de uma escola p2blica do
interior do Estado, foi apresentada uma experi*ncia
em $ue pedras de gelo pegavam fogo) 3 gelo estava
misturado com carbeto de c.lcio, ou carbureto, $ue
reage com .gua, na medida em $ue ocorre sua
fusão, produzindo um .lcali e um g.s bastante
inflam.vel $ue é o
A# metano)
=# +idrog*nio)
C# acetileno)
D# g.s carbCnico)

BIOLOGIA
"$. Atente para os seguintes eventos relacionados
a processos de divisão celular "mitose ou meiose#:
-) Hegenera/ão de células da pele)
--) ,orma/ão de espermatozoides)
---) Crescimento de um embrião)
-V) Prolifera/ão de células de um tumor de
próstata)
Estão relacionados F mitose apenas os eventos
A# --- e -V)
=# -, -- e -V)
C# -- e ---)
D# -, --- e -V)


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O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a %3

:0. Em tomates, a caracter'stica planta alta "7# é
dominante em rela/ão F caracter'stica planta anã "l#
e a cor vermel+a do fruto "V# é dominante em
rela/ão F cor amarela "v#) <m agricultor fez o
seguinte cruzamento: planta altaUfruto vermel+o
"7bVb# x planta anãUfruto amarelo "llvv# e na
gera/ão proveniente desse cruzamento, todas as
plantas nasceram altas com frutos vermel+os) Da
gera/ão de plantas obtidas, pode1se afirmar
corretamente $ue
A# o genótipo de todas elas é 77VV)
=# o fenótipo de todas elas é 77VV)
C# o genótipo de todas elas é 7lVv)
D# o fenótipo de todas as plantas não pode ser
determinado)

:1. 3 oxig*nio é indispens.vel para a vida no
planeta Lerra) Com a evolu/ão dos produtores de
oxig*nio, a Lerra foi +abitada por mir'ades de
espécies aeróbicas) Porém, segundo estudos
desenvolvidos desde a década de ?!, o uso do 3
4

parece estar relacionado com o envel+ecimento e a
morte celular) <ma das evid*ncias de a/ão e inE2ria
oxidativas é $ue desenvolvemos, por evolu/ão, a
capacidade de eliminar o excesso de espécies
reativas de oxig*nio "EH36# $ue preEudicam nossas
células) Assim, uma das formas de minimizar esses
danos oxidativos celulares se d. pelo uso de
enzimas antioxidantes presentes em nossas células)
Dentre as op/%es a seguir, mar$ue a $ue relaciona
um tipo de enzima antioxidativa e sua a/ão para
diminuir as conse$u*ncias das EH36)
A# Peptidase, protegendo os pept'deos)
=# Catalase, eliminando o excesso de A
4
3
4
)
C# 0utases, eliminando poss'veis muta/%es
deletérias)
D# 7ipases, protegendo as membranas celulares)

:2. 3s nematoides são vermes de corpo cil'ndrico,
esguio e alongado, afilado nas extremidades anterior
e posterior) Vivem em ambientes de .gua salgada
ou doce, no solo, em órgãos vegetais, ou em tecidos
de diferentes tipos de animais) A lombriga, exemplo
con+ecido de nematoide, não possui
A# sistema circulatório)
=# intestino)
C# simetria bilateral)
D# sistema digestivo completo)




:3. 3 Heino ,ungi compreende seres particulares,
dentre os $uais o mofo $ue ataca os alimentos, os
cogumelos comest'veis utilizados em diversas
receitas culin.rias e o peni"ilium associado F
produ/ão de antibióticos) Com rela/ão aos fungos,
analise as proposi/%es abaixo)
-) 6ão organismos eucariontes, unicelulares ou
pluricelulares, exclusivamente +eterotróficos)
--) ;os fungos pluricelulares, o glicog*nio é o
material de reserva, mas nos unicelulares o
amido é $ue cumpre essa fun/ão energética)
---) Healizam sua nutri/ão através de digestão
extracorpórea, liberando, no ambiente,
enzimas digestivas $ue transformam
macromoléculas em moléculas menores)
-V) Heproduzem1se, apenas, assexuadamente por
meio de esporos, formados em estruturas
denominadas esporBngios, ascos e bas'dios)
Est. correto o $ue se afirma somente em
A# - e -V)
=# -- e -V)
C# -- e ---)
D# - e ---)

