Direito Empresarial I 18/02/2013 Livros:    Fábio Ulhoa Coelho – Manual de Direito Comercial – Saraiva Rubens Requião – Curso de Direito

Comercial – Saraiva Ricardo Negrão – Manual de Direito Comercial e de Empresa – Saraiva

Direito Empresarial – 25/02/2013 Teoria do Direito Empresarial Comércio: troca de produtos. Definição do dicionário. A compra e venda foi criada depois com a criação do comércio. Definição histórica, feita pelo professor. Lance de que o comércio antigamente era por meio de troca, como na definição do dicionário. Ele fez uma preleção da história do comércio, que eu já sei. - Direito comercial para direito empresarial * Desenvolvimento histórico: - Comércio Direto: quando se trocava (ou troca) um produto por outro, de acordo com a necessidade das pessoas. Indireto: quando se troca uma coisa por dinheiro Teoria dos Atos do Comércio (Teoria Francesa) Foi o primeiro código comercial já registrado. Era considerado um código de primeiro nível, que resolvia todos os problemas. Muitos países copiaram o mesmo, quando o comercio do Brasil foi expandido, o país fez o mesmo, extraindo a teoria dos atos de comercio do Código Francês, em 1850, e adotando a sua teoria. O código brasileiro (lei 556/1850) é baseado neste. Disciplina legal: lei 556/1850 – código comercial - Comerciante:qualquer pessoa capaz que explorasse habitualmente atividade mercantil, ou seja, quem comercializava bens móveis ou semoventes, excluindo os prestadores de serviço. Somente que comercializava bens era considerado comerciante, quem prestava serviço, não. Atividade mercantil: ex. posto de gasolina, açougue, supermercado. Prestador de serviço: transportadora, oficina mecânica, salão de beleza, etc. até 2002, quem prestava serviço não era considerado comerciante, portanto não tinha os benefícios deste. - Exceção: Regulamento 737 de 1850 em seu artigo 19: instituições bancárias e transportadoras marítimas também eram consideradas comerciantes, apesar de serem prestadores de serviço.

Atividade organizada: diz respeito a organização dos fatores de produção. a empresa pode ser exercida por uma pessoa física ou jurídica. o nome da sociedade era sociedade civil. Quando se iria prestar serviço e quisesse montar uma sociedade.: é a pessoa que emprega seu dinheiro e organiza a empresa individualmente. Não se estuda separado. Sujeito de direito: P. conhecida como “sociedade empresária”. dentro do CC. Não é considerado empresário se não tiver concomitantemente estes 4 elementos. com todos os seus benefícios. 1º mão de obra.Obrigatoriamente tem que ter fins lucrativos. * Empresário: considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para produção ou circulação de bens ou de serviços. Principalmente a nomenclatura comerciante foi substituída por empresário. pois não eram considerados mercantis. 3º . e P.F.: a atividade deve ser exercida de forma habitual e não eventual. Não entendi bem porquê. Obs. . O empresário individual assume o risco. . que foi substituída pela sociedade empresária. o nosso código achou suas bases nesta.. Teoria da Empresa (teoria italiana) Unificação do direito privado A partir do artigo 966 até o artigo 1195. A mudança colocou os prestadores de serviço no mesmo patamar dos comerciantes. É o sujeito de direito que organiza a empresa e assume o risco de empreendedor.tecnologia. 2º .Sociedade Mercantil: quando duas ou mais pessoas resolvem exercer atividade mercantil. ou seja. o Código Comercial foi parcialmente revogado. que exerce atividade empresarial. A teoria da empresa. mantendo-se somente a matéria de Direito Marítimo.capital. não existe a blindagem da pessoa jurídica e seus bens podem ser afetados diretamente caso ele tenha algum problema jurídico e venha a ser processado. é uma teoria italiana. Não existe mais a figura na sociedade mercantil. com o intuito de gerar lucros.F. P.matéria prima e 4º . conhecido como “empresário individual”.J. é preciso que haja uma continuidade na atividade. com o código de 1850. Empresário individual tem CNPJ mas não é considerado pessoa jurídica. pois não existe mais comerciante e sim empresário. onde se encontra o Direito de Empresa. pois o nosso código já estava mais do que ultrapassado. a responsabilidade de qqr problema em sua empresa é do empresário individual.Atividade econômica: a atividade pode ser de produção (fábrica ou indústria) ou circulação de bens ou a prestação de serviços.: nascida na união de esforços de duas ou mais pessoas. adotada no CC. Este conceito nos faz ter a necessidade de maiores explicações. * Empresário P. . Revogação do Código Comercial Com o advento do Código Civil de 2002.J. nós temos o livro II do CC. de seus sócios.

