Daniel Gomes Ribeiro Maria Adélia Bragança Marcos Porto Freitas da Rocha Mônica Fernández Mendes Omar do Nascimento

ist!ria das Religi"es

RIO DE JANEIRO

Daniel Gomes Ribeiro Maria Adélia Bragança Marcos Porto Freitas da Rocha Mônica Fernández Mendes Omar do Nascimento Gr#$o de %st#dos da Religiosidade &RABA' O APR%(%N&ADO A FA)*'DAD% (+O B%N&O )OMO R%.*-(-&O PAR)-A' PARA OB&%N.+O %M )-1N)-A( DA R%'-G-+O2 PROF%((OR AN&3N-O )AR'O(2 Resenha 4 A %5$eri6ncia de De#s nas Religi"es -ntrod#ç7o8 RIO DE JANEIRO .+O D% GRA* NO )*R(O D% P/(0GRAD*A.

principalmente so&re a rela$ão do cristianismo com outras religiões. sal"adores ou messias .rdia em sua rica iniciati"a de oferecimento sal" fico! )a$9t#lo .ue se cultua a m stica! 6 enfati2ado o apofatismo teol. situadas como religiões prof*ticas e do li"ro! Já as tradi$ões orientais se &aseiam na dimensão da interioridade. onde não * poss "el de ser concreti2ado ou sim&oli2ado! Na m stica hindu temos o radical es"a2iamento do su)eito humano e seu potenciamento para perce&er a transpar#ncia do A&soluto transcendente no mundo dos fen/menos! Em s ntese.ue interditam a "isão interior! A prática meditati"a &usca a li&erta$ão dos dese)os. se fa2 presente.ue as primeiras t#m como fundamento a heran$a a&ra(mica.ue propunha uma -nica religião mundial! Os tra&alhos teol. pois somente nelas há um lugar leg timo para outras teologias confessionais! A teologia cristã do pluralismo religioso encontra na doutrina da trindade a cha"e hermen#utica para uma interpreta$ão da experi#ncia da %Realidade A&soluta'! Apresenta de forma panor(mica e sucinta a forma como as tradi$ões )udaica. pois se trata de um fen/meno rico e fecundo onde * poss "el perce&er a profunda generosidade de Deus! O Deus uno e trino. da sa&edoria e da gnose! 5á separa$ão r gida entre essas religiões não * permitida.gicos tendem a exaltar positi"amente o pluralismo religioso.ue doam suas "idas por seus fi*is! A.uer significado prof*tico nas religiões orientais ou dimensão m stica nas religiões prof*ticas! A interioridade * o caminho nas religiões orientais para se atingir a realidade a&soluta! 6 na entase7 desco&erta do A&soluto no ntimo de si mesmo.O autor parte da reflexão da teologia cristã das religiões.ual. isto * "isto no "a2io do &udismo! 0al conceito englo&a inefa&ilidade e indi2i&ilidade da realidade do 8ist*rio A&soluto. isl(mica e &udista expressam suas realidades! O o&)eti"o * mostrar a "ia&ilidade de uma perspecti"a ecum#nica planetária! )a$9t#lo :8 A Acolhida do Pl#ralismo Religioso A teologia reconhece o "alor do pluralismo religioso e contraria a ideia de João +aulo II. mas a presen$a real do Deus e amor e miseric. a espiritualidade nas tradi$ões orientais &usca a li&erta$ão atra"*s da purifica$ão da consci#ncia e da supera$ão dos o&stáculos . pois excluiria . . mas comunga o seu mist*rio plural ao g#nero humano na hist.uecimento m-tuos enfocando a 3complementaridade rec proca3 das di"ersas tradi$ões religiosas! A compara$ão entre as religiões monote stas ou prof*ticas e as religiões orientais ou m sticas mostra .ria! 0rata1se de uma comunica$ão trans&ordante e di"ersificada! Os %di"ersos modos' como Deus falou e se re"elou aos seres humanos.ui pessoais para alcan$ar a sal"a$ão! Não existem profetas ou mediadores da pala"ra.ue * mist*rio de amor. cristã. .ui o ponto RIO DE JANEIRO . não se encerra na solidão da incomunica&ilidade.gico onde o A&soluto não * alcan$ado atra"*s de conceitos. ou se)a. possui %di"ersos percursos religiosos3 os . não pelo impessoal de um Deus desconhecido. .8 As Distintas Formas de A$ro5imaç7o do Mistério F#ndamental +ara a teologia cristã religião * %caminho de sal"a$ão3. a extin$ão da "ida da "ontade e dos afetos para ser alcan$ada a autotransforma$ão com uma no"a sa&edoria! O esfor$o e as desco&ertas são a.uais &uscam a comunhão com o mist*rio fundamental! 4ada percurso tem um caráter -nico e singular relati"o a cada religião! Existe uma "i"encia m-tua dos "alores sal" ficos &uscando uma transforma$ão e enri.

