PROGRAMA DETALHADO Programa Detalhado da da Certificação Profissional Certificação Profissional ANBIMA Série 20 (CPA-20) ANBID – Série 20

Controle: D.04.09-03 Data da Elaboração: 10/11/2009 Última atualização: 13/06/2012

Mensuração. Finanças e Estatística. de tal forma que os produtos oferecidos estejam em conformidade com as expectativas. objetivos. Fiscalização e Participantes do Mercado. Tributação. Compliance Legal e Ética. favorecerá o crescimento sustentado da economia brasileira. Os seus respectivos desdobramentos em tópicos. institui um mecanismo de aferição do conhecimento dos principais aspectos relacionados ao processo de venda desses produtos. à padronização de procedimentos e a adoção das melhores práticas operacionais. O CONTEÚDO DO PROGRAMA DETALHADO O presente programa é composto de sete grandes temas: Princípios Básicos de Economia. Demais Produtos de Investimento. Auto-Regulação. em consonância com a legislação em vigor. por sua vez. O profissional deve demonstrar conhecer as principais características dos produtos ofertados e o padrão ético de comportamento que deve ser adotado no relacionamento com os clientes.Programa Detalhado da Certificação Profissional ANBIMA Série 20 (CPA-20) – Versão 9. Gestão de Performance e Risco. Acredita-se que esse esforço adicional de modernização do mercado de capitais. Essa iniciativa. itens e subitens detalham os assuntos considerados essenciais para o desempenho das atividades relacionadas à venda de produtos de investimento pelos profissionais que deverão obter a CPA–20. D. através da maior disponibilidade de informações de melhor qualidade sobre os produtos de investimento – em especial sobre os principais fatores de risco – e a decorrente melhoria do atendimento ao investidor resultarão em estímulos complementares à concorrência leal. Órgãos de Regulação. que aproximarão o mercado de capitais nacional dos mercados das economias mais avançadas.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 2/ 19 . Fundos de Investimento. necessidade de diversificação de seu portfólio e restrições explicitadas.04. uma vez que os profissionais certificados deverão estar aptos a desempenhar as atividades de consultoria financeira. O resultado final também se fará refletir no crescimento da poupança financeira doméstica que.7 – OBJETIVOS DA CPA-20 A CPA-20 é parte do Programa de Certificação Continuada da ANBIMA e tem como objetivo a permanente elevação da capacitação técnica dos profissionais que têm contato com os Investidores Qualificados na comercialização de produtos de investimento.

VALIDADE E PROCEDIMENTO DE ATUALIZAÇÃO A CPA-20 é válida pelo prazo máximo de 05 (cinco) anos contados da data de realização do exame ou da conclusão da atualização para os profissionais que permanecerem durante este período vinculados à Instituição Participante. que garantem a exatidão dos cálculos das taxas acordadas e sua correta conversão em valores monetários. Tomou-se também a decisão de que apenas aspectos conceituais relacionados à Matemática Financeira serão objeto de avaliação. Essa opção baseou-se na constatação de que as instituições financeiras que atuam no mercado brasileiro disponibilizam ferramentas tecnologicamente avançadas aos seus profissionais.  Realização de exame de atualização da CPA-20.A ANBIMA assume o compromisso de revisar periodicamente o Programa Detalhado com a finalidade de incorporar novos assuntos. A legislação vigente representativa para a venda de produtos de investimento. dentro deste período de 05 (cinco) anos o profissional deverá atualizar sua certificação por uma das formas relacionadas abaixo. o profissional certificado que não estiver vinculado à Instituição Participante ou venha a perder o vínculo com Instituição Participante após sua certificação. Não haverá necessidade do uso de máquina calculadora para a realização dos exames de certificação. baseado no todo ou em parte relevante do Programa Detalhado da Atualização (PDA). D. terá sua certificação suspensa enquanto perdurar tal situação. A constante atualização do profissional certificado é um dos objetivos da Certificação Continuada. Desta forma. oferecidos ou validados pela Instituição Participante. sempre que o dinamismo e a evolução do mercado de capitais venham torná-los relevantes e essenciais. encontra-se também presente nos conceitos e conteúdos dos diversos temas e tópicos abordados.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 3/ 19 . caso deseje manter a certificação CPA20. Por sua vez. Nesse contexto. baseado no Programa Detalhado da Atualização (PDA). deverá atualizá-la dentro do prazo máximo de 03 (três) anos a contar da data da suspensão da certificação. respeitado o prazo máximo de 05 (cinco) anos da data de realização do exame. A atualização da certificação CPA-20 será efetivada por qualquer das seguintes formas:  Participação em programas de treinamento. foi considerado mais importante o domínio do conceito envolvido nas conversões eventualmente exigidas. Este profissional. além de sistemas de controle.04. ainda que não totalmente explicitada.

