ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA

I – Introdução. 1. Conceito de Administração Pública. 2. Entidades. 2.1 Conceito e classificação. 2.2 Relação entre a vontade da entidade e do agente úblico. !. "rgãos. !.1 Conceito. !.2 Classificação. !.2.1 #uanto $ atuação funcional. !.2.2 #uanto $ estrutura. !.2.! #uanto $ %ierar&uia. !.2.' #uanto $s funç(es &ue e)erce. '. Criação e e)tinção de *rgãos e entidades. +. Princ, ios da Administração Pública -ederal. .. Conceito de Administração Pública /ireita. II – Administração Pública Indireta. 1. Conceito. 2. Caracter,sticas comuns $s entidades administrativas. !. Regimes 0ur,dicos. '. Controle das entidades da Administração Indireta. +. Caracter,sticas comuns $s entidades de /ireito Público. .. Caracter,sticas comuns $s entidades de /ireito Privado. 1. Es 2cies de entidades administrativas. 1.1 Autar&uias. 1.1.1 Conceito. 1.1.2 Classificação. 1.2 -undaç(es. 1.! Em resas estatais. 1.!.1 Introdução. 1.!.2 Em resas úblicas. 1.!.! 3ociedades de economia mista. 1.!.' 3ubsidi4rias. 5. 6ovas entidades 7criadas a artir da Emenda Constitucional 18985:. 5.1 Introdução. 5.2 Ag;ncias e)ecutivas. 5.! Ag;ncias reguladoras. 5.' Cons*rcios úblicos. I< – Entidades araestatais 7=erceiro 3etor:. 1. Introdução. 2. 3erviços sociais aut>nomos. !. ?rgani@aç(es sociais 7?3:. '. ?rgani@aç(es da sociedade civil de interesse úblico 7?sci :. +. -undaç(es de a oio. < – AdendoA Administração Pública do /istrito -ederal.

I – Introdução 1. Conceito de Admini tr!ção "#$%ic! Admini tr!ção "#$%ic! &ode er com&reendid! em entido u$'eti(o e em entido o$'eti(o. 3ub0etivamenteB inclui as atividades destinadas $ satisfação do interesse úblico 7e)ceto as legislativas e 0udiciais:A serviços úblicosB oder de ol,ciaB fomento e intervenção direta na economia. Ne te c!&)tu%o* er+ e tud!d! ! Admini tr!ção "#$%ic! em eu entido u$'eti(o* or,-nico ou .orm!%* i to /* o con'unto de unid!de !dmini tr!ti(! * dot!d! ou não de &er on!%id!de 'ur)dic!* 0ue t1m &or .in!%id!de e2ecut!r ! !ti(id!de !cim! re.erid! . 3. 4ntid!de 3.1 Conceito e c%! i.ic!ção Entidades são essoas 0ur,dicasB dotadas de direitos e de obrigaç(es e encarregadas de e)ecutar determinadas funç(esB reviamente determinadas or lei. A 5ei 6.789:66 ;!rt. 1<* = 3<* II> ! im de.ine entid!de? @! unid!de de !tu!ção dot!d! de &er on!%id!de 'ur)dic!A. A entid!de &odem er &o%)tic! e !dmini tr!ti(! . A &rimeir! ão denomin!d! @ente .eder!ti(o A e det/m um! &!rce%! do &oder &o%)tico* no termo d! Con tituição Beder!%. PodemB assimB editar leis e instituir tributos. 3ão elasA a CniãoB os EstadosB os Dunic, ios e o /istrito -ederal. A entid!de !dmini tr!ti(! não t1m &oder &o%)tico* m! !&en! !utonomi! &!r! ,erir eu ! unto interno * no termo de u! %ei in tituidor!. 3ão elasA as autar&uiasB as fundaç(esB as em resas úblicasB as sociedades de economia mista e as subsidi4rias.

=amb2m foram criadasB nas últimas d2cadasB entidades como ag;ncias e)ecutivasB ag;ncias reguladoras e cons*rcios úblicos. 3.3 Re%!ção entre ! (ont!de d! entid!de e do !,ente &#$%ico Algumas teorias rocuraram estabelecer a relação entre a vontade das entidades e a dos agentes úblicos neles inseridos. A rimeira delas foi a da re&re ent!ção ou do m!nd!to. ConsideravaEse &ue o agente úblico seria um re resentante do Estado &ue e)erceriaB em nome desteB um mandato. Essa teoria im edia a res onsabili@ação civil do EstadoB oisB &ual&uer ato il,cito raticado elo agente era considerado como e)orbitante do mandato eB or issoB não gerava a res onsabilidade do Estado. Atu!%mente* &redomin! ! teori! d! im&ut!ção* e,undo ! 0u!% o !to do !,ente &#$%ico ão con ider!do !to do &rC&rio 4 t!do. Eles não seriam re resentantes da entidade em &ue atuamB mas F resentantesGB ou se0aB no e)erc,cio de sua funçãoB os agentes úblicos não agem em seu nomeB mas em nome da entidade. Essa teoria ossibilitou a res onsabili@ação civil do EstadoB oisB de acordo com elaB mesmo os ato il,citos são considerados atos estatais eB ortantoB ass,veis de res onsabili@ação. D. Er,ão D.1 Introdução ?s *rgãosB tal como as entidadesB são institu,dos or lei ara a e)ecução de determinadas funç(es1. /iferenciamEse destas ela ine)ist;ncia de ersonalidade 0ur,dicaB ou se0aB os *rgãos são a enas divis(es internas da estrutura das entidades. A 5ei 6.789:66 ;!rt. 1<* = 3<* I> ! im de.ine Cr,ão? @! unid!de de !tu!ção inte,r!nte d! e trutur! d! Admini tr!ção diret! e d! e trutur! d! Admini tr!ção indiret!A. Cm dos atributos da ersonalidade 0ur,dica 2 oder de celebrar contratos em nome r* rio. AssimB or e)em loB um contrato ara a a&uisição de armas ara o /e artamento de Pol,cia -ederal 7*rgão: somente oderia ser feito em nome da Cnião 7entidade:. "or/m* ! Con tituição Beder!% ;!rt. D7* = 8<> di &F 0ue / &o )(e% !o Cr,ão ! ce%e$r!ção de contr!toB nos seguintes termosA FA autonomia gerencialB orçament4ria e financeira dos *rgãos e entidades da administração direta e indireta oder4 ser am liada mediante contratoB a ser firmado entre seus administradores e o oder úblicoB &ue ten%a or ob0eto a fi)ação de metas de desem en%o ara o *rgão ou entidade.G ? termo FcontratoG 7legalmente denominado de Fcontrato de gestãoG: 2B 0uridicamenteB de im ro riedade flagrante. PrimeiramenteB or&ue *rgãos não odem contratarB em vista da aus;ncia de ersonalidade 0ur,dica. Em segundo lugarB contratoB em sentido estritoB 2 um acordo entre duas essoas com interesses divergentes e 2 inconceb,vel a e)ist;ncia de
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? art. 5'B <IB da Constituição -ederal ro,be &ue *rgãos se0am criados e e)tintos or meio de decreto.

contrariedade de interesses entre um *rgão e a entidade a &ual ele com (e. "or i o* !&e !r de rece$er ! .orm! de contr!to* ! (erd!deir! n!tureG! 'ur)dic! de e in trumento / de !cordo !dmini tr!ti(o. A 0uris rud;ncia tamb2m tem admitido &ue os *rgãos da cú ula dos PoderesB o Dinist2rio Público e a /efensoria Pública ten%am ersonalidade 0udici4ria ativaB ou se0aB ca acidade de estar em 0u,@o na defesa de suas rerrogativas. Por e)em loA a CHmara Dunici al 7*rgão do Dunic, io: ode demandar 0udicialmente contra o Dunic, io &uando não %ouver o re asse devido das verbas. 6esse sentidoB ve0aEse o seguinte 0ulgado do 3u erior =ribunal de IustiçaA FPR?CE33? CI<IJ E A/DI6I3=RA=I<? – /E-E3A IC/ICIAJ /E "RKL? 3ED PER3?6AJI/A/E ICRM/ICA – PER3?6AJI/A/E IC/ICINRIA /A CODARA /E <EREA/?RE3. 1. A regra geral 2 a de &ue s* os entes ersonali@adosB com ca acidade 0ur,dicaB t;m ca acidade de estar em 0u,@oB na defesa dos seus direitos. 2. Criação doutrin4ria acol%ida ela 0uris rud;ncia no sentido de admitir &ue *rgãos sem ersonalidade 0ur,dica ossam em 0u,@o defender interesses e direitos r* riosB e)ce cionalmenteB ara manutençãoB reservaçãoB autonomia e inde end;ncia das atividades do *rgão em face de outro Poder.G 7REs .'852' 9 R6B 0ulgado em 259P!92PP.: 3ituação eculiar 2 revista constitucionalmente ara o Iudici4rio 7art. 88:B o Dinist2rio Público 7art. 121: e a /efensoria Pública 7art. 1!':B *rgãos &ueB devido $ essencialidade das funç(es e)ercidasB t;m caracter,sticas es ec,ficas de entidadesB &uais se0amA autonomia funcional 7ine)ist;ncia de subordinação a outros *rgãos:B administrativa 7gestão dos assuntos internosB inclusive admissão e gestão de essoal: e financeira 7iniciativa de ro osta orçament4ria:. D.3 C%! i.ic!ção D.3.1 Hu!nto I !tu!ção .uncion!% Er,ão in,u%!re ou uni&e o!i A @ ão o 0ue !tu!m e decidem !tr!(/ de um #nico !,ente* 0ue / eu cJe.e e re&re ent!nte. Esses *rgãos odem ter muitos outros agentes au)iliaresB como normalmente o t;mB mas o &ue caracteri@a sua singularidade ou uni essoalidade 2 o desem en%o de sua função rec, ua or um s* agente investido como seu titularG.2 E).A 6o Poder Iudici4rioB os 0u,@os são *rgãos formados titulari@ados somente elo 0ui@. Er,ão co%e,i!do ou &%uri&e o!i ? @ ão todo !0ue%e 0ue !tu!m e decidem &e%! m!ni.e t!ção con'unt! e m!'orit+ri! d! (ont!de de eu mem$ro . 6os *rgãos colegiadosB não revalece a vontade individual do seu C%efe ou Presidente 7...:A o &ue se
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DEIREJJE3B QelR Jo es. Direito Administrativo BrasileiroB . 1!.

im (e e vale 0uridicamente 2 a decisão da maioriaG !. E).A Consel%o 6acional de IustiçaB com osto de 1+ membros. 6o Poder Iudici4rioB os *rgãos de segunda instHncia são colegiadosB en&uanto &ueB na rimeira instHnciaB são titulari@ados or mais de um agente a enas as =urmas Recursais e os 0u,@os militares. ?s *rgãos colegiados diferenciamEse tamb2m dos singulares ela necessidade de observHncia de um rocesso administrativo definido ara a edição de seus atos. Em &ual&uer um dos casosB os atos raticados geralmente são sim lesB oisB mesmo nos *rgãos colegiadosB as decis(es tomadas or maioria de votos são consideradas como um ato únicoB não tendo nen%um efeito 0ur,dico os votos vencidos. Er,ão co%e,i!do Jomo,1neo são a&ueles formados or agentes úblicos &ue ocu am cargos id;nticosB como Dinistros de Estado.' D.3.3 Hu!nto I e trutur!

