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2.298 EXERCÍCIOS, COM GABARITO.

Pesquisados na Internet, em centenas de SITES com exercícios e provas da Língua Portuguesa. TEXTO. A Filosofia teve origem na tentativa humana de escapar para um mundo em que nada mudasse. Platão, fundador dessa área da cultura que ho e chamamos Filosofia, supunha que a diferen!a entre o passado e o futuro seria m"nima. Foi somente quando come!aram a levar a #ist$ria e o tempo a s%rio que os fil$sofos colocaram suas esperan!as quanto ao futuro deste mundo no lugar antes ocupado por seu dese o de conhecer um outro mundo. A tentativa de levar o tempo a s%rio come!ou com #egel, que formulou e&plicitamente suas d'vidas quanto ( tentativa plat)nica de escapar do tempo e mesmo quanto ao esfor!o de *ant em achar condi!+es a,hist$ricas de possi-ilidade de fen)menos temporais. A Filosofia distanciou,se da questão ./ que somos0. para focali1ar ./ que poder"amos vir a ser0. 1. Assinale a opção concordante com as idéias do texto. A. Platão não só foi o filósofo que superou as formulaç es de !egel e "ant relativas aos fen#menos temporais como foi o que cogitou na idéia de futuro. $. %nicialmente, em suas origens, a &ilosofia se interessou pelas condiç es não'(istóricas das transformaç es temporais a que os seres (umanos se su)eitam. *. +s filósofos sempre se preocuparam prioritariamente com a questão da passagem do tempo e das conseq,entes mudanças (istóricas. -. !egel inaugurou, na &ilosofia, as cogitaç es relativas ao tempo e .s condiç es (istóricas dos fen#menos temporais. /. A &ilosofia nasceu marcada pelo interesse do (omem em sondar as suas próprias possi0ilidades de transformação e mudança no tempo e na !istória. TEXTO. 2uando a usti!a entra em conflito com a lealdade, essa 'ltima geralmente leva a melhor. 3uitos de n$s alimentamos e protegemos nossas fam"lias antes de podermos pensar nas necessidades de nossos vi1inhos. 3uitos de n$s estamos muito mais interessados no -em,estar dos nossos compatriotas do que na situa!ão das pessoas do outro lado do mundo. 1. /m relação .s idéias do texto, assinale a opção incorreta. 2A3 + senso de )ustiça entre indivíduos de povos diferentes é superior . lealdade que se dispensa aos familiares mais próximo. 2$3 A lealdade geralmente prevalece so0re a )ustiça quando (4 conflito entre as duas forças. 2*3 + pensamento relativo .s necessidades dos nossos con(ecidos é secund4rio em relação .s

preocupaç es com os familiares. 2-3 + interesse pelas causas nacionais é priorit4rio em relação aos contextos do exterior. 2/3 A solidariedade entre pessoas de uma mesma nacionalidade so0rep e'se . solidariedade para com povos estrangeiros. TEXTO. Prever o futuro % tão arriscado que, podendo sempre errar, % prefer"vel errar pelo otimismo. E há -oas ra1+es para ser otimista quanto ( democracia. 4os 'ltimos 56 anos, do-rou ou triplicou o n'mero de pessoas que não vivem em ditadura. Talve1 se a demais chamar 7cr8nia ou El Salvador ho e de Estados democráticos, mas certamente há -em mais li-erdade nesses pa"ses ou no 9rasil, ap$s a queda do comunismo e das ditaduras apoiadas pelo primeiro mundo, do que havia em :;<6. A con untura mundial torna dif"cil o cenário usual, que era a rigorosa repressão ante o avan!o de reivindica!+es populares. 5. /m relação ao texto, assinale a opção correta. a3 Pode'se inferir do texto que atualmente não (4 clima favor4vel . repressão de movimentos populares. 03 Até (4 pouco tempo não (avia restriç es .s demandas e reivindicaç es de segmentos insatisfeitos da sociedade. c3 A expressão 6tão arriscado que7 pode ser su0stituída por tão arriscado quanto sem pre)uí8o para a correção do texto. d3 9e a palavra 6certamente7 vier entre vírgulas o texto transgride as normas de pontuação. e3 A vírgula após 6usual7 indica que a oração a seguir é restritiva. TEXTO. / quadro geral de apa1iguamento a-re espa!o para a e&pansão da democracia. 3as resta muito por fa1er. 3ais que tudo, % preciso desenvolver a id%ia de que a democracia não % s$ um regime pol"tico, mas um regime de vida. 2uer di1er que o mundo dos afetos deve ser democrati1ado. = preciso democrati1ar o amor, se a paternal ou filial> a ami1ade> o contato com o desconhecido? tudo o que na modernidade fe1 parte da vida privada. = preciso democrati1ar as rela!+es de tra-alho, ho e tuteladas pela propriedade privada. A democracia s$ vai se consolidar, o que pode tardar d%cadas, quando passar das institui!+es eleitorais para a vida cotidiana. = claro que isso significa mudar, e muito, o que significa democracia. @ada ve1 mais ela terá a ver com o respeito ao outro. :. Assinale a opção que est4 em desacordo com as idéias do texto. a3 A noção de regime político é mais restrita que a noção de regime de vida. 03 Pode'se inferir que as relaç es de tra0al(o tuteladas pela propriedade privada não são suficientemente democr4ticas. c3 A proposta de ampliação do conceito de democracia transcende as quest es p;0licas e políticas e invade o universo individual e privado. d3 A consolidação da democracia tem como condição a a0rang<ncia das quest es da vida cotidiana. e3 A mudança do conceito de democracia é uma transformação que est4 ocorrendo na sociedade e seus resultados serão vistos 0revemente. TEXTO.

4a pesquisa para avaliar a gestão nas empresas em rela!ão ( qualidade no setor de softAare, foram considerados os seguintes fatores? a ela-ora!ão de planos estrat%gicos, a inclusão de metas consistentes, a coleta de indicadores precisos, a conta-ilidade adequada de custos, a implanta!ão de programas de qualidade total e a certifica!ão dos sistemas. / relacionamento das empresas com seus empregados foi acompanhado a partir de aspectos da participa!ão dos mesmos na solu!ão de pro-lemas, sua satisfa!ão e oportunidades de aperfei!oamento profissional. / relacionamento com o mercado era avaliado considerando,se a reali1a!ão de pesquisas de e&pectativa e de satisfa!ão unto aos clientes> a e&istBncia de estruturas de atendimento> a resolu!ão de reclama!+es e o uso desses tipos de dados na revisão de pro etos ou na especifica!ão de novos produtos e servi!os. Procedimentos espec"ficos para qualidade em softAare foram medidos por indicadores referentes ( ado!ão de m%todos de engenharia para preven!ão ou detec!ão de defeitos, ( utili1a!ão de ferramentas automati1adas de desenvolvimento e ao tipo de documenta!ão adotada. Adicionalmente, todo um con unto de aspectos foi levantado viCsando ( caracteri1a!ão das empresas e do softAare desenvolvido no 9rasil. =. /m relação ao texto, assinale a opção correta. a3 As escol(as sint4ticas e lexicais do texto são apropriadas para um texto de relatório. 03 Para que a pontuação do texto se torne correta é necess4rio su0stituir as quatro vírgulas após o sinal de dois pontos por sinais de ponto e vírgula. c3 + uso da vo8 passiva em 6foi acompan(ado7 tem o efeito estilístico de explicitar e reforçar o papel do agente da ação. d3 /m 6+ relacionamento com o mercado era avaliado7, a transformação da vo8 passiva analítica para sintética corresponde a> Avaliou'se o relacionamento com o mercado. e3 + uso do pretérito indica que a pesquisa a que o texto se refere est4 em andamento. TEXTO. / mundo % grande / mundo % grande e ca-e 4esta anela so-re o mar. / mar % grande e ca-e 4a cama e no colchão de amar. / amor % grande e ca-e 4o -reve espa!o de -ei ar. ?. @este poema, o poeta reali8ou uma opção estilística> a reiteração de determinadas construç es e express es ling,ísticas, como o uso da mesma con)unção para esta0elecer a relação entre as frases. /ssa con)unção esta0elece, entre as idéias relacionadas, um sentido de> 2A3 oposição. 2$3 comparação. 2*3 conclusão. 2-3 alternAncia.

2/3 finalidade. TEXTO. /hD 2ue saudades Eo luar da minha terra Fá na serra -ranque ando Folhas secas pelo chão Este luar cá de cidade Tão escuro não tem aquela saudade Eo luar lá do sertãoD B. +s versos acima ilustram características do Arcadismo> a3 exaltação . nature8a da terra natal. 03 declarada contenção dos sentimentos. c3 expressão de sentimentos universais. d3 volta ao passado para escapar das agruras do presente. e3 oposição entre o campo e a cidade. TEXTOS. I G HA paran!a que foi  conforme estou vivo lem-rado  numa vereda sem nome nem fama, corguinho deitado demais, de água muito simplificada.I II G H...penetrar no universo do grande sertão % trilhar as veredas da poesia e, com Jio-aldo, propor, se grandes questionamentos.I III G HAp$s a -atalha, os agun!os pararam para descansar num curso dKágua orlado de -uritis.I C. +0servando as relaç es entre as express es grifadas, é correto afirmar que ocorre> a3 (omonímia entre % e %% e antonímia entre % e %%%. 03 polissemia entre % e %% e sinonímia entre % e %%%. c3 paronímia entre % e %% e (omonímia entre % e %%%. d3 (omonímia entre % e %% e sinonímia entre %% e %%%. TEXTO. Leia o excerto a0aixo extraído de uma suposta entrevista com Dio0aldo, personagem de Lrande sertão? veredas. 63ire e ve a o leitor e a leitora? se não houvesse 9rasil, não haveria MLrande sertão? veredasK, não haveria Jio-aldo. Eeviam ter pensado que pelo menos para isso serviu. E o resto % silBncio. /u melhor, mais uma pergunta senhor Jio-aldo. / que % silBncio0 J  / senhor sa-e o que o silBncio %0 = a gente mesmo, demais.I 2Al0erto Pompeu de Eoledo, Ne aO. F. @o trec(o acima, predominam as seguintes funç es da linguagem>

a3 poética e f4tica. 03 f4tica e conativa. c3 expressiva e poética. d3 conativa e metaling,ística. TEXTOS. Leia as o0servaç es a0aixo a respeito de Lrande sertão veredas. I G A hist$ria % narrada, durante trBs dias, a algu%m culto, que toma notas, mas que não aparece e&plicitamente no corpo da narrativa. As falas desse homem da cidade não são reprodu1idas no livro. Sa-emos de suas interven!+es somente por meio das respostas de Jio-aldo. II G @omo se trata da longa fala de um fa1endeiro do noroeste de 3inas Lerais, que foi agun!o e não teve muito estudo, a linguagem do livro % marcada por e&press+es t"picas do lugar em que vive o narrador,perso,nagem, por prov%r-ios e e&emplos tirados do seu cotidiano rural. III G 2uanto ( estrutura!ão do romance, não há divisão em cap"tulos. / in"cio se dá com um travessão, marcando a fala de um personagem  Jio-aldo  fala essa que s$ % interrompida quando ele aca-a de contar a hist$ria. IN G As hist$rias contadas por Jio-aldo desenrolam,se no sertão, o espa!o s"ntese onde as a!+es humanas são refletidas. 4ele, cada rio, cada vereda, cada árvore ou pássaro, sem dei&arem de pertencer ao mundo natural, mantBm profunda correspondBncia com a esfera humana. Ea" a preocupa!ão do autor com uma delimita!ão geográfica precisa, que o mant%m fiel aos nomes de rios e cidades e&istentes na região. 1G. *om relação ao romance de Huimarães Dosa, estão corretas as assertivas> a3 % e %I. 03 %, %% e %%%. c3 %, %%% e %I. d3 %%, %%% e %I. TEXTO. 6E 3aria 3utema, so1inha em p%, torta magra de preto, deu um gemido de lágrimas e e&clama!ão, -erro de corpo que faca estra!alha. Pediu perdãoD Perdão forte, perdão de fogo, que da dura -ondade de Eeus -ai&asse nela, em dores de urgBncia, antes de qualquer hora de nossa morte. E rompeu fala, por entre prantos, ali mesmo, a fim de perdão de todos tam-%m, se confessava.I 11. @esse episódio de Lrande sertão? veredas, Jaria Jutema confessa ter> a3 assassinado o marido e provocado a morte do vig4rio. 03 despe)ado c(um0o derretido no ouvido do vig4rio, enquanto este dormia. c3 matado o marido de desgosto ao confessar seu amor pelo vig4rio. d3 mantido um relacionamento pecaminoso com o finado vig4rio, com o qual teve tr<s fil(os. TEXTO.

+ HDA@-/ AJ+D.
Eom Ko0im e Iinícius de Joraes. #a a o que houver #á sempre um homem para uma mulher E há de sempre haver Para esquecer um falso amor E uma vontade de morrer Se a como for #á de vencer o grande amor 2ue há de ser no cora!ão @omo um perdão para quem chorou. 11. 9o0re o texto acima, é correto afirmar que> a3 possui interdepend<ncia entre elementos argumentativos e descritivos, os quais são transformados em poesia. 03 narra, poeticamente, a (istória de um personagem que conseguiu esquecer um falso amor quando encontrou um grande amor. c3 apresenta um narrador que exp e seu ponto de vista so0re o relacionamento amoroso, usando o procedimento de auto'refer<ncia. d3 expressa a idéia, por meio de elementos discursivos, arran)ados numa linguagem poética' argumentativa, de que o verdadeiro amor sempre vence. TEXTO. 6/&"moro Pou parado&oO % uma constru!ão te&tual que agrupa significados que se e&cluem mutuamente. Para Larfield, a frase de sauda!ão de Qon e&pressa o maior de todos os o&"morosI. 15. @as alternativas a0aixo, estão transcritos versos retirados do poema L+ oper4rio em construçãoL. Pode'se afirmar que ocorre um oxímoro em> 2A3 L/ra ele que erguia casas +nde antes só (avia c(ão.L 2$3 L...a casa que ele fa8ia 9endo a sua li0erdade /ra a sua escravidão.L 2*3 L@aquela casa va8ia Mue ele mesmo levantara Nm mundo novo nascia -e que sequer suspeitava.L 2-3 L... o oper4rio fa8 a coisa / a coisa fa8 o oper4rio.L

2/3 L/le, um (umilde oper4rio Nm oper4rio que sa0ia /xercer a profissão.L 2Iinícius de J+DA/9. Antologia Poética. 9ão Paulo> *ompan(ia das Letras, 1FF13. TEXTO. ./s progressos da medicina condicionaram a so-revivBncia de n'mero cada ve1 maior de indiv"duos com constitui!+es gen%ticas que s$ permitem o -em,estar quando seus efeitos são devidamente controlados atrav%s de drogas ou procedimentos terapButicos. São e&emplos os dia-%ticos e os hemof"licos, que s$ so-revivem e levam vida relativamente normal ao rece-erem suplementa!ão de insulina ou do fator NIII da coagula!ão sangu"nea.. 1:. /ssas afirmaç es apontam para aspectos importantes que podem ser relacionados . evolução (umana. Pode'se afirmar que, nos termos do texto> 2A3 os avanços da medicina minimi8am os efeitos da seleção natural so0re as populaç es. 2$3 os usos da insulina e do fator I%%% da coagulação sanguínea funcionam como agentes modificadores do genoma (umano. 2*3 as drogas medicamentosas impedem a transfer<ncia do material genético defeituoso ao longo das geraç es. 2-3 os procedimentos terap<uticos normali8am o genótipo dos (emofílicos e dia0éticos. 2/3 as intervenç es reali8adas pela medicina interrompem a evolução 0iológica do ser (umano. TEXTO. @ortando fronteiras com capital e tecnologia, as multinacionais otimi1am mercados, recursos naturais e pol"ticos em escala mundial. 7ma nova forma de acumular lucros, uma nova divisão internacional do tra-alho. 1=. A nova divisão internacional do tra0al(o apresentada no texto tem como causa a seguinte atuação das multinacionais> a3 aplicação de capitais em atividades agropastoris nos países periféricos. 03 implantação de filiais em países de mão'de'o0ra 0arata. c3 participação em mais de um ramo de atividade. d3 importação de matérias'primas do Eerceiro Jundo. e3 exploração de novas fontes de energia. TEXTO. @o trec(o a0aixo, o narrador, ao descrever a personagem, critica sutilmente um outro estilo de época> o romantismo. .4aquele tempo contava apenas uns quin1e ou de1esseis anos> era talve1 a mais atrevida criatura da nossa ra!a, e, com certe1a a mais voluntariosa. 4ão digo que á lhe cou-esse a prima1ia da -ele1a, entre as mocinhas do tempo, porque isto não % romance, em que o autor so-redoura a realidade e fecha os olhos (s sardas e espinhas> mas tam-%m não digo que lhe maculasse o rosto nenhuma sarda ou espinha, não. Era -onita, fresca, sa"a das mãos da nature1a, cheia daquele feiti!o, precário e eterno, que o indiv"duo passa a outro indiv"duo, para fins secretos da cria!ão.. 1?. A frase do texto em que se perce0e a crítica do narrador ao romantismo est4 transcrita na

alternativa> a3 ...o autor so0redoura a realidade e fec(a oa sol(os .s sardas e espin(as... 03 ...era talve8 a mais atrevida criatura da nossa raça ... c3 /ra 0onita, fresca, saía das mãos da nature8a, c(eia daquele feitiço, prec4rio e eterno, ... d3 @aquele tempo contava apenas uns quin8e ou de8esseis anos... e3 ...o indivíduo passa a outro indivíduo, para fins secretos da criação. TEXTOS. Dui Huerra e *(ico $uarque de !olanda escreveram uma peça para teatro c(amada *ala0ar, pondo em d;vida a reputação de traidor que foi atri0uída a *ala0ar, pernam0ucano que a)udou decisivamente os (olandeses na invasão do @ordeste 0rasileiro, em 1?51. '*ala0ar traiu o $rasil que ainda não existiaO Eraiu Portugal, nação que explorava a col#nia onde *ala0ar (avia nascidoO *ala0ar, mulato em uma sociedade escravista e discriminatória, traiu a elite 0rancaO +s textos referem'se tam0ém a esta personagem. Eexto %> L ... dos males que causou ( Pátria, a #ist$ria, a infle&"vel #ist$ria, lhe chamará infiel, desertor e traidor, por todos os s%culos. L Eexto %%> LSertanista e&perimentado, em :R5S procurava as minas de 9elchior Eias com a gente da @asa da Torre> a udara 3atias de Al-uquerque na defesa do Arraial, onde fora ferido, e desertara em conseqTBncia de vários crimes praticados.... Pos crimes referidos são o de contra-ando e rou-o3. 1B. Pode'se afirmar que> a3 A peça e os textos a0ordam a tem4tica de maneira parcial e c(egam .s mesmas conclus es. 03 A peça e o texto % refletem uma postura tolerante com relação . suposta traição de *ala0ar, e o texto %% mostra uma atitude contr4ria . atitude de *ala0ar. c3 +s textos % e %% mostram uma posição contr4ria . atitude de *ala0ar, e a peça demonstra uma posição indiferente em relação ao seu suposto ato de traição. d3 A peça e o texto %% são neutros com relaçao . suposta traição de *ala0ar, ao contr4rio do texto %, que condena a atitude de *ala0ar. e3 A peça questiona a validade da reputação de traidor que o texto % atri0ui a *ala0ar, enquanto o texto %% descreve aç es positivas e negativas dessa personagem. TEXTO. Tu s$, tu, puro amor, com for!a crua 2ue os cora!+es humanos tanto o-riga, Eeste causa ( molesta morte sua, @omo se fora p%rfida inimiga. Se di1em, fero Amor, que a sede tua 4em com lágrimas tristes se mitiga, = porque queres, áspero e tirano,

Tuas aras -anhar em sangue humano. Estavas, linda InBs, posta em sossego Ee teus anos colhendo 4aquele engano da alma ledo e cego, 2ue a fortuna não dei&a durar 4os saudosos campos do 3ondego, Ee teus fermosos olhos Aos montes ensinando e (s ervinhas, / nome que no peito escrito tinhas. 1C. +s Lusíadas, o0ra de *am es, exemplificam o g<nero épico na poesia portuguesa, entretanto oferecem momentos em que o lirismo se expande, (umani8ando os versos. + episódio de %n<s de *astro, do qual o trec(o acima fa8 parte, é considerado o ponto alto do lirismo camoniano inserido em sua narrativa épica. -esse episódio, como um todo, pode afirmar'se que seu n;cleo central> a3 personifica e exalta o Amor, mais forte que as conveni<ncias e causa da tragédia de %n<s. 03 cele0ra os amores secretos de %n<s e de -. Pedro e o casamento solene e festivo de am0os. c3 tem como tema 04sico a vida simples de %n<s de *astro, legítima (erdeira do trono de Portugal. d3 retrata a 0ele8a de %n<s, posta em sossego, ensinando aos montes o nome que no peito escrito tin(a. e3 relata em versos livres a paixão de %n<s pela nature8a e pelos fil(os e sua elevação ao trono portugu<s. TEXTO. + franciscano Doger $acon foi condenado, entre 11BB e 11BF, por dirigir ataques aos teólogos, por uma suposta crença na alquimia, na astrologia e no método experimental, e tam0ém por introdu8ir, no ensino, as idéias de Aristóteles. /m 11?G, Doger $acon escreveu> LPode ser que se fa-riquem máquinas gra!as (s quais os maiores navios, dirigidos por um 'nico homem, se desloquem mais depressa do que se fossem cheios de remadores> que se construam carros que avancem a uma velocidade incr"vel sem a a uda de animais> que se fa-riquem máquinas voadoras nas quais um homem P...O -ata o ar com asas como um pássaro. P...O 3áquinas que permitam ir ao fundo dos mares e dos riosL 1F. *onsiderando a dinAmica do processo (istórico, pode'se afirmar que as idéias de Doger $acon> 2A3 inseriam'se plenamente no espírito da %dade Jédia ao privilegiarem a crença em -eus como o principal meio para antecipar as desco0ertas da (umanidade. 2$3 estavam em atraso com relação ao seu tempo ao desconsiderarem os instrumentos intelectuais oferecidos pela %gre)a para o avanço científico da (umanidade. 2*3 opun(am'se ao desencadeamento da Primeira Devolução %ndustrial, ao re)eitarem a aplicação da matem4tica e do método experimental nas invenç es industriais. 2-3 eram fundamentalmente voltadas para o passado, pois não apenas seguiam Aristóteles, como tam0ém 0aseavam'se na tradição e na teologia. 2/3 inseriam'se num movimento que convergiria mais tarde para o Denascimento, ao contemplarem a possi0ilidade de o ser (umano controlar a nature8a por meio das invenç es.

TEXTO. Eram cinco horas da manhã e o corti!o acordava, a-rindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e anelas alinhadas. 7m acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada, sete horas de chum-o. PUO. / rumor crescia, condensando,se> o 1un1um de todos os dias acentuava,se> á se não destacavam vo1es dispersas, mas um s$ ru"do compacto que enchia todo o corti!o. @ome!avam a fa1er compras na venda> ensarilhavam,se discuss+es e re1ingas> ouviam,se gargalhadas e pragas> á se não falava, gritava,se. Sentia,se naquela fermenta!ão sangT"nea, naquela gula vi!osa de plantas rasteiras que mergulham os p%s vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o pra1er animal de e&istir, a triunfante satisfa!ão de respirar so-re a terra. 1G. Assinale a alternativa que @P+ corresponde a uma possível leitura do fragmento citado> a3 @o texto, o narrador enfati8a a força do coletivo. Eodo o cortiço é apresentado como um personagem que, aos poucos, acorda como uma colméia (umana. 03 + texto apresenta um dinamismo descritivo, ao enfati8ar os elementos visuais, olfativos e auditivos. c3 + discurso naturalista de Aluísio A8evedo enfati8a nos personagens de + *ortiço o aspecto animalesco, 6rasteiro7 do ser (umano, mas tam0ém a sua vitalidade e energia naturais, oriundas do pra8er de existir. d3 Através da descrição do despertar do cortiço, o narrador apresenta os elementos introspectivos dos personagens, procurando criar correspond<ncias entre o mundo físico e o metafísico. e3 +0serva'se, no discurso de Aluísio A8evedo, pela constante utili8ação de met4foras e sinestesias, uma preocupação em apresentar elementos descritivos que comprovem a sua tese determinista. TEXTO. + trec(o a seguir é parte do poema LJocidade e morteL, do poeta romAntico *astro Alves> /hD eu quero viver, -e-er perfumes 4a flor silvestre, que em-alsama os ares> Ner minhValma ade ar pelo infinito, 2ual -ranca vela nVamplidão dos mares. 4o seio da mulher há tanto aroma... 4os seus -ei os de fogo há tanta vida... , Wra-e errante, vou dormir ( tarde X som-ra fresca da palmeira erguida. 3as uma vo1 responde,me som-ria? Terás o sono so- a lá ea fria. 11. /sse poema, como o próprio título sugere, a0orda o inconformismo do poeta com a antevisão da morte prematura, ainda na )uventude. A imagem da morte aparece na palavra> 2A3 em0alsama. 2$3 infinito. 2*3 amplidão.

2-3 dormir. 2/3 sono. TEXTO. P9%*+L+H%A -/ NJ I/@*%-+. Eu, filho do car-ono e do amon"aco, 3onstro de escuridão e rutil8ncia, Sofro, desde a epigBnesis da inf8ncia, A influBncia má dos signos do 1od"aco. Profundissimamente hipocondr"aco, Este am-iente me causa repugn8nciaU So-e,me ( -oca uma 8nsia análoga ( 8nsia 2ue se escapa da -oca de um card"aco. Qá o verme Y este operário das ru"nas Y 2ue o sangue podre das carnificinas @ome, e ( vida em geral declara guerra, Anda a espreitar meus olhos para roB,los, E há,de dei&ar,me apenas os ca-elos, 4a frialdade inorg8nica da terraD 11. A partir desse soneto, é correto afirmar> %. Ao se definir como fil(o do car0ono e do amoníaco, o eu lírico desce ao limite inferior da materialidade 0iológica pois, pensando em termos de 4tomos 2car0ono3 e moléculas 2amoníaco3, que são estudados pela Muímica, constata'se uma dimensão onde não existe qualquer resquício de alma ou de espírito. %%. + amoníaco, no soneto, é uma met4fora de alma, pois, segundo o eu lírico, o (omem é composto de corpo 2car0ono3 e alma 2amoníaco3 e, no fim da vida, o corpo 2orgAnico3 aca0a, apodrece, enquanto a alma 2inorgAnica3 mantém'se intacta. %%%. + soneto principia descrevendo as origens da vida e termina descrevendo o destino final do ser (umanoQ retrata o ciclo da vida e da morte, permeado de dor, de sofrimento e da presença constante e ameaçadora da morte inevit4vel. /st42ão3 correta2s3> a3 apenas %%. 03 apenas %%%. c3 apenas % e %%. d3 apenas % e %%%. e3 apenas %% e %%%. TEXTO.

@o trec(o a0aixo, o narrador, ao descrever a personagem, critica sutilmente um outro estilo de época> o romantismo. .4aquele tempo contava apenas uns quin1e ou de1esseis anos> era talve1 a mais atrevida criatura da nossa ra!a, e, com certe1a, a mais voluntariosa. 4ão digo que á lhe cou-esse a prima1ia da -ele1a, entre as mocinhas do tempo, porque isto não % romance, em que o autor so-redoura a realidade e fecha os olhos (s sardas e espinhas> mas tam-%m não digo que lhe maculasse o rosto nenhuma sarda ou espinha, não. Era -onita, fresca, sa"a das mãos da nature1a, cheia daquele feiti!o, precário e eterno, que o indiv"duo passa a outro indiv"duo, para os fins secretos da cria!ão.. 15. A frase do texto em que se perce0e a crítica do narrador ao romantismo est4 transcrita na alternativa> 2A3 ... o autor so0redoura a realidade e fec(a os ol(os .s sardas e espin(as... 2$3 ... era talve8 a mais atrevida criatura da nossa raça ... 2*3 /ra 0onita, fresca, saía das mãos da nature8a, c(eia daquele feitiço, prec4rio e eterno, ... 2-3 @aquele tempo contava apenas uns quin8e ou de8esseis anos ... 2/3 ... o indivíduo passa a outro indivíduo, para os fins secretos da criação. TEXTO. + trec(o a0aixo é parte do ;ltimo capítulo de -om *asmurro, de Jac(ado de Assis. / resto % sa-er se a @apitu da Praia da Ll$ria á estava dentro da de 3ata,cavalos, ou se esta foi mudada naquela por efeito de algum caso incidente. Qesus, filho de Sirach, se sou-esse dos meus primeiros ci'mes, dir,me,ia, como no seu cap. IZ, vers. I? H4ão tenhas ci'mes de tua mulher para que ela não se meta a enganar,te com a mal"cia que aprender de tiI. 3as eu creio que não, e tu concordarás comigo> se te lem-ras -em da @apitu menina, hás de reconhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca. 1:. %nvocando aqui a memória e o testemun(o do leitor de sua (istória, o narrador arremata a narrativa> a3 lem0rando que os ci;mes de $entin(o por *apitu poderiam perfeitamente ser in)ustific4veis. 03 concluindo que a ;nica explicação para a traição de *apitu é a força capric(osa de circunstAncias acidentais. c3 citando uma passagem da $í0lia, . lu8 da qual aca0a admitindo a possi0ilidade da inoc<ncia de *apitu. d3 pretendendo que a personalidade de *apitu ten(a se desenvolvido de modo a cumprir uma natural inclinação. e3 se mostra reticente quanto . convicção de que fora traído, sugerindo que continuar4 ponderando os fatos. TEXTOS. +s textos referem'se . integração do índio . c(amada civili8ação 0rasileira. I , .3ais uma ve1, n$s, os povos ind"genas, somos v"timas de um pensamento que separa e que tenta nos eliminar cultural, social e at% fisicamente. A ustificativa % a de que somos apenas 5[6 mil pessoas e o 9rasil não pode suportar esse )nus.P...O = preciso congelar essas id%ias coloni1adoras, porque elas são irreais e hip$critas e tam-%m genocidas.P...O 4$s, "ndios, queremos falar, mas queremos ser escutados na nossa l"ngua, nos nossos costumes..

pois pretende mudar até mesmo a língua do país. TEXTO. gradativa e progressiva. a passar do paleol"tico ao neol"tico e do neol"tico a um estágio civili1at$rio. 1=. enquanto a idéia de Kaguari0e é anticonstitucional.II . sociedade 0rasileira. = elaD % elaD Y murmurei tremendo. Pode'se afirmar.. segundo os textos.. . por conta pr$pria ou por difusão da cultura. até o final do século RR%. 2-3 Eerena defende que a sociedade 0rasileira deve respeitar a cultura dos índios e Kaguari0e acredita na inevita0ilidade do processo de aculturação dos índios e de sua incorporação . pois o primeiro dese)a a aculturação feita pela Lcivili8ação 0rancaL. Entre as nuvens do amor ela dormiaD Era a virgem do mar na escuma fria Pela mar% das águas em-aladaD Era um an o entre nuvens dKalvorada 2ue em sonhos se -anhava e se esqueciaD &ragmento %%. 2$3 Eerena quer transformar o $rasil numa terra só de índios. 2/3 Eerena prop e que a integração indígena deve ser lenta. @omo a lua por noite em-alsamada. e o segundo. . &ragmento %. identidade cultural dos índios. que condu1 o homem. se)a feita uma limpe8a étnica no $rasil. Kaguari0e é de opinião que.O E por que isso0 Pela ra1ão muito simples que consiste no fato de o "ndio -rasileiro não ser distinto das demais comunidades primitivas que e&istiram no mundo. So-re o leito de flores reclinada. o confinamento de tri0os. e Kaguari0e prop e que essa integração resulte de decisão aut#noma das comunidades indígenas. que> 2A3 tanto Eerena quanto Kaguari0e prop em idéias inadequadas./ 9rasil não terá "ndios no final do s%culo ZZI P. A hist$ria não % outra coisa senão um processo civili1at$rio. Pálida ( lu1 da l8mpada som-ria. 2*3 Eerena compreende que a mel(or solução é que os 0rancos aprendam a língua tupi para entender mel(or o que di8em os índios. E o eco ao longe murmurou Y % elaD Eu a vi Y minha fada a%rea e pura Y A minha lavadeira na anelaD PUO Esta noite eu ousei mais atrevido 4as telhas que estalavam nos meus passos Ir espiar seu venturoso sono. pois fere o direito ..

%. %%. TEXTO. *omparando os dois fragmentos. c3 no primeiro. manifesta'se o dese)o de amar e a reali8ação amorosa se d4 plenamente entre os amantes. não se caracteri8a o re0aixamento do tema amoroso. o poeta figura a mul(er adormecida e a toma como o0)eto de amor )amais reali8ado. como este 'ltimo tinha querido quando foram para o @ampo. podemos afirmar que> a3 no primeiro. porém. o poeta expressa as condiç es mais rasteiras de seu cotidiano. atri0ui . *onsidere as afirmaç es a0aixo so0re o coment4rio feito em relação .NB. . vida e . não % di1er que vieram de -ra!o. + narrador.ltima frase do texto. e3 no segundo. palavra ingenuamente na .s experi<ncias descon(ecidas do primeiro amor. extraído do romance Jemórias de um 9argento de Jilícias. por sa0er quem é Leonardo. + narrador aponta para a ingenuidade da personagem frente . 6Eesta ve1 por%m Fui1inha e Feonardo. o poeta confere ao tema amoroso tratamento id<ntico ao verificado no primeiro fragmento. 03 no segundo. d3 no segundo. %%%. ao su0stituir a musa virginal pela lavadeira entretida com o rol de roupa su)a. Muais estão corretasO a3 Apenas %.vida o car4ter da personagem e as suas intenç es. E ingenuamente não sa-emos se se poderá aplicar com ra1ão ao Feonardo. mul(er traços de ideali8ação iguais aos do primeiro fragmento. *aracteri8am duas faces diferentes da o0ra do poeta. + narrador acentua o tom ir#nico que caracteri8a o romance. foram mais adiante do que isso. +s fragmentos acima são de Slvares de A8evedo e desenvolvem o tema da mul(er e do amor. de Januel Ant#nio de Almeida. Leia o texto a0aixo.la mais -ela de 3orfeu nos -ra!osD @omo dormiaD que profundo sonoDU Tinha na mão o ferro do engomadoU @omo roncava maviosa e puraDU 2uase ca" na rua desmaiadoD PUO = elaD % elaD Y repeti tremendo> 3as cantou nesse instante uma coru aU A-ri cioso a página secretaU /hD meu EeusD era um rol de roupa su aD 1?. p e em d. apesar de (aver um tom de (umor e s4tira. vieram de mãos dadas muito familiar e ingenuamente.I 1B. 03 Apenas %%.

se % poss"vel essa comunica!ão distante. TEXTO. Se o -rilho da estrela d$i em mim. % que alguma coisa quase semelhante a uma estrela tremula dentro de mim. c3 Preferir o centésimo lugar em Doma significa o dese)o da personagem de residir naquela cidade. tendo em perspectiva o conto referido. d3 6Deflete a preguiça invencível 2T3 em tudo7.I 1C. a3 + narrador insinua que Pestana aspira a compor uma o0ra cl4ssica.I 1F. 03 6o sertane)o é. 2uando me surpreendo ao espelho não me assusto porque me ache feia ou -onita. 4ão sinto loucura no dese o de morder estrelas.se. 6A fama do Pestana dera. Eepois de não me ver há muito quase esque!o que sou humana. Noltar ao meu corpo. um forte7. Eis. a3 Prosa intimistaQ 0usca da ess<ncia das coisasQ os fatos em si importam menos do que a repercussão .lhe definitivamente o primeiro lugar entre os compositores de polcas> mas o primeiro lugar da aldeia não contentava a este @%sar. mas ainda e&iste a terra. entre as alternativas a seguir.me espalhada no ar. aquela em que todos os itens se destacam em toda a o0ra de *larice Lispector. %% e %%%. PUOI 5G. Assinale. / homem transfigura. 4aquela organi1a!ão com-alida operam. Assinale a frase que. do conto 6Nm (omem céle0re7. que sou recortada e definida. e3 %.lhe. = porque a primeira verdade está na terra e no corpo. a3 6é o (omem permanentemente fatigado7. que continuava a preferir.me de volta ao corpo. esque!o meu passado e sou com a mesma li-erta!ão de fim e de consciBncia quanto uma coisa apenas viva. TEXTO.me. d3 Apenas %% e %%%. e3 6a sua religião é como ele U mestiça7. c3 6a raça forte não destrói a fraca pelas armas. Assinale a resposta correta. e3 A identificação com *ésar remete a uma sintonia de Pestana com os ideais imperialistas. 6PUO esta aparBncia de cansa!o ilude. 03 A alusão metafórica a *ésar aponta para o anseio de poder político da personagem. retirada de +s sert es. preciso voltar. 9asta o aparecimento de qualquer incidente e&igindo. esmaga'a pela civili8ação7. vivendo nas coisas al%m de mim mesma.lhe o desencadear das energias adormecidas. mas o cent%simo em Joma. pensando dentro das criaturas. sinteti8a o trec(o citado. não o segundo. em segundos. 4ada % mais surpreendedor do que vB.la desaparecer de improviso. Sinto. 3al posso acreditar que tenho limites. 2uando me surpreendo ao fundo do espelho assusto.c3 Apenas %%%. d3 Eer o0tido 6o primeiro lugar entre os compositores de polcas7 corresponde ao ideal artístico de Pestana. transmuta!+es completas.se. TEXTO. = que me descu-ro de outra qualidade. 6PUO Estou me enganando. antes de tudo. Leia o trec(o a0aixo.

constituem um caso de. 03 a narrativa deve registrar fielmente as aç es so0re as quais o narrador se de0ruça.se.. tam-%m. e3 Prosa intimistaQ idealismo regionalistaQ os fatos em si importam menos do que a repercussão dos fatos no indivíduo.. @hegaD 3eus olhos -rasileiros se fecham saudosos.dos fatos no indivíduo. est$rias.s idéias mais claras e cortantes devem corresponder as palavras mais simples.e&istente. exp e'se uma convicção muitas ve8es determinante para seu modo de produção ficcional> a3 o ato de narrar persegue a revelação de coisas essenciais que desafiam a expressão. a citação e a presença de trec(os. Eis que de repente ve o que não sei nada. a3 do famoso poema de Slvares de A8evedo V discurso indireto. e3 só se pode encontrar uma nova realidade quando se est4 li0erto das puras sensaç es. mal. Ei1em. / pecurrucho tinha ca-e!a chata e 3acuna"ma inda a achatava mais -atendo nela todos os dias e falando pro guri? U 3eu filho. %%.. é %@*+DD/E+ afirmar que os dois trec(os> a3 assinalam a semel(ança indiscutível entre pai e fil(o. privo. @este excerto. d3 utili8am a linguagem coloquial do povo 0rasileiro. / gume de minha faca está ficando cego0 Parece. . 3inha -oca procura a H@an!ão do E&"lioI. TEXTO.pai. na prática verdade. Leia estes trec(os> %. @omo era mesmo a H@an!ão do E&"lioI0 Eu tão esquecido de minha terraU Ai terra que tem palmeiras onde canta o sa-iáD 55. no tredo estado em que tacteia. .me que o mais provável % que não entendo porque o que ve o agora % dif"cil> estou entrando sorrateiramente em contato com uma realidade nova para mim e que ainda não tem pensamentos correspondentes e muito menos ainda alguma palavra que a signifique. = mais uma sensa!ão atrás do pensamento. ditados e express es populares. d3 toda (istória tem que determinar por si mesma o movimento natural das palavras. 51. c3 Prosa intimistaQ 0usca da ess<ncia das coisasQ forte pessimismo. 03 Prosa poéticaQ 0usca da ess<ncia das coisasQ os fatos em si importam mais do que a repercussão dos fatos no indivíduo.tal> o HcãoI. sua maneira. @este trec(o de *larice Lispector. % o filho tal. Assim mesmo. c3 referem'se a situaç es que envolvem pai e fil(o. TEXTO. d3 Prosa poéticaQ enga)amento religiosoQ intimismo. TEXTO.. 51. c3 . *om 0ase nessa leitura. ca-idamente. cresce depressa pra vocB ir pra São Paulo ganhar muito dinheiro. o que %. 03 reescrevem.

5?. a personagem do 6retirante7 exprime uma concepção da 6morte e vida severina7. porque não gera nen(uma reflexão. 6/lho o Te o. o morto ainda est4 com vida7. a visão do rio Ee)o produ8. c3 do céle0re poema de Honçalves -ias V intertextualidade. %.03 da con(ecida canção de @oel Dosa V paródia. no eu'lírico do poema> a3 indiferença. TEXTO. o eu é sempre uma identidade 6fingida7. ort#nimo. o0serva'se uma mesma relação entre o eu e o mundo. e3 desilusão. severina. As relaç es entre o (omem e a nature8a sempre estiveram presentes nas o0ras liter4rias. pode'se afirmar que> a3 Eanto em Al0erto *aeiro como em &ernando Pessoa 6ele mesmo7. e de tal arte 2ue me esquece olhar olhando. e correr0 / que % está. mas não sei se e&istoI.lo eu a ver0I 5=. vida em morte. E s'-ito isto me -ate Ee encontro ao devaneamento Y 2ue % ser Y rio. Eal como foi expressa no excerto. @os versos acima. 03 6meu próprio enterro eu seguia7. d3 integração com a nature8a que o leva a refletir so0re a exist<ncia e a contemplação do rio. devido ao centramento no eu. o mundo % quanto n$s tra1emos. que aparece em seu próprio título. porque o (omem est4 matando o rio. TEXTOS. c3 +0serva'se uma perman<ncia do naturalismo do século R%R. essa concepção só @P+ encontra correspond<ncia em> a3 6morre gente que nem vivia7. %%. visto ter sido o Ee)o a porta de saída dos portugueses para as grandes conquistas. E&iste tudo porque e&istoI. Eecerto a gente daqui amais envelhece aos trinta nem sa-e da morte em vida. devido ao naturismo de *aeiro. e considerando a proposta poética pessoana. . de &ernando Pessoa. idéia central da o0ra. e3 do famoso poema de J4rio de Andrade V metalinguagem. Lendo comparativamente os dois fragmentos. e3 6essa foi morte morrida ou foi matadaO7. 6Ah. d3 /m am0os. c3 6o enterro espera na porta. d3 6v<m é seguindo seu próprio enterro7. d3 da céle0re composição de Iilla'Lo0os V ironia. TEXTO. 03 oposição entre a sua alma e a do rio. c3 saudade. 03 !4 uma espécie de neo'romantismo em &ernando Pessoa. 5:. Sei que o mundo e&iste. @este excerto. 6Ea minha pessoa de dentro não tenho no!ão de realidade.

A tortura % imoral e constitui crime.As palavras.. paralelamente. e3 adição ' oposição ' conseq. Se.se ferir a madeira com o que houver ( mão? gilete. . %%%. o c%u vis"vel ( noite deve a-ranger. .. 03 adição ' o0)eção ' tempo W conclusão. por diversas ve1es á atravessou. tempo. d3 intensificação.se como homic"dio. oposição. de hori1onte a hori1onte. c3 tempo. na AntigTidade.= comum.. causalidade. outras ve1es poder"amos ver menos da metade do 1od"aco. Em-ora não e&ista ainda na leis penais a defini!ão do \crime de tortura\. @omo tem sido denunciado com grande freqTBncia. . cu o raio não parece ser muito superior ( dist8ncia da Terra aos planetas. TEXTO. esta0elecem no texto relaç es.. torturar um preso ou detido % a-uso de autoridade somado ( agressão e les+es corporais. 5B. intensificação.. policiais . Suponhamos agora que a Terra este a no centro da esfera das estrelas. depois fria. ela não se move em rela!ão (s estrelas. E assim parece realmente ocorrer? em qualquer noite. no entanto.Al%m de parecer não ter rota!ão. Portanto. Qá nos ateliBs sediados entre Salvador e o @hui. costuma. c3 distanciamento ' conseq.. Qá a ora!ão era morna. podendo qualificar. pra!as e esquinas do 4ordeste.a com sinal fechado para pedestres.se de motoristas apavorados. tempo. intensificação.<ncia W conclusão. 4este caso. d3 distanciamento ' oposição ' tempo W conseq. e&atamente a metade da esfera das estrelas.<ncia ' conclusão W efeito.Ele s$ se movimenta correndo e perdeu o direito de -rincar so1inho na rua onde mora . desviando. respectivamente de> a3 distanciamento ' o0)eção ' tempo W efeito. %%. no 9rasil. de cada ve1. TEXTO. respectivamente. espaço. então o campo de visão ( noite não seria. Para entender esses argumentos. E se ela está sempre nesse centro. % poss"vel contemplar.4as feiras. quando a v"tima da tortura vem a morrer. de hori1onte a hori1onte. artistas cultivados preferem a sutile1a da goiva ou do -uril. 03 oposição. a cada instante.<ncia. espaço. iam ficando sem vida. +s termos além de. o termo )4 exprime. a Terra estivesse longe do centro da esfera estelar.se que todas as estrelas Pmas não os planetasO estavam distri-u"das so-re uma superf"cie esf%rica. %. oposição.TEXTO. a metade da esfera? algumas ve1es poder"amos ver mais da metade. imagina. então. em geral. . . 5C. a metade do 1od"aco. a prática de tortura contra presos. e3 tempo. Ptolomeu dá argumentos astron)micos para tentar mostrar isso. canivete ou prego. no entanto. depois inconsciente. portanto. a evidBncia astron)mica parece indicar que a Terra está no centro da esfera de estrelas. a idéia de> a3 tempo. % necessário lem-rar que. a Terra parece tam-%m estar im$vel no meio dos c%us. tempo. @os textos acima.

ataca re0eldemente a (ipocrisia social. todas as categorias. movimentando'se num espaço e num tempo terríveis. porque nem conhe!o o Tiririca. uma mente que sofre com os preconceitos e. su0stantivos a0stratos. -+%9 I/D9+9 PADA HD/EA HAD$+.incompetentes.Acho que não pode haver discrimina!ão racial e religiosa de esp%cie alguma.ncia contundente. natural para esse contexto. 03 A argumentação revela um senso crítico e reflexivo.. a3 A argumentação. e&iste sempre gente -oa e gente má. 0em como a predominAncia de oraç es su0ordinadas. principalmente. a <nfase. com a própria impot<ncia diante deles. por meio da repetição de um su0stantivo a0strato em todos os períodos. / direito de um termina quando come!a o do outro. pu0licada semanas antes na mesma revista. personagens individuali8adas. não posso ulgar. 0em como a predominAncia de oraç es su0ordinadas. próprias de uma linguagem formal. 4o caso particular dessa m'sica. entre outros recursos. . )ogando os acontecimentos denunciados para longe do momento em que fala.nciaQ c3 que apresenta uma organi8ação temporal em função do pretérito. que ofende a dignidade humana. A confissão o-tida mediante tortura não tem valor legal e o torturador comete crime. ficando su eito a severas puni!+es. TEXTO. / teu sorriso % imemorial como as Pir8mides . d3 + discurso. usam a tortura para o-rigar o preso a confessar um crime. em todos os períodos. usando. que mascara os preconceitos.. c3 A argumentação. que expressam o prolongamento da idéias repudiadasQ d3 que consegue fa8er uma den. a ponto de autocitar'se sem pe)o. eles devem estar com toda ra1ão. que representam as idéias discutidas. essa frase> L9empre tra0al(ei como uma negraL. denunciados pelo narrador. desenvolvida por meio de clic(<s. como desse mesmo enunciador. Em todas as ra!as. altamente assumido pelo enunciador. @armen 3a]rin^ Neiga. essa prática % legalmente condenada. que expressam o prolongamento das idéias repudiadasQ e3 que consegue construir um protesto persuasivo com uma linguagem conotativa. e3 %mpossível conce0er. Pode'se afirmar que esse trec(o é uma dissertação> a3 que apresenta. 5F.<ncia dos acontecimentosQ 03 que apresenta. TEXTO. aponta para a total solidariedade com os negros e oprimidos. que expressam seq. em todos os períodos. Al%m de ser um procedimento covarde. não tenho id%ia. partindo de vis es inusitadas. @omo posso sa-er se o que passou na ca-e!a dele era mesmo ofender os negros0 Eu. 0em como a predominAncia de oraç es su0ordinadas. :G. 0em como a predominAncia de oraç es coordenadas sindéticas. incapa1es de reali1ar uma investiga!ão s%ria. que expressam o encadeamento lógico da den. 0em como com a predominAncia de oraç es su0ordinadas. construída so0re met4foras e metonímias esparsas. mas a0ali8adas na realidade cotidiana. su0tende um distanciamento entre o eu V enunciador e o ele V negros. 3as o que posso di1er % que se os negros acharam que a m'sica % uma ofensa.

8nsias. P O Essa inven!ão permitiu o sofisticado gosto dos reis franceses de colecionar livros. contadas de modo original.rio Y o rio Y pondo perp%tuo _grifo nosso`. Ee tão idoso. que a0riu na man(ã de (o)e. expande o conceito de flor. 03 aproveitamento de elementos pitorescos da cultura regional que temati8am a visão de mundo simplista do (omem sertane)o. mais dia menos dia. :1. mas não a posiciona como sua interlocutora. Eu mesmo tinha achaques. . a3 + poeta descreveu o sorriso por meio de duas oraç es su0ordinadas adver0iais comparativas e uma oração su0ordinada ad)etiva restritiva. a partir da apropriação de recursos da oralidade. e3 A oração su0ordinada ad)etiva explicativa. @umere os períodos na ordem em que formem um texto coeso e coerente. que permanecem at% ho e. e a mesma revolu!ão que os degolou foi responsável por a-rir suas cole!+es ao povo. opondo realidade e fantasia. de dor em a-erto. Eu sofria á o come!o da velhice Y esta vida era s$ o demoramento. @o quadro do Jodernismo liter4rio no $rasil. P O Apesar da resistBncia da Igre a. Apertava o cora!ão. Assinale a alternativa correta so0re o texto. d3 sondagem da nature8a universal da exist<ncia (umana. A -i-lioteca foi uma entre outras das -rilhantes id%ias dos gregos.a66 anos. tanta culpa0 Se o meu pai. sem a minha tranqTilidade.e puro como a flor que a-riu na manhã de ho e. TEXTO. *onsiderando'se o fragmento em an4lise. a o0ra de Huimarães Dosa destaca'se pela inventividade da criação estética. a informa!ão come!ou a girar mais rápido com a inven!ão da imprensa de Lutem-erg. d3 +s termos que t<m a função sint4tica de predicativo do su)eito insinuam figuras de um leve erotismo na descrição do sorriso da mul(er. :1. perrenguice de reumatismo. c3 + poeta fala da mul(er. Sou-esse Y se as coisas fossem outras.rio. essa inventividade da narrativa roseana pode ser constatada através do2a3> a3 recriação do mundo sertane)o pela linguagem. com o fervimento e morte. E ele0 Por quB0 Eevia de padecer demais. não ia. -rava. através de refer<ncia a aspectos da religiosidade popular. TEXTO. os homens encontraram uma maneira peculiar de guardar o conhecimento escrito untando. c3 resgate de (istórias que procedem do universo popular. Sou o culpado do que nem sei. Ee que era que eu tinha tanta. sempre fa1endo ausBncia? e o rio. fraque ar o vigor. e marque o item correspondente. :5.o num mesmo espa!o. na levada do rio. no meu foro. Ele estava lá. cá de -ai&o. cansa!os. Sou homem de tristes palavras. ou que -u-uiasse sem pulso. E fui tomando id%ia. P O #á cerca de 5. musa inspiradora. a que é comparado o sorriso. dei&ar que a canoa em-orcasse. para se despenhar horas a-ai&o. 03 A flor com a qual se compara o sorriso da mul(er é toda flor de toda man(ã da vida do poeta. em tororoma e no tom-o da cachoeira.

=. 5. / dia-o do homem parecia haver assistido ( cena. Assinale a alternativa incorreta quanto ao fragmento do editorial )ornalístico acima. no trec(o. d3 :. =. a Idade 3%dia trancou nos mosteiros os escritos da antigTidade clássica e os monges copistas passavam o tempo produ1indo o-ras de arte. a do @ongresso. %%% ' As frases em discurso indireto livre mostram um Du0ião interessado naquilo que foi escrito e não no modo como foi escrito. A primeira e mais importante % sa-er se a recupera!ão % sustentável. confusão de mem$ria . . 2ue era -em escrita. a3 /sse tipo de texto analisa dados da realidade cotidiana. 5. Ju-ião interrompeu as refle&+es para ler a not"cia. 1. TEXTO. 5. 1. I ' /m L+ dia0o do (omem parecia (aver assistido . :. a3 1. d3 @esse de0ate é um recurso anafórico e recupera as idéias expostas em am0os os par4grafos. o trec(o refere'se ao personagem Du0ião.ad no segundo trimestre em rela!ão ao primeiro. Trechos havia que releu com muita satisfa!ão. 1. como está escrito nos anais da maior -i-lioteca do mundo. 2ue narra!ãoD 2ue vive1a de estiloD Alguns pontos estavam acrescentados . Kulgue os itens. 5.P O Assim. :. c3 Predomina. segundo o I9LE. 1. d3 :. e3 =.. A alta foi de 6. que tem <[ milh+es de documentos em c66 idiomas diferentes. 4esse de-ate os n'meros a udam. em discurso indireto. 1.servi!o de todos. mas não são suficientes. %I ' +s trec(os em destaque mostram. %% ' +s travess es presentes no texto são índice de discurso direto. no trec(o. ::. era. o pensamento do personagem. :. e3 + elemento coesivo mas possui carga semAntica de oposição. 03 1. / PI9 cresceu por dois trimestres consecutivos. são índice de função expressiva. 03 A primeira e mais importante tra8 elíptica a expressão pr4tica. c3 5. P O Eepois deles. 4a prática háoutras quest+es relevantes. a função referencial da linguagem. =. /ficialmente o pa"s saiu da recessão. :. 03 5. 1. 1. TEXTO. mas o acr%scimo não ficava mal. as -i-liotecas passaram a ser . % ' As exclamaç es. :=. em bashington. 1. cenaL. A quantidade de itens certos é equivalente a> a3 1. c3 1. =..

d3 adição. Pedro. . 0e0er perfumes.. :C. por *am es. o voc40ulo LnemL esta0elece uma relação semAntica de> a3 alternAncia.L 03 LAo ca0o tão 0em c(amado.L e3 LA felicidade é como a pluma. Folha? Ee todos os ditados envolvendo o seu nome. de XEormentórioY. HoooolZ 03 -. :B. TEXTO. @a flor silvestre. :F. indignado. a3 o inve)oso nunca teve medo. c3 exclusão. ergue a espada e d4 o 0rado de independ<ncia.L TEXTO. c3 Eodo dia ela fe8 tudo sempre igual.. A prosopopéia. Satã? Se % por 'ltimo. nem quem perto dele morouL. figura que se o0serva no verso LSinto o canto da noite na -oca do ventoL. 03 negação. @o texto. De)eitando a correção ao ditado. Folha? Jiu por 'ltimo. TEXTO.e3 =. os portugueses apelidaram'no de X$oa /sperançaY.L d3 L+(Z eu quero viver. o ver-o não pode vir no passado. com seus alegres caroços. seus vi8in(os empo0recemQ c3 o inve)oso não cresce e não permite o crescimento dos vi8in(osQ d3 o temor atinge o inve)oso e tam0ém seus vi8in(osQ e3 o inve)oso não provoca medo em seus vi8in(os.. qual o que mais lhe agrada0 Satã? / dia-o ri por 'ltimo. -e acordo com o ditado popular Linve oso nunca medrou. que em0alsama os ares. TEXTO. nem amedronta seus vi8in(osQ 03 enquanto o inve)oso prospera. 9atã mostra ter usado o presente do indicativo com o mesmo valor que tem em> a3 Dom4rio rece0e a 0ola e c(uta. e3 intensidade. ocorre em> a3 LA vida é uma ópera e uma grande ópera. :?. .L c3 LNma tal(ada de melancia.Tão -arato que não conseguimos nem contratar uma holandesa de olhos a1uis para este an'ncio.

Estas deviam ser fu1iladas.. soma dos quadrados dos catetos.3 a g"ria desceu o morro e á ganhou r$tulo de linguagem ur-ana. a3 A linguagem tida como padrão. galera.cleo do su)eito. e3 Nma man(ã destas. c3 Apesar de ef<mera e descart4vel. Assinale a letra em que não se emprega o fen#meno ling. o resultado é> a3 ? 03 B c3 C d3 F e3 1G TEXTO. Kacinto... na minha opinião. TEXTO. com telefone. L2. 253 o é pronome demonstrativo. tBm a ver. apareço no 1G1 para almoçar contigo. . mas admito algumas e&ce!+es. d3 LA gíria enriquece tanto a linguagem como o poder de interação entre as comunidades. de alguma maneira. a gíria é um 0arato que enriquece o idioma. 9omando'se os n. em princ"pio. /m [> 213 $om não se classifica como ad)etivo.Ea onde0.ístico tratado no texto. 213 é e di8 estão con)ugados no mesmo tempo.Sou. Todas as classes sociais a utili1am. 2:3 psiquiatra é o n. @adeira el%trica para as telefonistas que perguntam? .. como pensam alguns indivíduos desinformados. é a das classes sociais de maior prestígio econ#mico e cultural 03 Híria não é linguagem só de marginal. TEXTO.L =1. Deflita so0re o di4logo a0aixo> Z G Seu u"1o melhorou0 e G 9om. Todos os outros crimes pun"veis com a pena capital. % o que di1 nosso psiquiatra. 9acouOZL e3 + economista começou a falar em indexação. contra a pena de morte. quando rolava um papo super ca0eça so0re 0a0ados mil.d3 + quadrado da (ipotenusa é igual . Por e&emplo? pessoas que contam anedotas como se fossem e&periBncias reais vividas por elas e s$ no fim vocB desco-re que % anedota. A g"ria % ho e o segundo idioma do -rasileiro. =G.meros . Forca para pessoas que estendem o polegar e o dedinho ao lado da ca-e!a quando querem imitar um . esquerda das declaraç es corretas com refer<ncia a [.

o polegar e o mindinho e&istam há anosO. 3o diga. Ensines.0 Ilumine. TEXTO.me. ou .etos. Assinale a alternativa correta so0re esse fragmento de -. L/ destino não % s$ dramaturgo. Larrote vil para os donos de telefone celular em geral e garrote seguido de desmem-ramento para os donos de telefone celular que gostam de falar no meio de multid+es e fa1em questão de que todos sai-am que se atrasou para a reunião porque o fur'nculo infeccionou. P@uriosamente. uma m"mica desenvolvida há pouco. @o texto.lhes as cartas e outros o. W Ah.esque!a. em-ora o telefone.0 NocB prefere falar errado0 E o certo % . de Jac(ado de Assis> a3 é de car4ter narrativoQ 03 é de car4ter reflexivoQ c3 evita'se a linguagem figuradaQ d3 é de car4ter descritivoQ e3 não (4 metalinguagem. tinha pensado nela antes. um tiro. não sa-e0 4ão o sa-es0 Sa-es. dá. designa a entrada dos personagens em cena. =1.esquece. % tam-%m o seu pr$prio contra. TEXTO. LTão -arato que não conseguimos nem contratar uma holandesa de olhos a1uis para este an'ncio. a orientação semAntica introdu8ida pelo termo nem esta0elece uma relação de> a3 exclusãoQ 03 negaçãoQ c3 adiçãoQ d3 intensidadeQ e3 alternAncia. *asmurro. uma trovoada. o artigo poderia ser dispensadoQ e3 t<m a ver 2lin(a B3 constitui um todo indissoci4vel cu)a idéia central é expressa pelo ver0o auxiliar.vidaQ c3 deviam 2lin(a :3 corresponde ao futuro do pretéritoQ d3 /m Eodos os 2lin(a ?3. W 4ão. mas com o Aristides Qunqueira na defesa.L =:.esquece. ao mesmo tempo.O. e e&ecuta dentro os sinais correspondentes ao diálogo.lo não0 W Esquece. TEXTO. @omo . isto %. 4ingu%m.L =5. %ndique a alternativa correta> a3 em princípio 2lin(a 13 tem sentido equivalente a por princípioQ 03 como se 2lin(a 53 esta0elece. um carro.telefone. vamos. . P@laro.regra. misericordiosamente. uma relação de apar<ncia e d. a condena!ão s$ viria depois de um ulgamento.lo.me.

como os outros leitores. a3 213 o0)eto indireto 03 213 ad)unto adnominal c3 253 su)eito d3 2:3 su)eito TEXTOS. Fale como quiser.ias se o sou-esses.lhe que sePaO fosse em-ora. *omeçando com L+ livro apresenta alguns defeitosL. TEXTO. 63arcela ofereceu. Está -em. a preta deu um grito.lheP5O o l"quido no rega!o.O disse.O que mePcO dei&ara descer a tudo.W Eepende. na ve8 passada.meP:O polidamente o refresco> minha resposta foi dar com a mão no copo e na salva> entornou. W Está -em.o. %% ' /la tin(a agora a 0ele8a da vel(ice. eu -radei. meu pai. =?.. e ac(o que fa8 muito 0em.. TEXTO.7 =B... numa festa de 9ão Koão. o sentido da frase não ser4 alterado se continuar com> a3 desde que 0em cuidadoQ 03 contanto que 0em cuidadoQ c3 .me.lo. Perfeito.lhe que ela era um monstro P. Ficando a s$s.. seus confrades. Eesculpe. respectivamente> . ==. mas não sa-es. 4ão o sa-es. varão digno e leal como poucos. % ' Jeu pai era (omem de imaginaçãoQ escapou . um ar austero e maternalQ estava menos magra do que quando a vi.. W Eepende. =C. na Ei)uca. Assinale a alternativa em que a função sint4tica do termo su0lin(ado est4 incorreta. %%% ' *reio que prefere mais a anedota do que a reflexão. o livro apresenta alguns defeitos. Ensinar. tanoaria nas asas de um calem0our. medida que é 0em cuidadoQ d3 tanto que é 0em cuidadoQ e3 ainda que 0em cuidado. + texto tem por finalidade> a3 satiri8ar a preocupação com o uso e a colocação das formas pronominais 4tonasQ 03 ilustrar ludicamente v4rias possi0ilidades de com0inação de formas pronominaisQ c3 esclarecer pelo exemplo certos fatos da concordAncia de pessoa gramaticalQ d3 exemplificar a diversidade de tratamentos que é comum na fala corrente. P.. 9em cuidado como %. e3 valori8ar a criatividade na aplicação das regras de uso das formas pronominais. /ra um 0om car4ter. +s textos apresentam.se.

4o que concerne ( adimissi-ilidade. ?G. pois o @$digo @ivil . 03 solecismo. -aseada nas oposi!+es polares há pouco mencionadas. assinale a opção incorreta. essa tendBncia de construir uma identidade nacional Pou localO. d3 A América Latina tem sido a região mais resistente aos novos elementos tra8idos pelos valores culturais glo0ali8ados. 4esse caso. ouso discordar dos posicionamentos da 7nidade T%cnica e do 3inist%rio P'-lico unto ao Tri-unal. apesar de tudo. -em como as dimens+es que de fato podem ser associadas ao conceito de domina!ão cultural. TEXTO. a-rindo novos caminhos. A aplica!ão do princ"pio da -oa. =F. conformismo. que está intimamente relacionada ( sucum-Bncia. idéia de dominação cultural precisam ser revistos na atualidade. convive com movimentos alternativos que vão e&atamente na dire!ão da constru!ão de uma identidade cultural que incorpore.f% nos contratos sempre suscitou controv%rsias.a3 cacófato. cacófato e solecismo. decorrente da decisão proferida. as polaridades nacional versus estrangeiro. a3 nen(um erro 03 um erro c3 dois erros d3 tr<s erros e3 quatro erros TEXTO. c3 o0scuridade. gravame ou pre u"1o sofrido por uma das partes da rela!ão processual. 03 A glo0ali8ação tra8 novos elementos que podem enriquecer. qual se a a utilidade do recurso. = necessário analisar a eficácia e&plicativa de conceitos como resistBncia. em ra1ão da ine&istBncia de um de seus elementos constitutivos. d3 galicismo. pela pluralidade. a3 A idéia central do texto relaciona'se . c3 +s conceitos associados . eco e pleonasmo. os (ori8ontes culturais de uma região. africana. %dentifique no texto o n. e3 @em todos os pro)etos culturais alcançam a modernidade da reela0oração dos valores que v<m com a glo0ali8ação. popular versus erudito. eco e 0ar0arismo.s idéias do texto. numa perspectiva conservacionista. TEXTO. os elementos culturais hegem)nicos. reela-orando. plural. a glo-ali1a!ão %. cacófato e (iato. europ%ia.os. = curioso notar como continuam sendo ela-orados pro etos culturais de matri1 nacional ou mesmo local. por entender ausente o requisito intr"nsico do interesse de recorrer. oposição nacional versus glo0al. devo consignar que relato o presente recurso em virtude do sorteio efetuado por motivo de afastamento do Jelator original do feito. tradicional versus moderno. palco da mescla e do conflito permanentes entre elementos culturais de matri1es ind"gena. 4a Am%rica Fatina. Preliminarmente. quando não conservadora. /m relação .mero de erros de ortografia.

por demandar de seus int%rpretes análise eivada de incerte1as e dificuldades.:R. o referido diploma legal consagrou o princ"pio da -oa. em-asado na inten!ão ou na consciBncia do su eito da rela!ão ur"dica de estar agindo de acordo com o Eireito e com ausBncia de má. Entretanto. %I. *A9A -/ *AJP+. %. ainda em vigor. voluntarista e patrimonialista do Eireito @ivil. %I. Kulgue se os itens a seguir. relacionado com o aspecto psicológico dos su)eitos. não requer de seus intérpretes uma an4lise c(eia de incerte8as e dificuldades e passou a não atender . $. %. %.s exig<ncias da sociedade moderna. respeitam as idéias deste. %%%. uma ve1 que % relacionada com o aspecto psicol$gico dos su eitos. %%.de :. por ser um imperativo das necessidades %ticas inerentes a qualquer sistema ur"dico. /. ou se a. voluntarista e patrimonialista. + princípio da 0oa'fé su0)etiva 0aseia'se na intenção ou na consci<ncia que o su)eito da relação )urídica tem de que age com aus<ncia de m4'fé e de acordo com o -ireito. %%. consagrado pelo *ódigo *ivil de 1F1?. -. + princípio da 0oa'fé. %%%. Tanto % assim que a doutrina e a urisprudBncia come!aram a reconhecer sua o-serv8ncia o-rigat$ria. /stão certos apenas os itens> A. que constituem par4frases de trec(os do texto. %%. %I. %%%. + princípio da 0oa'fé recon(ece a o0servAncia o0rigatória da doutrina e da )urisprud<ncia como um imperativo das necessidades éticas inerentes a qualquer sistema )urídico.f% su. %I.f%.etiva. tal concep!ão de -oa. + princípio da 0oa'fé su0)etiva. @once-ido dentro de uma perspectiva individualista. não consigna e&pressamente nenhuma regra gen%rica atinente ( sua aplica!ão na forma!ão ou e&ecu!ão dos contratos. sem a inten!ão de lesar outrem. passou a não mais atender (s novas e&igBncias criadas pela sociedade moderna que -usca mais seguran!a e ra1oa-ilidade nos contratos firmados. para sua positivação. ?1.f%. *. foi conce0ido dentro de uma perspectiva individualista. %%%. independentemente de sua positiva!ão. %. %%. TEXTO. Eu quero uma casa no campo onde eu possa compor muitos roc^s rurais e tenha somente a certe1a dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo onde eu possa ficar do tamanho da pa1 e tenha somente a certe1a dos limites do corpo e nada mais Eu quero carneiros e ca-ras pastando solenes no meu ardim .

= importante o plane amento e a implementa!ão de uma solu!ão de continuidade de neg$cios.a. Esses são eventos programados que visam atender a demandas ocasionais do neg$cio ou da tecnologia. Entre as empresas v"timas do primeiro atentado a . TEXTO. São falhas de hardAare efou sistema operacional. am0iente não corrompido. pode'se afirmar que> a3 quando o eu'lírico di8 6e nada mais7. Eependendo da situa!ão. o eu'lírico afirma sua descrença nos (omens. / seu custo % proporcional ao valor da informa!ão afetada e ao volume de neg$cios interrompidos pelo evento.programadas.estrutura tecnol$gica. discos e livros. revela sua desesperança em relação . /s riscos não são despre1"veis. numa inversão de papéis. afetar não s$ a institui!ão como eventuais parceiros. se a ela financeira ou não. [:d faliram em dois anos e apenas Rd so-reviveram.a mesma $tica que encara os riscos de cr%dito e mercado. 7m estudo feito pela 7niversidade do Te&as com empresas que sofreram uma perda catastr$fica de dados concluiu que cad amais voltaram a operar. a recupera!ão da estrutura operacional pode levar algumas horas e. a tecnologia se toma variável cr"tica e o e&ecutivo de neg$cios e plane amento precisa encarar este risco so. ou a degrada!ão nos sistemas de informa!ão fa1em parte da rotina nas estruturas de tecnologia de qualquer empresa. d3 ao pretender ser o próprio produtor de seus alimentos e ao 6plantar7 amigos. no caso do SP9. inunda!ão etcO> falha humana> corrup!ão de dados> v"rus etc. As interrup!+es no processamento da informa!ão. o eu'lírico revela sua negação ao enfrentamento da pro0lem4tica ur0ana. o eu' lírico nega o progresso ur0ano'industrial. passou a produ8ir tudo por ele. 4o Sistema de Pagamentos 9rasileiro. mesmo que por poucos momentos.se de uma questão de continuidade de neg$cios. 03 ao refugiar'se no campo. civili8ação e ao progresso.Eu quero o silBncio das l"nguas cansadas Eu quero a esperan!a de $culos um filho de cuca legal Eu quero plantar e colher com a mão a pimenta e o sal Eu quero uma casa no campo do tamanho ideal pau. 0uscando o 6sil<ncio das línguas cansadas7.pique e sapB /nde eu possa plantar meus amigos meus discos meus livros e nada mais ?1. Eoravante um pro-lema tecnol$gico pode interferir diretamente na questão da liquide1 da institui!ão. c3 ao enaltecer o campo como espaço ideal. Trata. / que deve preocupar os e&ecutivos de uma institui!ão financeira são as interrup!+es não. Pro-lemas que afetam diretamente a infra. 9o0re 6*asa no campo7. Estes acidentes causam maior impacto por serem de maior dificuldade de identifica!ão e recupera!ão. a arte e fundamentalmente a m4quina que. conflitos de aplica!+es> sa-otagem> desastres PincBndio.

de Schu-ert. quatro m'sicos que tocavam o-o% nada tinham para fa1er. assinale a opção correta. Jio de Qaneiro G A hist$ria não % minha. 4o dia seguinte rece-eu um paper? H:O Eurante per"odos consideráveis. a3 A tecnologia constitui um risco insignificante se comparado ao risco natural do mercado e do crédito. / que confirma a velha senten!a de Salomão. 4o mundo da modernidade e da eficiBncia. -3 9c(u0ert não terminou a 9infonia %naca0ada porque perdeu tempo inutilmente. *3 a arte é dispens4vel em uma sociedade )usta. o-ter. o vienense Fran1 Schu-ert. 03 @en(uma instituição pode apresentar interrupç es no processamento da informação. 5O 2uarenta violinos tocaram notas idBnticas. 7m desperd"cio. que afetam a infra'estrutura rotineira da empresa. preservação . foi considerada a mais indicada para enlatar o ar da Su"!a a ser vendido no @u-atão. o presidente do -oard foi surpreendido com a aceita!ão de seu pedido de demissão G demissão que ele não pedira. donde o autor.o Sol. ?:. ?5. restringem'se . $3 o acontecimento narrado exemplifica a sentença de 9alomão e pode aplicar'se a circunstAncias atuais. @omo tinha compromisso anteriormente assumido. Tampouco % recente. c3 As interrupç es não'programadas. segundo a qual nada e&iste de novo so. Namos a ela.s idéias do texto. 9%@&+@%A @/+L%$/DAL.se. as perdas de informação ocorridas em uma empresa circunscrevem'se a ela apenas. 4o e&erc"cio seguinte.I / relat$rio foi apresentado na reunião semanal da diretoria. /m relação . @onsideraram. [6d das que não possu"am um plano de contingBncia faliram em menos de 5 anos. própria empresa. aO 4otou. porém necess4rias . a empresa demitiu a. conforme comprova o título. o concerto poderia o-ter os mesmos resultados com a economia apro&imada de 56 minutos. cO 4ão detectei nenhuma finalidade prática na repeti!ão pelos metais dos mesmos temas á e&ecutados pelas cordas. Essa parte poderia ser drasticamente redu1ida. 4a semana seguinte. pedindo.no e&celente. Se essas passagens redundantes fossem eliminadas. o d$ sustenido seria r%O.[S6 empregados. 7m novo gBnio do neoli-eralismo ocuparia o seu lugar.se esfor!o desnecessário na e&ecu!ão de -em$is e sustenidos. moderna e eficiente. Eles podiam ser eliminados. no 9erviço de Pagamentos $rasileiro. fechou :< filiais espalhadas em :5 Estados e.ia considerável economia de meios e uma e&ecu!ão mais rápida e fluente. donde? os custos seriam distri-u"dos e haveria mais lucro. sem afetar outras empresas que com ela ten(am negócios. arredondando o valor de cada um deles pela nota mais simples Po si -emol seria apenas si. transferiu o convite para o segundo homem do -oard. pois significam perdas irrecuper4veis. d3 + custo decorrente de acidentes é calculado a partir do valor das informaç es perdidas e do volume de negócios interrompidos pelo acontecimento. ustamente o segundo homem da empresa. autor do relat$rio so-re a pe!a de Schu-ert. Se o autor os tivesse suprimido. um presidente de empresa rece-eu convite para uma audi!ão da Sinfonia Inaca-ada. \ correto inferir do texto que> A3 o autor é um adepto do neoli0eralismo.-om-a no borld Trade @enter P4eA eor^O. e3 @o 9erviço de Pagamentos $rasileiro. Neio numa revista estrangeira. poderia ter completado sua sinfonia inaca-ada. TEXTO.lhe um relat$rio da missão. /3 o novo presidente da empresa teve de tomar medidas duras. numa licita!ão p'-lica do 3inist%rio do 3eio Am-iente. mesmo que programadas.

me colocado sempre em um plano.7 que o autor tin(a uma grave defici<ncia visual. TEXTO. assinale a opção correta. com as suas institui!+es constantemente postergadas. na responsa-ilidade dos culpados. que vem a ser senão a o-serv8ncia da igualdade legal0 Porventura temos sido n$s iguais perante a lei. $3 *om 0ase nas argumentaç es do autor. neste reg"men. o 'nico terreno em que n$s todos nos poder"amos apro&imar e dar. e no mundo f"sico inclina para a usti!a relativa. % a rea!ão equili-rante que reconstitui a ordem. E a toler8ncia. na puni!ão dos crimes. que não go1e de prerrogativas especiais. que não re'na em sua pessoa um fei&e de regalias. / Arcano NIII e&prime. que naturalmente prov%m dos homens. no mundo divino. 2uando pe!o a o-serv8ncia da lei. tenho consciBncia.eta que a nossa "ndole. que pode ser fal"vel e limitada. o nosso reg"men essencialmente repelem. para contrapeso. uma -alan!a. Srs. TEXTO. / 3 Mualquer espécie de pa8 é mel(or do que a guerra. 4ão há. A PA] / A L/%. ?=. o mundo passava por um longo período de pa8. 4as poucas ve1es em que me atrevo a pertur-ar a serenidade a-soluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus honrados colegas. e na esquerda. *3 + tema do discurso é extemporAneo. há algum ca-e!a de grupo. algum amigo "ntimo da situa!ão. isto %. nos as mãos. o terreno da reconcilia!ão com a lei. retidão. equil"-rio e senso de usti!a. no -em distri-u"do aos -ons e no castigo dispensado aos maus. de-ai&o da pol"tica sem escr'pulos da atualidade. A usti!a. a usti!a a-soluta. Esta não % a pa1 que eu quero. o equil"-rio entre o direito e o dever. não % senão a pa1 da servidão. 4ão há outra -ondade real. A pa1DD 4ão a ve o. que não tenha em torno de sua individualidade uma guarda e defesa r%gia ou principesca0 Essa e&cursão. /s olhos da usti!a estão -em a-ertos para mostrar que ela . com a Jep'-lica. a pa1 que humilha todos os homens honestos. % a que assenta na lei. nestes quatro anos de Loverno. A espada % aqui um sinal de prote!ão para os -ons e de amea!a para os maus. senão aquela que consiste na distri-ui!ão da usti!a. que não se op+e nem ( toler8ncia nem ( pa1> que %. pelo menos. -3 %nfere'se da afirmação 6A pa8ZZ @ão a ve)o. algum parente ou chegado (s autoridades. á no mundo intelectual. *om 0ase no texto.am0iental. Srs. a pa1 a. como não pode e&istir. duas espécies de pa8. Senadores. Sr. ao contrário. uma ve8 que. A KN9E%^A. de ter. senão uma. é correto afirmar que existem. acima de tudo. Esta % uma carta que em sua forma gráfica indica. isto %. a pa1 que nenhuma criatura humana pode tolerar sem a-ai&ar a ca-e!a envergonhada. com a fronte cingida por uma coroa> tem na mão direita uma espada com ponta levantada. :1= A3 A pa8 dese)ada pelo autor é a da servidão e a dos países oprimidos. especialmente0 #á algum chefe de partido. me levaria longe e poderia por si s$ a-sorver os meus poucos minutos de tri-una nesta sessão. Senadores. eqTidade. /utra esp%cie de pa1. e&prime a atra!ão e a repulsão. a Espada da e&pia!ão. o terreno onde a pa1 e a toler8ncia se devem esta-elecer. a pa1 indigna e aviltante dos pa"ses oprimidos. quando o pronunciou o autor. = o antigo s"m-olo da usti!a que pesa os atos e que op+e ao mal. na guarda rigorosa das institui!+es livres. emanada de Eeus. % ustamente porque a lei % o a-rigo da toler8ncia e da -ondade. Presidente. Esta carta % uma sim-ologia de uma mulher sentada em um trono.

respectivamente. o presidente Fernando #enrique @ardoso inaugurou oficialmente a linha de transmissão que interliga 9oa Nista ao @omple&o #idrel%trico de Lurif3acágua. 4a ocasião. Em tre1e de agosto passado. a vontade deve prever o choque das for!as contrárias. pode ser falível e limitada. TEXTO. o direito e o dever. TEXTO. ??. 2-3 existe uma autoconsci<ncia capa8 de esta0elecer confronto entre uma época e outra.lo e anulá. L%@!P+ -/ HND% $A%RA EAD%&A -/ /@/DH%A /L\ED%*A /J D+DA%JA. / HFinhão de LuriI. Toda a!ão produ1 uma rea!ão. se % como um sol a-ortado. Toda inteligBncia que não sa-e equili-rar. o presidente anunciou a redu!ão na tarifa de energia paga pelos . %nfere'se do texto que> 2A3 tanto as geraç es atuais quanto as vindouras alicerçam'se em fatores su0)etivos para a rotulação das épocas. como ficou conhecido o empreendimento. %% ' Apesar da )ustiça a0soluta emanar de -eus. Todo futuro -alan!a. ameaça os maus. quer pela autoconsciBncia que uma gera!ão tem do momento em que vive. % ' A )ustiça (umana é relativa porque. protege os 0onsQ o segundo. 6As diferentes %pocas são mais facilmente rotuladas quando coloridas de siglas e apelidos. I ' A carta de tar# descrita no texto e reprodu8ida acima ilustra plenamente o ditado popular> A )ustiça é cega. vai a-astecer o estado de Joraima pelos pr$&imos vinte anos. %I ' +s dois sím0olos que carregam a Kustiça W a espada e a 0alança W representam.penetra muito al%m das ra1+es parciais daqueles que se acham so. as diversas épocas alimentam'se da autoconsci<ncia das geraç es que nelas vivem. %%% ' A espada da Kustiça é uma arma de dois gumes> o primeiro.a sua urisdi!ão. Para reali1ar todas as coisas % preciso esta-elecer um equil"-rio entre as for!as que são postas em movimento. 2/3 o colorido das siglas e apelidos (ierarqui8a e rotula as tend<ncias das diferentes épocas. deste momento. quando tendenciosamente hierarqui1adas. ?B. )ulgue se os itens a0aixo estão certos concomitantemente dos pontos de vista do conte. para temperá. A quantidade de itens certos é igual a> A3 1 $3 1 *3 5 -3 : /3 =.do e da gram4tica. *om 0ase no texto.lo. quer pela visão que. criada pelo (omem. 2*3 tendenciosamente (ierarqui8adas. 2$3 (4 um grupo póstero de analistas cu)a função consiste em criticar o lado negativo de cada época. possuirá um grupo p$stero de analistasI. na Nene1uela.se para o 9em e para o 3al. ela só existe de fato no mundo físico.

$. assinale a opção correta. 6empreendimento7 refere'se .a vírgula após 6empreendimento7 pode ser eliminada sem que (a)a pre)uí8o . a3 A tecnologia constitui um risco insignificante se comparado ao risco natural do mercado e do crédito. TEXTO.estrutura tecnol$gica. Pro-lemas que afetam diretamente a infra.consumidores de Joraima. sem que (ouvesse alteração do sentido do texto. mesmo que por poucos momentos. mesmo que programadas. Esses são eventos programados que visam atender a demandas ocasionais do neg$cio ou da tecnologia. Eoravante um pro-lema tecnol$gico pode interferir diretamente na questão da liquide1 da institui!ão. empresas concessionárias. expressão 6*omplexo !idrelétrico de HuriVJac4gua7. 6o preço de venda da energia para o consumidor final7 cair4 para aproximadamente :: dólares o J`. c3 As interrupç es não'programadas. ?C. Assinale a opção correta acerca da estrutura e das idéias do texto. [6d das que não possu"am um plano de contingBncia faliram em menos de 5 anos. restringem'se . ?F. / seu custo % proporcional ao valor da informa!ão afetada e ao volume de neg$cios interrompidos pelo evento.programadas.a mesma $tica que encara os riscos de cr%dito e mercado. a tecnologia se toma variável cr"tica e o e&ecutivo de neg$cios e plane amento precisa encarar este risco so.se de uma questão de continuidade de neg$cios. o que não co-re os custos de produ!ão. 03 @en(uma instituição pode apresentar interrupç es no processamento da informação. % de S6 d$lares o megaAatt P3bO. que afetam a infra'estrutura rotineira da empresa. pois significam perdas irrecuper4veis. no 9erviço de Pagamentos $rasileiro. Por isso. atualmente o preço de venda de 1 J` de energia para o consumidor final é superior . própria empresa. -e acordo com os dados do . esse valor cairá cerca de <6d Y de :5[ d$lares para 5R d$lares. / que deve preocupar os e&ecutivos de uma institui!ão financeira são as interrup!+es não. segundo o presidente.ltimo par4grafo do texto. com a lin(a de transmissão de Huri. 4o Sistema de Pagamentos 9rasileiro. deve ser de =_ a ?_7 poderia ser reescrita da seguinte forma> 69egundo o presidente. a recupera!ão da estrutura operacional pode levar algumas horas e. As interrup!+es no processamento da informa!ão. = importante o plane amento e a implementa!ão de uma solu!ão de continuidade de neg$cios. consumidores e o governo de Joraima estão na e&pectativa da decisão da AgBncia 4acional de Energia El%trica PA4EEFO so-re o assunto. segundo o presidente. no caso do SP9. afetar não s$ a institui!ão como eventuais parceiros. /m relação . metade dos correspondentes custos de produção. /s riscos não são despre1"veis. -e acordo com o . A. Trata. inunda!ão etcO> falha humana> corrup!ão de dados> v"rus etc. que são de :5[ d$lares o 3b. se a ela financeira ou não. conflitos de aplica!+es> sa-otagem> desastres PincBndio. o pre!o de venda da energia para o consumidor final em Joraima. Estes acidentes causam maior impacto por serem de maior dificuldade de identifica!ão e recupera!ão. . *. Atualmente. deve ser de [d a Rd. -.ltimo par4grafo do texto. Entre as empresas v"timas do primeiro atentado a -om-a no borld Trade @enter P4eA eor^O. a oração 6A redução. a redução pode ser de até ?_7. /. São falhas de hardAare efou sistema operacional. [:d faliram em dois anos e apenas Rd so-reviveram. Eependendo da situa!ão. ou a degrada!ão nos sistemas de informa!ão fa1em parte da rotina nas estruturas de tecnologia de qualquer empresa. A redu!ão. estrutura textual.s idéias do texto. 7m estudo feito pela 7niversidade do Te&as com empresas que sofreram uma perda catastr$fica de dados concluiu que cad amais voltaram a operar. @om a linha de transmissão de Luri.

tratar as transferBncias de grandes volumes financeiros. a3 -epreende'se do texto que glo0ali8ação e evolução tecnológica constituem duas importantes conseq. do crescimento das atividades financeiras e da rápida evolu!ão tecnol$gica. de uma maneira segura e eficiente. o período estaria igualmente correto. a3 A expressão 6estão o0rigadas7 pode ser su0stituída por 6o0rigam'se7. Estamos no caminho certo e não podemos ficar isolados do resto do mundo.0licas quanto privadas de agentes p. estrutura necessária para suportar as atividades econ)micas do pa"s e um ve"culo cr"tico de penetra!ão em outros mercados.se o Sistema de Pagamentos 9rasileiro como um con unto de regras. sem pre)uí8o para a correção gramatical do período. instrumentos de controle e sistemas operacionais que devem funcionar integrados para transferir fundos do pagador para o rece-edor. sem afetar outras empresas que com ela ten(am negócios. estão sendo utili8adas como reforço estilístico para inserir todos os países que t<m 0ancos centrais no esforço da glo0ali8ação. Eesta forma. TEXTO. 03 A forma ver0al 6compreende7 est4 sendo utili8ada com a mesma significação que no seguinte exemplo> + *ódigo de \tica e -ecoro compreende aç es tanto p.. e3 As formas ver0ais do .ltimo período sint4tico do texto. por 6vem desempen(ando7. procedimentos. os 9ancos @entrais do mundo todo tBm desempenhado um papel importante no sistema de pagamento dos seus pa"ses em conseqTBncia da glo-ali1a!ão. assinale a opção correta. d3 A articulação entre as idéias dos dois par4grafos pode se reali8ar inserindo'se no início do segundo par4grafo a expressão> /m consonAncia com esta evid<ncia e por. as perdas de informação ocorridas em uma empresa circunscrevem'se a ela apenas. o 9anco @entral do 9rasil tem se empenhado em desenvolver um sistema nacional de pagamentos que possa.<ncias do crescimento das atividades financeiras dos 0ancos centrais. assinale a opção incorreta. sem alterar a correção gramatical do período. BG. paralelamente ao seu incremento tecnológico. /m relação ao texto acima. 03 A expressão 6t<m desempen(ado7 pode ser su0stituída. B1. a liquida!ão de ordens eletr)nicas de d%-itos e cr%ditos. /m relação ao texto acima. TEXTO. c3 9e a expressão 6devem funcionar integrados7 estivesse no singular. .0licos. a compensa!ão e liquida!ão de opera!+es na 9olsa de 3ercadorias e Futuros. Por ser a -ase da infra. As institui!+es financeiras estão o-rigadas a operar dentro das regras e defini!+es do novo sistema de pagamentos que compreende os servi!os de compensa!ão de cheques e outros pap%is.. 6/stamos7 e 6podemos7. a transferBncia de fundos e outros ativos financeiros. 6deve funcionar integrado7. 4as duas 'ltimas d%cadas.d3 + custo decorrente de acidentes é calculado a partir do valor das informaç es perdidas e do volume de negócios interrompidos pelo acontecimento. c3 %nfere'se do texto que os 0ancos centrais t<m contado com um declínio em sua importAncia econ#mico'social. incluindo aquelas relativas a derivativos financeiros. e3 @o 9erviço de Pagamentos $rasileiro. para concordar com 6um con)unto7. conceitua.

a3 / Programa Sociedade da Informa!ão foi conce-ido. tanto na capacita!ão de pessoal para pesquisa. escrita no pr$prio tratado. e via-ili1ar.etivos do tratadoO. os o. criarPaO para o Estado negociador uma o-riga!ão independente do ato ratificat$rioPcO e anterior a este G salvo no dom"nio do mero procedimento G ou ainda a conta doP[O princ"pio da -oa. 03 @onstitui um con unto de iniciativas que prevB a!+es dos governos federal. e3 Estão sendo feitas articula!+es e firmadas parcerias que envolvem o governo.etivo de colocar o pa"s em condi!+es de operar a Internet com todos os requisitos t%cnicos> á e&istentes nos pa"ses mais avan!ados. um novo estágio de evolu!ão da Internet e suas aplica!+es no pa"s. com investimentos previstos de Jg a. a conta-ilidade adequada de custos. foram considerados os seguintes fatores? a ela-ora!ão de planos estrat%gicos. A ind'stria e as empresas -rasileiras deverão ser os setores mais -eneficiados da sociedade. estaduais. TEXTO. nos pr$&imos quatro anos as -ases para que aumente su-stancialmente a participa!ão da economia da informa!ão no Produto Interno 9ruto PPI9O G ho e estimada em de1 por cento.566c. B5. B1. municipais. Assinale a opção correspondente a erro gramatical. /m relação . a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = TEXTOS. e tem o o. pelo 3inist%rio da @iBncia e Tecnologia para preparar a nova gera!ão de redes.d3 /m 6relativas a derivativos7 o uso do sinal indicativo de crase é facultativo. a coleta de indicadores precisos. sem pre)uí8o para a correção gramatical do período. c3 Fa1 parte do Plano Plurianual 5666. d3 Sua meta % criar. pontuação. a iniciativa privada e o terceiro setor Pentidades que prestam servi!os ( sociedade. e3 + trec(o 6conceitua'se o 9istema de Pagamentos $rasileiro como7 pode ser su0stituído por 6o 9istema de Pagamentos $rasileiro é conceituado como7. TEXTO. unto com a iniciativa privada.f% Passim o dever de não solapar. quanto a novos servi!os e aplica!+es. e desenvolvimento quanto na garantia de servi!os avan!ados de comunica!ão e informa!ão. nem poderia a regra t$pica. a implanta!ão de programas de qualidade total e a certifica!ão dos sistemas. tanto no que di1 respeito ( velocidade de transmissão de dados. assinale a opção correta. assim. sem o. na e&pectativa de vigBncia. 4enhum Pa"s pode estar o-rigadoP:O por um tratado que ainda não ratificou? não e&iste regra de direito internacional geral a di1er tal coisaP5O. tornando as empresas mais competitivas no mercado internacional. no texto acima. 4a pesquisa para avaliar a gestão nas empresas em rela!ão ( qualidade no setor de softAare.c -ilh+es. / relacionamento das empresas com seus empregados foi acompanhado a partir de aspectos da . a inclusão de metas consistentes.etivar lucroO.

todo um con unto de aspectos foi levantado visando ( caracteri1a!ão das empresas e do softAare desenvolvido no 9rasil. a3 1. Adicionalmente. TEXTO. esse n'mero do-rará em menos de quatro anos.< milh+es de computadores conectados ( Internet. podendo comprometer a velocidade e a qualidade das cone&+es e esgotar em pouco tempo o potencial de ingresso de novos usuários. que á hhh[hhhh implantadas por pro etos pilotos em :c cidades -rasileiras. d3 /m 6+ relacionamento com o mercado era avaliado72lin(as 1=. B:. c3 + uso da vo8 passiva em 6foi acompan(ado7 2lin(a 113 tem o efeito estilístico de explicitar e reforçar o papel do agente da ação. hhhhh:hhhhhhh o ritmo atual de crescimento. 4essa etapa. B=. ?. E&istem ho e no Pa"s cerca de a. a transformação da vo8 passiva analítica para sintética corresponde a> Avaliou'se o relacionamento com o mercado. =. ( utili1a!ão de ferramentas automati1adas de desenvolvimento e ao tipo de documenta!ão adotada. o 3inist%rio da @iBncia e Tecnologia e o 3inist%rio da Educa!ão terão interligado na rede todas as institui!+es federais de ensino superior e institutos de pesquisa do pa"s. Assinale a opção em que uma das sugest es é incorreta para o preenc(imento coeso e coerente da lacuna correspondente. /m relação ao texto. assinale a opção correta.etivos evitar hhh5hhhhh esgotamento e contri-uir para a redu!ão das desigualdades sociais e regionais. / relacionamento com o mercado era avaliado considerando. esse V tal c3 5. 03 Para que a pontuação do texto se torne correta é necess4rio su0stituir as quatro vírgulas 2lin(as :. 9e for mantido V *aso se)a mantido 03 1. possa V c(ega a e3 =. pretende hhhahhhhh o uso do computador em todo o territ$rio nacional e criar condi!+es para que o maior n'mero de -rasileiros hhhchhh acessar a Internet. . / programa Sociedade da Informa!ão tem como um de seus o. e3 + uso do pretérito indica que a pesquisa a que o texto se refere est4 em andamento. Para isso. disseminar V difundir d3 :. 1?3. sua satisfa!ão e oportunidades de aperfei!oamento profissional.se a reali1a!ão de pesquisas de e&pectativa e de satisfa!ão unto aos clientes> a e&istBncia de estruturas de atendimento> a resolu!ão de reclama!+es e o uso desses tipos de dados na revisão de pro etos ou na especifica!ão de novos produtos e servi!os. v<m sendo V estão sendo TEXTO. / programa inclui as Jedes 3etropolitanas de Alta Nelocidade PJemavsO. B3 após o sinal de dois pontos 2lin(a :3 por sinais de ponto e vírgula. a3 As escol(as sint4ticas e lexicais do texto são apropriadas para um texto de relatório.participa!ão dos mesmos na solu!ão de pro-lemas. Procedimentos espec"ficos para qualidade em softAare foram medidos por indicadores referentes ( ado!ão de m%todos de engenharia para preven!ão ou detec!ão de defeitos.

d3 /staria correto preenc(er a lacuna = com . artigo feminino singular. % preciso promover sua atuali1a!ão em termos de conhecimento. dO 4o setor de softAare. +s fragmentos a0aixo constituem um texto. -O 2uanto a curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos. diante da velocidade em que ocorrem as transforma!+es. regularmente.los verdadeiramente humanos. Assinale a opção em que a redação sugerida para o fragmento est4 correta. diante da velocidade que ocorrem as transforma!+es no setor de softAare. = preciso promoverem. entende. tanto quanto promover tal atuali1a!ão de seus profissionais em . = preciso promover. para torná. ado!ão de equipes. Al%m da e&periBncia cotidiana. regularmente.. entende que não -asta um profissional -em formado. Jegularmente. 03 @a lacuna 5 é correto colocar (4. as empresas. a3 As lacunas 1 e 1 devem ser preenc(idas com a. é impessoal. sua atuali1a!ão em termos de conhecimentos.B?. e3 A estrutura sint4tica do período admite que a lacuna ? se)a preenc(ida com aos. Promover. principalmente no que se refere aos curtos ciclos de tecnologia e ( rápida evolu!ão dos produtos. principalmente quanto aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e ( rápida evolu!ão dos produtos. sua atuali1a!ão em termos de conhecimentos. = preciso promover. sua atuali1a!ão. TEXTOS. cO Eiante da velocidade com que ocorrem as transforma!+es no setor de softAare. entendem. BC. P O @onseqTentemente. entende. a e . TEXTOS. entende. mas estão desordenados. no que se refere aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos..se de que não -asta um profissional -em formado. A ciBncia e o processo cient"fico não constituem hh:hh 'nica forma de o-ten!ão do conhecimento. Leia o texto e marque a afirmação incorreta. em termos de conhecimentos. pois o ver0o (aver. regularmente. aO Eiante da velocidade que ocorrem (s transforma!+es no setor de softAare. uma ve8 que conferem sentido id<ntico ao período. % preciso. eO /correm transforma!+es com velocidade no setor de softAare. Apenas o simples processo e&perimental da ciBncia não condu1 hhchh sa-edoria? % necessário su-meter os seus resultados hh[hh ela-ora!ão filos$fico. coesa e coerente. @umere os itens quanto .conceitual. hhahh os sa-eres refle&ivos da filosofia. c3 -uas opç es.se que não -asta um profissional -em formado. constituindo hh5hh -ase cultural. programas de sugest+es e pesquisa de satisfa!ão. hhRhh preceitos %ticos. quando utili8ado no sentido de existir. BB.se que não -asta um profissional -em formado. suas atuali1a!+es em termos de conhecimentos. tanto quanto aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos. podem ser utili8adas indistintamente na lacuna :. sua ordenação coesa e coerente e assinale a opção correspondente> P O / espa!o a-erto para a participa!ão dos empregados na constru!ão dessa atmosfera % constitu"do por meio de reuni+es de tra-alho.se de que não -asta um profissional -em formado. regularmente.

vem. pelo porte de seu setor de -ens de consumo duráveis e de -ens de produ!ão. TEXTO. pelo dinamismo de seu setor e&terno. Ee maneira que. 1. 5. assinale a opção incorreta. Muanto . 5. aO A -usca da competitividade da ind'stria -rasileira de softAare e outros produtos passam. 1. a heterogeneidade e as desigualdades sociais aumentaram e se alastraram com o desenvolvimento econ)mico e a ur-ani1a!ão. /m relação ao texto. o 9rasil singulari1ava. no momento que as econo.mias mundiais passam por processos de glo-ali1a!ão. pelo alcance de padr+es internacionalmente aceitos de qualidade e produtividade de seus produtos e servi!os.termos de conhecimento. 1. 1 d3 1. = 03 =. : e3 :. 4o per"odo desenvolvimentista. o acesso (s informa!+es e o esp"rito de equipe se am valori1ados. procuram esta-elecer uma atmosfera em que as rela!+es pessoais. :. e tam-%m da qualifica!ão dos tra-alhadores. 1 TEXTOS.etivos e fidedignos representam uma -ase s$lida para a promo!ão da competi!ão internacional dos produtos e servi!os -rasileiros. estrutura sint4tica dos períodos. dos padr+es de seus produtos e servi!os. BF. =.etivo de acompanhar a evolu!ão desse setor quanto ( aspectos do plane amento estrat%gico. registrando uma das mais elevadas ta&as m%dias de crescimento mundial. o 9rasil foi um dos poucos pa"ses su-desenvolvidos que conseguiu percorrer quase todos os passos previstos para o processo de industriali1a!ão retardatária. dO Estrat%gias e a!+es propostas a lu1 de diagn$sticos o. os empresários vBm cuidando da qualidade t%cnica.se consolidando o interesse pela qualidade dos servi!os associados e pelo comportamento humano. 1. :. necessariamente. CG. 1. 5. P O Por volta dos anos a6. al%m de quest+es diretamente relacionadas a ganhos financeiros. o registro e o acompanhamento das reclama!+es dos clientes revestem. e. assinale a opção correta. quase meio s%culo passado desde que o controle estat"stico de qualidade come!ou a ser implantado nas empresas. que se adaptam principalmente ( sistemas da qualidade em fase relativamente madura. a3 5.se no conte&to latino. P O Assim. =.americano pela e&tensão de sua ind'stria. P O Entretanto. -O As pesquisas de satisfa!ão. cO As pesquisas diretas unto em empresas que desenvolvem softAare no 9rasil vBm sendo reali1adas com o o. 1. ao ser atingido pela crise dos anos <6. finalmente. Eurante todo esse longo per"odo. sistemas da qualidade e certifica!ão para a qualidade dos produtos. eO A conta-ili1a!ão de custos da qualidade está associada a ferramentas de maior comple&idade. pelo seu grau de articula!ão interindustrial. :. o que importava para as empresas era a produ!ão e a redu!ão da quantidade de pe!as defeituosas. a partir dos anos <6. se de import8ncia ( propor!ão que os dados coletados são utili1ados pelas empresas na revisão de seus pro etos ou na especifica!ão de novos produtos ou servi!os. =. 5 c3 1. .

hh[hh o entendimento. e&ercido por advogados assistidos. a palavra longo pertenceria . /s efeitos pedag$gicos hhahh sociedade. apontando fatos importantes e facilitando o entendimento. B3 esta0elece com a idéia do período anterior uma relação de nature8a explicativa. pode ser su0stituída por 6e registrou. Assinale a opção que indica o preenc(imento incorreto da lacuna correspondente. e3 9e a expressão 6-urante todo esse longo período7 2lin(as 15. / Poder Qudiciário hhhh:hhhhse mostrando sens"vel ao pro-lema da protela!ão e hhh5hhh-uscado novas solu!+es.7 sem pre)uí8o para a correção do texto. o tra-alho do mediador será important"ssimo. Seu principal efeito hhh[hhh será redu1ir o tempo para solu!ão dos conflitos que chegam ( Qusti!a. mesma classe e teria a mesma função sint4tica nas duas formulaç es. ser su0stituída por grande parte dos. e não tomará partido. que hhhahhhanos nos tri-unais e significativos recursos. hhchh o Qudiciário e o cidadão não disp+em. uma alternativa moderni1ante e efica1 para solucionar conflitos. Ele terá fun!ão diferenciada do magistrado. tam-%m devem ser positivos. hh5hh possam atender (s divergentes demandas. TEXTO. Assinale a opção que indica o preenc(imento incorreto da lacuna correspondente. C1. 1:3 fosse su0stituída por 6ao longo desse período7. Em nenhum momento estimulará a contenda. provocados por esse instrumento. vencendo alguns pro-lemas cruciais da Qusti!a.a3 A expressão 6quase todos os7 2lin(a 53 pode. e. Encontrou na media!ão um pro eto promissor. 4o processo da media!ão. sem pre)uí8o para a correção do período. hh5hh não ulgará. hhahh propiciará hhchh partes a análise de diferenciados pontos de vista. hh:hh necessário. C1. / emprego da media!ão deve evidenciar hh:hh uma sociedade plural necessita de solu!+es diferenciadas e criativas. estimulando a discussão. a3 1 ' quando 03 1 ' por que c3 5 ' mas d3 : ' . 03 A forma ver0al de ger.s e3 = ' mas TEXTO. a3 1 ' vem 03 1 ' tem c3 5 ' demandariam d3 : ' os quais e3 = ' a curto pra8o TEXTO. d3 /m 6singulari8ava'se7 2lin(a C3 o ver0o é pronominal. por profissionais multidisciplinares. / campo de aplica!ão da media!ão % amplo. como a morosidade dos processos.ndio 6registrando7 2lin(a =3. principalmente hhchh tange ( cultura . c3 A expressão 6-e maneira que7 2lin(as ?.

então emergentes. na audiBncia p'-lica na comissão especial da @8mara. untas. @om essa separa!ão. untas.cc. a3 1 ' que 03 1 ' as quais c3 5 ' so0 a d3 : ' no que e3 = ' para as TEXTO. al%m de outras iniciativas de ordem udicial.[:R pessoas f"sicas isentas de tri-uta!ão ou omissas movimentaram. em po-re1a e em uma quase inconce-"vel polari1a!ão das oportunidades e n"veis de vida da humanidade. o-servou que o fen)meno que marcava o nascimento do novo capitalismo era a separa!ão entre atividade econ)mica e atividade dom%stica G em que o dom%stico significava a densa rede de direitos e o-riga!+es m'tuas mantidas pelas comunidades rurais e ur-anas. mas a @P3F % mais resistente que qualquer outro. C5. Eesse total. tanto ( sonega!ão quanto (P[O elisão fiscal. . omissas ou optantes do imposto Simples movimentaram. uma terra de ningu%m. reclamaram essa terra de ningu%m que o mundo dos neg$cios considerava de sua e&clusiva propriedade.do entendimento e da solu!ão rápida e eficiente hh[hh contendas que. é necess4rio su0stituir> a3 6disse apreciar7213 por 6disse que apreciava7 03 6uma ve8 que7213 por 6)4 que7 c3 6que7253 por 6as quais7 d3 6que72:3 por 6o que7 e3 6quanto . <[S contri-uintes á foram fiscali1ados. % desproporcional e ofende o senso comum. essa e&traterritorialidade sem precedentes da atividade econ)mica condu1iu a um avan!o espetacular da capacidade industrial e a um acr%scimo da rique1a. durante quase todo o s%culo ZZ. / secretário da Jeceita Federal. pelas par$quias ou grupos de artesãos. quePcO resultou num lan!amento tri-utário da ordem de Jg c66 milh+es. inativas. em que as fam"lias e vi1inhos estavam estreitamente envolvidos.contri-uintes. C:.72=3 por 6como . Tam-%m sa-emos que. 2ualquer tipo de imposto está su eito a sonega!ão. mais de Jg 5[ -ilh+es no ano passado com opera!+es individuais quePaO ultrapassaram Jg :6 milh+es. um dos analistas mais cr"ticos da l$gica da hist$ria moderna Pou da falta delaO. de outra forma. tam-%m sa-emos que os Estados modernos. 3a& be-er. livre de pro-lemas morais e restri!+es legais e pronta a ser su-ordinada ao c$digo de conduta pr$prio da empresa. pessoas ur"dicas imunes. Assinale a opção que indica o preenc(imento incorreto da lacuna correspondente. disse apreciarP:O a proposta de emenda constitucional que prorroga a @P3F. Jg :cS -ilh+es. Para que o texto fique correto. demandariam dispBndio significativo de tempo e recursos. uma ve1 queP5O c. o mundo dos neg$cios se aventurou por uma autBntica terra fronteiri!a. Por 'ltimo. isentas. Afirmou tam-%m que outras 5. A movimenta!ão desses . essa mesma e&traterritorialidade resultou em muita mis%ria humana. @omo á sa-emos.7 TEXTO.

Por mais localmente limitadas que se am nossas inten!+es. )ustiça. d3 A noção de 6extraterritorialidade7 se op e . a3 + uso da primeira pessoa do plural confere ao texto mais formalidade. po0re8a e . nossas a!+es a-rangem enormes dist8ncias no espa!o e no tempo. c3 9e a palavra 6gente7 2lin(a 153 for su0stituída por pessoas o texto dispensa outras alteraç es. que é livre de quest es morais.s idéias do texto. principalmente. ou mundo dos negócios e a atividade doméstica. / que fa1emos Pou nos a-stemos de fa1erO pode influir nas condi!+es de vida Pou de morteO de gente que vive em lugares que nunca visitaremos e de gera!+es que amais conheceremos. Llo-ali1a!ão significa que todos n$s dependemos uns dos outros. a cidadania plena. d3 Dui $ar0osa enfati8ou que a )ustiça protelada é a negação da )ustiça. assinale a opção incorreta. C?. (ouve um grande desenvolvimento industrial e distri0uição mais )usta da rique8a produ8ida. usti!a protelada % nega!ão da usti!a. rique8a. pois a vo8 do enunciador torna'se impessoal. mas posteriormente . 03 Iivemos num país em que as desigualdades são (istóricas. CB. e3 A extraterritorialidade condu8iu inicialmente a um avanço industrial e . e3 A morosidade do )udici4rio compromete a cidadania plena e a igualdade. quando todos deveriam ter acesso igualitário ( lei. assinale a opção correta. /m relação ao texto. c3 A distri0uição da )ustiça é fator de diferenciação entre indivíduos. 03 + segundo período do texto permite a infer<ncia de que as distAncias não terão importAncia no futuro. e3 9e a forma ver0al 6erraríamos72lin(a F3 for su0stituída por erramos a forma ver0al 6lev4ssemos7 . /m relação . 03 @o novo capitalismo (4 uma separação entre a atividade econ#mica. desigualdade. Atualmente. / que acontece em um lugar pode ter conseqTBncias mundiais. instrumentos t%cnicos e conhecimentos adquiridos. As dist8ncias pouco importam agora. errar"amos se não levássemos em conta os fatores glo-ais. exist<ncia de uma densa rede de direitos e o0rigaç es m. Lra!as aos recursos. sem privil%gios e e&ce!+es. uma ve1 que vivemos em um pa"s onde as desigualdades são hist$ricas e a distri-ui!ão da usti!a vem. como -em enfati1ou Jui 9ar-osa. TEXTO. c3 @o mundo dos negócios predomina o código de conduta próprio da empresa. d3 9e a forma ver0al 6erraríamos7 2lin(a F3 for su0stituída por erraremos a forma ver0al 6lev4ssemos7 2lin(a F3 deve tam0ém ser su0stituída por levarmos. A idéia central do texto é> a3 Eodos deveriam ter acesso igual .C=. TEXTO. o maior entrave da Qusti!a -rasileira % a morosidade. A falta de agilidade do Qudiciário compromete. E.tuas. a3 *om a separação entre o mundo dos negócios e o mundo doméstico.se constituindo como um fator a mais na diferencia!ão entre os cidadãos. próprias das comunidades menores. pois eles podem decidir o B&ito ou o fracasso de nossas a!+es.

quando o indiv"duo entrega ao Estado o poder de governar e decidir os rumos que ele deve seguir.<ncia correspondente. TEXTOS. aO Eurante os setenta anos da hist$ria imperial -rasileira. =. 1. 5. cO / 9rasil não era um dom"nio da Inglaterra Pcomo o @anadá. CC. come!ando o caminho de constru!ão de uma economia nacional de que s$ consolidou depois da Segunda Luerra 3undial. eO / 9rasil não ocupou posi!ão relevante na geo. mas estava su-metido ao seu sistema monetário e financeiro e ( Eoutrina 3onroe. que % tam-%m uma impossi-ilidade de e&ercer a cidadania. foram sendo su-stitu"dos pela utopia da Hmoderni1a!ãoI. em-ora manteve um alinhamento quase automático com a pol"tica internacional norte. P O Essa incapacidade. o pa"s foi fiel ao livrecam-ismo e seguiu uma tra et$ria de crescimento e moderni1a!ão restrita as suas áreas e&portadoras. mas estão desordenados. a coer!ão não % o caminho dese ado para uma na!ão democrática e moderna. =. Assinale a opção que preenc(e correta e coerentemente as lacunas do texto. : e3 5. -O At% a crise mundial de :. o velho sonho do para"so. uma ideali1a!ão e&pl"cita do modelo sociecon)mico das potBncias da Europa do norte. no per"odo da transi!ão para a hegemonia norte. o0servando a ordem em que devem ocorrer para constituírem um texto coeso e coerente. a Austrália e a 4ova iel8ndiaO. =. que alimentou a vontade dos primeiros coloni1ados. dO 3ais tarde. a posi!ão de principal s$cio econ)mico dos Estados 7nidos na periferia sul. 1.americana. =. que foi formulada. fomenta a censura e a o-rigatoriedade de normas como forma de conquista da ordem. P O Por isso. :.a6.americana. P O @ontudo. ocupando. 1. Assinale a opção sintaticamente correta. 1 03 1. :. 1 TEXTO.se. por @astlereagh. 1. come!a a morrer a sua capacidade de auto governar. CF. 5. e assinale a seq. 5 c3 :. o pa"s foi for!ado a adotar uma posi!ão defensiva. 1 d3 5. e mais tarde do modelo da sociedade norte. de fato. TEXTOS. FG. durante esse per"odo. @umere'os. +s fragmentos a0aixo constituem um texto.americana. 1.americana. P O A e&istBncia de regras acrescidas desse significado individual torna o resultado mais efetivo. P O Para 3ontesquieu. =.pol"tica da Luerra Fria. a3 :. ministro de Jela!+es E&teriores inglBs.2lin(a F3 dispensa alteraç es. 7ma preocupa!ão do governo está relacionada hhh manuten!ão do registro do d%-ito na conta-ilidade das empresas mesmo depois de seu pagamento. 1. Isso pode propiciar hh conta-ili1a!ão de . na constitui!ão da %tica de controle social deve haver espa!o para a contri-ui!ão e esta-elecimento de uma %tica individual.

o que pre udica hhhh arrecada!ão do imposto. a3 a W a W a W aos W as W . eO Pelo fato de a rela!ão entre o prestador de servi!o e a empresa não esta-elecer v"nculo empregat"cio. cO @asos como o de profissionais que se tornam pessoas ur"dicas e são contratados para prestar servi!os fa1em parte do grupo em rela!ão ao qual tam-%m se pretende intensificar a fiscali1a!ão.[.s W a c3 . f / contri-uinte a-re uma empresa e % tri-utado como pessoa ur"dica. . Assinale a opção em que as duas vers es do trec(o estão gramaticalmente corretas e cont<m a mesma informação. W a W .se que as filiais de multinacionais no 9rasil estavam superfaturando importa!+es ou su-faturando e&porta!+es como uma maneira de enviar recursos para suas matri1es sem tri-uta!ão. e3 a W . isso pode redu1ir artificialmente o lucro das companhias. porque não se esta-elece v"nculo empregat"cio na rela!ão entre o prestador de servi!o e a empresa. Assinale a asserção correta acerca do segmento a0aixo. W . os impostos e outros impostos. W a W aos W .s W . W . -O / emprego da con un!ão e para coordenar um su-stantivo a-strato com um concreto. % uma das -rechas consideradas fechadas.s ' a TEXTOS. e a opera!ão de pre!o de transferBncia. f /s profissionais que são contratados para prestar servi!os (s pessoas ur"dicas são alguns dos casos que fa1em parte do grupo que tam-%m pretende intensificarem a fiscali1a!ão. W a W . f As filiais de multinacionais no 9rasil estavam superfaturando importa!+es ou su-faturando e&porta!+es. pois as al"quotas são menores. pre udicial ao entendimento do te&to. W a W . Se o pagamento tiver sido feito. dO Para pagar menos imposto. W . como HmorteI e HimpostosI.[. duas coisas são certas para qualquer cidadão? a morte e os impostos.I aO 4as duas ve1es em que ocorrem os dois pontos. F1.pre u"1os referentes hhh varia!ão cam-ial e hhhgastos com uros que na verdade não e&istiriam. revela incorre!ão e desrespeito (s regras de coordena!ão. F1. mas hh empresas tiverem mantido seus registros contá-eis. que inicia reportagem so0re a reforma tri0ut4ria. são trBs? a morte. aO Eesde . f / Loverno tenta coi-ir a elisão fiscal desde . f A empresa não fica o-rigada a reter encargos sociais e tampouco o Imposto de Jenda Jetido na Fonte. 03 a W . W aos W as W a d3 . o Loverno tenta coi-ir a elisão fiscal. cO @oncorrerem na mesma cita!ão termos iguais ou assemelhados como Hos impostosI e Houtros impostosI cria a figura da tautologia. a empresa não fica o-rigada a reter encargos sociais e tampouco o Imposto de Jenda Jetido na Fonte. 4o 9rasil. TEXTOS. 7ma das -rechas consideradas fechadas % a opera!ão de pre!o de transferBncia. o contri-uinte a-re uma empresa e % tri-utado como pessoa ur"dica. servem eles para marcar uma enumera!ão e&plicativa. em-ora as al"quotas são menores para pagar menos imposto. pois uma maneira sem tri-uta!ão de enviar recursos para suas matri1es foi desco-erto. 6Em pa"ses organi1ados. -O Eesco-riu.

fruto da magia pessoal e de uma vontade ina0al4vel. as profecias potenciali8am a c(ance de se transformarem em realidade. 6nada menos que7 e 6nada menos do que7 são igualmente aceit4veis para o contexto em que ocorre a primeira. 2 3 /m 6a manifestaç es7 seria igualmente correta a estrutura 6. depreende. 03 Pelo simples fato de que foram inventadas por alguém. que o que há de mais relevante e espantoso com as profecias % que elas se auto.I a3 Ao serem conce0idas pela imaginação ilimitada dos (omens. / saldo do com%rcio e&terior de 7Sg a6R milh+es nos dois primeiros meses deste ano não foi o-tido por meio das exportações. = dif"cil administrá-la para todo o sempre apenas com os e&pedientes do alongamento mediante resgate com emissão de novos t"tulos a uros corrigidos.se que o 9rasil não % um pa"s organi1ado. TEXTO. do conceito e da direção argumentativa expressos no período a0aixo.s manifestaç es7. eO Pelo fato de o te&to principiar com adv%r-io restritivo.reali1am. com ousadia e efic4cia sim0ólica.americano. como um vatic"nio. 6Ei1ia o soci$logo norte. pro)etando e fortalecendo um dese)o ou temor coletivo. /m relação ao texto. nada menos de Jg R<[. c3 Muando uma grande 2ou pequena3 idéia se cristali8a. 2 3 A forma ver0al 6compromete7 tem como su)eito um agente (umano. fatores indispensáveis ( qualifica!ão do produto -rasileiro. gan(am exist<ncia real. sua força transformadora entra em ação com os mesmos poderes que comandam as leis da &ísica. componentes e insumos -ásicos. duas coisas são trBsI. mas pela redu!ão das importações.dO A elipse marcada pela v"rgula em H4o 9rasil. A d"vida p'-lica alcan!a ho e algo em torno de [[d do Produto Interno 9ruto PPI9O. e3 A (istória da (umanidade registra fatos que provam a exist<ncia de uma sim0iose natural entre os grandes son(os e as grandes mudanças. 2 3 As estruturas 6nada menos de7. um aug'rio. TEXTOS. vida social em futuro imediato ou distante. 2 3 /m 6administr4'la7 o pronome enclítico retoma por su0stituição coesiva a expressão 6dívida p. )ulgue os itens como verdadeiros 2I3 ou falsos 2&3 e marque a opção que apresenta a seq. Está posta assim a necessidade de introdu!ão urgente de pol"tica industrial capa1 de privilegiar e&porta!+es e su-stituir importa!+es mediante produ!ão interna de matri1es. ainda que parcialmente. que constrói o futuro com seus próprios vetores e forças internas atuando . aquela que se desvia. Assinale. . Jedu1ir importa!+es compromete a entrada no pa"s de -ens de capital e de tecnologias. d3 Acima de profetas e messias. são trBsI está mal empregada. est4 o império da (istória. F:. F5. 4em tudo convida a manifestações otimistas.5<R -ilh+es. Jo-ert 3erton. pois provoca a seguinte leitura err)nea? H4o 9rasil. 2 3 A expressão 6para todo o sempre7 neutrali8a a <nfase da idéia do período por seu tom 0í0lico. entre as opç es propostas. criando a pro0a0ilidade de serem incorporadas .<ncia correta. revelia do desiderato e do fado (umanos.0lica7.

&.7 d3 6/xpress es de sentido quantitativo 2. a flexão plural do ver0o 6ser7 no período a0aixo.7 %.7 a3 6*om os ver0os ser e parecer a concordAncia se fa8 de prefer<ncia com o predicativo. Para san4'los.. se este é plural. &.cleos ligados por série aditiva enf4tica 2. su0stituir 6discricionariedade7 por 6discricionaridade7 I. I d3 &. &. o ver0o concorda com o su0stantivo ou pronome que a precede.3. &. I. e não os impostos propriamente ditos. tem essa peculiaridade? deve o-edecer ao princ"pio da legalidade estrita. F?. o ver0o concorda com o mais próximo ou vai ao plural 2o que é mais comum quando o ver0o vem antes do su)eito37. face sua interpreta!ão nos conformes à @onstitui!ão.7 c3 69e tanto o su)eito como o predicativo forem personativos e nen(um dos dois for pronome pessoal. & 03 I. I..7 2Janual de Dedação da Presid<ncia da Dep. I. 6/ conceito de tri-uto. &. I. a concordAncia ser4 facultativa 2pode'se concordar com o su)eito ou o predicativo3. &. &.. com correção e propriedade.3 acompan(adas de complemento no plural admitem concordAncia ver0al no singular ou no plural.<ncia das su0stituiç es necess4rias é> a3 %% W %%% W %I W I 03 %%% W %I W I . mas s$ teremos tri-uto se o dever de pagar uma import8ncia ao Estado for vinculado ( previsão de ter riqueza. & e3 &. Kulgue as su0stituiç es e depois assinale a opção que contém a seq. I. a3 I.2 3 *aso as palavras 6exportaç es7 e 6importaç es7 fossem precedidas de artigo definido no plural o período se tornaria incoerente. &. TEXTO. &. I. foram propostas algumas su0stituiç es. I. &. I. @umpre ressaltar mais uma ve1? não há possi-ilidade de discricionariedade na defini!ão legislativa do tri-uto. su0stituir 6ter rique8a7 por 6exist<ncia de rique8a7 A seq.0lica3 e3 69e o su)eito composto tem os seus n. I.7 03 6@as frases em que ocorre a locução invari4vel é que. pois são eles efetivamente o seu su)eito. I c3 &. I.<ncia das alteraç es necess4rias para adequar o texto ao padrão culto formal do idioma. @o texto a0aixo. Assinale a norma gramatical que )ustifica. foram introdu8idos erros. F=.7 por 6de conformidade com a7 %%%. su0stituir 6nos conformes . I TEXTO. su0stituir 6face7 por 6em face de7 %%. su0stituir 6essa7 por 6esta7 %I. 6Qá % mais do que conhecido que o principal pro-lema do sistema tri-utário nacional são ustamente as contri-ui!+es..

6Nenhum país que pretenda ser competitivo na economia glo-al pode-se permitir a prática de tri-uta!ão cumulativa. @ompleta o quadro estimulante a convic!ão hhhhhhchhhhhhhhEstados 7nidos voltarão a crescer entre 5. consumou'se. de que os . a3 infiltra.se resistente hhh5hhhhvárias situa!+es adversas. que vem sendo repetido de uns tempos para cá. Identifica-se um item de peso na pauta de importa!+es como. /s argumentos em favor da pol"tica industrial mudam. % o da economia de divisas.s. favorece as e&porta!+es e hhhh:hhhhh confian!a no pa"s. se consumou. A-sorveu o choque causado pelo racionamento de energia. por e&emplo. a que est4 em desacordo com a norma culta. 6As cota!+es do d$lar em rela!ão ao real se apresentam estáveis desde os 'ltimos trBs meses de 566:. at% agora.c3 %%% W %I d3 % W %% W I e3 % W %% W %%% W I TEXTO.7 a3 9u0stituir 6@en(um país7 por 6País algum7 03 9u0stituir 6que7 por 6o qual7 c3 9u0stituir 6pretenda7 por 6pretende7 d3 9u0stituir 6pode'se permitir7 por 6pode'se anuir7 e3 9u0stituir 6a pr4tica7 por 6o uso7 TEXTO. a3 6em favor7 por 6a favor7 03 6em geral7 por 6geralmente7 c3 6Nm deles7 por 6-entre esses7 argumentos d3 6%dentifica'se7 por 6\ identificado7 e3 6poupando'se7 por 6o que pouparia7 TEXTO.[d e a. 6 c8m-io em equil"-rio desperta rea!+es positivas dos mercados internacionais. se mant%m ao largo da catástrofe econ)mica argentina. Assinale. as. mas em geral eles continuam sofrendo da mesma falta de em-asamento econ)mico. entre as su0stituiç es propostas. por que então não fa1er com que ele se a produ1ido no pa"s por meio de uma pol"tica industrial ativa. Assinale a opção que preenc(e as lacunas de forma coesa e coerente. . de que o 03 insinua'se. entre as su0stituiç es sugeridas. FF. E. FC. Um deles. desta forma. que os c3 instila. a. se o dispBndio com este produto % alto. moeda forte0 FB. Assinale. componentes eletr)nicos. / 9rasil revelou. 4ão hhhhhahhhhhhhh a e&pectativa internacional de que a economia -rasileira sofreria os efeitos do furacão portenho. aquela que insere erro gramatical no trec(o a0aixo.[d este ano7. com demonstra!ão clara de que a popula!ão -rasileira possui alto "ndice de disciplina social. poupando-se. consumou. /ra.