Se for um mini hospital ou ambulatório.As atividades exclusivamente intelectuais estão excluídos da nomenclatura de empresa. é uma empresa. salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. alienar bem imóvel 1 – não tem capacidade civil: Podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos.Não tem capacidade civil – torna-se incapaz. Médico. 2 – Legalmente impedidos: cônjuge. Disponível. 194 . mesmo que seja maior de 16. E se depois de ser empresário individual e sofrer acidente e se tornar absolutamente incapaz¿ poderá continuar exercendo¿ . literária ou artística. (Menores de 16 anos não podem exercer atividade empresarial como empresário individual. Procurar conselho da justiça federal. Se vou na clínica medica de det. mas não com o empresário individual. Isso só acontece nas pessoas jurídicas pela lei. Se uma pet shop. “Não empresário” parágrafo único do 966 CC Não considera-se empresário quem exerce profissão intelectual de natureza científica.Profissão Intelectual:são os profissionais liberais. 04/03/2013 Quem poderá ser empresário¿ art. Obs. e as pessoas forem em busca do local e não de det. mas se for absolutamente incapaz tem que haver um representante e não pode participar da administração.A expressão elemento de empresa demanda interpretação econômica. atividade fim personalíssima. Se det. 195 . . Acontece vez ou outra deles serem atingidos. Médico. prevalece a profissão intelectual. Enunciados do CJF nº 193.Os profissionais liberais não são considerados empresários. 193 .Os bens da pessoa física por traz da pessoa jurídica não podem ser afetados. 194 e 195. há uma pessoa jurídica. clinica tiver atividade fim do det. 972 CC 1 . onde há várias outra opções e sou atendida pelo vet. a menos que sejam emancipados) Se for uma sociedade o menor pode exercer atividade¿ Sim. Veterinário. devendo ser interpretada sobre a égide de absorção da atividade intelectual. ainda que seja com concurso de auxiliares ou colaboradores. salvo se a organização dos fatores de produção for mais importante que a atividade desenvolvida. mas é exceção. O mesmo funciona com veterinário. para consultar.

2 – Legalmente impedidos: 1.O empresário casado pode. alienar os imóveis ou móveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real. Empresário individual nunca. Cônjuge (art. 2. 12 da lei 6530/78) e os condenados por crime falimentar (lei 11101/05). Os estrangeiros com visto temporário. Os leiloeiros (lei 83/99 e art. Obrigações do empresário 1 – antes de iniciar a atividade. 978 CC . ou no da separação absoluta. Funcionários públicos. por meio de alvará. devidamente registrado na junta comercial (974CC) 2ª hipótese: quando a atividade comercial era exercida por outrem (pai). terá que escolher um ramo de atividade. Única exceção: o único bem imóvel (bem familiar) se for envolvido na montagem industrial (ex: usar sua única casa na praia como hotel e morar nos fundos) necessita de outorga conjugal (jurisprudência). qualquer que seja o regime de bens. que contenha: . Os militares na ativa.Poderá o incapaz continuar exercendo atividade empresarial por meio de representante ou devidamente assistido. 3. não poderão ser executados por dívidas contraídas em decorrência da atividade empresarial. elaborar um contrato social (no caso de sociedade) ou mediante requerimento (no caso de empresário individual). 188 da lei 7661/45). desde que autorizado judicialmente. ou seja. 5. assume por meio de alvará. podem participar de sociedade como sócio cotista ou acionista. o interessado em constituir uma empresa. pois esses bens não se sujeitarão ao resultado da empresa. 977) Faculta+-se aos cônjuges contratar sociedade. magistrados e membros do MP. assume no nome empresarial do pai pois incapaz não pode ter o próprio nome empresarial. 4. das três forças armadas e da polícia militar (mas podem ser sócios). Os médicos estão impedidos de manter cumulativamente empresa farmacêutica ou laboratorial. desde que não tenham casado no regime de comunhão universal de bens. desde que não ocupe cargo na administração. entre si ou com terceiro. Caso ele assuma. corretores de seguros (art. comercialização ou prestação de serviços). sem necessidade de outorga conjugal. de quem o incapaz adquire a titularidade do seu exercício por sucessão causa morte. O juiz deverá no alvará relacionar os bens que o incapaz já possuía. Devedores do INSS (junta comercial e receita federal vai barrar). O falido não reabilitado. definir a natureza empresarial (fabricação. 6. 7.