Er,ão im&%e A são as menores unidades de atuação da administração úblicaB uma ve@ &ue não se subdividem em outros *rgãos. E).A ProcuradoriaERegional do Sanco Central no /istrito -ederalT Er,ão com&o to A subdivididos em outros *rgãosB %ierar&uicamente inferiores. E).A Dinist2rio da IustiçaB dentro do &ual estão inseridos v4rios *rgãosB como o /e artamento de Pol,cia Rodovi4ria -ederal. D.3.D Hu!nto I Jier!r0ui! Er,ão inde&endente A são criados ela Constituição e devem obedi;ncia a enas a ela e $s leis. -ormados or agentes ol,ticosB remunerados or meio de subs,dio. -ormam a cú ula de cada um dos oderes dos entes federativos. 6esse sentidoB são *rgãos inde endentesA a: na CniãoA Presid;ncia da Re úblicaB =ribunaisB ProcuradoriaEKeral da Re úblicaB Congresso 6acional e =ribunal de Contas da CniãoT
! '

IdemB ibidem. FPR?CE33CAJ CI<IJ. A/DI6I3=RA=I<?. DA6/A/? /E 3EKCRA6UA. I6C?DPE=V6CIA /? 3=I. IJEKI=IDI/A/E PA33I<A A/ CAC3AD. A=? /? C?63EJQ? /E KE3=L? /A PRE<I/V6CIA C?DPJEDE6=ARECKP3. 3WDCJA 11193=I. EX=I6UL? /? PR?CE33?. 1. ? 3u erior =ribunal de Iustiça não ostenta com et;ncia ara rocessar e 0ulgar mandado de segurança origin4rio contra ato de *rgão colegiado residido or Dinistro de EstadoB ratio essendi do teor da 3úmula 11193=I. Precedentes do 3=IA D3 58.!9/-B =ERCEIRA 3EUL?B /I /e P19P592PP8T D3 12.!!59/-B =ERCEIRA 3EUL?B /I de 119P!92PP5T e AgRg no D3 12.12'9/-B =ERCEIRA 3EUL?B /I 1591P92PP1. 2. Dandado de segurança im etrado contra decisão do Consel%o de Kestão da Previd;ncia Com lementarE CKP3B a &ual não con%eceu do recurso administrativo 7Processo Administrativo nY ''PPP.PPP192PP8E2P:B em ra@ão do recon%ecimento da rescrição &uin&uenalB determinando o ar&uivamento do rocesso sem 0ulgamento do m2rito. !. AdemaisB o Consel%o de Kestão da Previd;ncia Com lementarE CKP3 não 2 *rgão colegiado %omog;neoB com osto e)clusivamente or Dinistros de EstadoB consoante se infere do art. 2Y do /ecreto '..1592PP!B de forma a determinar a com et;ncia desta Corte 7art. 1P+B inciso IB al,nea bB da Constituição -ederal:B afastandoB outrossimB a incid;ncia do teor da 3úmula 11193=I. '. Agravo Regimental des rovido.G 73=IB AKRD3 2PP8P2P18558:

b: nos Estados e no /istrito -ederalA KovernadoriaB =ribunal de IustiçaB ProcuradoriaEKeral de IustiçaB Assembl2ia Jegislativa e =ribunal de ContasT c: nos Dunic, iosA Prefeitura e CHmara Dunici alK. Er,ão !utFnomo A estão diretamente subordinados aos *rgãos inde endentesB mas t;m am lo oder normativoB t2cnico e decis*rio. 6esse sentidoB são *rgãos aut>nomosA a: na CniãoA Dinist2riosB AdvocaciaEKeral da CniãoB ControladoriaEKeral da CniãoB etc.T b: nos EstadosB no /istrito -ederal e nos Dunic, iosA secretariasB etc.T Er,ão u&eriore A subordinados aos *rgãos aut>nomosB não t;m autonomia administrativa nem financeira. E).A 3ecretaria da Receita -ederalB *rgão subordinado ao Dinist2rio da -a@endaT Er,ão u$!%terno A subordinados a todos os outros *rgãosB t;m redu@ido oder decis*rioB e)ercendo basicamente funç(es rotineiras e de atendimento aos usu4rios. E).A 3u erintend;ncia Regional da Pol,cia -ederal no Estado do Par4. D.3.D Hu!nto I .unção 0ue e2ercem

Er,ão !ti(o ? Fos &ue e) ressam decis(es estatais ara o cum rimento dos fins da essoa 0ur,dicaG. . E).A Consel%o Donet4rio 6acionalB &ue edita resoluç(es obrigat*rias ara todo o sistema financeiro nacional. Er,ão con u%ti(o ? Fos de aconsel%amento e elucidação 7 areceres: ara &ue se0am tomadas as rovid;ncias ertinentes elos *rgãos ativosG. 1 E).A AdvocaciaEKeral da CniãoB &ue e) ede areceres ara a resolução de roblemas 0ur,dicos. Er,ão de contro%e? Fsão os re ostos a fiscali@ar e controlar a atividade de outros *rgãos e agentesG.5 E).A =ribunal de Contas da CniãoB &ue controla 7fiscali@a e revisa: as des esas governamentais. 9. Cri!ção e e2tinção de entid!de e de Cr,ão A entid!de e o Cr,ão omente &odem er cri!do &or meio de %ei* de inici!ti(! do cJe.e do "oder 42ecuti(o. 6o caso das entidadesB a Constituição 7art. !1B XIX: e)ige a edição de lei es ec,fica ara sua criaçãoA Fsomente or lei es ec,fica oder4 ser criada autar&uia e autori@ada a instituição de em resa úblicaB de sociedade de economia mista e de fundaçãoB cabendo $ lei com lementarB neste último casoB definir as 4reas de sua atuaçãoG. Essa e)ig;ncia tamb2m 2 estendida $s subsidi4rias dessas entidades 7art. !1B XX:A Fde ende de autori@ação legislativaB em cada casoB a criação de subsidi4rias das entidades
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3omente os Dunic, ios do Rio de Ianeiro e de 3ão Paulo t;m tribunais de contas. DEJJ?B Celso Antonio Sandeira de. Curso de Direito Administrativo. 3ão PauloA Dal%eirosB 2PP'B . 1!1. 1 IdemB ibidem. 5 IdemB ibidem.

mencionadas no inciso anteriorB assim como a artici ação de &ual&uer delas em em resa rivadaG. A&e !r d! !u 1nci! de &re(i ão %e,!%* entendeL e* &or eme%J!nç!* 0ue entid!de e Cr,ão &#$%ico omente &odem er e2tinto &or meio de %ei. CostumeiramenteB adotaEse a seguinte nomenclatura ara a criação e e)tinção de *rgãos e entidadesA !> de centr!%iG!ção? criação de entidades. E).A a criação da Anatel descentrali@ou a fiscali@ação das em resas de telecomunicaçãoB &ue antes estava a cargo do Dinist2rio das Comunicaç(esB *rgão da CniãoT $> de concentr!ção? criação de *rgãos. E).A a constituição da Re resentação Regional do Sanco Central em Sel2m do Par4B &ue assou a e)ercer a fiscali@ação das entidades financeiras na Região 6orteB o &ueB antesB era atribuição da Regional de -ortale@aT c> centr!%iG!ção? e)tinção de entidades. E).A no /istrito -ederalB foi e)tinta a -undação Qos italar e suas atribuiç(es assaram a ser e)ercidas ela 3ecret4ria de 3aúdeT e d> concentr!ção? e)tinção de *rgãos. E).A v4rias e&uenas ag;ncias da Receita -ederal foram fec%adas nos últimos anos. 3uas funç(es assaram a ser e)ercidas or ag;ncias de maior orte. Por2mB essa identificação não 2 e)ataB ois as e) ress(es citadas referemEse a transfer;ncia de atribuiç(es de uma entidade ara outra ou de um *rgão ara outro. AssimB a criação de em resas estatais &ue e)ecutam atividades econ>micas não ode ser considerada como descentrali@açãoB uma ve@ &ue essa atribuição nunca foi e)ercida ela Administração /ireta. /a mesma formaB a e)tinção de em resas estatais &ue reali@am atividade econ>mica não ode ser considerada como centrali@açãoB ois a atribuição não 2 transferida ara a Administração /iretaB masB sim lesmenteB dei)a de ser e)ecutada elo Estado. K. "rinc)&io d! Admini tr!ção "#$%ic! Beder!% ? /ecretoEJei 2PP9.1B &ue dis (e sobre a organi@ação da Administração Pública -ederalB enunciaB no art. .ZB seus rinc, ios fundamentais. A esar de estarem revistos em norma da CniãoB a licamEse tamb2m aos outros entes federativosB uma ve@ &ue foram rece cionados ela Constituição de 1855. 3ão elesA "%!ne'!mentoA Fa ação governamental obedecer4 a lane0amento &ue vise a romover o desenvolvimento econ>micoEsocial do Pa,s e a segurança nacionalB norteandoEse segundo lanos e rogramas elaboradosG 7art. 1Z:. Esse rinc, io est4 im licitamente revisto no art. 1.+ da Constituição -ederal6. Coorden!çãoA Fe)ercida em todos os n,veis da administraçãoB mediante a atuação das c%efias individuaisB a reali@ação sistem4tica de reuni(es com a artici ação das c%efias subordinadas e a instituição e funcionamento de comiss(es de coordenação em cada n,vel
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Prev; &ue leis de iniciativa do Poder E)ecutivo devem estabelecerA o orçament4riasT e os orçamentos anuais.

lano

lurianualT as diretri@es

administrativoG 7art. 5ZB [ 1Z:. Esse rinc, io est4 e) ressamente ar4grafo únicoB IB da Constituição -ederal1M.

revisto no art. 51B

De centr!%iG!çãoA 2 a distribuição do oder estatal entre diversos *rgãos e entidadesB contribuindo ara limitar o e)erc,cio individual do oder e ara dotar a Administração Pública de maior efici;ncia. Esse rinc, io foi reforçado ela Emenda Constitucional 18985B &ue criou as ag;ncias e)ecutivas. A descentrali@ação 2 classificada emA !> territori!% 7*rgãos e entidades &ue cuidam de regi(es es ec,ficas:T $> .uncion!%* JoriGont!% ou in titucion!% 7criação de entidades da administração indireta:T c> Jier+r0uic! 7criação de *rgãos: – nesse casoB a descentrali@ação tamb2m 2 c%amada de de concentr!çãoT d> &or de%e,!ção da e)ecução de serviços úblicos a articularesB normalmente feita or ato ou contrato administrativoT e e> oci!%B feita a entidades do =erceiro 3etor. De%e,!ção de com&et1nci!? 2 a transfer;nciaB or meio de ato discricion4rio e rec4rioB de atribuiç(es a outros *rgãosB entidades ou agentes úblicos. A delegação 2 regulamentada elo /ecreto 5!.!8191818 e tamb2m 2 revista nos arts. 11 a 1' da Jei 8.15'91888. A delegação ode se darA !> de um "oder ! outro 7e).A lei delegada – C-B art. .5:T $> de um Cr,ão ! outro* dentro do me mo "oder 7e).A delegação de atribuiç(es do Presidente da Re ública aos Dinistros de EstadoB ao ProcuradorEKeral da Re ública e ao AdvogadoEKeral da Cnião – C-B art. 5'B <I:T c> de um ente .eder!ti(o ! outro 7e).A delegação de com et;ncia legislativa da Cnião ara os Estados – C-B art. 22B ar4grafo único:T e d> de entid!de &#$%ic! ! &!rticu%!re 7e).A ara organi@aç(es sociais – Jei 8..!1985:. Contro%e? 2 a atividade de fiscali@ação e de correção das atividades da Administração Pública. Esse rinc, io deve ser com atibili@ado com o da efici;nciaB como bem coloca o art. 1' do /J 2PP9.1B ao e)igir a Fsu ressão de controles &ue se evidenciarem como uramente formais ou cu0o custo se0a evidentemente su erior ao riscoG. \ revisto e) ressamente elos arts. 1P a 1+ da Constituição -ederal. ? controle ode serA a: interno 7e)ercido dentro de um mesmo Poder: ou e2terno 7e)ercido or outro Poder:T

1P

FPar4grafo único. Com ete ao Dinistro de EstadoB al2m de outras atribuiç(es estabelecidas nesta Constituição e na leiA I E e)ercer a orientaçãoB coordenação e su ervisão dos *rgãos e entidades da administração federal na 4rea de sua com et;ncia 7...:TG

b: Jier+r0uico 7e)ercido dentro da mesma entidade: ou .in!%) tico – tamb2m c%amado de u&er(i ão mini teri!% 7e)ercido ela administração direta sobre as entidades da administração indireta:T etc. N. Conceito de Admini tr!ção "#$%ic! Diret! Admini tr!ção Diret! ou Centr!%iG!d! / o con'unto do Cr,ão com&onente d! e trutur! de c!d! um do ente .eder!ti(o . AssimB e)istem as administraç(es diretas federalB estaduaisB distrital e munici ais. 6elaB os serviços úblicos são e)ecutados de forma centrali@ada 7dentro da mesma essoa 0ur,dica:B mas desconcentrada 7distribu,dos em v4rios *rgãosB escalonados %ierar&uicamente:. Admini tr!ção "#$%ic! em entido Con0unto de entidadesB *rgãos e agentes úblicos u$'eti(o* or,-nico ou m!teri!% encarregados de e)ercer a função administrativa. 4ntid!de Conceito Cnidades de atuação administrativa com ersonalidade 0ur,dica. Es 2cies Pol,ticas e administrativas. Relação entre a entidade =eoria da im utação. e seus agentes Criação /escentrali@ação E)tinção Centrali@ação Er,ão Conceito Centros de com et;ncia internos $s entidades. Classificação #uanto $ Inde endentesB %ierar&uia aut>nomosB su eriores e subalternos. #uanto $ atuação 3ingulares e funcional colegiados. #uanto $ estrutura 3im les e com ostos. #uanto $ função AtivosB de &ue e)ercem consultoria e de controle. Criação /esconcentração E)tinção Concentração Cri!ção e e2tinção de Cr,ão e 6ecessariamente recedidas de lei. entid!de "rinc)&io d! Admini tr!ção Plane0amentoB coordenaçãoB delegaçãoB "#$%ic! Beder!% descentrali@ação e controle. Admini tr!ção Diret! ou Con0unto dos *rgãos integrantes da estrutura de um Centr!%iG!d! ente federativo.

