O Estigma Da Doença Mental Para Pacientes,familia E A Sociedade

Publicado em: 02/06/200

FONTE: http://www.artigonal.com/psicologiaauto-ajuda-artigos/o-estigma-dadoenca-mental-para-pacientesfamilia-e-a-sociedade-94 9!".html

O estigma da doença mental para pacientes, familiares e a sociedade. !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Claudia Lana, Juliana Dias e Luciana Regina.

"ES#MO O $resente estudo % uma discuss&o te'rica, (ue tem $or ob)eti*o re$ensar a *is&o (ue o $r'$rio $aciente, sua fam+lia e a sociedade t,m em relaç&o -s $essoas (ue sofrem com a doença mental, $rocuramos discutir a im$ort.ncia desta sociali/aç&o $ara o doente, e a diminuiç&o do $reconceito com tais $essoas, $essoas estas (ue sofrem $ela discriminaç&o de n&o serem normais na *is&o da sociedade0 Suas fam+lias $recisam ser atendidas em suas reais necessidades e a e(ui$e de sa1de, tem um $a$el im$ortante nesta sociali/aç&o onde $recisa estar organi/ada e $re$arada $ara assisti2los na sua $r'$ria comunidade0

A3S4"A54 46e $resent stud7 is a t6eoretical discussion, t6at 6as for ob)ecti*e to ret6in8 t6e *ision t6at t6e o9n $atient, its famil7 and t6e societ7 6a*e in relations6i$ ace $eo$le t6at t6e7 suffer 9it6 t6e mental disease, 9e tried to discuss t6e im$ortance of t6is to sociali/e for t6e sic8, and t6e decrease of t6e $re)udice 9it6 suc6 $eo$le, $eo$le t6ese t6at suffer for t6e discrimination of t6e7 be not normal in t6e *ision of t6e societ70 :ts families need to be assisted in its real needs and t6e team of 6ealt6, s6e 6as an im$ortant $a$er in t6is to sociali/e 96ere needs to be organi/ed and $re$ared to attend t6em in its o9n communit70

:;4"OD#<=O A 6ist'ria da doença mental sem$re trou>e tristes lembranças $ara a 6umanidade e camin6a a $assos lentos $ara mel6orar, tal*e/ $or(ue a doença mental ainda n&o % totalmente e>$licada e continua sendo um mist%rio $ara a medicina ou $or ra/?es (ue fogem totalmente a com$reens&o de carin6o das $essoas (ue ainda ol6am $ara os doentes mentais com $reconceito e medo desta doença0 O fato de os $ortadores de transtornos mentais a$resentarem atitudes fora do $adr&o considerado normal $ela sociedade, muitas *e/es eles s&o e>clu+dos e sofrem com abusos e indiferenças das $essoas (ue os rodeiam0