a cultura na .ue o pr. ressalta a profissão de f* no Deus uno .ria direcionada a um e"ento fim. nas religiões orientais a #nfase recai na manifesta$ão! A realidade di"ina não toca o ser humano a partir de fora. mas sim uma deforma$ão ou enfra.ue importa a.ue se manifestou atra"*s dos profetas! A m stica prof*tica constitui a forma original da m stica cristã! A pala"ra * ou"ida e o&edecida. cresce at* alcan$ar o caminho mais excelente e dá sustenta&ilidade a todos os outros caminhos7 o da f*. esta&elecendo isto como centro da f* )udaica! A&orda .ria do +o"o de Deus! Cem como o Islamismo não pode re)eitar sua descend#ncia A&ra(nica. em cada uma delas! Outros tra$os comuns são7 uma "isão de hist. a&orda os importantes elementos comuns . uma coleti"i2a$ão ou associa$ão de Deus! Entretanto esclarece . a familiaridade lit-rgica =c(nticos.ue se coloca numa posi$ão de ou"inte e confiante da =e na> mensagem! . nega$ões e emin#ncias! Existe a audi$ão da +ala"ra! A sal"a$ão "em atra"*s do encontro com Deus .uando Deus manifesta1se para o ser humano atra"*s de num dialogo interpessoal! Na m stica ocidental Deus * compreendido como mist*rio inexprim "el! . o encontro com o Deus! Nestas religiões a experi#ncia acontece .ue podem ser identificados nas tr#s religiões prof*ticas . por*m.ual englo&a afirma$ões. .ue o 4ristianismo não de"e es.ue o maior fator de diferencia$ão entre o Juda smo e o 4ristianismo encontra1se na Doutrina da 0rindade. ora$ões e leituras>.uecer sua &ase atra"*s da men$ão : nacionalidade de Jesus e 8aria. sua @iteratura Bagrada compartilhada =+rimeiro 0estamento>. ou se)a. Jesus 4risto ou o 4orão.m dos tra$os mais importantes partilhados por estas religiões * a fé no único e mesmo Deus de Abrão. inicialmente. .ue para os )udeus não se configura uma idolatria ou polite smo. o direcionamento : reali2a$ão da )usti$a.sa1se o conceito de analogia o .prio Deus * o su)eito da iniciati"a decisi"a do e"ento sal" fico! Ele entra em comunica$ão com o ser humano. não tem import(ncia central para a 9ndia! O . atra"*s de uma pala"ra ou lei exterior. o da profecia. sua f* num -nico Deus criador .ue inicia entre os fi*is e alcan$a Deus! O autor estimula o ecumenismo planetário acentuando os tra$os comuns a )udeus e cristãos.focal não * a re"ela$ão pessoal de Deus ou o diálogo dual com o di"ino! O . .prio ser e de todo o cosmos! )a$9t#lo <8 &raços )om#ns =s Religi"es Monote9stas o# Pro>éticas <austino 0eixeira. a desco&erta da imortalidade ou sal"a$ão! Nas religiões monote stas ou prof*ticas o caminho de acesso : Realidade A&soluta * o êxtase. com in cio num e"ento cria$ão e orientada pela e para a "ontade de Deus? a Re"ela$ão de Deus atrelada a um @i"ro escrito e aceito como Norma e crit*rio de autenticidade? a exist#ncia de figuras prof*ticas anunciadoras da +ala"ra e Aontade de Deus? um c. a f* na continuidade da hist.ui * a li&erta$ão do sofrimento. para isto ressalta .digo de *tica fundamental expresso pelo Decálogo he&raico1cristão e pelo 4.ue en"ia um @i"ro sagrado! Duanto : experi#ncia de Deus no Juda smo.ual Jesus cresceu e se desen"ol"eu. o do conhecimento dos mist*rios! Nas religiões prof*ticas Deus se re"ela mediante a proclama$ão de uma pala"ra.ue o Antigo RIO DE JANEIRO .ue são caracteri2adas pepelo fato de .ue * por elas adorado.ue chamamos Deus .uecimento do monote smo puro. se)a a 0orah. uma shittuf.ue fe2 alian$a permanente com os )udeus e os reconhece como seu po"o. segundo uma intelig#ncia diferente de sua unidade.ue sai ao encontro do humano. &em como dos primeiros cristãos =disc pulos de Jesus>.ue constitui garantia da identidade pessoal do Deus .digo isl(mico dos de"eres? a orienta$ão a uma incansá"el &usca de =re> união com o Deus -nico manifestada pela comunhão . mas apresenta1se como 3o fundamento de seu pr.