III – Admini tr!ção Indiret! 1. Conceito Admini tr!ção Indiret! ou De centr!%iG!d! / o con'unto d! entid!de !dmini tr!ti(! (incu%!d! !o ente .eder!ti(o . Assim como a Administração /iretaB e)iste a n,vel federalB estadualB distrital e munici al. 6elaB os serviços úblicos são e)ecutados de forma descentrali@ada 7 or meio de delegação legal:. 6ão %4 %ierar&uia entre a Administração /ireta e a IndiretaB mas a enas vinculaçãoB &ue ermite o controle 7fiscali@ação e revisão dos atos: de uma sobre a outra. 3. C!r!cter) tic! comun I entid!de !dmini tr!ti(! A esar das diferenças marcantes entre siB a entidades da Administração Indireta t;m as seguintes caracter,sticas em comumA a: &er on!%id!de 'ur)dic!B res ondendo essoalmente or seus direitos e obrigaç(esT b: !utonomi! !dmini tr!ti(!* t/cnic! e .in!nceir! 11. Por2mB as entidades ol,ticas res ondem subsidiariamente elos d2bitos das entidades administrativas12T c: u'eição !o contro%e d! Admini tr!ção Diret!* do Con,re o N!cion!% ;CB* !rt. 96* O> e do Tri$un!% de Cont! d! Pnião ;CB* !rt. 7M>T d) .orm!d! &or !,ente &#$%ico , submetidos $ Jei de Im robidade Administrativa 7Jei 5.'28982:1! e consideradosB ara efeitos enaisB funcion4rios úblicos 7C*digo PenalB art. !21:1'T e: cri!ção e u! e2tinção de&endente de %ei e &ec).ic! 7 rinc, io da reserva legal:B de iniciativa do c%efe do Poder E)ecutivo1+T
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F6o caso concretoB discuteEse a ossibilidade de com ensar d2bitos tribut4rios com recat*rios emitidos or autar&uia estadual 7/e artamento de Estradas de Rodagem de Dinas Kerais:. AcrescentaEse &ue a Primeira =urma93=IB ao a reciar o RD3 2'.'+P9DK 7Rel. Din. Ios2 /elgadoB /Ie de 2'.'.2PP5:B firmou entendimento no sentido de &ue 2 ileg,tima a retensão de se com ensar d2bito tribut4rio 7devido $ administração direta: com cr2dito de recat*rio ad&uirido de terceiros 7 or cessão: e da res onsabilidade de entidade da administração indireta. 6a %i *teseB o recat*rio a resentado em face do Estado de Dinas Kerais 2 de res onsabilidade do /e artamento de Estradas de Rodagem 7autar&uia estadual:B &ue ossui autonomia administrativaB t2cnica e financeiraB ra@ão ela &ual 2 invi4vel 7 or mais essa circunstHncia: a com ensação retendida.G 73=IB R?D3 E RECCR3? ?R/I6NRI? ED DA6/A/? /E 3EKCRA6UA – 211P.: 12 F? Dunic, io de 3anto Andr2 res onde subsidiariamente elas d,vidas de suas autar&uias. AdemaisB %4 evidente v,nculo entre o Prefeito e a autar&uia munici alB ainda &ue se recon%eça a relativa autonomia administrativa e financeira das entidades da administração indireta.G 73=IB R?D3 E RECCR3? ?R/I6NRI? ED DA6/A/? /E 3EKCRA6UA – 28P.!: 13 “?s su0eitos ativos dos atos de im robidade administrativa não são a enas os servidores úblicosB mas todos a&ueles &ue este0am abarcados no conceito de agente úblicoB revisto nos arts. 1YB 2Y e !Y da Jei 5.'2891882. Precedentes do 3=I.G 73=IB REs 11!5+2! 9 /-: 14 “E&ui araEse a funcion4rio úblico ara efeito enais &uem e)erce cargoB em rego ou função em sociedade de economia mistaB mesmo antes da vig;ncia da Jei 8.85!92PPP 7Precedentes:.G 73=IB REs 11112.5 9 AC: 1+ ]\ tamb2mB inconstitucional o inciso XXXIII do art. 88 da Constituição fluminenseB ao atribuir com et;ncia rivativa $ Assembleia Jegislativa ^ ara autori@ar a criaçãoB fusão ou e)tinção de em resas úblicas ou de economia mista bem como o controle acion4rio de em resas articulares elo Estado_. 6ão cabe e)cluir o Kovernador do Estado do rocesso ara a autori@ação legislativa destinada a alienar aç(es do

f: g: %: i: 0: `: l: m: n: o:

:

omente &odem e2ercer ! .unçQe e2&re !mente enumer!d! em %ei 7 rinc, io da es ecialidade:T u! .in!%id!de / em&re !ti .!Ger o intere e &#$%ico B mesmo &ueB eventualmenteB ten%am lucroT ão re &on +(ei &e%o !to &r!tic!do &or eu !,ente B no e)erc,cio de suas funç(esT !dmi ão de &e o!%* ,er!%mente* &or meio de concur o &#$%ico 7C-B art. !1B II:T o$ri,!toried!de de %icit!ção 7e)ceto nas %i *teses legais de dis ensa e de ine)igibilidade:T &roi$ição de eu !,ente !cumu%!rem c!r,o * em&re,o e .unçQe &#$%ico B e)ceto as %i *teses revistas na Constituição -ederal 7art. !1B X<I e X<II:T ossibilidade de anulação de seus atos or meio de !ção &o&u%!r 7C-B art. +YB JXXIII:T incid;ncia dos &rinc)&io ,er!i d! Admini tr!ção "#$%ic! 7C-B art. !1B ca ut:T obedi;ncia $ 5ei Orç!ment+ri! !nu!% 7C-B art. 1.+B [ +Y:T necessidade de r2via dotação orçament4ria ara a Fconcessão de &ual&uer vantagem ou aumento de remuneraçãoB a criação de cargosB em regos e funç(es ou alteração de estrutura de carreirasB bem como a admissão ou contratação de essoalG 7C-B art. 1.8B [ 1Y:T re &on !$i%id!de u$ idi+ri! &or d/$ito tr!$!%Ji t! oriundos de contratos de terceiri@ação 7=3=B 3úmula !!1B I<1.:.

D. Re,ime 'ur)dico A entid!de d! Admini tr!ção Indiret! &odem er re,id! &e%o Direito "#$%ico ou &e%o Direito "ri(!do. A0ue%! re,id! &e%o Direito "#$%ico 7autar&uias eB em alguns casosB as fundaç(es e os cons*rcios úblicos: t1m &r!tic!mente ! me m! &rerro,!ti(! 7e).A ra@os mais dilatados nos rocessos 0udiciais: e re triçQe 7e).A obedi;ncia ao teto remunerat*rio revisto na C-: d! Admini tr!ção Diret!. I4 as entid!de re,id! &e%o Direito "ri(!do – em resas estatais 7em resas úblicasB sociedades de economia mista e suas subsidi4rias: eB em alguns casosB as fundaç(es e os cons*rcios úblicos – submetemEseB na maior arte das ve@esB $s mesmas regras das em resas rivadas. E).A agamento de tributos ao Estado. Por2mB a Constituição -ederal im (e determinadas normas de /ireito Público a essas entidades. E).A obrigatoriedade de concurso úblico ara a contratação de essoal. 4 ! entid!de e,uem* &ort!nto* um re,ime J)$rido* com &re(!%1nci! d! norm! de Direito "ri(!do. 9. Contro%e d! entid!de d! Admini tr!ção Indiret!
Estado em sociedade de economia mista. C-B arts. !1B XIXB '5B <B e 5'B <IB combinados com os arts. 2+ e ...] 7A/I 2!'B Rel. Din. 62ri da 3ilveiraB 0ulgamento em 22E.E188+B Plen4rioB /I de 1+E8E188+.:
1.

F? inadim lemento das obrigaç(es trabal%istasB or arte do em regadorB im lica a res onsabilidade subsidi4ria do tomador dos serviçosB &uanto $&uelas obrigaç(esB inclusive &uanto aos *rgãos da administração diretaB das autar&uiasB das fundaç(es úblicasB das em resas úblicas e das sociedades de economia mistaB desde &ue %a0am artici ado da relação rocessual e constem tamb2m do t,tulo e)ecutivo 0udicial 7art. 11 da Jei nY 5....B de 21.P..188!:.G

A autonomia das entidades administrativas não e)clui o seu controleB &ue ode ser de &uatro es 2ciesA a: contro%e &o%)tico? afastamento discricion4rioB elo c%efe do Poder E)ecutivoB dos dirigentes da entidadeT b: contro%e !dmini tr!ti(o? ossibilidade de revisão dos atos da entidade ela Administração /iretaB or meio do recurso %ier4r&uico im r* rioT c: contro%e .in!nceiro? feito de ois de reali@ado o gastoB mediante restação de contas ao tribunal de contas res ectivoT d: contro%e em 'u)Go? assist;ncia 0ur,dica obrigat*ria reali@ada ela advocaciaE ública centrali@ada na administração direta. De.inição de Admini tr!ção Indiret! ou Con0unto de entidades administrativas De centr!%iG!d! vinculadas a um ente federativo. "rinci&!i c!r!cter) tic! comun I Personalidade 0ur,dicaT autonomia entid!de !dmini tr!ti(! administrativaB t2cnica e financeiraT su0eição ao controle da Administração /iretaT necessidade de lei es ec,fica ara criação e e)tinçãoT e)ecução e)clusiva das atividades revistas em lei. Re,ime 'ur)dico /ireito Público e /ireito Privado. Contro%e d! entid!de !dmini tr!ti(! Pol,ticoB administrativoB financeiro e em 0u,@o. K. C!r!cter) tic! comun I entid!de re,id! &e%o Direito "#$%ico As entidades de /ireito Público da Administração Indireta obedecemB como vistoB ao regime 0ur,dico da Administração /iretaB &ue tem as seguintes eculiaridadesA Pm! d! c!r!cter) tic! m!i m!rc!nte re.ereL e ! eu !,ente * 0ue ão? !> er(idore &#$%ico B obedecendo a estatuto r* rio – na Cnião e no /istrito -ederalB 2 a Jei 5.11298P. ? regime 0ur,dico único 7RIC: im ede &ue celetistas trabal%em nessas entidades11T $> su0eitos ao teto remuner!tCrio revisto na Constituição -ederal 7art. !1B XI:B &ue 2 o subs,dio dos Dinistros do 3=-. c> su0eitos das regras relativas ao e)erc,cio de m!nd!to e%eti(o 7C-B art. !5:T d> agosB ,er!%mente* &or meio de remuner!ção e* e2ce&cion!%mente* &or meio de u$ )dioT e> titu%!re de !&en! de !%,un direito tr!$!%Ji t! – revistos no art. 1YB I<B <IIB <IIIB IXB XIIB XIIIB X<B X<IB X<IIB X<IIIB XIXB XXB XXII e XXXB da C- 7art. !8B [ !Y:T
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? RIC foi revisto no art. !8B ca utB da Constituição e revogado ela Emenda Constitucional 18985. Por2mB o 3=- considerouB em liminar rolatada em 2.5.2PP1 7A/I 21!+ DC9/-:B &ue essa revogação foi inv4lida devido $ aus;ncia de a rovação na CHmara dos /e utados. PortantoB desde essa dataB voltou a vigorar o RIC. ?s efeitos da decisão foram e) nuncB ou se0aB os em regados anteriormente contratados odem ser mantidosB roibindoEse a enas novas contrataç(es.