o objeto da empresa (indicação da atividade). . a nomeação de um administrador. o capital. o local de atuação da atividade.A qualificação do empresário individual ou dos sócios o nome empresarial. no caso de sociedade e demais clausulas pertinentes ao contrato.

Art. Se eu for constituir uma empresa sozinho. depois de observados alguns requisitos. ICMS – tributo para controle do estado Exceção da obrigatoriedade do registro: . d) Inscrição Estadual (IE): O empresário deverá requerer sua inscrição na Secretaria da Fazenda Estadual para ter o registro formal do seu negócio junto à Receita Estadual do estado onde está estabelecida. Art. para dar início às atividades fiscais e empresariais. 971 CC. ver. 2) Registro público de empresa – art. Art. prestar serviço).“produtor rural”: é o único caso em que o registro do empresário é facultativo. sendo o número único que comprova que a empresa existe oficialmente. para que sejam incentivados e aumentem sua produção. Toda empresa tem um CNPJ. c) Alvará de funcionamento: Com o CNPJ o empresário. sendo o documento que autoriza o funcionamento da empresa. 45 Após elaborar um contrato social ou o requerimento. deverá solicitar na prefeitura o Alvará de Funcionamento. Depois é necessário se registrar em órgão público. pensar na natureza empresarial (se vou fazer. b) CNPJ: após o registro na junta comercial o empresário deverá requerer na secretaria da Receita Federal o “Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica” (CNPJ). o empresário deverá registrarse no registro público de empresas mercantis a cargo da “junta comercial” para que possa adquirir personalidade jurídica e o número de identificação do registro de empresa – NIRE. pessoa física ou jurídica. 967 a) NIRE: é o registro de legalidade da empresa na junta comercial do estado. 1) Elaboração do contrato social ou requerimento O contrato social prova quem pode assinar e quem manda no que numa empresa com sócios. basta um mero requerimento para levar a registro na junta comercial. A sociedade vai ser disciplinada por este. Escolher um ramo. é necessário elaborar um contrato social. . Para incentivar¿ Será¿ E os Latifundiários¿ funciona assim para que os produtores rurais possam sair da clandestinidade. fabricar ou somente comercializar. Se for uma sociedade. 966. para que seja identificada e tributada.11/03/2013 Obrigações do empresário É necessário fazer uma pesquisa de mercado antes de abrir uma empresa.

Disciplina legal:    Lei 8934/94 – lei federal (se aplica a todas as juntas comerciais do Brasil e dispõe sobre os serviços e registro público de empresa) Lei 1187/12 – estado (as atribuições da JUCESP – cada estado tem a sua) Decreto 58879/13(regulamento da JUCESP) Se abrir um novo estabelecimento? Deve haver uma comunicação a junta comercial que abriu uma nova filial. segurança e eficácia aos atos jurídicos das atividades empresariais.: na prática o empresário passará a obter o NIRE. a iniciativa é resultado do convenio firmado com a Receita Federal e com o Estado de São Paulo. fazendo prova na inscrição originária. Existe órgão superior que a junta? DNRC (ÓRGÃO NACIONAL DE REGISTRO DE COMÉRCIO): órgão federal que visa supervisionar. disciplinar e fiscalizar os atos praticados pelas juntas comerciais. cada estado tem a sua) Conceito: é o órgão comercial. dando garantia. com sede na capital (só tem órgãos regionais) e jurisdição em todo estado. Conceito: o empresário que constituir um estabelecimento secundário em lugar sujeito a jurisdição de outro registro público de empresa. Órgão superior DNRC .18/03/2013 Procedimento 13/2013 – sincronização dos cadastros (só pra SP) A junta comercial do estado de São Paulo começará a emitir o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e a Inscrição Estadual juntamente com o NIRE. orientar. que visa registrar os empresários individuais. Obs. publicidade. toda vez que abrir uma nova deve informar a sua junta de origem. ou seja. as sociedades empresárias e todos os seus atos. bem como estabelecer normas e diretrizes gerais sobre o registro da empresa. FILIAL – é uma extensão da empresa originaria. deverá também escrevê-la na jurisdição em que localizar o estabelecimento. o CNPJ e a Inscrição Estadual. Junta comercial Conceito: Junta comercial (JUCESP. num único processo fornecida pela Junta Comercial do Estado de São Paulo.