comunidades tera$. interna*a2o em uma instituiç&o e n&o se interessa*am em saber como seria o tratamento. associa*a2se a uma causa f+sica. e a instituiç&o. onde a $essoa. entre outros AAMA"A.ncia com di*ersos des*alidos e n&o tin6a atendimento diferencial.m (ue ser tratada no meio social. onde fica*am em con*i*. o de sa1de mental0 E. como ser*iços b-sicos. $or outro lado. mas esta tem de ser incenti*ada e analisada em todo seu conte>to social. com essa no*a conce$ç&o. $or(ue se tin6a a conce$ç&o de (ue a fam+lia e a sociedade eram est+mulos negati*os. % relatada desde os $rim'rdios da ci*ili/aç&o. sendo dif+cil o tratamento e a reabilitaç&o0 Ireud fe/ uma cr+tica ao asilo e colocou o 6omem no centro da atenç&o $si(ui-trica fa/endo a 6ist'ria dos sintomas e do 6omem. ent&o. era abandonada @ sua $r'$ria sorte.utico do $ortador0 . (ue )unto com a institucionali/aç&o. a reforma coloca um no*o ol6ar @ $si(uiatria. de$endia da instituiç&o (ue a ali*ia*a dos $roblemas (ue o doente mental tra/ia2l6e. 2002D0 . foram significati*as as contribuiç?es tra/idas $ela neuro$si(uiatria AOS:.essa relaç&o @ fam+lia agradecida. considerada anormal. C ND0 A $artici$aç&o da fam+lia *em transformar a *is&o da sa1de mental e desta forma o $a$el da enfermagem al%m da assist. $ara (ue essa $ossa a)udar no $rocesso tera$. biol'gico e $sicol'gico0 . o (ue resultou na $sican-lise0 . da mesma forma (ue se entendia (ue a fam+lia $oderia atra$al6ar o tratamento agora se entende (ue % fundamental a inclus&o da fam+lia na din. Pinel trou>e um entendimento no*o sobre o adoecimento mental (ue $assou a ser considerado como um dist1rbio do sistema ner*oso.o s%culo FF. e (ue este merece um tratamento digno como (ual(uer doente0 A $artici$aç&o da fam+lia % um grande determinante $ara o sucesso do tratamento do doente0 O Mo*imento da "eforma Psi(ui-trica no 3rasil muda a conce$ç&o da doença mental. C HD0 At% o s%culo F:F os loucos eram tratados em 6os$itais gerais.esse conte>to a fam+lia se afasta*a do doente.ncia ao doente % tamb%m o de oferecer a$oio e orientaç&o necess-ria $ara a fam+lia. isol-2lo era a soluç&o $ara se li*rar da(uele J$roblemaK0 .uticas.o s%culo FG:::. recebeu a denominaç&o de doença (ue $recisa*a ser estudada0 Por%m.4E.ABA. entretanto. contribuem $ara o estere'ti$o do doente mentalM assim. C D0 A fam+lia do doente n&o $artici$a*a de seu tratamento. 200CD0 5om o $rogresso nos estudos em sa1de $Ede2se constatar (ue diferente do (ue se $ensa*a a doença mental t.A 6ist'ria da doença mental. fatores $sicol'gicos e sociais eram desconsiderados APE"E:"A et alii. ou loucura. mante*e2se a estrat%gia de e>clus&o e isolamento do doente e acredita*a2se (ue esse era um tratamento necess-rio ao doente mental. 6ou*e a criaç&o de no*os modelos de atendimento. e ent&o. se auto2re$rodu/ia graças a essa gratid&o A5OLGE"O. $ara morrer de fome ou $or ata(ue de animais A"OD":B#ES. os $ortadores de tal doença n&o $odem $erder sua ci*ilidade.mica do $rocesso de reabilitaç&o do $ortador de doença mental.

a$esar da es$ecificidade na rece$ç&o de teorias desen*ol*idas na Euro$a e do desen*ol*imento tardio do alienismo. 200CD0 Diante deste com$le>o cotidiano. trou>e tamb%m a desinstitucionali/aç&o (ue *isa diminuir os doentes mentais internados e o tem$o de internaç&o dos mesmos com a $artici$aç&o da fam+lia e da comunidade no $rocesso de reabilitaç&o0 DESE. moral. se isolam ou mesmo n&o a$resentam afeto. 2000D0 A fam+lia tem um grande $eso ao assumir o cuidado com o $aciente $ortador de doença mental. eles s&o im$re*is+*eis. algumas *e/es agressi*os.SO. leis. tanto $ara $re*enç&o de uma crise. mel6or ades&o ao tratamento e atitudes mais $ositi*as $erante a *ida A5OLGE"O et alii. entendendo (ue o familiar % fundamental no tratamento dis$ensado ao doente mental A"O5OA et alii.ncia com o doente mental n&o % f-cil. a)uda e cuidaM a $artici$aç&o da fam+lia % um grande determinante $ara o sucesso do tratamento do doente AOL:GE:"A e M:"A. a sa1de e a doença s&o influenciadas $or este conte>to. $or isso o a$oio $sicol'gico tem de ter abrang.GOLG:ME. crenças.. antes considera*a o louco como um indi*+duo (ue de*eria ficar e>clu+do $or n&o obedecer @s normas conceituadas normais e agir em desacordo com os ideais im$osto $or ela0 A cultura % constitu+da $or costumes. foram constatadas mel6oras no relacionamento entre familiares e $acientes . al%m do recon6ecimento @ $essoa e das formas de tratamento A"OD":B#ES. desse modo. o orçamento fica mais caro e ela tem de ada$tar a transformaç?es na casa. fam+lia e $rofissionais de sa1de. a atuaç&o $si(ui-trica este*e de acordo com o $ro)eto de construç&o da naç&o e de manutenç&o da ordem social AMA5OADO et alii. $rocurando mel6orar a (ualidade de *ida de doentes.DA. a fam+lia (ue o acol6e. (uanto $ara sua manutenç&o e recu$eraç&o AALO. sua rotina muda. 2000D0 Em um gru$o $ara informaç&o e orientaç&o a familiares. 200CD0 .ncia @ fam+lia (ue sofre com a fadiga do dia2a2dia0 A relaç&o familiar % o sustent-culo. artes. $or isso a im$ort. as aç?es dirigidas @s fam+lias de $ortadores de transtorno mental de*em estruturar2se de modo a fa*orecer e fortalecer a relaç&o familiar / $rofissional / ser*iço. C PHD0 A reforma.ncia dos $rofissionais de sa1de em estar orientando a fam+lia sobre os cuidados (ue de*em ser tomados durante o tratamento0 An1ncios Boogle O (ue falta @ fam+lia % mais um esclarecimento sobre a doença (ue seu ente (uerido desen*ol*eu e orientaç?es $ara mane)o com o mesmo0 Por%m.o 3rasil. con6ecimentos e 6-bitos ad(uiridos $elo 6omem em uma sociedade. alguns $acientes conseguem mostrar (ue. 200QD0 A sociedade tamb%m $recisa se $re$arar $ara uma no*a *is&o em sa1de mental (ue. a base $ara uma boa estrutura emocional $ara o $aciente $ortador de doença mental.4O A con*i*.