.> benefici4rios de sistema r* rio de revid;ncia – Previd;ncia 3ocial do 3ervidor Público 7 revisto no art. 'P da C-:T e ,> est4veis de ois de tr;s anos de efetivo e)erc,cio e a rovação no est4gio robat*rio. Al2m dissoB as entidades de /ireito Público t;mA a: re &on !$i%id!de o$'eti(! em ra@ão de danos causados or atos de seus agentesT b: $en &#$%ico B ou se0aB rotegidos contra en%ora e usuca iãoB al2m de não oderem ser ob0etos de direitos reais de garantiaT c: &!,!mento devidos em virtude de sentença 0udici4ria .eito &or meio de &rec!tCrio ou de re0ui içQe de &e0ueno (!%orB conforme o art. 1PP da C-T d: &rerro,!ti(! &roce u!i 7 ra@o em dobro ara recorrerB intimação essoalB desnecessidade de rocuração ara atuar em 0u,@o 15B ree)ame necess4rio de sentenças roferidas contra essas entidades18B etc.:T e: cri!ção &or %eiB ou se0aB sua e)ist;ncia 0ur,dica 2 iniciada com a ublicação da lei instituidoraT f: in crição de eu cr/dito em d)(id! !ti(! e co$r!nç! &or meio de &roce o !dmini tr!ti(o .i c!% ;5ei N.89M:8M>R e g: %icit!ção di &en +(e% 0u!ndo o (!%or .or de !t/ 1MS do m+2imo &ermitido &!r! o con(iteB ou se0aB de at2 Ra1+.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e de at2 Ra5.PPPBPP ara outros contratos. 42i te* &or/m* di.erenci!ção entre ! Admini tr!ção Diret! e ! entid!de de Direito "#$%ico d! Admini tr!ção Indiret! no toc!nte I imunid!de tri$ut+ri!. 6a rimeira situaçãoB essa imunidade 2 totalB abrangendo todo o atrim>nioB renda e serviços. A imunid!de d! !ut!r0ui! e .und!çQe incide !&en! @no 0ue e re.ere !o &!trimFnio* I rend! e !o er(iço * (incu%!do ! u! .in!%id!de e enci!i ou I de%! decorrente A 7C-B art. 1+PB [ 2Y: 2P. Esse dis ositivo não se a lica ao F atrim>nioB $ renda e aos serviçosB relacionados com e) loração de atividades econ>micas regidas elas normas a lic4veis a em reendimentos rivadosB ou em &ue %a0a contra restação ou agamento de reços ou tarifas elo usu4rio21B nem e)onera o romitente com rador da obrigação de
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FA re resentação rocessual de autar&uiaB como 2 o caso dos autos E I633 EB fa@Ese or rocurador integrante de seu &uadro funcionalB sendo desnecess4ria a a resentação de rocuração.G 73=-B AI 11!525 AgR 9 R3: 19 F? ree)ame necess4rio 2 condição im osta a sentenças roferidas em desfavor da CniãoB EstadosB /istrito -ederalB Dunic, iosB res ectivas autar&uiasB bem como no 0ulgamento de embargos $ e)ecução de d,vida ativa da -a@enda PúblicaB tendo or esco o garantir a efic4cia do rovimento 0urisdicional a *s novo e)ame elo *rgão colegiadoB o &ueB de certa formaB tradu@ maior segurança 0ur,dica $s relaç(es &ue envolvam a coisa ública.G 73=IB REs 11128P! 9 PR: 2P FA imunidade tribut4ria rec, roca não se a lica ao ente úblico &uando este 2 sim les ad&uirente de rodutoB serviço ou o eração onerosa reali@ada com intuito lucrativo 7^contribuinte de fato_:.G 73=-B AI +15!2+ AgR 9 R3: 21 F/efinem o alcance da imunidade tribut4ria rec, roca sua vocação ara servir como salvaguarda do acto federativoB ara evitar ress(es ol,ticas entre entes federados ou ara desonerar atividades des rovidas de resunção de ri&ue@a. 2. \ a lic4vel a imunidade tribut4ria rec, roca $s autar&uias e em resas úblicas &ue restem ine&u,voco serviço úblicoB desde &ueB entre outros re&uisitos constitucionais e legais não distribuam lucros ou resultados direta ou indiretamente a articularesB ou ten%am or ob0etivo rinci al conceder acr2scimo atrimonial ao oder úblico 7aus;ncia de ca acidade contributiva: e não desem en%em atividade

agar im osto relativamente ao bem im*velG 7C-B art. 1+PB [ !Y:. PortantoB se a entidade ública reali@a atividade econ>mica e distribui os lucros a seus s*ciosB mesmo &ue e)erça a atividade em regime de mono *lioB est4 su0eita $ tributação normal22. N. C!r!cter) tic! comun I entid!de re,id! &e%o Direito "ri(!do Pm! d! c!r!cter) tic! m!i m!rc!nte re.ereL e ! eu !,ente * 0ue ão? !> em&re,!do &#$%ico B subordinados $s normas da Consolidação das Jeis do =rabal%o 7CJ=: e de sua convenção coletivaT $> su0eitos ao teto remuner!tCrio revisto na Constituição -ederal a enas e ! entid!de rece$er recur o de 0u!%0uer um do ente .eder!ti(o 7C-B art. !1B [ 8Y:T c> agos or meio de !%+rioT d> integrantes do Re,ime Ger!% de "re(id1nci! Soci!% 7 revisto no art. 2P1 da C-:T e> benefici4rios de todo o direito tr!$!%Ji t! revistos no art. 1Y da C-T .> benefici4rios do direito ao seguroEdesem rego e ao fundo de garantia or tem o de serviço 7-K=3:B m! não !d0uirem e t!$i%id!deT ,> demandantesB contra suas entidadesB na Tu tiç! do Tr!$!%JoT2! Al2m dissoB entidades de /ireito Privado t;m as seguintes eculiaridadesA a: ão u$'eti(!mente re &on +(ei &e%o d!no c!u !do &or eu !,ente B e)ceto &uando e)ecutarem serviços úblicosT b: não t1m imunid!de tri$ut+ri!. Por2mB de acordo com o 3=-B e)cetuamEse as em resasB como a Em resa Srasileira de Correios e =el2grafos 7EC=:B &ue t;m o mono *lio de determinado serviço úblico2'T
econ>micaB de modo a conferir vantagem não e)tens,vel $s em resas rivadas 7livre iniciativa e concorr;ncia:. !. ? 3erviço Aut>nomo de Ngua e Esgoto 2 imune $ tributação or im ostos 7art. 1+PB <IB a e [[ 2Y e !Y da Constituição:. A cobrança de tarifasB isoladamente consideradaB não altera a conclusão. Agravo regimental con%ecidoB mas ao &ual se nega rovimento.G 73=-B RE !88!P1 AgR 9 DK: 22 F2. \ irrelevante ara definição da a licabilidade da imunidade tribut4ria rec, roca a circunstHncia de a atividade desem en%ada estar ou não su0eita a mono *lio estatal. ? alcance da salvaguarda constitucional ressu (e o e)ame 7i: da caracteri@ação econ>mica da atividade 7lucrativa ou não:B 7ii: do risco $ concorr;ncia e $ livreEiniciativa e 7iii: de riscos ao acto federativo ela ressão ol,tica ou econ>mica. !. A imunidade tribut4ria rec, roca não se a lica $ Petrobr4sB oisA !.1. =rataEse de sociedade de economia mista destinada $ e) loração econ>mica em benef,cio de seus acionistasB essoas de direito úblico e rivadoB e a salvaguarda não se resta a roteger aumento atrimonial dissociado de interesse úblico rim4rioT !.2. A Petrobr4s visa a distribuição de lucrosB eB ortantoB tem ca acidade contributiva ara artici ar do a oio econ>mico aos entes federadosT !.!. A tributação de atividade econ>mica lucrativa não im lica risco ao acto federativo. Agravo regimental con%ecidoB mas ao &ual se nega rovimento.G 73=-B RE 25+11. AgR 9 3P: 23 “6ão com ete $ Iustiça do =rabal%o decidir os feitos em &ue se discutem crit2rios utili@ados ela Administração ara a seleção e admissão de essoal em seus &uadrosB uma ve@ &ue envolve fase anterior $ investidura no em rego úblico. Precedentes.G 73=IB AgRg no REs 11PPP81 9 DK: 24 FAnalisando a referida normaB o Plen4rio do 3u remo =ribunal -ederalB no 0ulgamento do RE 22P.8P.9/7Rel. Din. Daur,cio Corr;aB /I de 1'.11.2PP2:B consagrou entendimento no sentido de &ue a Constituição -ederal de 1855 rece cionou o dis osto no art. 12 do /ecretoEJei +P89.8B o &ual estendeu $ Em resa Srasileira de Correios e =el2grafos E EC= E os rivil2gios conferidos $ -a@enda PúblicaB entre eles os concernentes a foroB ra@os e custas rocessuais.G

c:

d: e: f: g: %:

i: 0:

`:

eu $en ão &ri(!do B ou se0aB odem ser en%oradosB onerados e usuca idos. ContudoB o bem ser4 considerado úblico se estiver vinculado diretamente $ e)ecução de serviços úblicos2+. 6o caso da EC=B todos os bens são considerados úblicosB mesmo a&ueles &ue não se0am diretamente utili@ados ara o serviçoT seus agentes somente estão u! cri!ção / !utoriG!d! &or %eiB ou se0aB sua e)ist;ncia 0ur,dica 2 iniciada a enas com o registro do estatuto no *rgão com etente 7C-B art. !1B XIX:T não e tão u'eit! I .!%1nci! 7Jei 11.1P192PP+B art. 1Y:2.T as entidades &ue e) loram atividades econ>micas devem ser reguladas or estatuto 0ur,dico r* rio 7C-B art. 11!B [ 1Z:B ainda a ser editadoT estão di &en !d! de %icit!r &uando reali@arem suas atividades rotineiras de comerciali@ação – atividadesEfim 7Jei 5....98!B art. 11:21T ara as em resas úblicas e sociedades de economia mistaB a licitação 2 dis ens4vel &uando o valor for de at2 2Pb do m4)imo ermitido ara o conviteB ou se0aB de at2 Ra!P.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e de at2 Ra1..PPPBPP ara outros contratosT o$edecem !o &r!Go &re cricion!i &re(i to no CCdi,o Ci(i% B e)ceto se reali@arem serviços úblicosB caso em &ue se a lica a rescrição &uin&uenalT !&en! eu !to re,ido &e%o Direito "#$%ico ão im&u,n+(ei &or meio de m!nd!do de e,ur!nç!25. 6esse sentidoB dis (e a Jei 12.P1.92PP8B art. 1YB [ 2YA F6ão cabe mandado de segurança contra os atos de gestão comercial raticados elos administradores de em resas úblicasB de sociedade de economia mista e de concession4ria de serviço úblicoGT28 no toc!nte !o &oder de &o%)ci! B odem reali@ar atos de consentimento e de fiscali@açãoB mas não de norma ou de sanção. 4ntid!de de 4ntid!de de Direito "ri(!do Direito "#$%ico Ser(iço &#$%ico Ati(id!de econFmic! /iretamente ela lei. Autori@ada ela lei. Autori@ada ela lei.

Cri!ção

73=IB REs 1P511'+ 9 3P: 25 “Qavendo constatação de &ue o im*vel viabili@a a e)ecução dos serviços úblicos restadosB fato &ue a 0uris rud;ncia do 3=I entende ser im editivo da constriçãoB a licaEse a 3úmula n. 5! do 3=I.G 7AgRg no REs 1P1+1.P 9 AJ: 2. Por2mB os bancos úblicosB e)ceto os federaisB estão su0eitos $ li&uidação e)tra0udicial. 21 Em suas licitaç(esB a Petrobr4s não obedece a Jei 5....98!B mas a decreto es ec,fico. 28 F1. ? dirigente de sociedade de economia mistaB como a Petrobr4sB ao raticar atos em certame úblicoB ara ingresso de em regados úblicos nos &uadros da estatalB est4 a desem en%ar ato t, ico de direito úblicoB vinculandoEse ao regime 0ur,dico administrativo. Em ra@ão dissoB deve observar os rinc, ios &ue vinculam toda a AdministraçãoB como a su remacia do interesse úblicoB legalidadeB im essoalidadeB moralidadeB ublicidadeB efici;ncia e todos os demais. PortantoB tais atos são revestidos de car4ter úblicoB não odendo ser classificados como ^de mera gestão_B configurandoB verdadeiramenteB atos de autoridade. 2. PortantoB fi)ada a nature@a 0ur,dica do ato em an4liseB im ugn4vel 2 elo rem2dio constitucional do mandado de segurançaB conforme se de reende do art. 1Y da Jei n. 1.+!!9+1 7art. 1YB ca ut e [[B da Jei n. 12.P1.9P8:. Precedentes.G 73=IB AgRg no REs 821'28 9 RI: 29 FA im osição de multa decorrente de contrato ainda &ue de cun%o administrativo não 2 ato de autoridadeB osto ineg4vel ato de gestão contratual.G 73=IB REs 1P15!'2 9 PR:

A,ente Uen

3ervidores úblicos. =odos são úblicos.

Re &on !$i%id!de &or !to de eu !,ente Imunid!de tri$ut+ri! "rerro,!ti(! &roce u!i "r!Go &re cricion!% Im&u,n!ção do !to &or meio de m!nd!do de e,ur!nç! "!,!mento de(ido em (irtude de entenç! 'udici+ri! Boro com&etente &!r! !çQe de cunJo tr!$!%Ji t!

?b0etiva. A enas ara a&uilo &ue for vinculado $s suas finalidades essenciais. =;m. #uin&uenal. 3em re oss,vel.

Em regados Em regados úblicos. úblicos. 3ão úblicos a enas =odos são rivados. os bens diretamente vinculados ao serviço. ?b0etiva. 3ub0etiva. 6ão t;mB e)ceto se o 6ão t;m. serviço for e)ercido em regime de mono *lio. =;m. 6ão t;m. #uin&uenal. /e acordo com o C*digo Civil. 3omente &uando o 3omente &uando o ato for regido elo ato for regido elo /ireito Público. /ireito Público. -eitos nos termos do -eitos nos termos do C*digo de Processo C*digo de Processo Civil. Civil. Iustiça do =rabal%o. Iustiça do =rabal%o.

