REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES

F E R R O V I A S
PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA
RELATÓRIO II
Volume 1

ESTUDO DE ENGENHARIA
TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Tomada de Subsídio nº 016/2013

SUMÁRIO

1 2 3 4

APRESENTAÇÃO ........................................................................................................................................ 7 OBJETIVO...................................................................................................................................................... 9 MAPA DE SITUAÇÃO ............................................................................................................................. 10 FASE PRELIMINAR ................................................................................................................................ 11 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 Levantamento das bases planialtimétricas ............................................................. 11 Estudos Geológico e Geotécnico............................................................................. 11 Estudo hidrológico .................................................................................................. 12 Estudos complementares ....................................................................................... 12 Estudo de traçados ................................................................................................. 12 4.5.1 Parâmetros de projeto ............................................................................... 12 4.5.2 Alternativas de traçados ............................................................................ 14 Avaliação comparativa dos traçados ...................................................................... 16 4.6.1 Metodologia AHP ....................................................................................... 16 4.6.2 Traçados Estudados ................................................................................... 19 4.6.3 Aspectos técnicos e operacionais .............................................................. 22 4.6.4 Custo de investimento – CAPEX ................................................................. 24 4.6.5 Aspectos sociais e ambientais .................................................................... 25 4.6.6 Aspectos socioeconômicos ........................................................................ 29 4.6.7 Estudos de demanda .................................................................................. 30 4.6.8 Prazo de implantação ................................................................................. 30 4.6.9 Análise hierárquica (Matriz AHP) ............................................................... 30

4.6

5

FASE DEFINITIVA .................................................................................................................................. 32 5.1 5.2 Descrição técnica do traçado .................................................................................. 32 Geologia e Geotecnia .............................................................................................. 33 5.2.1 Geologia ..................................................................................................... 33 5.2.2 Geomorfologia ........................................................................................... 35 5.2.3 Geotecnia ................................................................................................... 36 Terraplenagem ........................................................................................................ 36 5.3.1 Inclinação dos taludes e banqueteamento ................................................ 36 5.3.2 Fator de homogeneização .......................................................................... 37 5.3.3 Seções transversais e seção tipo ................................................................ 37 Anteprojeto geométrico ......................................................................................... 40 5.4.1 Planta ......................................................................................................... 40 5.4.2 Perfil ........................................................................................................... 41 Estudos hidrológicos ............................................................................................... 41 5.5.1 Clima e Vegetação ...................................................................................... 42 5.5.2 Pluviometria ............................................................................................... 45 5.5.3 Fluviometria ............................................................................................... 50
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5.3

5.4

5.5

ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR

5.6

Drenagem e obras de arte corrente ....................................................................... 53 5.6.1 Drenagem Superficial ................................................................................. 53 5.6.2 Obras de arte corrente............................................................................... 54 Obras de arte especiais ........................................................................................... 55 5.7.1 Implantação das pontes e viadutos ........................................................... 55 Faixa de domínio ..................................................................................................... 56 Superestrutura ........................................................................................................ 57

5.7 5.8 5.9

5.10 Centro de controle operacional .............................................................................. 58 5.11 Sinalização ............................................................................................................... 59 5.12 Interferências e obras complementares ................................................................. 59 5.12.1 Interferências com o sistema rodoviário ................................................... 59 5.12.2 Interferências com o sistema ferroviário ................................................... 60 5.12.3 Obras complementares .............................................................................. 60 5.13 Canteiro de obras e acampamento......................................................................... 62 5.13.1 Instalações de acampamento .................................................................... 62 5.13.2 Instalações de canteiro .............................................................................. 62 5.14 Mobilização e desmobilização ................................................................................ 64 5.14.1 Estimativa da força de trabalho a ser deslocada ....................................... 64 5.14.2 Custo de mobilização de equipamentos .................................................... 64 5.15 Oficina mecânica ..................................................................................................... 65 5.16 Equipamentos ferroviários...................................................................................... 65 6 7 RESUMO DA ALTERNATIVA .............................................................................................................. 66 ANEXOS ...................................................................................................................................................... 67 7.1 7.2 ANEXO 1 - QUADROS RESUMO DAS DESCARGAS DE PROJETO .............................. 67 ANEXO 2 – OCORRÊNCIAS DE AREIA E BRITA - LOCALIZAÇÕES .............................. 75

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........................................................... 37 Tabela 20: Resumo das curvas horizontais................................................................................................................................... 22 Tabela 5: Quadro resumo das características geométricas – Verticais . 19 Tabela 4: Quadro resumo das características geométricas – Horizontal ........... .................................................. 24 Tabela 7: Custo de implantação estimado das alternativas .............................. 28 Tabela 10: Prazo de implantação .................................................. 61 Tabela 32: Resumo da Alternativa Definitiva ........................................................................... 60 Tabela 31: Dimensões do rack..................................................................................................................................................................... 18 Tabela 2: Matriz Normalizada de Critérios ............................................................................... 31 Tabela 18: Taludes ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 47 Tabela 24: Dados Pluviométricos ........................................................................LISTA DE TABELAS Tabela 1: Graus de Importância – Saaty ..................... 25 Tabela 8: Aspectos sociais ........ 50 Tabela 26: Extensão das obras de arte ................... 41 Tabela 22: Características Climáticas ..................Posto São José dos Pinhais ............................................................. 58 Tabela 29: Interferência rodoviária ......................................................... 60 Tabela 30: Interferência com pátios ferroviários existentes ....................................................................... 56 Tabela 28: Posicionamento dos pátios .......................................................................................................................... 48 Tabela 25: Tempo de Recorrência ....................................... 31 Tabela 17: Resultado da matriz .................................................... 31 Tabela 15: Normalização da matriz – captação da demanda............................................................................................................................................................................................................................................ 31 Tabela 13: Normalização da matriz – aspectos ambientais .................................................................. 55 Tabela 27: Relação das Obras de arte especiais .. 30 Tabela 11: Normalização da matriz – características técnicas/ operacionais .............................. 23 Tabela 6: Características dos pátios ...................... 27 Tabela 9: Aspectos ambientais ............................................. 44 Tabela 23: Intensidade Pluviométrica e Altura de Precipitação .....Posto São José dos Pinhais .................. 37 Tabela 19: Banqueteamento ........................ 41 Tabela 21: Resumo das rampas ....................................................................................... 31 Tabela 14: Normalização da matriz – custos e benefícios Sociais ... 30 Tabela 12: Normalização da matriz – estimativa de custo ........................................................................................... 66 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página4de79 ............................................. 31 Tabela 16: Normalização da matriz – prazo ............................................................................................................ 19 Tabela 3: Pesos ...............

......... 67 Tabela 34: Dimensionamento de OAC ..............................................................................Método Hidrograma Sintético .Tabela 33: Dimensionamento de OAC ..................AREIA .Método Hidrograma Unitário Triangular ....................................................................................BRITA .... 75 Tabela 37: Pesquisa de Processos DNPM ........................... 68 Tabela 35: Dimensionamento de OAC .......... 79 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página5de79 .Método Racional ................ 69 Tabela 36: Pesquisa de Processos DNPM ...............

............... 14 Figura 5: Seção Transversal Tipo Corte ... 48 Figura 22: Gráficos de precipitação mensal e periodicidade de chuvas no mês................................................................. 7 Figura 2: Mapa de Situação ....................................................................................................................................................................................................... 20 Figura 8 : Mapa Ambiental .....50 m ..............Plataforma 14......00 m .........Plataforma com drenagem ................................................................Plataforma de 8........................ 40 Figura 18: Mapa Classificação de Koppen .........Plataforma 14.................. 13 Figura 4: Seção Transversal Tipo Aterro ... 14 Figura 6: Mapa de locação dos corredores estudados .............. 10 Figura 3: Seção Tipo – Mista Plataforma de 8..................................................................Corte .... 38 Figura 14: Seção Tipo de pátios ............................................................Plataforma 14................................................. 39 Figura 15: Seção Tipo de pátios – Aterro ...................................50 m ............................................................Posto São José dos Pinhais.............................00 m ........Plataforma de 8......................................................................... 45 Figura 20: Postos Pluviométricos .................. 26 Figura 9: Mapa do traçado selecionado ................... 46 Figura 21: Gráfico Curvas IDF .............................................................................................................................. 49 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página6de79 ..........................00 m............. 43 Figura 19: Mapa Vegetação do Brasil .. 40 Figura 17: Seção Tipo Bitola métrica existente e bitola larga projetada.......................................................... 39 Figura 16: Seção Tipo Corte em Rocha .................................................................. 15 Figura 7: Alternativas de traçados estudadas ................50 m ...................................................................... 32 Figura 10: Mapa Geomorfológico com o traçado selecionado ................... 38 Figura 13: Seção Tipo de corte ..........LISTA DE FIGURAS Figura 1: Plano de Investimento em Logística – Ferrovias ......................................................... 35 Figura 12: Seção Tipo de aterro – Plataforma com drenagem................................................................................................... 34 Figura 11: Mapa Geológico com o traçado selecionado ........

como o anteprojeto geométrico (planta e perfil). conforme apresentado na figura a seguir. Bley) Mai rink Lapa Santos Rio Grande Mairinque/SP – Rio Grande/RS Figura 1: Plano de Investimento em Logística – Ferrovias Para melhor entendimento. bem como a identificação e comparação de diferentes alternativas de traçado. Açailândia/MA – Barcarena/PA (Porto de Vila do Conde) Uruaçu/GO – Campos/RJ Feira de Santana/BA – Ipojuca/PE (Porto de Suape) Açailândia Lucas do Rio Verde Lucas do Rio Verde/MT – Campinorte/GO Campinorte Belo Horizonte/MG – Candeias/BA (Porto de Aratu) Rio de Janeiro/RJ – Vila Velha/ES (Porto de Vila Velha) Uruaçu Estrela D’Oeste/SP – Dourados/MS Maracaju Panorama Estrela D’ Oeste Corinto Campos Ferroanel – Tramo norte . A primeira corresponde à coleta. Volume 2 – Relatório Gráfico Apresenta os principais elementos gráficos do traçado proposto. A segunda consiste no detalhamento da alternativa de traçado escolhida na Fase Preliminar.SP Acesso ao Porto de Santos/SP Ferroanel – Tramo sul . Bley) – Paranaguá/PR Jundiaí Maracaju/MS – Lapa/PR (Estação de Eng.SP Lapa/PR (Estação de Eng. Volume 3 – Orçamento ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página7de79 . resultando na escolha daquele que melhor atende os interesses públicos. A respectiva ligação ferroviária faz parte do Plano de Investimento em Logística do Governo Federal.1 APRESENTAÇÃO Os Estudos de Engenharia têm por objetivo caracterizar técnica e financeiramente a implantação de uma ligação ferroviária entre as cidades de Lapa/PR e Paranaguá. as seções típicas de terraplanagem. superestrutura e obras de arte especiais. compilação e análise de dados e elementos disponíveis. os Estudos de Engenharia estão divididos em três volumes: Volume 1 – Relatório do Projeto É composto pela Fase Preliminar e Definitiva.

bem como a memória de cálculo dos quantitativos e seus respectivos custos do traçado referencial.É apresentado o orçamento estimado para a implantação da ligação ferroviária. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página8de79 .

O estudo foi dividido em duas fases: Preliminar e Definitiva. finalizando com a comparação técnica e econômica entre elas. Em seguida. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página9de79 . Individualização da alternativa com base em critérios selecionados e ponderados em função de sua importância e relevância para o projeto (Análise Hierárquica – Matriz AHP). ponderadas por aspectos ambientais e por estudos de demanda para a ligação ferroviária proposta. a melhor alternativa de traçado para o estudo. ou seja. será apresentada a definição da metodologia adotada (Matriz AHP) e o resultado obtido.   Na Fase Preliminar serão apresentadas as alternativas de traçados estudadas. Para tanto. com as respectivas características. foram desenvolvidas as seguintes ações:  Determinação da viabilidade física das alternativas identificadas como as que melhor atendem os objetivos.2 OBJETIVO O presente volume apresenta os Estudos de Engenharia realizados para definir uma alternativa viável de traçado para a implantação da ligação ferroviária entre Lapa/PR (Estação de Engenheiro Bley) e Paranaguá/PR. caracterizando do ponto de vista técnico e financeiro o traçado referencial para implantação da ferrovia entre Lapa/PR (Estação de Engenheiro Bley) e Paranaguá/PR. Comparação das características técnicas e econômicas/ financeiras das alternativas estudadas. Na Fase Definitiva será desenvolvida de forma mais detalhada a alternativa escolhida.

3 MAPA DE SITUAÇÃO Figura 2: Mapa de Situação ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página10de79 .

1 Levantamento das bases planialtimétricas Para o início dos estudos utilizou-se toda a informação cartográfica disponível.000). incluindo dados provenientes de mapas topográficos e dados de elevações do projeto TOPODATA . 4. Mineração e Transformação Mineral – Serviço Geológico do Brasil – CPRM (1: 1. Mapa de Geodiversidade do Brasil – GEOBANK. Estudo de traçados. geomorfologia. exportar para o formato DWG. Instituto de Terras. O erro absoluto da geo-localização dos dados originais SRTM3 é de 9 m (Rodrigues et al. O estudo levou em consideração os seguintes dados. no formato SHAPEFILE. Avaliação comparativa dos traçados. Ministério de Minas e Energia – Secretaria de Geologia.do Paraná (geologia. Estudo de terraplenagem Estudos complementares..Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil.2 Estudos Geológico e Geotécnico Os estudos geológicos iniciais contemplaram a coleta de dados bibliográficos da região que permitiram caracterizar os solos. Para se obter os dados altimétricos em formato DWG. posteriormente. Agência Nacional de Águas (ANA). a geologia e a geomorfologia da área de abrangência das alternativas de traçados. com base nas condicionantes e premissas técnicas pré-definidas e a busca de soluções técnicas que garantam o atendimento às necessidades e a operacionalidade do empreendimento. no Datum SIRGAS 2000 . foi necessário converter os dados RASTER em um arquivo de pontos. Os estudos geotécnicos realizados se apoiaram em informações cartográficas (mapas geológicos. mapas geomorfológicos e mapas de solos). vistorias de campo e relatórios de projetos desenvolvidos na região.Fuso 22S para. a definição de quatro alternativas para o traçado do trecho ferroviário.ITCG . Estudo hidrológico. a saber:        Levantamento das bases planialtimétricas. com base nos dados do Modelo Digital de Elevação SRTM (Shuttle Radar Topography Mission).000). Os dados altimétricos do projeto TOPODATA possuem uma malha com espaçamento entre 30 e 25 m.4 FASE PRELIMINAR Os estudos realizados nesta fase objetivaram principalmente. através de um processo denominado de kriging. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página11de79 . produzidos pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Para o estudo das alternativas utilizaram-se os dados espaciais:      Mapa cartográfico do Brasil.000. 4. Bacias Hidrográficas. Cartografia e Geociências. IBGE (1: 250. pedologia e hidrografia). Estes dados são o produto da interpolação dos dados originais SRTM3 com uma malha de 90 m. 2006)¹. com coordenadas UTM. Malha viária. Ministério dos Transportes/ DNIT (1: 250. dependendo da latitude.000). Estudos geológico e geotécnicos.

5 Estudo de traçados 4. Curvas de nível a cada 10 m.2 Superestrutura Ferroviária  Bitola: 1.80m de comprimento. estado de conservação e gabarito das estruturas existentes e relatório conclusivo atestando a possibilidade de duplicação e recomendando adequações necessárias.3 Estudo hidrológico Os estudos foram desenvolvidos com o objetivo de prover os elementos básicos necessários à caracterização climática e pluviométrica da região do projeto. Datum .5.1. 4. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página12de79 . Raio mínimo: 350.1    Parâmetros de projeto Base Cartográfica – SRTM.1. 4. Tipo de solda: Elétrica – flash butt.00m para cada lado.30m.00m.60m. a partir do eixo.5.SIRGAS2000.35m. Talude do lastro (V:H): 2:3.      Extensão mínima de intertangente entre curvas reversas: 25.1 Geometria  Extensão máxima com rampa única: 7. Largura do ombro do lastro: 0. coleta de dados relativos ao solo.5.50 m. Compõe este estudo. após a estação de Engenheiro Bley. Velocidade máxima de projeto: 80 km/h. relatório fotográfico. realizados em abril/13. Entrevia para futura duplicação (linha e OAE's) de 5. Taxa de dormentação: 1. 4. 4. Dormente: Monobloco de concreto com 2. para permitir a análise da viabilidade de aproveitamento da via existente nos primeiros 60 quilômetros. para o dimensionamento das obras.          Trilho: 68 Kg/m.000. bueiros e galerias. Tala de junção: 6 furos. Tipo de fixação: Fast Clip FC – 160.4 Estudos complementares Fazem parte desses estudos os levantamentos de informações em campo.667 dorm/km.4.00m.00m. tais como pontes. Altura do lastro: 0. Faixa de domínio: 20. estabelecendo as correlações precipitação-escoamento e possibilitando a determinação das descargas máximas nas bacias hidrográficas em estudo.