Taxa livre de risco. Política Cambial: cupom cambial. Relação entre juros e atividade econômica 1.3. Fluxo de Pagamentos.5. Transações Correntes. Contas Externas: Balança Comercial.3. implicações sobre a dívida Relações e conceitos 1. redesconto e depósitos compulsórios (conceito e impactos no mercado).4.1.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 4/ 19 .2. Conceito D.04. 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ECONOMIA.1.7– A legislação aplicável ao conteúdo do exame é aquela que se encontra vigente e eficaz em até 6 meses antes do exame.2. índices de inflação (IPCA e IGP-M).2.1.1.3. 1.3.3. equivalência e proporcionalidade 1. Conceito 1.5. FINANÇAS E ESTATÍSTICA (PROPORÇÃO: DE 5% A 10%) 1. Custo de oportunidade.6.2. pública 1. Taxa de juros nominal e taxa de juros real: relação entre elas e conceito de indexador 1.1. Conceitos Básicos de Economia Indicadores econômicos (definição): PIB.5.4. Relações e conceitos: 1. reservas internacionais.PROGRAMA DETALHADO CPA-20 – Versão 9. taxa DI e TR 1.1.2.2. Valor presente.2. instrumentos de política monetária: open market.1. Conceitos 1.3. Fluxo de caixa: cupom e amortizações 1.6. Política Monetária: metas de inflação. Capitalização Simples versus Capitalização Composta: conceito. Conceitos Básicos de Finanças 1.2.2.2. Prazo médio e maturity 1.2. Custo Médio Ponderado de Capital: WACC 1. regimes de taxa de câmbio. Conceito 1.2.2. desconto. Conta de Capital.3. COPOM (atribuições e impactos das decisões). taxa de câmbio (PTAX). taxa SELIC.1.1. Zero cupom 1.4.2.2. Taxa Interna de Retorno (TIR) 1.2. Política Fiscal: necessidade de financiamento do setor público.3.1. valor futuro e taxa de desconto 1.

7.4. LTN.2. Medidas de dispersão: variância e desvio padrão 1.2.3.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 5/ 19 . CRI e LCI). 1. RDB. Títulos Agrícolas (CPR.3 Medidas de Associação entre duas variáveis: covariância e coeficiente de correlação. mediana. Índice de Mercado Anbima – IMA (IMA-B. Renda Fixa: taxa DI. de um ativo 1. IGP-M e IPCA.1.5.1.4. Câmaras de liquidação e custódia: definição de clearing.7. Liquidação e Custódia 1. Conceito e interpretação.2.3. 1.MLCX.3. Renda Variável: Índice Bovespa (IBOVESPA). Negociação. Índice Mid-Lage Cap .4. taxa de Câmbio. custos de captações (dívidas e/ou capital) 1. Sistema especial de liquidação e de custódia – Selic: conceito.6. Conceito 1.2. Índice Small Cap – SMLL e Índice de Energia Elétrica-IEE 1.1. benefícios para o investidor e principais títulos custodiados no Selic: LFT.3.1. LF e DI).04. Alavancagem financeira.2.2. Distribuição normal: relações entre a média e desvio-padrão e a probabilidade de ocorrência de eventos 1. Câmara de custódia e liquidação – Cetip (Balcão Organizado de Ativos e Derivativos): conceito.7. Princípios Básicos de Estatística 1.4.2.5. Títulos Imobiliários (CCI. funções. funções e benefícios para o investidor 1. Medidas de posição: média. benefícios para o investidor e principais títulos custodiados no Cetip: Derivativos (Termo.1. IMA-C. Swaps e Opções) Renda Fixa (CDB.1. Futuros. Títulos de crédito (CCB).4.3. Valores Mobiliário (Debêntures e NC) e. CRA e LCA). funções. Intervalo de confiança. taxa Selic.3. Retorno histórico e retorno esperado: 1.2. NTN-B Principal e NTN-F 1.4. moda 1. IRF-M e IMA-S) e IDkA . Índice Brasil (IBrX) e Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Cotas de Fundos.5 Conceito e finalidade de Benchmarks e Índices de Referência 1. NTN-B.Índice de Duração Constante ANBIMA (segmento Prefixado e segmento IPCA D. de uma carteira 1.2.3.