-eitos or meio de recat*rios ou de re&uisiç(es de e&ueno valor. Iustiça Estadual 7servidores estaduais e munici ais: ou Iustiça -ederal 7servidores federais e distritais:. 5imite de (!%or 1Pb do m4)imo &!r! ! %icit!ção revisto ara o di &en +(e% conviteT 2Pb ara cons*rcios úblicos e ag;ncias e)ecutivas. Su$mi ão de eu 3em re. !,ente !o teto remuner!tCrio

2Pb do m4)imo revisto ara o conviteT 1Pb ara fundaç(es de direito rivado e subsidi4rias. A enas se a entidade receber verba da Administração /ireta. "!,!mento de eu Por meio de Por meio de sal4rio. !,ente remuneração ou de subs,dio. A&o ent!dori! de Pelo Plano de Pelo Regime Keral eu !,ente 3eguridade 3ocial de Previd;ncia

2Pb do m4)imo revisto ara o conviteT 1Pb ara fundaç(es de direito rivado e subsidi4rias. A enas se a entidade receber verba da Administração /ireta. Por meio de sal4rio. Pelo Regime Keral de Previd;ncia

Direito tr!$!%Ji t!

4 t!$i%id!de eu !,ente . 42ecução cr/dito

do 3ervidor 7P333: A enas os revistos no art. 1YB I<B <IIB <IIIB IXB XIIB XIIIB X<B X<IB X<IIB X<IIIB XIXB XXB XXII e XXXB da C-. de /e ois de tr;s anos de efetivo e)erc,cio e a rovação no est4gio robat*rio. do Inscrição em d,vida ativa e cobrança or meio de rocesso administrativo fiscal.

3ocial 7RKP3: 3ocial 7RKP3: =odos os revistos =odos os revistos no art. 1Y da C-. no art. 1Y da C-.

6ão %4B mas 2 6ão %4B mas 2 revisto -K=3 e revisto -K=3 e seguroEdesem rego. seguroEdesem rego. 6os termos do 6os termos do C*digo de Processo C*digo de Processo Civil. Civil.

7. 4 &/cie de entid!de 7.1 Aut!r0ui! 7.1.1 Conceito A autar&uia 2 definida elo /ecretoEJei 2PP9.1 7art. +ZB I: nos seguintes termosA Fo serviço aut>nomoB criado or leiB com ersonalidade 0ur,dicaB atrim>nio e receita r* riosB ara e)ecutar atividades t, icas da administração úblicaB &ue re&ueiramB ara seu mel%or funcionamentoB gestão administrativa e financeira descentrali@adaG. AssimB destacamEse na autar&uiaA o regime 0ur,dico de /ireito PúblicoT a criação or leiT autonomia com relação ao ente federativo &ue a criouT e a reali@ação de atividades t, icas da Administração Pública 7serviços úblicosB fomento e oder de ol,ciaB nunca atividades econ>micas:. Al2m dissoB as autar&uias federais t;m seus rocessos 0ulgados sem re na Iustiça -ederalB conforme o art. 1P8B IB da C-. 7.1.3 C%! i.ic!ção d! !ut!r0ui!
DM

/e acordo com o crit/rio do c!m&o de !tu!ção !dmini tr!ti(! B as autar&uias são classificadas conforme os setores em &ue atuamA a: !ut!r0ui! de &o%)ci! !dmini tr!ti(!? Instituto Srasileiro do Deio Ambiente e dos Recursos 6aturais Renov4veis 7Ibama:B etc.T b: !ut!r0ui! de er(iço &#$%ico ? /e artamento 6acional de Infraestrutura =errestre 7/6I=:B ag;ncias reguladoras de serviços úblicosB etc.T c: !ut!r0ui! de orden!mento econFmico? Consel%o Administrativo de /efesa Econ>mica 7Cade:B etc.T
!P

Ctili@ouEse a classificação de D?REIRA 6E=?B 2PP.B . 2++E2+5.

d: !ut!r0ui! de orden!mento oci!%? Instituto 6acional de 3eguridade 3ocial 7I633:B etc.T e: !ut!r0ui! de .omento &#$%ico? 3u erintend;ncia de /esenvolvimento do 6ordeste 73udene:B etc. /e acordo com o crit/rio d! &ecu%i!rid!de de eu re,imeB as autar&uias odem serA a: !ut!r0ui! ordin+ri! ? su0eitamEse ao regime geral &uando $ administração de seu essoalB de seus bens e de seus serviçosT b: !ut!r0ui! e &eci!i ? obedecem a normas diversas do regime geral das autar&uias. Essas diferenças odem ser relativas aA I: e co%J! do diri,ente – or meio de indicação em lista tr, lice formada a *s votação 7e).A universidades federais: ou com a necessidade de a rovação elo 3enado 7e).A Sanco Central:T II: re%!ti(! e t!$i%id!de do diri,ente – or meio de mandato fi)oB sem a ossibilidade de e)oneração 7e).A ag;ncias reguladoras:T III: m!ior !utonomi! !dmini tr!ti(! e t/cnic! – im ossibilidade de revisão das decis(es ela administração direta 7e).A ag;ncias reguladoras:T I<: !tri$uição de com&et1nci! re,u%!dor! – e) edição de normas de efeitos e)ternosB &ue afetam determinada 4rea da economiaB e com et;ncia ara 0ulgar &uest(es nessa 4rea 7e).A Sanco Central do Srasil:T <: tom!d! de deci Qe com m!ior &!rtici&!ção do u u+rio – or meio de instrumentos como consultas úblicas e audi;ncias úblicas 7e).A as normas da Ag;ncia 6acional de =elecomunicaç(es 7Anatel: somente rodu@iram efeito de ois da ublicação de uma minuta no /i4rio ?ficial ara a consulta ública:. c: !ut!r0ui! territori!i ? são os territ*rios federaisB res ons4veis ela e)ecução dos serviços úblicos em determinadas 4reas geogr4ficasT d: !ut!r0ui! .und!cion!i ? são denominadas Ffundaç(esG a enas or sua semel%ança com as fundaç(es rivadasB masB de fatoB são autar&uiasB uma ve@ &ue obedecem ao mesmo regime de /ireito Público. E).A -undação 6acional de 3aúde 7-unasa:T e: !ut!r0ui! cor&or!ti(! ;ou &ro.i ion!i >? e)ercem o oder de ol,cia sobre determinadas rofiss(es.!1 E).A Consel%o -ederal de Dedicina 7C-D:. /e acordo com o 3=-B a ?rdem dos Advogados do Srasil 7?AS: não 2 autar&uia cor orativaB nemB ao menosB ertence $ Administração Pública.!2 7.3 Bund!çQe &#$%ic!
!1

FA im ossibilidade do estabelecimento de controles estatais sobre a rofissão 0ornal,stica leva $ conclusão de &ue não ode o Estado criar uma ordem ou um consel%o rofissional 7autar&uia: ara a fiscali@ação desse ti o de rofissão. ? e)erc,cio do oder de ol,cia do Estado 2 vedado nesse cam o em &ue im eram as liberdades de e) ressão e de informação.G 73=-B RE +118.1 9 3P: !2 F2. 6ão rocede a alegação de &ue a ?AS su0eitaEse aos ditames im ostos $ Administração Pública /ireta e Indireta. !. A ?AS não 2 uma entidade da Administração Indireta da Cnião. A ?rdem 2 um serviço úblico inde endenteB categoria ,m ar no elenco das ersonalidades 0ur,dicas e)istentes no direito brasileiro.G 7A/I !P2. 9 /-:

-undação 2 uma essoa 0ur,dica adotadaB %4 tem osB no /ireito Privado. De !cordo com o CCdi,o Ci(i% ;!rt . N3 ! N6>* tr!t!L e de um &!trimFnio de t!c!do* &or meio de e critur! &#$%ic! ou de te t!mento* &!r! !tender ! .in!%id!de re%i,io ! * mor!i * cu%tur!i ou de ! i t1nci!. Passou a ser admitida como entidade da Administração Pública Indireta ela Jei 1.+8.951. Antes dissoB a Administração Pública era dividida em /iretaB Indireta e -undacionalB sendo &ue essa última categoria não estava subordinada $s normas regentes das outrasB como a obrigatoriedade de lei ara sua criação.!! ? art. +Z do /ecretoEJei 2PP9.1B com a nova redação dada ela referida leiB assim definiu as fundaç(es úblicasA FEntidade dotada de ersonalidade 0ur,dica de direito rivadoB sem fins lucrativosB criada em virtude de autori@ação legislativaB ara o desenvolvimento de atividades &ue não e)i0am e)ecução or *rgãos ou entidades de direito úblicoB com autonomia administrativaB atrim>nio r* rio gerido elos res ectivos *rgãos de direçãoB e funcionamento custeado or recursos da Cnião e de outras fontes.G 6o mesmo artigoB o decretoElei dis (e &ue as fundaç(es úblicas ad&uirem ersonalidade 0ur,dica com a inscrição da escritura ública de sua constituição no Registro Civil de Pessoas Iur,dicasB não sendo a lic4veis as demais dis osiç(es do C*digo Civil. <;EseB ortantoB &ue %4 uma imensa lacuna normativa no &ue di@ res eito $s fundaç(es úblicasB at2 or&ue ainda não foi editada a lei com lementar 7 revista na C-B art. !1B XIX: &ue deve delimitar sua 4rea de atuação. AssimB a fundação ser4 regidaB &uase e)clusivamenteB or sua lei instituidora. Q4 intensa diverg;ncia doutrin4ria a res eito do regime 0ur,dico das fundaç(esB se úblico ou rivadoB ouB aindaB se %averia ossibilidade de escol%a do regime em cada caso. A 'uri &rud1nci!* &or/m* !dmite ! in tituição de .und!çQe &#$%ic! de Direito "ri(!do ;con.orme de.inido em %ei> e t!m$/m de .und!çQe &#$%ic! de Direito "#$%ico ;&o i$i%id!de !$ert! &e%o !rt. 91* V* do CCdi,o Ci(i% 0ue* !o enumer!r ! entid!de de direito &#$%ico internoD9* inc%uiu @! dem!i entid!de de c!r+ter &#$%ico cri!d! &or %eiA>. Em termos materiaisB essas últimas fundaç(es não formam uma categoria r* riaB
!!

]A -undação Sanco do SrasilE-SS foi institu,da em 1. de maio de 185.B anteriormente $ vig;ncia do dis osto nos incisos XIX e XX do art. !1 da Constituição de 1855. =amb2m não era vigente a Jei 1.+8.91851. 6ão oderiaB ortantoB su0eitarEse a receitos normativos ine)istentes $ 2 oca de sua criação. ? art. 2Y do /ecretoEJei 8PP918.8 estabelecia os re&uisitos e condiç(es ara a instituição de fundaç(es elo oder úblico. A inserção dessas fundaç(es no &uadro da administração indireta o erouEse merc; do dis osto no art. 1Y do /ecretoEJei 2.2289185. e no art. 1Y da Jei 1.+8.91851B nos termos dos &uais a fundação ública ser4 institu,da ara o desenvolvimento de atividades estatais &ue não e)i0am e)ecução or *rgãos ou entidades de direito úblico.] 7D3 2'.'21B Rel. Din. Eros KrauB 0ulgamento em !PE5E2PP.B Plen4rioB /I de 2'E11E2PP..:
!'

CniãoB EstadosB /istrito -ederalB =errit*rios e autar&uias 7inclusive as associaç(es úblicas:.

ois obedecem $s mesmas normas das autar&uias. Por issoB são denominadas autar&uias funcionais ou fundaç(es aut4r&uicas. A distinção entre os regimes 0ur,dicos 2 essencial ara a determinação do foro com etente ara o 0ulgamento da fundação federalB ois essa entidade não 2 revista e) ressamente entre as %i *teses de com et;ncia da Iustiça -ederal 7C-B art. 1P8:. AssimB a fundação federal regida elo /ireito PúblicoB sendo es 2cie de autar&uiaB deve ser rocessada erante a Iustiça -ederal!+. Por outro ladoB a fundação regida elo /ireito Privado deve ser sem re rocessada erante a Iustiça Estadual. 3ão e)em los de fundaç(esA Instituto Srasileiro de Keografia e Estat,stica 7ISKE:B Instituto de Pes&uisa Econ>mica A licada 7IPEA: e Cniversidade de Sras,lia 7CnS:. Atri$uiçQe Re,ime 'ur)dico Dot!ção &!trimoni!% 4 &/cie Aut!r0ui! Atividades t, icas 7e)clusivas: ou at, icas da Administração Pública. A enas /ireito Público. Bund!çQe A enas atividades at, icas da Administração Pública.

/ireito Público ou PrivadoB conforme a lei instituidora. E)clusivamente ública. E)clusivamente ública ou ública e rivada. ?rdin4riasB es eciaisB -undaç(es de /ireito territoriaisB fundacionais e Público 7aut4r&uicas: e de cor orativas. /ireito Privado.