128/08 – empreendedor individual – faturamento de até 60. ou seja.Funções da junta comercial: a) Arquivamento: são todos os atos dos empresários que deverão ser levados a registro na junta comercial. para que a mesma comunique a intenção de manter-se em funcionamento. como alteração de um contrato social. 179 (970 também) CC 123/2006 – microempresa e empresa de pequeno porte ME – faturamento bruto anual até 360. tradutores públicos. etc. alienação de estabelecimento. sob pena de ser considerada empresa inativa e ter o seu registro cancelado com a perda da proteção ao nome empresarial.000 EPP – faturamento bruto anual de 360. de forma direta e por reprodução. todas as obrigações relativas ao exercício da empresa. pois antes de posto em uso devem ser autenticados no registro público a cargo da junta comercial.000 ao ano (foi criada para tirar autônomos da informalidade) populista!!!!! 25/03/2013 Elementos de Identificação da Empresa 1 .Nome Empresarial: . em 10 anos consecutivos. (se não levar não vale ato) b) Matrícula: é o ato que rege a inscrição de alguns profissionais cuja atividade é sujeita a controle da junta comercial. Escrituração: é quando o empresário tem o dever de manter a escrituração dos negócios que pratica.00 até 3. interpretes e administradores de armazéns gerais (fica em porto de importação e exportação) c) Autenticação: é o ato que atesta a regularidade dos livros obrigatórios referente à escrituração do empresário.000 Benefício dado pelo governo para o enquadramento da empresa enquanto ela esteja dentro dos valores acima citados. podendo ser substituída por fichas no caso de escrituração eletrônica. Art.600. como os leiloeiros. a organização de uma contabilidade da empresa no livro exigido por lei. Livro diário: (art. 1181 CC Inatividade da empresa: se dá quando o empresário não praticou. mediante comunicação direta ou por edital. Exceção? ME. sob responsabilidade de um contador devidamente habilitado. devendo a junta comercial notificar a empresa. EPP e EI (empreendedor individual) §2º art. 1179 CC) é o livro contábil que registra todas as atividades dos empresários e nele deve ser lançado diariamente. dissolução da sociedade. nenhum ato sujeito a arquivamento. no prazo de 10 dias.

Constituição do nome: Princípio da veracidade: art. sendo composto por seu nome civil ou parte dele. O princípio da veracidade proíbe a adoção de nome que transmita informação falsa sobre o empresário individual ou a sociedade empresária a que se refere. Podendo ainda. Caso a junta comercial realize o arquivamento de nome empresarial igual ou semelhante a um já existente.” e se tratando de sociedade anônima. atividade ou a cidade em que explora a atividade. de um. art. se desejar ou quando já existir nome empresarial idêntico. alguns ou todos os sócios.Disciplina legal: art. acrescentar a expressão “e cia. sociedade anônima (S/A) e sociedade em comandita por ações. 33 e 34 da lei nº8934/94. sociedade em comandita simples e sociedade limitada. É aquele que impede a adoção de nome igual ou semelhante ao de outro empresário. aditando. deverá acrescentar a expressão “Ltda. Me cerco de boas intenções e amigos de nobres corações que abrem e fecham . a expressão “SA”. Faço de mim casa de sentimentos bons onde a má-fé não faz morada e a maldade não se cria. não podendo ser acrescida da atividade empresarial desenvolvida. Princípio da novidade: art. Pode requerer a anulação¿ Sim. 34 da lei federal. Quando se tratar de sociedade limitada. 1155 a 1168 CC.”. é possível requerer a anulação por meio de uma Ação Anulatória de Nome Empresarial. instrução normativa 104/2007 do DNRC Conceito: é a firma ou a denominação adotada sob a qual o empresário e a sociedade empresária exercem sua atividade e se obriga nos atos a ela pertinentes. 1165 CC. As sociedades são: sociedade em nome coletivo. Obs. c) Denominação:é o nome empresarial adotado por algumas sociedades empresárias que devem indicar o objeto social. b) Firma social ou razão social: é o nome adotado por sociedades empresárias. o empresário prejudicado poderá propor ação para anular a inscrição do nome empresarial. Espécies de nome empresarial: a) Firma individual: é o nome adotado pelo empresário individual. pois o uso indevido do nome empresarial caracteriza crime de concorrência desleal. Pode ser utilizada pelas sociedade limitada (LTDA). assegurando a exclusividade ao uso do nome empresarial. 35 da lei federal. quando não for composto por todos os sócios. designação mais precisa de sua pessoa. podendo ser formada por expressão linguística conhecida como elemento de fantasia. composto pelos nomes civis ou parte deles. Art.: a instrução normativa permitiu que se pode usar um ou algum nome dos sócios e no final colocar cia.