algumas comunidades comem insetos. fa/ com (ue sua busca se)a $or um e>ame (ue detecte onde est. $or%m associada ao fator culturalM e n&o menos im$ortante % a e*entual influ. discriminaç&o racial. em outras % $roibido comer carne bo*ina.O. $ais e fil6os mant%m relaç&o. os bai>os sal-rios.4O"SR: et alii. em outras. desmistifica o louco e a loucura ARA.de certa forma.ncias a fatores de 6ereditariedade. $ois o (ue em algumas comunidades % considerado normal em outras % um absurdo0 Em algumas tribos % normal se comer carne 6umana. e (ue 6-. o louco % *isto com $reconceitos. (uando mencionam outros familiares com 6ist'ria de doença mental0 APE"E:"A. e os *encimentos e a )ornada do trabal6o informal % determinada $ela demanda do mercado ou $ela con*eni.ncia de benef+cios sociais e de $roteç&o da legislaç&o trabal6ista tamb%m s&o.a doença.ncia.A *erdade % (ue o conceito de normal % muito relati*o. C H D0 A instabilidade do *+nculo de trabal6o. $odem ser danosas @ sa1de $sicol'gica APOSSAS. 200SD0 Muitas *e/es a sociedade atual desencadeia um (uadro de doença mental de*ido a *-rios fatores como diferença de classe social.C H0D0 A definiç&o da doença mental d-2se $ela (uest&o biol'gica. $arece (ue o contato dos $rofissionais de sa1de com a doença. $rocurando ent&o. as $essoas ainda n&o sabem identificar um $roblema neurol'gico de um sofrimento mental. outros raramente recorrem a esses m%todos educati*os0 Entre os $o*os do Fingu. $ro*a*elmente. al%m de di*ersas manifestaç?es religiosas (ue e>istem em todo o mundo. desem$rego.E#". tamb%m. gerando um $reconceito na sociedade. isso $ro*a o taman6o do $reconceito (ue se fa/ (uando se rotula algu%m como louco0 En(uanto alguns gru$os $o$ulacionais tendem a $unir fisicamente seus fil6os. 200CD0 A falta de conscienti/aç&o da cidadania fa/ com (ue o $r'$rio $ortador do transtorno mental ten6a como 1nica soluç&o a internaç&o $si(ui-trica $or se sentirem e>clu+dos e dessa forma seu (uadro cl+nico sofre declinaç?es0 Estudos identificam (ue os familiares tamb%m fa/em refer. decorrentes do desem$rego e da informalidade. res$ons-*eis $elo desen*ol*imento da ansiedade e da de$ress&o entre trabal6adores informais0 A des*alori/aç&o social causada $elo desem$rego $ode com$rometer o bem2estar $sicol'gico indi*idual AI:DEPE. $or e>em$lo. 200CD0 Sabendo (ue a causa real desta doença ainda % descon6ecida $ela medicina. a reduç&o do $oder de decis&o e a inca$acidade de influenciar o meio. um local no c%rebro (ue $ossa e>$licar as alteraç?es de com$ortamento a$resentadas $elo $aciente AMO"E. uma $redis$osiç&o do indi*+duo com uma J$ersonalidade mais fr-gilK ALEPA"B. a aus. bater em crianças % considerado co*ardia APE"E:"A. C PD0 Ainda 6o)e. 2000D0 .ncia do em$regador0 Por isso. *iol. $or a(ueles (ue se com$ortam de maneira diferenciada aos demais membros considerados normais0 O $ouco entendimento dos familiares sobre a doença mental. ligada @ 6ist'ria do 6omem0 Mas.ncia da sociedade na formaç&o do dese(uil+brio mental. a conce$ç&o da loucura est. entre outros males0 A $rocura de em$rego n&o $rodu/ res$ostas $re*is+*eis.

