2 PROVA DE LEGISLAÇÃO Res.

001/96 - Artigo 5 - Artigo 6 Uma é de somatório e a outra de completar, mas não sei qual é qual! Lei 12651/12 - Relacionar as colunas, sobre conceitos: Area rural consolidada, pequena propriedade ou posse rural familiar, manejo sustentavel, uso alternativo do solo, app, amazonia legal, reserva legal... Lei 9795/99 - Artigo 1 (completar) - Artigo 4 e 5 (marcar a alternativa ou somatório) pedia qual os objetivos ou quais eram os princípios... Lei 5197/67 - Artigo 8 (alternativa eu acho) - Artigo 1, inciso 2 Res 237/97 - Artigo 10 (completar) era a ultima questão da prova

assentamentos urbanos ou outras formas de ocupação humana.Reserva Legal: área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural. de mineração e de transporte. VI . facilitar o fluxo gênico de fauna e flora. proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. 3o Para os efeitos desta Lei. V .LEI : 12651/12 Art.manejo sustentável: administração da vegetação natural para a obtenção de benefícios econômicos. neste último caso. III . de geração e transmissão de energia. Amazonas. respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema objeto do manejo e considerando-se. de 24 de julho de 2006. bem como o abrigo e a proteção de fauna silvestre e da flora nativa. auxiliar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade. com edificações. incluindo os assentamentos e projetos de reforma agrária. com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural. bem como a utilização de outros bens e serviços. industriais. benfeitorias ou atividades agrossilvipastoris. de múltiplos produtos e subprodutos da flora. II . como atividades agropecuárias. a adoção do regime de pousio. Pará. Rondônia. IV . VII .APP: área protegida.área rural consolidada: área de imóvel rural com ocupação antrópica preexistente a 22 de julho de 2008. cumulativa ou alternativamente. com a função ambiental de preservar os recursos hídricos.Amazônia Legal: os Estados do Acre.Área de Preservação Permanente . 12. coberta ou não por vegetação nativa. delimitada nos termos do art.326.pequena propriedade ou posse rural familiar: aquela explorada mediante o trabalho pessoal do agricultor familiar e empreendedor familiar rural. 3o da Lei no 11. a estabilidade geológica e a biodiversidade. a paisagem. do Estado do Maranhão. admitida. Roraima.uso alternativo do solo: substituição de vegetação nativa e formações sucessoras por outras coberturas do solo. entende-se por: I . . Amapá e Mato Grosso e as regiões situadas ao norte do paralelo 13° S. a utilização de múltiplas espécies madeireiras ou não. sociais e ambientais. e que atenda ao disposto no art. e ao oeste do meridiano de 44° W. dos Estados de Tocantins e Goiás.

Parágrafo Único . III . II . pelas peculiaridades do projeto e características ambientais da área. as águas. III . e sua compatibilidade. os tipos e aptidões do solo. considerando. discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos). b) o meio biológico e os ecossistemas naturais .Definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente afetada pelos impactos.O estudo de impacto ambiental. . no mínimo. as correntes marinhas. as relações de dependência entre a sociedade local. II . antes da implantação do projeto. Artigo 6º . seu grau de reversibilidade. denominada área de influência do projeto.a fauna e a flora. confrontando-as com a hipótese de não execução do projeto. lV . os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos.Res. indicando os fatores e parâmetros a serem considerados. quando couber. suas propriedades cumulativas e sinérgicas. c) o meio sócio-econômico . históricos e culturais da comunidade.Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas. destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental. inclusive os prazos para conclusão e análise dos estudos. ou o IBAMA ou. a bacia hidrográfica na qual se localiza. além de atender à legislação. fixará as diretrizes adicionais que.o uso e ocupação do solo. tal como existem. de modo a caracterizar a situação ambiental da área. o ar e o clima. a topografia. os usos da água e a sócio-economia. através de identificação.o subsolo.O estudo de impacto ambiental desenvolverá. entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos. propostos e em implantação na área de influência do projeto.Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações. lV . em todos os casos. temporários e permanentes.Contemplar todas as alternativas tecnológicas e de localização de projeto. destacando os recursos minerais. a distribuição dos ônus e benefícios sociais. obedecerá às seguintes diretrizes gerais: I . previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes. destacando os sítios e monumentos arqueológicos. considerando: a) o meio físico .Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos. de valor científico e econômico. diretos e indiretos.Identificar e avaliar sistematicamente os impactos ambientais gerados nas fases de implantação e operação da atividade . forem julgadas necessárias. raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente. o regime hidrológico. imediatos e a médio e longo prazos. os corpos d'água. as correntes atmosféricas. 001/96 Artigo 5º .Ao determinar a execução do estudo de impacto ambiental o órgão estadual competente. avaliando a eficiência de cada uma delas. o Município. em especial os princípios e objetivos expressos na Lei de Política Nacional do Meio Ambiente.Considerar os planos e programas governamentais. as seguintes atividades técnicas: I .