Informações periódicas 2.1.13.3.14.1.3.1. Periodicidade de balanços e demonstrações contábeis 2.1. Divulgação de informações para venda e distribuição: 2. Assembléias Gerais 2.14.1.1.2.13.1.14. As normas de conduta e regras de substituição dos administradores e gestores.5.3.14.15. Direitos e obrigações dos condôminos 2.4.1. Gestores 2. Conceito (art.1.2.10.10. 2º da ICVM 450) 2. FUNDOS DE INVESTIMENTO (PROPORÇÃO: DE 16% A 25%) 2.12.1.1. Prestação de contas aos cotistas: 2.1.1. regulamento. Cota 2. Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (C hinese Wall). fechados.12.1. Fatores que afetam o valor da cota: 2. Também conhecido como Barreira de Informação 2.10.1.14.1.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 6/ 19 . Tipos de Fundos: abertos. Administradores 2. Objetivo do fundo e política de investimento.1. Fato relevante 2.1.15. Conteúdo e informações relevantes para os investidores.1.1.14.1.4.1. Composição da carteira e riscos inerentes D.1.14.6. Composição e diversificação de carteira 2.2.5. 2.7.1.13. Informações eventuais.1. Condomínio 2.1. com carência. termo de adesão e termo de ciência de risco de crédito. Distribuidores 2.1.3.10.2. Auditor independente 2. Definição e finalidade 2. Regras de alteração e competências 2.13.1.1. Custodiante 2.2.1.1. Vantagens e desvantagens de Fundo de Investimentos versus Ativos Individuais 2.1. Fundo de Investimento 2. Fundo de Investimento em Cotas 2.1.1.1.4. Tipos de ativos financeiros. Vedações e obrigações do administrador 2. sem carência e exclusivo 2. Propriedade dos ativos de Fundos de Investimentos – excluindo Fundos Imobiliários 2. Aspectos Gerais 2.1.6.11.1. Observação às normas (compliance) 2.10. Segregação de funções e responsabilidades: 2.04.9. Divulgação de cota e rentabilidade 2.8.5.10.1. Prospecto.

1.1.1.2. Taxas de administração e outras despesas 2.1.1.1.1.1. Cota de abertura e de fechamento 2. Cadastramento e identificação dos clientes 2.1. Renda Variável 2.1.18. hedge e alavancagem 2. Renda Variável 2. 2. Definições.3. Informações obrigatórias.1.2. Direitos dos cotistas 2.1.1. Fechamento dos Fundos para resgates e aplicações 2.1. Fundo Referenciado 2.2.1.1. Fundo de Renda Fixa 2.4.1.2. Prazos de cotização (data de conversão de cotas) e de liquidação financeira.3. Fundo de Curto Prazo 2.1. Fundos de Investimento com Gestão Passiva.16. Fundo de Ações D.3 Principais Modalidades de Fundo de Investimento 2.17.1.2.1.18.2. Efeito da não Marcação a Mercado no carregamento dos ativos até o vencimento 2.1. Cotista ou Instituição Distribuidora 2. Definições.3.1. Segregação dos recursos aplicados do patrimônio da instituição distribuidora 2.18. Fundos de Investimento com Gestão Ativa.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 7/ 19 .1.2.2.04.18.18. Aplicações por conta e ordem 2.2.18.2. Prazo de carência para resgates 2. Prospectos.2.3.2.1. Renda Fixa 2.16.1.18. Estratégias para manter aderência aos índices de referência e as respectivas limitações 2.18.3. Classificação dos Fundos quanto à composição do patrimônio: 2.2.1.1.2.15.1. Responsabilidades da Instituição Intermediária (distribuidor).17.1.1.2.2 Principais estratégias de gestão 2.1. Renda Fixa 2. regulamentos.1.2. Dinâmica de aplicação e resgate: 2.3.2. Exercício de direito de voto nas assembléias dos fundos 2.17.17.2.3.2.3.1.1.2.3.1.3. 2.2. termo de adesão e demais documentos requeridos 2. Possibilidade de manutenção das aplicações em caso de finalização da distribuição 2.4.1. Metodologia adotada para a contabilização de ativos (Marcação a Mercado): 2. Estratégias de gestão: posicionamento.