%%% c3 %%.a $tica de um Estado em particular G a despeito de a HLuerra FiscalI do I@3S ser pre udicial ( na!ão G.7 1G1. IN. e. internos e e&ternos que o pa"s precisou enfrentar ao longo de 566:. / desempenho da economia -rasileira em 566:. o Loverno @entral tirou dos Estados a competBncia de instituir e aumentar al"quotas dos impostos. aO So. %I TEXTO. o Loverno Federal interviu no incipiente mecanismo de concessão de incentivos. Assinale a opção gramaticalmente correta. -O Se todos os Estados parassem de conceder incentivos.se os diversos constrangimentos. o que se tem % a acumula!ão de velocidade. e ficou esta-elecido que cou-eriam tais atri-ui!+es somente ao Senado. pois ao menos não se deu passos para trás. a e&pansão de :. há ganhos a serem o-tidos se ouvesse um aumento con untural de receita para o Estado. #o e. 4o entanto. num c"rculo vicioso. cO Tendo em vista a análise hist$rica da HLuerra FiscalI. todos ganhariam> mas se um Estado se a-stesse de tal pol"tica e os demais continuassem a praticá. eO Pressionado pelas disputas inter. Kulgue os itens quanto ao emprego dos sinais de pontuação. consumando em. %%% e3 %%%. consumando'se. 1G1. I. uma pessoa pode estar. as. o homem acumulava rique1as. . Qá não há mais racionamento de energia el%trica.. II. III. %I d3 %. alguns autores propuseram uma divisão de per"odos que come!am com a cria!ão do I@3 e chegam at% a atualidade. foi aqu%m do necessário para um aumento da renda m%dia nacional. At% o in"cio de nosso s%culo. dO 4o primeiro per"odo. que o e3 insinua. que os TEXTOS. num átimo. em toda parte. 6A compacta!ão do tempo na sociedade tecnol$gica não aceita a cronometragem tradicional e quase provoca uma simultaneidade. e o 9rasil poderá crescer um pouco mais em 5665. /stão corretos apenas os itens> a3 %. esse perderia. . Sem sair do lugar em que se encontra. 3as ainda será preciso aIgum tempo para que a economia volte a se e&pandir aceleradamente de forma sustentada. TEXTOS. por e&emplo.d3 introdu8.[:d no Produto Interno 9ruto PPI9O não foi um mau resultado. sem criar novos gargalos que possam a-ortar o processo de recupera!ão logo adiante. %% 03 %%. considerando. mantendo a mesma lin(a de argumentação e a coer<ncia de idéias do texto. criou o @/4FAi. por meio de lei complementar.la. 1GG. Alguns desses constrangimentos estão superados. Assinale a opção que completa a frase'síntese a0aixo.regionais.

para criar. %ndique o item que completa o texto a seguir. para usar as novas t%cnicas. c3 A palavra 6resultante7 pode ser su0stituída pela estrutura 6que resulta7. /m relação ao texto acima. que come!ou a atingir "ndices e&pressivos a partir de :. a3 A expressão 6. com correção gramatical e coer<ncia com a direção argumentativa e o con)unto das idéias nele expressas. cultural e social. com seus desdo-ramentos so-re o quotidiano coletivo. @hegamos a um ponto muito pr$&imo da comunidade econ)mica efica1. 7ma das áreas essenciais % a educa!ão. na pesquisa.idade W instantaneidade c3 u0iedade W insipi<ncia d3 onipresença W intemperança e3 onisci<ncia W intempestividade TEXTO.se ( contempla!ão estática de um mundo que cada ve1 mais hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh . a melhoria de produtividade incentivada pela a-ertura internacional e a retomada de investimentos estrangeiros diretos. assinale a opção incorreta. hhhhhhhhhhhhhhhh despreparados para a-sorver os novos conceitos. e que tBm tão longa hist$ria? a integra!ão pol"tica. / conhecimento % a medida da diferen!a entre o progresso e a estagna!ão.7 a3 necess4rias W impedem W Muem estiver W dele exigir4 03 in)ustas W impulsionam W -entre aqueles W deles se apartar4 c3 desiguais W desfavorecem W +s que estiverem W deles se afastar4 d3 des'(umanas W impelem W Aqueles que este)am W ali)ar4 a eles e3 iníquas W retardam W +s 0rasileiros que tiverem W l(e excluir4 dele TEXTO. 1G5. 1G:. !e isso n"o fosse possível ao longo de tanto tempo passado desde as pro#eções -olivarianas. TEXTO. e possível que não nos encontremos longe de outros ideais comunitários que as constitui!+es preconizam. 03 Ao se transformar a estrutura 6devem'se citar7 em passiva analítica. a maior racionalidade econ)mica resultante do a-andono do dirigismo intervencionista pela economia de mercado. 6/ que as estat"sticas mais recentes dos organismos internacionais revelam % o alargamento da -recha entre ricos e po-res.. Entre outros fatores favoráveis à melhoria do desempenho do 9rasil na transi!ão para o novo milBnio. se nessa . mel(oria7 pode ser su0stituída por 6com a mel(oria7 sem pre)uí8o para a correção gramatical do período. condenam. o particípio fica no masculino para concordar com 6fatores favor4veis7. a3 u0iquação W irremovi0ilidade 03 u0iq.R. mantendo a correção sint4tica e as mesmas relaç es semAnticas. suas pr$prias respostas instrumentais (s novas demandas. devem-se citar? a redu!ão da ta&a de crescimento demográfico.As modernas tecnologias dotaram o ser (umano de aaaaaaaaaaaaaaaaa e aaaaaaaaaaaaaaaa. As hhhhhhhhhhh condi!+es de competitividade hhhhhhhhhhhhhh um dese ável salto de qualidade no processo tecnol$gico de desenvolvimento que permitisse recuperar terreno e acelerar o progresso nacional.

1G?.0lico. A lei definiu não apenas as institui!+es financeiras propriamente ditas como tam-%m as que lhes são equiparadas e estendeu as suas disposi!+es e disciplinas.s idéias de recomendar. atividade relacionada com a compra e venda de a!+es e outros quaisquer t"tulos. d3 A lei exige o car4ter p. con)ecturas. companhias de seguros e de capitali1a!ão. pois tem nature8a essencialmente su0)etiva. 1G=. TEXTO. significa que a instituição financeira ou a entidade a ela equiparada precisa praticar qualquer dos atos que l(e são próprios por mais de uma ve8. há pelo menos uma convic!ão generali1ada no sentido de que os passos at% agora dados são seguros. não 0astando que dela ten(a con(ecimento apenas determinada pessoa. prognósticos. TEXTO. con(ecida. 03 /ssa coleta e essa intermediação por parte das instituiç es oficiais di8em respeito a recursos financeiros de terceiros. opera!+es ou servi!os de nature1a dos e&ecutados pelas institui!+es financeiras. Assinale a opção que não d4 continuidade ao texto acima de forma coerente. que confere ao período a idéia de pro0a0ilidade e não de certe8a. pois é )ustamente desse lucro que ela pagar4 a remuneração do din(eiro arrecadado de terceiros e arcar4 com suas despesas administrativas. ou por aquelas que l(e são equiparadas. a3 + ver0o encontrar est4 no su0)untivo por exig<ncia da estrutura anterior 6é possível que7. E não há d'vida de que o B&ito em empreendimentos econ)micos comuns tem como pressuposto o cenário pol"tico que o continente ho e apresenta. outras instituiç es a que se aplicam as disposiç es e disciplinas da lei. (s -olsas de valores.espera atravessamos um s%culo e á outro -ate ( nossa porta. assinale a opção incorreta. sendo que coletar significa arrecadar e intermediar significa repassar a outrem os recursos arrecadados. esta0elecer. no que fossem aplicáveis. a3 Eemos tam0ém. divulgada. sociedades que efetuem distri-ui!ão de prBmios im$veis. 4enhum Pa"s pode estar o-rigadoP:O por um tratado que ainda não ratificou? não e&iste regra de . além das instituiç es financeiras propriamente ditas e das que l(es são equiparadas. e3 Lem0remos ainda que o fim lucrativo é inerente a qualquer espécie de aplicação feita por instituição financeira. c3 A (a0itualidade mínima. e3 + emprego da expressão 6pelo menos7 reforça a idéia de que as duas consideraç es anteriores W iniciadas por 6se7 W são negativas. que a atividade da instituição financeira e das que l(e são equiparadas se)a geral. em0ora não a0rangidas por aquele conceito legal. ou se)a. d3 A palavra 6pro)eç es7 est4 sendo empregada no sentido de planos. de difícil conceituação. mercadorias ou dinheiro. c3 Jant<m'se inalteradas as relaç es temporais do texto ao se su0stituir a expressão 69e isso não fosse possível7 por 6*aso isso não se)a possível7. com ha-itualidade m"nima. reali1ando. nos mercados financeiros e de capitais. pro)etos. 03 A forma ver0al 6preconi8am7 est4 semanticamente relacionada . por conta pr$pria ou de terceiros. propugnar. /m relação aos elementos constituintes do texto acima. mediante sorteio e de t"tulos de sua emissão ou por qualquer forma> e pessoas f"sicas ou ur"dicas que e&er!am. não havendo mais risco de retrocesso.

eles voltassem a ser praticados. d3 A ética caval(eiresca (auria'se em um ideal difuso de defesa dos oprimidos.direito internacional geral a di1er tal coisaP5O. como mandava a %tica cavalheiresca.ria do (erói. não para impedir que. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = TEXTO. 1GB. e Eom 2ui&ote tem um ideal. 4osso her$i não a-andonou sua rotina acanhada de fidalgo manchego para fa1er um mundo melhor> muito menos inspirava-o um pro eto para o homem ou para a sociedade. a3 + ad)etivo Lmanc(egoL é depreciativo e est4 relacionado . os o. N"o se tratava.f% Passim o dever de não solapar. no texto acima. c3 A ética quixotesca visava . . o mais hhhhhhhhhhhhhh e o mais democrático s"m-olo do Jio de Qaneiro? % visto por todos e de quase todas as partes da cidade G pelo menos hhhhhhhhh a especula!ão imo-iliária não hhhhhhhhhh muralhas de hhhhhhhhhh para impedir sua visão. criarPaO para o Estado negociador uma o-riga!ão independente do ato ratificat$rioPcO e anterior a este G salvo no dom"nio do mero procedimento G ou ainda a conta doP[O princ"pio da -oa. com o mesmo vigor hhhhh que o tornou conhecido em todo o mundo. marque a afirmação incorreta em relação ao texto seguinte. no futuro. 03 Nma utopia pressup e um pro)eto que possa tra8er 0enefícios a alguém ou a algum grupo. a3 . /scol(a o con)unto de itens que preenc(e corretamente as lacunas do texto. Ele saiu em nome do ideal de emendar in usti!as e punir delitos cometidos contra os mais fracos. situação de pen. E&altado em prosa e verso. V sim0ólico V religioso V aonde V ergueu V arran(as'céus 03 (4 V arquitet#nico V piedoso V onde V levantou V arran(as'céu c3 a V iconogr4fico V fervoroso V aonde V construiu V arran(a'céus d3 . escrita no pr$prio tratado.etivos do tratadoO. Ee -ra!os a-ertos so-re a Luana-ara e hhhhhh mais de S66 metros de altura. / utopista. pois % essencial não confundir qui&otismo com utopismo. mas não tem pro eto algum. nem poderia a regra t$pica. em que há demasiados pro etos e poucos ideais. na e&pectativa de vigBncia. Assinale a opção correspondente a erro gramatical. ele está completando S6 anos. tem sempre um programa muito preciso. de decep!ão do utopista. 1GC. V austero V patriótico V aonde V ergueu V arran(as'céus e3 a V sim0ólico V conspícuo V onde V ergueu V arran(a'céus TEXTO. 6A %tica qui&otesca está toda resumida naquele trecho da o-ra em que Eom 2ui&ote confessa a Sancho n"o sa$er o que realizava à custa de tantos tra$alhos e de tantas penas. o @risto Jedentor % o mais altaneiro. o que % algo eminentemente saudável numa %poca como a nossa. 1GF. contudo. reparação de in)ustiças. em comum com o racionalista. @as quest es 1GF e 11G.

a Fei nj c. Qá na lei penal. de enorme amplitude a no!ão do que se deva entender. assim.:F17 c3 6a7 2antes de 6torna73 b 6lei penal7 d3 6a outra7 b 6Lei nc :. só tin(a ideal. de forma permanente ou eventual.<R. Assinale a opção que foi transcrita com a pontuação correta. mais restrito que o adotado pela %ei no )(. 111. Assinale a opção em que a correspond<ncia entre os elementos ling. c3 /m L@ão se tratavaTL o ver0o é impessoal. que o precede no enunciado. %. 4a disciplina dessa /ltima % irrelevante a origem dos recursos. negocia!ão. de :RfRf:. aO Ao criar o @onselho 3onetário 4acional e transformar. mais amplo e.[. equiparam. 11G. e3 /m Linspirava'oL o pronome refere'se ao sintagma Lmundo mel(orL.*. fa8endo'se as adaptaç es necess4rias. para os efeitos da legisla!ão em vigor as pessoas ur"dicas p'-licas ou privadas que tenham como atividade principal ou acess$ria a coleta. para a caracteri1a!ão da institui!ão financeira. esses recursos são limitados aos de terceiros.ltima7 b 6Lei nc :.se institui!+es financeiras. d3 9e suprimidas as vírgulas usadas no segundo período do texto pre)udicam'se sua clare8a. . serve de sustentáculo para alguns delitos constantes da Fei nj c.=F=V?:7 03 6lei penal7 b 6Lei nc B. -O @onsideram. 03 A oração redu8ida Lnão sa0er o que reali8ava .=F=V?:7 e3 6ela7 b 6Lei nc :.[. enquanto que a Fei no c. de um lado. de a:f:5f:.[.[fRc somente alude ( cust$dia de valor de propriedade de terceiros. para os fins legais por institui!ão financeira.=F=V?:7 111. definiu institui!ão financeira. / conceito de institui!ão financeira adotado pela %ei n& '()*+.se (s institui!+es financeiras as pessoas f"sicas que e&er!am qualquer das atividades referidas neste artigo. cO Para os efeitos desta lei e da legisla!ão em vigor. Por outro lado. a3 Lest4 toda resumidaL pode ser su0stituída por 6resume'se toda7.e3 -om Muixote não tin(a pro)eto. a então. correção e legi0ilidade. emissão. a3 6dessa . dO Esse conceito amplo de institui!ão financeira. se -em que em n'mero -astante restrito> concessão de empr%stimos a diretores> que-ra de sigilo> atua!ão sem autori1a!ão do 9anco @entral. e&istente SuperintendBncia da 3oeda e do @r%dito no 9anco @entral do 9rasil.[fRc. custa de tantos tra0al(osL pode ser su0stituída por oração desenvolvida iniciada pela con)unção integrante que. o que a torna mais restrita que a outra. intermedia!ão ou administra!ão de valores mo-iliários.-. intermedia!ão ou aplica!ão de recursos financeiros pr$prios ou de terceiros> em moeda nacional ou estrangeira e a cust$dia de valor de propriedade de terceiros.[.ísticos que formam a coesão do texto acima est4 incorreta. se pr$prios ou de terceiros. % ela mais ampla ao a-ranger as atividades de cust$dia.). TEXTO. eO =.Rc. distri-ui!ão. de outro.

s quest es 11= e 11?. %%%.s quest es 115 e 11:. a taxa de c1m$io % flutuante e não há diferença significativa entre o mercado oficial e o paralelo. %. onde está o pro-lema0 3or que gastar escassos recursos p/$licos G pois não se fa1 pol"tica industrial sem eles G para poupar divisas quando o mercado á está -em sinali1ado nesta dire!ão0 Pode at% haver outras razões para ustificar a pol"tica proposta. A grafia de 6Por que7 )ustifica'se por se tratar de con)unção explicativa. pois parece que a separa!ão entre o -em comum e o -em privado dei&a de e&istir ou pelo menos de ser respeitada. 115. Leia o texto a0aixo para responder . havendo ágio e&pressivo no mercado livre. %I. por menos precisos que se#am. Fogo. 9e o artigo em 6o paralelo7 for eliminado. A realidade ho#e % outra. Kulgue as asserç es a0aixo e marque a opção correspondente. antes de 6paralelo7 elipse da palavra 6mercado7. 2s modelos econom tricos dispon"veis. 3as economia de divisas não % uma delas. a3 6controles cam0iais7 b 6fortes 0arreiras protecionistas7 03 6a valori8ação artificial do cAm0io comercial7 b 6A economia 0rasileira7 c3 6(4 alguns anos7 b 6(o)e7 d3 6a taxa de cAm0io7 b 6diferença significativa7 e3 6escassos recursos p. Essa descren!a talvez se a resultado de um processo de d%cadas de in usti!a social e de nega!ão da identidade cidadã. são un8nimes em apontar para uma desvalori1a!ão do real acima do seu equil"-rio de longo pra1o. e controles cam$iais provocavam a valorizaç"o artificial do c1m$io comercial. + termo 6delas7 refere'se ao antecedente 6outras ra8 es7 A quantidade de item2ns3 incorreto2s3 é> a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = TEXTO.E/RE+. Assinale a opção em que as duas express es exercem a mesma função sint4tica no texto. A expressão 6por menos precisos que se)am7 permite a infer<ncia de que o leitor pode considerar 6+s modelos econométricos7 pouco precisos. Leia o texto para responder . apresentava fortes $arreiras protecionistas. há alguns anos. pre)udica'se a compreensão de que existe. Uma naç"o constitu"da por pessoas que defendem e honram os seus direitos e deveres tem melhores condi!+es de diminuir as in usti!as sociais. %%. dentre elas as causadas . *aso a expressão 6diferença significativa7 se)a colocada no plural a forma ver0al que a antecede deve ser o0rigatoriamente flexionada. As -arreiras tarifárias foram muito redu1idas. I. 0 economia $rasileira.0licos7 b 6o mercado7 11:. e não o contrário. / pa"s talve1 este a passando por per"odos de descren!a e desrespeito para com o patrim)nio p'-lico.

/ desenvolvimento da Educa!ão Fiscal torna-se primordial.pela corrup!ão. a3 para que se permitisse . o 9anco @entral passou a considerar pagos todos os vencimentos de d"vida e&terna de empresas privadas depois de decorridos :56 dias. a3 +s argumentos do texto defendem o poder da informação no exercício da cidadania.s estruturas do texto. c3 Kustiça social. assinale a opção correta. 11?. d3 Pode'se su0stituir 6fa8endo com que7 por 6permitindo que7. ao mesmo tempo em que torna o cidadão ciente da import8ncia da sua contri-ui!ão. e aumentar o n"vel de desenvolvimento e progresso. aO Eesde setem-ro. Assinale o trec(o que. 03 + respeito .s idéias do texto. /m relação . torna o período gramaticalmente incorreto. 11B. a3 A incerte8a em relação . TEXTO. sem pre)uí8o para a correção gramatical do período. assinale a opção incorreta. separação entre o 0em comum e o 0em privado é necess4rio para neutrali8ar a descrença.s empresas fosse permitido pagar c3 de forma que as empresas pagassem d3 para permitirem as empresas pagarem e3 para permitir que as empresas pagassem 11C. / Loverno está investigando todos os contratos de d"vida e&terna de cerca de < mil empresas que tiveram seus d%-itos considerados pagos pelo 9anco @entral. /m relação . d3 A in)ustiça social e a negação da cidadania existentes (4 décadas podem estar provocando descrença. assinale a opção incorreta. para que os tri0utos se)am considerados investimentos para o 0em comum. ao ser inserido na lacuna. e3 \ dispens4vel. mesmo sem ter rece-ido comunica!ão oficial das companhias. Algumas dessas opera!+es podem ter sido conta-ili1adas de modo irregular hhhhhhhhhhhhhhhhhhmenos imposto. c3 A forma ver0al 6tem7 est4 no singular para concordar com 6Nma nação7.s afirmaç es do primeiro par4grafo é reforçada pelas express es> 6talve87 e 6parece7. defesa e respeito aos direitos e deveres de cada indivíduo. . fazendo com que o pagamento de tri-utos se a entendido e visto como investimento para o -em comum. e3 A expressão 6torna'se primordial7 corresponde gramaticalmente e semanticamente a 6foi tornada primordial7. /s t%cnicos querem sa-er se os d%-itos foram realmente liquidados ou repactuados. 03 A expressão 6para com o7 corresponde semanticamente a 6em relação ao7. um processo de esclarecimento ao cidadão.s empresas pagarem 03 para que . @o que se refere . desenvolvimento e progresso estão relacionados . 11=. o indiv"duo pode se apropriar do poder de questionar e verificar a utili1a!ão destes investimentos sociais. pois permite informar os mecanismos de constitui!ão do Estado. @om a informa!ão. estrutura gramatical do texto.

os empr%stimos concedidos por multinacionais ( suas filiais no 9rasil. TEXTOS.s idéias e . com o fim do padrãod$lar e a crise econ)mica mundial dos anos S6. em agosto o 9@ passou a considerar investimento direto. 11F. c3 !ouve uma motivação geopolítica para que o governo 0rasileiro recusasse a industriali8ação americana. assinale a opção correta. e assinale a resposta correta. as remessas de recursos ao e&terior para o pagamento de uros dessa forma de opera!ão não sofre a incidBncia do Imposto de Jenda Jetido na Fonte PIJJFO. /m relação ao texto. 03 + $rasil foi la0oratório de uma experi<ncia de industriali8ação porque foi convidado pelo governo americano. 111. TEXTO. depois da vit$ria da Jevolu!ão @hinesa e da Luerra da @or%ia. 11G. cO /s dois procedimentos. eO Pela legisla!ão vigente. Esse foi um fator decisivo para que o pro eto de industriali1a!ão e o intervencionismo estatal do novo modelo econ)mico contassem com o apoio de quase todos os segmentos da classe dominante -rasileira e de suas elites pol"ticas regionais. . d3 6contassem7 por 6contasse7. 2uando essas facilidades se estreitaram. dO A preocupa!ão dos t%cnicos está voltada para os empr%stimos com mais de :[ anos de pra1o e os lan!amentos de pap%is com pra1o superior há oito anos. d3 + desenvolvimentismo foi a resposta li0eral ao capitalismo su0desenvolvido. 64esmo sem ser inclu"do entre os pa"ses cu o Hdesenvolvimento a conviteI foi fortemente apoiado Y por motivos geopol"ticos Y pelo governo americano. o consenso e a coaliz"o desenvolvimentista se desfizeram. e3 + pro)eto socialista dos países su0desenvolvidos foi o modelo econ#mico de industriali8ação apoiado pelas elites regionais. com a restaura!ão li-eralconservadora dos anos <6.s quest es 11F e 11G. c3 6se transformou7 por 6transformou'se7. 4ão se pode esquecer que. 03 6transformou'se7 por 6foi transformado7. o 9rasil transformou-se no la-orat$rio de uma estrat%gia associada Y p'-lica e privada Y de industriali1a!ão que contemplou todos os segmentos do capitalismo central. /m relação . e do in"cio da descoloni1a!ão asiática. @umere os trec(os. assinale a opção em que a su0stituição sugerida é gramaticalmente incorreta. a3 A expressão 6o consenso e a coali8ão desenvolvimentista se desfi8eram7 é a oração principal e poderia ser deslocada para o início do período a que pertence. estrututra do texto. Leia o texto a0aixo para responder . e não d"vida.-O Al%m disso. redu1iram há cerca de 7Sg a6 -ilh+es o montante total da d"vida e&terna -rasileira. o MdesenvolvimentismoK se transformou na resposta capitalista Y tolerada pelos li-erais Y ao pro eto socialista para os pa"ses su-desenvolvidos. e quando a pol"tica econ)mica internacional dos Estados 7nidos e a geoeconomia dos pa"ses centrais mudaram. a3 6Jesmo sem7 por 6Apesar de não7. o0servando a ordem em que devem aparecer para constituírem um texto coeso e coerente. que seguem padr+es do Fundo 3onetário Internacional.

no contexto. = d3 :. de servi!os p'-licos espec"ficos e divis"veis. %. = e3 :. 11VGBV1GG13. 5 c3 5. ::. :. prestados ao contri-uinte ou postos ( sua disposi!ão> III. 2%tens adaptados de Luís &elipe Jiguel. 1 03 =. para o custeio. identificar o patrim)nio. ainda que as opera!+es e as presta!+es se iniciem no e&terior> II. 2 3 Jas a atenção dos acad<micos é inversamente proporcional . valores. modismos. *orreio $ra8iliense. 1. em ra1ão do e&erc"cio de pol"cia ou pela utili1a!ão. =. na forma do Degulamento. fica facultado ( Administra!ão Tri-utária. não ter aparel(o televisor. =. decorrente de o-ras p'-licas> IN.2 3 /m decorr<ncia dessa atitude de desdém. 1. Jarque a palavra que pode su0stituir. 1. a palavra su0lin(ada. a3 1. 2 3 /la é a principal difusora de informaç es. . 1. efetiva ou potencial. Para conferir efetividade aos o. 1. 5. 1 111. comportamentos. assinale a opção incorreta. nas sociedades contemporAneas. preservando o sentido do enunciado. 2 3 A popularidade da televisão torna'a suspeita aos ol(os dos 0em pensantes. :. 5. contri-ui!ão de melhoria. disciplinada por este @$digo. Leia o texto a0aixo e. 5. força dessa difusão. 2 3 Poucos negariam que a influ<ncia da televisão. Nma palavra é suficiente para entender tal fen#meno> preconceito. co-rada dos servidores estaduais. de re)eição. os rendimentos e as atividades do su eito passivo da o-riga!ão. ta&as. 1.etivos de pessoalidade dos impostos e da sua gradua!ão segundo a capacidade econ)mica do contri-uinte. *aderno Pensar. televisão são marcas de distinção intelectual. Parágrafo 'nico. entretenimento. é gigantesca. a3 deferido 03 indeferido c3 antecipado d3 retardado e3 anulado TEXTO. sempre que poss"vel e respeitados os direitos individuais e as prescri!+es deste @$digo. nas quest es 115 e 11:. em -enef"cio destes. contri-ui!ão. compreende? I. 1. do sistema de previdBncia e assistBncia social. :. + lançamento do imposto pode ser diferido nas operaç es ou prestaç es com os produtos e serviços nominados no art. impostos so-re opera!+es relativas ( circula!ão de mercadorias e so-re presta!ão de servi!os de transporte interestadual e intermunicipal e de comunica!ão. A competBncia tri-utária do Estado do 3ato Lrosso do Sul. *egueira intelectual. não assistir .

/stado e Nnião. no inciso %. falava-se em reformismo ou socialismo. a Proclama!ão da Jep'-lica. a3 A segunda preposição 6so0re7. seria correto empregar'se ali 6respeitadas7 em ve8 de 6respeitados7. 03 Eodos os sinais indicadores de crase empregados no texto são de uso o0rigatório.0ia. .. e3 A vírgula em %%% separa expressão de nature8a explicativa. 4odernizaç"o. corretamente.7. a3 /m 6falava'se7 o 6se7 indica indeterminação do su)eito.modernos. assinale a opção incorreta. doentes. que não oferecem margem de interpretação d. 6em ra8ão do7 pode ser su0stituído corretamente por 6em virtude de7. e3 A 6Joderni8ação7 pode produ8ir profundas alteraç es políticas. mas não altera a assimetria das relaç es. <nclise.nico. mas sem tocar em profundidade nas estruturas sociais e econ)micas. Leia o texto a0aixo para responder . /m relação . Antigamente.115. e3 @o par4grafo . termos que. 11:. em certos casos am-icioso. d3 As transformaç es profundas das estruturas sociais e econ#micas somente podem ocorrer no quadro proposto pelos 6modernos7.s quest es 11= e 11?. 6do sistema de previd<ncia e assist<ncia social7 é complemento nominal de 6custeio7. esses disp+em. Jodrigues Alves e Afonso Pena. 6su)eito passivo da o0rigação7 refere'se a 6contri0uinte7. se)a no poder se)a na distri0uição da rique8a. 11=..modernizaç"o conservadora. divisão dos tri0utos entre Junicípio. 03 A palavra 6dé0eis7 est4 sendo utili8ada no sentido de fisicamente fracos. su0stituir 6dos7 por 6aos7. a3 Eanto 6reformismo7 como 6socialismo7 propun(am distri0uição desequili0rada do poder político. em-ora não isentos de am-ivalBncia. no inciso %%. Eirigentes antigos são su-stitu"dos por . a Jevolu!ão de a6 G. mas não há transforma!+es para valer nas posi!+es respectivas de dominadores e dominados em termos de poder ou de rique1a. = um processo. pode ser su0stituída por 6. -e acordo com o texto assinale a opção correta. d3 A próclise do pronome 4tono no inciso % é preferível . d3 9e o sintagma 6as prescriç es deste *ódigo7 ocorresse imediatamente antes de 6os direitos individuais7. 11?. pode'se. elevados a presidentes da Jep'-lica G. indicavam a inten!ão -ásica de corrigir desequil"-rios na reparti!ão do poder pol"tico ou econ)mico em favor dos mais d $eis.se at% a cooptar mem-ros da velha classe dirigente G a e&emplo dos conselheiros do Imp%rio. refere'se explicitamente . c3 A 6moderni8ação conservadora7 prop e avanços significativos sempre dentro do mesmo regime. chegando mesmo (s ve1es ( mudan!a de regime G a IndependBncia. evocaria em certas condi!+es o que foi descrito por int%rpretes da evolu!ão hist$rica -rasileira como . c3 @o inciso %%. c3 @o inciso %I. TEXTO. a3 + ad)etivo 6divisíveis7. 03 @o inciso %I. ao contrário.s estruturas do texto.nico do inciso %I. de altera!ão pol"tica. no par4grafo . 03 6Deformismo7 e 6socialismo7 são termos mais exatos e precisos.

as quaisP:O e&igem o crescimento e a moderni1a!ão da ind'stria e da presta!ão de servi!os.I 11F.s mães que contam (istórias para suas fil(as. até mesmo.s crianças que não dormem cedo. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = TEXTO.c3 /m todas as ocorr<ncias de travess es. de tal modo que os pre u"1os causados pela imagem de uma empresa associada emPcO má qualidade podem serP[O incalculáveis.s mães que deixam os fil(os com a avó. 6@ontos de fadas / Pr"ncipe Sapo. com -aseP5O não s$ na inova!ão e incorpora!ão de novas tecnologias. 11B.então. pode'se concluir que o autor fa8 crítica> 2A3 . 2*3 . -e acordo com o texto. pois são din8micos e e&igem aperfei!oamentos e mudan!as cont"nuosP5O. 7m grande n'mero de empresários á reconhecePaO que investimentos em qualidade produ1em resultados e&tremamente positivos> não fa1er nada % que custa caro. Planos e metas não devem ser esta-elecidos para seremP:O esquecidos. 4o entanto. a su0stituição por par<nteses estaria correta. TEXTOS. masPaO na capacidade gerencial das empresas. apenas Rd das empresas mantinham em :. A economia mundial passa por processos de glo-ali1a!ão e pela li-erali1a!ão dos mercados.meros 11F e 15G. e3 *onfere'se ao texto mais formalidade ao su0stituir a expressão 6para valer7 por reais e significativas. Para responder . porque tra0al(am fora. @as quest es 11B e 11C. ortogr4fico ou relativo . .s quest es de n. quePcO devem promover a competi!ão de forma agressiva e emP[O crescentes n"veis de qualidade e produtividade..S conta-ilidade de custos da qualidade de forma sistemática. d3 A palavra 6cooptar7 significa atrair possíveis advers4rios para seus o0)etivos. por serem distantes da realidade feminina.. por falta de atividade durante o dia. leia o quadrin(o a0aixo. por atrapal(arem o sono das mesmas... assinale a opção que corresponde a erro gramatical. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = 11C. o pr"ncipe pouco a pouco virou sapo de novo.. 2$3 . propriedade voca0ular no texto. ignorando os procedimentos de praxe. 2-3 aos finais das (istórias infantis.depois que se casaram. .

respectivamente. o maior entrave para desenvolver a região. @ão (aver4 pre)uí8o . assinale a opção correta. 6entrave7 por impedimento. @o texto (aver4 pre)uí8o . falta de leitura na sociedade moderna. de 1ero a sete anos. TEXTO. os ver0os do período deverão ser alterados para> 2A3 casariam. 6segundo7 por 6de acordo com7. erguida na pra!a central. 155. a grande preocupa!ão % lidar com os S6d de área protegida do estado. 6A capital de Joraima cresceu (s margens do rio 9ranco. . caso se su0stitua o voc40ulo 6contava7 pela palavra 6proporcionava7. 151. *.2/3 . vira. As express es 6a região7. 2/3 casarão. garantindo alimenta!ão para milhares de crian!as.s7 e 6é7. virasse. apoiada pela /rgani1a!ão das 4a!+es 7nidas para a Educa!ão. 6lidar7 por 6esforçar'se7. $. são. 3as. /. 6indígena7 e 6ecológica7. 151. 9oa Nista sequer contava com energia el%trica regular. at% recentemente. -. a partir da gesta!ão. terra ind"gena ou reserva ecol$gica. viraria. 2$3 casassem. sua sintaxe. viram. *om relação . sua compreensão ou . acentuação de palavras e . 2-3 casaram. a @iBncia e a @ultura P74ES@/O. que era produ1ida por gerador a d"selI. segundo eles. o0)eto indireto e o0)eto direto. 9eria correto su0stituir a expressão 6+ marco da cidade7. Entre os pol"ticos e comerciantes locais. / que muita gente não sa-e % que uma alimenta!ão inadequada na primeira inf8ncia compromete qualquer pro eto de educa!ão no futuro. = uma entidade sem fins lucrativos. 15G. E/RE+. sintaxe do texto. e 6energia elétrica regular7. 2*3 casem. A mesma regra determina os acentos presentes nas palavras 6. sintaxe do texto. A mesma regra determina a acentuação das palavras 6políticos7. caso se su0stitua> A. su0stituição da expressão 6depois que7 por 6assim que7. porque livros são caros. @ola-ore com a A!ão @rian!aI. -. *. 6erguida7 por 6erigida7. 6sequer7 por nem ao menos. A ude a alimentar o futuro desde á. vira. /. / marco da cidade % a estátua de um garimpeiro e sua -ateia. por 6*u)o o marco7. 6Falar de -oca cheia não % mais falta de educa!ão Todo mundo concorda que educa!ão % -ásico. A. Procedendo . A A!ão @rian!a atua em vários estados. $.

15?. -e acordo com o texto. 6Eu sei que o mundo % redondo. /. todo o cidadão cu)a mãe teve acompan(amento pré'natal tem o futuro garantido. -. entidade sem fins lucrativos. A Ação *riança visa . 2*3 Donaldo só acredita naquilo que v<Q por esse motivo. em seu monólogo> . Donaldo só v< o mundo como uma planura. *. rece0e apoio da N@/9*+. TEXTO. o que l(e dificultaria aceitar a idéia de que o mundo é redondo. o que Donaldo poder4 comprovar com sua própria o0servação no dia em que puder via)ar. a . por isso o mundo parecia todo reto para mim. em0ora não os con(eça. aceita normalmente a idéia de que o mundo é redondo. para ele não parece chato. em educação. com a finalidade de suprir car<ncias alimentares infantis. 15:. para Donaldo. pois sa0e que ele se arredonda em outros países. 2-3 como nunca saiu do $rasil. e ele pode pensar que o mundo s$ % chato no 9rasil. est4 incorreta quanto . 2uando di1em para ele % s$ acreditar. em0ora desenvolva o assunto do texto. /. 2$3 di8em que o mundo é redondo. $. é que ela se)a estendida a todos os cantos do país. -. Porque eu estive em muitos pa"ses e vi que lá o c%u tam-%m % em cima. mas Jonaldo s$ sa-e que o mundo % redondo. a alimentação. constataria que o mundo parece plano em toda parte.de dent4ria e a educação são fatores essenciais para as crianças do mundo inteiro. 3as Jonaldo nunca saiu do 9rasil e pode pensar que s$ aqui % que o c%u % lá em cima. é um glo0o.+ texto deixa claro que> A. %nfere'se do texto que> 2A3 o mundo. (ouve um tempo em que falar de 0oca c(eia era considerado falta de educação. cu)as capitais dão alimentos .nica preocupação do Programa Ação *riança é o futuro. que nos outros lugares % em-ai&o ou de lado. !4 preocupação maior com a nutrição infantil na faixa et4ria que vai de 8ero a sete anos. !4 crianças que t<m o seu futuro educacional ameaçado devido . alimentação inadequada na infAncia. o locutor. /xiste postos da Ação *riança em v4rios estados 0rasileiros. porque nesse período o corpo e a mente estão se formando. Assinale a opção que. *.s normas gramaticais. o 04sico. o que o deixa atrapal(ado para acreditar que o mundo é redondo. mil(ares de crianças. $. mas para mim % chato. A. 15=. para ele nada precisa parecerI. a sa. A Ação *riança. que nos outros lugares que ele não viu vai redondando. 2/3 se Donaldo via)asse. conscienti8ação popular a respeito da necessidade de complementação alimentar das crianças muito po0res. )4 que ao passado não se retorna.

.2A3 afirma que seria muito mel(or se as coisas fossem aquilo que elas parecem ser. 15C. povos ditos avançados e outros ditos atrasados. -e acordo com o texto> 2A3 a civili8ação contemporAnea não tem o direito de ser pretensiosa. culturais. %nfere'se do mesmo texto que> 2A3 a civili8ação de um povo deve ser avaliada pelo seu progresso tecnológico. 2$3 a aldeia glo0al vai sendo esta0elecida .. 2-3 a possi0ilidade de con(ecimento das o0ras escritas de outros povos é um fator que permite ultrapassar 0arreiras culturais. )4 que nela existem ainda povos primitivos. 2/3 só acredita no que l(e di8em quando pode comprovar um fato com os dados de sua experi<ncia pessoal. 15B. TEXTO. 2*3 o descon(ecimento de outras culturas leva ao isolamento e . o que o leva a desconfiar daquilo que as coisas parecem ser. 2/3 o progresso de um povo est4 diretamente associado ao seu grau de civili8ação. %ticos. por ve1es agressiva. medida que os escritores de cada país encontram tradutores eficientes para mel(orar suas o0ras. em que a comple&idade e divisão dos instrumentos de a!ão parecem dar uma medida do progresso. 2/3 os preconceitos contra povos mais atrasados são rompidos quando eles t<m o0ras escritas passíveis de tradução. TEXTO. há formas e estruturas sociais que podem dar li!+es de eficácia aos povos ditos avan!adosI. 2$3 não se pode discriminar um povo por causa do nível pouco avançado do seu est4gio cultural. 2*3 não existem mais. e&istindo Ma prioriK e sem a participa!ão do indiv"duo na sua realidade intr"nseca. uma das condi!+es da cria!ão de . A imagina!ão perdeu seu poder temporal e suas prerrogativas a-solutas> as Mconstru!+esK que não tinham por -ase documento . 2-3 questiona a disparidade existente entre aquilo que as coisas são e aquilo que elas parecem ser.um mundo s$. neste particular. no mundo atual. mesmo dos povos ditos atrasados. se)a ele avançado ou atrasado. pela su-estima!ão das realidades alheias e pela supervalori1a!ão.O.. 6A ilusão de uma verdade puramente e&terior. morais. de cultura rudimentar. pois elas apresentam uma face que realmente não é a sua. 6Tanto quanto produ1ir originalmente. das realidades pr$prias. A consciBncia plena da diversidade parece dar maior for!a ( convic!ão profunda da unidade humana G sem preconceitos de falsos valores raciais. entrou a dominar a literatura europ%ia P. 2-3 (4 instrumentos precisos para avaliar o grau de desenvolvimento de um povo. 2*3 acredita que ser é mais importante do que parecer. na certe1a de que a ignor8ncia das realidades alheias % dupla fonte de mal. tradu1ir %. 2$3 deixa'se enganar pelo lado exterior das coisas. mediocri8ação das o0ras liter4rias de um povo. materiais e at% mesmo tecnol$gicos> tanto % verdade que. contempor8nea e futuramente.

em0ora o acento gr4fico de am0as incida na mesma síla0a t#nica. presentes no texto. #á duas inst8ncias em que e&istem riscos significativos de aumento da desigualdade entre pa"ses ricos e pa"ses em desenvolvimento? a infra. -e posse desse dado. a3 exonerar e incrustar 03 <xodo e endoscópio c3 exógeno e (ipertrofia d3 emigrante e imigrante TEXTO. marcou. prefixos gregos correspondentes aos latinos mencionados. Por isso. infra'estrutura de tecnologia> de infor#a$%o& de co# nica$%o. As palavras exterior e intrínseca. nivelou. nessas duas inst8ncias o diagn$stico e as pol"ticas Pp'-licas e empresariaisO são relativamente claros e at% fáceis de e&ecutar.I 15F. $. Para os especialistas.lhe as dimens+es e determinou.lhe os confins. redu1indo. em sua estrutura mórfica. sat%lites etc. e a o-serva!ão limitou o terreno da fantasia. 1:1. 3as o grande desafio % a área em que se encontram as maiores perspectivas de renta-ilidade? conte'do. a3 intrínseca e século 03 superfície e indivíduo c3 intrínseca e despre8ível d3 despre8ível e superfície 1:G. prefixos latinos que indicam circunstAncias opostas. infra'estrutura> )o!*ticas de cone+%o )ara )o) !a$. *. = nesse campo que os pa"ses em desenvolvimento deveriam demonstrar mais agilidade para colocar o Estado a seu favor. regula!ão de tarifasO.principiavam a vacilar. + texto esta0elece algumas su0divis es para conceitos mais a0rangentes. universali8ação do acesso .O e a universali1a!ão do acesso a essa infra. no entanto. respectivamente. Assinale a opção em que os dois tópicos não representam su0divis es do conceito mencionado. apresentam. Jarque a opção em que as duas palavras do texto @P+ podem ser incluídas na mesma regra de acentuação. destacado em negrito. alguns dos principais atores nos mercados -rasileiros de telecomunica!+es atravessam um per"odo de grande agita!ão.o a uma por!ão insignificante e quase despre1"vel. Muest es 1:1 e 1:1. instAncias de desigualdade> infra-estr t ra de tecno!o"ia de infor#a$%o e co# nica$%o& ni'ersa!i(a$%o do acesso a essa infra-estr t ra. .estrutura de tecnologia de informa!ão e de comunica!ão Pca-eamento. assinale o par de palavras que cont<m.estrutura Ppol"ticas de cone&ão para popula!+es de -ai&a renda.es de -ai+a renda& re" !a$%o de tarifas.lhe a superf"cie irregular. A.

3 são7 por 6a política 2. Ao a-rir o ane&o de um e. %nserir vírgulas isolando a oração 6que deveria estar em 0ranco7 . 6est4 tra0al(ando7 V 6competidor7 $.....3 atravessa7 TEXTO. 6passa a ter7 V 6papel central7 1::. infra'estrutura de comunicação> dia"n. A. 6as políticas 2.mail. % parceiro e su-contratado de sua empresa. *ada uma das opç es a0aixo apresenta uma proposta de su0stituição de express es no texto. / de-ate so-re %tica nos neg$cios não % novo.3 é7 *. independentemente das alteraç es de sentido provocadas no texto. /. 1:5. *ada uma das opç es que se segue apresenta uma proposta de alteração no texto. a tecnologia da informa!ão e as pessoas que a administram estarão cada ve1 mais ( frente das decis+es que tenham implica!+es %ticas.3 atravessam7 por 6o principal ator 2. *.. % o papel central que a tecnologia da informa!ão passa a ter em algumas das mais importantes quest+es relativas ao tema? privacidade. mas o que % novo. Assinale aquela em que a alteração proposta desrespeita as idéias do texto ou provoca incorreção gramatical.. propriedade de dados e integridade das parcerias. Assinale a opção em que. 6encontram as maiores perspectivas7 por 6encontra a maior perspectiva7 -. 6ten(am7 V 6empresas7 /. 6estarão7 V 6transaç es7 -. 7ma ta-ela de pre!os que deveria estar em -ranco aparece com os dados confidenciais de um competidor.stico& )o!*ticas. que. Assinale aquela em que a su0stituição proposta provocaria erro de concordAncia. 9u0stituir 6Ao a0rir7 por 6A0rindo7. @enas como essa passaram a ser normais no cotidiano das empresas na era da tecnologia e.. ( medida que a Internet a-range cada ve1 mais processos e transa!+es.. 6administram7 V 6pessoas7 *. políticas> )/-!icas& e#)resariais. no texto.3 deveria7 /. na concorrBncia p'-lica em que vocB está tra-alhando. $. 6os países 2. Muest es 1:5 e 1::.mero 2plural ou singular3 da expressão correspondente na coluna da direita.3 deveriam7 por 6todo país 2.. o emprego singular ou plural da expressão na coluna da esquerda deve'se ao n.. 6alguns dos principais atores 2.. 6existem riscos significativos7 por 6existe risco significativo7 $. A. vocB verifica imediatamente que está vendo informa!+es que não poderiam ter chegado aos seus olhos. 9u0stituir 6aos seus ol(os7 por 6a seus ol(os7. 1:1.-. A. sem d'vida..

plica do eu'lírico. desdenha. o voc40ulo 6tam0ém7 se )ustifica pela afirmação do primeiro verso. reage com menospre8o. meu3. /lisa. Tão indiferente. L/EDA PADA NJA IAL9A D+Jd@E%*A. F e 1G seria> @as faces do amante o pranto que tanto desli8a. que tam-%m morro. + décimo terceiro verso 26Di.73. 3ulher diferente. pisaZ73 caracteri8a'se pelo emprego da função f4tica da linguagem. morro. ante a s. pisaD 3eu canto. Leia atentamente o texto a0aixo para responder . que tam0ém morro. ElisaD Ai nem te humani1a / pranto que tanto 4as faces desli1a Eo amante que pede Suplicantemente Teu amor. -. Eesumana ElisaD 1:=.-. /. Se não vens. $. no entanto. apresenta a função poética da linguagem porque exprime sentimentos e emoç es individuais através do emprego da primeira pessoa do singular 2eu. desden(a. E eu. 3orro sem consolo. /lisa não se (umani8a porque é divini8ada pelo eu'lírico. (4 apenas dois ad)etivos referentes a /lisa. pode'se afirmar que> A. 9uprimir a preposição na expressão 6em que7 /. 1:?. A tarde agoni1a Ao santo acalanto Ea noturna -risa. 9egundo o poema> A. e assinale a alternativa correta. @o quarto verso da primeira estrofe 26/ eu. ElisaD Ji. Muanto ao poema anterior. $. *. 9uprimir a con)unção em 6mas o que7 TEXTO. .s quest es 1:= e 1:?. 3ais te divini1a. A ordem direta dos versos C.

*. eles saltam por cima0 Isto e&ige um esfor!o de convivBncia com os vi1inhos. se e&istir separa!ão estanque entre os servi!os centrais. 1:C. principalmente as de nature8a militar e escolar. As ger<ncias de empresas particulares devem seguir o exemplo das empresas p. 4essa altura. para o -em do con unto. -. que deve transcender os interesses imediatos do serviço. ao menos. para harmoni1ar os seus movimentos com os deles. + orgul(o. coordenados e aut#nomos. para manter um alinhamento com eles. com efeito. A principal exig<ncia para que um 0om c(efe o0ten(a <xito é o espírito de síntese. mantenha em vista o interesse superior do con unto. + pro0lema da coordenação de uma equipe não é de f4cil solução. em particular. mais se sentirão inclinados a minimi1ar o tra-alho dos seus colegas.lo não vai um passo. pois exige um esforço no sentido da conviv<ncia (arm#nica com os colegas e os su0ordinados. qualquer que se a o seu desenvolvimento. Por outro lado. 0em como a postura de su0missão do eu'lírico ante a mul(er amada )ustifica o ad)etivo 6romAntica7 do título. o pro-lema da coordena!ão nem sempre % fácil de resolver. + texto afirma que> A. há iguais que. 4o plano militar. 4o setor escolar. na mesma arma. Nerifica. + eu'lírico é o poeta Januel $andeira. predominando uma visão o0)etiva do sentimento amoroso. @ada qual. Em um organismo.se isso em todas as formas da atividade humana. Encarregados de um servi!o ou de uma tarefa análoga. segundo as profiss+es. 4a verdade. para al%m dos interesses imediatos do servi!o. TEXTO. /. cada um de sua forma. para sincroni1ar ou. )ulgue os seguintes itens. a produ!ão e a e&pedi!ão. 7m chefe não tem s$ superiores e su-ordinados. /9PeD%E+ -/ *++D-/@A^P+.*. estes aca-am por não sa-er para onde se voltar e por atamancarem tudo. porque cada um. . de se multiplicarem os atrasos e de so-revir o descontentamento da clientela.0licas. = por isso que são necessárias as gotas de $leo da compreensão m'tua e da cordialidade para que todos os carretos da engrenagem se movam uns nos outros com suavidade e sem perigo de engriparem. contri-uem. % necessário um esp"rito de s"ntese que. entre as diferentes unidades. 1:B. se apelidarão entre si de colegas ou de confrades. para a eficiBncia do ideal comum. mas não % verdade que. quando os diferentes professores de um curso não se entendem para criteriosamente com-inar os e&erc"cios a que devem su eitar os seus alunos. corre. a desmedida e o exercício de autoridade são os principais empecil(os ao desenvolvimento de qualquer empresa. Muanto ao sentido das palavras no texto. A dificuldade está em conseguir de todos o esfor!o de uma -oa coordena!ão. Em uma oficina. pequenas ou grandes. quanto mais os chefes possu"rem personalidades fortes. -. na prática. $. Ea" podem resultar o-stáculos gravemente nocivos para todos e. a falta de integra!ão das diferentes armas e. Ea" a ignorá. Eodas as organi8aç es civis e militares funcionam da mesma maneira> com su0ordinados. tem a tenta!ão de a reali1ar por si pr$prio sem querer ter em conta a marcha dos outros. A aceitação da superioridade da mul(er. + poema é narrado em primeira pessoa 2narrador'personagem3. tem a tendBncia para não ver senão o seu campo e para ulgar que o seu setor % o mais importante de todos.se o risco de aparecer o congestionamento. preocupado com a sua tarefa pr$pria. % uma das causas infal"veis da derrota. /.

7m conte&to que não envolve apenas n'meros redondos so-re o crescimento industrial. sem pre)uí8o para a correção do período. A humanidade vai entrar no novo milBnio movida ainda a petr$Ieo e a energia el%trica e continua consumindo o p"o de cada dia que a velha e estressada terra produ1.%. não se evaporou no espa!o. 6an4loga7. sem alteração do significado. Leia o texto para responder . admite. padr+es inteiramente novos de comportamento empresarial e individual. contudo. 6 que se convencionou chamar de Nelha Economia. admite a troca por distintos. I. A quantidade de itens certos é igual a> A. 1=G. por doloso e efica8. 6tra0al(o7 e 6esforço7. a ta&a de desemprego ou o -arulho provocado pela má distri-ui!ão das propriedades no campo. podem ser intercam0iados. dessemel(antes ou díspares. I%.s quest es 1:F e 1=G. glo-ali1a!ão e queda de mitos.. mas não são termos antag#nicos. provavelmente na segunda metade do s%culo ZZI. no sentido de enguiçarem. . e3 A forma ver0al 6continuarão7 admite a su0stituição por vão continuar. são termos sin#nimos. assinale a opção incorreta. a3 + sinal de dois pontos pode ser su0stituído por vírgula e o período permanece correto. Assinale a opção que apresenta uma informação incorreta.. I%%. por serem sin#nimos. a3 A expressão 6até que7 pode ser su0stituída por até quando. ? /. Será poss"vel crescer nesse novo am-iente de insta-ilidade0 6 erro % não ver que o velho e o novo continuar"o convivendo por gera!+es.7 6+7 pode ser su0stituído por Aquilo. 6superiores e su0ordinados7 t<m sentidos opostos. %I. 6nocivos7 e 6efici<ncia7 admitem a su0stituição. por significar semel(ante. a su0stituição por parecida. 6diferentes7. %%. 03 /m 6+ que se convencionou. sem pre)uí8o para a correção gramatical. d3 + uso de vírgula após 6pão de cada dia7 transforma a oração que se segue em restritiva. : *. no contexto. 6engriparem7 est4 empregada denotativamente. como apresentados no texto. c3 A próclise do 6se7 ocorre indicada pela presença do 6que7 e do 6não7. fus+es e incorpora!+es a rodo. 6colegas7 e 6confrades7. /m relação ao texto. at que se esta$eleçam. respectivamente. 6 ano 5666 chegou com mudan!as surpreendentes5 avan!o espetacular da Internet. respectivamente. 5 $. 4esse conte&to % que se deve locali1ar o desafio do crescimento do 9rasil. %%%. em qualquer das duas ocorr<ncias. 1:F. = -. B TEXTO.

um contexto.me com tal : "mpeto. %% ' +s dois'pontos anunciam a entrada do interlocutor. a3 A8evedo Hondim c(amou'l(e patriota. Leia o excerto a0aixo tendo como refer<ncia a leitura de São 9ernado. assistir'l(e seria demasiado penoso. +0servando a reg<ncia dos ver0os.. TEXTO.. d3 @ão queria presenciar a decad<ncia de 9ão $ernardo. e a vírgula isola o aposto. ao se retirar. o0servou'as e..ltimos períodos do texto pode ser a transformação . 6 Por que % que sua so-rinha não procura marido0 PE. Larantir o futuro. 03 9enti'me o0rigado a informar'l(e o ocorrido. 6E di1endo isso a-ra!ou.03 A união dos dois . 03 %. ou se)a. Qá não dominava em mim a parte simpática da sensa!ão. com a camisa amarrotada do a-ra!o> enfadado e triste.. c3 + político pediu'me as fotografias.. Eeus me livre. assinale a alternativa em que o emprego do pronome o0líquo est4 em desacordo com a norma padrão da língua. pagou'mas.. /st42ão3 correta2s3 a2s3 afirmativa2s3> a3 %. %%% ' As retic<ncias expressam a interrupção da fala nervosa e desconexa do interlocutor. 1=1. não pude dei&ar de comparar outra ve1 o homem de agora com o . %I ' A vírgula após 6isso7 isola o vocativo.lo. Ll$riaO 3elindrou. d3 %I apenas. c3 A estrutura 6se esta0eleçam7 admite su0stituição por seriam esta0elecidos e o texto permanece correto. mas a outra. que não pude evitá. e o ponto de interrogação expressa o tom ir#nico e provocador típico de Paulo !onório.I 1=1. eu a passo largo. TEXTO. 9o0re esse excerto são feitas as seguintes afirmaç es> % ' +s travess es marcam a mudança de interlocutor no di4logo. Separamo. c3 %% apenas. contudo. %%% e %I. e os travess es podem ser su0stituídos por aspas.$rasil.lhe a mis%ria digna. %% e %%%. minha senhora.se?  3inha so-rinha não % fei ão -ichado para se andar oferecendo. = um conselho de amigo.nos 5 finalmente.  4em eu digo isso. 2uisera ver.

A forma 6fare)ara7 exprime um processo> a3 em curso ou prolongado. e ol(ou alguns instantes para o 0ril(ante que eu tra8ia no dedo.lhe o of"cio> mas afinal cedeu. Eranspondo o ver0o 6custar7 para a primeira pessoa do singular. 03 *ustou'me muito aceitar a casa .. quando ele me pegou no pulso. poderei arran)ar'l(e alguma coisa.7 1=:. considerando a norma culta da língua.. . ter'se'4> a3 *ustei muito aceitar a casa . de 3em$rias p$stumas de 9rás @u-as. a3 6 +ra adeusZ Iamos )antar. disse eu.7 d3 6*uidei que o po0re dia0o estivesse doido. equivalendo a tendoV(avendo fare)ado. Nm sorriso magnífico l(e a0riu os l40ios. TEXTO.. vindo a completar com coer<ncia e adequação o episódio acima envolvendo $r4s *u0as e Muincas $or0a. c3 1 e 5 são ad)etivas restritivas. 1 e 5 são adver0iais.7 03 6Eirei a carteira. tinha no o de si mesma. Levantou a nota ao ar. 9o0re as oraç es su0ordinadas su0lin(adas. 6@ustou.  In hoc signo vincesD 0radou.  @ão é o primeiro que me promete alguma coisa. e agitou'a entusiasmado. fltima desilusãoZ + $or0a furtara'mo. é correto afirmar que> a3 1. a princ"pio.I 1==.de outrora. e do"a. Assinale... 9enti'l(e na mão uns estremeç es de co0iça.. 03 que ocorreu antes de outro processo e corresponde a tin(aV(avia fare)ado.  a menos limpa.lhe muito a aceitar a casa> fare ara a inten!ão.  e dei'l(a. d3 5 é ad)etiva restritiva com pronome relativo em função de o0)eto direto.7 c3 6 Procure'me.. /le rece0eu'ma com os ol(os cintilantes de co0iça. uns pruridos de posse. e não sei se ser4 o . escol(i uma nota de cinco mil'réis. o que sinteti8a o capítulo 6+ a0raço7...ltimo que não me far4 nada. e ia afastar'me. replicou. entristecer.me e encarar o a-ismo que separa as esperan!as de um tempo da a realidade de outro tempo. entre os fec(os seguintes...  JagníficoZ disse ele.I 1=5. disse comigo. 1=?.. Jeto a mão no colete e não ac(o o relógio. d3 Je custou muito a aceitar a casa . 03 1 é adver0ial consecutiva. @reio que chorava. c3 *ustei'me muito a aceitar a casa .

atingir o má&imo de mati1es com um m"nimo de elementos."ris de plumas. produção artesanal. qual são su0metidos os oper4rios. / pavão % um arco. apenas> a3 % est4 correta. %%% ' Am0os cont<m a idéia de que o produto da atividade industrial não depende do con(ecimento de todo o processo por parte do oper4rio. o cronista preserva. d3 que estava em desenvolvimento quando da ocorr<ncia de outro. +s provér0ios constituem um produto da sa0edoria popular e. 3as andei lendo livros. oh minha amada> de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim e&istem apenas meus olhos rece-endo a lu1 do teu olhar. em geral. / que há são min'sculas -olhas dKágua em que a lu1 se fragmenta. 7m operário desenrola o arame. e3 % e %%% estão corretas. 2*3 LJais vale um p4ssaro na mão do que dois voandoL e L@ão se deve atirar pérolas aos porcosL.0ita. um terceiro corta. %% ' + texto refere'se . equivalendo a teriaV(averia fare)ado. ouve o que não querL e LMuem ama o feio. e desco-ri que aquelas cores todas não e&istem na pena do pavão. um quarto o afia nas pontas para a coloca!ão da ca-e!a do alfinete> para fa1er a ca-e!a do alfinete requerem. A respeito do texto são feitas as seguintes afirmaç es> % ' Am0os retratam a intensa divisão do tra0al(o. produção informati8ada. que assim % o amor. 4ão há pigmentos. A alternativa em que os dois provér0ios remetem a ensinamentos semel(antes é> 2A3 LMuem di8 o que quer. Eu considerei que este % o lu&o do grande artista. 1=C. o outro o endireita. e o quadrin(o. @onsiderei. espeto de pauL. . por fim. 0onito l(e pareceL.. TEXTO.c3 concluído e locali8ado num momento ou período definido do passado. . acidental e ef<meraQ .se a ou c opera!+es diferentes. @as tr<s Lconsideraç esL do texto. 2-3 LMuem casa quer casaL e L9anto de casa não fa8 milagreL. a idéia de que a sensação de esplendor> a3 ocorre de maneira s. 1=F. 2$3 L-evagar se vai ao longeL e L-e grão em grão.Eu considerei a gl$ria de um pavão ostentando o esplendor de suas cores> % um lu&o imperial. -entre essas afirmaç es. 1=B. 03 %% est4 correta. equivalendo a temV(4 fare)ado. com ferro ser4 feridoL e L*asa de ferreiro. . c3 %%% est4 correta. pretendem transmitir um ensinamento. seu grande mist%rio % a simplicidade. d3 % e %% estão corretas. TEXTO. 2/3 LMuem com ferro fere. como em um prisma. Ee água e lu1 ele fa1 seu esplendor. como elemento comum. a galin(a enc(e o papoL. Ele me co-re de gl$rias e me fa1 magn"fico.

em um de seus poemas. %%% ' + aparente despo)amento da o0ra de arte oculta os recursos complexos de sua ela0oração. TEXTO. %% ' + ser que ama sente refletir em si mesmo um atri0uto do ser amado. Senhor. dialoga com a carta de Pero Ia8 de *amin(a> . 1?G. Jurilo Jendes. apenas> a3 as afirmaç es % e %%% estão corretasQ 03 as afirmaç es % e %% estão corretasQ c3 as afirmaç es %% e %%% estão corretasQ d3 a afirmação % est4 corretaQ e3 a afirmação %% est4 correta. tem. 4o chão espeta um cani!o. -e acordo com o que o texto permite dedu8ir.nos muito. @ru1ados não faltarão. Tem macaco at% demais Eiamantes tem ( vontade Esmeralda % para os trou&as. a arca. Atente para as seguintes afirmaç es> % ' + esplendor do pavão e o da o0ra de arte implicam algum grau de ilusão. Jefor!ai. 2uanto aos -ichos. A gente vai passear. 9anana que nem chuchu. Nossa perna encanareis.03 é uma reação mecAnica dos nossos sentidos estimuladosQ c3 decorre da predisposição de quem est4 apaixonadoQ d3 pro)eta'se além dos limites físicos do que a motivouQ e3 resulta da imaginação com que alguém v< a si mesmo. Ficarei muito saudoso . melancias. Tem goia-as.A terra % mui graciosa. 4o dia seguinte nasce 9engala de castão de oiro. Salvo o devido respeito. Ee plumagens mui vistosas. Tão f%rtil eu nunca vi.

d3 + ad)etivo distri0uídos concorda com comidas e c(ope W am0os são de graça. 2-3 -e plumagens mui vistosas V $engala de castão de oiro. /sse crescimento pode ser explicado> %. 03 /ntreguei o livro .stria. 2$3 9alvo o devido respeito V Deforçai. com a migração da população rural para as cidades. 1?1. 2-3 apenas %% e %%% são corretas. . no dia a: de de1em-ro. A participação do setor residencial no consumo total de energia cresceu de forma 0astante acelerada nos . / Eepartamento Social do Tri-unal de @ontas convidou seus funcionários para uma festa de final de ano. iluminação e aquecimento. o seguinte te&to? / Eepartamento Social reali1a. %%%. 2*3 apenas % e %%% são corretas. em seu mural. d3 /les passaram a tarde a discutir as vantagens . por exemplo ' pela energia elétrica. c3 + ad)etivo distri0uídos concorda com comidas típicas açorianas. 1?:. -entre as explicaç es apresentadas> 2A3 apenas %%% é correta. 03 + ad)etivo distri0uídos concorda com muito c(ope. 2*3 A gente vai passear V &icarei muito saudoso.s de8esseis (oras. %% e %%% são corretas. o que mais consome energia elétrica. Assinale a opção correta quanto . concordAncia nominal> a3 + ad)etivo distri0uídos concorda com funcion4rios. depois da ind. Assinale'a> a3 A partida de fute0ol começara . casa muito feli8. 2$3 apenas % e %% são corretas. 2/3 %.Se for em-ora daqui. %%. 2/3 @o c(ão espeta um caniço V -iamantes tem .ltimos anos. pelo processo de ur0ani8ação no país. TEXTO. 9en(or. pu-licando. pela su0stituição de determinadas fontes de energia ' a len(a. a arca.. a maior festa do chope de Florian$polis? comidas t"picas a!orianas e muito chope distri-u"dos gratuitamente aos funcionários. 1?5. com a maior utili8ação de sistemas de refrigeração. como ocorre em> 2A3 A terra é mui graciosa V Eem macaco até demais. Arcaísmos e termos coloquiais misturam'se nesse poema. + setor residencial 0rasileiro é.s quais )ulgavam ter direito. pela 0usca por mel(or qualidade de vida. c3 Ioltei . 1?1. vontade.quele rapa8. Apenas uma opção est4 errada quanto ao uso da crase. criando um efeito de contraste.

por ser um . Sou. % -om para todos. @o período que se inicia em L-epois dos =G. 1?=.cardisplicente. W / quB0 W @ardisplicente. *onforme sugere o texto. % o contraplano do rola-requim. a língua. não e&iste. % a suspensão. em-ora deva confessar que o meu momento cal!ad)nido mais alegre % quando. Estou ficando co-ra em cal!adão. como é que não existeOL 9egundo se dedu8 da fala espantada do amigo do narrador. um caminhante resignado. .A triste verdade % que passei as f%rias no cal!adão do Fe-lon. como % que não e&iste0 G espantou. vislum-ro o letreiro do hotel que marca a esquina da rua onde finalmente terminarei o programa.... o uso de termos 2)4 existentes ou inventados3 referentes a 4reas diversas tem como resultado> a3 um tom de melancolia. pelo uso paralelo de termos da medicina e da mecAnicaQ .amadas. nos intervalos do novo livro que venho penosamente perpetrando.. Entre um copo e outro de cerve a. parentes e -em.Em nossa 'ltima conversa. pela aproximação entre um carro usado e um (omem doenteQ 03 um efeito de ironia. . para conseguir ir segurando a -arra.@ardisplicente.me o grande amigo que não esperava viver muito tempo. di1ia. Eepois dos [6. W . mas ar0itr4rioQ 03 palavra técnica constante de dicion4rios especiali8adosQ c3 um neologismo desprovido de indícios de significaçãoQ d3 uma criação de palavra pelo processo de composiçãoQ e3 termo erudito empregado para criar um efeito c#mico. 1?B. % o radiador. Aquele que desdenha do pr$prio cora!ão. % o que mec8nicos e m%dicos disseram.se o meu amigo. tradução de termos científicosQ e3 a ser enriquecido com contri0uiç es pessoais. a falta da serotorpina folimolecular.sa'de do dia. vocB inventou G triunfei. vou acatando os conselhos. a gente fica igual a carro usado.L. 1??. era um código a0erto> a3 ao qual se incorporariam palavras fixadas no uso popularQ 03 a ser enriquecido pela criação de gíriasQ c3 pronto para incorporar estrangeirismosQ d3 que se amplia graças .TEXTO. LcardisplicenteL é> a3 um )ogo fonético curioso. fui ao dicionário. digo sem muita convic!ão a meus entediados -ot+es. para ele. % o contrafarto do mesocárdio epid"tico. Andar % -om para mim. Semanas depois dei&ou em saudades fundas companheiros. TEXTO. LW Jas se eu inventei. W 3as seu eu inventei.. % a em-reagem. A". á no caminho de volta. digamos. #omens de -om cora!ão não deveriam ser cardisplicentes.

e3 Ao contr4rio. . 4as conversas diárias. Eentre outras tendBncias que dialogam com as id%ias de #o--es. II . apresentação de termos novos e descon(ecidosQ d3 a invenção de uma metalinguagem. Eora. Aí ser4 corretamente su0stituído. . c3 *ontudo. %% e %%%. TEXTOS. @ontraposto ao estado de nature1a. vou acatando os consel(os.O. devido . ra1ão pela qual a guerra nem sempre % um desvalor. Jela&a. 1?C. o estado de pa1 % a sociedade civili1ada. 2*3 conveniente. característico. segundo o texto %%. a guerra é entendida como inevit4vel e in)usta. Para o fil$sofo inglBs Thomas #o--es P:[<<. particular. respectivamente> 2A3 adequado. 1?F. T8niaD = pr$prio da idade. e ela se a usta a várias situa!+es. característico. 2$3 peculiar. o que eu fa!o0 Ando tão preocupada com o Fa-inhoD 3eu filho está imposs"velD .c3 uma certa confusão no espírito do leitor. o estado de nature1a % um estado de guerra universal e perp%tua. 1BG. civili8ação e. 4em todas as guerras são in ustas e correlativamente. I . pelo uso de termos médicos em lugar de express es corriqueirasQ e3 a criação de uma met4fora existencial. Feia os e&emplos de diálogos? I .<ncia. A Nera se veste diferenteD . III . a pa8 é inerente . ele se acomoda. 2$3 para !o00es. A Fena á viu esse filme uma de1ena de ve1esD Eu não consigo ver o que ele tem de tão maravilhoso assim. nem toda pa1 % usta. 2-3 adequado.se freqTentemente a palavra . @om o tempo. conveniente. % que ela tem um estilo pr$prio. II . e a pa1 nem sempre um valor. LpróprioL é sin#nimo de. adequado. 03 @esse instante. 2/3 peculiar. adequado.pr$prio. típico. @a frase LAí. d3 /m conseq. ela não é um valor a0soluto. @as ocorr<ncias %. particular.. = que ele % pr$prio para adolescente.. *omparando as idéias de !o00es 2texto %3 com a tend<ncia citada no texto %%. destaca. pode'se afirmar que> 2A3 em am0os.se a definida pelo te&to a-ai&o. para conseguir ir segurando a 0arra. de acordo com seu sentido no texto. exclusivo. utili1a.:RS. por> a3 @esse lugar. = mesmo. pela oposição entre o ser (umano e o0)etos. entendido como estado de guerra. exclusivo.L.

d3 o maior expoente dessa poesia que envereda para o 6entendimento das relaç es contur0adas do (omem com o universo7 e para a 6crítica social7 é Koão *a0ral de Jelo @eto.se a duas conclus+es inelutáveis. o padrão de moderni1a!ão da economia torna ainda mais dif"ceis os hori1ontes das regi+es mais po-res. a pa8 é sempre mel(or que a guerra. do segundo par4grafo. conce0er a personagem pode ser exemplificado pela caracteri8ação de Paulo !onório. tam-%m apareceu uma literatura ur-ana. 03 \ possível que se faça implantes de células (umanas no cére0ro de animais para que a comunicação entre estes e os seres (umanos mel(ore. /m 5GG anos não mais do que 1:. Assinale a alternativa que apresenta concordAncia ver0al correta. é um termo que se refere a uma tend<ncia do . TEXTO. em que a narra!ão se construiu por registros de atmosferas. que fe1 real!ar a região focali1ando o pro-lema social. (a)a vista os programas de televisão e os mil(ares de filmes e m. e o final das palavras não é pronunciado por completo. a pa8 liga'se . 1B5. Primeiro. c3 @o portugu<s existe sons anasalados. civili8ação. na d%cada de <6. 03 As expectativas mais positivas. chega. A poesia enveredou. ao lado de uma literatura regionalista. 2-3 em am0os. . so0re esse período de nossa literatura. Poderão (aver menos de 1GGG em 1GG anos. para a cr"tica social e para o entendimento das rela!+es contur-adas do homem com o universo. que> a3 entre os autores 6muito intimistas7 não pode faltar o nome de Daquel de Mueiro8 com o romance @aminho de pedras. TEXTO. muito intimista.2*3 de acordo com !o00es. no segundo tempo modernista. pode'se afirmar.sicas que invadem nossas fronteiras desde o final da %% Huerra. Estudos reali1ados por economistas. 6A literatura que se produ1iu nos anos a6 e nos anos c6 -asicamente gravitou em torno da dif"cil realidade gerada pela ditadura que se instalou no 9rasil a partir de outu-ro de :. apenas com pol"ticas mais consistentes de desenvolvimento e atra!ão de investimento. -O Lrande sertão? veredas e /s sert+es estão entre as o0ras desse dec<nio que fa8em realçar uma dada 6região focali8ando o pro0lema social7. em que o enfoque psicológico so0rep e'se ao social.I 1B1. de acordo com o texto %%.a6. a guerra ou a pa8 são 0oas quando o fim é )usto. será poss"vel enfrentar o pro-lema da desigualdade regional. identificavam uma tendBncia de crescimento mais acelerado nas regi+es mais po-res do 9rasil. nature8a e. c3 o modo típico de um escritor regionalista. Assinale a alternativa incorreta quanto ao texto. 1B1. com a ascensão de Let'lio Nargas ao poder. Muem fala espan(ol fica completamente perdido com essas peculiaridades. d3 A influ<ncia do ingl<s em nosso idioma est4 cada ve8 maior. Segundo. a guerra é um valor a0soluto e. Eiscutindo com mais detalhe as e&plica!+es para a frustra!ão daquelas e&pectativas mais positivas. @ada autor passou a refletir essa %poca de agonia ( sua maneira. 2/3 para !o00es. Eomando por 0ase a leitura do texto. dessa 6época de agonia7. a3 &alam'se entre :GGG e ?CGG idiomas na Eerra. a3 As duas conclus es inelut4veis explicitam'se nos períodos seguintes. segundo o texto %%. por e&emplo. Assim.

sem medo de errar. 03 + o0)etivo de alcançar maior nível de produção é um dos fatores que impulsiona a criação de 0locos regionais. tem o significado de Lprograma de compromissos. idéia de Lcrescimento. frustração.L possui as mesmas relaç es semAnticas que L-iscutindo as explicaç es mais detal(adas.s idéias do texto. no texto.L d3 9e a construção Lse 0uscarem formas efica8esL for su0stituída por Lformas efica8es forem 0uscadasL o texto continua correto. 03 + ad)etivo La0rangenteL est4 relacionado. . e3 Aprofundando'se a an4lise das ra8 es que levaram ao não crescimento das regi es mais po0res. Assinale a alternativa correta quanto ao texto. c3 + ver0o na vo8 ativa que a0re o primeiro par4grafo expressa o eu que fala. 03 -iscutindo pressup e circunstAncia de condição ou de tempo. a forma!ão de -locos regionais % um movimento cada ve1 mais a$rangente. de tra!os indefinidos. o mesmo significado de LprodutivasL. a3 +s elementos coesivos primeiro e segundo introdu8em idéias que se op em .. estas se frustraram nos anos seguintes. 1B:.L c3 + su0stantivo LagendaL. numa economia cada ve8 mais glo0ali8ada. na década de CG. perspectivas de maior desenvolvimento nas regi es mais po0res. 1B=. caracteri1ado pela -usca de maior escala de produ!ão. e3 /m> L-iscutindo com mais detal(e as explicaç es. Assinale o item correto em relação .crescimento mais acelerado nas regi es mais po0res do $rasil.. a3 A idéia do J/D*+9NL )4 nasceu com o desen(o que tem (o)e. ampliação. ou se)a.. no texto. Assinale o item incorreto em relação ao texto. que o 3EJ@/S7F % uma tentativa de ponte para um melhor desempenho e maior inser!ão dos nossos pa"ses no cenário internacional. c3 A crise econ#mica dos anos CG dificultou e atrasou a formação de um 0loco no *one 9ul. c3 /m0ora (ouvesse. TEXTO. 1B?. no texto.. 7o#e se pode afirmar.s trocas entre os países que o . d3 + J/D*+9NL tende a restringir as relaç es comerciais apenas . 4o conte&to de um mundo marcado pelo fen)meno da glo-ali1a!ão. que surgiu como su-produto de uma pol"tica de a-ertura pela a-ertura. A integra!ão comercial entre os pa"ses do @one Sul. / 3EJ@/S7F % uma das iniciativas mais fecundas deste final de s%culo.L. foi evoluindo ao longo do tempo para a constru!ão de uma agenda mais positiva. c(ega'se a duas conclus es discutíveis. pauta de o0)etivos comuns. d3 Erata'se da questão das desigualdades econ#micas sociais entre as diferentes regi es 0rasileiras. linguagem su0)etiva. a3 A palavra LfecundasL tem. especialmente diante da necessidade de se $uscarem formas eficazes para a supera!ão da persistente crise econ)mica dos anos <6. d3 Erata'se de um trec(o de nature8a denotativa. plano. e3 A colocação pronominal proclítica em L!o)e se pode afirmarL est4 adequada ao padrão culto da língua escrita. apresentada anteriormente.

o que convenhamos. a3 + pronome LeleL se refere a Ldeputado'cartolaL. % m%rito raro. como recompensa por um talento e&cepcional. !e o %e"o ficar arisco para repentinos sinais e&teriores de rique1a. 4o movimento da -or-oleta o movimento % que se move. d3 As palavras Ltra0al(ãoL e LapertosL contri0uem para conferir informalidade ao texto. 4o retrato da nossa pátria. a3 A expressão Landares de cima da torre socialL est4 sendo utili8ada em sentido figurado ou metafórico. TEXTO. Lperseverantes. vai aumentar sua arrecadação em outras 4reas que não apenas o fute0olL. TEXTO. d3 Pessoa. c3 A palavra LadventíciosL significa. A -or-oleta % apenas -or-oleta E a flor % apenas flor. um deputado-cartola disse para quem quisesse ouvir que quando vendeu um craque para o Fa @oruka. 1BC. e3 A glo0ali8ação atinge apenas os países do !emisfério @orte. 3as isso não lhes confere isen!+es fiscais.0ito.redonda com a mesma tranqTilidade com que sonegou a informa!ão ( Jeceita. c3 Slvaro de *ampos. 6Passa uma -or-oleta por diante de mim E pela primeira ve1 no 7niverso eu reparo 2ue as -or-oletas não tBm cor nem movimento. como havia sido com-inado. que representa o mundo moderno e a vanguarda futurista. por remeter a temas e formas da poética cl4ssica. místicosL. 8omunicou o fato a telespectadores de uma mesa. 1BB. c3 + agente dos ver0os L*omunicouL e LsonegouL é o mesmo dos ver0os LdisseL.ltimo período do texto seria> L9e a Deceita &ederal fiscali8ar rigorosamente aqueles que mostram sinais de enriquecimento s. A leitura do texto nos permite concluir que &ernando Pessoa falava pela vo8 de> a3 Dicardo Deis. d3 + uso do LseL em L9e o Leão ficar ariscoL esta0elece uma relação sint4tica de condição. 03 + su0stantivo L)ogadorL se refere a Lum craqueL. . poder. por expressar traços marcantes da poesia do século RR. Assinale o item incorreto em relação ao texto. 03 Al0erto *aeiro. 03 Nma par4frase correta para o . e3 + uso do LseL em Lempanturrar'seL tem função reflexiva. ogadores de fute-ol são os adventícios que chegam aos andares de cima da torre social. LvendeuL e LteveL. pelo tratamento simples da nature8a com a qual se sente intimamente ligado. / perfume % que tem perfume no perfume da flor. Assinale o item incorreto em relação ao texto. A cor % que tem cor nas asas da -or-oleta. da Espanha. 4ão fa1 muito tempo assim. no texto.I 1BF. e3 A expressão Ldevido aoL indica relação sint4tica de causa. ele teve um tra$alh"o para depositar numa conta na Su"!a parte do dinheiro devido ao #ogador.mãe tão distra"da. 2uem tem dinheiro. notoriedade ou um -om advogado não costuma passar por grandes apertos.integram. vai empanturrar-se de -anquetes fora dos gramados. o0stinados. ele mesmo. Assim como as flores não tBm perfume nem cor.

na nature1a.. isso.. c3 !4 dois advér0ios. o que denotaria que os socialismos )4 existiam.e3 $ernardo 9oares. 03 -eve'se colocar logo depois de entendida. &ernando Pessoa di8ia que o Padre Iieira era o imperador da língua portuguesa. em grande estilo. administração do império portugu<s. @a frase L/ssa idéia não foi logo entendida como ameaça pelos socialistas.ciBncia.. d3 @ão (4 emprego de preposição.darAinismo social. se propunham refa1er a sociedade segundo uma utopia generosa. os seres vivos evolu"am pela disputa de uns com outros no ogo da so-revivBncia do mais apto. 4ão demorariam. tinham um profundo temor reverencial pela . a-riu. porque. TEXTO. e3 Ntili8ou'se de um discurso pedagógico e investiu'se das funç es de morali8ador de todas as camadas sociais.. c3 Ao pular'se denota interrupção na ação. mas o autor quis indicar que eles surgiam naquele momento. na verdade. assinale a alternativa que )ustifica o fato de Iieira ser c(amado de %mperador.se uma grande florescBncia de socialismos que. defendeu posiç es favor4veis . tem valor concessivo. A expressão que indica tempo é La princípioL. Essa id%ia não foi logo entendida como amea!a pelos socialistas. um estudo mais profundo traria . 1C1. de EarAin. em princ"pio. por%m. como os seus coet8neos. d3 9ervindo'se de um sofisticado )ogo de idéias e conceitos. a esteticidade do idioma portugu<s. segundo a qual. 1C1. e3 @ão se deve su0stituir essa por esta. mas. Apesar de o texto estar claro ao leitor leigo.se do pecado original para o . @o que di8 respeito .Ao vencedor as -atatas. veio um golpe? a teoria da evolu!ão das esp%cies. 1CG. .L> a3 -eve'se su0stituir essa por esta. essa. esta. como se uma ação a0ruptamente fosse interrompida.. e as id%ias racistas supostamente . Ao pular. 03 /ra possuidor de alta espiritualidade e por isso não se interessava por assuntos mundanos. por adotar uma atitude intimista. tona um erro que modificaria totalmente o sentido do primeiro período desse par4grafo. a3 /m0ora vivesse no $rasil.. + certo seria LAo se pularL. 03 Defa8er possui o sentido de Lfa8er novamenteLQ isso daria o significado de que a sociedade não mais existia. e3 Henerosa é qualidade que só pode ser admitida em pessoas. como diria 3achado de Assis. pois os advér0ios que indicam algo )4 apresentado anteriormente no texto são esse.cient"ficas. a aparecer e&trapola!+es como o . d3 &loresc<ncia significa LiluminaçãoL. portanto não ca0e neste texto. pois não se deve separar os ver0os que formam locução ver0al por elemento algum. podendo ser su0stituído por Lapesar deL.. criação liter4ria. isto. . para que outra se iniciasse. pois> a3 /m princípio só aparentemente tem sentido temporal. aca0ou por aprimorar.homem naturalmente -om num mundo mau. o que não condi8 com a realidade. Em meados do s%culo passado. pois os pronomes demonstrativos que indicam algo )4 apresentado anteriormente no texto são este. c3 Develava'se em seus serm es com uma arrogAncia desmedida que o distanciava das pessoas.

com predominAncia do narrativo. a visão pessimista do futuro.. Levando'se em conta tal afirmação. . /. Jolah ia vinha derrapava em t'neis. +livier $lanc(ar ataca o que c(ama de Lcultura do desempregoL. /m relação aos elementos do texto. L&lor8in(a 9ingela. /m relação . 1C:. 03 -issertativo'descritivo. narração e dissertaçãoQ no entanto é difícil encontrar'se um trec(o que se)a só descritivo. selecione uma das alternativas a0aixo para classificar o texto de +sgald de Andrade> a3 @arrativo'descritivo.TEXTO. -. op e'se. d3 -escritivo'dissertativo. 9arcos. 0aseada em estatísticas do presente e apoiada numa certa tolerAncia para com o fen#meno que as redes de suporte ao desempregado asseguram. consentimento. esses seus ca0elos loiros enfeitiçaram vora8mente um coração sedento e puro e sentimentos anteriores. somente dissertativo. e3 comercial. $. @opaca-ana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade. ou se)a. com predominAncia do dissertativo. assinale a opção incorreta. A. 1C5. especialmente em alguns países da /uropa ocidental. 2A3 As redes de suporte ao desempregado garantem tolerAncia em relação ao fen#meno do . LredesL significa con)untos de instituiç es e ag<ncias interligadas que se destinam a prestar serviços. LapoiadaL significa difundida. os textos podem ser compostos de descrição. 03 amorosa. E o passado voltava na -risa de -aforadas gostosas. c3 -escritivo'narrativo. com predominAncia do narrativo. Fosangos tBnues de ouro -andeira nacionali1avam os verdes montes interiores. TEXTO. LatacaL significa reprova. -idaticamente. sua organi8ação. d3 doutrin4ria. c3 crítica. e3 @arrativo'dissertativo. *. costuma'se di8er que. $+EA&+H+ /E*.s idéias do texto. 1C?. LtolerAnciaL significa indulg<ncia. assinale a opção incorreta. em relação . 4o outro lado a1ul da -a"a a Serra dos lrgãos serrava.. Lfen#menoL significa fato de nature8a social. apenas narrativo.9eiramarávamos em auto pelo espelho de aluguel ar-ori1ado das avenidas marinhas sem sol. com predominAncia do dissertativo. 1C=. com predominAncia do dissertativo.L + texto é um exemplo de carta> a3 familiar.

2$3 Alguns países da /uropa ocidental possuem redes de suporte ao desempregado. por mais participativo e li0eral que se)a. at% o presente momento. . direita7 indicam as diferentes direç es que os valores da sociedade tomaram em suas mudanças. o desequilí0rio fiscal e a glo0ali8ação tam0ém fa8em decretar a participação no regime democr4tico como decisiva. As fronteiras ideol$gicas em-olaram. 4ão importa se ela % ma oritária ou proporcional. 1CC. diante das estatísticas do presente. vão desde os imprecisos limites %ticos da pol"tica no 9rasil at% fatores mais gerais que tBm a ver com a evolu!ão da democracia de massas no mundo.desemprego. a3 + emprego das preposiç es 6desde7 e 6até7 indica a possi0ilidade de existir mais do que apenas as duas ra8 es mencionadas. devido . quase desapareceu. defende uma visão pessimista do futuro. um caso constitucional que se a0re . % e&agero di1er que ha a um de-ate em curso.s pesquisas que alertam para o perigo em que se encontra a democracia. c3 Por isso torna'se v4lido concluir que o regime democr4tico. nesse contexto. foram capa1es de manter a reforma no lim-o das inten!+es sempre reiteradas e nunca reali1adas. tam0ém o emprego reflexivo> em0olaram'se. d3 A forma ver0al 6em0olaram7 admite. 2/3 As estatísticas da atualidade e a tolerAncia para com o fen#meno do desemprego fundamentam uma visão desemprego fundamentam uma visão pessimista do futuro. As ra1+es do desinteresse pelas elei!+es. Aliás. Jarque a afirmação incorreta a respeito do emprego das express es e palavras do texto. Assinale o item que completa o texto acima com uma idéia conclusiva e coerente. opinião p. esquerda e . TEXTO. parlamentarista ou presidencialista. = mais ou menos consensual que o pa"s precisa de uma reforma tri-utária. /s interesses falam mais alto e. d3 \. 03 + pronome 6ela7 refere'se a democracia. mas o acordo se desfa1 quando ela come!a a ser concretamente de-atida. Parlamento e sociedade. TEXTO. 2-3 +livier $lanc(ar. portanto. a3 Eudo isso contri0uiu para alimentar o desinteresse de muitos cidadãos pela vida partid4ria e eleitoral. a dist8ncia social e pol"tica entre representantes e representados ficou e&cessiva. c3 + ad)etivo 6excessiva7 qualifica 6distAncia social e política entre representantes e representados7. est4 c(egando aos o0)etivos previstos na sua origem. as crises. (4 uma crise nas fronteiras ideológicas. verificado neste 'ltimo pleito. / diálogo entre governo e sociedade. e3 Assim. e3 As express es 6. 1CB.0lica> o de rever o desgaste do nacionalismo frente aos pro0lemas originados pela descrença popular. 2*3 9egundo +livier $lanc(ar. hcultura do desempregoh é a visão pessimista do futuro no que se refere ao mercado de tra0al(o. os valores das sociedades mudaram mais que os dogmas dos pol"ticos G ( esquerda e ( direita G e as diferen!as nas pol"ticas econ)micas de li-eral conservadores e social democratas quase desapareceram. 03 -esse modo.

como a da so0retri0utação dos com0ustíveis. que visa a redu8ir a emissão de poluentes. 7ma delas foi apresentada pelo diretor da AgBncia 4acional de Petr$leo PA4PO. 2/3 /m meio aos de0ates so0re a crise financeira. 1FG. %%%. E seria mesmo. parece apenas mais um )nus so-re os contri-uintes e a atividade econ)mica. X primeira vista. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. se tradu8 corretamente o sentido de uma expressão do texto. a medida do diretor da A@P. apenas. e talve8 inócua. considerado o contexto. ve1 por outra surgem id%ias dignas de nota. além de colocar em de0ate a reforma tri0ut4ria. Eavid i]l-ers1ta n? uma so-reta&a para com-ust"veis. Nma so0retaxa para com0ustíveis. apenas. em que % encarado como instrumento econ)mico para o-ter a redu!ão na emissão de poluentes. nossa reforma tri0ut4ria. em relação ao texto. %%%. 2$3 @ão é com medidas onerosas. 2A3 Lmais ou menos consensualL 2acordo efetivamente implícito3 2$3 Lno lim0o das intenç esL 2no plano das restriç es3 2*3 Lprioridade ó0viaL 2importAncia mais que relativa3 . anunciadas por Paul "rugman e muitos outros economistas. liderados por dois prBmios 4o-el e uma estrela do -rilho de PPaul *rugmanO. %%%. 2-3 + diretor da A@P. A id%ia foi apoiada por 5 [66 economistas dos E7A. 2/3 %%. 2-3 %%. 9er4 onerosa. apenas. %%. a falta de de0ates voltados para nossa reforma tri0ut4ria impede que sigamos a lição dos economistas dos /NA. caso a medida viesse isolada. relativas . /st4 correto. o que vem afirmado em> 2A3 %. 2*3 %. Desume'se corretamente o assunto central do texto em> 2A3 @o contexto indefinido da crise financeira. %%. seguindo o camin(o dos economistas dos /NA. são oportunas as medidas. 4ão % com tal feitio que esse tri-uto vem sendo discutido em pa"ses desenvolvidos. que se vai ameni8ar esta ó0via crise financeira ou mesmo o nível de poluição am0iental. 2*3 Pode ser oportuna para o país a so0retaxa para com0ustíveis. é atraente por seus efeitos ecológicos. A crise financeira tornou'se um assunto mais preocupante do que a necessidade de uma reforma tri0ut4ria. medida que os países desenvolvidos v<m discutindo como instrumento para a redução da emissão de poluentes. como mais um artif"cio para aumentar a arrecada!ão G algo inaceitável. em tudo agravado pela prioridade $-via da crise financeira. %%%. 2$3 %. %%. 1CF. estuda medidas que tragam efetiva redução nos impostos que assolam tam0ém o nosso país. 1F1.4esse conte&to de falta de defini!ão. %ndique a alternativa em que. apenas.

Lestimulados. /s investimentos con untos de empresas de dois ou mais pa"ses serão os pilares de sustenta!ão do 3ercado @omum do @one Sul. e3 As iniciativas do setor privado definem a 0ase e o desen(o das integraç es entre os países do *one 9ul. . a3 + ver0o LcriaL 2lin(a 1C3 est4 no singular para concordar com a palavra LeconomiaL 2lin(a 1B3. com seus capitais e tecnologias. como as tecnologias que acompanham os investimentos dos pa"ses avan!ados.L c3 A palavra LcompiladosL significa. Suas grandes empresas. a!+es semelhantes estão em estudo. que apresenta os mesmos padr+es de consumo dos europeus. = -em verdade que os pa"ses industriali1ados do #emisf%rio 4orte ainda lideram com grande margem o ran^ing dos investidores e&ternos no @one Sul. 03 A /m0aixada da Argentina em $rasília compilou dados so0re a criação de empreendimentos con)untos entre empresas 0rasileiras e argentinas. Entretanto. 9asta ver o mercado argentino. d3 + acento gr4fico na palavra LpaísesL se )ustifica para marcar a separação das vogais do (iato.etivos a longo pra1o. 1F5. c3 As grandes empresas do !emisfério @orte. Assinale o item incorreto em relação ao texto. mil por ano. o que representa um passo ( frente. no texto. /s pa"ses do @one Sul são atrativos. Esse % o caminho natural dos capitais e seus agregados. 4os demais pa"ses. os novos sinais indicam que as associa!+es e fus+es entre capitais -rasileiros e argentinos á se encaminham para setores estrat%gicos da economia. vBm para o nosso continente em -usca de oportunidades de neg$cios. 03 A expressão Lamarra definitivamente os laçosL tem como par4frase correta> Lconsolida definitivamente as relaç es. a3 As fus es entre capitais 0rasileiros e argentinos estão cada ve8 mais voltadas para setores periféricos.2-3 Lcom tal feitioL 2segundo esse car4ter3 2/3 Lidéias dignas de notaL 2propostas facilmente avali4veis3 TEXTO. e3 A expressão Lper capitaL é latina e significa Lpor ca0eça. Assinale o item que não est4 de acordo com as idéias do texto. Por isso a import8ncia dos n'meros que á podem ser colhidos na cria!ão de empreendimentos con untos entre empresas da Argentina e do 9rasil. dando a modelagem para a integra!ão. ainda lideram os investimentos externos no *one 9ul. Assinale o item incorreto em relação ao texto> a3 A palavra LpilaresL est4 sendo utili8ada em sentido conotativo ou metafórico. A&*. porque cria interesses permanentes em torno de o. o que pre)udica os interesses duradouros e os o0)etivos a curto pra8o.L 1F:. 1F1. com a[ milh+es de ha-itantes e uma renda per capita de 7Sg . recentemente compilados pela Em-ai&ada da Argentina em 9ras"lia. favorecidosL. de forma prática. interessadas no mercado do 3EJ@/S7F. d3 +s países industriali8ados participam da economia do *one 9ul porque o mercado oferece atraentes padr es de consumo. Esse movimento do setor privado dos pa"ses amarra definitivamente os la!os que envolvem os mercados.

deve ser analisado. o processo que deve ser analisado. deveria revelar de imediato. 1F?. c3 + acento gr4fico na palavra LestratégicosL se )ustifica por tratar'se de uma proparoxítona. e Lui8 -elfino. d3 /m Lv<m para o nosso continenteL a forma ver0al de 5i pessoa do plural do ver0o LvirL se distingue do ver0o LverL.quele rapa8 o )ovem advogado. Assinale a opção que não est4 pontuada conforme as normas da gram4tica> a3 Para p#r fim .s especulaç es. TEXTO. grande poeta sim0olista.quele rapa8. A @NI/J. 03 /ntregue . EB. o processo que deve ser analisado. morando nesta cidade. 1FB. o novo ministério. c3 + pronome o0líquo no verso Je d4 um cigarro est4 em posição de mesóclise. TEXTO. o )ovem advogado o processo que. +0serve os períodos a0aixo e assinale a opção que tra8 o período corretamente pontuado> a3 /ntregue . Fico admirado como % que vocB. 03 A Literatura *atarinense nos deu dois grandes escritores> *ru8 e 9ousa. posso ir . d3 /ntregue . 03 /m -<'me e Je d4 o pronome o0líquo me ocupa a mesma posição.03 + uso do sinal indicativo de crase no LaL antes de Llongo pra8oL é indevido por tratar'se de expressão no g<nero masculino. c3 +l4Z Muando eu terminar a prova. . deve ser analisado.me um cigarro Ei1 a gramática Eo professor e do aluno E do mulato sa-ido 3as o -om negro e o -om -ranco Ea na!ão -rasileira Ei1em todos os dias Eei&a disso camarada 3e dá um cigarro. PD+@+J%@A%9. Assinale a opção correta. c3 /ntregue .s normas da língua padrão. d3 + pronome o0líquo no verso -<'me um cigarro est4 na posição de <nclise. praiaO d3 Juitos se esforçamQ poucos conseguem.quele rapa8 o )ovem advogado W o processo que. poeta romAntico'parnasiano. o presidente eleito.quele rapa8. que se grafa Lv<emL. a3 + pronome o0líquo no verso Je d4 um cigarro o0edece . 1F=. consegue escrever uma semana inteira sem . o )ovem advogado.

. mas em termos. que se tinge um instante de p'rpura so-re as cin1as de meu crep'sculo. -em sei que esses encantamentos de mo!a por um senhor maduro duram pouco. etc. Ele se irá como veio. o narrador cronista> a3 sente'se o0rigado a escrever so0re assuntos exigidos pelo p. /m L/ ol(em só que tipo de frase estou escrevendoZ Eome ten<ncia. Al%m disso. a verdade não está apenas nos -uracos das ruas e outras ma1elas. seu estilo tam0ém envel(eceuQ e3 d4'se conta de que sua linguagem não ser4 entendida pelo leitor comum. como di1em as pessoas e&ageradas. TEXTO. é correto afirmar que a cr#nica> a3 parte do assunto cotidiano e aca0a por criar reflex es mais amplasQ 03 tem como função informar o leitor so0re os pro0lemas cotidianosQ c3 apresenta uma linguagem distante da coloquial.reclamar. estou rou-ado? quem % que vai agTentar me ler0 Acho que o leitor gosta de ver suas quei&as no ornal. leve nuvem solta na -risa. sem espinafrarD E meu amigo falou da água. São caprichos de certa fase. por estar vel(o. Eei&e a nuvem. E olhem s$ que tipo de frase estou escrevendoD Tome tenBncia. *+JN@!P+. 3as que importa0 Esse carinho me fa1 -em> eu o rece-o terna e gravemente> sem melancolia. 3eu amigo está. transporte. *om relação ao g<nero do texto. sem protestar. 1FC. 3as que posso fa1er0 At% que tenho reclamado muito isto e aquilo. olhe para o chão . pois sua escrita não est4 acompan(ando os novos tempos. afastando o p. Fight em geral. o narrador> a3 c(ama a atenção dos leitores para a 0ele8a do estilo que empregouQ 03 revela ter consci<ncia de que cometeu excessos com a linguagem metafóricaQ c3 exalta o estilo por ele conquistado e convida'se a reverenci4'loQ d3 perce0e que. 1FF. / homem que pensa % uma dádiva. e seus tradicionais -uracos. porque sem ilusão. custo de vida. em linguagem metafórica. 3as se eu for ficar re1ingando todo dia. a partir da crítica que o amigo l(e dirige. % como o pão. vel(o $ragaL.0lico leitorQ d3 tem um modelo fixo. etc. carne. velho 9raga. \ correto afirmar que. 4ão % verdade que as amendoeiras neste inverno deram um shoA lu&uoso de folhas vermelhas voando no ar0 E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma ovem gostando de mim0 Ah. -atata. etc. 1GG. grávido de ra1+es. telefone.0licoQ 03 reflete so0re a oposição entre literatura e realidadeQ c3 reflete so0re diversos aspectos da realidade e sua representação na literaturaQ d3 defende a posição de que a literatura não deve ocupar'se com pro0lemas sociaisQ e3 sente que deve mudar seus temas. -uracos na rua. com um di4logo inicial seguido de argumentação o0)etivaQ e3 consiste na apresentação de situaç es pouco realistas.

% todo o horto das nogueiras.7 Analisando os termos em destaque no texto. pois a palavra (omem nesse caso tem seu sentido individuali8ado. por%m % Fua. /m 6esse é o vin(o do !omem que não morre7. 03 restritiva. cheia. % cor de sangue. pois a capacidade de pensar é tida como algo inerente a todos os (omens. em pleno c%u. d3 paronom4sia. pois o texto refere'se apenas . delimitado.se toda no ato de -rilhar. -3 explicativa. 1G1.% como os rios. e Fua mais terrena e mais perfeita quando fulgura. % musgo e noite. / homem que pensa % fonte e h$stia. 03 (ipér0ole. c3 eufemismo. pois apenas explicita uma idéia que )4 sa0emos estar contida no conceito de (omem. a desfa1er. tem o cora!ão voltado para os outros. que esse % o vinho do #omem que não morre> o pensamento % comunhão e se oferece para que o homem se a mais humano e viva mais humanamente? a Fua não % Fua quando não % vista. 1G1. o homem que pensa % usto e solidário? o pensamento % trigo a partilhar na mesa dos convivas> o pensamento não % fruto. % pura chuva. aqueles . c3 explicativa. respectivamente. a dar.queles (omens que pensam. Analisando a oração 6que pensa7 no texto. 1G5. / homem que pensa % franco e generoso. e não a todos os (omens. o pensamento % comunhão? -e-ei do vinho. cor de Sol a pino. 6+ (omem que pensa é fonte e (óstia7 6e se oferece para que o (omem se)a mais (umano. a expressão grifada é exemplo de> a3 perífrase. o0servamos que é ad)etiva> a3 restritiva.se em lu1 por so-re todos. assinale a alternativa que aponta.

te com um piparote. a visão que Jac(ado tin(a da sociedade e do próprio leitor de seu tempo. d3 pronome demonstrativo e ad)unto adnominalQ con)unção e o0)eto diretoQ pronome pessoal e su)eitoQ pronome relativo e o0)eto direto. c3 sequiosamente.de função sint4tica an4loga . c3 pronome pessoal e ad)unto adnominalQ pronome relativo e predicativoQ pronome demonstrativo e su)eitoQ pronome relativo e su)eito. .0lico letrado na /uropa e composto. TEXTO. 63as eu ainda espero angariar as simpatias da opinião. principalmente. 03 so0e)amente. por conseguinte. feita em estilo 6o0scuro e truncado7. @onseguintemente. 1G=. por> a3 mormente. a correta classificação morfossint4tica dos termos em destaque. a3 francoV (umano 03 terrenaV do vin(o c3 do vin(oV para os outros d3 dos convivasV em pleno céu TEXTO. cu)a frivolidade se espel(ava no gosto pelas narrativas esva8iadas de complexidade ou de apelos . d3 paulatinamente. e o primeiro rem%dio % fugir a um pr$logo e&pl"cito e longo. seus avanços e recuos. respectivamente. o destino de $r4s *u0as. reflexão. 03 pronome pessoal e predicativoQ pronome relativo e o0)eto diretoQ pronome demonstrativo e o0)eto diretoQ pronome relativo e su)eito. de cada uma das oraç es acima assinaladas. por estar restrita a um p. / melhor pr$logo % o que cont%m menos coisas. de tal modo am0íguo. e ser4 essa a lente que ditar4 a mel(or conduta e. c3 expressa. 9o0re o fragmento em questão. além de reticencioso. evito contar o processo e&traordinário que empreguei na composi!ão destas 3em$rias. a3 pronome demonstrativo e predicativoQ pronome relativo e su)eitoQ pronome pessoal e o0)eto diretoQ pronome relativo e o0)eto direto. por meio da ironia e desdém. d3 a excessiva preocupação com as apar<ncias e com 6angariar as simpatias da opinião7 condu8ir4 a narrativa. 03 revela a visão artística do autor para quem a literatura. Assinale a alternativa que apresenta. + termo 6nimiamente7 pode ser su0stituído. tra-alhadas cá no outro mundo. A o-ra em si mesma % tudo? se te agradar. mas nimiamente e&tenso. pago. pela ala feminina. e adeus. 1G?. que quase pre)udica a compreensão do sentido.I 1G:.me da tarefa> se te não agradar. sem alterar o sentido do texto. ou o que as di1 de um eito o-scuro e truncado. deveria atender ao gosto desse leitor. pago. pode'se afirmar que> a3 explicita o modo de composição da o0ra em questão. e aliás desnecessário ao entendimento da o-ra. Seria curioso. fino leitor.

na ocasião. A famosa cita!ão do urista americano Potter SteAart so-re a o-scenidade G HI ^noA it Ahen I see itI Psei o que % quando ve oO G % uma diretri1 'til. o espaço da travessia solit4ria de um (erói de romance que se interroga so0re o sentido da exist<ncia. Dio0aldo. Apesar da dificuldade em se definir o sono com precisão. que narra sua vida de aventuras a um interlocutor da cidade. o sertão é o reino onde formas de vida r. um dia me tinha dado. 03 %. a3 9ituado no norte de Jinas Herais. -essas consideraç es é2são3 verdadeira2s3> a3 % e %%.63as. c3 + sertão é o vasto campo da guerra )agunça. o ex')agunço surge como um contador de casos. que pode estar misturado em tudo e cu)a a som0ra se intromete no interior de sua própria consci<ncia. TEXTO. ao mesmo tempo tam0ém. d3 Ao a0rir'se o livro. Assinale a alternativa que apresenta incorreção quanto ao emprego do pronome relativo. %% e %%%. e fato %. e a palavra 6idéia7 são o0)etos diretos. mas raiva mesma nunca se deve de tolerar de ter. Porque. 03 esqueci'me um consel(o. 2ue era? que a gente carece de fingir (s ve1es que raiva tem. na 4hanva. me lem-rei dum conselho que i% 9e-elo. respectivamente.sticas e uma paisagem selvagem e 0ela se espel(am e por ve8es se transfiguram. 1GF. c3 somente a %%. na oração su0ordinada adver0ial temporal. mas podendo estar em toda parte. d3 somente a %%%. e farta -o-ice. 9o0re o excerto são feitas as seguintes consideraç es> % W A palavra 6raiva7 aparece tr<s ve8es com a mesma função sint4tica. mas incompleta so-re o sono. a mistura de romance e narrativa oral toma forma de um monólogo na fala de um vel(o sertane)o. 03 @o texto. %% W A palavra 6raiva7. mas. c3 esqueceu'me um consel(o. não seria aceit4vel o seguinte> a3 esqueci um consel(o. ao su0stituirmos o ver0o 6lem0rar7 por 6esquecer7 no excerto 6me lem0rei dum consel(o7. 1GC. % a mesma coisa que se autori1ar que essa pr$pria pessoa passe durante o tempo governando a id%ia e o sentir da gente> o que isso era falta de so-erania. quando se curte raiva de algu%m. %%% W 6de alguém7 e 6da gente7 são. complemento nominal e ad)unto adnominal. d3 esqueci'me de um consel(o.I 1GB. *onsiderando a norma culta da língua. . especulando so0re a exist<ncia do dem#nio.

golfinhos e outros mam"feros marinhos nadam enquanto dormem e alguns pássaros talve1 durmam durante as longas migra!+es. Entre os animais. cientistas se especiali1aram em t%cnicas para guiar microfios Pcom apenas a5 m"crons de largura. im$vel. 3ais recentemente. enquanto são e&aminados. comparáveis ao mais fino ca-elo humanoO por várias regi+es cere-rais. o pioneiro da pesquisa so-re o sono 4athaniel *leitman e seu aluno Eugene Aserins^]. com o sono não.JE3.[a. em ciclos regulares. Todos os mam"feros terrestres e&aminados tBm o sono JE3. Esses . am-os da 7niversit] of @hicago. 4os 'ltimos vinte anos. no entanto. Esses fios não causam dor ao ser implantados e tBm sido utili1ados em humanos e em uma grande variedade de animais de la-orat$rio. derru-aram definitivamente a cren!a comum de que o sono era simplesmente uma interrup!ão na maior parte da atividade cere-ral.um o-servador pode normalmente di1er quando uma pessoa está dormindo? aquele que dorme e&i-e um certo distanciamento do am-iente e fica. Eles desco-riram que o sono % marcado por per"odos de movimentos rápidos dos olhos. conhecido como sono JE3 Pdo inglBs Japid E]e 3ovementO. o maior progresso nessa área foi alcan!ado com a caracteri1a!ão da nature1a do sono na escala das c%lulas nervosas Pneur)niosO no c%re-ro. inclusive dormir. que podem continuar mantendo suas atividades rotineiras. usualmente. Sua e&istBncia implica que alguma coisa ativa ocorre durante o sono. Em :. que se alterna.

na lin(a 1B. a expressão 6no entanto7 serve para a0rir a conclusão a que se pode c(egar a partir da afirmação anterior.enta foram marcantes por constatar que. a supressão da preposição 6de7 é permitida pela gram4tica tradicional. o autor procura deixar claro que a o0servação é suficiente para descrever e definir o sono. afirma'se que os estudos da década de cinq.s mesmas conclus es. os estudos mais recentes a respeito do sono.. por 6todo o mamífero7. c(egarão . ou perto dele. em que o autor declara que um o0servador pode di8er quando uma pessoa est4 dormindo. como poder"amos esperar. /. desde que (ouvesse adaptação na flexão ver0al. com maior ou menor grau de detal(amento. quando o paciente está acordado. /. o c%re-ro se comporta de maneira completamente diferente nos dois estágios do sono. o ver0o 6ocorrer7 não pode ser su0stituído pelo ver0o 6(aver7. -. no segundo par4grafo. sem pre)uí8o semAntico.ltimo par4grafo. 111.. durante o sono. $. que a maioria dos neur)nios cere-rais está em seu n"vel má&imo de atividade. derru0aram definitivamente a crença comum que o sono era simplesmente uma interrupção. 11G. $. afirma'se que. por%m.7 -. são surpreendentemente variadas. no . durante o sono. 111. a afirmação que contém a con)unção 6porém7. expressa a que0ra da expectativa de que. Apesar da postura similar e do distanciamento do am-iente demonstrados por quem dorme. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto acima. como se o0serva em> 6. a expressão 6todos os mamíferos7 poderia ser su0stituída... ocorriam interrupç es na maior parte da atividade cere0ral. permitem afirmar que as atividades neurais durante o sono são variadas. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto citado. as diferentes constataç es a respeito do sono. nos . *. durante o sono. na lin(a :=. a mesma atividade acelerada que t<m quando o indivíduo est4 acordado. *. nas lin(as 1:V1=. o que se confirma com a famosa citação do )urista americano Potter 9tegart.ltimos vinte anos. alcançou'se a constatação de que os neur#nios mant<m. apresentados no . na lin(a 1:.ltimo par4grafo. nas lin(as de : a 15. *onsiderando'se o termo 6os cientistas7 como agente do ver0o 6alcançar7 em 6Jais recentemente.estudos demonstram. o que se confirma com o D/J. o maior progresso nessa 4rea foi alcançado com a caracteri8ação da nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro7.7. a atividade neural não fosse variada ou de que ela tendesse a 8ero. é correto afirmar que> A. com o auxílio de microfios. amparadas ou não pelo rigor científico. na lin(a 1G. porque a afirmação a que se c(egar4 é incompreensível em Língua Portuguesa> 6 9ua exist<ncia implica que alguma coisa ativa (4 durante o sono. é correto afirmar que> A. a correta transposição da oração acima para a vo8 . As atividades neurais durante o sono.

ativa W aquela em que o su)eito é tam0ém o agente da ação W é> A. o maior progresso nessa 4rea. do-rando. alcançou'se o maior progresso nessa 4rea. os gregos designavam como Hanan^%I a esse fen)meno capa1 de constranger o indiv"duo sem d$ nem piedade. o maior progresso nessa 4rea. /. 3eu maior temor % essa coisa chamada HdestinoI? coisa tantas ve1es vivida como uma cadeia infle&"vel e ine&orável de acontecimentos.etivo a ser partilhado por todos os homens. $. com a caracteri8ação de nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro. mais recentemente. os cientistas t<m alcançado. que nos % e&terior e que nos atinge no mais "ntimo de n$s mesmos. o maior progresso nessa 4rea. mais recentemente. *. -. na lin(a 1. a figura m"tica do destino continua a nos atemori1ar. com a caracteri8ação de nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro. #o e. foi alcançado. com a caracteri8ação de nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro. mais recentemente. Eestino % tudo o que nos escapa. +s cientistas. é correto afirmar que> A.o de desmontar todas as iniciativas que pudessem interceptar malef"cios. alcançaram. coisa capa1 de nos empurrar para a mais a-soluta impotBncia e fragilidade. podemos determinar a li-erdade e a igualdade como um o. mesmo que personagens de tempos em que a presen!a constante da ciBncia e da t%cnica pare!am garantir que somos os Hsenhores da nature1aI ou ainda acreditando que. o maior progresso nessa 4rea.o malgrado sua pr$pria vontade e impedindo. com a caracteri8ação de nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro. o que se confirma com a idéia de que o destino é o maior temor da autora. TEXTO. com a caracteri8ação de nature8a do sono na escala das células nervosas 2neur#nios3 no cére0ro. 4a AntigTidade. Alcançou'se. Jais recentemente. 115. gra!as a agendas pol"ticas. a palavra 6cadeia7 significa 6prisão7. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto acima. porque é 6 capa8 de nos empurrar para a mais a0soluta impot<ncia e . Jais recentemente. Pelos cientistas.

nas lin(as 1 e 1. &oram destacadas as palavras modificadas. a palavra 6cadeia7 significa 6con)unto de fatos que ocorrem sucessivamente7. nas lin(as C a 1G. afirma'se que. 11:. !o)e. a idéia de que o destino remete o (omem a algo que )4 est4 escrito. a palavra 6coisa7 não tem a função de retomar um termo anteriormente citado. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto citado. $. alusão ao destino. fr4gil. !o)e.s afirmaç es feitas no segundo par4grafo do texto.. vulner4vel7. possamos determinar a li0erdade e a igualdade como um o0)etivo a ser partil(ado por todos os (omens. o (omem p#de. por considerar'se sen(or da nature8a e por poder determinar com clare8a os conceitos de li0erdade e igualdade.. $. na lin(a 1. na lin(a 1G. é correto afirmar que> A. nos dois par4grafos.. a palavra 6malgrado7 significa 6por causa de7. /. anteriormente citado. tam0ém. o que se confirma com a idéia.idade não atormenta os contemporAneos. na lin(a 1:. no texto. -. esse fen#meno capa8 de constranger o indivíduo sem dó nem piedade. a figura mítica do destino começa a nos atemori8ar.fragilidade7. a supressão das preposiç es e a inversão dos termos da oração não terão implicaç es semAnticas como se o0serva em> 6. !o)e. nos tempos atuais. )4 que personagens de tempos em que a presença constante da ci<ncia e da técnica garantem que somos os 6sen(ores da nature8a7 ou a fim de acreditar que. -. !o)e. apesar de personagens de tempos em que a presença constante da ci<ncia e da técnica pareçam garantir que somos os 6sen(ores da nature8a7 ou ainda que acreditemos. a palavra 6inexor4vel7 significa 6a0al4vel.. graças a agendas políticas. com a frase 6. a figura mítica do destino continua a nos atemori8ar. determinar a li0erdade e a igualdade como um o0)etivo a ser partil(ado por todos os (omens. graças a agendas políticas. na lin(a 11. na lin(a 5. 11=. de que o (omem pretende fugir a seu destino. poder determinar a li0erdade e a igualdade como um o0)etivo a ser partil(ado por todos os (omens. o que se confirma com o termo que a modifica> 6de acontecimentos7. *. no texto. com a idéia de que o (omem escol(e seu próprio destino. os gregos designavam esse fen#meno capa8 de constranger o indivíduo sem dó nem piedade 6ananjé7. mas que não é con(ecido. /scol(a a alternativa a0aixo que corresponda semanticamente . graças a agendas políticas.7. seguros que estão por serem sen(ores da nature8a. . /.. nas lin(as de 1? a 11. defendida em todo o texto. apesar de personagens de tempos em que a presença constante da ci<ncia e da técnica garantirem que somos os 6sen(ores da nature8a7 ou por acreditar que. $. possamos determinar a li0erdade e a igualdade como um o0)etivo a ser partil(ado por todos os (omens. livrar'se da figura mítica do destino. graças a agendas políticas. *. mas serve para marcar e enfati8ar. o que se confirma. a figura mítica do destino continua a nos atemori8ar. o que se confirma. a palavra 6interceptar7 significa 6favorecer7. conquanto personagens de tempos em que a presença constante da ci<ncia e da técnica pareçam garantir que somos os 6sen(ores da nature8a7 ou em0ora acreditemos. *. os pronomes o0líquos destacados em 6 do0rando'o malgrado sua própria vontade e impedindo'o de desmontar todas as iniciativas7 W fragmento das lin(as 1G e 11 W referem'se ao termo 6fen#meno7. A. em que esse conceito que tanto assustara o (omem da Antig. o advér0io 6(o)e7 serve para iniciar afirmaç es a respeito do destino nos tempos atuais. -.

.se indiretos e difusos. TEXTO. !4 erros de pontuação no primeiro par4grafo do texto. é so0re. o pro-lema era menos complicado porque a so-revivBncia individual estava estreitamente ligada ( do grupo. na vida moderna. pois o indivíduo tem prefer<ncia so0re o ente coletivo.. c3 A 0urocracia existente na vida moderna arrefeceu os conflitos entre o egoísmo e o altruísmo.. para mel(orar a sociedade...Jas. .o pro0lema.L Q L..sociedades primitivas.. porque a so0reviv<ncia. malgrado personagens de tempos em que a presença constante da ci<ncia e da técnica parecerem garantir que somos os 6sen(ores da nature8a7 ou porque acreditamos... 3as por outro lado.complicado.LQ L.... TEXTO.vidas quanto .. de se sacrificar.LQ L.. e3 A vida moderna fortaleceu os conflitos entre o individualismo e o altruísmo... quanto a quem é mais importante> o indivíduo ou a sociedadeO d3 !4 d. o pro0lema...a vocação altruísta..complicado.se cidadão votante e consumidor so-erano. o ego"smo grupal era implacável.. &ora do círculo íntimo da família nuclear.L d3 L. 4a era moderna. poder determinar a li0erdade e a igualdade como um o0)etivo a ser partil(ado por todos os (omens. na sociedade primitiva. o egoísmo.LQ L... teremos> a3 L. pois todos se a)udavam mutuamente. ou o contrário0 Prevalecerá a preferBncia pessoal de cada um. 7ma das perguntas mais intratáveis da vida moderna % so-re se o indiv"duo tem precedBncia so-re o ente coletivo... ou a voca!ão altru"sta de se sacrificar pelos demais0 4as sociedades primitivas..0urocracia e pelo gigantismo...LQ L... não eram isolados uns dos outros.L 03 L... /. por outro lado. a figura mítica do destino continua a nos atemori8ar.a figura mítica do destino continua a nos atemori8ar.L 11C..LQ L. porque a so0reviv<ncia. na vida moderna... + $+J 9/LIAH/J / A 9+*%/-A-/ *DN/L..L e3 L.foram complicados.L c3 L. 03 @ão se trata de ela0orar perguntas na vida moderna. e pelo gigantismo das sociedades. o egoísmo. *orrigindo'os.LQ L. 11?... /s conflitos entre ego"smo e altru"smo foram complicados pelo anonimato. + primeiro período do texto di8 que> a3 !4 d... tornou.. 11B. !o)e. %ndique a afirmação correta em relação ao texto> a3 /ra mais f4cil viver na sociedade primitiva. c3 !4 d.0urocracia e pelo gigantismo.. quanto ao que surgiu antes> o indivíduo ou o ente coletivoO e3 !4 d. graças a agendas políticas.complicado. pela -urocracia.Jas.vidas quanto a se o indivíduo proveio do ente coletivo ou se foi o contr4rio. possi0ilidade de se sacrificar o indivíduo.vidas. por outro lado....LQ L.LQ L. o egoísmo..vidas.Jas.. o indiv"duo adquiriu autonomia. era menos complicado. d3 /m toda família nuclear..da vida moderna. 03 +s grupos que se formavam. pelo anonimato.... se o indivíduo. por outro lado.. (4 laços de solidariedade. porque a so0reviv<ncia.. os la!os de solidariedade tornaram. Fora do c"rculo "ntimo da fam"lia nuclear.....

E a vit$ria do racionalismo humanista tra1ia no -o o o li-eralismo pol"tico e econ)mico. e3 + pro0lema realmente residia na sociedade. 9egundo o texto> a3 Er<s séculos depois de Dousseau... 111. carne. custo de vida.L 03 L. para voltar ao paraíso.. 0astaria ao (omem transform4'la para voltar ao paraíso. 0astaria ao (omem transform4'la para voltar ao paraíso.. 11G. grávido de ra1+es. 0astaria ao (omem transform4'la para voltar ao paraíso. sem espinafrarD E meu amigo falou da água.L d3 L. 11F.0astaria o (omem transform4'la. 0astaria ao (omem transform4'la para voltar ao paraíso.la para voltar ao para"so. A @NI/J. Tenta!ão tanto mais irresist"vel quanto estava acontecendo a transi!ão do mundo pr%. a /ra da Da8ão vin(a a0alando as 0ases intelectuais da cosmovisão religiosa. Fico admirado como % que vocB. c3 *omo o pro0lema residia na sociedade. 4ão % verdade que as amendoeiras neste inverno deram um shoA lu&uoso de folhas vermelhas voando no ar0 E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma ovem gostando de mim0 .L c3 L. e3 Porquanto o pro0lema residisse na sociedade. mas em termos. etc. A frase que altera a idéia 04sica do segundo período desse par4grafo é> a3 K4 que o pro0lema residia na sociedade. a verdade não está apenas nos -uracos das ruas e outras ma1elas.. morando nesta cidade.A inversão de Jousseau teve conseqTBncias imprevistas... -astaria ao homem transformá. d3 /m0ora o pro0lema residisse na sociedade. @ão é certa a su0stituição de elementos do texto em> a3 L..0astaria ao (omem transform4'la. a Era da Ja1ão vinha a-alando os alicerces intelectuais da cosmovisão religiosa que sustentara a grande unidade espiritual da Idade 3%dia.. d3 A /ra da Da8ão e a %dade Jédia são nomes para uma mesma época. a fim de voltar ao paraíso. como di1em as pessoas e&ageradas. Al%m disso...vin(a a0alando os alicerces intelectuais da concepção religiosa do mundo. -atata.L TEXTO. 3as se eu for ficar re1ingando todo dia. estou rou-ado? quem % que vai agTentar me ler0 Acho que o leitor gosta de ver suas quei&as no ornal.L e3 L. . transporte. telefone.. teve início a %dade Jédia. 03 + li0eralismo político e econ#mico era uma das caraterísticas do racionalismo (umanista./ o triunfo do racionalismo (umanista tra8ia no 0o)o o li0eralismo político e econ#mico. 3as que posso fa1er0 At% que tenho reclamado muito isto e aquilo. etc. 0astaria ao (omem transform4'la para voltar ao paraíso. 3eu amigo está..industrial para os hori1ontes ine&plorados da Jevolu!ão Industrial. c3 A vitória do racionalismo (umanista extinguiu o li0eralismo político e econ#mico. consegue escrever uma semana inteira sem reclamar.. 03 Nma ve8 que o pro0lema residia na sociedade. sem protestar. etc. Fight em geral. -uracos na rua. Eurante trBs s%culos. Se o pro-lema residia na sociedade.

*om relação ao g<nero do texto. anestesia o sentimento filial Presultado moralO. assim. E olhem s$ que tipo de frase estou escrevendoD Tome tenBncia. e seus tradicionais -uracos. -em sei que esses encantamentos de mo!a por um senhor maduro duram pouco. 4enhum v"nculo de mem$ria. + PA%. pois sua escrita não est4 acompan(ando os novos tempos. !+K/ / AJA@!P. qualquer participa!ão consciente do homem e da mulher no preparo e forma!ão de uma unidade humana. acelera a produtividade dos re-anhos Presultado econ)micoO e.0licoQ 03 reflete so0re a oposição entre literatura e realidadeQ c3 reflete so0re diversos aspectos da realidade e sua representação na literaturaQ d3 defende a posição de que a literatura não deve ocupar'se com pro0lemas sociaisQ e3 sente que deve mudar seus temas. nem por isso menos poderosa. 115. por estar vel(o. costume Y direi mesmo? de ressentimento ou $dio Y o ligará a qualquer pessoa responsável por seu aparecimento. o narrador cronista> a3 sente'se o0rigado a escrever so0re assuntos exigidos pelo p. /m L/ ol(em só que tipo de frase estou escrevendoZ Eome ten<ncia. 111. amor. / ser humano conce-ido por esse processo tanto pode considerarse filho de dois pais como de nenhum. Em fase mais evolu"da.se so.0lico leitorQ d3 tem um modelo fixo. an)nimo. vel(o $ragaL. de um lado. A ciBncia aplicada fa1 o poss"vel para aviar a encomenda a m%dio pra1o. desenvolvendo. / sBmen. e&tra"do de recursos de nature1as vegetal e mineral. 11:. São caprichos de certa fase. é correto afirmar que a cr#nica> a3 parte do assunto cotidiano e aca0a por criar reflex es mais amplasQ 03 tem como função informar o leitor so0re os pro0lemas cotidianosQ c3 apresenta uma linguagem distante da coloquial. velho 9raga.Ah. olhe para o chão . de outro. por sua ve1 cederá lugar ao gerador sint%tico. com a insemina!ão artificial. Esta será produ1ida so. que. Eei&e a nuvem. Estará a-olida. A civili1a!ão industrial.crit%rios pol"ticos e econ)micos . interesse. Ele se irá como veio. TEXTO. porque sem ilusão. que se tinge um instante de p'rpura so-re as cin1as de meu crep'sculo. em linguagem metafórica. entidade a-strata. encomendou ( ciBncia aplicada a e&ecu!ão de um pro eto e&tremamente concreto? a fa-rica!ão do ser humano sem pais. 3as que importa0 Esse carinho me fa1 -em> eu o rece-o terna e gravemente> sem melancolia. o-tido por mastur-a!ão profissional e recolhido ao -anco especiali1ado. \ correto afirmar que. com um di4logo inicial seguido de argumentação o0)etivaQ e3 consiste na apresentação de situaç es pouco realistas. seu estilo tam0ém envel(eceuQ e3 d4'se conta de que sua linguagem não ser4 entendida pelo leitor comum. gratidão.condi!+es artificiais plenamente satisfat$rias. o narrador> a3 c(ama a atenção dos leitores para a 0ele8a do estilo que empregouQ 03 revela ter consci<ncia de que cometeu excessos com a linguagem metafóricaQ c3 exalta o estilo por ele conquistado e convida'se a reverenci4'loQ d3 perce0e que. a partir da crítica que o amigo l(e dirige. leve nuvem solta na -risa. Qá venceu a primeira etapa. o chamado -e-B de proveta dispensará a incu-a!ão em ventre materno. afastando o p.

que excluem a in. *.tecnicamente esta-elecidos.. sem d'vida. 6+ s<men 2. a insu-missão dos filhos aos pais % fen)meno que envolve novo conceito de rela!+es. %I. %%. a lei Y e aspiram ( vida isenta de compromissos com valores do passado. ci<ncia aplicada no sentido de que aquela visa a resultados econ#micos e esta. + pro)eto de fa0ricação artificial de seres (umanos cria a possi0ilidade da eliminação da figura paterna das sociedades futuras. %%.se. 6o c(amado 0e0< de proveta dispensar4 a incu0ação em ventre materno7 por 6o c(amado 0e0< de proveta dispens4'la'47. %%%. %%. 6encomendou . Isto não lhe poupará. tal pro eto parece coincidir com a tendBncia. de pertur0adores sentimentos> amor. de se contestar a figura tradicional do pai. / pai % solicitado a olhar outra ve1.3 ceder4 lugar ao gerador sintético7 por 6+ s<men 2.til e mesmo pertur0adora intromissão do casal7 por 6critérios políticos e econ#micos.se a presen!a inc)moda. $. sentir. pormenores insuspeitados ou menospre1ados. a paisagem sa-ida. -. e não ruptura de rela!+es. %I.ia reali1ado o ideal de in'meros ovens que se revoltam contra ela Y o pai de fam"lia e o pai social. de que resultou o 0e0< de proveta. com olhos desprevenidos. / pro eto tecnol$gico de elimina!ão do pai vai longe demais no caminho da que-ra de padr+es. A. /. %I. I. I. diferen!as. /. é mito do passado. ci<ncia aplicada a execução de um pro)eto extremamente concreto7 por 6encomendou'l(e . seria sintaticamente correto su0stituir> %. e agora e&cedente de qualquer moldura que não se a a pr$pria capacidade de mirar. que a excluem7. memória. 6acelera a produtividade dos re0an(os7 por 6acelera'os7. senão a totalidade do panorama antes encerrado em moldura -arroca ou vitoriana. por causa da clonagem e das novas conquistas genéticas. definitivamente. . Qulgo ilus$ria tal interpreta!ão. /stão certos apenas os itens.. %%%. 6critérios políticos e econ#micos tecnicamente esta0elecidos. *. compreender. 11?. %. + ser (umano produ8ido por um processo artificial estar4 ileso. @o camin(o da que0ra de padr es. I. Aparentemente. 0usca um novo conceito de funç es paternas. acentuada nos 'ltimos anos. a resultados morais. ter. @o texto. o risco de ser eliminado da sociedade futura. 9egundo o texto> A. que e&cluem a in'til e mesmo pertur-adora intromissão do casal. Pai0 3ito do passado. Eliminando. plane ado por tecnocratas insens"veis ( gra!a e ( emo!ão de gerar pelas pr$prias entranhas o acontecimento da vida. A meu ver. para identificar nela pontos de lu1 e som-ra.. %. A civili8ação industrial op e'se . a eliminação do pai pela ci<ncia é utópica> propondo a ruptura de relaç es. ressentimentos e fraternidade.3 ceder'lo'4 lugar7. + processo de inseminação artificial. 11=. o governo.. ci<ncia aplicada7. $. %%%. com a oficiali1a!ão do filho de la-orat$rio. nuan!as. ódio. tecnicamente esta0elecidos. -.

atitude 0elicosa.se da necessidade de mudan!a e Y pode ser que com a a uda de outros Y empreenda. Assim pensamos n$s. a m'sica estrangeira indu1iria a uventude -rasileira ao consumo de entorpecentes Y. voltar"amos. sem qualquer evolu!ão verdadeira.a. Janifestaç es de poder e de autoridade. /. de um dia para o outro. @om os povos não % diferente. em primeiro lugar. 7m ser humano não muda e evolui sem que cola-ore com isto.a alega!ão de com-ater o uso de drogas psicotr$picas Y segundo alguns. senão a totalidade do panorama. por e&emplo.11B. tal insulamento não seria de modo algum fecundo e dese ável. que tomem consciBncia do que lhes % nocivo. Em segundo lugar. -. de dentro para fora.til presença do feminino e a pertur0adora intromissão do masculino. tecnicamente esta0elecidos. $. 3as. 4ingu%m muda de fora para dentro. nosso pensamento. Eifere. o tra-alho de uma s$ gera!ão. que excluem a in. de m'sica estrangeira> perfeitamente poss"vel ta&ar de tal modo o disco e o livro que eles se tornem inacess"veis> perfeitamente viável impedir que as emissoras de TN introdu1am os enlatados nas suas programa!+es. não % impraticável. % evidente. transformar o pa"s em uma ilha cultural. conven!a. o governo e a lei são instituiç es culturais contra as quais os )ovens. qual o valor de tais medidas se não repousam verdadeiramente em um processo de amadurecimento0 @essado o freio. *. em nome da nossa integridade como povo. se uma for!a e&terior o do-ra. com idas e vindas. Todos esses fen)menos são árduos e lentos. assinale a opção correta. estão convencidos de que. = necessário que algu%m tome consciBncia do seu estado. = necessário que os povos adquiram uma consciBncia nova. que houve na verdade0 Eesaparecendo a pressão. A. o indiv"duo tra1 consigo os mesmos v"cios. o pai de família. com avan!os e recuos. As mudan!as culturais duráveis se fa1em atrav%s do de-ate. Assinale a opção cu)o fragmento apresenta incorreção gramatical. de livros 0rasileiros. admirem a paisagem esquecidaQ identifiquem nela pontos de lu8 e de som0ra. mudam tudo? tanto os indiv"duos como os pa"ses. ( mesma situa!ão de antes. pelas esta!+es de rádio. *om 0ase na leitura interpretativa do texto. 11C. por%m. % for!ado a agir diferentemente. A participação consciente do casal no preparo e na formação de um ser (umano. o-rigando ou proi-indo. Isso. 4essas condi!+es. Estes. uma mudan!a tem sentido. mas compatíveis com os avanços tecnológicos de nossos dias. nuançasQ perce0am pormenores insuspeitados ou menospre8ados. das nossas tradi!+es e mesmo so. fundindo'se com este e dando'l(e novo colorido. no pa"s. est4 a permissão exclusiva da pu0licação. /m termos imperfeitos. @o par4grafo inicial do texto. do confronto de opini+es. limpe8a cultural de um povo. = perfeitamente poss"vel. não se fa1 da noite para o dia. A. + autor )ulga que é perfeitamente vi4vel impedir que as emissoras de EI introdu8am propagandas . do que ulgam os indiv"duos penetrados da no!ão de autoridade. ser4 su0stituída por critérios políticos e econ#micos. vida isenta de compromissos e de valores passados. entre outras possi0ilidades defendidas como essenciais . com ol(os sem preconceitos. adeptos da for!a. que aspiram . re0elam' se. que reverenciamos a cultura.se atrav%s das id%ias. TEXTO. $. e. os moços convidam os pais e U por que não di8erO U os (omens e as mul(eres de geraç es anteriores a ol(arem com outros ol(os a vida. Sim. na melhor das hip$teses. sequer. ser4 a c(ave de um entendimento mais positivo e incomparavelmente superior . A extensão do sentimento fraternal ao paternal. !aver4 mais tempo disponível para que os pais. s$ se permitir a pu-lica!ão. de livros -rasileiros> % perfeitamente poss"vel interditar totalmente a emissão. diferenças. 4ão será. empreendam suas mudan!as. A integridade cultural de um povo fa1. Se um homem. no país.