Distância Mínima entre pontas de agulhas nos AMV (cruzamento – desvio): 40.3 Pátios  Características geométricas: 2 linhas (1 linha de cruzamento – 3.5.4 Obras Complementares  Vedação: Mourão de concreto em perímetro urbano. AMV de 1:20 para linha principal.25%.  Vedação: Mourão de madeira com 5 fios de arame farpado em perímetro rural. 4. AMV de 1:14 para o desvio.4.50 m para corte e aterro na plataforma e caimento de 3.50m.5.00m.0%.5.  Largura de 18.0%. Rampa máxima: 0.1. Figura 3: Seção Tipo – Mista Plataforma de 8.       Entrevias: 5. 4.500m de distancia entre Pontas de Agulhas e 1 desvio morto de 300 m).50 m para corte e aterro nos pátios e caimento de 3.5 Terraplenagem  Largura de 8. Tipo de dormentes para AMV: Madeira (Padrão).1.1.50 m ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página13de79 .

dentre outras interferências. tendo como marco inicial a Estação de Engenheiro Bley.Plataforma de 8. sete corredores para implantação da ligação ferroviária.Figura 4: Seção Transversal Tipo Aterro .50 m Figura 5: Seção Transversal Tipo Corte . preliminarmente.5. rodovias e ferrovias existentes.PR.Plataforma de 8.50 m 4. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página14de79 . no município de Paranaguá . A definição destes corredores foi norteada por um levantamento ambiental prévio e a identificação de perímetros urbanos. no município de Lapa – PR e se estendendo até o Complexo Portuário de Paranaguá. Apresenta-se em sequência o mapa com a locação dos corredores estudados.2 Alternativas de traçados Para a elaboração do estudo de traçados foram pesquisados.

5 e 6).Figura 6: Mapa de locação dos corredores estudados A análise dos corredores resultou na exclusão de quatro destas propostas (corredores 2. devido a interseção destes com a área reservada para o futuro “Parque Nacional de Guaricana”. 4. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página15de79 .

). obras de arte especiais. Custos de implantação. para cada alternativa. Custos e benefícios sociais do empreendimento. Araucária. Esta metodologia se estabelece em três etapas de pensamento: construção de hierarquias. após a Estação de Engº Bley. geológicas e de operação da via. áreas de uso especial etc. Foram definidos. definição de prioridades. o qual estrutura a tomada de decisão com base na importância de critérios selecionados e ponderados em função de sua importância e relevância para o projeto. nas proximidades do Complexo Portuário de Paranaguá. econômicas e ambientais. O método AHP é o mais amplamente utilizado e conhecido no apoio à tomada de decisão na resolução de problemas com múltiplos critérios.6. Meio ambiente (restrições ambientais. foi elaborado o estudo de alternativas de traçados. Os fatores determinantes na avaliação e seleção comparativa da alternativa são:       Engenharia de implantação (traçado. volumes de terraplenagem etc.). os quantitativos relativos à movimentação de terra. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página16de79 . desenvolveram-se no sentido leste. pátios de manutenção. Contenda. As quatro alternativas estudadas tiveram início na Estação Engenheiro Bley. obras de arte correntes. São José dos Pinhais e Paranaguá onde foi prevista a alça de ligação com a ferrovia existente. e consistência lógica. e assim sucessivamente até se chegar ao nível mais claro e mensurável do problema. O ranking das alternativas foi estabelecido conforme a metodologia. 4. bem como variam ao longo do tempo e das circunstâncias sociais. custos de transporte).1 Metodologia AHP Para definição da melhor alternativa. Este método decompõe o problema em fatores.Na sequência. passando pelos municípios de Balsa Nova.AHP (Analytic Hierarchy Process). relevo. Os pesos específicos de cada fator são distintos entre si e variam a cada tipo de empreendimento. Captação de demanda. Este estudo de alternativas baseou-se no atendimento às premissas e parâmetros de projetos e às condicionantes ambientais. manutenção e gestão. analisaram-se comparativamente as alternativas. Curitiba.6 Avaliação comparativa dos traçados 4.3 e 7 e mais uma quarta alternativa de traçado composto por parte de um dos corredores e o aproveitamento do corredor da ferrovia existente nos primeiros 60 quilômetros. Fazenda Rio Grande. geometria. a partir dos corredores 1. Operacionais (restrições operacionais. superestrutura da via e instalações. as características técnicas das alternativas e os custos de implantação aplicando-se no auxílio à tomada de decisão o Método de Análise Hierárquica . que por sua vez podem ser divididos em novos fatores. considerando as questões de impacto ambiental.

L. A atribuição dos graus de importância obedece aos critérios expostos por Saaty. (1980). sendo que essa relevância foi definida pela equipe da ANTT/Gerenciadora do Estudo de Viabilidade. Fazer isso para todos os elementos. as prioridades das alternativas no nível mais baixo são obtidas. (2008). O ranking das alternativas foi estabelecido conforme a metodologia AHP (Analytic Hierarchy Process). para tomar uma decisão de forma organizada visando gerar prioridades é preciso decompor o processo de decisão nos seguintes passos:   Definir o problema e determinar o tipo de conhecimento necessário. chegando-se a uma única alternativa para ser detalhada na fase seguinte. A tomada de decisão e seleção de melhor alternativa se dá pela formação de um ranking. As notas das alternativas foram ponderadas em função da relevância dos aspectos considerados. para cada elemento no nível inferior adiciona o seu peso e obtém-se a prioridade global. passando pelos níveis intermediários (critérios dos quais os elementos seguintes dependerão) para o nível mais baixo (o qual usualmente é um conjunto de várias alternativas). introduzida por Saaty. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página17de79 .   Construir um conjunto de matrizes de comparação. Dessa forma. T. então os objetivos de uma perspectiva ampla.L. Conforme descrito por Saaty. o qual estrutura a tomada de decisão com base na importância de critérios selecionados e ponderados em função de sua importância e relevância para o projeto. entre as três alternativas estudadas.L.No presente trabalho adotou-se uma metodologia própria para ponderar os fatores antes mencionados de modo a quantificar as avaliações comparativas entre as alternativas permitindo selecionar entre as alternativas concebidas. Dando continuidade no processo de ponderação e adição até o final. T. T. (2008) mostrados na tabela a seguir. Estruturar a hierarquia de decisão do topo com o objetivo da decisão. Usar as prioridades obtidas das comparações para ponderar as prioridades no nível imediatamente abaixo. Cada elemento em um nível mais alto é usado para comparar os elementos em um nível imediatamente abaixo.

Tabela 1: Graus de Importância – Saaty Intensidade de Importância 1 Mesma importância Definição Explicação As duas atividades contribuem igualmente para o objetivo A experiência e o julgamento favorecem levemente uma atividade em relação à outra. 8 Recíprocos dos valores acima de zero Valores intermediários entre os valores adjacentes Se a atividade i recebe uma das designações diferentes acima de zero. deve ser revista a qualidade da informação. O resultado é dividido pelo mesmo tipo de avaliação utilizando o índice de coerência aleatória correspondente à dimensão de cada matriz ponderada pelas prioridades. O rácio de coerência da hierarquia deve ser inferior ou no máximo igual a 10%. sua dominação de importância é demonstrada na prática. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página18de79 . Razões resultantes da escala Uma designação razoável Racionais Se a consistência tiver de ser forçada para obter valores numéricos n. aplicadas na avaliação comparativa de todos os trechos. A aplicação desses índices de intensidade relativa resultou em uma matriz normalizada dos critérios. Quando se procura uma condição de compromisso entre duas definições 3 Importância pequena de uma sobre a outra 5 Importância grande ou essencial 7 Importância muito grande ou demonstrada 9 Importância absoluta 2. A evidência favorece uma atividade em relação à outra com o mais alto grau de certeza. 4. quando comparada com a atividade j. então j tem o valor recíproco quando comparada com i. caso contrário. A experiência e o julgamento favorecem fortemente uma atividade em relação à outra Uma atividade é muito fortemente favorecida em relação à outra. 6. somente para completar a matriz.

6. como apresentado na tabela seguinte. de acordo com a definição da equipe técnica. características técnicas e operacionais. Os vetores de priorização e seus respectivos pesos relativos foram uniformizados.00 1.00 1.67 1. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página19de79 . a ponderação dos vetores de priorização foram fixadas e preenchidas nos vetores sob sua responsabilidade (custo. prazo.00 1. bem como. para todos os lotes em estudo e utilizados no preenchimento da Matriz AHP.50 1.00 3. 1.33 1.00 0.00 1.00 1.2 Traçados Estudados Apresenta-se em sequência.00 1.33 1.50 1.67 1.00 3. aspectos ambientais.00 A matriz da metodologia AHP.00 0.00 1.00 1.00 0.Tabela 2: Matriz Normalizada de Critérios Custo de Implantação Prazo de Execução Aspectos Ambientais Custos e benefícios Captação da Caracteríssociais do demanda ticas técnicas empreendimen to Operacional/ Prioridades Custo Implantação Prazo de Execução Aspectos Ambientais Operacional/ Características técnicas Custos e benefícios sociais do empreendimento Captação da demanda.50 1. mapa com as alternativas de traçados estudadas.00 1.00 0.00 0.00 0.00 0.00 3.33 1.50 1. Peso % 19% 8% 20% 17% 20% 17% 4.00 1.00 1.00 1.00 1.67 1. seguido da descrição destas. Tabela 3: Pesos Vetor de Priorização Custo Implantação Prazo de Execução Aspectos Ambientais Operacional/Características técnicas Custos e benefícios sociais do empreendimento Captação da demanda.00 3.00 1. aspectos sociais e demanda).

em Lapa. transpondo a rodovia Régis ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página20de79 .Figura 7: Alternativas de traçados estudadas  Alternativa 1 Com o início na Estação Engenheiro Bley. o traçado desta alternativa dirige-se a sudeste margeando pela esquerda o rio Iguaçu até as proximidades do município de Contenda – PR. de onde segue na direção sul do município de Fazenda Rio Grande. até a represa do Vossoroca.

Nesta alternativa foram previstos 10 viadutos com extensão total de 5. onde se buscou evitar as regiões com possível presença de solo mole. seu desenho se dá contornando a leste o Parque Nacional de Saint Hilaire / Lange. o traçado inicia a descida da Serra do Mar pela margem direita do vale do rio São João. contornando-a e seguindo até o Vale do Rio São João.0 m. viadutos para as interferências com a BR-101. procurouse margear as encostas e divisores de água.4 % do traçado em curva. sendo o túnel mais extenso de 2. próximo ao viaduto de entroncamento entre as BR-277 e PR-508.300.116).0 m. 29.5% sentido importação e 1. cortando ao norte o município de Contenda. com a indicação de um viaduto fechando em concordância com a ferrovia existente. este traçado se desenvolve a sudeste. O balanço de massas entre cortes e aterros resultou em 43% para corte e 57% para aterro. visando sempre o equilíbrio de massa entre cortes e aterros.0% sentido exportação. O trecho final desta alternativa é coincidente com a alternativa 1. rampas máximas de 1.Bittencourt (BR . o traçado foi concebido com o intuito de perder altitude e vencer o desnível de quase 900. subindo em direção norte até o município de Borda do Campo. sendo necessário prever OAEs e Túneis para vencer diferenças de cotas altimétricas variando entre 900 metros e 20 metros.540. Neste traçado foram previstos 22 viadutos com extensão total de 25.0 m. seguindo em paralelo a rodovia PR-508 até transpor a BR-277. Esta alternativa alcança uma extensão total de aproximadamente 254 km e suas características geométricas se resumem em: raio mínimo de 350. ou seja.0 m.0% sentido exportação.0 m.  Alternativa 3 Também com início na Estação Engenheiro Bley. seguindo em paralelo a PR-508 até atingir a ferrovia existente. as características geométricas deste traçado se resumem em: raio mínimo de 350.800.0 m.  Alternativa 2 A alternativa 2. Deste ponto em diante. o traçado foi desenvolvido no sentido da Serra Dona Francisca.300. com início na Estação Engenheiro Bley.5% sentido importação e 1. Nesta descida. onde transpõe a BR-476. o traçado desenvolve-se em região litorânea. Foram previstos. o alinhamento horizontal percorre regiões montanhosas. desenvolve-se a sudeste pela margem esquerda do Rio Iguaçu. Nesta região. Com uma extensão total de 248 km. rampas máximas de 1.0m e 15 túneis totalizando 15.200. Neste trecho inicial. transpondo a BR-116 ao sul do município de Fazenda Rio Grande e seguindo até a rodovia Prefeito Francisco Teixeira. também.0 m. na chegada Garuva .101. até transpor o rio Itararé próximo a BR . ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página21de79 . No trecho final. Após a represa. 43 % do traçado em curva.280. A partir deste ponto. foi desenvolvido margeando a leste o Parque Nacional Saint Hilaire / Lange. sendo o túnel mais extenso com 5.SC. o traçado segue para o sul do município de Fazenda Rio Grande após cruzar a BR-116. onde o traçado enfrenta um relevo difícil. O balanço de massas entre cortes e aterros resultou em 57% para corte e 43% para aterro.0m e 16 túneis totalizando 30. Assim.

200. Desenvolve-se com raio mínimo de 500. segue em direção a Serra da Igreja. onde as cotas altimétricas se aproximam do nível do mar. Foi verificado. sendo sua extensão total de 160 km. Nesta alternativa. Apresenta ainda. Próximo ao município de Borda do Campo o traçado segue para o norte da Serra da Igreja.960. segue em paralelo a BR-277 até o entroncamento da PR508 com BR-277. Neste trecho.000. encaixando com a linha existente. sendo o túnel mais extenso com 4. que deverão ser tratadas em uma próxima etapa de projeto. Pátio de Araucária I. rampas máximas de 1. raio mínimo de 500. Pátio de Araucária II e o Pátio de Iguaçu. Neste traçado foram previstos 06 viadutos com extensão total de 3.5% sentido importação e 1.5% sentido importação e 1.0 m.6. identificam-se as interferências com os pátios existentes de Balsa Nova.360. e desce margeando as encostas e divisores de água até alcançar as proximidades da BR-277. Após este trecho.000. 4.PR.3 Aspectos técnicos e operacionais Nas tabelas abaixo estão o resumo das características geométricas dos traçados estudados.0m.0m. passando ao norte do Parque Nacional de Saint Hilaire / Lange até o entroncamento da BR-277 com PR-508. o traçado segue na direção sudeste.0m e 8 túneis totalizando 11.360.200.0 m.0 m. percorrendo o corredor da ferrovia existente até o viaduto rodoviário da Avenida Comendador Franco.Ao atravessar município Borda do Campo. sendo o túnel mais extenso com 4.0 m. o traçado desta alternativa segue a margem direita do rio Iguaçu no sentido Curitiba .0% sentido exportação e maior extensão de rampa 7. A partir deste ponto.960. A alternativa possui aproximadamente 23.8% do seu traçado em curvas. sentido São José dos Pinhais . sendo sua extensão total de 150 km. chegando à cota altimétrica de 20.0% sentido exportação e maior extensão de rampa 7. que o balanço de massa entre cortes e aterros ficou em 44% para corte e 56% para aterro.  Alternativa 4 Iniciando na Estação Engenheiro Bley. Após atingir a cota necessária para o desenvolvimento do traçado sem grandes OAE's.PR. Pátio General Lúcio. nesta alternativa.0m Neste traçado foram previstos 06 viadutos com extensão total de 3.0 m. a alternativa seguiu paralela a BR-277. Tabela 4: Quadro resumo das características geométricas – Horizontal Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 163 12 25 79 1 57 6 74 Raios (m) 350 400 500 Alternativa 4 6 50 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página22de79 . onde inicia a descida na Serra do Mar seguindo-a em encosta e aproveitando os divisores de água ate atingir as proximidades da BR-277. o balanço de massa entre cortes e aterros ficou em 60% para corte e 40% para aterro. rampas máximas de 1.0m e 8 túneis totalizando 11. A alternativa possui aproximadamente 25% do seu traçado em curvas. aproveitando parte da faixa de domínio existente da antiga linha ferroviária de Curitiba a Paranaguá.0 m.