3.2. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo. Fundo Cambial 2.4.FIP 2. Adequação dos investimentos recomendados (Suitability) D.4. Fundo de Dívida Externa 2.1.1 Cota Sênior e Cota Subordinada.1.1.4.2. Classificação dos Fundos 2.3. Quanto ao limite de alocação em títulos com médio e alto risco de crédito: Fundos de Crédito Privado 2.04.3.3.3.3. Fundos de Investimento Imobiliário .4.1.5. Fundo Multimercado 2.3.4.1. Divulgação de rentabilidade.4.4. política de investimento.1. 2.4.4.2.3.3.1.4. Fundos de Investimento em Participações . Quanto ao prazo médio da carteira: Fundos de Curto e Longo prazo 2.3.5. 2.3.4. Outros Fundos: Definição e principais características 2.4. 2. Limites de aplicações em ativos no exterior por tipo de fundo 2.4. Aplicação mínima inicial.6.4.4. Melhores Práticas 2. Fundo de Investimento em Cota FIC-FIDC.3. 2. Fundo de Investimento em Direito Creditório – FIDC. Das qualificações 2.3. Princípios gerais 2. Dos avisos obrigatórios 2.7. e demais itens relativos ao prospecto. Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de investimento – Consultar o Código para fundos de investimento e as Diretrizes para publicidade e divulgação de material técnico de fundos de investimento. Propósito e Abrangência 2. 2.3.4.4. Gestão e Distribuição de Fundos de Investimento 2.2.4.3.6. disponível no site da ANBIMA.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 8/ 19 .4.2.4.2. Limites por emissor e por modalidade de ativo financeiro 2. Fundo de Investimento em Índice de Mercado (Fundos de índice) com cotas negociáveis em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado.4.3. Selo ANBIMA.3.6.4.5. Fundos de Investimento em Empresas Emergentes .4. rendimento e comparações 2.1. disponível no site da ANBIMA. Prospecto. fatores de risco.4.1.FII 2.3.3. Marcação a Mercado – MaM – Consultar o Código para Fundos de Investimento e Diretrizes de Marcação a Mercado.FIEE 2.4.7. Serviços: Administração.2.4.3.3. objetivo de investimento. também conhecido como ETFs Exchange Traded Funds 2. Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Fundos de Investimento 2.4.1 Diretrizes de Liquidez das carteiras dos fundos de investimento 2.

1.4. Fontes de Informação 3.1. Juros sobre Capital Próprio: critérios para distribuição e aspectos tributários 3.3.3. Conceitos 3.2.1.1.4.4. Oferta Primária e Secundária: 3. Eventos societários: 3.2.5.3.1.1.1. Definições 3.4.5. Taxa de Ingresso 2.2.5. Regras de Alteração 2.5 Taxas. política de pagamento 3.1. implicações de acordo de acionistas 3. Remuneração do acionista: 3.5. Preferência de Subscrição e Retirada.6.4. Participação nos Lucros. Dividendos: origens.2.5.4. Acionista Minoritário.1. DEMAIS PRODUTOS DE INVESTIMENTO (PROPORÇÃO: DE 17% A 25%) 3. Definição 3.3. Taxa de Administração 2. 3.4. Taxa de Performance (Conceito de Linha d’água) 2.2.6.1.1.1. Outras Despesas 3.3.1. Acionista Controlador: conceito.1.2.1.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 9/ 19 .4. AGO (Assembléia Geral Ordinária) e AGE (Assembléia Geral Extraordinária).04. Ações Ordinárias.1. Taxa de Saída 2. Tipos e Formas de Cobrança 2.6. obrigatoriedade.4.2. Bonificação. Deveres e responsabilidades dos administradores das companhias abertas: conflito de interesses.6. Tag along (extensão do prêmio de controle) 3. Preferenciais.4.3. Direito de voto e retirada.1. Conceitos 3.3.2.2.2. Direitos dos Acionistas: 3. Certificados ou Recibos de Depósito de Valores Mobiliários (ADRs – American Depositary Receipts e BDRs – Brazilian Depositary Receipts) e Bônus de Subscrição.5.1.1.1. Definição 3. Distinção D. Voto.5. Fiscalização.4.3.1. Direito de Representação.1.1.3.4.1. informações 3.1.2. Participação no Acervo em Caso de Liquidação.1.5. Instrumentos de Renda Variável 3. Conceitos e atribuições 3.

de investimento e de financiamento).11.2.8.2. Câmbio) 3. valor nominal atualizado e juros “acruados” 3. LTN. Características 3.2.2.2.1.04.6.2. Conceitos e características operacionais 3.2. Principais conceitos e características de instrumentos de Renda Fixa: 3.2.4.1.1.11.12. Cartilha da CVM. desdobramento (splits).1. Instituto Brasileiro de Governança Corporativa e BM&FBovespa 3. Impactos sobre os preços e quantidades das ações do investidor: pagamento de dividendos. Distinções entre Análise Técnica (ou Grafista) e Análise Fundamentalista 3. Aspectos relevantes: 3. Os Segmentos de Listagem Nível I.1. vencimento antecipado (quebra de covenant.2.2.2.2. Características.1. Impactos para as empresas emissoras e seus acionistas 3.6.9.3.2.2.2. Determinação de preço: fluxo de caixa (operacional. NTN-B. Conceitos Gerais de Práticas de Boa Governança Corporativa: 3.1.12.1.1.2.3.1.1. Bolsa de Valores e Mercado de Balcão: 3.1.2. processos e riscos de disponibilização de recursos e títulos 3.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 10/ 19 .1. Nível II e Novo Mercado: reflexo sobre o direito dos acionistas 3.2. Clube de Investimento em Ações. Definição 3.1.1.9. LFT. Prazos. Títulos públicos: 3.2.3.3.2. Relação fiduciária entre investidor e custodiante 3.2.1. Composição de cupom de taxa real e indexadores (IGP-M. Negociação 3.10.1. Conceito e serviço prestado.1. NTN-B Principal e NTN-F.10. Resgate antecipado. grupamentos e bonificação 3.3.1.3.4.11.7. Conceitos e diferenças 3. D. Diluição em Ofertas Primárias 3. múltiplos (P/L e EV/EBITDA) 3.1. Formas de amortização e pagamento de juros: 3. Função econômica 3.11.3.1. Formas de remuneração – Pré e Pós-Fixada – principais Indexadores 3. Data de emissão. Conceito 3.1. Instrumentos de Renda Fixa 3. Fundo de ações versus clube de investimento: vantagens e desvantagens.1. Principais instrumentos: 3.11.1.1.4.2. 3.7.1.3. ocorrência de cross default) e aquisição facultativa e opção de compra (opção call).1.7.1.10.9.1.1. Custódia e Liquidação: 3. Precificação.