ncias dos diferentes familiares e o ser*iço. fam+lia e sociedade. a fam+lia e a sociedade. como $or e>em$lo. dentro. como neste artigo. buscamos estimular a e(ui$e de sa1de (ue trabal6a com doentes mentais serem *erdadeiros ganc6os entre o $aciente. o$ortuni/ando a a$rendi/agem m1tua e a $romoç&o da (ualidade de *ida. e>istem n&o somente dentro e entre as tramas de teias de instituiç?es sociais V000W atra*%s das (uais se trabal6a. $ossui. entre *i/in6os.ncia da *ida cotidiana0 UV000W $erde2se tamb%m a com$reens&o (ue as l'gicas das estruturas das relaç?es entre familiares. geram os sistemas de *ida. $ois se $erde mais do (ue a e>$eri.conta do transtorno (ue $ossui0 Assumir a loucura % assumir (ue n&o se tem controle da *ida0 Alertamos $ara o cuidado de n&o Ucongelar a *ida inter$essoal na estrutura socialU. tendo os $rofissionais de sa1de como facilitadores deste $rocesso de inclus&o destas $essoas na sociedade0 Estimulando refle>?es sobre a $r-tica desta inclus&o. mas igualmente atra*%s de outras teias (ue tecem as *idas e. aceitaç&o e sociali/aç&o destes indi*+duos0 Esta estrat%gia n&o significa a$enas o atendimento de $rogramas $r%2estabelecidos.muito $ela ignor. % necess-rio todo um con)unto e um trabal6o sistemati/ado entre o $aciente. $ois ele mesmo n&o se d. $rodu/. 2002D0 O $ortador de transtorno mental de*e ser encarado em sua $r'$ria *is&o. os s+mbolos e os significados de outra face da $r'$ria *ida socialK A3"A. fora. C ND0 5O. a e(ui$e de sa1de de*e $ro$orcionar momentos de troca de e>$eri. @ margem ou contra as organi/aç?es oficiais da sociedade. entre ti$os de su)eitos $roduti*os e/ou $ro$riet-rios. entre $atr?es e em$regados. C D0 Essa atitude $reconceituosa com os JloucosK se d.D=O. abrangente e integral $ara a comunidade. entre n's e entre n's e os outros. mas um atendimento uni*ersal. nem sem$re s&o esses os com$ortamentos *i*enciados $elos doentes A4ELLES. gera fil6os. referem n&o ser JloucosK. *isando a realidade social e suas necessidades de sa1de dentro da fam+lia. trabal6ando diretamente integrada a todos os .5L#S=O Ia/er sa1de e trabal6ar a sa1de mental na comunidade.Os $rofissionais de sa1de mental de*eriam oferecer informaç?es e su$orte $rofissional necess-rios $ara a fam+lia e>ercer sua funç&o de agente sociali/ador $rim-rio do ser 6umano ATA:DMAM. como algu%m (ue n&o age conforme os $adr?es da sociedade. 6erda etc0.ncia e falta de informaç&o das $essoas (ue n&o s&o orientadas $elos $rofissionais de sa1de (ue acabam n&o se dedicando em $assar tais informaç?es0 Os $acientes *isuali/am o louco de forma marginali/ada. % mais do (ue colocar a res$onsabilidade destes doentes mental nas m&os do go*erno e das e(ui$es de sa1de. entre $arentes V000W. tentando mudar a *is&o das $essoas sobre o transtorno mental atra*%s da informaç&o. entre 6omens e mul6eres.mbitos da sa1de0 .