As express es 6em nome da7 e 6so0 a alegação de7 são essencialmente sin#nimas porque uma tem o mesmo significado da outra. A expressão 6esses fen#menos7 refere'se a 6avanços e recuos7. 6Assim pensamos 2.. + pronome demonstrativo 6/stes7 est4 relacionado a 6governantes e ditadores que estão no poder7.sculas alteraria o sentido com que tais palavras foram originalmente empregadas pelo autor do texto. assinale a opção correta. -epreende'se do texto que> . #o e o HpovoI % a -ase e o ponto de referBncia comum de todos os governos nacionais. 151.sica estrangeira indu8 a )uventude 0rasileira ao consumo de entorpecentes. /s governos dos Estados. todavia. A. que reverenciamos a cultura. sint4tica e semAntica do texto. indicada entre aspas.3 verdadeO7 U *aso um (omem.3 mudanças7 U @ecess4rio é que os povos adquiram uma nova consci<ncia. se o governo tem algum o. em-ora não possa. A. do de0ate. como tam0ém as mudanças culturais dur4veis de um povo. do confronto de opini es. 69e um (omem 2. se)a forçado a agir diferentemente do (a0itual. *. e&cetuando..na!ão ou dos Estados territoriais modernos erguem. 11F. segundo a frase prover-ial. todo governo % governo do povo e para o povo. em0ora gramaticalmente correta. 6\ necess4rio 2. Terceira? os governos podem prover aos ha-itantes de seu territ$rio servi!os que.. *.se so-re trBs premissas. + autor aquiesce com aqueles que consideram que principalmente a m. $.. 6Nm ser 2. Segunda? os ha-itantes de seus territ$rios aceitam sua autoridade mais ou menos de -om grado. s$ pode ser o de cuidar do -em. pensamos assimQ nosso pensamento difere do que os indivíduos penetrados da noção de autoridade )ulgam. /. Logo no início do texto..de produtos alimentícios enlatados nas suas programaç es. *onsiderando as escol(as voca0ular.3 autoridade7 U @ós. não seriam fornecidos com eficácia igual ou nem sequer seriam fornecidos Y servi!os como Hlei e ordemI. apresenta acréscimos ao sentido original.. do interior para o exterior. $. idéia su0)acente a todo o texto. Assinale a que. TEXTO.. como certo Y afinal. 4os 'ltimos trinta ou quarenta anos. de outro modo. o voc40ulo 6através7 admite a su0stituição pela expressão 6por meio de7 e tem o sentido de porquanto. constrói'se não só a integridade. o autor insere'se no texto.3 opini es7 U Por intermédio das idéias.. -. *ada opção a0aixo apresenta a reescritura de parte do texto. Isso não apenas % inevitável. nada (ouve de importante na verdade. essas premissas vBm dei&ando de ser válidas. que tomem ci<ncia do que l(es é danoso. Primeira? eles tBm mais poder que outras unidades que operam em seu territ$rio. *. -. modestamente. colocando'se como (omem apreciador de cultura.estar de todos os cidadãos e falar em nome deles. fato que fica registrado no discurso pelo emprego da primeira pessoa do plural. ser e&ercido pelo povo.3 com isto7 U Nm ser (umano só muda e evolui se cola0ora com isso.se os teocráticos. em qualquer sentido operacional do termo. o autor do texto posiciona'se contr4rio ao avanço cultural da população. 15G. 4a era do homem comum. caso uma força exterior o do0re. /. @o par4grafo final. 6A integridade 2. -.. A reescritura de 6país7 e 6estado7 com iniciais mai. /.etivo. façam as suas mudanças.. Ao afirmar que o insulamento de modo nen(um seria fecundo e ao questionar o valor das medidas proi0itivas. e.

a concisão. TEXTO. porque assim o sa0or dos alimentos aumenta. manteiga. os pronomes de terceira pessoa deveriam ser alterados para a primeira pessoa do plural ou deveria ser usada a vo8 passiva. com o o0)etivo.A. /. -. + autor procura demonstrar a impossi0ilidade do sucesso dos /stados'nação. A validade das tr<s premissas enumeradas no segundo par4grafo sustenta os governos dos /stados' nação. por exemplo. se concordassem com um nome no singular. o texto pode fa8er parte de um edital porque argumenta quanto a assunto p. 151. o texto pode fa8er parte de um parecer. /. *omo est4. os leitores costumam ler os an. As formas ver0ais 6t<m7 e 6v<m7 são acentuadas de acordo com a mesma regra gramatical e.0lico e de interesse do /stado. . $. 15:. de sustentar uma opinião técnica su0metida a exame. a impessoalidade e o uso do nível formal da linguagem e que o texto faça parte de um documento oficial. A maior parte dos leitores de ornal o lBem durante o caf% da manhã. $. K+D@AL. @a lin(a 1. A. *onsiderando que são características da linguagem oficial a clare8a. 155.ncios de )ornais no café matinal. se o advér0io 6apenas7 for deslocado para imediatamente depois do ver0o 6é7. Eodo governo deve ser exercido operacionalmente pelo povo e é destinado ao (omem comum. Assinale a opção incorreta a respeito das estruturas ling. sem pre)uí8o da correção gramatical. assinale a opção correta. a idéia de nação deve ser compreendida como uma qualificação. $. uma restrição da idéia de /stado. 9e o texto fi8esse parte de um ofício. + governo nos /stados teocr4ticos não tem o0)etivo. *. Qornal. Anunciar produtos matinais como cereais. a situa!ão fica ainda mais favorável para quem anuncia em ornal. sucos. $. os pronomes 6seu7. @onsiderando que S<d dos leitores tBm educa!ão m%dia ou superior e .ísticas do texto> A. -. iogurtes % untar a fome com a vontade de comer. -e acordo com o sentido textual. por exemplo. não teriam acento gr4fico. -. a linguagem precisaria ser mais formal. o ger. /m um relatório. o sentido e a correção gramatical da oração serão mantidos. leite. @a lin(a ?. +s /stados territoriais modernos t<m dificuldade para ter sua autoridade aceita por seus (a0itantes. o emprego de aspas e alterando'se a reg<ncia de 6prover aos (a0itantes7 para 6prover os (a0itantes7. *. portanto são naturalmente mais -em informados e preocupados com a qualidade da alimenta!ão. Nai -em com caf% da manhã. 6seus7 e 6sua7 referem'se a 6(a0itantes7. os )ornais destinam'se. quei os. ser su0stituído por 6excetuados7.ndio em 6excetuando'se7 pode.5d tBm filhos. + texto afirma que> A. aos cidadãos instruídos e preocupados com a formação de seus fil(os. @a palavra composta 6/stados'nação7. prioritariamente. evitando'se. *omo est4. *. Fa1 de seu produto um produto muito mais interessante.

os an. %%. *onsiderando que apenas C_ dos leitores não t<m fil(os.lo como direito real. Nma multidão de leitores t<m o ensino médio completo no $rasil. se não de todos os an.ncios.ncios. /. os adultos são o alvo principal. %%%.se a tradi!ão democrática como institui!ão de trBs direitos fundamentais que definiam o cidadão? igualdade.*. %%. quei)o e cereais. pelo menos de an. a sociedade pode instituir formas de reivindica!ão para criá. %%%. A *D%A^P+ -+9 -%D/%E+9. Assinale a opção cu)a reescritura mantém o sentido original da mensagem do texto e est4 gramaticalmente correta. Muanto . se a pela garantia de participa!ão no governo. %%.ltimo período do texto U 6&a8 de seu produto um produto muito mais interessante. devem fa8er parte do café matinal dos leitores dos )ornais. as matérias dos )ornais auxiliam o crescimento demogr4fico. %I. mas sa0e'se que é an. -.s idéias do texto. todos os cidadãos possuem os mesmos direitos e devem ser tratados da mesma maneira.7 U est4 oculto. $. Em :a outras palavras.mero de pessoas l< o )ornal enquanto toma o café da man(ã. sucos. %I. *. manteiga. físico e intelectual dos anunciantes. + an. Juitos dos que l<em )ornal l<em'no pela man(ã. adequação . Igualdade significava? perante a lei e os costumes da polis. mas a-re o campo para a cria!ão da igualdade. leite e sucosQ pastosos> manteiga e iogurteQ sólidos. A mera declara!ão do direito ( igualdade não fa1 e&istir os iguais. %. 15?. I. %. cereais. Hrande n. por meio das e&igBncias e demandas dos su eitos sociais. -. A. correção gramatical e . quei)os. li-erdade e participa!ão no poder. /. Por esse motivo. Arist$teles afirmava que a primeira tarefa da usti!a era igualar os desiguais. iogurte etc. 9endo mais 0em informados e preocupados com a alimentação. +s leitores superiormente educados somam setenta e oito por cento e noventa e dois é a percentagem dos que tem fil(os. )ulgue os itens a0aixo. I. *.ncios procuram vender produtos alimentícios pela man(ã. $. declarado o direito ( igualdade. %. -. %I. TEXTO. /.ncios dos produtos de consumo matinal. = verdade que as lutas populares nos pa"ses de .0lico de mel(or nível instrucional. se a pela redistri-ui!ão da rique1a social. + su)eito do . criou. A preocupação com a qualidade de vida das novas geraç es passa pela qualidade da alimentação e por situação financeira mais favor4veis. I. quem anuncia em )ornal consegue divulgar seus produtos a um p.ncio de produtos alimentícios a0re o apitite e aumenta a vontade de comer. 2uando a democracia foi inventada pelos atenienses. /stão certos apenas os itens> A. %%%. 15=. 9ão produto matinal líquidos.

Para que (ouvessem igualdade e li0erdade em um lugar. @o sistema democr4tico dos atenienses. a intolerAncia e o preconceito podem ter a mesma origem.. reivindicação. 15F. \ tarefa da )ustiça distri0uir a rique8a e garantir a participação de todos. que comp+e o cenário moderno.3 ou. 4o entanto. Talve1 este amos cometendo um equ"voco. /. A coer<ncia do texto ficaria pre)udicada se a con)unção alternativa 6se)a 2..s idéias do texto. + direito declarado institui automaticamente o direito real e concreto. no Terceiro 3undo eram implantadas ditaduras e regimes autoritários. -. /. E não foi por acaso que. @a Antiguidade.. 15C.. )4 existia desigualdade social. nem 2.estar social. é correto afirmar que> 2A3 atualmente todos são intolerantes e preconceituosos. pre)udicou'se em outro. Assinale a opção cu)a frase est4 gramaticalmente correta. 15B. Aos capitalistas dos países ricos aliavam'se os do Eerceiro Jundo.. /. 1:G.capitalismo avan!ado ampliaram os direitos e que a e&plora!ão dos tra-alhadores diminuiu muito. a ditadura.3 ora. agravou as condi!+es de vida e de tra-alho da outra parte.. ou 2. *.3 se)a7 fosse su0stituída por> A. é preciso primeiramente t<'los. em seu país. -.3 como. 2-3 em0ora não (a)a certe8a. $. é uma invenção (umana. quer 2. .estar e a democracia social.vidas. A. @o que se refere . ao melhorar a igualdade e a li-erdade dos tra-alhadores de uma parte do mundo. houve um pre!o a pagar? a e&plora!ão mais violenta do tra-alho pelo capital recaiu so-re as costas dos tra-alhadores nos pa"ses do Terceiro 3undo.3 quer.. A democracia não existiu sempre. 2*3 (4 a convicção de que o preconceito e a intolerAncia t<m a mesma origem.. -e acordo com o texto. (ouve um erro . 2$3 a intolerAncia e o preconceito estão presentes na sociedade ur0ana sem som0ra de d. todos os cidadãos possuiam os mesmos direitos e deviam ser tratado do mesmo modo. tanto 2. que tin(am por regime político. Para reinvindicar direitos. #ouve uma divisão internacional do tra-alho e da e&plora!ão que. *. @a democracia. assinale a opção incorreta..3 nem. $. enquanto nos pa"ses capitalistas avan!ados cresciam o Estado de -em. *. pagar> a exploração dos países do Eerceiro Jundo. + direito real depende de participação... -. A. $. so-retudo com o Estado do -em.. mas a intoler8ncia e o preconceito quase sempre são resultantes de uma inocBncia deteriorada. ora 2. TEXTO. com os quais os capitalistas desses pa"ses se aliavam aos das grandes potBncias econ)micas.

língua. 2$3 retórica. car4ter. farm4cia.2/3 (4 sérias d. 2$3 a intolerAncia e o preconceito estão presentes na sociedade ur0ana sem som0ra de d. t. t. (ep4tico. língua.vidas. 2*3 escondida. espírito.piter. /m inoc<ncia deteriorada. 2-3 o0séquio. 2-3 indevida. mas a intoler8ncia e o preconceito quase sempre são resultantes de uma inocBncia deteriorada. 2$3 exteriori8ada. 2$3 exteriori8ada. mesma regra de acentuação das seguintes palavras> 2A3 ). A palavra equívoco o0edece . farm4cia. 1:5. 2/3 adulterada. car4ter.piter. espírito. 2/3 (4 sérias d. externa. cAndida. interna.nel. interna. estragada. TEXTO. 6Talve1 este amos cometendo um equ"voco. 2*3 (4 a convicção de que o preconceito e a intolerAncia t<m a mesma origem. 1:1. estragada. 2*3 escondida. frívolo.nel. 2/3 fonética. frívolo. gram4tica. 2/3 fonética. 2-3 o0séquio. imprópria. 2$3 retórica. saída. 2*3 cardíaco. 2-3 indevida. 2-3 em0ora não (a)a certe8a.vidas so0re a exist<ncia da intolerAncia e do preconceito. /m 6inoc<ncia deteriorada7. é correto afirmar que> 2A3 atualmente todos são intolerantes e preconceituosos. externa. 2*3 cardíaco. saída. 1::. (ep4tico. -e acordo com o texto. 1:1. a intolerAncia e o preconceito podem ter a mesma origem. o ad)etivo significa> 2A3 pura. frívolo. A palavra equívoco o0edece . o ad)etivo significa> 2A3 pura. imprópria. gram4tica.vidas so0re a exist<ncia da intolerAncia e do preconceito. 2/3 adulterada. mesma regra de acentuação das seguintes palavras> 2A3 ). . 1:=. frívolo. cAndida. que comp+e o cenário modernoI.

c3 @a aceleração do crescimento dos anos FG.6 % que houve tal mudan!a na economia americana que precisamos de uma Hnova teoria econ)micaI para e&plicá. no período analisado. 03 + segmento 6!4 muitas ra8 es pelas quais.. com vantagem estilística. nos /NA. Isso estimulará o investimento e a incorpora!ão de novas tecnologias. enquanto uma ta&a anual de ad produ1 uma infla!ão acumulada. a demanda glo0al ultrapassou a oferta glo0al. na redu!ão da ta&a de desemprego e na queda da ta&a de infla!ão. #á muitas ra1+es pelas quais não se deve aceitar tal rela!ão de causalidade. e3 + uso do futuro do pretérito no ver0o auxiliar 2l.[f:. /m qual alternativa a afirmação é falsaO a3 +s par<nteses . . 1:C. c3 + segmento 6no período 1FF=V1FFF7 2lin(a :.la. 1?3 pode tam0ém ser corretamente escrito como !4 muitas ra8 es por que. uma infla!ão acumulada de S5d.. e3 + segmento 6@ão existe nen(uma ra8ão7 2lin(a F3 pode ser su0stituído. usando a m%dia trimestral das variáveis. = um parado&o apenas na aparBncia. d3 Para que a <nfase recaia so0re a palavra 6crescimento7 2lin(a ?3 a flexão de g<nero pode ser no masculino em 6acompan(ada7 2lin(a ?3. se a participa!ão da massa salarial na renda glo-al estiver diminuindo e a produtividade do tra-alho estiver crescendo.. 03 @a década dos FG. de acd. exceto> a3 *om relação ao crescimento médio real da economia dos /NA.6 % diferente da dos <6 na economia americana0 A ta-ela a-ai&o compara as duas. 1:?.s lin(as ? e B podem ser su0stituídos por vírgulas. aumentando a oferta glo-al. Esta 'ltima % notável quando levamos em conta que uma ta&a anual de [..TEXTO.Rd produ1. 3as em que a d%cada dos . 03 /m 6explic4'la7 2lin(a :3 o pronome 4tono referese a 6nova teoria econ#mica7 2lin(as 5. necessariamente.. A afirmação não é verdadeira> a3 A 6relação de causalidade7 2lin(a 1B3. = verdade que no per"odo :. 4ão e&iste nenhuma ra1ão para pensar que a simples e pura acelera!ão do crescimento deve.. nos /NA. 1:B. =3 poderia estar entre vírgulas. o custo do tra-alho por unidade de produto diminuirá e haverá um aumento de lucro. Isso s$ deveria ocorrer se a demanda glo-al estivesse tentando crescer mais depressa do que a oferta glo-al e a economia estivesse em pleno emprego. não (4 diferença entre as décadas comparadas 2CG e FG3. est4 a0aixo do ponto em que as press es da demanda costumam superar a oferta. por @ão existe ra8ão alguma.. na d%cada. que o autor refuta é> aceleração do crescimento causa necessariamente aumento de inflação. d3 A utili8ação da capacidade produtiva nos /NA.113 antecedendo a oração condicional indica ao leitor que o enunciado representa uma con)ectura. houve uma acelera!ão do crescimento da economia acompanhada Po que parece parado&alO por uma redu!ão da ta&a de infla!ão. Nerificamos que as diferen!as residem no aumento da produtividade do tra-alho. Por e&emplo. em de1 anos.7 2lin(as 1=. As seguintes asserç es estão corretas em relação ao texto. /utra possi-ilidade % a com-ina!ão de uma redu!ão dos pre!os das importa!+es com uma valori1a!ão e&terna da moeda. levar a um aumento da ta&a de infla!ão. sem pre)uí8o da textualidade. verificou'se um surto de crescimento produtivo e redução da inflação. :3. 7ma das grandes ilus+es da d%cada dos .

prometeu a 4ossa Senhora ficar solteira. ele respondeu que era tarde Y noiva de grinalda sem ter direito.. /3 permissividade. 1=1. E/RE+.se. d3 k lin(a F. mas isso ficou em segredo.. c3 @o .. $3 cumplicidade. o primo /u8é0io l(e fi8era mal. suicidar'se. e3 + complemento nominal de 6+utra possi0ilidade7 2lin(a 1:3. podemos afirmar que a relação entre 9antina e /u8é0io se deu num clima de> A3 equilí0rio. que est4 implícito.. e3 /staria tam0ém correto iniciar'se o texto assim> Nma das grandes ilus es da década dos FG é a de que (ouve tal mudança. -3 viol<ncia. + PD%J+..c3 Por uma questão estilística. (avia dois anos. e dei&ar o outro sem castigo0 Ela revelou que. *3 indiferença. o primo Eu1%-io lhe fi1era mal. A3 9antina guardava consigo. por mais que se defendesse. @o texto.ltimo par4grafo.s lin(as 1C e 1F. . Assinale'a. 1=G. aquele segredo. 03 !4 elipses de su0stantivos .. A opção na qual a afirmação não é verdadeira é> a3 @ão se flexionou no plural a forma ver0al do ver0o (aver 2lin(a 113 porque o sintagma que se l(e segue est4 no singular. *3 + primo l(e fi8era mal.. prometeu a @ossa 9en(ora ficar solteira. Santina pediu perdão.7 /3 6+ próprio $ento não a deixava mentir. Nma das seguintes alternativas apresenta erro quanto ao emprego do pronome grifado. deve'se preferir a <nclise do pronome ao ver0o auxiliar em 6não se deve aceitar7 2lin(a 1?3. testemunha de sua afli!ão antes do casamento. muito tempo. havia dois anos.. (4 informaç es que nos são passadas em linguagem figurada. e deixar o outro sem castigoO7 *3 L/la revelou que.. @asado por amor. pode'se incluir o índice de su)eito indeterminado )unto ao predicado 6pensar que. $ento se desesperou. /m que alternativa perce0emos issoO A3 L*asado por amor. 1:F. 9egundo o texto. comparam'se as taxas de inflação de períodos iguais de tempo. $3 $ento disse a 9antina que precisava falar consigo. Ee vergonha. ou se)a. / pr$prio 9ento não a dei&ava mentir. suicidar.L 1=1. d3 + pronome 6%sso7 2lin(a 113 refere'se a todo o período anterior.7 -3 L. por mais que se defendesse.7.7 $3 6Jatar a noiva. 3atar a noiva. encerra a idéia> de a aceleração do crescimento levar ao aumento da taxa de inflação. 9ento se desesperou. usam'se palavras em sentido conotativo. Primeira noite ele conheceu que Santina não era mo!a.

E tam-%m de t%cnicos de linhas de transmissão de energia. a profissão mais perigosa do pa"s. por%m.s normas da sociedadeO $3 9er4 que 9antina não preferiria ficar solteira do que passar por aquela situaçãoO *3 -e certa forma. -3 -esculpar 9antina.-3 L%sso deve ficar entre mim e voc<. segundo estatísticas mundiais.mero de vítimas fatais são> mineração su0terrAnea . 1=:. que % o maior centro de pesquisas so-re o assunto em toda a Am%rica Fatina. a ind. e tudo estaria resolvido. os setores com maior n. extração de petróleo e ind. /3 + medo de 9antina era este> ser considerada uma mul(er vulgar. perdoar'l(e apagaria o passadoO /3 9antina procurava )ustificar'se para agradar ao marido. 1=5. afirma Eamásio. de tra-alhadores em minas su-terr8neas e em plataformas petrol"feras. 4o 9rasil. TEXTO. exceto em> A3 $ento estaria apenas o0edecendo . di1 o f"sico Eamásio de Aquino. %%%.stria madeireira e a profissão de mergul(ador profissional não investem em condiç es de tra0al(oQ %I. HA maioria das mortes ocorre naquelas serrarias espalhadas em cantos remotos do pa"s. com aS $-itos para :66 666 empregados durante o ano de 5666. 4o caso da ind'stria madeireira. segundo o físico -am4sio de Aquino. da Funda!ão de Seguran!a e 3edicina do Tra-alho PFundacentroO. / mais recente estudo do gBnero nos Estados 7nidos. em São Paulo. que lutam contra o vento pendurados . de acordo com pesquisa do Jinistério do Era0al(o. o pior % que -oa parte dos acidentes poderia ser evitada com máquinas mais seguras. a a6 metros de altura. poderia $ento ter dito a 9antina. 7m operador de serras tinha uma chance de morrer em servi!o 56 ve1es maior que a m%dia dos tra-alhadores em todos ou outros setores G de longe. em ca-os que transportam mais de 566 666 voltsI. o setor madeireiro apresenta grande n. 2uais são as profiss+es mais perigosas0 /s acidentes de tra-alho tBm pro-a-ilidades muito maiores de serem fatais quando ocorrem em lugares de onde % imposs"vel escapar. nem a /rgani1a!ão 3undial do Tra-alho tem um ran^ing estat"stico ou um estudo glo-al que aponte as profiss+es com os "ndices de $-itos por acidente mais elevados.mero de vítimas por falta de segurança nas m4quinasQ %%%.6. -e acordo com o texto. /stão corretas as afirmaç es contidas apenas em> 2A3 %%. Em segundo lugar. onde não há uma pressão para a melhoria das condi!+es de tra-alho e não se investe em mecanismos de prote!ãoI. dados do 3inist%rio do Tra-alho mostram que a atividade econ)mica com o maior n'mero de v"timas fatais % o setor madeireiro. categoria que re'ne duas das profiss+es de mais alto risco? minera!ão su-terr8nea e e&tra!ão de petr$leo Pprincipalmente nas famigeradas plataformas marinhas citadas acimaO. 9antina )4 informara a $ento o que ocorrera com ela no passado. vBm as ocupa!+es ligadas ( e&tra!ão mineral. Por incr"vel que pare!a. reali1ado na d%cada de .stria madeireira. no $rasil. . mas nada o convencia da inoc<ncia dela. H= o caso de mergulhadores profissionais. tam-%m apontava para o perigo das madeireiras. pode'se afirmar que> %. as profiss es com maior risco de fatalidade são as de técnicos de transmissão de energiaQ %%. /m todas as alternativas a reg<ncia dos ver0os est4 adequada ao padrão culto. $rgão filiado ao 3inist%rio do Tra-alho.

2-3 %%.mero de acidentes de tra0al(o em locais inacessíveis. +0serve o trec(o a seguir> . vão chegar desenvolvimento. 2-3 as plataformas são respons4veis por um grande n.2$3 %. por> 2A3 mas. 2$3 (4 serrarias no interior do país que não apresentam condiç es de tra0al(o.mineração su0terrAnea e extração de petróleo 2principalmente nas famigeradas plataformas marin(as citadas acima3. 2*3 o perigo de um operador de serras morrer em serviço decorre do fato de (aver serrarias em lugares muito remotos. porém. 1==.. a con)unção 6porém7 pode ser su0stituída. 9egundo o texto. e de todas as pessoas que estavam esperando a energia el%trica chegar.. @om isso. . sem alteração de sentido. está lan!ando o Programa Fu1 no @ampo. 2-3 logo. 2/3 (4 uma organi8ação mundial que se preocupa em apontar as profiss es com os maiores índices de ó0itos por acidentes. 2-3 os /stados Nnidos.. 3udando o campo da noite para o dia / governo federal.. pois estão em lugares de difícil acesso. 2/3 as plataformas são um dos locais em que ocorrem duas das profiss es de maior risco> mineração su0terrAnea e extração de petróleo. na década de FG. %I. LN] @+ *AJP+. por interm%dio do 3inist%rio de 3inas e Energia e da EFETJ/9JWS. 2*3 portanto. 2*3 %. pode'se concluir que> 2A3 os acidentes de tra0al(o poderiam ser sempre evitados se (ouvesse maior fiscali8ação do Jinistério do Era0al(o. 2*3 as plataformas são descon(ecidas. conforto e todos os -enef"cios que a energia tra1. 2$3 as plataformas são afamadas pela ocorr<ncia de acidentes fatais. %I. 2$3 conquanto. 1=B. 2/3 %%%. 7m pro eto que vai levar energia el%trica para mais de um milhão de domic"lios e propriedades rurais no interior do pa"s. a expressão entre par<nteses indica que> 2A3 as plataformas são not4veis por apresentarem desenvolvimento tecnológico de grande porte. %%%.mero de acidentes fatais. o homem do campo vai poder continuar morando no campo. Qunto com o Programa. @o contexto. 1=?. vai poder ser reali1ado. %I. E o sonho de dona Al1ira. dados do Jinistério do Era0al(o mostram que. @o trec(o> @o $rasil. reali8aram um estudo para evitar o excessivo n.. TEXTO. 2/3 porque.

*. $./n. a exemplo de dona Al8ira. A.s propriedades ur0anas. -ona Al8ira. Assinale a opção cu)os termos. na ordem que são apresentados. a nature8a estar4 tão clara. A eletro0r4s vai levar energia ao @/ do país. 8ona rural. que vai gerar mais energia. 9e (ouver W poder4 ter $. A. livrar4 o (omem do campo de muitos impecil(os ao pogresso.sculas.s a0reviaç es e . 1?G. 1=F. porque estimula a eletrificação rural do país. + governo &ederal vai poder reali8ar a aspiração de dona Al8ira. assinale a opção correta. assinale a opção correta.1=C. porque elas )4 possuem os 0enefícios e o conforto proporcionados pela energia elétrica. noite. + governo lançar4. /. que parecer4 um pasto verdin(o durante o dia. + Programa Lu8 no *ampo é apresentado no texto como uma iniciativa positiva do governo. Muando (aver W terão 1?1. cu)o son(o é ter eletrodomésticos. preenc(em corretamente os espaços da frase acima. -e acordo com as idéias do texto. TEXTO. porém muito limitado. com a eletrificação rural. -. agora poder4 co8er os seus doces favoritos. + Programa Lu8 no *ampo é de responsa0ilidade do Ji. -. o governo não medir4 esforços. + o0)etivo do PL* é. Assinale a opção gramaticalmente correta. 9e)a c(egando ao campo. que vai levar lu8 elétrica . /. após c(egar a eletricidade ao campo. Afim de conseguir seu intento. + Programa Lu8 no *ampo. *. o Programa tem alcance efica8. Muando (ouver W irão usufluir de *. se)a c(egando . + título do texto sugere que.Ji. A. -. A. cu)o dese)o é possuir uma geladeira. cidade. aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa lu8 no campo. /. *om refer<ncia . 0revemente. 3inha inf8ncia % ho e aquele pei&e de prata que me escorregou da mão . *. -estinado exclusivamente . + Programa Lu8 no *ampo vai reali8ar o son(o de muitas mul(eres tra0al(adoras. a energia elétrica é sempre um insentivo ao progresso.s comunidades po0res do @ordeste. + pro)eto. grafia de iniciais mai. + desenvolvimento c(egar4 apenas . um pro)eto de alto'sufici<ncia em energia elétrica no campo. $. $. geograficamente. mudar o *ampo da @oite para o -ia. /m0ora (a)a W não tem podido go8ar de -. os moradores aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa algum conforto. é um su0produto do Pro)eto Avança $rasil. Apesar de não (aver W t<m podido go8ar de /. .

um deles tem função de su)eito. uma con)unção adver0ial condicional e um ver0o transitivo direto. 1?:. 3ergulho no antigo rio atrás do pei&e vadio 2uem viu0 2uem viu0 3inha inf8ncia % ho e aquele papagaio fu ão no ar. @a segunda estrofe temos dois su0stantivos. *. um ver0o intransitivo. sendo que> A. /. . um caso de colocação pronominal que est4 de acordo com a norma culta. referencial e emotiva $. @a primeira estrofe temos> A. um pronome relativo. um ver0o de ligação. um ver0o transitivo. @a . uma preposição e um artigo indefinido. poética e apelativa /. um ad)unto adnominal. um ad)unto adver0ial de tempo. quatro ver0os intransitivos. -. Su-o nos galhos da goia-eira atrás do fala1 papagaio 3e segura. os dois t<m função de ad)unto adver0ial. $. poética e emotiva -. um deles tem função de aposto. uma locução ad)etiva.ltima estrofe temos> A. um deles tem função de o0)eto. -. as duas funç es de linguagem facilmente identific4veis são> A.ística 1?5. $. um pronome demonstrativo e um advér0io. sua muda can!ão. -. dois ver0os de ligação e um ad)etivo. 1?=. $.como se fosse sa-ão. /. me segura senão eu caio. emotiva e metaling. 1?1. referencial e f4tica *. *. *. @o texto. um deles tem função de complemento nominal. uma con)unção comparativa e uma con)unção integrante.

ao afirmar que o selvagem que aqui (a0itava era naturalmente 0om. d3 Jostra o pensamento de um ateu. d3 cultura e legado. Serão valores em-utidos em nossa cultura por um legado religioso0 /u um impulso inato.a por uma id%ia oposta? a do homem que nasce virtuoso. ainda não responderam a essa pergunta. 1?C.-om selvagem. são solid4rias com as demais. e3 sangue e rios. ao inverter a visão da %gre)a. 1?F. invertendo muitos s%culos da visão pessimista do homem naturalmente pecador e mau. 4o s%culo :<. mas. que sempre acreditou ser o (omem virtuoso. = o . que escreveu o0ras contra a %gre)a. ao afirmar que o (omem nasce virtuoso. rece-ido da nature1a ao nascer0 Sangue. @o texto./. devido . TEXTO. su-stituiu. uma das contri-ui!+es iniciais da desco-erta do 9rasil ao pensamento europeu. e3 *ontri0uiç es est4 para contri0uir assim como intuiç es est4 para intuir. 3as há sempre algum altru"smo nas pessoas. de alguma maneira. tradição cristão. c3 %mpulso est4 para impelir assim como decurso est4 para decorrer. d3 /m0utida est4 para im0utida assim como emigrar est4 para imigrar. 03 tradição e idéia. 03 /xplica que existe nas pessoas algum conceito que a leva a praticar atos estran(os. Jousseau. 1??. e3 Devela que nossa cultura tem valores em0utidos por um cidadão. e degenera na sociedade. TEXTO. é errado afirmar que> a3 Altruísmo est4 para altruísta assim como escotismo est4 para escoteiro. considerado legado religioso. e rios de tinta. d3 *ontradisse a tradição cristã. K. e3 *ontri0uiu para a desco0erta do $rasil. c3 /rrou. Q. / FEm/. 03 /m0utidos est4 para em0utir assim como vindo est4 para vir. em-utida na tradi!ão cristã. degenera na sociedade. c3 altruísmo e valores. 9egundo o texto. 1?B.. *onsiderando'se algumas palavras do texto. 03 \ o 0om selvagem que contri0uiu para a desco0erta do $rasil. foram empregadas em sentido conotativo as seguintes palavras> a3 visão e pecador. Q. uma con)unção adver0ial concessiva. c3 -iscute a validade de se levarem em consideração os ensinamentos da %gre)a. e a sociedade o corrompe. K. . mas degenerador da sociedade. quando nasce virtuoso. Dousseau> a3 Afirmou que o (omem é naturalmente pecador e mau. + autor do texto> a3 Afirma que as pessoas.

predomina a descrição o0)etiva no texto.lhe o guri uma pedra? acertou no olho lacrimoso e doeu. Ee repente. 7m de n$s protesta que deviam servir. leão come verdeD Fan!a. ainda % um leão? fa1 estremecer as gramas a seus p%s. %.se um piá e. 1BG. não se agTenta das pernas. de acordo com o texto.se a rouca -u1ina do fordeco antigo. as demais formas ' descrição e dissertação ' inexistem. velho e doente. Está velho. Por um instante o rugido manteve suspensos os macaquinhos e fe1 -ater mais depressa o cora!ão da menina. so-re o focinho contei nove ou de1 moscas. Escancarou penosamente os -ei!os moles e negros. que o a0andonou. por um momento. e3 @en(uma das afirmaç es. não era um -oce o. esquecido por um circo de passagem. em gradil de ferro. que ele não tinha 8nimo de espantar. *ausas principais> o circo. Sem sair do lugar. p+e. / leão a-riu a -ocarra de dentes amarelos. Tem sim. ocorre descrição. sacudindo a u-a.se a mastigar capim.A menina condu1. @ontinua o moleque a ogar amendoim na cara devastada do leão. / rei sopra pelas narinas. ficou de p%. Eerreado.se aos poucos nas pernas tortas. e a criança. Por ressaltar unicamente as condiç es físicas da personagem. /-servei em volta? somos todos adultos. d3 Apenas a %%%. visto que o autor representa a personagem principal através de aspectos que a individuali8am. /ra. Ele não tem dente0 . Eas grandes narinas escorriam gotas e pensei. &ato principal> a morte do leão. @hega. %nferimos que. a u-a emaranhada e sem -rilho. 1B1. %%. 03 Apenas a %. não vB0 4ão tem % for!a para morder. %%%. Por ser um texto predominantemente narrativo. 7m dos presentes e&plica que o leão tem as pernas entrevadas. desafiando com olhar selvagem o leão. 4ão está preso. artr"tico. a vida inteira na min'scula aula. atira. as crian!as estão em redor dos macaquinhos. que fossem lágrimas. não pode sustentar. elevou. E&austo.se cair de lado e fechou os olhos para sempre. que o acertou com uma pedra. Fui solto no gramado e a tela fina de arame % escarmento ao rei dos animais. Entre caretas de dor. ouviu. c3 Apenas a %%. . %. pode2m3 estar correta2s3> a3 Eodas. dei&ou. mas % um leão. 4ão mais que um caco de leão? as pernas reumáticas. Ele nos olha e um -rilho de compreensão nos fa1 -ai&ar a ca-e!a? % conhecido o travo amargoso da derrota.lhe um punhado de cascas de amendoim. /m0ora não se)a um texto predominantemente descritivo.me diante do leão.se em p%.se cansados. sem contar a menina. / leão soltou seis ou sete urros. . com linguagem denotativa. /s olhos glo-ulosos fecham.lhe a carne em pedacinhos. Apenas para n$s o leão conserva o seu antigo prest"gio .

%nferimos que. e3 @en(uma das afirmaç es. %%%. %%. o leão. o leão c(oraQ denotativamente. o leão. %nferimos que. de acordo com o texto. por parte de seus antigos donos. assunto predominante do texto. morre.s provocaç es. A decad<ncia do leão é tanta. que nada fa8 lem0rar a sua antiga reputação. %%. 03 Apenas a %. %. assunto predominante do texto. que não mais produ8 e não mais tra0al(a. 03 Apenas a %. o menino agride. /videncia'se explicitamente no texto uma comparação> a decad<ncia do leão é similar a do ser (umano em geral. A vel(ice do leão. e3 @en(uma das afirmaç es. de acordo com o texto. A decad<ncia física do leão. pode2m3 estar correta2s3> a3 Eodas. mas o governo não teve tempo de levantar a ca-e!a da trincheira. 03 Apenas a %. c3 Apenas a %%.O Era para ser uma semana de cele-ra!+es. %%%.. @em mesmo os adultos o recon(ecem mais. sentindo'se inconformado. d3 Apenas a %%%. P. Jetaforicamente. / tiroteio. pode2m3 estar correta2s3> a3 Eodas. que havia come!ado uma semana .%%. pode2m3 estar correta2s3> a3 Eodas. pode representar a marginali8ação. maus tratos e decad<ncia física dos animais. c3 Apenas a %%. a0andono e agressão a que são su0metidos os idosos. d3 Apenas a %%%. *onotativamente. %. %%%. %ncapa8 de reagir fisicamente . 1B5. e3 @en(uma das afirmaç es. uma prova de gratidão. conota marginali8ação. + fato de o leão Lnão estar preso em gradil de ferro constitui. d3 Apenas a %%%. 1B1. de acordo com o texto. denota animali8ação do ser (umano. c3 Apenas a %%. TEXTO. %nferimos que.

antes com as den'ncias contra os presidentes do 9anco @entral e do 9anco do 9rasil. / noticiário foi predominantemente contrário ao pro eto de lei que cria o conselho. a pol"tica de informa!ão do governo. o que não está de todo errado.feira. Jicardo 9er1oini. em nome do presidente Fula. ho e. dia [. inclusive nesta Folha.feira. 4a quarta. . pelo ministro do Tra-alho. ao @ongresso. prosseguiu com o em-ate com a oposi!ão dentro da @PI do 9anestado e com a rea!ão forte. 4ão pretendo analisar. nos meios de comunica!ão.laI. Em primeiro lugar. Nou me ater ( proposta do @onselho de Qornalismo. a duas propostas encampadas pelo Planalto? a cria!ão da AgBncia 4acional do @inema e a do Audiovisual e do @onselho Federal de Qornalismo P@FQO. ela-orada e aprovada pela Fena PFedera!ão 4acional dos QornalistasO.a imediatamente a uma tentativa do governo de controle da imprensa. A Folha foi quem deu mais destaque ( iniciativa e associou. nova proposta polBmica P@FQO entrou na linha de tiro? o governo quer proi-ir que funcionários p'-licos responsáveis por investiga!+es passem informa!+es para a imprensa. deve ser dito que a proposta foi -om-ardeada na imprensa. / ornal lem-rou que a proposta se inseria num conte&to de 6dificuldades de relacionamento entre o governo Fula e a imprensaI. em-ora esse con unto de iniciativas e várias declara!+es de ministros indiquem uma tendBncia a restringir a a!ão da imprensa e a 6discipliná. modificada pela @asa @ivil da PresidBncia da Jep'-lica e encaminhada na quinta.

lo como chapa. nas lin(as 5G e 51. porque as opini+es desfavoráveis tiveram mais destaque ao longo da semana e foram repetidas diversas ve1es. na lin(a 5F. ao carim-á. /. assinado por Jicardo *otscho. é correto afirmar que> A. é correto afirmar que> A. 4o mesmo per"odo. Fevantamento que fi1 at% se&ta. secretário de Imprensa e Eivulga!ão da PresidBncia. 6lin(a de tiro7 2lin(a 1:3 e 60om0ardeada7 2lin(a 5G3 foram utili8adas no sentido figurado e servem para ilustrar os conflitos e críticas sofridos pelo governo. a expressão 6inclusive nesta &ol(a7 pretende fa8er que o )ornal no qual o autor escreve se)a visto como diferente dos outros. :[ opini+es favoráveis ao @FQ dentro das reportagens pu-licadas e :c contrárias.3as. a con)unção 6mas7. foram pu-licados seis artigos de opinião. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto acima. Esse desequil"-rio não permitiu que a proposta fosse de-atida com mais profundidade. que. / ornal pu-licou um editorial condenando o @FQ á no domingo PHA mão sinistraIO. no segundo par4grafo do texto. o ornal omitiu uma informa!ão relevante? o te&to tinha sido gerado nos sindicatos profissionais. 3as % um equil"-rio apenas num%rico. pretende restringir a ação da imprensa. 6tiroteio7 2lin(a :3. apenas um de apoio ao conselho.feira mostra que há uma aparente -usca de imparcialidade do ornal? contei. . por sua ve8. fica evidente que a discussão a respeito do *&K estava inserida em um contexto adverso ao governo. o0serva'se que o )ornal em que o autor do texto tra0al(a é imparcial no tratamento da pol<mica a respeito do *&K. 1B=. as express es 6trinc(eira7 2lin(a 53. a intenção do autor do texto é analisar a política de informação do governo. *. nas lin(as de :1 a =F. )4 que o pronome relativo 6que7 refere'se a um termo no singular. -. $. -e acordo com a leitura completa do fragmento de texto acima. 1B:. $. inicia um período que confirma a (ipótese de que o *&K é uma tentativa do governo de controlar a imprensa. ao longo da semana. Foram editadas :5 cartas de leitores so-re o assunto? cinco a favor do conselho e sete contra.-ranca. a omissão das vírgulas nas lin(as : e = não teria implicação semAntica no par4grafo ou no texto como um todo.

E&iste um relativo consenso de que in'meras foram as transforma!+es que alteraram. em particular. somadas ( e&pansão dos mercados. na questão do *&K. em algum tempo mais. imparcial e levantar dados que confirmem que a imprensa W e o )ornal em que tra0al(a W privilegiou os ataques ao governo na questão do *&K. a forma ver0al 6indiquem7 flexionou'se no plural porque deve concordar com o su0stantivo 6ministros7. nas lin(as =CV=F. a política de informação do governo. o autor tende . o autor preocupa'se. . colocando'se mais ve8es a favor deste do que daquele. + policiamento ser4 redo0rado. o )ornal em que tra0al(a. para a forma de presente do su0)untivo. 1BB. de modo que não (aver4 manifestaç es violentas. o autor tenta ser. 9o0re o ponto de vista do autor. ao longo do texto. A grande divergBncia está na forma em que cada um interpreta o movimento mais geral. ao longo do texto. apesar de notar que o governo. 1B?. 6 @ão pretendo analisar. -. em levantar aspectos favor4veis ao governo na questão do *&K. /. o autor preocupa'se.<ncias negativas angariadas pelo governo ficam entendidas como decorrentes de sua vontade de censurar. so. na lin(a 5C. @ão (aver4 manifestaç es violentas porque o policiamento ser4 redo0rado.se de conseqTBncia necessária e inapelável das transforma!+es tecnol$gicas que. nas lin(as de 1B a 11. TEXTO. Ainda que não (a)a manifestaç es violentas. $. trata. e para os mais otimistas. A partir da". o policiamento ser4 redo0rado. a pr$pria glo-ali1a!ão econ)mica e a for!a dos mercados promoveriam tam-%m uma homogenei1a!ão progressiva da rique1a e do desenvolvimento das na!+es. *. /.*. 6se)a7. em demonstrar o quão imparcial foi. de acordo com a leitura completa do fragmento de texto acima. $. a flexão do ver0o 6ser7. que tam0ém se relaciona diretamente . apesar de os levantamentos feitos no )ornal em que tra0al(a revelarem a tend<ncia da imprensa em atacar o *&K. o policiamento ser4 redo0rado. por sua ve8. a geopol"tica e a geoeconomia do mundo tal como foram organi1adas depois do fim da Segunda Luerra. + autor. ao longo do texto. (o)e. em0ora esse con)unto de iniciativas e v4rias declaraç es de ministros indiquem uma tend<ncia a restringir a ação da imprensa e a Xdisciplin4'laY 7. o pronome pessoal o0líquo 6o7 refere'se a 6governo Lula7 2lin(as 5BV5C3. ao longo do texto. a imprensa e. promovendo uma redu!ão o-rigat$ria e virtuosa da so-erania dos Estados. um governo glo-al. Nma ve8 que o policiamento ser4 redo0rado. parcialidade ao longo do texto. poderia ser alterada. -. no imperfeito do su0)untivo. parece tender a restringir a ação da imprensa e a 6disciplin4'la7. é correto afirmar que> A.a %gide da competi!ão interestatal entre os Estados 7nidos e a 7nião Sovi%tica. de acordo com a regra geral de concordAncia ver0al. *aso (a)a outras manifestaç es violentas. o que fica evidente nas primeiras lin(as. a palavra em0ora tem o mesmo valor sint4tico e semAntico que a palavra destacada em> A. derru-aram as fronteiras territoriais e sucatearam os pro etos econ)micos nacionais. *. de modo que as conseq. Para alguns. sem pre)uí8o semAntico para o texto como um todo. no 'ltimo quarto de s%culo. não (aver4 manifestaç es violentas. especialmente no que di8 respeito ao governo e ao )ornal em que tra0al(a. hierarqui1ando suas determina!+es e suas conseqTBncias. nas quais se parte do pressuposto de que o contexto desfavor4vel pre)udicou o governo. frisou que o governo restringe a ação da imprensa e pretende disciplin4' la. expressão 6c(apa'0ranca7. -. @as lin(as de 1B a 11. /.

<ncias no panorama do desenvolvimento das naç es. c. Por isso. e.ltimos 1= anos di8 respeito a quais são as suas causas e quais são as suas conseq. esse mesmo o. a um só tempo.uma MMpa1 perp%tuaKK e uma MMdemocracia cosmopolitaKK. a. pela competição interestatal e pelas relaç es e conflitos de dominação entre os poderes dominantes e os grupos sociais e países su0ordinados. @em sua forma de evoluir disruptivamente. nos . na verdade. internacionais e nacionais. não suprimiram as leis de movimento e tend<ncias de longo pra8o do sistema capitalista. Por isso. 0.etivo terminal para a economia capitalista? um mercado glo-al desvencilhado dos pro-lemas impostos pelos particularismos nacionais e os protecionismos estatais. estratégias e imposição vitoriosa de determinados interesses. estimulados. / o que é essencial> essas transformaç es. As grandes transformaç es econ#micas do final do século coincidem com o fim da estratégia de poder imperial que vem se impondo ao mundo a partir de seu eixo anglo'saxão. reiteradamente. Juitos economistas transferem para o plano analítico o que é sua o0sessão ideológica> a eliminação da política e do conflito de interesses das classes e dos estados. d. / todas as grandes transformaç es do sistema capitalista envolveram. c. e. 0. os estados territoriais e os capitais demonstraram a mesma vocação compulsiva e competitiva ao império e . desde a constituição do capitalismo como um sistema econ#mico glo0al e nacional. Assinale a opção que est4 de acordo com as idéias do texto. impulsionados pelos movimentos simultAneos e interrelacionados da acumulação do poder e da rique8a. %ndique a opção em que o trec(o foi transcrito em desacordo com a norma escrita culta. decis es e mudanças no campo da concorr<ncia e acumulação do capital e da luta e centrali8ação do poder político. 4ão % necessário di1er que essa leitura dos acontecimentos reprodu1 a utopia li-eral que desde o s%culo ZNIII vem anunciando e propondo. + movimento econ#mico mundial. que se aceleram a partir da década de BG. o que existe é o desenvolvimento (istórico de um sistema de criação da rique8a que é insepar4vel do processo de acumulação do poder político. pois envolve novas formas de dominação social e política que resultaram de conflitos. d. a um só tempo. 1BF. nem um fen#meno puramente econ#mico. e durante toda sua exlpansão.ltimos cinco séculos.<ncia coesa e coerente para o texto. a partir da /uropa do @orte. ao contr4rio do que se possa imaginar. Da8ão pela qual a explicação dos acontecimentos e da evolução de médio e longo pra8os do próprio sistema envolvem o acompan(amento e a an4lise permanente do seu XX)ogoYY de poder. simultaneamente. glo0alidade. impediu transformaç es tecnológicas em v4rios territórios que antes estavam liderando o processo produtivo internacionali8ado. essa vel(a utopia envel(eceu e o fen#meno da glo0ali8ação econ#mica não é uma imposição tecnológica. v<em intenç es ou construç es XXconspiratóriasYY onde. *ompreende'se que a glo0ali8ação necessita adotar os mesmos ideais propagados pela utopia li0eral da economia capitalista desde o século RI%%%. /ntretanto. Nma visão menos positiva do fen#meno da glo0ali8ação prev< a so0reviv<ncia e a ampliação da so0erania dos /stados @acionais. 0. Assinale a opção que apresenta uma seq. 1BC. 1CG. A diverg<ncia em relação . a. a. no plano .s grandes transformaç es econ#micas dos . c.

A integração dos mercados financeiros depois da 9egunda Huerra Jundial. d. e. mas quando a mercadoria chegou era cal. a partir dos anos setenta. Após 1FFG. assim como o da escrita.las para veicular ensinamentos. o aumento da produtividade das empresas de microeletr#nica. da decisão e da coragem para questionar e mudar os rumos daquilo que consideram ser mera imposição tecnológica ou do mercado.<ncia das telecomunicaç es. na hora de pagar. costuma reprodu1i. dono de uma grande rede de supermercado. *om isso conseguem descartar tanto o mundo dos interesses contraditórios como o das (ierarquias esta0elecidas. ele encomendou algumas toneladas de sal. de uma redu!ão gigantesca dos postos de tra-alho. certa ocasião. integrando os mercados financeiros e provocando produtividade e lucratividade.. d. educa. /s resultados. o custo e a velocidade de circula!ão das informa!+es. o humor.6. Eessa maneira.se do grotesco de tais situa!+es. facilitando a integra!ão em tempo real de todos os mercados financeiros e provocando altera!+es produtivas e gerenciais que tBm permitido aumentos de produtividade e lucratividade. / uso inadequado da linguagem oral. di1ia que não tinha o menor constrangimento de lem-rar de sua forma!ão modesta. por%m.sucedida carreira empresarial come!ou com uma pequena padaria onde. em grande medida. em conseq. . Prontamente ele protestou. so-retudo no campo da microeletr)nica. @erta ve1. provocou a redução da lucratividade e dos postos de tra0al(o. intensificou os efeitos positivos da revolução tecnológica. TEXTO. afetaram diretamente a e&tensão.internacional como no plano local. 0. 1C1. e. %ndique a opção que resume as idéias principais do texto. Sua utili1a!ão econ)mica s$ ocorreu. cu as inven!+es e desco-ertas fundamentais ocorreram durante a Segunda Luerra 3undial. provocou um avanço da microeletr#nica pre)udicando o custo das informaç es. dos computadores e da telecomunica!ão. mas. desvalori8ar o momento da vontade. a partir da crise econ)mica dos anos S6. n o que se vB noi caso a-ai&o. e as próprias conspiraç es concretas como se elas tampouco existissem e não fossem um processo de decisão política a0solutamente corriqueiro. A circulação de informaç es que ocorreu em conseq. teve como fregueses os cangaceiros de Fampião. ao mesmo tempo que descontrai. /s homens comeram quase todo o nosso estoque. A utili8ação econ#mica dos produtos da revolução tecnológica. c. Amigo de Fampião / empresário Qoão. Fampião ficou meu amigo at% a morte. a. (s custas. Para eles é 0em mais simples desqualificar o poder político como XXconspiraçãoYY. de computadores e de telecomunicaç es afetou de forma negativa a circulação das informaç es e os postos de tra0al(o. Seu Qoão garante que foi um -om comerciante porque tinha uma solu!ão pronta para tudo. mas tam0ém desemprego. 3as o vendedor mostrou o pedido e lá estava escrito cal com sua pr$pria . e. 7ma das grandes mudan!as do s%culo % a que responde pelo nome de MMrevolu!ão tecnol$gicaKK. pode ocasionar situa!+es em-ara!osas. 7m humorista. A sua -em.<ncia do aumento de produtividade e de lucratividade. ao mesmo tempo. aproveitando. usei de prudBncia e não co-rei nada. so-retudo depois de :. A revolução tecnológica intensificou a circulação de informaç es. da organi8ação.

\ o que se v< no caso a0aixo em que. educaQ é o que se v< no caso a0aixo. e3 Participamos e apreciamos. cuidadosamente.letra. o (umor descontrai educando. a3 A opinião da ger<ncia não satisfa8 porque. d3 9eu Koão. Pois %. costuma reprodu8i' los para veicular ensinamentos. A" ele -alan!ou a ca-e!a e falou? . mas o da escrita. até na (ora de sua morte. o (umor e ao mesmo tempo que descontrai educaQ isto se v< no caso a0aixo. %sso é o que se v< no caso a0aixo. ao mesmo tempo que descontrai. 1C:. c3 Koão ficou amigo de Lampião porque não co0raria nada dos seus capangas. mantém as idéias originais do par4grafo introdutório do texto. /ste. mostrando que o erro fora deste. assinale a opção correta. 03 !a)a visto os . -essa maneira. uma empresa pu0licou um an. para veicular ensinamentos. e não de sal.ncio exigindo dos pretendentes o seguinte> m formação superior em pu0licidade ou marjeting. pode ocasionar situaç es em0araçosas. fora 0om comerciante porque possuía uma resposta pronta para tudo. %sto se v< no caso a0aixo. pode'se ocasionar situaç es em0araçosas que um 0om (umorista aproveita. aproveitando 0em o grotesco de tais em0araços. c3 &oi'me feita uma solicitação> é para mim. o vendedor defendeu'se perante Koão. o conserto musical oferecido pela diretoria ontem. S$ que eu esqueci a cedilha. muito. tomaremos as medidas que se imp e. costuma reprodu8ir'l(es. o (umor descontrai e educa. costumando reprodu8i'las para veicular ensinamentos. e3 Ao mostrar que o pedido tin(a sido de cal. podem ocasionar situaç es em0araçosas a um 0om (umorista. c3 Nsando inadequadamente as linguagens oral e escrita. tam0ém assim o da escrita. d3 /ncamin(o inclusa a mercadoria solicitada. preferencialmente com pós'graduaçãoQ . 03 + uso inadequado da linguagem oral. 03 + empres4rio Koão contou que.ltimos acontecimentos. além de gramaticalmente correta. Aproveitando'se do grotesco de tais situaç es. um 0om (umorista costuma reprodu8i'las para veicular ensinamentos. mas os c(eques seguem apensos ao reci0o a ser assinado. e3 + uso inadequado não só da linguagem oral. podem ocasionar situaç es em0araçosas. avaliar os passos da o0ra. e não daquele. Nm (umorista 0om. -essa forma. o (umor educa. Para a seleção de candidatos a gerente de marjeting pu0licit4rio. /videnciando a compreensão do caso apresentado no texto. d3 +s usos inadequados da linguagem oral e tam0ém da escrita. ao mesmo tempo que descontrai. 1C1. -esta maneira. aproveitando'se de tais situaç es. 1C=. era sal que eu queria. conforme di8iam. Assinale a opção que respeita a norma culta da língua portuguesa. a3 + narrador do texto disse que os (omens de Lampião tin(am comido quase todo o estoque. na (ora de ele pagar tin(a usado de prud<ncia. Assinale a opção que. a3 +s usos inadequados da linguagem oral e escrita. -essa feita. veio ao encontro de nossos pro)etos. 1C5. o aproveitamento do (umor por um 0om (umorista. pode provocar situaç es em0araçosas.

com talento. ter talento para a criação e an4lise de lanouts e peças pu0licit4rias e ter desenvolvido a capacidade da criação e implementação de aç es promocionais. ter excelente capacidade de redação.m excelente redação. talento para criar ou analisar lanouts e peças pu0licit4rias e capacidade para criação e implementação de aç es promocionais. por isso o mundo parecia todo reto para mim. aceita normalmente a idéia de que o mundo é redondo. 2uando di1em para ele % s$ acreditar. com pós'graduação. é um glo0o. e ele pode pensar que o mundo s$ % chato no 9rasil. d3 /xige'se dos pretendentes> preferencialmente a pós'graduação em pu0licidade ou marjetingQ a redação exímia e a capacidade de analisar e editar textos diversosQ o talento para criar e analisar lanouts e pacas pu0licit4riasQ a capacidade de implementar as aç es promocionais. 3as Jonaldo nunca saiu do 9rasil e pode pensar que s$ aqui % que o c%u % lá em cima. em0ora não os con(eça. o que l(e dificultaria . e3 Para se candidatar. para Donaldo. excelente capacidade de redação e de analisar ou editar textos al(eios. preferencialmenteQ sa0er redigir primorosamente. As quest es de n. mas Jonaldo s$ sa-e que o mundo % redondo.meros 1C? e 1CB 0aseiam'se no texto a0aixo. 1C?. o profissional deve ser formado em marjeting ou pu0licidade. que nos outros lugares % em-ai&o ou de lado. criação e an4lise de lanouts e peças pu0licit4rias e criação e implementação de aç es promocionais. %nfere'se do texto que> 2A3 o mundo. 2$3 di8em que o mundo é redondo. e demonstrar capacidade de> excelente redação. 2*3 Donaldo só acredita naquilo que v<Q por esse motivo. o que o deixa atrapal(ado para acreditar que o mundo é redondo. constataria que o mundo parece plano em toda parte. peças pu0licit4rias e lanouts e para criar e implementar aç es promocionais. mas para mim % chato. TEXTO. 03 +s candidatos devem ser formados em pu0licidade ou marjeting. *om 0ase nessas informaç es. Donaldo só v< o mundo como uma planura. principalmente com pós'graduação. demonstrando tam0ém capacidade de analisar e editar textos al(eiosQ ter capacidade para criar e analisar. incluindo an4lise e edição de textos diversos. a3 /xige'se dos candidatos a formação superior em pu0licidade ou marjeting W pós'graduação preferencialmente '. principalmente. o que Donaldo poder4 comprovar com sua própria o0servação no dia em que puder via)ar. para ele nada precisa parecerI. an4lise e edição de textos al(eios. Porque eu estive em muitos pa"ses e vi que lá o c%u tam-%m % em cima. c3 +s candidatos devem possuir formação superior em pu0licidade ou marjeting W com pós'graduação. que nos outros lugares que ele não viu vai redondando. incluindo a capacidade de analisar e editar textos al(eiosQ m talento para criar e analisar lanouts e peças pu0licit4riasQ m capacidade para criar e implementar aç es promocionais. pois sa0e que ele se arredonda em outros países. assinale a opção que contempla de forma correta todas as exig<ncias contidas nos tópicos listados acima. 2/3 se Donaldo via)asse. 6Eu sei que o mundo % redondo. 2-3 como nunca saiu do $rasil. para ele não parece chato.

o que o leva a desconfiar daquilo que as coisas parecem ser. 1CC.meros 1CC e 1CF 0aseiam'se no texto a0aixo. no mundo atual. uma das condi!+es da cria!ão de . 2$3 deixa'se enganar pelo lado exterior das coisas. %nfere'se do mesmo texto que> 2A3 a civili8ação de um povo deve ser avaliada pelo seu progresso tecnológico. 2*3 não existem mais. culturais. contempor8nea e futuramente. pois elas apresentam uma face que realmente não é a sua. 2-3 questiona a disparidade existente entre aquilo que as coisas são e aquilo que elas parecem ser. povos ditos avançados e outros ditos atrasados. morais. medida que os escritores de cada país encontram tradutores eficientes para mel(orar suas o0ras. -e acordo com o texto. pela su-estima!ão das realidades alheias e pela supervalori1a!ão.aceitar a idéia de que o mundo é redondo. 2$3 não se pode discriminar um povo por causa do nível pouco avançado do seu est4gio cultural. 2-3 a possi0ilidade de con(ecimento das o0ras escritas de outros povos é um fator que permite ultrapassar 0arreiras culturais. em seu monólogo> 2A3 afirma que seria muito mel(or se as coisas fossem aquilo que elas parecem ser. )4 que nela existem ainda povos primitivos. 2/3 o progresso de um povo est4 diretamente associado ao seu grau de civili8ação. As quest es de n. se)a ele avançado ou atrasado. 6Tanto quanto produ1ir originalmente. 2$3 a aldeia glo0al vai sendo esta0elecida . em que a comple&idade e divisão dos instrumentos de a!ão parecem dar uma medida do progresso. das realidades pr$prias. neste particular. -e acordo com o texto> 2A3 a civili8ação contemporAnea não tem o direito de ser pretensiosa. . mediocri8ação das o0ras liter4rias de um povo. %ticos. . 2*3 acredita que ser é mais importante do que parecer. na certe1a de que a ignor8ncia das realidades alheias % dupla fonte de mal. o locutor.um mundo s$. de cultura rudimentar. materiais e at% mesmo tecnol$gicos> tanto % verdade que. 2/3 os preconceitos contra povos mais atrasados são rompidos quando eles t<m o0ras escritas passíveis de tradução. TEXTO. 2-3 (4 instrumentos precisos para avaliar o grau de desenvolvimento de um povo. há formas e estruturas sociais que podem dar li!+es de eficácia aos povos ditos avan!adosI. 1CF. 2*3 o descon(ecimento de outras culturas leva ao isolamento e . tradu1ir %. 1CB. mesmo dos povos ditos atrasados. por ve1es agressiva. 2/3 só acredita no que l(e di8em quando pode comprovar um fato com os dados de sua experi<ncia pessoal. A consciBncia plena da diversidade parece dar maior for!a ( convic!ão profunda da unidade humana G sem preconceitos de falsos valores raciais.

9egundo o texto. provocar aumento de produtividade e acelerar a forma!ão de capital. ou se)a> a3 deles desconfiam. a fim de conseguir dinheiro para acesso ao sup%rfluo. 1F1. leva ao aumento do capital produtivo. A alternativa correspondente . Tendem a imitar prematuramente os há-itos de consumo dos pa"ses ricos.Ei1.7.se mais eficiente e produtivo. e3 deles se afastam. nos países su0desenvolvidos. 2 3 A imitação dos (40itos dos países ricos. *onsidere o fragmento> 6. 03 compromete. despertando. preenc(a os par<nteses com I 2verdadeiro3 ou & 2falso3> 2 3 + professor `allic( condena. por via indireta. a longo pra8o. @a vo8 passiva. o aumento do capital produtivo. c3 deles se aproximam. 1FG.. o desvio para o consumo de recursos que deveriam ser usados para aumentar o capital produtivo. seria prematura por estes . 2 3 /fici<ncia e produtividade só ocorrem quando os países su0desenvolvidos imitam os (40itos de consumo dos países ricos. Eonde ser poss"vel que o consumo de -ens dispensáveis venha a facilitar a a-sor!ão de tecnologia. a construção ver0al que su0stitui corretamente a expressão grifada é> . a televisão ou o autom$vel G provoque um enorme aumento do esfor!o do tra-alhador. d3 com eles competem. com isso. 1F5.<ncia correta é> a3 &I&I 03 &&II c3 I&&I d3 &&&I e3 I&II 1F1. Talve1 a 8nsia de adquirir artefatos de lu&o G o rádio. A propósito do texto. 9egundo o texto.. o efeito de emulação nos países su0desenvolvidos> a3 tende a limitar a aquisição dos 0ens de consumo.lhe a am-i!ão de apurar o seu treinamento t%cnico e tornar. e com isso desviam para o consumo recursos que deveriam empregar para aumento do capital produtivo.se ha-itualmente que uma das desvantagens dos pa"ses su-desenvolvidos de ho e % o Hefeito de emula!ãoI.ltimos visarem ao aumento do capital produtivo em detrimento do consumo. seq. e.recursos que deveriam empregar para aumento do capital produtivo. por parte dos países su0desenvolvidos. os países su0desenvolvidos são <mulos dos países ricos. e3 implica num despre8o pelo supérfluo e. 3as á o professor ballich lan!a uma nesga de d'vida so-re essa tese. c3 constitui'se numa imitação prematura que em nada favorece a economia. d3 talve8 concorra para mel(orar o desempen(o dos tra0al(adores. 2 3 @em sempre a a0sorção de tecnologia e o aumento da produtividade decorrem apenas da destinação de recursos para o aumento do capital produtivo. 03 com eles se parecem.

a3 deveriam ser empregados.e com isso desviam para o consumo recursos. d3 deveria ser empregados. que deveria estar no plural concordando com 6'las7 2b as leis3Q e3 não (4 erro nas formas adotadas no texto porque..dos da ra8ão e defender os valores universais. pois este voc40ulo é invari4velQ d3 (4 erro de concordAncia em 6conforme7. + coment4rio correto so0re o emprego de 6conformes7 e de 6conforme7 encontra'se na opção> a3 am0os são ad)etivos e estão concordando em n.vida so0re essa tese. e3 6-onde ser possível que o consumo de 0ens dispens4veis ven(a a facilitar a a0sorção de tecnologia...lhes os votos. ..3 recursos que deveriam empregar para aumento do capital produtivo..I 1F=.s aspiraç es da sociedadeQ d3 legisladores e )uí8es t<m tarefas distintas. /s legisladores e os u"1es. TEXTO. tBm de e&ercer suas fun!+es dentro do esp"rito em que elas lhes foram conferidas? devem ela-orar leis ustas.las dentro de um esp"rito de eqTidade. em nosso tra-alho filos$fico.7 W 2conseq.. vo1 da ra1ão e o defensor dos valores universais.7 W 2intensidade3.. conforme (s tradi!+es da comunidade de que são os magistrados. 1F:. e3 dever'se'ia empregarem..despertando'l(e a am0ição de 2. Se e&iste uma missão.desviam 2... se amoldar aos dese os de seus eleitores para ganhar. @omo escrevia #usserl? HSomos. como o pol"tico. encarregado de fa1er que se respeite a ordem esta-elecida? tampouco deve. + valor semAntico do termo entre par<nteses classifica'se /DDA-AJ/@E/ em> a3 6. 03 6.7 W 2finalidade3.. que disp+em da san!ão e da coer!ão para garantir o respeito (s leis e a e&ecu!ão dos ulgamentos..7 W 2conclusão3. 03 deveria empregarem'se. c3 deveria serem empregados. como o ui1. mas que se complementam em função do interesse p... que se sup+em válidos para todos os homens..0licoQ e3 compete aos filósofos exprimir os conte.. d3 6.mero com o su0stantivo 6leis7 e 6conforme7 é invari4vel por ser advér0ioQ c3 (4 erro gramatical no uso de 6conformes7. % a de ser o porta. funcionários da humanidade. 3as o fil$sofo não %. a concordAncia é facultativa. que seria a do fil$sofo.idadeQ 03 os filósofos sistemati8am os costumes de cada sociedade para orientar os legisladoresQ c3 compete aos legisladores ela0orar leis conformes . KN9E%^A / DA]P+.7 W 2direção3. porque conformes (s aspira!+es da comunidade de que são os representantes> devem aplicá. c3 6Jas )4 o professor `allic( lança uma nesga de d. 1F?.3 tornar'se mais eficiente e produtivo. no caso.<ncia3. &a8'se uma afirmação @P+ ANE+D%]A-A pelo texto na opção> a3 compete aos )uí8es agir com espírito de eq.mero com os termos a que se referemQ 03 6conformes7 concorda em n.

repousava na escravidão.. tam-%m. o filósofo não é encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecidaQ d3 Assim como o )ui8. pressupostos %ticos e pol"ticos que esses fil$sofos não ulgam prudente reconhecer. Essa implica!ão entre a verdade e a pol"tica á se acha presente no processo de S$crates.1FB. diferentemente do )ui8. apresenta um é su0stituível.do original do enunciado 9o foi preservado na opção> a3 Eanto quanto o )ui8. o filósofo não é. mas só l(es posso comprar outros no m<s que vemQ c3 eles são nossos amigosQ não podemos negar'l(es a)uda em um momento tão difícilQ d3 os Domanos. / mestre de Platão não era. por> a3 so0retudo nãoQ 03 ainda assim nãoQ c3 tam0ém nãoQ d3 apesar disso nãoQ e3 particularmente não. c(amavam'l(es X04r0arosYQ e3 o policial ameaçava os detidos a fim de arrancar'l(es uma confissão. um agitador.. se amoldar aos dese)os de seus eleitores para gan(ar'l(es os votos7 as mesmas relaç es sint4ticas e de sentido que se encontram no exemplo da opção> a3 se seus irmãos quiserem. / pro-lema da verdade não % da competBncia e&clusiva da filosofia. um agente su-versivo. por%m. o )ui8 é encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecida> c3 @o entanto. se não cometera crime algum. consoante o )ui8. o filósofo não é encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecidaQ e3 Jas o filósofo não é. posso emprestar'l(es meu carro durante o fim de semanaQ 03 os uniformes das crianças )4 estão des0otados. TEXTO. como o )ui8. assim como o filósofo.. como pretendem os fil$sofos acadBmicos e oficiais. por que o condenaram0 @ondenaram. 6tampouco7 sem pre)uí8o do sentido. como os políticos. As opç es a0aixo apresentam novas redaç es do enunciado 6Jas o filósofo não é. por um tri-unal pol"tico. encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecida7. crendo'se superiores aos povos germAnicos. mas um fil$sofo. encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecida. como tudo o que % grego. I/D-A-/ / L%$/D-A-/..7. Se era inocente. /m 6tampouco deve 2. encarregado de fa8er que se respeite a ordem esta0elecidaQ 03 /ntretanto. como se sa-e. preocupado e&clusivamente com a procura e a defini!ão da verdade. 1FC. contudo.no a prete&to de que corrompia a mocidade e su-vertia a religião tradicional. Ao processo de S$crates deveremos sempre voltar porque. .3 se amoldar aos dese)os de seus eleitores. o conte. porque envolve. sustentáculo ideol$gico da cidade grega que. + pronome 6L!/97 tem com o ver0o a que se prende na frase 6tampouco deve. todavia. condenado. &eitas as modificaç es. a -e-er cicuta na prisão de Atenas. 1FF.

nos serve de escarmento e edifica!ão. responda . *om 0ase no texto. de todas. prefigura o destino do fil$sofo que. que di1iam respeito aos seus interesses e pai&+es e nada tinham em comum com a verdade. em-ora fosse.. porque oprimiam e espoliavam. no entanto. a mais importante a revelar. porque procurava e di1ia a verdade. filosofiaQ .ncia motivos muito f. que revelava e desmascarava o segredo de que eram os -eneficiários. quer di1er. porque os senhores sempre permitiram que tudo fosse dito. não devia ser dita. at% ho e. / fil$sofo. 5G1. @a nova redação dada a algumas passagens do texto..s quest es de 1? a 1G> 5GG. menos que eram os senhores porque escravi1avam. meros prete&tos. foi condenado e morto. na sociedade dividida entre senhores e escravos. 5G1. o risco de provocar a ira e as represálias dos senhores.aspecto e&emplar. ao denunciar a in usti!a e a violBncia. @a nova redação dada a algumas passagens do texto. os gregos são o modelo de cultura e pensamento das sociedades ocidentais modernasQ c3 o processo de 9ócrates serve para mostrar que o poder dos sen(ores se sustenta na ocultação da verdadeQ d3 a su0versão da religião e a corrupção da )uventude foram pretextos usados para condenar 9ócratesQ e3 na (istória das sociedades os grandes )ulgamentos sempre se 0asearam em motivos políticos. Sim. A cada expressão do texto destacada a0aixo segue'se outra destinada a su0stituí'la. correu sempre. Essa verdade. que está no p$rtico da filosofia ocidental. em-ora fosse irrespond"vel. porém. feita por ele pr$prio. alteraria o sentido original do texto em> a3 6não logrou demover7 W não conseguiu dissuadirQ 03 6oprimiam e espoliavam7 W coagiam e pil(avamQ c3 6paradigm4tico7 W modelarQ d3 6corrompia 2. cometeu'se /DD+ de concordAncia ver0al na opção> a3 @ão se podia denunciar nem a )ustiça nem a viol<nciaQ 03 Alegaram'se na den. /sta su0stituição. paradigmático que. Essa trag%dia. que se pronunciou em fun!ão de motivos pol"ticos. /s motivos alegados na den'ncia eram f'teis.3 e su0vertia7 W pervertia e desorgani8avaQ e3 6escarmento e edificação7 W pro)eto e construção. não logrou demover a maioria do tri-unal.do deste texto a afirmação de que> a3 para os filósofos acad<micos e oficiais o pro0lema da verdade é da compet<ncia exclusiva da filosofiaQ 03 para Doland *or0isier. como se verifica ao ler esse te&to admirável que % a Apologia de Platão.teisQ c3 A maioria dos )urados pronunciou'se em função de interesses políticosQ d3 @em a )ustiça nem a viol<ncia podiam ser denunciadasQ e3 -eviam (aver interesses e paix es que nada tin(am em comum com a verdade. 5G5. A defesa do acusado. cometeu'se /DD+ de reg<ncia ver0al na opção> a3 + pro0lema da verdade não compete exclusivamente . assassinado. \ %@*+JPAEeI/L com o conte.

revolta. / melhor momento para a netAor^ não % quando se precisa dela.3 não devia ser dita. % poss"vel. a exemplo de tudo o que é grego. muitas ve8es. HEssa. incerte1a em rela!ão ao futuro e d'vidas so-re sua capacidade. no entanto. -entre as opç es a0aixo.lo futuramente a uma poss"vel coloca!ão. 5G:. dar a volta por cima de forma mais rápida. transformar esse fantasma em algo -em menos assustador e. não o0stante irrespondível. afirma @arlos 3onteiro. Isso nada tem haver com o pessimismo. Ele recomenda ainda manter o curr"culo. conseqTentemente. 3esmo estando -em empregado. % preciso ter consciBncia de que ningu%m % intocável. a3 /m0ora se)a uma possi0ilidade na vida de qualquer profissional.03 Alguns filósofos descon(ecem que o pro0lema da verdade implica aspectos políticosQ c3 Ao processo de 9ócrates devemos sempre recorrerQ d3 +s sen(ores )amais permitiriam que fosse desvendado o segredo que l(es 0eneficiavaQ e3 9ócrates fe8 de si próprio uma defesa a que os )uí8es foram incapa8es de responder. Em resumo. 4ão no mercado competitivo de ho e. não logrou demover a maioria do tri0unalQ c3 + filósofo. Ele falava do novo desafio em sua carreira e informava o n'mero de seu novo telefone. HLeralmente. . Em segundo lugar. a mais importante a revelarQ e3 Ao processo de 9ócrates devemos sempre voltar porque. somos quase sempre pegos de surpresa pela not"cia. continua sua netAor^. A escol(a dos instrumentos de conexão sint4tica W como as preposiç es. /@*ADA@-+ A &/DA.se de manter os p%s no chão e sa-er que as empresas tra-alham com equipes cada dia mais en&utas. /u se a? mantenha contato permanente com pessoas que possam a uda. A perda de um emprego costuma gerar um s%rie de conflitos internos? mágoa. a demissão consiste em um dos momentos mais difíceis na carreira profissional de qualquer individuo. a pessoa s$ se lem-ra de que precisa desenvolver sua netAor^ quando está desempregadoI. foi condenado e mortoQ d3 /ssa verdade 2. Apesar de se uma situa!ão delicada. preparado para essa possi-ilidade. TEXTO. A demissão % um dos momentos mais dif"ceis na carreira de um profissional. Este a. % uma li!ão de casa que deve ser feita todos os diasI.. mas quando se está -em colocado. A respeito das idéias desenvolvidas no texto. Isso fa1 a demissão ser menos traumáticaI. HEle tinha um novo emprego. de todas..mails rapidamente. conquanto fosse. criar o há-ito de retornar todos os recados e responder aos e. Em primeiro lugar. 5G=. 7m e&emplo disso foi a carta que 3onteiro rece-eu recentemente de um e&ecutivo que comunicava sua mudan!a de empresa. não espere ser demitido para come!ar a pensar nessa possi-ilidade. sim. a su0stituição do conectivo original acarretou outra interpretação para a intenção do enunciador em> a3 *ondenaram'no porque corrompia a mocidade e su0vertia a religião tradicionalQ 03 A defesa do acusado. porquanto procurava e di8ia a verdade. apresenta um aspecto exemplar. mas nem por isso a-andonou os contatos. Trata. assinale a opção incorreta. permanentemente atuali1ado. con)unç es e respectivas locuç es W atende. 3esmo sendo uma possi-ilidade concreta na vida de qualquer profissional. As mudan!as acontecem em um ritmo fren%tico e há sempre risco de algu%m não se adaptar a uma determinada filosofia. % fundamental ser acess"vel. diretor de recursos humanos. portanto. a sutis intenç es do enunciador.

113 e somos sempre quase pegos de surpresa pela notícia. construa a sua netgorjQ ou se)a. a3 Lin(as de 1F a 5=> /m segundo lugar. Assinale a opção em que a reescrita do trec(o do terceiro par4grafo do texto. não se adaptando a essa velo8 realidade. dar a volta por cima rapidamente. a possi0ilidade de demissão é iminente porque as empresas operam com equipes cada ve8 mais redu8idas.. d3 Lin(as de :? a =1> &oi um exemplo disso a carta que Jonteiro rece0eu. mas nem por isso a0andonou os contatos 2.<ncia de conflitos internos> 6m4goa. ser4 inevitavelmente descartado do mercado de tra0al(o. é possível. 5G?. semanticamente. %% ' A seq. transformar esse fantasma em algo 0om menos assustador e. assertiva a concreta possi0ilidade na vida de um profissional qualquer. A respeito das idéias do texto. alguém. . )ulgue os itens a0aixo. quando se est4 0em colocado. recentemente.03 @o mercado competitivo de (o)e.3 + mel(or momento para a netgorj. incerte8a em relação ao futuro e d. de um executivo que comunicava sua mudança de empresa> ele falava de novo desafio em sua carreira informava o n. que possam a)uda'lo futuramente em uma possível recolocação. manten(a contato permanente com pessoas. estão manter o currículo atuali8ado. além de apresentar correção gramatical mantém as idéias da redação original do texto. a revolta. I ' + período situado nas lin(as de 11 a 1? apresenta as mesmas condiç es de idéias de Jesmo ao ser uma situação delicada. % ' + trec(o 6A demissão é um dos momentos mais difíceis na carreira de um profissional7 2lin(as 1 a 53 mantém as mesmas relaç es de idéias de A perda do emprego é a situação mais temida na carreira de um profissional.mero de seu telefone. 03 Lin(as de 5? a :G> 6Heralmente. incerte8a com refer<ncia ao futuro. mas. e3 Lin(as de =1 a =?> 6/le tin(a um novo emprego. %%% ' A afirmação 6uma possi0ilidade concreta na vida de qualquer profissional7 2lin(as C a 1G3 equivale. isso fa8 a demissão ser menos traum4tica7. não espere ser demitido para começar a pensar nessa possi0ilidade> mesmo estando 0em empregado. e3 \ possível transformar o temor da demissão em algo racionalmente control4vel e reverter a situação de maneira mais favor4vel.vidas acerca de sua capacidade. responder a todos o recados e manter contatos com as pessoas convenientes. %I ' Possuem as mesmas relaç es de sentidos as afirmativas> 6somos quase sempre pegos de surpresa pela notícia7 2lin(as 1G. . certamente. c3 /m virtude de as mudanças acontecerem em ritmo muito r4pido. a pessoa só se lem0ra de que precisa desenvolver sua netgorj quando est4 desempregada7 afirma *arlos Jonteiro W diretor de recursos (umanos> 6essa no entanto é uma lição de casa que deve ser feita dia'a'dia7. d3 /ntre as recomendaç es apresentadas para lidar mel(or com a demissão. /m resumo é fundamental ser acessível.vidas so0re sua capacidade7 2lin(as = a B3 corresponde. por conseguinte. A quantidade de itens certos é igual a> a3 103 1 c3 5 d3 : e3 = 5GB. semanticamente. não é quando se precisa dela.. c3 Lin(as de :1 a ::> /le recomenda ainda manter o currículo permanentemente atuali8ado> criar o (40ito retornar todos os recadosQ e responder aos e'mails rapidamente.m4goas e d. revolta.

e3 Jesmo voc< est4 0em empregado. uma sociedade política foi militarmente tão poderosa quanto os /NA o são (o)e. norma culta da língua portuguesa. alterando a pessoa gramatical relativa ao destinat4rio da mensagem. c3 $em como um n. =G. como fa8em todos os anos. urgentemente.GGG especialistas em inform4tica d3 : e3 = . em )aneiro de 1GG1. em todos os continentes. Porto Alegre acol(er4 os participantes do Primeiro &órum 9ocial Jundial. soma de todos os demais orçamentos do mundo. mantém unidade de tratamento e correção gramatical frente . *om 0ase na organi8ação sint4tica do texto. d3 &aça a sua lição de casa diariamente e manten(am cópias de currículo atuali8ado. nas ruas e praças de todo o glo0o. a convic!ão de que o capitalismo su-stitui. ou se)a. c3 Janten(am contatos com pessoas que possam a)udar'l(e no futuro e se)a acessível. 51G. A quantidade de itens certos é igual a> a3 103 1 c3 5 TEXTO. pois.5GC. Assinale a opção que. a ação predatória das grandes organi8aç es internacionais que regulam as finanças do mundo. a3 Porquanto. Ap$s a devasta!ão geral provocada pelo neoli-eralismo triunfante. e3 Nma desproporção compar4vel se desenvolve em termos de preponderAncia militar e capacidade de espionagem graças ao concurso de v4rios satélites de transmissão. aos poucos. com efetiva participação e controle popular. em -avos 29uíça3. :G3 refere'se . firma. 5GF. /m suma. 513 refere'se a 6ser demitido7 2lin(as 1F.<ncia coesa e coerente para o texto acima. 4a c'pula. Elas passam por um esfor!o com-inado de reconstru!ão.ltimo par4grafo. com o integral respeito aos direitos (umanos. 5G3Q %I ' 6/ssa7 2lin(a. necessidade de se desenvolver a própria netgorjQ I ' 6/le7 2lin(a =G3 refere'se a 6*arlos Jonteiro7 2lin(a 5F3. 03 *rie o (40ito de retornar todos os recados enviados a voc< e responda aos e'mails de seus correspondentes. d3 *onquanto. a so0erania dos povos 2não dos /stados nem dos grandes grupos empresariais3. a3 @ão espera a sua demissão para começar a pensar na possi0ilidade de teu desemprego. + texto apresenta.se. em toda a (istória das civili8aç es. o Estado totalitário como o principal adversário da democracia e dos direitos humanos. % ' 6sua7 2lin(a ?3 refere'se a 6de um profissional7 2lin(as 1 e 53Q %% ' 6possi0ilidade concreta7 2lin(a C3 é a 6demissão7 2lin(a 13 ou a 6perda do emprego7 2lin(a 53Q %%% ' 6nessa possi0ilidade7 2lin(as 5G. 03 + camin(o que condu8 essa )ustiça é um só> fortalecimento do poder político. tanto na c'pula quanto na -ase do edif"cio social. tanto na esfera nacional quanto na internacional. no .mero crescente de movimentos e associaç es articula'se para delnunciar. Para suscitar a esperan!a % preciso.se de instituir a supremacia do poder pol"tico so-re as for!as econ)micas. apontar ( humanidade as vias de resistBncia a esse seu inimigo irreconciliável. uma série de recomendaç es ao leitor. trata. constrói a tua netgorj rapidamente. 9eu orçamento militar é 11 ve8es superior . Assinale a opção que constitui uma seq. a 0oa e verdadeira democracia. nunca. )ulgue os itens que se seguem. ao mesmo tempo que os mais ricos vão se reunir.

e3 4ovas carreiras. com mudan!as constitucionais> novos procedimentos em gestão. A visão destes anos <6 mostra uma sociedade cindida de ponta aPAO ponta e em cada detalhe da vida social por conflitos heterogBneos. em cu o espa!o institucional se tradu1em os efeitos de uma sociedade plural e desigual. o a deve rece0er o acento indicativo de crase. A estrat%gia de controle dos d%ficits p'-licos de Estados e munic"pios. internas ou e&ternas. a3 A 03 $ c3 * d3 e3 / 511. Entre os recentes avan!os da economia -rasileira. equipara!ão de salários defasados em rela!ão ao que pagam o mercado e a reali1a!ão de concursos p'-licos Phá muito interrompidosO. uma nova rela!ão com o usuário dos servi!os p'-licos. 511. Esta estrat%gia hhhhhhhhhhhhh. tudo isso foi feito tendo em vista a prioridade de conferir o melhor atendimento ao cidadão. mo-ili1antes. foi conce-ida e come!ou a ser implementada uma ampla e radical reforma do Estado -rasileiro. a3 X partir de :. . d3 9uscando a profissionali1a!ão do servidor. então. +s fragmentos a0aixo constituem um texto que foi transcrito com erros. so-retudo. As pessoas passaram a conscienti1ar que pagam impostos e servi!os p'-licos de qualidade são o-riga!ão do Estado. TEXTO. ainda que de forma t"mida? o e&erc"cio da cidadania. controle e opera!ão de $rgãos p'-licos> uso mais intensivo de tecnologia da informati1a!ão e.. os governantes tiveram de lidar com a verdade dos n'meros p'-licos. c3 4esse conte&to.[.. o governo ela-orando a Pol"tica 4acional de @apacita!ão dos Servidores P'-licos Federais. Assinale a opção gramaticalmente correta. al%m de implantar o Plano de 2ualidade para a Administra!ão P'-lica em todos os $rgãos da administra!ão federal. de acordo com as regras gramaticais. com o fim da espiral inflacionária.e macrocomputadores que processam F=_ das telecomunicaç es que se fa8em nos diversos países. %ndique o item em que. hhhhhhhhhhhhhhhhhapoiada pelo governo federal desde o segundo semestre de :.[. ( reestrutura!ão dos sistemas financeiros estaduais. TEXTO. A correta gestão dos recursos tornou mais urgente do que nunca. o cidadão.cliente. aPEO e&periBncias várias de conten!ão social. fragmentados. al%m do oferecimento de oportunidades de treinamento. @ada movimento destes se fa1 por conflitos distintos e reconhece aP9O si mesmo em espa!o pol"tico pr$prio. 03 Paralelamente. / E&ecutivo se lan!a. formali1a suas rea!+es aP@O mo-ili1a!ão social. um novo fen)meno come!ou a surgir no Pa"s. tem sido a de hhhhhhhhhhh o acesso a diferentes fontes de financiamento. tam-%m. 4estes tempos tur-ulentos os governantes imaginaram uma forma de e&erc"cio de poder que conciliasse aPEO emergBncia dos novos direitos com os limites autoritários de sua gerBncia. atrav%s de um programa especial coordenado pelo 9anco @enntral. E o Estado. hhhhhhhhhdestacar a privati1a!ão ou a liquida!ão de muitos -ancos comerciais controlados pelos governos estaduais. quando se registrou parte da responsa-ilidade daqueles na forma!ão do d%ficit consolidado de [d do PI9. violentos.

será fácil ao pa"s lan!ar. a3 podemos V a qual v<m sendo V dificultar a eles V se estende 03 devemos V em qual vem sendo V dificultar eles V extende'se c3 deve'se V de qual vem sendo V dificultar para eles V extende'se d3 (4 que se V que vem sendo V dificultar'l(esV estende'se e3 é necess4rio V por qual veio sendo V l(es difilcultar V se extende TEXTO. refere'se . d3 A estrutura 6se se lograr7. em suas duas ocorr<ncias.se na vanguarda da modernidade.<ncia sint4tica para o texto. se se lograr superar a in%rcia. e3 +0servando anéis 0urocr4ticos que tornam insólitas muitas pr4ticas de créditos e de financiamentos e quando emperram o fluxo de circulação dese)4vel. e3 As vírgulas após 6desvantagem7 e após 6arraigadas7 podem ser corretamente su0stituídas por travess es ou par<nteses. c3 +0servou'se que um dos pro0lemas freq. desde :. TEXTO. Assinale a . poderá ser. . Em-ora. Em-ora o 9rasil não tenha uma autBntica tradi!ão de livre mercado e de competi!ão. a maioria destes continuou a conviver com dificuldades operacionais e patrimoniais. a3 + pronome 6ela7. as quais aca-aram ampliando o n"vel de desequil"-rio das contas p'-licas. assinale a opção incorreta. A glo-ali1a!ão % um fato.entes nesses esta0elecimentos era o dos empréstimos ao setor privado com prec4ria an4lise de risco. 03 A concentração de operaç es de crédito apenas com governos e suas empresas foi um dos fatores que acentuou de forma crítica a fragilidade dessas instituiç es.nica opção que é inadequada e incorreta como seq. afinal. sem pre)uí8o para a correção do período. Assinale a opção que preenc(e de forma correta as lacunas do texto. tenham sido criados diversos programas de assistBncia e de recupera!ão dos -ancos estaduais. inconsistentes e prec4rios. a3 Nm de seus maiores pro0lemas vin(a sendo o excesso de ag<ncias deficit4rias mantidas em operação so0 argumentos políticos. pode ser assim su0stituída> caso se logre. /m relação ao texto. 03 A forma 6utili8ando os7. /s desafios institucionais que ela vem gerando devem ser compreendidos utili1ando os pr$prios instrumentos metodol$gicos que ela produ1iu.<a. precisamente porque nossa reconhecida desvantagem. 51=. palavra 6glo0ali8ação7. a de não possuirmos institui!+es estáveis e -em arraigadas. pode ser assim su0stituída> por meio da utili8ação dos. 51:. o nosso trunfo nesta vertiginosa era das comunica!+es. A questão do desequil"-rio financeiro e patrimonial desses -ancos % de nature1a estrutural e vinha desafiando diferentes administra!+es do governo federal e dos governos estaduais.515. d3 A desprofissionali8ação da alta administração como mecanismo de sustentação de interesses políticos clientelísticos intensificou a crise dessas instituiç es. c3 /m 6lançar'se7 o pronome 6se7 indica indeterminação do su)eito. sem pre)uí8o para a correção do período.

TEXTOS. para acentuar a oposição de idéias. enquanto % qualitativo e pressup+e uma administra!ão e uma legisla!ão racionali1adas. o desenvolvimento. pressupondo administra!ão e legisla!ão racionali1adas. Assinale a opção em que a estrutura sint4tica est4 incorreta. % evidente que a glo-ali1a!ão pode tornar. Entretanto. o recrutamento dos homens de empresa e a forma!ão do capital de investimento necessário. d3 + articulador sint4tico correto para 2:3 é conquanto. difusão do ensino. em su-stitui!ão aos antigos muros que as separavam. tendo em vista o conte&to nacional. em 213. e3 /m 2=3.vida de que 213. PaO. a difusão do ensino. %gnore a necessidade de letras mai. 03 / crescimento % um dado meramente econ)mico e quantitativo. e3 Enquanto o crescimento % um dado meramente econ)mico e quantitativo. mas o desenvolvimento. ao contrário. a difusão do ensino. P[O. em determinados casos. o crescimento % um dado meramente econ)mico e quantitativo. num mundo que não mais admite que as na!+es se transformem em verdadeiras autarquias. 03 \ opcional o uso de tam0ém. c3 / crescimento % um dado meramente econ)mico e quantitativo. e permitindo P5O uma ampla divulga!ão e utili1a!ão das tecnologias mais modernas. entre vírgulas. ao contrário. o recrutamento dos homens de empresa e a forma!ão do capital de investimento necessário. difusão do ensino. intelectuais e morais do Pa"s e dos cidadãos. % qualitativo e pressup+e uma administra!ão e uma legisla!ão racionali1adas. Assinale a seq. TEXTO. o desenvolvimento. 51C.sculas. recrutamento dos homens de empresa e forma!ão do capital de investimento necessário. c3 *omo se trata de uma oposição de idéias. d3 / desenvolvimento % qualitativo e pressup+e administra!ão e legisla!ão racionali1adas.s lacunas do texto. ao contrário. difusão do ensino.<ncia de sinais de pontuação que preenc(e corretamente os espaços numerados do seguinte fragmento. Toda estrutura da nossa sociedade colonial teve sua -ase fora dos meios ur-anos P:O % preciso considerar esse fato para compreender e&atamente as condi!+es que P5O por via direta ou indireta PaO nos governaram at% muito depois de proclamada nossa independBncia pol"tica e cu os refle&os não se apagaram ainda ho e PcO % efetivamente nas propriedades r'sticas que toda vida da col)nia se concentra durante os s%culos iniciais da ocupa!ão europ%ia P[O as cidades são virtualmente simples dependBncias delas. econ)micos. 51B. P:O a glo-ali1a!ão tem aspectos altamente positivos.se. é correto o uso de /ntretanto em 253. a3 + texto permaneceria correto se iniciado pela expressão @ão (4 d. Assinale a opção incorreta em relação . a3 Se o crescimento % um dado meramente econ)mico e quantitativo. TEXTO. ser um fiscal e catalisador eficiente do n"vel adequado da glo-ali1a!ão que interessa ao pa"s. o desenvolvimento % qualitativo. @a-e PcO ao Estado. recrutamento dos homens de empresa e forma!ão do capital de investimento necessário. enquanto. a-rindo a sua economia. protegendo adequadamente os valores humanos. criando pontes entre as na!+es. . recrutamento dos homens de empresa e forma!ão do capital de investimento necessário. um elemento destruidor da cultura nacional e da escala de valores de uma sociedade. % qualitativo e pressup+e administra!ão e legisla!ão racionali1adas. seria correto colocar todavia. ao contrário. 51?.

03 9omente o item %%% est4 correto. a3 #á no mundo regi+es que agora enfrentam pro-lemas generali1ados. P. 03 3as parece reinar.. TEXTO. . tra-alho e sentido de cria!ão. em toda parte a certe1a de que ho e fa1 sentido lan!ar id%ias ( mesa e tra-alhar so-re elas. em lugar de esclarecer. confunde. uma informa!ão manipulada que. . Kulgue os itens a0aixo.etos que o formam. tentasse. d3 9omente o item %% est4 correto. a3 +s itens % e %%% estão corretos.O o papel verdadeiramente desp$tico da informa!ão. infinitamente mais graves que. . c3 Tantas passagens G remotas ou recentes G da hist$ria. > c3 Q ' .' 51F. por isso viver esse momento. e3 Se aproveitamos com integridade. palavras e gestos tBm o poder de fecundar o terreno do s%culo que termina. %% ' Erata'se de um texto predominantemente argumentativo. 51G. nas condi!+es atuais. inteligBncia. 7m dos tra!os marcantes do atual per"odo hist$rico % P. se a porque lhe escapa a possi-ilidade de controle. não ser4 capa8 de superar o egoísmo. foram marcadas pela esterilidade. . = desse modo que a periferia do sistema capitalista aca-a se tornando ainda mais perif%rica. so-rará depois um profundo remorso. Essas t%cnicas da informa!ão Ppor enquantoO são apropriadas por alguns :stados e por algumas empresas. dos o. Se perdermos essa oportunidade. dissesse. . vale a pena. d3 #o e vivemos o contrário disso. c3 +s itens % e %% estão corretos. se a porque não disp+e totalmente dos novos meios de produ!ão. aprofundando assim os processos de cria!ão de desigualdades. pela convic!ão coletiva de que nada do que se pensasse.. não há limite para o que nos pode vir em troca. das sociedades que o ha-itam e dos homens em sua realidade intr"nseca. fi1esse. d3 . se nos perdermos em -analidades neste ponto da hist$ria que reclama grande1a. Sa-emos que id%ias. de fato. . . / que % transmitido ( maioria da humanidade %. do s%culo que come!a e que. tão -loqueCadas eram as perspectivas.. . ' Q > Q e3 O > .. aqueles com que nos confrontamos em nossos piores momentos do passado. por mais que avance tecnologicamente. as t%cnicas da informa!ão são principalmente utili1adas por um punhado de atores em fun!ão de seus o. %%% ' -edu8'se do texto que a (umanidade.a3 > . ousasse adiantaria alguma coisa. % ' Predomina no texto a linguagem o0)etiva ' denotativa. 03 . .etivos particulares. . Assinale a opção em que o texto apresenta pontuação correta. 9odavia.O As novas condi!+es t%cnicas deveriam permitir a amplia!ão do conhecimento do planeta.

técnicas.. 511.. c3 +s voc40ulos> (istórico. e3 % e %%%. c3 condição. +0serve os sin#nimos indicados entre par<nteses.L pode ser reescrito sem alteração semAntica> LAs novas condiç es técnicas permitem a ampliação. d3 % e %%.e3 9omente o item % est4 correto. contudo.L. despótico. periférico e intrínseca são acentuados pela mesma ra8ão de> car4ter.. provocar . % ' Lo papel verdadeiramente despótico 2b tirAnico3 da informação. alteraç es sint4tico' semAnticas..L c3 + voc40ulo LoL. Assinale a alternativa correta. a3 + pronome o0líquo Ll(eL 2lin(a C3 est4 proclítico. sem provocar. 03 %%. 51:... e3 explicação.L equivale semanticamente a Lmarcantes traços do período atual. no texto. nas condiç es atuais. a relação de sinonímia est4 correta apenas em> a3 %. %% ' Ldos (omens em sua realidade intrínseca 2b inerente3 %%% ' Lsão apropriadas 2b adequadas3 por alguns /stadosL. 03 Pode'se omitir o acento indicativo da crase na lin(a 1G. mas deveria ser colocado após a forma ver0al. a3 LNm dos traços marcantes do atual período. louv4vel e f<nix. nas duas ocorr<ncias. c3 %%%. @o trec(o> LToda'ia. c3 conclusão. nas duas ocorr<ncias possui o mesmo referente ' Lcon(ecimentoL. 511.. d3 causa..L + termo destacado esta0elece relação semAntica de> a3 oposição.. d3 + pronome relativo LqueL 2lin(a 53. 03 /m> LAs novas condiç es técnicas deveriam permitir a ampliação. lin(a 5. 515.. d3 LEodaviaL 2lin(a :3 pode ser su0stituído por LPortantoL. exerce a mesma função sint4tica ' su)eito. *onsiderando'se os textos. Assinale a alternativa correta.scula sem. e3 A expressão Lde fatoL 2lin(a 1G3 tem car4ter ratificativo. e3 + voc40ulo L/stadosL 2lin(a ?3 poderia ser grafado com letra min. as técnicas da informação são principalmente utili8adas. sem provocar quaisquer alteraç es semAnticas.

@omo vocB sa-e. em Ltão solicitamenteL.se. Se acharem interessante. até porque foi consagrado como poetaQ d3 o termo destacado em LLem0ranças tam0ém ao Koão *a0ralL revela a necessidade de incluir Koão *a0ral entre as pessoas lem0radasQ e3 todas as alternativas estão corretas. 2uerido @arlos. Ee qualquer forma. por isso não posso tomar parte pessoalmente na campanha que se desenrola. Entretanto. afetuoso a-ra!o. mas vocB está correto. e de transmitir minha solidariedade ( declara!ão de princ"pios do :o @ongresso de Escritores. Em que p% está o nosso livro0 E o seu0 Então. enfati8a a preste8a e o empen(o de -rummond no atendimento ao amigoQ 03 a oração intercalada Lcaso voc< )ulgue oportunoL tira de Jurilo a responsa0ilidade de se envolver mais profundamente com a campan(a. divorciou. pedindo. @onfirmo meu telegrama de ho e. NJA *ADEA %@\-%EA A -DNJJ+@-. / a-ra!o amigo do 3urilo P. perdeu todo o controle. desde que minha sa'de o permita. S. não posso dei&ar de lhe agradecer tantas fine1as que vocB me prestou. hein0 Fiquei muito sentido. 3as o governo e&cedeu.ísticos utili8ados no texto. Pessoalmente. TEXTO. Fem-ran!as tam-%m ao Qoão @a-ral. poderá divulgar que eu estou solidari1ado com a campanha democrática. caso vocB ulgue oportuno . é correto afirmar que> a3 o advér0io tão. sempre tão solicitamente. *om relação aos elementos ling. continuo em regime de sa'de. E outros dias virão. pequenas cr)nicas e notas . nas circunst8ncias atuais de minha vida. e al%m disso os <66 cru1eiros me eram necessários. Feio nos ornais que vocB pediu demissão. *om 0ase nesta afirmativa. mesmo so-re assunto pol"tico. A-andonei a cola-ora!ão n\A 3anhã. + par4grafo pode ser considerado um microtextoQ dessa forma. % o caso de se apresentar pBsames a vocB. se -em que estivesse gostando. porque estava doenteQ c3 a condicional Lse ac(arem interessanteL aponta para a insegurança de Jurilo em escrever prosa. desenvolvimento e conclusão. 2ue coisa a morte do 3ário.lhe o favor de me representar no almo!o de sá-ado pr$&imo. sa-endo que vocBs eram muito amigos. estou -astante atento ( mesma> por isso . continuar os artigos seria uma esp%cie de cola-oracionismo. quando no e&erc"cio do cargo. 51=. lem-ran!as a Eolores e 3aria Qulieta. 51?. pois me deva um certo treino de escrever prosa. Sem d'vida % uma pena para o 9rasil. e esgotou o seu á fraco conte'do. querido @arlos. poderei escrever. e.se por completo das aspira!+es populares.quaisquer alteraç es semAnticas no texto. sua . releia o :p par4grafo e identifique a alternativa correta em relação . e a-solutamente contra os m%todos do governo. deve conter introdução 2tópico frasal3.

@o =p par4grafo. continuo em regime de sa.L e3 Eodas as alternativas estão erradas. %dentifique as )ustificativas incorretas com relação ao uso das con)unç es e das locuç es con)untivas no :p par4grafo.poder4 divulgar que estou solidari8ado com a campan(a democr4tica.de. uma condição ou concessão. é correto afirmar que> a3 Erata'se de uma carta familiar. pelo menos.estrutura> a3 + tópico frasal inicia em LA0andoneiL e se estende até LgostandoL. a3 Lse 0em queL permite compreender que a atitude de a0andonar o que fa8ia não se relaciona ao fato de estar ou não gostandoQ 03 nas. a despedida e a assinatura. por isso não posso tomar parte pessoalmente na campan(a que se desenrola. a3 L/ntretanto.continuo em regime de sa.s atitudes do governoQ d3 LpoisL introdu8 )ustificativas que corro0oram o gosto pelo que fa8ia e precisou a0andonarQ e3 LJasL introdu8 uma idéia contr4ria ao Lestava gostandoL e precede os verdadeiros motivos pelos quais a0andonou o que fa8ia. em Lnas circunstAncias atuaisL.. d3 A intimidade entre remetente e destinat4rio permite a ela0oração de um texto cu)a profunda compreensão o0riga o leitor a recorrer a muitos elementos locali8ados fora do texto. e3 todas as alternativas estão corretas.. se)a de forma direta ou indireta. Jurilo Jendes usa muitas condiç es e concess es para falar de sua doença e do seu dese)o de tra0al(ar. 03 + tópico frasal contém uma atitude concessiva )ustificada no desenvolvimento.L 03 L*omo voc< sa0e. por isto perce0em'se muitas informaç es. lem0ranças e questionamentos colocados . c3 @a conclusão. não foram esquecidos o local. a data.. *om relação ao texto. e a0solutamente contra os métodos do governo. 51C. d3 Eodas estão corretas. *om 0ase nisto. 03 + remetente pode se utili8ar do post scriptum para acrescentar lem0ranças que não ten(am ocorrido em tempo. 51F. mesmaQ por isso ' caso voc< )ulgue oportuno'. TEXTO.de. estou 0astante atento . proporção que vin(am . inclusive nas cartas oficiais..L c3 L. 51B. necess4rios. identifique a alternativa cu)o trec(o contém..L d3 L. fica explicitado seu dese)o de não cola0orar com as atitudes do governo. . introdu8 uma idéia de tempoQ c3 o 1p par4grafo contém : oraç es que indicam as alternativas do leitor em relação . e3 @en(uma das anteriores. lem0rança do remetente. c3 Apesar da familiaridade da carta. o vocativo..

03 + acento indicador de crase L. 03 @a formação da gíria Limporta0andoL foi usado o processo morfológico de aglutinação. segundo o documento de importa!ão. o importador malandro declara ( Jeceita um valor muito menor do que realmente pagou por aquilo que está tra1endo. que deveria carregar peças diversas. que deveria carregar . dessas que a crian!ada usa na escola.. e3 A expressão Lmesmo na *(inaL foi usada no texto de modo pe)orativo. Ela calcula que.ente na linguagem coloquial. ?3 as vírgulas isolam oração explicativa.ísticos Lcont<ineresL e LdólarL )4 tiveram sua grafia aportuguesada.L 2lin(as =. 4essa opera!ão. segundo o documento de importação. mochilas chinesas. 2lin(a 53 (4 um ver0o elíptico. acharam uma perua van.L. no ano passado. e3 A primeira vírgula do texto pode ser dispensada. o que não ocorreu ainda com L0lit8L. c3 /m L/m outro. a3 + su)eito de Lac(aramL 2lin(a ?3 é indeterminado.L 2lin(a 1G3 é o0rigatório. a3 /m Lvalor impratic4velL 2lin(a =3 o ad)etivo deriva'se do ver0o LpraticarL no seu emprego próprio do )argão da /conomia> Lpraticar preçosL. o que % um valor impraticável mesmo na @hina. F3 foi empregada com sentido conotativo. marque a afirmativa que não é verdadeira.importa-ando. ele se chama .. c3 LfraudulentaL 2lin(a 53 e LfraudadaL 2lin(a 1:3 podem'se su0stituir mutuamente. Essa foi a maior apreensão feita pela Jeceita Federal em sua hist$ria e aponta para um pro-lema que está crescendo ( som-ra da a-ertura comercial. que está ingressando no pa"s. 55G. sem pre)uí8o do sentido dos enunciados onde aparecem. ou de importa!+es com documenta!ão fraudada. d3 /m L@um deles. @as quest es de 55G a 555. que deveria carregar peças diversas segundo o documento de importação.. moc(ilas c(inesas. . 4a g"ria dos fiscais. 4o total. com correção.. como no con(ecido verso de *asimiro de A0reu L. 4ão há um cálculo oficial so-re o volume de contra-ando. 551. mas apenas uma estimativa feita pela confedera!ão 4acional de @om%rcio. de0aixo dos laran)aisL.. d3 + pronome L/ssaL 2lin(a B3 pode ser su0stituído pelo pronome L/staL.etivo % recolher menos impostos e concorrer em posi!ão de vantagem com o comerciante que importou de maneira legal. / o...pe!as diversas. c3 A expressão L. Eles apreenderam :55 contBineres com uma carga de :. 551. fiscais da Jeceita Federal fi1eram uma -lit1 no Porto de Santos com resultados surpreendentes. 4um deles. produtos no valor de :[ -ilh+es de d$lares foram importados irregularmente.feira. som0raL 2lin(as C. os produtos confiscados valem c: milh+es de reais. Em outro. d3 LcriançadaL 2lin(a :3 é uma expressão freq..[66 toneladas de mercadoria importada de maneira fraudulenta. 4a 'ltima ter!a. por um pre!o declarado de S6 centavos de d$lar a d'1ia ou [ centavos a unidade.EE@ FC. som0ra das 0ananeiras. da seguinte forma> L/m outro. 03 + excerto da opção c a0aixo pode tam0ém ser escrito. )4 que se origina no dito popular Lnem aqui. nem na *(inaL. a3 +s empréstimos ling. causando uma perda fiscal de c -ilh+es.

+ que os especialistas descrevem como 6a preval<ncia da idéia de segurança so0re a idéia da recuperação7. 2-3 considera que. 2$3 defende a opinião de que é importante em qualquer sociedade proteger os cidadãos de situaç es de viol<ncia. 2*3 desenvolve a idéia de que o sistema carcer4rio deve privilegiar a rea0ilitação do criminoso e não apenas mant<'lo o0rigatoriamente afastado do convívio social. )4 que o sistema penitenci4rio é antigo e pouco eficiente. se a oração relativa for separada por vírgula. a ilusão de que a seguran!a da sociedade consiste em trancafiar todo e qualquer tipo de criminoso. na violenta sociedade atual.<6 por um dos grandes advogados de São Paulo. 55=. em presídios mal administrados e com pouca segurança. 55:. d3 A con)unção LmasL 2lin(a 1:3 pode ser suprimida. os 0andidos go8am de mais privilégios do que os cidadãos comuns.e3 /m L@a gíria dos fiscais.scula. 3anoel Pedro Pimentel P:. e não apenas aqueles de alta periculosidade. há d%cadas. 2/3 0aseia'se em estudos feitos recentemente em v4rios países. e não a recupera!ão do criminoso. para propor novos métodos de recuperação de criminosos. c3 A oração Lque est4 ingressando no paísL 2lin(a 1:3 pode ser empregada na vo8 passiva sem pre)uí8o do sentido no texto. E condenam.55. 03 LpaísL. A afirma!ão acima foi tirada de uma conferBncia feita em :. que> 2A3 é mais importante punir com o encarceramento do que recuperar o indivíduo marginali8ado. na oração da opção a0aixo pode ser grafado com letra mai. mantendo presos os que agem de maneira contr4ria . que viveu de perto o pro-lema por ter sido Secretário de Qusti!a e de Seguran!a. 2$3 nem sempre a punição se torna fator de recuperação dos indivíduos encarcerados. . tam-%m.s suas normas. 2*3 só ocorre a recuperação do criminoso se (ouver a devida punição da infração cometida. A crise que e&plodiu de forma in%dita nos pres"dios de São Paulo comprova a falBncia definitiva do sistema penitenciário fechado e e&clusivamente punitivo. principalmente> 2A3 condena as sociedades que 0uscam manter afastados. sem alterar a correção do período. altera'se o sentido do enunciado.:O. + segmento destacado significa.I 7ma das provas da falBncia % a ta&a alt"ssima de reincidBncia. Estudos diferentes mostram que entre c6d a R6d dos criminosos aca-am voltando para a prisão. \ correto afirmar que no texto o autor. inclusive por meio de severas puniç es. TEXTO. 2-3 a recuperação de criminosos e a segurança da sociedade são noç es que t<m o mesmo valor. o que os especialistas descrevem como Ha prevalBncia da id%ia de seguran!a so-re a id%ia da recupera!ãoI. e3 LimpostosL 2lin(a 113 pode ser usado no singular. Todos os seminários e discuss+es so-re o sistema penal condenam. 555.. ele se c(ama Limporta0andoL 2lin(a F3 o pronome 4tono tam0ém poderia vir enclítico ao ver0o. em que a Bnfase % a disciplina. aqueles que não cumprem suas regras. considerando'se o contexto. Ele era -em e&pl"cito? HAcho que não há mais d'vida de que o sistema das pris+es fechadas não tem condi!+es de promover a rea-ilita!ão social de um indiv"duo. / pro-lema % antigo e não % s$ nosso. a3 /m Lcom o comerciante que importou de maneira legalL 2lin(a 113.

Esse tipo de comportamento dos gam-ás norte. Alguns animais se fingem de mortos para> 2A3 lutar contra o inimigo. 55C. !4 dois trec(os do texto que estão entre aspas porque eles> 2A3 introdu8em idéias de outra pessoa. caem e rolam no chão. como deveria. Isso confunde muitos predadores. eles se deitam im$veis. Em ve1 de correr ou lutar contra o inimigo. 2$3 tin(a feito. 2-3 indicam o assunto principal do texto. ficando sem se mexer. +s gam04s. fecham os olhos e ficam com a l"ngua para fora G o suficiente para afugentar a maioria de seus inimigosD 55F. 2-3 fe8'se. 2-3 um sistema penitenci4rio fec(ado e 0aseado apenas na imposição da disciplina não apresenta 0ons resultados. TEXTO. 2-3 0rincar com seus amigos. 2$3 devorar os animais vivos. Eranspondo'se a frase acima para a vo8 ativa.0lica. parecendo mortos. em pris es fec(adas. A confer<ncia foi feita em 1FCG por um dos grandes advogados de 9ão Paulo. #á alguns animais que se fingem de mortos.americanos deu origem ( e&pressão H-rincar de morrerI. 2*3 interrompem o desenvolvimento lógico das idéias do texto.2/3 a punição de criminosos deve ter mais importAncia. 2/3 resumem os pro0lemas discutidos (a0itualmente pelas autoridades em suas reuni es. 2*3 fi8eram. desde que eles este)am dentro das pris es. 2$3 nem sempre é necess4rio manter os criminosos afastados da sociedade. para garantir a segurança da sociedade. preferem> 2A3 deitar'se. . do qual partem as idéias secund4rias. 2uando atacados. por falta de especialistas em segurança. 2$3 são uma citação fiel das palavras de especialistas em segurança p. 2/3 fe8. que são contr4rias ao desenvolvimento do texto. /studos diferentes mostram que entre :G_ a ?G_ dos criminosos aca0am voltando para a prisão. 2*3 a aus<ncia de controle dos prisioneiros dentro das penitenci4rias é elevada. quando atacados. + /9EDA@!+ *+JP+DEAJ/@E+ -+9 HAJ$S9. a forma ver0al passa a ser> 2A3 foram feitas. eles mancam. tanto para criminosos quanto para os respons4veis. A afirmação do texto foi usada para comprovar que> 2A3 falta mais disciplina nos presídios atualmente. 55?. que preferem se alimentar de animais vivos. 5:G. 2/3 é possível recuperar praticamente todos os criminosos. 2*3 enganar seus inimigos. 55B.

A mo!a triste que vivia calada sorriu. / faroleiro que contava vantagem parou. no final do texto. /m 6seus inimigos7. TEXTO. 2-3 dos gam04s. como o gam04. . lutam até ficar com a língua para fora. 5:5. o sentido contr4rio da palavra grifada é> 2A3 sem medo.eles se deitam imóveis.. 2$3 quietos. 2$3 Juitos animais gostam de ter como alimento animais vivos. 2*3 Alguns animais. 2*3 dos animais predadores. / homem s%rio que contava dinheiro parou. 2$3 do povo norte'americano. Estava ( toa na vida. A minha gente sofrida despediu. @a frase> W . A rosa triste que vivia fechada se a-riu.. 5:1. A namorada que contava estrelas parou para ver.. 2A3 Eodos os animais se fingem de mortos quando são atacados. 2*3 parados. parecendo #ortos. 2*3 lutar com todas as forças. P. 5:1. W. 2-3 em movimento.se da dor Pra ver a -anda passar cantando coisas de amor.O 5::. Assinale a alternativa que contém uma afirmação do texto. 2-3 correr para 0em longe. o meu amor me chamou Pra ver a -anda passar cantando coisas de amor.. ouvir e dar passagem.2$3 andar de ol(os fec(ados. A passagem da 0anda provocou no povo da cidade> 2A3 indignação com o tumulto. 6seus7 refere'se a inimigos> 2A3 de animais que foram mortos. A meninada toda se assanhou pra ver a -anda passar cantando coisas de amor. 2-3 A expressão 60rincar de morrer7 refere'se ao comportamento dos predadores dos gam04s.

s atitudes a serem tomadas. representam.homem cordial.. A oração 6pra ver a 0anda passar7 pode ser su0stituída por outra de sentido equivalente. ao menos. 2*3 A moça triste que vivia calada sorriu. 2$3 6passar7 como ação anterior a 6cantando7. @a expressão 6min(a gente7. tem'se o seguinte> 2A3 6passar7 como ação posterior a 6cantando7. 2A3 + (omem sério que contava din(eiro parou. que a contri-ui!ão -rasileira para a civili1a!ão será de cordialidade Y daremos ao mundo o . TEXTO.. 2/3 em0ora tivesse visto a 0anda passar. apresentada na alternativa> 2A3 porque viu a 0anda passar. 5:?. um tra!o definido do caráter -rasileiro. 2/3 afeto. 2$3 despre8o. Assinale a alternativa em que determinada palavra est4 empregada em sentido figurado. 2/3 6ver7 como ação posterior a 6passar7. 2*3 a fim de que eu visse a 0anda passar. o uso do pronome possessivo min(a indica> 2A3 indiferença. Qá disse. 2*3 6passar7 como ação simultAnea a 6cantando7. 2$3 quando viu a 0anda passar. 2-3 A rosa triste que vivia fec(ada se a0riu. 2*3 (esitação quanto . 2$3 + meu amor me c(amou. civilidade. Seria engano supor que essas virtudes possam significar . São antes de tudo e&press+es leg"timas de um . @o trec(o W pra ver a 0anda passar. 5:=. a generosidade.2$3 apatia diante do fato. 2/3 A meninada toda se assan(ou. 2-3 assim que a 0anda passou. virtudes tão ga-adas por estrangeiros que nos visitam. a hospitalidade. numa e&pressão feli1. 2-3 6ver7 como ação anterior a 6passar7.. 5:C.. 2/3 transformação do comportamento. A lhane1a no trato. 5:B. 2-3 intransig<ncia com a desordem. informados no meio rural e patriarcal.-oas maneiras. na medida. cantando coisas de amor W. 2*3 ironia. com efeito. 2-3 cortesia. em que permanece ativa e fecunda a influBncia ancestral dos padr+es de conv"vio humano.

4a civilidade há qualquer coisa de coercitivo Y ela pode e&primir. influ<ncia ancestral dos padr es do convívio (umano.L 2$3 L. a polide1 envolve os aspectos mais ordinários do conv"vio social. no fundo.. traço definido do car4ter 0rasileiro. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensi-ilidade e suas emo!+es.......se em mandamentos e em senten!as.. A passagem em que se explicita o di4logo entre as idéias do autor e as do leitor é> 2A3 L/quivale a um disfarce. anterior. onde.L 2$3 L.. 2$3 + colégio onde foram reali8adas as palestras é tão antigoZ 2*3 /ram funcion4rios tão necess4rios quanto os outros. 5:F. por ve1es.....se. Al%m disso....L 2*3 L. epidermica do indiv"duo. de algum modo. mais o estimo..L 2/3 L9eria engano supor .. ... fundo emotivo rico e trans0ordante. de pe!a de resistBncia. ustamente o contrário da polide1. não diferem essencialmente das maneiras sociais de demonstrar respeito. no cerimonial &into"sta.L 2/3 L.. 2-3 Muanto mais o con(eço.L 2*3 L@ossa forma ordin4ria de convívio social.L 2-3 L. 4ossa forma ordinária de conv"vio social %.L @esta passagem não se d4 a contração da preposição 6de7 com o artigo 6a7 porque> 2A3 o autor fe8 uma opção estilística 2$3 a preposição LdeL integra a expressão Lpelo fato deL 2*3 se trata de um período composto 2-3 La atitude polidaL é su)eito da oração do ver0o consistir 2/3 o su0stantivo LatitudeL vem seguido do ad)etivo LpolidaL 5=1.. virtudes tão ga0adas por estrangeiros que nos visitam .L 5=1. organi1a!ão de defesa ante a sociedade.L 2-3 L@a civilidade (4 qualquer coisa de coercitivo... podendo mesmo servir. 4enhum povo está mais distante dessa no!ão ritualista da vida do que o -rasileiro. como se sa-e..L + período que apresenta uma oração de classificação semel(ante .se na parte e&terior. antes de tudo. a polide1 %. de que as formas e&teriores de venera!ão ( divindade. chega a ponto de confundir..fundo emotivo e&tremamente rico e trans-ordante.. pelo fato de a atitude polida consistir . A expressão Lespécie de mímica deli0eradaL retoma a idéia de> 2A3 L..homem cordial. L..? % a forma natural e viva que se converteu em f$rmula. com a reverBncia religiosa Qá houve quem notasse este fato significativo. Eet%m.. Entre os aponeses. são.....L 5=G. é> 2A3 /stava tão cansado. quando necessário. que logo foi deitar'se. virtudes tão ga0adas por estrangeiros que . express es legítimas . noção ritualista da vida. L... Ela pode iludir na aparBncia Y e isso se e&plica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma esp%cie de m"mica deli-erada de manifesta!+es que são espont8neas no .