19 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página23de79 .00 36.80 14.00 85.394.00 49.00 % 26.097.20 < i <= 0.00 Alternativa 2 Frequência (und) 39 20 5 3 4 19 Desenvolvimento (m) 118.60 0.38 55.300.60 0.000.00 i > 1.20 0.00 Alternativa 1 Frequência (und) 26 27 7 3 1 14 Desenvolvimento (m) 85.20 < i <= 0.33 23.Raios (m) 600 700 800 900 1000 1500 2000 3000 Total Alternativa 1 25 1 1 25 3 5 23 284 Alternativa 2 9 1 11 1 23 3 8 193 Alternativa 3 1 1 2 84 Alternativa 4 2 58 Tabela 5: Quadro resumo das características geométricas – Verticais Aclive / Declive (%) 0 < i <= 0.5 22 6.500.800.00 % 50.900.300.00 2.00 4.40 0.600.420.06 % 46.60 0.60 < i <= 0.00 i > 1.00 i > 1.00 i > 1.4 Aclive / Declive (%) 0 < i <= 0.00 11.302.20 0.40 < i <= 0.600.00 8.80 < i <= 1.45 11.9 3.80 < i <= 1.500.00 11.80 0.80 < i <= 1.44 35 28.000.40 < i <= 0.600.4 Aclive / Declive (%) 0 < i <= 0.00 Alternativa 4 Frequência (und) 14 22 11 5 12 19 Desenvolvimento (m) 38.900.00 56.80 0.20 < i <= 0.20 0.40 < i <= 0.20 < i <= 0.00 22.16 Aclive / Declive (%) 0 < i <= 0.5 4 16.60 < i <= 0.00 45.20 0.40 0.60 0.795.93 18.80 0.8 33.80 0.55 47.1 19.600.40 0.257.00 Alternativa 3 Frequência (und) 13 7 5 - Desenvolvimento (m) 42.00 31.00 16.700.8 40.80 < i <= 1.1 1.40 0.1 7.7 8.84 15.00 10.900.6 4.40 < i <= 0.204.42 41.3 3.60 < i <= 0.60 < i <= 0.00 18.86 % 33.600.

foram determinadas as extensões.500 Alternativa 4 150 4 3. considerando as quantidades dos serviços básicos. às obras de arte e ao greide ferroviário projetado. quadro comparativo das estimativas de custos de implantação da infra e superestrutura das quatro alternativas. a cada 40 km nessa fase preliminar.500 Alternativa 3 160 5 3. Tabela 6: Características dos pátios Pátios Alternativa 1 248 5 3. terraplenagem.6. Segue abaixo. as premissas técnicas para determinação da localização dos pátios estão condicionadas à velocidade do trem. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página24de79 . Com base nessas informações. Os valores aplicados foram baseados em preços unitários constantes do Sicro 2(Infraestrutura) e SICFER(Superestrutura) ou de valores obtidos em obras semelhantes. o número e extensão das OAE’s (pontes. drenagem e oac. principalmente para o caso das estruturas em concreto. os volumes de cortes e aterros. A partir desses dados foi possível estimar os custos dos principais itens de serviços que constituem o CAPEX do segmento ferroviário.500 Dados Extensão da alternativa (km) Número de pátios Extensão de cada pátio (m) 4.Para a definição dos possíveis pátios de cruzamento na ferrovia em estudo. os pátios de cruzamento foram posicionados aproximadamente.500 Alternativa 2 254 5 3. obras de arte especiais.4 Custo de investimento – CAPEX A partir dos estudos de traçado. que definiram as diretrizes em planta e perfil para as alternativas consideradas. túneis e superestrutura. viadutos e túneis) e OAC’s. ao tamanho da composição.

910.60 163.5 Aspectos sociais e ambientais Para o estudo dos fatores socioambientais foi produzido um "Mapa Ambiental" no qual foram destacados os fatores do meio ambiente relevantes para a definição dos traçados.88 3.108.550.033.00 6.00 7.96 ALTERNATIVA 4 1.00 98.00 676.279.325.600.432.00 25.493.826.516.753.00 83.854.334.015.971.852.819.188.20 82.00 2.340.642.602.382.664.352.934.652.77 142.80 25.052.198.00 11.672.334.025.160 10.442.986.345.574.697 17.897.648.882.00 49.57 38.402.73 150.28 23.60 39.649.720 13.002.890.864.094.80 25.021.759.652.53 4.409.268.73 11.538.05 189.00 197.475.128.541.532.612.000.726.764.564.296.65 289.229.6.757.50 175.472.666.75 105.218.84 87.761.039.73 40.518.123.75 24.51 2.595.025.906.99 278.00 808.032.382.83 45.021.88 4.71 39.95 244.910.00 55.125.00 50.74 248.00 11.371.075.00 175.00 49.809.178.83 1.368.09 145.628.52 49.477.755.00 25.536.493.41 232.986.000.237.196.93 532.75 124.000.178.336.859.622.001.504.147.193.343.846.443.457.148.58 49.000 12.153.00 98.00 1.87 11.266.43 160.00 557.807.468.057.986.890.800.00 37.00 226. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página25de79 .512.936.426.59 ALTERNATIVA 3 3.34 ALTERNATIVA 2 5.85 20.Tabela 7: Custo de implantação estimado das alternativas VALOR (R$) DESCRIÇÃO ALTERNATIVA 1 Serviços preliminares Terraplenagem Obras de arte correntes e drenagem Superestrutura ferroviária Trilhos Obras complementares Obras de arte especiais Proteção ambiental Sistemas ferroviários Instalações fixas Instalação e manutenção dos canteiros Projeto executivo Desapropriação e aquisição de terras Equipamentos ferroviários Total Extensão (km) Custo por km 5.534.75 101.266.325.066.986. Os estudos resultantes destacam os aspectos sociais e ambientais relativos a cada alternativa de traçado estudada e estão resumidos nas tabelas e textos que seguem a apresentação do mapa ambiental a seguir.515.416.61 436.689.20 116.857.328.123.256.500.988.680.810.080.

Figura 8: Mapa Ambiental ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página26de79 .

00 15.00 Alt. Comunidades Quilombolas e Terras Indígenas.00 0. 1 Terras indígenas dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Terras indígenas dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) Terras indígenas a menos de 10 km da Faixa de Domínio* (Quantidade) Terras indígenas a menos de 5 km da Faixa de Domínio* (Quantidade)*** Municípios com comunidades quilombolas não mapeadas que interceptam os traçados Comunidades quilombolas não mapeadas (Buffer 5 km de raio das Comunidades que estão dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Comunidades quilombolas não mapeadas (Buffer 10 km de raio das Comunidades que estão dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Comunidades Quilombolas dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Comunidades Quilombolas dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) Comunidades Quilombolas a menos de 5 km da Faixa de Domínio* (Quantidade)*** Comunidades Quilombolas a menos de 10 km da Faixa de Domínio* (Quantidade) Interferência com Perímetros Urbanos a menos de 10 km da Faixa de Domínio* (Quantidade) 0.00 2.00 0.00 0.00 2.00 0.69 9.00 0.00 0.00 3. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página27de79 .00 0.00 0.00 0. que diz respeito aos aspectos sociais relevantes para as 4 alternativas.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.55 ***Para os aspectos: Unidades de Conservação. a partir do traçado das alternativas.00 0.00 Alt.00 Interferência com Perímetros Urbanos dentro da Faixa de Domínio* (Área 10.00 3.00 0.00 0.00 0.00 0. 3 0.Tabela 8: Aspectos sociais Aspectos sociais Alt. além de proporcionar uma melhor análise do cenário ambiental.00 Alt.00 13.00 2.00 0.00 0.00 3.00 15.00 0. 10.00 0.00 2. foram adotadas duas distâncias. aquela já estabelecida pela matriz e uma de maior precisão.00 15.00 0. observase que:  Nenhuma das alternativas intercepta Territórios Indígenas.00 0. 2 0.08 138. O objetivo foi de atender as distâncias estabelecidas nos instrumentos legais pertinentes ao assunto.00 0.00 0.69 em ha) Nota explicativa: * A faixa de domínio corresponde a 30 metros para cada lado a partir do eixo do traçado.00 0.00 0.00 0. 4 0. Da análise da tabela acima.00 3.00 0.

00 1045.00 1. 1 Alt.91 4.92 Domínio* (Área em ha) Unidades de Conservação (a menos 10 km dos traçados) (Quantidade)*** Unidades de Conservação .81 3.53 27.63 1.70 13.00 35.88 69. A alternativa 1 intercepta 13 perímetros urbanos. cada uma.considerando Zona de Amortecimento igual ao raio de 3 km a partir da UC (Quantidade) ** Fragmentos de Florestas dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) APP Cursos D'Água que interceptam o trecho ferroviário (Quantidade) APP .86 Unidades de Conservação/Unidades de Uso Sustentável sem APAs dentro da 0.40 68.00 77. totalizando uma área de 10.56 26. 15 perímetros urbanos.70 75.80 0.98 574.17 76.00 8.00 16. 3 5.00 Alt.07 221.69 26.00 0.00 1.  Em todas as alternativas.00 Faixa de Domínio* (Quantidade) Unidades de Conservação/Unidades de Uso Sustentável sem APAs dentro da 0.86 341.91 1.Mangue dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) 14.00 0.Cursos D'Água dentro da Faixa de Domínio*(Área em ha) APP .00 6.00 809. 4 5.00 Domínio* (Quantidade) Unidades de Conservação/Unidades de Proteção Integral dentro da Faixa de 21.69 ha.00 Unidades de Conservação dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Unidades de Conservação dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) Unidades de Conservação/Área de Proteção Integral (APA) dentro da Faixa de Domínio* (Quantidade) Unidades de Conservação/APA dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) 3.91 2.00 6.00 77.Áreas Úmidas dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) APP .95 4.69 ha.00 423.00 1155.00 229.45 23.Restinga dentro da Faixa de Domínio* (Área em ha) APP .00 46. respectivamente.08 ha e 138.00 Faixa de Domínio* (Área em ha) Unidades de Conservação/Unidades de Proteção Integral dentro da Faixa de 1.58 663.00 11.89 341. As alternativas 2 e 3 e 4 interceptam. e três a menos de 10 km. duas comunidades Quilombolas localizam-se a menos de 5 km.55 ha. 2 5.00 1. totalizando áreas de 10.04 16.81 3.59 92.83 0.83 0. 9.00 590. Tabela 9: Aspectos ambientais Aspectos Ambientais Alt.00 Alt.00 21.00 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página28de79 .00 787.00 1.00 624.00 423.04 14. a partir dos eixos dos traçados.00 4.00 4.05 16.

agroindustrial e de produção de grãos. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página29de79 . na região sul do país.6. com grande representatividade no PIB estadual e com forte dinamismo nos setores da indústria e serviços. foram adotadas duas distâncias.83 ha de APP de restinga e 663. além de proporcionar uma melhor análise do cenário ambiental. 23 Áreas de Proteção Permanente ( APP ) de curso d'água.045. Dentro da faixa de domínio desta alternativa encontram-se 27. marcada por grande concentração industrial. ** Para atender os instrumentos legais pertinentes ao assunto considerou-se a zona de amortecimento igual a um raio de 3 km das Unidades de Conservação. 229. observa-se:  A alternativa 1 intercepta 3 Unidades de Conservação(UC). Comunidades Quilombolas e Terras Indígenas. 69 Áreas de Proteção Permanente(APP) de curso d'água. 1. 221.0 ha de áreas úmidas. que diz respeito aos aspectos ambientais relevantes para as 4 alternativas.56 ha de APP de áreas úmidas.83 ha de APP de restinga e 624. 1 Unidade de Conservação de Uso Sustentável. A região possui ainda um grande potencial para os setores agropastoril.58 ha de fragmentos de floresta e(apenas nesta alternativa).80 ha de APP de restinga e 1. A alternativa 2 intercepta 5 Unidades de Conservação(UC). 68. Dentro da faixa de domínio desta alternativa encontram-se 21. 3 Unidade de Conservação do tipo de Uso Sustentável(APA).63 ha de APP de restinga.155.7 ha de mangue. uma Unidade de Conservação de Proteção Integral. Os municípios da Região Metropolitana de Curitiba concentram as maiores economias do Estado.6 A área de influência das alternativas dos traçados estudados está localizada no sudeste do estado do Paraná. 3 Unidades de Uso Sustentável do tipo Área de Proteção Ambiental(APA). 26. 13 Áreas de Proteção Permanente ( APP ) de curso d'água. ***Para os aspectos: Unidades de Conservação. 1 Unidade de Proteção Integral. 92 Áreas de Proteção Permanente(APP) de curso d'água. Aspectos socioeconômicos    4. 1 Unidade de Proteção Integral. 1. Dentro da faixa de domínio desta alternativa encontram-se 76.Nota explicativa: * A faixa de domínio corresponde a 30 metros para cada lado a partir do eixo do traçado. A alternativa 3 intercepta 5 Unidades de Conservação(UC). uma Unidade de Conservação de Proteção Integral. Da análise da tabela acima.Cursos D'Água. A alternativa 4 intercepta 5 Unidades de Conservação(UC).88 ha de área de fragmentos de floresta.45 ha de fragmentos de floresta.40 ha de APP . O objetivo foi de atender as distâncias estabelecidas nos instrumentos legais pertinentes ao assunto. a partir do traçado das alternativas.59 ha de fragmentos de floresta. destacando-se o setor automobilístico de grandes montadoras européias e japonesas. 2 APA's. em geral.07 ha de APP de Áreas Úmidas. 1 Unidade de Conservação de Uso Sustentável. A área abrangida pelos traçados é. Dentro da faixa de domínio desta alternativa encontram-se 75. aquela já estabelecida pela matriz e uma de maior precisão.69 ha de APP de áreas úmidas e 26.

viabilizando o escoamento de cargas pelo Porto de Paranaguá.2 43 ALTERNATIVA 3 160.8 Prazo de implantação Tabela 10: Prazo de implantação DESCRIÇÃO EXTENSÃO TOTAL DAS ALTERNATIVAS (Km) PRAZO DE EXECUÇÃO ALTERNATIVA 1 248 42 ALTERNATIVA 2 254. 4.00 Alternativa 4 0.6. facilitando a instalação de escolas.00 1. comércio e prestações de serviços. saúde e infraestrutura.00 4.00 1.00 4.00 PML´s 0.00 Alternativa 3 0. facilitando o intercâmbio comercial com outros estados brasileiros e com países do MERCOSUL.25 0.40 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página30de79 . criando ainda uma interligação com a dinâmica social.7 Estudos de demanda Todos os critérios adotados e dados utilizados sobre o estudo de demanda na região do trecho ferroviário estão disponíveis no Relatório 1 – Estudo de Demanda.40 0. a promoção de maior integração logística. educação.09 0.16 24 4.00 1. formação de mão de obra. 4.00 0. No âmbito nacional. portanto.9 Análise hierárquica (Matriz AHP) As matrizes normalizadas para cada uma das alternativas estudadas estão sintetizadas nos quadros apresentados em sequencia.00 Alternativa 2 2.25 1.50 4.25 1.72 24 ALTERNATIVA 4 150.6.12 0.25 0. técnicas/ operacionais Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1. desenvolvimento e inclusão social para esta região.A implantação da ligação ferroviária entre o pátio ferroviário de Engenheiro Bley/PR e o Porto de Paranaguá/PR representam. com influência direta em áreas como geração de empregos. A interligação ferroviária e as obras para sua implantação são vetores de expansão da economia da região.00 4. a localização geográfica desta ferrovia favorece a interligação de importante área geoeconômica.6. Tabela 11: Normalização da matriz – características técnicas/ operacionais Caract.

39 0.00 0.00 4.00 4.35 Dos resultados de aplicação da Matriz AHP.00 Alternativa 3 2.00 PML´s 0.00 Alternativa 2 1.50 Alternativa 4 2.25 0.00 Alternativa 3 0.50 Alternativa 2 2.25 1.00 1.00 2.00 4.00 2.24 0.00 1.29 0.00 1.23 0.00 1.24 0.50 0.33 1.40 0.00 0.00 0.18 0.00 7.20 0.00 1.Tabela 12: Normalização da matriz – estimativa de custo Estimativa de Custo Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1.00 0.00 0.00 5.00 1.00 Alternativa 4 0. foi selecionada a alternativa 4. para o desenvolvimento dos estudos da fase definitiva.00 1.59 Tabela 13: Normalização da matriz – aspectos ambientais Aspectos Ambientais Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1.25 0.00 1.33 Tabela 16: Normalização da matriz – prazo Prazo Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1.00 1.39 0.25 1.50 Alternativa 2 2.00 PML´s 0.00 1.00 PML´s 0.00 Alternativa 3 1.00 2.13 0.50 Alternativa 3 1.00 0.00 1.00 3.00 Alternativa 2 3.00 0.40 0.00 Alternativa 4 2.25 1.00 PML´s 0.00 1.00 4. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página31de79 .00 1.00 0.00 1.00 1.10 0.00 2.12 0.50 1.06 0.00 1.00 4.50 0.40 Tabela 17: Resultado da matriz Alternativas Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Prioridade Global 0.00 1.50 1.00 1.33 3.25 1.00 1.14 0.25 0.50 1.00 0.00 Alternativa 3 0.00 Alternativa 4 0.00 1.25 0.20 Tabela 15: Normalização da matriz – captação da demanda Captação da demanda Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1.00 PML´s 0.00 1.00 4.33 0.00 Alternativa 4 1.10 0.34 0.14 0.00 Alternativa 2 1.00 1.25 Tabela 14: Normalização da matriz – custos e benefícios Sociais Benefícios sociais Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3 Alternativa 4 Alternativa 1 1.

ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página32de79 . Para a caracterização geométrica do sub-trecho existente foi utilizada a vetorização de imagens do Google Earth. na cidade de Lapa-PR e Paranaguá-PR. 90 Km de linha nova. em um percurso de 150 km de extensão.1 Descrição técnica do traçado O projeto desenvolvido nesta fase definitiva refere-se à ligação ferroviária entre a Estação de Engenheiro Bley. sem necessidade de desapropriações. Nessa fase do estudo os aspectos técnicos do traçado referencial serão mais bem detalhados. A definição de aproveitamento do primeiro sub-trecho e suas características de projeto foram baseadas em coleta de dados e vistorias em campo que apontou. que a faixa de domínio deste sub-trecho comporta a duplicação da via em bitola larga e atende as premissas do estudo. Figura 9: Mapa do traçado selecionado 5. No primeiro sub-trecho. O mapa a seguir. apresenta o traçado escolhido. e no segundo sub-trecho serão implantados aproximadamente.5 FASE DEFINITIVA Após a aplicação do método AHP. entre outras considerações e recomendações. de aproximadamente 60 km. será aproveitado o corredor da linha existente. concluiu-se que dentre as alternativas estudadas a mais viável é a alternativa 4.

Granito Serra da Igreja. o traçado se assenta sobre depósitos aluvionares e depósitos litorâneos indiferenciados em região de planície litorânea e planícies fluvio-marinhas.O desenvolvimento do traçado da linha nova (segundo sub-trecho) resultou nas principais características que se descrevem abaixo. 5. o traçado se desenvolve sobre o Arqueano / Proterozóico . com Cambissolos (pouco profundos e bem drenados) e Latossolos (solos muito profundos e bem drenados). Do km 84+000 ao km 147+000. Formação Cananéia – sedimentos arenosos. Serra da Igreja.2 Geologia e Geotecnia 5. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página33de79 . O traçado até este km foi locado na sua grande maioria sobre sedimentos recentes de deposição indiferenciada fluvial com areias. As figuras a seguir apresentam os mapas geológicos e geomorfológicos da região referente ao traçado escolhido. gnaisses e migmatitos da Formação Guaratubinha. configurando em alguns pontos blocos soerguidos da Serra do Mar. vertentes retilíneas e vales fechados. Santa Catarina.2. com variações de topos alongados e emcristas. Batólitos Paranaguá e Granito Morro Alto Inferior. com espodossolos (solos arenosos). atravessando granitos. Neste trecho a geomorfologia apresenta um segmento em planalto. Formação Guabirotuba – argilito e arenitos). Predominam Cambissolos na região do Planalto e Neossolos Regolíticos (solos de encostas pouco profundos e drenados) nas regiões acidentadas. compondo um cenário de depósitos quaternários incrustados no Planalto do Alto Iguaçu.1 Geologia O traçado está assentado até o km 84+000 sobre unidades litológicas do cenozóico (Depósitos Aluvionares. siltes e argilas. Do km 147+000 até o final. Complexo Gnaáissico-Migmatítico e Proterozóico SuperiorCambriano.

Figura 10: Mapa Geomorfológico com o traçado selecionado ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página34de79 .

2. pertencentes à Bacia Sedimentar do Paraná. Na região de Curitiba o traçado se desenvolve ao longo de uma Planície Fluvial de baixa dissecação. Após a região de Curitiba. Pertencem ao cinturão orogênico do atlântico. intercalados por uma região de alta dissecação. o traçado segue por o Planalto do Alto Iguaçú e Planalto de Curitiba. O trecho final do traçado segue por uma planície – Planície Litorânea e Planícies Flúvio-Marinhas de baixa dissecação. topos alongados e vertentes retilíneas e côncavas. também com topos alongados e em cristas. O traçado segue por um Planalto do Alto Iguaçú.2 Geomorfologia Ao longo do traçado existem somente duas unidades morfológicas – Planalto e Planície – com variações delimitadas pelos trechos acima definidos. o traçado corta a Serra do Mar Paranaense. Pertencem aos blocos soerguidos do Primeiro Planalto Paranaense e cinturão orogênico do atlântico. com vertentes retilíneas e vales encaixados. também pertencente a uma bacia sedimentar cenozóica e depressões tectônicas. O traçado se inicia num Planalto de Ponta Grossa. o traçado segue por uma planície fluvial de baixa dissecação pertencente a uma bacia sedimentar cenozóica e depressões tectônicas. de média dissecação. com vertentes retilíneas.Figura 11: Mapa Geológico com o traçado selecionado 5. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página35de79 . de baixa dissecação e topos alongados e aplainados e vertentes convexas. topos alongados e em cristas. Imediatamente depois. Ainda neste trecho.

cortes baixos e aterros sobre solos compressíveis. Fazenda Rio Grande e Morretes. Entre os quilômetros 84+000 e 147+000 o traçado se desenvolve preferencialmente nas encostas da Serra do Mar.3 Geotecnia Na região do primeiro segmento(entre os quilômetros 0+000 e 84+000) predominam solos arenosos com cascalhos. Fornecer elementos executivos da plataforma. Contenda. Indicar a movimentação de materiais para construção da infraestrutura. para os banqueteamentos. nas situações de corte em solo e aterro. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página36de79 . Os cortes nos trechos com materiais de 3ª categoria poderão ter inclinações acentuadas. de acordo com as regularizações dos processos DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral).0m e declividade de 5. Curitiba.0m.5. principalmente informações derivadas do Estudo Geométrico e dos Estudos Geotécnicos.0%.5.1    Inclinação dos taludes e banqueteamento Foram consideradas as seguintes inclinações para os taludes: Taludes de corte de 1:1 e de aterro de 1: 1. com pequenas ocorrências de materiais de 3ª categoria. provenientes das ocorrências sistemáticas de solos aluvionares. nas cidades abaixo: Areia Nas cidades de Araucária. produzindo solos argilosos em ambientes de depósito de tálus. São José dos Pinhais. 5.3 Terraplenagem O Estudo de terraplenagem objetivou. Altura de 8. As construções dos cortes deverão seguir normas de estabilidade. largura de 4. Fazenda Rio Grande e Pinhais.3. Entre os km’s 147+000 e o final do traçado o ambiente é de planície com mater iais arenosos. Campo Magro. Balsa Nova. Brita Na cidade de Curitiba. O desenvolvimento deste estudo levou em consideração. Não foram empregados taludes diferenciados para materiais em 3ª categoria. principalmente:    Obter o equilíbrio dos materiais de escavação e aterro necessários á execução da obra. Campo Largo. Para a construção destes cortes é necessário que seja conduzido uma drenagem superficial eficiente com imediata revegetação das faces dos taludes.2. A geomorfologia deste segmento impõe cortes baixos. Os materiais de construção – areia e brita – são encontrados. com drenagem superficial e subterrânea eficiente. 5.

30.3. As seções tipo definidas para o estudo são apresentadas a seguir. Foram adotados para a caracterização das seções:    largura da plataforma: 8.00 Largura (m) 4 4 Declividade (%) 5 5 5.60m). com inclusão de uma linha bitola larga (1. das seções transversais foi utilizado o Autodesk Civil 3D. Tabela 18: Taludes CORTES Solo (v/h) 1:1 Rocha (v/h) 8:1 ATERROS (v/h) 1:1. ao fator de homogeneização para o equilíbrio de massa.00 8.00m para linha dupla no desvio/pátio. para implantação futura. O trecho existente com bitola métrica compreendido entre os kms 0+000 a 77+100 será preservado entre os kms 0+000 a 60+000 e terraplenado entre os kms 60+000 a 77+100.2 Fator de homogeneização O valor do fator de homogeneização dos solos para material de 1ª categoria foi obtido com a média dos ensaios executados para os Projetos desenvolvidos para as rodovias que cortam ou estão próximas do traçado. não foram empregados taludes diferenciados para materiais em 3ª categoria. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página37de79 . 14.00 – máx. é comum adotar um percentual adicional (5%).3 Seções transversais e seção tipo Para a definição da seção tipo e a geração a cada 100 metros. Está sendo apresentada seção tipo para o trecho existente. 10. Em função das perdas dos materiais nos cortes. inclinação da plataforma: 3% com caimento duplo.50 m para linha singela. Não foi aplicado fator de homogeneização para os materiais de 3ª categoria. mantendo o volume geométrico de corte também para lançamento e espalhamento nas áreas de aterro. resultando em um fator de homogeneização de 1. 10.3.0 m para linha singela com drenagem e 14. com o objetivo de garantir as condições de estabilidade e de proteção contra a erosão.As inclinações e o banqueteamento dos taludes de corte e aterro foram fixados de acordo com a indicação dos estudos geotécnicos e de drenagem. 5.5 Tabela 19: Banqueteamento Situação CORTE EM SOLO ATERRO Altura (m) 8.00 – máx. carregamentos e transportes.

Figura 12: Seção Tipo de aterro – Plataforma com drenagem Figura 13: Seção Tipo de corte .Plataforma com drenagem ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página38de79 .

00 m ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página39de79 .Plataforma 14.Plataforma 14.Figura 14: Seção Tipo de pátios .Corte .00 m Figura 15: Seção Tipo de pátios – Aterro .

632.28 km. onde se apresentam também as seções tipos. Os trechos em curva correspondem a 26. favorecendo o desenvolvimento do traçado.4.00 m Figura 17: Seção Tipo Bitola métrica existente e bitola larga projetada.5 % de todo o trecho.1 Planta O raio mínimo de curvas horizontais foi de 350m em 6 curvas de um total de 60. Os trechos em tangente totalizaram 50.38 m.Figura 16: Seção Tipo Corte em Rocha .5 % da extensão total do trecho.09 m. correspondendo a 65. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página40de79 . 5. resultando em uma curva a cada 1.Plataforma 14.4 Anteprojeto geométrico Os desenhos do traçado em planta e perfil estão apresentados no Volume 2 deste Estudo. ou 34. 5.505.

sendo que a estaca inteira equivale a 1 km (1. calcular as descargas máximas prováveis que afluirão ao eixo da Ferrovia entre Engenheiro Bley e Paranaguá.84 15.500. elementos referentes às obras de arte correntes e obras de arte especiais.40 0.00 18.000.80 0.257. possibilitando a estimativa das obras de arte correntes e dos outros dispositivos de drenagem.33 23.0% e 1. Além disso.8% no sentido de importação. Os estudos desenvolvidos englobaram as seguintes etapas: ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página41de79 .00 36.00 31. Nos desenhos referentes à geometria estão representados o eixo projetado e informados os dados das curvas horizontais tendo em vista que a escala de apresentação não permite a representação ideal dos offsets de corte e aterro e banquetas.000 m). Apresenta-se adiante um quadro resumo das rampas empregadas.55 47.2 Perfil O greide projetado encontra-se em sua maioria com rampas entre 0.5 Estudos hidrológicos Os estudos hidrológicos foram desenvolvidos para.20 < i <= 0.00 i > 1.Na tabela abaixo se apresentam as curvas horizontais adotadas no estudo.) 350 500 1000 2000 6 50 3 1 Nº 1 2 3 4 O traçado horizonte é apresentado em planta sobre a base planialtimétrica disponibilizada pelo estudo (sistema SRTM) em escala 1:20. 5. por meio da caracterização do regime pluviométrico e da determinação das chuvas intensas da região.600. com exceção dos desvios de cruzamento. permitindo uma visualização das características resultantes do projeto vertical.000.204.40 < i <= 0.60 0. onde o greide possui rampas suaves ou nulas.20 0.80 14.45 11. é também apresentado o greide com todos os seus elementos definidores (km e cotas dos elementos de curvas verticais e comprimento das curvas de concordância vertical).4.000 e V=1:2. Além do perfil do terreno. Tabela 21: Resumo das rampas Aclive / Declive (%) 0 < i <= 0.19 O desenho do perfil foi confeccionado.00 Frequência (und) 14 22 11 5 12 19 Desenvolvimento (m) 38.000.60 < i <= 0.80 < i <= 1. são apresentados outros valores como comprimentos das rampas resultantes. separadas por intervalos de 0.8 40. nas seguintes escalas horizontais e verticais.600. 5. com estaqueamento a cada 200 m.00 % 50. Tabela 20: Resumo das curvas horizontais Raio (m) Quantidade (unid. H=1:20.2%.93 18.

Determinação das características das bacias hidrográficas.0 (desenvolvido pelo Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa). Geografia do Brasil.1966) situa-se.     Coleta e análise de dados. identificada pelo código 83. Clima e Vegetação 5. Dimensionamento das obras. Caracterização das chuvas intensas da região. Normais climatológicas referentes à estação de Curitiba (PR). fornecidas pelo software PLÚVIO 2. disponibilizado na Internet. predominantemente. em região de clima temperado marítimo úmido verão morno "Cfb". Apresenta-se a seguir o mapa de classificação de Koppen. segundo a classificação de Köppen (Setzer.     Equações de chuvas intensas. Determinação das descargas de projeto. Atlas Climatológica. do IBGE.5. Relaciona-se a seguir os elementos básicos obtidos.842 no Instituto Nacional de Metereologia. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página42de79 . do Ministério da Agricultura. consultados e utilizados no desenvolvimento dos estudos.1 O trecho em estudo.

000 mm. temperado. A avaliação climática é complementada a seguir com a apresentação dos elementos climatológicos anuais para este trecho.Figura 18: Mapa Classificação de Koppen O clima Cfb. Precipitação de 1. considerando os dados do Instituto Nacional de Meteorologia.100 a 2. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página43de79 . com verão ameno. Chuvas uniformemente distribuídas e a temperatura média do mês mais quente não chega a 22ºC.

6 26.9 79.5 14.0 18.0 14.4 167.4 8.5 172.6 8.5 376.0 36.5 71.1 69.2 58.1 10.7 80.2 184.0 173.3 164.2 82.9 160.3 80.4 27.1 12.1 82.4 276.4 79.4 160.5 82.0 201.2 843.4 31.1 12.0 68.Tabela 22: Características Climáticas CARACTERÍSTICAS CLIMÁTICAS Estação : Curitiba INMET JANEIRO Código : 83. conforme apresentado na figura a seguir.1 20.3 25.7 80.006.Sempre Úmido.2 177.0 19.7 TOTAL ABRIL MAIO MESES MARÇO 16. Verão morno Cerrados A vegetação predominante na área de influência do traçado estudado é Floresta Pluvial Tropical Atlântica com presença de matas de Araucária.7 15.0 19.8 175.2 170.1990 49°16'W MÉDIA ANUAL NOVEMBRO DEZEMBRO OUTUBRO Operadora: JUNHO JULHO DADOS TEMPERATURA MÉDIA TEMPERATURA MÁXIMA TEMPERATURA MÍNIMA AMPLITUDE ABSOLUTA ( ºC ) ( ºC ) ( ºC ) ( ºC ) 20.7 16.0 923.3 23.9 149.2 35.1 33.5 20.4 68.9 79.8 23.0 14.1 81.3 10.0 17.5 31.8 67.2 58.842 Latitude : 25°26'S FEVEREIRO Período de Observação : Longitude : SETEMBRO AGOSTO 1961 .9 9.0 79.2 30.2 23.4 30.4 82.8 34.1 80. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página44de79 .4 79.6 16.8 33.0 84.6 25.3 57.1 19.2 2.7 134.6 12.4 968.5 34.4 26.4 25.9 80.0 15.7 12.0 13.4 15.2 70.7 INSOLAÇÃO TOTAL ( horas e décimos ) EVAPORAÇÃO ( mm ) UMIDADE RELATIVA ( % ) ALTITUDE DA ESTAÇÃO ( m ) CLIMA VEGETAÇÃO PREDOMINANTE Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) Koppen .5 22.5 21.8 82.Cfb .6 178.9 19.0 16.2 24.4 155.0 21.

em min. onde: a  Trn i: intensidade da precipitação. em anos. por Talbot.5.2 Pluviometria Para a definição das curvas de intensidade (altura)-duração-frequência (IDF) das precipitações seguiu-se um estudo verificando a equação de chuva IDF e estudos desenvolvidos por Gumbel e Ven Te Chow. em mm/h.Figura 19: Mapa Vegetação do Brasil 5. que conduziram ao estabelecimento. n e m: expoentes calculados especificamente para o local em estudo. a e b: parâmetros. t: tempo de duração do evento. da seguinte fórmula: i t  bm . ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página45de79 . Tr: tempo de recorrência.