7.D 4m&re ! e t!t!i 7.D.1 Introdução Em resas estatais são entidades úblicas regidas redominantemente or normas de /ireito Privado &ue odem reali@ar serviços úblicos ou atividades econ>micasB em sentido estrito.!. A função reali@ada ela em resa ública 2 essencial ara distinguir corretamente seu regime 0ur,dicoB uma ve@ &ue a e)ecução de serviços úblicos im lica uma incid;ncia bem maior de normas de /ireito PúblicoB como as rerrogativas rocessuais e a res onsabilidade ob0etiva.!1
!+

FA -undação 6acional do Mndio – -C6AI constitui essoa 0ur,dica de direito úblico interno. =rataEse de fundação de direito úblico &ue se &ualifica como entidade governamental dotada de ca acidade administrativaB integrante da Administração Pública descentrali@ada da CniãoB subsumindoEseB no lano de sua organi@ação institucionalB ao conceito de t, ica autar&uia fundacionalB como tem sido reiteradamente roclamado ela 0uris rud;ncia do 3=-B inclusive ara o efeito de recon%ecerB nas causas em &ue essa instituição interv2m ou atuaB a caracteri@ação da com et;ncia 0urisdicional da Iustiça -ederal 7R=I 12.91P! – R=I 1219'2. – R=I 1!'955 – R=I 1!.982 – R=I 1!891!1:. =ratandoEse de entidade aut4r&uica institu,da ela Cnião -ederalB tornaEse evidente &ueB nas causas contra ela instauradasB incideB de maneira lenaB a regra constitucional de com et;ncia da Iustiça -ederal inscrita no art. 1P8B IB da Carta Pol,ticaG 7RE 15!.155B Rel. Din. Celso de DelloB 0ulgamento em 1PE12E188.B Primeira =urmaB /I de 1'E2E1881.: !. Atividade econ>mica em sentido am lo 2 toda a&uela destinada $ rodução e comerciali@ação de bens e serviços. Em sentido estritoB inclui a enas a&uelas atividades reguladas or normas de /ireito Privado.

Como &ual&uer entidade da Administração PúblicaB a em resa estatal re&uer lei ara sua criação.!5 E)istemB or2mB diversas em&re ! de .!to* 0ue* !&e !r d! cri!ção irre,u%!r* ou e'!* em ! nece +ri! !utoriG!ção %e,i %!ti(! B são consideradas em resas estatais 7em resas úblicasB sociedades de economia mista e subsidi4rias: ara todos os efeitosB sendoB inclusiveB submetidas $ fiscali@ação dos tribunais de contas.!8 Cma caracter,stica essencial das em resas estatais 2 o fato de serem controladasB total ou arcialmenteB or entidades úblicas. PortantoB se a vontade da Administração Pública não tiver redominHncia na formulação das decis(es da entidadeB não %aver4 em resa estatalB mas sim les artici ação estatal em entidades rivadas. /e acordo com o art. !1B XXB da ConstituiçãoB 2 obrigat*ria a autori@ação legislativa ara a artici ação de entidades úblicas em em resas rivadas. As em resas estatais federais odem ser transferidas ara a iniciativa rivada or meio da desestati@açãoB definida ela Jei 8.'81981 como Fa alienaçãoB ela CniãoB de direitos &ue l%e asseguremB diretamente ou atrav2s de outras controladasB re onderHncia nas deliberaç(es sociais e o oder de eleger a maioria dos administradores da sociedadeG 7art. 2YB[ 1YB a:. A desestati@ação im licaB ortantoB e)tinção da entidade en&uanto em resa estatal e sua criação como entidade rivada. Para issoB não 2 necess4ria autori@ação legislativa es ec,fica.'P 7.D.3 4m&re ! &#$%ic!
!1

F/istinção entre em resas estatais restadoras de serviço úblico e em resas estatais &ue desenvolvem atividade econ>mica em sentido estrito. 7...:. As sociedades de economia mista e as em resas úblicas &ue e) lorem atividade econ>mica em sentido estrito estão su0eitasB nos termos do dis osto no [ 1Y do art. 11! da Constituição do SrasilB ao regime 0ur,dico r* rio das em resas rivadas. 7...:. ? [ 1Y do art. 11! da Constituição do Srasil não se a lica $s em resas úblicasB sociedades de economia mista e entidades 7estatais: &ue restam serviço úblico.G 7A/I 1..'2B Rel. Din. Eros KrauB 0ulgamento em !E'E2PP5B Plen4rioB /IE de 18E8E2PP5.:
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6ão a enas criaçãoB mas tamb2m fusãoB cisão e incor oraçãoB conforme 04 decidiu o 3=-A ]A Jei 8.'12B de 1.E1E1881B autori@ando o Poder E)ecutivoB ara a reestruturação da =elebr4s 7art. 151:B a adotar a cisãoB satisfa@ ao &ue est4 e)igido no art. !1B XIXB da C-.] 7A/I 1.5'PEDCB Rel. Din. Carlos <ellosoB 0ulgamento em 2+E8E1885B Plen4rioB /I de 11E8E1885.:
!8

]A circunstHncia de a sociedade de economia mista não ter sido criada or lei não afasta a com et;ncia do =ribunal de Contas. 3ão sociedades de economia mistaB inclusive ara os efeitos do art. !1B XIXB da CS91855B a&uelas – an>nimas ou não – sob o controle da CniãoB dos EstadosEmembrosB do /istrito -ederal ou dos Dunic, iosB inde endentemente da circunstHncia de terem sido criadas or lei. Precedente 7...:.] 7 MS 3N.117B Rel. Din. Eros KrauB 0ulgamento em 2PE+E2PP8B Plen4rioB DT4 de .E11E2PP8.: Vide? RD3 2'.2'8B Rel. Din. Eros KrauB 0ulgamento em 1'E8E2PP'B Primeira =urmaB DT de !E.E2PP+.
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]/esestati@ação de em resas úblicas e sociedades de economia mistaA alegação de e)ig;ncia constitucional de autori@ação legislativa es ec,ficaB &ue – contra o voto do Relator – o 3u remo =ribunal tem re0eitadoT caso concretoB ademaisB no &ual a transfer;ncia do controle da instituição financeiraB do EstadoE membro ara a CniãoB foi autori@ada or lei estadual 7conforme e)ig;ncia do art. 'YB IB aB da DP 2.182E 1P92PP1 – PR?E3: e a subse&uente rivati@ação ela Cnião constitui a finalidade legal es ec,fica de toda a o eraçãoT indeferimento da medida cautelar com relação ao art. !YB IB da DP 2.182E1P9P1B e ao art. 2YB IB II e I<B da Jei 8.'8191881.] 7A/I !.+15EDCB Rel. Din. 3e úlveda PertenceB 0ulgamento em 1'E8E2PP+B Plen4rioB /I de 2'E2E2PP..:

A em resa ública 2 definida elo /ecretoEJei 2PP9.1 7art. +ZB II: nos seguintes termosA FA entidade dotada de ersonalidade 0ur,dica de direito rivadoB com atrim>nio r* rio e ca ital e)clusivo da Cnião '1B criado or lei ara a e) loração de atividade econ>mica &ue o Koverno se0a levado a e)ercer or força de conting;ncia ou de conveni;ncia administrativa odendo revestirEse de &ual&uer das formas admitidas em direito.G A em resa ública tem as seguintes caracter,sticasA a: caso este0a vinculada $ CniãoB os rocessos em &ue este0am resentes seus interesses são 0ulgados ela Iustiça -ederal'2B &ue tamb2m 2 encarregada de decidir se e)iste ou não esse interesse.'! I4 se a em resa for estadualB munici al ou distritalB o 0ulgamento ser4 feito ela Iustiça EstadualT b: seu ca ital 2 e)clusivamente úblicoB sendo oss,vel sociedade entre entes federativosT c: ode assumir &ual&uer formato ermitido em lei 7sociedade an>nimaB limitadaB em comanditaB etc.:. 3ão e)em los de em resas úblicasA Em resa Srasileira de Correios e =el2grafos 7EC=:B Cai)a Econ>mica -ederal 7CE-:B Em resa Srasileira de Pes&uisa Agro ecu4ria 7Embra a: e Em resa Srasileira de InfraEEstrutura Aero ortu4ria 7Infraero:. 7.D.D Socied!de de economi! mi t! A em resa ública 2 definida elo /ecretoEJei 2PP9.1 7art. +ZB III: nos seguintes termosA FA entidade dotada de ersonalidade 0ur,dica de direito rivadoB criada or lei ara a e) loração de atividade econ>micaB sob a forma de sociedade an>nimaB cu0as aç(es com direito a voto ertençam em sua maioria $ Cnião ou a entidade da Administração IndiretaG. A sociedade de economia mista diferenciaEse da em resa ública nos seguintes as ectosA
'1

AtualmenteB a em resa ública federal ode ter ca ital de outros entes federativosB desde &ue o seu controle 7maioria do ca ital votante: ermaneça com a Cnião – art. +Z do /ecretoEJei 8PP9.8. '2 FQASEA3 C?RPC3. PE6AJ. PR?CE33CAJ PE6AJ. EDPRE3A PWSJICA -E/ERAJ. R?CS?. C?DPE=V6CIA /A IC3=IUA -E/ERAJ. 6CJI/A/E /? /ECRE=? PRI3I?6AJ EXPE/I/? PEJA IC3=IUA E3=A/CAJ. ?R/ED C?6CE/I/A. I E Com ete $ Iustiça -ederal o rocessamento e 0ulgamento de crimes raticados contra bensB serviços e interesses da CniãoB de suas autar&uias ou em resas úblicas. II E A incom et;ncia do 0u,@o gera a nulidade do decreto de risão reventiva. III E ?rdem concedida.G 73=-B QC 81.8P 9 DK: 43 “Q4 muito encontraEse sumulado nesta Corte o entendimento de &ue com ete $ Iustiça -ederal decidir sobre a e)ist;ncia de interesse 0ur,dico &ue 0ustifi&ue a resençaB no rocessoB da CniãoB suas autar&uias ou em resas úblicas.G 73=IB REs 1P8+!+1 9 3P:

a: seus rocessos são 0ulgados ela Iustiça EstadualB mesmo &ue este0am vinculadas $ Cnião. Por2mB o foro com etente 2 a Iustiça -ederal se artici ar do rocesso a CniãoB autar&uia ou em resa ública federalT b: 2 formada or ca ital úblico e rivado. A maioria das aç(es com direito a voto 7aç(es ordin4rias: deve ertencer a algum ente federativo ou mesmo a entidade administrativa. /e acordo com a Jei das 3ociedades An>nimasB as aç(es ordin4rias devem com orB no m,nimoB 19! do ca ital da sociedade. ? restante 2 formado or aç(es referenciaisB sem direito a votoB mas com rima@ia no recebimento de dividendos. A venda de aç(es da sociedade de economia mista a enas de ende de autori@ação legislativa se im licar em erda do controle estatal da entidadeB oisB nesse casoB %averia a e)tinção de uma entidade da Administração Pública''T c: somente odem assumir o formato de sociedade an>nima. 3ão e)em los de sociedades de economia mistaA Sanco do SrasilB Petr*leo Srasileiro 3.A. 7Petrobr4s:B Sanco do 6ordeste do Srasil 3.A. 7S6S: e Centrais El2tricas Srasileiras 3.A. 7Eletrobr4s:. 7.D.9 Su$ idi+ri! Su$ idi+ri! ão entid!de contro%!d! &or outr! * 0ue ão* ne te c! o* em&re ! e t!t!i . \ reciso autori@ação legal ara sua criação 7C-B art. !1B XX:. Por2mB o 3=- 04 entendeu &ue essa autori@ação não recisa ser es ec,fica ara cada subsidi4riaB bastando &ue a lei instituidora da entidade matri@ ermita genericamente a criação de subsidi4rias '+. Al2m dissoB devem se submeter $s mesmas normas das outras entidades de direito rivado 7C-B art. 11!B [ 1Z:B inclusive &uanto $ incid;ncia da Jei de Im robidade Administrativa – Jei 5.'28982. 3ão e)em los de subsidi4riasA Petrobr4s Internacional 3.A. 7Sras etro:B Cobra =ecnologia 7subsidi4ria do Sanco do Srasil:B -urnas Centrais El2tricas 3.A. 7subsidi4ria da Eletrobr4s: e Cai)a Cons*rcios. 8. No(! entid!de ;cri!d! ! &!rtir d! 4mend! Con titucion!% 16:68> 8.1 Introdução