2*3 /xistiam televisores e r4dios para todos os (a0itantes. pois condu1em. A violBncia torna. 2-3 &ui eu quem denunciou as irregularidades. a violBncia come!a a gerar e&pectativas. dissociadas de princ"pios %ticos válidos para todos. Sua prolifera!ão indiscriminada mostra que as leis perderam o valor normativo e os meios legais de coer!ão. 4o Jio de Qaneiro. 6-e repente foi assaltada por um adolescente. /s criminosos agem com consciBncias feli1es. uma sen(ora dirigia seu automóvel com o fil(o ao lado. @ria a convic!ão tácita de que o crime e a -rutalidade são inevitáveis. Ee repente foi assaltada por um adolescente. 4ão se ulgam fora da lei ou da moral.a nosso cotidiano..limite passam a ser imaginados e repetidos com o fim de caucionar a id%ia de que s$ a for!a resolve conflitos. assaltou 2a sen(ora3.se de acordo com o que estipulam ser o preceito correto. com a aprova!ão dos que presenciaram a cena. tornando. condi!ão pr%via para que qualquer atitude criminosa possa ser ustificada e leg"tima. Ner"dica ou não. tem como correspondente na vo8 ativa a frase> a3 -e repente assaltou'se um adolescenteQ 03 Nm adolescente.. assim. a fornecer padr+es de respostas. 2A3 9ão cinco quest es que falta resolver. 5=:. 4esse vácuo.o e mata.o. / crime %. na vo8 passiva analítica. então.7Q a passagem do pretérito imperfeito para o pretérito perfeito marca a mudança de> a3 um texto descritivo para um texto narrativoQ 03 a fala do narrador para a fala do personagemQ c3 um tempo passado para um tempo presenteQ d3 um tempo presente para um tempo passadoQ e3 a mudança de narrador... Eias depois. 2$3 +s ver es terríveis que fa8ia ali desesperavam a todos. Acelera o carro. / pro-lema . indiv"duos e grupos passam a ar-itrar o que % usto ou in usto. Ao e&por as pessoas a constantes ataques ( sua integridade f"sica e moral. segundo decis+es privadas. Assinale a alternativa que contém erro de concordAncia. TEXTO. relativi1ado em seu valor de infra!ão. a hist$ria % e&emplar. + J/-+ 9+*%AL.. a for!a que deveriam ter. Ilustra o que % a cultura da violBncia. a mesma senhora reconhece o assaltante na rua.7Q . -e repente foi assaltada por um adolescente. a sua nova fei!ão no 9rasil. @omo e por que estamos nos familiari1ando com a violBncia. A imoralidade da cultura da violBncia consiste ustamente na dissemina!ão de sistemas morais particulari1ados e irredut"veis a ideais comuns. 2/ 3 As quest es que (aviam no livro eram difíceis.2/3 &oram pessoas tão admiradas enquanto estiveram aquiZ 5=5. uma senhora dirigia seu autom$vel com o filho ao lado.7Q esta frase. 5==. 6@o Dio de Kaneiro. % preciso que a violBncia se torne corriqueira para que a lei dei&e de ser conce-ida como o instrumento de escolha na aplica!ão da usti!a. % entender como chegamos a esse ponto. de repente. Epis$dios truculentos e situa!+es. que a rou-ou. Ela segue regras pr$prias.. Em primeiro lugar.se um item o-rigat$rio na visão do mundo que nos % transmitida. atropela. amea!ando cortar a garganta do garoto.

5=C.etiva ou impessoal para com o pecador. A narrativa contida no primeiro par4grafo tem a função textual de> a3 exemplificar algo que vai ser explicitado depoisQ 03 )ustificar a reação social contra a viol<nciaQ c3 despertar a atenção do leitor para o pro0lema da viol<nciaQ d3 mostrar a viol<ncia nas grandes cidadesQ e3 relatar algo que vai )ustificar uma reação social.. tratar algu%m de uma maneira que não merece0 Santo Agostinho aconselhava.que a rou0ou. um adolescente assalta 2uma sen(ora3. TEXTO.. do ver0o principal.. 5=F.ndio requer que sua ação se)a simultAnea .7Q o 0om uso do ger.se.7Q o voc40ulo renunciar equivale semanticamente 2sin#nimo3 a> a3 denunciarQ 03 anunciarQ c3 a0andonarQ d3 retirarQ .. como ocorre nesse segmento do texto.. ( ira ou a outras rea!+es ustificadas por algo que essa pessoa tenha feito. 5=?. o que tam-%m indica uma atitude o. 5=B.7Q d3 -e repente. 6.se. A idéia não contida no texto é> a3 a viol<ncia cria regras própriasQ 03 os criminosos agem segundo regras particularesQ c3 a viol<ncia aparece socialmente )ustificadaQ d3 a viol<ncia aparece como algo inevit4velQ e3 a viol<ncia requer uma ação governamental eficiente..nos a detestar o pecado.7Q 03 + motorista acovardou'se.. mostrando a armaQ e3 + motorista o0edeceu. mas não o pecador.ndio a frase> a3 + assaltante gritou. uma sen(ora foi assaltada.. ou mesmo como permitir.c3 -e repente. ameaçando cortar a garganta do garoto. acelerando o carro. 6Perdoar alguém é renunciar ao ressentimento.. é exemplo de mau uso do ger. Assim. como se o caráter do agente estivesse apenas acidentalmente ligado ao caráter detestável de suas a!+es.. Isso levanta um pro-lema filos$fico? essa pessoa % tratada de forma melhor do que ela merece> mas como pode e&igir. sentando'se no 0anco traseiroQ d3 + marginal ameaçou'o. a0aixando o vidroQ c3 + assaltante entrou.7Q e3 Nm adolescente foi assaltado por uma sen(ora. a0rindo a porta. Perdoar algu%m % renunciar ao ressentimento. de repente. P/D-P+.

nico termo destacado que @P+ o repete é> a3 6. manicura. 3aria 9erlini não mentira quando dissera que não tra-alhava.ligado ao car4ter detest4vel de suas aç es.7Q c3 6.é tratada de forma mel(or do que ela mereceQ . A tentativa de entrar para o teatro fracassara. Tinha eito para vender. não agTentara dois meses.7Q e3 6..a detestar o pecado.. fora sucessivamente chapeleira. 5?5.como se o car4ter do agente. Fora estrela estudantil em Luará. 6%sso levanta um pro0lema filosófico> essa pessoa é tratada de forma mel(or do que ela mereceQ..7Q d3 6. 5?1.. Isso. por%m.. que se evaporaram como por encanto. @omo chapeleira.. 5?G. TEXTO.... das oito da manhã (s oito da noite.7Q 03 6.7Q esse segmento do texto di8'nos. cai&eira de perfumaria. e quantas ve1es mais.. sem tirar a cacunda da la-uta não era poss"velD As am-i!+es teatrais não haviam esmorecido.. 9anto Agostin(o ensina que> a3 não devemos confundir agente e pacienteQ 03 devemos separar ato e agenteQ c3 devemos confundir agente e açãoQ d3 devemos perdoar o ato e condenar o agenteQ e3 agente e ato são elementos id<nticos. que> a3 todos devem ser tratados segundo seus atosQ 03 devemos tratar a todos de forma semel(anteQ c3 todos devem ser tratados de forma mel(or do que merecemQ d3 todos devem ser tratados de forma pior do que merecemQ e3 ninguém deve ser maltratado.. #avia s$ promessas. para se sustentar... que era duroD. implicitamente. mas não o pecador. + termo alguém da primeira frase do texto aparece referido com outras palavras no desenvolvimento do textoQ o . .7 5?1..s nossas dívidasQ c3 Perdoai'l(es os pecadosQ d3 Perdoei os erros ao po0re rapa8Q e3 \ difícil perdoar aos pecadores. + ver0o perdoar est4 com sua reg<ncia errada na frase> a3 -evemos perdoar a nossos ofensoresQ 03 9eria 0om que perdoassem .. 3esmo não tinha a menor e&periBncia. era menos que nadaD Aca-ado o dinheiro. não podia viver de -risaD Em oito meses. com minguados recursos. 4ão era fácil como pensara. sa-ia empurrar . nem estudava.e3 condenar.por algo que essa pessoa ten(a feito.. 3as tra-alhara pouco depois de chegada ao Jio.. e cadB tempo0 @onseguira o lugar de -alconista numa perfumaria com ordenado e comissão..

153 e 5. tomar -anho de mar. 3esmo como seria poss"vel se encarreirar no teatro.p' de LEin(a )eitoL 2lin(a F3 até Lpara pris es. 1. cu o dono ia muito ( perfumaria fa1er compras e que se engra!ara com ela. e o tra-alho -em mais suave . 2*3 a 0ele8a a)uda nas relaç es empregatícias. so0reviv<ncia. 1..L 2lin(a 1C3.. =.p ' de L*omo c(apeleiraL 2lin(a ?3 até Lcomissão.L 2lin(a 113 e :. 2*3 Muatro par4grafos> 1 .L 2lin(a F3 e ?. e tinha folgas . Funcionava -astante..p ' de L+s co0resL 2lin(a F3 até Ldormindo.L 2lin(a 1C3. Analisando a distri0uição das idéias do texto.L 2lin(a C3. 1.L 2lin(a 1C3.p ' de L*ontudoL 2lin(a 11 3 até L)eito. 5?=. A protagonista do texto é caracteri8ada de diferentes maneiras. Eava conta do recado mal e porcamente.. mas os homens não são e&igentes com um palmo de cara -onita.L 2lin(a ?3.. uf. ?3.. 2A3 ing<nua 2$3 inexperiente 2*3 altruísta 2-3 am0iciosa 2/3 esperta 5??. nunca imaginara que houvesse tantos perfumes e sa-onetes neste mundoD @ontudo continuava numa prisão.p ' da lin(a 1 até Lsustentar. 5. amarrada num -alcão todo o santo dia0 Precisava dar um eito.p' de LEin(a )eitoL 2lin(a F3 até Lfregu<s. fa1er compras.p ' de LA tentativahh 2lin(a 13 até Lde 0risaZL 2lin(a =3. :.p ' de L/m oito mesesL 2lin(a =3 até Lpara se sustentar. 1. ia passear. /s co-res melhoravam satisfatoriamente.. 2A3 -ois par4grafos> 1 . conhecera uma matula de gente. 3as tam-%m lá passara pouco tempo.L 2Lin(a 13. se desenvolve uma idéia. 2/3 9eis par4grafos> 1 .L 2lin(a ?3. 5?:.p ' da lin(a 1 até Lsustentar.L 2lin(a153 e =. era muito convidada para almo!os. 2-3 certas profiss es exigem uma dose de sacrifício.p ' de L*omo c(apeleirahh 2lin(a ?3 até Lsanto diaOL 2lin(as 11.L 2lin(as =. / horário era praticamente o mesmo. tinha folgasD 2uando cismava. antares.L 2lin(a 1C3. assinale a opção em que (4 uma coerente proposta de distri0uição dos par4grafos.p ' de L*onseguiraL 2lin(a C3 até LmundoZL 2lin(a 113.. 5. 2/3 o din(eiro é essencial .L 2lin(a 13. por meio de uma série de frases. Arran ou vaga de manicura numa -ar-earia..p ' de L*omo c(apeleiraL 2lin(a ?3 até Lcad< tempoOL 2lin(a C3. ganhava gor etas. nem aparecia na -ar-earia. 2$3 a protagonista efetivamente queria ser atri8.L 2lin(a 1C3. Assinale a opção cu)a qualidade não se aplica a ela.. ficava dormindo.mercadoria no freguBs.p ' da lin(a 1 até Lencanto. 2-3 *inco par4grafos> 1.p ' de LArran)ouL 2lin(a 153 até Ldormindo.L 2lin(a C3. /ntende'se por par4grafo a unidade da escrita em que. /m nen(uma parte do texto est4 expressa a idéia de que> 2A3 uma profissão é mais (onrada do que a outra.p ' da lin(a 1 até 6encanto.p ' 2$3 Er<s par4grafos> 1 .p ' de LJesmohh 2lin(a 113 até Ldormindo...p ' da lin(a 1 até L@ão era possívelZL 2lin(a B3 e de 6As am0iç esL 2lin(a B3 até 6dormindo. :.p ' de LPrecisavaL 2lin(a 153 até Ldormindo. 5. dan!as e passeios. 1. .p ' de LA tentativahh 2lin(a 13 até Lcomissão. 4ão nascera para pris+es.

2A3 + tra0al(o assim como a felicidade são próprios do ser (umano. 9egundo o texto. 5?F. 5?C. somente. pois não corresponde a um fonema. 2$3 duas oraç es su0ordinadas. / tra-alho se inventou. 2-3 \ venturoso quem tra0al(a sem reclamar. 2/3 quatro oraç esQ entre elas. c(egada. /m certos casos. (otel TEXTO. + primeiro período do texto é constituído por> 2A3 duas oraç es coordenadas.5?B. 0an(o 2/3 (omens. Feli1 quem pode orgulhoso Ei1er? . 2*3 evitar a malandragem. 5BG. c(uva 2*3 man(ã. sendo duas coordenadas e uma su0ordinada. . Eevo ao tra-alho o que sou. 2-3 tr<s oraç es. 2*3 tr<s oraç es. 2-3 semear a terra e produ8ir 0ons frutos. Tal como a chuva ca"da Fecunda a terra no estio Para fecundar a vida. so0reviv<ncia. Assinale a opção em que todas as palavras apresentam dígrafos formados com a letra (. (omenagem 2-3 tra0al(o. 4unca fui vadio E se ho e sou venturoso. 2$3 + tra0al(ador rural tem mais valor do que o ur0ano. constitui um dígrafo. Assinale a opção que apresenta a afirmativa valori8ada pelo autor. c(apeleira. ao mesmo tempo. gan(ava. 9a0e'se que o ( é uma letra diferente das demais. 2/3 + tra0al(o dignifica a vida. porém. *ompreender um texto implica apreender os valores que são defendidos por quem o prop e. somente. (or4rio 2$3 (oras. associada a uma consoante. mel(oravam. 2A3 tra0al(ava. sendo duas su0ordinadas e uma coordenada. 2*3 A vadiagem e o orgul(o são pre)udiciais ao (omem. a finalidade do tra0al(o é> 2A3 deixar o (omem orgul(oso 2$3 prover o (omem de recursos . (avia. duas su0ordinadas e uma coordenada e su0ordinada.

e o martelar da for a. impertur-ável a todos os golpes e a todos os tiros que lhe desfechavam no dorso. utili8ando ferramentas como o2a3 aaaaaaaaem um clima de aaaaaaaaaaaaaaaaaa. aparecem oper4rios tra0al(ando em uma aaaaaaaaaaaaaa. assinale a opção incorreta. a sugestão L9e)a tra0al(ador e voc< tam0ém ser4 venturoso. Ee um lado cunhavam pedra cantando> de outro a que-ravam a picareta> de outro afei!oavam la edos a ponta de picão> mais adiante fa1iam paralelep"pedos a escopro e macete. que vinha do corti!o. dei&ando sem um gemido que lhe a-rissem as entranhas de granito. em discurso indireto.2/3 garantir a felicidade. como de uma aldeia alarmada> tudo dava a id%ia de uma atividade fero1. -i8erL. 2*3 L@uncaL é um advér0io que atuali8a as circunstAncias de tempo e de negação.. 2$3 9e)am tra0al(adores e vós tam0ém se)ais venturosos. de uma luta de vingan!a e $dio. o primeiro ver0o é auxiliar e o segundo é o principal. outros de-ai&o de pequenas -arracas feitas de lona ou de folhas de palmeira. 5B1. tem'se> Muem pode di8er orgul(oso que nunca foi vadio é feli8. Aqueles homens gote antes de suor. ali. -evo ao tra0al(o o que sou. encontravam. morfossintaxe. e o coro dos que lá em cima -rocavam a rocha para lan!arlhe ao fogo. pareciam um punhado de dem)nios revoltados na sua impotBncia contra o impass"vel gigante que os contemplava com despre1o. @o texto.L. 2/3 9e)ais tra0al(adores e voc<s tam0ém serão venturosos. simultaneamente. /m Lse (o)e sou venturoso. 2$3 um pronome pessoal do caso o0líquo. a espica!arem. TEXTO.L. 9eguindo as normas gramaticais da língua culta. 2A3 + ad)etivo hhorgul(osohh est4 exercendo a função de predicativo do o0)eto. e a surda 1oada ao longe.se tra-alhadores. 2*3 um pronome relativo e um pronome demonstrativo. 5B1. 2$3 L&eli8hh e LvadioL são ad)etivos que exercem as funç es de predicativos de seus su)eitos. 2-3 @a locução ver0al Lpode . E todo aquele retintim de ferramentas. (4 apenas> 2A3 duas ve8es o su)eito eu. *onsiderando a sentença contida nos versos = e ?. desvairados de insola!ão. 2/3 Deescrevendo a sentença na ordem direta. 2/3 tr<s predicados nominais. 2-3 9e)am tra0al(adores e voc<s tam0ém serão venturosos. a torturarem a pedra. quanto . Assinale a opção que completa adequadamente as lacunas da sentença a0aixo. 2*3 9< tra0al(adores e voc<s tam0ém serão venturosos. a que-rarem. por toda a parte.. 5B5. 5B:. 2-3 dois predicados ver0ais. uns ao sol. Aqui. se for expressa na terceira pessoa do plural tornar'se'4> 2A3 9ede tra0al(adores e vós tam0ém sereis venturosos. 2A3 0arraca ' picareta ' revolta . -B-edos de calor.

2*3 a ferocidade de suas (a0ituais aç es. 2/3 paralelismo.2$3 pedreira ' macete ' agitação 2*3 construção civil ' picão ' desvario 2-3 mina de prata ' escopro ' alegria 2/3 extração W paralelepípedo ' ferocidade 5B=. o que é expletivo. podendo ser retirado da sentença sem pre)uí8o do sentido. 2$3 su0stantivo derivado. 2-3 @a terceira ocorr<ncia.hh 2lin(as =. TEXTO. não exercendo função sint4tica. impertur04vel a todos os golpes e a todos os tiros que l(e desfec(avam no dorso. 5B?. o que é con)unção su0ordinativa integrante. 2$3 @a primeira ocorr<ncia. B3. 2-3 a impot<ncia para reali8arem a tarefa. Assinale a opção em que aparecem ant#nimos das palavras su0lin(adas na seguinte passagem> Ltudo dava a idéia de uma atividade fero8. 2/3 o estado físico em que se encontram após um período de tra0al(o. . 2-3 complemento nominal. 2A3 @as tr<s ocorr<ncias. o que é o o0)eto direto do ver0o deixar. 2*3 ad)unto adnominal. @o fragmento Lgote)antes de suor. 2/3 @as duas . 0<0edos de calor. ?3. Assinale a opção correta. 2*3 @a segunda ocorr<ncia. deixando sem um gemido que l(e a0rissem as entran(as de granitoL 2lin(as C' 1G3. + que leva o autor a comparar os tra0al(adores a um Lpun(ado de dem#niosL 2lin(a B3 é> 2A3 a persist<ncia com que executam sua tarefa. 5BC. Analise o emprego dos conectivos que su0lin(ados no fragmento a seguir> Lo impassível gigante que os contemplava com despre8o. de uma luta de vingança e ódio. não (4> 2A3 su0stantivo concreto. o que é su)eito da oração seguinte.ltimas ocorr<ncias. o que é pronome relativo. 2$3 o car4ter sanguin4rio dessas pessoas. desvairados de insolaçãoL 2lin(as ?. 2A3 0randa V descanso V perdão V amor 2$3 mansa V repouso V dignidade V ami8ade 2*3 calma V pacífica Vdocilidade V afeto 2-3 nociva V alegria V calma V ami8ade 2/3 fecunda V rego8i)o V 0randura V amor 5BB.

Falá e Nivi. at% o noivo. -3 + autor tratou o assunto sem fa8er uso do (umor ou da ironia.. . não era neg$cio de pai&ão. Podemos afirmar que lsm<nia representa> . todas as alternativas a0aixo são verdadeiras. porque quando vocB se casar. E.nico o0)etivo de sua vida. A alegria foi grande na fam"lia> e. estavam mais contentes que a irmã nu-ente. quando se casa. pre)udica'se o seu desenvolvimento afetivo e intelectual. Eesde menina. não representa a reali8ação afetiva da mul(er. pois sendo um relacionamento (ori8ontal.. não era s$ dentro de sua fam"lia que ela encontrava aquela preocupa!ão.. a alegria. quando seu destino é traçado pela cultura de que fa8 parte. quando vocB se casar.A ie1% está doida para arran ar casamento. uma alegria não poderia passar sem um -aile. 5CG. Aquela sua inteligBncia rudimentar tinha separado da id%ia de casar o amor. s$ se falava em casar. para ela. *3 de equilí0rio. /m relação ao texto. Ficou no mesmo. 4o col%gio. / noivo finalmente encontrara o fim do curso de dentista e marcara o casamento para da" a trBs meses. uma ve8 que não (avia mais os arre0atamentos da paixão. e fora a irmã quem at% ali tinha impedido que se casassem. lá vinha aquele Y . pro)etos e decis es. uma tal ou qual li-erdade. fa8 dele um aut#mato sem dese)os. A instru!ão...I 5BF.Aprenda a fa1er isso.la não sentir um pouco mais de alegria. ouvia a mamãe di1er? . lsmBnia á se sentia meio casada. Afinal a filha do general p)de responder com seguran!a ( pergunta que se lhe vinha fa1endo há quase cinco anos. uma ve8 que esse é um tema sério que precisa ser visto e discutido pela sociedade. tudo isso era in'til> a vida se resumia numa coisa? casar.U Então.se> não fe1 grande neg$cio. ii1i. mas % tão feia. na rua. não consegue ser alguém ou até mesmo viver. /3 + casamento. exceto> A3 A su0missão anula a identidade do ser (umano. o pra1er dos sentidos. uma pura id%ia. como em tal caso. 4oiva havia quase cinco anos. apesar de esta não co0rar casamento das fil(as. pois parece que o noivo não % lá grande coisa.. sentimentos ou son(os. . @asar. Esse sentimento unto a sua nature1a po-re fB.. mas o . Ee resto. @avalc8nti á está formado e. 3aricota.. *3 + mac(ismo diminui a figura feminina na sociedade a ponto de fa8<'la pensar que.. não (avia paixão.porque.> ou então. pelo menos da parte de lsm<nia. 5C1. $3 Muando se adestra um ser (umano em ve8 de educ4'lo. a Fili casou. a maternidade. Y e a menina foi se convencendo de que toda a e&istBncia s$ tendia para o casamento. sem um marido. E. meu EeusD. porque quando vocB se casar. -3 dese)ada pela família. As irmãs da noiva. ou senão? HNocB precisa aprender a pregar -ot+es. pois. /3 de cumplicidade. nem se inseria no sentimento ou nos sentidos? era uma id%ia. uma festa foi anunciada para o sá-ado que se seguia ao pedido da pragmática.. pode'se afirmar que a relação do casal de nu0entes era> A3 de amor. Parecia que ela lhes ia dei&ar o caminho desem-ara!ado.. os dois partil(avam sentimentos. em casa das fam"lias conhecidas. A todo instante e a toda hora.. $3 de acomodação. as satisfa!+es "ntimas. visto como fim em si mesmo. pois )4 fa8ia quase cinco anos de noivado.. 2uinota. lsmBnia0 U Em mar!o. 9egundo o texto.Sa-e.

1. @ão (averia aaaaaaaaaaa motivos para que o . /m qual das alternativas a0aixo (ouve erro quanto ao emprego de uma dessas palavrasO A3 !4 muito tempo a mul(er luta por um espaço na sociedade. $3 composição.A3 a mul(er comedida. casamento e finalmente foram formadas pelo processo de> A3 derivação. $3 o perfil de compan(eira ideal. mesmo. $3 -aqui a algum tempo. mesmas. 2mesmo3 casamento se reali8asseO 20astante3 5. pois mesmo sendo co0rada pela sociedade. para ser. cautelosa que. 0astante /3 pior. $3 Nma festa tin(a sido anunciada para o s40ado. /3 derivação parassintética. 0astante $3 piores. mesmo. mas para desempen(ar apenas o papel de coad)uvante na sociedade. *3 !4 cerca de trinta anos a mul(er 0rasileira vem conquistando espaços na sociedade. 0astante -3 piores. 5C:. existirão ainda vestígios de preconceito contra a mul(er. *3 redução.vida quanto ao emprego de a 2preposição3 e (4 2forma ver0al3. mesmas. esperou que seu noivo concluísse o curso superior para marcar a data do casamento. lsm<nia casar'se'ia por aaaaaaaaaaa que fossem as conseq. pode ser su0stituída por> A3 Nma festa esteve anunciada para o s40ado. -3 (i0ridismo. não se deixa arre0atar pelas paix es desenfreadas. pois sa0e ser paciente e tolerante a ponto de esperar a formatura do noivo para traçar os planos para o casamento. *3 a mul(er'o0)eto que não foi educada para sentir. 5C1. mesmas. sem modificar'l(e o sentido. As palavras dentista. 0astantes *3 pior. elas aaaaaaaaaaaaa A3 pior.<ncias 2pior3. para se defender da sociedade mac(ista. 5C5. *3 Anunciava'se uma festa para o s40ado. pois dificilmente as mul(eres de sua época seriam ou agiriam como ela. 0astantes 5C=. A construção sint4tica Luma festa foi anunciada para o s40adoL. As irmãs da noiva. -3 o equilí0rio. /3 uma exceção. \ grande a d. Mue alternativa apresenta as palavras que preenc(em corretamente as lacunas a0aixoO 1. estavam mais feli8es que a nu0ente. -3 9er4 que somente a alguns anos o pro0lema do mac(ismo vem sendo discutidoO /3 + preconceito tam0ém tem a ver com a formação cultural de um povo.

apenas os seguros de vida em grupo resistiram . seria suficiente7 são utili8adas para indicar certe8a de que os fatos referidos ocorreram.. /3 Anunciara'se uma festa para o s40ado. ou se a. /s seguros de vida. Apenas os seguros de vida em grupo. 3as há outras e&plica!+es para tal fato. de poupan!a de longo pra1o. e3 Para que a forma ver0al do ver0o 6pleitear7 fique correta.. meu -eusZ .7 *3 L.L TEXTO.estar da fam"lia. ainda tBm um papel relativamente pequeno no mercado.. Aparentemente. a3 A forma ver0al 6atraíam7 est4 no pretérito imperfeito do indicativo para se referir aos 6tempos da (iperinflação7. a forma ver0al 6preocupar7.. Assinale a opção que est4 em desacordo com o texto.. a39e a expressão 6o 0rasileiro7 estivesse no plural. 4os tempos da hiperinfla!ão. que. o agente respons4vel pela formação não é explicitado.7 -3 6. por serem -aratos. o crescimento do seguro de vida individual deveria ser mais rápido. c3 A convicção de que a inflação iria corroer a indeni8ação é uma das 6outras explicaç es7 para a atitude reticente do 0rasileiro em relação ao seguro de vida. 03 A expressão 6tal fato7 refere'se ao fato de o 0rasileiro se preocupar mais com a segurança do automóvel que com a aposentadoria.. em-ora tenham crescido em um percentual semelhante aos dos seguros de sa'de.. de forma que. o noivo não é l4 grande coisa.. deve ser corrigida para 6pleiteam7. gramaticalmente. formou. 5C?. lsm<nia )4 se sentia meio casada. d3 As express es no futuro do pretérito 6seria corroída7 e 6nen(um . f<'la não sentir um pouco mais de alegria. 03 + fato de que o seguro é espécie de poupança é um argumento favor4vel ao pleito das empresas )unto ao governo. @om a esta-ili1a!ão da moeda. Por isso. marque a opção em que é feita uma comparação> A3 L.. ..7 /3 L. assinale a opção correta.. 4ão se pode ignorar que o seguro de vida % uma forma de cria!ão de reservas. mas é tão feia.. há-itos arraigados levam o -rasileiro a se preocupar menos com a sorte de sua fam"lia. para respeitar as exig<ncias de concordAncia da norma culta.-3 Anunciou'se uma festa para o s40ado.estavam mais contentes que a irmã nu0ente. deveria estar na terceira pessoa do plural. do que com o autom$vel ou o padrão de vida ap$s a aposentadoria. mas isto não ocorreu. c3 + termo 6formou'se7 indica uso da vo8 passiva. estão no passado. /m relação ao texto... corrosão provocada pela desvalori8ação da moeda. as empresas pleiteiam que o governo elimine o I/F de Sd incidente so-re os prBmios. *om 0ase no texto.. na falta de seu chefe. atra"am algum interesse.. 5CB. conforme o texto. 5CC. d3 -urante o período de (iperinflação.7 $3 L.se a convic!ão de que a indeni1a!ão seria corro"da pela desvalori1a!ão da moeda e nenhum seguro de vida seria suficiente para garantir o -em.

=. não tem correspondido . em geral. em primeiro lugar seus automóveis. proteção do patrim#nio.5 0il( es para Dq B.<ncia correta. e3 +s 0rasileiros continuam gastando pouco em seguros de vida. atualmente. a3 As seguradoras 0rasileiras aumentaram seu faturamento de Dq 1G. no entanto. 2 3 Além dessa garantia legal. para Dq 15. =. Assinale a opção em que o texto est4 de acordo com as exig<ncias da norma culta escrita. pontuação do texto. 1 c3 1. por meio do termo de garantia.3 e FG para produtos dur4veis. as famílias t<m colocado. ainda que de longe. qualidade e efici<ncia. cu)os índices de furto são anormalmente elevados em relação aos de outros países.de e da renda futura 2aposentadoria3. pelo qual o consumidor desem0olsa um determinado valor. 1. o gasto total foi de apenas Dq : 0il( es. \ uma indicação de que vem aumentando. 5. parte do produto.: 0il( es. = e3 =. 5CF. portanto. no que di8 respeito .e3 A velocidade de crescimento dos investimentos em seguro de vida. não pelo fa0ricante do produto adquirido. 2 3 9empre que adquire um produto ou contrata um serviço. em 1GGG.1_. seguindo. passando de Dq ?. :. expectativa dos empres4rios. 1. no ato da compra. ou se)a cerca de 1B_ do total pago em seguros e pouco mais da metade do que é dispendido com a proteção dos automóveis. que permitem complementar a previd<ncia do %@99. \ um percentual 0em inferior. a3 :. 1. uma nova forma de garantia est4 começando a se tornar comum no mercado. 2 3 /sse alongamento do pra8o de garantia é adquirido como um serviço . ou se)a. cosméticos. 2 3 Jas. . 03 \ um sinal de que os 0rasileiros estão destinando mais recursos . da sa. @o que se refere . 1 d3 1. 5 03 5.5 0il( es. e é oferecido. /m seu artigo 1? estipula 5G dias de garantia para produtos não'dur4veis 2alimentos. por outra empresa. \ a c(amada garantia estendida ou complementar. 1.:_. a confiança dos 0rasileiros nos mecanismos de seguridade privada. 5FG.C_. ao apresentado em outros países. =. 5. foi o da aquisição de planos de previd<ncia privada. sua quantidade. oferecida pelo fa0ricante.: 0il( es. @umere os trec(os de forma a compor um texto coeso e coerente e assinale a seq. :. @o ano passado. os (40itos dos consumidores de países desenvolvidos. em 1FFF. 5. que garante o produto por um pra8o além da garantia legal e contratual e é oferecida a quem adquire 0ens dur4veis. o consumidor deve ter suas expectativas correspondidas. 1. mesmo diante da esta0ili8ação da moeda. : 5F1. cu)o faturamento apresentou um aumento de =1. a maioria dos produtos conta tam0ém com a garantia contratual. apresentaram um crescimento de 1:. + crescimento do seguro de automóveis foi de 1B. assinale a opção correta. :. c3 /ntre as preocupaç es com segurança. etc. no qual o pra8o e o lugar em que ela deve ser exigida devem estar explicitamente informados. d3 + setor que apresentou maior crescimento percentual. 2 3 /ssa é a garantia legal. conforme o *ódigo de -efesa do *onsumidor 2*-*3. 1.

5F5. Ao caminhar pela cal!ada. Facilidade de ataque e fuga. A não ser que este a drogado. é firmado um contrato de adesão que garante ao propriet4rio a reali8ação de reparos. c3 A pessoa pode escol(er o tipo de co0ertura que qui8er. A estensão pode ser de 11 ou 1: meses. sem que possamos a)ud4'las. Estuda seus movimentos e pontos fracos e avalia os riscos da investida. ele poder4 recorrer . que facilita a ação dos 0andidos.s pessoas em geral. somente utili1ar cai&as eletr)nicas em locais p'-licos e prestar aten!ão quando estiver no tr8nsito. o crime acontece> 2A3 muitas ve8es com pessoas que estão muito próximas de nós. fica fácil entender o que se deve fa1er para diminuir o risco de se tornar alvo preferencial.etos de valor. um órgão regulador e fiscali8ador. 2*3 negligenciam. d3 A garantia prolongada funciona como uma apólice de seguro. 2-3 com a cola0oração involunt4ria da vítima. Antes de atacar. 2$3 pela aus<ncia de um policiamento efica8. Apesar de amplamente conhecidos. evitar lugares desertos. 2$3 costuma'se negligenciar. Analisando dessa forma. com exceção dos casos que envolvam peças de desgaste normal. sendo vari4vel a co0ertura e o pra8o. 2-33 tin(am negligenciado. @o momento da compra do automóvel. A o-serva!ão do movimento tam-%m a uda. 4ão ostentar $ias nem outros o. uma ve8 que. 5F1. que se exp e desnecessariamente aos 0andidos. . e podem ser adquirida em qualquer concession4ria. esses cuidados costumam ser negligenciados pelas pessoas. 2*3 por não (aver informaç es seguras . Eranspondo'se a frase acima para a vo8 ativa. fragilidade do alvo e possi-ilidade de -ons ganhos são fatores que pesam na decisão. os ladr+es preferem a-ordar pessoas distra"das e que aparentam ter algo de valor. / melhor % recorrer ao -om senso. e3 !4 um programa por meio do qual a garantia de f40rica pode ser estendida por mais 1: meses. su eito a ataques a qualquer momento. a melhor tática % seguir os conselhos de policiais e profissionais especialistas em seguran!a. /sses cuidados costumam ser negligenciados pelas pessoas. tornando'os mais 4geis. oferecer garantia estendida no País. 2/3 estão sendo negligenciados. especialmente em lugares mais afastados. -e acordo com o texto. por e&emplo. se tiver pro0lemas. 7ma pessoa precavida tem muito mais chance de um caminho livre de -andidos. = aconselhável ficar afastado das aglomera!+es e andar com -olsas e sacolas unto ao corpo. com poucas diferenças entre suas propostas. 03 As montadoras de automóveis. de acordo com os 0enefícios que ac(ar importante. quem pratica uma a!ão criminosa pesa todos esses fatores antes de decidir se vale a pena arriscar. / crime não ocorre por acaso. 2/3 principalmente devido ao uso de drogas. procurar estar sempre acompanhado. A tendBncia % imaginar que coisas ruins s$ acontecem com os outros. a forma ver0al passa a ser> 2A3 costumam negligenciar. foram as primeiras . o -andido costuma o-servar atentamente sua v"tima.a3 A decisão de vender a garantia como um seguro dar4 ao consumidor uma segurança maior. Para evitar o risco de engrossar as estat"sticas da criminalidade. TEXTO. dadas por especialistas na 4rea.

. 2/33 A o0servação do movimento tam0ém a)uda. 5FB. especialmente nos grandes centros ur0anos. 2$3 . é aconsel(4vel que a vítima o0edeça .. ao entrar e sair de casa. agir com precaução para redu8ir as possi0ilidades de serem vítimas acessíveis de assaltantes. a ser -ons meninos. 2-3 e andar com 0olsas e sacolas )unto ao corpo.. Entre o gasto de1em-ro e o florido aneiro.. específicas. As lacunas da frase acima estão corretamente preenc(idas por> 2A3 a ' as ' . mão armada. tra)etória. 2/3 )óias.. p. /ncontram'se palavras escritas de maneira %@*+DD/EA na frase> 2A33Altas tac(as de reincid<ncia. demonstram que nem sempre as lideranças se manifestam de forma positiva. sem discussão nem reação. evitando expor'se ainda mais .0licos.. f4cil. não são levadas em consideração quando se avaliam os resultados negativos do sistema carcer4rio no $rasil.s ' . Eau0até. espécie.. 2*3 que coisas ruins só acontecem com os outros.. 2-3 Pesquisas recentes revelam a preocupação dos 0rasileiros com o aumento da criminalidade. 2-3 presídios. + mel(or é recorrer ao 0om senso. ' .. 2$3 As associaç es de criminosos. 2-3 a ' as ' a 2/3 .. ' as ' . A mesma reg<ncia exigida pelo ver0o grifado est4 na frase> 2A3 /studa seus movimentos e pontos fracos. 2$3 vítima. . Eodas as palavras rece0em acento pela mesma ra8ão que o )ustifica em tend<ncia na alternativa> 2A3 fen#meno.. existentes nos presídios. ou tentativa de convenc<'lo a mudar de idéia. 5F=.. 2*33 propício.5F:. 2*3 \ aconsel(4vel entregar a um 0andido tudo aquilo que ele est4 exigindo.s ' a 2*3 . TEXTO. @um assalto . secret4rio. ' . ordens do 0andido. 2$3 @ão ostentar )óias nem outros o0)etos de valor. levando a aç es perversas. aconsel(4vel. apesar de recon(ecidas. qualquer tipo de agressão.. D/%@ANHNDA^P+.. entre a desmitifica!ão e a e&pectativa.. trAnsito. tornamos a acreditar. provid<ncias. 5F?. 2/3 Eodos devem.

e como -ons meninos reclamamos a gra!a dos presentes coloridos. assim como as palavras> a3 espectador e exceçãoQ 03 extensão e esplosivoQ c3 estermínio e excessivoQ d3 esclarecedor e expontaneidadeQ e3 expansivo e extender. :GG. Esta % a colheita particular que se e&prime no cálido a-ra!o e no -ei o comungante. Esta % a magia do tempo. 4ossa idade . Jeinauguramos. A cada palavra a0aixo segue'se a )ustificativa de sua acentuação. 5FC. um territ$rio. as funç es sint4ticas de> a3 su)eito ' o0)eto direto ' predicativoQ 03 o0)eto direto ' predicativo ' su)eitoQ c3 o0)eto direto ' o0)eto direto ' o0)eto diretoQ d3 su)eito ' su)eito ' su)eitoQ e3 predicativo ' predicativo ' predicativo. /xpectativa 2verso 13 e espontAneo 2verso C3 estão corretamente grafadas.la em perp%tua procura e perp%tua cria!ão. pouco importa. Somos uma fraternidade. Importa % nos sentirmos vivos e alvoro!ados mais uma ve1. /ssa )ustificativa est4 . 1B e 11. + pronome relativo MN/ exerce. Prosseguimos. 5FF. E á não somos finitos e s$s. um pa"s que come!a outra ve1 no canto do galo de :j de aneiro e desenvolve na lu1 o seu frágil pro eto de felicidade. no acreditar na vida e na doa!ão de vivB. A-rimos olhos gulosos a um sol diferente que nos acorda para os desco-rimentos. nos versos 15. velho ou mo!o . e revestidos de -ele1a que vem dos gestos espont8neos e do profundo instinto de su-sistir enquanto as coisas em redor se derretem e somem como nuvens errantes no universo estável.

da educa!ão permissiva e do -om-ardeio de uma m"dia que se empenha em apagar qualquer vest"gio de valores o. KNI/@EN-/. :G1. :G5. Qovens de classe m%dia e m%dia alta tBm freqTentado o noticiário policial. / fen)meno das gangues -em. @rimes. -as construç es a0aixo. = o resultado aca-ado da crise da fam"lia.%@*+DD/EA em> a3 país 2verso 113 W oxítono terminado em 6'is7Q 03 est4vel 2verso 113 W paroxítono terminado em 6'l7Q c3 perpétua 2verso 1F3 W paroxítono terminado em ditongoQ d3 c4lido 2verso 1B3 W proparoxítonoQ e3 )4 2verso 1G3 W monossíla0o t#nico em 6a7. :G1. transita nos -ares -adalados. / . vive nos condom"nios fechados. TEXTO. % refle&o aca-ado de uma montanha de equ"vocos. aparentemente surpreeendente. -/L%@Mrs@*%A +N /9P/DA@^A. /ncontra apoio no texto a afirmação de que> a3 somente crianças 0ondosas terão presentesQ 03 a vida tem valor apenas para a mocidadeQ c3 só a vel(ice é merecedora da vidaQ d3 a crença na vida é uma eterna 0uscaQ e3 a felicidade (umana sempre é forte. / novo mapa do crime não % fruto do acaso. / novo rosto da delinqTBncia. @ompensam a ausBncia com valores materiais. estuda nos col%gios da moda e não se priva de regulares viagens aos points da Fl$rida. Ao final do texto.etivos. /s pais da gera!ão transgressora tBm grande parcela de culpa.nascidas. @horam os delitos que medraram no terreno fertili1ado pelo ego"smo e pela omissão. vandalismo. perverso e cruel. a que @P+ apresenta anteposição do ad)etivo ao su0stantivo é> a3 gasto de8em0ro 2verso 13Q 03 profundo instinto 2verso F3Q c3 col(eita particular 2verso 1?3Q d3 c4lido a0raço 2verso 1B3Q e3 fr4gil pro)eto 2verso 153. conclui'se que> a3 cada um deve 0uscar o seu camin(oQ 03 a fraternidade é incompatível com a conviv<ncia (umanaQ c3 a integração prevalece so0re o isolamentoQ d3 a individualidade deve ser preservadaQ e3 a solidão é nossa principal característica. consumo e tráfico de drogas dei&aram de ser uma marca registrada das favelas e da periferia das grandes cidades.

necessitam de pais morais e não de pais materiais7. podemos afirmar que> a3 o espírito (umano não suporta a falta de recursos materiaisQ 03 os )ovens precisam mais de carin(o do que de confortoQ c3 o corpo (umano é valori8ado pelos pais moraisQ d3 a alma (umana tem a atenção dos pais materiaisQ e3 os adolescentes preferem a rique8a . fidelidade.pretendendo que as pessoas se sentissem 0em consigo mesmas7. % uma gera!ão desnorteada. 7ma legião de desa ustados. +s adolescentes. está escandali1ando a antiga estirpe dos pais moderninhos. Por isso. quero falar consigoQ . estão apresentando sua fatura. amor. A for a do caráter. o que tam0ém ocorre em> a3 psiu. #á uma demanda reprimida de normalidade. carregadas de frivolidade. = a s"stole da diástole da #ist$ria. /m 6. / incha!o do ego e o emagrecimento da solidariedade estão na rai1 de in'meros pro-lemas. detectada em dados de várias pesquisas de opinião. :G=. estou certo. a forma pronominal su0lin(ada est4 corretamente empregada. *om 0ase no trec(o 6A po0re8a material castiga o corpo. @ertas teorias no campo da educa!ão. A pena % que tenhamos de pagar um pre!o tão alto para reencontrar o $-vio. crescida ( som-ra do dogma da educa!ão traumati1ante. respeito. mas a falta de amor corr$i a alma.entes não t<m qualquer responsa0ilidade nesse processoQ d3 a opção de alguns colégios por uma educação mais li0eral com0ateu a criminali8açãoQ e3 o surgimento de )ovens idealistas d4 esperanças de um futuro mel(or. está mostrando a sua face anti. acreditam em valores como ami1ade.. Ao contrário do ideário dos seus genitores.I / saldo. muitos deles tardiamente atormentados com a ressaca de d%cadas de li-era!ão. /utra uventude. disse algu%m. mas a falta de amor corrói a alma. um per"odo de recupera!ão do verdadeiro humanismo. necessitam de pais morais e não de pais materiais. /s adolescentes. Ao tra!ar o perfil da sociedade americana. :G?. caracter"stica da educa!ão permissiva. Será. o soci$logo @hristopher Fasch su-linha as dramáticas conseqTBncias que estão ocultas so. pretendendo que as pessoas se sentissem -em consigo mesmas. come!a a ganhar contornos de solu!ão válida. estão gerando delinqTentes de lu&o. cultivadas em col%gios que fi1eram uma op!ão preferencial pela permissividade.a aparBncia da toler8ncia? HLastamos a maior parte da nossa energia no com-ate ( vergonha e ( culpa. o futuro não será conservador na acep!ão pe orativa que a manipula!ão sem8ntica imp)s ao termo. transmitem uma falsa visão da felicidade.. livre e amadurecida. Pela leitura do texto c(ega'se . po0re8a. um -ilhete revoltado. no entanto. disse alguém. emerge dos escom-ros. A despersonali1a!ão da culpa e o anonimato da responsa-ilidade. :G:. incapacitada para assumir seu papel na comunidade. A po-re1a material castiga o corpo.social. conclusão de que> a3 a viol<ncia das cidades vem das favelasQ 03 as gangues 0em'nascidas estão na periferia da cidadeQ c3 os pais dos delinq. desfi-rada. As páginas de comportamento. compat"vel com o clima de autBntica li-erdade. Toda uma gera!ão.delito não % apenas refle&o da falBncia da autoridade familiar? % uma agressão. no entanto.

o que surgiu primeiro. 3as. no entanto. outra )uventude. livre e amadurecida. 03 @o entanto. apresentam flex es distintas no presente do indicativo os ver0os> a3 provir e virQ 03 prover e verQ c3 conferir e preferirQ d3 conter'se e a0ster'seQ e3 consumir e presumir. dentre todas as diferen!as entre os dois tipos de aparelhos mais. no entanto. -iferentemente deles. pesados.que. emerge livre e amadurecida dos escom0ros.se ustificar que o piloto. c3 -os escom0ros. Leralmente tenta. fi&as. tempos e pessoas. -%D/%EA +N /9MN/D-AO Todos sa-em que a principal diferen!a entre os helic$pteros e os avi+es está nas asas? naqueles. :GC. 3as. nos avi+es lado a lado.03 ele quer falar conosco mesmosQ c3 ela conversar4 com nósQ d3 o pai pensava consigo mesmoQ e3 eu só discutirei o assunto consigo. a frase 6!4 uma demanda reprimida de normalidade7 só estaria correta em> a3 vão (aver demandas reprimidas de normalidadeQ 03 pode (aver demandas reprimidas de normalidadeQ c3 deve existir demandas reprimidas de normalidadeQ d3 (aviam demandas reprimidas de normalidadeQ e3 vai ocorrer demandas reprimidas de normalidade. porém. que geralmente são feitos para a esquerda. emerge dos escom0ros. d3 @o entanto. emerge dos escom0ros. A opção em que. outra )uventude. Ao su0stantivo 6agressão7 e ao ad)etivo 6transgressora7 correspondem os ver0os XagredirY e XtransgredirY. livre e amadurecida.ar há uma -em interessante? nos avi+es. senta. o avião. uma norma de emprego da vírgula foi contrariada é> a3 Livre e amadurecida. outra )uventude. elas são rotativas e nestes. a pista ou o circuito de tráfego0 @onsiderando que o avião foi realmente o primeiro.se ( esquerda devido aos circuitos de tráfego nas apro&ima!+es. :GB. outra )uventude. no entanto. nos helic$pteros. que se con)ugam exatamente da mesma forma em todos os modos. se o piloto ocupasse o lado direito da ca-ine. NocB á parou para pensar no porquB disso0 Namos analisar os dois casos separadamente. livre e amadurecida. e3 Livre e amadurecida. ele ocupa o da direita. As opç es a0aixo apresentam variaç es da frase 6+utra )uventude. emerge dos escom0ros outra )uventude. feitas as mudanças. o piloto solo ou comandante ocupa o assento da esquerda e. a maioria das apro&ima!+es seriam . emerge dos escom0ros7. no entanto.o. Primeiro os avi+es. Levada ao plural de diferentes formas. o que lhes facilitaria a visão da pista para o pouso. emerge. :GF. TEXTO.

conclusão de que a visuali8ação da pista de pouso determinou a posição do assento do piloto.pilotos teriam preferido manter.se ( esquerda e com a mão direita mais livre que a outra. Agora os helic$pteros? os primeiros com mais de um lugar seguiram o arran o interno dos avi+es. pronta para cuidar da potBncia. nos pa"ses onde o tráfego % pela direita. E tudo come!ou quando não e&istiam autom$veis e muito menos avi+es. 4a Idade 3%dia.e&ecutadas para a direita. a mesma que e&plica o tráfego de autom$veis pela esquerda em pa"ses como a Inglaterra. de :. 03 seguravam as rédeas com a mão esquerda. curiosamente. nos avi+es. no primeiro par4grafo. os cavaleiros transitavam pelo lado esquerdo das estradas porque mantinham a espada na mão direita. Portanto. Eepois disso vieram as pistas com circuitos de tráfego e. a autora inicia analisando primeiro um 2(elicóptero3 e depois outro 2avião3. para acionar outros instrumentos ou comandos. no sentido contrário. inclusive. e o piloto sentava. 03 apenas as asas são as respons4veis pela diferença entre os avi es e os (elicópteros. na %dade Jédia. Portanto. d3 poderiam defender'se facilmente.:RO. :11. a passagem do inimigo pela direita. os cavaleiros. assim. principalmente os que lutaram na Primeira Luerra 3undial. etc. os cavaleiros transitavam pelo lado esquerdo. A hip$tese que melhor ustifica a posi!ão do piloto %. e nem sempre o piloto poderia tirar a mão direita do c"clico. :1G. rotativas. não pela esquerda como os carros. Qá no caso dos helic$pteros. d3 os pilotos de am0as as aeronaves sentam'se em lugares diferentes para diferenciar os tipos de aeronave. . Era prefer"vel soltar a mão esquerda do comando coletivo. por e&emplo. as ultrapassagens no ar são feitas por este mesmo lado. c3 a principal diferença entre os avi es e os (elicópteros é que nestes as asas são fixas e naqueles.se ( esquerda. *(ega'se . diferentemente dos autom$veis. + texto acima afirma. a partir da coloca!ão de assentos lado a lado nos avi+es Po primeiro com essa disposi!ão teria sido o Farman Loliath. a mão direita cuidará do comando principal Po c"clicoO e a esquerda estará mais livre Pigualmente será do lado interno da ca-ineO. -e acordo com o texto. a mão mais livre do piloto solo ou comandante % a direita. o que oferecia menos pro-lemas ao v)o. c3 permitiam. Leia com atenção> %. logo foi perce-ido que não era uma -oa id%ia. pois os primeiros aparelhos de asas rotativas eram instáveis. que> a3 o piloto solo de avião ocupa o assento do lado oposto ao do piloto solo de (elicóptero. /s primeiros pilotos. %%. poderia se apro&imar um inimigo. instrumentos. ou a que está do lado interno da ca-ine. E. pois carregavam a espada na mão esquerda. porque> a3 mantin(am a espada na mão direita. principal comando dos helic$pteros. Entretanto. :11. Para explicar a diferença entre avi es e (elicópteros. a mão esquerda segurava as r%deas e a direita permanecia livre para o caso de luta. eram cavaleiros e.

entrando em convuls es. 03 Devolução de 5G. Erepidam. os ramos da vassourin(a. d3 %%% apenas.ncio de vendaval. Eirita a mamona. a não ser na condi!ão de aprendi1es. não tin(am a mão direita disponível para acionar outros instrumentos. em unho. sacudindo as suas estrelin(as alaran)adas. do )arrete . o centro revoltado. como fol(as de mangueira. +0serve este excerto> 6Nm dia A8evedo Hondim trouxe 0oatos de revolução. d3 não foi 0oa idéia. pois os pilotos. as flores da aroeira.7 +0servando'se nele v4rias palavras da 4rea semAntica de 6tremer7. 03 mor0ide8 de mal4ria. a partir dos :c anos. pela crise que provoca nas oligarquias rurais do país. os primeiros aparel(os de asas rotativas possuíam assento do lado esquerdo para o piloto solo ou comandante. Para aca-ar com uma contradi!ão na legisla!ão tra-alhista. c3 pren.7 &a8'se refer<ncia a movimento militar de marcante influ<ncia na trama de 9ão $ernardo. !4 um fr<mito nos caules rosados da erva'de'sapo. c3 %% apenas. :1:. muitas ve8es. pois assim os pilotos ficavam com a mão direita livre. 0ril(ando em verde'e'a8ul. Erata'se da> a3 *oluna Prestes. 03 era preciso soltar a mão esquerda do comando principal para acionar os demais. :15. havia uma am-igTidade entre a . + sul revoltado. amarelas. o narrador 0usca sugerir o reflexo na nature8a de relevante fato da narrativa> a3 estouro de 0oiada. 9egundo o texto. longas. A erva'de'anum crispa as fol(as. que menores de :R anos estão proi-idos de tra-alhar no pa"s . com esse recurso estilístico. /st4 2ão3 correta 2s3 a 2s3 afirmativa 2s3> a3 %. %%.%%%. Atente para este excerto de 69arapal(a7 > 6/stremecem. Antes. Lopes. A mel(or (ipótese para a posição. de fol(as peludas. d3 Devolta do Heneral %sidoro -. :1=. / o açoita' cavalos derru0a frutin(as fendil(adas. na aeronave. c3 a mel(or posição era o lado esquerdo. o nordeste revoltado. grimpa. 03 % apenas. do assento do piloto é a mesma que )ustifica o tr4fego de automóveis pela esquerda. d3 aproximação do caipora. c3 *ampan(a do *ontestado. A pitangueira se a0ala. TEXTO. o 9rasil reafirmou ( /rgani1a!ão Inter nacional do Tra-alho P/ITO. como o corselete de um cassununga. entretanto> a3 os pilotos estavam (a0ituados com o assento do lado direito. pode'se di8er que.

mas na %poca levou ( mo-ili1a!ão dos empresários do setor. dependendo da opinião das organi8aç es internacionais. a fim de realmente impedir o tra-alho irregular de menores de :R anos. o setor está sendo for!ado a reorgani1ar. *3 nas den. uvenil.o-ra infantil em Franca.@rian!a. A fle&i-ili1a!ão poderia ser uma forma de evitar as den'ncias e com-ater o principal pro-lema do tra-alho infanto.constitui!ão e os compromissos assumidos no plano inter nacional. :c anos como idade m"nima para tra-alhar. -3 nos programas de preparação para o tra0al(o que atendem a )ovens. $3 na falta de programas sociais destinados a formar )ovens mais capacitados para o tra0al(o nas empresas. A decisão do gover no %.se. A contradição referida no texto est4> A3 na escol(a dos setores industriais em que os menores de idade podem tra0al(ar. como o tra-alho em fam"lia e art"sticos leves. Agora. de acordo com a legislação atual. E não tão -oa. 4em todos os segmentos. a educa!ão e o desenvolvimento ps"quico . /3 em situaç es que podem ser favor4veis ou não. na /IT. uma not"cia -oa e outra não tão -oa assim. :1B. + texto afirma que a notícia não é tão 0oa assim porque> . / 9rasil tem uma legisla!ão mais protetora do que muitos pa"ses. com a mudan!a da idade limite na /IT. para a)udar a família. /3 na proteção que as leis 0rasileiras oferecem aos )ovens e . para adaptar.. porque agora o Pa"s terá de intensificar e ampliar os programas de com-ate e erradica!ão do tra-alho infanto. corre o risco de ser alvo de den'ncias em organi1a!+es como a /IT e a /rgani1a!ão 3undial do @om%rcio P/3@O. / pro-lema ho e está superado.[. :1?. tBm programas e a!+es estruturadas para com-ater o tra-alho infantil. porque mostra a preocupa!ão em proteger ovens e crian!as.s crianças que necessitam tra0al(ar. no interior de São Paulo. A lei -rasileira e&ige que a idade m"nima para o tra-alho se a de :R anos. + texto permite concluir corretamente que as maiores dificuldades para controlar o tra0al(o infantil estão> A3 nos limites impostos pela legislação aos acordos comerciais com outros países e . venda de alguns produtos 0rasileiros.ncias feitas por organi8aç es internacionais contra o tra0al(o infantil no país. :1C. @aso contrário. *3 nas den. -3 nos pro0lemas socioecon#micos da população 0rasileira e na ampliação do mercado de tra0al(o informal. ao mesmo tempo. desde que não pre udique a sa'de. al%m de melhorar a fiscali1a!ão. as e&porta!+es de cal!ados -rasileiros foram pre udicadas por den'ncias de uso de mão. porque o ovem aca-a sendo empurrado para o mercado de tra-alho. formando aprendi8es.ncias feitas por organi8aç es internacionais de desrespeito aos limites de idade impostos pela legislação.se (s novas regras. uvenil no pa"s? a informalidade. que criaram o Instituto Pr$. por%m. Em :. para com-ater o tra-alho infantil na ind'stria de cal!ados. 9oa. Ao mesmo tempo. de. mas a realidade socioecon)mica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores pro-lemas. o Pa"s havia fi&ado. $3 na determinação da idade mínima permitida para que )ovens possam tra0al(ar no $rasil. A pr$pria /IT admite uma legisla!ão mais fle&"vel .

modificar as disposiç es da lei que impede o tra0al(o regular de menores de 1? anos. *3 condição. agrava.e com0ater o principal pro0lema do tra0al(o infanto')uvenil no país> a informalidade. uma questão recente. /3 não se conseguiu. não %. especialmente em algumas cidades do interior. *3 proteger'os. mostra a preocupação em proteger ovens e crian!as. $3 proteger'nos. -3 conseq.se em reforma agrária sem que a tenha precedido qualquer forma de organi1a!ão agrária.A3 a mão'de'o0ra infantil far4 muita falta no emprego informal. $3 Judanças na *onstituição 0rasileira redu8em idade mínima para o tra0al(o. . que volta (s manchetes da imprensa -rasileira e e&cita o de-ate pol"tico. ainda. no final do s%culo passado. TEXTO. A frase que resume o assunto do texto é> A3 +rgani8ação %nternacional do Era0al(o pre)udica negócios 0rasileiros. *3 Legislação 0rasileira impede venda de produtos industriali8ados para outros países. pois garante lucros no comércio com outros países. /3 finalidade.ltima frase do texto serve para introdu8ir uma> A3 causa. *3 (aver4 muita dificuldade dos órgãos respons4veis em controlar o uso da mão'de'o0ra infantil no país. Fala.<ncia. . :1G. / drama social de milhares de fam"lias n)mades. como a alguns parece. :1F. / drama dos sem. -3 %nstituto internacional favorece a utili8ação de mão'de'o0ra infantil em empresas.terra. -3 são poucos os empres4rios que se preocupam com os )ovens e as crianças. Jemonta (s ra"1es de nossa coloni1a!ão. e recrudesce com a vertiginosa ur-ani1a!ão do pa"s nas 'ltimas d%cadas. por v4rias ra8 es... oferecendo'l(es condiç es favor4veis de tra0al(o. A expressão su0lin(ada na frase est4 corretamente su0stituída por um pronome em> A3 proteg<'los. :11. $3 explicação. -3 proteger'l(es. $3 não existe uma legislação específica para controlar o tra0al(o infantil. #á muita terra nas mãos de poucos e ine&iste uma pol"tica agrária no Pa"s.. A palavra chave. + emprego dos dois pontos na .se com o fim do modelo escravagista. % concentra!ão. /3 proteger eles. como de há-ito. /3 orgãos respons4veis terão de fiscali8ar ainda mais o tra0al(o infantil no $rasil. em -usca de um peda!o de ..

/m0ora se)a capa8 de dominar feras e de enfrentar tempestades. torna'a um flagelo do qual é necess4rio escapar de qualquer maneh. o (omem possui um inimigo que o aterrori8a e do qual prefere nem pensar> a dor. 2-3 Preliminarmente. /. a conquistar montan(as e a0ismos sem mostrar medo. A. e este)a (a0ituado a guerrear. . em L&ala'seL 2lin(a ?3 . Muanto . mudaria a função sint4tica da oração Lque volta . 2A3 @o entanto . *. esse segmento precisou. 2A3 A expressão Lcomo a alguns pareceL 2lin(a 13 pode ser su0stituída por como parece a alguns sem alterar o significado do período. :15.s manc(etes da imprensa 0rasileira e excita o de0ate político 2lin(a 13. $. descrito é magistralmente. Nma dor não pode causar a morte.s exig<ncias da norma culta. % o fermento que alimenta a violBncia na periferia das grandes cidades. . A. $. A idéia de sofrimento intenso e intoler4vel. B3. e aca-a presa fácil do crime organi1ado . A palavra LfermentoL 2lin(a C3 est4 sendo utili8ada em sentido denotativo. /m relação ao texto. A palavra Ln#madeL 2lin(a B3 significa pessoas que vagueiam sem resid<ncia fixa. 2$3 Muem o0serva tal estado de coisas pode inferir que a situação dos direitos (umanos e da distri0uição de rique8as no $rasil t<m evoluído com rapide8. Assinale a opção que conclui o texto de forma coesa e coerente. 2$3 +s ver0os LDemontaL 2lin(a 13. ocupar os espaços mais representativos nos meios de comunicação e no de0ate político nacional. -. mas os mecanismos psicológicos que associam a ela podem levar nesse resultado. Lagrava'seL 2lin(a 13 e LrecrudesceL 2lin(a 53 referem'se a L+ drama dos sem'terraL 2lin(a 13. *. indica indeterminação do su)eito. a palavra LpresaL é ver0o. para alcançar esse 0enefício. é necess4rio considerar as desigualdades sociais inerentes a um sistema concentrador para então compreender as reinvidicaç es do segmento patronal. assinale a opção correta. so-retudo do narcotráfico. 2/3 @a expressão Lsem que a ten(a precedidoL 2lin(a ?3. Esse grande n'mero de tra-alhadores sem especiali1a!ão não % a-sorvido pelo mercado de tra-alho. :1:. 2-3 A omissão da vírgula antes de LqueL. A palavra Lnarcotr4ficoL 2lin(a 1G3 é formada por derivação imprópria. :11. (4 quase um século. 2/3 A questão do <xodo rural seria analisada tam0ém com igual rigor e 0ril(o por Hraciliano Damos em seu livro Iidas 9ecas. qual est4 associado o conceito de dor. na lin(a 1. assinale a opção cu)o texto est4 correto. A palavra La0sorvidoL 2lin(a F3 tem a mesma rai8 de a0solvição. por /uclides da *un(a. assinale a opção incorreta. o a se refere a Lorgani8ação agr4riaL 2lin(as ?. /m relação aos elementos do texto. cada ve1 mais e&igente. :1=. /m Laca0a presa f4cilL 2lin(a 1G3 .terra onde possam se esta-elecer e produ1ir. 2*3 + pronome se. 2*3 Eem'se aí a síntese da tragédia 0rasileira contemporAnea atuali8ação do drama de *anudos.

sem vínculos empregatícios e. *. 2*3 @a primeira Devolução %ndustrial. quando o setor e serviços sendo LdesmontadoL pela tecnologia. clientes. !4 (o)e. por sua ve8.mero total de desempregados ou su0emprego alcançam CGG mil( es de pessoas. cu)os mecanismos permanecem mal con(ecidos e mal explorados. :1B. 2A3 @os próximos =G anos. Essa nova postura pressup+e o resgate de valores. :1?. fornecedores. Muanto . e a terceira grande revolução industrial vai muito diferente das ante. al%m de ado!ão de princ"pios %ticos na sua rela!ão com empregados. Nma grande dor pode provocar um espasmo coronariano. periodicamente. a não ser que radicais mudanças políticas comecem a ser adotadas logo. / filme % uma cr"tica ( industriali1a!ão desenfreada. tornando'se insuport4vel. assinale a opção incorreta. nos anos mais recentes. 2-3 Agora. 4a o-ra. Muanto . @harles @haplin empenhava toda a sua criatividade na produ!ão de filmes como Tempos 3odernos. vista nem sequer consenso com relação a causas e soluç es para a crise do emprego. ou causar um pico de (ipertensão que. . /. segundo a &ederação %nternacional de /mpregados Eécnicos. o mais sério pro0lema estrutural na virada do século. a partir dos anos BG. quem saiu das ind. /. concordAncia ver0al. o genial @arlitos torna. @a segunda. de uma multiplicidade de aspectos. no mundo. 4os anos a6. $. que perdeu emprego na cultura foi para as ind. A engra!ada G nem por isso pouco ácida G cr"tica de @arlitos á não ca-e a um grupo de empresas que. as economias ocidentais ofereceram sal4rios e emprego para toda uma geração. leva o indivíduo a morte por suicídio. portanto. comunidade e meio am-iente. que leve no infarto. @ão (4 solução . como o humanitarismo e a solidariedade. assinale a opção incorreta. 2/3 +s empres4rios estão satisfeitos tend<ncia atual de se usar a força de tra0al(o tempor4ria. São empresas que a-andonaram a posi!ão acomodada de doar um chefe. 2$3 Atualmente o n. + emprego pode ser visto como uma doença dia0olicamente complexa e revestida. introdu1iram nos seus plano estrat%gicos e a preocupa!ão com a responsa-ilidade social. a institui!+es em apuros. que se passa durante a Eepressão Econ)mica. Jas.-. Hna qual o aprendi1ado coletivo % um dos itens mais importantesI. + n. TEXTO. Essa postura foi su-stitu"da por outra. instalou'se no mundo rico uma nítida dicotomia entre emprego e sal4rio. o equivalente a 15 0rasis sem empregos ou vivendo precariamente do su0emprego. (s rela!+es desumanas nas linhas da produ!ão e ao descaso com os deserdados em geral. A. o mercado de tra0al(o mundial estar4 de tal forma alterado que ser4 impossível evitar altíssimas taxas de desemprego. especialmente os operários. !4 casos que a dor. leve numa em0olia pulmonar fatal.mero de desempregados no mundo é tão assustador quanto na -epressão dos anos 5G.se operário de uma grande ind'stria e vira l"der grevista por acaso. na defini!ão de Luilherme Feal. concordAncia ver0al.strias. sem #nus tra0al(istas. -epois da 9egunda Huerra Jundial . não (4 opção. A9 JAD*A9 -+ $/J.strias foram para os se serviços. tal como o cAncer. -.

Par destaca. . assinale a opção correta. o texto> a3 é fundamentalmente argumentativoQ o redator posiciona'se favoravelmente ao comprometimento de empresas com os pro0lemas sociais. As e&periBncias vividas no tra-alho comunitário enriquecem tam-%m o dia. pro etos em :. os empresários transferem o aprendi1ado que acumulam ao longo dos anos no pr$prio gerenciamento de seus neg$cios. os resultados de pesquisas acerca do assunto no $rasil e nos /stados Nnidos da AméricaQ d3 é principalmente dissertativo porque desenvolve o assunto das relaç es desumanas na sociedade industrial contemporAnea. 7m dos e&emplos % o programa @rer para Ner. 4o 9rasil. não (4 mais espaço para a crítica de *arlitos. o dinheiro quase nunca chega so1inho (s entidades sociais. Qunto com ele. o H9em EficienteI. atendendo a :[c.. 4essa nova concep!ão de apoio. :1F. tipologia textual. / apoio a pro etos que nascem na pr$pria comunidade % propriedade das empresas socialmente solidárias. entidade fundada recentemente para aglutinar empresários que compartilham id%ias parecidas. / dinheiro para manter o programa foi captado com a venda de cart+es de 4atal. por isso mesmo tBm mais condi!+es de captar recursos na sociedade. duas conseqTBncias dessa postura. -e acordo com as idéias do texto. as relaç es de tra0al(o desumanas e o descaso com os empregados. mas. 3antido pela Funda!ão A-rinq Pelos Eireitos da @rian!a. exemplificando com iniciativas no sentido da solução desse pro0lemaQ e3 é uma propaganda do %nstituto /t(os. mas % inegável que seus pro etos aglutinam pessoas dispostas a doar parte de seu tempo e e&periBncia a quem nasce com a sina de perdedor em uma cidade cada ve1 mais e&cludente.666 crian!as. pesquisa mostram que mais de R6d das pessoas optam por artigos de fa-ricantes Hpoliticamente corretosI. há mais envolvimento.presidente de uma das empresas associadas ao Instituto Ethos. locali1adas em :R estados. narrando a (istória do tratamento dado . que está muito distante do HpaternalismoI e da caridade descompromissada. pois quantifica as metas alcançadas ao longo de um ano de atividadesQ c3 compara. :1C. ainda não e&istem dados so-re isso. *om refer<ncia . /s motivos que levam as empresas adotarem posturas solidárias não são necessariamente humanitários. #á. / consumidor está atento e prefere as marcas de quem fa1 o -em. di1 Ant)nio 3eireles.presidente do conselho consultivo do Instituto Ethos. a3 *(arles *(aplin com 6filmes como Eempos Jodernos7 2lin(a 53 criticava as causas da -epressão /con#mica> a industriali8ação desenfreada. / diferencial competitivo tam-%m. 03 Atualmente. Eo lado dos cola-oradores.a. pelo menos. nos Estados 7nidos. pois as empresas 6introdu8iram nos seus planos estratégicos a preocupação com a responsa0ilidade social7 2lin(as 1? a 1C3. questão social nas . 7ma delas % o surgimento de institui!+es -em gerenciadas e que. em :. pois visa estimular os empres4rios a adquirirem seus produtos incentivando o consumo. Essa troca % poss"vel porque algumas corpora!+es li-eram empregados para ir a campo e fa1er tra-alho social.ltimas seis décadas. Todas as id%ias vieram da comunidade e foram su-metidas a análise de um comitB t%cnico. quando o assunto % responsa-ilidade social. pelo resgate de valores (umanit4rios e solid4riosQ 03 é essencialmente a descrição do programa *r< para Ier. diretor. H2ueremos fortalecer as entidades que apoiamosI. financiou.las á e&iste at% um prBmio.dia dentro das empresas.:6a escolas p'-licas. /s -enef"cios ( imagem são inegáveis.<.

iniciativas pertinentes a própria comunidade é prioridade )unto as entidades socialmente . 03 + texto manifesta'se contr4rio .s relaç es desumanas nas lin(as de produção e . e3 /m0ora as ra8 es das empresas não ten(am sempre car4ter (umanit4rio. os próprios empres4rios o levam. :51. iniciando com *arlitos. indiferença para com as camadas deserdadas. e3 + apoio . na sociedade em geral. as empresas transferem na aprendi8agem acumulada no longo dos anos. fugindo da postura paternalista. a postura empresarial solid4ria por elas adotada leva o consumidor a optar por produtos ligados a esse tipo de ação. c3 A crítica de *arlitos não se sustenta frente a mais de uma de8ena de empresa que. por ter sido criado por empresas. Assinale a opção correta quanto . 9egundo o texto. não constitui um exemplo de 6experi<ncias vividas no tra0al(o comunit4rio7 2lin(a ?F3. :5G. reg<ncia e ao emprego do sinal indicativo da crase> a3 + filme de *arlitos traça a crítica a um processo de industriali8ação desenfreado. :51.s ve8es. introdu8em para os seus planos estratégias visando a minimi8ação dos pro0lemas atinentes as con)unturas sociais. d3 + programa *rer para Ier.quelas entidades sociais favorecidasQ )unto com ela. não se esta0elece nen(uma relação entre> a3 tra0al(o e alienaçãoQ 03 capital e educaçãoQ c3 industriali8ação e desumani8açãoQ d3 economia e éticaQ e3 empresariado e responsa0ilidade social. são politicamente corretas> a3 todas as experi<ncias vividas no tra0al(o comunit4rio.c3 + 6din(eiro quase nunca c(ega so8in(o . li0erando'os da carga (or4ria contratual para a prestação de serviços de assist<ncia socialQ e3 somente as iniciativas que visam ao 0em'estar da empresa e tam0ém dos empregados e de seus familiares. prop em o (umanitarismo e a solidariedadeQ d3 as trocas que algumas corporaç es fa8em com os empregados. na década de 5GQ 03 todas as ra8 es que levam as empresas adotarem postura solid4riaQ c3 as aç es de empresas preocupadas com a responsa0ilidade social que.s entidades sociais7 2lin(as 5CV5F3> em geral. @o texto. :55. @ão serão respeitadas as idéias do texto caso se su0stitua> a3 6empen(ava7 2lin(a 13 por aplicavaQ 03 6desenfreada7 2lin(a F3 por descomedidaQ c3 6descompromissada7 2lin(a =G3 por descomprometidaQ d3 6an4lise7 2lin(a ??3 por apreciaçãoQ e3 6li0eram7 2lin(a B53 por concedem. d3 A contri0uição pecuni4ria quase nunca c(ega so8in(a . .

L+@H/I%-A-/. @urta ou longa.se logo ao cessar a missão de quem viveu? criar um filho. perpetrar um crime. a vida deveria encerrar. :5?. :5=. Pouqu"ssimas são as longevidades ustificáveis.ivale semanticamente a> 2A3 mínimasQ 2$3 raríssimasQ 2*3 muito poucasQ 2-3 extremamente rarasQ 2/3 0astante poucas. E&istBncias e&emplares que sou-eram quando terminarD Eesgra!adamente essa ciBncia a mais ningu%m ho e se concede. + autor critica a Jedicina porque ela> 2A3 descon(ece a origem dos malesQ 2$3 aceita miss es positivas e negativasQ . :5:. :5B. curta ou longaQ 2-3 a de ter consci<ncia de sa0er quando morrerQ 2/3 a possi0ilidade de ampliar a extensão da vida (umana. + termo longevidade significa> 2A3 vida in. reali1ar uma o-ra. fa1er uma guerra. empenhada que anda a medicina em proporcionar meras e miseráveis so-revivBncias..solid4rias.. :5C.tilQ 2$3 vida distanteQ 2*3 vida indiferenteQ 2-3 vida miser4velQ 2/3 vida longa. TEXTO. 6/xist<ncias exemplares7 são aquelas que> 2A3 reali8aram o0ras 0enéficasQ 2$3 tiveram longevidades in)ustific4veisQ 2*3 sou0eram quando terminarQ 2-3 não cumpriram miss es negativasQ 2/3 recusaram so0reviv<ncias miser4veis. A 6ci<ncia7 a que se refere o autor do texto é> 2A3 a medicina. encarregada da so0reviv<ncia (umanaQ 2$3 a compet<ncia de criar um fil(oQ 2*3 a possi0ilidade de reali8ar uma missão. Pouquíssimas só não eq.

::1. % mat%ria. A ligação. não % uma coisa.teisQ 2-3 não é ensinada de forma competente a mais ninguémQ 2/3 só propicia vida mel(or para uns poucos privilegiados.. $3 A percepção da realidade depende do modo como os (omens relacionam'se entre si e com a nature8aQ depende dos propósitos dos investimentos sim0ólicos de cada cultura. isto %. volume. Suponhamos. possua um nome. -3 \ necess4ria uma visão de artista e uma sensi0ilidade de pintor para a0sorver todas as possi0ilidades de exist<ncia de uma LcoisaL. pelo menos. portanto. profundidade . *om 0ase nas idéias do texto.2*3 prolonga vidas in. de o. ::G. @omo empresários. que a chamemos . P:6O agora. portanto. a montanha % forma. costumamos di1er que uma montanha % real porque % uma coisa. culturais oferecidos ( nossa percep!ão e (s nossas vivBncias.prima num con unto de for!as produtivas. mas um campo de visi-ilidade.n$s. entre as quais se destaca o tra-alhador.la para o-ten!ão de lucros. não % uma coisa. 6*urta ou longa7 é um exemplo de antítese. indica que ela %. frases ou express es de um texto c(ama'se coesão. por exemplo. +s elementos que retomam um mesmo referente formam os elos de uma cadeia coesiva. agora. é utili8ado no texto para provar que só a propriedade privada oferece campo real de tra0al(o. que. independentemente da ideologia adotada. cor. mas rela!ão econ)mica e.montanha. que somos uma empresa capitalista que pretende e&plorar min%rio de ferro e que desco-rimos uma grande a1ida numa montanha. o simples fato de que essa . isto %. 4ossa e&periBncia direta e imediata da realidade nos leva a imaginar que o real % feito de coisas Pse am elas naturais ou humanasO. linhas. por e&emplo. Assim. Nisto que iremos e&plorá. P:O / real não % constitu"do por coisas. e que nossa sociedade e&prima essa superioridade divina fa1endo que os deuses se am ha-itantes dos altos lugares. TEXTO 0. :5F. compramos a montanha.etos F"sicos. em-ora superiores aos dos homens. estendido a todos os entes reais.teis. ps"quicos. em que se op em dois voc40ulos de significação opostaQ o item a0aixo em que os dois voc40ulos indicados possuem oposição semAntica é> 2A3 encerrar'seViniciar'seQ 2$3 reali8arVimaginarQ 2*3 pouquíssimasVredu8idíssimasQ 2-3 cessarVinterromperQ 2/3 exemplaresVin. como a montan(a. psíquicos e culturais. PcO Assim. Suponhamos que pertencemos a PSO uma sociedade cu a religião % polite"sta e cu os deuses são imaginados com formas e sentimentos humanos.coisaGpara. sendo propriedade privada capitalista. Para n$s. Assinale a opção . uma . mas capital. rela!ão social. mas propriedade privada. A montanha. que somos pintores.. assinale a opção correta. agora. *3 + exemplo da montan(a. 4o entanto. algo que possui um sentido em nossa e&periBncia. s$ e&iste como tal se for lugar de tra-alho. /ra. /3 9eria mantida a coer<ncia na argumentação se a primeira oração do texto fosse su0stituída por> + real é constituído apenas de idéias.coisa. A montanha á não % uma coisa? % a morada dos deuses Suponhamos. A3 + con(ecimento da realidade é causa imediata dos o0)etos &ísicos. a montanha não % P:cO coisa. não % uma coisa. a conexão entre palavras.

% criar imagens. no entanto. 7ma infinidade de novas desco-ertas. só existe como tal se for lugar de tra0al(o.Fu1 nada mais % do que radia!ão P<Oeletromagn%tica a @ores não e&istem fora da nossa mente. Assinale a opção correta quanto . $3 Pertencemos a uma sociedade cu)a religião é politeísta e cu)os deuses são imaginados com formas e sentimentos (umanos. mas um campo de visi0ilidade. A 'nica e&igBncia % que se a permanentemente treinado e e&ercitado em atividades intelectuais. nossa percepção. psíquicos e culturais oferecidos . se)am elas naturais ou (umanasQ isto é. /3 Para nós. Leia o texto 1 a0aixo para responder . o c%re-ro % um desafio. P::OEesde que os seres humanos adquiriram a capacidade de pensar so-re sua pr$pria e&istBncia. P:O Antes de continuar esta leitura. / som % um produto da rela!ão entre uma vi-ra!ão e&terna e o c%re-ro. o permanente ao entendimento. mas propriedade privada. Se não e&istisse c%re-ro. nem cores. por%m.em que os elementos su0lin(ados e numerados não formam uma cadeia coesiva. de o0)etos físicos.s idéias do texto. ::1. não é uma coisa. portanto. . ouve e sente reflete o mundo e&terior. a mais maravilhosa e ela-orada produ!ão da vida na Terra. 4em os sons. profundidade. P[OA forma como algu%m perce-e. Iisto que iremos explor4'la para o0tenção de lucros./ que o c%re-ro fa1 o tempo todo. \ a morada dos deuses. di1 o neurocientista Jodolfo Flinas. indica que ela é.los0 Tudo o que vocB vB. aos avan!os o-tidos nessa área nos 'ltimos anos. /3 9endo propriedade privada capitalista. P:[OEesco-riu. -3 *ompramos a montan(a. *3 A montan(a )4 não é uma coisa. ele pode melhorar seu desempenho durante a vida. não é uma coisa. . *3 9omos uma empresa capitalista que pretende explorar minério de ferro e que desco0rimos uma grande )a8ida numa montan(a. lin(as. costumamos di8erQ uma montan(a é real porque é uma coisa. $3 + simples fato de que essa LcoisaL possua um nome ' que a c(amemos Lmontan(aL ' indica que ela é uma coisa para nós. A3 + simples fato de que essa LcoisaL possua um nome. -3 Assim.. uma Lcoisa'para'nósL. . volume. tem revelado o c%re-ro como um $rgão mais fascinante. 4ada se compara. TEXTO 2.se que. % pura cria!ão do c%re-ro. comple&o e poderoso do que antes se imaginava. dormindo ou acordado. que. ::5. Assinale a opção que apresenta erro de pontuação.. nem escuridão. que a c(amemos Lmontan(aL. pare um instante e olhe ( sua volta / mundo que vocB vB % real ou imaginário0 A lu1 que se pro eta a seu redor seria o-servada e sentida da mesma forma se vocB não estivesse aqui0 /s sons produ1iriam o efeito se não e&istissem ouvidos para captá. pelo menos.s quest es 1F a 51. feitas em la-orat$rios e centros de estudos. a montan(a é forma cor. ao contrário dos outros $rgãos do corpo humano. interpreta ou reage a isso. nem lu1. não haveria som. @ão é uma coisa. A3 + real é feito de coisas.

/3 + con(ecimento que o ser (umano tem do mundo exterior é um reflexo que o cére0ro produ8 dos fen#menos experienciados. é salutar para provocar um alargamento no campo de atuação das funç es cognitivas. $3 Assim. A3 + texto começa dirigindo'se ao leitor porque se desenvolve em forma de carta. como se estivesse conversando com ele.ltimo par4grafo textual. inicialmente. perde'se a coer<ncia do texto. :::. torna a argumentação do texto vaga e imprecisa.s perguntas nele apresentadas poderiam p#r em risco a argumentação do texto. )ulgue os itens que se seguem. *3 + texto dirige'se. -3 Deferir'se ao leitor como Lvoc<L 2lin(a 1 3. no primeiro par4grafo.s idéias do .ltiplas tarefas 0iológicas. um camin(o é associar aquilo que se quer lem0rar com outras atividades cere0rais. Assinale a opção correta a respeito da organi8ação dos par4grafos no texto. pata que este explicite suas respostas. como imagens. o cére0ro. tem a função de ilustrar a argumentaçãoQ no texto 1. Após comparar o texto 1 e o texto 1. no segundo. % ' +s dois textos t<m em comum a idéia de que a apreensão da realidade não é direta> é sociocultural. /3 Por isso. e mudar para LalguémL 2lin(a =3 e depois para Lseres (umanosL 2lin(a 113. no par4grafo seguinte. ao leitor. A3 -essa forma. necess4rias ao desenvolvimento das teses que serão defendidas nos par4grafos seguintesQ sem as respostas do leitor. . para memori8ar mel(or. lin(a 1 3 porque é Lpura criação do cére0roL 2texto 1. é uma estratégia argumentativa para atraí'lo para os pontos de vista que serão defendidos. /3 + primeiro par4grafo deveria ter sido omitido porque as respostas do leitor . -3 A aventura (umana de desvendar os segredos da mente é uma curiosidade despertada apenas recentemente. ::=. %%% ' A figura da Lmontan(aL. representa apenas 1_ do peso de um (omem adulto e desempen(a m. *3 Logo. essa mesma função é desempen(ada pela figura do Lcére0roL. sons ou qualquer con(ecimento )4 familiar. lin(a =3. com pouco mais de um quilo. -3 -esse modo. 0uscar atividades cere0rais novas e originais. emoç es. ::?. no primeiroQ mental. Assinale a opção que não constitui uma continuação coerente . fora do cotidiano. %% ' +s dois textos completam'se quando uma afirmação do texto 1 explica a primeira afirmação do texto 1> o Lreal não constituído por coisasL 2texto 1. $3 -irigir'se diretamente ao leitor. ler. estudar e desenvolver aç es mentalmente desafiadoras é imprescindível para manter e aprimorar a capacidade cere0ral. que é uma m4quina maravil(osa. *3 As afirmaç es expressas no terceiro par4grafo são desmentidas no par4grafo seguinte.A3 + texto defende a tese de que tudo o que existe no mundo é irreal ou imagin4rio. $3 A argumentação do texto demonstra que as atividades do cére0ro (umano dependem da visão de mundo de cada indivíduo. no texto 1. o cére0ro 0em estimulado em tarefas como resolução de pro0lemas matem4ticos pode manter em atividade por mais tempo a capacidade cognitiva e mental de uma pessoa.

a3 /stão corretas somente as afirmativas % e %%%. o ninho da -ele1a. nosso amor / 1igue1ague do tormento. %%% e %I. no título. -3 Apenas os itens % e %% estão certos. a ave. /m &osse 0ordando e / fosse aparecendo. são feitas algumas afirmaç es. as palavras su0lin(adas são pronomes possessivos ad)etivos. ::C. 03 /stão corretas somente as afirmativas % e %I. a árvore. assinale a opção correta> %. %%%. nossa toalha de mesa Jeprodu1idos no -ordado A casa. c3 /stão corretas somente as afirmativas %% e %%%.. *3 Apenas o item %%% est4 certo. nosso amor 4ossa colcha de cama.<ncia> . A seguir. o meu caminho. Assinale a opção correta. nosso amor. %I. TEXTO.. a estrada. Analise'as. /m A sua vida. ::B. Muanto ao uso das classes gramaticais no texto. -ia'a'dia e 8igue8ague são su0stantivos compostos. em seq. indicam flexão de g<nero. d3 /stão corretas somente as afirmativas %. a corrente1a / sol.Assinale a opção correta A3 Apenas o item % est4 certo $3 Apenas o item %% est4 certo. /3 Apenas os itens % e %%% estão certos. A L%@!A / + L%@!+. temos. os ver0os destacados estão no particípio. = a sua vida que eu quero -ordar na minha @omo se eu fosse o pano e vocB fosse a linha E a agulha do real nas mãos da fantasia Fosse -ordando ponto a ponto nosso dia. /m +s nossos sentimentos loucos. %%. nosso amor NocB a linha e eu o linho. as cores da alegria A curva generosa da compreensão Formando a p%tala da rosa da pai&ão A sua vida. A lin(a e o lin(o..dia E fosse aparecendo aos poucos nosso amor /s nossos sentimentos loucos. o meu carin(o.a.

:=G. *ont<m dígrafos voc4licos> limpo. c(ove W guinc(o W separadas> rit' 0. d3 a. +s (iatos são separados em duas síla0as> du'e'tos. *onsidere as seguintes afirmaç es e assinale a opção correta> a3 A palavra nin(o tem um encontro consonantal. !4 encontros consonantais separ4veis ou dis)untos. sc. sem pre)uí8o para o sentido do enunciado> Parecia estar prestes a acontecer a desclassificação do time. ss. xc devem ser separadas na divisão sil40ica> 0ar'ro. dra'ma. 03 artigo definido W pronome possessivo ad)etivo W su0stantivo W ad)etivo. a3 iminente W insipientes W consecução 03 eminente W insipientes W conseq. tesoura. pneu'mo'ni'a. pois ficam em síla0as mo W as'pe'cto W apti'dão. 0.<ncia c3 eminente W incipientes W concecussão d3 iminente W incipientes W concecução :=1. *omece pela parte final> Aqui não ca0em critérios su0)etivos aaaaaaaa se)a racional. des'cer. .a3 artigo indefinido W pronome demonstrativo W su0stantivo W ad)etivo. ca'a'tin'ga. 0. a'm<n'do'a. nen(um. modalidade escrita padrão. c3 artigo indefinido W pronome possessivo ad)etivo W ad)etivo W su0stantivo. mil(o. sç. + encontro vogal t semivogal é c(amado de ditongo decrescente> moita. as'sun'to. ::F. c3 a. pois os )ogadores demonstraram usar métodos pouco sá-ios na reali1a!ão dos treinos finais para a partida. gratuito. As letras que formam os dígrafos rr. 03 a. sem alterar a idéia. Assinale a opção em que tanto a como 0 estão adequados . 03 &onemas e letras são a mesma coisa. d3 A palavra excesso tem sete letras e cinco fonemas e o0sessão tem oito letras e sete fonemas. -ígrafo é o con)unto de duas letras que representam mais de um fonema> excelente. c3 +s fonemas su0lin(ados em pães W pais W país W p e são semivogais. Hrupos consonantais que ocorrem no início dos voc40ulos são insepar4veis> psi'co'se. Assinale a opção que contém a con)unção adequada para reescrever o enunciado> 9e)a racional. a3 portanto 03 visto que c3 enquanto d3 posto que :=1. +0serve o período a0aixo e indique a opção em que todas as express es são apropriadas para su0stituir as express es su0lin(adas. na afirmação feita e nos exemplos> a3 a. nas'ço. ex'ce'to. d3 artigo definido W pronome demonstrativo W ad)etivo W ad)etivo. pois aqui não ca0em critérios su0)etivos.

Hases de 0aixa temperatura tem menos movimento molecular. $lumenau.<ncia formada por uma semivogal. ad)unto adver0ial 2 . vultoso 2volumoso3. suar 2transpirar3. =. discrição 2reserva. E. %%%. +0serve os seguintes períodos e assinale a opção que indica aqueles em que as palavras estão corretamente acentuadas> %. e assinale a opção que indica a função sint4tica correta. palavras oxítona e monossíla0a t#nica terminadas em e. /ssa ideia que voc< t<m de que (4 um universo só seu é esquisita mesmo. c3 !4 uma palavra proparoxítona no trec(o citado. 3 Participação crítica. su0missão E/RE+. 03 Ioc< e v< são. considerando as express es su0lin(adas. Ai est4 mais um resultado da sua imprud<ncia no respeito as leis de trAnsito. %%. respetivamente. modéstia3 03 (ori8onte. por isso não est4 acentuada. 3 A situação mudou muito ultimamente. Eritongo é a seq. é o camin(o para um $rasil mel(or. o0)eto indireto a3 1 W = W 5 W 1 W : 03 : W 1 W = W 5 W 1 c3 5 W 1 W : W = W 1 d3 1 W 1 W = W : W 5 :=?. vocativo 5. Paraguai. uma vogal e uma semivogal> nasais. anti'(erói. o0)eto direto :. :==. que a gente não vB0 :=:. d3 + que não est4 acentuado porque é uma con)unção integrante. compreenção d3 a0olir. su)eito 1.0. eletricista c3 autorisar. Agora assinale a opção que fa8 uma afirmação correta> a3 A palavra por é uma forma ver0al. tentação do lucro. 03 /st4 correto somente o período %%%. a3 /st4 correto somente o período %%. )ovens. onde anda vocB0 /nde andam seus olhos. na seq. 3 Alimentos e roupas andam caríssimos. Preenc(a a coluna %% de acordo com a coluna %. %I. por falar em saudade.<ncia de cima para 0aixo> *+LN@A % 1. Assinale a opção em que (4 erro de grafia> a3 comprido 2longo3. :=5. 3 A seca trouxe consigo a fome. enxada. + eucalipto exige muita 4gua para sua so0reviv<ncia. 2 2 2 2 *+LN@A %% 3 +s empres4rios cederam .

Alme)o um futuro mel(or. em seq. W a W .ltima 0oiada da fa8enda. 03 /stou ansioso de que esse pro0lema se)a resolvido r4pido. W . :=C. @ão se aaaaaaaaaaaa nos planos. 2a. ao povo 0rasileiro. W a W a W as :=F.ltimos candidatos. Eodos os candidatos aspiravam o primeiro lugar no concurso. no que di8 respeito . su0stituindo. W . . de acordo com a língua padrão> %. as lacunas pelas formas ver0ais que tornam correta a concordAncia. c3 + povo est4 dese)oso em que se encontre uma saída para a crise. .s 03 . A cidade que moramos )4 não é mais tão calma. em 1GG5. 03 a.3 %%%. c3 a.s c3 .3 I. + o0)etivo a que visamos ser4 alcançado. Defiro'me aaaaa diretora do colégio. I. . *idadania implica direitos e deveres. 2a.<ncia correta> %. . 0.3 %%. Assinale a opção em que tanto a como 0 não o0edecem . W a W . d3 /xiste gente insensível por miséria. 2a. aaaaaaaaaaa na estrada poeirenta a . reg<ncia ver0al> a3 a. 0.s pressas da sala os . norma culta. 2as.s3 a3 a W . +s /stados Nnidos não aaaaaaaaaaaaaa o acordo comercial. d3 a. .<ncia. W as d3 . Iirei aaaa &lorianópolis neste verão. *ustamos para enxergar o ó0vio. %%%. *omprei alguns livros que voc< gosta. %sso é um direito que pertence para todos nós. Perto de vinte candidatos aaaaaaaaaaaa (o)e. :?G. W . %% e %I. Assinale a opção que permite reescrever as frases a0aixo. :=B. Assisti aaaa )ogos memor4veis no . 2a. 0. Assinale a opção em que est4 correta a reg<ncia nominal.c3 /stão corretos somente os períodos % e %%%. aaaaaaaaaaa . . 0. d3 /stão corretos somente os períodos %. *(eguei a este local aaaa 1: (oras.ltimo domingo. Preenc(a os espaços com uma das alternativas entre par<nteses e assinale a opção que indica a seq. W a W a W a W .3 %I. %I. de acordo com a norma culta> a3 @ão (4 oposição a que ele entre no grupo. %%. Defiro'me aaaa Iossa /xcel<ncia.

presente no título.. Platão. .. de há-ito. A3 2.. então se voltar para a vida interior. o campus de uma universidade era uma esp%cie de área hermeticamente fechada.O. aceitaram. o0tém'se> A3 JitosO Por qu<O $3 Jitos> PorqueO *3 JitosO Por queO -3 Jitos> Porqu<O /3 JitosO Por queO :?5. 2uando um dia vocB ficar velho e. :?1. $3 explicação. -ando outra forma ao título do texto. /3 contraste.a3 9aíram. *onsiderando que ironia se)a um recurso com o qual se afirma o contr4rio do que se enuncia. *3 conseq. E então. faltaram TEXTO. de acordo com o sentido. faltara 03 9aía. Loethe e outros. na mente das pessoas. sugere idéia de> A3 adição. faltaram d3 9aíram. vocB não precisa de mitologia\\. tendo as necessidades imediatas todas atendidas. As literaturas grega e latina e a 9"-lia costumavam fa1er parte da educa!ão de toda gente. P. a" -em. 4ão acredito que se possa ter interesse por um assunto s$ porque algu%m di1 que isso % importante. que tBm a ver com o centro de nossas vidas.<ncia. A leitura do texto permite afirmar que a con)unção e. toda uma tradi!ão de informa!ão mitol$gica do /cidente se perdeu. o mito % capa1 de capturá. % uma -oa vida . Acredito em ser capturado pelo assunto. vida interior. aceitara. que falam dos valores eternos. confiavam. 9umiam. ho e em dia. aceitara. Antigamente. viva a sua vida.. nem com a magn"fica heran!a humana que rece-emos de nossa grande tradi!ão . 9umiam. se vocB não sou-er onde está ou o que % esse centro. @onf'cio. o que ele poderá fa1er por vocB. aponte a alternativa em que tal recurso se manifesta. confiava. 9umia. 3as vocB poderá desco-rir que. 3/eEJS? Por que mitos0 Por que dever"amos im.lo. confiavam. 9umia. caso o capture de fato0 7m de nossos pro-lemas. aceitaram. vocB vai sofrer. % que não estamos familiari1ados com a literatura do esp"rito. + J%E+ / + JN@-+ J+-/D@+. o 9uda. -3 alternAncia. Tendo sido suprimidas.portarnos com os mitos0 / que eles tBm a ver com minha vida0 @A3P9EFF? 3inha primeira resposta seria? \\Ná em frente. Estamos interessados nas not"cias do dia e nos pro-lemas do momento. 3uitas hist$rias se conservaram. com uma introdu!ão apropriada. onde as not"cias do dia não se chocavam com a aten!ão que vocB dedicava ( vida interior. :?1. de uma maneira ou de outra. confiava.3 as notícias não se c(ocavam com a atenção que voc< dedicava . faltara c3 9aíra.

vivas a tua vida. o que ele poder4 fa8er por voc<. TEXTO. $3 Iai em frente. :?B.3 o campus de uma universidade era uma espécie de 4rea (ermeticamente fec(ada. #á mais de de1 anos a magistratura clama por ampla reforma do Poder Qudiciário. onde o líder é agressivo.3hh. /3 *uidado com aquele grupo de pessoas. -3 o possível sofrimento do vel(o depende. transformar'se em> A3 Muando um dia 9ua /xcel<ncia ficar vel(a. o0edecendo ..3. *3 Iai em frente.. é uma 0oa vida ' voc< não precisa de mitologiahh. Hoet(e e $uda são os respons4veis pela mitologia. viva a sua vida. $3 a satisfação das necessidades imediatas dos vel(os propicia'l(es uma so0revida feli8. é uma 0oa vida ' tu não precisas de mitologia. -3 I4 em frente. *onf. é uma 0oa vida ' tu não precisas de mitologia. *om a su0stituição de voc< por um pronome de tratamento formal. -3 Muando um dia 9ua /xcel<ncia ficardes vel(a...<S.. :??.. @a frase hh2. *onf. -a leitura do texto. $3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficar vel(o. vive a tua vida. :?:. uristas. $3 -essa conversa surgiu o pensamento onde se refletiu so0re nossa vida. a oração hhMuando um dia voc< ficar vel(ohh dever4. caso o capture de fatoO *3 2. $uda e Hoet(e. é uma 0oa vida ' tu não precisar4s da mitologia. + mesmo ocorre em> A3 A -iretoria *entral quer informaç es so0re onde voc< vai. A *P% / A %JPDN-s@*%A -+ L/H%9LAE%I+. Fogo ap$s sua instala!ão em :.. voc< vai sofrer. viva a sua vida.cio. o0edecendo . é uma 0oa vida ' tu não precisar4 da mitologia. da preocupação com a sua vida interior. /3 a literatura do espírito não é acol(ida nos campus das universidades declaradamente fec(adas.. norma culta. *3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficares vel(a. o emprego da palavra destacada o0edece ' é evidente ' . pode'se depreender que> A3 entre outros. dever4.cio. norma culta. se voc< não sou0er onde est4 2.. /3 Muando um dia voc< ficar vel(o 2.3 onde as notícias do dia não se c(ocavam 2. *3 o centro interior do (omem idoso foi definido por Platão. é uma 0oa vida ' tu não precisas de mitologia. vives a tua vida.3. entre outras coisas. :?=. entre outros. *om a su0stituição de voc< por tu. -3 I4 em frente. *3 \ preciso investigar o escritório onde se esconderam os ladr es. um con unto de sugest+es oriundo de $rgãos superiores da Qusti!a foi levado ao e&ame da Assem-l%ia 4acional @onstituinte.. vivas a sua vida. mem-ros do 3inist%rio P'-lico. norma culta. vive a tua vida. /3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficardes vel(o. a frase hhI4 em frente.. -3 + próximo domingo ser4 o dia onde se tratar4 desse tema. . é uma 0oa vida ' voc< não precisa de mitologia. ser> A3 Iais em frente.$3 / então. Platão. 3agistrados.. /3 I4 em frente.3 uma espécie de 4rea 2.

de leis dissimuladas. seu dever de lealdade não seria com a sociedade. em parte. as mudan!as mal arranharam os su-'r-ios do pro-lema. $3 + con)unto de sugest es enviado pelos órgãos superiores da Kustiça aos legisladores constituintes tin(a o0)etivos a serem alcançados a longo pra8o. /3 A facilidade em impetrar recursos é parcialmente respons4vel pela morosidade da Kustiça 0rasileira. @omo tam-%m se acha manietada pelas oportunidades recursais. :?F. professores. *om 0ase no conte. :BG. a institui!ão não pode elevar os seus n"veis de operacionalidade diante de uma legisla!ão processual que consagra n'mero quase infinito de rituais e formalidades. Eendo como refer<ncia as idéias contidas no texto. assinale a opção correta. de maneira su-stancial. Por trás da no!ão mesquinha que as elites no poder cultivam em rela!ão ao Qudiciário vice a a ignor8ncia. pelo menos a-riria os espa!os autori1ativos para as transforma!+es futuras. / Fegislativo e o E&ecutivo não se dão conta de que o magistrado não % funcionário p'-lico. (4 mais de de8 anos. assinale a opção correta. *3 Nma *P% para a investigação do Poder Kudici4rio foi instalada em 1FCB. desidiosa. 4o mais. A @PI % um golpe contra a magistratura independente.do do texto. por isso sua atividade está protegida pelo manto da independBncia. a-errantes ela-oradas pelo @ongresso. -3 A atual legislação processual 0rasileira é ritualística e formalista. cu os direitos e garantias lhe cumpre tutelar.lo ( progressiva dinami1a!ão de suas atividades. / ui1 % antes um agente da sociedade. que op+em dist8ncia insuportável entre o direito ofendido e a repara!ão via senten!a irrecorr"vel. assinale a opção incorreta. A3 9e o magistrado fosse de fato um funcion4rio p. enfim a representa!ão mais autBntica do universo ur"dico sustentou na Assem-l%ia de-ate ativo e esclarecedor so-re o tema. de uma @omissão Parlamentar de Inqu%rito. /3 Profissionais ligados ao universo )urídico muito contri0uíram para que a questão da reforma do Poder Kudici4rio fosse ativa e esclarecedoramente de0atida durante a Assem0léia @acional *onstituinte. atual *onstituição 0rasileira todas as propostas que visavam tornar o Poder Kudici4rio mais dinAmico e eficiente. antes da instalação da Assem0léia @acional *onstituinte. . o seu dever de lealdade seria antes com a sociedade do que com o /stado. E % indispensável anotar que as deficiBncias na atividade udicial resultam. A3 As elites no poder t<m em 0oa opinião o Poder Kudici4rio porque estão cientes dos pro0lemas enfrentados pela Kustiça 0rasileira. Todavia. @onquanto o modelo que viesse a ser posto na @onstitui!ão não fosse suficiente para alcan!ar resultados automáticos. desmorali1ante. legislação ela0orada pelo *ongresso @acional. $3 + clamor popular por uma ampla reforma do Poder Kudici4rio manifestou'se. A3 + autor é francamente favor4vel . Ainda com 0ase no texto. contradit$rias. *3 9e a Kustiça 0rasileira é ineficiente. 3as o legislador constituinte ignorou as propostas mais consistentes para destinar ao Poder Qudiciário os instrumentos aptos a levá.0lico. isso se deve. Agora. se ulga portador de autoridade moral para su-meter o Qudiciário ( a!ão corrosiva. @aso fosse. :?C. mas com o Estado. instalação de uma *P% para investigar os atos do Poder Kudici4rio.conselheiros da /rdem dos Advogados do 9rasil. o poder que agiu de forma imprudente. -3 + legislador constituinte procurou incorporar . $3 +s congressistas 0rasileiros t<m a noção mesquin(a de que o Poder Kudici4rio é constituído por um .

a preposição pode. (4 mais de de8 anos. 6su'fi'ci'en'te7. -3 /m 6Eodavia. /3 A *P% é um golpe da magistratura independente contra o Poder Kudici4rio. @o texto.0ando de ignorantes. 4o 'ltimo ano da d%cada passada..r0ios do pro0lema7. não tem. em compara!ão com o primeiro G :. $3 -o ponto de vista da divisão sil40ica. não com a sociedade. ser su0stituída por 6em7. a representação mais aut<ntica do universo )urídico W magistrados. :B5. $3 A Assem0léia @acional *onstituinte levou a exame. 6vi'es'se7. A3 A magistratura clama. Assinale a opção correta.: G. os voc40ulos a seguir estão todos corretamente segmentados> 6Ad'vo'ga'dos7. /3 @a expressão 6de leis dissimuladas7. TEXTO. e muito menos -rasileiros morriam antes de completar um ano de vida. consel(eiros da +rdem dos Advogados do $rasil. :B1. 6/ 9rasil entrou no s%culo ZZI ustificando o lugar comum do s%culo passado? continua sendo um pa"s de contrastes. o til exerce dupla função> indica a nasalidade do fonema 6a7 e a síla0a t#nica do voc40ulo. telefones. de0ate ativo e esclarecedor na Assem0léia. lu1. divulgados pelo Instituto 9rasileiro de Leografia e Estat"stica PI9LEO. -3 Iice)a.R. 6i'gno'rAn'cia7. muito mais -rasileiros estavam estudando. *3 + Poder Legislativo. @as opç es a0aixo.. *3 + neologismo 6autori8ativos7 significa autori8ados. mem0ros do Jinistério P. sem alteração de sentido. tem'se um exemplo de linguagem metafórica. tinham carros. eletrodom%sticos. autoridade moral para )ulgar os atos do Poder Kudici4rio. 6cons'tituin'te7.0lico. a ignorAncia. so0re o tema. por ampla reforma do Poder Kudici4rio. na opinião do autor. Isso. um con1 nto de s "est. que agiu de forma imprudente e desidiosa.r"%os s )eriores da 2 sti$a. as mudanças mal arran(aram os su0. professores W sustentou. cu)os direitos e garantias l(e cumpre tutelar. seu dever de lealdade seria com o /stado. toga do )ui8. água encanada. Isso % o que revelam os n'meros iniciais do @enso 5666. $3 6su0. *3 6desidiosa7 por 6conflituosa7. a despeito de a maioria da popula!ão continuar vivendo com rendimentos franciscanos? pouco mais da metade dos . )uristas. Assinale aquela em que o fragmento reescrito apresenta sentido diferente do encontrado no texto. :B1. A queda foi maior do que os especialistas haviam pro etado no in"cio da d%cada.es ori ndo de . por tr4s da noção mesquin(a que as elites no poder cultivam em relação ao Kudici4rio. A mortalidade infantil caiu a<d? de c< por mil nascimentos para 5. *3 /nfim. /3 *aso fosse. os fragmentos são reescrituras do texto. (aver4 alteração de sentido caso se su0stitua> A3 6*onquanto7 por Jesmo que7Q 6manietada7 por 6entravada7. -3 + manto aludido na lin(a 1C refere'se . logo após sua instalação em 1FCB. esgoto e coleta de li&o.r0ios7 por 6arra0aldes7Q 6tutelar7 por 6defender7. A3 @a palavra 6órgãos7.

redu8indo a um mínimo as diferenças regionais. parcos 5. indica o avanço do $rasil. Entre :.66 ( data do recenseamento e Jg c66. mas que deixam de mostrar dados pouco animadores da situação econ#mica e social da população 0rasileira. %%%. 2$3 resultados estatísticos aparentemente otimistas. 3esmo em :.S6. registrando exist<ncia de consumo mesmo entre os mais po0res. 2/3 a falsidade do resultado de certas pesquisas. 2-3 o paradoxo que resulta dos dados do . quem pode consumir 0ens dur4veis aca0a consumindo por si e por quem não pode.: e 5666. 2*3 um equilí0rio final da capacidade de consumo da população nas v4rias regi es 0rasileiras. :B:. especialmente quanto . apresenta índices positivos de mel(oria na qualidade de vida do povo 0rasileiro. ao lado de disparidades acentuadas. Jg c 666. garantia de emprego. id<ntico ao de algumas sociedades desenvolvidas. a do . em mat%ria de e&pansão dos -enef"cios sociais e do acesso a -ens indispensáveis no mundo contempor8neo. o melhor ano do per"odo. /s n'meros agregados escondem que o consumo se distri-ui de forma acentuadamente desigual pelo territ$rio e entre os diversos grupos de renda.. em m%dia. no que toca ao crescimento econ)mico foram uma d%cada das mais med"ocres. %% 2$3 %%. apesar de um valor modesto para o sal4rio mínimo. igualando os resultados de cada uma delas. desde a transforma!ão do Pa"s em sociedade industrial.cd ganhavam mais de vinte salários m"nimos.66 ho eO e apenas 5. *onsidere as afirmativas a0aixo.SR. no 4orte e no 4ordeste não chegam a :[d. o 9rasil cresceu. a respeito do texto.ltimo censo.. /st4 correto o que se afirma 9+J/@E/ em> 2A3 %. assinala um aumento geral do poder aquisitivo do povo 0rasileiro. %%% 2*3 % . Se % verdade que.6 foram uma d%cada ganha.Sd ao ano. %%. quem pode consumir -ens duráveis aca-a consumindo por si e por quem não pode. /s dados que apontam para a intolerável persistBncia da igualdade na po-re1a entre os -rasileiros tBm rela!ão manifesta com o desempenho da economia. o Produto Interno 9ruto PPI9O não chegou a Rd G muito a-ai&o dos picos registrados na d%cada de :.c. Enquanto no Sul e no Sudeste os domic"lios com carro somam mais de c6d. pois eles indicam o consumo de 0ens dur4veis por uma população que não tem poder aquisitivo. como o telefone. cu)os dados desvirtuam a realidade. ou se a.milagre -rasileiro.se di1er que o 9rasil % um pa"s igualitário? ostenta a dramática igualdade na po-re1a. especialmente a da classe social mais desfavorecida. / desequil"-rio regional e social do consumo acompanha. + *enso 1GGG> %. o-viamente.. em todo o território nacional. os anos :. A afirmação acima aponta para> 2A3 a mel(oria real do padrão de vida da população 0rasileira. pode. = $-vio que a retomada do desenvolvimento % condi!ão sine qua para a eleva!ão da renda do povoI. Por esse 8ngulo. a concentra!ão da capacidade aquisitiva. Ee certo modo.66 G um salário relativamente modesto nas sociedades desenvolvidas.: milh+es de mem-ros da popula!ão economicamente ativa ganhava at% dois salários m"nimos por mBs Pou Jg a65. -e certo modo. :B=..

nico período. considerando'se os dados indicativos do progresso 0rasileiro. conquanto os n. com a queda das taxas de mortalidade infantil.2-3 %% 2/3 %%% :B?. revelam em seus dados iniciais. +s n. 2$3 a ligação entre palavras que formam uma cadeia na frase. !4. e os n. 2-3 +s n. tendo em vista a impossi0ilidade de aumento do sal4rio mínimo. pela mel(oria da qualidade de vida no $rasil.meros iniciais do *enso 1GGG revelam mel(orias. Por esse Angulo. 2*3 a inclusão de um segmento explicativo. 2/3 consumo maior no 9ul e no 9udeste e acentuadamente menor no @orte e no @ordeste.meros iniciais do *enso 1GGG revelem mel(orias. apesar das mel(orias que o *enso 1GGG. afirmação do período anterior. mas 0oa parte da população 0rasileira continua vivendo na po0re8a. como a queda das taxas de mortalidade infantil. A mortalidade infantil caiu 5C_> de :C por mil nascimentos para 1F.meros iniciais do *enso 1GGG revela que foi maior que o esperado. + emprego dos dois pontos assinala> 2A3 uma restrição . onde as taxas de mortalidade infantil em queda. no texto. 2/3 pessimista. :BF. maior do que o esperado. 2/3 $oa parte da população 0rasileira continua vivendo na po0re8a. 2*3 situação econ#mica do $rasil no século RR e a que se apresenta no início do século RR%. $oa parte da população 0rasileira continua vivendo na po0re8a. em> 2A3 9e as taxas de mortalidade infantil entraram em queda maior do que era esperada. maior do que se esperava. 2*3 de )ustificado orgul(o. 2*3 *om a queda das taxas de mortalidade infantil. \ correto afirmar que a conclusão acima tem um car4ter> 2A3 acentuadamente ir#nico. 2$3 0astante otimista. que foi maior do que se esperavam. A queda das taxas de mortalidade infantil foi maior do que o esperado. com correção e lógica. onde 0oa parte da população 0rasileira continua vivendo na po0re8a. 2$3 a década do Lmilagre 0rasileiroL e a persist<ncia da situação de po0re8a do povo. pela constatação que se segue a ela.meros iniciais do *enso 1GGG revelam as mel(orias. relação de causa e efeito entre> 2A3 retomada do desenvolvimento e elevação da renda do povo. 2-3 de extremo exagero. os n. . por ter sido possível constatar mel(orias na distri0uição de renda. As frases acima formam um . 2/3 a 0rusca interrupção da seq. 2-3 queda dos índices de mortalidade infantil e valor do sal4rio mínimo. a população 0rasileira continua vivendo na po0re8a.<ncia de idéias. 2$3 A população 0rasileira em 0oa parte continua vivendo na po0re8a. :BC. pode'se di8er que o $rasil é um país igualit4rio. :BB.?. 2-3 a citação literal do que consta no relatório do %$H/.meros iniciais do *enso 1GGG mel(oraram.

2-3 A qualidade de vida dos 0rasileiros.princesa.. refletida principalmente na sa. economia informal não é captados pelas estatísticas.. Nolto sempre a ela. 2*3 Alguns dados resultantes do *enso 1GGG parece incompatível com aqueles que assinalam o aumento do consumo de 0ens dur4veis..:CG.de. feito criminosa. a linda meretri1. !4 uma afirmação &AL9A a respeito do texto na opção> a3 a cidade do poeta é apresentada como um ser vivoQ 03 *opaca0ana deu ao poeta liç es de vida opostasQ c3 no título (4 uma ironiaQ . no mesmo período. S$ fico ( vontade na minha cidade. A concordAncia nas frases a0aixo. TEXTO..meros iniciais do *enso 1GGG mostram que o consumo nas diversas regi es 0rasileiras são distri0uídas de maneira desigual e contrastante. Foura 3ãe de Santo com sua gargantilha acesa.. ela me ensinou pure1a e pecado. est4 correta em> 2A3 +s n. E @opaca-ana.nico mem0ro. #á quem não se importe mas a iona 4orte % feito cigana lendo a minha sorte? sempre que nos vemos ela di1 quanto eu sofri. :C1. adaptadas do texto. 2$3 *onstituem uma proporção relativamente pequena as famílias 0rasileiras que podem dar'se ao luxo de serem sustentadas por um . a respira!ão do mar revoltado. 2/3 +s dados referentes . a minha hist$ria escorre aqui. 9o -o% MNA@-+ /N D%+. Jio de Qaneiro.. favelas no cora!ão. dependem de aspectos importantes na 4rea de serviços. Eoce e dolorosa. como a de saneamento 04sico. o que geram algumas situaç es aparentemente contraditórias.

vontade7 2verso 13. o que @P+ ocorre com a locução su0lin(ada em> a3 fal4vamos . :C5. est4 correta a colocação do pronome 6se7. /ntre os exemplos a0aixo. ela dir4. 9o0re *opaca0ana.d3 uma parte da cidade tem predominAncia de ciganosQ e3 é forte a ligação do autor com a sua cidade.s escondidas. a crise aumentaQ c3 estava ..ltimo verso o poeta refere'se a um afogamento. era capa8 de tudo. ela diriaQ d3 sempre que nos víssemos. :C1. medida que o tempo passa. encontra apoio no texto o seguinte coment4rio> a3 a expressão 6meretri8'princesa7 2verso 1:3 ressalta seus aspectos positivosQ 03 a expressão 6loura Jãe de 9anto7 2verso 1=3 destaca seu catolicismoQ c3 a expressão 6gargantil(a acesa7 2verso 1?3 refere'se a suas )oal(eriasQ d3 a expressão 6pure8a e pecado7 2verso 1B3 constitui uma oposição de sentidoQ e3 no pen. os pronomes pessoais estão empregados segundo as normas do portugu<s escrito culto. exigiria a seguinte construção> a3 sempre que nos veremos. espera de voc<sQ d3 vive . :C?.. meu fil(oZQ 03 tem comportado'se muito mal aquele )ogadorQ c3 poderia'se adiar esse encontro para a próxima semanaQ d3 os re0eldes não entregar'se'iam facilmenteQ e3 para a)udar'me. ela dir4Q 03 sempre que nos virmos. /m 6!4 quem não se importe7 2verso B3. @o futuro do su0)untivo. o ver0o 6ver7 est4 no presente do indicativo. ela di8. /m 6sempre que nos vemos72verso 113 e 6volto sempre a ela7 2verso 53. respeito de privati8açãoQ 03 . o que tam0ém est4 de acordo com essas normas é> a3 ela trouxe o livro para mim lerQ 03 entre eu e voc< tudo aca0ouQ c3 não estou l(e recon(ecendoQ d3 parece que o filme não o agradouQ . /m 6sempre que nos vemos. ela diriaQ e3 sempre que nos vermos. 113. :C:.7 2versos 11. assim como a do pronome su0lin(ado em> a3 -eus a0ençoe'te. ela dir4Q c3 sempre que no veríamos. + sinal grave indicador da crase est4 corretamente empregado na locução 6.s custas do paiQ e3 saiu . :C=.

respondeu? . TEXTO. :FG. o assassino do próprio fil(oQ $3 o fato de perdoar não pode ser visto como ato criminosoQ *3 não (4 mais a utili8ação da forca nas penas de morteQ -3 a profissão de len(ador )4 est4 extintaQ /3 um )ui8 que condena . merit"ssimo0 Essa mulher era uma santa. e o outro. :CC. :CB. :CF.e3 estivemos muito próximos. nunca houve uma senten!a sua que eu não aceitasse como a suprema usti!a. A esse crime ela não tinha o direito de dar o seu perdão. morte se)a considerado s40io. disse? . Senhor ui1. dois homens mantinham silBncio olhando os dois corpos que -alan!avam lado a lado no pat"-ulo da pra!a. 3as como a usti!a. um lenhador. 3as. tem como plural perd esQ o item a0aixo em que todos os . A KN9E%^A. + ver0o da frase 6ela me ensinou pure8a e pecado7 2verso 1B3 apresenta a mesma reg<ncia do que aparece su0lin(ado em> a3 pouco me importa o resultadoQ 03 não me atraem esses passeiosQ c3 lem0rei'me do ocorridoQ d3 o 0oletim nada me informou de novoQ e3 ocorreu'me uma idéia. 7m dos homens era o ui1 mais sá-io e usto de todo o pa"s. meu amigo. presente no texto. mas não l(e vi o rosto. senhor ui10 E o ui1 grave. de fato. Perdoava a todos> at% ao assassino do filho. do fundo da sua sa-edoria. E o ui1. Ee uma colina. por que enviar ( forca uma mulher que no ulgamento perdoou ao frio assassino do filho0 2ual a ra1ão desta senten!a. desculpe minha infinita ignor8ncia. E o lenhador que-rou o silBncio? . onde se descortinava toda a cidade. seu amigo. A usti!a. solene. @a forma ver0al mantin(am. A ilogicidade do texto est4 em que> A3 ninguém perdoa. . + voc40ulo perdão. a irregularidade est4> A3 na alteração do radical do infinitivoQ $3 na utili8ação de desin<ncia fora do modelo regularQ *3 no novo sentido atri0uído ao ver0oQ -3 na utili8ação do imperfeito pelo perfeitoQ /3 em estar anteposto ao su)eito.

+ item a0aixo em que o acento gr4fico marca o tim0re é> A3 constróiQ . :F5. vulcão. prevenção.Q /3 Iossa 9antidade ' I. tiçãoQ -3 noviço. aldeão. ra8ãoQ *3 capelão. capelãoQ $3 escrivão. caniço. situação. 9. maçoQ $3 alçapão. cidadão. J. ascenção.Q -3 Iossa 9en(oria ' I. Pode'se inferir do texto que os dois corpos hhque 0alançavam lado a lado no patí0ulo da praçahh eram> A3 do )ui8 e do len(adorQ $3 do assassino e da mãe do fil(o assassinadoQ *3 do assassino e de alguém não mencionado no textoQ -3 da mãe do fil(o assassinado e de alguém descon(ecidoQ /3 de dois criminosos condenados.voc40ulos podem fa8er o plural do mesmo modo é> A3 cidadão. A. adereço. dançaQ *3 distorção. ala8ão. escrivãoQ /3 vulcão. :F:. aldeão.Q $3 Iossa Alte8a ' I. 9en(or pode ter como a0reviatura 9r. terçol. :F1. + item a0aixo que apresenta erradamente uma separação de síla0as é> A3 trans'o'ce'A'ni'coQ $3 cor'rup'te'laQ *3 su0'li'n(arQ -3 pneu'm4'ti'coQ /3 e'co'no'mi'a. :F=. ala8ãoQ -3 corrimão. :F1.Q *3 Iossa /xcel<ncia ' I. 9entença e )ustiça são voc40ulos grafados com ^Q o item a0aixo em que um dos voc40ulos est4 erradamente grafado com essa letra é> A3 caçarola. /xcia. piaça0a. Q o item a0aixo que apresenta uma forma a0reviada erradamente é> A3 Iossa Ja)estade ' I. 9 i. maçanteQ /3 presunção.

qualquer que se a o :c diploma. :6 mia. pessoas com a melhor educa!ão poss"vel. A 65 ra % a dos cientistas. = interessante notar que as :5 grandes multinacionais contratam HespecialistasI para posi!+es su-alternas e. :R l"nguas. Por 6. = tolo pensar que estão fora de lugar ou mal aproveita. 6S las por e&periBncia ou em cursos curtos. há duas categorias. :[A profissionali1a!ão mais duradoura e valiosa tende a vir mais do lado gen%rico que do espe. @o texto 34O (4 a mínima indicação so0re> A. TEXTO. que profissional o mercado de tra0al(o mais valori8a. 6R !+es envolvem administrar. direito e de1enas de outras áreas. quais são as compet<ncias genéricas. coordenar. decifrando @am+es ou Sha^espeare. ciali1ado. -e acordo com o ponto de vista do autor. -. Eentre as ocupa!+es valori1adas e mais -em remuneradas. Pode. 6a nio de t%cnicas comple&as e especiali1adas G al%m das competBncias Hgen%ricasI. 4elas estão os graduados em econo. para que serve uma 0oa educação.las rapidamente. escrever claro e comunicar. por que em algumas ocupaç es o que importa não é o tipo de diploma. que fatores contri0uem para a moderni8ação das empresas.se aprendB. engenheiros e muitos outros profissionais cu a prepara!ão requer o dom". 6: primei. Entender -em o que leu. o mel(or profissional é o que> . ensaios so-re o e&istencialismo. para -oa parte :a das posi!+es mais elevadas. % profissionali1a!ão. ou que se frustou sua profissionali1a!ão. comunicar. *. :: dos.se e por a" afora. pois não a e&ercem. isso. 3as somente quem dominou as competBncias gen%ricas 6< tra1idas por uma -oa educa!ão tem a ca-e!a arrumada de forma a aprendB. 6[ !+es que requerem diploma superior e&ige conhecimentos espec"ficos limitados.$3 construídoQ *3 construíramQ -3 construísteQ /3 construísse. :F?. 3as pelo menos a metade das ocupa.se. pode estar mais -em 56 preparado para uma empresa moderna do que quem aprendeu meia d'1ia de t%cnicas. 4ingu%m 6c vira engenheiro eletr)nico sem longos anos de estudo. :FB. $. mas não 5: sa-e escrever. inclusive em outras :S são os conhecimentos mais valiosos. E quem suou a camisa escrevendo :. nessas ocupa!+es há gente de todos os tipos de diploma. Tra-alhar em grupo e usar n'meros para resolver :< pro-lemas. /. pela mesma forma. Essas ocupa. negociar.

/. *onsidere as afirmaç es so0re os recursos empregados na argumentação desenvolvida. Apenas % e %%. Muais estão corretasO A. *.s ve8es. A especiali8ação extrema envolve redução das oportunidades de colocação em 4reas mais competitivas. *. Apenas %% e %%%. Apenas %. %%% W + autor apóia'se em idéias de con(ecidos escritores da literatura ocidental. /. da direção . -. *. 6somente quem dominou as compet<ncias 2lin(a GB3 por 6apenas quem dominou as compe' t<ncias7. %% W + autor procura analisar. 6gente de todos os tipos de diploma7 2lin(a GF3 por 6gente com todos os tipos de diploma7. +s processos de seleção nas multinacionais envolvem an4lise de currículo. *onsiderando o emprego que as express es destacadas t<m no texto. 34O est4 correta a su0stituição da alternativa> A. 6\ . Apenas %%. $. -. sa0e cada ve8 mais so0re cada ve8 menos. %% e %%%. 6/ssas ocupaç es7 2lin(as G= e G?3 por 6Eais ocupaç es7. +s preparativos para a 9emana do Jeio Am0iente envolveram todos os funcion4rios da f40rica. /. recitados no início da cerim#nia. consegue pensar e agir de forma a0rangente. produção.ltimas teorias da moda. entrevistas e. negociar. =GG. coordenar.ncias de sonegação envolvem os dirigentes dessa empresa. entrega do pr<mio de Jel(or /mpres4rio do Ano. comunicar'se7 2lin(as G= e G?3 e na alternativa A. *onstantes den. $. -. leitura dos cl4ssicos. -. A 0ele8a dos versos de *am es. % W + autor compara os tipos de profissionais e suas c(ances no mercado de tra0al(o. con(ece as . mas não afetam a produção. /. :FF. sem desqualificar. 6\ interessante notar que as grandes multinacionais contratam7 2lin(as 11 e 113 por interessante notar como as grandes multinacionais contratam7. até a participação dos candidatos em atividades grupais. . envolveu todos os presentes . *. testes. domina uma 4rea específica.s suas. dedica'se apenas . opini es contr4rias . %. $. $. + ver0o 6envolver7 tem o mesmo sentido em 6/ssas ocupaç es envolvem administrar. :FC. 6@elas estão os graduados em economia7 2lin(as GF e 1G3 por 6+nde estão os graduados em economia7.A.

para assinalar a pausa necess4ria . é limitado os con(ecimentos específicos exigidos. A formação direcionada a 4reas especiali8adas pode não ser 0em sucedida se a ela não se integrar um con(ecimento mais amplo do mundo e das pessoas. mas tam0ém a situação de países em desenvolvimento. =G5. mas isso atenuaria o destaque . exigindo con(ecimentos específicos limitados. /. Jas são limitados os con(ecimentos específicos que se exige em pelo menos a metade das profiss es que tem como requisito diploma superior. *. Apenas %%. %% W Nma vírgula poderia ser acrescentada depois da palavra 6educação7 na lin(a GC. em pelo menos a metade das profiss es que requerem diploma superior. Muais estão corretasO A. -. *. no meio dessa desarruma!ão fero1 da vida ur-ana. TEXTO. =G1. $. $. A despeito da falta de técnicos especiali8ados entre nós. /. % W Nma vírgula poderia su0stituir o travessão na lin(a G5. como o $rasil. 0oa leitura do texto. Jas pelo menos a metade das profiss es tem como requisito diploma superior. + articulista não fa8 menção apenas aquilo que acontece nas grandes pot<ncias. %% e %%%. idéia acrescentada após esse sinal. %%% W + paralelismo entre os termos enumerados nas lin(as 11 e 15 seria mel(or evidenciado com a colocação de uma vírgula antes de 6para posiç es su0alternas7. $. Apenas % e %%. -. pelo menos na metade das profiss es em que se requer diploma superior. exigem'se con(ecimentos específicos limitados. o mercado tende a valori8ar o profissional de formação mais genérica. + período em que devem ser utili8ados dois acentos indicativos de crase é> A. *onsidere as seguintes afirmaç es so0re a pontuação no texto. NJ 9+@!+ -/ 9%JPL%*%-A-/. Jas exige'se con(ecimentos específicos limitados em pelo menos a metade das ocupaç es que requerem diploma superior. Apenas %% e %%%.=G1. *. Então. /. Muem est4 a par do que acontece na economia 0rasileira fica a espera de uma ação mais enérgica das autoridades. -. Jas. %. de repente. A alternativa que apresenta uma transformação correta da frase 6Jas pelo menos a metade das ocupaç es que requerem diploma superior exige con(ecimentos específicos limitados7 2lin(as G: e G=3 é> A. Jas. As empresas tam0ém ca0e 8elar pela qualidade da educação a que os fil(os de seus funcion4rios t<m acesso. dá na gente um sonho de . Apenas %.