817. adotado para este traçado.htm . b=25.469.PLUVIO 2. o posto pluviométrico de São José dos Pinhais. a=0. LEGENDA: Eixo Existente Eixo Projetado Posto Escolhido Figura 20: Postos Pluviométricos A seguir a localização e parâmetros da equação IDF: Posto São José dos Pinhais .832.021 ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página46de79 . da equação IDF para o posto pluviométrico localizado no município de São José dos Pinhais no estado do Paraná.ufv.br/dea/gprh/softwares.Foram realizadas pesquisas no site www. c=1.1 (Universidade Federal de Viçosa) onde se obteve os parâmetros estabelecidos por Denardin & Freitas.PR    Latitude: 25°32'05'' Longitude: 49º12'23'' Equação IDF e seus parâmetros: K=3.251. A figura a seguir apresenta a localização dos postos pluviométricos considerados no estudo e. em evidência.

i 3.832  Tr0.8171.021 A seguir as tabelas de Intensidade Pluviométrica e Altura de Precipitação para ambos os postos considerados: Tabela 23: Intensidade Pluviométrica e Altura de Precipitação .469. determinada para o posto de São José dos Pinhais (PR) é apresentada a seguir: ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página47de79 .Posto São José dos Pinhais As curvas de altura (intensidade) – duração – frequência. 251 t  25.

8 7 113.Intensidade Pluviométrica x Duração Posto Pluviométrico: São José dos Pinhais .4 9 99.ANA ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página48de79 .8 9 92.6 8 99.6 13 1.6 14 92.0 TOTAL 122.9 16 166.Posto São José dos Pinhais DADOS PLUVIOMÉTRICOS Estação : Prado Velho DNOCS MESES Jan Código : Latitude : 447.5 3.0 11 149.002 03º46'15'' S Período de Observação : Longitude : 1981 a 2012 45º13'06'' O MÉDIA ANUAL Operadora: Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez DADOS PRECIPITAÇÃO MÉDIA ( m m ) (*) DIAS DE CHUVA ( núm ero ) (*) 192.Posto São José dos Pinhais Tabela 24: Dados Pluviométricos .0 2.0 0.PR Fonte: Pluvio 300 250 Intensidade Pluviométrica (mm/h) 200 150 LEGENDA 100 5 Anos 10 Anos 15 Anos 25 Anos 50 50 Anos 100 Anos 0 0.0 1.9 Fonte: Agência Nacional de Águas .1 10 138.7 8 73.5 2.7 14 132.0 Duração (h) Figura 21: Gráfico Curvas IDF .7 131.5 12 113.5 1.1 10.464.

HISTOGRAMA Posto Selecionado: Prado Velho 1.ANA Figura 22: Gráficos de precipitação mensal e periodicidade de chuvas no mês ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página49de79 .7 131 1981 a 2012 dias mm Média Anual de Precipitações Pluviométricas: Média Anual de Dias de Chuva: Período de Observação: Precipitações Pluviométricas 250 Precipitaçção Mensal (mm) 200 150 100 50 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Tempo (mês) Dias de Chuva 18 16 14 Dias de Chuva (dias) 12 10 8 6 4 2 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Tempo (mês) Fonte: Agência Nacional de Águas .464.

00.5. para fins do dimensionamento hidráulico de uma estrutura do sistema de drenagem das águas de escoamento superficial. qual seja: Para bacias com área até 80 ha:  L3  Tc  57  H    0.5.  Definição dos parâmetros básicos de cálculo Tempo de Recorrência Os dispositivos de drenagem são dimensionados para escoar a vazão correspondente a um determinado período de recorrência. Para estes casos foram indicados bueiro simples tubular de concreto BSTC Ø 1. destacando-se aqueles de origem econômica. A fixação dos valores desses parâmetros é feita tendo em vista diversos fatores. a duração da trajetória da partícula que demore mais tempo para atingir a seção em estudo. a importância e a segurança que a obra deve apresentar. com vistas a detectá-las. O valor do tempo de concentração foi obtido pela expressão proposta por Kirpich. Foram adotados os seguintes valores de períodos de recorrência: Tabela 25: Tempo de Recorrência TEMPO DE RECORRÊNCIA (anos) DISPOSITIVOS Drenagem Superficial Bueiros Tubulares – Novos Bueiros Tubulares – Verificação Bueiros Celulares – Novos Bueiros Celulares – Verificação Obras de Arte Especiais – Novas Obras de Arte Especiais . com auxílio dos dados fornecidos pelo ANA e de cartas geográficas do IBGE. é.385 Para bacias com áreas superiores a 80 ha: ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página50de79 . igual ao tempo de concentração da bacia de contribuição em estudo. Uma vez que nesta fase de projeto não há precisão (fator de escala) para a determinação das pequenas bacias e.Verificação Normal 10 25 15 50 25 100 50 Com Sobrecarga ─ 50 25 100 50 ─ 100 tc (minutos) 10 > 10 > 15 > 10 > 15 > 60 > 60 Tempo de Concentração O tempo de duração de uma precipitação. normalmente. procedeu-se ainda uma análise pontual no projeto geométrico. utilizando o ARCGIS para definição das áreas de contribuição. entendendo-se como tal. com o objetivo de não subestimar quantitativos.3  Fluviometria Identificação das bacias de contribuição O estudo das bacias de contribuição foi elaborado a partir do traçado geométrico na base SRTM.

A = área da bacia em km2. climáticas e hidrográficas das bacias. em minutos.2  H    Onde: Tc L H 0. I = intensidade pluviométrica em mm/h. A fórmula representativa do método racional é: Q = 0.coeficiente de run-off e CN .  Serra . extensão do talvegue principal em km. C = coeficiente de escoamento.70 e CN = 69. Método do Hidrograma Unitário Sintético Empregado na verificação das descargas de projeto para bacias com área entre 4.C = 0. que leva em consideração as características físicas. desnível ao longo do talvegue principal em metros.I.A onde: Q = descarga em m3/s. Está fundamentado nos princípios gerais dos hidrogramas naturais (fluviogramas) e suas relações.C = 0.385 tempo de concentração. L3  Tc  85. Coeficientes de Escoamento Superficial Para determinação das vazões foram utilizados os coeficientes de escoamento (C .40 e CN = 60. utilizando uma configuração simplificada triangular dos fluviogramas e guardando as relações entre seus diversos componentes hidrológicos.0 km².30 e CN = 60.  Planície Litorânea .0 km2.0 e 10.coeficiente de deflúvio) representativos para cada trechos conforme abaixo:  Mares de Morros .  Determinação das Vazões Método Racional O Método Racional foi empregado na verificação das descargas de projeto para bacias hidrográficas até 4.C = 0. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página51de79 . O referido método consiste num processo indireto.278 C.

em função do tempo de recorrência (em anos). conforme publicação da U. Soil Conservation Service.6 t c (em horas) 2 Os valores de chuva são extraídos do gráfico altura – duração . A determinação do volume de excesso de chuva. produzida pelo excesso de chuva de duração De. S) 2 Pe = P  20. A. são considerados três fatores básicos: grupos de solos.5.S. A = área da bacia em km2. 0. S Onde: P = precipitação máxima diária anual.freqüência para o período de recorrência correspondente ao tipo de obra a ser implantada.32 . CN CN = coeficiente de deflúvio – run-off. é feita levando-se em consideração o complexo hidrológico solo-cobertura vegetal. Desta análise obtém-se a definição do número de deflúvio CN.0 km². Na utilização do complexo solo-cobertura vegetal. S= 1000 . Duração do excesso de chuva: De = 2 tc (em horas) Tempo de ascensão: Tp = De  0. condições antecedentes da cobertura e uso da terra.10 . resultante de uma precipitação uniforme sobre a bacia. ( P . ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página52de79 .Pe Tp Pe = precipitação efetiva.208.As equações básicas são as seguintes: Q = onde: Q = descarga máxima em m3/s.08 . Método do Hidrograma Unitário Triangular Empregado na verificação das descargas de projeto para bacias com área acima de 10.

são: qp = 0. tempo base de duração do hidrograma (em horas). 5 D tr = 1.6 Drenagem e obras de arte corrente Os estudos apresentados referem-se ao sub-trecho entre os quilômetros 60+000 a 154+137.6. tempo unitário (em horas). conduzir e descarregar adequadamente as águas precipitadas sobre a plataforma e áreas adjacentes. 2 tc .208  A tp onde: qp = descarga de pico. do km 0+00 a km 60+000.Os parâmetros do hidrograma unitário triangular. tb = tp + tr.47. valetas de proteção de banqueta de corte e aterro. a fim de evitar que estas causem danos à estrutura implantada. iniciando na Estação de Engenheiro Bley até a região metropolitana de Curitiba (trecho existente). Os dispositivos de drenagem superficial previstos foram: valetas de proteção. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página53de79 . apresentados resumidamente a seguir. para uma chuva efetiva igual a um milímetro. O sub-trecho correspondente aos primeiros 60 quilômetros. projeto geométrico e projeto de terraplenagem. para ti  tp. para qualquer tempo ti = nD. As ordenadas qi do hidrograma unitário. 5. e canaleta retangular com grelha. não houve detalhamento do estudo hidrológico. tempo de ascensão (em horas). em m3/s mm.ti . tp = D  0. Serviram como subsídio para a indicação dos dispositivos de drenagem superficial os estudos hidrológicos. tp tb .6 t c .1 Drenagem Superficial A drenagem superficial tem por objetivo captar. são determinadas por: qi  qp  ti . tempo de recessão (em horas).67 tp. ou seja. para ti > tp tp qi  qp  5.

3 Canaleta retangular com grelha A canaleta retangular com grelha foi indicada ao longo da plataforma definida pelo projeto de terraplenagem. Foram adotados os projetos Tipos VPC/VPA-03.6.1 Valetas de proteção Este dispositivo foi indicado para os trechos em corte ou aterro com a finalidade de interceptar e conduzir. 5. São apresentadas. para locais seguros as águas que escoam pelas encostas naturais de montante. suas descargas de projeto e obras estimadas.1. com largura de 50 cm e altura máxima de 1. as tabelas de cálculo pelo Método Racional. Relacionam-se em sequência os tipos e extensões das obras de arte correntes previstas. Esse objetivo é alcançado com a introdução de uma ou mais linhas de bueiros (Obras de Arte Correntes) sob os aterros. 5.6.6. que atingiriam a plataforma ou o pé dos taludes de aterro. A extensão das obras foi estimada em função do offset estabelecido no projeto geométrico. os quais iriam provocar desestabilização no corpo do aterro. como também evitar alta taxa de infiltração e umidade elevada no maciço. causar impactos ao meio ambiente. No ANEXO 1 deste relatório estão apresentados os “Quadros Resumo das Descargas de Projeto”. nem tampouco. 5. cujas águas originam-se do escoamento de uma bacia hidrográfica que. têm que ser atravessadas sem comprometer a estrutura da ferrovia. fez-se o posicionamento das obras.2 Obras de arte corrente As obras de arte corrente têm por objetivo promover a transposição de talvegues. Deverão ser de concreto armado. evitando assim processos erosivos. por imperativos hidrológicos e do modelado do terreno. as áreas das bacias de contribuição. O dimensionamento hidráulico das obras foi desenvolvido em função das vazões calculadas para os períodos de recorrência definidos.2 Valetas de proteção de banqueta de corte e aterro A valeta trapezoidal de concreto é utilizada na borda interna das banquetas de corte e aterro.1. Concluído o dimensionamento. onde estão contemplados. de acordo com as condições topográficas do terreno natural e do greide da ferrovia. primeiramente. com o objetivo de conduzir o fluxo d’água do escoamento superficial proveniente da precipitação que ocorrerá sobre o talude de montante das banquetas.20m.6. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página54de79 . seguida pelas tabelas do Método Triangular Sintético e Unitário Sintético. por trecho.5.1.

com base nos elementos dos estudos geométricos. encontros tipo silo em concreto armado. 5. pilares em elemento maciço e/ou celular. que se descrevem abaixo. com ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página55de79 .50 BTCC 2. ou seja. Com base na aplicabilidade do elemento estrutural foram analisadas as soluções possíveis para implantação das obras de arte especiais.50x1.00 BDCC 2. prazo de execução. vigamento misto metálico tipo alma cheia e/ou caixão.50x2. apresentando tão somente os elementos característicos da formação geológica da região de implantação do trecho ferroviário. adotando-se os modelos para pontes.50x2. uma boa definição da calha do rio (seção batimétrica).50 BTCC 3. facilidade de implantação.7. As pontes foram indicadas para vazões médias acima de 120 m³/s.00x3. Nesta etapa do estudo não foram realizadas investigações do solo e de seu comportamento geotécnico.50 Extensão (m) 1631 071 025 048 096 023 091 019 068 353 542 587 5.00x2. aliados a uma análise das alternativas construtivas dos elementos estruturais.00 BDCC 1.7 Obras de arte especiais Este estudo objetiva apresentar as principais premissas utilizadas na definição das Obras necessárias.50 BSCC 3. A escolha dos modelos estruturais ferroviário e rodoviário foi condicionada pelas características clássicas dos elementos estruturais. blocos de coroamento das estacas.1      Implantação das pontes e viadutos Foram considerados os seguintes aspectos para o estudo de implantação das pontes e viadutos ferroviários: fundações em estaca.00 BDTC Ø 1.Tabela 26: Extensão das obras de arte Obras BSTC Ø 1.00m. impactos ambientais e custos do empreendimento.50x2.00 BTCC 3. viadutos e túneis.50x1. nesta fase de projeto.00x3. A extensão foi estimada a partir da análise feita no perfil geométrico.00x3.00 BTCC 1. hidrológicos e geotécnicos.00 BSCC 2.50 BDCC 3. com tabuleiro em concreto armado largura de 6.50x3. sendo ajustada em função das vazões encontradas. visto que não se tem.50 BDCC 2.

25 111+792. adequados á seção geométrica.6 1952.25 127+320.00 metros e altura máxima da geratriz superior do túnel de 8. a saber:    seções transversais (trechos em tangente em rocha e solo e trecho em curva em rocha e solo com indicação dos possíveis tratamentos clássicos para cada modelo de seção).25 91+062.25 88+222.25 101+952.25 112. 30.25 113+702.6 1412.6 612.00m.25 135+152.25 110+392.25 117+622. o conhecimento geológico-estrutural do maciço e considerando a falta destes parâmetros nesta etapa do estudo de viabilidade técnica.25 118+362.86 128+132. que têm como base uma série de análises e requerem fundamentalmente.25 124+212.25 129+732.6 8. foram adotados parâmetros baseados em experiências anteriores.25 98+302. Tabela 27: Relação das Obras de arte especiais ITEM TIPO DE OBRA PONTE POSIÇÃO INICIAL (KM) POSIÇÃO FINAL (KM) EXTENSÃO TOTAL (M) 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 TÚNEL TÚNEL TÚNEL TÚNEL TÚNEL VIADUTO TÚNEL VIADUTO VIADUTO TÚNEL TÚNEL VIADUTO VIADUTO VIADUTO VIADUTO VIADUTO PONTE 77+462.25 109+672.6 490 1572.25 118+362.25 97+462.6 3360 4200 840 700 650 732. Gabarito para duas linhas de bitola larga com largura 12.25 95+262.25 138+382.25 138+542. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página56de79 .25 130+462. Nos casos em que os limites dos offsets superaram este limite.25 101+302.370m EXTENSÃO TOTAL (VIADUTOS + PONTES) EXTENSÃO TOTAL (TÚNEIS) 5.516 m 11.6 462.25 133+752.6 772.6 172.25 128+020.25 77+562.00m e 40.25 132+402.25 121+762. foi acrescida faixa adicional de 10 metros superando a faixa prevista inicialmente.50 metros.00m.25 123+742.6 660 470 712.8 Faixa de domínio A faixa de domínio projetada para a implantação da ferrovia foi definida com 40 m para linha singela. Para os túneis.25 112+182.25 100+862.25 84+862. 60 m para linha dupla e 80 m para os pátios.86 128+732.25 121+102.25 129+282. Emboques prolongados atuando como contenção frontal e lateral dos terraplenos adjacentes.25 100+162. vigamentos mistos do tipo isostático com comprimento variando de 20.

trilhos. Quanto ao sublastro o material deverá ser selecionado com espessura de 20 cm com ISC mínimo de 20% (Índice de Suporte Califórnia) a 100% do proctor modificado e Índice de Grupo igual a zero.No trecho de Engenheiro Bley ao km 76+300. não foi previsto desvios morto devido ás características de relevo montanhoso do trecho que impedem a utilização de rampa zero. 5. ao atingirem o subleito. nomeadamente os estudos geotécnicos.500 m. os projetos geométrico e de terraplenagem. com comprimento total mínimo de 3.0 cm.50m. dormentes. A carga por eixo considerada. foram coletados junto das demais disciplinas do Projeto. incluindo os desvios de cruzamento. que foram utilizados para estimar o total de áreas a serem adquiridas. através dos seus componentes básicos. sendo o mesmo desviado por AMVs assentados em cada extremidade com abertura 1:20.9 Superestrutura A superestrutura da via permanente. lastro e sublastro. Para os pátios previstos no trecho novo entre o km 76+300 e o Porto de Paranaguá. suficiente para comportar um trem tipo desviado. no dimensionamento estrutural dos seus componentes. com fixação elástica auto-retensora. uma vez que essa fase de estudo não contempla o cadastro de propriedades ao longo do eixo. com a definição das linhas de offsets. essenciais ao desenvolvimento dos trabalhos. receberá trilhos com suporte de no mínimo 68kg/m. a elaboração do projeto de superestrutura da via permanente consistiu. foi de 37. soldados para formação de trilho longo em barras de 216 metros. elas sejam inferiores à sua capacidade de suporte. Os pátios de cruzamento serão formados pela linha principal (linha tronco) e por um desvio de cruzamento. Desta forma. Considerou dormentes de concreto monobloco protendido espaçados a cada 60. correspondendo a uma taxa de dormentação de 1. Para o trecho novo projetado. basicamente. A distância média entre os pátios de cruzamento é de aproximadamente 40 Km e a entrevia mínima é de 5. assim como a sua padronização. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página57de79 . o traçado de desenvolve em área urbana e não foi obtido cadastro de definição da faixa de domínio. tanto para as locomotivas quanto para os vagões. dissipando-as de tal forma que.5 toneladas. obtendo um desvio ativo.667 un/km. A superestrutura da linha principal. tem por objetivo absorver as cargas induzidas pelo tráfego das composições ferroviárias. Os insumos básicos. foram identificados os limites da faixa de domínio.