.ue se insere nas situa$ões de seu po"o. o . prod gios e milagres. demonstrando sua ri. precisa dele e se re"ela aos seres humanos! A&orda tam&*m o conceito de "hekinah.tica m stica do Oriente em rela$ão a Di"indade.ue ha)a esfor$os para isto. sua ternura e recepti"idade com os des"alidos! Jesus con"i"ia. a doutrina da 0rindade * maior dificuldade para o entendimento entre )udeus e cristãos. informando .ue Alah se)a distante e insens "el aos seres humanos! Ele * um Deus -nico. di"idia sua alimenta$ão. ou se)a. ainda . no circuito da m stica sufi e no esoterismo isl(mico. sendo esta a grande diferencia$ão entre estas tradi$ões. um profeta e en"iado. a im$assibilidade $lat%nica e a imobilidade aristotélica! Bua prática mais peculiar * a acolhida aos exclu dos. para "i"er entre eles! Ele integra1se com o ser humano.ue estes não representam pessoas distintas de ah!eh. sofre com ele e por ele. . o 4orão. sua "i2inhan$a e proximidade com Deus. tirar o "*u e mostrar .ue2a multiforme! Ele comunga com o ser humano com ternura e piedade. como ditado so&renatural registrado por um profeta inspirado. e afirma . ina&ita$ão ou presen$a de Deus . integrali2ador das diferen$as. está na .s! Duanto : experi#ncia de Deus nos Islã ressalta . ou %Aer&o enli"rado'! Em sua tradi$ão há a afirma$ão decisi"a da transcendência de Deus e a total depend#ncia de toda cria$ão para com Ele! A rai2 da pla"ra %Islã' se tradu2 por su&missão. portanto s.ue transcende o templo. da Ba&edoria de Deus =Hokmah>. &em como a compreensão da dinami2a$ão da unicidade de Deus pelos mu$ulmanos.ue Reino de Deus está entre n. seu tra$o messi(nico. se o conhece o Ele re"ela! A tradi$ão mu$ulmana re)eita um monote smo . . afirma .dios como a torre de Ca&el e o +entecostes.ue ocupa uma import(ncia fundamental. resta1nos o desafio de estimular a "alori2a$ão ao monote smo e a transcend#ncia in"iolá"el de Deus pelos cristãos. mas nunca sua di"indade! +or*m.ue não pode ser contida.0estamento não exclui a presen$a de uma economia uni"ersal expressa pela a$ão da +ala"ra de Deus =Dabar>. nos dando direito : diferen$a e intimidade. consagrando o pluralismo em epis. Deus'! 5á a impossi&ilidade do conhecimento de Deus por algu*m . da as ressal"as . Jesus foi apenas um humem exemplar! Duanto : experi#ncia de Deus no 4ristianismo. mas atri&utos din(micos de Deus! Deixa claro. este li"ro se compara fenomenologicamente falando a a$ão de Jesus. agrega"a1os! Beu o&)eti"o decisi"o era testemunhar uma no"a maneira de "i"er e con"i"er.m' * rico de uma multiplicidade interna! Deus tem amor dos seres humanos e at* se es"a2ia para "ir a seu encontro.ue o %.uanto : encarna$ão.ue o ama.ue para a tradi$ão )udaica. . tam&*m. &em como sua unicidade com a 0rindade. seu nascimento de caráter singular =de uma "irgem>. mas isto não significa .ue este)a fora Dele. como Aer&o di"ino.ue corro&ora a o Dogma )udaico %Adorarás um s. perfeito %ser"idor de Deus'.ue reconcilie a imuta&ilidade de Alah com a encarna$ão em Jesus 4risto. o .ue o Deus da Alian$a * um Deus terno e compassi"o . . .ue sua grande teofania está presente num li"ro. eterno. e do Esp rito de Deus =Rûah>. .ue a&rirá no"os caminhos para o diálogo respeitoso! )a$9t#lo ?8 A @#est7o de De#s nas Religi"es M9sticas do Oriente A a&ordagem deste cap tulo.ue este * pautado pela compreensão de um Deus . e mu$ulmanos e o segundo grupo.ue no Ocidente * chamado de Deus. reconhecendo por fim o "alor da identidade permeá"el : diferen$a. a resist#ncia a doutrina da trindade cristã * menor! 4oncluindo.ue * 0rindade e não solidão! O monote smo presente no 4ristianismo re"ela . rompendo com a ataraxia est#ica. a Realidade A&soluta! RIO DE JANEIRO .ue * comunhão. toca"a1 os. apesar de reconhecer Jesus =EFs(> como um sinal e exemplo.ue )amais gerou ou foi gerado e ningu*m * compará"el a Ele.