5 Títulos do segmento Imobiliário: Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI.3.2.3.2. Hierarquia das espécies de debêntures de acordo com garantias 3.2.2.3.LF Características e tributação: 3.3.1. 3.3. Títulos Privados Bancários: 3.3.6 Títulos do segmento Comercial: Cédula de Crédito Bancário. Características e tributação.3.1.1.2.1. Letra de Crédito do Agronegócio – LCA.3. Negociação de títulos públicos: Mercado Primário: leilões.04.6. liquidez.3. Características: descrição.4.3.3.1.3.3.3.2. Notas Promissórias 3.3.2.1 rentabilidade e registro 3. prazo.3.3.2.3.3.2.2.5.2. Repactuação como renegociação de qualquer das características da dívida 3.3.1.1. Tesouro Direto.2. forma de resgate.3.2.2.CCB e Certificados de Cédula de Crédito Bancário – CCCB.3. Certificado de Depósito Bancário – CDB e Letras Financeiras .1. Debêntures: Conceito e Características 3.2.7 Assembleia de debenturistas 3. Características e tributação.2.1.3.3. Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio – CDCA e Certificado de Recebíveis do Agronegócio – CRA.3.3.1.2. 3.1.1.2.3.3. Letras de Crédito Imobiliário – LCI e Cédula de Crédito Imobiliário – CCI.2.2.3. Mercado Secundário: balcão 3.3. D.4 Títulos do Segmento Agrícola: Cédula de produtor Rural – CPR.2.8 Deveres do agente fiduciário 3. Conceito e características operacionais 3.2. Registros 3.3.3.2.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 11/ 19 .2. Cláusulas de resgate e vencimento antecipado e covenants 3.2. Títulos Corporativos 3.3.1 Escritura: 3. Características da emissão e dos títulos 3. Características e tributação.3.

rentabilidade.1.4.1. Regime de distribuição tipos de colocação (oferta com garantia firme e melhores esforços).4.2.2.4.2.1. Custodiante 3.1.2.3. Formador de mercado (market maker) e mecanismo de estabilização de preços 3. §1º.2.1. Do Valor Mobiliário ou das Ofertas 3. Finalidade da Instrução (art.3.2.1. Agência de Rating 3.3.3.3.2.7. Companhias abertas (Instrução CVM 480.2.2.II. Caderneta de Poupança: principais características em termos de liquidez. Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários 3.1. Do Emissor 3.3.4.6. 23.4. responsabilidades 3. §2º) 3. Principais Instituições: funções e principais características 3.3. 22. Agente Fiduciário ou Agente de Notas: Instrução CVM 28 (deveres e responsabilidade civil) 3.3. Propósito e Abrangência 3. Prospecto 3. caput. garantias.2. Banco Mandatário 3. art. 24) D. §2º) 3. Aspectos legais e normativos: 3.2.3. Banco Escriturador 3.3. incisos I. 13º.4.2.5.4.1. Efeitos da suspensão ou do cancelamento da oferta (art. Selo ANBIMA 3. 21. 21º.2.1.04. Ofertas Públicas Primárias e Secundárias (Instrução CVM 400) 3.4.3.4.4.2.2. Banco Coordenador 3. Fatores de Risco: 3.4.1.2. Definição de atos de distribuição pública (art.4. riscos e tributação 3.3.1.1.2.5.4.1.4.1.2.3. 3º.1. 30º e 31º) 3. Ofertas Públicas de Valores Mobiliários 3.3. Lote suplementar (art.4.1.1. 1º) 3.4.4.1.3.III e IV.7.3.4.3.4. arts.1. 20) 3. Setoriais 3.2 Princípios gerais 3. caput.1.4.3. Conteúdo da oferta (art.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 12/ 19 . art.4.3.