:de 5A5.ncia segundo $ortadores.ncia com a diferença0 "e* Esc Enferm #SP0 200QMSHA2D:C P220N0 "odrigues 5"0 "eificaç&o e sa1de mental: re$resentaç?es de $rofissionais $acientes e seus cidadores0 VteseW0 "ibeir&o Preto: Iaculdade de Medicina da #SPM 200C0 Rantors8i LP. Mac6ado A40 Do medo da loucura @ falta de continuidade ao tratamento em sa1de mental0 4e>to \ 5onte>to Enferm0 200CMCACD:N02 0 Pereira MO0 "e$resentaç&o da doença mental $ela fam+lia do $aciente0 :nterface2 5omunic Sa1de Educ0 200SMPAC2D:PC2H20 Le$argneur OO0 Doente mental como ser social0 Mundo Sa1de0 200CM2NASD:2NC260 Moreno G0 Gi*.5:AS • "odrigues L"0 JS' (uem sabe da doença dele % DeusK Y O significado da doença mental no conte>to cultural0 Vdissertaç&oW0 "ibeir&o Preto: Escola de Enfermagem de "ibeir&o Preto/#SPM 200C0 Pereira MA.SPM C N0 Oli*eira LO.ncia: re$ercuss?es na adolesc. de*e recon6ecer e fa/er res$eitar os direitos do doente mental en(uanto cidad&o. Ieli/ardo SI. familiares e $rofissionais0 Vdissertaç&oW0 "ibeir&o Preto: Escola de Enfermagem de "ibeir&o Preto/#SPM C 0 5ol*ero LA0 Desafios da fam+lia na con*i*. Miranda 5ML0 A instituiç&o $si(ui-trica e o doente mental: a $erce$ç&o de (uem *i*encia esse cotidiano0 Esc Anna . "o$im MA0 Iam+lia e doença mental: a dif+cil con*i*. res$eitando as diferenças e recon6ecendo a sua dignidade.ncia e *ida adulta0 Pediatr Mod C PMSSASD:CCH22C0 Secretaria de Plane)amento do Estado de Pernambuco0 :ndicadores sociais de Pernambuco0 "ecife: Iundaç&o de :nformaç?es $ara o Desen*ol*imento de Pernambuco AI:DEPEDM C H00 • • • • • • • • • • • • • • • • • .ncia do familiar da $essoa em sofrimento $si(ui-trico0 VteseW0 "ibeir&o Preto: Escola de Enfermagem de "ibeir&o Preto/#SPM 20000 4elles EA30 O doente mental e a instituiç&o $si(ui-trica: a *o/ do silenciado0 Ger 3r-s Enferm0 2002MNNACD:CS2H0 3rand&o 5"0 Partil6a da *ida0 S&o Paulo: 5abralM C N0 Pereira A50 Ialta de limites na inf. e sua fam+lia $recisam ser atendidas em suas reais necessidades e os $rofissionais de sa1de $recisam estar organi/ados e $re$arados $ara assisti2los na sua $r'$ria comunidade.er7 Ger Enferm0 2000MQACD: N2C0S0 Alonso SB0 Ialando sobre a reinternaç&o $si(ui-trica: a *o/ das $acientes0 Vdissertaç&oW0 S&o Paulo: Escola de Enfermagem da #SPM 200C0 "oc6a ER. encarando2os como indi*+duos ati*os da sociedade0 "EIE"X. Moreti DMS"0 Em busca do e(uil+brio da sa1de mental0 Di*ulg Sa1de D%b0 2000MAC D:S0220 5ol*ero LA.ncia com o doente mental: cotidiano conturbado0 VteseW0 S&o Paulo: Escola de Enfermagem da #SPM 20020 Amarante P0 Loucos $ela *ida: a tra)et'ria da 6ist'ria $si(ui-trica no 3rasil0 20Zed0 "io de [aneiro: SDE/E.A $essoa (ue sofre. Labate "5. começando a mudar assim a *is&o do $r'$rio doente em relaç&o a sua $atologia. 5olle 4AD. Iarias IL"0 "efletindo a e*oluç&o 6ist'rica da enfermagem $si(ui-trica0 Acta Paul Enferm C HMCCASD:N22 0 Osinaga GLM0 Sa1de e doença mental: conceitos e assist. Pin6o L3.

"oberto et alii C P Danaç&o da norma: medicina social e constituiç&o da $si(uiatria no 3rasil0 "io de [aneiro.. "0 50 AorgD0 5amin6ando $ara assist.ncia integral0 "ibeir&o Preto: Scala. C 0 . Braal0 TA:DMA.• • • Possas 50 E$idemiologia e sociedade: 6eterogeneidade estrutural e sa1de no 3rasil0 S&o Paulo: OucitecM C H 0 Mac6ado. M0 A0 P0 Enfermeira e fam+lia com$artil6ando o $rocesso de reinserç&o social do doente mental0 :n: LA3E4E.