:". Para prevenir ou evitar doen/as $ue possam
ser contra'das ao se ingressar em diferentes pa'ses
e estados brasileiros, o 0inistério da 6a2de e órgãos
internacionais recomendam a vacina/ão de
viaEantes) Essa recomenda/ão se baseia no princ'pio
de $ue as vacinas imunizam
A# ativamente através da introdu/ão de
anticorpos)
=# passivamente através da introdu/ão de
anticorpos)
C# ativamente através da introdu/ão de ant'genos)
D# efetivamente através da introdu/ão de
antibióticos)

L#NGUA ESTRANGEIRA
P+!Aa.EaF Ca('a,.EaFG
V.*H !4!+9 &a+*a+ (. 0!3
*a+,-./+!01.0,a 0.&!(,! a0
+!01.0,a0 *.++!01.(!(,!0 I0
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR
VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
a
FASE – APLICADA EM 260!2013

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L#NGUA ESPANHOLA

T E @ T O
FELIPE M LETINIA SE RINDEN AL NUEVO PAPA
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7a imagen de Doca 7etizia ataviada con
mantilla acompacando a su esposo, el Pr'ncipe
,elipe, +eredero del trono espacol, +a inundado
los ZiosZos esta semana, con la figura del nuevo
Pont'fice, ,rancisco, como gran protagonista)
As', la revista dDiez 0inutose muestra en
primera plana la fotograf'a de los Pr'ncipes de
Asturias, él con uniforme de gala, ella de negro
con mantilla M sin peineta, baEo el titular d,elipe
M 7etizia se rinden al nuevo Papae) d6emanae
también dedica su portada a ,rancisco M destaca
la presencia de Doca 7etizia en el Vaticano, la
tercera vez $ue la princesa de Asturias conoce a
un Papa)
Por su parte, dfAolage repasa la vida del
Papa ,rancisco en sus p.ginas interiores, donde
muestra im.genes de su infancia, su familia M su
labor de dedicación a los pobres) dEl Papa $ue
+a impactado al mundoe, titula la revista en
portada, donde destaca también la presencia de
los Pr'ncipes de Asturias en tan solemne e
+istórico acto)
6in embargo, dDiez 0inutose se desmarca
de la actualidad con una entrevista a Ha$uel
0os$uera, $ue vuelve a las portadas gracias a su
participación en el concurso O0ira $uién saltaP,
cuMa actuación le +a valido los elogios del
Eurado) d6iempre salto medicadae, asegura la
viuda de Pedro Carrasco, $ue posa en portada
mientras se baca con la +iEa $ue tiene en com2n
con LonM AniZpe)
Periódico A=C) Espaca 4>U!>U4!(>)

C U E S T I O N E S
::. 7a expresión I+a inundado los ZiosZosJ "l'neas
>1&# se traduce al portugués como
A# enc+eu as bancas de revistas)
=# apareceu em todas as primeiras p.ginas)
C# ocupou os notici.rios televisivos)
D# esteve em todas as manc+etes)

:6. 7a palabra IpeinetaJ "l'nea 9# puede ser
comprendida como
A# tipo de peine curvado muM tradicional)
=# s'mbolo de la realeza usado sobre la cabeza)
C# adorno de oro $ue suEeta la mantilla)
D# signo real de uso obligatorio en actos solemnes)

:<. Al final del primer p.rrafo se infiere $ue la
Princesa Doca 7etizia
A# Ma +ab'a estado con el a+ora Papa en otras
ocasiones)
=# visitaba el Vaticano por tercera vez)
C# +a conocido a tres Papas diferentes)
D# ocupó la portada entera de I6emanaJ)

:>. 7a revista IfAolagJ pone en una de sus
portadas
A# fotos de la familia del Papa ,rancisco)
=# la frase: IEl Papa $ue +a impactado al mundoJ)
C# foto del Pr'ncipe ,elipe, de Espaca,
desacompacado)
D# escenas de la infancia del nuevo Papa)