/3 a paixão ing<nua que pode nascer com a vo8 de uma mul(er na penum0ra. seria preciso gan(ar a vida de outro )eito. Alimentar um tal um son(o de simplicidade é.me um instante. nem n'mero.. não assim. tem de repente um sonho assim.. que me fatigasse o corpo. *3 %%%. di1er coisas. /3 %% e %%%. com a repetição de di8er coisas. esse ofício a0surdo e vão de di8er coisas. Por que fumar tantos cigarros0 Eles não me dão pra1er algum> apenas me fa1em falta. gravatas e telefones são elementos utili8ados pelo cronista para mel(or concreti8ar o mundo que representa uma antítese ao seu son(o de simplicidade. me surpreendendo assim. esse of"cio a-surdo e vão de di1er coisas. como os -ois. Será um sonho vão0 Eetenho. est4 correto 9+J/@E/ o que se afirma em> A3 %.. Seria preciso fa1er algo de s$lido e de singelo> tirar areia do rio. =G?. cortar lenha. lavrar a terra. tive de repente um ataque de pudor. + cronista condiciona a conquista de uma vida mais simples . entrando numa lo a para comprar uma gravata. sa-er intrigas0 7ma ve1. = apenas um instante. / telefone toca. =G:. Para que tomar nota0 4ão precisamos tomar nota de nada. nesse comércio de pequenas pil(as de palavras. *3 uma relação mais direta e vital do (omem com os demais elementos da nature8a. /m seu son(o de simplicidade. não assim. mas dei&asse a alma sossegada e limpa. $3 )ustifica com a expressão comércio de pequenas pil(as de palavras a visão depreciativa que tem de . @a frase> Jas.. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. possi0ilidade de viver sem precisar produ8ir nada. 7m momentoD Tiramos um lápis do -olso para tomar nota de um nome. %%. -3 o aperfeiçoamento do espírito. entre duas providBncias a tomar. %%%. uma característica exclusiva dos escritores que não mant<m relaç es mais concretas com o mundo..simplicidade. =G=. pelo qual revela aos outros as verdades mais profundas. a importAncia de seu tra0al(o de escritor. sem executar qualquer tipo de tra0al(o. $3 %%. na perspectiva do cronista. que cada um de nós cria inconscientemente. o cronista Du0em $raga ideali8a so0retudo> A3 uma depuração maior no seu estilo de escrever. São uma necessidade que inventei. seria preciso ganhar a vida de outro eito. de um n'mero. precisamos apenas viver sem nome. -rilhar um pouco. *igarros. por que procurar a vo1 de mulher na penum-ra ou os amigos no -ar para di1er coisas vãs. Todo mundo. as mangueiras e o ri-eirão. -3 % e %%. para instaurar uma vida mais simples e sá-ia. para me fa1er essa pergunta. fortes. o cronista> A3 ressalta. doces. a escolher um pano colorido para amarrar ao pesco!o. com certe1a. /m relação ao texto. Por que -e-er u"sque. afora o da pura imaginação. marcado por excessivo refinamento. algo de 'til e concreto.. nesse com%rcio de pequenas pilhas de palavras. por meio de reflex es constantes e disciplinadas. distra"dos. 3as. $3 as pequenas necessidades da rotina. -ons. para instaurar uma vida mais simples e s40ia. di8er coisas.

-3 Eodas as coisas que se son(a nascem de car<ncias reais.meros. aqueles valores supérfluos que encorporamos sem nunca os analisar. um son(o seria mais que um son(o. *3 tem sido dado. é o0vio. *3 + cronista prov< de son(os sua vida. -3 utili8a a expressão não assim para apontar uma restrição . $3 + que aflige o autor é os compromissos e os ofícios vãos. não son(aríamos tanto com elas. *3 @ão dura senão um r4pido instante os vislum0res de uma vida mais simples. =GC. *3 Nm telefone corta a0ruptamente nossa eva8ão imagin4ria. rotina ur0ana. com os quais se envolvem permanentemente. na sugeição aos vel(os (40itos e compromissos. que se ostentam tão vaidosamenteO . que empecil(os tão fortes nos impedem de desfrut4'laO /3 A singele8a de uma vida natural exclue. resultar4 a forma ver0al> A3 t<m dado. /3 se vale da expressão ofício a0surdo e vão para menospre8ar o tra0al(o dos escritores que se recusam a profissionali8ar'se. mas aquele que atri0ue importAncia exclusiva aos negócios e . $3 é dado. =1G. $3 Muem vive de forma mais displiscente não é o (omem distraído das o0rigaç es. /3 9e (ouvessem mais coisas simples em nossa vida. dedu8o que se)as feli8. mas (4 que se recon(ecer nele a 0ele8a de uma vida a ser levada com muito mais distenção. ainda que se)am fuga8es. *3 apresenta como conseq. vida que seria preciso gan(ar de outro )eito. /3 foi dado. as almas restam mais sossegadas e limpas. Eranspondo'se para a vo8 passiva a frase hh/les não me dão pra8er algumhh.seu próprio ofício. =GF. -3 9e uma vida mais natural nos restitui a extinta simplicidade. As normas de concordAncia ver0al estão inteiramente respeitadas 9+J/@E/ na frase> A3 Muando se fatigam os corpos. $3 *omo nunca te conviu son(ar. =GB. e anotamos nomes e n. -3 -e onde proviram as gravatas. Eodas as formas ver0ais estão corretamente flexionadas na frase> A3 9e todos se detessem mais do que um instante. /st4 correta a grafia de todas as palavras na frase> A3 + son(o do cronista parece estravagante.<ncia de instaurar uma vida mais simples e s40ia o fato de gan(ar a vida de outro )eito. -3 teriam dado.

um ataque de pudor quando ol(ando'me. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante> com um pano colorido que. =1:... A %@E/L%Hs@*%A A@%JAL. =15. A semel(ança entre o golfin(o e o (omem só @P+ est4> a3 na possi0ilidade de sofrer dist. por e&emplo. que mecanicamente amarrara ao pescoço. com a gravata. =11. sim. no reino animal. se ret<ssemos por mais tempo os son(os que val(am a pena son(ar. Al%m disso. amarrara ao pescoço. sim. /3 Eive. $3 Eive sim um ataque de pudor quando. quando ol(ando'me com a gravata. ol(ando'me com a gravata tomei consci<ncia. + golfin(o serve de exemplo comprovador de que> a3 (4 animais que não pensam tão r4pido quanto o (omemQ 03 outros animais tam0ém possuem intelig<ncia (umanaQ c3 o (omem não pode falar com os golfin(osQ d3 outros mamíferos tam0ém podem falar a nossa línguaQ e3 (4 animais que pensam como os (umanos. ao pescoço. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante com um pano colorido que mecanicamente. mecanicamente. #á muito vem sendo estudada a possi-ilidade de haver.. um ataque de pudorQ quando ol(ando'me com a gravata. Ne am. de que pretendia ficar elegante com um pano.7Q o item a0aixo que su0stitui %@A-/MNA-AJ/@E/ a preposição 6por7 nesse segmento do texto é> a3 em ra8ão doQ 03 por causa doQ c3 devido aoQ d3 visto oQ e3 após o. outros tipos de inteligBncia al%m da humana. mecanicamente. amarrara ao pescoço. *3 Eive. que mecanicamente amarrara. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante com um pano colorido que./3 A(. -3 Eive. TEXTO. um ataque de pudor quando. sim. Ei1em que esses simpáticos mam"feros pensam mais rápido do que o homem. 6. colorido. . =11.r0ios psicológicosQ 03 na presença de intelig<nciaQ c3 no uso da linguagemQ d3 na impossi0ilidade de aprenderQ e3 na utili8ação de v4rias linguagens. amarrara ao pescoço. chegam a adquirir 'lceras de origem psicol$gica e sofrem stress por e&cesso de atividade. o golfinho.. tBm linguagem pr$pria e tam-%m podem aprender uma l"ngua humana. ol(ando'me com a gravata. sim um ataque de pudor. tomei consci<ncia. /st4 inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase> A3 Eive. de que pretendia ficar elegante com um pano colorido.sofrem stress por excesso de atividade.

Ao di8er 6Ie)am. Após a leitura do texto. =1B. =1F... TEXTO 2. =1?..7Q a utili8ação da forma ver0al di8em mostra que> a3 a ci<ncia )4 estudou a questãoQ 03 (4 certe8a no que se di8Q c3 o autor não acredita no que é dito por outrosQ d3 ainda (4 possi0ilidades de (aver erro no que é ditoQ e3 ainda não (ouve livros pu0licados a respeito desse assunto. evitando a sua repetição. podemos di8er que os golfin(os> a3 não são inteligentesQ 03 são pouco inteligentesQ c3 são (umanamente inteligentesQ d3 são diferentemente inteligentesQ e3 talve8 se)am inteligentes como os (umanos. no texto. o autor do texto refere'se> a3 aos amigos que o escutamQ 03 a todos os (omensQ c3 aos que não cr<em no que di8Q d3 aos possíveis leitoresQ e3 aos 0iólogos. =1C. .7. A palavra que.=1=. é> a3 animalQ 03 mamíferoQ c3 intelig<nciaQ d3 reinoQ e3 linguagem. em geral. /R*/99+ é voc40ulo grafado com R*Q o item a0aixo em que (4 erro porque o voc40ulo @P+ deveria ser escrito com esse dígrafo é> a3 excelenteQ 03 exceçãoQ c3 excederQ d3 excitarQ e3 rexcisão. se refere a golfin(o. 6-i8em que esses simp4ticos mamíferos.estados são estreitas e limitadas demais para definir o escopo e o alcance da empresa modernaI. TEXTO 5. 6As fronteiras pol"ticas das na!+es..

-i8er que as 6estruturas políticas mundiais são inteiramente o0soletas7 corresponde a afirmar que essas estruturas devem ser> a3 preservadas por seus valores tradicionaisQ 03 mantidas em função de sua o0solesc<nciaQ c3 su0stituídas por outras mais 0aratasQ d3 moderni8adas por serem agora inadequadasQ e3 alteradas. =11. 4ão mudaram em pelo menos cem anos e estão lamentavelmente desafinadas como progresso tecnol$gicoI. =15. presente no texto 1. A vogal / do voc40ulo 6o0soletas7 deve ser pronunciado com o mesmo tim0re dessa mesma vogal em uma das palavras a0aixo> a3 o0esoQ 03 fec(oQ c3 espel(oQ d3 topeteQ e3 maqueta. . apesar de seu car4ter nacionalista. =1=. =1:. é classificado como irregular.6As estruturas pol"ticas mundiais são inteiramente o-soletas. presente no texto 5. como provam as formas a0aixo. dentro do contexto dos textos 1 e 5. A afirmação correta em relação aos textos 1 e 5> a3 o texto 1 é narrativo enquanto o texto 5 é dissertativoQ 03 o texto 1 trata de tema menos amplo que o texto 5Q c3 am0os os textos mostram que a tecnologia é pre)udicialQ d3 só o texto 5 defende a alteração das fronteiras políticas atuaisQ e3 os dois textos t<m car4ter descritivo. =11. =1G. por seu valor semAntico. + ver0o estar. significa> a3 o tipoQ 03 o investimentoQ c3 a qualidadeQ d3 o o0)etivoQ e3 a estrutura. é> a3 estreitasQ 03 limitadasQ c3 o0soletasQ d3 desafinadasQ e3 moderna. Ioc40ulo que. destoa dos demais. + voc40ulo escopo.

@laro. = dentro desse conte&to mais amplo que são redefinidos os antigos meios Pimprensa. particularmente ap$s a Segunda Luerra 3undial. =1B. % necessário que toda a sociedade se reestruture para que eles adquiram um novo significado e uma amplitude social. o aumento populacional. as revistas ilustradas. A função sint4tica de 6estreitas7 e 6limitadas7 2texto 13 é a mesma do termo> a3 das naç es 2texto 13Q 03 moderna 2texto 13Q c3 mundiais 2texto 53Q d3 desafinadas 2texto 53Q e3 tecnológico 2texto 53. a transforma!ão do sistema de estratifica!ão social com a e&pansão da classe operária e das camadas m%dias. as hist$rias em quadrinhos. *NLENDA / 9+*%/-A-/.ltimo país do mundo em distri0uição de renda. A velha sociologia do desenvolvimento costumava descrever essas mudan!as su-linhando fen)menos como o crescimento da industriali1a!ão e da ur-ani1a!ão. TEXTO. e em que medida determina par8metros novos para a pro-lemática da cultura. A imprensa á havia consagrado desde o in"cio do s%culo formas como os ornais diários. 4ão nos ca-e retomar as análises á reali1adas so-re este tema. Se apontamos os anos c6 como o in"cio de uma Hsociedade de massaI no 9rasil % porque se consolida neste momento o que os soci$logos denominaram de sociedade ur-ano.industrial. 3as não % a realidade concreta dos modos comunicativos que institui uma cultura de mercado. @reio que % somente na d%cada de c6 que se pode considerar seriamente a presen!a de uma s%rie de atividades vinculadas a uma cultura popular de massa no 9rasil. Por isso se . A frase em que não ocorre nen(um tipo de numeral é> a3 A maioria das empresas se moderni8ou em função da glo0ali8açãoQ 03 Am0os motivos fi8eram com que as fronteiras políticas perdessem a importAnciaQ c3 + item a do regulamento deve ser alteradoQ d3 Nm terço das empresas necessita moderni8ar'seQ e3 9omos o pen. =1?. % sempre poss"vel recuarmos no passado e encontrarmos e&emplos que atestam a e&istBncia dos HmeiosI de comunica!ão. 6 @ão mudaram em pelo menos cem anos7Q o voc40ulo cem é classificado como numeral. rádio e cinemaO e direcionadas as t%cnicas como a televisão e o mar^eting. mas % importante lem-rar que a sociedade -rasileira. se moderni1a em diferentes setores. o desenvolvimento do setor terciário em detrimento do setor agrário. o advento da -urocracia e das novas formas de controle gerencial. Sa-emos que % nas grandes cidades que floresce este mundo moderno> a questão que se coloca % conhecermos como ele se estrutura.exceto uma> a3 estivesteQ 03 estouQ c3 estavamQ d3 este)amQ e3 estiver.

=1F. + conte. cometeu'se um erro gramatical na opção> a3 A imprensa )4 consagrara desde o início do século formas como os )ornais di4riosQ 03 9a0emos que são nas grandes cidades que floresce este mundo modernoQ c3 Por isso fa8'se necess4rio entender como se articulam no período os diversos ramos de produção e de difusão de massaQ d3 9ão sempre possíveis o recuo no passado e o encontro de exemplos que atestam a exist<ncia dos 6meios7 de comunicaçãoQ e3 @ão é a realidade concreta dos modos comunicativos. =51. a locução su0lin(ada significa> a3 em proveito deQ 03 a despeito deQ c3 por causa deQ d3 em pre)uí8o deQ e3 em conseq. @o trec(o 6o desenvolvimento do setor terci4rio em detrimento do setor agr4rio7. A alternativa em que o deslocamento do pronome o0líquo 4tono foi efetuado de acordo com as normas do padrão culto escrito do portugu<s é> a3 que pode considerar'se seriamenteQ 03 que toda a sociedade reestruture'seQ c3 como articulam'seQ . =5G. todavia.do presente ao longo do texto e que l(e garante unidade de assunto é> a3 9urgimento de uma cultura de massa no $rasilQ 03 %nflu<ncia da sociedade industrial nos costumes da população 0rasileiraQ c3 Eeses da sociologia do desenvolvimento so0re a sociedade 0rasileiraQ d3 /xpansão da classe oper4ria e das camadas médias da populaçãoQ e3 Presença dos meios de comunicação na formação social 0rasileira. ora inclui outros indivíduos. =51. =1C. @a nova redação dada a certas passagens do texto. + emprego da primeira pessoa do plural tem duplo valor no texto> ora refere'se apenas ao autor.fa1 necessário entender como se articulam no per"odo os diversos ramos de produ!ão e de difusão de massa. A alternativa em que am0as as formas de primeira pessoa do plural se referem apenas ao autor é> a3 recuarmos W sa0emosQ 03 sa0emos W não nos ca0eQ c3 recuarmos W não nos ca0eQ d3 apontamos W sa0emosQ e3 não nos ca0e W apontamos.<ncia de. que institui uma cultura de mercado.

o div$rcio á provoca a disputa de animais... at% pouco tempo. 4oceti anda inconsolável. mas ainda dormem na cama do papai. e em que medida determina parAmetros novos para a pro0lem4tica da cultura7 estão corretamente classificadas na opção> a3 con)unção integrante W pronome relativo W palavra expletiva W pronome relativoQ 03 pronome indefinido W palavra expletiva W pronome relativo W con)unção integranteQ c3 con)unção integrante W palavra expletiva ' pronome relativo W pronome indefinidoQ d3 pronome indefinido W con)unção integrante W palavra expletiva W pronome relativoQ e3 palavra expletiva W pronome relativo W pronome indefinido W con)unção integrante.7Q d3 6.se Paquito e Fai^a. o choro do aposentado não sensi-ili1ou o ui1. 9e compararmos a frase 6\ nas grandes cidades que floresce este mundo moderno7 com sua variante 6/ste mundo moderno floresce nas grandes cidades7...7Q c3 6\ dentro desse contexto mais amplo que são redefinidos os antigos meios.. 4o 9rasil. MN/J &%*A *+J + E+EoO / aposentado Ant)nio Fernando 4oceti. A opção que apresenta outro exemplo desse mesmo tipo de construção é> a3 6. tem um casal de filhos mimados.. =55.mulher.3 se moderni8a em diferentes setores. notaremos que a primeira construção d4 realce . E ai de quem tentar e&pulsá.. fo-ias e automutila!ão.7.. anos. =5=.. / caso de 4oceti % o primeiro de que se tem not"cia nos tri-unais do pa"s. 4a audiBncia.. /cila Jamos. 4a separa!ão.. A disputa foi parar na usti!a de 9ras"lia.. o aposentado solta os cachorros? HNou lutar at% o fim pelos meus filhosI. selavam acordos informais..7Q e3 6. As quatro ocorr<ncias da palavra 6que7 no trec(o a0aixo 69a0emos que é nas grandes cidades que floresce este mundo modernoQ a questão que se coloca é con(ecermos como ele se estrutura. Eles á completaram :6 anos.. São dois cães. TEXTO. =5:. @omo nos Estados 7nidos. mesmo tendo o laudo de um especialista.é necess4rio que toda a sociedade se reestruture7Q 03 7.a questão que se coloca é con(ecermos como ele se estrutura. tanto quanto *D/9*/D e @A9*/D. 4oceti perdeu em primeira inst8ncia.. parte su0lin(ada graças ao emprego de X\ .mas é importante lem0rar que a sociedade 0rasileira 2. + ver0o &L+D/9*/D escreve'se com o dígrafo X9*Y. de [. As crian!as de 4oceti chamam. pais e mães de tot$s eram mansos.. cometeu'se erro de grafia pelo uso indevido desse dígrafo em> a3 suscitar W descer ' prescindirQ 03 re)uvenescer W suscinto W ressuscitarQ c3 piscina W ascensão W disciplinaQ d3 rescindir W remanescente W a0scessoQ e3 miscigenação W recrudescer W condescender... queY.é sempre possível recuarmos no passado. que alertava? seus filhotes poderiam sofrer de depressão. .los. -entre as alternativas a0aixo. Eerrotado.d3 A questão que coloca'seQ e3 @ão ca0e'nos retomar as an4lises. sua e&. quer tirar dele seus dois &od$s.

2*3 mostrou'se despreocupado. 2*3 imóveis. 6sua ex'mul(er. 2*3 espanto. quer tirar dele seus dois xodós7.. =5C. 2-3 afeto. Paquito e Laija são nomes> 2A3 de dois garotos.s quest es de n. 2*3 de um casal de cães. =5B. =:1. considere a seguinte frase> 64o 9rasil. at% pouco tempo. é correto afirmar que> 2A3 @oceti tem dois meninos de 1G anos que ainda dormem na cama do pai.. . 2-3 @oceti é o nome de um cac(orro. 2-3 pais e mães. Para responder . o aposentado solta os cac(orros> 6Iou lutar até o fim pelos meus fil(os7. . pais e mães de tot$s eram mansos7. 2$3 de um menino e de uma menina. =:G. a palavra xodós transmite sentimento de> 2A3 despre8o. 2$3 ficou satisfeito. + ad)etivo mansos refere'se a> 2A3 pais. 2*3 @oceti tem um casal de fil(os e um casal de cac(orros. @o texto. =:1. 2*3 totós. 2$3 mães. -e acordo com o texto. 2-3 li0ertou os cac(orros. 2$3 calmos. 2$3 @oceti tem dois cac(orros que são tratados como fil(os. 2$3 vingança. A expressão solta os cac(orros quer di8er que o aposentado> 2A3 ficou de mau (umor. 2-3 do aposentado e de sua mul(er. =5F.. + ad)etivo mansos foi empregado com o sentido de> 2A3 domesticados. -errotado.meros 1B e 1C.=5?. 2-3 malcriados. Assinale a alternativa que contém a frase cu)as palavras estão escritas corretamente.

e&iste um estado permanente de -eliger8ncia. tendem a ignorar as demandas internas por maior participa!ão popular. da guarda nacional. a comunidade ára-e % dividida pela gl$ria e pela desgra!a do petr$leo. pela vi1inhan!a com Israel. Ee um lado. %%.petr$leo quanto os sem. e&cessivamente amarrados ( dependBncia do capital e&terno. A dificuldade de criar regimes democráticos em pa"ses ára-es decorre de fatores hist$ricos e culturais. 2*3 +s cac(orros tam0ém amam seus donos. institui!+es que tam-%m servem para conter aspira!+es populares malvistas pelos dirigentes. 03 fortalecimento de instituiç es que servem para conter aspiraç es populares.2A3 +s cac(oros tan0ém amam seus donos. c3 divisão dos países 4ra0es pela glória e pela desgraça do petróleo. da pol"cia secreta. est4 correto di8er essa mesma frase da seguinte maneira> 2A3 Lutava até o fim pelos meus cac(orros. 2uem tem senta. 9em alterar o sentido. A divisão dos países 4ra0es entre os que t<m e os que não t<m petróleo alimenta'l(es o interesse pela democracia. e3 estratégia de manutenção do poder nos países 4ra0es.petr$leo. 2-3 +s cac(oros tam0ém amão seus donos. afirma'se> %. + texto apresenta como tema principal o 2a3> a3 clima de viol<ncia que impera nos países 4ra0es. tanto os com. . =:=. torna prioridade o fortalecimento do E&%rcito. e3 auto'sufici<ncia dos com'petróleo. Ee outro lado.se so-re ele. / constante clima de guerra. o que tende a concentrar o poder nas mãos de um l"der ou de um grupo. al%m do mais. =::. TEXTO. A propósito do texto. 2$3 Lutaria até o fim pelos meus cac(orros. +s sem'petróleo são mais sensíveis que os com'petróleo aos apelos da população 4ra0e por uma maior participação política. =:5. do servi!o de inteligBncia. d3 depend<ncia de países 4ra0es ao capital estrangeiro. 2uem não tem usa sua influBncia unto aos pa"ses ricos em petr$leo para garantir investimentos e a uda e&terna. c3 vi8in(ança com %srael. =:?. 2-3 Lutei até o fim pelos meus cac(orros. Assim. 6Iou lutar até o fim pelos meus cac(orros7. 2$3 +s cac(orros tan0ém amão seus donos. 03 dificuldade de implantar a democracia em países 4ra0es. mas se agrava ho e em dia em ra1ão de dois aspectos. -e acordo com o texto. 2*3 Lutarei até o fim pelos meus cac(orros. é causa de um estado permanente de 0eligerAncia nos países 4ra0es o 2a3> a3 concentração do poder nas mãos de um líder ou de um grupo. d3 divisão da comunidade 4ra0e pela glória e pela desgraça do petróleo.

6Muem não tem usa sua influ<ncia )unto aos países ricos em petróleo para garantir investimentos e a)uda externa. mesma classe gramatical as palavras> a3 deVmas. %% e3 %. c3 paísesV mãosV vi8in(ança. c3 adversativo. Apresentam (iato todos os voc40ulos da alternativa> a3 criarV paísesV prioridade. est42ão3 correta2s3 apenas> a3 % 03 %% c3 %%% d3 %.. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos... agrava entre os países 4ra0es a dificuldade de criar regimes democr4ticos. 6.7 %%. *onsidere os fragmentos> %. respectivamente. aditivo e modal.decorre de fatores (istóricos e culturais.7. c3 vigilAncia e comodismo. ==G. 03 criarV ra8ãoV intelig<ncia. A construção 6Muem tem senta'se so0re ele. e3 (umildade e temor. d3 orgul(o e generosidade. e outros não. @o fragmento> 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais.o que tende a concentrar o poder nas mãos de um líder ou de um grupo. pertencem .7 sugere.. uma atitude de> a3 ganAncia e insatisfação. e3 adversativo. 03 tolerAncia e resignação. %%% =:B. =:F.7 +s termos neles grifados t<m. d3 opositivo.%%%. valor> a3 opositivo. nos países que possuem o petróleo. alternativo e final. =:C. e3 intelig<nciaV petróleoV 0eligerAncia.7 %%%. . 03 concessivo. d3 instituiç esV prioridadeV aspiraç es. -as afirmaç es acima. 6. explicativo e final. alternativo e consecutivo. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.. alternativo e locativo. + fato de que uns t<m petróleo.

d3 dificuldadeV4ra0es. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão. TEXTO. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos. de fatores (istóricos e culturais.. c3 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre. em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais. 3as pedir compai&ão a nosso corpo. d3 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores. ==:. e3 vi8in(ançaVclimaVpermanente. *onsidere o trec(o> 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais.. ==1. 9ó @P+ ocorre dígrafo nas palavras da alternativa> a3 decorreVglóriaVvi8in(ança. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos. que não nos conhece e pelo qual nos % imposs"vel fa1er. ==5. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.nos compreender? o nosso corpo. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos. % discorrer diante de um polvo. 9egundo a norma culta da língua. de dois aspectos. e3 democr4ticosVfatores. decorre de fatores (istóricos e culturais. *+DP+. o nosso corpo> 2A3 tem plena consci<ncia de viver encadeado a um ser diferenteQ 2$3 con(ece perfeitamente o outro ser a que est4 encadeadoQ 2*3 é separado de nossa alma por um a0ismo intransponívelQ 2-3 se torna con(ecido pouco a poucoQ 2/3 só na doença é que tem sua exist<ncia recon(ecida. de que nos separam a-ismos. c3 criarVclimaVglória. mas sim encadeados a um ser de um reino diferente. @o segmento 6@a doença é que desco0rimos que não vivemos so8in(os.03 deVem.7. (istóricos e culturais.7> . e3 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos.7.7. senão ( nossa desgra!a. d3 decorreVassimVglória. e com o qual ficar"amos cheios de horror de ser o-rigados a viver. talve1 consigamos torná. 03 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais.lo sens"vel ao seu interesse particular. ==1. 9egundo o texto. c3 (o)eVdois.7. 2ualquer assaltante que encontremos numa estrada. 03 assimVgarantirVpermanente. 4a doen!a % que desco-rimos que não vivemos so1inhos. para quem as nossas palavras não podem ter mais sentido que o rumor das águas. mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos. outra forma correta de pontu4'lo seria> a3 6A dificuldade de criar regimes democr4ticos. em países 4ra0es.7.7.

..para quem as nossas palavras.7Q nesse segmento.7> corpoQ 2$3 6. o uso do su0)untivo mostra uma> 2A3 certe8aQ 2$3 comparaçãoQ 2*3 possi0ilidadeQ 2-3 previsãoQ 2/3 condição. ==?. + item a0aixo em que o pronome su0lin(ado tem seu antecedente corretamente indicado é> 2A3 6..7> assaltanteQ 2*3 6. ==B.. 6Mualquer assaltante que encontremos.. que são> 2A3 desco0rimosVvivemosQ 2$3 so8in(osVencadeadosQ 2*3 vivemosVencadeadosQ 2-3 doençaVreinoQ 2/3 so8in(osVser. Mualquer assaltante apresenta sentido diferente de um assaltante qualquerQ o par a0aixo que não apresenta diferença significativa de sentido é> 2A3 po0re (omemV(omem po0reQ 2$3 funcion4rio competenteVcompetente funcion4rioQ 2*3 grande mul(erVmul(er grandeQ 2-3 fol(a 0rancaV0ranca fol(aQ 2/3 0om meninoVmenino 0om... ==F..7Q esse segmento do texto quer di8er que> 2A3 não nos é possível fa8er com que nosso corpo nos compreendaQ 2$3 é impossível compreender o nosso corpoQ 2*3 é possível fa8er com que alma e corpo se entendamQ 2-3 é impossível ao corpo compreender o ser (umanoQ 2/3 o corpo (umano pode compreender mas não pode ser compreendido..7> so8in(osQ ... 6.de que nos separam a0ismos....ao seu interesse particular... ===. ==C.2A3 o su)eito de desco0rimos é diferente do su)eito de vivemosQ 2$3 a expressão é que atua como expressão de realceQ 2*3 @a doença indica uma idéia circunstancial de lugarQ 2-3 que não vivemos so8in(os é complemento do ver0o serQ 2/3 não é advér0io de negação ligado a so8in(os. A con)unção mas 2lin(a 13 op e 0asicamente duas palavras do texto.pelo qual nos é impossível fa8er'nos compreender.

. como um morto se levanta devagar e o-riga mude1 e terror aos vivos. piscando. fracos. 3amãe. quando o galo cantar pela terceira ve1 renegarás tua mãe. E se de repente não se ergueu. E ela era a mãe de todos. a sua fam"lia.. A senhora nunca fe1 issoD Acrescentou alto para que todos ouvissem. Jodrigo. 2ue % isso. Todos aqueles seus filhos e netos e -isnetos que não passavam de carne de seu oelho. =?G. .e com o qual ficaríamos. / tronco fora -om.. impotente ( cadeira. o -olo desa-ado. que casara em hora e tempo devidos com um -om homem a quem. @omo pudera ela dar ( lu1 aqueles seres risonhos. a forte. e não queria sequer olhar os outros. a aniversariante. era o que eram> uns comunistas. ela olhava os outros..2-3 6. angustiada. 3as dera aqueles a1edos e infeli1es frutos. amais compreenderiam o sacrif"cio que ela fa1ia. confusa. ela era a mãe de todos e. /h o despre1o pela vida que falhava. 6. com -ra!os moles e rostos ansiosos0 Ela.7Q esse segmento do texto representa uma tarefa> 2A3 tra0al(osaQ 2$3 in. a> 2A3 ouQ 2$3 excetoQ 2*3 salvoQ 2-3 e nãoQ 2/3 se. 3amãeD gritou mortificada a dona da casa. &AJeL%A.7> assaltante. Jodrigo.ivale. 4a ca-eceira da mesa. a sua fam"lia. /lhou. @adB Jodrigo0 Jodrigo com olhar sonolento e intumescido naquela ca-ecinha ardente. queria se agregar ao espanto dos outros. nossa desgraça. Incoerc"vel. nesse segmento. . 7ns comunistas. o neto de sete anos. E como a presilha a sufocasse.. Eles se me&iam agitados. . sem austeridade0 / rancor roncava no seu peito va1io.7> 4guasQ 2/3 6. 7ltimamente ela deu pra cuspir.. viril e despenteada.os com sua c$lera de velha. pensou de repente como se cuspisse. e não faltaria muito para di1erem que ela á não dava mais -anho na mãe.cola. com aquela carinha dura.tilQ 2*3 frutíferaQ 2-3 temerosaQ 2/3 destemida. =?1. A aniversariante piscou... . virou a ca-e!a e com for!a insuspeita cuspiu no chão.. o-ediente e independente.se quando ela perce-eu que eles a-anavam a ca-e!a como se estivessem de acordo que a velha não passava agora de uma crian!a.. sem capacidade sequer para uma -oa alegria. era o 'nico a ser a carne de seu cora!ão. 3as seu enorme ve&ame suavi1ou. 6. que % issoD disse -ai&o. 3as.é discorrer diante de um polvo..7Q o voc40ulo su0lin(ado eq. e mais alta. Aquele seria um homem.talve8 consigamos torn4'lo.. TEXTO. ela respeitara> a quem respeitara e que lhe fi1era filhos e lhe pagara os partos e lhe honrara os resguardos. terminou então confessando contrita para todos. Pareciam ratos se acotovelando. E olhava. mamãeD gritou ela. despre1ava. . a toalha manchada de coca. Ela era a mãe de todos. @omo0D como tendo sido tão forte pudera dar ( lu1 aqueles seres opacos. passada de vergonha. rindo.senão . ela era a mãe. a aniversariante ficou mais dura na cadeira. sa-ia que os desgra!ados se entreolhavam vitoriosos como se cou-esse a ela dar educa!ão ( velha.os.os piscando.

. que fa8 uso de comparaç es para caracteri8ar alguns mem0ros de sua família. 03 respeitava. (ouvesse pago e tivesse (onrado. d3 Perce0e'se uma reflexão so0re o papel do idoso em nossa sociedade. 03 (4 predomínio da linguagem denotativa.3 pudera 2ela3 dar . respectivamente> a3 respeitou. =??. Assinale a alternativa que @P+ condi8 com o texto.7 62..=?1. c3 6A0andonada7 pelo narrador. inconformada com a mediocridade da sua família...37 =?=. pode'se di8er que falta uma vírgula preconi8ada pela norma culta da língua em> a3 62. d3 tivesse respeitado. Aponte o par de frases do texto em que determinadas palavras t<m a mesma função sint4tica.... pagou e (onrou. c3 predomina a linguagem o0)etiva. (avia feito. \ correto di8er que em 6&amília7> a3 aparecem em igual proporção denotação e conotaçãoQ a primeira.7 62. a3 6/ ol(ava'os piscando. a3 Algumas reflex es da protagonista denunciam uma visão mac(ista quanto ao comportamento da mul(er na família. pois a interpretação do texto depende de cada leitor e das experi<ncias pessoais de cada um. na medida em que se apresenta a matriarca reacion4ria. As formas ver0ais 6respeitara7. =?:.3 a aniversariante ficou mais dura na cadeira 2. 03 /m0ora (a)a uma livre associação de idéias aparentemente desconexas. (avia pago e tin(a (onrado... vel(a 2.. que privilegia a forma em detrimento do conte.do. li0erdade artística. lu8 aqueles seres opacos 2. fe8.. a personagem central entrega'se ao monólogo interior. pagava e (onrava..37 c3 6+l(ou'os com sua cólera de vel(a.. nas reflex es da protagonistaQ e a segunda.37 d3 62. utili8ada a partir de uma visão pessoal da protagonista.do.. a protagonista consegue esta0elecer com propriedade a dicotomia 6apar<ncia R ess<ncia7.7 . 6pagara7 e 6(onrara7 t<m como equivalentes. 6fi8era7. -escartando'se qualquer consideração relativa .3 quando o galo cantar pela terceira ve8 renegar4s tua mãe..37 03 6+( o despre8o pela vida que fal(ava. na fala do narrador. =?5.3 sa0ia que os desgraçados se entreol(avam vitoriosos como se cou0esse a ela dar educação . fa8ia...7 03 62. (ouvesse feito. d3 prevalece a linguagem conotativa. c3 tin(a respeitado..3 não faltaria muito para di8erem que ela )4 não dava mais 0an(o na mãe 2..3 c3 6Jas seu enorme vexame suavi8ou'se quando ela perce0eu que eles a0anavam a ca0eça 2.. esta0elecendo uma comunicação efica8 e informativa. resultando disso um feitio frasal caótico tanto no plano da expressão quanto no plano do conte.

6' Mue é isso, mamãeZ gritou ela passada de vergon(a 2...37 d362...3 terminou então confessando contrita para todos.7 6/les se mexiam agitados, rindo, a sua família.7 =?B.6+ rancor roncava no seu peito va8io.7 62...3 quando o galo cantar pela terceira ve8 renegar4s tua mãe.7 +correm nessas frases, respectivamente, as figuras de linguagem> a3 ironia e perífrase. 03 aliteração e alusão. c3 onomatopéia e pleonasmo. d3 personificação e preterição. =?C. +0serve estes excertos> %. 6 ' Mue é isso, mamãeZ gritou ela, passada de vergon(a, e não queria sequer ol(ar os outros, sa0ia que os desgraçados se entreol(avam vitoriosos como se cou0esse a ela dar educação . vel(a, e não faltaria muito para di8erem que ela )4 não dava mais 0an(o na mãe 2...37 %%. 6+ tronco fora 0om. Jas dera aqueles a8edos e infeli8es frutos, sem capacidade sequer para uma 0oa alegria. *omo pudera ela dar . lu8 aqueles seres rison(os, fracos, sem austeridadeO + rancor roncava no seu peito va8io.7 +correm nos dois textos, sucessivamente> a3 discurso direto, discurso indireto e discurso direto. 03 discurso indireto, discurso direto e discurso indireto livre. c3 discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre. d3 discurso indireto, discurso indireto livre e discurso indireto livre. =?F. /m relação a encontros voc4licos e consonantais, é correto afirmar que as palavras 6aniversariante7, 6austeridade7 e 6compreenderiam7 cont<m, respectivamente> a3 ditongoQ (iato e encontro consonantalQ (iato e (iato. 03 (iatoQ ditongo e encontro consonantalQ ditongo, (iato e ditongo. c3 encontro consonantal e (iatoQ (iatoQ encontro consonantal, (iato e ditongo. d3 encontro consonantal e (iatoQ ditongo e encontro consonantalQ encontro consonantal, (iato e ditongo. =BG. Jarque a alternativa que ordena as frases a0aixo, formando um par4grafo coerente e coeso, respeitando as relaç es expressas entre par<nteses. %. ainda existisse Dodrigo, com aquela carin(a dura e viril 2oposição, por su0ordinação, ao pensamento principal3 %%. fora forte, impetuosa e austera 2atri0uto do su)eito de %%%3 %%%. ela despre8ava todos aqueles seus a8edos e infeli8es frutos 2idéia principal3 %I. seria a ;nica carne de seu coração 2atri0uto do su)eito de %3 a3 /la que fora forte, impetuosa e austera despre8ava todos aqueles seus a8edos e infeli8es frutos, contudo ainda existisse Dodrigo, que seria a ;nica carne de seu coração, com aquela carin(a dura e

viril. 03 /la fora forte impetuosa e austera e despre8ava todos aqueles seus a8edos e infeli8es frutos, ainda que existisse Dodrigo que seria a ;nica carne de seu coração, com aquela carin(a dura e viril. c3 /la, que fora forte, impetuosa e austera, despre8ava todos aqueles seus a8edos e infeli8es frutos, em0ora ainda existisse Dodrigo, que seria a ;nica carne de seu coração, com aquela carin(a dura e viril. d3 9e 0em que ainda existisse Dodrigo, que seria a ;nica carne de seu coração, com aquela carin(a dura e viril, ela despre8ava todos aqueles seus a8edos e infeli8es frutos, em0ora tivesse sido forte, impetuosa e austera. TEXTO. A dificuldade de criar regimes democráticos em pa"ses ára-es decorre de fatores hist$ricos e culturais, mas se agrava ho e em dia em ra1ão de dois aspectos. Ee um lado, e&iste um estado permanente de -eliger8ncia, pela vi1inhan!a com Israel, o que tende a concentrar o poder nas mãos de um l"der ou de um grupo. / constante clima de guerra, al%m do mais, torna prioridade o fortalecimento do E&%rcito, do servi!o de inteligBncia, da pol"cia secreta, da guarda nacional, institui!+es que tam-%m servem para conter aspira!+es populares malvistas pelos dirigentes. Ee outro lado, a comunidade ára-e % dividida pela gl$ria e pela desgra!a do petr$leo. 2uem tem senta,se so-re ele. 2uem não tem usa sua influBncia unto aos pa"ses ricos em petr$leo para garantir investimentos e a uda e&terna. Assim, tanto os com,petr$leo quanto os sem,petr$leo, e&cessivamente amarrados ( dependBncia do capital e&terno, tendem a ignorar as demandas internas por maior participa!ão popular. =B1. + texto apresenta como tema principal o2a3> A3 clima de viol<ncia que impera nos países 4ra0es. $3 dificuldade de implantar a democracia em países 4ra0es. *3 divisão dos países 4ra0es pela glória e pela desgraça do petróleo. -3 depend<ncia de países 4ra0es ao capital estrangeiro. /3 estratégia de manutenção do poder nos países 4ra0es. =B1. -e acordo com o texto, é causa de um estado permanente de 0eligerAncia nos países 4ra0es o2a3> A3 concentração do poder nas mãos de um líder ou de um grupo. $3 fortalecimento de instituiç es que servem para conter aspiraç es populares. *3 vi8in(ança com %srael. -3 divisão da comunidade 4ra0e pela glória e pela desgraça do petróleo. /3 auto'sufici<ncia dos com'petróleo. =B5. A propósito do texto, afirma'se> %. +s sem'petróleo são mais sensíveis que os com'petróleo aos apelos da população 4ra0e por uma maior participação política. %%. A divisão dos países 4ra0es entre os que t<m e os que não t<m petróleo alimenta'l(es o interesse pela democracia. %%%. + fato de que uns t<m petróleo, e outros não, agrava entre os países 4ra0es a dificuldade de criar regimes democr4ticos. -as afirmaç es acima, est42ão3 correta2s3 apenas>

A3 %. $3 %%. *3 %%%. -3 % e %%. /3 % e %%%. =B:. *onsidere os fragmentos> %. hh...decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh %%. hh....o que tende a concentrar o poder nas mãos de um líder ou de um grupo.hh %%%. hhMuem não tem usa sua influ<ncia )unto aos países ricos em petróleo para garantir investimentos e a)uda externa.hh +s termos neles grifados t<m, respectivamente, valor> A3 opositivo, aditivo e modal. $3 concessivo, alternativo e locativo. *3 adversativo, explicativo e final. -3 opositivo, alternativo e final. /3 adversativo, alternativo e consecutivo. =B=. A construção hhMuem tem senta'se so0re ele.hh sugere, nos países que possuem o petróleo, uma atitude de> A3 ganAncia e insatisfação. $3 tolerAncia e resignação. *3 vigilAncia e comodismo. -3 orgul(o e generosidade. /3 (umildade e temor. =B?. Apresentam (iato todos os voc40ulos da alternativa> A3 criarV paísesV prioridade. $3 criarV ra8ãoV intelig<ncia. *3 paísesV mãosV vi8in(ança. -3 instituiç esV prioridadeV aspiraç es. /3 intelig<nciaV petróleoV 0eligerAncia. =BB. @o fragmento> hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh, pertencem . mesma classe gramatical as palavras> A3 deVmas. $3 deVem. *3 (o)eVdois.

-3 dificuldadeV4ra0es. /3 democr4ticosVfatores. =BC. 9ó @P+ ocorre dígrafo nas palavras da alternativa> A3 decorreVglóriaVvi8in(ança. $3 assimVgarantirVpermanente. *3 criarVclimaVglória. -3 decorreVassimVglória. /3 vi8in(ançaVclimaVpermanente. =BF. *onsidere o trec(o> hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh 9egundo a norma culta da língua, outra forma correta de pontu4'lo seria> A3 hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos, em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh $3 hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão, de dois aspectos.hh *3 hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre, de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh -3 hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos em países 4ra0es decorre de fatores, (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh /3 hhA dificuldade de criar regimes democr4ticos, em países 4ra0es, decorre de fatores (istóricos e culturais, mas se agrava (o)e em dia em ra8ão de dois aspectos.hh TEXTO. \ -%99+ MN/ + $DA9%L PD/*%9A. / grau de maturidade econ)mica de uma sociedade pode ser aferido com a a uda de "ndices conhecidos, como o produto interno -ruto do pa"s. / estágio de maturidade pol"tica tam-%m conta com alguns indicadores. 7m deles % a ocorrBncia seqTenciada de elei!+es livres, sem sustos nem so-ressaltos. E como desco-rir o grau de maturidade social de uma na!ão0 pndices que medem a violBncia e a criminalidadesão 'teis para a avalia!ão. 3as de um tempo para cá surgiu um dado novo? a ta&a de envolvimento das pessoas com o tra-alho social. 4ão que a filantropia se a novidade ou inven!ão moderna. 3as a onda do -em tornou,se um fen)meno especialmente notável nos 'ltimos trinta anos. 4os pa"ses mais civili1ados, a presen!a da filantropia, tam-%m chamada de terceiro setor, % mais percept"vel. 4as na!+es menos desenvolvidas socialmente, o tra-alho voluntário % mais em-rionário. / 9rasil está num meiotermo. Eo ponto de vista do resultado financeiro, está entre os pa"ses que menos investem no social. 3as, quando se analisa o voluntariado pelo e&%rcito envolvido, alguma coisa espantosa está acontecendo. #á milh+es de -rasileiros dedicando,se a tarefas sociais P...O. =CG. %ndique a alternativa que, sem contrariar a norma culta e o sentido, pode su0stituir o título do texto. A3 \ disso de que o $rasil necessita. $3 \ isso de que o $rasil exige.

*3 \ isso de que o $rasil carece. -3 \ disso que o $rasil requer. /3 \ disso a que o $rasil aspira. =C1. -a leitura do texto, depreende'se que o pronome isso,do título, aponta para> A3 o grau de maturidade social de uma comunidade. $3 a ocorr<ncia seq,enciada de eleiç es livres. *3 grau de maturidade econ#mica de uma nação. -3 o envolvimento das pessoas no tra0al(o social. /3 a eliminação da distAncia entre ricos e po0res. =C1. Deescrevendo o trec(o> hh+ grau de maturidade econ#mica de um povo pode ser aferido ...hh, de acordo com a norma culta e mantendo o sentido, o0tém'se> A3 \ possível o auferir... $3 9e pode l(e avaliar... *3 Pode'se inferi'lo... -3 \ exeq,ível examinar'l(e... /3 \ possível estim4'lo... =C5. A preposição com na expressão hhcom a a)uda de índices con(ecidoshh possui idéia de> A3 compan(ia. $3 instrumento. *3 causa. -3 concessão. /3 d;vida. =C:. +0serve a frase> hhendices que medem a viol<ncia e a criminalidade são ;teis para a avaliaçãohh. Passando'se avaliação para o plural, mantendo'se o sentido original e o0edecendo'se . norma culta, o termo destacado poder4 ser su0stituído por> A3 adequados .s avaliaç es. $3 desnecess4rios as avaliaç es. *3 convenientes com as avaliaç es. -3 imprest4veis .s avaliaç es. /3 aproveit4veis as avaliaç es. =C=. /m lugar de filantropia poderia, no texto, figurar> A3 antropofo0ia. $3 (umanidade. *3 (umanismo.

-3 (umanitarismo. /3 misantropia. =C?. /m hh@os países mais civili8ados, 2...3 a presença da filantropia 2...3 é mais perceptível.hh, depreende'se um )ulgamento de valor, segundo o qual o $rasil não comp e o grupo desses países. -e acordo com o texto, pode'se contrapor a essa asserção> A3 o n;mero de volunt4rios do tra0al(o social. $3 o acan(ado investimento financeiro no social. *3 o surgimento do voluntariado nessas naç es. -3 a presença, nesses países, do terceiro setor. /3 a atuação do terceiro setor em tais países. =CB. Antepostos ou pospostos a outros, alguns voc40ulos podem sofrer alteração de sentido, como ocorre, por exemplo, com novo> novo escrivão e escrivão novo. %ndique a alternativa em que se manifesta um desses voc40ulos. A3 + est4gio de maturidade econ#mica tam0ém conta com 0ons indicadores. $3 @ão que a filantropia se)a novidade ou invenção moderna. *3 2...3 alguma coisa espantosa est4 acontecendo. -3 2...3 est4 entre os países que menos investem socialmente. /3 2...3 a onda do 0em tornou'se um fen#meno especialmente not4vel. =CC. /m hhendices que medem a viol<ncia e a criminalidade são 'teis...hh, o termo destacado poder4, sem pre)uí8o do sentido e com a necess4ria adequação sint4tica, ser su0stituído por> A3 mensur4veis. $3 incomensur4veis. *3 mensurais. -3 dimensíveis. /3 mensuradores. TEXTO. A terceira revolu!ão industrial não ocorre no campo da ind'stria para depois, por irradia!ão, ir,se propagando pelos demais setores econ)micos da sociedade, at% revolucionar seu modo de vida como um todo, como foi a caracter"stica das revolu!+es anteriores. Antes de tudo, ela % uma transforma!ão que ocorre no campo do pensamento e não tanto no dos o- etos. Surge primeiro no mundo da pesquisa tecnocient"fica para da", então, implantar,se de forma generali1ada nos demais setores do sistema econ)mico e da vida social. Ela %, fundamentalmente, uma revolu!ão informática. =CF. /m relação ao texto, assinale a opção incorreta. a3 A palavra 6irradiação7 est4 sendo utili8ada no texto com o sentido de ação que se transmite de um centro para as partes periféricas. 03 + pronome 6seu7 concorda com 6modo de vida7 e refere'se a 6sociedade7. c3 /staria gramaticalmente correta a seguinte redação> e não apenas no campo dos o0)etos.

d3 /m 6implantar'se7, a eliminação do pronome enclítico mantém a correção sint4tica do período. TEXTO. E&istem ho e no Pa"s cerca de a,< milh+es de computadores conectados ( Internet. hhhhh:hhhhhhh o ritmo atual de crescimento, esse n'mero do-rará em menos de quatro anos, podendo comprometer a velocidade e a qualidade das cone&+es e esgotar em pouco tempo o potencial de ingresso de novos usuários. / programa Sociedade da Informa!ão tem como um de seus o- etivos evitar hhh5hhhhh esgotamento e contri-uir para a redu!ão das desigualdades sociais e regionais. Para isso, pretende hhhahhhhh o uso do computador em todo o territ$rio nacional e criar condi!+es para que o maior n'mero de -rasileiros hhhchhh acessar a Internet. / programa inclui as Jedes 3etropolitanas de Alta Nelocidade PJemavsO, que á hhh[hhhh implantadas por pro etos pilotos em :c cidades -rasileiras. 4essa etapa, o 3inist%rio da @iBncia e Tecnologia e o 3inist%rio da Educa!ão terão interligado na rede todas as institui!+es federais de ensino superior e institutos de pesquisa do pa"s. =FG. Assinale a opção em que uma das sugest es é incorreta para o preenc(imento coeso e coerente da lacuna correspondente. a3 1. 9e for mantido V *aso se)a mantido 03 1. esse V tal c3 5. disseminar V difundir d3 :. possa V c(ega a e3 =. v<m sendo V estão sendo TEXTO. =F1. Leia o texto e marque a afirmação incorreta. A ciBncia e o processo cient"fico não constituem hh:hh 'nica forma de o-ten!ão do conhecimento. Al%m da e&periBncia cotidiana, constituindo hh5hh -ase cultural, hhahh os sa-eres refle&ivos da filosofia. Apenas o simples processo e&perimental da ciBncia não condu1 hhchh sa-edoria? % necessário su-meter os seus resultados hh[hh ela-ora!ão filos$fico,conceitual, hhRhh preceitos %ticos, para torná,los verdadeiramente humanos. a3 As lacunas 1 e 1 devem ser preenc(idas com a, artigo feminino singular. 03 @a lacuna 5 é correto colocar (4, pois o ver0o (aver, quando utili8ado no sentido de existir, é impessoal. c3 -uas opç es, a e ., podem ser utili8adas indistintamente na lacuna :, uma ve8 que conferem sentido id<ntico ao período. d3 /staria correto preenc(er a lacuna = com .. e3 A estrutura sint4tica do período admite que a lacuna ? se)a preenc(ida com aos. =F1. Assinale a opção em que a redação sugerida para o fragmento est4 correta, coesa e coerente. aO Eiante da velocidade que ocorrem (s transforma!+es no setor de softAare, principalmente quanto aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e ( rápida evolu!ão dos produtos, entende,se de que não -asta um profissional -em formado. = preciso promover, regularmente, em termos de conhecimentos, sua atuali1a!ão.

03 2uanto a curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos, diante da velocidade que ocorrem as transforma!+es no setor de softAare, entende que não -asta um profissional -em formado. Promover, regularmente, sua atuali1a!ão em termos de conhecimentos, % preciso. c3 Eiante da velocidade com que ocorrem as transforma!+es no setor de softAare, principalmente no que se refere aos curtos ciclos de tecnologia e ( rápida evolu!ão dos produtos, entende,se que não -asta um profissional -em formado. = preciso promover, regularmente, sua atuali1a!ão em termos de conhecimentos. d3 4o setor de softAare, diante da velocidade em que ocorrem as transforma!+es, tanto quanto aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos, entendem,se que não -asta um profissional -em formado. Jegularmente, % preciso promover sua atuali1a!ão em termos de conhecimento. e3 /correm transforma!+es com velocidade no setor de softAare, no que se refere aos curtos ciclos de tecnologia o-servados e a rápida evolu!ão dos produtos, entende,se de que não -asta um profissional -em formado. = preciso promoverem, regularmente, suas atuali1a!+es em termos de conhecimentos. =F5. +s fragmentos a0aixo constituem um texto, mas estão desordenados. @umere os itens quanto . sua ordenação coesa e coerente e assinale a opção correspondente> 2 3 / espa!o a-erto para a participa!ão dos empregados na constru!ão dessa atmosfera % constitu"do por meio de reuni+es de tra-alho, ado!ão de equipes, programas de sugest+es e pesquisa de satisfa!ão. 2 3 @onseqTentemente, as empresas, tanto quanto promover tal atuali1a!ão de seus profissionais em termos de conhecimento, procuram esta-elecer uma atmosfera em que as rela!+es pessoais, o acesso (s informa!+es e o esp"rito de equipe se am valori1ados. 2 3 Entretanto, a partir dos anos <6, quase meio s%culo passado desde que o controle estat"stico de qualidade come!ou a ser implantado nas empresas, vem,se consolidando o interesse pela qualidade dos servi!os associados e pelo comportamento humano. 2 3 Por volta dos anos a6, o que importava para as empresas era a produ!ão e a redu!ão da quantidade de pe!as defeituosas. 2 3 Assim, al%m de quest+es diretamente relacionadas a ganhos financeiros, os empresários vBm cuidando da qualidade t%cnica, dos padr+es de seus produtos e servi!os, e tam-%m da qualifica!ão dos tra-alhadores. a3 5, 1, 1, :, = 03 =, :, 1, 1, 5 c3 1, 5, :, =, 1 d3 1, =, 5, 1, : e3 :, 1, =, 5, 1 =F:. Muanto . estrutura sint4tica dos períodos, assinale a opção correta. a3 A -usca da competitividade da ind'stria -rasileira de softAare e outros produtos passam, necessariamente, pelo alcance de padr+es internacionalmente aceitos de qualidade e produtividade de seus produtos e servi!os. 03 As pesquisas de satisfa!ão, o registro e o acompanhamento das reclama!+es dos clientes revestem,

se de import8ncia ( propor!ão que os dados coletados são utili1ados pelas empresas na revisão de seus pro etos ou na especifica!ão de novos produtos ou servi!os. c3 As pesquisas diretas unto em empresas que desenvolvem softAare no 9rasil vBm sendo reali1adas com o o- etivo de acompanhar a evolu!ão desse setor quanto ( aspectos do plane amento estrat%gico, sistemas da qualidade e certifica!ão para a qualidade dos produtos. d3 Estrat%gias e a!+es propostas a lu1 de diagn$sticos o- etivos e fidedignos representam uma -ase s$lida para a promo!ão da competi!ão internacional dos produtos e servi!os -rasileiros, no momento que as economias mundiais passam por processos de glo-ali1a!ão. e3 A conta-ili1a!ão de custos da qualidade está associada a ferramentas de maior comple&idade, que se adaptam principalmente ( sistemas da qualidade em fase relativamente madura. @as quest es =F= e =F?, assinale a opção que corresponde a erro gramatical, ortogr4fico ou relativo . propriedade voca0ular no texto. =F=. Planos e metas não devem ser esta-elecidos para seremP:O esquecidos, pois são din8micos e e&igem aperfei!oamentos e mudan!as cont"nuosP5O. 7m grande n'mero de empresários á reconhecePaO que investimentos em qualidade produ1em resultados e&tremamente positivos> não fa1er nada % que custa caro, de tal modo que os pre u"1os causados pela imagem de uma empresa associada emPcO má qualidade podem serP[O incalculáveis. 4o entanto, apenas Rd das empresas mantinham em :;;S conta-ilidade de custos da qualidade de forma sistemática. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = =F?. A economia mundial passa por processos de glo-ali1a!ão e pela li-erali1a!ão dos mercados, as quaisP:O e&igem o crescimento e a moderni1a!ão da ind'stria e da presta!ão de servi!os, com -aseP5O não s$ na inova!ão e incorpora!ão de novas tecnologias, masPaO na capacidade gerencial das empresas, quePcO devem promover a competi!ão de forma agressiva e emP[O crescentes n"veis de qualidade e produtividade. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = =FB. /m relação . pontuação, assinale a opção correta. a3 / Programa Sociedade da Informa!ão foi conce-ido, pelo 3inist%rio da @iBncia e TecCnologia para preparar a nova gera!ão de redes, e via-ili1ar, assim, um novo estágio de evolu!ão da Internet e suas aplica!+es no pa"s. 03 @onstitui um con unto de iniciativas que prevB a!+es dos governos federal, estaduais, municipais, unto com a iniciativa privada, tanto na capacita!ão de pessoal para pesquisa, e desenvolvimento quanto na garantia de servi!os avan!ados de comunica!ão e informa!ão.

c3 Fa1 parte do Plano Plurianual 5666,566c, com investimentos previstos de Jg a,c -ilh+es, e tem o o- etivo de colocar o pa"s em condi!+es de operar a Internet com todos os requisitos t%cnicos> á e&istentes nos pa"ses mais avan!ados, tanto no que di1 respeito ( velocidade de transmissão de dados, quanto a novos servi!os e aplica!+es. d3 Sua meta % criar, nos pr$&imos quatro anos as -ases para que aumente su-stancialmente a participa!ão da economia da informa!ão no Produto Interno 9ruto PPI9O G ho e estimada em de1 por cento, tornando as empresas mais competitivas no mercado internacional. e3 Estão sendo feitas articula!+es e firmadas parcerias que envolvem o governo, a iniciativa privada e o terceiro setor Pentidades que prestam servi!os ( sociedade, sem o- etivar lucroO. A ind'stria e as empresas -rasileiras deverão ser os setores mais -eneficiados da sociedade. TEXTO. =FC. Para que o fragmento de texto a0aixo respeite as regras de reg<ncia da norma culta, assinale a opção que preenc(e corretamente as lacunas na ordem indicada. Eesde ulho de 5666 a revista 9A4@/ #/QE vem estimulando de-ate em torno das transforma!+es que envolvem hhhhh implementa!ão do SPE. / esfor!o empreendido % muito inferior hhhhhh vantagens no que di1 respeito hhhhevolu!ão do sistema financeiro nacional e hhhhh oportunidades de integra!ão com o mercado glo-al. a3 . ' as ' . ' .s 03 a ' .s ' a ' .s c3 . ' .s ' . ' as d3 a ' .s ' . ' .s e3 a ' .s ' a ' as =FF. Assinale a opção incorreta a respeito das estruturas ling,ísticas do texto a0aixo. 6Temos uma legisla!ão processual com dispositivos que permitem ao devedor, a prete&to de questionar uma cláusula contratual ou uma garantia dada em uma opera!ão, dei&ar de pagar o principal. / que isso tra1 de conseqTBncia0 Tra1 um aumento muito grande de inadimplBncia, que se tradu1 em um aumento de custo para o tomador. / pre u"1o operacional sofrido pela institui!ão financeira, em decorrBncia dessa inadimplBncia, fa1 com que os -ons pagadores aca-em arcando com parte dessa conta, suportando uma ta&a de uro maior e at% desestimulando outros tomadores, que gostariam de e&pandir ou crescer seus empreendimentos com apoio no cr%ditoI. a3 A forma ver0al 6Eemos7, ao iniciar o texto, indica que autor e leitores partil(am a situação que vem descrita a seguir. 03 A oração 6deixar de pagar o principal7, apesar de não ter su)eito gramatical, refere'se semanticamente a 6devedor7. c3 + pronome 6que7 refere'se a 6inadimpl<ncia7 e constitui o su)eito da oração em que ocorre. d3 A oração redu8ida 6sofrido pela instituição financeira7 corresponde . idéia que tam0ém pode ser expressa pela oração 6que a instituição financeira sofreu7. e3 6dessa inadimpl<ncia7 constitui o su)eito da oração que tem como predicado 6fa87. ?GG. Assinale a opção em que o termo su0lin(ado apresenta incorreção gramatical. 64o 3%&ico e no @hile, persistem e&pectativas de que a distensãoP:O caracter"stica de suas pol"ticas

monetárias contri-uamP5O para a sustenta!ão do n"vel de atividade. 4a Argentina, a opera!ão de troca da d"vida e&erceu efeitos favoráveis so-re a percep!ão dos investidores, mas ainda persistemPaO as incerte1as em rela!ão ( capacidade de retomada do crescimento econ)mico, para o qualPcO não contri-uirá o perfil retrativoP[O da pol"tica fiscalI. a3 1 03 1 c3 5 d3 : e3 = ?G1. Assinale a opção que apresenta pontuação incorreta. a3 / ritmo de atividade econ)mica permaneceu ro-usto ao longo do primeiro trimestre de 566: , per"odo no qual a economia -rasileira cresceu c,:ad em rela!ão ao mesmo per"odo do ano passado. 03 Entre os setores do PI9 destaca,se o crescimento da ind'stria? [,6;d em rela!ão ao primeiro trimestre de 5666. Por outro lado, a agropecuária, na mesma -ase de compara!ão, cresceu apenas :,<5d, ou se a, menos que o esperado. c3 / setor de servi!os , que representa apro&imadamente R6d do PI9 , registrou crescimento de 5,SRd em rela!ão ao mesmo per"odo, do ano passado. d3 / Instituto 9rasileiro de Leografia e Estat"stica tam-%m divulgou nova estimativa para o PI9 de 5666, com crescimento de c,cRd, revisando para cima a estimativa anterior de c,56d. e3 4o entanto, a piora acentuada dos cenários econ)mico e pol"tico internos desde a 'ltima análise , com o surgimento de novos fatores de incerte1a , tende a redu1ir a ta&a de crescimento do PI9 em 566:. ?G1. Assinale a opção em que o trec(o transcrito apresenta pontuação correta. a3 Aplicativos que visam consolidar not"cias e informa!+es internas e e&ternas so-re as institui!+es, calcular e acompanhar os limites operacionais e a concentra!ão das aplica!+es Pmaiores devedoresO e das capta!+es Pmaiores depositantesO ainda encontram,se em fase de desenvolvimento. 03 Tais sistemas possi-ilitam o acesso a dados contá-eis com o intuito de diagnosticar situa!+es de anormalidade> ou de risco, e acompanhar, tanto individualmente como de forma comparativa o comportamento das institui!+es com -ase em indicadores econ)mico,financeiros. c3 /utros sistemas aplicativos permitem tam-%m, o-ter informa!+es relativas ao cadastro de institui!+es e de pessoas f"sicas que atuem, na condi!ão de administradores no Sistema Financeiro 4acional, e ( movimenta!ão das reservas -ancárias e opera!+es de empr%stimos de liquide1. d3 Permitem tam-%m, o-ter informa!+es quanto? ao registro e controle do tr8nsito de processos> (s ta&as e "ndices praticados ou utili1ados pelo mercado e ao controle de ocorrBncias, de irregularidades praticadas por institui!ão financeira. e3 @om -ase no Sistema de Informa!+es do 9anco @entral, cu o uso % franqueado (s institui!+es do Sistema Financeiro 4acional> a fiscali1a!ão utili1a intensivamente in'meras informa!+es atrav%s de diversos sistemas aplicativos. ?G5. +s trec(os a seguir constituem um texto. Assinale a opção que apresenta erro de reg<ncia. a3 Eesde a-ril, á % poss"vel perce-er algum decr%scimo da atividade econ)mica, com queda da

produ!ão de -ens de consumo duráveis, especialmente eletrodom%sticos, e do faturamento real do com%rcio vare ista. 03 Apesar da queda da infla!ão em maio, esperase acelera!ão no terceiro trimestre, fen)meno igual ao o-servado nos dois 'ltimos anos, em decorrBncia da concentra!ão de aumentos dos pre!os administrados. c3 /s principais focos de incerte1a em rela!ão (s perspectivas para a ta&a de infla!ão nos pr$&imos anos referem,se a evolu!ão do pre!o internacional do petr$leo, o comportamento dos pre!os administrados dom%sticos e o am-iente econ)mico e&terno. d3 Eesde maio, por%m, entraram em foco outros fatores? o racionamento de energia el%trica, a intensifica!ão da insta-ilidade pol"tica interna e a deprecia!ão acentuada da ta&a de c8m-io. e3 A mais nova fonte de incerte1a % o choque derivado da limita!ão de oferta de energia el%trica no Pa"s, pois há grande dificuldade em se avaliar seus efeitos com o grau de precisão dese ável. ?G:. Assinale a opção em que o trec(o foi transcrito com erro de concordAncia ver0al. a3 Antes da cria!ão do 9anco @entral, as autoridades monetárias -rasileiras eram a SuperintendBncia da 3oeda e do @r%dito , S73/@, o 9anco do 9rasil , 99 e o Tesouro 4acional que, em con unto, e&erciam fun!+es t"picas de um -anco central, paralelamente ao desempenho de suas atri-ui!+es pr$prias. 03 A S73/@, criada com a finalidade de e&ercer o controle monetário e preparar a organi1a!ão de um -anco central, fi&ava os percentuais de reservas o-rigat$rias dos -ancos, as ta&as do redesconto e da assistBncia financeira de liquide1, -em como os uros so-re dep$sitos -ancários. c3 Al%m de rece-erem os dep$sitos compuls$rios e voluntários dos -ancos comerciais, o 9anco do 9rasil, por sua ve1, desempenhava as fun!+es de controlador das opera!+es de com%rcio e&terior, e&ecutor de opera!+es cam-iais em nome de empresas p'-licas e do Tesouro 4acional, e&ecutor das normas esta-elecidas pela S73/@ e pelo 9anco de @r%dito Agr"cola, @omercial e Industrial. d3 / Tesouro 4acional era o $rgão emissor de papel,moeda, cu o processamento, por ser comple&o, aca-ava envolvendo diversos $rgãos do governo. 4o ato da cria!ão do 9anco @entral, no entanto, não ocorreu o seu completo aprimoramento institucional. e3 Em-ora o Tesouro 4acional fosse o -anco emissor, reali1ava as emiss+es em fun!ão das necessidades do 9anco do 9rasil e não detinha com e&clusividade os dep$sitos das institui!+es financeiras, que recolhiam suas reservas voluntárias ao 9anco do 9rasil, al%m de diversas outras disfun!+es. ?G=. Assinale a opção em que a reg<ncia est4 de acordo com as regras da norma culta. a3 As fun!+es de autoridade monetária foram sendo transferidas progressivamente do 9anco do 9rasil para o 9@, enquanto as atividades at"picas e&ercidas por esse 'ltimo, como as relacionadas ao fomento e ( administra!ão da d"vida p'-lica federal, foram transferidas para o Tesouro 4acional. 03 A @onstitui!ão de :;<< consagra dispositivos importantes para a atua!ão do 9@, como ao do e&erc"cio e&clusivo da competBncia da 7nião para emitir moeda e o da necessidade de aprova!ão pr%via pelo Senado Federal, em vota!ão secreta, ap$s argTi!ão p'-lica, dos designados pelo Presidente da Jep'-lica para os cargos de presidente e diretores. c3 A @onstitui!ão vedou o 9@ a concessão direta ou indireta de empr%stimos ao Tesouro 4acional. A @onstitui!ão de :;<< prevB ainda, em seu artigo :;5, a ela-ora!ão de Fei @omplementar do Sistema Financeiro 4acional, que deverá su-stituir a Fei c.[;[, a-rangendo vários e importantes aspectos da estrutura!ão e atua!ão do 9anco @entral.

e de encontros de plane amento no n"vel tático. leituraQ 2-3 apresenta a (i0ernação so0 os lados positivo e negativoQ 2/3 é adequado )4 que o sono. mata a fome.d3 Em :. que passa a dispor da capacidade de gerar novo cr%dito a outro cliente. privando. TEXTO. e3 Ao reali1ar cr%dito em conta. co-ran!a e arrecada!ão de tri-utos e cheques administrativos representa o mais tradicional instrumento de pol"tica monetária. -ancos m'ltiplos com carteira comercial e cai&as econ)micas Y se am o-rigadas a manter uma parcela de seus recursos no 9anco @entral..< o 9anco @entral retomou o processo de Plane amento Institucional. + 9+@+ MN/ JAEA A &+J/ / /*+@+J%]A /@/DH%A.. )4 que se trata somente de um apelo . d3 Esse instrumento decorre da e&clusiva capacidade de criar moeda escritural que tBm as institui!+es financeiras captadoras de recursos ao conceder cr%dito em conta. a autoridade monetária e&ige que algumas institui!+es financeiras Y especificamente -ancos comerciais. que contaram com a participa!ão do corpo gerencial das unidades especial. durante o inverno.O ?GB. Muanto ao título dado ao texto.. no que di1 respeito ( modifica!ão estrutural que provocam no n"vel glo-al das reservas -ancárias. constituindo as reservas -ancárias compuls$rias. ?G?.. podemos di8er que> 2A3 se centrali8a nos efeitos do sono so0re os animais que (i0ernamQ 2$3 discute apenas um dos aspectos a0ordados no textoQ 2*3 é 0astante 0reve.se de alimentos e diminuindo a intensidade de sua respira!ão e circula!ão sangT"nea.corrente a seus clientes. com ( reali1a!ão de um encontro de plane amento ao n"vel estrat%gico. centrais e regionais. ao serem utili1ados pelo tomador de cr%dito. c3 /s recolhimentos compuls$rios so-re dep$sitos e os recursos em tr8nsito de terceiros. de fato. !i0ernação est4 para inverno.. esses animais passam por uma esp%cie de sono letárgico. uma institui!ão -ancária cria meios de pagamento que. os alimentos são escassos e a diminui!ão dos processos normais de meta-olismo e crescimento economi1am energia e evitam que os animais tenham de procurar por comida. geram dep$sito em outra institui!ão financeira. a3 Para praticar a pol"tica monetária atrav%s das reservas compuls$rias. e assim por diante. A hi-erna!ão % um estado de entorpecimento completo ou parcial a que estão su eitas certas esp%cies animais no inverno.corrente. e&igindo que os dep$sitos se am um m'ltiplo de seus encai&es denominados reservas o-rigat$rias e reservas voluntárias.. al%m das diretri1es -ali1adoras das a!+es para assegurar ( esta-ilidade do poder de compra da moeda nacional. contando pela participa!ão do Presidente e diretores. 2uando hi-ernam.etivos estrat%gicos para o hori1onte de trBs anos. P. Assinale a opção em que o texto foi transcrito com erro gramatical. seus macroprocessos e os o.O A e&plica!ão para isso % que. como> 2A3 crescimento est4 para crescerQ . e3 4o encontro ao n"vel estrat%gico foram definidos a missão do 9anco. dep$sitos soaviso. considerados os v4rios aspectos de sua formação. P. no qual se mantBm completamente im$veis. ?GC. 03 Essa prática universal impede que as institui!+es financeiras receptoras de dep$sitos possam emprestar recursos ao p'-lico indefinidamente..

é> 6certas espécies animais no inverno estão su)eitas u.ínea V normais. 6A (i0ernação é um estado de entorpecimento completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no inverno. (i0ernaçãovQ 2$3 os ad)etivos completo e parcial referem'se ao su0stantivo (i0ernaçãoQ 2*3 a forma su)eitas concorda com o su0stantivo animaisQ 2-3 o uso da preposição a est4 ligado . su0stituindo'se que por seu antecedente.. + texto começa por uma definição do termo (i0ernaçãoQ toda definição deve começar por um termo geral.2$3 diminuição est4 para diminuirQ 2*3 mensal est4 para m<sQ 2-3 li0erdade est4 para livreQ 2/3 animação est4 para alma. ?11. seguido das especificidades que individuali8am o termo geral. 9ão.. ?GF.7Q a relação semAntica existente entre os ad)etivos completo e parcial repete'se em> 2A3 inverno e verãoQ 2$3 tranq.entorpecimento completo ou parcial. presença do ad)etivo su)eitasQ 2/3 certas é forma de ad)etivo. ?1G.. ?15.ilo e agitadoQ 2*3 paralisados e imóveisQ 2-3 0ranco e claroQ 2/3 amarelo e amarelado. 6.ínea.7Q o coment4rio correto a respeito desse segmento do texto é> 2A3 a ordem direta da segunda oração. 6.. termo geral e especificidades> 2A3 estado V de entorpecimento completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ 2$3 entorpecimento V completo ou parcialQ 2*3 estado de entorpecimento V completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ 2-3 estado de entorpecimento completo ou parcial V a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ 2/3 entorpecimento completo ou parcial V a que estão su)eitas certas espécies animais no inverno. ?11..respiração e circulação sang. respectivamente. +s voc40ulos que @P+ possuem formação completamente id<ntica são> 2A3 (i0ernação V entorpecimentoQ 2$3 parcial V let4rgicoQ 2*3 explicação V diminuiçãoQ 2-3 intensidade V completamenteQ 2/3 sang. p4gina .7 Q na @ova gram4tica do portugu<s contemporAneo..

pode não s$ cola-orar com o desenvolvimento humano dos pa"ses. de fomento ao anti. E]son % um dos maiores defensores mundiais da ciBncia. 3as a religião pode ser um campo de disc$rdia. com sua afirma!ão autoral.designer..las de 4ature1a. E a ciBncia. de um respeito que sinto por essa tradi!ão.mero. mas e&atamente o contrário G e pode chamá. o professor *elso *un(a di8> 62Muando o ad)etivo vem depois dos su0stantivos3.íneas. quanto ao n.ínea é uma forma tremada porque> 2A3 o N é uma vogal pronunciadaQ 2$3 o N é uma semivogal 4tonaQ 2*3 HN formam um dígrafoQ 2-3 o N é t#nicoQ 2/3 o grupo HN sempre tem trema.. como inimiga do humanismo G humanismo que % um conceito que deriva diretamente dos evangelhos cristãos. mas sa-e que a maioria das pessoas a teme. Trata.humanismo.ínea poderia tam0ém aparecer com a forma sang. mostra'se> 2A3 um tempo em que se reali8am os fatos citados a seguirQ 2$3 uma condição para que os fatos seguintes se reali8emQ 2*3 um lugar em que se reali8am os fatos apontados na continuidade do textoQ 2-3 uma situação concessiva.1?=.arte li-eral. assim como a admira!ão . portanto. mas não um . so-retudo desde a -om-a at)mica. quando relacionada aos fatos seguintesQ 2/3 uma explicação causadora dos fatos citados a seguir. % marcado pelo dese o de entender a ordem divina.design. 6P. /s valores morais que as religi+es cultivaram ao longo dos s%culos G como a solidariedade e a simplicidade G. E de uma aceita!ão tranqTila da cren!a dos que necessitam da id%ia de Eeus G como disse no 4eA eor^ JevieA of 9oo^s o e&traordinário f"sico e ensa"sta Freeman E]son? . antes e depois de tudo.Para mim. 4uma rec%m. o ad)etivo toma o g<nero dos su0stantivos e. vai> para o singular 2concordAncia mais comum3 ou para o plural 2concordAncia mais rara3... se os su0stantivos são do mesmo g<nero e do singular.nica forma possível do ad)etivo se)a sang. mais comumQ 2*3 o autor do texto cometeu um erro de concordAnciaQ 2-3 ra8 es semAnticas fa8em que a .lan!ada colet8nea de artigos pu-licados no mesmo 4eA eor^ JevieA of 9oo^s.íneaQ 2/3 a . mas tam-%m ser um ensinamento da d'vida e da toler8ncia. Ser a favor da ciBncia não significa reconhecer que e&istem coisas acima do su eito. 9ang. o genial f"sico Steven bein-erg chama a ciBncia de ..O 3as mesmo o Jenascimento. TEXTO. Nide /riente 3%dio. e di1 mais ou menos o que o -i$logo Jichard EaA^ins di1? que o universo tem um .se. de vontade pr$pria.nica forma correta do ad)etivo é sang. Ser religioso % acreditar na e&istBncia de um ente superior. -em entendida.. adorar a Eeus significa reconhecer que a mente e a inteligBncia são costuradas no tecido do nosso universo de uma forma que ultrapassa nossa compreensão.7 Assim sendo> 2A3 o ad)etivo sang.íneasQ 2$3 o autor preferiu a concordAncia mais rara .7. ?1=. @o segmento 6Muando (i0ernam.. os dois valores fundamentais do humanismo. ?1:. tão nocivo quanto ou mais nocivo ainda. pois a vB.

.<ncias. pois ela diverge de seus pressupostos 04sicos. 2/3 um avanço científico pode vir a tornar'se instrumento de destruição da (umanidade. %%. ao desenvolvimento da tese proposta.vida e da tolerAncia7. como o da 0om0a at#mica. que sempre é uma lição de como viver em (armonia. %%%. mas tam0ém ser um ensinamento da d. 2*3 %%%. considerando'se o contexto> 2A3 é o argumento utili8ado pelo autor para comprovar a tese proposta. 2*3 constitui um exemplo de como a religião pode impedir o desenvolvimento científico. 2-3 %.. so0retudo desde a 0om0a at#mica. +s segmentos destacados mant<m o mesmo sentido em> 2A3 não pode cola0orar ' nem ser ensinamento. como inimiga do (umanismo7. relativas ao texto. no século passado. + coment4rio destacado na frase acima )ustifica'se pelo fato de que> 2A3 o desenvolvimento científico teve início com a desco0erta do 4tomo e a explosão da 0om0a. interrompendo o fluxo das idéias. 2$3 %%. ?1B. %%. é correto o que se afirma 9+J/@E/ em> 2A3 %.vida.7pois a v<. 2/3 %%. %%%. *onsidere as afirmativas que seguem. -e acordo com o texto. ?1F. . A frase. ?1?. 2$3 pode não cola0orar ' mas ser ensinamento. *ientistas não costumam aceitar a idéia de religião. inclusive os que vBm da ciBncia. 2$3 a explosão da 0om0a at#mica separou +cidente e +riente de forma radical. 2/3 locali8a um fato que se op e. % uma li!ão que a ciBncia tam-%m dáI. 2-3 a ci<ncia c(egou ao seu limite m4ximo com a construção da 0om0a at#mica e seus efeitos danosos. . pela concisão. ?1C. pode não só cola0orar com o desenvolvimento (umano dos países. não são incompat"veis com o desconfiar de seus dogmas. assim como se separam ci<ncia e religião. *i<ncia e religião im0ricam'se em seus valores e conseq. 3as desconfiar de dogmas. 2-3 aponta para uma opinião isolada dentro do contexto. 6/ a ci<ncia. 0em entendida. em defesa da religião. 6Iide +riente Jédio7. em ve8 de tra8er'l(e 0enefícios. com seu imenso poder de destruição.por seus produtos est%ticos. que podem ser tanto 0ons quanto maus. 2$3 marca o início da conclusão a que o autor quer c(egar. 2*3 pode (aver erros em pro)etos de 0ase científica. Eanto religiosos quanto cientistas podem igualar'se na d. %.

acima da (umanidade. 2$3 Juitas ve8es. 2*3 /m todos os tempos adviram situaç es de conflito. que marcaram o desenvolvimento da (umanidade. 2$3 incluir um segmento explicativo. com uma (esitação. . pois as v< como pre)udiciais. 2$3 A maioria das pessoas acredita com que se deve temer o uso das desco0ertas científicas contra a (umanidade. uma idéia secund4ria. /st4 correta a frase> 2A3 Alguns cientistas pensam de que é possível conciliar informaç es tra8idas pela ci<ncia e a crença em -eus. ?11. 2*3 9up e'se em que o universo se)a o resultado da vontade so0erana de um ente superior. em0utido neles. 2/3 enunciar um fato com entoação exclamativa. ?1G. que podem ser interpretados de maneira que os torne extremamente nocivos. /st4 correta a flexão do ver0o na frase> 2A3 Alguns cientistas até cr<em que existe no universo uma ordem que ultrapassa a compreensão dos (omens. de cu)a importAncia os cientistas costumam duvidar. A concordAncia est4 de acordo com a norma padrão.2*3 só não pode cola0orar ' e ser ensinamento. . 2-3 tanto pode cola0orar ' quanto ser ensinamento. 2*3 !4 conceitos. no decorrer da (istória. ?15. devido tanto a posturas religiosas quanto a desco0ertas científicas. 2-3 preenc(er uma lacuna dentro do período. cu)o o con(ecimento científico deve ser not4vel. (umanidade. se)a da religião W que ultrapassa nossa possi0ilidade de compreensão do universo. 2/3 enquanto cola0orar ' pode ser ensinamento.vida e da tolerAncia. costumam ignorar a idéia de uma força so0renatural no universo. 2$3 9ão aspectos W se)a da ci<ncia. W 6como a solidariedade e a simplicidade7 W &oram usados travess es para> 2A3 interromper intencionalmente o pensamento. 2*3 concluir. ?11. 2/3 A religião. 2-3 +s pesquisadores. pode ser usada por extremistas para desencadear o mal. 2/3 Jesmo os postulados da ci<ncia podem tra8er. 2-3 9a0e'se que as pessoas temem as desco0ertas científicas. o progresso científico deteu'se em nome dos dogmas religiosos. ensinamentos muito próximos da d. na frase> 2A3 Eratam'se de opini es diversas so0re um e outro campo. derivados diretamente do /vangel(o. muitas ve8es.

. 2/3 causa e conseq. elas duvidar de postulados .. 2$3 é possível. ' .. A arma teria um efeito preventivo ao criar algum grau de dificuldade. A sa"da % entregar todos os seus pertences e torcer para que não ha a nenhum tipo de violBncia f"sica. anteporamse . As estat"sticas policiais revelam que andar armado nem sempre % sin)nimo de estar protegido. 2*3 pessoas mais fracas.. mais do que perigoso. /utros imaginam que % poss"vel reagir. 2*3 proporção e finalidade. quer pela ci<ncia.lo. 2$3 tempo e espaço. ' . pode ser letal .. enfrentar o -andido e vencB. / que difere % a forma como cada um lida com o pro-lema. Nm dos argumentos apresentados no texto em defesa do porte de arma é> 2A3 ela permitiria que a vítima continuasse com seus pertences e não os entregasse aos 0andidos. esses argumentos são apenas fra!+es da verdade. ?1=.<ncia. . pois somente estes fariam uso delas. espera de soluç es apontadas quer pela religião. /utra argumenta!ão % que os delinqTentes sempre escolhem como v"timas os que são incapa1es de resistir... representantes das altas esferas religiosas v<m o desenvolvimento científico como um inimigo da fé popular. 11. Ao contrário. A arma teria um efeito preventivo ao criar algum grau de dificuldade. 2uem % a favor do porte e do uso desses instrumentos sustenta que.. em todo tempo. 2-3 pessoas comuns não teriam como defender'se de 0andidos. mesmo que cai0a . +0serva'se no segmento acima uma relação de> 2A3 explicação e restrição.. São essas pessoas que portam armas ou as tBm guardadas em casa para se proteger. portanto. saindo'se 0em de qualquer assalto. As lacunas da frase acima estão corretamente preenc(idas por> 2A3 .. Por mais ra1oáveis que pare!am. 2/3 não é somente a polícia que deve proteger os cidadãos e... ' a ' a 2*3 . 2-3 a ' a ' . mesmo sem a a)uda da polícia. 6A rea!ão mais comum das pessoas diante da criminalidade % um sentimento de revolta e medo. poderiam desarmar os 0andidos. 7sar uma arma. com ela. se eles fossem proi-idos. aceitação de dogmas. 2-3 condição e conclusão. os -andidos reinariam a-solutos contra o cidadão á indefeso pela ineficiBncia da pol"cia. enfrentar e su0)ugar os 0andidos. 2/3 a ' a ' a TEXTO.2-3 Até (o)e.. especialmente quando se tenta reagir a um assaltoI.. questionando'os.. eles precisam usar armas para defender'se. que todos são su0metidos7. 2/3 -esco0ertas científicas. Alguns acreditam que não há como escapar quando a violBncia -ate ( sua porta. 6Juitas pessoas costumam permanecer . ?1:. ' . ' a 2$3 .

... ?1F.. que depende de certa condição. a forma correta ser4> 2A3 entreg4'los ' escol(em'nas 2$3 entreg4'los ' escol(em elas 2*3 entregar'l(es ' escol(em'as 2-3 entrega'l(es ' escol(em'nas 2/3 entreg4'los ' escol(<'las ?1B.. poder4 ser ferida ou mesmo morta . A concordAncia. est4 feita em desrespeito .. 2-3 por mais ra8o4veis que pareçam ..como cada um !ida com o pro0lema. 2-3 uma ação real.. 2$3 entregar todos os seus pertences.. 2$3 os delinq.. anterior... de uma ação reali8ada no passado.. ?1C.. .. 2/3 a repetição de uma ação que se pro)eta no futuro.. 2-3 a arma teria um efeito preventivo.. para uma vítima.. ?5G. geralmente indefesa... 2-3 @em sempre é possível. agressão pois.... reagir contra os 0andidos e domin4'los. 2/3 quando se tenta reagir a um assalto.para que não 6a1a nen(um tipo de viol<ncia física. seu favor o elemento surpresa e a vítima. 2$3 uma situação prov4vel. nem sempre resiste ... . 2/3 A saída é torcer para que não (a)a agress es físicas durante os assaltos.. . nas frases adaptadas do texto. que se segue a outro.. no presente. 2*3 a arma teria um efeito preventivo .. 2*3 a continuidade.entes sempre escol(em como vítimas ........ 2*3 +s dados indicam que o uso de armas podem ser perigosos....?1?.. 2$3 A diferença est4 nas formas como alguns lidam com os pro0lemas. 9u0stituindo'se os termos grifados pelos pronomes correspondentes.os delinq. 2*3 os que são incapa8es de resistir.entre"ar todos os seus pertences..... 2/3 quando se tenta reagir a um assalto. tiros... As lacunas da frase apresentada estão corretamente preenc(idas por> .. sem limites precisos. norma culta em> 2A3 As reaç es mais comuns são sentimentos de revolta e medo. se o fi8er. resultando em graves ferimentos. + ver0o que apresenta o mesmo tempo e modo da forma grifada est4 na frase> 2A3 se fossem proi0idos.entes esco!6e# suas vítimas. . + emprego da forma ver0al grifada na frase indica> 2A3 um fato real. ?51. + 0andido tem .os 0andidos reinaria# a0solutos contra o cidadão )4 indefeso. . terminada no passado.. A mesma reg<ncia exigida pelo ver0o grifado est4 na frase> 2A3 é um sentimento de revolta e medo.

cu a versão definitiva G a que estará nas revendas este ano G foi apresentada esta semana. P. As linhas continuam inconfund"veis..O A nova linhagem do 9esouro acena com duas op!+es -ásicas de motor? 5.-oi. entre outros itens de seguran!a. pela Nol^sAagen. exceto> A3 A avaliação do novo &usca foi positiva. que aca0am sendo vítimas de atitudes violentas. equipado com air. em ve8 de recuperar delinq.O Somente a versão 5. 2$3 a ' . no <5j Salão de Eetroit. 2/3 Alguns assaltantes agem por impulso.. principalmente para quem não esqueceu o tempo do -rasileir"ssimo P%. no momento do ataque.. mas a maioria plane)a 0astante 0em suas aç es. Para os -rasileiros. ' a 2*3 a ' a ' a 2-3 . ?55.entes rece0em a devida punição pelos atos cometidos. P.OEm-ora sua importa!ão para o 9rasil ainda se a incerta. aca0a sendo uma escola de pervercidade e de incensat<s. /ncontram'se palavras escritas de maneira %@*+DD/EA na frase> 2A3 + modelo carcer4rio. P. não se expondo demasiadamente. / 4eA 9eetle está sendo fa-ricado no 3%&ico. como sua vítima. ?51.2A3 a ' . tal como se apresenta. é uma forma de as pessoas se protegerem da viol<ncia de um marginal.... E talve1 resida nesse detalhe o grande fator do sucesso á anunciado para o 4eA 9eetle. especula. Eodas as opç es estão corretas. mas nem todos os delinq. .G poder4 ser vendida no $rasil. A sofistica!ão do c8m-io automático tam-%m impressiona.-ag e A9S. o Fusca do ano 5666..6. / espa!o não % pro-lema G ou. e :. 2$3 -i8 um ditado popular que o crime não compensa. o encontro com a nov"ssima gera!ão do 9eetle tem muito sim-olismo. ' a 2/3 . em especial.. Foi particularmente agradável deparar com um Fusca s%culo 5:. em0ora tam0ém este)a so0 pressão. *3 A versão 1. ' a ' . ' . $3 + sistema de segurança do &usca é motivo de orgul(o nacional. 2*3 !aver4 sempre opini es divergentes a respeito do porte de armas a cidadãos inexperientes. 'nico pa"s do mundo que ainda produ1 o velho Fusca. 2-3 Agir com 0om senso. ' .de. para ser mais e&ato G continua sendo o mesmo pro-lema. TEXTO. o 4eA 9eetle. que ainda convivem com a maior e mais importante criatura de Ferdinand Porsche. no entanto. pode levar a quinta pessoa G como seus antecessores estão cansados de fa1er. semelhante ao Lolf.se que o modelo viria a custar em torno de Jg 5[ mil no 9rasil. /E/D@+ /@MNA@E+ -NDA. Apresentado como ve"culo destinado a quatro passageiros.entes.6 poderá ser importada para o 9rasil.

$3 contudo. 1 ?5?.ltimo par4grafo. 1 -3 1. 1.<ncia *3 condição -3 conformidade /3 concessão ?5B. 1. 1. 1. 1. 2 1 3 Palavra primitiva 2 1 3 Palavra derivada 2 3 v4lvula 2 3 envidraçada 2 3 tradicional 2 3 semel(ante 2 3 0esouro 2 3 dimensão A3 1. 1 *3 1. *om refer<ncia ao processo de formação de palavras. a reação indicada pela expressão conectora é de> A3 causa $3 conseq... *3 ainda que. 1. A3 agrad4vel $3 pot<ncia *3 cAm0io -3 faróis /3 país ?5=. 1. 1. sem que o sentido se modifique. 1. 1. @o . 1. 1.37. 1. /3 + $rasil não est4 produ8indo o novo &usca. 1. 1. . 1. Assinale a opção em que o voc40ulo apresentado segue a mesma regra de acentuação de veículo. 1 /3 1. 1. especula'se 2. a expressão no entanto pode ser su0stituída por> A3 em0ora. /m 6/m0ora sua importação para o $rasil ainda se)a incerta.-3 A versão popular Pé'de'0oi foi sucesso no $rasil. ?5:. enumere a 1i coluna de acordo com a 1i e marque a opção correta. 1. 1 $3 1. 1. 1.

*3 + p4ra'0risas é amplo prolongando'se pelo teto. A3 Antes de comprar um automóvel voc<s veem v4rios. ?:G. /3 9eus antecessores estão cansados de levar a quinta pessoa. -3 A versão definitiva foi apresentada esta semana. Por se tratar de uma ilha deram. o primeiro &usca é motivo de lem0ranças. A3 + vel(o que0ra'ventos é coisa do passado $3 &oi particularmente agrad4vel deparar com um &usca versão século 11. 2(aver4 W (averão3 *3 + @eg $eetle aaaaaaaaaaaa duas opç es de motor 2tem W t<m3 -3 aaaaaaaaaaaaa muitos anos que foi lançado o primeiro &usca. LA-A%@!A. o &usca apresenta ótimos rendimentos para as empr<sas usu4rias. TEXTO. 2fa8em W fa83 /3 A maioria dos 0rasileiros )4 aaaaaaaaa um &usca.lhe o nome de Ilha de Nera @ru1.meros &uscas novos a serem distri0uídos pelo mundo. sem incorrer em erros.-3 por causa de. /3 tanto que. o excesso de produção de &usca nunca foi pro0lema. 2possuiu W possuíram3 ?:1. $3 A nova versão do &usca )4 é anssiada pelo p. entre outros itens de segurança. ?5F. /3 Eestado em todo o mundo.0lico. Jarque a opção em que não (4 erros de acentuação gr4fica. aaaaaaaaa air 0ag e A$9. $3 9erão in. Jarque a opção em que (4 construção na vo8 passiva. ?5C. Ilha cheia de gra!a Ilha cheia de pássaros Ilha cheia de lu1 Ilha verde onde havia . A3 A avaliação do sitema de segurança ainda não foi realisada no $rasil. -3 Atualmente o $rasil não só importa como tam0ém esporta &uscas. -3 !4 um intercAm0io de tecnologia entre os paises fa0ricantes do &usca. Jarque a opção em que a lacuna pode ser preenc(ida pelos dois ver0os entre par<nteses. /3 Para os aficionados. Jarque a opção correta graficamente. *3 + para'c(oques foi todo renovado para encarar a concorr<ncia. A3 A quantia de Dq 1= mil aaaaaaaa para comprar o novo &usca 2dar4 W darão3 $3 @o novo &usca. *3 Para o $rasil.

. A grande Terra girassol onde havia guerreiros de tanga E on!as ruivas deitadas ( som-ra das árvores mosqueadas de sol. em a-und8ncia.3ulheres morenas nuas Anhangás a sonhar com hist$rias de luas E cantos -ár-aros de pa %s em porac%s -atendo os p%s. a son(ar com (istórias de lua. + poema vem calcado predominantemente so0re imagens> a3 Auditivas.lhe o nome de 9rasil. 03 E4teis . 3as como houvesse. nossa terra c3 @a denominação Eerra de 9anta *ru8 d3 @a denominação %l(a de Iera *ru8 ?:5.lhe o nome Pra Terra de Santa @ru1 Terra cheia de gra!a Terra cheia de pássaros Terra cheia de lu1..7 03 6Eerra c(eia de lu87 c3 6%l(a c(eia de graça7 d3 6.. Eeram. Eepois mudaram... E como a Terra fosse de árvores vermelhas E se houvesse mostrado assa1 gentil. 9rasil cheio de gra!a 9rasil cheio de pássaros 9rasil cheio de lu1.. a3 @o próprio título do poema 03 Através da denominação de $rasil .4rvores mosqueadas de sol7 ?::. A expressão Eerra girassol só não encontra apoio nas passagens> a3 6. *assiano Dicardo procura tradu8ir a religiosidade do povo 0rasileiro 2marque a resposta que @P+ 9/DI/3. @erta madeira cor de sangue cor de -rasa E como o fogo da manhã selvagem Fosse um -rasido no carvão noturno da paisagem. ?:1.

c3 Ioc< precisa definir> ou casa. c3 + edital do concurso visa a esta0elecer as regras para a sua reali8ação. /m que época voc< situaria o quadro apresentado no poemaO a3 Por ocasião do -esco0rimento do $rasil 03 Por ocasião da %ndepend<ncia do $rasil c3 Por ocasião da primeira Huerra Jundial d3 Por ocasião da A0olição da /scravatura ?:B. ?=G. Mual a afirmativa %@*+DD/EA quanto . *ondu8indo o poema no sentido de explicar a denominação de $rasil. ?:F. %ndique a opção que apresenta reg<ncia ver0al %@*+DD/EA> a3 +s alunos não se dignaram em ouvir as ra8 es dos professores. c3 !avia. ou compra uma 0icicleta. nos próximos seis meses. as monç es da am0ição. ataque. A )ustificativa para a concordAncia ver0al usada em 6&a8ia (oras que procuravam uma som0ra7 é a mesma para todas as concordAncias grifadas nas frases a0aixo. . amparo c3 *astigo. representantes de todas as camadas da sociedade. mas aquilo l(e doía como no primeiro instante. cesta 03 %gre)a. /R*/E+ para> a3 -evia (aver coru)as em seus nin(os pelo coro. o autor emprega diversas palavras da 4rea semAntica de 6vermel(o7. amparo ?:C. Jarque a alternativa que a palavra corresponda a essa 4rea semAntica> a3 Jadeira 03 9angue c3 *arvão d3 Hentil ?:?. 03 Poucos alunos se deram o tra0al(o de ler o programa. de entusiasmo. 03 + aumento da produção. relógio. 0usca. pontuaçãoO a3 !avia. d3 Eodo esse amor (averia de revelar em seus versos. + processo de formação de palavras é o mesmo nos su0stantivos da opção> a3 $riga. nas man(ãs c(eias de sol. pesca d3 Preto. 03 !avia )4 uns tr<s meses. na reunião. d3 A comissão examinadora só visa selecionar os mel(ores candidatos. casa.c3 +lfativas d3 Iisuais ?:=. deve implicar um aumento na oferta de empregos.

. DA*%9J+. *onsiderando que a ação de agredir o )ogador 0rasileiro Antonio *arlos ocorreu antes de o La8io perder o mando do campo. Eiga não aos &en$fo-os e racistas. ação tam0ém passada. Aqui fica uma sugestão a este ovem negro. ?=1.. ?=:. A imprensa -rasileira vem noticiando uma proposta milionária do Fa1io da Itália.ndio é> a3 As notícias estão c(egando da %t4lia cada ve8 mais rapidamenteQ 03 Eransformando'se o ódio em amor. atleta -rasileiro de 55 anos. que pretende adquirir o passe do 1agueiro Quan por :6 milh+es de d$lares. o ver0o agredir deveria estar no> a3 mais'que'perfeito do indicativoQ 03 imperfeito do indicativoQ c3 futuro do pretéritoQ d3 imperfeito do su0)untivoQ e3 presente do su0)untivo.7Q com a utili8ação do tempo ver0al destacado. ?=5. . com um -rilhante futuro profissional? recuse o convite e não troque o 9rasil pela Itália. o autor do texto quer referir'se a uma ação que> a3 aca0a de terminarQ 03 aca0a de começarQ c3 se iniciou antes de outra ação passadaQ d3 se iniciou (4 pouco tempo e permanece no presenteQ e3 se repete no passado e no presente. 6/ste é o time cu)a torcida )4 agrediu o )ogador 0rasileiro7Q este segmento do texto é fruto da união das duas oraç es seguintes> a3 /ste é o time V A torcida deste time )4 agrediu o )ogador 0rasileiroQ 03 /ste é o time V o )ogador 0rasileiro )4 foi atingido pela torcida deste timeQ c3 A torcida )4 agrediu o torcedor 0rasileiro V /sta é a torcida deste timeQ d3 A torcida )4 agrediu o )ogador 0rasileiro V /ste é o time cu)aQ e3 /ste é o time cu)a V a torcida agrediu o )ogador 0rasileiro. TEXTO. ?=1.d3 A)ude'a a se sentar pois ela tem uma defici<ncia motora. aca0am'se as guerrasQ c3 Iindo o resultado.ndio do ver0o noticiarQ a frase em que a forma ver0al destacada pode @P+ estar no ger. do Joma. e perdeu o mando de campo por incitamento racista em pleno estádio. completando sua missão. @oticiando é forma do ger. os clientes começaram a protestarQ d3 +s )ogadores italianos estão reclamando dos estrangeirosQ e3 + atleta via)ou. pois moedas não resgatam a dignidade. Este % o time cu a torcida á agrediu o ogador -rasileiro Antonio @arlos. 6A imprensa 0rasileira vem noticiando.

?=B. / compadrismo % uma autBntica institui!ão nacional. mantendo'se o seu sentido original. + ad)etivo a0aixo de valor nitidamente su0)etivo é> a3 imprensa 0rasileiraQ 03 proposta milion4riaQ c3 incitamento racistaQ d3 )ovem negroQ e3 0ril(ante futuro.?==.. ?=F. o autor do texto empregasse a segunda pessoa do singular. 6. A relação entre ver0o e su0stantivo %@A-/MNA-A é> a3 pretender W pretensãoQ 03 adquirir W aquisiçãoQ c3 agredir W agressãoQ d3 perder W perdidaQ e3 recusar W recusa. nascida dessa nossa tendBncia para a .pois moedas não resgatam a dignidade. + tom final do texto é de> a3 advert<nciaQ 03 alertaQ c3 consel(oQ d3 ordemQ e3 repreensão. *+JPA-D%9J+.7Q se em lugar da terceira pessoa.7Q reescrevendo'se este segmento do texto. ?=?. ?=C.nica forma %@A-/MNA-A é> a3 visto que a dignidade não é resgatada por moedasQ 03 porque moedas não são o resgate da dignidadeQ c3 porquanto a dignidade não se resgata com moedasQ d3 )4 que por moedas não é resgatada a dignidadeQ e3 pela ra8ão de que a dignidade não é resgatada por moedas. 6recuse o convite e não troque o $rasil pela %t4lia.. as formas convenientes dos ver0os seriam> a3 recusa V não trocaQ 03 recusas V não trocasQ c3 recusa V não troquesQ d3 recuse V não trocaQ e3 recuses V não trocas. a . TEXTO.

Palavra que @P+ é formada por derivação sufixal é> 2A3 compadrismoQ 2$3 camaradagemQ 2*3 nacionalQ 2-3 aproximaçãoQ 2/3 vantagens. Ao di8er que o compadrismo é uma aut<ntica instituição nacional. Tam-%m a nossa pol"tica anda impregnada desses mesmos sentimentos.apro&ima!ão e a camaradagem. cheio de vantagens e prote!+es. Ao di8er que o compadrismo nasce da nossa tend<ncia para a aproximação e a camaradagem. ??5. que é> 2A3 atri0uir a um efeito a posição de causaQ 2$3 partir de uma infer<ncia para o seu raciocínioQ 2*3 misturar método dedutivo e indutivoQ 2-3 formular inadequadamente um silogismoQ 2/3 partir do geral para o particular. ??:. o autor do texto comete um erro argumentativo. políticaQ 2*3 os governos devem ser pessoais e individualistas para que não se contaminem pelo compadrismoQ 2-3 as vantagens e as proteç es governamentais são frutos da recusa do compadrismo em nossa políticaQ 2/3 o compadrismo é uma instituição americana e tem feito a desgraça política de muitas naç es do continente. mas os leitores sa0em que ele se refere ao $rasilQ esse con(ecimento deriva do fato de que> 2A3 o autor é 0rasileiroQ 2$3 o texto foi produ8ido no $rasil e para ser lido aquiQ 2*3 a língua utili8ada no texto é a portuguesaQ 2-3 só o $rasil possui o compadrismoQ 2/3 as informaç es do texto se referem ao $rasil. de a-ra!os e intimidades. que tBm levado o 9rasil ( -eira do a-ismo. ??1. porque o governo tem de ser muito pessoal e individualista. -edu8'se da leitura do texto que> 2A3 o compadrismo deve ser a0olido para que a política 0rasileira ten(a atuação positivaQ 2$3 o compadrismo é uma instituição nacional que se limita . o autor não indica a que nação se refere. + autor empregou a palavra impregnada a fim de> 2A3 mostrar a enorme participação do compadrismo em nossas decis es políticasQ 2$3 indicar uma visão negativa do compadrismo em nosso governoQ 2*3 mel(orar o nível de linguagem empregada em texto destinado a leitores cultosQ 2-3 demonstrar sua preocupação com a clare8a da linguagem utili8adaQ . ??G. ??1.

o autor> 2A3 indica um camin(o a ser seguido pelos 0ons governosQ 2$3 mostra como deveria ser a realidade política nacionalQ 2*3 condena a aus<ncia do compadrismo na políticaQ 2-3 mostra uma tend<ncia derivada do compadrismoQ 2/3 elogia a atitude de um governo democr4tico.. TEXTO.. de a0raços e intimidades 2lin(as ?. 6. + texto pode ser classificado como> 2A3 narrativoQ 2$3 argumentativoQ 2*3 informativoQ 2-3 pu0licit4rioQ 2/3 descritivo. a fim de implicitamente dar a con(ecer a sua profissão. A minha gente sofrida despediu. / faroleiro que contava vantagem parou.7Q termo do texto que desempen(a a mesma função sint4tica do termo su0lin(ado é> 2A3 aut<ntica instituição nacional 2lin(a 13Q 2$3 a nossa política 2lin(a 53Q 2*3 .. ??=. ???... 6.. B3. 0eira do a0ismo 2lin(a =3Q 2-3 muito pessoal e individualista 2lin(a ?3Q 2/3 de vantagens e proteç es.7 nesse caso. 6... ??C. 0eira do a0ismo... / homem s%rio que contava dinheiro parou. Estava ( toa na vida.. desses mesmos sentimentos que t<m levado o $rasil . ??B.2/3 contaminar o texto com a linguagem médica..se da dor Pra ver a -anda passar cantando coisas de amor.7Q a forma ver0al t<m levado indica uma ação> 2A3 que )4 terminouQ 2$3 anterior a outra ação passadaQ 2*3 (a0itual no passadoQ 2-3 iniciada no passado que continua no presenteQ 2/3 iniciada no presente que continua no futuro.. .. impregnada desses mesmos sentimentos. porque o governo tem de ser muito pessoal e individualista.. o meu amor me chamou Pra ver a -anda passar cantando coisas de amor.

P. ouvir e dar passagem. @o trec(o W pra ver a 0anda passar. 2/3 em0ora tivesse visto a 0anda passar. o uso do pronome possessivo min(a indica> 2A3 indiferença. 2A3 + (omem sério que contava din(eiro parou.. 2-3 assim que a 0anda passou. A mo!a triste que vivia calada sorriu. 2/3 A meninada toda se assan(ou. A rosa triste que vivia fechada se a-riu. 2/3 transformação do comportamento.A namorada que contava estrelas parou para ver. @a expressão min(a gente 2verso 53. 2*3 ironia. 2$3 6passar7 como ação anterior a 6cantando7.O ??F. 2/3 afeto. 2*3 A moça triste que vivia calada sorriu. ?B5. A meninada toda se assanhou pra ver a -anda passar cantando coisas de amor... 2$3 + meu amor me c(amou. 2-3 intransig<ncia com a desordem. ?BG. 2$3 despre8o. Assinale a alternativa em que (4 uma palavra empregada em sentido figurado. 2$3 apatia diante do fato. cantando coisas de amor 2verso 13 W. 2-3 A rosa triste que vivia fec(ada se a0riu. ?B1.. 2-3 cortesia. tem'se o seguinte> 2A3 6passar7 como ação posterior a 6cantando7. apresentada na alternativa> 2A3 porque viu a 0anda passar. 2*3 (esitação quanto . . A oração pra ver a 0anda passar 2verso 13 pode ser su0stituída por outra de sentido equivalente. 2*3 a fim de que eu visse a 0anda passar. 2$3 quando viu a 0anda passar. ?B1.s atitudes a serem tomadas. A passagem da 0anda provocou no povo da cidade> 2A3 indignação com o tumulto.

mal ?BB... sensatos 2$3 o0rigado..2*3 6passar7 como ação simultAnea a 6cantando7. sensata ?B?. eminente.. certo. ?B:. ... certo. disse ela. 2A3 o0rigada... considerando meu ponto de vista e min(a argumentação . estão em equil"-rio....... a.. disposição para o tra0al(o plane)ado .. 2A3 sou0emos.. eminente.. . mau 2/3 sou0e.. por qu<. 2A3 a. .. P. -/9APAD/*%J/@E+ -+9 A@%JA%9.... iminente. mal 2-3 sou0e... @en(um de nós ...... porque.. certos.. por que. essa professora a fim de colocar'me . iminente.. não teria d. 2/3 /le disse que amava'me muito...... a 2*3 . sensato 2*3 o0rigada.O 4ossa preocupa!ão Pde -rasileirosO não % s$ .vidas so0re sua conduta.... di8er . porque. -em como as influBncias que uns e&ercem so-re os outros.. animais e florestas convivendo em harmonia.. 2-3 @unca se deve acreditar em fofocas... Juito . Ioc<s procederam . ?B=.... (4 2-3 a.... não su am as águas de seus rios e não enchem de fuma!a seu ar... mau 2$3 sou0emos.... mal 2*3 sou0e... /s homens retiram das plantas apenas os frutos necessários e cuidam para que elas continuem frutificando> não matam animais sem motivo...... 2/3 6ver7 como ação posterior a 6passar7. Tente imaginar esta cena? homens.. tanto tempo.. .. 2A3 Je disseram que (o)e c(over4. 2/3 a. -irigi'me . a 2$3 ... sensatos 2-3 o0rigados. . 2-3 6ver7 como ação anterior a 6passar7. a. o cidadão portou'se tão .. sensatos 2/3 o0rigada. porqu<. (4 TEXTO. Em outras palavras? as rela!+es entre os seres vivos e o am-iente em que vivem. 2*3 9e visse'a. certas... certo. eminente. .... 2$3 As pessoas nem importaram'se com o ocorrido...... Assinale a alternativa em que a colocação pronominal est4 correta...

.. pois o desaparecimento de um deles fa1 sempre com que aumente a popula!ão de outros.. o mico. 6+s (omens retiram das plantas apenas os frutos necess4rios..7' recíprocasQ d3 6. ?C1. ?C1.7Q na continuidade do texto.convivendo em harmonia. a lista oficial das esp%cies que estão desaparecendo á chega a <R Pdentre elas. Por e&emplo? o aumento do n'mero de piranhas nos rios -rasileiros % conseqTBncia do e&term"nio de seus trBs inimigos naturais G o dourado.. a anta... 6.7' ecológica..controlar a e&plora!ão das florestas..7' impensadamenteQ c3 6...controlar a e&plora!ão das florestas.. animais. florestas e oceanos convivendo em (armonia. E a e&tin!ão desses animais aca-ará provocando o desequil"-rio do meio am-iente.7' (armoniosasQ 03 6.7Q esta parte da cena proposta pelo autor defende que> a3 não deixe para aman(ã o que pode fa8er (o)eQ 03 -eus prover4 o dia de aman(ãQ c3 se sou0er usar não vai faltarQ d3 a ci<ncia prev< para poder proverQ e3 quem espera sempre alcança. ?BF.não matam animais sem motivo. + item em que o elemento su0lin(ado tem um voc40ulo correspondente indicado de forma adequada é> a3 6.(omens.. a ema e o papagaioO... Apesar de nossa fauna ser muito variada. mas tam-%m evitar uma de suas piores conseqTBncias? a morte e o desaparecimento total de muitas esp%cies de animais..influ<ncias que uns exercem so-re os outros. o autor mostra que> a3 esqueceu'se de referir'se aos riosQ 03 o (omem é o agente desequili0rador da nature8aQ c3 os animais não matam seus semel(antes sem motivoQ d3 a poluição do ar tam0ém tem causas naturaisQ e3 os seres vivos vivem em equilí0rio no mundo atual... @o final do primeiro par4grafo aparecem dois par<nteses com pontosQ isso significa que> a3 o autor deixou de di8er outras coisas importantesQ 03 o texto deixou de reprodu8ir uma parte do texto originalQ . 6' equili0radamenteQ e3 6.estão em equil"-rio. a on!a. + autor prop e ao leitor que imagine uma cena para que ela funcione como> a3 um ideal a ser alcançadoQ 03 uma fantasia que nunca se reali8ar4Q c3 um o0)etivo a que se deve dar as costasQ d3 uma finalidade dos grupos religiososQ e3 uma mensagem de fraternidade cristã.. ?BC. ?CG. leão. a ariranha e o acar%...

. ?C5. ariran(as e douradosQ 03 o excesso de piran(as nos rios 0rasileirosQ c3 a mortandade de outros peixes provocada pelas piran(asQ d3 a desarmonia populacional das espécies animaisQ e3 a falta de alimento para o povo 0rasileiro. indicando os males que daí adv<mQ c3 a provocação do leitor. ?CB. + risco a que se refere o autor do texto com o . prometendo'l(e uma recompensa por seus atos.<nciaQ 03 efeito V causaQ c3 agente V pacienteQ d3 fato V agenteQ e3 motivação V ação.7Q o que vai entre par<nteses. é> a3 a retificação de uma am0ig. + que o primeiro par4grafo tenta defender é> a3 o equilí0rio ecológicoQ 03 a extinção dos animaisQ c3 a despoluição am0ientalQ d3 o reflorestamentoQ e3 a proteção dos rios e oceanos. deixando'o envergon(ado por suas atitudesQ e3 a tentação do leitor.. mostrando as 0ele8as do mundo naturalQ 03 intimidação do leitor. ?C=. . 6@ossa preocupação 2de 0rasileiros3. ?C?.c3 parte do original do texto estava ilegívelQ d3 nesse espaço (avia uma ilustração que foi omitidaQ e3 (avia originalmente trec(os em outras línguas. nesse caso.ltimo período do texto é> a3 a extinção dos )acarés. desafiando'o a mudar seu comportamentoQ d3 o constrangimento do leitor. &alando dos perigos que o desaparecimento dos animais provoca em nosso am0iente.idadeQ 03 a explicação de um termo anteriorQ c3 a particulari8ação de um significadoQ d3 a inclusão de uma idéia )4 explícitaQ e3 um coment4rio para o leitor. ?C:. A relação entre a morte do dourado e a piran(a é a de> a3 causa V conseq. o autor apela para a> a3 sedução do leitor.

nesse momento. Ao classificar os atos restritivos . deveria permanecer ocultoQ c3 o su0stantivo restriç es indica a presença de limitaç es oficiais na política migratória do paísQ d3 o ad)etivo impostas se liga o0rigatoriamente a um poder discricion4rio. Qá no 9rasil atual. racial.de. A seleção voca0ular do primeiro período do texto permite di8er que> a3 o ad)etivo recentes tra8 como infer<ncia que as revelaç es referidas no texto ocorreram nos dias imediatamente antes da ela0oração do artigoQ 03 a escol(a do su0stantivo revelaç es se refere a um con)unto de informaç es que. ?F1. come!am a ser alvo da violBncia e da segrega!ão. há mais de meio s%culo. a hist$ria se repete com o mesmo enredo centenário? imigrantes são -em. como informação nova. para o 0em do país. Foram atos in ustos. podemos di8er que (avia. geogr4fica e cultural. udeus e asiáticos durante os governos de Eutra e Nargas chocaram os -rasileiros amantes da democracia. cometidos contra estes segmentos do povo -rasileiro que tanto contri-u"ram para o engrandecimento de nossa na!ão. imigração de in)ustos. R/@+&+$%A / DA*%9J+. como o presente nas ditaduras de -utra e IargasQ e3 em ra8ão das refer<ncias (istóricas imprecisas do texto.o-ra local em momentos de reconstru!ão nacional ou de forte e&pansão econ)mica> ap$s anos de dedica!ão e enga amento ( vida local. ?FG. ( imigra!ão de negros. o segundo> a3 explicita quais as revelaç es referidasQ 03 indica. ?CF.TEXTO. /m relação ao primeiro período do texto. que os atos cometidos eram negativosQ c3 esclarece qual a ra8ão dos atos referidos terem c(ocado os 0rasileirosQ d3 mostra a conseq. uma discriminação de origem> a3 racial e religiosaQ 03 exclusivamente racialQ c3 econ#mica e racialQ d3 racial e geogr4ficaQ e3 religiosa. enquanto que no continente europeu marcha. 4a Europa. As recentes revela!+es das restri!+es impostas. econ#mica. o segmento (4 mais de meio século se refere a uma quantidade de anos superior a =G e inferior a 1GG. o autor do texto mostra> a3 somente a opinião dos 0rasileiros amantes da democraciaQ 03 a sua opinião e a de alguns 0rasileirosQ .se a passos largos na dire!ão de conflitos raciais onde a marca principal % o $dio dos radicais de direita aos imigrantes. ?CC. )udeus e asi4ticos. vindos para refor!ar a mão. 9e as restriç es de imigração eram impostas a negros.<ncia dos fatos relatados anteriormenteQ e3 comprova as afirmativas iniciais do )ornalista com dados (istóricos. a imigra!ão de estrangeiros parece li-erali1ada e imune (s manchas do passado.

c3 a sua opinião e a dos leitoresQ d3 somente a sua opiniãoQ e3 a sua opinião e a dos 0rasileiros em geral. ?F1. Ao escrever que os atos in)ustos foram cometidos 6contra esses segmentos do povo 0rasileiro...7, o autor do texto mostra que> a3 a população 0rasileira da era Iargas sofria pela discriminação oficialQ 03 negros, )udeus e asi4ticos são vistos como 0rasileiros pelo autor do textoQ c3 o povo 0rasileiro é constituído de raças e credos distintosQ d3 alguns segmentos de nosso povo foram autores de atos in)ustosQ e3 o $rasil e seu povo )4 passaram por momentos (istóricos difíceis. ?F5. Assim como engrandecimento, derivado de engrandecer, outros ver0os possuem su0stantivos derivados de ver0os com o sufixo W mentoQ o item em que todos os ver0os citados possuem su0stantivos desse tipo é> a3 esmagar W coroar W desenvolverQ 03 desco0rir W prover ' entregarQ c3 rece0er W pagar W pu0licarQ d3 preparar W envolver W reterQ e3 deslocar W colocar W alocar. ?F:. + segundo par4grafo do texto é introdu8ido pelo segmento 6K4 no $rasil atual...7Q tal segmento indica> a3 uma oposição de local e tempoQ 03 uma oposição de tempoQ c3 uma conseq,<ncia do primeiro par4grafoQ d3 uma comparação de duas épocasQ e3 uma indicação das causas dos fatos relatados. ?F=. Ao escrever que a imigração de estrangeiros parece 6imune .s manc(as do passado7, o autor do texto quer indicar que> a3 os estrangeiros )4 esqueceram as in)ustiças de que foram vítimasQ 03 a imigração ainda tra8 marcas dos atos in)ustos do passadoQ c3 os imigrantes atuais descon(ecem os fatos passadosQ d3 nada mais (4 que possa manc(ar o nosso passado (istóricoQ e3 o processo migratório atual em nada lem0ra os erros do passado. ?F?. 6...enquanto que no continente europeu marc(a'se a passos largos na direção de conflitos raciais...7Q o item a0aixo em que 9/ tem o mesmo valor sint4tico que apresenta no segmento em destaque é> a3 A (istória se repete na /uropaQ

03 + líder declarou que, se levado ao poder, deportar4 imigrantesQ c3 As manifestaç es contra imigrantes se transformaram em praga internacionalQ d3 /ncontram'se muitas in)ustiças nas relaç es com os imigrantesQ e3 Precisa'se de novos imigrantes para a lavoura 0rasileira. ?FB. -e todas as idéias expressas a0aixo, aquela que @P+ est4 contida direta ou indiretamente no texto é> a3 +s imigrantes são 0em'vindos no $rasil de (o)eQ 03 A atual situação dos imigrantes na /uropa fa8 prever conflitos futurosQ c3 +s estrangeiros aca0am sendo perseguidos, em alguns países, apesar de seus 0ons serviçosQ d3 A expansão econ#mica da /uropa provocou a saída de emigrantesQ e3 +s imigrantes são fator de cola0oração para o progresso das naç es. TEXTO 0. P/EDoL/+. /s fatos desta ve1 deram ra1ão a 3onteiro Fo-ato. E&iste o petr$leo. Jesta sa-er, e o grande escritor morreu antes que pudesse o-servá,lo, resta sa-er se o co-i!ado l"quido -rindará os -rasileiros com uma vida decente, ou fará do pa"s outra Nene1uela, onde, há um quarto de s%culo, se p+e fora, sem proveito para o povo, a maior fartura petrol"fera da Am%rica Fatina. TEXTO 2. P/EDoL/+. Esse produto % o sangue da terra> % a alma da ind'stria moderna> % a eficiBncia do poder militar> % a so-erania> % a domina!ão. TB,lo % ter o s%samo a-ridor de todas as portas. 4ão tB,lo % ser escravo. ?FC. + que é explícito num enunciado pode gerar informaç es implícitasQ os dois primeiros períodos do texto 1 nos permitem dedu8ir alguns dados implícitos, /R*/E+> 2A3 Jonteiro Lo0ato defendia a exist<ncia de petróleo no paísQ 2$3 nem sempre as posiç es de Jonteiro Lo0ato tin(am apoio nos fatosQ 2*3 Jonteiro Lo0ato era figura con(ecida na época de ela0oração do textoQ 2-3 os fatos não são apoio incontest4vel de argumentosQ 2/3 os fatos a que alude o texto di8em respeito . desco0erta de petróleo no $rasil. ?FF. 6+s fatos desta ve8 deram ra8ão a Jonteiro Lo0ato.7Q a2s3 forma2s3 %@A-/MNA-A2s3 de reescrever'se esse mesmo período, mantendo'se o sentido original, é2são3> % ' A Jonteiro Lo0ato foi dada ra8ão pelos fatos, desta ve8Q %% ' A Jonteiro Lo0ato deram ra8ão, desta ve8, os fatosQ %%% ' A Jonteiro Lo0ato, foi'l(e dada ra8ão pelos fatos, desta ve8. 2A3 nen(umaQ 2$3 %%%Q 2*3 %'%%%Q

2-3 %%Q 2/3 %%'%%%. BGG. + texto 1 apresenta duas ve8es o segmento resta sa0erQ tal fato deve ter ocorrido por> 2A3 distração do autor do textoQ 2$3 querer o autor referir'se a mais de um fatoQ 2*3 distanciamento dessa forma ver0al de seu complementoQ 2-3 necessidade de enfati8ar o valor de Jonteiro Lo0atoQ 2/3 impossi0ilidade de su0stituí'lo por uma forma sinonímica. BG1. A relação entre o texto 1 e o texto 1 est4> 2A3 na presença de Jonteiro Lo0ato ligada ao mesmo tema> o petróleoQ 2$3 no fato de as palavras de J. Lo0ato 2texto 13 se reali8arem no texto 1Q 2*3 na semel(ança de preocupaç es com a rique8a do petróleoQ 2-3 na exploração dos países mais ricos so0re os mais po0resQ 2/3 no valor do petróleo como instrumento de dominação. BG1. 6...e o grande escritor morreu antes que pudesse o0serv4'lo,...7 2texto 13Q neste segmento do texto, o pronome L+> 2A3 su0stitui petróleo, referido anteriormente no textoQ 2$3 se refere a um termo ainda não expresso no textoQ 2*3 se liga a fatos, no primeiro período do textoQ 2-3 deveria estar colocado antes do auxiliar> o pudesse o0servarQ 2/3 é expletivo, ou se)a, pode ser retirado do texto sem pre)uí8o da mensagem. BG5. 6...resta sa0er se o co0içado líquido 0rindar4 os 0rasileiros...7Q para evitar a repetição do termo petróleo, o autor do texto se utili8ou, no segmento em destaque, de um processo que tam0ém aparece em> 2A3 6... e o grande escritor morreu antes que pudesse o0serv4lo...7Q 2texto 13 2$3 6...se p e fora, sem proveito para o povo, a maior fartura petrolífera da América Latina.7Q 2texto 13 2*3 6...0rindar4 os 0rasileiros com uma vida decente, ou far4 do país outra Iene8uela,...7Q 2texto 13 2-3 6/sse produto é o sangue da terraQ é a alma da ind;stria modernaQ7Q 2texto 13 2/3 6@ão t<'lo é ser escravo.7 . BG:. Ao di8er 6...se o co0içado líquido 0rindar4 os 0rasileiros com uma vida decente, ou far4 do país outra Iene8uela,...7, o autor do texto 1 mostra que> 2A3 o $rasil ter4 uma vida pouco decente se a Iene8uela igualar'se a eleQ 2$3 na Iene8uela não (4 tanto petróleo quanto no $rasilQ 2*3 o petróleo é o ;nico respons4vel pelo progresso de um paísQ 2-3 dese)a que o $rasil ten(a tanto petróleo quanto tem a Iene8uelaQ

2/3 nem sempre o petróleo é garantia de 0em'estar. BG=. A idéia de o petróleo ser uma panacéia universal aparece no texto de Jonteiro Lo0ato 2texto 13, e de forma mais específica no segmento> 2A3 6/sse produto é o sangue da terra7Q 2$3 6é a alma da ind;stria moderna7Q 2*3 6é a efici<ncia do poder militar7Q 2-3 6é a so0eraniaQ é a dominação7Q 2/3 6t<'lo é ter o sésamo a0ridor de todas as portas7. BG?. Ao di8er, no texto 1, que o petróleo é 6o sangue da terra7, Jonteiro Lo0ato apela para um processo expressivo que é estruturado> 2A3 numa comparação entre dois elementos por meio de uma semel(ançaQ 2$3 numa representação m4gica, de fundo inverossímilQ 2*3 por meio de uma personali8ação do primeiro elementoQ 2-3 por meio de uma su0stituição de um termo concreto por um a0stratoQ 2/3 por meio da troca entre causa e efeito. BGB. 6E<'lo é ter o sésamo a0ridor de todas as portas. @ão t<'lo é ser escravo.7 2texto 13Q essa afirmação> 2A3 é repetida no texto 1Q 2$3 é contrariada integralmente pelas afirmaç es do texto 1Q 2*3 é formada por termos antitéticosQ 2-3 funciona como explicação das afirmaç es anteriores do texto 1Q 2/3 aparece como resumo do texto 1. TEXTO. *%-A-A@%A / %HNAL-A-/. 3ais do que em outras %pocas da nossa hist$ria, o momento em que ingressamos num novo s%culo e&ige a constru!ão da cidadania e a implementa!ão dos direitos humanos como tarefa de urgBncia. Jeali1á,la implica uma s%rie de atitudes que envolvem, antes de mais nada, o indiv"duo, o seu grupo, a comunidade e os diversos segmentos da sociedade. Imp+e,se a cada pessoa o desafio de acreditar G ou voltar a acreditar, se perdeu tal cren!a G na possi-ilidade de uma sociedade usta e solidária, e&ercitando uma nova consciBncia cr"tica, conhecendo a realidade em suas várias nuances e mudando o que precisa ser mudado para uma vida melhor. Ter consciBncia cr"tica significa tam-%m sa-er analisar, com realismo, as causas e os efeitos das situa!+es que precisam ser enfrentadas, para, a partir dessa atitude, desco-rir os melhores caminhos na -usca da transforma!ão social, pol"tica, econ)mica e cultural. Significa, do mesmo modo, a-rir,se para as mudan!as e capacitar,se, de todas as formas, para a-sorvB,las. #á ho e cada ve1 mais espa!os para a!+es de parceria voltadas ao desenvolvimento sustentado e ( reali1a!ão dos direitos humanos. / desafio apresenta,se de duas formas. Ee um lado, % preciso a-rir,se para al%m dos c"rculos fechados em que as pessoas normalmente vivem, estimulando o respeito e a coopera!ão por uma sociedade com menores desigualdades, e de outro, para e&ercer o direito de co-rar das institui!+es do Estado a sua responsa-ilidade na preserva!ão dos direitos humanos. / desafio essencial de cada um de n$s % e

sempre será fa1er respeitar a nossa condi!ão de ser humano vocacionado a uma vida digna e solidária. / princ"pio de igualdade % a -ase da cidadania e fundamenta qualquer constitui!ão democrática que se proponha a valori1ar o cidadão. 4ão % diferente com a nossa. 4a @onstitui!ão de :;<<, o direito ( igualdade destaca,se como tema prioritário logo em seu artigo [j? HTodos são iguais perante a lei, sem distin!ão de qualquer nature1a, garantindo,se aos -rasileiros e aos estrangeiros residentes no pa"s a inviola-ilidade do direito ( vida, ( li-erdade, ( igualdade, ( seguran!a e ( propriedade P...OI BGC. A reali8ação da 6tarefa de urg<ncia7, de que trata o primeiro par4grafo do texto, exige> 2A3 iniciativas enérgicas por parte do poder estatal. 2$3 a defesa do convívio em círculos sociais restritos. 2*3 uma nova reforma constitucional. 2-3 uma alteração no fundamento da *onstituição de 1FCC. 2/3 novas atitudes dos indivíduos e dos grupos sociais. BGF. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. As Lduas formasL de desafio de que trata o 5c par4grafo acentuam a importAncia do papel da iniciativa do /stado. %%. A frase @ão é diferente com a nossa, no pen;ltimo par4grafo, lem0ra que o princípio da igualdade é 04sico tam0ém na *onstituição 0rasileira. %%%. + direito . igualdade, tratado no artigo =c da *onstituição de 1FCC, é amplo em relação aos cidadãos 0rasileiros e restrito em relação a todos os demais. /m relação ao texto, est4 correto o que se afirma em> 2A3 %, somente. 2$3 %%, somente. 2*3 % e %%, somente. 2-3 %% e %%%, somente. 2/3 %, %% e %%%. B1G. + texto manifesta a necessidade premente de se evitar> 2A3 uma an4lise realista das causas e efeitos das situaç es que precisam ser enfrentadas. 2$3 a pr4tica de co0rar de setores do Hoverno suas responsa0ilidades constitucionais. 2*3 a tend<ncia de se viver no interior de círculos sociais fec(ados e estanques. 2-3 a discriminação social, a não ser nos casos previstos no artigo citado da atual *onstituição. 2/3 qualquer desafio que diga respeito a mudança de atitude ou de (40itos tradicionais. B11. @o contexto do 1c par4grafo, os elementos que constituem a enumeração o indivíduo, o seu grupo, a comunidade e os diversos segmentos sociais> 2A3 estão dispostos numa ordem casual e ar0itr4ria. 2$3 o0edecem . seq,<ncia lógica do mais geral para o mais particular. 2*3 são todos eles alternativos e excludentes entre si.

