 As entidades de apoio, são então pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, é instituídas por servidores públicos

, podendo ter sua atuação sobre as formas de FUNDAÇÃO, ASSOCIACOES E COOPERATIVAS, para prestação de serviços sociais não exclusivos do Estado (SOMENTE ELE PODE DESEMPENHAR), mas mantendo um vinculo com entidades da administração direta e indireta em regra por meio de CONVENIOS.  Algumas características são importantes ser notadas através dessas entidades.  Essas entidades não dependem da instituição (criação) do Poder Público, são instituídas por servidores públicos estatais, que serão geradas com seus próprios recursos.  Podem ser instituída sobre a forma de outas pessoas jurídicas como as associações, as cooperativas, mas é comumente instituídas sobre a forma de fundações, SEMPRE sem fins lucrativos e com objetivos iguais da entidade publica.  As entidades publica presta serviços públicos, já as entidades de apoio presta o mesmo tipo de atividade, porem não como serviço delegado pela Administração Publica, mas como atividade privada, atuando geralmente em hospitais e universidades.  Os seus contratos não se sujeitam aos que são feitos pela Administração Publica, seus contratos seus negócios, não necessitam de licitações e seus empregados não são servidores públicos, suas contratações são celetistas, ou seja, são contraídas as pessoas que por eles acharem melhor, não se vinculando a tutela Administrativa. Ao oposto dos serviços sociais autônomos, as entidades de apoio não tem uma lei especifica que tratara especificamente do seu funcionamento, tendo somente uma Lei Federal nº 8.958/94, que veio para estabelecer as normas que disciplinariam as relações entre as entidades federais de ensino superior e de pesquisa cientifica e tecnológica e as fundações de apoio; tendo que ter credenciamento no Ministério da Educação e da ciência e Tecnologia, além de licitações (em hipóteses especificas), prestação de contas. Surgindo essa lei por motivos do TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIAO, pela ilegalidade do vinculo jurídico que rodeava entre as fundações de apoio e as universidades federais. A autora faz criticas ao modelo das entidades de apoio, pois utilizam livremente do patrimônio publico e dos servidores sem observância do regime jurídico imposta a Administração Publica. Ficou demonstrado no trabalho, é fácil de verificar que existe diferenças entre umas e outras entidades de apoio mais em regra obedecem a determinado padrão; com efeito, a cooperação com a Administração se dá, em regra, por meio de convênios, pelo qual se verifica que praticamente se confundem em uma e outa as atividades que as partes conveniadas exercem. A sede das duas partes também, por vezes, se confunde, pois o ente de apoio nem sempre tem sede própria, assumindo a gestão de recursos públicos próprios da entidade publica, grande parte dos empregados do ente de apoio é constituída por servidores dos quadros da entidade publica com a qual cooperam, tendo a prestação de serviços no mesmo lugar onde a entidade publica atua. Como o serviço é prestado por servidores públicos, na própria sede da entidade publica, o equipamento pertence ao patrimônio desta ultima só quem arrecada toda a receita e a administra é a entidade de apoio. Faz regras das entidades privadas, sem licitação, e sem qualquer processo seletivo para a contratação de empregados, tendo grande vantagem essas entidades, pois fogem das normas de regime jurídico de direito publico.  O legislador para melhorar isso deveria estabelecer um mínimo de normas sobre tais entidades, para não igualá-las às entidades da Administração Publica, mas para submetê-las a regime jurídico semelhante ao dos serviços sociais autônomos. Sendo do direito privado, porem parcialmente com normas de direito publico, com o objetivo de proteger o patrimônio publico que elas administram. Tendo a lei nº8. 958/94 alcance ainda mais amplo, de modo a abranger a todas as entidades de apoio.