:$. Con la lectura del 2ltimo p.rrafo podemos
decir $ue
A# la 6ecora 0os$uera tiene una +iEa con Pedro
Carrasco)
=# I0ira $uien saltaJ es el t'tulo del concurso
vencido por Ha$uel 0os$uera)
C# LonM AniZpe fue el primer marido de Doca
Ha$uel)
D# la revista IDiez 0inutosJ se +a apartado de los
asuntos en boga)

60. 7a part'cula IloJ est. empleada como
pronombre complemento directo en
A# 0e sorprende 2. bien $ue se come en este
restaurante)
=# El libro 2. puse en la biblioteca)
C# L. de salir todas las noc+es no te conviene)
D# Cada uno con 2. suMo)

L#NGUA FRANCESA

TE@TE




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OA&.3+PG 8+a( 4a'(J3!3+
! 2a 3>! *Q+Q&.('! !0 CQ0a+

0eilleur film, meilleur réalisateur, meilleur
acteur, meilleur actrice, le 44 février, au t+éBtre
du C+Btelet, Amour a raflé les récompenses les
plus prestigieuses de cette >:e cérémonie des
César, $ui prime les meilleurs films du cinéma
fran/ais) 7hoeuvre de liAutric+ien 0ic+ael
AaneZe, avec Emmanuelle Hiva et Oean17ouis
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Lrintignant dans les rCles principaux, poursuit
ainsi son parcours triomp+al)
0algré son suEet difficile R li+istoire de la
déc+éance inexorable diun couple dioctogénaires
et de liamour $ui les lie Eus$uiF la mort R, le film
a rencontré un bon accueil) Auprjs de la
criti$ue, mais aussi du public, avec $uel$ue
:! !!! spectateurs en ,rance et plus de (,@
million F liétranger)
Agé de :( ans, Lrintignant Eoue un mari
attentionné $ui fait encore des compliments F sa
femme, la$uelle le lui rend bien) 7es deux
octogénaires forment un couple idéal de
professeurs de musi$ue retraités, cultivés,
passionnés par la littérature et par la vie en
général)
Loute leur vie, le couple était diaccord: la
vie vaut la peine di*tre vécue) ;iemp*c+e $ue la
fin niest souvent pas trjs glorieuse) <n Eour, lors
du petit déEeuner, Anne ne réagit plus, ne bouge
plus) <n accident vasculaire $ui dure $uel$ues
secondes c+ange leur vie)
Emmanuelle Hiva, :? ans, $ualifie
auEourdh+ui lhexpérience du film Amour comme
aussi importante $ue sa légendaire prestation
dans $iros#ima mon amour dhAlain Hesnais $ui
lhavait rendue mondialement céljbre en (9?9)
Oean17ouis Lrintignant incarne la
profondeur +umaine et sentimentale du
personnage $ui fait face F la vie $ui se délite)
Emmanuelle Hiva est belle F mourir, digne et
désespérante) Ciest de liorfjvrerie
psMc+ologi$ue, avec pour seuls effets spéciaux
le Eeu des Meux, les gestes des mains et les
sauts des ckurs)

H,- C-;E0A 1 Article publié le 4> octobre 4!(4 par
6iegfried ,orster)


A1+R0 2a 2!*,3+! a,,!(,'4! 3 ,!B,!G +Q1.(!A
a3B J3!0,'.(0 03'4a(,!0.
::. Diaprjs les informations du texte sur le film,
la raison pour la$uelle d la vie vaut la peine di*tre
vécue e se doit F
A# la tendresse Eamais oubliée du mari $ui fait
touEours des compliments F sa femme bien
aimée)
=# la déc+éance inexorable diun couple
octogénaire professeur de musi$ue $ui aimait
son travail)
C# liamour diun couple $ui ne laisse pas siaffaiblir
le sens de toute une vie partagée face aux
difficultés)
D# liaccident $ui c+ange définitivement la vie diun
couple passionné par la littérature et par la vie
en général)