ue sir"a1nos de par(metro para esta&elecer o amor. primeiramente. criados e aceitos por ele =4f Atos IJ. a rela$ão com os homens! Alguns termos são "erdadeiros esc(ndalos para os orientais. como o 4riador. pois a . da pessoa. de forma geral. mas no caminho de uma mente li"re. do niilismo . para designarem a realidade de Deus. isto alarga os hori2ontes ocidentais. sa&endo . os orientais.ue a acep$ão de pessoas. o dia a "ida. "#m o Ber de Deus. a proposta do Gen Cudismo * a supera$ão as id*ias. encontra1se no uni"erso oriental termos .ue está na experi#ncia direta. o mantenedor da "ida. afinal Cuda re"elaHse a si mesmo .gica transcendental do Oriente! O Gen Cudismo nos mostra um exemplo . há uma rela$ão pessoal! Entretanto. mas da corrup$ão do homem em "eia ao seu pr. um caminho %&em1a"enturado' . precisa. a sua 0eologia. cartesiano.ue somos todos filhos de um mesmo +ai. pois dentro do &udismo. o pro&lema da linguagem precisa ser superado! Outro ponto de maior en"ergadura está no conceito a&soluto da Di"indade! Os ocidentais. ou se)a. com a cosmo"isão do "a2io. e . * como eles di2em % é o encontro da sim$licidade da realidade(. para melhor entendermos a l.ue nos le"e ao conhecimento deste uni"erso! O autor nos apresenta como acesso : essa compreensão. ou se)a a. e em especial os &udistas tem o conceito na Realidade A&soluta. portanto. amplia a "isão dos prop.O ocidente não pode ser herm*tico em rela$ão as tradi$ões religiosas do Oriente.ue encontramos está na linguagem religiosa. para entender o uni"erso oriental religioso! Begundo o autor. at* a ideia do não ter nada. em todas as suas manifesta$ões! Assim para o &udismo. em especial para os &udistas! Em contra partida.ue somos filhos. .ui. criaremos a. como tam&*m os seus conceitos! +ara uma melhor aproxima$ão * necessário o desarmar1se das concep$ões infiltradas na nossa cosmo"isão. os termos. a partir do texto orientado. rico e afá"el! RIO DE JANEIRO . não há uma concep$ão religiosa particular .uestão do Ber. a falta de respeito e a intoler(ncia não pro"#m da "erdade di"ina. culturalmente. ss>! A partir das "árias religiões podemos admitir .ue são % im$enetr&'eis $ara a sensibilidade ocidental(! +ortanto para o entendimento dos dois mundos. lem&rar . tam&*m. afirma$ão da transcend#ncia pela nega$ão! 0oda"ia. a chamada %)eologia negati'a(. não com&ina com o pensamento. ou melhor.gico. KL H KM>. ou se)a. o conceito para a Realidade A&soluta * o "a2io. sem o apego de si mesmo. o Ocidente não pode ficar herm*tico ao entendimento religioso do Oriente. ou o nada.uanto aos conceitos.ue o primeiro passo para essa longa estrada * a consolida$ão de um diálogo.ue nos cerca.prio cora$ão ego sta e segregador! +artindo dessas premissas e diante de tantas religiões. do nada! Eis a grande dificuldade no &udismo na aceita$ão da expressão do A&soluto na forma ocidental! +or isso.ue * um resumo dos conceitos simples da "ida. de um caminho . a discursão de muitos autores está na rela$ão do entendimento Deus e a Realidade A&soluta! A primeira dificuldade . a 0erra =4f Nn I.uanto a Realidade A&soluta.sitos da Di"indade so&re todos os homens! Assim. precisa ter o cuidado com as respostas produ2idas pelo processo da nega$ão . o respeito e a união =+a2> entre os po"os. ou melhor. a extin$ão! 4omo falamos anteriormente.uando não * mais afirmado! )a$9t#lo A8 %m FaBor Desdobramentos e Desa>ios! de #m %c#menismo Planetário8 +ara pensarmos em Ecumenismo de"emos. Deus. a&strato da concep$ão da Di"indade. de uma mesma mãe. o Ocidente precisa se desnudar do pensamento l. os )argões ocidentais. não existe uma realidade de um Ber +essoal.