Efeito no prêmio das opções: taxa de juros.2. art.1.5.5. arts.11. Efeitos da revogação e da modificação da oferta (arts.3.2.4. Procedimento de precificação para fenda: procedimento diferenciado . art. 2° inc I ao IV. Prospecto (art. art. 42 caput. 40. futuros.2.13.4.3. §3º. 6º ao 7º caput.4. volatilidade. 43 caput) 3. art. preço do ativo objeto e preço de exercício 3. Consulta sobre viabilidade da oferta (art.4.4.2. tempo para o vencimento. 48) 3.4.04.4.2.4.2.7. TRIBUTAÇÃO (PROPORÇÃO: DE 5% A 10%) 4.2. Obrigações do líder (art.2.16. 30) 3.17. Contratos futuros de balcão sem entrega física (NDF – non deliverable forward). Coleta de intenções de investimento (art.4. Tipos de opções e representação gráfica: put (opção de venda) e call (opção de compra).preço fixo.2. Normas de conduta (arts.2. Derivativos 3.12. Bookbuilding e leilão em Bolsa 3.2. §2 e §6 e art. arts 3° ao 4º. Termo.2.1.2. 46) 3.1. §5º) 3.2.3.4. 1º. §2º.2. Ofertas públicas de aquisição de ações: instrução CVM 361 (arts.2. §1º.2. Conceito 4. Recebimento de reservas (art. 45) 3. 44) 3.1.1. Risco de rateio/ não concretização 3. alavancagem e posicionamento 3. 56 caput e §7°) 3.6. Instituições intermediárias (art.14. 33) 3.4. §1°.2.2.2. Alíquota D. compra/venda de put.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 13/ 19 .4.5. caput. 28) 3.5.2.4.3. exceto em Fundos de Investimento 4.2.2.4. incisos I ao VI. Imposto de Renda sobre as Aplicações Financeiras de Renda Fixa para Pessoa Física. Distribuição parcial (art.4.2.8. Aspectos operacionais: 3.5.3.15.4. Fato gerador 4. Prospecto preliminar (art. 39.2. Revogação da aceitação (art.37) 3.4. Titular e lançador 3.3.26 e27) 3.9.12º) 3.3.10. Estratégias de proteção.5. swaps e opções: características formais dos derivativos 3. 38. §1º. 41. compra/venda de call.2.5. Veracidade das informações (art.2. art.1. §2º.

Fato gerador 4.3.1. Alíquota e Tratamento do Imposto 4.2.3. Agente responsável pelo recolhimento 4.2. Base de cálculo 4. Compensação de perdas 4. ‘Come-cotas’ 4.1.3.5.1.4.2. Por tipo de investidor: Pessoa Física e Pessoa Jurídica D.04. Limite de isenção mensal 4. Fato gerador 4.4.7. Alíquotas (conforme a classificação e tipo do fundo segundo a Secretaria da Receita Federal: ações.4.4. Retenção na fonte 4.2.5.4.4.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 14/ 19 . Agente responsável pelo recolhimento 4. Fato gerador 4.3. Compensação de perdas 4.5.1.2. exceto em Fundos de Investimento 4. Fundos com carência 4. Swap) 4.3. exceto Fundos Imobiliários 4. Base de cálculo 4.2. Alíquota 4.4. Fato gerador 4. Imposto de Renda sobre Aplicações Financeiras em Fundos de Investimento.3.4.2.4. Alíquota 4. 4.2. Imposto de Renda sobre Aplicações Financeiras de Renda Variável (Ações à Vista.3.1. Base de cálculo 4. Tempo de permanência na aplicação).3.4. Imposto de Renda sobre Aplicações Financeiras de Renda Fixa para Pessoa Jurídica.3.3. Imposto de Renda sobre Aplicações Financeiras em Fundos de Investimento Imobiliário 4.2. Agente responsável pelo recolhimento 4. Base de cálculo 4.6.1.4.3.5.1. curto prazo e longo prazo.5.3.6. Agente responsável pelo recolhimento 4. Day Trade.2.4.2.4.1.5.