10 Centro de controle operacional O Centro de Controle Operacional .Painel que contenha indicadores críticos das áreas envolvidas (via permanente e mecânica). exclusiva e específica para esse fim. Consiste em uma edificação única.00 1.200.200.00 9.600. Permite a interoperabilidade.00 2. módulos de rádio e telefones para comunicação com as estações e campo.00 23. no mínimo:    Sala de controle de tráfego . Estrutura contingencial (salas e equipamentos) de controle de tráfego e comunicação para minimizar possíveis impactos na estrutura original.00 1.00 2. Condicionamento de ar independente para os equipamentos.950.00 3. Subsistema de Telecomunicações. vagões e maquinistas.00 2.00 21. Permite a visualização em tempo real da posição dos trens e ocupações das SB’s.650.00 11.400.200.00 1.500.Painel sinóptico que contenha toda extensão da via.00 Distância entre pátios 5.000.      O Sistema de Licenciamento de Trens compõe-se de três subsistemas:         Subsistema do Centro de Controle Divide toda a extensão da via em Seções de Bloqueio (SB’s). Bloqueia e alarma desvios de procedimento do maquinista e controladores para evitar acidentes.00 1.400.400.400.400.00 3. Sistema principal e auxiliar de suprimento de energia. Sala para manutenção integrada (Help Desk) .Painel que indique a posição e situação dos recursos de locomotiva. Sala para o pessoal administrativo do CCO.00 2. mantendo eficiência operacional e segurança.00 1.00 5. É compatível com os sistemas da ANTT.200. módulos de rádio e telefones para comunicação.900.040. contemplando.100.960. Otimiza os recursos de via através da ferramenta de planejamento.00 1. Sala de equipamentos de telecomunicações.00 Situação Projetado Existente Existente Existente Projetado Existente Existente Existente Projetado Projetado 2.Tabela 28: Posicionamento dos pátios Nº 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Posição dos Pátios Início 3+000 10+160 17+400 28+450 31+800 36+600 41+000 55+100 78+000 104+700 Fim 7+200 12+200 18+800 29+850 35+400 38+600 43+200 56+500 81+600 108+300 Comprimento (m) 4. Sala para distribuição de recursos .200. módulos de rádio e telefones para comunicação.CCO tem por objetivo controlar a circulação dos trens na Ferrovia. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página58de79 .

12 Interferências e obras complementares Para o levantamento das interferências foram utilizadas imagens de satélite datadas entre 2001 a 2011. 5. É composto por um sistema principal e um auxiliar (gerador de energia). O subsistema de energia é responsável pela alimentação elétrica contínua a todos os subsistemas mencionados anteriormente. o estado de ocupação da linha e a licença concedida. Impedimento da operação de chaves sob ou à frente do trem. travamento e detecção de posicionamento das agulhas dos AMV’s equipados com máquinas de chave elétricas. as seções de bloqueio. O objetivo é operacionalizar o tráfego com regularidade e segurança. A sinalização de campo é composta por equipamentos distribuídos ao longo da via para cumprir finalidades específicas. equipamentos e dispositivos que permitem o controle do processo de licenciamento de trens. Permite a interoperabilidade. de forma segura. os blocos e circuitos de via. de forma imediata e automática. visualizadas utilizando o Software Google Earth. Para tanto. com segurança.000 elaboradas pelo IBGE. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página59de79 . Manutenção do espaçamento entre trens para evitar colisões traseiras. a supervisão e controle de velocidades. Estabelecimento e intertravamento de rotas para os trens. a localização e os protocolos. Integra a Ferrovia em questão com todas as outras em conexão e com os sistemas utilizados pela ANTT. 5. O sistema de sinalização conta com as seguintes funcionalidades básicas:      Detecção de ocupação ou de presença de trens. de acordo com as especificações do padrão ferroviário internacional de sinalização e de segurança. através da instalação e ativação do Sistema de Sinalização com Intertravamento Vital Microprocessado e o controle dos pátios de cruzamento da Ferrovia. flexível e econômica. o intertravamento. com o objetivo principal de licenciar os trens. Mantêm registradas no sistema todas as comunicações realizadas pelo CCO.12.    Suporta e registra toda a comunicação de voz e dados dos trens e estações com o centro de controle. conforme descrito na tabela que segue. evitando colisões frontais e laterais.11 Sinalização A sinalização da via é composta por um conjunto de sistemas. Mapa Rodoviário do estado do Paraná e informações cadastrais provenientes de cartas topográficas em escala 1:100. deverão ser levados em consideração o tipo de sinalização. integradas ao Sistema de Gestão da Informação. Operação. O objetivo é fazer com que os operadores do CCO e os maquinistas possam perceber.1 Interferências com o sistema rodoviário Para o subtrecho de linha nova foi verificado somente a interferência com a rodovia BR 277. e. As unidades de campo são conectadas ao CCO por meio de sistemas de transmissão via cabos óticos e rádio por estações terrestres e satélites. 5.

200. Variação na atenuação para as temperaturas de operação extrema: -10ºC à + 65ºC em 1550 nm: < 0.000. Diâmetro da casca: 125 ± 1 μm.400.2 Fibra ótica Ao longo da linha foi projetado cabeamento de fibra ótica com as características técnicas descritas a seguir. 5.00 2.00 2. ressaltam-se as interferências com os pátios existentes em operação pela concessionária da ferrovia.2 Interferências com o sistema ferroviário No subtrecho existente.400.0%).400.D do ITU-T.00 Situação Existente Existente Existente Existente Existente Existente 5.15 ps / Km -½.3 ± 1 μm.12. Dispersão dos modos de polarização (PMD): <= 0.400.00 6. Comprimento de onda de corte: < 1260 nm.900.00 1.35dB/Km em 1310 nm e 0. Atenuações máximas: 0.00 2.00 11. Revestimento primário: acrilato curado com UV.00 1.025 dB/km.200. Comprimentos de ondas: 1310 nm e 1550 nm. Diâmetro do núcleo: 8.5 ps/(nm.1 Cercas Para a vedação da faixa de domínio foi prevista a implantação de cercas de arame farpado com 5 fios e mourão de madeira em toda extensão do trecho.00 Distância entre pátios 5. Dispersão cromática (DC): DC < 3. com um adicional de 5%.3. Diâmetro sobre o revestimento primário: 245 ± 10 µm.Km) a 1310nm e < 18 ps/(nm. com as seguintes características técnicas:              Modo de propagação: monomodo.21 dB/Km em 1550 nm.12. Tabela 30: Interferência com pátios ferroviários existentes Nº 1 2 3 4 5 6 Posição dos Pátios Início 10+160 17+400 28+450 36+600 41+000 55+100 Fim 12+200 18+800 29+850 38+600 43+200 56+500 Comprimento (m) 2. Cabos óticos da subcategoria G.00 1.12.3 Obras complementares 5.040.650. Excentricidade: ± 1 μm Proof-test: 0.70 Gpa(1.750. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página60de79 .00 9.Tabela 29: Interferência rodoviária Nº 1 Rodovias BR-277 Classificação Federal Km 93+400 5.652.12.3.Km) a 1550 nm.

Os produtos deverão atender. tendo a parte de concreto espessura mínima de 8 cm. bem como. Distribuidor Geral Óptico – DGO de 36 fibras.897/1398 e NBR 14. coloridos e cintados.155 -1. com tampa de ferro fixada à caixa. com identificação. agrupadas em uma ou várias unidades básicas preenchidas com geléia (tube loose) e elemento central dielétrico geleado ou seco – material hidro-expansível. Capa externa de polietileno com ou sem retardante à chama. extensões ópticas tipo pig-tails (para fibra monomodo) com 36 conectores SC-APC respectivamente e bandeja para acomodação das emendas do cabo óptico. conectores ópticos do tipo SC/APC. ficam internos ao produto. local da emenda. 15 cm de largura e 80 cm de profundidade. As caixas de emendas ópticas devem garantir a proteção das emendas e cabos contra a entrada de umidade. adaptadores ópticos para conectores SCAPC. incluso todo o material civil necessário. com 40 x 34 mm de diâmetro (externo/interno). Caixas de emendas FIST 36 fibras. O suporte com os adaptadores ópticos. acesso lateral removível e seguintes dimensões: Tabela 31: Dimensões do rack. número de fibras. Com registro das seguintes informações:         número da emenda. resistente e protegida contra corrosão. NBR 13.683 – 1. Dutos em polietileno de alta densidade (PEAD) quádruplos. Caixa de passagem do tipo R1/R2. homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel. assegurando perda não superior a 0. valor da perda na fusão (apresentado pelo OTDR). com 10 U’s e/ou 20 U’s de altura. em vala com. data da emenda. contra esforços de tração decorrentes dos procedimentos de instalação ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página61de79 .692. pig-tails e equipamento(s) ativo(s) de rede (não objeto de fornecimento da Concessionária). Bastidor Vertical do tipo rack de 19” (dezenove polegadas). as normas NBR 14. NBR 15. informações dos cabos (origem – destino). para fixação em parede. e executor da emenda. no mínimo. com kits de fusão para a caixa FIST correspondente e suporte para fixação em caixa subterrânea ou em poste. composto de bandejas para acomodação das fibras ópticas. com trava de segurança e dobradiças reforçadas que garantam o uso prolongado. abrigando em seu interior DGO’s. Rack 10 U 20 U 56 cm 56 cm Largura 50 cm 100 cm Altura 68 cm 68 cm Profundidade O serviço de confecção de emendas em fibras óticas é feito por fusão.10 dB. sempre que possível. Tampa de ferro pintada com anti-corrosivo. com porta frontal de vidro temperado.Cabo subterrâneo composto de fibras óticas. as áreas de emenda óptica e armazenamento do excesso de fibras. conferindo maior proteção e segurança ao sistema. tipo de caixa de emenda. em concreto. O Rack deverá ser confeccionado em aço.

das circunstâncias locais em que ocorrerá a construção e das alternativas tecnológicas e estratégicas para sua realização. Tratamento e Despejo de Esgotos. Elas são função do porte e das peculiaridades do empreendimento. possuir espaço para suas identificações e ter modo de identificação das fibras.13. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página62de79 . representam parcela significativa do custo de investimento e. 5.13. Os estojos ou bandejas permitem armazenar pelo menos 1. Acomodam e protegem as emendas por fusão. emendas mecânicas e divisores ópticos passivos.2. Posto de combustíveis e lubrificantes. poderão ser necessários os sistemas de facilidades.13. Devem possuir mecanismo que permita a verificação da hermeticidade após o fechamento e permitir a realização de até duas derivações de algumas fibras sem interferir ou cortar outras fibras do cabo. para abrigar e fornecer condições adequadas de conforto e segurança ao pessoal. que serão necessárias durante a obra. considerou-se que a obra será dividida em lotes de aproximadamente 100 km. compreendendo: Sistema de Captação. Tratamento e Distribuição de Água.13 Canteiro de obras e acampamento Denomina-se de canteiro de obras e acampamento ao conjunto de instalações destinadas a apoiar as atividades de construção.e operação.1 Unidades de armazenamento:    Almoxarifado. Levou-se em conta. ainda. Paiol de explosivos. com características bastante diferenciadas. Estação de Coleta. tiveram seus custos estimados. 5. como tal. Compreende número expressivo de elementos. Subestação e Rede de Distribuição Elétrica e Iluminação Pública. Tendo em vista a extensão da Ferrovia e prazo previsto para sua implantação.0 m de cada fibra na forma de unidade básica ou cordão. 5. que além das edificações propriamente ditas. a fim de capacitá-las para suas funções. acomodar no máximo 3 (três) unidades básicas. que embora não vá se incorporar fisicamente à Ferrovia. Não existem padrões fixos para esse tipo de instalações. tendo cada um destes lotes seu canteiro de obras e acampamento próprios.2 Instalações de canteiro As instalações de canteiro compreendem as seguinte categorias: 5.1 Instalações de acampamento Compreende as unidades residenciais e instalações comunitárias. Foram previstos valores do mobiliário e da aparelhagem de que serão providas as instalações comunitárias. podendo ser emenda de topo ou linear.

o processamento de materiais.4 Sistemas Os sistemas no canteiro de obras incluem as redes e instalações de facilidades que compreendem.2.2 Unidades administrativas e técnicas:   Escritório do Executor. iluminação e subestação.13. como finalidade. Ambulatório.13. Pátio de pré-moldados. Sanitários de campo. com vistas a prepará-los para emprego na obra. Estaleiro de solda. Central de concreto. Pátio de estruturas tubulares. Oficina de manutenção. Viário. Fábrica de dormente. Instalação de beneficiamento de areia natural e/ou cascalho. 5. entre outras:     Abastecimento de água. em geral.13. As instalações industriais mais comuns no canteiro de obras ferroviárias são:              Central de britagem.5 Instalações industriais As instalações industriais do canteiro são aquelas em que ocorrem atividades de produção ou de manuseio tendo. ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página63de79 .2.13. Drenagem. Usina de asfalto. 5. Usina de solos. Central de armação. 5. Central de carpintaria.2.2. Laboratórios.5. Distribuição de energia. Central de ar comprimido.3 Unidades de apoio:    Refeitório central e cozinha.