Me ensino a ser mais tolerante. Humaitá muito bom. figura ou sinal utilizado para identificar o local do estabelecimento e fixar na mente da clientela.. A marca deverá ser devidamente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI – para gozar de proteção. Observo a mim mesmo em silencio por que é nele onde mais e melhor se diz. E permanecendo tranquilo a onde for. emblema. É o apelido do local da empresa. Sendo aquele que sempre traz amor. corresponde à designação dada pelo empresário ao local em que desenvolve a atividade empresarial. no largo dos leões tá tendo bloco Humaitá bom. alimento o corpo e a alma. Na declaração do Imposto de Renda tem um campo para colocar o nome fantasia que pode servir como prova de anterioridade.. Art. E sigo por aí viajante habitante de um lar sem muros. Percebo que no não possuir encontram-se a paz e a calma. parte do segredo do universo junto a todas as outras coisas as quais admiro e confesso. Sonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosonosono Eu ouvi iorgute [sic]!!!! 2 – Título de estabelecimento e insígnia: Título de estabelecimento:gente ele se empolga!!!!!! O título de estabelecimento. Céu da terra e é carnaval.. Pode-se fazer menção no próprio Contrato Social. Paciente confiante e intuitivo. simpatia é quase amor. se arrependeu!!!! No largo dos leões tá tendo bloco é. Insígnia: é a sigla. Não é obrigatória. 195. V da lei de propriedade industrial. Can you feel the love tonight¿ domado está o leão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Proteção: no Brasil não há nenhuma lei ou órgão para proteger título de estabelecimento e insígnia. Sendo aquele que sempre traz sorrisos e permanecendo tranquilo a onde for.. 3 – Marca: o que diferencia os produtos da empresa. Preencho meu peito com luz. Nome empresarial – identifica a pessoa jurídica de direitos e obrigações Título de estabelecimento – identifica nome do local Marca – diferencia produto ou serviço . São sinais distintivos para identificar e diferenciar os produtos e serviços de outros idênticos ou semelhantes.portões com a chave que não se procria. Faço de mim. O passado eu deixei nesse instante e com ele meus planos futuros pra seguir sendo aquele que sempre traz amor. não julgar ninguém e com isso ser mais feliz. sendo aquele que sempre traz sorrisos. Paciente confiante intuitivo. também conhecido por “nome fantasia”.

Modelo de Utilidade: é o objeto de uso prático. assegura aos inventores privilégio temporário)  Lei 9279/1996 conhecida como Lei da Propriedade Industrial – LPI  Convenção da União de Paris – deu origem ao sistema internacional da propriedade industrial – CUP (o Brasil é signatário dela. Propriedade industrial é diferente de propriedade autoral.é um tratado internacional que disciplina os bens integrantes da propriedade industrial. músicos. que apresenta nova forma. Marca. (acordo de Madri)  OMC (Organização Mundial do Comércio) – vai intervir em eventuais decisões sobre a propriedade industrial. Foi criado um sistema para unificar o direito de patentes)  Acordo TRIP’s . direito empresarial) a segunda é tratada pelo direito autoral (direito constitucional + direito civil. CF(protege a criação industrial.   Invenção: é algo novo. 3. 2. fruto da atividade inventiva do ser humano. FOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOMEFOME! Como provar e garantir a propriedade da invenção ou do modelo de utilidade. Propriedade intelectual: vem da criação do ser humano. Modelo de Utilidade. Desenho industrial. serve para incentivar a criar inventos.) Disciplina Legal:  Art. envolvendo ato inventivo. XXIX. Patenteando!  Patente: é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade outorgado pelo Estado aos inventores. sem o seu consentimento. 5.06/05/13 Bens Integrantes da Propriedade Industrial Bens integrantes¿ Os bens integrantes da propriedade industrial são: 1. . 4. etc. que resulte em melhoria funcional em seu uso ou em sua fabricação. Invenção. que nunca existiu. de produzir. A primeira é tratada pelo direito industrial (desenho industrial. também conhecida como “pequena invenção”. escritores. garantindo ao seu titular o direito de impedir terceiros.