Executor de diretrizes e normas do CMN e supervisor de Instituições Financeiras 5.1.2. Alíquota (Tabela Regressiva) 4.4.1.4.2. Executor das Políticas Monetária e Cambial 5.3.3 Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Serviços Qualificados ao Mercado de Capitais D.3.2. fiscalizar as companhias abertas.6.4. Principais atribuições: fixar as diretrizes e normas da Política Cambial.6.1. AUTO-REGULAÇÃO. Agente responsável pelo recolhimento 4. Conselho Monetário Nacional – CMN: 5. Monetária e de Crédito 5. ANBIMA: 5.1.4.5. a Bolsa de Valores e os agentes do mercado de capitais e Fundos de Investimento. Condução dos processos de Regulação e Melhores Práticas das Instituições e dos Mercados 5. Principais atribuições: fixar e implementar as diretrizes e normas do mercado de valores mobiliários.1.1.1.1. IOF . Agente responsável pelo recolhimento 5. ÓRGÃOS DE REGULAÇÃO.Valores Mobiliários 4. Atribuições.1.2.1.1.5.1.6. dar proteção aos investidores. Comissão de Valores Mobiliários – CVM: 5.6.4.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 15/ 19 .1. FISCALIZAÇÃO E PARTICIPANTES DO MERCADO (PROPORÇÃO: DE 5% A 10%) 5.4.1 Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Ofertas Públicas de Distribuição e Aquisição de Valores Mobiliários 5.1.1.1.1.4.1.1.6.4.2. Principais atribuições 5.1.1. assegurar a lisura nas operações de compra e venda de valores mobiliários 5. Base de cálculo 4. Base de cálculo 4.1.04. Banco Central do Brasil – Bacen: 5.1.3.1. Auto-Regulação e Fiscalização 5.2 Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento 5. Órgãos de Regulação.1.1.2. Fato gerador 4.3.1.

3.6. compra. investimento) 5.1. Principais carteiras (comercial.4. Distribuidoras e Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários e de Futuros 5.5. Segmento de Renda Variável das carteiras (Capítulo VI.7.2.5.1.4. 5.1. negociação e distribuição de títulos e valores mobiliários. Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico. intermediação de derivativos 5.792) 5.1. Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para o Mercado Aberto 5.1. Principais funções e atribuições: underwriting.2. art.3.51) 5. 5. ÉTICA E ANÁLISE DO PERFIL DO INVESTIDOR (PROPORÇÃO: DE 10% A 20%) 6.16) 5.1. Principais atribuições: intermediação de títulos e valores mobiliários.1.1.3.9 a 13) 5. art.2.1.5.1.4. art. intermediação de câmbio.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 16/ 19 .1. Cobrança de performance para uma EFPP (Capítulo IX. Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Novo Mercado de Renda Fixa. COMPLIANCE LEGAL. Investidores Qualificados e Investidores Não-Residentes.5.5.4.5.5. Risco de Imagem (Reputação) e Risco Legal (Não Cumprimento da Legislação/ Regulamentação): Implicações da não Observância dos Princípios e Regras de Compliance Legal e Ética D.2.19) 5.5.1.1.1.6. apresentação e disponibilização da política de investimento (Capítulo V.5 Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para Atividade de Private Banking no Mercado Doméstico 5.53) 6.18) 5. art. venda e distribuição de títulos e valores mobiliários por conta e ordem de terceiros 5. Definição. Controle e avaliação de riscos e sua fiscalização (Capítulo III.4.4. administração de recursos de terceiros.04.2. Das vedações (Capítulo XI. art. arts.4 Código Anbima de Regulação e Melhores Práticas para o Programa de Certificação Continuada 5. Definições 5.4.8. Segmento de Renda Fixa das carteiras (Capítulo VI.5 Entidades Fechadas de Previdência Complementar -EFPC (Resolução CMN 3. Bancos Múltiplos 5.

art. cap. Conceito e tipos .1.4. “ocultação” e “integração”. Segregação de atividades de forma a evitar possíveis conflitos de interesses ( Chinese Wall também conhecido como Barreira de informação) e definição de responsabilidades: Artigo 2º 6.2.4.3.3.613/98 e Circular Bacen 3461/09.554/98.2.1. IX e Circular 3461/09) 6. A Convenção de Viena e o Decreto n.3.2.2.1. O princípio “Conheça seu cliente” como forma de proteção da Instituição Financeira e do profissional 6.2.1. Conceito 6.2.2.613. Conhecimento do cliente e suas necessidades (idade.2.613.04.4.1. VII) 6. 6. Quem está sujeito à lei e à regulamentação: abrangência.154/91 (Lei 9.2. 9º e Circular 3461/09) 6. Políticas e procedimentos de prevenção/combate ao crime de lavagem de dinheiro Organismos nacionais e de cooperação internacional. O “insider trader”. VI. Controles Internos: Resolução CMN 2.613.1.5.6.3.4.2. objetivo de investimento.4. Utilização indevida de informações privilegiadas (contexto de negociação .2. Legislação e regulamentação correlata (Lei 9. Artigo 1º 6.1.4.1.1. Adequação dos produtos vendidos. O “front runner”.“colocação”.1.3. Lei 12. Da comunicação de Operações Financeiras (Lei 9.mercado primário e secundário em renda fixa e renda variável – valorização de cotas em fundos de investimento. Investimento proposto D. conhecimento do nível de risco suportável pelo investidor: 6. Direitos e Valores 6.4. Política de segurança da informação: Artigo 2º IV e VII 6.3. cap.863/12 e suas alterações): 6. Circunstâncias do Portfolio: 6.1.613. Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro ou Ocultação de Bens.4.2.10º e Circular 3461/09) 6.2. Aplicação do princípio “Conheça seu cliente”: 6. tolerância ao risco) 6.3. Normas e Padrões Éticos 6.3.1.3.4. horizonte do investimento.3. Conceito 6.3.2.1. manipulação de preços) 6.1.1. Identificação dos clientes e da manutenção de registros (Lei 9. cap. cap.2. Função do cadastro e implicações de um cadastro desatualizado. Análise da capacidade financeira do cliente 6.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 17/ 19 . V. art.2. amplitude e responsabilidades dos profissionais e das Instituições Financeiras e Não-Financeiras (Lei 9.