5. pode-se considerar que a desmobilização de equipamento é. a mobilização de uma nova obra e. ao liberar o equipamento de uma obra. O equipamento. desloca-o de outra obra e admite algumas categorias profissionais no próprio local da obra. dos meios de transporte e das rotas disponíveis para executá-las. antes de sua remobilização para uma nova obra. para fazê-los retornar ao seu ponto de origem. adquirido especialmente para determinada obra. 5. é o desconhecimento dos pontos de origem (mobilização) e destino (desmobilização) a partir dos quais elas se darão e. em pessoal e equipamento. a fim de guardar o equipamento. salvo em situações especiais. seus custos não devem ser imputados à primeira. ainda. ao término dos trabalhos.14. ou pátios de fabricantes/representantes. que identificam os equipamentos principais a serem utilizados. Desta forma. para cálculo dos seus custos. pois dependem de particularidades inerentes à empresa que vier a se encarregar dos serviços. que indicam as incidências dos equipamentos por unidade de produção e do dimensionamento das instalações de canteiro. bem como no cronograma de realização dos serviços. para se evitar a dupla apropriação. inversamente. É mesmo usual que as empresas constituam pátios de equipamentos em locais próximos às obras concluídas. Considera-se que o Executor não ira deslocar. Assim sendo. para efeito de orçamento. tais como pátios e oficinas da empresa.14. Para fins de mobilização. em função dos Quadros de Quantidades de Serviços. durante algum tempo. como tal.1 Estimativa da força de trabalho a ser deslocada Com base nos serviços a serem executados e no respectivo cronograma de execução e. ás suas custas. Sendo a mobilização e a desmobilização essencialmente operações de transportes. empregados não qualificados. pode-se dimensionar a força de trabalho que será necessário empregar ao longo do desenvolvimento da obra. conseqüentemente. também. o Executor buscará sempre deslocá-lo diretamente para outra. Uma série de parâmetros relativos às circunstâncias reais em que se darão a mobilização e a desmobilização são desconhecidas. Por outro lado. na realidade. 5. pode ter diversas origens. a estimativa da força de trabalho a ser deslocada abrange apenas a mãode-obra qualificada. dimensiona-se o parque de equipamentos que será necessário mobilizar para execução da obra. segundo suas respectivas categorias profissionais.14 Mobilização e desmobilização A mobilização e desmobilização são constituídas pelo conjunto de providências e operações que o Executor dos serviços tem que efetivar a fim de levar seus recursos. Classifica-la a mão de obra em duas categorias: “empregados qualificados” e “empregados não qualificados”.2 Custo de mobilização de equipamentos A partir do planejamento da obra. das produtividades da mão-de-obra calculadas a partir das Composições de Atividades e Serviços. a principal fonte de incerteza. na própria região. a empresa contratada mobiliza seu pessoal a partir de sua sede ou escritórios regionais. quando se tratar de equipamento novo. se possível. até o local da obra e. outras obras que a empresa tenha realizado ou que esteja realizando. o parque de equipamentos é habitualmente grupado em três tipos: ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página64de79 . Em condições reais.

5.14.2.1 Veículos leves e caminhões comuns Estes equipamentos se deslocam até o local da obra por seus próprios meios, salvo situações especiais, até onde a rede rodoviária permita. Nos casos comuns, o custo de mobilização correspondente, portanto, ao custo operacional de cada um desses veículos, para vencer a distância a ser percorrida, acrescido das despesas de alimentação e hospedagem do respectivo motorista. O deslocamento de frota de caminhões comuns gera, ainda, uma oferta de capacidade de transporte, que deve ser aproveitada para absorver parte da carga necessária a transportar para a obra. 5.14.2.2 Equipamentos de pequeno porte A instalação de uma obra requer o concurso de grande número de itens compostos por equipamentos de pequeno porte, peças, ferramentas e utensílios de toda ordem, que, em conjunto, chegam a representar tonelagem importante. Para efeito de distinção, pode-se definir os equipamentos de pequenos porte como aqueles cujo peso individual não chega a atingir 10 t. 5.14.2.3 Equipamentos de grande porte Classificam-se neste grupo os equipamentos que pelo seu peso ou dimensões requeiram transporte em carreta, com ou sem escolta. O transporte com escolta é exigido para equipamentos de mais 60 t ou de dimensões que ultrapassem 3,20 m de largura, 25 m de comprimento e 5 m de altura. No caso mais complexo, o custo desse transporte será composto por três parcelas: o preço básico do transporte, em R$/t.km; a Taxa de Utilização Viária cobrada pelo DNIT sempre que o peso bruto total (PBT) do conjunto carga/cavalo/carreta ultrapasse 45 t; e o preço de escolta, sempre que o conjunto carga/cavalo/carreta ou qualquer de suas partes excederem às dimensões limites legais, ou que o PBT exceder a 60 t.

5.15 Oficina mecânica
As instalações de manutenção e reparação de vagões serão projetadas com uma linha para manutenção corretiva leve e uma linha para serviços em vagões acidentados; todas terão, em uma de suas extremidades, valas para atendimento aos serviços de freio. Para o dimensionamento da oficina foi considerado uma área administrativa contando com área de conveniência, salas de reuniões, vestiários, refeitórios, escritórios, área de armazenamento de ferramentas e garagem.

5.16 Equipamentos ferroviários
Para atendimento mecânico de emergência da via deverão ser localizados em pontos estratégicos equipamentos ferroviários e ou rodoviários conforme especificado no caderno de obrigações. Diante disso o número de equipamentos ferroviários foram definidos em função da extensão do trecho.

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RESUMO DA ALTERNATIVA

A tabela abaixo apresenta o resumo das características da alternativa de traçado estudada.
Tabela 32: Resumo da Alternativa Definitiva

Características Técnicas/Operação Extensão (km) Obras de arte especiais – pontes e viadutos (unid.) Túneis (unid.) Extensão de arte especiais – pontes e viadutos (km) Extensão de túneis (km) Quantidade de pátios existente (unid.) Quantidade de pátios projetado (unid.) Distância entre pátios (km) Extensão útil dos pátios (km) Quantidade total de curvas horizontais (unid.) Menor raio adotado (m) Rampa máxima adotada (%) Aspectos Ambientais Unidades de conservação (unid.) Unidades de conservação a 10 km (unid.) Fragmentos de florestas secundárias Fragmentos de florestas Primárias Prazo Tempo de implantação (meses) Aspectos Sociais Terras indígenas (unid.) Terras indígenas a 10 km (unid.) Comunidades Quilombolas (unid.) Comunidades Quilombolas a 10 km (unid.) Interferência Perímetros Urbanos (unid.) Passagem em nível (unid.) 150 10 8 8,5 11,3 6 4 20 3,5 111 350 1,80 5 16 1 1 24 0 0 2 3 15 30

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ANEXOS

7.1 ANEXO 1 - QUADROS RESUMO DAS DESCARGAS DE PROJETO
Estão apresentados neste anexo, os quadros resumo das descargas de projeto, onde estão contempladas as áreas das bacias de contribuição, suas descargas de projeto e obras estimadas. São apresentadas, primeiramente, as tabelas de cálculo pelo Método Racional, seguida pelas tabelas do Método Triangular Sintético e Unitário Sintético.

Tabela 33: Dimensionamento de OAC - Método Racional
PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY - PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES
Localização

Posto Escolhido: SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - PR

MÉTODO RACIONAL
ELEMENTOS DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS INTENSIDADE (mm / h) 25 176,41 176,41 86,31 141,40 116,98 176,41 107,30 167,65 176,41 176,41 117,68 176,41 141,11 156,33 176,41 149,14 176,41 176,41 162,64 176,41 176,41 176,41 176,41 176,41 176,41 176,41 50 209,93 209,93 102,71 168,27 139,21 209,93 127,69 199,50 209,93 209,93 140,05 209,93 167,93 186,04 209,93 177,48 209,93 209,93 193,55 209,93 209,93 209,93 209,93 209,93 209,93 209,93 VAZÃO (m³/s) 25 4,75 5,96 25,82 56,96 78,54 11,67 72,87 70,14 33,64 49,78 78,32 40,17 99,96 74,53 60,42 105,06 30,55 38,11 62,03 8,93 7,21 2,40 24,72 7,90 2,75 34,28 50 5,65 7,10 30,72 67,78 93,46 13,89 86,72 83,47 40,04 59,24 93,21 47,80 118,95 88,70 71,90 125,03 36,36 45,35 73,82 10,62 8,58 2,86 29,41 9,40 3,27 40,79 BDCC 1,50x1,50 BDCC 1,50x1,50 BDCC 2,50x2,50 BTCC 3,00x3,00 BTCC 3,50x3,50 BDCC 2,00x2,00 BTCC 3,50x3,50 BTCC 3,50x3,50 BTCC 2,50x2,50 BTCC 3,00x3,00 PONTE BTCC 3,00x3,00 BTCC 3,50x3,50 PONTE BTCC 3,00x3,00 PONTE BTCC 2,50x2,50 BTCC 2,50x2,50 BTCC 3,50x3,50 BTCC 1,50x1,50 BDCC 1,50x1,50 BDTC Ø 1,00 PONTE PONTE BDTC Ø 1,00 BTCC 2,50x2,50

Nº (km)
78+812 79+422 94+662 98+612 100+062 101+062 102+212 104+962 105+762 106+712 109+012 111+579 112+462 114+762 116+662 119+262 120+912 122+262 123+636 124+490 125+712 126+812 127+562 132+112 133+112 147+612 02 03 10 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 37

Área (km²)
0,242 0,304 2,690 2,070 3,450 0,340 3,490 2,150 0,980 1,450 3,420 1,170 3,640 2,450 1,760 3,620 0,890 1,110 1,960 0,260 0,210 0,070 0,720 0,230 0,080 2,330

L (km)
0,680 0,780 1,990 1,979 2,725 0,280 2,660 2,050 0,900 1,060 2,064 1,130 3,123 2,200 1,220 2,359 0,900 0,880 1,990 0,150 0,160 0,050 0,540 0,320 0,230 0,710

H (m)
40,000 40,000 23,020 189,740 200,760 127,390 128,990 559,160 418,000 354,460 89,570 317,140 737,760 451,700 258,330 426,930 281,980 174,230 423,270 52,320 49,610 27,730 14,180 118,750 104,690 35,190

tc (hs)
0,25 0,25 0,94 0,41 0,59 0,25 0,68 0,28 0,25 0,25 0,58 0,25 0,42 0,34 0,25 0,37 0,25 0,25 0,31 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25 0,25

Coef. C
0,40 0,40 0,40 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,70 0,30

OBRA INDICADA

RECOMENDAÇÃO / OBSERVAÇÃO

ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR

Página67de79

75 19.17 0.700 tc (hs) 1.132 8.18 2.870 4.50 PONTE BDCC 2.05 tp (hs) 1.50 BSCC 3.: ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página68de79 .4 115.80 1.01 tr=50 12.00 BDCC 2.560 3.CÁLCULO DE VAZÃO Método do Hidrograma Triangular Sintético Bacia Contribuinte Local (Km) 80+062 81+862 96+612 134+562 144+762 Nº 04 08 11 34 36 A (km²) 4.95 CN 60 60 60 69 69 Pe (mm) tr=25 17.210 5.30 21.Método Hidrograma Sintético PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .31 109.350 2.920 H (m) 91.95 98.35 17.92 Vazão (m³/s) tr=25 8.19 0.87 17.PR BACIAS HIDROGRÁFICAS .75 99.63 0.18 53.69 P (mm) tr=25 tr=50 97.Tabela 34: Dimensionamento de OAC .50x2.50x2.39 1.68 37.80 23.59 1.96 Obra Indicada BSCC 2.160 1.36 2.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES Posto Escolhido: SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .28 15.44 115.86 83.66 NOTA.35 30.850 4.790 L (km) 3.50 Observação 92.20 tr=50 26.400 60.50x2.410 500.28 De (hs) 2.35 26.18 1.16 19.80 27.66 30.26 97.02 1.54 117.700 99.19 1.50 28.000 83.00x3.80 37.80 2.240 9.52 26.

74 151.90 47.9 89.0 0.83 0.11 147.0 0.9 0.8 52.3 1.5 48.0 0.0 0.14 4.0 0.25 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .1 4. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.0 0.0 0.1 80.0 0.8 7.81 12.6 2.9 0.2 4.8 1.18 0.1 170.0 0.6 23.2 7.1 2.83 4.6 10.0 0.8 7.0 0.3 96.08 (mm) 0.5 0.2 3.8 0.01 LOCALIZAÇÃO : KM 77+462.0 0.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 4.1 18.75 140.93 km² DECLIVIDADE : 0.74 (mm) 0.PR PONTE 17.4 21.5 0.9 2.5 3.0 11.5 10.0 (m³/s) 0.0 7.2 0.3 32.33 3.8 12.Tabela 35: Dimensionamento de OAC .0 0.34 2.2 3.0 0.6 0.00 (mm) 0.0 1.0 0.4 4.2 55.0 0.00 1.0 0.60 0.1 0.13 (m³/s) 0.6 2.1 0.4 0.0 0.3 26.0 0.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .85 41.35 2.2 0.0 0.0 0.8 1.04 5.05 4.00 23.0 0.04 5.31 4.81 35.7 6.0 0.71 1.20 44.0 0.90 7.0 16.91 1.66 2.38 131.0 0.2 14.2 2.83 0.6 1.0 0. INC.2 0.18 0.2 0.2 4.25 À KM 77+562.83 1.0 32.73 h h m³/s.52 2.0 0.79 1.19 60 km 65.08 47.4 2.0 31.9 7.2 7.2 1.9 5.74 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.0 1.0 0.mm TR: 100 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 23.93 152.60 0.0 110.4 2.84 4.48 3.7 22.2 5.9 11.5 0.2 m³/s Qprojeto = 174.6 45.2 0.4 0.Método Hidrograma Unitário Triangular PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .9 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página69de79 .13 0.6 2.0 2.6 1.79 1.2 3.6 0.0 0.91 48.4 0.1 42.0 0.02 151.3 0.6 136.9 1.62 152.81 A CUM UL.00 0.91 1.29 0.4 103.3 3.8 5.0 0.8 148.1 0.5 0.34 2.0 0.1 83.0 Qpico = 170.0 0.5 0.45 0.09 0.4 32.1 19.79 6.14 2.7 0.49 145.62 7.2 0.6 3.45 7.8 0.0 2.50 48.91 149.8 0.0 0.3 120.0 0.1 6.97 5.95 49.8 1.8 3.0 3.1 1.11 45.2 1.0 0.1 0.0 0.0 0.90 1.9 13.45 0.8 64.2 0.70 4.2 167.8 14.1 64.3 0.00 23.6 1.81 12.00 0.3 4.0 0.0 32.

23 1.2 0.0 0.55 9.44 3.52 0.0 33.0 56.8 14.0 81.6 0.0 0.25 0.9 1.55 19.7 7.52 0.1 39.70 5.18 1.35 2.59 3.5 30.1 0.3 0.0 3.32 4.67 27.45 122.PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .0 3.2 2.0 0.7 0.50 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.76 2.8 4.mm TR: 50 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 10.4 5.1 71.5 0.2 0.6 2.2 16.4 2.0 0.00 1.55 9.5 16.7 m³/s Qprojeto = 91.0 0.0 0.8 1.0 0.0 0.9 20.05 LOCALIZAÇÃO : KM 80+962 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .0 0.81 1.64 32.0 0.0 4.7 1.3 0.9 2.8 1.67 0.3 10.1 0.0 0.9 10.55 2.0 0.0 2.0 3.11 4.0 37.0 0.6 2.79 2.6 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página70de79 .5 9.90 0.0 0.23 125.9 17.3 10.9 82.6 31.12 32.3 1.53 4.90 0.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 2.00 0.0 1.88 24.0 1.0 0.6 0. INC.0 6.5 0.2 2.0 6.0 0.0 0.79 2.2 0.6 0.4 2.29 126.40 126.74 102.00x3.5 0.6 1.0 1.67 112.16 (m³/s) 0.0 0.0 2.0 0.45 km² DECLIVIDADE : 0.4 0.00 10.50 (mm) 0.00 0.0 8.0 0.0 0.0 0.0 10.06 5.0 0.0 5.6 8.7 33. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.4 2.0 0.5 2.0 0.29 5.1 0.00 12.00 (mm) 0.0 0.4 1.3 20.5 4.32 3.0 1.0 0.54 31.7 1.0 0.79 (mm) 0.81 1.3 4.90 0.5 3.56 0.8 0.66 124.5 1.0 0.4 3.0 Qpico = 87.2 0.1 26.7 82.00 117.16 0.0 0.0 (m³/s) 0.1 6.81 1.2 9.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .2 87.1 1.8 0.5 1.71 60 km 38.48 29.1 0.2 0.5 6.0 0.0 0.0 0.59 1.5 0.0 0.6 15.24 0.1 6.1 4.88 h h m³/s.7 60.5 23.PR BTCC 3.00 10.81 1.2 10.4 35.0 0.56 A CUM UL.0 11.0 2.8 2.1 0.0 0.0 13.44 32.7 23.11 2.2 0.25 0.5 0.94 2.20 120.30 30.0 0.67 0.0 11.94 3.4 0.9 0.32 4.2 4.5 2.89 2.0 0.21 3.0 0.4 0.4 25.2 0.