:6. 7e fait $ue plus de 4 millions de spectateurs
ont vu le film vient corroborer
A# la poursuite de son parcours acclamé par la
criti$ue du cinéma et le public)
=# la cérémonie des César comme la plus
prestigieuse du cinéma fran/ais)
C# le parcours triomp+al des acteurs Emmanuelle
Hiva et Oean 7ouis Lrintignant)
D# le c+oix touEours difficile diun suEet $ui devient
vain$ueur F lioccasion des César)

:<. 7e film d Airos+ima mon amour e diAlain
Hesnais est également cité dans le texte pour
A# expliciter une comparaison entre les plusieurs
t+jmes abordés dans les deux films)
=# comparer liexpérience de succjs vécue par
Emmanuelle Hiva dans les deux films)
C# montrer $ue les deux films ont re/u le m*me
prix F cause du talent de Oean17ouis
Lrintignant)
D# faire un rapport entre le succjs des t+jmes
paralljlement abordés par les deux films)

:>. Ce $ui ;iAPPAHL-E;L PA6 au contexte du film
d Amour e se rapporte au fait $ue
A# sa diffusion lia rendu mondialement céljbre rien
$uiF partir de (9?9)
=# les personnages principaux Eouent le rCle de
deux professeurs de musi$ue)
C# la fin inattendue du film niest pas
traditionnellement trjs glorieuse)
D# liun de ses personnages incarne la profondeur
+umaine et sentimentale)

:$. Diaprjs le contexte, le verbe rafler "ligne >#,
important F définir le succjs du film, signifie
A# procéder, exécuter un travail complexe)
=# emporter promptement sans rien laisser)
C# dépasser, aller plus loin $ue, distancer)
D# éc+ouer, ne pas réussir, rater une activité)

60. Dire $uiEmmanuelle Hiva est d belle F
mourir e "ligne >:# se rapporte F une extraordinaire
beauté
A# p+Msi$ue et morale)
=# maladive et moribonde)
C# accidentelle et ép+émjre)
D# artisti$ue et dramati$ue)
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VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
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FASE – APLICADA EM 260!2013

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L#NGUA INGLESA
TE@T
Aundreds of studies +ave assessed leaders+ip
stMles, mainlM bM +aving emploMees report on +oN
t+eir managers tMpicallM be+ave) Hesearc+ers +ave
also collected information on +oN effective
managers are) After large numbers of suc+ studies
became available, revieNers aggregated t+em
$uantitativelM to discover N+at Zinds of leaders+ip
are effective)
3ne conclusion t+at +as emerged based on
t+e researc+ of t+e past >! Mears is t+at a +Mbrid
stMle ZnoNn as transformational leaders+ip is +ig+lM
effective in most contemporarM organizational
contexts)
A transformational leader acts as an
inspirational role model, motivates ot+ers to go
beMond t+e confines of t+eir Eob descriptions,
encourages creativitM and innovation, fosters good
+uman relations+ips, and develops t+e sZills of
folloNers) L+is tMpe of leaders+ip is effective
because it fosters strong interpersonal bonds based
on a leaderis c+arisma and consideration of ot+ers)
L+ese bonds enable leaders to promote +ig+1$ualitM
performance bM encouraging NorZers rat+er t+an
t+reatening t+em, t+us motivating t+em to exceed
basic expectations)
=M bringing out t+e best in ot+ers,
transformational leaders en+ance t+e performance
of groups and organizations)
Lransformational leaders+ip is androgMnous
because it incorporates culturallM masculine and
feminine be+aviors) L+is androgMnous mixing of t+e
masculine and feminine means t+at sZill in t+is
contemporarM NaM of leading does not necessarilM
come naturallM) -t maM re$uire some effort and
t+oug+t)
0en often +ave to NorZ on t+eir social sZills
and Nomen on being assertive enoug+ to inspire
ot+ers) -t is nonet+eless clear t+at bot+ Nomen and
men can adapt to t+e demands of leaders+ip in t+e
transformational mode)
3ne of t+e surprises of researc+ on
transformational leaders+ip is t+at female managers
are someN+at more transformational t+an male
managers) -n particular, t+eM exceed men in t+eir
attention to +uman relations+ips) Also, in delivering
incentives, Nomen lean toNard a more positive,
reNard1based approac+ and men toNard a more
negative and less effective, t+reat1based approac+)
-n t+ese respects, Nomen appear to be better
leaders t+an men, despite t+e double standard t+at
can close Nomen out of t+ese roles)
_+M are Nomen leaders more
transformational N+en t+eM are less liZelM to become
leaders in t+e first placel 3ne reason is t+at t+e
double standard t+at sloNs Nomenis rise Nould NorZ
against mediocre Nomen N+ile alloNing mediocre
men to rise) As a conse$uence, t+e Nomen N+o
attain leaders+ip roles reallM are better t+an t+e
men on average)
-t is also true Nomen generallM avoid more
domineering, Icommand and controlJ be+avior
because of t+e bacZlas+ t+eM receive if t+eM lead in
t+is NaM) 0en can often get aNaM Nit+ autocratic
be+avior t+at is roundlM disliZed in Nomen)
-ronicallM, t+is bacZlas+ against domineering Nomen
maM foster good leaders+ip because t+e
androgMnous middle ground is more liZelM to bring
success) 7eaders gain less from ordering ot+ers
about t+an from forming teams of smart, motivated
collaborators N+o toget+er figure out +oN to solve
problems and get NorZ done)
,rom: +ttp:UUNNN)nMtimes)comU 4!(>U!>U4!