¬¬’ ^^* *-* = $ =% =/ =] =) +. congresso.: será expedida uma carta patente. a ordem. podendo ser patenteado como invenção. tendo que despertar interesses nos técnicos da área. arquitetônicas e artísticas 5 – programas de computadores 6 – regras de jogo 7 – técnicas e métodos operatórios.: Período de graça: caso um inventor já tenha divulgado sua invenção (artigo científico. Impedimentos: as invenções e modelos de utilidade não podem afrontar os costumes. ainda não compreendido no estado da técnica. diferente de tudo que já se encontra patenteado. estando apta para uso ou produção em qualquer tipo de indústria. Os tribunais tem reconhecido a possibilidade de ser patenteado o programa de computador. no sentido de real progresso.comercializar. Industriabilidade ou aplicação industrial: somente os que apresentarem aproveitamento industrial. exportar. etc. Obs. importar e usar produto objeto da patente. a moral e a saúde pública.) o depósito do pedido da patente terá que ser efetuado no prazo de 12 meses. além de não ser considerado como ato inventivo: 1 – descobertas 2 – teorias científicas 3 – métodos matemáticos. Exceção: transformação genética: os microorganismos transgênicos são considerados organismos que expressem uma característica normalmente não alcançável pela espécie em condições naturais. contábeis e financeiros 4 – obras literárias. terapêuticos ou de diagnóstico 8 – o todo ou parte de seres vivos naturais e materiais biológicos encontrados na natureza.+ TT Onde é patenteada¿  INPI (ver matéria anterior) Patenteabilidade (quais são os requisitos necessários para a aquisição da patente¿)  Novidade: deve ser algo novo e desconhecido. Atividade inventiva: deve apresentar um avanço tecnológico que não decorra de maneira comum ou vulgar no estado da técnica. Prazos de Duração da Patente: A) Patente de invenção¿ B) Patente de modelo de utilidade¿ Vencimento do prazo:    . Obs. contados da revelação para não comprometer o requisito novidade. a segurança.

judicialmente ou administrativamente 2. assegurado o mínimo de 10 anos contados da concessão da patente. sem prejuízos aos direitos do respectivo titular. por meio gratuito ou oneroso.) qualquer interessado pode requerer a licença compulsória. desde que o titular da patente não atenda a essa necessidade. devendo ser averbado no INPI para que produza efeitos em relação a terceiros Vai cair na prova: qual a diferença de licença de uso e licença compulsória¿ Licença compulsória Observação: o inventor ficará sujeito a ter a patente licenciada compulsoriamente se: 1.13/05/13 “Bens integrantes da propriedade industrial” 1 – invenção 2 – modelo de utilidade Ambos se dão através da patente. Pela não exploração do objeto da patente por falta de fabricação ou pela falta de uso integral do processo patenteado sendo que o reconhecimento da licença compulsória exige o prazo de 3 anos contados da concessão da patente. (não está dando conta de fabricar) 4. Nos casos de emergência nacional ou interesse público. podendo ser concedida a licença compulsória temporária para exploração da patente. Pela comercialização que não satisfaça as necessidades do mercado. poucas unidades. etc. desde que comprovado por decisão administrativa ou judicial. Abuso do direito da patente ou pela pratica de abuso de poder econômico. declarados em atos do poder executivo federal. B) Patente de modelo de utilidade¿ O prazo de duração da patente de modelo de utilidade é de 15 anos. por meio dela. assegurado o mínimo de 7 anos contados da concessão da patente. contados do depósito no INPI. contados do depósito no INPI. Quem pode requerer a licença compulsória¿ . 3. INPI Prazos de Duração da Patente: A) Patente de invenção¿ O prazo de duração da patente de invenção é de 20 anos. a invenção ou modelo de utilidade cai em domínio público podendo ser explorado por qualquer pessoa. Vencimento do prazo Vencido o prazo. Licença de uso É quando o titular da patente tem o direito de celebrar um contrato de licença de uso para que terceiros explorem o objeto da patente. (abusar no preço.