8 29. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.16 1.1 35.0 11.00 21.0 0.0 0.PR BTCC 3.1 1.6 1.32 0.mm TR: 100 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 21.0 25.2 0.0 4. INC.5 3.75 2.1 2.6 7.0 0.PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .5 2.50 2.6 51.2 0.63 0.16 1.0 2.3 18.7 7.2 1.0 0.27 152.1 2.2 3.73 3.7 112.2 17.17 2.0 0.75 4.2 1.2 142.2 76.9 7.00 0.5 0.0 0.0 0.0 (m³/s) 0.0 0.00 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.33 1.1 104.7 66.5 29.9 4.3 11.8 1.5 5.75 4.00 21.0 0.0 106.68 0.50 3.0 0.0 0.0 3.2 0.03 2.0 0.9 21.27 A CUM UL.61 143.4 11.3 m³/s Qprojeto = 146.0 0.69 3.9 1.0 43.1 0.51 0.0 0.3 37.9 20.96 1.3 13.6 28.2 0.6 6.0 0.37 km² DECLIVIDADE : 0.7 0.0 0.00x3.0 0.6 13.1 0.6 65.05 152.4 0.93 0.68 0.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .1 4.5 46.0 1.8 0.00 (mm) 0.0 0.92 12.4 142.6 1.62 7.14 0.00 15.24 0.8 1.0 0.92 12.00 3.0 0.75 148.9 1.23 151.0 0.00 6.0 0.0 0.0 3.0 0.75 1.5 0.8 9.25 3.33 3.5 0.3 6.58 48.0 0.1 0.8 20.66 146.0 25.51 0.0 0.1 1.2 0.2 0.00 0.3 6.6 4.79 150.0 0.50 5.2 0.0 0.2 0.3 0.0 0.8 0.0 6.4 5.4 2.19 45.1 11.9 0.41 5.93 0.3 19.41 5.08 h h m³/s.5 1.38 4.0 0.0 1.3 127.8 3.5 0.2 3.25 6.00 (mm) 0.92 34.0 0.3 9.0 0.8 2.69 3.2 3.0 0.6 3.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 3.0 0.9 0.6 0.4 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página71de79 .3 0.3 1.03 43.2 1.3 4.0 0.94 0.06 LOCALIZAÇÃO : KM 78+362 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .5 0.5 2.14 (m³/s) 0.0 0.47 47.73 129.75 7.6 49.80 60 km 51.07 48.9 78.32 0.6 2.0 0.72 (mm) 0.3 5.19 138.33 40.00 1.4 51.39 48.9 0.6 2.9 0.3 0.0 Qpico = 142.96 1.0 0.8 81.0 14.3 0.15 46.0 0.

4 0.7 5.0 0.80 1.5 2.3 8.99 125.1 0.94 0.68 2.4 0.16 0.0 1.5 0.2 0.0 0.7 14.6 22.0 0.2 0.10 101.5 70.0 0.7 31.23 60 km 36.0 0.23 31.92 4.0 2.2 6.0 0.9 6.3 0.mm TR: 50 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 9.0 1.38 111.0 Qpico = 86. INC.0 10.16 (m³/s) 0.0 0.36 3.0 32.0 0.0 11.91 9.0 0.0 0.9 35.30 0.6 1.90 1.0 5.0 0.9 26.4 10.91 9.4 4.8 56.0 22.0 0.2 0.PR BTCC 3.0 0.0 33.9 20.4 2.91 19.25 24.0 0.0 0.23 (mm) 0.14 27.2 6.4 1.88 1.6 2.0 0.4 4.00x3.4 6.0 0.33 4.0 0.6 1.12 1.55 0.0 0.23 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.7 2.90 2.5 0.2 0.22 1.4 2.59 (mm) 0.0 0.3 6.27 3.59 km² DECLIVIDADE : 0.9 2.88 h h m³/s.0 0.9 4.3 17.1 26.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 2.3 59.17 31.00 0.00 12.5 m³/s Qprojeto = 90.7 0.0 32.0 0.2 2.1 0.00 0.5 8.33 4.0 0.4 9.6 0.30 0.3 0.00 9.71 0.1 10.7 0.PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .96 5.93 30.1 0.48 5.0 0.0 2.79 122.90 2.1 1. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.3 2.0 1.23 0.9 0.71 0.04 28.00 1.0 0.0 15.6 39.0 0.0 0.56 0.5 0.88 32.2 0.24 2.2 0.3 0.43 32.2 1.22 A CUM UL.89 0.94 126.0 0.9 1.00 9.88 1.00 116.56 3.9 1.0 0.6 0.1 3.04 5.80 3.0 0.8 2.3 4.8 1.4 0.3 20.9 2.1 4.0 0.1 3.0 80.9 7.0 0.11 123.2 86.11 2.0 0.0 80.76 124.6 3.0 11.0 0.4 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página72de79 .55 0.3 16.56 1.1 1.94 0.8 16.2 28.8 1.0 1.4 2.2 0.0 0.0 3.1 0.22 3.0 0.8 0.5 81.0 (m³/s) 0.89 2.0 0.6 10.5 2.9 10.32 3.0 0.6 1.6 4.9 3.90 1.9 2.0 0.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .4 14.00 (mm) 0.40 119.5 0.5 8.07 LOCALIZAÇÃO : KM 81+362 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .55 2.6 0.

5 1.7 9.87 2.9 1.0 0.0 0.32 1.07 0.00 0.0 0.61 1.72 78.4 6.19 115.1 5.5 7.14 2.8 7.6 3.3 0.2 m³/s Qprojeto = 42.4 0.9 11.05 (mm) 0.57 91.51 (mm) 0.69 28.6 7.00 2.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .36 (m³/s) 0.3 0.0 3.3 0.0 0.0 1.0 3.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 1.6 4.7 9.2 0.0 0.57 2.2 0.3 4.3 3.2 0.50 23.0 0.8 0.0 0.95 0.27 0.0 0.34 1.3 0.0 0.55 0.7 0.5 2.0 0.2 3.63 117.5 7.0 0.0 0.0 0.6 0.3 1.54 0.14 1.6 0.0 4.2 0.8 1.6 6.3 1.3 10.06 113.5 0.94 2.34 14.51 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.1 15.31 26.8 2.00 (mm) 0.8 8.2 12.34 0.34 2.3 3.7 6.18 105.77 18.0 Qpico = 40.36 0.0 0.2 0.07 1.32 1.89 2.0 0.2 39.29 9.35 h h m³/s.09 LOCALIZAÇÃO : KM 90+762 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .0 0.8 17.7 2.91 110.44 3.6 0.84 2.16 1.0 (m³/s) 0.0 0.41 2.66 21.35 0.0 0.7 1.9 4.7 3.0 1.29 7.00 0.PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .44 3.9 0.0 1.2 40.1 2. INC.0 3.1 0.1 2.0 0.58 118.00x3.2 7.0 0.7 4.0 0.66 1.80 1.1 4.0 0.0 54.2 23.66 1.6 5.15 0.01 2.00 3.8 5.0 0.8 0.0 0.0 0.6 28.0 1.0 0.2 1.62 km² DECLIVIDADE : 0.0 1.9 37.1 0.9 2.05 5.00 0.6 2.4 2.8 2.mm TR: 50 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 2.63 27.9 1.4 0.2 3.5 3.7 0.9 1.7 1.0 0.0 0.29 7.9 11.0 1.07 0.1 0.0 0.81 100.1 2.0 0.4 35.4 1.7 30.00 2.84 2.0 0.6 2.67 1.8 2.22 A CUM UL.0 0.4 14.0 0.64 25.14 1.4 5. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.27 1.0 0.4 0.PR BDCC 3.2 16.89 2.3 0.4 2.5 0.0 0.8 2.0 0.0 0.0 2.0 0.6 0.6 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página73de79 .76 1.9 4.8 5.4 9.9 2.2 0.1 0.05 5.6 0.9 3.63 60 km 10.3 1.

3 0.1 10.6 10.0 0.6 75.63 60 km 18.7 0.0 0.44 0.6 2.1 1.29 0.6 43.63 0.PROJETO DE DRENAGEM ENGENHEIRO BLEY .36 h h h HIDROGRAMA CHUVA CHUVA EFETIVA DURAÇÃO REAL (h) 0.4 2.0 7.5 132.70 30.2 12.mm TR: 100 Anos VAZÃO Q INCREMENTOS DA CHUVA EFETIVA / VAZÕES PARCIAIS qi 0.59 h h m³/s.5 15.0 0.48 85.90 105.0 0.0 0.1 0.2 3.13 32.88 125.0 0.0 16.31 1.0 0.03 0.3 0.2 0.1 37.61 112.25 ÁREA : Posto Escolhido: OBRA INDICADA: EXTENSÃO : DEFLÚVIO : SÃO JOSÉ DOS PINHAIS .0 0.7 13.1 134.0 1.48 5.50 6.3 4.1 0.00 2.75 0.0 7.PR PONTE 5.0 0.25 À KM 138+542.0 0.0 26.73 0.33 6.17 4.40 2.15 96.45 0.0 6.18 4.6 24. INC.10 32.8 111.0 142.8 9.0 0.9 0.7 64.0 0.5 0.2 19.0 0.0 34.5 0.4 7.36 (mm) 0.5 9.0 0.00 0.0 5.10 68.00 0.6 m³/s ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página74de79 .2 39.25 3.0 1.6 29.88 11.6 0.40 6.1 2.0 0.7 20.42 126.1 26.4 0.4 33.2 10.73 0.76 (mm) 0.0 0.7 4.58 0.5 2.8 6.4 8.16 1.2 12.51 A CUM UL.05 1.3 42.PARANAGUÁ DIMENSIONAMENTO DE OBRAS-DE-ARTE CORRENTES BACIA .8 0.1 3.0 13.40 6.4 2.0 0.4 35.0 13.35 3.15 0.0 0.6 36.3 0.0 0.0 0.0 1.18 4.0 0.2 112.60 121.0 43.10 21.87 1.0 0.25 3.6 16.95 5.0 11.4 6.30 117.5 24.48 5.0 0.48 5.0 0.0 0.1 11.48 2.4 15.3 18.006 m/m HIDROGRAMA UNITÁRIO tc : tp : tb: 0.03 0.87 2.0 0.35 24.5 30.5 13.4 10.8 88.00 0.7 1.87 2.0 18.8 5.0 0.3 2.2 14.05 5.7 2.02 1.8 39.0 Qpico = 144.92 17.8 13.0 11.0 0.63 (m³/s) 0.0 1.2 1.0 0.0 2.0 0.7 15.40 2.00 (mm) 0.6 2.83 27.0 (m³/s) 0.1 26.00 0.5 8.2 18.7 23.4 18.4 8.1 3.3 0.15 0.1 144.4 3.6 6.1 22.9 1.0 0.48 2.60 km² DECLIVIDADE : 0.3 14.5 15.0 29.35 LOCALIZAÇÃO : KM 138+382.4 27.85 7.1 1.0 4.51 1.2 22.2 22.9 0.5 23.05 5. D: tr : Qp : DE CHEIA 0.0 9.5 16.0 0.0 0.4 1.0 m³/s Qprojeto = 151.0 0.1 4.65 4.

082/2012 826.402/2013 826.160/2013 826.173/2011 826.001/2007 826.044/2005 826.174/2007 826.064/2013 826.119/2012 826.AREIA Processo 826.152/2011 826.031/2011 826.017/2013 826.186/2009 826.173/2012 826.172/2013 826.036/1999 826.AREIA PESQUISA DE PROCESSOS DNPM .LOCALIZAÇÕES Tabela 36: Pesquisa de Processos DNPM .186/2010 Tipo de requerimento Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Fase atual Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Disponibilidade Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Disponibilidade Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Disponibilidade Municípios ARAUCÁRIA/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR CAMPO LARGO/PR CURITIBA/PR MORRETES/PR PARANAGUÁ/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR CURITIBA/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR ARAUCÁRIA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR ARAUCÁRIA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR MANDIRITUBA/PR CURITIBA/PR COLOMBO/PR CURITIBA/PR PINHAIS/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR ANTONINA/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR PINHAIS/PR ARAUCÁRIA/PR Substâncias AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página75de79 .099/2013 826.2 ANEXO 2 – OCORRÊNCIAS DE AREIA E BRITA .060/2011 826.069/2012 826.120/2012 826.159/2013 826.018/2013 826.7.171/2012 826.161/2013 826.175/2007 826.115/2013 826.030/2013 826.145/2013 826.

360/2010 826.227/2011 826.361/2010 826.269/2012 826.252/2010 826.272/2011 826.336/2012 Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa AREIA 826.365/2012 826.371/2012 Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Lavra Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página76de79 .224/2011 826.331/2012 826.826.334/2012 Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Lavra Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Requerimento de Lavra Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR CAMPO LARGO/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR CAMPO LARGO/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR CAMPO LARGO/PR ARAUCÁRIA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR PORTO AMAZONAS/PR BALSA NOVA/PR PORTO AMAZONAS/PR BALSA NOVA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR PINHAIS/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR PIRAQUARA/PR MORRETES/PR PARANAGUÁ/PR ANTONINA/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR MORRETES/PRPARANAGUÁ/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR CONTENDA/PR AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA 826.349/2011 826.262/2010 826.282/2012 826.208/2012 826.327/2012 826.345/2000 826.328/2012 826.356/2012 826.260/2013 826.326/2012 826.211/2011 826.273/2011 826.241/2007 826.247/2008 826.254/2003 826.274/2011 826.190/2010 826.231/2013 826.

525/2012 826.550/2009 826.585/2012 826.584/2012 826.527/2005 826.583/2012 826.433/2003 826.557/2010 826.407/2007 826.490/2012 826.599/2010 Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Concessão de Lavra Requerimento de Lavra Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Lavra Requerimento de Pesquisa Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Disponibilidade Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR ANTONINA/PR MORRETES/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR BALSA NOVA/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR ANTONINA/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR BALSA NOVA/PR MORRETES/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR PORTO AMAZONAS/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR CURITIBA/PR MORRETES/PR PARANAGUÁ/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR MORRETES/PR MORRETES/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR MORRETES/PR BALSA NOVA/PR CAMPO LARGO/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página77de79 .431/2013 826.489/2011 826.429/2011 826.516/2012 826.826.486/2011 826.400/1999 826.489/2012 826.559/2010 826.388/2012 826.397/2011 826.546/2007 826.439/2013 826.475/2012 826.455/2011 826.598/2010 826.561/2011 826.447/2005 826.424/2010 826.422/2011 826.420/2011 826.593/2012 826.415/2013 826.553/2010 826.582/2012 826.

708/2012 826.827/2011 826.611/2009 826.628/2010 826.756/2011 826.711/2011 826.697/2012 826.764/2012 826.734/2012 826.728/2007 826.749/2012 826.755/2011 826.826.690/2011 826.829/2011 826.700/2012 826.804/2011 826.753/2005 826.733/2010 826.665/2010 826.639/2010 826.798/2011 826.753/2011 826.684/2010 826.710/2011 826.868/2011 826.702/2012 826.717/2010 826.604/2010 826.789/2011 826.699/2012 826.754/2012 826.837/2012 826.604/2010 826.618/2002 826.871/2011 Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Disponibilidade para pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Cessão parcial Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Concessão de Lavra Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Requerimento de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR MORRETES/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR PORTO AMAZONAS/PR BALSA NOVA/PR CAMPO LARGO/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR BALSA NOVA/PR CAMPO LARGO/PR PALMEIRA/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR MORRETES/PR MORRETES/PR BALSA NOVA/PR CURITIBA/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR ARAUCÁRIA/PR CAMPO LARGO/PR CURITIBA/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR CURITIBA/PR BALSA NOVA/PR PORTO AMAZONAS/PR ARAUCÁRIA/PR BALSA NOVA/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR CURITIBA/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR BALSA NOVA/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR BALSA NOVA/PR PALMEIRA/PR BALSA NOVA/PR LAPA/PR AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página78de79 .

527/2005 808.556/1976 820.420/2000 826.091/1988 826.567/2007 926.BRITA Processo 826.872/2011 826.222/2002 Tipo de requerimento Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Registro de Extração Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Grupamento Mineiro Fase atual Autorização de Pesquisa Requerimento de Lavra Concessão de Lavra Concessão de Lavra Requerimento de Registro de Extração Concessão de Lavra Concessão de Lavra Concessão de Lavra Concessão de Lavra Requerimento de Lavra Concessão de Lavra Municípios CURITIBA/PR CURITIBA/PR CURITIBA/PR CAMPO LARGO/PR CURITIBA/PR CAMPO LARGO/PR MORRETES/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR FAZENDA RIO GRANDE/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR CAMPO LARGO/PR CAMPO MAGRO/PR CURITIBA/PR Substâncias GNAISSE GNAISSE GNAISSE GNAISSE SAIBRO GNAISSE SAIBRO GNAISSE GNAISSE GNAISSE GNAISSE ESTUDO DE ENGENHARIA – TRECHO: Lapa/PR – Paranaguá/PR Página79de79 .090/1988 820.BRITA PESQUISA DE PROCESSOS DNPM .153/2001 826.889/2011 826.048/2008 826.955/2011 Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Requerimento de Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa Autorização de Pesquisa BALSA NOVA/PR MORRETES/PR ARAUCÁRIA/PR CONTENDA/PR CURITIBA/PR SÃO JOSÉ DOS PINHAIS/PR ARAUCÁRIA/PR CURITIBA/PR AREIA AREIA AREIA AREIA AREIA Tabela 37: Pesquisa de Processos DNPM .881/2011 826.901/2011 826.826.255/1988 826.420/2000 826.