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F6o 0ulgamento da A/I 2!'9RIB ao a reciar dis ositivos da Constituição do Rio de Ianeiro &ue vedavam a alienação de aç(es de sociedades de economia mista estaduaisB o 3u remo =ribunal -ederal conferiu inter retação conforme $ Constituição da Re úblicaB no sentido de serem admitidas essas alienaç(esB condicionandoEas $ autori@ação legislativaB or lei em sentido formalB tão somente &uando im ortarem em erda do controle acion4rio or arte do Estado. .G 7A/I 1.!'5B Rel. Din. C4rmen JúciaB 0ulgamento em 21E 2E2PP5B Plen4rioB /IE de 1E!E2PP5.: '+ ]Autori@ação $ Petrobr4s ara constituir subsidi4rias. ?fensa aos arts. 2Y e !1B XIX e XXB da C-. Ine)ist;ncia. Alegação im rocedente. A Jei 8.'1591881 não autori@ou a instituição de em resa de economia mistaB mas sim a criação de subsidi4rias distintas da sociedadeEmatri@B em consonHncia com o inciso XXB e não com o XIX do art. !1 da C-. \ dis ens4vel a autori@ação legislativa ara a criação de em resas subsidi4riasB desde &ue %a0a revisão ara esse fim na r* ria lei &ue instituiu a em resa de economia mista matri@B tendo em vista &ue a lei criadora 2 a r* ria medida autori@adora.] 7A/I 1..'8B Rel. Din. Daur,cio Corr;aB 0ulgamento em 2'E!E2PP'B Plen4rioB /I de 25E+E2PP'.:

Em 1885B reali@ouEse a FReforma da Administração PúblicaGB cu0o ob0etivo rinci al foi reali@ar a transição entre a Administração Pública Surocr4ticaB baseada em controles e em rocedimentos burocr4ticosB e a Administração Pública KerencialB &ue adota modelos de ins iração em resarial ara im rimir maior efici;nciaB autonomia e artici ação o ular nas entidades e *rgãos úblicos. A reforma concreti@ouEse or meio da Emenda Constitucional 18985B &ue alterou rofundamente a disci lina da administração ública e reviu a criação de ag;ncias e)ecutivas e de ag;ncias reguladoras. 8.3 A,1nci! e2ecuti(! Ag;ncia e)ecutiva 2 um t,tulo dadoB or meio de decretoB $ autar&uia ou $ fundação &ue ten%a um lano estrat2gico de reestruturação e de desenvolvimento institucional e &ue celebre um contrato de gestão com o ente federativo ao &ual est4 vinculado. Esse contrato de gestão deve rever o cum rimento de determinadas metas de rodutividade. /urante sua vig;nciaB a ag;ncia e)ecutiva ter4 maior autonomia de gestãoB com os benef,cios revistos no /ecreto 2.'55985B comoB or e)em loB a ossibilidade de editar normas r* rias sobre o valor das di4rias agas a seus servidores &uando via0arem a trabal%o. ?s crit2rios de &ualificação estão revistos na Jei 8..'8985'.A Art. +1. ? Poder E)ecutivo oder4 &ualificar como Ag;ncia E)ecutiva a autar&uia ou fundação &ue ten%a cum rido os seguintes re&uisitosA I E ter um lano estrat2gico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamentoT II E ter celebrado Contrato de Kestão com o res ectivo Dinist2rio su ervisor. [ 1o A &ualificação como Ag;ncia E)ecutiva ser4 feita em ato do Presidente da Re ública. [ 2o ? Poder E)ecutivo editar4 medidas de organi@ação administrativa es ec,ficas ara as Ag;ncias E)ecutivasB visando assegurar a sua autonomia de gestãoB bem como a dis onibilidade de recursos orçament4rios e financeiros ara o cum rimento dos ob0etivos e metas definidos nos Contratos de Kestão. Art. +2. ?s lanos estrat2gicos de reestruturação e de desenvolvimento institucional definirão diretri@esB ol,ticas e medidas voltadas ara a racionali@ação de estruturas e do &uadro de servidoresB a revisão dos rocessos de trabal%oB o desenvolvimento
'.

Regulamentada elo /ecreto 2.'51985.

dos recursos %umanos e o fortalecimento da identidade institucional da Ag;ncia E)ecutiva. [ 1o ?s Contratos de Kestão das Ag;ncias E)ecutivas serão celebrados com eriodicidade m,nima de um ano e estabelecerão os ob0etivosB metas e res ectivos indicadores de desem en%o da entidadeB bem como os recursos necess4rios e os crit2rios e instrumentos ara a avaliação do seu cum rimento. [ 2o ? Poder E)ecutivo definir4 os crit2rios e rocedimentos ara a elaboração e o acom an%amento dos Contratos de Kestão e dos rogramas estrat2gicos de reestruturação e de desenvolvimento institucional das Ag;ncias E)ecutivas. Al2m dissoB a Jei 5....98! ermite a dis ensa de licitação se o valor do contrato for de at2 2Pb do m4)imo ermitido elo conviteB ou se0aB Ra!P.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e Ra1..PPPBPP ara outros contratos'1. 3omente e)iste uma ag;ncia e)ecutiva na administração federalA o Instituto 6acional de DetrologiaB 6ormali@ação e #ualidade Industrial – I6DE=R?. 8.D A,1nci! re,u%!dor! Ag;ncias reguladoras são autar&uias de regime es ecial &ue t;m or função regularB fiscali@ar e disci linar o fornecimento de bens e serviços em determinado ramo da economia. 3ão caracter,sticas das ag;ncias reguladoras federais em geralA a: estabilidade de seus dirigentesB nomeados ara mandato fi)o. /urante esse er,odoB não oderão ser e)onerados elo C%efe do Poder E)ecutivoT b: controle da nomeação dos dirigentes elo 3enadoB uma ve@ &ue somente odem tomar osse de ois de sua a rovaçãoT c: edição de normas com efeitos e)ternosB ou se0aB &ue atingem essoas não ertencentes $ entidadeT d: am lo oder normativoB com ossibilidade de regulamentar as leis'5 e mesmo de instituir normas rim4riasB &ue criam direitos e obrigaç(es'8. Por2mB o 3=I não tem admitido a criação de sanç(es or meio de normas administrativas de ag;ncias

'1 '5

Para as entidades em geralB esse limite 2 estabelecido em 1Pb. ? oder regulamentar 2 conferidoB normalmenteB ao C%efe do Poder E)ecutivo. '8 Essas normasB e)em lificadas nas resoluç(es da Anatel e da A6EEJB t;m a mesma força da lei e são de constitucionalidade &uestion4vel frente ao rinc, io da legalidade.

e: f: g: %:

reguladoras+P. Al2m dissoB essas normas não odem ser ob0eto de recurso es ecial +1 nem de recurso e)traordin4rioT revisão de mecanismos de artici ação o ular na elaboração de suas normas 7e).A consultas úblicas e audi;ncias úblicas:T suas decis(es são imodific4veis administrativamenteB ois 2 vedado o recurso %ier4r&uico im r* rio+2T suas licitaç(es são regidas ela Jei 5....98! caso refiramEse a obras e serviços de engen%ariaB ela Jei 1P.+2P9P2 7 regão: caso refiramEse a bens e serviços comuns e or normas internasB nos demais casos 7modalidade denominada consulta:T servidores regidos ela Jei 1P.51192PP'B a licandoEseB subsidiariamente a Jei 5.11298P 7lei geral dos servidores úblicos federais:.

3ão e)em los de ag;ncias reguladorasA Ag;ncia 6acional de =elecomunicaç(es 7Anatel:B Ag;ncia 6acional de Nguas 7A6A: e Ag;ncia 6acional de <igilHncia 3anit4ria 7Anvisa:. 8.D Con Crcio &#$%ico Cons*rcios úblicos são entidades interfederativasB ou se0aB formadas necessariamente or mais de um ente federativoB com o ob0etivo de restar serviços úblicos em determinada 4rea geogr4fica. ? /ecreto ..P1192PP1 define da seguinte maneira o cons*rcio úblicoA FPessoa 0ur,dica formada e)clusivamente or entes da -ederaçãoB na forma da Jei no 11.1P1B de 2PP+B ara estabelecer relaç(es de coo eração federativaB inclusive a reali@ação de ob0etivos de interesse comumB constitu,da como associação úblicaB com ersonalidade 0ur,dica de direito úblico e nature@a aut4r&uicaB ou como essoa 0ur,dica de direito rivado sem fins econ>micosG. 3ão regidos ela Jei 11.1P192PP+B regulamentada elo /ecreto ..P1192PP1B e subsidiariamenteB elos dis ositivos do C*digo Civil &ue regem as associaç(es civis 7art. +! a .1:. ?s cons*rcios odem ser submetidos aoA a: direito úblicoA recebe a denominação de Fassociação úblicaGB es 2cie de autar&uia. Ad&uire ersonalidade 0ur,dica mediante a vig;ncia da lei de ratificação. Integra a administra indireta de todos os entes consorciadosT b: direito rivadoA ad&uire ersonalidade 0ur,dica nos termos da lei civil. 6ão integra a administração indireta. ?bedece a normas de direito úblico a enas no &ue se refere
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FA 0uris rud;ncia assente no Hmbito das =urmas &ue com (em a 3eção de /ireito Público do 3=I 2 no sentido de &ueA ^3* a lei em sentido formal ou material 2 meio %4bil ara im or sanção] 7REs 21'.'2!93PB Relator Dinistro Ioão ?t4vio de 6oron%aB 3egunda =urmaB /I de 2P de março de 2PP.:.G 7AgRg no REs 11!''11 9 DKB 0ulgado em 2'91192PP8: +1 F? recurso es ecial não constitui via ade&uada ara a an4lise de eventual ofensa a resoluç(esB ortarias ou instruç(es normativasB or não estarem tais atos normativos com reendidos na e) ressão ^lei federal_B constante da al,nea a do inciso III do art. 1P+ da Constituição -ederal.G 73=IB REs 81.+88 9 3CB 0ulgado em 1P91192PP8: +2 /irigido a *rgão ou agente &ue não est4 em osição %ierar&uicamente su erior $ do recorrido.

a FlicitaçãoB celebração de contratosB restação de contas e admissão de essoalG 7art. .ZB [ 2ZB da lei:. ?s ob0etivos dos cons*rcios são definidos elos entes federativos &ue o formam. /evemB or2mB estar inseridos nas %i *teses constitucionais de com et;ncia comum 7art. 2!:B como assist;ncia e saúde úblicaB reservação do atrim>nio %ist*ricoB roteção ao meio ambienteB etc. /iversamente das outras entidades da administração indiretaB os cons*rcios úblicos são constitu,dos or meio de contratoB condicionado $ subscrição de um rotocolo de intenç(es. =al acordo determina as condiç(es gerais de funcionamento da entidadeB como FdenominaçãoB a finalidadeB o ra@o de duração e a sede do cons*rcioG 7art. 'ZB IB da lei:. Por2mB o contrato somente ser4 considerado celebrado com a edição de uma lei ratificadora. ? instrumento ara a entrega de recursos dos consorciados ao cons*rcio 2 o contr!to de r!teioB formali@ado em cada e)erc,cio financeiro. ?utro documento essencial 2 o contr!to de &ro,r!m!B &ue constitui as obrigaç(es dos entes federativos uns com os outros e com o cons*rcio. A Jei 5....98! rev; as seguintes dis osiç(es es ec,ficas a res eito de licitaç(es e de cons*rcios úblicosA a: o valor m4)imo ara a reali@ação do convite 2 Ra!PP.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e de Ra1.P.PPPBPP ara outros contratos e o limite ara a tomada de reços 2 de Ra!.PPP.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e de Ra1.!PP.PPPBPP ara outros contratos 7o dobro do esti ulado ara as situaç(es em geral: caso o cons*rcio se0a formado or at2 tr;s entes federativos. 3e formado or maior númeroB o limite ara o convite c%ega a Ra'+P.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e a Ra2'P.PPPBPP ara outros contratos 7o tri lo do esti ulado ara as situaç(es em geral:T b: dis ensa de licitação na reali@ação do contrato de rogramaT c: a licitação 2 dis ens4vel &uando o valor for de at2 2Pb do m4)imo ermitido ara o conviteB ou se0aB de at2 Ra!P.PPPBPP ara obras e serviços de engen%aria e de at2 Ra1..PPPBPP ara outros contratosT d: Fos cons*rcios úblicos oderão reali@ar licitação da &ualB nos termos do editalB decorram contratos administrativos celebrados or *rgãos ou entidades dos entes da -ederação consorciadosG 7art. 112B [ 1Z:. 3ão e)em los de cons*rcios úblicosA Consorcio Publico Intermunici al de 3aúde do 3etentrião Paranaense 7Cisamuse :B Cons*rcio Regional de 3aneamento do 3ul do Piau, 7C?RE3A 3CJ /? PI: e Cons*rcio Público de Kestão de Res,duos 3*lidos 7CPKR3:. IV – 4ntid!de &!r!e t!t!i ;Terceiro Setor> 1. Introdução