2-3 estão dispostos numa progressão do particular para o geral. 2/3 são todos eles sin#nimos entre si. B11. *onsiderando'se o contexto, tradu8'se corretamente o sentido de uma frase do texto em> 2A3 em suas v4rias nuances b em seus diversos aspectos. 2$3 implementação dos direitos (umanos b preservação da assist<ncia (umanit4ria. 2*3 vocacionado a uma vida solid4ria b am0ientado no regime da privacidade. 2-3 tema priorit4rio b questão de alguma relevAncia. 2/3 inviola0ilidade do direito . vida b protelação da garantia de vida. B15. A frase Eer consci<ncia crítica significa tam0ém sa0er analisar, com realismo, as causas e os efeitos das situaç es, que precisam ser enfrentadas articula o segundo ao primeiro par4grafo. *onsiderando'se essa articulação, a palavra tam0ém tem o sentido de> 2A3 ainda assim. 2$3 apesar de tudo. 2*3 além disso. 2-3 so0retudo. 2/3 antes de mais nada. B1:. /st4 correta a grafia de todas as palavras do seguinte coment4rio so0re o texto> 2A3 Nma das iniciativas encontorn4veis da cidadania est4 em se e8ercer a consci<ncia crítica, aplicada aos fatos da realidade. 2$3 Decusando os privilégios dos que se (a0ituaram a viver em grupos aut#nomos, o texto prop e o acesso de todos a todas as instAncias sociais. 2*3 @inguém deve se e8imir de co0rar do /stado a pre8ervação do princípio de igualdade como um direito 04sico da cidadania. 2-3 *onstitue dever de todos manter ou readquirir a crença em que se)a possível a vi)<ncia social dos princípios da igualdade e da solidariedade. 2/3 + que se atri0ue a um cidadão, como direito 04sico, deve constituir'se em direito 04sico de todos os cidadãos, indescriminadamente. B1=. As normas de concordAncia ver0al estão plenamente respeitadas na seguinte frase> 2A3 \ uma tolice imaginar'se que não se devam satisfaç es .queles que não pertençam ao Am0ito do nosso próprio grupo social. 2$3 @ão nos ca0em, nos dias que correm, ignorar o fato de que novas atitudes são a0solutamente necess4rias a uma nova ordem social. 2*3 A 0ase da cidadania se firmam nos princípios que postulam a inviola0ilidade dos direitos 04sicos de todo cidadão. 2-3 Assim como nas dos outros países, encontram'se em nossa *onstituição, em palavras que não deixam d;vida, o princípio democr4tico da igualdade. 2/3 As duas formas em que se apresentam para nós o desafio de acreditar na igualdade são a a0ertura para os outros e a vigilAncia quanto .s funç es do /stado.

B1?. Eranspondo'se para a vo8 passiva a frase + desafio essencial ser4 fa1er respeitar a nossa condição de ser (umano, o segmento su0lin(ado ser4 su0stituído por> 2A3 fa8er com que respeitemos. 2$3 fa8ermo'nos respeitados. 2*3 ter feito respeitar. 2-3 fa8er ser respeitada. 2/3 fi8ermos respeit4'la. B1B. /st4 clara e correta a redação da seguinte frase> 2A3 Iiver em círculos fec(ados é o que muita gente gosta apesar de serem pouco 0eneficiados em ra8ão disto. 2$3 Muando se o0edece princípios de igualdade a cidadania de que todos alme)amos torna'se não apenas prov4vel quanto possível. 2*3 \ 0em mel(or go8ar de um direito coletivamente do que cada um por si, o mesmo ocorrendo com os demais. 2-3 Ierifica'se (o)e muitas aç es de parceria, onde a meta é o desenvolvimento sustentado, além de ser voltado . reali8ação dos direitos (umanos. 2/3 9e (4 algumas ra8 es para que se ten(a deixado de crer na possi0ilidade de uma sociedade )usta, (4 muitas mais para que se aceite o desafio de voltar a crer. TEXTO. 6PD/*AN^w/9. Produto inflamável. 3anter longe do fogo e de superf"cies aquecidas. 3anter afastado de crian!as e de animais dom%sticos. Evitar contato prolongado com a pele, lavando as mãos ap$s o uso. Se houver contato com os olhos, lavar com -astante água. Se inalado em e&cesso, remover a pessoa para local ventilado. Se ingerido, não provocar v)mito. 9e-er vagarosamente água em a-und8ncia e encaminhar ao m%dicoI. B1C. -e acordo com o rótulo, o produto> A. fere a pele. $. manc(a a roupa. *. é sólido. -. serve para colar. /. pega fogo com facilidade. B1F. Assinale a opção incorreta de acordo com o uso das palavras no rótulo acima. A. 6PD/*AN^w/97 é sin#nimo de *N%-A-+9. $. 6inalado7 tem o mesmo sentido de digerido. *. 6ventilado7 é sin#nimo de are)ado. -. 6ingerido7 tem o mesmo sentido de engolido. /. 6a0undAncia7 é sin#nimo de grande quantidade.

B1G. 64ão reutili1ar a em-alagem va1ia para outros fins7. Assinale a opção que mais se aproxima do que quer di8er o aviso anterior, colocado na em0alagem de um detergente. A. A em0alagem pode servir para guardar alimentos. $. 9omente aproveite a em0alagem quando ela estiver completamente va8ia. *. Muando utili8ar a em0alagem novamente, ten(a cuidado. -. A em0alagem é ;til para v4rias finalidades. /. Muando o detergente terminar, inutili8e a em0alagem. B11. 6@onvidamos todos os empregados para as comemora!+es do quinto aniversário da empresa @atil, que serão reali1adas no dia a6 de novem-ro, no pátio central. A programa!ão % a seguinte? :S h G @ulto ecumBnico de a!ão de gra!as. :< h G @erim)nia de entrega do prBmio ao operário nota :6. 56 h G @hurrasco e seresta ( lu1 de lamparinas. Esclarecemos que os convites para os familiares e acompanhantes devem ser retirados na secretaria, com antecedBncia m"nima de trBs dias da data do evento7. *om 0ase no texto acima, assinale a opção incorreta. A. !aver4 uma cerim#nia de entrega de um pr<mio de 1G mil reais para o mel(or oper4rio do ano. $. + texto é um convite dos diretores da empresa *atil. *. +s empregados podem levar outras pessoas para as comemoraç es. -. A empresa est4 completando mais um ano de exist<ncia. /. Até tr<s dias antes das comemoraç es, os convites estarão . disposição na secretaria. B11. 6Qoaquim, por favor, antes de encaminhar a correspondBncia ao setor de e&pedi!ão, organi1e a sala de reuni+es para o seminário e distri-ua as pastas conforme os lugares dos participantes> em seguida, avise ao Er. Qos% que chegarei (s :6 horas> pe!a, então, ao pessoal da copa, caf% e água para todos. Agrade!o, Er. Jo-erto7. *onforme o 0il(ete acima, a tarefa que Koaquim deve cumprir por ;ltimo é> A. organi8ar a sala de reuni es. $. distri0uir as pastas dos participantes. *. avisar ao -r. Kosé que o -r. Do0erto c(egar4 .s 1G (oras. -. encamin(ar a correspond<ncia ao setor de expedição. /. pedir café e 4gua para todos. B15. 6ANIS/. /s funcionários que tra-alham no turno da noite devem redo-rar a aten!ão quanto ( economia de energia el%trica, pois ainda não conseguimos cumprir nossa meta de redu!ão de gastos7. As palavras 6redo0rar7 e 6redução7, escritas em negrito no texto, t<m, respectivamente, o mesmo significado de> A. co0rar e confirmação. $. reforçar e diminuição. *. redu8ir e limitação.

-. pedir e ampliação. /. solicitar e redirecionamento. B1:. 6Se os funcionários hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh realmente, hhhhhhhhhhhhhh cumprir a meta de economia de energia7. Assinale a opção que contém as palavras que completam corretamente a frase acima, na ordem apresentada. A. cola0orem, pudéssemos $. cola0orarem, pudéssemos *. cola0orassem, poderíamos -. cola0ore, poderemos /. cola0orem, podia B1=. 6/s funcionários tentaram, mas não conseguiram cumprir a meta de economia de energia7. @a oração anterior, a palavra que não pode su0stituir 6mas7, pois provoca alteração do sentido, é> A. porque. $. porém. *. contudo. -. no entanto. /. todavia. B1?. 6Informamos aos encarregados que os pacotes de detergente não hhhhhhhhhhhh nas gavetas do armário do almo&arifado e devem ser refeitos7. Assinale a opção com a palavra que completa corretamente a frase. A. co0eram $. ca0eram *. cou0eram -. cu0eram /. cu0erão B1B. Assinale a opção correta dos pontos de vista da grafia, da acentuação e da pontuação. A. Eodo usu4rio final, é o0rigado a devolver a 0ateria usada a um ponto de venda. $. @ão descarte a 0ateria usada no lixo doméstico ou particular, pois ela, contem su0stAncias químicas perigosas. *. -evolva a 0ateria usada ao revendedor, que t<m o0rigação de aceit4'la, no ato da troca. -. +s revendedores são o0rigados a aceitar a devolução da 0ateria usada, 0em como a devolv<'la ao fa0ricante para reciclagem. /. A composição 04sica de uma 0ateria é perigosa> xum0o, 4cido suf;rico diluido e pl4stico. TEXTO. 6A mis%ria tem um componente inercial. / pro-lema não foi criado por este ou aquele governo, mas

ao longo da hist$ria do Pa"s, e se avoluma ano a ano. Entre as fam"lias mais po-res, registra,se ho e uma ta&a de natalidade de cinco filhos, maior que a m%dia entre as fai&as mais altas da pir8mide social. Perpetua,se assim a po-re1a, que cresce num ritmo maior que a capacidade de gera!ão de rique1a e empregos da economia. / primeiro contingente de miseráveis surgidos no pa"s foram os escravos. 3esmo depois da A-oli!ão, eles continuaram vivendo numa situa!ão de po-re1a e&trema. Essa heran!a reflete,se at% ho e em estat"sticas como as ta&as de analfa-etismo e de mortalidade infantil, proporcionalmente maiores na popula!ão negra. 4os anos a6, o Pa"s come!ou a dar seus primeiros passos para se tornar mais ur-ano e industrial. / então presidente Let'lio Nargas promoveu mudan!as significativas nas rela!+es tra-alhistas, o que certamente -eneficiou muita gente, mas foi um desenvolvimento seletivo. 2uem tinha emprego e estava nas cidades passou a ter a profissão regulamentada e a ganhar :aj salário, entre outros -enef"cios. 3elhorou de vida. /s que na %poca estavam fora do mercado de tra-alho continuaram na po-re1a. A partir dos anos [6, durante o governo de Quscelino *u-itsche^, o 9rasil entrou num processo de industriali1a!ão convulsiva, sim-oli1ado pelo slogan .@inqTenta anos em cinco.. Financiadas pelo Estado, surgiram a malha rodoviária, a ind'stria automo-il"stica, diversas universidades e as grandes usinas de energia. Ee c<o PI9 mundial na d%cada de R6, o Pa"s saltou para a <a posi!ão, vinte anos depois. / progresso trou&e alguns efeitos colaterais? aumentou as diferen!as regionais entre o Sudeste, onde se concentraram os investimentos da ind'stria, e o 4ordeste, que permaneceu atrelado a uma economia rural atrasada su eita a intemp%ries como a seca. As fai&as mais altas da pir8mide social foram as mais -eneficiadas por esse processo de desenvolvimento, que teve seu auge na d%cada de S6. Sua renda cresceu num ritmo mais acentuado que o das camadas po-res. Foi sempre assim. @om uma singela e&ce!ão? o per"odo inicial do Plano Jeal, quando milh+es de po-res se -eneficiaram do fim do imposto inflacionário e passaram a ter renda m"nima para a so-revivBnciaI. B1C. 6&oi sempre assim7. *onsiderando'se o contexto, é correto afirmar que a frase> 2A3 analisa os fatos a que o autor se refere no par4grafo anterior. 2$3 introdu8 uma ressalva ao con)unto de situaç es a0ordadas. 2*3 indica a causa que desencadeou os fatos anteriores. 2-3 conclui a argumentação que vem sendo desenvolvida no texto. 2/3 esta0elece a condição necess4ria para uma solução dos pro0lemas apontados. B1F. \ correto afirmar que, de acordo com o texto> 2A3 as taxas de natalidade, maiores que as de mortalidade infantil, são índices que confirmam a mel(oria das condiç es de vida da população 0rasileira. 2$3 a ind;stria 0rasileira, especialmente a automo0ilística, trouxe 0em'estar para toda a população do norte ao sul do País. 2*3 convém que o /stado evite a inger<ncia dos órgãos oficiais na economia do País, a qual deve 0asear'se na propriedade e nas atividades particulares. 2-3 a faixa mais alta da pirAmide social mantém'se em posição de destaque em ra8ão da média mais elevada de natalidade. 2/3 a população negra ainda permanece refém de pro0lemas não solucionados, que se originaram na época da escravidão. B5G. + componente inercial da po0re8a 21i lin(a3 a que se refere o texto di8 respeito> 2A3 ao índice de natalidade, que é maior nas camadas sociais mais 0aixas da população.

2$3 . aus<ncia de controle da produção industrial, principalmente na região sudeste. 2*3 ao desinteresse político dos governantes em controlar as taxas de natalidade. 2-3 ao atraso da economia 0rasileira, que ainda se fundamenta na atividade rural. 2/3 aos pro0lemas derivados do clima, especialmente .s secas da região nordeste. B51. 9ua renda cresceu num ritmo mais acentuado que o das camadas po0res. + pronome grifado na frase acima su0stitui, no texto> 2A3 seu auge. 2$3 o ritmo. 2*3 o progresso. 2-3 o período inicial. 2/3 um processo de desenvolvimento. B51. 6Mue tin(a emprego...7 + mesmo tempo e o mesmo modo da forma ver0al anterior acima repetem'se na frase> 2A3 e se avoluma ano a ano. 2$3 mas foi um desenvolvimento seletivo. 2*3 os que estavam fora do mercado de tra0al(o... 2-3 o País saltou para a Ca posição. 2/3 onde se concentraram os investimentos da ind;stria. B55. ...6que teve seu auge na década de BG7. + emprego da forma ver0al na frase indica> 2A3 uma ação terminada num tempo passado. 2$3 uma (ipótese a concreti8ar'se no futuro. 2*3 a continuidade da ação até o momento presente. 2-3 a repetição, no presente, de uma ação passada. 2/3 uma ação reali8ada dentro de limites de tempo imprecisos. B5:. A concordAncia deixa de seguir a norma padrão na frase> 2A3 Degistram'se, (o)e, nas famílias mais po0res, taxas de natalidade maiores que a média 0rasileira. 2$3 + n;mero de po0res cresce mais do que as possi0ilidades de geração de rique8a. 2*3 As condiç es de po0re8a são perpetuadas, num ciclo vicioso, pois não existem postos de tra0al(o suficientes. 2-3 Juitos empregados foram 0eneficiados com as mudanças nas relaç es tra0al(istas, mel(orando as condiç es de vida. 2/3 *om isso, cresceu as diferenças regionais entre o 9udeste e o @ordeste, região su)eita a um clima inóspito. B5=. 6+ pro0lema não foi criado por este ou aquele governo7. Eranspondo'se a frase para a vo8 ativa, a forma ver0al passa a ser> 2A3 criara.

2$3 criou. 2*3 criaram'se. 2-3 tin(a criado. 2/3 era criado. B5?. 6Muem tin(a emprego passou a ter a profissão regulamentada. Jel(orou de vida. *ontinuaram na po0re8a os que estavam fora do mercado de tra0al(o7. As tr<s afirmativas encontram'se unidas num só período, com correção e clare8a, mantendo o sentido original do texto, em> 2A3 /nquanto mel(orou de vida, quem tin(a emprego passou a ter a profissão regulamentada e, em compensação, continuou na po0re8a os que estavam fora do mercado de tra0al(o. 2$3 +s que tin(am emprego, (ouve mel(ora de vida, que passou a ter profissão regulamentada, e continuou na po0re8a os que estavam fora do mercado de tra0al(o. 2*3 Porque mel(orou de vida, quem tin(a emprego e passou a ter a profissão regulamentada, continuaram a po0re8a, visto que estavam fora do mercado de tra0al(o. 2-3 Muem tin(a emprego, passou a ter profissão regulamentada e mel(orou de vida, em0ora ten(am continuado na po0re8a os que estavam fora do mercado de tra0al(o. 2/3 /m que pese o emprego, mel(orou de vida com a profissão regulamentada, o que, em oposição, continuaram na po0re8a os que estavam fora do mercado de tra0al(o. B5B. /ncontram'se palavras escritas com desrespeito . norma culta da língua na frase> 2A3 !4, no país, 0ols es de po0re8a, em que inexistem recursos mínimos indispens4veis para a so0reviv<ncia da população. 2$3 A escass<s de c(uvas W um fato que caracterisa a região @ordeste W desencadeia sérios pro0lemas socioecon#micos de difícil solução. 2*3 + grande n;mero de miser4veis W que vivem a0aixo da lin(a de po0re8a W não tem acesso a, no mínimo, uma refeição nutritiva 04sica di4ria. 2-3 Nma grande porcentagem indica o n;mero de 0rasileiros que, apesar da origem (umilde, conseguiram prestígio profissional e ascensão social. 2/3 + $rasil é um país rico, o que torna inexplic4vel a po0re8a extrema de 15 mil( es de 0rasileiros, pro0lema até agora mal resolvido. B5C. /st4 correta a pontuação no período> 2A3 *omo conseq,<ncia do emprego inadequado de recursos, o $rasil aparece todos os anos nas listagens internacionais como um dos países com maior concentração de renda do planeta. 2$3 *omo conseq,<ncia do emprego inadequado de recursos, o $rasil aparece todos os anos nas listagens internacionais como um dos países, com maior concentração, de renda do planeta. 2*3 *omo conseq,<ncia do emprego inadequado de recursos o $rasil, aparece todos os anos nas listagens internacionais, como um dos países com maior concentração de renda do planeta. 2-3 *omo conseq,<ncia do emprego, inadequado de recursos, o $rasil aparece todos os anos nas listagens, internacionais como um dos países com maior concentração de renda do planeta. 2/3 *omo conseq,<ncia do emprego inadequado de recursos o $rasil aparece todos os anos, nas listagens internacionais como, um dos países com maior concentração de renda do planeta.

mas dei&asse a alma sossegada e limpa.7 o cronista> 2A3 ressalta. a escolher um pano colorido para amarrar ao pesco!o. possi0ilidade de viver sem precisar produ8ir nada. B:1. não assim. dá na gente um sonho de simplicidade. /m relação ao texto. di8er coisas. marcado por excessivo refinamento. fortes. nesse comércio de pequenas pil(as de palavras. pelo qual revela . Alimentar um tal um son(o de simplicidade é. São uma necessidade que inventei.me um instante. para instaurar uma vida mais simples e s40ia. seria preciso gan(ar a vida de outro )eito. que me fatigasse o corpo. Então. Todo mundo.. 2/3 %%. não assim. precisamos apenas viver sem nome. as mangueiras e o ri-eirão. NJ 9+@!+ -/ 9%JPL%*%-A-/. como os -ois. doces. nesse com%rcio de pequenas pilhas de palavras. %%.. uma característica exclusiva dos escritores que não mant<m relaç es mais concretas com o mundo. = apenas um instante.. me surpreendendo assim. 3as.TEXTO. entre duas providBncias a tomar. de um n'mero. / telefone toca. algo de 'til e concreto. Para que tomar nota0 4ão precisamos tomar nota de nada. Será um sonho vão0 Eetenho. por meio de reflex es constantes e disciplinadas. a importAncia de seu tra0al(o de escritor. sem executar qualquer tipo de tra0al(o. nem n'mero. /m seu son(o de simplicidade. esse of"cio a-surdo e vão de di1er coisas. Por que fumar tantos cigarros0 Eles não me dão pra1er algum> apenas me fa1em falta. 2$3 %%. distra"dos. afora o da pura imaginação. cortar lenha. di1er coisas. Por que -e-er u"sque. B5F. 7m momentoD Tiramos um lápis do -olso para tomar nota de um nome. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. %%. 2-3 o aperfeiçoamento do espírito. %%%. no meio dessa desarruma!ão fero1 da vida ur-ana. na perspectiva do cronista. com certe1a. @a frase> 6Jas.. por que procurar a vo1 de mulher na penum-ra ou os amigos no -ar para di1er coisas vãs.. com a repetição de di8er coisas. para instaurar uma vida mais simples e sá-ia. 2-3 %. que cada um de nós cria inconscientemente. 2*33 uma relação mais direta e vital do (omem com os demais elementos da nature8a. sa-er intrigas0 7ma ve1. *igarros. 2*3 %%%. -ons. 2/3 a paixão ing<nua que pode nascer com a vo8 de uma mul(er na penum0ra. seria preciso ganhar a vida de outro eito. tem de repente um sonho assim. esse ofício a0surdo e vão de di8er coisas. de repente. 2$3 as pequenas necessidades da rotina. o cronista Du0em $raga ideali8a so0retudo> 2A3 uma depuração maior no seu estilo de escrever. B:G. gravatas e telefones são elementos utili8ados pelo cronista para mel(or concreti8ar o mundo que representa uma antítese ao seu son(o de simplicidade.. %%%. Seria preciso fa1er algo de s$lido e de singelo> tirar areia do rio. -rilhar um pouco. tive de repente um ataque de pudor. entrando numa lo a para comprar uma gravata. est4 correto 9+J/@E/ o que se afirma em> 2A3 %. + cronista condiciona a conquista de uma vida mais simples . lavrar a terra. para me fa1er essa pergunta.

2$3 + que aflige o autor é os compromissos e os ofícios vãos. 2$3 )ustifica com a expressão comércio de pequenas pil(as de palavras a visão depreciativa que tem de seu próprio ofício. e anotamos nomes e n. 2-3 9e uma vida mais natural nos restitui a extinta simplicidade. 2$3 Muem vive de forma mais displiscente não é o (omem distraído das o0rigaç es. 2*3 tem sido dado. 2/3 se vale da expressão ofício a0surdo e vão para menospre8ar o tra0al(o dos escritores que se recusam a profissionali8ar'se. mas (4 que se recon(ecer nele a 0ele8a de uma vida a ser levada com muito mais distenção. /st4 correta a grafia de todas as palavras na frase> 2A3 + son(o do cronista parece estravagante.meros. com os quais se envolvem permanentemente. B::. Eodas as formas ver0ais estão corretamente flexionadas na frase> 2A3 9e todos se detessem mais do que um instante. um son(o seria mais que um son(o. 2-3 teriam dado. 2$3 é dado. B:5. que empecil(os tão fortes nos impedem de desfrut4'laO 2/3 A singele8a de uma vida natural exclue.aos outros as verdades mais profundas. 2*3 apresenta como conseq. 2/3 foi dado. dedu8o que se)as feli8. não son(aríamos tanto com elas. . 2/3 9e (ouvessem mais coisas simples em nossa vida. na sugeição aos vel(os (40itos e compromissos. 2-3 utili8a a expressão não assim para apontar uma restrição . As normas de concordAncia ver0al estão inteiramente respeitadas 9+J/@E/ na frase> 2A3 Muando se fatigam os corpos. B:1. é o0vio. Eranspondo'se para a vo8 passiva a frase 6/les não me dão pra8er algum7. aqueles valores supérfluos que encorporamos sem nunca os analisar. mas aquele que atri0ue importAncia exclusiva aos negócios e . rotina ur0ana. as almas restam mais sossegadas e limpas. 2$3 *omo nunca te conviu son(ar. 2*3 Nm telefone corta a0ruptamente nossa eva8ão imagin4ria. vida que seria preciso gan(ar de outro )eito.<ncia de instaurar uma vida mais simples e s40ia o fato de gan(ar a vida de outro )eito. 2*3 @ão dura senão um r4pido instante os vislum0res de uma vida mais simples. 2-3 Eodas as coisas que se son(a nascem de car<ncias reais. B:=. resultar4 a forma ver0al> 2A3 t<m dado.

. 2*3 9e estamos emersos num son(o e o telefone toca. B:C. pena do que viver assim mecanicamente. depois por conven!ão. que mecanicamente amarrara ao pescoço. sim um ataque de pudor. /st4 correto o emprego da expressão su0lin(ada na frase> 2A3 Eirar areia do rio e cortar len(a são atividades a que o cronista se entregaria com amor. . mecanicamente. para mudar nossa vidaO B:B. B:?. sim. amarrara ao pescoço. 2/3 Apenas viver simplesmente torna'se um son(o em nosso tempo. /st4 inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase> 2A3 Eive. de que pretendia ficar elegante com um pano. cu)o vício alimentamos sem pensar. quando ol(ando'me com a gravata. que se ostentam tão vaidosamenteO 2/3 A(. um ataque de pudorQ quando ol(ando'me com a gravata. excesso de rigor. saímos deste e perdemos toda a continuidade do devaneio que vale mais . 2-3 Eive. mesmo do que % moral. colorido. cu o acatamento coletivo muitas ve1es demanda as prescri!+es de um c$digo. se ret<ssemos por mais tempo os son(os que val(am a pena son(ar. de que pretendia ficar elegante com um pano colorido. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante com um pano colorido que. um ataque de pudor quando ol(ando'me. /corre que a legitimidade desse c$digo pode vir a se tornar mera e va1ia conven!ão. 2/3 *om que provid<ncias (averemos de tomar. nestes tempos modernos de (o)e que atravessamos. /s direitos e deveres esta-elecem. 2-3 A verdade é que nem mesmo certo pra8er é mais o0tido pelo cigarro. TEXTO.. por ve1es. aos quais o cronista dese)a pactuar. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante com um pano colorido que mecanicamente. amarrara ao pescoço. 2*3 Eive. quando seus postulados á não refletem a evolu!ão dos fatos da cultura. com tal atraso. firma. 2$3 /le )ulga ridícula a tira de pano colorido do qual se pretende ficar elegante. que ali4s acomete a qualquer um. com a qual amontoa pequenas pil(as de palavras in. ol(ando'me com a gravata.teis. sim. são exemplos de simplicidade.2*3 + cronista prov< de son(os sua vida. /st4 clara e correta a redação da seguinte frase> 2A3 -eu'l(e um son(o de simplicidade em face dessas desarrumaç es na vida.teis atividades que nem paramos para pensar nelas. ainda que se)am fuga8es. amarrara ao pescoço. talve8. / senso do que % usto. tomei consci<ncia. que mecanicamente amarrara. onde a rotina nos fa8 mergul(armos em in. As revis+es dos dispositivos da lei fa1emse. mecanicamente. 2/3 Eive. com a gravata. tomei consci<ncia de que pretendia ficar elegante> com um pano colorido que. um ataque de pudor quando. assim como ocorrem em outros fatos da vida. ol(ando'me com a gravata tomei consci<ncia. PDSE%*A9 / *+@I/@^w/9. do que % socialmente dese ável. 2-3 -e onde proviram as gravatas.se em valores culturais. quando considera seu ofício não mais que uma 0anal operação. significar4 de fato algo para nósO 2-3 + ri0eirão e o 0oi. sim. 2$3 Eive sim um ataque de pudor quando. ao pescoço. 2*3 A pessoa cu)o o nome anotamos. 2$3 + cronista demonstra.se primeiro na prática.

2*3 ocorrem simultaneamente..que apenas retiram de um te&to caduco aquilo que as pessoas há muito removeram de suas práticas sociais. /m relação ao texto est4 correto 9+J/@E/ o que se afirma em> 2A3 %. respectivamente. 2nascer3 todo direito..se há d%cadas. na prática social. o plano dos valores ideais e o plano dos valores (istóricos. %%.. a )ustiça (umana seria uma simples convenção. as pr4ticas sociais e o esta0elecimento dos textos legais> 2A3 ocorrem simultaneamente. sem influ<ncia de um em outro.. respectivamente. territ$rio que há muito % seu. estão longe de representar algum avan!o mais profundo. se não distinguimos entre o que é e o que não é um fato social. As recentes alteraç es no *ódigo *ivil 0rasileiro. 2/3 constituem.. firmaram.. %%%. 2-3 9e dos postulados dos códigos . com influ<ncias recíprocas. 2di8er3 respeito definir o que é ou não é legítimo. B=1. o plano da vida cultural e o plano das convenç es.. 9egundo o texto. 4o que di1 respeito ao papel da mulher na modernidade.. 2$3 As recentes alteraç es que . B=G. apenas ho e. o ver0o indicado entre par<nteses dever4 adotar uma forma do plural em> 2A3 As normas que num código legal se .. A legitimidade de um código legal depende de que este se apresente sem nen(um defeito formal.. antes de se sistemati8arem num texto legal. constituindo'se plenamente numa clara convenção.. desde que a mulher tomou para si a tarefa que lhe ca-ia? demarcar com clare1a e so-erania o territ$rio de sua atua!ão. 2estipular3 devem acompan(ar a pr4tica das aç es sociais. elogiáveis em tantos aspectos.... o plano das convenç es e o plano da vida cultural.. +s tempos ver0ais estão adequadamente articulados na frase> .. As recentes altera!+es no @$digo @ivil -rasileiro.... 2conquistar3 que muitos dispositivos legais se tornaram imediatamente o0soletos. B=1. 2/3 Ao longo das lutas feministas tanta coisa se . 2$3 %%. refletindo.. %%. não por conven!ão. 2(aver3 no *ódigo *ivil 0rasileiro são elogi4veis em muitos aspectos... 2-3 %. essas altera!+es não fa1em mais que formali1ar Pquase diria? envergonhadamenteO direitos conquistados ao longo das lutas feministas. *onsidere as seguintes afirmaç es> %.. As lutas feministas constituem um claro exemplo de que. 2-3 constituem. no que di8 respeito ao papel da mul(er na sociedade moderna. revelam'se anacr#nicas. os valores e os direitos se afirmam na pr4tica das aç es sociais.. %%%. 2/3 %%. respectivamente. 2*3 %%%. 2$3 constituem. B:F. Para preenc(er de modo correto a lacuna da frase. 2*3 @ão nos .. ignorando direitos (4 muito firmados na pr4tica. mas pela a!ão cotidiana que se fe1 hist$rica. valores que.

. 2$3 9e o sen(or preferir. travaram'se ao longo de muitas décadas. %%. 2$3 As novidades do novo *ódigo *ivil. somente. somente. + valor de um código esta0elecido por convenção deve ser comprovado na pr4tica. proporção que passassem os anos... + valor de um código.. *onsidere os seguintes casos> %.. /st4 inteiramente clara e correta a redação da frase> 2A3 \ na constAncia da pr4tica que os valores culturais se retificam...2A3 As mul(eres muito lutariam para que possam ter seus direitos respeitados.. são um tanto tímidas. e só muito depois (ouveram sido formali8ados. deve ser comprovado na pr4tica. agora o *ódigo *ivil 0rasileiro incorporou as mudanças ocorridas. %%%. .. por favor. levo'l(e ainda (o)e a nova redação do código. 2$3 %. somente.s mul(eres lutar para que se)am recon(ecidos os direitos que l(es neg4ssemos. 2-3 A grande tarefa do legislador. %%. esta0elecido por convenção. . passarão a acat4'los. 2/3 9e Iossa 9en(oria não fi8er o0)eção... 2-3 9ão de se elogiar as alteraç es apresentadas pelo *ódigo que recentemente se lançou. 2*3 &irma'se o senso do que é )usto . poder4 ver que são pequenas as alteraç es.... 2-3 %%. confirmando'se assim como valores onde sua legitimidade torna'se indiscutível. 2/3 *ou0e .. . 2*3 %.. valor nen(um outro deveria se so0repor. B=:. 2$3 /sses valores se instituíram na pr4tica.. 9omente agora o *ódigo *ivil 0rasileiro incorporou as mudanças ocorridas. sucesso ninguém mais duvida. 2/3 %.. B==. são por ve8es ignoradas. muito se falou... A alteração na pontuação provoca alteração de sentido em> 2A3 %. que ignoram os direitos da mul(er. . %%%. somente. +s (omens que ignoram os direitos da mul(er passarão a acat4'los. A . %%. +s (omens. A expressão de cu)o preenc(e corretamente a lacuna da frase> 2A3 \ um processo de luta .. aguardarei que termines a leitura integral do código.. B=5.. 2/3 As pr4ticas sociais. 2-3 *onserva contigo esse exemplar do novo códigoQ não v4 perd<'lo. 9omente. 2*3 As lutas feministas. é acompan(ar a evolução dos fatos da cultura. sucesso muitas se empen(am. B=?. %%%.nica frase corretamente construída é> 2A3 /spero que Iossa /xcel<ncia aprecieis o novo código... 2*3 9e passares os ol(os pela nova redação. esforço devemos recon(ecer. . %%%.

tivera alguma no-re1a. 9ig não era minha. na qual não se deve recorrer. não se passando o mesmo com a pr4tica das aç es. ninguém a condição LnaturalL de ca0eça de casal. :[ minutos depois veio um veterinário.quela LvirtuosaL resignação. como ia di1endo. Providenciei um. tal como pode o0servar quem ven(a acompan(ando o processo das 0atal(as feministas. 2-3 Pode ser que . luta. a coragem com que as feministas pioneiras se lançaram . esta é uma afirmação autorit4ria. Euas horas se passaram. ali4s. 2*3 +s povos primitivos orientam'se por uma tradição de valores mais precisos e mais permanentes que os nossos. pagando por isso um pre!o que at% ho e me maltrata. que á estava desativado. as alteraç es do novo código não o0tiveram mais do que 0uscar acompan(ar fatos (4 muito consolidados.2$3 /m0ora elogi4veis so0re muitos aspectos. 2*3 k vista do que disp e o novo código. mas estava para ter ninhada. A necessidade ou não do sinal de crase est4 inteiramente o0servada na frase> 2A3 -eve'se . Ee repente. e&pliquei a situa!ão. B=B.6 mil cru1eiros. 9ig procurou um canto e entrou naquilo que os entendidos chamam de Htra-alho de partoI. qual. recon(eça'se. Jio de Qaneiro . se reservava para o (omem. Naliam mais G tive de admitir. 4o dia . telefonei para o veterinário que era amigo do cunhado. + PADE+ / + EAP/E/. 2$3 /ncontra'se a disposição dos interessados a nova edição do *ódigo *ivil. achou tudo -em. 2/3 9e contra fatos não (4 argumentos. 9ig nem era minha. até então. TEXTO. exemplo do que ocorreu com o antigo. e meu cunhado via ara.s aç es nas quais cu)os seus valores nem sempre são imediatamente acompan(ados pela legislação vigorosa. torto e . E&aminou 9ig. . pediu um tapete. que entendia mais do assunto. B=C. 2$3 \ louv4vel. 2/3 @ão o0stante (a)a quem o discorde. não ca0er4 . Tive de apelar para uma emergBncia. . 2-3 !4 sempre quem discuta as leisQ mais difícil é (aver quem discuta os valores )4 esta0elecidos na pr4tica social. 2*3 + autor do texto ao tratar de pr4ticas e convenç es est4 referindo . Alertado pela co1inheira. / veterinário deitou 9ig em cima. curto pra8o o novo código este)a o0soleto em v4rios pontos. e de1 mil por filhote. . 4aquele tempo eu ainda não gostava de cachorros. no fundamental. 9ig teve nove filhotes e o veterinário me co-rou . 2-3 A demarcação de um campo de direitos não prescinde de muita luta. )4 se fi8eram o0)eç es . uma mul(er a culpa de não ter lutado por seus direitosQ todas as press es sociais sempre a condu8iram . direito. eram cru1eiros naquela %poca. era de um cunhado. \ preciso corrigir a redação da seguinte frase> 2A3 Li o novo código e. 2/3 @ão se impute . agora estava pu"do e des-otado. qual. 4ão o encontrei. pediu uma cadeira e um caf%. 3as. nada ten(o a l(e opor.s outras parcelas de in)ustiçados que integram a nossa sociedade. muitos acreditam que o que é )usto decorre do texto legal. luta das feministas o respeito aos direitos que ca0em tam0ém .

A associação entre o episódio narrado e a sucessão presidencial apóia'se> 2A3 no argumento de que dos dois nascer4 algo de grande valia e importAncia.se o veterinário oficial. Todos darão palpites. invoca a responsa0ilidade do legítimo propriet4rio. com a volta do cunhado. @ontei que ele se limitara a pedir um tapete e pusera 9ig em cima. 2/3 pagou pelos fil(otes um preço )usto. 2/3 em %. mas estava para ter nin(ada. 6$ig não era min(a. 2$3 tomou consci<ncia de que pagara mais do que valiam os fil(otes de $ig no mercado. B?G. que requer veterinários e curiosos. era de um cun(ado. +0serve as frases % e %%. 2-3 na suposição de que as emerg<ncias são iguais por mais diferentes que pareçam. cumprem'se rituais que pouco interferem nos fatos. Eepois pedira um caf% e uma cadeira. 2/3 na constatação de que a sucessão requer o envolvimento de especialistas e muita precisão. 2-3 se estarreceu com o valor que um fil(ote pode atingir e com o preço que co0ram os veterin4rios. Assinale a alternativa em que (4 correta equival<ncia entre as formas ver0ais simples e compostas no período. Se tivesse me encontrado. reitera sua indiferença em relação a este. que nascerá por circunst8ncias que ningu%m domina. 2$3 na idéia de que. co-rando.6 mil cru1eiros pelo tra-alho. 2*3 no fato de que sempre se estendem tapetes aos líderes poderosos que estão por vir.7 %%. %. B?1. nega ter vínculos com o animalQ em %%. Acho que tem alguma coisa a ver com a sucessão presidencial. chamou um -om profissionalDI. todos se es-ofarão para colocar o tapete providencial que rece-erá o candidato ungido. B?1. mas que t<m alto preço. moro longeI. exprime despre8o pelo animalQ em %%. e meu cun(ado via)ara. @omo0 A ciBncia que cuida do parto dos animais se limita a colocar um tapete em -ai&o0 HE&atamente. num e noutro caso. 2uis informa!+es so-re o colega que me atendera. 7 \ correto di8er que o narrador> 2A3 em %. mostra'se longe de ter responsa0ilidade pelo animalQ em %%. sugere estar deso0rigado em relação ao animalQ em %%. um parto complicado.seguinte. 6$ig nem era min(a. 2A3 eu faria o mesmo V tin(a feito o mesmo. fa8 ressalva a essa deso0rigação. extraídas do texto. eu faria o mesmo e co-raria mais caro. 3uitas especula!+es. 2$3 em %. 2*3 em %. E todos co-rarão caro. 2-3 em %. Ao afirmar 6tive de admitir7. em seu tra0al(o de parto. deixando $ig aos cuidados de outrem. 2*3 se curvou ao argumento empregado pelo veterin4rio para )ustificar o preço de seu serviço. chamou. critica o cun(ado que se ausentou. 4em sei por que estou contando isso.se a comentar? HltimoD NocB teve sorte. o narrador dos fatos est4 indicando que> 2A3 constatou a verdadeira importAncia do profissional que assistira $ig. manifesta um mínimo de consideração pelo destino deste. / veterinário limitou. B=F. .me . afirma ser estran(o ao animalQ em %%. )4 que valiam mais do que de8 mil cru8eiros.

um parto complicado. Ealve8 todos d<em palpites. 2-3 proposto. um parto complicado... B?=. Ealve8 todos tin(am dado palpites. eu faria o mesmo e co0raria mais caro. que )4 requeria veterin4rios e curiosos. 2*3 eu ainda não gostava de cac(orro V tin(a gostado. é> 2A3 sacrificado.L A versão adaptada deste trec(o. 2/3 9alvo se tivesse me encontrado. que talve8 requeria veterin4rios e curiosos. pois. 2/3 \ possível que fi8eram muitas especulaç es. 2*3 %ndicaram'se as medidas ca0íveis. Ealve8 todos t<m dado palpites. eu faria o mesmo. portanto moro longe. um parto complicado. Eodos darão palpites 2. .L 2A3 Alugou'se imóveis novos. 2-3 -esde que tivesse me encontrado. B?:. B?5. que requer veterin4rios e curiosos.L + significado do período est4 corretamente expresso em> 2A3 Jesmo que tivesse me encontrado. 2$3 Erataram'se de assuntos pouco usuais. 2$3 usurpado. 6colocar o tapete presidencial que rece0er4 o candidato ungido7 . porque co0raria mais caro. 2*3 /m0ora tivesse me encontrado. que talve8 requeira veterin4rios e curiosos. que apresenta correta correlação dos tempos ver0ais. contanto que moro longe. o0edecendo .. 2/3 sagrado. B??. 2-3 Muem sa0e ocorreram muitas especulaç es. eu faria o mesmo. um parto complicado. mesmo morando longe. 2$3 *aso tivesse me encontrado. Eodos v<m dando palpites. eu faria o mesmo... é> 2A3 \ possível que (a)a muitas especulaç es. regra empregada em> L*(amou'se o veterin4rio oficial. moro longe. eu faria o mesmo co0rando mais caro. Assinale a alternativa cu)a frase apresenta concordAncia correta. eu faria o mesmo. um parto complicado.. um parto complicado.2$3 meu cun(ado via)ara V (averia via)ado. Eodos vin(am dando palpites. A palavra que expressa corretamente o significado de ungido. 2/3 tivera alguma no0re8a V tin(a tido. 2*3 Pode ser que se fa8em muitas especulaç es. pois moro longe. L9e tivesse me encontrado. pois co0raria mais caro.. mas co0raria mais caro. 2$3 Muem sa0e foram muitas especulaç es. que requerer4 veterin4rios e curiosos.3. LJuitas especulaç es. que talve8 vin(a requerendo veterin4rios e curiosos. em . 2-3 todos darão palpite V (averiam dado. porém co0raria mais caroQ moro longe. 2*3 surgido.

2*3 conseq. pediu um tapete.<ncia. 2/3 otimoZ Ioc< teve sorte. 2-3 alternAncia.2-3 Presenciou'se cenas desagrad4veis. onde as not"cias do dia não se chocavam com a aten!ão que vocB dedicava ( vida interior. + J%E+ / + JN@-+ J+-/D@+. 2$3 @em sei por que estou contando isso. 4ão acredito que se possa ter interesse por um assunto s$ porque algu%m di1 que isso % importante. . o que ele poderá fa1er por vocB. então se voltar para a vida interior. com uma introdu!ão apropriada. viva a sua vida. 2*3 /spécieQ raí8esQ até. toda uma tradi!ão de informa!ão mitol$gica do /cidente se perdeu. 2$3 explicação. 3uitas hist$rias se conservaram. 2/3 Antag#nicoQ uísqueQ p4ra. ac(ou tudo 0em. de uma maneira ou de outra. de> emerg<nciaQ puídoQ época. Antigamente. Assinale a alternativa cu)as palavras são acentuadas segundo as regras que determinam a acentuação.. As literaturas grega e latina e a 9"-lia costumavam fa1er parte da educa!ão de toda gente. A frase que tra8 implícita a idéia de mudança de situação é> 2A3 @aquele tempo eu ainda não gostava de cac(orros.lo. na mente das pessoas. B?C. c(amou um0om profissional. que falam dos valores eternos. % uma -oa vida G vocB não precisa de mitologiaI. de há-ito. presente no título. Acredito em ser capturado pelo assunto.nos com os mitos0 / que eles tBm a ver com minha vida0 @A3P9EFF? 3inha primeira resposta seria? HNá em frente. o 9uda. se vocB não sou-er onde está ou o que % esse centro. o campus de uma universidade era uma esp%cie de área hermeticamente fechada. 3/eEJS? Por que mitos0 Por que dever"amos importar. 2/3 Precisam'se de 0alconistas com pr4tica.. 2*3 /xaminou $ig. _. a" -em. 2uando um dia vocB ficar velho e. Loethe e outros. sugere idéia de> 2A3 adição. nem com a magn"fica heran!a humana que rece-emos de nossa grande tradi!ão G Platão. 2-3 Muis informaç es so0re o colega que me atendera. Tendo sido suprimidas. TEXTO. Estamos interessados nas not"cias do dia e nos pro-lemas do momento. 2$3 *ircunstAnciasQ sa. % que não estamos familiari1ados com a literatura do esp"rito. B?B.` B?F. vocB vai sofrer. @onf'cio. que tBm a ver com o centro de nossas vidas. respectivamente. o mito % capa1 de capturá. 3as vocB poderá desco-rir que. ho e em dia. E então. 2-3 Ieterin4rioQ faíscaQ ótimo. caso o capture de fato0 7m de nossos pro-lemas. A leitura do texto permite afirmar que a con)unção 6e7. tendo as necessidades imediatas todas atendidas. 2A3 *i<nciaQ idéiaQ marítimo.vaQ ninguém.

é uma 0oa vida W voc< não precisa de mitologia7.v onde as notícias do dia não se c(ocavam u. Hoet(e e $uda são os respons4veis pela mitologia. 2/3 I4 em frente.. o0tém'se> 2A3 JitosO Por qu<O 2$3 Jitos> PorqueO 2*3 JitosO Por queO 2-3 Jitos> Porqu<O 2/3 JitosO Por queO BB1.. $uda e Hoet(e. -ando outra forma ao título do texto. se voc< não sou0er onde est4 u. vives a tua vida. -a leitura do texto.... entre outras coisas. @a frase 6u. *onf.. o0edecendo .v.. Platão. 2$3 Iai em frente. 2-3 I4 em frente. de acordo com o sentido. . 2$3 a satisfação das necessidades imediatas dos vel(os propicia'l(es uma so0revida feli8. BB1.2/3 contraste.. é uma 0oa vida W voc< não precisa de mitologia. *om a su0stituição de voc< por tu. 2$3 / então. pode'se depreender que> 2A3 entre outros. 2/3 *uidado com aquele grupo de pessoas. caso o capture de fatoO 2*3 u. 2/3 Muando um dia voc< ficar vel(o u.v7. é uma 0oa vida W tu não precisas de mitologia. 2*3 Iai em frente.. BB5. norma culta. 2-3 + próximo domingo ser4 o dia onde se tratar4 desse tema.v as notícias não se c(ocavam com a atenção que voc< dedicava . 2*3 o centro interior do (omem idoso foi definido por Platão. ser> 2A3 Iais em frente.. 2*3 \ preciso investigar o escritório onde se esconderam os ladr es.v o campus de uma universidade era uma espécie de 4rea (ermeticamente fec(ada.. da preocupação com a sua vida interior. 2-3 o possível sofrimento do vel(o depende. dever4. o emprego da palavra destacada o0edece W é evidente W .v. é uma 0oa vida W tu não precisar4 da mitologia. 2$3 -essa conversa surgiu o pensamento onde se refletiu so0re nossa vida.cio.v uma espécie de 4rea u. é uma 0oa vida W tu não precisas de mitologia. + mesmo ocorre em> 2A3 A -iretoria *entral quer informaç es so0re onde voc< vai..cio. é uma 0oa vida W tu não precisar4s da mitologia. a frase 6I4 em frente. vivas a tua vida. 2/3 a literatura do espírito não é acol(ida nos campus das universidades declaradamente fec(adas. norma culta. aponte a alternativa em que tal recurso se manifesta. *onf. é uma 0oa vida W tu não precisas de mitologia. onde o líder é agressivo. BBG. 2-3 I4 em frente. viva a sua vida. entre outros. vida interior. *onsiderando que ironia se)a um recurso com o qual se afirma o contr4rio do que se enuncia. o que ele poder4 fa8er por voc<. 2A3 u. viva a sua vida. BB:. vive a tua vida.. vive a tua vida. vivas a sua vida.. voc< vai sofrer.

se um fen)meno especialmente notável nos 'ltimos .BB=. BB?. TEXTO. transformar'se em> 2A3 Muando um dia 9ua /xcel<ncia ficar vel(a. algu%m e not"cias. 2-3 enx4g. ser acentuados pelos mesmos motivos de dever"amos. 2$3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficar vel(o. *om a su0stituição de voc< por um pronome de tratamento formal. 2/3 Paulo encomendou presentes e uma )óia cara. BBC. 2/3 9ua eliminação determinou o desaparecimento de toda a mitologia do +cidente. 2A3 Após sua preservação. norma culta. 2-3 *om seu desaparecimento. a oração 6Muando um dia voc< ficar vel(o7 dever4. / grau de maturidade econ)mica de uma sociedade pode ser aferido com a a uda de "ndices conhecidos. respectivamente. 2*3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficares vel(a. 2*3 límpido W v<m W apóio.do original. sem sustos nem so-ressaltos. 2/3 f#lego W t<m W férteis. 2*3 + suprimento dessas literaturas acarretou o fim da mitologia ocidental. frustrou'se a mitologia do +cidente. um procedimento de concordAncia nominal que se repete em> 2A3 @ão con(eço as culturas africanas e asi4ticas. /m 6As literaturas grega e latina e a $í0lia costumam fa8er parte da educação de toda a gente7. 3as de um tempo para cá surgiu um dado novo? a ta&a de envolvimento das pessoas com o tra-alho social. tem'se. nos termos em destaque. 2$3 Jic(el con(ece a língua e literatura portuguesas. o0edecendo .es W arma8ém W córtex. como o produto interno -ruto do pa"s. 2*3 Jarta estuda os idiomas franc<s e ingl<s. 2A3 4ra0e W detém W c#nscio. 3as a onda do -em tornou. o conte. 2-3 Muando um dia 9ua /xcel<ncia ficardes vel(a. \ -%99+ MN/ + $DA9%L PD/*%9A. 2/3 Muando um dia Iossa /xcel<ncia ficardes vel(o. desapareceu a tradição inteira de informação mitológica do +cidente. 2-3 @utria estima elevada e sincera pelo amigo. 7m deles % a ocorrBncia seqTenciada de elei!+es livres. E como desco-rir o grau de maturidade social de uma na!ão0 pndices que medem a violBncia e a criminalidade são 'teis para a avalia!ão. 4ão que a filantropia se a novidade ou inven!ão moderna. não se assegurou a transmissão da mitologia ocidental. / estágio de maturidade pol"tica tam-%m conta com alguns indicadores. 2$3 *om sua supressão. de acordo com o texto. Aponte a alternativa em que os voc40ulos devem. toda uma tradição de informação mitológica do +cidente se perdeu7 conserva. Aponte a alternativa em que a reescrita da frase 6Eendo sido suprimidas. BBB. 2$3 revólver W tam0ém W v#o.

2/3 \ possível estim4'lo. está entre os pa"ses que menos investem no social. 2-3 \ exeq. . 2*3 Pode'se inferi'lo. BCG. 2A3 \ disso de que o $rasil necessita. A preposição 6com7 na expressão 6com a a)uda de índices con(ecidos7 possui idéia de> 2A3 compan(ia. pode su0stituir o título do texto..se a tarefas sociais _.L.. Deescrevendo o trec(o> L+ grau de maturidade econ#mica de um povo pode ser aferido . do título.vida. 2-3 o envolvimento das pessoas no tra0al(o social...`.s avaliaç es. o0tém'se> 2A3 \ possível o auferir. -a leitura do texto.. o tra-alho voluntário % mais em-rionário. BC5.. sem contrariar a norma culta e o sentido. #á milh+es de -rasileiros dedicando.. 2$3 desnecess4rios as avaliaç es. alguma coisa espantosa está acontecendo..ível examinar'l(e... Eo ponto de vista do resultado financeiro. 2$3 instrumento.. de acordo com a norma culta e mantendo o sentido. 2$3 a ocorr<ncia seq. 2/3 a eliminação da distAncia entre ricos e po0res.trinta anos. BC1. BC1. % mais percept"vel. 2*3 \ isso de que o $rasil carece. a presen!a da filantropia. mantendo'se o sentido original e o0edecendo'se . o termo destacado poder4 ser su0stituído por> 2A3 adequados . 3as.. 2$3 \ isso de que o $rasil exige.. +0serve a frase> 6endices que medem a viol<ncia e a criminalidade são /teis para a avaliação7. quando se analisa o voluntariado pelo e&%rcito envolvido. norma culta. %ndique a alternativa que. 4os pa"ses mais civili1ados. Passando'se avaliação para o plural. depreende'se que o pronome 6isso7. / 9rasil está num meiotermo. 4as na!+es menos desenvolvidas socialmente. 2/3 d. 2-3 \ disso que o $rasil requer. aponta para> 2A3 o grau de maturidade social de uma comunidade. 2-3 concessão. tam-%m chamada de terceiro setor. BBF.. 2*3 grau de maturidade econ#mica de uma nação. 2$3 9e pode l(e avaliar. 2*3 causa.enciada de eleiç es livres. 2/3 \ disso a que o $rasil aspira.

-e acordo com o texto.7. nesses países. 2-3 a presença. Antepostos ou pospostos a outros. depreende'se um )ulgamento de valor.v a onda do 0em tornou'se um fen#meno especialmente not4vel. 2*3 (umanismo. BCB.v alguma coisa espantosa est4 acontecendo. /m 6endices que medem a viol<ncia e a criminalidade são /teis. 2$3@ão que a filantropia se)a novidade ou invenção moderna.. 2*3 +utros.. captam recursos. 2$3 (umanidade. pode'se contrapor a essa asserção> 2A3 o n. 2/3 a atuação do terceiro setor em tais países. 2-3 imprest4veis . /m lugar de filantropia poderia. 2*3 mensurais.. a ol(ar. 2-3 u.ltimos anos empres4rios. figurar> 2A3 antropofo0ia. como ocorre. segundo o qual o $rasil não comp e o grupo desses países. pegaram. %ndique a alternativa em que a pontuação da frase o0edece . 2/3 aproveit4veis as avaliaç es.2*3 convenientes com as avaliaç es. BCC. 2-3 dimensíveis. 2$3 Associaram'se em fundaç es que. BC=. firme. como era de se esperar. 2/3 misantropia.v est4 entre os países que menos investem socialmente.. para os .7.v a presença da filantropia u.v é mais perceptível. 2*3 u.. %ndique a alternativa em que se manifesta um desses voc40ulos. foram estimulados. alguns voc40ulos podem sofrer alteração de sentido... BC?. 2$3 incomensur4veis. o termo destacado poder4. 2/3 u..mero de volunt4rios do tra0al(o social.. pelos empregados. 2/3 mensuradores.. na questão da responsa0ilidade social.. 2*3 o surgimento do voluntariado nessas naç es.. 2-3 (umanitarismo. ser su0stituído por> 2A3 mensur4veis. BC:. no texto. norma culta. 2A3 @os . 2A3 + est4gio de maturidade econ#mica tam0ém conta com 0ons indicadores. u. 2$3 o acan(ado investimento financeiro no social. do terceiro setor. sem pre)uí8o do sentido e com a necess4ria adequação sint4tica. com novo> novo escrivão e escrivão novo. e orientam tra0al(os. /m 6@os países mais civili8ados.s avaliaç es. por exemplo.

enquanto a mis%ria se mantinha mais ou menos do mesmo tamanho. BCF. só @P+ se pode di8er da miséria no $rasil que ela> A. este a confinada a -ols+es invis"veis aos olhos dos -rasileiros mais -em posicionados na escala social.ltimo par4grafoQ $. é culpa dos governos recentes. é uma das perguntas do texto que ficam sem resposta. Após a leitura do texto. A J%9\D%A \ -/ E+-+9 @o9. vivendo a0aixo da lin(a da po0re8a. é só uma motivação para a leitura do textoQ -. representa o tema central de todo o textoQ *.las nacionalmente. a mis%ria % onipresente. uma chaga social que remonta aos prim$rdios da coloni1a!ão0 4o decorrer das 'ltimas d%cadas. TEXTO.desfavorecidos. uma c(aga social que remonta aos primórdios da coloni8açãoO7> A. Em-ora em algumas de suas ocorrBncias. se não tem na po-re1a sua 'nica causa. certamente em ra1ão dela se tornou mais disseminada e cruel. segundo critérios do %$H/ 1G mil( es de pessoas. a miséria é culpa da classe dominanteQ *. BFG. a mis%ria resiste. especialmente na 1ona rural. ela atravessa o fosso social profundo e se manifesta de forma violenta. todos os indicadores sociais -rasileiros melhoraram. todos os governantes cola0oraram para a miséria comumQ -. que. A mais assustadora dessas manifesta!+es % a criminalidade. As ta&as de analfa-etismo e mortalidade infantil tam-%m são as menores desde que se passou a registrá. essa multiplicação é 0em vinda. ao mesmo tempo que atrai a simpatia do Terceiro 3undo por ter se tornado um forte oponente das in ustas pol"ticas de com%rcio dos pa"ses ricos. @omo entender a resistBncia da mis%ria no 9rasil. Apesar de todos esses avan!os. tem sua resposta dada no . é uma pergunta retórica. + título dado ao texto se )ustifica porque> A. 4as grandes cidades. BF1. / 9rasil figura entre as de1 na!+es de economia mais forte do mundo. apesar de seu tra0al(o produtivo em outras 4reasQ $. A primeira pergunta W 6*omo entender a resist<ncia da miséria no $rasil. com aterrori1ante freqTBncia. 2/3 Para os que rece0em a)uda. qual não ca0e respostaQ /. a miséria deveria ser preocupação de todos nósQ /. tem manifestaç es violentas. . a miséria a0range grande parte de nossa populaçãoQ $. Nem firmando uma inconteste lideran!a pol"tica regional na Am%rica Fatina. 2-3 + $rasil tem. como a criminalidade nas grandes cidadesQ . mas est4 longe de representar uma solução. um mal tão intenso atinge indistintamente a todos. #á mais crian!as em idade escolar freqTentando aulas atualmente do que em qualquer outro per"odo da nossa hist$ria. E&plicar a resistBncia da po-re1a e&trema entre milh+es de ha-itantes não % uma empreitada simples. 4o campo diplomático. come!a a e&ercitar seus m'sculos.

exceto> A. não é um pro0lema universal b é um pro0lema particularQ . mortalidade infantilQ -. criminalidade. -esde os primórdios da coloni8ação a miséria existe no $rasil e se mantém onipresenteQ *. )4 que sua presença não se coaduna com a de outros indicadores sociaisQ /. atinge mil( es de (a0itantes.. não é uma pessoa ap4tica b é uma pessoa dinAmicaQ *. em0ora alguns deles não apareçam para a classe dominanteQ -. liderança diplom4ticaQ *. 9egundo o texto. analfa0etismoQ /. BF5. é de difícil compreensão. não é uma preocupação geral b é uma preocupação superficialQ $. /m0ora os indicadores sociais mostrem progresso em muitas 4reas.*. começa a exercitar seus m. tem ra8 es (istóricas e se mantém em níveis est4veis nas . 6. BF:.7Q com essa frase. )4 mostra que é mais forte que seus países vi8in(osQ *. BF1. BF=. apareça algumas ve8es nas grandes cidadesQ $. 6@o campo diplom4tico. )4 que todos os outros indicadores sociais mel(oraramQ $. se)a com0atida pelas autoridadesQ /. freq. se manifeste de formas distintasQ *. A miséria no $rasil tem fundo (istórico e foi alimentada por governos incompetentesQ -. a miséria ainda atinge uma pequena parte de nosso povoQ /. ainda é inexperiente no trato com a política exterior. o )ornalista quer di8er que o $rasil> A.não é uma empreitada simples7 equivale a di8er que é uma empreitada complexaQ o item em que essa equival<ncia é feita de forma %@*+DD/EA é> A.<ncia escolarQ $. este)a escondida dos ol(os de algunsQ -. 6A miséria é onipresente7 em0ora> A. não é uma questão vital b é uma questão desimportanteQ -. pretende mostrar ao mundo e aos países vi8in(os que )4 é suficientemente forte para tornar'se líderQ /..sculos.ltimas décadas. BF?. desempen(o econ#mico. + mel(or resumo das sete primeiras lin(as do texto é> A. )4 est4 suficientemente forte para começar a exercer sua liderança na América LatinaQ $. /ntender a miséria no $rasil é impossível. As marcas de progresso em nosso país são dadas com apoio na quantidade. se torne mais disseminada e cruel. Eodos os indicadores sociais mel(oraram exceto o indicador da miséria que leva . est4 iniciando seu tra0al(o diplom4tico a fim de marcar presença no cen4rio exteriorQ -.

A forma de infinitivo que aparece su0stantivada nos segmentos a0aixo é> A. + *+@9NJ+ AL%/@A-+... tam-%m o consumo tende a ser alienado. BFB. BFC. mantiverQ $.. A produ!ão em massa tem por corolário o consumo de massa.. pela qual se separa a concep!ão e a e&ecu!ão G redu1 as possi-ilidades do empregado de encontrar satisfa!ão na maior parte da sua vida. 6. mas do consumo e do M-em ...começa a exercitar seus m.sculos..ltimas décadas.. TEXTO.. / pro-lema da nossa sociedade de consumo % que as necessidades são artificialmente estimuladas. HA civili1a!ão tecnicista não % uma civili1a!ão de tra-alho... 6@o decorrer das .7Q *..7Q $..7Q -. não é uma cópia ampliada b é uma cópia redu8ida.enquanto a miséria se mantin(a. enquanto se o-riga a tarefas desinteressantes. so-retudo pelos meios de comunica!ão de massa. 6. 6../.. Ea" a import8ncia que assume para ele a necessidade de se dar pra1er pela posse de -ens. a forma correta seria> A. levando os indiv"duos a consumirem de maneira alienada.7Q /. manter4Q -.. manteriaQ /. 6Em um mundo em que predomina a produ!ão alienada. manten(a.desde que se passou a registr4'las. manterQ *...por ter se tornado um forte oponente.7Q colocando'se o ver0o desse segmento do texto no futuro do su0)untivo. 6*omo entender a resist<ncia da miséria.7. 6. A organi1a!ão dicot)mica do tra-alho a que nos referimos anteriormente .

)4 não consomem mais apenas o0)etos que apresentam relação com as necessidades reais do (omem.I BFF. os indivíduos. .se um meio de consumir. provocam a0erraç es de consumo e tornam'se alienados.I: A estimula!ão artificial das necessidades provoca as a-erra!+es do consumo? podemos montar uma sala completa de som. de incluir fins que lhe são pr$prios e torna. e&erce uma tirania invis"vel. de satisfa1er as XnecessidadesK cada ve1 mais amplas. devido . para um n'mero crescente de indiv"duos. o-rigando as pessoas a comprarem uma nova televisão. -e acordo com o texto. os indivíduos são tiranos com os o0)etos que estão 6fora de moda7 e o0rigam as pessoas a adquirirem novos designs 6indispens4veis7. um dese o nunca satisfeito. sem gostar de m'sica> podemos comprar uma -i-lioteca Ha metroI. os indivíduos. daí a sua necessidade de adquirir pra8er pela posse de 0ens.los Pou para mantB. os indivíduos que tra0al(am são redu8idos .etos. um sempre querer mais.estarK. A 8nsia do consumo perdeu toda rela!ão com as necessidades reais do homem. dei&ando volumes HvirgensI nas estantes> podemos adquirir quadros famosos. o que fa1 com que as pessoas gastem sempre mais do que tBm. estimulação artificial de suas necessidades. é possível afirmar que> A. refrigerador ou carro porque o design se tornou antiquado ou porque uma nova engenhoca se mostra HindispensávelI. /. ele se torna um po!o sem fundo. mas um fim em siQ ele se torna o princípio de satisfa8er as 6necessidades7 cada ve8 mais amplas dos indivíduos. de tanto que consomem.O @omo esse consumo não % um meio. que rapidamente se tornam Hfora de modaI..s funç es que desempen(am. *.. P. / tra-alho dei&a.los no cofreO. mas um fim em si. -. $. o tra0al(o não é um meio. sem sa-er apreciá. A o-solescBncia dos o.

sem que (ouvesse alteração de sentido. o queQ /. 9elecione a alternativa que completa corretamente a frase a seguir> 6+s )ogadores usarão camisetas aaaaaaaaaaaaaa como uniforme do time. 0usinaQ *. @o primeiro par4grafo do texto. 6necessidade7Q /. tam0ém o consumo tende a ser alienado. despreso. atr4sQ invésQ a8arQ maga8ine. CG1. queQ $. amarelo'ouroQ /. 6conseq. éQ *. o qualQ *. onde. dicot#micaQ -. por> A. CG1. CG5. talves.7. CG:. próprios. na8alQ carta8Q -. @o seguinte fragmento em destaque> 6-aí a importAncia que assume para ele a necessidade de se dar pra8er pela posse de 0ens7. a expressão em destaque poderia ser su0stituída. . indique a alternativa em que todas as palavras estão corretas> A. o voc40ulo 6corol4rio7 apresenta o mesmo sentido de> A. 6importAncia7Q $. +0servando a grafia e a acentuação. @a oração> 6/m um mundo em que predomina a produção alienada. atravé8Q empre8a. amarelas'ourosQ $. amarela'ouroQ -. Assinale a alternativa que foi construída de acordo com a norma culta da língua portuguesa. amarelas'ouroQ *. CG=. aondeQ -. a palavra 6importAncia7 rece0e acento pela mesma regra que rece0e a palavra> A.CGG. daíQ $. an4li8e. amarelos'ouro. 6influ<ncia7Q -.<ncia7Q *. ali4sQ g4sQ ga8olinaQ $. apreci4'losQ /.7 A. 6desinteresse7. fero8Q xadre8Q coli8ão. catali8arQ /.

/sses são os animais cu)a carne o (omem se alimenta. A. + pai não perdoar4 a fil(a. flexão do particípio dos ver0os. quando ele ligou. $. .se o tempo as colunas de mármore. que terem durado muito. quando ele acordou. TEXTO. -. CGC. Afrou&a. +ito anos sempre são alguma coisa. *. *. de amar a menos. tudo digere. Atreve. Een(o estado ocupada ultimamente. Ana tin(a a0rido a )anela do quarto. -. com que á não atira> em-ota. + mais são 4rvores vel(as. CGF. /.lhe os olhos. $atia oito (oras no relógio da igre)a. *Andida e levar as crianças a escola. + ator a cu)a casa fomos é muito )ovem. Assinale a alternativa que est4 de acordo com a norma culta da língua portuguesa. !4 plantas cu)as sementes os p4ssaros se alimentam. *(egar . $. /ra quase oito (oras da noite. tudo gasta. Pernam0uco e ir a praia. A ra1ão natural de toda essa diferen!a % porque o tempo tira a novidade (s coisas. São como as linhas. lhe crescer as asas com que voa e foge. *. Luísa. $.lhe as setas. Assinale a alternativa correta quanto ao uso da crase. Tudo cura o tempo. Detornar a casa de -. peça com entusiasmo. que partem do centro para a circunferBncia. + ator cu)as peças assisti é competente. /sse médico assistiu . que. A. /. escrever a -. Lasta. Mue é oito mesesO $. quanto mais a cora!+es de ceraD São as afei!+es como as vidas. Por isso os antigos sa-iamente pintaram o amor menino> porque não há amor tão ro-usto que chegue a ser velho. que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco. A. *onsiderando o período contido na 1i lin(a. *.se o ferro com o uso. CGB. +s alunos )4 (aviam pego papel e caneta. o desarma o tempo. tudo fa1 esquecer. lhe os defeitos. CG?. quanto mais continuadas. -. Assistiu . população flagelada. + (omem tin(a aceso a lAmpada do quarto. assinale as opç es corretas. /. com que á não fere> a-re.A.lhe o arco. e -asta que se am usadas para não serem as mesmas. quanto mais o amor0 / mesmo amar % causa de não amar e o ter amado muito. com que vB que não via> e fa1. + ator cu)a casa estivemos é aposentado. A lareira foi acendida pelo (omem. /. tudo aca-a. tanto menos unidas. Assinale a alternativa que est4 de acordo com a norma culta quanto . enfastia. Ee todos os instrumentos com que o armou a nature1a. desco-re.lhe o gosto. -.

203 *om o passar do tempo. o amor não é o mesmo. C15. C11. respectivamente.. seguindo a respectiva regra de acentuação e tam0ém para indicar. 2e3 +s monossíla0os o. só não ser4 correta a opção> 2a3 + tempo atreve'se a colunas de m4rmore.L 2lin(a 113. quanto mais a coraç es de ceraZL 2lin(as 1 e 13.. 2d3 @o texto. 2c3 + tempo fa8 mesmo tudo mudar. quanto mais a coraç es de ceraZ 203 Atreve'se o tempo . C1G. 2d3 Ant#nio Iieira preocupava'se com o amor.. Assinale a opção incorreta em relação . /m relação ao período L Atreve'se o tempo a colunas de m4rmore.. passa a ser Lv<mL.. . tudo fa8 esquecer'se. 2e3 /m todas as oraç es do período verificam'se ver0os transitivos diretos. na 5i pessoa do singular do presente do indicativo.. a locução ad)etiva Lde m4rmoreL poderia ser su0stituída por LmarmóreasL sem que (ouvesse pre)uí8o semAntico.. 2d3 + segmento formado com a alteração citada no item anterior geraria o segmento>L . a e a que aparecem nos dois primeiros períodos 2lin(as 1 e 13 são. 2d3 +s derivados dos ver0os LterL e LvirL. exerceria a função de o0)eto indireto. 2c3 9egundo o autor. o termo preposicionado exerce a função sint4tica de ad)unto adnominal. 2c3 A forma ver0al Lv<L 2lin(a F3. com o tempo tudo se desgasta. Jarque a alternativa em que o LseL não tem o mesmo valor que nas express es LAtreve'se o tempo.. discordava'se do autor. preposição e preposição. %ndique. transitoriedade do amor.. nas express es a0aixo. 2e3 + autor queixava'se do tempo.L 2lin(as 1 e 13 e LHasta'se o ferro com o uso. com cinco oraç es coordenadas assindéticas. som a0erto e fec(ado. 203 Poderíamos di8er que os voc40ulos Lm4rmoreL 2lin(a 13 e Lcircunfer<nciaL 2lin(a :3 foram acentuados pela mesma regra. acentuação gr4fica. C11.. respectivamente.2a3 \ um período composto. 2a3 Ant#nio Iieira referia'se ... quanto mais aos coraç es de ceraZ 2c3 /m Lcolunas de m4rmoreL. aquela em que o voc40ulo assinalado no segmento L+ mesmo amar é causa de não amarL 2lin(as 15 e 1:3 foi empregado corretamente e exerce função adver0ial. 2a3 +s acentos agudo e circunflexo foram usados para acentuar os monossíla0os t#nicos L)4L 2lin(a C3 e Lv<L 2lin(a F3. 2a3 As pessoas mesmas esquecem do amor. 2c3 9u0stituindo'se o ver0o esquecer por sua forma pronominal não (averia alteração no campo semAntico da respectiva oração. 203 /m todas as oraç es (4 su)eito simples expresso> o pronome su0stantivo indefinido LtudoL. 203 @aquela época. são acentuados por serem voc40ulos oxítonos.L em que o LseL.s colunas de m4rmore. artigo.. pronome reflexivo.. na 5i pessoa do plural...

apalpava'l(e o coração8in(o.. 2lin(as 11 e 113.2d3 @ós mesmo vivemos essa realidade. assinalada no texto> LAfrouxa'l(e o arco.2lin(a :3. a sua crescente complexidade.enfastia'l(e o gosto e 0asta que se)am usadas. em conseq. portanto. @o período LEudo cura o tempo. aquela em que o pronome o0líquo exerce função equivalente . 2d3 -eixei'o ficar puramente por caridade. sinceramente.. de mesma função sint4tica. arranca esse pendão dos aresZ *olom0o. C1:... Para o $rasil progredir e sair da crise. 2a3 /ra'nos importante aquela matéria.. devo'l(es tudo quanto sou e virei a ser. c(orei saudades do meu lar querido. 2lin(a F3. tudo digere. C1?. 2d3 . 2c3 $astava'l(e que o amassem um poucoQ mas. a principal função da linguagem. a miséria se reprodu8ia. 2e3 Aos mestres. com que )4 não atiraQ.L Kustifica'se o emprego das vírgulas do seguinte modo> a 1i vírgula separa oração coordenada sindética aditiva com su)eito próprio e diferente do su)eito da oração anteriorQ a 1i e a 5i intercalam entre a con)unção e a respectiva oração coordenada um ad)unto adver0ial deslocado e anteposto ao ver0o. C1B. isto é. 2e3 LA noite não aca0ava. 2d3 LAndrada... 203 -e todos os instrumentos com que o armou a nature8a. 0astariam apenas resolver alguns pro0lemas socioecon#micos urgentes. tudo gasta.. escol(a a alternativa que espel(e suas conclus es. e. 203 LLonge da p4tria.. A corrupção e a depravação empanou a (onra do Hoverno e da @ação 0rasileira. tudo fa8 esquecer. . so0 um céu diverso.. 2lin(a C3.. 1.s novas necessidades. 2c3 + aperfeiçoamento das relaç es (umanas.s ve8es. 2a3 L/m todos os agrupamentos (umanos é indispens4vel comunicar pensamentos e emoç esQ a comunicação é. /scol(a. mesma classe gramatical das demaisO 2a3 9ão como as lin(as. Am0as as vírgulas separam vocativos.. o ponto'e'vírgula para separar as oraç es. 1. 2c3 Afrouxa'l(e o arco.<ncia. 2lin(a B3.L Nsaram'se as vírgulas para separar um aposto explicativo.. 2e3 !4 desgaste no amor por fa8ermos sempre a mesma coisa. o progresso e a civili8ação exigiram da linguagem a flexi0ilidade de moldar'se . As vírgulas separam termos coordenados.. @as alternativas. . LA ra8ão natural de toda essa diferença é porque o tempo tira a novidade . verificando quais os corretos e os incorretosQ depois.. Assinale'a. fec(a as portas dos teus maresL. 203 A mãe.s coisas.L as vírgulas separam oraç es coordenadas assindéticas...L Nsou'se a vírgula para separar uma con)unção conclusiva deslocadaQ usou'se. desco0re'l(e os períodos a0aixo. (4 uma em que a )ustificativa da vírgula não est4 correta. 2lin(a C3. @o período. /m qual das alternativas seguintes a palavra LqueL não pertence .. 2e3 . tudo aca0a. que partem do centro da circunfer<ncia. dentre as alternativas. com que )4 não atiraQ.e fa8'l(e crescer as asas com que foge e voa. C1=... desesperada.

em0ota'l(e as setas. pequenas. As ta&as de analfa-etismo e mortalidade infantil tam-%m são as menores desde que se passou a registrá. :.3. todos os indicadores sociais -rasileiros melhoraram. A petição não foi acol(ida prontamente porque o magistrado custou a alcançar o pleito dos advogados. enquanto a mis%ria se mantinha mais ou menos do mesmo tamanho. antes do pronome relativo LqueL. =. @as . com certe8a. +0serva'se. fere'se com. 5. porém a maioria eram 0oatos sem quaisquer verossimil(anças. @o $rasil. mesmo que isso implicasse pesados #nus . reg<ncia do ver0o LferirL 2quem fere. mas alvissareiras mudanças no comportamento do (omem ur0ano 0rasileiro. os quais muito l(e desagradaram. @omo entender a resistBncia da mis%ria no 9rasil. A J%9\D%A \ -/ E+-+9 @o9. o dólar foi supervalori8ado e. / 9rasil figura entre as de1 na!+es de economia mais forte do mundo. seremos nós quem pagar4 a conta.. #á mais crian!as em idade escolar freqTentando aulas atualmente do que em qualquer outro per"odo da nossa hist$ria. /m0ora residindo em $rasília (4 mais de quin8e anos. 2a3 todos os cinco períodos estão corretosQ 203 (4 quatro períodos corretosQ 2c3 (4 tr<s períodos corretosQ 2d3 (4 dois períodos corretosQ 2e3 somente um período est4 correto. come!a a e&ercitar seus m'sculos. pois deparoudois equívocos da promotoria. A sentença determinava que se pagasse incontinenti todos os empregados demitidos por ocasião da greve. 1. Nem firmando uma inconteste lideran!a pol"tica regional na Am%rica Fatina. +0servando'se a construção L. uma chaga social que remonta aos prim$rdios da coloni1a!ão0 4o decorrer das 'ltimas d%cadas.0lico da Nnião. 1. com cautela e ansiedade. a Kustiça é tão lenta que alguns querelantes esquecem das aç es impetradas e não comparecem nos tri0unais no momento a8ado.. @otícias alarmistas inundaram o país e preocuparam a população. + meritíssimo )ui8 da 5i vara recomendou que se proceda a uma revisão minuciosa do processo. C1C. so0 o aspecto da reg<ncia. ao mesmo tempo que atrai a simpatia do Terceiro 3undo por ter se tornado um forte oponente das in ustas pol"ticas de com%rcio dos pa"ses ricos. depois escol(a a alternativa que retrate suas conclus es..5. Apesar de todos esses . 4o campo diplomático...2lin(a C3.ltimas semanas. não sa0ia aonde se locali8ava a sede do Jinistério P. Analise os períodos a0aixo. deve'se . =. verificando quais os corretos e os incorretos.. com que )4 não fereQ.las nacionalmente. E/RE+. 2a3 todos os cinco períodos estão corretosQ 203 (4 quatro períodos corretosQ 2c3 (4 tr<s períodos corretosQ 2d3 (4 dois períodos corretosQ 2e3 somente um período est4 correto. empresa. :. verifica'se que a preposição LcomL.

este a confinada a -ols+es invis"veis aos olhos dos -rasileiros mais -em posicionados na escala social. C1F.avan!os. a mis%ria % onipresente. exceto> . ela atravessa o fosso social profundo e se manifesta de forma violenta. Após a leitura do texto. com aterrori1ante freqTBncia. Em-ora em algumas de suas ocorrBncias. especialmente na 1ona rural. em0ora alguns deles não apareçam para a classe dominanteQ é de difícil compreensão. A primeira pergunta W 6*omo entender a resist<ncia da miséria no $rasil. criminalidade. C1G. qual não ca0e respostaQ é uma das perguntas do texto que ficam sem resposta. uma c(aga social que remonta aos primórdios da coloni8açãoO7> 2A3 2$3 2*3 2-3 2/3 2A3 2$3 2*3 2-3 2/3 2A3 2$3 2*3 tem sua resposta dada no . apesar de seu tra0al(o produtivo em outras 4reasQ tem manifestaç es violentas. . E&plicar a resistBncia da po-re1a e&trema entre milh+es de ha-itantes não % uma empreitada simples. /ntender a miséria no $rasil é impossível. é culpa dos governos recentes. certamente em ra1ão dela se tornou mais disseminada e cruel. )4 que todos os outros indicadores sociais mel(oraramQ -esde os primórdios da coloni8ação a miséria existe no $rasil e se mantém onipresenteQ A miséria no $rasil tem fundo (istórico e foi alimentada por governos incompetentesQ C11. a mis%ria resiste. se não tem na po-re1a sua 'nica causa. A mais assustadora dessas manifesta!+es % a criminalidade. que.<ncia escolarQ liderança diplom4ticaQ C15. a miséria ainda atinge uma pequena parte de nosso povoQ 2/3 2A3 2$3 Eodos os indicadores sociais mel(oraram exceto o indicador da miséria que leva . As marcas de progresso em nosso país são dadas com apoio na quantidade. 4as grandes cidades.ltimo par4grafoQ representa o tema central de todo o textoQ é só uma motivação para a leitura do textoQ é uma pergunta retórica. )4 que sua presença não se coaduna com a de outros indicadores sociaisQ tem ra8 es (istóricas e se mantém em níveis est4veis nas . freq. + mel(or resumo das sete primeiras lin(as do texto é> 2-3 /m0ora os indicadores sociais mostrem progresso em muitas 4reas. como a criminalidade nas grandes cidadesQ atinge mil( es de (a0itantes. + título dado ao texto se )ustifica porque> 2A3 a miséria a0range grande parte de nossa populaçãoQ 2$3 a miséria é culpa da classe dominanteQ 2*3 todos os governantes cola0oraram para a miséria comumQ 2-3 a miséria deveria ser preocupação de todos nósQ 2/3 um mal tão intenso atinge indistintamente a todos.ltimas décadas. só @P+ se pode di8er da miséria no $rasil que ela> C11.

... A forma de infinitivo que aparece su0stantivada nos segmentos a0aixo é> . 6A miséria é onipresente7 em0ora> 2A3 apareça algumas ve8es nas grandes cidadesQ 2$3 se manifeste de formas distintasQ 2*3 este)a escondida dos ol(os de algunsQ 2-3 se)a com0atida pelas autoridadesQ 2/3 se torne mais disseminada e cruel. 9egundo o texto..7Q com essa frase..desde que se passou a registr4'las.. 6.....2*3 2-3 2/3 mortalidade infantilQ analfa0etismoQ desempen(o econ#mico.. C1B. a forma correta seria> 2A3 2$3 2*3 2-3 2/3 2A3 2$3 2*3 mantiverQ manterQ manter4Q manteriaQ manten(a. 6*omo entender a resist<ncia da miséria.7Q C1C.não é uma empreitada simples7 equivale a di8er que é uma empreitada complexaQ o item em que essa equival<ncia é feita de forma %@*+DD/EA é> 2A3 2$3 2*3 2-3 2/3 não é uma preocupação geral b é uma preocupação superficialQ não é uma pessoa ap4tica b é uma pessoa dinAmicaQ não é uma questão vital b é uma questão desimportanteQ não é um pro0lema universal b é um pro0lema particularQ não é uma cópia ampliada b é uma cópia redu8ida... C1=.ltimas décadas. começa a exercitar seus m. C1:..7Q 6@o decorrer das . C1?. o )ornalista quer di8er que o $rasil> 2A3 2$3 2*3 )4 est4 suficientemente forte para começar a exercer sua liderança na América LatinaQ )4 mostra que é mais forte que seus países vi8in(osQ est4 iniciando seu tra0al(o diplom4tico a fim de marcar presença no cen4rio exteriorQ 2-3 pretende mostrar ao mundo e aos países vi8in(os que )4 é suficientemente forte para tornar'se líderQ 2/3 ainda é inexperiente no trato com a política exterior.7Q 6.7Q colocando'se o ver0o desse segmento do texto no futuro do su0)untivo. 6. 6@o campo diplom4tico.enquanto a miséria se mantin(a.sculos.

cálcio. sem que :a necessariamente fa!a unto com essas advertBncias uma sugestão :c para que os entusiastas da automedica!ão passem a gastar mais :[ em consultas m%dicas.... a6 vitamina @.7Q 6. isto %. A ind'stria farmacButica de menor porte e 6. 56 = comum. poderá 5. á que de 65 m%dico e louco todos temos um pouco. 7m 5[ dia.começa a exercitar seus m. leitura.2-3 2/3 6. resultados podem ser danosos. 2uem age assim está 5c ensinando -act%rias a se tornarem resistentes a anti-i$ticos.. 6c 2ualquer farmácia conta ho e com um arsenal de armas de 6[ guerra para com-ater doen!as de fa1er inve a ( pr$pria ind'stria 6R de material -%lico nacional. das vendas reali1adas sem receita m%dica.. rece-er na corrente sangT"nea solu!+es de glicose. por e&emplo. 6: /s leigos sempre se medicaram por conta pr$pria. :: Eiante desse quadro. que um simples resfriado ou uma 5: gripe -anal leve um -rasileiro a ingerir doses insuficientes ou 55 inadequadas de anti-i$ticos fort"ssimos.sculos. fascina!ão pelo :S mundo maravilhoso das drogas \\novas\\ ou simplesmente para :< tentar manter a uventude. Acredito que a maioria das pessoas se :R automedica por sugestão de amigos. 5R E quem não conhece aquele tipo de gripado que chega a uma 5S farmácia e pede ao rapa1 do -alcão que lhe aplique uma 5< \\-om-a\\ na veia. os :. mas esse pro-lema amais 6a adquiriu contornos tão preocupantes no 9rasil como atualmente. 2ualquer que se a a causa.por ter se tornado um forte oponente. quando realmente precisar de rem%dio. para cortar a gripe pela rai10 @om isso. TEXTO. produtos aromáticos . este não funcionará.se a pessoas 6< que se automedicam.7. reservados para 5a infec!+es graves e com indica!ão precisa.. NJ ADD%9*A-+ /9P+DE/ @A*%+@AL. import8ncia retira <6d de seu faturamento da venda \\livre\\ de :6 seus produtos. o m%dico tem o dever de alertar a :5 popula!ão para os perigos ocultos em cada rem%dio. tudo sem sa-er dos riscos que . @erca de c6d das vendas reali1adas 6S pelas farmácias nas metr$poles -rasileiras destinam.

sem que necessariamente faça )unto com essas advert<ncias. se medicaram.. C5:. por conta própria.. a . + item em que o segmento su0lin(ado tem forma equivalente corretamente indicada é> A3 ... Heraldo Jedeiros a a0ordar o tema da automedicação..nica afirmação correta é> A3 mostra que a automedicação é tratada como um esporte sem riscosQ $3 indica quais são os riscos enfrentados por aqueles que se automedicamQ *3 denuncia que a atividade esportiva favorece a automedicaçãoQ -3 condena a pouca seriedade daqueles que consomem remédio por conta própriaQ /3 assinala que o principal motivo da automedicação é a tentativa de manter'se a )uventude.)4 que de médico e louco todos temos um pouco. . Nm grupo de voc40ulos do texto possui componentes su0lin(ados cu)a significação é indicada a seguirQ o .. ' mal..carQ /3 c4lcio ' osso. segundo o que declara no primeiro par4grafo do texto. C51.. por conta própria. C1F.. sempre se medicaramQ $3 Por conta própria os leigos sempre se medicaramQ *3 +s leigos se medicaram sempre por conta própriaQ -3 9empre se medicaram os leigos por conta própriaQ /3 9empre os leigos.ivale semanticamente a> A3 +s leigos.. ' em0oraQ -3 . + motivo que levou o -r. 9o0re o título dado ao texto ' um arriscado esporte nacional '.sem que .... foi> A3 a tradição que sempre tiveram os 0rasileiros de automedicar'seQ $3 os lucros imensos o0tidos pela ind.nico item em que essa indicação est4 /DDA-A é> A3 0élico ' guerraQ $3 metrópoles W cidadeQ *3 anti0ióticos ' vidaQ -3 glicose ' aç... +s leigos sempre se medicaram por conta própria.para que os entusiastas da automedicação.a: corre pela entrada s'-ita destes produtos na sua circula!ão.stria farmac<utica com a venda hhlivrehh de remédiosQ *3 a maior gravidade atingida (o)e pelo (40ito 0rasileiro da automedicaçãoQ -3 a preocupação com o elevado n..)amais adquiriu contornos tão preocupantes no $rasil como atualmenteQ . ' uma ve8 queQ $3 . C51.... ' afimQ /3 Muem age assim est4 ensinando 0actérias. C55.. C5G. incentivando as consultas.mero de ó0itos decorrente da automedicaçãoQ /3 aumentar o lucro dos médicos. ' entre asQ *3 .vendas reali8adas pelas farm4cias.. /sta frase inicial do texto só @P+ eq...

... tempo..venda de seus produtos... C5?.. EpNIEA Pq9FI@A @JES@E Jg:6:. + item em que o par de palavras @P+ est4 acentuado em função da mesma regra ortogr4fica é> A3 própria V advert<nciasQ $3 farm4cia V 0actériasQ *3 ind. Ao indicar as prov4veis ra8 es pelas quais os 0rasileiros se automedicam. 9IF#rES.. modoQ /3 modo..2lin(a 1C3Q /3 Mualquer que.Q *3 .. o -r.... C5=... afirmaçãoQ $3 tempo.necessariamente faça )unto com essas advert<ncias.. afirmação.sugestão de amigos.. tempoQ *3 tempo...Q $3 . Heraldo Jedeiros utili8a um argumento 0aseado em opinião e não numa certe8aQ o segmento que comprova essa afirmação é> A3 \ comum. C5B. ind.........dever de alertar.Q . modo..stria...fa8er inve)a .2lin(a 1=3Q *3 . C5C. Palavra que @P+ pertence ao mesmo campo semAntico das demais é> A3 arsenalQ $3 armasQ *3 guerraQ -3 com0aterQ /3 inve)a. tempo..fascinação pelo mundo.2lin(a 1G3Q $3 Acredito. modo.2lin(a 1G3Q -3 *om isso.quando realmente precisar de remédio... modo. + termo su0lin(ado que exerce função diferente dos demais é> A3 .por exemplo..Q os advér0ios su0lin(ados indicam. respectivamente> A3 tempo...2lin(a 1C3..Q -3 . .. tempoQ -3 modo.Q /3 .. TEXTO.stria V c4lcioQ -3 importAncia V raí8esQ /3 remédio V circunstAncia.

Ee qualquer forma. devido ( farta oferta de t"tulos atrelados ao c8m-io para deter a alta do d$lar.. C5F. a d"vida vai crescer. 4este mBs. a d"vida deve superar os [ad do PI9.A alta dos uros e a desvalori1a!ão do real em rela!ão ao d$lar á elevaram a d"vida l"quida do setor p'-lico de [6. hh. 3as se ela se esta-ili1ar em torno de [cd do PI9 não haverá grandes pro-lemas. o texto lido> A3 pretende divulgar algo que é do interesse exclusivo do informanteQ $3 apóia suas informaç es em dados o0)etivos e em depoimentos de autoridadesQ *3 tenta criar suspense e expectativa nervosa nos leitoresQ -3 tem a intenção de ser claro em assunto que é do domínio comumQ /3 é de interesse momentAneo e só pertinente . será estancar a tendBncia do crescimento. especialista no assunto. + título do texto 2a manc(ete do )ornal3 destaca> A3 o aspecto mais favor4vel ao governoQ $3 o fator de maior apelo afetivoQ *3 o elemento mais inesperado do processoQ -3 o sucesso maior do plano econ#micoQ /3 o item de maior interesse p. o governo será o-rigado a fa1er um novo aperto fiscal.S.d . e&. Para evitar o crescimento e&plosivo da d"vida.[d do PI9. afirma o consultor Jaul Neloso.. C:1. que chegou a prometer ao Fundo 3onetário Internacional PF3IO a esta-ili1a!ão em cR. segundo ele.o governo ser4 o0rigado a fa8er um novo aperto fiscal. C:1. 4rea econ#mica. Isso e&igirá \\um sacrif"cio maior\\ da sociedade para que o governo possa aumentar o superávit primário.5d do PI9 PProduto Interno 9rutoO para [:. A dificuldade. \\Se a d"vida crescer muito.. *omo texto informativo que é. o que significa aumentar a arrecada!ão de impostos e redu1ir as despesas. afirma @arlos Thadeu de Freitas.hh Q isto significa que o governo ser4 o0rigado a> A3 modificar alguns impostosQ $3 intensificar a fiscali8açãoQ *3 com0ater a sonegaçãoQ -3 arrecadar mais com impostosQ /3 redu8ir a devolução de impostos. percentual elevado para o 9rasil. o pa"s terá que gerar ganhos fiscais para pagá.la\\.0lico. um aumento de Jg5.diretor do 9anco @entral. + interesse do leitor comum ao ler o texto acima no )ornal é> A3 ilustração culturalQ $3 informação privilegiadaQ *3 atuali8ação de con(ecimentosQ .R -ilh+es entre mar!o e maio deste ano. C:G..

.0lico em comparação com o privado. C:5. a dívida vai crescer.0lica é visto por maior percentual do P%$. C::. uma ameaça .hhQ -3 hh.-3 curiosidade mór0idaQ /3 atração pelo pitoresco.hhQ /3 hhJas se ela se esta0ili8ar em torno de =:_ do P%$ não (aver4 grandes pro0lemas.. + latinismo super4vit significa> A3 o lucro o0tido com a venda de produtosQ $3 o aumento da arrecadação de impostosQ *3 a diferença favor4vel entre arrecadação e despesasQ -3 a redução das despesasQ /3 a diferença entre a alta dos )uros e a desvalori8ação do real.0licoQ -3 a sigla é de criação recente e pouco con(ecidaQ /3 tem a intenção clara de mostrar a influ<ncia do &J% em nossa economia.hhQ $3 hh9e a dívida crescer muito.. o autor do texto mostra que> A3 entende pouco do setor econ#mico no nível internacionalQ $3 escreve de forma específica para economistasQ *3 pretende ser entendido pelo grande p. hh-e qualquer forma a dívida vai crescer. C:?..o governo ser4 o0rigado a fa8er um novo aperto fiscal. Ao indicar a tradução da sigla P%$ entre par<nteses. 9ó @P+ pode estar entre os interesses do )ornal ao pu0licar a informação contida no texto lido> A3 criar confia0ilidade do leitor em relação ao )ornalQ $3 mostrar a situação difícil em que se encontram as finanças nacionaisQ *3 com0ater politicamente o governo atualQ -3 criticar implicitamente a política econ#mica do governoQ /3 demonstrar a inefici<ncia do setor p. população é> A3 hh.. C:=. explícita ou implícita.para que o governo possa aumentar o super4vit prim4rio. o país ter4 que gerar gan(os fiscais para pag4'lahhQ *3 hh-e qualquer forma.. 9egmento do texto que @P+ tra8..hh Q esta afirmação do consultor Daul Ieloso. reescrita de forma a manter'se o sentido original é> . 9egundo o primeiro par4grafo do texto> A3 o &J% deve tomar medidas punitivas em relação ao $rasilQ $3 o $rasil vai mal economicamente por não seguir as normas do &J%Q *3 o P%$ aumentou progressivamente de 1FFF a 1GG1Q -3 a alta de )uros e a desvalori8ação do real aumentaram o P%$Q /3 o aumento da dívida p. C:C.hh C:B. Jas se ela se esta0ili8ar em torno de =:_ do P%$ não (aver4 grandes pro0lemas.

todos. inevitavelmente. SBo Fura. o que não trar4 grandes pro0lemasQ $3 @ão (aver4 grandes pro0lemas se a dívida se esta0ili8ar em torno de =:_ do P%$.mindinho. independente de esta0ili8ar'se em torno de =:_ do P%$. . .Pelo sinal da Santa @ru1 livre. SBo vi1inho. armavam castelos de areia na praia.. viviam as duas qual Qoão mais 3aria. P+/JA -/ -NA9 JP+]%@!A9.piolhos re1ava -ai&inho? .de.A3 A dívida vai crescer inevitavelmente. mas seu crescimento é inevit4velQ -3 9e a dívida vai crescer ininterruptamente. que-ravam os -onecos. TEXTO. .piolhos. riscavam as paredes. X -oca da noite o @ata.E aquelas mão1inhas. tão leves.nos Eeus 4osso Senhor. E aquelas mão1inhas dormiam unidinhas qual Qoão mais 3aria. @ata. mas.-olos. / Pai. a dívida vai crescerQ *3 9e a dívida crescer até =:_ do P%$ não (aver4 grandes pro0lemas.Eedo. não (aver4 grandes pro0lemas se (ouver esta0ili8ação dos dé0itos em torno de =:_ do P%$Q /3 -e qualquer forma a dívida vai crescer em0ora a esta0ili8ação em torno de =:_ do P%$ traga grandes pro0lemas. tão -rancas.

todos cuidava dos outros? nasciam -errugas no @ata. que-rados. anterioridadeQ /. As mãos a que o autor se refere estão sempre su)as porque> A.. dormem unidasQ . o gato comeu. E aquelas mão1inhas viviam su inhas qual Qoão mais 3aria. são muito 0rancasQ *...-olos contava as estrelas. pararam em cru1 co-ertos de fitas que nem dois -onecos sem molas.. untinhos. C=G. @os versos iniciais do texto. SBo Fura. intensidadeQ -.. inferioridadeQ $.piolhos.mindinho Feriu. 7m dia Pque diaDO / Eedo. E ( -oca da noite / @ata. ligados.piolhos dei&ou de re1ar> e Qoão mais 3aria. posterioridade.se num espinho..de.. 4as noites de lua cheinhas de estrelas. / Pai. igualdadeQ *.quede o toicinho0 .. a partícula tão expressa a noção de> A. re8am 0aixin(oQ $.. 2uem compra um -oneco da lo a deEeus0 C:F.

-. por que éO $. a irrequietude. 9egundo o contexto. quando éO -. A comparação entre as mãos e certas personagens infantis leva em consideração> A. nascem 0errugas no cata'piol(os quando> A. fa8em travessurasQ /. Ldormiam unidin(asLQ -. Lcuidava dos outrosLQ /. onde est4O /. C=1. L' o gato comeuLQ $.ria passageiraQ /. o emprego freq. a 0ele8aQ /. C=5. profunda triste8aQ -. como est4O C=?.ente de diminutivos realça. a noite est4 enluaradaQ -. Lferiu'se num espin(oL. o céu se co0re de nuvensQ /. colocada entre par<nteses. o dedo'mínimo é ferido. Lque0ravam os 0onecosLQ *. -e acordo com a superstição popular. a corQ $. as mãos riscam as paredesQ $. o fura'0olos aponta as estrelasQ *. a idéia de> A. C=:. amarga ironia. Assinale a passagem que caracteri8a determinada 0rincadeira infantil> A. o taman(oQ -. revela o sentimento de> A. C=1. como éO *. principalmente. contam estrelas. f. a expressão que diaZ. delicade8aQ . o formatoQ *. C==. -e acordo com o contexto. pergunta> A. alegria incontidaQ $. A expressão popular quede equivale . dor dissimuladaQ *.

as estradas engarrafadas.se no ato de se empanturrar ( mesa. TEXTO. a eternidade da alma est4 garantida. as criaturas são como 0onecosQ *. sentem muitos sem di1er. L/ aquelas mão8in(as viviam su)in(asLQ -. / est)mago devora castanhas. contida no . a máscara da alegria estampada no rosto para enco-rir o -olso furado.ltimo verso. %ndique o trec(o em que a presença da morte se fa8 sentir de forma acentuada> A. Lo *ata'piol(os deixou de re8arLQ *.O .estar decorre do fato de nos sentirmos mais pr$&imos dos sal+es de #erodes. a-ra!amos sem afeto. / melhor do 4atal % ter passado por ele. saciar. Lviviam as duas qual Koão mais JariaLQ /. em vão. 4o "ntimo. Seria esse anticlima um castigo divino ( nossa reverBncia pagã ( figura de Papai 4oel0 4atal % pouco verso e muito reverso. di1 o prov%r-io. compaixãoQ /. Talve1 se a no 4atal que nossas carBncias fiquem mais e&postas. pequene8Q *. nosso mimetismo enfeita de neve de algodão a árvore de lu1inhas intermitentes. / consumo compuls$rio de produtos.se o corpo em álcool e gorduras. -rindamos sem perdoar. ternura. = insuportável a fissura desencadeada pelas festas de fim de ano. afoga. estamos inclinados ( simplicidade da man edoura. / mal. a corrida aos espa!os de la1er. &A]/D D/@A9*/D + @AEAL. C=B. Eamos presentes sem nos dar. 9<o &ura'0olos contava as estrelasL. Qá que o esp"rito arde de sede daquela Wgua Niva do po!o de Qac$ PQoão cO. quando a sa'de pede saladas e legumes. deixa claro que> A. avelãs e amBndoas.$. A gula de Eeus -usca. (armoniaQ -. tudo satura o esp"rito. damos ( mercadoria um valor que nem sempre reconhecemos nas pessoas. P. Em pleno tr$pico. A indagação final. as filas intermináveis nos supermercados.. aquela mesma musiquinha marota. rece-emos sem acolher. os sinos de papel envoltos nas fitas vermelhas dos shopping centers. o apetite compulsivo de comilan!as. não se compram seres (umanosQ /. Larmavam castelos de areiaLQ $. (4 outra vida depois da morteQ -. a vida (umana é insu0stituívelQ $.. C=C. no1es. A-ai&o Papai 4oelD Niva o menino QesusD / melhor da festa % esperar por ela.

aos enfermos. o texto passa a exprimir uma exortação. Instalemos o pres%pio no pr$prio cora!ão e dei&emos germinar Aquele que se fe1 pão e vinho para que todos tenham vida com fartura e alegria. como Jaria.3udemos n$s e o 4atal. unto ( fam"lia. (s fam"lias das v"timas de crimes. aos soropositivos.nos. C?1. algo de misteriosamente novo haverá de nascer em nossas vidas. A frase em que. engravidarhh. aos presos. C=F. A-andonemos a um canto a árvore morta co-erta de lante oulas e plantemos no fundo da alma uma ora!ão que sacie nossa fome de transcendBncia. Então. segundo o uso culto escrito. mesahhQ *3 hhJudemos nós e o @atalhhQ -3 hhAquele que se fe8 pão e vin(ohhQ /3 hh-eixemo'nos. (s crian!as de rua. por> A3 necess4rio V exageradoQ $3 exagerado V desenfreadoQ *3 o0rigatório V incontrol4velQ -3 incontrol4vel V desenfreadoQ /3 necess4rio V o0rigatório. C?5. viva o 3enino QesusD Em ve1 de presentes. A partir de certo ponto. aos que sofrem. C?G. reg<ncia nominal em> . o @atal são presentes e comilançasQ /3 pode'se envolver os sinos de papel em fitas vermel(as. como 3aria. são lícitas tanto a próclise quanto a <nclise do pronome o0líquo 4tono é> A3 hhafoga'se o corpo em 4lcool e gordurashhQ $3 hhno ato de se empanturrar . A nova redação de algumas passagens do texto apresenta erro de concordAncia ver0al em> A3 então. aos e&clu"dos. A-ai&o Papai 4oel. Fa!amos da ceia cesta a quem padece fome e do a-ra!o la!o de solidariedade a quem clama por usti!a. + emprego da preposição @P+ se deve . presen!a . aos dependentes de droga. respectivamente. aos deficientes f"sicos e mentais. poderão (aver coisas misteriosamente novas em nossas vidasQ $3 afogam'se o corpo e a alma em 4lcool e gordurasQ *3 a0andonem'se a um canto as 4rvores mortas co0ertas de lante)oulasQ -3 (o)e. C?1. @o texto. os ad)etivos compulsório e compulsivo podem ser su0stituídos. + fato que assinala essa mudança é> A3 o emprego de frases imperativasQ $3 o uso da 1a pessoa do pluralQ *3 o ver0o iniciando o par4grafoQ -3 o uso do ponto de exclamaçãoQ /3 a refer<ncia ao Jenino Kesus. engravidar pelo Esp"rito de Eeus. Eei&emo.

odiar.. mercadoria um valorhhQ /3 hhestamos inclinados . contrariarQ -3 anunciar. encontra'se o ver0o 9A*%AD. remediar. que a sucede3Q *3 hhplantemos no fundo da alma uma oração que sacie nossa fome de transcend<nciahh. C?=.hh 2@ormalmente não se usa vírgula antes do hhehh que encerra uma seq. incendiar. @o trec(o hh2. figura de Papai @oelhhQ *3 hhato de se empanturrar . amaciar. Pelo modelo do ver0o 9A*%AD tam0ém se flexionam os ver0os da opção> A3 ansiar.. um coment4rio so0re a pontuação de algum segmento do texto.<ncia de elementos com mesmafunçãohh3Q $3 hh)4 que o espírito arde de sede daquela Sgua Iiva do poço de Kacó. nossa rever<nciahhQ $3 hhrever<ncia pagã . @o texto. a frase hh/m pleno trópico. C?:. preocupação que temos com as apar<ncias no @atalQ -3 ao fato de não nevar em países tropicaisQ /3 aos gastos excessivos com enfeites de @atal num país po0re. no8es. C??. apreciar. 2+ ponto depois de hhexpostashh poderia ser trocado por dois pontos3Q /3 hha0andonemos a um canto a 4rvore mortahh. espiar. -amos presentes sem nos dar. acariciarQ /3 arriar.s imitaç es indevidas que fa8emos de outras culturasQ *3 . avelãs e am<ndoas. figura de Papai @oelhhQ -3 hhestamos inclinados .. 2\ opcional o emprego de vírgula entre o pronome relativo e seu antecedente3Q -3 hhtalve8 se)a no @atal que nossas car<ncias fiquem mais expostas.A3 hhum castigo divino . rodopiarQ $3 asso0iar. /m cada alternativa a0aixo apresenta'se.3 uma oração que sacie nossa fome de transcend<nciahh. mesahhQ -3 hhdamos . vigiar. aliviar. nosso mimetismo enfeita de neve de algodão a 4rvore de lu8in(as intermitenteshh encerra uma crítica relacionada> A3 ao costume de enfeitarmos 4rvores de @atal com lu8in(asQ $3 . renunciar. simplicidade da man)edourahhQ /3 hho consumo compulsório de produtoshh. + uso do sinal indicador da crase é facultativo em> A3 hhcastigo duro . nossa rever<ncia pagãhhQ $3 hh4gua Iiva do poço de KacóhhQ *3 hhnossa rever<ncia pagã ... negociar. afoga'se o corpo em 4lcool e gordurashh 2A vírgula separa a oração adver0ial da principal.. . simplicidade da man)edourahh. A alternativa em que o coment4rio é inadequado ao respectivo exemplo é> A3 hho est#mago devora castan(as. entre par<nteses. desviarQ *3 policiar. caluniar. 2 Aexpressão hha um cantohh poderia estar entre vírgulas3.hh . C?B. que é regular. rece0emos sem acol(er.

por sa-er que era tudo ilusão. @uidado. as crian!as de então. c(egando mesmo a confundir as imagens com a realidade. *3 lem0ra'se das vel(as t4ticas dos comerciantes. em que alguns aca-am adaptando. Tu lem-ras daqueles grandes espelhos c)ncavos ou conve&os que em certos esta-elecimentos os proprietários colocavam ( entrada para atrair os fregueses. . para mostrar que as crianças sentiam'se inteiramente capturadas por eles. a nossa tend<ncia é escol(er o luxo. quando criança. n$s -em sa-"amos que não %ramos aquiloD Eepois. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. despersonali1ando. ainda por cima invis"vel.se num segundo \\eu\\. -A %@&LNs@*%A -+9 /9P/L!+9.os. 4ão. + autor mostra que. @esta cr#nica. CBG. contra o testemunho de milhares de espelhos0 Eis aqui um grave assunto para um conto. ao crescer. alongando. 2ue pode uma alma. achatando. na vida. C?F. essas frases significam que> A3 a man)edoura sim0oli8a a simplicidade do Jenino'-eusQ $3 somos atraídos pelas festas dos hhsal es de !erodeshhQ *3 a simplicidade da man)edoura vale mais que o luxo dos hhsal es de !erodeshhQ -3 no @atal aca0amos por contrariar nossos sentimentos mais profundosQ /3 entre a simplicidade e o luxo.os. os nas mais estranhas configura!+es0 4$s. + mal'estar decorre do fato de nos sentirmos mais próximos dos sal es de !erodeshh. para defender a tese de que o mundo )4 foi mais alegre e poético.C?C. para refletir so0re a personalidade profunda e sua imagem exterior. para os outros.se a essas imagens enganosas. -3 alude a um antigo c(amari8 pu0licit4rio. para mostrar a importAncia que tem a imaginação infantil. incauto leitorD #á casos. deformando. ou uma tese de mestrado em Psicologia. As crianças deixavam'se cativar pela magia dos espel(os. achávamos uma -ruta gra!a. simplicidade da man)edoura. mas aquilo que os outros vBem. para concluir que aqueles tempos eram 0em mais ing<nuos que os de (o)e. hh@o íntimo. não %ramos precisamente isto que somos. um romance. $3 alude . @o texto. estamos inclinados . não imaginava a força que pode ter a imagem que os outros fa8em de nós. desco-rimos que. J4rio Muintana> A3 vale'se de um incidente de seu tempo de criança. /3 vale'se de um fato curioso que o0servava quando criança.s propriedades ilusórias dos espel(os. em-ora talve1 nem conhecBssemos o sentido da palavra \\ilusão\\. uma novela. %%. TEXTO.

*3 %% e %%%. ainda por cima invisível. hhuma alma invisívelhh e hhtestemun(o de mil(ares de espel(oshh representam. $3 A assepção da palavra ilusão era descon(ecida pelas crianças. *3 @a frase hh@ão éramos precisamente isto que somos. -3 Ao afirmar que algumas pessoas despersonali8am'se hhnum segundo heuh hh. respectivamente. contra o testemun(o de mil(ares de espel(osOhh (4 a admissão de que> A3 só a força do ol(ar e do interesse al(eio capta as verdades de nossa alma. -3 a fragilidade da alma só é superada quando adquire a consist<ncia de uma imagem. cu)a causa é a invisi0ilidade da alma.<ncia. $3 e a adaptação . *3 é uma conseq. a despersonali8ação num segundo hheuhh> A3 é a causa. $3 @a frase hh@ós 0em sa0íamos que não éramos aquilohh.ltiplas imagens. -3 é uma conseq.s imagens enganosas. o que não impedia que elas descriminassem entre o que era fato e o que era impressão. /st4 %@*+DD/E+ o seguinte coment4rio acerca do emprego de termos ou express es do texto> A3 A expressão hh!4 casos.ltimo par4grafo.<ncia é a invisi0ilidade da alma. /m relação ao texto. apenas. apenas. $3 a verdade essencial da alma não tem como se opor . apenas. *3 o essencial da alma só é recon(ecível na soma de suas m. CB1. 9egundo J4rio Muintana.<ncia. %% e %%%. /3 %. os pronomes su0lin(ados reforçam a oposição entre somos e v<em. e as hhimagens enganosashh são a sua conseq. cu)a causa é a adaptação . CB:. o autor deixa implícito que todos temos um hheuhh original e aut<ntico. CB1. /3 é a causa. mas aquilo que os outros v<emhh. o termo su0lin(ado acentua 0em a distAncia e a superioridade com que as crianças avaliavam suas imagens deformadas. na vidahh indica que o autor est4 interessado em generali8ar e a0soluti8ar a verdade da tese que aca0a de expor. -3 % e %%.<ncia. Eodas as palavras estão corretamente grafadas e acentuadas na frase> A3 A reminic<ncia dos espel(os c#ncavos e convexos levou o autor a expecular so0re a consist<ncia da alma. /3 @o pen. /3 a legitimidade do nosso modo de ser depende inteiramente do recon(ecimento al(eio. est4 correto o que se afirma em> A3 %. CB5. a personalidade verdadeira e suas imagens enganosas.%%%. . @a interrogação hhMue pode uma alma. apenas. cu)a conseq.s imagens enganosas são fatos paralelos e independentes. $3 %%%.s imagens que l(e atri0uem. + autor sustenta a idéia de que as crianças são menos convictas da própria identidade do que os adultos.

*3 Muando somos condecendentes com as imagens que os outros t<m de nós. As normas de concordAncia ver0al estão inteiramente respeitadas na frase> A3 Aos incautos leitores recomendam'se cautelas com os poderes do ol(ar al(eio. $3 seria con(ecido. *3 Para muitos. Fem-ra. $3 + autor nos adverte de que. o autor trata de um tema que 0em poderia ser o0)eto de uma ampla pesqui8a em Psicologia. /3 Nma ve8 perdida a nossa identidade. tornamos'nos cumplices do equivoco al(eio. *3 + autor ac(a prudente que nos acautelemos diante das imagens enganosas.vidas so0re quem de fato somos. de tanto se preocupar com a própria imagem. em sua pequena cr#nica. -3 @ão parece atemori8ar as crianças as imagens deformadas que v<em nos espel(os. /3 @ão acredit4ssemos que éramos aquilo. /3 fosse con(ecido. $3 /le )4 (avia despersonali8ado'se. talve8 nos surpreendemos. Jio de Qaneiro . -3 tivéssemos con(ecido. +s tempos ver0ais estão corretamente articulados entre si no período> A3 9e ol(4ssemos para aquelas imagens. TEXTO. *3 Mue poderes ter4 tido uma alma contra mil(ares de espel(os que ven(am a refleti'laO -3 -epois que tivermos crescido é que poderemos avaliar a importAncia que tem o ol(ar al(eio. *3 fossem con(ecido. $3 k medida que se adaptem . as imagens que os outros l(es fornecem é tudo o que l(es interessam. alguns se despersonali8aram. condensa'se muitas idéias para ficção ou ci<ncia.se de quando o 9rasil era o pa"s do futuro0 Primeiro foi um gigante adormecido P\\em -er!o esplBndido\\O. a forma ver0al resultante ser4> A3 tivesse sido con(ecido. que um dia iria acordar e -otar pra . Eranspondo para a vo8 passiva a frase Ealve8 nem con(ec<ssemos o sentido da palavra hhilusãohh.s imagens enganosas. apenas nos riremos de nossas imagens. -3 \ como se o ol(ar al(eio fosse um espel(o que contesse para sempre a nossa alma. (aver4 um modo de a reouverO CB?. PAe9 -+ &NEND+. /3 @o am0ito de uma pequena cr#nica. CB=. -3 Acreditar na consist<ncia da imagem que os outros fa8em de nós em nada contri0ui para o recon(ecimento da nossa personalidade íntegra e verdadeira. não nos recon(eceremos nelas. CBC. ser4 prudente confiarmos nos espel(osO CBB. /st4 inteiramente correta a frase> A3 9e nos vermos exatamente como os outros nos v<em. /3 Muando (ouverem d.

aqueles. que está logo ali na esquina.que-rar. e de pro-lemas como a criminalidade em geral e o tráfico e o uso de drogas em particular. mesmo depois de redemocrati1ado o pa"s. de postergar tudo o que não podia ser reali1ado no presente. somente na fai&a dos 56 aos 5c anos serão quase :R milh+es de indiv"duos no ano 5666. @onforme os dados da pesquisa. um futuro de rique1a. /ncontra apoio no texto a afirmação contida na opção> A3 A exist<ncia de 1? mil( es de )ovens 0rasileiros no ano 1GGG constituir4 um pro0lema insol. A idéia de futuro vem representada no texto por uma seq. com o maior contingente de ovens de sua hist$ria.<ncia de conceitos. / pior % que. @om esses dados. que nunca chegava Pmais uma ve1 vale lem-rar? foram 5: anos de regime autoritárioO. e alguma ra1ão para isso e&iste.velQ $3 *om a população )ovem 0rasileira na casa dos 1? mil( es. .se o pa"s do futuro. A opção que indica essa seq.<ncia é> A3 expectativa ' gigantismo ' ideali8ação ' otimismoQ $3 otimismo ' expectativa ' ideali8ação ' gigantismoQ *3 gigantismo ' otimismo ' ideali8ação ' expectativaQ -3 expectativa ' ideali8ação ' otimismo ' gigantismoQ /3 gigantismo ' ideali8ação ' expectativa ' otimismo. @om a glo-ali1a!ão. ainda que for!ando um pouco a -arra. 3as por que não inverter a mão e acreditar. á tão dif"cil para essa fai&a de idade. CBF. A dure1a do regime militar dei&ava poucas -rechas para que se ousasse fa1er alguma coisa que não fosse aquilo á previsto. ordenado pelos generais no poder. a cada nova dificuldade. Eados de uma pesquisa ela-orada pela Secretaria de Plane amento do governo de São Paulo revelam que o 9rasil chegará ao pr$&imo s%culo. que essa massa de novas ca-e!as pensantes sim-oli1a a chegada do tal futuro0 2uem sa-e sairá do ac'mulo de energia renovada dessa gera!ão a solu!ão de pro-lemas que apenas se perpetuaram no fracasso das anteriores0 4ada mal come!ar um milBnio novinho em folha com o vi!o. a coisa continuou e continua meio encalacrada. apesar de alguns pro0lemasQ /3 Pode'se pensar de forma positiva so0re nosso futuro a partir da previsão do agravamento do desemprego. temos que encarar Pe temerO at% as crises que ocorrem do outro lado do mundo. Eepois tornou. CCG. só se pode esperar o piorQ *3 @ão se pode pensar de forma otimista em relação ao próximo séculoQ -3 Pode'se pensar positivamente em relação ao nosso futuro. o usual seria prever o agravamento da situa!ão do mercado de tra-alho. plane ado. com muitos sonhos tendo de ser adiados a cada dia. Todavia há que se aguardar o futuro com otimismo. Eram tempos. S$ restava então aguardar o futuro. usti!a social e -em. a ousadia e o otimismo dos que tBm 56 anos.aventuran!a.

ar0ori ' arQ $3 atuali ' ar. @a nova redação dada a algumas passagens do texto. @as opç es a0aixo. /ncontram'se no texto palavras relacionadas a ver0os formados com a terminação ' i8ar. parali ' arQ *3 (orrori ' ar. ru0ori ' ar. A linguagem coloquial empregada no texto pode ser exemplifica pela expressão> A3 hhem 0erço espl<ndidohhQ $3 hh0otar pra que0rarhhQ *3 0em'aventurançaQ -3 dados de uma pesquisaQ /3 somente na faixa. 9ão acentuadas conforme a mesma regra as palavras constantes da opção> A3 )4 ' só ' é ' tr4ficoQ $3 país ' autorit4rio ' (4 ' mil( esQ *3 indivíduos ' ac. sim0oli8a. glo0ali8ação. catequi ' ar.mulo de energia renovada.CC1.mulo ' mil<nio ' t<mQ -3 até ' c(egar4 ' est4 ' sair4Q /3 espl<ndido ' próximo ' século ' difícil. penali ' ar. mo0ili ' ar. somente na faixa dos 1G aos 1: anos serão quase 1? mil( es de indivíduos nos anos 1GGGQ $3 @ada mau começar um mil<nio novin(o em fol(a com o viço. Postergar significa> A3 polemi8arQ $3 preterirQ *3 manifestarQ -3 difundirQ /3 incentivar. fertili ' ar. CC5. todas as palavras se escrevem com ]. /R*/E+ em> A3 utili ' ar. particulari ' arQ /3 reve ' ar. em0ele ' ar. escrita com ]> redemocrati8ação. . e alguma ra8ão (4 para issoQ -3 Nma pesquisa ela0orada pela 9ecretaria de Plane)amento do governo de 9ão Paulo revela que o $rasil c(egar4 ao próximo mil<nio com o maior contingente de )ovens de sua (istóriaQ /3 A solução de pro0lemas que apenas se perpetuaram no fracasso das anteriores sairão do ac. minimi ' ar. (ospitali ' ar. CC=. pressuri ' ar. cometeu'se um erro gramatical em> A3 9egundo os dados da pesquisa. suavi ' ar. CC1. moderni ' arQ -3 sonori ' ar. a ousadia e o otimismo dos que t<m 1G anos3Q *3 Eodavia (4 que se aguardar o futuro com otimismo. martiri ' ar. CC:.

as mãos protegendo a ca-e!a. como eu. algo que me pareceu uma trou&a de roupa. unto ( parede. Escurinho.. sem mudança do significado. \ comum. Al%m. um saco de li&o. que na distinção de g<neros (a)a refer<ncia a conte. 4ão era um ser humano. @as alternativas a0aixo.CC?. foram é forma do pretérito perfeito do ver0o hhirhh. /utros. antes da esquina. não mais. maior é o superlativo relativo de superioridade do ad)etivo hhgrandehhQ -3 /m hh*om esses dados. alguns mastigavam sandu"ches. Perto da Pra!a Leneral /s$rio. o usual seria prever o agravamento da situação do mercado de tra0al(ohh. na esquina da pra!a. em0ora masculino. a perseverançaQ -3 a criatividade. CCC. Alguns passos mais e pude ver que era um menino. por> A3 a )uventude. na casa de sucos de frutas. primeiro é um ad)etivo que concorda em g<nero e n. a dupla de su0stantivos cu)a diferença de g<neros @P+ corresponde a uma diferença de significados é> A3 novos ca0eças ' novas ca0eçasQ $3 v4rios personagens ' v4rias personagensQ *3 outro guia ' outra guiaQ -3 o faixa preta ' a faixa pretaQ /3 algum capital ' alguma capital. Ainda há pouco eu vinha para casa a p%. o . seria é uma forma do pretérito imperfeito do indicativo do ver0o hhserhhQ /3 /m hhforam 11 anos de regime autorit4riohh. era um -icho. um saco de li&o mesmo. como podia estar morto.dos distintos. Eeitado de lado. Estava dormindo.s moças. Tinha os gam-itos tam-%m encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia es-uracada. olhei para o lado e vi. iam passando. a-andonado so-re a cal!ada. o destemor. a imaginaçãoQ *3 a criatividade. refere'se tanto aos rapa8es quanto . /m hho maior contingente de )ovens de sua (istóriahh. a parte su0lin(ada é su0stituível. vários casais de ovens tomavam sucos de frutas. porém.mero com o su0stantivo hhgigantehhQ $3 /m hh*onforme os dados da pesquisahh. TEXTO. a ousadia e o otimismo dos que t<m 1G anoshh. A classificação gramatical dos voc40ulos a0aixo su0lin(ados est4 *+DD/EA na opção> A3 /m hhPrimeiro foi um gigante adormecidohh. para se defender contra o frio da noite. de seus seis ou sete anos. 7m menor a-andonado. -ra!os do-rados como dois gravetos. CCB. PD+E/9E+ EeJ%-+. a coragemQ /3 a imaginação.. a aud4ciaQ $3 a compet<ncia. /m hh. o su0stantivo hh)ovenshh. um traste in'til.começar um mil<nio novin(o em fol(a com o viço. dados é o particípio do ver0o hhdarhhQ *3 /m hhcom o maior contingente de )ovens de sua (istóriahh. noite. feli1 da minha vida e faltavam de1 minutos para a meia. 2uem nunca viu um menor a-andonado0 A cinco passos. sem tomar conhecimento de sua e&istBncia.

como a que voc< aca0a de ler. sem o que comer nem onde dormir .pretas conversando do lado de fora.. )unto . ALH+ que me pareceu uma trouxa de roupa. vi etc.hhQ o uso do termo destacado se deve a que> A3 o autor pretende comparar o menino a uma coisaQ $3 o cronista antecipa a visão do menor a0andonado como um traste in. vivendo a era do progresso para o 9rasil. faltavam ' e.. escrever"amos toda a o-ra de Eic^ens. Segundo as estat"sticas. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos -otequins e lanchonetes e nos importunam cutucando. pivetes na escola do crime. antes da esquina. 4ingu%m tomava conhecimento da e&istBncia do menino. um dado a-strato.O Ninte e cinco milh+es de menores . Pode ser. que se pode fa1er0 2ual seria a rea!ão do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que tra1ia no -olso0 Jesolveria o seu pro-lema0 / pro-lema do menor a-andonado0 A in usti!a social0 P. CF1. CFG. ocorre a mudança para o pretérito perfeito ' ol(ei. Para entender. que a imagina!ão não alcan!a.carro da radiopatrulha estacionado.. dois -oinas. 3as a verdade % que ho e eu vi meu filho dormindo na rua.lo e simplesmente o atendemos Pou nãoO para nos livrarmos depressa de sua inc)moda presen!a. s$ mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis. ainda o confundi com um monte de li&o. @om o sentimento que sufocamos no cora!ão. cedo terminarão na cadeia ou crivados de -alas pelo Esquadrão da 3orte. conquistando um futuro melhor para os nossos filhos.Q essa mudança marca a passagem> A3 do passado para o presenteQ $3 da descrição para a narraçãoQ *3 do impessoal para o pessoalQ -3 do geral para o específicoQ /3 do positivo para o negativo. como ele e&istem nada menos que 5[ milh+es no 9rasil.do e estrutura 0astante variadosQ /3 pequeno conto com coment4rios. parede.nos de leve . 4ão temos disposi!ão sequer para olhá.. oito ou de1 anos de idade. de conte. Nma cr#nica. isto % pro-lema para o ui1ado de menores. + texto começa com os tempos ver0ais no pretérito imperfeito ' vin(a. so0re temas atuais.tilQ *3 a situação do fato não permite a perfeita identificação do meninoQ -3 esse pronome indefinido tem valor pe)orativoQ . hh. e al%m de nada ter feito por ele. e&posto ao frio da noite. At% lá. para nos pedir um trocado. que o menor a-andonado não chateie. depois. 3esmo porque são todos delinqTentes. isto % um menor a-andonado.. sem ter para onde ir nem para quem apelar. gesto que nos desperta mal contida irrita!ão ..ol(ei para o lado e vi. tem como mel(or definição> A3 registro de fatos (istóricos em ordem cronológicaQ $3 pequeno texto descritivo geralmente 0aseado em fatos do cotidianoQ *3 seção ou coluna de )ornal so0re tema especiali8adoQ -3 texto narrativo de pequena extensão.. 3as estamos em pleno s%culo ZZ. 7m menino sem pai nem mãe. CCF.