utilizando os meios de produção do empregador. Obs.: biomédico que cria remédio em casa. Caducidade da patente: Não existe caso no Brasil e só existe dentro da licença compulsória. Ex. a licença caduca (outro terceiro que impõe). (doação) LPI autoriza a venda da patente. mas o contrato é regido pelo CC.A licença compulsória pode ser requerida por qualquer pessoa com legitimo interesse. quando decorrido 2 anos da concessão da licença compulsória e nesse prazo 2 anos não se mostrar suficiente para prevenir ou sanar o abuso ou o desuso da patente. Cessão da patente É o contrato de transferência da propriedade industrial. Surgimento da invenção no curso de um contrato de trabalho Empregador: a patente pertence ao empregador se a criação decorrer de um contrato de trabalho cujo objetivo sejam “a própria atividade inventiva” (ele é pago para investigar e inventar) Ambos: a patente cabe ao empregador e ao empregado.: de um lado temos a contribuição individual do empregado e de outro a contribuição material do empregador (recursos necessários para o invento) Empregado: a patente cabe ao empregado se a criação for desenvolvida de forma desvinculada do contrato de trabalho e sem a utilização dos meios de produção do empregador. Consegue a licença pelo juiz. se a criação for desenvolvida com criação pessoal do empregado. tendo por objeto “a patente” sendo regida pelas normas atinentes acessão de direito (dir. A caducidade da patente ocorre de ofício ou a requerimento de qualquer pessoa com legítimo interesse. . só que em dois anos você não resolver o vício. civil) mediante uma remuneração ou gratuitamente. desde que tenha capacidade técnica e econômica para realizar a exploração eficiente do objeto da patente.

Prazo de vigência do registro¿ O direito ao uso exclusivo do desenho industrial tem duração de 10 anos. Falta de pagamento da taxa anual ao INPI. Condições para registro: 1) Novidade: o desenho industrial é considerado novo quando não compreendido no estado da técnica. a utilização indevida dos bens integrantes da propriedade industrial caracteriza crime contra a patente.prazo¿ prescreve em 5 anos a ação para reparação de dano causado ao direito de propriedade industrial. 3) Impedimento: a lei impede o registro de desenho industrial que atenta contra a moral. garantindo ao seu titular a propriedade temporária e o uso exclusivo. (o limite máximo é de 25 anos) Repressão ao uso indevido: Funciona do mesmo jeito das coisas da patente . (penal) Extinção da patente: 1) 2) 3) 4) 5) Expiração do prazo de vigência da patente. . Pela renúncia ao direito da patente. os bons costumes. sendo admitidas até três prorrogações sucessivas de 5 anos. o desenho industrial deverá ser devidamente registrado no INPI. pois a originalidade refere-se à estética do produto. 2) Originalidade: tem que apresentar esteticamente características e contornos próprios. o que for ofensivo à honra ou à imagem de pessoas. pois o resultado visual deve ser inédito. proporcionando resultado visual novo e original em sua configuração. busca e apreensões do objeto da patente fabricado ilegalmente e demais medidas para evitar que terceiros produzam sem sua autorização.: além das sanções no âmbito civil. Garantir a propriedade e uso exclusivo¿ diferente da invenção e do modelo de utilidade que são patenteados. Pela ausência de representante legal no Brasil quando o titular for domiciliado no exterior. não encontrado em nenhum outro objeto. Desenho industrial ou design: Conceito: considera-se desenho industrial a forma plástica ornamental de um objeto ou conjunto ornamental de linhas e cores que passa a ser aplicado a um produto. destacando-se pelo aspecto diferente e inovador atribuído ao objeto. Obs. a contar do pedido do depósito. Pela caducidade.20/05/13 Repressão ao uso indevido da patente: O titular tem assegurado o direito de reprimir o uso indevido da patente com a obtenção de indenizações.