=UESTIONS
::. As to t+e leaders+ip pattern t+at re$uires
attitudes based on features of bot+ male and female
be+aviors, one maM infer t+at it
A# is t+e easiest NaM, for it is N+at someone Nould
normallM do)
=# brings satisfaction to people under command,
but not to t+e leader)
C# leads managers to avoid it because of
preEudice)
D# maZes leaders reflect and struggle to become
sZillful in t+is NaM of leading)

:6. According to t+e researc+ results, Nomen tend
to do better in terms of t+e application of t+e
transformational tMpe of leaders+ip because of t+eir
A# longer +ours of NorZ at t+e office)
=# verM assertive and sometimes intimidating
approac+)
C# considerate and reNarding NaM of dealing Nit+
people)
D# attitude in relation to men under t+eir
command)

:<. ,urt+er exploring t+e apparentlM paradoxical
reasons N+M Nomen leaders are more successful in
transformational leaders+ip t+an men, t+e text
mentions t+e fact t+at
A# because of gender ine$ualitM, onlM Nomen N+o
are reallM good get leading positions)
=# Nomen seem to +ave a better performance in
Eob intervieNs)
C# men are usuallM more Nilling to get Eobs done
N+en led bM Nomen)
D# due to gender issues, leading Nomen usuallM
trM to maZe men seem mediocre)

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR
VESTIBULAR 2013.2 – PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS – 1
a
FASE – APLICADA EM 260!2013

O "#$%&' (' )a*a&+,' (%-,% .a(%&"' (% /&'0a 1 1. P2)+"a %"

:>. Among t+e factors t+at maZe transformational
leaders+ip effective, t+e text mentions
A# t+e increasing e$ualitM of treatment for men
and Nomen)
=# t+e connection establis+ed Nit+ people based
on respect and motivation)
C# a return to traditional strategies long forgotten
in t+e business Norld)
D# t+e extensive use of coercive be+avior
disguised in neN roles)

:$. As to t+e effectiveness of managers,
researc+ers +ave found, after manM Mears of studM,
t+at
A# an inspirational stMle can encourage creativitM
among mediocre men)
=# masculine be+avior leans toNard a reNard1
based approac+)
C# t+e androgMnous pattern seems to be preferred
bM men)
D# t+e so1called transformational stMle is verM
positive in manM contexts)

60. _omen usuallM refuse to be+ave in a
domineering NaM due to t+e fact t+at t+eM
A# t+inZ it is unliZelM to bring success)
=# receive bacZlas+ N+en t+eM lead in t+is manner)
C# prefer to maZe believe t+eM are treating
collaborators in a friendlM NaM)
D# disliZe anM Zind of t+reat1based approac+)