3ão entidades rivadasB sem fins lucrativosB &ue reali@am atividades de interesse coletivo. Por issoB recebem incentivos das entidades úblicas. A denominação F=erceiro 3etorG 2 utili@ada ara distinguir essas entidades do Poder Público 7Primeiro 3etor: e das em resas rivadas 73egundo 3etor:. C%ega a ser afirmada a e)ist;ncia de um F#uarto 3etorGB formado or em resas estatais. Q4 entendimento mais tradicional &ue considera Fentidade araestatalG como sin>nimo de entidade da administração indireta. 6esse sentidoB deve ser com reendido o C*digo Penal 7art. !21B [ 1Z: &uando e&ui ara a funcion4rio úblico a&uele &ue e)erce FcargoB em rego ou função em entidade araestatalG. As entidades araestataisB or serem regidas elo /ireito PrivadoB não t;m os rivil2gios concedidos constitucional e legalmente $s entidades de /ireito Público.+! E)istem v4rias es 2cies de entidades araestataisB sendo as mais relevantesA os serviços sociais aut>nomosB as organi@aç(es sociaisB as organi@aç(es da sociedade civil de interesse úblico e as fundaç(es de a oio. 3. Ser(iço oci!i !utFnomo

3erviços sociais aut>nomos 7tamb2m denominados F essoas de coo eração governamentalG: são entidades rivadasB criadas or leiB com a função de reali@ar assist;ncia social 7 rovendo educaçãoB saúdeB la@erB etc.: a determinado gru o social ou categoria rofissional. E&ui aramEse $s autar&uias a enas ara os fins da ação o ular 7Jei '.1119.+B art. 2P:.+' 3ão mantidos or contribuiç(es sociais rovenientes das em resas do ramo de sua atuação 7referidas e) ressamente no art. 2'P da Constituição -ederal:. /e acordo com o =ribunal de Contas da CniãoB Fos serviços sociais aut>nomos 73istema 3:B embora não se su0eitem $ e)ig;ncia constitucional de concurso úblicoB devem adotar rocesso seletivo úblico ara admissão de essoalB não sendo admitido rocesso seletivo internoG 7ACE2!1'E!29P'E1 DS:. =amb2m não são obrigados a obedecer aos estritos termos da Jei 5....98!B mas devem se ater a seus rinc, ios ara a reali@ação de licitação. Por serem destinat4rios de recursos úblicosB os serviços sociais são fiscali@ados elo =ribunal de Contas da Cnião.
+!

FAKRA<? REKIDE6=AJ 6? AKRA<? /E I63=RCDE6=?. PR?CE33CAJ CI<IJ. E6=I/A/E PARAE3=A=AJ. JEI E3=A/CAJ 6. 12.!85985. PARA6APRE<I/V6CIA. I6APJICASIJI/A/E /E EXECCUL? PEJ? RI=? /?3 PRECA="RI?3 cAR=. 1!PB CPCd. ? 3u remo =ribunal -ederal fi)ou entendimento no sentido de &ue as entidades araestatais &ue ossuem ersonalidade de essoa 0ur,dica de direito rivado não fa@em 0us aos rivil2gios rocessuais concedidos $ -a@enda Pública. Precedentes. Agravo regimental a &ue se nega rovimento.G 73=-B AI 15!1!. AgR 9 PR: 54 F? 3ESRAE não corres onde $ noção constitucional de autar&uiaB &ueB ara começarB %4 de ser criada or lei es ec,fica 7C-B art. !1B XIX: e não na forma de sociedade civilB com ersonalidade de direito rivadoB como 2 o caso do recorrido. Por issoB o dis osto no art. 2PB fB da Jei '.111918.+ 7JAP:B ara não se c%ocar com a ConstituiçãoB %4 de ter o seu alcance redu@idoA não transforma em autar&uia as entidades de direito rivado &ue recebam e a li&uem contribuiç(es arafiscaisB masB sim lesmenteB as inclui no rol da&uelas – como todas as enumeradas no art. 1Y da JAP – $ roteção de cu0o atrim>nio se redis (e a ação o ular.G 7RE !...1.5B Rel. Din. 3e úlveda PertenceB 0ulgamento em !E2E2PP'B Primeira =urmaB /I de 1'E+E2PP'.:

3ão e)em los de serviços sociais aut>nomosA 3erviço 6acional de A rendi@agem Industrial 73E6AI:B Ag;ncia Srasileira de /esenvolvimento Industrial 7AS/I:B Associação das Pioneiras 3ociais 7AP3 – mantenedora do Qos ital 3ara% eubstic%e` em Sras,lia: e Ag;ncia de Promoção de E) ortaç(es do Srasil 7APEX:. D. Or,!niG!çQe oci!i ;OS>

?rgani@aç(es sociais são F essoas 0ur,dicas de direito rivadoB sem fins lucrativosB cu0as atividades se0am dirigidas ao ensinoB $ es&uisa cient,ficaB ao desenvolvimento tecnol*gicoB $ roteção e reservação do meio ambienteB $ cultura e $ saúdeB atendidos aos re&uisitos revistos nesta JeiG 7Jei 8..!1985B art. 1Z:. =rataEse de um t,tulo conferido $s entidades cu0o ato constitutivo rev;B entre outras dis osiç(esA a artici açãoB no *rgão de direção su eriorB de re resentantes do Poder Público e da sociedadeT a ublicação de determinados atos no /i4rio ?ficial da CniãoT em caso de dissolução da entidadeB seus bens devem ser integralmente ao atrim>nio de outra organi@ação social ou de entidade ública. Desmo satisfeitas todas essas condiç(esB a entidade ode não ser &ualificada como organi@ação socialB uma ve@ &ue tal ato 2 da com et;ncia discricion4ria da administração ública. Preenc%idos os re&uisitos e consideradaB or meio de decretoB a &ualificação conveniente e o ortunaB a entidade deve celebrar contrato de gestãoB &ue Fdiscriminar4 as atribuiç(esB res onsabilidades e obrigaç(es do Poder Público e da organi@ação socialG 7art. .Z:. 6esse contratoB 2 es ecificado o rograma de trabal%o e esti uladas as metas a serem atingidas ela organi@ação social. Al2m dissoB são revistos recursos orçament4riosB servidores úblicos e os bens úblicos necess4rios ao cum rimento dessas metas. A e)ecução do contrato de gestão 2 fiscali@ada elo *rgão ou ela entidade su ervisora da 4rea de atuação da organi@ação e tamb2m elo =ribunal de Contas da Cnião. Em caso de descum rimento do contratoB a entidade 2 des&ualificadaB mas a enas de ois de condenada em rocesso administrativo disci linar. \ dis ens4vel a reali@ação de licitação F ara a celebração de contratos de restação de serviços com as organi@aç(es sociaisB &ualificadas no Hmbito das res ectivas esferas de governoB ara atividades contem ladas no contrato de gestãoG 7Jei 5....98!B art. 2'B XXI<:. 3ão e)em los de organi@aç(es sociaisA Instituto de /esenvolvimento 3ustent4vel Damiraua 7I/3D:B Associação de Comunicação Educativa Ro&uette Pinto 7ACERP:B Centro de Kestão e Estudos Estrat2gicos 7CKEE: e Associação Instituto 6acional de Datem4tica Pura e A licada 7IDPA:. 9. Or,!niG!çQe d! ocied!de ci(i% de intere e &#$%ico ;O ci&>

As organi@aç(es da sociedade civil de interesse úblicoB tal como as organi@aç(es sociaisB são entidades rivasB sem fins lucrativosB &ue reali@am atividades de interesse úblico. 3ão regidas ela Jei 8.18P988B regulamentada elo /ecreto !.1PP988. 3ão eculiaridades dessas organi@aç(esA a: a &ualificação como ?sci 2 vinculadaB ou se0aB a entidade &ue reenc%er todos os re&uisitos tem o direito de ser &ualificadaT b: as 4reas de atuação das ?sci sB enumeradas no art. !ZB são bem mais diversificadas &ue das ?3. E)s.A F romoção da 2ticaB da a@B da cidadaniaB dos direitos %umanosB da democracia e de outros valores universaisG e F romoção de direitos estabelecidosB construção de novos direitos e assessoria 0ur,dica gratuita de interesse su lementarGT c: o re&uerimento de &ualificação deve ser dirigido a enas ao Dinist2rio da IustiçaT d: o instrumento &ue define os direitos e as obrigaç(es entre o Poder Público e a ?sci 2 o termo de arceriaT e: Fa celebração do =ermo de Parceria ser4 recedida de consulta aos Consel%os de Pol,ticas Públicas das 4reas corres ondentes de atuação e)istentesG 7art. 1PB [ 1Z:T f: a escol%a da ?sci ode ser feita or meio de licitaçãoB na modalidade concursoT g: a &ualificação 2 formali@ada or meio de des ac%o do 3ecret4rio 6acional de Iustiça. 3ão e)em los de organi@aç(es da sociedade civil de interesse úblicoB no /istrito -ederalA Associação dos Senfeitores dos Par&ues do /istrito -ederal 7ASEDPAR#CE:B Centro de Cidadania Plena 7CCP:B Consel%o Srasileiro de Dane0o -lorestal e Klobali@ação – ?6K da Inclusão /igitalB 3ocial e Cidadania 7KJ?SAJ:. K. Bund!çQe de !&oio ;in tituiçQe de !&oio> 3ão fundaç(es rivadas cu0o ob0etivo 2 dar a oioB nas 4reas de ensinoB es&uisa e e)tensãoB $s instituiç(es federais de ensino su erior e aos institutos federais de es&uisa. 3ão formadas or rofessoresB es&uisadores e alunos dessas instituiç(es federais. 3ua disci lina 2 dada ela Jei 5.8+598'B regulamentada elo /ecreto +.2P+92PP'. /a mesma forma &ue as ?3 e ?sci sB Ffundaç(es de a oioG são &ualificaç(es dadas a entidades &ue cum riram os re&uisitos legais. 6este casoB o registro e o credenciamento dessas entidades são reali@ados elo Dinist2rio da Educação e terão efic4cia or dois anos. /e acordo com a Jei 5....98! 7art. 2'B XIII:B 2 dis ens4vel a licitaçãoA Fna contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da es&uisaB do ensino ou do desenvolvimento institucionalB ou de instituição dedicada $ recu eração social do resoB desde &ue a contratada deten%a in&uestion4vel re utação 2ticoE rofissional e não ten%a fins lucrativosG. 3ão e)em los de fundaç(es de a oio 7todas com sede no /istrito -ederal:A -undação de Em reendimentos Cient,ficos e =ecnol*gicos – -inatecB vinculada $ CnbT -undação

Cniversit4ria de Sras,lia – -ubraB tamb2m vinculada $ CnbT e -undação de A oio $ Pes&uisa Cient,fica e =ecnol*gica – -uncrediB vinculada $ Embra a. V – AD4NDO? ADMINISTRAÇÃO "VU5ICA DO DISTRITO B4D4RA5 A organi@ação administrativa do /istrito -ederal re eteB nas lin%as geraisB a&uela estabelecida ara a Cnião. ContaB or2mB com a seguinte eculiaridadeA uma categoria intermedi4ria entre a Administração /ireta e Administração Indireta con%ecida como F*rgãos relativamente aut>nomosGB sem ersonalidade 0ur,dica. A seguirB são enumerados alguns *rgãos e entidades da Administração Pública do /istrito -ederal 7/ecreto 21.+8192PP1:. São Cr,ão d! Admini tr!ção Diret!A Kabinetes 7do Kovernador e do <iceEKovernador:T Casa DilitarT ConsultoriaEIur,dicaT CorregedoriaEKeralT 3ecretarias de Estado 7Es orteB -a@endaB EducaçãoB etc.:T Ag;ncias 7de Comunicação 3ocialB de =ecnologia da InformaçãoB etc.:T "rgão Central do 3istema Iur,dico 7ProcuradoriaEKeral do /istrito -ederal:T e "rgãos do Kru o Es eciali@ado em 3egurança Pública e /efesa Civil 7 ol,cias militar e civilB bombeiros e defesa civil:. São entid!de d! Admini tr!ção Indiret!? I> Aut!r0ui! ? /e artamento de Estrada de Rodagem 7/ER:T /e artamento de =rHnsito 7/E=RA6:T e Instituto de /efesa do Consumidor do /istrito -ederal 7PR?C?6:T II> Bund!çQe ? -undação de Am aro ao =rabal%ador Preso 7-C6AP:T -undação de A oio $ Pes&uisa 7-AP:T e -undação Qemocentro de Sras,lia 7-QS:T III> 4m&re ! &#$%ic! ? Com an%ia de 3aneamento do /istrito -ederal 7CAE3S:T Com an%ia do Detro olitano do /istrito -ederal 7DE=Rf: /-T e Com an%ia Imobili4ria de Sras,lia 7=ERRACAP:T IV> Socied!de de economi! mi t!A Sanco de Sras,lia 39A 7SRS:T Com an%ia Energ2tica de Sras,lia 7CES:. São Cr,ão re%!ti(!mente !utFnomo ? Iardim SotHnico de Sras,lia e Ar&uivo Público do /istrito -ederal.