ue dese)a para si mesmo!3 Bunnah &ao9smo8 3O homem superior de"e apiedar1se das tend#ncias malignas dos outros? olhar os ganhos deles como se fossem seus pr. não fa$as ao teu semelhante! Esta * toda a @ei. IM>! +ensando nesse caminho pensamos ser interessante citar as regras de ouro encontradas nas di"ersas religiões do mundo! )ristianismo8 %0udo .prio. em fim.ue não gostarias . a partir dessa singularidade.+ara .ue não .ximo o . mas como um diferente capa2.ue não pode cumprir!3 Nleenings Assim. )ustamente por essa diferen$a.ue não gostarias de ser ferido3! . a.ue não dese)a para si pr. e suas perdas do mesmo modo!3 0hai1Bhang )on>#cionismo8 3Eis por certo a máxima da &ondade7 Não fa$as aos outros o . poderemos iniciar um diálogo interreligioso enri. onde o outro não será mais "isto como o certo ou o errado. Bha&&at KIa ind#9smo8 3Esta * a soma de toda a "erdadeira "irtude7 trate aos outros. )usta e igualitária! B-B'-OGRAF-A8 RIO DE JANEIRO .uecer ainda mais a nossa f* e a nossa &usca pela constru$ão de uma sociedade de pa2.ue não gostar amos . fa$am "oc#s tam&*m a eles! +ois nisso consistem a @ei e os +rofetas!' =8t O.uilo .uilo .s * um crente at* .ue fi2essem conosco =4f 0& L. a cultura. nem prometer a. a li&erdade de escolha.ue não * &om para ela pr. o espa$o do outro.ue "oc#s dese)am . o resto * comentário!3 0almude.ueres .ue esse diálogo de amor se d# de forma plena precisamos respeitar as diferen$as.uando não fa2 ao outro a.ue eles te tratassem! Não fa$as ao teu pr.ue fa$am a ti3! Analectos TA.ue os outros fa$am a "oc#s.a M7IQ Coroasterismo8 3A.prios.uilo . não fa2endo com ele.uecedor.ue ele depois fi2esse a ti!3 8aha&harata -slamismo8 3Nenhum de ". tal como gostarias . IP> B#dismo8 3Não firas os outros de um modo . de enri.uilo .ue te * odioso.ue dese)e a seu irmão a. PK! Fé BaháE98 3Não dese)ar para os outros. * &oa .danda1 Aar.uela nature2a s. a cren$a. o .pria3! Dadistani DiniR SL7M D#da9smo8 3O .

&%-F%-RAG <austino @! 4! A *x$eriência de Deus nas Religiões+ -n8 Numen7 re"ista de estudos e pes. 8N! A! K! n! I.uisa da religião! Jui2 de <ora. p III H ILQ! RIO DE JANEIRO .