Portfolio resultante 6.3. correlação e coeficiente de determinação (R²) 7.2.4. Índice de Sharpe: original e modificado 7. MENSURAÇÃO.2.2.3. Duration de Macaulay e Duration Modificada D.2.6. Retorno e Diversificação: 7.5. Adequação de produtos em função do perfil do investidor 7.6.4.4.6. Conceitos e definições 7.1.4.2. Informação ao cliente 6. Risco absoluto e risco relativo 7.2. Readequação de carteira a partir de desenquadramento em relação à política de investimento do cliente: 6.1. Conceitos 7.1.2.4.2.2.4.4.1.1. Beta da carteira e sua interpretação 7. Análise do Perfil do Investidor 6. Relação entre covariância. Relação entre risco e retorno e o princípio da dominância entre carteiras 7.1.1.2.1.1.2. Índice de Treynor: conceito 7.1.2.4.1.3. Ativos livres de riscos e ativos com risco de crédito 7. 6. Risco de uma carteira: 7.6.2.1.3. Risco de ativos: 7. Formas de controle (gestão de risco) 6.04. Desvio padrão da carteira e o benefício da diversificação 7.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 18/ 19 .1.1.1.1.1.5.2.2.4.2. Risco Sistemático e Risco Não Sistemático. Conflito de interesses 6.2. desvio padrão e valores esperados 7.1.1. Interpretar e diferenciar a relação entre variância.1.5. Administração e Gerenciamento de Risco 7. GESTÃO DE PERFORMANCE E RISCO (PROPORÇÃO: DE 17% A 25%) 7.1.1. desvio padrão.4.1.3.4. Fatores que determinam o perfil do investidor.2.2 Relação entre risco e retorno e o princípio da dominância entre ativos 7.1. Risco.1.2.3.5.3. Medidas de Performance: indicadores e suas limitações: 7.3. Estatística aplicada: 7.1.4. Confidencialidade 6.4.2.1. Risco de Taxa de Juros: 7.

4.9.2.3.4.2.10. Variação do rating (preço e enquadramento) 7. Convexidade 7.10.2.2. regulatórias e tributárias específicas de um país) 7. Riscos de Mercado Externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio.2.1. Capacidade de pagamento (alavancagem. Stop loss 7.4.3.4.1.2.2.Brasil). Risco de Contraparte.10. riscos geopolíticos específicos de cada país investido.2.5.2.2.1.3. Risco de Liquidez: negociabilidade: 7. geração de caixa) 7.2.10. Gestão de risco de carteiras: 7.1. questões legais.7.2. Validação do modelo (back testing) 7.9.2.2.2. Ativo 7.2.2.04. Consequências sobre a precificação 7. Conceito e aplicação 7. Medida de risco (EMBI .2.2.1.1.5.09-03 Data de Elaboração: 10/11/2009 Data de Revisão: 13/06/2012 19/ 19 .1.2. Definição de solvência e inadimplência 7. Limites de exposição em relação ao mercado e a sua carteira 7. estrutura de capital.3. endividamento. Risco de Crédito: 7. Tracking Error versus Erro Quadrático Médio D. Planejamento das necessidades de caixa 7.2.2.7.2. Significado 7.2.2.3.2. Mercado 7. Conceito 7.5.2. Risco País – Risco de crédito de natureza soberana 7. Conceito 7. Value at Risk.2.10. Imunização.4.4.3.4.2.2. Mensuração de risco de crédito 7. Stress test (caudas grossas) 7.2. mudanças no cenário macroeconômico mundial. Conceito. Risco de Liquidação.2. Formas de controle de risco: 7.9. Consequências sobre precificação 7.2. Classificação de risco: 7.5. Spread de crédito e probabilidade de inadimplência (Impactos sobre a formação de preços) 7.2.2.3.2.1.2.2.10.2.8.6.2. Conceito 7. aplicação e limitações (repetição de padrão de comportamento e nível de significância) 7.