CF5. -3 % W %I. A descrição do menino a0andonado é feita no segundo par4grafo do textoQ o que @P+ se pode di8er do processo empregado para isso é que o autor> A3 se utili8a de comparaç es depreciativasQ $3 lança mão de voc40ulo animali8adorQ *3 centrali8a sua atenção nos aspectos físicos do meninoQ -3 mostra precisão em todos os dados fornecidosQ /3 usa grande n.. + coment4rio correto so0re os elementos do primeiro par4grafo do texto é> A3 o cronista situa no tempo e no espaço os acontecimentos a0ordados na cr#nicaQ $3 o cronista sofre uma limitação psicológica ao ver o meninoQ *3 a semel(ança entre o menino a0andonado e uma trouxa de roupa é a su)eiraQ -3 a locali8ação do fato perto da meia'noite não tem importAncia para o textoQ /3 os fatos a0ordados nesse par4grafo )4 )ustificam o título da cr#nica. CF=.mero de termos ad)etivadores. CF:. As frases que apresentam corretamente o emprego do ver0o (aver são> A3 % W %%. como podia estar mortohhQ esse segmento do texto significa que> A3 a apar<ncia do menino não permitia sa0er se dormia ou estava mortoQ $3 a posição do menino era id<ntica . %%% ' @ão almoço (4 cerca de tr<s dias. /3 %% W %%%. hhAinda (4 pouco eu vin(a para casa a pé. hh/stava dormindo. %% ' /st4 no Dio (4 duas semanas.. $oinas'pretas é um su0stantivo composto que fa8 o plural da mesma forma que> A3 salvo'condutoQ $3 a0aixo'assinadoQ *3 sal4rio'famíliaQ -3 0anana'prataQ /3 alto'falante. $3 % W %%%. CF?./3 o emprego desse pronome ocorre em relação a coisas ou a pessoas. *3 %% W %I. de um mortoQ .hhQ ve)a as quatro frases a seguir> % ' -aqui (4 pouco vou sair.. %I ' /stamos (4 cerca de tr<s dias de nosso destino. CF1.

se o menino estava dormindo ou mortoQ /3 o cronista não sa0ia so0re a real situação do menino. @a-e aos pais dar um con unto de valores s$lidos. NJ 9/@E%-+ PADA A /-N*A^P+ 9/RNAL. conferida por Eeus e alimentada pela e&periBncia..*3 para os transeuntes.isto é pro0lema para o )ui8ado de menoreshhQ /3 hh/scurin(o. pornografia. incluindo. TEXTO. ol(ei para o lado e vi. Isso não % educa!ão se&ual. div$rcio..hhQ $3 hh. os resultados são deploráveis. CFB. Aids e outras doen!as se&ualmente transmiss"veis.. ensino de meios contraceptivos e preven!ão da Aids e outras doen!as se&ualmente transmiss"veis. a-orto.` = preciso que al%m de uma s$lida -ase filos$fica de valores e&ista a parceria com os pais. % uma e&igBncia urgente que pode reverter esse quadro. Educa!ão se&ual % antes de tudo educa!ão de valores.. não se o-serva redu!ão nem no n'mero de gesta!+es indese adas nem nas doen!as se&ualmente transmiss"veis onde a educa!ão se&ual foi adotada como solu!ão para este pro-lema..escreveríamos toda a o0ra de -icjenshhQ -3 hh. Por que a educa!ão se&ual tal como foi implantada não % a solu!ão0 / desastre come!a no pr$prio conceito. / fortalecimento da autoridade dos pais. era um 0ic(o. hh.. não fa8ia diferença estar o menino dormindo ou mortoQ -3 não (avia diferença. perversão e gravide1 na adolescBncia.. educa!ão do verdadeiro amor. de seus seis ou sete anos. . a educa!ão se&ual foi considerada como a solu!ão e a implanta!ão dos programas aconteceu intensamente> no entanto. CFC. Educa!ão se&ual % parte de algo mais comple&o na vida do ser humano. com e&plosão de adult%rio. Alguns textos. Entretanto.. não maishh. tra8em refer<ncias de outros momentos (istóricos de nosso paísQ o segmento do texto em que isso ocorre é> A3 hhPerto da Praça Heneral +sório.. / mundo virou uma grande feira de se&o.. para a descrição feita. 7m dos argumentos a favor da implanta!ão da educa!ão se&ual nas escolas % o grande n'mero de gesta!+es na adolescBncia e o pro-lema da Aids.se a se&ualidade. A proposta de educa!ão se&ual nos curr"culos da escola de ensino m%dio % uma id%ia que surge mais fortemente agora no 9rasil... ensinados por palavras e e&emplos.hhQ a figura de linguagem presente neste segmento do texto é uma> A3 metonímiaQ $3 comparação ou símileQ *3 met4foraQ -3 prosopopéiaQ /3 personificação.. e se orienta para a informa!ão restrita de contracep!ão e preven!ão de doen!as. amor de doa!ão. _. estupro. 4os Estados 7nidos. e por isso não se pode restringir ( informa!ão so-re anatomia e fisiologia. como este. prostitui!ão..ou crivados de 0alas pelo /squadrão da JortehhQ *3 hh.. A educa!ão se&ual apresentada não toma como -ase valores morais.

mero de gestaç es na adolesc<ncia tem íntimas relaç es com o pro0lema da AidsQ *3 o fundamento da implantação da educação sexual é de 0ase moralQ -3 apesar da implantação da educação sexual.hhQ o que @P+ se pode inferir desse segmento do texto é que> A3 a mesma idéia )4 surgiu anteriormente no $rasilQ $3 a educação sexual )4 foi implantada fora do ensino médioQ *3 a educação sexual referida ainda não foi implantadaQ -3 a proposta de educação sexual é recente considerada a data de pu0licação do textoQ /3 a educação sexual referida tem por o0)etivo os )ovens. hhNm dos argumentos a favor da implantação sexual nas escolas é o grande n. a Aids e as gestaç es na adolesc<ncia continuarão preocupandoQ /3 a preocupação demonstrada pelos autores da proposta se centrali8a na sa. uso de preservativos e prevenção da Aids. @o terceiro par4grafo do texto.la para fins não leg"timos. irá e&acer-ar a á muito forte se&ualidade dos ovens e direcioná. solu!ão para uma vida de amor pleno. Por isso o valor da castidade nos planos religioso e psicol$gico deve ser ensinado aos ovens. refere'se a2o3> A3 novo posicionamento da autora do texto diante da educação sexual presente nos currículos das escolasQ $3 novo direcionamento da educação sexual dirigido ao com0ate . Educar para o amor % educar para a castidade. um sentido para a educação sexual. CFF. FG1. pelo contrário. hhA proposta de educação sexual nos currículos da escola de ensino médio é uma idéia que surge mais fortemente agora no $rasil. 4ão tenhamos medo desta palavra. e viver o casamento na fidelidade. Praticar se&o seguro % esperar at% o casamento. FG1.7m programa de educa!ão se&ual nos moldes pretendidos não trará -enef"cio algum.mero de gestaç es na adolesc<ncia e o pro0lema da Aids. Todo pro eto de educa!ão se&ual deve ter como n'cleo a castidade.de do adolescente. FGG. 7m programa de educa!ão se&ual encontra a sua essBncia na proposta de vida regida pela castidade. apoiada na castidade. AidsQ *3 orientação de educação sexual preferencialmente regida por valores médicosQ -3 condução da educação sexual nas escolas com a a)uda das palavras e exemplos dos pais e mestresQ /3moderna concepção de educação sexual. a educação sexual não seria implantadaQ $3 o grande n. + título do texto.hhQ daí se pode di8er que> A3 se não (ouvesse grande n.mero de gestaç es na adolesc<ncia e preocupaç es com a Aids. E qual % a solu!ão0 @ertamente não será um programa de educa!ão se&ual visando ( preven!ão de doen!as ou de gravide1 como está sendo pretendido. fidelidade matrimonial. gravide8 precoce e . enfati1ada na sua rela!ão com o amor e apresentada em seu significado mais profundo. a educação sexual referida na primeira lin(a é> A3 a que )4 foi anteriormente implantada no $rasilQ $3 a que est4 sendo implantada no $rasilQ *3 a que foi implantada nos /stados Nnidos e anteriormente implantada no $rasilQ .

. A hhcontracepçãohh citada na . FG:.hhQ a comparação entre o mundo e uma feira. FG5. médico e social são> A3 adultério V estupro V divórcioQ $3 prostituição V Aids V divórcioQ *3 estupro V a0orto V AidsQ -3 a0orto V prostituição V pornografiaQ /3 perversão V doenças V estupro. levando' se em conta o que é dito no texto logo a seguir. /ntre os elementos que caracteri8am a hhfeira do sexohh citada pela autora. hh+ mundo virou uma grande feira de sexo. FGB.. pro0lema prioritariamente legal. +s argumentos da autora do texto a favor de uma nova educação sexual t<m 0ase prioritariamente> A3 religiosaQ $3 econ#micaQ *3 políticaQ -3 médicaQ /3 (igi<nica. FG=.. os que caracteri8am.hhQ a presença da locução AL\J -/ nesse segmento do texto fa8 supor o aparecimento futuro de> A3 uma ratificação do que foi ditoQ $3 um termo de maior importAncia que o anteriorQ *3 um acréscimo de um novo elementoQ -3 a explicação de um segmento anteriorQ /3 a complementação de algo inaca0ado. se apóia no2na3> A3 variedadeQ $3 comerciali8açãoQ *3 popularismoQ -3 facilidadeQ /3 ilegalidade.ltima lin(a do terceiro par4grafo refere'se a> A3 métodos para evitar a fecundaçãoQ $3 processos a0ortivosQ *3 técnicas médicas de controle da li0idoQ -3 sistema de proteção a adolescentes gr4vidasQ /3 tratamento de com0ate a doenças sexuais. hh\ preciso que além de uma sólida 0ase filosófica de valores exista a parceria com os pais.-3 a que foi implantada nos /stados Nnidos e recentemente implantada no $rasilQ /3 a que foi implantada nos /stados Nnidos. FG?. respectivamente. .

/sse fato realça a intenção de> A3 dar universalidade . os argueiros do mesmo p$. o enunciador não se destaca porque pretende> A3 ocultar a sua opiniãoQ $3 neutrali8ar as informaç esQ *3 enfati8ar as idéias expostasQ . 3as. as gotas do mesmo fluido. proporcionada ( desigualdade natural % que se acha a verdadeira lei da igualdade. pela educa!ão. hh. ou a desiguais com igualdade. @o texto. o texto interpreta e analisa dados da realidade por meio de> A3 aspectos simultAneos de um o0)etoQ $3 mudanças de estado das personagensQ *3 conceitos a0stratosQ -3 aç es progressivas. 3uitas se parecem umas (s outras. seria desigualdade flagrante. mas atri-uir o mesmo a todos. nos limites da sua energia moral.s afirmaç esQ $3 sugerir que as o0servaç es são corretasQ *3 mostrar que o enunciador do discurso est4 atuali8adoQ -3 manter o clima da cena.FGC. duas coisas iguais. atividade e perseveran!a.e direcion4'la para fins não legítimos. / mais são desvarios da inve a. seria um fim não legítimo da sexualidade dos )ovens o2a3> A3 divórcioQ $3 AidsQ *3 castidadeQ -3 fidelidadeQ /3 estupro. TEXTO. F1G. não faria senão inaugurar. e&ecutada. pode reagir so-re as desigualdades nativas. 4ão há. na medida em que se desigualam. A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente os desiguais. F11. cada um. % a filosofia da mis%ria. as raias do espectro de um s$ raio solar ou estelar. se a sociedade não pode igualar os que a nature1a criou desiguais. pretendendo não dar a cada um na ra1ão do que vale. como se todos se equivalessem. Tal a missão do tra-alho. em ve1 da supremacia do tra-alho. @o texto. predomina o uso de ver0os no presente do indicativo. /s ramos de uma s$ árvore. Esta -lasfBmia contra a ra1ão e a f%.. no universo. $asicamente. 3as todas entre si diversificam. Tratar com desigualdade a iguais. 4esta desigualdade social. proclamada em nome dos direitos do tra-alho> e. do orgulho ou da loucura. FGF. a organi1a!ão da mis%ria. e não igualdade real.. os tra!os da polpa de um dedo humano.hhQ segundo a autora. as folhas da mesma planta. contra a civili1a!ão e a humanidade. /s apetites humanos conce-eram inverter a norma universal da cria!ão.

conseq.va. acórdãoQ $3 4varo. regra de igualdade social. a impot<ncia da sociedade para compensar as diferenças naturais pode ser suprida> A3 pela ação do direitoQ $3 pela distri0uição de 0ensQ *3 pela am0ição pessoalQ -3 pelo tra0al(o de cada um. argumentaçãoQ -3 desacreditar opini es contr4rias . duas coisas iguais. extorsão.-3 diluir o impacto da sua opinião.hh até hh. + texto declara que. F1=. des4gua. F1:. a verdadeira igualdade consiste em> A3 dar diferentemente a iguais entre siQ $3 dar a cada um na ra8ão do que valeQ *3 dar igualmente aos diferentes entre siQ -3 dar igualmente a todos. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas.hh não apresenta ver0o explícito. A3 )uí8es. A3 @ão (averão. quesitoQ -3 ti)ela. no universo. meretíssimo. F1B. 9egundo o texto.de um só raio solar ou estelar. esquisito. 0eneficienteQ $3 crAneo. em relação . car4terQ *3 papéis. visa a> A3 ampliar a argumentaçãoQ $3 restringir a validade dos seus argumentosQ *3 dar consist<ncia . Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas..s suas. anteontem. do orgul(o ou da loucurahh. F15. prop#r. Muando o autor declara> hh+ mais são desvarios da inve)a... F11. Mual destes ver0os se aplicaria coerentemente ao espírito do textoO A3 diferemQ $3 se igualamQ *3 se parecemQ -3 prov<m. A3 extinção. de0<ntureQ -3 polícia.. F1?. (ífen. A frase entre> hh+s ramos de uma só 4rvore.<nciaQ *3 despender. Assinale a frase correta quanto ao uso do ver0o hh(averhh. . sa. engolir. gratuíto. F1C.

como um irmão mais velho. quando me deito. Ilsa..se ( mesa. . EugBnio ouviu aquela pulsa!ão surda que lhe sugeria o -ater dum enorme cora!ão su-terr8neo.. / escrit$rio lhe pareceu mais frio e convencional que nos outros dias. . Sentou. A criatura tinha um eito encolhido de passarito doente. no universo. .ia a afli!ão dum homem que sente no su-solo o agitar..humanidade que tra-alha com silenciosos prop$sitos de destrui!ão. duas coisas iguais. tão atencioso. /NHs@%+. duas coisas iguais. Ilsa. / atroar das máquinas era um ru"do amea!ador. Atravessou o pátio interno da fá-rica. *3 @ão (aviam. chamou a secretária. a -oa vontade e a simpatia deles. meio constrangida. -3 @ão (averiam. + ritmo das m4quinas. para o narrador. 4ão encontrando os que procurava. @oncluiu que era porque tinha pena da mo!a? pena de todos os que sofriam. Precisa cuidar.se. 9oa tarde. sua compreensão. F1F. Entretanto seu eu puro e implacável lhe cochichou que se ele se mostrava assim tão fraternal para com a secretária e para com os outros empregados da fá-rica era para com essa atitude comprar a cumplicidade.lhe um indefin"vel temor? dir. TEXTO. EugBnio se perguntava a si mesmo por que era que de repente se fa1ia assim tão sol"cito. Aquela gente sa-ia que ele ali era apenas o marido da filha do patrão. 4ão senhor. Tornou a a-rir a gaveta e encontrou os pap%is. /s grandes pavilh+es de concreto pareciam estremecer ao ritmo das máquinas. causava. Tem ra1ão.$3 @ão (avia.los em cima da mesa. A senhora anda muito pálida e com eito de cansada. duas coisas iguais.. 4a gaveta do centro. Algu%m me procurou0 . . P). /nde estão aquelas folhas que vão para o 3inist%rio do Tra-alho0 . E. ainda não passou0 . pelos que tra-alhavam de verdade mas que no entanto. Por um -reve instante se sentiu reconciliado consigo mesmo. A mo!a sorria.se duma su-. dum aut)mato que assinava pap%is preparados pelos que realmente entendiam do neg$cio. se achavam muito a-ai&o dele. em quest+es de ordenado. E a dor nas costas. . Xs ve1es. de acordo com o texto. 4ão passava dum manequim. ningu%m. era> A3 um desafio . Eeve ser da posi!ão em que fica quando escreve ( máquina.se E. Porque todos ou 2uase todos sa-iam da sua situa!ão de inferioridade naquela firma. uma rapariga magra de ar cansado . ela vem. no universo. no universo. sem revisá. Sentia agora um interesse fraternal pela secretária. tomou da caneta.los. Ela lhe dava uma vaga ang'stia. reme&eu nos pap%is. cá estão eles. Por que não tira umas f%rias0 Assinava os pap%is automaticamente. . a-riu uma das gavetas.

em detrimento dos demais administradores. /3 seis ve8es. *3 tr<s ve8es. + . Assinale'a. ele disse> hh' @ão quero por a mão naquilo outra ve8. $3 *om dor nas costas.$3 um ruído ameaçador. $3 Eodos tem ataque de nervos quando v<em os 0arul(entos de sempre. /3 Dapariga magra de ar cansado. @o di4logo entre /ug<nio e a secret4ria -. *onsiderando as regras de acentuação gr4fica. F1:. de /ug<nio. -3 ser solícito. /3 @este ano. -as características a0aixo. esta responde> A3 quatro ve8es. estou a fim de acertar todas as quest es desta prova.ltimo par4grafo do texto permite afirmar que> A3 /ug<nio executava o seu tra0al(o conforme a vontade de sua esposa. F1G. . população 0rasileira. uma @P+ corresponde . -3 cinco ve8es. F11. A3 /sse di4logo foi mau interpretado pelos )ornalistas presentes. F15. ele nunca p4ra o carro na sinaleira. *3 Keito encol(ido de passarito doente. *3 ao procurar comprar a cumplicidade e a 0oa vontade dos empregados da firma. /3 tanto os empregados da firma quanto ele 2/ug<nio3 estavam conscientes da situação patética dele na f40rica. $3 a questão salarial é que determinou a ascensão de /ug<nio . escol(eremos o novo Hovernador do /stado. %lsa. *3 um agito no su0solo. A3 Muando est4 acompan(ado da garota.stia. *3 Após o susto. /3 um fator psicológico que l(e causava muita ang. -3 como se uma parede de concreto estivesse caindo. A3 P4lida e com )eito de cansada. $3 duas ve8es. atencioso e simp4tico são instrumentos que devem ser utili8ados por todos os empres4rios em situação id<ntica . c(efia. Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada *+DD/EAJ/@E/. secret4ria. $3 !o)e.hh -3 +s fa0ricantes de remédios falsos vem causando sérios pro0lemas . no pl<ito de outu0ro. /ug<nio seria recon(ecido como administrador de empresa. F11. assinale a alternativa *+DD/EA. -3 Procurava comprar tolerAncia.

.. @o entanto. F1=. *3 interviu W reaveu. mais um dia voltarei... /3 Algumas reinvindicaç es nunca foram atendidas por quem de direito.... Assinale a alternativa cu)a forma ver0al preenc(e *+DD/EAJ/@E/ a frase a0aixo. )4 é on8e (orashh. assinale a alternativa *+DD/EA... As condi!+es em que vivem os presos.. 3as a criminalidade s$ vem aumentando. /3 K4 fa8em dias que a notícia foi divulgada pela imprensa.. *3\ proi0ido ' se caracteri8a W espontaneidade. pela .. $3 Perfuraram'se v4rios lugares. que comprei numa lo)a do s(opping. F1?... $3 Aluga'se co0ertores para as noites mais frias do ano.. F1B. da manuten!ão ou amplia!ão . *omplete os espaços da frase a0aixo com NJA das alternativas indicadas..... a0riu uma das gavetas. *3 Jesmo estando muito cansado. F1C... que...... *3 Ao consultar o relógio.. remexeu papéis. A3 interveio W reouve. ......... o am0iente.. -3 &al(aram a previsão e os resultados o0tidos na corrida de ontem.. deveriam assustar todos os que plane am se tornar delinqTentes. -3 \ proi0ido ' caracteri8a'se W espontaneidade. em nossos cárceres superlotados.s C e 1= para participar do evento.. -3 %nfeli8mente. numa questão difícil de ser resolvida e . /3 interviu W reaver4. a entrada de pessoas estran(as no recinto. mesa. Muanto ... levantou'se ... Assinale a alternativa %@*+DD/EA quanto ao emprego da crase... A3 \ proi0ido ' caracteri8a'se W expontaneidade. /3 Iia)ava semanalmente . $3 \ proi0ida ' se caracteri8a W expontaneidade. disse> hh' Jeu -eus. TEXTO. concordAncia ver0al.. uma ve8 l4 dentro. $rasília para conseguir recursos federais. 3uitas vo1es tBm se levantado em favor do endurecimento das penas. /3 \ proi0ida ' se caracteri8a W espontaneidade. das pessoas. deixarei a min(a terra. causando medo e perple&idade na popula!ão. seus 0ens graças ao 0om senso do mediador. é muito agrad4vel. A3 9entou'se . procura de alguma )a8ida de pedras preciosas..... /le .*3 @o domingo passado fui ao )ogo de fute0ol aonde me diverti muito. .. $3 interveio W reaveu. -3 interviu W reouve. -3 9ua )aqueta de couro é semel(ante . A3 @unca (ouveram tantas o0ras na cidade como agora.

*3 contr4rio . est4 correto 9+J/@E/ o que se afirma em A3 %.se o emprego das penas alternativas. não há mágica? os crimes vão continuar aumentando. reservando a priva!ão da li-erdade somente aos que cometerem crimes mais graves e.queles que encontram nas causas sociais e econ#micas a ra8ão maior das pr4ticas criminosas. /m relação ao texto. A afirmação de que (4 vo8es em favor da manutenção da Lei dos *rimes !ediondos deixa implícito que a vig<ncia futura dessa lei est4 ameaçada. $3 %%. prevalece a no!ão de que são as vergonhosas condi!+es sociais e econ)micas do 9rasil que geram a criminalidade> enquanto essas não mudarem. . *3 %%%. -3 % e %%. Em-ora sedutora e aparentemente sintoni1ada com o sentimento geral de indigna!ão. + autor do texto mostra'se> A3 identificado com o coro das vo8es que se levantam em favor da aplicação de penas mais rigorosas. a restri!ão de direitos etc. ela-orado por renomados uristas. tão com-atido pelo iluminismo ur"dico. a despeito do maior rigor nas penas ou da multiplica!ão de pres"dios. como a presta!ão de servi!os ( comunidade. com o o. para o retorno ao direito penal vingativo e irracional. Leralmente valem. F5G. com participa!ão da sociedade organi1ada. da defesa da sociedade contra o crime. entre outras medidas. %%. a ampliação da Lei dos *rimes !ediondos. privação da li0erdade. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. a compensa!ão por danos causados. /3 contr4rio . @ontra a id%ia de que o -andido % um fac"nora que optou por atacar a sociedade.etivo de racionali1ar as penas.queles que defendem o emprego das penas alternativas em su0stituição . @ão é mais do que uma simples coincid<ncia o fato de que a intensificação das vo8es favor4veis ao endurecimento das penas ocorre simultaneamente ao envio ao *ongresso do antepro)eto do *ódigo Penal. F1F. %%%. $3 identificado com doutrina que se convencionou c(amar hhda lei e da ordemhh. Eestaca. /sta0elece'se uma franca oposição entre os que defendem a hhdoutrina da lei e da ordemhh e os que )ulgam ser o 0andido um facínora que age por opção. corrente dos que defendem.se de argumentos ret$ricos e emocionais. tal corrente aponta para o caminho errado. / coro dessas vo1es aumenta e&atamente quando o governo aca-a de encaminhar ao @ongresso o antepro eto do @$digo Penal. do que se convencionou chamar \\doutrina da lei e da ordem\\. apostando em tais caminhos como forma de dissuadir novas práticas criminosas. mesmo para esses. /3 %% e %%%. enfim. tendo sempre em vista mecanismos de reintegra!ão social.da Fei dos @rimes #ediondos. -3 contr4rio . raramente escorados em dados de realidade ou em estudos que apontem ser esse o melhor caminho a seguir.

-3 A negli)<ncia na aplicação da lei ocorre em relação aos previlegiados de sempre. $3 @ão ca0e ao estado agir como uma sVa.F51. /3 D/'PN'H@d@'*%'AQ &LN'e'-+Q *%D'*N%'E+. em o0edi<ncia . *3 +0secado pelo cumprimento das leis. -3 A Jedicina e a Jatem4tica desenvolveram'se 0astante na antiga N. Por hhiluminismo )urídicohh deve'se entender a> A3 doutrina )urídica que defende o car4ter vindicativo da legislação. $3 corrente dos )uristas que representam a hhdoutrina da lei e da ordemhh. de seu livro. A partição sil40ica ocorre de modo correto em todas as seguintes palavras> A3 A-KN@'^P+Q J%9'*/'Ld'@/'AQ +$9'EDN'*%'+'@%9'J+. -3 a despeito do maior rigor nas penas b em conformidade com o agravamento das puniç es. F55.9. determinação da Procur. /stadual. *3 A0riram'se vagas no Jinis. considerando'se o contexto.0licos. . F51. em> A3 /m0ora sedutora e aparentemente sintoni8ada b Jalgrado atrativa e parcialmente sincroni8ada. *3 tão com0atido pelo iluminismo )urídico b de tal modo restringido pelo irracionalismo )urídico. *3 tradição )urídica assentada em fundamentos criteriosos e racionalistas. Muanto ao emprego de a0reviaturas e de mai. p. (aver4 uma colisão.D. F5?. que fornece eletricidade aumente sem aviso as txs. est4 inteiramente correta a frase> A3 @ão se entende que a *omp. de seus serviços.0lico. F5:. /st4 correto e coerente o emprego do termo su0lin(ado no contexto da frase> A3 9e o piloto não ratificar a tra)etória do v#o. $3 9em maiores pream0ulos. o eminente Autor valeu'se de uma citação !oraciana. F5=. /st4 corretamente tradu8ido o sentido de uma expressão do texto.rias contra o indefeso escrivão. mas como a principal %nstAncia de representação dos interesses p.9. $3 forma de dissuadir b modo de ratificar. /3 mecanismos de reintegração social b meios para reinserção na sociedade. /st4 correta a grafia de todas as palavras em> A3 A reivindicada exumação da vítima sequer foi analisada pelo magistrado. -3 doutrina )urídica que se vale de uma argumentação retórica. p#s'se a vosciferar in). -3 -%9'P/D9'P+Q %H'@o'$%LQ IA'L/@'E%A. /3 corrente dos )uristas que se identificam com o sentimento geral de indignação. é incapa8 de considerar a fali0ilidade da )ustiça. $3 9+D'D%'AQ *+'+'P/'DADQ !/'D+'e9'J+. $3 -i8'se que é inamovível a pessoa que pouco ou nunca se emociona. /3 A impunidade dos ricos é insultosa diante da rigide8 consernente aos po0res.sculas. *3 P/D9'P%'*S'*%'AQ -%'99e'-%+Q De'EJ%'*+. /3 @a intr.

mas desco-ri que era um p% de milho. um po-re homem da cidade. 3eu p% de milho % um -elo gesto da terra. lan!a suas folhas al%m do muro e % um esplBndido p% de milho. mas ninguém sa0e por qu<. veio um outro amigo e afirmou que era cana. veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma for!a e uma alegria que me fa1em -em. /s americanos.o para o e&"guo canteiro da casa. nasceu alguma coisa que podia ser um p% de capim . indica> . Ele cresceu. Sou um ignorante. não % um n'mero numa lavoura. F5F. $3 9em mais nem porque. *3 Pouco antes das do8e. na undécima (ora. 3as ele reagiu. Eu não sou mais um med"ocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever? sou um rico lavrador da rua Q'lio de @astilhos. de crinas ao vento e em outra madrugada. em um monte de terra tra1ida pelo ardineiro. 3as o fato mais importante da semana aconteceu com o meu p% de milho. o que não dei&a de ser emocionante. Transplantei. mas que nos encantou como se fosse inesperado? meu p% de milho pendoou. numa esquina de rua . mas % diferente. NJ P\ -/ J%L!+.hh.. 7m p% de milho so1inho. 2uando estava do tamanho de um palmo. F5B. tal como vi numa noite de luar. colocando o LR%I depois do LR%%%. o p% de milho parecia um cavalo empinado. Muanto ao emprego da forma su0lin(ada. /3 /le inverteu a ordem correta dos capítulos. -3 Mue ele renunciou. preferiu retific4'lo. no meu quintal. veio um amigo e declarou desdenhosamente que aquilo era capim. % um ser vivo e independente. #á muitas flores lindas no mundo. Secaram as pequenas folhas> pensei que fosse morrer. através do radar. -3 *omo são seis os (erdeiros. entraram em contato com a Fua. mas na l$gica de seu crescimento. todo mundo sa0e. vertical. Muanto ao emprego dos numerais. não (esita em despender esforços na reali8ação de suas tarefas. Tinha visto centenas de milharais . ca0er4 a cada um o s<xtuplo das aç es. e a flor de milho não será a mais linda. ele desistiu da compra. ele resolveu nos deixar. unto do portão.*3 -i8'se que é um criminoso contuma8 quando ele modifica seus costumes.. A expressão su0lin(ada no segmento hh+s americanos. 2uando estava com dois palmos. F5C. /3 /le se limita a responder apenas> ' Por que sim. em um canteiro espremido. Suas ra"1es ro&as se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão im$veis. -3 /le é indolente. está com dois metros. Eetesto compara!+es surrealistas . 3as aquele pendão firme. Anteontem aconteceu o que era inevitável. 3as eu tinha ra1ão. /3 /m ve8 de reiterar seu )ulgamento. est4 correta a frase> A3 A ra8ão porque ele se a0steve compete a ele esclarecer. parecia um galo cantando. -ei ado pelo vento do mar. Qá viu o leitor um p% de milho0 Eu nunca tinha visto. Aconteceu que.. = alguma coisa que se afirma com "mpeto e certe1a.. *3 Decusou'se a nos esclarecer o por qu< da sua decisão. TEXTO. $3 Iovó morreu logo depois de completar seu nongen'tésimo anivers4rio. atrav%s do radar. a frase inteiramente correta é> A3 A %ndepend<ncia do $rasil ocorreu na terceira década do século RI%%%.

hhQ $3 hh...não é um n. através do radar..mero numa lavoura. F::.. F:G.hh... A cr#nica acima foi escrita (4 mais de vinte anos por Du0em $ragaQ o segmento do texto que mostra sua não'atualidade é> A3 hh+s americanos.. F:1..hhQ .hh.e declarou desden(osamente que aquilo era capim. hh... entraram em contato com a Lua.lio de *astil(oshhQ *3 hhAnteontem aconteceu o que era inevit4vel.nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim... + motivo que levou o autor a escrever a cr#nica foi> A3 os americanos terem esta0elecido comunicação com a luaQ $3 ter nascido um pé de mil(o em seu canteiroQ *3 o pé de mil(o de seu canteiro ter pendoadoQ -3 o pé de mil(o de seu canteiro ter conseguido so0reviver ao transplanteQ /3 ter sido confirmada a sua opinião de que o que nascia era um pé de mil(o..hhQ -3 hh9ou um ignorante.... a oposição mais importante para o próprio texto é> A3 estrangeiros R 0rasileirosQ $3 emocionante R frioQ *3 universal R particularQ -3 cósmico R terrestreQ /3 tecnológico R rudimentar. respectivamente> A3 despre8o V descon(ecimentoQ $3 descon(ecimento V despre8oQ *3 descon(ecimento V descon(ecimentoQ -3 despre8o V despre8oQ /3 afetividade V menospre8o. um po0re (omem da cidadehhQ /3 hh-etesto comparaç es surrealistas..sou um rico lavrador da Dua K.. F:5. hh. /ntre os dois períodos do primeiro par4grafo do texto. F:1.hhQ os dois elementos su0lin(ados no texto indicam..A3 lugarQ $3 instrumentoQ *3 meioQ -3 causaQ /3 condição. é um ser vivo e independentehhQ o segmento que confirma o que est4 su0lin(ado é> A3 hh9uas raí8es roxas se agarram no c(ão. hh.

... um po0re (omem da cidadehhQ -3 hh. F:?. @om ..e declarou desden(osamente que aquilo era capimhh b depreciativamenteQ *3 hh..... *onsiderando o segundo e o terceiro par4grafos do texto.hh..veio enriquecer o nosso canteirin(o vulgar.hh b rasoQ $3 hh..hh..$3 hh. TEXTO. F:C..0ei)ado pelo vento do mar.. A iniciativa foi copiada de uma e&periBncia -em.em um canteiro espremido..sucedida no @anadá.....hh b domésticoQ /3 hh.. come!a a circular no 9rasil a nova safra de ma!os de cigarros impressos de acordo com a resolu!ão da AgBncia 4acional de Nigil8ncia Sanitária. F:=.hh b marin(oQ -3 hh.hh b popularQ -3 hhAnteontem aconteceu o que era inevit4vel...tal como vi numa noite de luar.é um 0elo gesto da terra.. A su0stituição correta do termo su0lin(ado por um sin#nimo est4 em> A3 hhEransplantei'o para o exíguo canteiro... est4 com dois metros. veio outro amigo e afirmou que era canahhQ $3 hh'mas desco0ri que era um pé de mil(ohhQ *3 hhJas ele reagiuhhQ -3 hh9ou um ignorante.hh b terrestre.suas fol(as longas e verdes nunca estão imóveishhQ *3 hh.... A regra di1 que as sessenta marcas vendidas no pa"s devem estampar no verso da em-alagem uma entre nove imagens associadas aos malef"cios do cigarro. A su0stituição da expressão su0lin(ada por um só termo é %@A-/MNA-A em> A3 hh9ou um ignorante..hh b imprevisívelQ /3 hh. um po0re (omem da cidadehhQ /3 hh/le cresceu..exíguo canteiro da casa.e é um espl<ndido pé de mil(ohhQ /3 hh.hh b enluaradaQ *3 hh. A partir de :j. um po0re (omem da cidadehh b ur0anoQ $3 hh. A JAD*A -A J+DE/ @+9 *%HADD+9. F:B.meu pé de mil(o pendoouhhQ -3 hhJeu pé de mil(o é um 0elo gesto da terrahhQ /3 hh..... /m todos os segmentos a0aixo (4 um sintagma construído por um su0stantivo t ad)etivo 2ou vice' versa3Q o sintagma em que a troca de posiç es entre esses voc40ulos pode tra8er mudança de sentido é> A3 hhEransplantei'o para o exíguo canteiro da casahhQ $3 hh9ecaram as pequenas fol(ashhQ *3 hh9ou um ignorante...afirmou que era canahh.. o segmento que pode ser considerado uma interrupção da narrativa é> A3 hhMuando estava com dois palmos.. de fevereiro..que se afirma com ímpeto e certe8ahh b velocidade.

. principalmente entre os não. 7ma pesquisa reali1ada pela Sociedade @anadense do @8ncer. com mais de 5666 pessoas.. F=G. + fato de vir por extenso a denominação hhAg<ncia @acional de IigilAncia 9anit4riahh em lugar da forma a0reviada A@I9. )4 que se refere comumente a> A3 produtos vegetais e vin(osQ $3 0e0idas em geral e frutosQ *3 produtos vegetais e 0e0idas em geralQ -3 alimentos e produtos de exportaçãoQ /3 vin(os e produtos de exportação. uma -oca com dentes podres e a gengiva inflamada.0lico a que se dirige o texto não é da classe cultaQ -3 o texto pretende enfati8ar o poder legalQ /3 para o )ornalista.striaQ /3 demonstra a preocupação dos fa0ricantes com a sa. a campanha do @anadá provocou uma primeira rea!ão negativa da sociedade. foi $timo. F:F. + fato de virem impressas cenas agressivas nos maços de cigarros> A3 é fruto de iniciativa dos próprios fa0ricantesQ $3 é uma exig<ncia dos não'fumantesQ *3 é resultante de uma imposição legalQ -3 mostra a força dos consumidores so0re a ind. nem sempre as a0reviaturas são claras. mostra que> A3 o texto 1 não pretende apresentar'se em forma resumidaQ $3 em textos informativos não se usam a0reviaturasQ *3 o p.hhQ a palavra safra aparece deslocada.de.imagens e&pl"citas.ta-agistas. revela que a contrapropaganda surtiu efeitos positivos. / saldo final. + título do texto se )ustifica porque> A3 o vício do fumo provoca doença em mil(ares de pessoasQ $3 a maioria dos fumantes não sa0e os riscos que correQ *3 as em0alagens de cigarro vão aludir aos males que provocaQ -3 fa0ricantes vão esconder dos fumantes os riscos que corremQ /3 o vício do fumo est4 aumentando os ó0itos por cAncer... no entanto.começa a circular a nova safra de maços de cigarros. Por causa das ilustra!+es. F=1. cerca de c[d dos fumantes ficaram motivados a a-andonar o cigarro. hh. F=1. A resolução da A@I9 e o texto'imagem dos maços de cigarros são respectivamente representantes de textos dos tipos> A3 did4ticoVinformativoQ $3 informativoVnormativoQ . = que muita gente não queria ser o-rigada a conviver com as cenas repugnantes. agressivas at% . um cora!ão infartado ou um c%re-ro com as art%rias estouradas . F=5.

ela foi copiada no $rasilQ *3 se a iniciativa do *anad4 for 0em'sucedida. respectivamente..Q *3 *om cenas movimentadas. +s dentes podres.. permanentes. que tam0ém ocorre em> A3 *om 0elas imagens. hh*om imagens explícitas. As fotos presentes nos maços de cigarros apelam.*3 normativoVpu0licit4rioQ -3 pu0licit4rioVexpressivoQ /3 expressivoVdid4tico. ela foi copiada no $rasil. a fim de convencerem o p.. agressivas até.hhQ em outras palavras.. F=C..Q -3 *om conceitos antigos. ela vai ser copiada no $rasilQ /3 )4 que a iniciativa do *anad4 foi 0em'sucedida. dinAmicas. antiquadas... ela ser4 copiada no $rasilQ -3 para que a iniciativa do *anad4 se)a 0em'sucedida. as artérias estouradas de um cére0ro são. para a> A3 seduçãoQ $3 provocaçãoQ *3 coaçãoQ -3 intimidaçãoQ /3 tentação.. F=?.. remotos. resolução da A@I9Q $3 todas as marcas vendidas no país estão su)eitas . para fumantes e não'ta0agistas> A3 intimidadoras e sedutorasQ $3 atemori8adoras e repugnantesQ *3 constrangedoras e nocivasQ . F==. hhA iniciativa foi copiada de uma experi<ncia 0em'sucedida no *anad4. F=B. a gengiva inflamada. 0onitas.0lico. F=:. pode' se afirmar que> A3 a iniciativa do *anad4 foi 0em'sucedida porque foi copiadaQ $3 em0ora a iniciativa do *anad4 ten(a sido 0em'sucedida..hhQ entre os ad)etivos explícitas e agressivas (4 um aumento de intensidade..Q $3 *om idéias ultrapassadas. hhA regra di8 que as sessenta marcas vendidas no país devem estampar no verso da em0alagem uma entre nove imagens associadas aos malefícios do cigarrohhQ o coment4rio %@*+DD/E+ so0re esse segmento do texto 1 é> A3 a regra aludida se refere . leiQ *3 serão nove as imagens possivelmente veiculadas pelos maçosQ -3 todas as imagens são mensagens contr4rias ao fumoQ /3 os maços devem selecionar somente as imagens negativas..Q /3 *om medos eternos. o coração infartado.

+ emprego do futuro do presente do indicativo no segmento % significa> A3 certe8a dos fatos futurosQ $3 possi0ilidade de fatos futurosQ *3 incerte8a dos fatos futurosQ -3 d. F?1. A ciBncia. F=F. a curiosidade é> A3 a satisfação de nosso dese)oQ $3 o camin(o de mel(orar a própria sorteQ *3 o . 9egundo o segmento %. + hhdese)o mais altohh.-3 repugnantes e atemori8adorasQ /3 nocivas e alarmantes. A *%s@*%A.nico meio de o0ter satisfaçãoQ -3 o dese)o mais alto da nossa nature8aQ /3 sin#nimo da própria ci<ncia.vida so0re os fatos futurosQ /3 dese)o do autor so0re os fatos futuros. citado no segmento % significa o dese)o> A3 mais contidoQ $3 mais difícilQ *3 mais pro0lem4ticoQ -3 mais intensoQ /3 mais espiritual. a curiosidade> ela fornecerá sempre ao homem o 'nico meio que ele possui para melhorar a pr$pria sorte. %%%. %%Q /3 %%. II . I . TEXTO.se ciBncia com fatos. III . que devia ter por fim o -em da humanidade. . como se fa1 uma casa com pedras> mas uma acumula!ão de fatos não % uma ciBncia. A2s3 opinião2 es3 que tradu82em3 uma visão negativa da ci<ncia é2são3> A3 %Q $3 %%Q *3 %%%Q -3 %. Fa1. assim como um montão de pedras não % uma casa. F?1. infeli1mente concorre na o-ra de destrui!ão e inventa constantemente novos meios de matar o maior n'mero de homens no tempo mais curto. A ciBncia permanecerá sempre a satisfa!ão do dese o mais alto da nossa nature1a. F?G.

.hh.do veiculado é> A3 infeli8menteVdeviaQ $3 constantementeVinfeli8menteQ *3 por fimVdeviaQ -3 destruiçãoVci<nciaQ /3 constantementeVdestruição. hh. destruidora... destrutiva. era o 0em da (umanidadeQ *3 a realidade é diferente da finalidade ideal da ci<nciaQ -3 a realidade confirma o ideal científicoQ /3 so0 certas condiç es a ci<ncia atinge o seu ideal.mero de (omens no tempo mais curtohh ..hhQ nesse segmento. Ioc40ulos que no segmento %% mostram a opinião do autor do texto so0re o conte.hhQ as express es su0lin(adas são respectivamente correspondentes a> A3 (umano...infeli8mente concorre na o0ra de destruição.matar o maior n.. destruidora. o ver0o concorrer eq. significa que> A3 a finalidade da ci<ncia est4 equivocadaQ $3 o ideal da ci<ncia..hh. mortais. nesse segmento. destruidora.0em da humanidade. assassinosQ -3 (umano.novos meios de matar. o uso do pretérito imperfeito do indicativo em hh. no passado. violentosQ /3 (umanit4rio.devia ter por fim o 0em da (umanidade. hh..para mel(orar a própria sorte.ivale semanticamente a> A3 competeQ $3 rivali8aQ *3 pre)udicaQ -3 cola0oraQ /3 com0ate..hh. F?:. F?C.. demonstra> . hh. F?B.. mortíferosQ $3 (umanit4rio. (omicidasQ *3 (umanista.hhQ o voc40ulo sorte.o0ra de destrui!ão..... hh.ivale semanticamente a> A3 futuroQ $3 felicidadeQ *3 infort... hh. como aparece no segmento %%. eq. F?=.... F??.F?5..nioQ -3 (oróscopoQ /3 destino... destrutiva. hh. @o segmento %%.

. unto com a roupa e os instrumentos para a missão. de \\3estra da Nida\\.hh + autor do texto expressa> A3 certa decepção. por que não encomendou a Lore Nidal ou bood] Allen0 F?F.A3 viol<ncia in.. Se era para di1er algo -onito. o autor classifica a frase de Armstrong como infeli8. in. @onvencionou. a frase foi superficial. no caso. TEXTO.se que eventos solenes pedem frases solenes.se com um e&emplar do primeiro gBnero. $3 apesar de ter sido 0onita. velhusca e fraudulenta. precisava ter dito? \\Este % um passo pequeno para um homem. FBG. Ele não podia ter arrumado outra frase0 Ná lá que ha a perpetrado grande feito indo ( Fua. por que não recitou Sha^espeare0 Se queria algo inteligente. ED%@EA A@+9 -/ NJA &DA9/ %@&/L%]. $3 a narrativa da aventura do primeiro (omem a pisar na Lua. ida do (omem . a #ist$ria re-ai&ada a ramo da educa!ão moral e c"vica. menos pedante P\\2uem diria. = a hist$ria em sua versão. ou outros tiveram tempo de pensar por ele. Armstrong teve tanto tempo para pensar. por e&emploO. + tema central do texto é> A3 a indignação pelos poucos dados enviados so0re a aventura da ida do (omem . equivale ( frase edificante. e foi sair. em-ora tal empreendimento soe ho e e&$tico como uma viagem de Lulliver. Lua. A propósito do texto. Lua. -3 apesar de ter sido solene. /3 o impacto da frase dita no momento em que o (omem pisou na lua. . a frase foi superficial. *3 apesar de ter ficado para a posteridade. o primeiro astronauta a pisar na Fua.tilQ $3 crueldade necess4riaQ *3 qualidade supremaQ -3 efic4cia positivaQ /3 efici<ncia mór0ida. comam -rioches\\.til e irreal. Lua. quanto . a frase não foi edificante. X lu1 desse entendimento do que % \\hist$rico\\. FB1. a frase foi exótica. 3as 4eil Armstrong. Armstrong escolheu sua frase. no longo per"odo de preparativos. conseguimos\\O. mais 'til como informa!ão P\\Andar aqui % fácilfdif"cilfgostosofd$i a perna\\O ou mais realista P\\Estou preocupado com a volta\\O0 4ão podia. mas um salto gigantesco para a humanidade\\0 4ão podia ter se contentado com algo mais natural P\\2uanta poeira\\. a frase não foi (umilde. como \\Se eles não tBm pão. pedante. no caso de a frase lhe ter sido oferecida de -ande a. #ist$rica. porque> A3 apesar de ter sido edificante. em0ora tal empreendimento soe (o)e exótico como uma viagem de Hulliver. com o passar dos anos. 4ão hist$rica no sentido de que fica guardada para a posteridade hhhhhhh a posteridade guarda tam-%m frases de-ochadas. /3 apesar de ter sido inteligente. -3 a discordAncia com respeito a frase escol(ida para um momento grandioso. *3 a importAncia do acontecimento do (omem ter c(egado . hh. Era preciso for ar para a ocasião uma frase \\hist$rica\\.

@a opinião do autor do ensaio> A3 só frases edificantes são (istóricas. *3 só frases 0onitas ou inteligentes são (istóricas. /3 &altei a reunião porque c(ovia demais. -3 a necessidade de que o (omem volte . /3 *erta incredulidade quanto . a frase em apreço deveu'se ao fato de que> A3 o astronauta rece0eu a frase )4 pronta. não copiando 9(ajespeare. Hore Iidal e `oodn Allen.$3 a importAncia capital que teve o evento para a (umanidade. $3 Muando o professor c(egar. A figura de linguagem encontrada na frase hh*om muito suor o funcion4rio conseguiu a promoçãohh é> A3catacreseQ $3 prosopopéiaQ *3 sinestesiaQ -3 metonímiaQ . Lua é vista até (o)e. -3 + importante foi que eles venceram. *3 9egundo me informaram. ida do (omem . + termo destacado na oração é classificado sintaticamente como> A3 ad)unto adver0ialQ $3 predicativo do su)eitoQ *3 o0)eto diretoQ -3 apostoQ /3 o0)eto indireto. FB=. A3 \ importante que todos compareçam. -3 Armstrong quis ser original. *3 o encantamento com que a ida do (omem . Para Do0erto Pompeu de Eoledo. FB:. -3 eventos solenes pedem frases solenes. Lua. /3 o astronauta não acreditou no <xito da missão. FB1. começar4 a aula. Lua. $3 Armstrong não teve tempo para pensar em algo mel(or. $3 a frase de Armstrong revela uma visão ultrapassada da !istória. FB5. *3 Armstrong foi motivado pela convenção de que eventos solenes pedem frases solenes. /3 A frase de Armstrong foi rapidamente esquecida. )unto com a roupa e os instrumentos para a missão. aca0ou a promoção. hh/legeu'se deputado pelo prestígiohh. %ndique a alternativa que apresenta oração su0ordinada su0stantiva predicativa. FB?.

homens\\.. FBC. Mual das alternativas apresenta erro de concordAncia ver0alO A3 &altaram. :: car o -om caminho para o profissional. /3 9ou eu quem duvida. desenha uma esp%cie de \\tipo ideal\\ de tra-alhador :5 para as necessidades do mercado. A3 *(egamos finalmente a 9antos. $3 9ua atitude implicar4 demissão. /u se a. *3 *(egaram o livro e os cadernos. são capa1es de infinitas adapta!+es./3 met4foraQ FBB. Em primeiro lugar. oito candidatos. cada consultor. transformasse em regra e quisesse aplicá. humanos. cada 6< articulista pegasse uma id%ia. as 6a descri!+es que encontramos são sempre de \\super. as f$rmulas mágicas servem apenas para tentar . com sua personalidade. :6 4ão % preciso muita sociologia para perce-er que esse emaranhado todo. *3 + vesti0ulando aspirava a uma classificação mel(or. /3 Ioc< lem0ra do dia do pagamentoO TEXTO. 6R Em segundo lugar. o con unto dessas f$rmulas % francamente contradit$rio. seu eito de ser. qual % esse :S \\algo\\ que vocB pode desenvolver0 = preciso sa-er que forma!ão % a mais adequada para :< vocB. %ndique a alternativa onde (4 erro de reg<ncia ver0al. não a forma!ão mais adequada para o mercado. nunca -rigam com a fam"lia. ao pretender indi. naquele dia. = como se cada autor. de qualquer se&o e de qualquer cultura.. o que so-ra para n$s % uma grande :c perple&idade. + J/D*A-+ JA@-A J/9J+O 6: 2uem se dedicar ho e a ler todos os livros. -3 /squeci'me do seu nome. As diferentes cartilhas. suas aptid+es. manuais e artigos so-re o que % ser um \\-om 65 profissional\\ certamente vai desistir de tentar qualquer emprego. E como o pr$prio mercado % todo cheio de am-igTidades :a e necessidades que são contrárias umas (s outras. / que uns di. :[ Então que tal parar um pouco de pensar no mercado e pensar em vocB mesmo0 2ual % o :R \\algo a mais\\ que vocB. $3 Algum de nós rece0eram a encomenda. 6S 1em que % -om outros acham que não. :. -3 Muin(entos reais é muito. que nunca tBm estresse. não 6c se cansam.la a todos os seres 6. 6[ não % descri!ão de gente. as diversas teorias.

extraídas do texto.s pu0licaç es que. como di1em. 53. As express es a0aixo. de acordo com seus dese os e interesses. FC1. o autor tem a intenção de> A3 fa8er alusão ao potencial extraordin4rio das pessoas que 0uscam o constante aperfeiçoamento profissional. -3 irreali84veis e incompatíveis entre si.do dos livros. 4o mercado. /3 hhas diversas teoriashh 2lin(a 1F3. . -3 incitar os futuros profissionais a se equipararem com os (eróis modernos. *3 hhesse emaran(ado todohh 2lin(a 1G3. de fato. e não 5[ pelo mercado. -3 hhuma grande perplexidadehh 2lin(as 15. /R*/E+ a da alternativa> A3 hhas descriç es que encontramoshh 2lin(as 1. /3 reforçar a necessidade de preparação para que os )ovens possam acompan(ar. com um mínimo de segurança. E fa1er o melhor por si mesmo. $3 ressaltar a admiração que os modelos de profissional apresentados pelos manuais despertam no leitor. *3 evidenciar a distAncia entre o que se recomenda nos livros e o que. /3 indivíduo. Então. A principal relação de idéias presente no texto é a oposição entre mercado e> A3 sociedade. $3 emprego. FBF. A crítica do autor dirige'se . cultura de cada um. *3 extravagantes e indiferentes . /3 enganadoras e pouco criativas. $3 hho con)unto dessas fórmulashh 2lin(a ?3. *3 consultores. FC1. *om a expressão hhsuper'(omenshh 2lin(a G53. referem'se todas ao conte. 5a Pode at% não parecer. não será apenas uma questão 55 de \\emprega-ilidade\\. os hhv#oshh do mercado. mas n$s somos seres humanos. simplesmente com pre!o. há 5c o-viamente mercadorias. FCG. com dignidade. $3 inaceit4veis e muito c(eias de regras. % algo que não tem pre!o. / desafio % sair desse lugar e se tornar algu%m 5: incomum. manuais e artigos criticados pelo autor. apresentam orientaç es> A3 extraordin4rias e incoerentes com o mercado. para vender a imagem do hh0om profissionalhh. 1:3. mas de vida. as pessoas conseguem ser.56 condu1ir todo mundo para o mesmo lugar. -3 teorias.

-3 cordialmente. altera a recomendação apresentada na lin(a 1= é> + autor sugeriu que> A3 voc< parasse um pouco de pensar no mercado para pensar em voc< mesmo. *3 voc<. *3 hhsehh 2lin(a 1G3. parasse para pensar em voc< mesmo. FC:. o mais importante na 0usca do sucesso profissional é> A3 fa8er'se notar pela mel(or formação. mesmo pagando caro por isso. $3 hhformaçãohh2lin(a 1C3. $3 hhuns di8em que é 0omhh 2lin(as ? e B3. FC?. FC=. @o texto. sem pensar tanto no mercado. . A informação da frase ficaria alterada. $3 desco0rir o que (4 de mel(or em si mesmo e nisso investir. 53. -3 hhatéhh 2lin(a 153. A estrutura que. Para o autor. mas sem a0rir mão da dignidade. ao pensar um pouco no mercado. $3 (onestamente. parando um pouco de pensar no mercado. pare um pouco para pensar em voc< mesmo. *3 esquecer o mercado para dedicar'se a algo mais interessante. $3 demonstrar e seguir. FCC. respectivamente> A3 citar e acompan(ar. -3 voc< pensasse mais em voc< mesmo. caso fosse suprimida do texto a expressão> A3 hhque sãohh 2lin(a 153. /3 voc<. -3 mencionar e transferir. $3 voc<. em ve8 de pensar tanto no mercado. *3 diretamente. A palavra hhquehh retoma uma palavra anterior na alternativa> A3hhas descriç es que encontramos são sempre de super'(omenshh 2lin(as 1. 113 e hhcondu8irhh 2lin(a 1G3 significam.FC5. /3 hhmesmohh 2lin(a 1:3. FCB. parasse um pouco para pensar em voc< mesmo. ao completar a frase a0aixo. as palavras hhindicarhh 2lin(as 1G. /3 sugerir e encamin(ar. -3 sacrificar tudo o que for preciso para conseguir um emprego digno. /3 seguir o que di8em as cartil(as. A alternativa que mel(or corresponde ao sentido da palavra hhfrancamentehh na frase da lin(a ? é> A3 claramente. /3 espontaneamente. *3 expor e transmitir.

4ão cometeu qualquer ato criminoso. pertencente ao patrim)nio do aeroporto. 4ão a devolveu na segunda. = o que me cumpre levar ao conhecimento de Nossa Senhoria.<< dirigi.*3 hhoutros ac(am que nãohh 2lin(a B3. dia 5: de mar!o. 2uando retornou ao servi!o dia 5< de mar!o. :cR. mas apenas negligBncia do acusado em levar para casa um -em p'-lico para e&ecutar tarefa particular. / funcionário deve ser repreendido pela negligBncia que cometeu.feira. + relatório é um texto de tipo> A3 descritivoQ $3 narrativoQ *3 argumentativoQ -3 poéticoQ /3 dram4tico. Foi irresponsável. devolveu a máquina. encarregado do aeroporto daquela cidade. / acusado relatou. su-meto ( aprecia!ão de Nossa Senhoria o relat$rio das diligBncias que nesse sentido efetuei. @ão consta2m3 do relatório lido> . /3 hh\ preciso sa0er que formação é a mais adequadahh 2lin(a 1B3. Tendo sido designado por Nossa Senhoria para apurar as den'ncias de irregularidades ocorridas no aeroporto de 3ar"lia.<6:. 4ão me convence se a necessário impor. D/LAEoD%+. acusado de ter furtado uma máquina de escrever /livetti n. Senhor Superintendente. 4ão houve vontade de su-trair a máquina.se que me parece infundada a acusa!ão. FCF.<< . A doen!a do acusado está comprovada pelo atestado que segue ane&o ao presente relat$rio> a devolu!ão da máquina no dia 5< de mar!o foi confirmada pelo senhor Jaimundo Alves @orreia. apenas para e&ecutar alguma tarefa de caráter particular. FF1. A finalidade principal do texto é> A3 orientar o superior na tomada de uma decisãoQ $3 documentar oficialmente um ato irregularQ *3 discutir um tema pol<micoQ -3 fornecer dados para uma investigaçãoQ /3 indicar funcion4rios passíveis de punição. para que permitisse fosse interrogado o funcionário Qoão Jomão. FFG. porque faltou ao servi!o por motivo de doen!a. Eo e&posto conclui.se a instaura!ão de processo administrativo.feira . TEXTO. :< de mar!o de :. Aproveito a oportunidade para apresentar.me ao senhor Jaimundo Alves @orreia.nos que realmente havia levado a máquina para casa na se&ta.lhe protestos de minha distinta considera!ão. -3 hh/ntão que tal parar um poucohh 2lin(a 1=3. 4o dia 5a de ulho de :.

+ item em que se mostra a forma a0reviada correta de Iossa 9en(oria é> A3 I.. 9ra. *3 I. + estilo 0urocr4tico se caracteri8a. 9en(. $3 I.nciasQ ocorridasQ apreciaçãoQ $3 ocorridasQ apreciaçãoQ relatórioQ *3 apreciaçãoQ relatórioQ nesse sentidoQ -3 relatórioQ den. 9ria.A3 o cargo da autoridade a quem é dirigidoQ $3 o relato dos fatos ocorridosQ *3 uma preocupação liter4ria do autorQ -3 as conclus es dos fatos analisadosQ /3 uma fórmula de cortesia final. 9. FF=.. As datas presentes no texto t<m a finalidade textual de> A3 mostrar a evolução dos acontecimentosQ $3 documentar os fatos citadosQ *3 criar a falsa impressão de verdadeQ . hhEendo sido designado por Iossa 9en(oria.nciasQ ocorridasQ /3 nesse sentidoQ ocorridasQ apreciação. entre outras coisas.. pelo emprego de palavras desnecess4riasQ no primeiro par4grafo do texto são exemplos desse caso> A3 den.. apreciação de Iossa 9en(oria. 9i. FF5.su0meto . -3 I.. FF1. hh.hhQ o acento grave indicativo da crase neste segmento se deve a que> A3 ocorre a união da preposição a com o artigo definido feminino singularQ $3 a reg<ncia do ver0o su0meter exige o uso da preposição aQ *3 (4 a o0rigatoriedade do emprego do artigo definido feminino singularQ -3 faça parte de uma locução adver0ialQ /3 faça parte de uma locução prepositiva. FF?.hhQ esta oração inicial do texto tem valor> A3 concessivoQ $3 temporalQ *3 conclusivoQ -3 causalQ /3 consecutivo. FF:. /3 I..

autor de 7ma 65 #ist$ria da Feitura. FFC. A :c grande1a do te&to consiste em nos dar a possi-ilidade de refletir e :[ interpretar. presidente da 3icrosoft.hhQ o item a0aixo em que a concordAncia do voc40ulo anexo est4 correta é> A3 Iai anexa o atestado médicoQ $3 Ião anexo o atestado e a foto do funcion4rioQ *3 /stão em anexas as fotografias pedidasQ -3 /st4 em anexo a declaração do réuQ /3 /st4 anexo os documentos solicitados. Prova disso % que as pessoas estão lendo cada ve1 :R mais. 6. hh. por que a 6[ leitura ainda % importante0 6R 3anguel . + plural do ver0o e do pronome em hhdirigi'mehh é> A3 dirigi'nosQ $3 dirugimos'nosQ *3 dirigimos'meQ -3 dirigis'nosQ /3 dirigimo'nos. por e&emplo. TEXTO. nas imagens veiculadas pela pu-licidade. a palavra escrita %.. :S 9ill Lates. mais do que nunca. que se anexa ao presente relatório. assim como mais livros estão sendo pu-licados a cada ano. sem :: nos dar chance para pensar. :6 Elas captam a nossa aten!ão por apenas poucos segundos.. Assim. 6c Ne a . Essa % a tendBncia geral em todos os :5 meios visivos. 6: / ensa"sta canadense Al-erto 3anguel. ao 6S contrário do que acontecia na Idade 3%dia e na Jenascen!a. 4uma %poca em que predominam as imagens. FFB.-3 valori8ar o tra0al(o do autor do relatórioQ /3 facilitar a leitura do relatório. a :a nossa principal ferramenta para compreender o mundo. Pense. A atual cultura de imagens % superficial"ssima. e&plica por que a palavra escrita % a grande 6a ferramenta para entender o mundo. 6< %pocas que tam-%m eram marcadas por uma forte imag%tica. /@ED/I%9EA. prop+e uma sociedade sem .

a nossa principal ferramenta. para desenvolver essa idéia. mais do que nunca. ao contr4rio do que acontecia na %dade Jédia e na Denascença. nas imagens veiculadas. :. 1GG1.a palavra escrita é a grande ferramenta para entender o mundo. Isso di1 alguma coisa.:< papel.a grande ferramente PADA entender o mundo ' meioQ $3 . 2lin(a F3Q $3 Assim. B3. prop e uma sociedade sem papel. 2lin(as 1.. 53Q o item a0aixo em que o voc40ulo grande apresenta o mesmo valor semAntico que possui nesse segmento do texto é> A3 Por um grande tempo pensou'se que o livro iria ser su0stituído pelo computador... -3 + entrevistado Al0erto Janguel é um dos grandes con(ecedores do valor da língua escrita. 2lin(a 1B3Q -3 Jas. . por exemplo. /3 +s computadores mais modernos atingem grandes preços no mercado.. 153Q *3 $ill Hates.... . -3 + autor declara por que ler ainda é indispens4vel... 2lin(as 1. a palavra escrita é. ele pu0licou um livro.. $3 $ill Hates tem grande interesse em mostrar a inutilidade da palavra escrita no mundo moderno. 1GGG. @a introdução da entrevista. 2lin(as 11.. 2lin(a 1C3Q /3 A atual cultura de imagens é superficialíssima.. para desenvolver essa id%ia. FFF.por que a leitura A%@-A é importanteO ' concessãoQ .. + item a0aixo em que o elemento destacado tem seu valor semAntico corretamente indicado é> A3 . ' finalidadeQ *3 . . *3 + computador ainda tem uma grande estrada a percorrer até atingir a importAncia do livro. 3as. por que ainda fa8er issoO 1GG1. presidente da Jicrosoft. 2lin(as ?. 53Q o item a0aixo cu)a grafia do termo su0lin(ado se explica exatamente pelas mesmas ra8 es que )ustificam a grafia em duas palavras do termo em destaque é> A3 Por que a leitura ainda é indispens4velO $3 Ler ainda é .til por qu<O *3 Ler ainda é o camin(o por que se v< o mundo.a palavra escrita é a grande ferramenta para entender o mundo.explica P+D MN/ a palavra escrita..... ele pu-licou um livro. 53Q o item a0aixo que representa o papel da palavra escrita no entendimento do mundo é o de> A3 instrumentoQ $3 motivoQ *3 o0)etivoQ -3 modoQ /3 processo. /3 Ler.explica por que a palavra escrita é a grande ferramenta para entender o mundo. 1GG5. 2lin(as 1..... o segmento autor de Nma !istória da Leitura est4 entre vírgulasQ o item a0aixo que apresenta a utili8ação de vírgulas pela mesma ra8ão é> A3 Pense.

@a pergunta do repórter (4 uma oposição implícita entre imagens e leitura porque> A3 os livros teóricos não possuem ilustraç esQ $3 imagens só estão presentes em livros infantisQ *3 a leitura só é a possi0ilidade de criar imagensQ -3 as imagens independem de leituraQ /3 as letras não possuem sentido sem imagens...-3 .. 2lin(as 1B. @uma época em que predominam as imagens. 9egundo o que se depreende da resposta do entrevistado. 1C3.sem nos dar c(ance para pensar. 1GGC. *onsiderando que os voc40ulos imagética e visivos aparecem (4 pouco tempo nos dicion4rios de língua portuguesa. isto pode significar que> A3 são voc40ulos erradamente criados pelo autor do textoQ $3 tais voc40ulos são traduç es inadequadas de voc40ulos estrangeirosQ *3 representam realidades ainda ausentes de nosso cen4rio culturalQ -3 se trata de neologismos )4 recon(ecidos oficialmenteQ /3 os dicion4rios atuais não estão atuali8ados. 1GGB. 2lin(as 11.. ' modo. ' acréscimoQ /3 . Denascença> A3 é 0em mais superficial no tratamento das imagensQ $3 prefere imagens profanas. presidente da Jicrosoft. %dade Jédia e . ..A99%J *+J+ mais livros estão sendo pu0licados a cada ano. uma visão negativa da cultura de imagens é> A3 A atual cultura de imagens é superficialíssima.. direta ou indiretamente. 113Q *3 /las captam a nossa atenção por apenas poucos segundos. 9egmento do texto que @P+ mostra.2lin(a ?3Q $3 /ssa é a tend<ncia geral em todos os meios visivos. 2lin(as 1G.. 113Q /3 $ill Hates. em termos de cultura de imagens..2lin(a :3Q a época a que se refere o repórter é> A3 indeterminadaQ $3 a dos dias de (o)eQ *3 a da %dade Jédia e da DenascençaQ -3 a de um passado próximoQ /3 (ipotética. em relação .. ao invés de religiosasQ *3 apresenta semel(anças nas imagens pu0licit4riasQ -3 mostra id<nticas preocupaç es formaisQ /3 possui tecnologia 0em mais avançada.épocas EAJ$\J marcadas por uma forte imagética... prop e uma sociedade sem papel.. 1GG=. a época moderna. 1GG:.. 1GG?. 2lin(a 1G3Q -3 ..

0licoshh se refere exclusivamente a> A3 despesas com a educação p. humilhantes Jg 6. @omparados a outras \\ru-ricas\\.0licaQ $3 Pagamentos governamentaisQ *3 sal4rios da classe políticaQ -3 gastos gerais do HovernoQ /3 investimentos no setor oficial. = o caso do que a mesma 7nião despende com a sa'de de cada -rasileiro . A explicação mais plausível para o fato de o economista citado no texto não ter sido identificado é> A3 não ser essa uma informação pertinenteQ $3 o )ornalista não citar suas fontes de informaç es sigilosasQ *3 evitar que o economista sofra repres4liasQ -3 descon(ecer o )ornalista o nome do informanteQ . com a educa!ão. Jg a. o ad)etivo que su0stitui de forma %@A-/MNA-A os pontos das retic<ncias do título do texto é> A3 autorit4rioQ $3 in)ustoQ *3 estran(oQ -3 desigualQ /3 incoerente. para Jg 5R milh+es.56. pois o custo individual diário pula para Jg S:. Por e&emplo? @onsiderada a despesa geral da @8mara. diariamente. 1G11. apenas Jg 6. + ger..66. 1G1G. os n'meros -eiram o del"rio. cada deputado federal custa ao pa"s. a loucura % ainda maior. E o anual. Eissecando os gastos p'-licos no 9rasil...a milhão por ano. + termo hhgastos p.aR por dia. E. 1G11.ndio da primeira frase pode ter como forma ver0al desenvolvida adequada ao texto> A3 em0ora dissecasseQ $3 porque dissecouQ *3 enquanto dissecavaQ -3 )4 que dissecouQ /3 logo que dissecou. um economista desco-riu -ar-aridades no /r!amento da 7nião deste ano. Entre os senadores. MN/ PAe9.S66. *onsiderando o sentido geral do texto. 1GGF.TEXTO. /u Jg :. acreditem.

Dq5.. +s exemplos citados pelo )ornalista> A3 atendem a seu interesse )ornalísticoQ $3 indicam dados pouco precisos e irrespons4veisQ *3 aco0ertam pro0lemas do HovernoQ -3 mostram que os gastos com a classe política são desnecess4riosQ /3 -emonstram que o país não disp e de recursos suficientes para as despesas... diariamente. 1G15.hh.. + +rçamento da Nnião é um documento que> A3 esconde a verdade da maioria da populaçãoQ $3 só é consultado nos momentos críticosQ *3 mostra a movimentação financeira do HovernoQ -3 autori8a os gastos governamentaisQ /3 tra8 somente informaç es so0re as casas do *ongresso.. hh*onsiderada a despesa geral da *Amara.do veiculado pelo texto é> A3 hh.hhQ *3 hh/ com a educação. 1G1?.hhQ o c4lculo para se c(egar ao custo di4rio de cada deputado federal foi feito do seguinte modo> A3 a despesa geral da *Amara foi dividida pelo n.os n. diariamente. Dq 5. + item do texto em que o )ornalista @P+ inclui termo que indique sua opinião so0re o conte.BGG. 1G1B.1GhhQ -3 hh..mero de deputados federaisQ $3 a despesa com os deputados federais foi dividida igualmente por todos elesQ *3 os gastos gerais da *asa foram repartidos por todos os funcion4riosQ -3 os gastos da *Amara com os deputados foram divididos pelo seu n.BGG.cada deputado federal custa ao país.hhQ $3 hh/ntre os senadores.5 mil(ão por ano. a loucura é ainda maior. @a oração hh+u Dq 1.. 1G1C.mero totalQ /3 as despesas gerais da *Amara foram divididas entre os deputados federais. cada deputado federal custa ao país.. hh*omparados a outras hru0ricash.hhQ o coment4rio correto so0re o significado dos elementos desse segmento do texto é> . (umil(antes Dq G.hhQ /3 hh..5 é classificado como multiplicativo.meros 0eiram o delírio.meros 0eiram o delírio..um economista desco0riu 0ar0aridades no +rçamento da Nnião. 1G1=. 1G1:./3 não ser o economista uma pessoa de destaque social. os n.hh> A3 o termo mil(ão deveria ser su0stituído por mil( esQ $3 a con)unção ou tem valor de retificação do termo anteriorQ *3 o signo q se refere ao dólar americanoQ -3 o termo mil(ão concorda com a quantidade da fraçãoQ /3 o numeral 1.

TESTE.de e educaçãoQ *3 as outras ru0ricas referidas no texto são a educação e a sa.meros referem'se .A3 o termo ru0ricas. . Esta revista marcou sua presen!a na vida -rasileira ustamente pela convic!ão de que esse % um risco que vale a pena correr. contra determinadas figuras p'-licas. movidas por interesses inconfessáveis. tendBncia que se acentuou muito nos 'ltimos anos. +missão e intromissão são voc40ulos que diferem pelo prefixo que se )unta ao mesmo radicalQ o mesmo ocorre em> A3 querer V requererQ $3 deter V conterQ *3 (aver V reaverQ -3 contratempo V passatempoQ /3 finali8ar V finalidade. /s $rgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecut$rios ou de estar patrocinando campanhas gratuitas. hhA imprensa peca mais pela omissão que pela intromissãohhQ dedu8'se desse primeiro período do texto que a imprensa> A3 se intromete mais do que deveQ $3 peca pela omissão e pela intromissãoQ *3 deveria omitir'se maisQ -3 se intromete mais do que se omiteQ /3 não peca quando se intromete. 3esmo que. eles este am enterrados em pontos remotos de suas -iografias. que as revistas e os ornais -rasileiros fa1em da vida de pol"ticos e autoridades. escrito entre aspas.deQ -3 comparados com a educação. (s ve1es. os gastos citados são (umil(antesQ /3 os n. = dever da imprensa investigar e divulgar os fatos que cercam a ascensão dos pol"ticos. A imprensa peca mais pela omissão que pela intromissão. /ntre as hhvirtudes da intromissãohh est4> A3 investigar o0sessivamente a vida de políticos 0rasileirosQ $3 patrocinar campan(as meritóriasQ *3 desenterrar pontos remotos das 0iografias de políticosQ -3 explicar a prosperidade atual de políticos e autoridadesQ /3 arriscar'se a fa8er campan(as gratuitas. eles precisam ser e&postos ( sociedade. 1G1F. grande quantidade de deputados e senadores. A9 I%DEN-/9 -A %@ED+J%99P+. 1G11. (s ve1es o-sessiva. 1G1G. tem valor ir#nicoQ $3 o delírio refere'se aos gastos ínfimos com sa. Essa má&ima muitas ve1es % esquecida em meio ( investiga!ão. 2uando esses fatos passados servem para iluminar a personalidade atual do pol"tico ou para desnudar as entranhas da atividade p'-lica.

correm o risco de parecer persecutóriosQ *3 +s órgãos de imprensa correm. nesses casos. nesses casos.. 1G1?.hhQ o coment4rio correto a respeito dos componentes desse segmento do texto é> A3 em meio . hh/ssa m4xima muitas ve8es é esquecida em meio . a revista I/KA> A3 peca mais pela omissão que pela intromissãoQ $3 patrocina campan(as gratuitas.hhQ com o deslocamento dos termos da frase. a .. o risco de parecer persecutóriosQ -3 +s órgãos de imprensa correm o risco.. as revistas e os )ornais 0rasileiros. 1G15. Delação %@*+DD/EA entre palavras do texto em ra8ão de grafia errada é> A3 omissão V omitirQ $3 convicção VconvencerQ *3 ascensão V ascenderQ -3 o0sessiva Vo0secarQ /3 persecutórios V perseguir. hh+s órgãos de imprensa correm nesses casos o risco de parecer persecutórioshhQ a forma J/@+9 adequada de reescrever'se essa mesma frase por ser menos clara..nica forma %@*+DD/EA é> A3 as 0rasileiras revistas e )ornaisQ $3 os 0rasileiros )ornais e revistasQ *3 os 0rasileiros revistas e )ornaisQ -3 os )ornais e as revistas 0rasileirasQ /3 os )ornais e as revistas 0rasileiros. investigação. equivale a no meio daQ $3 m4xima equivale a sentença moralQ *3 é esquecida equivale a esqueceram'seQ -3 muitas ve8es equivale a progressivamenteQ /3 muitas equivale a v4rias. sociedade fatos esca0rosos. nesses casos. os órgãos de imprensa. 1G1=.. 1G1B. hh. os órgãos de imprensa correm o risco de parecer persecutóriosQ $3 +s órgãos de imprensa. 9egundo o texto. + item em que a omissão do voc40ulo MN/ foi feita de forma %@A-/MNA-A é> A3 que as revistas e os )ornais 0rasileiros fa8em ' feita pelas revistas e )ornais 0rasileirosQ . de parecer persecutóriosQ /3 *orrem o risco de parecer persecutórios. é> A3 @esses casos... 1G1:.1G11. desinteressadasQ *3 é movida por interesses inconfess4veisQ -3 corre o risco consciente de investigarQ /3 evita expor . nesses casos.

.$3 tend<ncia que se acentuou muito nos ..ncia de crimesQ *3 promover a própria revistaQ -3 mostrar a face oculta de muitos políticosQ /3 )ustificar a omissão da revista em alguns casos. ele não o morderá.. + texto tem a finalidade clara de> A3 denunciar os maus políticosQ $3 incentivar a den. Se vocB recolher um cachorro que morre de fome e o tornar pr$spero.. TEXTO. + conectivo a0aixo que apresenta seu valor corretamente indicado é> . eles este)am enterrados. eles este)am enterrados. 1G51. = esta a" a diferen!a principal entre um cão e um homem.. 1G51. su0stituirmos o complemento um cac(orro pelo pronome o0líquo adequado.ltimos anos ' tend<ncia muito acentuada nos .s ve8es. 1G1F. + ad)etivo que su0stitui convenientemente a oração que morre de fome é> A3 famigeradoQ $3 mori0undoQ *3 defuntoQ -3 famintoQ /3 necessitado. 9e na frase hh9e voc< recol(er um cac(orrohh.. a forma correta dessa frase ser4> A3 9e voc< recol(er'loQ $3 9e voc< recol(er'l(eQ *3 9e voc< o recol(erQ -3 9e voc< recol(e'loQ /3 9e voc< l(e recol(er.ltimos anosQ *3 convicção de que esse é um risco. ' convicção de ser esse um riscoQ -3 divulgar os fatos que cercam a ascensão dos políticos ' divulgar os fatos cerceadores da ascensão dos políticosQ /3 Jesmo que. *P+ / !+J/J.. + defeito (umano criticado pelo autor do texto é> A3 a viol<nciaQ $3 a ingratidãoQ *3 o egoísmoQ -3 o preconceitoQ /3 a inve)a.' em0ora. .s ve8es. 1G5G. 1G1C.

. 1G5:. Ao escrever cão em lugar de cac(orro na . 1G55. 1G5B. ' concessãoQ $3 morre -/ fome ' causaQ *3 / o tornar próspero ' adversidadeQ -3 MN/ morre de fome ' explicaçãoQ /3 /@ED/ um cão e um (omem ' distAncia.sculas retomam..ele não o morder4. respectivamente> A3 o cac(orro Vo cac(orroQ $3 o (omem Vo (omemQ *3 voc< V voc<Q -3 o cac(orro V voc<Q /3 voc< Vo cac(orro.A3 9/ voc< recol(er. ele não + morder4.ltima parte do texto.hh Q se retirarmos a negativa não desse segmento do texto. o autor> A3 demonstra que se esqueceu do voc40ulo que (avia usado anteriormenteQ $3 mostra que quer mostrar diferença de sentido entre os dois voc40ulosQ *3 economi8a espaço gr4fico ao preferir um voc40ulo mel(orQ -3 prefere cão porque este voc40ulo tem sentido negativoQ /3 procura evitar a repetição de voc40ulos id<nticos. hhentre um cão e um (omem....hh Q as duas ocorr<ncias do voc40ulo em mai. hh.. 1G5?. 1G5=. a forma correta da frase ser4> A3 ele morde'lo'4Q $3 ele l(e morder4Q *3 ele o morder4Q -3 ele morder'l(e'4Q /3 ele morder'lo'4. hh.hhQ a forma correta da construção da preposição /@ED/ seguida de pronomes pessoais é> A3 entre mim e tuQ $3 entre eu e elaQ *3 entre ela e euQ -3 entre ti e euQ /3 entre mim e ti. + ver0o tornar possui sentido diferente do que aparece no texto em> A3 +s avi es se tornaram armasQ $3 Eornar'se rico é o anseio do )ovemQ .e + tornar próspero.

se % que se quer arrumar o mundo. / peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com dos cinco continentes. preli-ando pelo menos uma hora. sem defeito. ouvindo a palavra final. foi a de p)r nas mãos do moleque um -elo que-ra. 4unca ouvi verdade tão cristalina? \\9asta arrumar o homem Ptão desarrumado quase sempreO e o mundo fica arrumadoD\\ Arrumar o homem % a tarefa das tarefas.ca-e!a tinha um homem0 Era mais fácil. / pr$prio her$i deu a chave da proe1a? \\Pai. 4ão posso. mares e oceanos. no plural. E quando eu arrumei o homem. o que-ra. hora e meia de tr%gua. o mapa do mundo.lo tra-alhar. @omo fe1..ncia de o fec(ado na segunda síla0aQ o voc40ulo que muda o tim0re da vogal o para a0erto no plural é> A3 contornoQ $3 0olsoQ *3 0oloQ -3 roloQ /3 fofo. Ao lado. e o menino á o pu&ava triunfante? \\Pai.ca-e!a tra1ido da 'ltima viagem ( Europa. vem verD\\ 4o chão. duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e. conta'a por seu valor moralQ $3 como o autor do texto confia na pessoa que l(e narrou a estória.a como verdadeira. atrás do mundo. posto em sossego. 2uem foi que disse hora e meia0 Ee1 minutos depois. o prov%r-io italiano? \\Se não % verdadeira. Assinale o item cu)a afirmativa est4 de acordo com o primeiro par4grafo do texto> A3 em0ora o autor do texto não confie na veracidade da estória narrada. admitido que. apesar de ter sido . não cessava de atormentá.engenheiro. 1G5C. + voc40ulo cac(orro. pois. aquele pai carioca. o autor do texto tem certe8a de sua inautenticidadeQ -3 + autor do texto nos narra uma (istória de cu)a autenticidade não est4 certo. \\Ná -rincando enquanto eu termino esta conta\\. % muito graciosaD\\ Estava. engenheiro de profissão.*3 /le se tornou estrangeiroQ -3 @unca mais tornou a falarQ /3 /las se tornaram impacientes. comemora o pai. A id%ia mais luminosa que ocorreu ao pai. tentando conquistar um companheiro de la1er. 4ão -oto a mão no fogo pela autenticidade da est$ria que estou para contar. ele a transfere para o leitor. depois de de1 a quin1e convites a ficar quieto e a dei&á.. o filho. completinho. hhADDNJAD + !+J/Jhh. sentencia entre dentes.lo com perguntas de todo ae1. de S ou < anos. so-ressaltei. 1G5F. Salva. vocs não perce-eu que. mesmo sa0endo que não é aut<nticaQ *3 A despeito de ser 0astante graciosa a (istória narrada. o mundo ficou arrumadoD\\ \\3as esse garoto % um sá-ioD\\. TEXTO. por%m. arquip%lagos. por isso. de1 minutos cravados. de qualquer modo. como não fe10 Em menos de uma hora era imposs"vel. mantém a mesma pron. % sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. para um engenheiro.me. tenho.

pessoa que l(e narrou a estória do textoQ /3 9alva'me de qualquer modo. pessoa de cu)a veracidade o autor do texto não pode duvidar.. de qualquer modo. 1G:1. ' refere'se ..tentando conquistar um compan(eiro de la8er...comemora o pai'engen(eiro. *3 ... pois. + título dado ao texto> A3 representa a tarefa que deveria ser executada pelo meninoQ $3 indica a verdadeira finalidade do )ogo de que0ra' ca0eçaQ *3 mostra a desorgani8ação reinante na família modernaQ -3 assinala a tarefa 04sica inicial para a organi8ação do mundoQ /3 demonstra a sa0edoria precoce do menino da estória narrada. ' refere'se a não poder duvidar da veracidade da pessoa que l(e narrou a estóriaQ -3 .. $3 /stava. @a continuidade de um texto. autenticidade da estória narradaQ $3 @ão posso.. 1G:G.Q o su0stantivo que0ra'ca0eça forma o plural de modo id<ntico a um dos su0stantivos a0aixo> A3 guarda'c(uvaQ $3 tenente'coronelQ *3 terça'feiraQ -3 ponto'de'vistaQ /3 caneta'tinteiro.. ' refere'se .. porém. veracidade e . ' aventurasQ . ' citaçãoQ $3 . .. por isso ten(o'a como verdadeira.com perguntas de todo )ae8.. o provér0io italiano... duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei. -3 . veracidade da estória narradaQ *3 . algumas palavras referem'se a outras anteriormente expressasQ assinale o item em que a palavra destacada tem sua refer<ncia corretamente indicada> A3 @ão 0oto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar ' refere'se . 1G:1. 1G::.e.ten(o'a como verdadeira...por nas mãos do moleque um 0elo que0ra'ca0eça.. além disso.... o provér0io italiano...não cessava de atorment4'lo com perguntas... certa graça.contada por pessoas dignas de confiançaQ /3 a estória narrada possui autenticidade. aquele pai carioca. + item em que o voc40ulo destacado tem seu sin#nimo corretamente indicado é> A3 9alva'me. ' refere'se ... + item em que o voc40ulo su0lin(ado est4 tomado em sentido não' figurado é> A3 @ão 0oto a mão no fogo pela autenticidade da estória... ' tipoQ *3 . /3 Jas esse garoto é um s40ioZ 1G:5.

crian!as.. TEXTO. o mundo ficou arrumadoZ mostra que> A3 o pai do menino descon(ecia a 0ril(ante intelig<ncia do fil(oQ $3 o menino tin(a uma visão critica do mundo 0astante apuradaQ *3 o menino )4 (avia feito a mesma tarefa antesQ -3 o autor do texto quer mostrar a sa0edoria do meninoQ /3 o menino desco0rira um meio mais f4cil de completar a tarefa. meio desgrenhadas.me ( . uma noite.me.preli0ando pelo menos uma (ora. 1G:B. o mundo para mim não tinha nenhum sentido. 3as. de umas mulheres nervosas que choravam..me da cama. vagamente. a oposição entre> A3 a idade e a sa0edoriaQ $3 a autoridade e a deso0edi<nciaQ *3 o tra0al(o e o la8erQ -3 a teoria e a pr4ticaQ /3 a ignorAncia e o con(ecimento.Q $3 /m menos de uma (ora era impossívelQ *3 /ra mais f4cilQ -3 @unca ouvi verdade tão cristalinaQ /3 A idéia mais luminosa que ocorreu ao pai. enrolada num len!ol.. levaram. ainda> de modo que não me interessavam nem o seu come!o.. I4 0rincando enquanto eu termino esta contaQ se fossem dois engen(eiros querendo tra0al(ar e dois os meninos. estremunhada.. e&ist"amos apenas para -rincar com as flores da goia-eira e as cores do tapete.. e aludiam a um cometa que andava pelo c%u. 1G:=..texto é introdu8ida por uma con)unção adversativa que marca. por%m. A frase do menino> / quando eu arrumei o (omem.-3 .. nesse caso. ' revolucion4rio. responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Jas esse garoto é um s40io.. ' dese)andoQ /3 o peralta não levar4 menos do que isso. 4ada disso se entendia comigo? o mundo era delas. Fem-ro. nem o seu fim. mantidas as pessoas. o cometa era para elas> n$s.. + segmento do texto que @P+ apresenta qualquer processo de intensificação voca0ular é> A3 Arrumar o (omem é a tarefa das tarefas. e. A primeira ve1 que ouvi falar do mundo. deveria ter a seguinte forma> A3 Ião 0rincando enquanto nós terminamos esta contaQ $3 %de 0rincar enquanto eu termino esta contaQ *3 Iamos 0rincando enquanto nós terminamos esta contaQ -3 Iade 0rincando enquanto eles terminam esta contaQ /3 Iai 0rincando enquanto nós terminamos esta conta.. 1G:?. 1G:C.Q esta frase do autor do .. levantaram. esta mesma frase.

/st4 correto o que se afirma em> A3 %. além de assustador. talve1 tenha ficado um pouco triste . 1G:F. como há lua. ao encontro de sua festa0 Lostei muito do cometa. a autora afirma que. /3 p#de confirmar que nada (avia nele de tão extraordin4rio. que nem vencia a pregui!a dos meus olhos. *3 a significação do mundo era uma questão a que 0uscava responder. $3 as pessoas s40ias concordam quanto ao verdadeiro sentido do mundo. /3 %%. 4ão duvido de que o mundo tenha sentido. @o . Aquilo que at% então não me interessara nada. Para as crianças. 1G=1. )anela para ver o cometa. entre as quais o suposto sentido do mundo. apenas. %% e %%%. por cima dos telhados0 Era uma noiva. 1G=1. as ra8 es do temor que os adultos sentiam. maravilhoso. %%. *3 associou imagens fant4sticas ao que viu no céu.ncios do fim do mundo. -3 entendeu. $3 afligia'se vagamente com os an. mas que import8ncia tem a triste1a das crian!as0 Passou. Por que as pessoas andavam tão apavoradas0 A mim não me causara medo nenhum. a autora afirma que> A3 a visão do cometa provocara'l(e a desco0erta do sentido do mundo. As mul(eres hhque c(oravam. Muando foi levada . o cometa desapareceu. pareceu.anela para me apresentarem ( for!a ao tem"vel cometa. $3 recon(eceu que o espet4culo era 0elo. -3 %% e %%%. mais importavam seus próprios )ogos do que as crendices dos adultos. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. Aprendi muitas coisas.ltimo par4grafo do texto. Eevia sempre haver um cometa no c%u. in'meros. $3 % e %%. + hhacontecimento que elas tanto temiamhh era a visão do cometa no céu. pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sa-edoras fa1em cada coisa que -em se vB haver um sentido do mundo peculiar a cada um. 1G=G. aqueles que choravam en&ugaram os olhos. Eeve ter mesmo muitos. que caminhava pela noite. pousado no ar. @o primeiro par4grafo do texto. a menina> A3 experimentou pela primeira ve8 a sensação do temor.se muito tempo. /ra. . meio desgren(adashh esta0eleciam uma relação de causa e efeito entre a passagem do cometa e o fim do mundo. sol. -3 a significação do mundo em nada l(e importava. quando menina> A3 os adultos tin(am preocupaç es de que ela compartil(ava. /3 preocupou'se com o sentido do mundo quando sou0e que ele ia aca0ar. de repente. finalmente. apenas. so1inha. o mundo não se aca-ou. estrelas.me. Era um pavão -ranco. *3 % e %%%. apenas. %%%. apenas.

-3 passou a ter a convicção de qual é o verdadeiro sentido do mundo. apenas. apenas. $3 %% e %%%. teria a mesma sensação de quando meninaO /3 +s astros que se v<m no céu constituem um eterno espet4culo. + sentido da expressão hhme apresentarem . força do temível cometahh. /st4 correta a forma ver0al su0lin(ada na frase> A3 As crianças reteram para sempre a visão do cometa. força ao temível cometahh equivale ao da expressão hhfui apresentada . no primeiro período do texto. *3 A visão do cometa sucitou na menina a de uma noiva indo para a cerimonia nupcial. /3 % e %%. /3 + <xtase daquela visão extraordin4ria imprimiu'se para sempre na memória da autora. admirou a 0ele8a do cometa de tal forma que a 0ele8a do cometa )amais se apagou de sua memória. 1G=5. %% e %%%. $3 A menina )amais supusera que viesse a se preocupar com o sentido do mundo. /3 fortaleceu sua indiferença de menina em relação ao sentido do mundo. apenas. respectivamente. *3 %%. *3 + que entretia as crianças eram a goia0eira e o tapete. 1G=:. -3 % e %%%. /st4 correto o que se afirma em> A3 %. por> A3 admirou'l(e a 0ele8a W estaQ $3 l(e admirou a sua 0ele8a ' a mesmaQ *3 admirou'o a 0ele8a W estaQ -3 admirou'l(e a sua 0ele8a ' a cu)aQ . Eodas as palavras estão corretamente grafadas na frase> A3 As crianças ficaram frustadas depois que o cometa passou. a autora indica que algo viria a se modificar. A menina foi ver o cometa. apenas. + sentido da expressão hhnada disso se entendia comigohh equivale ao sentido da expressão hhnada disso me di8ia respeitohh. -3 9e a autora revesse o cometa. *onsidere as seguintes afirmaç es> %.*3 o sentido do mundo se manifesta de acordo com a visão de cada um. 1G==. 1G=?. $3 &oi facinante e inouvid4vel a visão que a menina teve naquela noite. em seus pensamentos. %%. -3 Ealve8 a autora qui8esse di8er que o cometa l(e lem0rava a cauda de um pavão 0ranco. %%%. /vitam'se as desagrad4veis repetiç es do período acima su0stituindo'se os elementos su0lin(ados. Ao empregar o termo hhaindahh.

4ão definem necessidades empresariais nem tendBncia de consumidores. os adultos estavam a pensarem no fim do mundo. a sua maneira de encarar a pra!a do mercado . A mesma estrutura semAntica presente em hh. A concordAncia ver0al est4 inteiramente respeitada na frase> A3 /ntre as crianças. /st4 correto o emprego da expressão su0lin(ada na frase> A3 + espet4culo de que a menina assistiu foi inesquecível. \\Para as finalidades empresariais as fronteiras que separam uma na!ão da outra. por meio do conector> A3 em0oraQ $3 poisQ *3 no entantoQ .la . mantendo sua significação dentro do texto. $3 Por que (averia as crianças de se preocupar com o fim do mundoO *3 +correram . e de plane á. ninguém se preocupavam com o fim do mundo. + segundo período do texto poderia ligar'se ao primeiro. cu)a luminosidade encantou a menina. -3 + cometa. as imagens de um pavão e de uma noiva. 7ma ve1 que a administra!ão compreenda e aceite essa economia mundial. 1G=B. -3 Eoda ve8 que aludia ao cometa. cu)a 0ele8a ninguém mais se esqueceria. /3 /ram altos os tel(ados so0re quem o cometa so0revoava. quando viu o cometa.. necessariamente se e&pande\\. são tão reais como o equador. lingT"sticas e culturais. 1G?G. $3 As imagens com que a menina associou ao cometa foram as de uma noiva e de um pavão. 1G=F.são tão reais como o equadorhh se repete em> A3 são tão desenvolvidas como os /stados NnidosQ $3 são tão calmas como o +riente JédioQ *3 são tão grandes como o $rasilQ -3 são tão extensas como o Ama8onasQ /3 são tão 0ril(antes como o sol. /3 Iis es fant4sticas como a daquele cometa não mais se repete numa vida./3 o admirou a 0ele8a ' a mesma. não demorou a passar. 1G?1. 1G=C. *3 &oi um acontecimento . @onsistem meramente de demarca!+es convenientes de entidades %tnicas. TEXTO.. A comparação presente no primeiro período do texto quer mostrar que> A3 as finalidades empresariais t<m car4ter 0astante su0)etivoQ $3 os empres4rios descon(ecem a realidade geogr4fica dos países que exploramQ *3 as fronteiras dos países são o0st4culos para os negócios empresariaisQ -3 os negócios empresariais não são limitados por fronteiras geogr4ficasQ /3 os (emisférios sul e norte não se misturam nos negócios empresariais. menina.

hh são as que se referem a> A3 aspectos folclóricosQ $3 traços religiososQ *3 qualidades específicasQ -3 (40itos sociaisQ /3 elementos raciais.entidades étnicas. hh. hh*onsistem meramente de demarcaç es convenientes.. por isso mesmo.do expresso é> A3 meramenteQ $3 convenientesQ *3 étnicasQ -3 ling. A ra8ão que nos o0riga a empreg4'lo.ísticasQ /3 culturais. 1G?=. o voc40ulo ling.-3 porqueQ /3 porquanto.hhQ o voc40ulo demarcação tem seu plural corretamente formado no texto.. 1G?1. o termo que modali8a o conte. @o segundo período do texto... 1G?:. 1G??. 1G?5.ísticas aparece grafado com trema. hh*onsistem meramente de demarcaç es... nesse caso.hhQ o ad)etivo convenientes poderia ser equivalentemente su0stituído por> A3 que conv<mQ $3 que convémQ *3 que conv<emQ -3 que conven(amQ /3 que convin(am.. + item a0aixo em que (4 um voc40ulo cu)a forma plural é unanimemente considerada como equivocada é> A3 escrivães ' ta0eliães ' cidadãosQ $3 aldeãos ' alde es ' aldeãesQ *3 artesãos ' camale es ' vulc esQ -3 artes es ' corrimãos ' ver esQ .. é> A3 mostrar que o encontro N% é um (iato e não um ditongoQ $3 indicar que o N não deve ser pronunciadoQ *3 assinalar para o leitor que o N é semivogalQ -3 demonstrar que o N é um sinal diacríticoQ /3 indicar que a vogal N é 4tona. Ainda que muitos digam o contr4rio. o trema ainda est4 em vigor e.

os seguintes voc40ulos acima> A3 % ' %%%Q $3 % ' %% ' %%%Q *3 %% ' %IQ -3 % ' %% ' %%% ' %IQ /3 %% ' %%% ' %I. / motor cantaria :6 4o anfiteatro a1ul apainelado :: A sua roncante sinfonia. 1G?B. com a explicitação de seu agente.. 6< Eu quisera pairar so-re a cidadeD. -em longe deste chão de asfalto. s$ meu> . ficaria da seguinte forma> A3 @ecessidades empresariais nem tend<ncias de consumidores são definidas pelos empres4riosQ $3 @ão são definidas necessidades empresariais nem tend<ncias de consumidores pelas fronteirasQ *3 @ão se definem necessidades empresariais nem tend<ncias de consumidores pelas finalidadesQ -3 As necessidades empresariais não são definidas pelas tend<ncias dos consumidoresQ /3 As tend<ncias dos consumidores não são definidas pelas necessidades empresariais. se colocado na vo8 passiva analítica.. 9ão formados pelo mesmo processo. 1G?C. apresentando o mesmo valor semAntico do sufixo...hhQ este mesmo segmento. TEXTO.. :5 /hD voar sem pousar no espa!o que se estira :a 3eu. + A/D+PLA@+./3 guardi es ' guardiães ' c(arlatãos. 6. 6: 2uisera ser um ás para voar -em alto 65 so-re a cidade de meu -er!oD 6a 9em mais alto que os lamentos -ron1e 6c Eas catedrais catal%pticas> 6[ 3uito rente do a1ul quase a sumir no c%u 6R Fonge da casaria que diminui 6S Fonge.. hh@ão definem necessidades empresariais nem tend<ncias de consumidores. % W empresarialQ %% W mundialQ %%% W culturalQ %I W real.

5< Se um dia 5.:c Atravessando os ventos assom-rados :[ Pela minha ousadia de su-ir :R At% onde s$ eles atingiramD.. 3eu corpo cantaria c6 Si-ilando c: A sinfonia da velocidade c5 E eu tom-aria ca Entre os -ra!os a-ertos na cidade...... Assinale a alternativa que J/L!+D define o dese)o do eu'lírico. .. 5: Ear cam-alhotas repentinas 55 Foopings fantásticos 5a Saltos mortais 5c @omo um atleta elástico de a!o 5[ / ranger rascante do motor.. aR Jiscando o c%u na minha queda -rusca aS Jápida e precisa. a5 @omo seria semelhante aa A um an o de corpo desfraldado ac Asas a-ertas. cc Ser aviador para voar -em altoD 1G?F. a< @ortando o ar em B&tase no espa!o a... / meu corpo escapasse do aeroplano.. A3 9er aviador. 5R 4o anfiteatro com pain%is de nuvens 5S Tam-or. a6 Eu a-riria os -ra!os com ardor a: Para o mergulho a1ul na tarde transparente.. $3 Iisuali8ar a cidade l4 de cima. @air em torvelinhos 56 @omo ave ferida. :S Lirar no alto :< E em rápida descida :.. precipitado a[ So-re a terra distante..

nico ser. como seres aut#nomos.. . -3 A 1i estrofe retrata o dese)o de voar 0em alto e sumir no a8ul. considera a possi0ilidade de cair do a8ul do céu. t<m'se. -3 m4quina supera o aviador por sua roncante sinfonia. 1GB1. *onsidere os versos> hh+ motor cantaria V A sua roncante sinfonia. 1GB5. m4quina. ao movimento. Eodos os versos a0aixo são decassíla0os. 1GB1.hh2versos F e 113. 1GB:.. -3 prosopopéia e comparação. 1GB=.. . + poema + aeroplano mostra'nos um eu'lírico eufórico ante loopings fant4sticos e alturas .. hhJeu corpo cantaria V 9i0ilando V A sinfonia da velocidade hh2versos 5F a :13. $3 met4fora e metonímia. velocidade.*3 Ioar mais alto que as catedrais. . +0serve as palavras destacadas nos seguintes versos> hhAtravessando os ventos assom0rados V Pela min(a ousadia de su0irhh hh*air em torvelin(os V *omo ave ferida. medida que se concreti8am suas características. *3 aviador e a m4quina fundem'se como se fossem um . *onsiderando o texto.hh *omo procedimento estilístico. durante todo o poema.hhQ -3 hhAtravessando os ventos assom0radoshh. $3 Muando o eu'lírico se refere a hhave feridahh.. *3 prosopopéia e met4fora. Pode'se afirmar que oVa> A3 aviador e a m4quina permanecem. Assinale a alternativa em que a relação palavra e sin#nimo est4 %@*+DD/EA. /R*/E+> A3 hhA sinfonia da velocidadehhQ $3 hhLonge da casaria que diminuihhQ *3 hh/ntre os 0raços a0ertos na cidade. A3 + cen4rio pastoril em0ele8a o poema. $3 aviador e a m4quina se afastam. assinale a alternativa %@*+DD/EA. A3 cataléptico W rígidoQ $3 torvelin(o W redemoin(oQ *3 si0ilar ' parece arran(arQ -3 apainelado ' dividido em painéis. *3 + poema é uma exaltação . coragem e. -3 Jergul(ar no a8ul da tarde transparente. 1GBG. )ustificando a (armonia por todo o texto. so0retudo.. respectivamente> A3 met4fora e (ipér0ole.

-3 exprime um futuro (ipotético. 1GBB. 1GBC. oceanogr4ficaQ -3 confer<ncia. % ' in'ter'na'cio'nalQ i'dé'iaQ as'som'0ra'dosQ %% ' o'ce'a'no'gr4'fi'caQ pa'í'sesQ des'tru'i'çãoQ %%% ' a'é're'osQ ca'ta'lé'pti'casQ pai'néisQ %I ' a'vi'a'dorQ a'pai'ne'la'doQ cons'ti'tu'í'do. catedrais. *onsidere as seguintes assertivas quanto . pode'se di8er que o poema> A3 exprime um fato atual. $3 enfati8a fatos concluídos num momento ou período definido do passado. %% ' A palavra o0séquio admite a seguinte divisão> o0'sé'qui'o. pois o prefixo deve'se separar do radical. que talve8 nem ven(a a ocorrer. -3 %% e %I. $3 %%. *3 %%%.<ncias em que as palavras @P+ estão corretamente separadas. Assinale a alternativa em que todos os voc40ulos apresentam ditongos crescentes orais. retaguarda. *3 %% e %%%. %%% ' A palavra v#o forma uma . a0riria.nica síla0a. Analisando o tempo ver0al das formas cantaria. *3 transmite uma idéia de continuidade. que se pode transformar em (iato. 1GB?. TEXTO. A3 meu. pois termina em ditongo oral crescente. em0aixadas.extasiantes. + J/N HND%. aéreos. de processo que no passado era constante. (umanit4rio. 6: 2uando seu mo!o nasceu meu re-ento . correta divisão sil40ica> % ' A palavra 0isav# admite somente a seguinte divisão> 0is'a'v#. Pode'se afirmar que est42ão3 correta2s3 apenas> A3 %. seria e tom0aria. cantariaQ $3 qualquer. pessoasQ *3 duas. que ocorre no momento da fala. $3 % e %%%. pois é constituída por um ditongo oral decrescente. %ndique a alternativa que apresenta as duas seq. -3 % e %%. A3 % e %%.

legenda e as iniciais 5S Eu não entendo essa gente. olha a" :5 /lha a". olha a" ac /lha a". % o meu guri 5c E ele chega P. olha a" 55 /lha a". @have.. olha a" . caderneta. olha a" 5a /lha a". % o meu guri :a E ele chega :c @hega suado e velo1 do -atente :[ E tra1 sempre um presente pra me enca-ular :R Tanta corrente de ouro. manchete.65 4ão era o momento dele re-entar 6a á foi nascendo com cara de fome 6c E eu não tinha nem nome pra lhe dar 6[ @omo fui levando.O 5[ @hega estampado. /lha a" :6 /lha a" :: /lha a". retrato 5R @om venda nos olhos. a" o meu guri. seu mo!o 5< Fa1endo alvoro!o de mais 5. ter!o e patuá 56 7m len!o e uma penca de documentos 5: Pra finalmente eu me identificar. não sei lhe e&plicar 6R Fui assim levando ele a me levar 6S E na sua meninice ele um dia me disse 6< 2ue chegava lá 6.. ai o meu guri. acho que tá rindo a6 Acho que tá lindo de papo pro ar a: Eesde o come!o eu não disse seu mo!o a5 Ele disse que chegava láEle disse que chegava lá aa /lha a". seu mo!o :S 2ue ha a pesco!o pra enfiar :< 3e trou&e uma -olsa á com tudo dentro :. a" o meu guri. / guri no mato.

rdiaQ -3 agitaçãoQ /3 tumulto. Assinale a . /m qual das alternativas o ad)unto adver0ial é de causaO A3 *amin(ava lentamente. $3 9e)ais feli8. Por que nas manc(etes o guri vin(a somente com hhlegenda e as iniciaishhO 2lin(a 1?3. 1GC1. *3 Iendeu as flores. /3 !4 mais de uma opção correta. $3 Muero a min(a li0erdade. /3 /la concluiu o tra0al(o. A3 confusãoQ $3 sil<ncioQ *3 0al0. -3 Een(as calma.nica alternativa onde o ver0o é intransitivo. 9ó (4 uma opção onde o ver0o est4 no modo indicativo. . A3 porque o espaço do )ornal é pequeno e não ca0e o nome todo. 1GC1. $3 porque ele é menor de idade e não pode ser identificado. 1GC5. Assinale'a> A3 9e ela me amasse. $3 A mendiga morreu de fome. % o meu guri 1GBF. mostra que o menino tin(a> A3 otimismoQ $3 desconfiançaQ *3 pessimismoQ -3 incredulidade.nica palavra que não seria sin#nimo da expressão hhfa8endo alvoroçohhO 2lin(a 1C3.a[ /lha a". 1GCG. *3 porque os )ornalistas não sa0iam o nome do guri. 1GC:. -3 porque a mãe não permitiu que colocassem o seu nome completo. retirada da lin(a C. -3 /nviou as cartas ao pai. A3 &oi . na praia. /3 porque po0re não sai no )ornal. feira com a mãe. /3 medo. *3 Kamais serei o mesmo. A expressão hhMue c(egava l4hh. Mual a .

motivo de orgulho para o 6[ cidadão -rasileiro. 2predicativo do o0)eto3. noite toda com ele. 1GCC. -3 9aiu cedo para rua. -3 *ertamente. Mual é o ver0o que exprime uma idéia de qualidade. de estadoO A3 Ier0o transitivo direto. 6: A urna eletr)nica foi rece-ida pelo cidadão como uma conquista democrática. 2agente da passiva3. 1GC=. /3 Hostamos muito de voc<s. tanto na vota!ão como na apura!ão. $3 + livro foi comprado pelo aluno. 1GC?. /m qual das alternativas todos os ver0os são irregularesO A3 amar partir ser 0e0erQ $3 son(ar cantar por sairQ *3 ficar 0ei)ar via)ar cantarQ -3 ir ser vir pedirQ /3 As alternativas A e $ estão corretas. /3 -eso0edecemos aos mais vel(os.cleo do su)eito3. não devolverei seus livrosZ 2ad)unto adnominal3. *3 Iendeu'se um automóvel. /3 @en(uma das opç es responde a pergunta. $3 Ier0o intransitivo. 1GCB. *3 Ier0o transitivo indireto. Assinale a opção onde o su)eito é inexistente. $3 Alguém c(egou cedo. *3 + mecAnico consertou o carro. A3 !4 meses não c(ove. 6c Trata.se de empreendimento no qual nosso pa"s % pioneiro. TEXTO. cu o eleitorado % composto de . ve1 que 65 afastou do cenário eleitoral a possi-ilidade da prática de fraudes para as quais se 6a revelavam vulneráveis as c%dulas. -3 ver0o de ligação. 2n. ve1 que não se tem not"cia de qualquer outra na!ão que utili1e 6R a vota!ão eletr)nica na escala utili1ada no 9rasil. A3 @ecessito de 0ons alunos. 2o0)eto indireto3. /3 /ncontrei o vel(o caído. Assinale a opção onde o termo su0lin(ado foi classificado erradamente.*3 9on(ou . -3 -i8em que a vida vai mel(orar.

1GF1. o pronome nela refere'se . com sucesso. sem pre)uí8o para a compreensão do texto. . -epreende'se.idade. $3 votação eletr#nica. Assinale a .6S apro&imadamente cento e de1 milh+es de eleitores. que o 0rasileiro se sente orgul(oso. pois tem como uma de suas principais miss+es 1elar para que :a a vontade do eleitor se fa!a valer na escolha de seus representantes. *3 Korge encontrou um amigo e sou0e que sua mãe via)ara. respectivamente. por> A3 porqueQ $3 sempre queQ *3 talve8Q -3 )amais. pela leitura do texto. vota!ão ele tr)nica. 6< Ee todo modo. 1GF1. a fim de que o eleitorado possa continuar a nela depositar a :6 confian!a indispensável ( credi-ilidade do nosso sistema eleitoral. $3 A tecnologia utili8ada pela Kustiça /leitoral garantiu que seu empreendimento ' a urna eletr#nica ' fosse recon(ecido pelos americanos. sem mudança de sentido da frase em que se encontram. as palavras fraudes e vulner4veis 2lin(a 13 podem ser su0stituídas.> A3 Kustiça /leitoral. ca-e ( Qusti!a Eleitoral esclarecer as d'vidas levantadas so-re a 6.vidas na escol(a dos seus representantes. *3 a Kustiça /leitoral esclarece as d. @a lin(a F. por> A3 maracutaias V aceit4veisQ $3 propinas V adequadasQ *3 0urlas V atac4veisQ -3 intrigas V imprescindíveis. 1GF5. *3 confiança indispens4vel. 1GCF. @o texto.nica frase em que @P+ +*+DD/N am0ig. a utili8ação dos pronomes possessivos seu V sua pode tornar a frase am0ígua. -3 nosso país é pioneiro. + autor empregou duas ve8es a expressão ve8 que 2lin(as 1 e =3. Juitas ve8es. /la pode ser su0stituída. :: = evidente que a Qusti!a Eleitoral % a maior interessada em preservar a seguran!a :5 do sistema de vota!ão. 1GFG. A3 + candidato saiu com o fil(oQ seu nome é Kosé Jaria. porque> A3 o eleitor não utili8a mais as cédulas eleitorais tradicionais. -3 credi0ilidade do nosso sistema eleitoral. no emprego desse pronome. no uso da votação eletr#nica. $3 os 0rasileiros sa0em utili8ar a urna eletr#nica.

6: 2uem poderia imaginar que os Estados 7nidos um dia reconheceriam ter alguma coisa . ir4 aman(ã para a %t4lia. A3 @a . de cu)a casa aca0o de sair. os políticos gastaram mil( es de reais em suas campan(as. %. Defiro'me aaaaaaa eleiç es norte'americanas. %I. W . *3 Amo viver nesta terra catarina. 9andn e K. somos respons4veis pelo progresso do país. *omplete os espaços com a ' as ' .0lico.Q *3 as ' a ' . ' . 1GFC. é min(a diretora. Aponte a alternativa em que (4 pontuação gramaticalmente %@A*/%ESI/L. 9a0endo que o relativo cu)o não pode ligar dois termos id<nticos.nior vivem aaaaaa cantar. assinale a alternativa /DDA-A. -3 Jarta. $3 Desidimos em um país cu)o eleitorado aprovou a utili8ação das urnas eletr#nicas. TEXTO. ' . 1GF?. A3 + eleitor cu)o encontrei no ED/ sempre cumpriu seus deveres de cidadão respons4vel. %%%.s ' . 1GFB. %%. ' a W aQ -3 . +ntem aaaaaaaa noite fomos aaaaaa praia. é desco0rir. -iri)a'se aaaaaaa sen(ora de a8ul.Q $3 .s ' a ' a ' . -3 Eodos nós. (4 oraç es su0ordinadasQ respectivamente> A3 su0stantiva su0)etiva V su0stantiva completiva nominalQ $3 su0stantiva o0)etiva direta V ad)etiva explicativaQ *3 adver0ial causal V su0stantiva apositivaQ -3 ad)etiva restritiva V su0stantiva predicativa. Assinale a alternativa que completa *+DD/EAJ/@E/ as lacunas acima. ' . 0rasileiros. @a frase hhA urna eletr#nica foi rece0ida pelo cidadãohh o termo em destaque é classificado como> A3 ad)unto adver0ial de modoQ $3 o0)eto diretoQ *3 agente da passivaQ -3 aposto. ' a ' a W .s. 1GF=. *3 A )ovem. /m hh\ evidente que a Kustiça /leitoral é a maior interessada em preservar a segurança do siste' ma de votaçãohh 2lin(as 11. a cu)as ordens o0edeço. o perfil de seu eleitor. A3 as ' . em que nasceram meus pais. W a. $3 Nm desafio do candidato a cargo p.ltima eleição. 113.-3 Ioc< sa0ia que encontrei Jarta e seu irmão LuísO 1GF:.

+ )ornal americano. . um país maior que a parte continental dos /stados Nnidos. respectivamente.ltima eleição.65 a aprender com a democracia -rasileira0 Eepois do confuso resultado da 'ltima vota!ão 6a presidencial nos Estados 7nidos. sem pre)uí8o para a compreensão do texto. 6[ \/ 9rasil. +s termos retum0ante e influente 2lin(a =3 podem ser su0stituídos. no $rasil. um pa"s maior que a parte continental dos Estados 7nidos. por> A3 muito V famosoQ $3 0arul(ento V insipienteQ *3 estrondoso V importanteQ -3 duvidoso V maior. -3 os /stados Nnidos recon(eceram. *3 +s /stados do Paran4 e de 9anta *atarina não enfrentaram. com retum-ante sucesso\. Assinale a alternativa que apresenta uma frase em que a concordAncia ver0al o0edece . 0uscou no $rasil hhum modelo exemplar de eleiçãohh.ltima eleição presidencial. 11G1. que o $rasil é o país mais democr4tico da América Latina. 11G1. 9egundo o texto. em sua . $3 o $rasil é hhum país maior que a parte continental dos /stados Nnidoshh. segundo o texto.hh 2lin(as :. reali8ou. pode'se inferir que os /stados Nnidos> A3 reali8aram com sucesso sua primeira eleição nacional inteiramente eletr#nica. pro0lemas de produção de energia elétrica. -3 Koinville. vales e grutas maravil(osas. =3. -3 tiveram pro0lemas na apuração de votos. que (4 democracia em nosso país. finalmente. $lumenau e $rusque são algumas cidades catarinenses de coloni8ação alemã.. A3 Jinas Herais conta com uma paisagem de montan(as. *3 0uscaram. políticos que apurassem os votos de sua eleição presidencial. na . 11GG. /m hh+ $rasil. em 1GG1. reali1ou a primeira 6R elei!ão nacional inteiramente eletr)nica. mesma regra gramatical de hhos /stados Nnidos um dia recon(eceriamhh 2lin(a 13.. escreveu em 6S editorial o mais influente ornal americano. o ornal The 4eA eor^ Times -uscou no 9rasil um 6c modelo e&emplar de elei!ão. 11G5. a parte em destaque corresponde a um> A3 9u)eito simplesQ $3 vocativoQ *3 ApostoQ -3 predicativo. $3 recon(eceram. 1GFF. $3 As %l(as *anman constituem um paraíso fiscal para lavagem de din(eiro. *3 o $rasil )amais apresenta fraudes nas eleiç es que reali8a. porque> A3 o $rasil reali8ou com sucesso sua primeira eleição nacional inteiramente eletr#nica.

#o--es. *3 !ouveram fraudes nas eleiç es americanas. 11G?. passando por Santo Agostinho.ltimas eleiç es para a escol(a de seu Presidente. $3 A confiança é indispens4vel . o tema da li-erdade ocupa as melhores ca-e!as. -3 + eleitorado continua confiante na efici<ncia da urna eletr#nica. TEXTO. *3 assem0léia ' necess4rio W série. -3 a0d#men ' (ífen W pólen. 4o plano intelectual. possi0ilidade de fraudeO ' ver0o transitivo direto. #egel. -3 Muarenta por cento dos americanos votaram nas . -3 %mperativo afirmativo. 2uantos morreram pela li-erdade de sua pátria0 2uantos foram presos ou espancados pela li-erdade de di1er o que pensam0 2uantos lutaram pela li-erta!ão dos escravos0. A classificação dos ver0os. Assinale a alternativa em que (4 /DD+ quanto . Jarque a alternativa *+DD/EA quanto . A L%$/D-A-/ / + *+@9NJ+. *3 %mperfeito do su0)untivo. /R*/E+ em> A3 +s /stados Nnidos recorreram ao $rasil. credi0ilidade de nosso sistema. $3 &uturo do presente do indicativo. Foc^e. Tolstoi e muitos outros. $3 A Kustiça /leitoral é a maior interessada nesse estudo. Spino1a. *3 /squeci os documentos em casa. 11G=. mas não foram as 'nicas a galvani1ar controv%rsias. As formas ver0ais poderia e recon(eceriam 2lin(a 13 pertencem a este tempo e modo> A3 &uturo do pretérito do indicativo.11G:. ainda. 11GB. ' ver0o de ligação. *ant. Assinale a alternativa em que as palavras rece0em acento agudo em o0edi<ncia . Stuart 3ill. A3 Aspiramos uma 0oa classificação neste concurso. A3 -eu tr<s (oras e o candidato não apareceu. mesma regra ortogr4fica de> . A3 trAnsito ' o0edi<ncia W cidadãos. foi feita corretamente. -3 /squeci'me dos documentos no escritório. 11GC. ' ver0o intransitivo. reg<ncia. @omo conciliar a li-erdade com a inevitável a!ão restritiva do Estado0 @omo as li-erdades essenciais se transformam em direitos do cidadão0 Essas quest+es puseram em choque os melhores neur)nios da filosofia. predicação. desde Platão e S$crates. $3 democr4tico ' pAntano W próximo. $3 \ precaríssima as condiç es físicas desse prédio.ltima e eletr#nica. *3 !4. concordAncia ver0al. quanto . ' ver0o transitivo indireto. 3as vivemos ho e em uma sociedade em que a maioria á não sofre agress+es a essas li-erdades tão .

e&cessivas e desencontradas. ou se)a. ora fei ãoO. superatletas ou cafa estes metamorfoseados em apresentadores de TN. por -o-a que se a. se a aonde for. A terceira li-erdade % a televisão. não % por desdenhar os lu&os. consomem.o manto da lei Painda que capengaO e tem direito de mover. vive so. 111G. / que % perce-ido como li-erdade para um pacato cidadão contempor8neo que vota. infeli1mente. criminosos. Algu%m á disse que a Nespa e a Fam-retta tiraram o fervor revolucionário que poderia ter levado a Itália ao comunismo. Podemos at% não ir a lugar algum. her$is. com sua cacofonia de informa!+es. 7ma \\li-erdade\\ recente % o telefone celular. onde se compra e vende. Em que pesem as angustiantes restri!+es do contracheque. ora leite. mas % gostoso sa-er que há um ve"culo parado ( porta. s$ nos preocupamos com o que não temos ou com o que está amea!ado. @os itens a0aixo. se o fil$sofo Qoãosinho Trinta tem ra1ão. Se há um consolo nisso. onde quer que este amos.los. 3as assim % a nossa nature1a. E acoplado a ele vem a Ae-.se com a aliena!ão do consumismo está fora do hori1onte de muitos. concedendo permanentemente a li-erdade de ir. + primeiro par4grafo do texto apresenta> A3 uma série de perguntas que são respondidas no desenrolar do textoQ $3 uma estrutura que procura destacar os itens 04sicos do tema discutido no textoQ *3 um questionamento que pretende despertar o interesse do leitor pelas respostasQ -3 um con)unto de perguntas retóricas. de ver um programa im-ecil ou um ogo. sem remorsos pelo tamanho da mensagem Pque se dane o destinatário do nosso attachment mega-áiticoO e que está a nosso dispor. são as prateleiras a-undantemente supridas que satisfa1em a li-erdade do consumo Pnão fa1 muitas d%cadas. Foi atra"do Pcorrompido0O pelas tenta!+es da sociedade de consumo. comer uma -anana virou "cone da li-erdade no Feste Europeu. mais vitais. instant8neo. que não necessitam de respostasQ /3 umas quest es que pretendem realçar o valor (istórico de alguns (eróis nacionais. mais nova.se livremente0 / primeiro templo da li-erdade -urguesa % o supermercado. @ausa certo desconforto intelectual ver su-stitu"das por o. % apenas o pra1er de sa-er que a dist8ncia não mais cerceia a comunica!ão.se ao ve"culo e resolver em que dire!ão partir. arte e empulha!ão. % uma revolu!ão no cotidiano e na profissão. ainda eliti1ada? a internet e o correio eletr)nico. ou estar tão perto das not"cias quanto um presidente da Jep'-lica . E. mas por não poder desfrutá.etos de consumo as discuss+es filos$ficas so-re li-erdade e o hero"smo dos atos que levaram ( sua preserva!ão em m'ltiplos dom"nios da e&istBncia humana. = um correio sem as perip%cias e demoras do carteiro. onde quer que se este a. 4osso apetite pela li-erdade se a-urguesou. = estar pr$&imo de reis. nas prateleiras dos nossos arma1%ns ora faltava manteiga. que nos momentos dramáticos pode assistir (s mesmas cenas pela @44. cu a conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias f"sicas e intelectuais. em qualquer momento. 3as. 93b ou -icicleta. = a li-erdade de escolher os canais Prestritos em pa"ses totalitáriosO. Fogo depois da queda do 3uro de 9erlim. Para outras. ele está no sa-er que a preeminBncia de nossas li-erdades consumistas marca a vit$ria de havermos conquistado as outras li-erdades. #á ainda uma 'ltima li-erdade. o que conta % a sensa!ão de poder sentar.vitais. A segunda li-erdade moderna % o transporte pr$prio.se filosofia e pornografia. = a anela para o mundo. fala o que quer. = o gostinho todo especial de ser capa1 de falar com qualquer pessoa. deleitar. 11GF.sculas3 só tem nítido valor alternativo . Importante0 Para algumas pessoas. o emprego da con)unção +N 2em mai. 4ão houve ideal comunista que resistisse (s tenta!+es do supermercado.

arte e /JPNL!A^P+.. $J` +N 0icicleta.hhQ o segmento su0lin(ado corresponde semanticamente a> A3 as despesas do supermercado são muito pesadas no orçamento domésticoQ $3 os sal4rios não permitem que se compre tudo o que se dese)aQ *3 as limitaç es de crédito impedem que se compre o necess4rioQ -3 a inflação pre)udica o acesso da população aos 0ens de consumoQ /3 a satisfação de comprar só é permitida após o rece0imento do sal4rio. hh*omo conciliar a li0erdade com a inevit4vel ação restritiva do /stadoOhhQ nesse segmento do texto.em> A3 hhMuantos foram presos +N espancados pela li0erdade de di8er o que pensamOhhQ $3 hhA segunda li0erdade moderna é o transporte próprio......sculas no texto é> A3 hh.... 1111..hhQ hh..cafa)estes J/EAJ+D&+9/A-+9 em apresentadores de EI.concedendo permanentemente a li0erdade de ir..hh ' discutirQ $3 hh. 1115....que a distAncia não mais */D*/%A a comunicação.de ver um programa im0ecil ou um )ogo.nicas a HALIA@%]AD controvérsias.hh' impede.. 111:.. hh.Q com esse segmento do texto o autor quer di8er que> .hhQ grosseriaQ -3 hh. hh@ão (ouve ideal comunista que resistisse .. criminosos. (eróis. +@-/ quer que se este)a. + item a0aixo que indica corretamente o significado da palavra em mai.hh' fantasiaQ *3 hh.hhQ -3 hh.mas não foram as . se)a A+@-/ for..hh ' desfiguradosQ /3 hh.. 111=. hh+ primeiro templo da li0erdade 0urguesa é o supermercado. +N estar tão perto das notícias. /m que pesem as angustiantes restriç es do contrac(eque.só nos preocupamos com o que não temos +N com o que est4 ameaçado.hh. são as prateleiras a0undantemente supridas que satisfa8em a li0erdade do consumo...hhQ /3 hh\ estar próximo de reis.comer uma 0anana virou um e*+@/ da li0erdade no Leste europeu.em qualquer momento..s tentaç es do supermercadohh. 1111.hh Q o emprego das palavras em mai... o articulista afirma que> A3 o /stado age o0rigatoriamente contra a li0erdadeQ $3 é impossível (aver li0erdade e governo ditatorialQ *3 ainda não se c(egou a unir os cidadãos e o governoQ -3 cidadãos e governo devem tra0al(ar )untos pela li0erdadeQ /3 o /stado é o respons4vel pela li0erdade da população. superatletas +N cafa)estes..sculas mostra que> A3 +@-/ e A+@-/ são palavras equivalentesQ $3 A+@-/ é forma popular 2e errada3 correspondente a +@-/Q *3 a diferença de formas depende da reg<ncia do ver0o da fraseQ -3 só +@-/ representa a idéia de lugarQ /3 A+@-/ se refere a locais vagos enquanto +@-/ se refere a lugares específicos..consomem'se filosofia e pornografia.hhQ *3 hh..