a concepção do meio ambiente em sua totalidade. V . II .o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural. V . 4o São princípios básicos da educação ambiental: I . igualdade. políticos. considerando a interdependência entre o meio natural. . em níveis micro e macrorregionais. bem de uso comum do povo. entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania. 5o São objetivos fundamentais da educação ambiental: I . justiça social. IV . na perspectiva da inter. permanente e responsável. psicológicos. a educação. fundada nos princípios da liberdade. IV . o sócio-econômico e o cultural.a permanente avaliação crítica do processo educativo.o enfoque humanista. nacionais e globais. na preservação do equilíbrio do meio ambiente.o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações. sob o enfoque da sustentabilidade. regionais.a garantia de continuidade e permanência do processo educativo.o fomento e o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia. legais. sociais. VI . responsabilidade e sustentabilidade. atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente. VIII . III . científicos.o fortalecimento da cidadania.a garantia de democratização das informações ambientais. II .o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas. democracia. VII .a abordagem articulada das questões ambientais locais. o trabalho e as práticas sociais.Lei 9795/99 Art. envolvendo aspectos ecológicos. habilidades. solidariedade. autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.o estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País. Art. democrático e participativo. econômicos. 1o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais. com vistas à construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada. VII .a vinculação entre a ética. multi e transdisciplinaridade. III .o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social.o incentivo à participação individual e coletiva. essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. conhecimentos. culturais e éticos. VI . Art. holístico.

em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro. § 2º A utilização. caça ou apanha de espécies da fauna silvestre em terras de domínio privado. abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado. para a prática do ato de caça é necessário o consentimento expresso ou tácito dos proprietários. perseguição. b) a época e o número de dias em que o ato acima será permitido. perseguição. Art. caça ou apanha será permitida indicando e delimitando as respectivas áreas. c) a quota diária de exemplares cuja utilização. a permissão será estabelecida em ato regulamentador do Poder Público Federal. § 1º Se peculiaridades regionais comportarem o exercício da caça. Os animais de quaisquer espécies. 595. 594. destruição. . bem como seus ninhos. sendo proibida a sua utilização. poderão ser igualmente proibidas pelos respectivos proprietários.Lei 5197/67 Art. 597 e 598 do Código Civil. nos termos dos arts. 1º. publicará e atualizará anualmente: a) a relação das espécies cuja utilização. perseguição. assumindo estes a responsabilidade de fiscalização de seus domínios. 596. caça ou apanha será permitida. perseguição. caça ou apanha. mesmo quando permitidas na forma do parágrafo anterior. constituindo a fauna silvestre. Nestas áreas. no prazo de 120 dias. 8º O Órgão público federal competente.

integrante do SISNAMA .Análise pelo órgão ambiental competente. projetos e estudos ambientais apresentados. . dos documentos. quando necessárias. podendo haver reiteração da solicitação quando os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios. decorrentes de audiências públicas. projetos e estudos ambientais apresentados e a realização de vistorias técnicas. VII . de acordo com a regulamentação pertinente. V .Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental competente. projetos e estudos ambientais. quando couber. IV . 10 . projetos e estudos ambientais pertinentes. em decorrência da análise dos documentos. integrante do SISNAMA.Audiência pública.Definição pelo órgão ambiental competente.Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental competente. VIII .O procedimento de licenciamento ambiental obedecerá às seguintes etapas: I . quando couber. com a participação do empreendedor. VI . uma única vez. podendo haver a reiteração da mesma solicitação caso os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios. dando-se a devida publicidade.Res 237/97 Art.Deferimento ou indeferimento do pedido de licença. acompanhado dos documentos. quando couber. III . II . necessários ao início do processo de licenciamento correspondente à licença a ser requerida.Emissão de parecer técnico conclusivo e. parecer jurídico.Requerimento da licença ambiental pelo empreendedor. dos documentos. dando-se a devida publicidade. quando couber.