Como faço para garantir a propriedade e o uso exclusivo¿ Com o registro no INPI. Exceção da exceção: marcas que gozam de proteção em todas as classes de atividade as marcas notórias e marcas de alto renome. Marca de alto renome: é aquela registrada no Brasil e fortemente conhecida em toda a sua extensão territorial por . responderá por perdas e danos. independente de estar previamente registrada no Brasil. Extinção do registro: Mesma regra da extinção da patente com exceção da caducidade. não podendo apresentar colidência com marca já registrada. Exceção: princípio da especialidade ou principio da especificidade. bem como por eventual processo crime. b.(cocacola) ii. figura ou emblema. pois o princípio da especialidade restringe o direito ao uso exclusivo da marca à respectiva classe de atividade definida pelo INPI. Requisitos para registro: a) Novidade relativa: não é necessário criar uma palavra ou um signo novo. constituindo-se de palavras escritas com letras especiais ou inseridas em um logotipo. a qual goza de proteção especial em todas as classes de atividade. Marca notória: é a marca mundialmente conhecida. produto que incorpore desenho industrial já registrado ou imitação substancial que possa induzir em erro ou confusão. b) Não colidência com marca registrada: a marca não pode ser confundida com outras já existentes. pois o interesse restringe-se somente ao nome.O uso indevido do desenho industrial é sancionado no âmbito civil e penal. bastando utilizar pela primeira vez para identificar o produto ou serviço. 4) Tridimensional: é aquela constituída por forma especial dada diretamente ao produto ou a seu recipiente. 2) Figurativa: é a marca constituída por desenho ou logotipo. i. A proteção da marca restringe-se a classe de produtos ou serviços em que é registrada. a. sendo uma forma especial para identificação do produto. 3) Mista: Apresenta as características das duas anteriores. 03/06/13 Marca Conceito: Formas de Marca: 1) Nominativa: é a marca formada exclusivamente por palavras que não possui uma preocupação estética ou visual. pois quem fabricar. sem autorização do titular.

se decorridos 5 anos da sua concessão. . Expiração do prazo de vigência caso não haja prorrogação. 2.consumidores integrantes de segmentos diferentes de mercado. 3. a. armas. a marca tiver sido utilizada com modificação que implique alteração de seu caráter original. devendo o interessado realizar a prorrogação no ultimo ano de vigência do registro. FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME! FOME Repressão ao uso indevido: a) Apreensão administrativa pelas autoridades alfandegárias de produtos com marcas falsificadas. acontece pelo contrato de cessão de marca. c. Pela caducidade (procurar Gradiente versus Apple). Perdigão) c) Impedimento: art. 5. títulos protegidos pelo direito autoral. Sadia. É o contrato de transferência dos direitos de registro da marca mediante uma remuneração. medalhas.: arrastão na 25 de março) exemplos do desenho industrial tbm valem. 4.. 124 da LPI. Pelo decurso do prazo de vigência sem a devida prorrogação. Se. O uso da marca tiver sido interrompido por mais de 5 anos consecutivos ou. Vem dentro do contrato de franquia geralmente! Acho um charme assistir aula brincando no facebook! Cessão da marca: pode ser alienável. (brasão. mas gente chata me irrita mais ainda!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Prazo de vigência do registro da marca: o registro da marca tem duração de 10 anos a partir da concessão do registro. Pelo cancelamento administrativo ou judicial. bandeiras. A requerimento de qualquer pessoa com legitimo interesse. Deve ser registrado no INPI. c) Reparação de perdas e danos pelo uso indevido.. O uso da marca não tiver sido iniciado no Brasil ou. Pelo não pagamento das taxas legais devidas ao INPI. Pela renúncia do titular da marca. que ofenda a moral e os bons costumes. oficiais. b) Busca e apreensão na ocorrência de crime contra a marca. no mesmo prazo. podendo ser prorrogado por períodos iguais e sucessivos. salvo com consentimento do autor. (patente industrial não pode ser prorrogada) Licença de uso: o titular da marca poderá celebrar o contrato de licença de uso autorizando terceiros a usufruir sua marca de forma onerosa ou gratuita. (ex. (Boticário. Gente burra me irrita. Extinção do registro da marca: 1. b.