...hh. A frase a0aixo que se encontra na vo8 passiva é> A3 hhMuantos morreram pela li0erdade de sua p4triaOhhQ $3 hhMuantos foram presos ou espancados pela li0erdade de di8er o que pensamOhhQ *3 hhMuantos lutaram pela li0ertação dos escravosOhhQ -3 hh+ primeiro templo da sociedade 0urguesa é o supermercado. @idadania livre % cidadania sem interven!ão e&cessiva do poder..hhQ o item a0aixo em que as vírgulas são empregadas pelo mesmo motivo das que aparecem nesse segmento destacado do texto é> A3 hh+ que é perce0ido como li0erdade para um pacato cidadão contemporAneo que vota. por 0o0a que se)a. o que conta é a sensação de poder sentar'se ao veículo.hhQ o segmento su0lin(ado significa que> A3 nos países totalit4rios a censura impede o acesso . 4o pa"s das medidas provis$rias. como destinos a serem alcan!ados pelo 9rasil.mero de canais disponíveis é 0em menor do que nos países não'totalit4riosQ *3 a televisão. programação capitalistaQ $3 o n. 111?. usta e solidária...etivos consiste em reali1ar uma sociedade livre.hhQ -3 hh\ estar próximo de reis. vive so0 o manto da lei... o cidadão acorda tolhido.etivos fundamentais da Jep'-lica Federativa do 9rasil está no artigo aj de nossa @onstitui!ão. a sociedade terá li-erdades p'-licas asseguradas a todos.hhQ $3 hhLogo depois da queda do muro de $erlim. mais nova. na permanente viagem de nossos sonhos..hhQ *3 hhA segunda li0erdade moderna é o transporte próprio. nos países totalit4rios.. 111B.hhQ /3 hhPara outras.. hh!4 ainda uma .. procura desenfreada por 0ens de consumoQ /3 as tentaç es do supermercado a0alaram as estruturas capitalistas. hh\ a li0erdade de escol(er os canais 2restritos em países totalit4rios3. $J` ou 0icicleta. Nalem como p$los de concentra!ão ideal para o povo. Para ser livre. TEXTO.. (eróis. é 0em de que só poucos disp emQ -3 nos países totalit4rios todos os canais são do sistema de EI a ca0oQ /3 nos países totalit4rios. é apenas o pra8er de sa0er que a distAncia não mais cerceia a comunicação. São todos de grande no-re1a e esperan!a. criminosos. fala o que quer. comer uma 0anana virou um ícone da li0erdade no Leste /uropeu. dia ap$s ..hh 111C. A defini!ão dos o.hhQ /3 hh. &A9*%9J+ 9+*%AL @+ PAe9 -+ 9+*%oL+H+. ainda eliti8ada>.a maioria )4 não sofre agress es a essas li0erdades tão vitais. / primeiro desses o.ltima li0erdade. superatletas ou cafa)estes.A3 todo ideal comunista se op e aos ideais capitalistasQ $3 a ideologia comunista sofre press es por parte dos consumidoresQ *3 os supermercados socialistas são menos variados que os do mundo capitalistaQ -3 o ideal comunista ainda resiste .. a EI não sofre censura governamental..

a co-ra raivosa do preconceito continuará agindo no cora!ão de muitas pessoas. e artigo 55R. inciso ZZZO. e não a favor dele. 111G. idade. com po-res menos po-res. A solidariedade do artigo aj da @onstitui!ão precisa. idade e quaisquer outras formas de discrimina!ão carece de rem%dio forte. professor da Faculdade de Economia da 7niversidade de @oim-ra. mas o 9rasil ainda % dos mais atrasados do mundo na satisfa!ão das necessidades sociais do ser humano. parágrafo [jO. nem as mais ricas. com e sem \\apag+es\\ e \\calad+es\\. A @arta pro"-e a discrimina!ão entre o homem e a mulher Partigo [j . ra!a. 4este pa"s. honra se a feita. / terceiro e o quarto o.etivo social e&igirá da administra!ão p'-lica e de seus funcionários que atuem em favor dos cidadãos. algo que dificilmente ser4 atingido pelo povo 0rasileiroQ /3 os o0)etivos constitucionais mostram algo no0re que funciona como ponto ideal de c(egada. Sem a amea!a grave de san!+es. afirmadas pelo sá-io soci$logo portuguBs. ser catalisada pelo Estado para o tra-alho espont8neo em favor dos menos favorecidos. contra as li-erdades fundamentais. não se sa-endo onde aca-a a administra!ão p'-lica e come!a a sociedade. 4ão há na!ão do mundo sem fai&as de misera-ilidade . 3editar para corrigi. / desenvolvimento nacional. 4o tra-alho. como se os considerassem inimigos. por sua no0re8a. são pro etos de um sonho estratosf%rico. veda distin!+es quanto ao salário. incisos ZFI e ZFIIO. segunda das grandes metas do pa"s. esses o0)etivos só poderão ser alcançados com a mudança profunda da sociedade 0rasileiraQ -3 eles representam. o autor do texto quer di8er que> A3 nossos o0)etivos constitucionais estão fora da realidade atual de nosso paísQ $3 apesar de serem no0res. como criminali1a!ão das condutas contrárias. Ao di8er que os o0)etivos fundamentais da Dep.. em condi!+es parecidas com a dos Estados fascistas tradicionais. hhIalem como pólos de concentração ideal para o povo. E&emplificou com grupos criminosos que su-stituem o Estado em certas regi+es Pvide o P@@O e com a parte corrupta da pol"cia. presidido por um soci$logo. Progredimos em termos materiais. da popula!ão mais aquinhoada em favor dos que tBm pouco. cor. A promo!ão do -em de todos. % necessário diminuir as dist8ncias sociais. se&o. 9oaventura lem-ra a incapacidade de redistri-ui!ão da rique1a. mas não o quanto -aste. houve melhora nesse campo. cor ou estado civil Partigo Sj . durante o governo de Fernando #enrique @ardoso. Para que a sociedade possa ser tida por usta.0lica &ederativa do $rasil são hhde grande no0re8a e esperançahh. @hama essa situa!ão de fascismo social.etivos fundamentais..las.hhQ o item em que aparece um voc40ulo acentuado graficamente pela mesma ra8ão do acento gr4fico na palavra su0lin(ada é> A3 As rique8as não t<m sido distri0uídas de forma )usta em nosso paísQ . precisamos meditar so-re as insuficiBncias gerais e as do direito em particular. inclusive no nosso. / o. / soci$logo portuguBs 9oaventura de Sou1a Santos. por%m. pelo menos. colhida na consciBncia de cada um e. Eepois que a moeda se esta-ili1ou. previstos no artigo aj . 111F. ver-erou a polari1a!ão da rique1a em muitos pa"ses. cola-oradora do crime organi1ado. Erradicar a po-re1a e a marginali1a!ão e redu1ir desigualdades sociais e regionais % tra-alho para s%culos. I . com eles e não contra eles. tem ido -em no plano econ)mico. falando recentemente a esta Folha. ao e&erc"cio de fun!+es e aos crit%rios de admissão por motivo de se&o. os o0)etivos constitucionais até (o)e não foram atingidosQ *3 por serem no0res.dia. . permitindo que o capitalismo opere contra o po-re. sem preconceito de origem. e a prática do racismo Partigo [j . A solidariedade proclamada no te&to constitucional deve ser espont8nea.

hhQ $3 hh@o país das medidas provisórias. com e sem hapag esh e hcalad esh hhQ *3 hh+ terceiro e o quarto o0)etivos fundamentais. presentes no artigo 5c de nossa *onstituição. explícita ou implicitamente.0lica e de seus funcion4rios que atuem em favor dos cidadãos. 111:. 1115... + segmento do texto que @P+ mostra. hhIalem como pólos de concentração ideal para o povo. os voc40ulos que se aproximam semanticamente são> A3 idealVson(osQ $3 pólosVviagemQ *3 povoV$rasilQ -3 viagemV $rasilQ /3 concentraçãoVideal. 1111. aparecem grafados entre aspas porque são> A3 termos de cun(o popularQ $3 neologismosQ *3 voc40ulos que perderam vel(os sentidosQ . co0ra raivosa do preconceito.$3 + governo não p#de atingir o ideal proposto pela nossa *onstituiçãoQ *3 +s o0)etivos constitucionais não cont<m todas as esperanças do povo 0rasileiroQ -3 + povo 0rasileiro não deve p#r o ideal em lugar que não possa ser alcançadoQ /3 A *onstituição não prov< os meios necess4rios .. segundo o texto.. que ainda age no coração de muitosQ /3 para se alcançarem os o0)etivos constitucionais é indispens4vel a criminali8ação das condutas contr4rias. são pro)etos de um son(o estratosférico.hh.hhQ neste segmento do texto. 1111. podemos di8er. que> A3 o primeiro dos o0)etivos só ser4 atingido se a li0erdade. @o que di8 respeito aos o0)etivos fundamentais do $rasil. como destinos a serem alcançados pelo $rasil. dia após dia. presidido por um sociólogo. na permanente viagem de nossos son(os.hhQ -3 hh+ o0)etivo social exigir4 da administração p. previstos no artigo 5c . com eles e não contra eles. precisamos meditar so0re as insufici<ncias gerais e as do direito em particular.. reali8ação dos o0)etivos propostos. o cidadão acorda tol(ido.hhQ /3 hh@este país. a )ustiça e a solidariedade 0rotarem espontaneamente do povoQ $3 o segundo desses o0)etivos )4 foi alcançado. presentes no texto. uma crítica ao governo atual é> A3 hh*idadania livre é cidadania sem intervenção excessiva do poder. +s voc40ulos hhapagãohh e hhcaladãohh. apesar de algumas in)ustiças sociaisQ *3 o terceiro e o quarto o0)etivos só serão alcançados após um tra0al(o de séculosQ -3 o quarto o0)etivo vai de encontro .

nico su0stantivo.-3 de presença comum na mídiaQ /3 referentes a acontecimentos recentes. sexo. indicando a qualidade de seus cola0oradoresQ $3 comparar. comparando a nossa situação com a de outros países do primeiro mundo.ivale semanticamente a> A3 revolucion4rioQ $3 utópicoQ *3 superiorQ -3 ultrapassadoQ /3 superado.são pro)etos de um son(o estratosférico. . por oposição. 111=.é necess4rio diminuir as distAncias sociais. Ao apelar para o depoimento do sociólogo portugu<s $oaventura de 9ou8a 9antos.. teremos> A3 é necess4ria a diminuição das distAncias sociaisQ $3 é necess4rio que diminuamos as distAncias sociaisQ *3 é necess4rio que as distAncias sociais se)am diminuídasQ -3 (4 necessidade de se diminuírem as distAncias sociaisQ /3 (4 necessidade da diminuição das distAncias sociais.s opini es veiculadas pelo artigoQ -3 condenar a discriminação de raça. 111C. hh.. hh. com ele concorda em g<nero e n. quer em função de ad)unto adnominal..hhQ o caso de concordAncia nominal presente neste segmento do texto encontra'se referido no item> A3 o ad)etivo.mero com o su0stantivo mais próximoQ *3 se os su0stantivos são de g<neros diferentes e do singular. o voc40ulo su0lin(ado eq. 111B. o ad)etivo concorda em g<nero e n... quer em função de predicativo.hh Q no contexto em que est4 inserido. o Presidente da Dep.0licaQ *3 dar autoridade e credi0ilidade .. o articulista pretende> A3 demonstrar a força do )ornal para o qual tra0al(a. cor e idade que aparecem em nossa sociedadeQ /3 indicar o retrocesso de nosso país. 111?..meroQ $3 quando o ad)etivo se associa a mais de um su0stantivo. o pensamento de um sociólogo portugu<s com o de um sociólogo 0rasileiro. hh+ terceiro e o quarto o0)etivos. desde que se refira a um .hhQ se reescrevermos esse segmento do texto com a transformação da oração redu8ida em forma nominal. a palavra determinada ir4 para o plural ou ficar4 no singular. o ad)etivo pode concordar com o su0stantivo mais próximoQ -3 é possível que o ad)etivo predicativo concorde com o su)eito mais próximo se estiver anteposto aos su0stantivosQ /3 no caso de uma só palavra determinada e mais de uma determinante..

*onsidere as seguintes afirmaç es> %. homens e mulheres se misturam. )untamente com os (omens. / futuro e&ige de todos uma grande capacidade de renova!ão> o respeito entre homens e mulheres % essencial para que se am vencidos. unto com os homens. /3 cumplicidade t4cita b compan(eirismo implícito. 111F. galgando posiç es ao defenderem o ponto de vista destes. a cada dia apresentando uma quantidade maior de conselheiras e diretoras. $3 uma grande capacidade de renovação. as mulheres vBm galgando posi!+es. !4 a sugestão de que o tra0al(o das mul(eres é feito de modo discreto e efica8 em> A3 encontra no (omem um parceiro. no silBncio da competBncia e com desprendimento de am-i!+es desnecessárias. 4ão há disputa de valores ou espa!os. $3 hhcorrer atr4shh da Kustiça b despac(ar os processos atrasados. 115G. movidos pela responsa-ilidade de \\correr atrás\\ da Qusti!a. sem que essa escalada tenha sido marcada por reivindica!+es impositivas ou conveniBncias pol"ticas. As mulheres vBm ocupando. -3 seria impertinente b poderia parecer arrogante. *3 uma prestação )urisdicional mel(or e mais efetiva. ho e. *onsiderando'se o contexto. criando. os desafios do tra0al(o comum. -3 são c. por m%rito. A atuação das mul(eres advogadas reflete'se em sua cada ve8 mais expressiva participação no órgão . -3 no sil<ncio da compet<ncia e com desprendimento de am0iç es desnecess4rias.mplices dos (omens. um crescente n'mero de espa!os importantes dentro das carreiras ur"dicas. num ritmo fren%tico. Seria impertinente. uma presta!ão urisdicional melhor e mais efetiva. $3 travam intensa disputa com os (omens. Se a presen!a dos homens % ainda dominante no Poder Qudiciário. Atualmente. as mul(eres que tra0al(am no campo do -ireito> A3 v<m sofrendo menos discriminação do que sofriam (4 poucos anos. *3 enfrentam. os desafios comuns impostos pela modernidade. @om o passar dos anos. 1151. mas uma saudável cumplicidade tácita entre os dois se&os. o sentido de uma expressão do texto est4 corretamente tradu8ido em> A3 num ritmo frenético b numa movimentação ensurdecedora.se de feminismo ou machismo entre os que tra-alham no campo do Eireito. 1151. a participa!ão feminina vem aumentando progressivamente. /3 ocupam ma)oritariamente os cargos de maior significação. provocada por am0iç es desnecess4rias. A mulher contempor8nea encontra no homem um parceiro. tanto no campo do tra-alho ur"dico como nos demais. no enfrentamento dos desafios impostos por um Poder Qudiciário com muitas falhas estruturais e que deve se preparar para entrar no Terceiro 3ilBnio. defendendo seus pontos de vista.TEXTO. 4os f$runs. mas uma saud4vel cumplicidade t4cita. *3 fal(as estruturais b lapsos ocasionais. at% mesmo dentro das seccionais e su-se!+es da /A9. falar. /3 não (4 disputa de valores ou espaços.

supere as graves fal(as de seu funcionamento. somente. -3 @ada (avendo com que se satisfi8esse. passou a go8ar da fama de resmungão. est4 correto o que se afirma em> A3 %. em0ora eu l(e (ouvesse prevenido disso. . 1155. *3 %%. $3 Nnam'se agora. + emprego e a colocação dos pronomes su0lin(ados estão corretos em> A3 \ para mim partir o 0oloO &arei'o com pra8er.quele cargo. %%. -3 I%'H%A'-+ Q PDN'-s@'*%A Q +P'*%+'@AL. -3 % e %%%. A concordAncia ver0al est4 plenamente respeitada na frase> A3 Nma com0inação de resultados desfavor4veis podem eliminar o nosso advers4rio. /m relação ao texto. $3 %% e %%%.da classe. 115?. /3 \ )usto que se (omenageiem aqueles que merecem. /st4 correto o emprego dos dois elementos su0lin(ados na frase> A3 /le costuma afirmar a todos de que tra0al(ou muito para c(egar . -3 *onstam em nossos arquivos muita informação acerca de sua carreira. /3 + médico receitou'a um remédio. mas ela não l(e encontrou. *3 A (esitação que eles demonstram nas (oras mais difíceis é que os v<m pre)udicando. se continuar teimando de endividar'se. não consigo os 0ons resultados de que ele orgul(a'se. $3 P/D9'P%'*A] Q *%'f'J/9 Q JA'@%'A. %%%. e todos l(es seguirão o exemplo. 115=. mas não com o que l(e direi agora. $3 Ioc< pode discordar de mim quanto a isto. !4 muito o que se fa8er para que o Poder Kudici4rio. 115:. /3 @inguém sa0e onde ele vai c(egar. *3 A arrogAncia da qual sempre l(e foi característica devia'se pelo fato de ser rico. *3 /les )4 (aviam vingado'se dela uma ve8. /3 &A'E%A'-+ Q A-'I+'HAD Q */'L/9'E%AL. no $rasil. /st4 correta a partição sil40ica de todas as palavras em> A3 &LN'EN'A'^P+ Q %J'PD/'9*%@'-e'I/L Q %'LN'9o'D%'+. $3 @ão se ouve notícias deles )4 (4 muito tempo. /3 % e %%. somente. @ão é pela força de press es ou de arran)os políticos que as mul(eres v<m o0tendo sucesso na carreira )urídica. %% e %%%. somente. *3 %@'EDo%'E+ Q JA'99%'&%'*AD Q !%'A'E+. -3 Por mais que ven(a a se esforçar. somente.

sculas e a0reviaturas. acredita o padre Q'lio Fancelotti. *3 -ivertem'nos suas fumaças de grande8a. fundamentado no respeito e na li-erdade parcial. de acordo com os especialistas. *3 o atendimento aos princípios de 0revidade e excepcionalidade. /3 Ien(o solicitar a I. o envio da min(a *ertidão de nascto. \\Faltam um or!amento claro e prioritário para a crian!a e o adolescente e pol"ticas amplas nas áreas da educa!ão. coordenador do @entro de Eefesa da @rian!a e do Adolescente. seus arrou0os de autoritarismo. $3 + campo foi arroteadoQ espera'se farta col(eita. )4 não (aver4 o que preitear. para \\recuperar\\ os milhares de internos. na maioria das unidades da Fe-em. est4 inteiramente correta a frase> A3 /le não sa0e nem o Pai @osso e se )ulga mais cristão que -. 4o choque entre as duas realidades.9. /3 Nm maior insumo para a lavoura é uma necessidade premente. /3 o fato de serem verdadeiros depósitos de menores. empregaram'se %@*+DD/EAJ/@E/ os que estão su0lin(ados em> A3 Pagarei a multa> o pedido de cancelamento do auto de infração foi denegado. . -3 A *ompan(ia de @avegação Aérea ir4 recorrer do processo que corre nesta *omarca. Muanto ao emprego de mai. Ee acordo com o Estatuto da @rian!a e do Adolescente PE@AO. da sa'de e do la1er\\. A forma!ão de multid+es deve. aos promotores e ( pr$pria sociedade. Por semel(ança com outros voc40ulos 2paronímia3. -e acordo com o texto. 115C. /rnestina. a interna!ão deveria atender aos princ"pios de -revidade e e&cepcionalidade. aliada a fatores como o despreparo dos profissionais e a ausBncia de atividades educativas e profissionali1antes. dá mais resultados. 7m dos principais pro-lemas da institui!ão % a superlota!ão.se tam-%m. a superpopulação na maioria das unidades da &e0em tem como uma de suas causas> A3 os métodos disciplinares nelas empregados. -3 Ao proscrever o pra8o para a entrada do recurso. so-ram acusa!+es ( entidade. Insatisfa!+es e frustra!+es dos internos aca-am gerando a violBncia que. ao fato de medidas como a li-erdade assistida e a presta!ão de servi!os ( comunidade não serem amplamente utili1adas pelos u"1es. A superpopula!ão. TEXTO. Eo lado de fora da institui!ão. 115F. NiolBncia e clausura continuam fa1endo parte do m%todo utili1ado.p. *3 + Programa de (istória do $rasil ser4 divulgado na quinta'feira p. $3 a falta de utili8ação de medidas alternativas. não raro. aos u"1es. $3 + Padre Ant#nio Iieira nota0ili8ou'se por seus serm es ao tempo do $rasil *olonial. que saem em condi!+es emocionais iguais ou piores (quelas em que estavam quando chegaram ( institui!ão. e&periBncias mostram que um pro eto pedag$gico s%rio.115B. % retri-u"da pelos funcionários. aca-a resultando em um verdadeiro dep$sito de menores. -3 a falta de preparo dos profissionais e a aus<ncia de atividades educativas.

11:1. viol<ncia e clausura continuam fa8endo parte do métodoQ %%. $3 %. da sa.11:G. falta de orçamento claro e priorit4rio para a criança e o adolescenteQ %%. 11:1. *3 *+@'9E/D'@A'^P+ Q MN%'A'$+ Q AD'D/'P%'+. *3 %. /3 %. -3 % e %%. *onsidere as seguintes afirmaç es> %. est4 correto somente o que se afirma em> A3 %. . atendimento aos princípios de 0revidade e ex'cepcionalidadeQ %%. $3 9N'A'I/ Q $D%'+'9+ Q %'D%'-/9'*/@'E/. despreparo dos profissionais e falta de atividades educativasQ %%. + padre K. !4 uma relação de causa 2%3 e efeito 2%%3 entre> A3 %. Eodas as palavras estão corretamente grafadas e acentuadas na frase> A3 + circuito do autódromo exigir4 extrema (a0ilidade por parte dos pilotos. /m relação ao texto. os menores saem em condiç es emocionais desfavor4veis. -3 %. $3 + rapa8in(o não cessava de rir dos tregeitos em que o (umorista se esmerava. m4 vontade que sempre exi0iu em seus afa8eres. -3 J+e'-+ Q /9'E/%'DA Q PN9'%'Ld'@%'J/. viol<ncia e clausura continuam fa8endo parte do método. 11:5. *3 A a0solvição do reu est4 na dependencia do <xito da tese apresentada pelo advogado. despreparo dos profissionais e falta de atividades educativasQ %%.de e do la8er.de e do la8er. %%. /3 % e %%%. no contexto do segundo par4grafo> por curto período e internação apenas em casos excepcionais. da sa. políticas amplas nas 4reas da educação. /3 9ua suspenção deveu'se . -3 @en(uma dotação orçament4ria é reali8ada sem que o diretor a avalise. A palavra hhrecuperarhh 2primeiro par4grafo3 est4 entre aspas para ressaltar que a ação indicada por esse ver0o est4 longe de ocorrer.lio Lancelotti acredita que a solução dos pro0lemas da &e0em est4 na adoção de novos métodos educacionais para os internos. superpopulação. %%%. superpopulação. políticas amplas nas 4reas da educação. $3 %%. Por hhprincípios de 0revidade e excepcionalidadehh deve'se entender. *3 %%%. A partição sil40ica est4 correta em todas as seguintes palavras> A3 +'-%+'9+ Q J+'9A'%'*+ Q JAD'Ee'D%+. um pro)eto pedagógico sério daria mais resultados.

se a afirma!ão seguinte? \\/s pa"ses atrasados anunciaram um pacote de a uda aos . 11:?. *3 A dedicação com que ele demonstra ter com ela é comovente. /3 Nma soma de erros tão graves não pode se atri0uírem a uma só pessoa. $3 /la (avia negado'me um favor. *3 9e elas não o detessem. /3 + técnico interveio. faça'o com o m4ximo empen(o. /3 \ uma pessoa de cu)a falta todos se ressentem. em fol(a anexa. a frase inteiramente correta é> A3 Iossa excia. mas os )ogadores não se conteram e 0rigaram muito. 11:=. inauguração de nossa /scolaO $3 /sta secretaria do /stado solicita que os snrs. PA*+E/9. /3 -eu o carro para pintarem'no. -3 9ão coisas das quais ele )amais se mostra atento. $3 -everam'se a uma pequena minoria os tumultos que interromperam a sessão. 11:C. + emprego e a colocação dos pronomes su0lin(ados estão corretos em> A3 L(e envio aman(ã os livros e as fitasQ trate'l(es com carin(o. 11::. não o perca de vista. Eodas as formas ver0ais estão corretas na frase> A3 9e o din(eiro de fato proviu do narcotr4fico. A concordAncia ver0al est4 plenamente respeitada na frase> A3 @ão se notou quaisquer irregularidades neste processo. @onsidere. TEXTO. *3 9e 9ua 9ria. a examinei 0em e não notei'l(e nen(um defeito. *3 9er4 que nen(um de nós os advertiram quanto ao perigo desta rotaO -3 Podem ser que d<em mais resultados as novas medidas que tomamos. pediu o orçamento e l(e ac(ou muito caro. -3 /ntrei na casa. Muanto ao emprego de a0reviaturas e de mai. $3 + que l(e ca0er fa8er daqui para a frente. 11:B. $3 + trem a cu)o me referi )4 foi desativado./3 +$'9/'99P+ Q HDA'EN'%'E+ Q D/'J+/D. siga'l(e todos os passos. entreviram algumas irregularidades. ele cometeria um crime.sculas. 9r. /st4 correto o emprego do elemento su0lin(ado na frase> A3 @ão ve)o porque ele não possa nos responder. -3 9er4 que o /minente deputado se mostrar4 sensível a esta reivindicaçãoO /3 /xmo. /R*LNe-+9 / /J/DH/@E/9. Prefeitos enviem os orçamentos. os dados solicitados. a instituição ficar4 em apuros. -3 Ao refa8erem as contas do orçamento. Jinistro> seguem. poder4 comparecer . e agora quer que eu a retri0uaO *3 Acompan(e aquele rapa8. não puder ir. mandar4 seu representante +ficial.

e&purgada da crue1a selvagem da primeira. choca como palavrão. indistintamente. para não achincalhar a todos. Estamos falando da arte de se valer dos eufemismos. su-stituiu. humildes. quando não metr$poles e col)nias. 4asceu nesse sentido e nele devia permanecer? o de uma pluralidade de medidas. na administra!ão da economia. Por isso. porque mal remunerado. \\emergente\\ para pa"s atrasado e \\e&clu"do\\ para miserável. colorida como cravo. dificilmente algu%m será miserável e inclu"do. nesta área . Algu%m pode ser po-re. como a hipocrisia.lhe? \\Sua mãe morreu\\. mas inclu"do. Se o po-re pode não ser e&clu"do. /u então.. dita num salão. 4a Argentina de Per$n e Evita consagrou. / eufemismo. 4o m"nimo. com o que a morte se apresentará cheirosa como l"rio.culottes\\. depois da II Luerra. adotará uma pluralidade de medidas. garantiu que \\não e&iste nada de pacotes\\0 /corre. não estavam mais tão por -ai&o. fala e&clusivamente ( sensi-ilidade -rasileira e.. remediado. @om a ado!ão do conceito de \\desenvolvimento\\. % grosseiro anunciar. com a pecha infamante de \\su-desenvolvido\\. delicado ver-o emprestado (s flores. ainda num discurso na semana passada. % a homenagem que. At% a primeira metade do s%culo. A segunda deleita como solo de clarineta. de uso dos no-res. governa.\\ @onsidere. vendem um \\pacote\\. Soa como vitup%rio de rameira em ri&a de -ordel. despossu"dos. 4a segunda das frases acima estão reunidos trBs dos eufemismos mais correntes na vida p'-lica. 3as como soa mais -enigna a segunda. porque tem emprego e fun!ão na produ!ão. por e&emplo. dirá o leitor. \\Emergente\\ para pa"s atrasado ou.se o \\descamisado\\. para enfrentar a presente crise. do atual governo -rasileiro.se que o governo. o v"cio presta ( virtude. e eis. \\Pacote\\ nasceu inocentemente. na prática. mas que emergem. = aquele que o sistema produtivo e&clui. A primeira. caso se prefira. ou. no entanto. 2uando morre a mãe de algu%m. tudo unto. se ainda achar pouco.se o \\em desenvolvimento\\ por \\emergente\\. 4a Jevolu!ão Francesa havia os \\sans. na linguagem. para designar não uma. 4os 'ltimos anos. premiou. que quando vendem passagens e hospedagem. talve1 por imita!ão das agBncias de turismo. mais ainda. % a 'ltima de uma longa linhagem de f$rmulas classificat$rias dos pa"ses segundo sua rique1a. / terceiro. Tam-%m poderá di1er que \\desapareceu\\. mas várias iniciativas adotadas ao mesmo tempo. o \\culotte\\ . 3ais adiante. Parece discurso de doutor em noite de entrega de t"tulo honoris causa. São pa"ses não mais su-mersos.\\ 2ual a diferen!a entre uma frase e outra0 4enhuma. os desprovidos do tipo de cal!a . Jesta falar da sorte da palavra \\pacote\\. tem um sentido diverso. Soa mais virtuoso confessar a e&istBncia de \\rela!+es impr$prias\\ com algu%m. e se fala ainda . que. Qá se recorreu a pe!as do vestuário. \\E&clu"do\\. circunst8ncia fat"dica. palavra que igualmente se op+e ao \\su-\\. em menos favorecidos. Tais pa"ses não eram mais \\su-\\. \\con unto de medidas\\ em lugar de \\pacote\\. \\E&clu"dos\\ para designar os miseráveis % o coroamento de uma linhagem mais longa ainda de palavras com as quais se tenta melhorar a condi!ão das pessoas na ra-eira da escala social. / que leva a concluir que. conforme f$rmula cele-ri1ada pelo presidente dos Estados 7nidos. quanto ao conte'do. que os pacotes foram introdu1idos na pol"tica -rasileira pelo regime militar e costumavam ser -ai&ados sem aviso nem consulta. que \\feneceu\\.miseráveis. Por que então o horror ( palavra pacote. Sa-e. Tam-%m á se falou . Eois deles são universais . o e&clu"do quase sempre se confunde com o miserável. a pessoa dirá que a mãe \\faleceu\\. Qá p+em a ca-e!a para fora. em ve1 de uma 'nica. anatemati1ada repetidas ve1es pelo presidente Fernando #enrique @ardoso..se com a segunda. quando ainda não se carecia de eufemismos.. de linguagem politicamente correta .se os melhores com o gentil \\em desenvolvimento\\. Essa caracter"stica aca-ou contaminando o conceito de pacote. com a qual . do que di1er que se cometeu adult%rio. os pa"ses eram simplesmente ricos e po-res. passaram a ser \\desenvolvidos\\ e \\su-desenvolvidos\\. para ser mais e&ato.nos então de volta ( an$dina e&pressão \\con unto de medidas\\.se agora esta outra? \\/s pa"ses emergentes anunciaram um con unto de medidas de a uda aos e&clu"dos.

ou o governo. / eufemismo.se a linguagem. 11=1. / que isso tudo quer di1er % que quando % dif"cil modificar a sociedade.se pretende conferir a tais medidas. 11=1. /ncontra apoio no texto a afirmação contida na opção> A3 o governo trata os fatos políticos com linguagem o0)etivaQ $3 a (ipocrisia é (omenagem prestada ao vício pela virtudeQ *3 o termo hhpacotehh teve uso poliss<micoQ -3 as empresas de turismo contri0uem para a proliferação de eufemismosQ /3 a linguagem do regime militar 0rasileiro ainda possui alto prestígio. Se não conseguimos. se amos. A expressão hhmodifica'se a linguagemhh equivale a> A3 altera'se o conte. no :c par4grafo. 11=5. Anatemati8ada significa> A3 elogiadaQ $3repudiadaQ *3 citadaQ -3 glorificadaQ /3 registrada. desde sempre. governo e sociedade. mais finos 11:F. na 4rea ur0ana. pelo menos. por maldosas que se am. modifica.doQ $3 cria'se nova idéiaQ *3 muda'se a apar<nciaQ -3 troca'se o significadoQ /3 mantém'se a forma. Ao discorrer so0re o significado de hhexcluídoshh. foi parte integrante tanto da arte de governar quanto da de administrar as rela!+es entre as classes sociais. . o autor> A3 identifica os hhexcluídoshh com os po0res em geralQ $3 identifica os hhexcluídoshh com os tra0al(adores mal remuneradosQ *3 c(ama de hhexcluídoshh os pais de família que perderam o empregoQ -3 insinua que este termo equivale. aos sem terra da 4rea ruralQ /3 v< nessa expressão apenas mais um eufemismo com que o poder designa os miser4veis. ser mais ustos ou mais democráticos. #avia o \\elemento servil\\. A expressão hhem desenvolvimentohh apresenta valor> A3 ad)etivoQ $3 su0stantivoQ *3 adver0ialQ -3 prepositivoQ /3 con)untivo. um atestado de -om comportamento. 4o 9rasil do s%culo passado não havia escravo. 11=G.

11=B. su0stituiu'se o hhem desenvolvimentohh por hhemergentehh.. os desprovidos do tipo de calça ' o hhculottehh' de uso dos no0res.0lica. a função do eufemismo. + autor comenta.. A alternativa em que este ver0o aparece incorretamente flexionado é> . quando ainda não se carecia de eufemismos 2. tem um sentido diverso. sensi0ilidade 0rasileira 2. 11=C. um atestado de 0om comportamento.3hhQ -3 hh/xcluídoshh para designar os miser4veis é o coroamento de uma lin(agem mais longa ainda de palavras 2. 11==. para enfrentar a crise.hhQ -3 hh+ que isso tudo quer di8er é que quando é difícil modificar a sociedade. +0serve o uso das vírgulas em hh9a0e'se que o governo.. modifica'se a linguagem. ou o governo. ocorre uma forma do ver0o irregular +P+D. esse mesmo doutor.3.. palavra que igualmente se op e ao hhsu0hh. serve para> A3 incentivarQ $3 acentuarQ *3 enaltecerQ -3 ameni8arQ /3 criticar.. + autor construiu uma frase /J -/9A*+D-+ com as regras normativas de concordAncia ver0al em> A3 hhJais adiante 2.hhQ /3 hh @a Devolução &rancesa (avia os hhsans'culotteshh..com a qual se pretende conferir a tais medidas.. Ao dirigir'se ao -iretor da &aculdade que prop e a (omenagem. para exprimir'se de acordo com o padrão culto da língua e a formalidade da situação.. hhcon)unto de medidas hhem lugar de hhpacotehh.hh.hhQ *3 hhAté a primeira metade do século.. 11=?..hh. fala exclusivamente .palavra que igualmente se op e ao hhsu0hh. adotar4 uma pluralidade de medidas.. ao longo do texto. dir4 o leitor. como se sa0e. diria> A3 Iossa 9en(oria sois uma pessoa generosaQ $3 Iossa /xcel<ncia sois uma pessoa generosaQ *3 Iossa /xcel<ncia é uma pessoa generosaQ -3 9ua 9en(oria é uma pessoa generosaQ /3 9ua excel<ncia sois uma pessoa generosa.hh A )ustificativa para o emprego de vírgulas neste exemplo é a mesma v4lida para a opção> A3 hh. /m hh. por maldosas que se)am. Q *3 hh+ terceiro..3.hhQ /3 hh/xcluídohh.11=:. o qual.ltimos anos.hhQ $3 hh@os . + autor refere'se no primeiro par4grafo ao hhdiscurso de doutor em noite de entrega de título (onoris causahh 2b por causa da (onra3.3 premiou'se os mel(ores com o gentil hhem desenvolvimentohhQ $3 hh@a segunda das frases acima estão reunidos tr<s dos eufemismos mais correntes na vida p.

2ao3> A3 fama de mau que tem o lo0oQ $3 f40ula de amplo con(ecimento p.hh ' lugarQ *3 hh. Anos a fio. NocB conhece a estrat%gia do lo-o? culpar o cordeiro para ustificar o -ote. Suas armas foram a ausBncia de investimentos nas institui!+es p'-licas> nomea!ão para cargos de chefia por crit%rios pol"ticos> falta de treinamento> -ai&o n"vel salarial. o lo0o sempre acusa o cordeiro. Tudo isso pode ser comprovado por qualquer cidadão.. o lo-o sempre acusa o cordeiro para poder dar o -ote.. as entidades representativas dos servidores p'-licos denunciaram e tentaram mudar esta dura realidade.culpar o cordeiro para )ustificar o 0otehh.hh ' condiçãoQ /3 hh.denunciaram e tentaram mudar esta dura realidade. 4ão se dei&e enganar. sem serem ouvidas.. 11?1..A3 palavra que igualmente se opun(a ao hhsu0hhQ $3 palavra que igualmente se oporia ao hhsu0hhQ *3 palavra que igualmente se opon(a ao hhsu0hhQ -3 palavra que igualmente se oposse ao hhsu0hhQ /3 palavra que igualmente se opusera ao hhsu0hh.' direção. %magem é palavra grafada com HQ o item em que a palavra est4 corretamente escrita é> ..hh ' oposiçãoQ -3 hh. Sempre que tentarem destruir a imagem dos servidores p'-licos. entre outras. TEXTO. + item em que a palavra de ligação destacada apresenta valor corretamente indicado é> A3 hh9empre que tentarem destruir. @omo na fá-ula.. comandada pelos pr$prios responsáveis pela deteriori1a!ão dos servi!os. A verdade não pode ser mascarada.. /s servi!os p'-licos seriam mais eficientes se aqueles que det%m o poder o quisessem...seriam mais eficientes se aqueles que detém o poder. fique alerta. Jea a contra a destrui!ão premeditada e criminosa dos servi!os p'-licos. + L+$+ 9/JPD/ -%] MN/ A *NLPA \ -+ *+D-/%D+. 11?G.. Ainda % tempo de restaurar e melhorar as institui!+es e seus servi!os em defesa da pr$pria sociedade. Lrandes interesses estão por trás dessa campanha.hh W intensidadeQ $3 hh*omo na f40ula. + texto fa8 parte de uma campan(a do Jovimento @acional em -efesa do 9erviço P. E o -ote % aca-ar com os servi!os p'-licos. 11=F.....0lico e refere'se em seu título .0licoQ *3 sím0olo de pure8a do cordeiroQ -3 valor religioso do cordeiroQ /3 in)ustiça social do país.

11?5.0lico> A3 o 0aixo sal4rio dos funcion4riosQ $3 falta de investimentos no setorQ *3 o alto gasto com o funcionalismoQ . 11?1. no texto.. mantendo'se o mesmo tempo e modo ver0al. 9egundo o texto.hh 9e trocarmos a pessoa do ver0o para a segunda do singular.A3 verti)emQ $3 gor)etaQ *3 )ilóQ -3 )i0óiaQ /3 magestade. 11?:.. 11??. não se inclui explicitamente como arma da campan(a contra o serviço p. hhHrandes interesses estão por tr4s dessa campan(a. para o elemento destacado é> A3 enormesQ $3 imensosQ *3 grandiososQ -3 internacionaisQ /3 poderosos. hh. fique alerta. + item a seguir em que as duas palavras citadas não são acentuadas em ra8ão da mesma regra> A3 p.0licos W f40ulaQ $3 é W tr4sQ *3 próprios W respons4veisQ -3 aus<ncia W critériosQ /3 nível W própria.hh + mel(or sin#nimo... a frase teria a forma> A3 fiquem alertaQ $3 ficas alertaQ *3 fica alertaQ -3 ficai alertaQ /3 fiques alerta. 11?=. + plural de hhqualquer cidadãohh é> A3 qualquer cidadãosQ $3 quaisquer cidad esQ *3 quaisquer cidadãosQ -3 quaisquer cidadãosQ /3 qualquer cidadãos.

.americanas aca-a de inaugurar em 9oston. em contrapartida. chamado Internet . destinados ( distri-ui!ão pela via telef)nica ou por redes de fi-ras $ticas.hh A forma ativa dessa mesma frase é> A3 Mualquer cidadão pode comprovar tudo isso. 4a verdade. correio eletr)nico. serão dedicados e&clusivamente ao ornalismo. elas não estão de todo erradas. hiperm"dia. 11?B. /s motivos que condu1iram ( cria!ão do 4eAs são fáceis de se avaliar. #o e se fala em realidade virtual. importante centro de pesquisas e de inova!+es no campo dos meios de comunica!ão. o la-orat$rio. al%m de tra1er a informa!ão á devidamente condensada e a ustada a uma gera!ão que tem pressa. -ati1ado de 4eAs in the Future PAs 4ot"cias do FuturoO. ainda são o.se que cerca de vinte milh+es de pessoas em todo o mundo acessem as redes de informa!ão on line.<ncia de anosQ /3 nos . TEXTO. $3 Eudo isso pode comprovar'se. atrav%s de recursos interativos e multimidiáticos ho e á utili1ados no universo da informática.. hhEudo isso pode ser comprovado por qualquer cidadão. -3 Pode comprovar'se tudo isso. /3 Mualquer cidadão pode ter tudo isso comprovado. E a televisão a ca-o amplia seu alcance? os novos sistemas de ca-o que agora come!am a ser implantados tBm capacidade para distri-uir nada menos que quinhentos canais de televisão por cidade. as novas gera!+es praticam uma linguagem que % ainda estranha aos ornais e revistas semanais de informa!ão. Instalado dentro do 3edia Fa-.etos f"sicos. *3 Mualquer cidadão se pode comprovar tudo isto.hh A expressão significa> A3 (4 muitos anosQ $3 (4 anos atr4sQ *3 por muitos anosQ -3 por uma seq. Enquanto isso. ci-erespa!o. E7A. 4ão % dif"cil imaginar que -oa parte dos canais de ca-o.. dentro de algum tempo. estima.-3 interesse políticoQ /3 despre8o pela formação do funcion4rio. Estat"sticas recentes tBm demonstrado que as gera!+es mais ovens Pou se a. A televisão % mais rápida e mais ágil no mane o das not"cias. A9 *+JN@%*A^w/9 9+$ + %JPA*E+ -A %@&+DJSE%*A. Ademais. 7m cons$rcio de empresas ornal"sticas norte. /s ornais. e ao acesso em computadores ou dispositivos semelhantes. o p'-lico com menos de a[ anosO lBem cada ve1 menos ornal impresso em todo o mundo e se consideram suficientemente informadas com as not"cias que rece-em atrav%s do rádio e da televisão. um avan!ado la-orat$rio de informática. distri-u"dos todas as manhãs por uma multidão de ornaleiros que lem-ra os antigos entregadores de pão e leite. como tam-%m imaginar estrat%gias que possi-ilitem a so-revivBncia da imprensa na pr$&ima virada do s%culo. deverá testar pilotos e prot$tipos de ve"culos ornal"sticos informati1ados.. hhAnos a fio.ltimos anosQ 11?C. coloca aos seus usuários o maior n'mero de informa!+es á acumulado em uma s$ fonte. . 7m sistema informal de liga!ão de mais de seis mil redes de computadores . destinado não apenas a e&perimentar alternativas eletr)nicas para o ornal impresso.

hh.tem inaugurado em $oston...vem de inaugurar em $oston.. um avançado la0oratório. $3 \ necess4rio ficarmos alerta diante das falsificaç es. /3 +s usu4rios luso'0rasileiros t<m dificuldades com a língua inglesa. hhNm consórcio de empresas )ornalísticas norte'americanas... so0reviv<ncia do )ornal impressoQ *3 montar estratégias de com0ate ao )ornal impresso e procurar meios de su0stituí'loQ -3 su0stituir eletronicamente o )ornal impresso. + item a0aixo que apresenta um caso errado de concordAncia nominal éQ A3 \ proi0ido a utili8ação de softgares pirateados. é... citado no primeiro par4grafo.. 11B5. A finalidade da criação do avançado la0oratório de inform4tica. aca0a de inaugurar em $oston. /3 . *3 +s computadores t<m preços o mais 0aratos possível.hhQ o ad)etivo hhnorte'americanashh concorda com o su0stantivo hhempresashh.hhQ o item que não contém um voc40ulo de ....termina por inaugurar em $oston. segundo o texto> A3 procurar meios su0stitutivos do )ornal impressoQ $3 detectar estratégias convenientes . 11B1.. $3 .aca0a de inaugurar em $oston...hhQ o emprego das vírgulas nesse segmento se )ustifica por> A3 necessidade de destacar o termo mais importanteQ $3 o0rigatoriedade de separar as siglasQ *3 mostrar uma explicitação do termo anteriorQ -3 destacar o vocativoQ /3 indicar um ermo intercalado.. /NA.(4 de inaugurar em $oston.. mantendo a so0reviv<ncia da imprensaQ /3 pesquisar alternativas para o )ornal eletr#nico e manter a imprensa viva. *3 ...est4 inaugurando em $oston. -3 ... + par de palavras do primeiro par4grafo que não rece0e acento gr4fico pela mesma ra8ão é> A3 consórcio W estratégiaQ $3 )ornalísticas W inform4ticaQ *3 so0reviv<ncia W notíciasQ -3 protótipos W veículosQ /3 tam0ém W )4...um avançado la0oratório de inform4tica....11?F.hhQ o item a0aixo que equivale semanticamente a este segmento do texto é> A3 . 11B:.... 11B1.. hh. 11BG.... hh. -3 +s manuais estão em anexo aos disquetes...

PD+*/99AJ/@E+ -A /@ED/I%9EA.destinados . + uso dos par<nteses no primeiro e no segundo par4grafo do texto se deve a um 2uma3> A3 retificaçãoQ $3 esclarecimentoQ *3 traduçãoQ -3 destaqueQ /3 alteração. A entrevista consiste em inquirir tecnicamente. + item que apresenta uma outra forma semanticamente equivalente a esse período. distri0uição por via telef#nica. 11BC. 11B=. hh. /3 +s motivos que levaram . *3 +s motivos. TEXTO.hhQ o termo destacado se refere a> A3 uma ação recíprocaQ $3 um tra0al(o constanteQ *3 uma leitura ininterruptaQ -3 um meio tecnológicoQ /3 uma atividade visual.. 11BB..significado equivalente ao destacado é> A3 sofisticadoQ $3 adiantadoQ *3 aperfeiçoadoQ -3 progressistaQ /3 revolucion4rio. 11B?.. facilmente avaliados. através de recursos interativos. que levaram .. corretamente estruturada. criação do @egs são f4ceis de se avaliar.hhQ )ustifica'se o emprego do acento grave indicativo da crase porque> A3 ocorre a união de uma preposição com um pronomeQ $3 aparecem simultaneamente um artigo e uma palavra femininaQ *3 é um caso de presença de uma preposição e de um artigo definido femininoQ -3 é uma exig<ncia do ad)etivo hhdestinadoshhQ /3 indica a exist<ncia de um o0)eto indireto formado por uma palavra feminina...hh. de forma há-il. é> A3 +s motivos que levaram o @egs a essa criação são facilmente avaliados. -3 9ão f4ceis de serem avaliados os motivos que levaram o @egs a ser criado. criação do @egs são f4ceis. $3 9ão facilmente avaliados os motivos que levaram o @egs a ser criado... criação do @egs serão avaliados facilmente.. dentro de um plano e seqTBncia . hh+s motivos que levaram . hh..

hh. tomando tempo e pre udicando o processamento da entrevista propriamente dita. E&iste uma grande diferen!a entre a entrevista e a conversa informal entre duas pessoas. = necessário sa-er distinguir quando o diálogo informal % uma introdu!ão e quando ela perde as caracter"sticas. pois ainda leva tremaQ $3 o ad)etivo estudados concorda com o con)unto dos dois su0stantivos anterioresQ *3 plano e previamente são redundantes. = a maneira racional de levar algu%m a fornecer os informes e as informa!+es que possui em determinada área. A expressão inquirir tecnicamente significa. 11CG. etc. Forma de pesquisa reali1ada atrav%s de diálogo estudado e preparado dentro de um plano e seqTBncia previamente analisados. sutilmente. no texto> A3 processo interpessoal de comunicaçãoQ $3 questionamento so0re assuntos de interesseQ *3 conversa plane)ada. posi!ão social.<ncia est4 grifado .dentro de um plano e seq. = uma t%cnica de comunica!ão direta entre duas pessoas que possuem alguns interesses em comum.. + grupo su0stantivo t ad)etivo pode ser reescrito de v4rias formasQ o item a seguir que não segue o mesmo modelo de reescritura dos demais é> . para o-ter as informa!+es que dese a.previamente estudados. Pode'se di8er que a hhforma (40ilhh a que se refere a primeira lin(a do texto não inclui> A3 con(ecimento mais amplo possível so0re o entrevistadoQ $3 questionamento adequado .hhQ o item em que o coment4rio so0re esse segmento é incorreto é> A3 o voc40ulo seq.. levando o interrogado ou entrevistado a se pronunciar so-re aquilo que dese amos sa-er e a emitir sua opinião. o entrevistado a se manifestar so-re assuntos de seu conhecimento.se de um processo interpessoal de comunica!ão.. capa1 de condu1ir ( transmissão de uma mensagem. em que o entrevistador orientou a produ!ão e codifica!ão das pr$prias mensagens por parte do entrevistado. )4 que todo plano é prévioQ -3 todo o segmento d4 idéia de conformidade. Pode ser entendida como sendo uma conversa plane ada. Trata. 11C1. levando. antiga. conhecimento t%cnico. aca-ando por se transformar numa palestra inconsistente. pois o comportamento das pessoas varia muito. 11BF. com numerosas limita!+es no tempo e no e no espa!o. sua cultura.<ncia previamente estudados. As entrevistas devem ser personali1adas e adaptadas (s caracter"sticas do entrevistado. cu)a marca é a locução dentro deQ /3 o significado de previamente equivale ao de antecipadamente. muitas ve1es sem que formulemos a pergunta diretamente. 11C1. segundo roteiros préviosQ -3 interrogatório que leva o entrevistado a transmitir uma mensagemQ /3 di4logo de manipulação do outro para o0tenção de informaç es. cultura do entrevistadoQ *3 formas de pressão so0re pontos fracos do interrogadoQ -3 orientação da conversa segundo os o0)etivos pretendidosQ /3 personali8ação da entrevista ou do interrogatório..

......e quando ela perde as características... 11C5.é uma introdução ..plano e seq.hh ' com (a0ilidade informalQ $3 hh.. é só me di8er o que ocorreu aqui. + item a0aixo em que o termo destacado tem valor semAntico distinto dos demais é> A3 hh.hh ' a comun(ão de alguns interessesQ -3 hh.<ncia previamente estudados.hh $3 hh..inquirir tecnicamente. qual de voc<s me pode informar issoO *3 9e voc< quiser me a)udar..hhQ a presença do acento grave indicativo da crase se )ustifica porque> A3 ocorre a presença de um su0stantivo femininoQ $3 (4 a união de uma preposição com um artigo definido femininoQ *3 se verifica a )unção de dois su0stantivos femininosQ -3 se trata de uma locução adver0ial com palavra femininaQ /3 sempre ocorre crase antes de complementos nominais......hh .A3 hh......hhQ o termo destacado refere'se a> A3 conversaQ $3 palestraQ *3 entrevistaQ -3 introduçãoQ /3 pessoa.. hh.... 11C=.. hh... hh.hh *3 hh. mas como é descon(ecido de todos nós... -3 Mueria sa0er o nome dele. /3 Muem sa0e como se c(amaO 11C:.... entrevista...<ncia previamente estudados..alguns interesses em comum.a transmissão de uma mensagem. 11CB...sem que formulemos a pergunta diretamente..uma conversa plane)ada .hh ' estudo prévio de plano e seq.formulemos a pergunta diretamente.hh ' uma mensagem a ser transmitida. Assinale o item que se refere a uma conversa informal e não a uma entrevista> A3 inquirição técnicaQ $3 forma de pesquisaQ *3 contato personali8adoQ -3 palestra inconsistenteQ /3 di4logo estudado...hhQ o item a0aixo que apresenta uma pergunta indireta é> A3 Ioc< poderia me di8er quem desco0riu o $rasilO $3 Afinal.de forma (40il..<nciaQ *3 hh..hh ' o plane)amento de uma conversaQ /3 hh..plano e seq.. 11C?.

/3 Nma mel(or terap<utica levou a tu0erculose da décima .. respectivamente. a tu0erculose equivalia'se . 11FG. coloca. -3 :c.graças a mel(or terap<utica.se em vig%simo lugar.. ultrapassada apenas. mal4ria como causa mortis.-3 hh. $3 1c. A diferença de sentido entre as duas frases est4 em que se referem.. TEXTO.. vigésima posição como causa mortis. At% um passado recente...hh 11CC. pela pneumonite e pelas infec!+es renais> em muitas áreas ur-anas de -ai&o n"vel econ)mico e superpopulosas dos Estados 7nidos. sutilmente. 11F1. talve1. + par4grafo do texto que apresenta uma estrutura distinta da dos demais é> A3 1c.hhQ o advér0io (o)e. graças a mel(or terap<utica. hh. $3 A tu0erculose ocorre preferencialmente nos pulm es. em algumas partes do mundo a tu-erculose iguala... /3 =c. espalhado por todo o mundo e ainda por ser desco-erto... Ainda % uma das doen!as infecciosas mais freqTentes no /este dos Estados 7nidos. @omo na a-soluta maioria dos casos. %nfere'se do texto uma séria de con(ecimentosQ o item a0aixo que não se pode inferir do texto é> A3 A tu0erculose tem relaç es com o nível econ#mico dos infectados. *3 @a época referida. *3 terap<utica específicaVterap<utica geral.. a uma> A3 terap<utica indeterminadaVterap<utica individual. ainda e&iste um grande reservat$rio desta doen!a.graças . refere'se a> A3 tempo de leituraQ $3 tempo de pu0licaçãoQ *3 tempo de escrituraQ -3 tempo de distri0uiçãoQ /3 tempo de interpretação. P. $3 terap<utica con(ecidaVterap<utica descon(ecida. EN$/D*NL+9/ PNLJ+@AD. mel(or terap<utica... @alcula. gra!as a melhor terapButica. -3 A superpopulação das 4reas carentes é fator que favorece a tu0erculose.O A despeito deste controle regional -em sucedido.(o)e..se que a cada caso mortal por tu-erculose correspondem :6 a 56 casos de infec!ão ativa. . Assim.. % conveniente estudar pormenori1adamente a tu-erculose pulmonar...hhQ hh.. nesse segmento. hh.hh /3 hh. *3 5c. a tu-erculose ocorre nos pulm+es. a tu-erculose situava. 11CF.se ( malária como a causa principal da mortalidade. propriamente dita.hh..levando . ainda % a infec!ão mais importante..se entre as de1 principais causas de morte nos Estados 7nidos> ho e.

ur0anas de 0aixo nível econ#mico..-3 terap<utica tradicionalVterap<utica experimental.nicaVterap<utica variada... 11F?....hhQ -3 hh.idade de entendimento..casos de infecção ativahh..de8 principais causas de morte. + aparecimento de par<nteses dentro dos quais aparecem pontos suspensivos 2lin(a 5 do texto3. 11F1.hhQ $3 hh.... hh.hhQ enquanto muitos ad)etivos admitem variação de grau... hh.hhQ /3 hh.hhQ *3 hh. outros não apresentam essa variação por impossi0ilidade lógica. .hhQ a expressão a despeito de equivale a> A3 mesmo queQ $3 apesar deQ *3 visto queQ -3 porquantoQ /3 )4 que. 11F5. 11F=. 11F:.....hhQ a presença do acento grave indicativo da crase é devido a que> A3 (4 a união de uma preposição com o artigo definido feminino singularQ $3 a preposição vem antes de uma palavra femininaQ *3 o ver0o igualar exige o uso da preposição aQ -3 a palavra mal4ria est4 empregada em sentido específicoQ /3 ocorre o risco da am0ig..uma das doenças infecciosas... /3 terap<utica . + texto fala de um controle regional porque> A3 se refere exclusivamente ao +este dos /stados NnidosQ $3 limita'se ao controle em um só país> os /stados NnidosQ *3 só controlou a tu0erculose pulmonarQ -3 se restringe ao tratamento da tu0erculose nas 4reas carentesQ /3 é impossível controlar totalmente a doença. (4 um que não pode rece0er essa variaçãoQ assinale'o> A3 hhAté um passado recente.iguala'se .mais importante.... mal4ria. indica ao leitor que> A3 (4 uma nota de pé de p4gina para o assunto tratadoQ $3 parte do texto original foi omitidaQ *3 o tradutor não p#de tradu8ir um trec(o do originalQ -3 ocorre aí um pensamento incompletoQ /3 o autor do texto omitiu dados de propósito. /ntre os ad)etivos destacados a seguir.. hhA despeito desse controle regional 0em sucedido...

Aquisi!+es e fus+es. cre'sci'men'to. podem verificar que seus estilos diferem de maneira impressionante de uma alta administra!ão conservadora. Falta de desafio. imagina!ão e ousadia . FreqTentemente e&ecutivos muito inovadores e criativos são -loqueados pela administra!ão de c'pula conservadora. me'ioQ -3 pers'pe'cti'va. a. ou porque a \\pol"tica\\ dita uma espera de c ou [ anos entre promo!+es. 5. Alguns -loqueios podem se dar porque a empresa % propriedade de uma fam"lia. a'vi'ão. c.. @arreira -loqueada ou retardada. ou os administradores se sentem tratados in ustamente em rela!ão a outros na empresa. pro'fes'sorQ $3 ins'tru'ção. % tam-%m uma forma de status. 2uando a remunera!ão % mais atraente em uma empresa concorrente.hhQ o termo destacado introdu8 uma> A3 explicaçãoQ $3 retificaçãoQ *3 concessãoQ -3 conclusãoQ /3 síntese. demiss+es. come!am a parecer iguais . JN-A@^A -/ /JPD/H+. Jemunera!ão Inadequada. /s administradores que sentem fortes v"nculos com a comunidade local podem preferir mudar de emprego ao inv%s de serem transferidos por suas pr$prias companhias. muito rotineiros. @lar^ Associates. e assim por diante. /s choques de personalidade ou má \\qu"mica\\ tam-%m condu1em ( rotatividade. ou porque somente certos antecedentes condu1em ( c'pula. [.. Thomas @. am'0í'guo. presidente do @onselho de Administra!ão da billiam #.11FB. cita diversas das principais ra1+es pelas quais os e&ecutivos dei&am suas atuais empresas para fa1er carreira em outras firmas? :. uma firma de pesquisa e&ecutiva de 56 anos. eu'ro'pe'uQ *3 ex'ce'len'te. Estilo de administra!ão ou incompati-ilidade pessoal. 3uitos e&ecutivos tomam a decisão de passar para outra empresa ao inv%s de enfrentar um estado de lim-o empresarial. Amor]. /correm muitas incerte1as quando uma empresa adquire ou se funde com outra. TransferBncia. . trans'por'teQ /3 rit'mo. dig'no. R. podem procurar e encontrar empregos em outros lugares. demasiadamente pouco e&igentes. Possuem criatividade. /m muitos casos ocorre a necessidade de separarem'se as síla0as de uma palavraQ a alternativa em que todas as palavras apresentam separação correta de síla0as é> A3 ex'ce'ção. A remunera!ão. mas ao chegarem pr$&imos da c'pula. 11FC. 3uitos e&ecutivos acham seus cargos e&cessivamente fáceis. longe de ser apenas uma considera!ão econ)mica. tudo para produ1ir resultados que os fa!am su-ir rapidamente. Pro etos. ainda existe um grande reservatório desta doença. /s -oatos alimentam rumores de transferBncias. 3uitos administradores com aspira!+es fa1em mudan!as na carreira quando vBem que o progresso futuro está -loqueado. ex'ci'tar. hhAssim. ap'to. TEXTO. e at% crises. mudan!as de cargo.

11FF... As duas primeiras vírgulas do texto t<m sua presença )ustificada pela finalidade de> A3 destacar um elemento do textoQ $3 separar uma explicação do termo anteriorQ *3 indicar elementos de uma enumeraçãoQ -3 mostrar que a frase tem seus elementos em ordem inversaQ /3 retificar uma explicitação dada anteriormente.hhQ %%.hhQ %%%.hhQ +s advér0ios destacados nos segmentos mostram os seguintes valores> A3 intensidade ' tempo W lugarQ $3 modo W meio W finalidadeQ *3 tempo ' modo W intensidadeQ -3 meio W lugar W modoQ /3 condição ' intensidade W modo. hh.. %. + fato de introdu8ir o texto com a identificação dos respons4veis pelas opini es apresentadas representa a intenção de> A3 mostrar con(ecimento amplo so0re o tema tratado> $3 dar autoridade ao que vai ser veiculadoQ *3 isentar'se de responsa0ilidade pelo que vai ser ditoQ -3 demonstrar que o tema é de preocupação mundialQ /3 indicar ao leitor uma 0i0liografia mais vasta so0re o tema... 11G1. + elemento que não é citado no texto como motivo para mudança de emprego dos executivos é> A3 0aixos sal4riosQ $3 am0ição de poderQ *3 falta de desafiosQ -3 indefinição de política empresarialQ /3 perda de privilégios profissionais. .. 11GG. As ra8 es citadas no texto para a mudança de emprego de executivos> A3 su0lin(am somente a motivação do administrador em mudar de empregoQ $3 são todas aquelas presentes em casos de mudança de empregoQ *3 não mostram claramente a finalidade da mudança de empregoQ -3 indicam que nem sempre os administradores agem com 0om sensoQ /3 revelam ra8 es secund4rias que levam .que os façam su0ir rapidamente... hh&req. hh..ac(am seus cargos excessivamente f4ceis.entemente executivos muito inovadores.. mudança de emprego. 11G1. 11G5.

pula conservadora freq. cre'sci'men'to.pula conservadora 0loqueia freq. pro'fes'sor. eu'ro'pe'u. 11G?. 11G=. *3 ex'ce'len'te. /m muitos casos. ocorre a necessidade de separarem'se as síla0as de uma palavraQ a alternativa em que todas as palavras apresentam separação correta de síla0as é> A3 ex'ce'ção. apresenta tam0ém um valor> A3 políticoQ $3 psicológicoQ *3 afetivoQ -3 socialQ /3 empresarial.entemente executivos muito inovadores e criativos são 0loqueados pela administração de c. 11GC. 11GB. + c(oque profissional que não é citado no texto é> A3 Acomodação R inquietaçãoQ $3 renovação R conservadorismoQ *3 ousadia R passividadeQ -3 segurança R insegurançaQ /3 *ompet<ncia R incompet<ncia. este mesmo segmento teria a forma seguinte> A3 &req.entemente executivos muito inovadores e criativos 0loqueiam'se pela administração de c. -3 pers'pe'cti'va. $3 ins'tru'ção. me'io. am'0í'guo.entemente os executivos muito inovadores e criativos.entemente os executivos muito inovadores e criativos.pula conservadora administra e 0loqueia freq. A remuneração.pula conservadora. A palavra freq. /3 /xecutivos muito criativos e inovadores se 0loquearam freq.11G:.entemente. hh&req.entemente é grafada com trema.pula conservadora.pula conservadora. .entemente pela administração de c. além do econ#mico. a'vi'ão. *3 A administração de c. trans'por'te.hhQ na vo8 ativa. -3 A c. ex'ci'tar. $3 /xecutivos muito criativos e inovadores se 0loqueiam na administração de c. como se v< no textoQ o trema é empregado com a finalidade de mostrar ao leitor que> A3 o N é uma vogalQ $3 (4 a presença de um (iatoQ *3 a palavra é um advér0ioQ -3 a vogal N é t#nicaQ /3 o N deve ser pronunciado. segundo o texto.

111G. no duplo sentido de que acatam uma escolha ou norma anterior. as quais determinam ou especificam os fins a atingir Patividades pol"ticas ou so-eranas e de LovernoO> em segundo lugar. a no!ão de Administra!ão p'-lica corresponde a uma gama -astante ampla de a!+es que se reportam ( coletividade estatal. ou como uma atividade .etivos p'-licos.fim Pcondicionada a um o.s atividades de responsa0ilidade do /stadoQ /3 se efetiva nos tra0al(os de interesse de toda a coletividade. e de que dão continuidade ( norma. concernentes (s atividades econ)micas e sociais> se a por interm%dio da interven!ão no mundo real Ptra-alhos. as atividades do Loverno. 11GF. nesse contexto. de outra parte. Eo ponto de vista da atividade. TEXTO. definidos por lei e por atos do Loverno. compreendendo. se a atrav%s de normas ur"dicas precisas. relacionadas com os poderes de decisão e de comando...0lica> A3 se refere . hh/m seu sentido mais a0rangente. de um lado. isto %.etivos á fi&ados. reali8ação das tarefas de incum0<ncia do /stadoQ $3 se relaciona .do do primeiro par4grafo do texto. dois atri-utos comuns devem ser destacados? em primeiro lugar. intervindo para a consecu!ão final de interesses e o.0lico ou comumQ *3 se prende .s atividades pr4ticas de interesse p. finalmente. Em seu sentido mais a-rangente. @o primeiro par4grafo do texto (4 a presença de in. etcO ou de procedimentos t%cnico. o fato de essas atividades serem dependentes ou su-ordinadas a outras Pe controladas por essasO. servi!os.materiais> ou. 1111. o de serem e&ecutivas. os empreendimentos voltados para a consecu!ão de o. portanto. que merecem considera!ão ( parteO. numa coletividade ou numa organi1a!ão estatal. por meio do controle de reali1a!ão de tais finalidades Pcom e&ce!ão dos controles de caráter pol"tico e urisdicionalO. A A-J%@%9EDA^P+ Pf$L%*A. a e&pressão Administra!ão p'-lica designa o con unto de atividades diretamente destinadas ( e&ecu!ão concreta das tarefas ou incum-Bncias consideradas de interesse p'-lico ou comum. a> A3 superficialQ $3 tradicionalQ *3 democr4ticoQ -3 amploQ /3 restrito. e como organi1a!ão./3 rit'mo. como uma atividade voltada para assegurar a distri-ui!ão e a coordena!ão do tra-alho dentro de um escopo coletivo. ap'to. como uma fun!ão. Tais atri-utos condu1iram a que a Administra!ão p'-lica fosse identificada. essencialmente. dig'no.etivoO. 4a variedade das atividades administrativas Pa-straindo.quelas tarefas administradas pela coletividade ou pelo /stadoQ -3 se limita . e as de au&"lio imediato ao e&erc"cio do Loverno mesmo e.hhQ o termo a0rangente corresponde semanticamente. a Administração p. 9egundo o conte.se o e&ame daquelas de Loverno.meros termos que são especificados na .

hh I ' hh.hh %% ' hh. parte... $3 con)unto t atividades..s atividades econ#micas e sociais.que se reportam ..concernentes ..0lica...... /3 municipal. -3 interesse t p. 1111.. $3 As pessoas mesmas deveriam ter mais consci<ncia do pro0lema da Administração p.hh As ocorr<ncias do uso do acento grave indicativo da crase que se aproximam estruturalmente são> A3 % W %%%. *3 conclusão.0lico.hhQ o termo portanto marca uma> A3 explicitação.numa coletividade ou numa organi8ação estatal.0lico..que merecem consideração . coletividade estatal..e de que dão continuidade . norma.. *3 %%% W %I. 1115.0lica. -3 concessão. $3 estadual.continuidade do textoQ o item em que os elementos selecionados não correspondem .. *3 p. -3 %% W I.hhQ o voc40ulo estatal... % ' hh. hh.hh.. /3 coletividade t organi8ação estatal.hhQ a frase em que a ocorr<ncia da palavra mesmo apresenta erro de concordAncia é> A3 + Hoverno mesmo necessita de uma 0oa administração p.. a noção. /3 comparação.. %%% ' hh. portanto.. execução concreta das tarefas.. coletividade estatal. -3 privado. $3 %% W %I. .hh %I ' hh. 111:.<ncia termo t especificação> A3 Administração t p.0lica. *3 atividades t destinadas ... 111=.ao exercício do Hoverno mesmo.. nesse contexto. /3 % W %%. corresponde semanticamente a> A3 nacional. hh. $3 retificação.diretamente destinadas .. seq.. hh-o ponto de vista da atividade.

. -3 Jesmo ela não sa0e definir claramente o termo Administração.hh' finalidade. $3 hh. -3 A situação socio'econ#mica do país é difícil. *3 hh..0lica.hh' responsa0ilidades... o mBs e.por meio do controle da reali8ação de tais finalidades 2com exceção dos controles de car4ter político e )urisdicional3.. e&cepcionalmente o ano. 111?.. hh.dentro de um escopo coletivo. etc3. independentemente dos servi!os e&ecutados. 111C. *3 % W %%%.rgico do A$*.. /3 hh.. / salário pode ser estipulado com -ase no tempo.. *3 + fim'de'semana é momento de descanso e de la8er.se)a por intermédio da intervenção no mundo real 2tra0al(os. $3 A segunda'feira é um dia indese)ado. /3 %% W %I. %% ' hh.hh W o0tenção. parte3..para a consecução final de interesses. serviços...*3 @ós mesmos. di8iam as moças.. paga em ra1ão do tempo que o empregado permanece ( disposi!ão do empregador. /3 /la mesma fe8 a pesquisa so0re as fal(as da Administração p.. + item em que os casos de emprego dos par<nteses possuem a mesma finalidade é> A3 % W %%.hh %%% ' hh@a variedade das atividades administrativas 2a0straindo'se o exame daquelas de Hoverno.... não sofre influBncia direta do rendimento do empregado nem do resultado o-tido pelo empregador. = o salário determinado segundo a dura!ão do tra-alho. A hora..no sentido de que acatam uma escol(a..hh' recusam.hh %I ' hh. / salário por unidade de tempo % uma import8ncia fi&a. TEXTO..0lico'alvo da campan(a era o das comunidades carentes.. &+DJA9 -/ /9E%PNLA^P+.0lico..procedimentos técnico'materiais. estudamos Administração por cinco anos.ou incum0<ncias consideradas de interesse p. Sendo em fun!ão do tempo gasto na presta!ão... na produ!ão. o dia.. -3 %%% W %I...hh' variedade.corresponde a uma gama 0astante ampla de aç es. % ' hh. -3 hh.determinam ou especificam os fins a atingir 2atividades políticas so0eranas e de Hoverno3. que merecem consideração . 111B.... + item em que o significado da palavra destacada est4 dado erradamente é> A3 hh. $3 %% W %%%.. na tarefa e no lucro.. /3 + oper4rio'padrão do ano foi um metal. a semana. são as unidades de tempo que servem de .hhQ o item a seguir em que o termo estacado apresenta o mesmo tipo de plural do termo hhtécnico'materiaishh é> A3 + p.

-ase para o cálculo. os seguintes inconvenientes? aO % impreciso. o ano. Apesar da ine&istBncia dessa rigorosa reciprocidade entre tra-alho e ganho. )4 que no mesmo tempo o empregado pode produ8ir mais ou menos. o m<s e. é mais adequadamente reescrito. -3 mostrar que os termos citados não são sin#nimos. que esse sistema apresenta menores pro-lemas ur"dicos. a quin8ena. como tam-%m porque se o tra-alhador aumenta o esfor!o. pelos processos udiciais. como o incapa1. excepcionalmente ano. hhA (ora. % remunerado com -ase no mBs. a semana. / salário por hora. vis de regra. Tam-%m no 9rasil o mesmo ocorre. segundo Luidotti. % o tempo\\. por assim di1er. /3 é a de menor incid<ncia de pro0lemas )urídicos. são as unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculohh. /3 desmanc(ar uma am0ig. 1111. são as unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculo. tanto o tra-alhador mais ativo e há-il. acrescentando que \\as normas do direito positivo italiano provam que o sistema mais comum. 111G. por exclusão. se. apenas intermitentes. 111F. sendo de se notar.ia mesmo di1er -asilar da retri-ui!ão. mantido o sentido original.se com um pre!o de custo diminu"do. o empregador -eneficia. mais adequado a empregados que prestam servi!os. *3 é utili8ado em diferentes níveis de emprego. $3 destacar termos importantes do enunciado. /3 demonstra que todas as formas de estipulação t<m vantagens e desvantagens. $3 tem como 0ase diferentes unidades de tempo não'concomitantes. am-os rece-endo a mesma coisa> -O % in usto. remunera!ão do tra-alhador horista. . As vírgulas empregadas na primeira frase do texto se )ustificam pela necessidade de> A3 indicar a presença de um aposto explicativo. passa por uma sens"vel evolu!ão. reali1ando. em-ora continuados. o dia. a semana. para Pla Jodrigue1. o salário por tempo. A afirmação que não ca0e em refer<ncia ao sal4rio por unidade de tempo é> A3 é vari4vel. -3 analisa somente uma das formas de estipulação indicadas.idade do texto. Eif"cil % encontrar o salário calculado por dia de servi!o. 1111. + texto lido> A3 discute as formas de estipulação do tra0al(o. evitando os inconvenientes das m%dias que precisam ser encontradas na remunera!ão oscilante. o dia. / salário por unidade de tempo apresenta. um valor m%dio. não s$ porque remunera igualmente esfor!os desiguais. $3 mostra v4rias vantagens da estipulação com 0ase no tempo so0re as demais formas. o m<s e. *3 separar os termos de uma enumeração. sem que o tra-alhador participe dessa vantagem> cO não favorece o rendimento porque o tra-alhador não tem interesse no resultado. % comum nas atividades sem maior qualifica!ão profissional. poder. -3 não motiva o empregado a uma maior produção. Qá o pessoal de escrit$rio. porque remunera da mesma forma qualquer classe e quantidade de tra-alho./ste segmento. *3 compara as diversas formas de estipulação do sal4rio. de forma clara e correta no seguinte item> A3 A (ora.

pode'se afirmar que. o dia. a semana. o m<s e o ano 2de forma mais rent4vel3. são as unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculo.$3 As unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculo são.. 9a0endo'se que todas rece0em a mesma quantia no final de cada dia. hhK4 o pessoal do escritório. /3 nen(uma delas é remunerada com 0ase no tempo de serviço. a (ora.. *3 só a terceira não é remunerada com 0ase no tempo e serviço. -3 documentalmente. via de regra. /3 As unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculo são a (ora. mas. 111:. $3 a falta de estímulo a uma maior produção.hh A expressão apesar de equivale semanticamente a> A3 visto queQ $3 contantoQ *3 em0oraQ -3 a fim de queQ /3 porquanto. /ntre os inconvenientes da estipulação de sal4rio com 0ase no tempo não est4> A3 a premiação do empregado menos produtivo. -3 A (ora.. além do ano. 111?. ao passo que a terceira tra0al(a cinco (oras numa semana e compensa a (ora a menos de tra0al(o na semana seguinte. *3 regradamente. $3 só a segunda é remunerada com 0ase no tempo de serviço. a semana. . Er<s faxineiras tra0al(am em diferentes casas. 111=. a quin8ena e o m<s. *3 remunera igualmente esforços desiguais. $3 ordinariamente.. a quin8ena e o m<s são as unidades de tempo que servem de 0ase para o c4lculo. -3 as tr<s são remuneradas com 0ase no tempo de serviço.hhQ a expressão destacada corresponde semanticamente a> A3 legalmente. a semana. enquanto a primeira tra0al(a seis (oras sem interrupção. /3 expressamente. o dia. uma unidade ímpar. -3 0eneficia in)ustamente o empregador em caso de maior produtividade. nesse caso> A3 só a primeira é remunerada com 0ase no tempo de serviço. 1115. a quin8ena e o m<s 2o ano só de forma excepcional3. *3 A (ora. o dia. a segunda tra0al(a tr<s (oras pela man(ã e as outras tr<s na parte da tarde. /3 desinteressa o empregado no resultado da empresa para que tra0al(a. o dia. todas num total de seis (oras em cada dia de serviço semanal. além do ano. hhApesar da inexist<ncia dessa reciprocidade entre tra0al(o e gan(o. a quin8ena.

Eemasiado sa-emos que.111B. muito antes da inven!ão das primeiras armas de fogo. lan!as e al-ardas. 4aquele dia. a escola contraria as leis. Passados trBs meses so-re este sangrento acontecimento. no chão de Eldorado dos @ara ás ficaram :. /3 Muando retém os documentos. al%m de umas quantas de1enas de pessoas feridas. 4o dia :S de a-ril de :. reclamou procedimento udicial contra trBs dos camponeses... s$ poderia ser a parte acusada.se a si mesma em ui1 numa causa em que. TEXTO. as foices e os chu!os haviam sido considerados ilegais nas mãos daqueles que. se gastaram á cinqTenta anos. veio a p'-lico declarar inocentes de qualquer culpa os seus :[[ soldados. á as pedras. 111C. que muita gente ilustrada ainda teima em afirmar ser complicada demais para o entendimento rude do povo. como se isto lhe parecesse pouco. o-viamente. a-riram fogo contra uma manifesta!ão de camponeses que -loqueavam a estrada em a!ão de protesto pelo atraso dos procedimentos legais de e&propria!ão de terras. / arsenal -%lico dos manifestantes era constitu"do por trBs pistolas.. perto de uma povoa!ão chamada Eldorado dos @ara ás PEldorado? como pode ser sarcástico o destino de certas palavras. não há nada mais fácil de compreender que a hist$ria do mundo.R. hh. entre avan!os m"nimos e dramáticos recuos. no estado -rasileiro do Pará. arvorando. a pol"cia do estado do Pará. pedras e instrumentos de lavoura mais ou menos mane áveis. trata eficientemente da reforma agr4riaQ $3 em todos os momentos da (istória (umana..O. Ao contrário do que geralmente se pretende fa1er acreditar.porque o tra0al(ador não tem interesse no resultado. o policial ficar4 satisfeito. armada de espadas. les+es e deten!ão ilegal de armas. como parte do es-o!o ou simulacro de uma suposta reforma agrária na qual. o-rigados pela necessidade a reclamar pão para comer e terra para tra-alhar. -uas palavras do texto que rece0eram acento gr4fico em ra8ão de regras ortogr4ficas diferentes são> A3 sal4rio W importAnciaQ $3 é W m<sQ *3 difícil W (40ilQ -3 inexist<ncia W médioQ /3 diminuído W )urídico. :[[ soldados da pol"cia militari1ada. Afirmativa que est4 de acordo com as idéias expressasno texto é> A3 o governo 0rasileiro. alegando que tinham agido em leg"tima defesa. (ouve conflito entre os que passam privaç es e as autoridades constituídasQ . I%+Ls@*%A @+ *AJP+. -3 Muando deter o marginal. encontraram pela frente a pol"cia militari1ada do tempo.hhA frase a seguir em que o ver0o ter ou derivado é con)ugado e grafado de forma correta é> A3 A lei não contem exceç es. mortos. 111F. $3 +s advogados t<m cópias das leis.. sem que alguma ve1 tivesse sido dada suficiente satisfa!ão aos grav"ssimos pro-lemas de su-sistBncia Pseria mais rigoroso di1er so-revivBnciaO dos tra-alhadores do campo. e. *3 A leitura dos documentos entreteu os advogados. ainda que com atraso. armados de espingardas e metralhadoras. por desacato.

/m dois momentos do texto aparece o uso de par<ntesesQ esse emprego de par<nteses. A posição crítica do autor diante dos fatos a0ordados só @P+ aparece. 115:. suas palavras possuem maior repercussãoQ *3 é um dos )ornalistas 0rasileiros de maior con(ecimento internacionalQ -3 é um intelectual de prestígio por ser o representante do $rasil para pro0lemas da terra )unto . no texto.*3 a polícia militar é uma instituição criada para sufocar os protestos das classes menos privilegiadasQ -3 (aver4 sempre in)ustiças nos )ulgamentos reali8ados fora do corporativismo de uma classeQ /3 a viol<ncia é fruto da distAncia cultural entre as classes a0astadas e as classes po0res. m4 escol(a de voc40ulos anteriores. inclusive gan(ador do pr<mio @o0el.vida ou timide8 de quem falaQ *3 assinalam certas inflex es de nature8a emocional 2de alegria. só @P+ tem em comum> A3 o valor metaling. surpresa. 1151. e passa a consideraç es acessóriasQ $3 marcam suspens es provocadas por (esitação. de forma explícita. neste fragmento de texto> A3 indicam que o narrador ou personagem interrompe uma idéia que começou a exprimir. 1155. a fim de que outro personagem expresse o seu pensamento. de triste8a. 1151. nas duas situaç es. uma suspensão do tom de vo8.ísticoQ $3 o sentido críticoQ *3 o0servaç es so0re o uso de um voc40ulo anteriorQ -3 a marca de uma interrupção no textoQ /3 a crítica . d. +@NQ /3 é o presidente de uma +@H que se dedica a reparar as in)ustiças cometidas pelas autoridades contra as classes menos privilegiadas.. o que fa8 com que suas críticas ten(am mais pesoQ $3 sendo ele um escritor portugu<s de fama internacional. etc. e que deve ser suprida com a imaginação do leitorQ /3 reprodu8em. em> . + fato de o texto acima ser escrito por Kosé 9aramago tem especial importAncia porque> A3 se trata de uma autoridade do próprio governo 0rasileiro. hh/ldorado> como pode ser sarc4stico o destino de certas palavras.hhQ as retic<ncias. 115G. de cólera. + texto é mais adequadamente classificado como> A3 descritivoQ $3 narrativoQ *3 argumentativoQ -3 expositivoQ /3 informativo.3Q -3 indicam que a idéia que se pretende exprimir não se completa com o término gramatical da frase. de sarcasmo..

.me de um -ar. P. no c(ão de /ldorado dos *ara)4s.. hh..... arvorando'se a si mesma em )ui8 numa causa em que. no centro de São Paulo onde..mero de pessoasQ *3 concorda com cinq. hh@aquele dia. 115B.hhQ o emprego de naquele..entre avanços mínimos e dram4ticos recuos.enta anos.. o mel(or exemplo de ironia no texto é> A3 hharsenal 0élicohhQ $3 hhreforma agr4riahhQ *3 hhsu0sist<nciahhQ -3 hhsangrento acontecimentohhQ /3 hhgravíssimos pro0lemashh. hh. *onsiderando'se que ironia é uma figura em que os termos empregados passam a representar a idéia contr4ria do que explicitamente expressam.hhQ a forma ver0al gastaram est4 no plural porque> A3 o su)eito é indeterminadoQ $3 se refere a um grande n... 115=. a polícia do Par4 deveria sa0er a quem acusarQ -3 a polícia do Par4 não pode )ulgar em causa própriaQ /3 a acusação deveria estar a cargo da polícia do Par4 e não do )ui8.O Jecordo.além de umas quantas de8enas de pessoas feridas..se gastaram )4 cinq..se gastaram )4 cinq.como pode ser sarc4stico o destino de certas palavras... nos toaletes.hhQ *3 hh. na d%cada de R6. o0viamente...como parte do es0oço ou simulacro de uma suposta reforma agr4ria..hhQ -3 hh..... 115C.hh... 115?... neste contexto> A3 indica que o dia referido na frase não deve ser confundido com outroQ $3 mostra que o dia referido est4 distante no tempoQ *3 assinala uma distAncia de lugarQ -3 identifica o dia como algo a ser esquecidoQ /3 refere'se a um dia que o leitor descon(ece. TEXTO....hhQ $3 hh..hhQ este segmento do texto afirma que> A3 a polícia do Par4 devia ser ré e não )ui8 do processoQ $3 a polícia do Par4 deveria ser o promotor da causa e não o )ui8Q *3 para ser )ui8.A3 hh. Se vocB acredita que seu pensamento se a tão original a . -A hhL%ID/ JA@%&/9EA^P+hh A+ IA@-AL%9J+. só poderia ser a parte acusada.enta anosQ -3 tem como su)eito avanços mínimos e dram4ticos recuosQ /3 tem su)eito oculto.enta anos.a polícia do estado do Par4. aparecia a seguinte inscri!ão? \\4ão risque as paredes.hhQ /3 hh.

lhes a inscri!ão. deve ser coi-ido. Procure a gerBncia e n$s mesmos nos encarregamos de autori1á. linguagem normalQ *3 acentuar o valor significativo de uma palavra ou expressãoQ -3 realçar ironicamente uma palavra ou expressãoQ /3 destacar o termo de maior valor do texto.. Agora.na década de ?G. @o título. gosto de ver a minha cidade limpa. tão.. @o título do texto.somente.ponto de merecer sua inscri!ão aqui. ( revelia do proprietário. Eu. @om uma diferen!a? eu pago impostos para e&ercer a minha cidadania e eles. eu tam-%m tenho os meus de querer minha cidade em ordem e -onita. teria como forma correta> A3 recordo'nosQ $3 recordamo'nosQ *3 recordemo'nosQ -3 recordamos'nosQ /3 recordemos'nos.. hh.lo\\. não % manifesta!ão art"stica. sem d'vida e&istirão proprietários de muros dispostos a permitir. 11:1.. respectivamente.hhQ o coment4rio correto so0re esse segmento do texto é> A3 a década de ?G corresponde aos anos de 1F?1 a 1FBGQ $3 o voc40ulo toaletes mostra a influ<ncia do ingl<s em nossa línguaQ *3 a forma correspondente a toaletes em portugu<s é hhvaso sanit4riohhQ . se colocado na primeira pessoa do plural. como milh+es de cidadãos.se livremente. 115F. picha!ão de -ens p'-licos ou de muros particulares.. de um lado mantendo meu muro pintado e de outro pagando impostos para que a Prefeitura fa!a o mesmo com os nossos monumentos. 11:G. adquirem uma lata de aerossol. aparecia a seguinte inscrição>. Se o que eles tBm a manifestar tem algum valor art"stico ou filos$fico. do aspecto ilegal e legal das pic(aç esQ *3 são argumentos favor4veis ao aparecimento de pic(aç esQ -3 indicam o pensamento das autoridades so0re as pic(aç esQ /3 mostram duas realidades que ocorrem simultaneamente. Fa!o minha parte. portanto. % dever da autoridade competente tomar medidas coercitivas. Se os pichadores tBm seus \\direitos\\ de e&pressarem. nos toaletes. E.. / dever do Estado % proteger a propriedade de todos da sanha de cada um e a propriedade de cada um da sanha de todos.hhQ este mesmo segmento do texto. os termos livre manifestação e vandalismo> A3 representam duas maneiras de encarar o mesmo fatoQ $3 falam. 11:1. hhDecordo'me de um 0ar. como tal. não se constran a. A picha!ão dos -ens p'-licos ou particulares viola am-os os princ"pios e. a expressão hhlivre manifestaçãohh aparece entre aspas para> A3 distinguir uma citação do resto do contextoQ $3 fa8er so0ressair termos não peculiares . / mesmo racioc"nio vale para os pichadores. % vandalismo.

plicaQ -3 exortação e comandoQ /3 s. hh@ão risque as paredes.hhQ o voc40ulo agora é %@A-/MNA-AJ/@E/ su0stituído por> A3 masQ $3 todaviaQ *3 no entretantoQ -3 porémQ . 11:=.hhQ hh. hh@ós mesmos nos encarregaremos de autori84'lo. pic(ação de 0ens p.-3 o voc40ulo toaletes aparece como masculino.vida existirão propriet4rios de muros dispostos a permitir'l(es a inscrição. sem d. respectivamente> A3 ordem e consel(oQ $3 consel(o e conviteQ *3 convite e s... hhAgora. /ntre o primeiro par4grafo e a primeira parte do segundo (4 uma relação de> A3 oposiçãoQ $3 adiçãoQ *3 generali8açãoQ -3 identidadeQ /3 semel(ança.0licos.plica e consel(o.não se constran)a. hh9e o que eles t<m a manifestar tem algum valor artístico ou filosófico. 11::.hhQ o coment4rio %@*+DD/E+ so0re esse segmento do texto é> A3 a forma mesmos est4 no plural porque se refere a nósQ $3 a forma encarregar'nos'emos seria correta no início da fraseQ *3 o pronome lo se refere a pensamentoQ -3 o pronome nós refere'se semanticamente a ger<nciaQ /3 a forma mesmo pode assumir a função de conectivo. 11:5. 11:B.hhQ só @P+ se pode dedu8ir desse segmento que> A3 algumas pic(aç es podem valori8ar murosQ $3 nem todos são contr4rios a todas as pic(aç esQ *3 algumas pic(aç es possuem valor decorativoQ -3 os propriet4rios de muros permitem pic(aç es de valor artísticoQ /3 as pic(aç es de valor filosófico seriam 0em aceitas por alguns propriet4rios. na verdade.. mas é. femininoQ /3 o su)eito de aparecia est4 posposto ao ver0o..hhQ as formas de imperativo nessas duas ocorr<ncias do texto expressam. 11:?.

+ texto começa por uma definição do termo (i0ernaçãoQ toda definição deve começar por um termo geral. P. é vandalismo. seguido das especificidades que individuali8am o termo geral. termo geral e especificidades> A3 estado V de entorpecimento completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ $3 entorpecimento V completo ou parcialQ *3 estado de entorpecimento V completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ . tanto a 0ens p. respectivamente. como> A3 crescimento est4 para crescerQ $3 diminuição est4 para diminuirQ *3 mensal est4 para m<sQ -3 li0erdade est4 para livreQ /3 animação est4 para alma.se de alimentos e diminuindo a intensidade de sua respira!ão e circula!ão sangT"nea. podemos di8er que> A3 se centrali8a nos efeitos do sono so0re os animais que (i0ernamQ $3 discute apenas um dos aspectos a0ordados no textoQ *3 é 0astante 0reve..hhQ A o0servação %@*+DD/EA so0re os elementos presentes nesse segmento do texto é> A3 de 0ens p.O 11:F.O A e&plica!ão para isso % que. de fato. )4 que se trata somente de um apelo . privando. 2uando hi-ernam. P. não é manifestação artística. durante o inverno. leituraQ -3 apresenta a (i0ernação so0 os lados positivo e negativoQ /3 é adequado )4 que o sono. 11=G. 9ão. considerados os v4rios aspectos de sua formação. A hi-erna!ão % um estado de entorpecimento completo ou parcial a que estão su eitas certas esp%cies animais no inverno. revelia de significa sem con(ecimento deQ -3 a pausa entre agora e a pic(ação é indispens4vel ao entendimento do segmentoQ /3 o voc40ulo ou é um conectivo de valor alternativo.. no texto.. 11:C../3 no entanto.0licos e de muros particulares representam o paciente de pic(açãoQ $3 o termo propriet4rio se aplica. os alimentos são escassos e a diminui!ão dos processos normais de meta-olismo e crescimento economi1am energia e evitam que os animais tenham de procurar por comida. !i0ernação est4 para inverno.. 11=1. . TEXTO. Muanto ao título dado ao texto. revelia do propriet4rio.0licos como aos muros particularesQ *3 a expressão . no qual se mantBm completamente im$veis. pic(ação de 0ens p. hhAgora. esses animais passam por uma esp%cie de sono letárgico.0licos ou de muros particulares. + 9+@+ MN/ JAEA A &+J/ / /*+@+J%]A /@/DH%A.. mata a fome.

íneasQ $3 o autor preferiu a concordAncia mais rara . o ad)etivo toma o g<nero dos su0stantivos e.ínea é uma forma tremada porque> A3 o N é uma vogal pronunciadaQ $3 o N é uma semivogal 4tonaQ .respiração e circulação sang. 11=1. vai> para o singular 2concordAncia mais comum3 ou para o plural 2concordAncia mais rara3..entorpecimento completo ou parcial..hh Assim sendo> A3 o ad)etivo sang. é> hhcertas espécies animais no inverno estão su)eitas 2. 11==.. o professor *elso *un(a di8> hh2Muando o ad)etivo vem depois dos su0stantivos3.-3 estado de entorpecimento completo ou parcial V a que estão su)eitas certas espécies animais no invernoQ /3 entorpecimento completo ou parcial V a que estão su)eitas certas espécies animais no inverno.ínea poderia tam0ém aparecer com a forma sang. 11=5. su0stituindo'se que por seu antecedente. 11=:.ilo e agitadoQ *3 paralisados e imóveisQ -3 0ranco e claroQ /3 amarelo e amarelado.ínea V normais.nica forma possível do ad)etivo se)a sang. 9ang. hh. (i0ernação3Q $3 os ad)etivos completo e parcial referem'se ao su0stantivo (i0ernaçãoQ *3 a forma su)eitas concorda com o su0stantivo animaisQ -3 o uso da preposição a est4 ligado .hhQ o coment4rio correto a respeito desse segmento do texto é> A3 a ordem direta da segunda oração. quanto ao n..hhQ a relação semAntica existente entre os ad)etivos completo e parcial repete'se em> A3 inverno e verãoQ $3 tranq.ínea. mais comumQ *3 o autor do texto cometeu um erro de concordAnciaQ -3 ra8 es semAnticas fa8em que a .íneas.íneaQ /3 a . p4gina 1?=. hh.nica forma correta do ad)etivo é sang. +s voc40ulos que @P+ possuem formação completamente id<ntica são> A3 (i0ernação V entorpecimentoQ $3 parcial V let4rgicoQ *3 explicação V diminuiçãoQ -3 intensidade V completamenteQ /3 sang.mero. presença do ad)etivo su)eitasQ /3 certas é forma de ad)etivo. se os su0stantivos são do mesmo g<nero e do singular. hhA (i0ernação é um estado de entorpecimento completo ou parcial a que estão su)eitas certas espécies animais no inverno... 11=?.hh Q na @ova gram4tica do portugu<s contemporAneo.

+ título do texto se refere> A3 ao caderno como documento de uma época pessoal do autorQ $3 ao caderno como fonte de informaç es perdidasQ *3 aos dados documentais oficiais do autorQ -3 ao di4rio como textos inéditos de uma o0ra liter4riaQ /3 aos textos pu0licados pelo autor quando menino.*3 HN formam um dígrafoQ -3 o N é t#nicoQ /3 o grupo HN sempre tem trema.. 7ma0 duas0 trBs horas da madrugada0 4em a lua sequer o sa-ia. E. em ve1 das simples anota!+es que seriam preciosas como documento. 11=C.se cuidadosamente naquela imprimadura unida. de adolescente.\\ Pois vocBs á viram que mundo de coisas perdidas0D / cinema não % mais silencioso. rel$gio parado. hh/ncontro um caderno antigo. parada. igual.hhQ nessa frase introdutória o autor> . At% as imagens morrem. E ningu%m mais se atreve a invocar a lua depois que os astronautas se invocaram contra ela. 4ão se usam mais -angal)s. de um suave a1ul de tinta de escrever. hhprivando'se de alimentoshh e hhdiminuindo a intensidade de sua respiração e circulação sang. compungido. TEXTO. que estrelinhas a1uis picotavam. di1ia 9ra1 @u-as. 11=F. descu-ro que eu s$ fa1ia literatura. 11=B.<ncias de um fato anteriorQ -3 os dois são explicaç es do estado de (i0ernaçãoQ /3 o primeiro é conseq. \\Era tal qual uma noite de tela cinematográfica. Eis aqui uma amostra daquele \\diário\\. 2uero crer que caduquem apenas.hhQ entre esses dois segmentos (4 uma relação em que> A3 o primeiro é causa do segundoQ $3 o segundo é explicação do primeiroQ *3 os dois são conseq. /s -angal)s dormiam.. Silenciosa.<ncia do segundo.hh.. Encontro um caderno antigo. @o segmento hhMuando (i0ernam. mostra'se> A3 um tempo em que se reali8am os fatos citados a seguirQ $3 uma condição para que os fatos seguintes se reali8emQ *3 um lugar em que se reali8am os fatos apontados na continuidade do textoQ -3 uma situação concessiva. / perfil escuro das árvores recortava. folheando.ínea. de adolescente. ve o. quando relacionada aos fatos seguintesQ /3 uma explicação causadora dos fatos citados a seguir. aquelas velhas páginas. Afinal. -+*NJ/@E+. A lua. como as compara!+es caducam.. 4ão se usa mais tinta de escrever. 11?G. quando % que um adolescente á foi natural0 E.

A3 se refere a um caderno de um adolescente desco'n(ecidoQ $3 se refere a um tipo característico de cadernoQ *3 se lem0ra de um fato passado (4 anosQ -3 )4 esclarece ao leitor que fala de si mesmoQ /3 declara que procurava algo importante em sua vida. hh. 11?1.. entrouQ -3 /m ve8 de um caderno. hh/. nesse segmento do texto. quando é que um adolescente )4 foi natu'ralO hhQ com essa pergunta. 11?:. 11?=..hhQ a frase a0aixo em que. hhAfinal.. corresponde semanticamente a> A3 enlouquecerQ $3 emocionarQ ...hhQ o uso do futuro do pretérito.. indica uma ação> A3 impossívelQ $3 duradouraQ *3 (ipotéticaQ -3 ilógicaQ /3 contínua. o autor> A3 dese)a sa0er algo que descon(eceQ $3 questiona o leitor so0re seus con(ecimentosQ *3 dese)a con(ecer'se mel(orQ -3 afirma que a naturalidade não é marca dos adoles'centesQ /3 quer sa0er em que momento da adolesc<ncia se é mais natural.ve)o.hhQ o ver0o caducar.que seriam preciosas como documento. aquelas vel(as p4ginas.. em ve8 das simples anotaç es que seriam preciosas como documento. nesse segmento do texto. compungido.hhQ nesse segmento do texto (4 um erro> A3 não se devia usar vírgula após fol(eandoQ $3 não se pode começar frase com /Q *3 o ad)etivo vel(as deveria vir após o su0stantivo p4ginasQ -3 a forma gr4fica correta é foleandoQ /3 o demonstrativo aquelas deveria ser su0stituído por estas. encontrou um livroQ /3 /m ve8 de anotaç es. 11?5. hh. hh/. 11?1. fol(eando.. quis fei)oadaQ *3 /m ve8 de sair. encontrou um di4rio completo. preferiu dormirQ $3 /m ve8 de c(urrasco... como as comparaç es cadu'cam. em lugar de em ve8 de seria mais adequado di8er'se ao invés de é> A3 /m ve8 de ler.

. o te&to. TEXTO. As palavras de !or4cio. profeti1ou #orácio na Joma Antiga de quase 5666 anos atrás.. o AS@II Pc$digo criado em :. o autor fala da lua como sím0olo> A3 de progresso na ci<nciaQ $3 de sentimento amorosoQ *3 de ilusão de óticaQ -3 de perda de valores moraisQ /3 de retrocesso (istórico. A e&plora!ão de mensagens via correio eletr)nico constitui o maior surto de correspondBncia á visto desde o s%culo ZNIII. 11?C. igual.hhQ -3 hhNmaO duasO tr<s (oras da madrugadaO hhQ /3 hh. a palavra escrita permanece. 11?F. ela floresce como trepadeira nas fronteiras da revolu!ão digital. como o v"deo ou a realidade virtual. o mais novo desafio dos \\infonautas\\ . % ustamente inundar o espa!o ci-ern%tico com 1ilh+es e 1ilh+es de giga-]tes de devaneios no novo alfa-eto mundial.R< nos Estados 7nidos para padroni1ar os caracteres usados entre as redes de computadoresO. 9ilenciosa. Fala.ltimo par4grafo do texto. soam como profecia porque> .hhQ $3 hh+ perfil escuro das 4rvores recortava'se cuidadosa'mente. Fittera scripta manet . A prova de que hhas comparaç es caducamhh est4 em> A3 hh/ra tal qual uma noite de tela cinematogr4fica. a palavra escrita não apenas permanece . 4a verdade.hhQ *3 hhA lua. com a revolu!ão digital em plena e-uli!ão. mas qualquer refle&ão so-re o tema invariavelmente or-ita em torno da mat%ria. a palavra escrita não foi destronada da posi!ão central que ocupa em nossas vidas.. os astronautas da informática .naquela imprimadura unida. 11??. (s v%speras do terceiro milBnio.hh 11?B. relógio parado. que estrelin(as a8uis picotavam.se com arrou-o so-re os inesgotáveis recursos de novas tecnologias. #o e.prima desta página ... *+J A PALAIDA. @o . a palavra escrita continua de p%. Apesar das várias roupagens inovadoras que a m"dia vem e&perimentando. + texto fala da lua como hhrelógio paradohh porque ela> A3 fica imóvel no céuQ $3 nem sempre est4 presente no céu noturnoQ *3 encanta os namoradosQ -3 tam0ém não sa0e as (oras da madrugadaQ /3 é redonda e iluminada como os mostradores dos relógios. segundo o texto. parada..*3 envel(everQ -3 a0orrecerQ /3 ressurgir. / espantoso % que. revigorada pela nova tecnologia.

Ioc40ulo que não fa8 parte de um novo mundo tecnológico é> A3 infonautasQ $3 correio eletr#nicoQ *3 mil<nioQ -3 espaço ci0ernéticoQ /3 realidade virtual.hhQ o nome do século é lido com numerais cardinais.. citado no texto. A explosão de mensagens via correio eletr#nico vem provar que> A3 a palavra escrita foi destronada pela nova tecnologiaQ $3 os infonautas divulgam uma nova linguagem su0stitutiva da escritaQ *3 a palavra escrita foi revigorada pela nova tecnologiaQ -3 a nova tecnologia apresenta novas roupagens para a língua escritaQ /3 os (omens necessitam mais de comunicação do que antes. estamos querendo destacar uma qualidade da língua escrita.. 11B:.mero em algarismos romanos deve ser lido como ordinais é> A3 Pio R%Q $3 Koão Paulo %%Q *3 Luís RI%Q . Muando. em dito popular. 9e o autor do texto não identificou quem é o !or4cio. 11B1. 11B1.)4 visto desde o século RI%%%. de que só restou o nomeQ /3 quer fa8er com que o leitor procure a identificação. que é> A3 a transitoriedadeQ $3 a universalidadeQ *3 a mutaçãoQ -3 a correçãoQ /3 a eternidade. di8emos que as palavras faladas voam e que as escritas permanecem. hh. + item em que o n. é porque> A3 ele mesmo não pode identificar o personagemQ $3 tem certe8a de que todos os leitores do texto con(ecem !or4cioQ *3 considera que seus leitores não precisam dessa explicaçãoQ -3 se trata de personagem descon(ecido. 11B5.A3 a escrita est4 sendo su0stituída pela forma digitalQ $3 apesar do progresso. 11BG. a palavra escrita continua de péQ *3 a nova tecnologia desvalori8ou a palavra escritaQ -3 foram ditas (4 muitos anosQ /3 eram ditas com sentido religioso.

hh.floresce como trepadeira...hhQ *3 hh. não há quem não necessite dos outros muitas ve1es por dia.. A sociedade humana % um con unto de pessoas ligadas pela necessidade de se a udarem umas (s outras.. na progressão do texto.a palavra escrita..hhQ o voc40ulo su0lin(ado expressa com exagero a realidade.......é )ustamente inundar o espaço ci0ernético.a palavra escrita continua de pé..... vai aparecer um segmento com valor de> A3 comparaçãoQ $3 retificaçãoQ *3 condiçãoQ -3 adiçãoQ /3 alternAncia. .hhQ -3 hh.hhQ o segmento su0lin(ado indica que.... A frase a0aixo que apela para o mesmo processo é> A3 A língua escrita continua prevalecendo em nossa civili8açãoQ $3 A inform4tica su0stituiu todas as demais linguagensQ *3 +s computadores usam um novo alfa0eto.. de alcance mundialQ -3 A linguagem escrita tem valor universalQ /3 A escrita )4 percorreu 8il( es de quil#metros até seu est4gio atual..a palavra escrita não foi destronada. %tem que não exemplifica uma linguagem figurada é> A3 hh.. I%I/D /J 9+*%/-A-/.. 11BC. pois o ser humano.-3 *apítulo R%IQ /3 9éculo RI. a palavra escrita não apenas permanece. 11BB. TEXTO. E no mundo moderno.ltimo par4grafo do texto. com há-itos que tornam necessários muitos -ens produ1idos pela ind'stria. as pessoas não conseguiriam so-reviver..hhQ $3 hh. hh@a verdade..hh.a palavra escrita permanece. o segmento entre par<nteses corresponde a um2a3> A3 retificaçãoQ $3 correçãoQ *3 alteraçãoQ -3 explicaçãoQ /3 tradução. a fim de que possam garantir a continuidade da vida e satisfa1er seus interesses e dese os.. 11B?. @o . durante muito tempo. 11B=.hhQ /3 hhApesar das v4rias roupagens inovadoras que a mídia vem experimentando. necessita de outros para conseguir alimenta!ão e a-rigo.. com a grande maioria das pessoas morando na cidade. Sem vida em sociedade.

apenas porque escolhem esse modo de vida. 11CG. Para que essa reparti!ão se fa!a com usti!a. seria poss"vel uma pessoa muito rica isolar. se dependesse apenas da vontade. vida em sociedadeQ -3 não seria possível a so0reviv<ncia se não existisse sociedadeQ /3 sem a a)uda m. 3as essa pessoa estaria. a roupa. quer sempre que algu%m lhe dB aten!ão e que todos a respeitem.3as as necessidades dos seres humanos não são apenas de ordem material. não vivem em sociedade. todo ser humano tem suas cren!as. /s seres humanos não vivem untos. estrutura desse segmento do texto é> A3 a forma hhnecess4rioshh poderia ser su0stituída..se em algum lugar. Toda pessoa humana necessita de afeto. sofrendo a triste1a da solidão. sentindo falta de companhia. Al%m disso. E não -asta que a vida social permita apenas a satisfa!ão de algumas necessidades da pessoa humana ou de todas as necessidades de apenas algumas pessoas. % preciso que todos procurem conhecer seus direitos e e&i am que eles se am respeitados. por e&emplo.. como tam-%m devem conhecer e cumprir seus deveres e suas responsa-ilidades sociais. desde o momento em que nascem. tBm as mesmas oportunidades. Assim. a moradia. se su0stituirmos a locução hha fim de quehh por hha fim dehh.striahh representa o paciente da ação ver0alQ . tem sua f% em alguma coisa.com (40itos que tornam necess4rios muitos 0ens produ8idos pela ind. realmente. A sociedade organi1ada com usti!a % aquela em que se procura fa1er com que todas as pessoas possam satisfa1er todas as suas necessidades. Elas são tam-%m de ordem espiritual e psicol$gica. onde tivesse arma1enado grande quantidade de alimentos. a forma ver0al seguinte deveria ser> A3 poderem garantirQ $3 poder garantiremQ *3 poder garantirQ -3 poderem garantiremQ /3 possam garantirem.. @o primeiro par4grafo do texto. 9egundo o primeiro par4grafo do texto> A3 as pessoas se a)udam mutuamente a fim de formarem uma sociedadeQ $3 a garantia da continuidade da vida é dada pela satisfação dos dese)os das pessoasQ *3 a satisfação dos interesses e dese)os das pessoas leva . % aquela em que todos. hh. as pessoas levariam uma vida isenta de dese)os. % preciso que a sociedade se a organi1ada de tal modo que sirva. E muito provavelmente ficaria louca se continuasse so1inha por muito tempo. mas porque a vida em sociedade % uma necessidade da nature1a humana. em pouco tempo. 11BF. os meios de transporte e os cuidados de sa'de. precisando de algu%m com quem falar e trocar id%ias. 3as.tua. aquela em que os -enef"cios e encargos são repartidos igualmente entre todos. como os alimentos..se amada.hhQ o coment4rio adequado . que % a -ase de suas esperan!as. 11C1. precisa amar e sentir. por hhnecess4riohhQ $3 o pronome hhquehh refere'se a hh(40itoshh e é su)eito do ver0o seguinteQ *3 hh pela ind. de modo correto.stria. necessitada de dar e rece-er afeto. ustamente porque vivendo em sociedade % que a pessoa humana pode satisfa1er suas necessidades. para esse fim..

11C:. 11C1. Ioc40ulos que iniciam par4grafos como hhmashh25c x3. 11C5.. com a grande maioria das pessoas morando na cidade.hhQ o item cu)a su0stituição pelo termo proposto em mai...stria b %@-N9ED%AL%]A-+9Q *3 muitas ve8es b &D/Mr/@E/J/@E/Q ..sculas é inadequada é> A3 no mundo moderno b J+-/D@AJ/@E/Q $3 produ8idos pela ind.stria. com (40itos que tornam necess4rios muitos 0ens produ8idos pela ind. hh/ no mundo moderno. Algumas preposiç es são empregadas de forma o0rigatória devido .. hhpara quehh 2?c x3 cola0oram para que se manten(a no texto> A3 a coer<ncia argumentativaQ $3 a coesão formalQ *3 a argumentação lógicaQ -3 a organi8ação narrativaQ /3 a estruturação enunciativa. 11C=.-3 o pronome indefinido hhmuitoshh concorda com hhprodu8idoshhQ /3 o ver0o hhtornarhh est4 no plural porque concorda com o su)eito hh0enshh.pois o ser (umano. durante muito tempo. não (4 quem não necessite dos outros muitas ve8es por dia. 11C?. é resultante da> A3 presença simultAnea de uma preposição e de um artigo definido femininoQ $3 necessidade de se indicar a presença de um complemento diferente do anteriorQ *3 com0inação de uma preposição com um pronome indefinidoQ -3 contração de uma preposição com um pronome demonstrativoQ /3 o0rigação de evitar'se a am0ig. neste caso.. hh..necessidade de se a)udarem umas . necessita de outros para conseguir alimentação e a0rigo.idade.hhQ a expressão hhdurante muito tempohh se refere certamente ao período> A3 da vel(iceQ $3 da gravide8Q *3 de doençasQ -3 da infAnciaQ /3 do tra0al(o. hh. presença de termos anteriores que as exigemQ o item a0aixo em que a preposição destacada est4 nesse caso é> A3 um con)unto -/ pessoasQ $3 necessidade -/ se a)udaremQ *3 os meios -/ transportesQ -3 a 0ase -/ suas esperançasQ /3 grande quantidade -/ alimentos.hhQ o acento grave indicativo da crase.s outras.

Sr. algum parente ou chegado (s autoridades. 11CB. na continuidade do texto. mesma ordem )4 referidaQ -3 um termo de valor concessivo e pertencente a uma ordem diversaQ /3 um termo de valor conclusivo e pertencente . Srs.-3 por dia b -%AD%AJ/@E/Q /3 na cidade b ND$A@AJ/@E/.eta que a nossa "ndole. hh/las são tam0ém de ordem espiritual e psicológica. o nosso reg"men essencialmente repelem. TEXTO. de ter. que não se op+e nem ( toler8ncia nem ( pa1> que %. ao contrário. A pa1DD 4ão a ve o. como não pode e&istir. 11CC. na guarda rigorosa das institui!+es livres. E a toler8ncia. . na puni!ão dos crimes. 2uando pe!o a o-serv8ncia da lei. % ustamente porque a lei % o a-rigo da toler8ncia e da -ondade. que vem a ser senão a o-serv8ncia da igualdade legal0 Porventura temos sido n$s iguais perante a lei. 4ão há. A PA] / A L/%. algum amigo "ntimo da situa!ão. com as suas institui!+es constantemente postergadas. no -em distri-u"do aos -ons e no castigo dispensado aos maus. me levaria longe e poderia por si s$ a-sorver os meus poucos minutos de tri-una nesta sessão. /utra esp%cie de pa1. Senadores. Senadores. a pa1 que nenhuma criatura humana pode tolerar sem a-ai&ar a ca-e!a envergonhada. nestes quatro anos de Loverno. (aver4> A3 um termo de valor aditivo e pertencente a uma outra ordemQ $3 um termo de valor adversativo e pertencente a uma ordem diferente da citadaQ *3 um termo de valor explicativo e pertencente .hhQ a presença do segmento hhnão são apenas de ordem materialhh indica que. que não tenha em torno de sua individualidade uma guarda e defesa r%gia ou principesca0 Essa e&cursão. o terreno onde a pa1 e a toler8ncia se devem esta-elecer. respectivamente. de-ai&o da pol"tica sem escr'pulos da atualidade.. neste reg"men. com a Jep'-lica. o terreno da reconcilia!ão com a lei. há algum ca-e!a de grupo.hhQ as palavras que exemplificam.me colocado sempre em um plano. a pa1 que humilha todos os homens honestos. são> A3 afeto V atençãoQ $3 crenças V afetoQ *3 fé V crençasQ -3 amar V ser amadaQ /3 atenção V esperanças. tenho consciBncia. Esta não % a pa1 que eu quero. 4ão há outra -ondade real. a pa1 a. senão uma. Presidente.. hhJas as necessidades dos seres (umanos não são apenas de ordem material. Srs. isto %. a pa1 indigna e aviltante dos pa"ses oprimidos. na continuidade do texto as necessidades espiritual e psicológica. ordem citada anteriormente. o 'nico terreno em que n$s todos nos poder"amos apro&imar e dar. nos as mãos. % a que assenta na lei. especialmente0 #á algum chefe de partido. senão aquela que consiste na distri-ui!ão da usti!a. que não go1e de prerrogativas especiais. na responsa-ilidade dos culpados. que não re'na em sua pessoa um fei&e de regalias. 4as poucas ve1es em que me atrevo a pertur-ar a serenidade a-soluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus honrados colegas. não % senão a pa1 da servidão.

*3 hhfeixehh por fec(o.11CF. +s períodos a0aixo foram reescritos. A3 Lei e 0ondade são dois conceitos antag#nicos. /3 9er realmente 0om é recompensar os 0ons e punir os maus. -3 + texto é primordialmente um apelo em prol do resta0elecimento da pa8 e da tolerAncia entre os senadores. *3 /m 1F1:.do. assinale a opção correta. -e acordo com as idéias contidas no texto. @o texto. A3 *om o seu discurso. quando o pronunciou o autor. imperava a pa8 do comodismo. A3 @o que di8 respeito ao conte. caso se su0stitua> A3 hha0)etahh por ignó0il. $3 +s destinat4rios do discurso são os 9enadores e o Presidente da Dep. 11F5. Assinale a opção cu)o sentido é diferente do encontrado no . sendo correto dedu8ir que o autor tem um domínio prec4rio da língua portuguesa e de seus recursos expressivos. 11F:. /3 hhpostergadashh por preteridas. -e acordo com as idéias do texto. *3 + nepotismo não existia no $rasil de 1F1:. -3 @a época a que se refere o texto. -3 Por tratar'se de um discurso. é correto afirmar que existem. -3 hhdeste recintohh por desta *asa. uma ve8 que.0lica. duas espécies de pa8. o discurso de Dui $ar0osa é ainda muito atual.hh que o autor tin(a uma grave defici<ncia visual. 11F1. no texto. entre os senadores de 1F1:. /3 %nfere'se do texto que. o orador dese)ava conquistar o apoio do 9enado &ederal para uma viagem que dese)ava fa8er. (aver4 alteração de sentido. /3 + texto contém muitas repetiç es de palavras e de estruturas sint4ticas. pelo menos. 11FG. o registro informal. $3 hhregímenhh por regime. -3 %nfere'se da afirmação hhA pa8ZZ @ão a ve)o. /3 Mualquer espécie de pa8 é mel(or do que a guerra. os políticos 0rasileiros não go8avam de qualquer mordomia. *3 + texto é essencialmente narrativo. $3 9er tolerante é recon(ecer que os indivíduos são diferentes perante a lei. A3 A pa8 dese)ada pelo autor é a da servidão e a dos países oprimidos. assinale a opção correta. $3 + autor sempre esteve em perfeita concordAncia com os seus colegas senadores. $3 *om 0ase nas argumentaç es do autor. as instituiç es repu0licanas )4 estavam solidamente implantadas. /m relação ao texto. *3 + tema do discurso é extemporAneo. o mundo passava por um longo período de pa8. assinale a opção correta. *om 0ase no texto. predomina. assinale a opção correta. 11F1.

3 !4 algum c(efe de partido 2. 9rs. 9r.3hh V 2.. tolerAncia nem . o voc40ulo hhahh tem como referente hhA pa8hh. tolerAncia nem . a0aixar a ca0eça.nico terreno onde nós todos nos poderíamos aproximar e dar'nos as mãos 2. envergon(ada. o terreno em que a pa8 e a tolerAncia se devem esta0elecer.nico terreno em que nós todos nos poderíamos aproximar e dar'nos as mãos 2. de ter'me colocado sempre em um lano... de ter'me colocado sempre em um plano. -3 + voc40ulo hhsihh tem como referente hh/ssa excursãohh.3 que não go8e delas 2.3hh V @as poucas ve8es em que me atrevo a pertur04'la e a contrari4'los. ten(o consci<ncia. 9enadores. é )ustamente porque a o0servAncia da lei é a lei... Presidente... Presidente. que não se op e nem . poderia a0sorver..nico terreno onde nós todos nos poderíamos aproximar e dar'no'las 2. 11F?.. não a ve)oZ $3 A pa8ZZ @ão (4. isto é. $3 + voc40ulo hhaquelahh tem como referente hh0ondade realhh. /3 + voc40ulo hhsuashh tem como referente hha Dep... nesta sessão.. é somente a pa8 da servidão 2... por si só..3 a pa8 que nen(uma criatura (umana pode tolerar sem. no 0em distri0uído aos 0ons 2. Assinale a opção em que o2s3 fragmento2s3 su0lin(ado2s3 est42ão3 su0stituído2s3 incorretamente por pronome2s3.. iguais perante a lei.3Ohh V 2. por si só. a0sorver os meus poucos minutos nessa sessão. o . pa8 2. A3 hhMuando peço a o0servAncia da lei.. pa8 2.. A3 /m hhé a que assenta na leihh.3 11F=..3 o . 9r. Assinale a opção cu)o período reescrito est4 incorretamente pontuado.3hh V 2. 9enadores...3 aquela que consiste na distri0uição da )ustiça. nestes quatro anos de Hoverno.3 aquela que consiste na distri0uição da )ustiça.3 !4 algum c(efe de partido 2. especialmenteO /3 /ssa excursão.. -3 Porventura temos sido nós..3 que não go8e de prerrogativas especiais 2.. Assinale a opção incorreta.. no 0em distri0uído'l(es 2. me levaria longe e poderia..3 . é )ustamente porque a lei é o a0rigo da tolerAncia e da 0ondadehh V Muando peço a sua o0servAncia.0licahh.3 *3 hh2. 11FB.3O -3 hh@as poucas ve8es em que me atrevo a pertur0ar a serenidade a0soluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus (onrados colegas.. neste regímen. essa excursão me levaria longe e.texto... *3 +utra espécie de pa8 não é senão a pa8 da servidão. os meus poucos minutos de tri0una. *3 Muando peço o a0rigo da tolerAncia e da 0ondade.. é )ustamente porque ela é o a0rigo da tolerAncia e da 0ondade $3 hh2. ao contr4rio.. A3 A pa8. isto é.. *3 /m hhque vem a ser senãohh..... o voc40ulo hhahh tem como referente hha tolerAnciahh..3 $3 2. A3 +utra espécie de pa8. senão uma> a que assenta na lei..3 9rs.. ten(o consci<ncia..3 que é. /3 2..3 o . que não se op e nem .3 /3 hh2. como não pode existir.. -3 2.

cintos e sapatos. os -esouros e os grilos . Em maio de :. Assinale a opção que contém o período corretamente reescrito. pa8Q TEXTO. com seu cricri.11FC. uma enorme procura por sapos. neste regímen. $3 /ssa não é a pa8 que quero. que se não op e nem . P/L/9 -/ 9AP+9. quem participou dos acontecimentos. nestes quatro anos de Hoverno. levar'me'ia longe e poderia por si só a0sorver os meus poucos minutos de tri0una nesta sessão. houve. Isso levou a uma drástica diminui!ão da popula!ão de sapos nessa região. Em apenas trBs dias. as mariposas. comilão. não dei&avam as pessoas dormirem. isto %. que eram ca!ados para que suas peles fossem e&portadas para os Estados 7nidos. em Pernam-uco. Presidente. principalmente mariposas. na cidade de Iati. de ter'me colocado sempre em um plano. e tam-%m mariposas e grilos mortos. proliferaram de maneira assustadora. como e por que ocorreram os fatos etc. Peles de sapos. + título do texto. 3ariposas e -esouros concentraram. 9rs.S6 e :. 9r. para serem levados por caminh+es de li&o. Em :. ten(o consci<ncia. a popula!ão. seus inimigos naturais.mero de grilos e mariposasQ -3 uma rique8a importante do @ordeste 0rasileiroQ /3 a causa da extinção definitiva dos sapos. no 4ordeste -rasileiro. tolerAncia nem . 15GG.se mais de oitenta caminh+es com esses -ichosD / governo proi-iu a ca!a de sapos e passou a fiscali1ar a e&porta!ão de suas peles. grilos e -esouros. assinale a informação que não est4 presente no texto> A3 onde ocorreu> no @ordeste 0rasileiroQ $3 quando ocorreu> em 1FBG e 1FB1Q . /s grilos. especialmenteO -3 /ssa excursão.S5. encheram.se em torno dos postes de ilumina!ão p'-lica e tam-%m entraram nas casas. Esses insetos invadiram as cidades. 2uando adulto chega a comer tre1entos -esouros por dia.S:. *3 Porventura nos temos sido iguais perante a lei. = um animal vora1. em uma esp%cie de mutirão. A3 A pa8ZZ @ão ve)o'a. onde e quando se passaram. 11FF. *onsiderando que o acontecimento 04sico do texto 1 é a caça aos sapos. / sapo se alimenta de vários insetos. representa> A3 o motivo da invasão dos insetos nas cidadesQ $3 o o0)etivo econ#mico dos exportadoresQ *3 a ra8ão de ter aumentado o n. 9enadores. varreu ruas e cal!adas. Sem os sapos. causando grandes transtornos. amontoando principalmente -esouros. Fá elas eram usadas para fa1er -olsas. /3 @as poucas ve8es em que atrevo'me a pertur0ar a serenidade a0soluta desse recinto e a contrariar os sentimentos dos meus (onrados colegas. Nma informação conta com uma série de elementos 04sicos> o que aconteceu.

15G=.. 15G1.<ncia da caçada> redução da população de sapos..Q o emprego de isto é nesse segmento do texto mostra que> A3 vora8 e comilão são palavras de significados diferentesQ $3 o autor empregou erradamente a palavra vora8Q .... uma enorme procura por sapos.hh ' imensaQ *3 hh.. grilos e 0esouros. 15G1.hh ' compradasQ $3 hh...uma enorme procura por sapos.. hh/m 1FBG e 1FB1. principalmente mariposas. cintos e sapatosQ /3 nessa região ' @ordeste 0rasileiro. grilos e 0esourosQ /3 só come insetos nordestinos.seus inimigos naturais.. hh\ um animal vora8.. @esse primeiro par4grafo do texto os elementos su0lin(ados se referem a outros elementos do mesmo par4grafoQ assinale a correspond<ncia errada> A3 suas ' dos saposQ $3 L4 ' /stados NnidosQ *3 elas ' as peles dos saposQ -3 %sso ' 0olsas.. %sso levou a uma dr4stica diminuição da população de sapos nessa regiãohh.hh ' advers4rios.hh ' palavras que indicam lugaresQ *3 hh.. que eram caçados para que suas peles fossem exportadas para os /stados Nnidos. 15G:..na cidade de %ati.hh ' progressoQ -3 hhMuando adulto. Assinale a frase em que o voc40ulo destacado tem seu ant#nimo corretamente indicado> A3 hh. grilos e 0esourosQ *3 prefere mariposas a grilos e 0esourosQ -3 não come mariposas.fossem exportadas para os /stados Nnidos.hh ' nomes de paísesQ $3 hhL4 elas eram usadas para fa8er 0olsas.hh ' nomes de cidadesQ -3 hh...para que suas peles fossem e&portadas......... cintos e sapatos.em Pernam0uco.sculaQ assinale o item em que a explicação dada para o emprego de letra mai..*3 para que ocorreu> exportação de pelesQ -3 como ocorreu> armadil(as especiaisQ /3 conseq. c(ega a comer... @a primeira frase do texto. hh+ sapo se alimenta de v4rios insetos.. no @ordeste 0rasileiro..scula est4 errada> A3 hh..levou a uma dr4stica diminui!ão da população.hh ' fil(oteQ /3 hh. 15G5.hh ' início de frase após ponto. L4 elas eram usadas para fa8er 0olsas. comilãohh.. (ouve. isto é.. @ordeste est4 grafado com letra inicial mai.hh ' nomes de estadosQ /3 hhJariposas e 0esouros concentraram'se..hhQ o emprego de principalmente nesse fragmento do texto indica que o sapo> A3 tam0ém come outros insetosQ $3 só come mariposas..

4o nosso cotidiano. mas cricri. TEXTO. comadreQ -3 colega. há de1. 15G?. mas precisamos pensar nas diversas dimens+es em que pode ser . vinte ou trinta anos. estamos tão envolvidos com a violBncia. convexoQ *3 compadre. ao grupo de> A3 comício. por relação de significado. 15GC. + voca0ul4rio relacionado aos (umanos e aos animais varia> assim. 15GB. A3 % ' %% ' %%% ' %I ' IQ $3 I ' %I ' %%% ' %% ' %Q *3 % ' %% ' %%% ' I ' %IQ -3 %% ' %I ' I ' %%% ' %Q /3 %I ' %% ' %%% ' I ' %. c#modoQ $3 c#ncavo. a vida era mais segura.*3 o autor quer explicar mel(or o significado de vora8Q -3 comilão é voc40ulo mais raro do que vora8Q /3 o autor não est4 interessado em que o leitor entenda o que escreve. *omilão é uma palavra que pertence. LoH%*A -A I%@HA@^A. ou se)a.do do textoQ indique o item em que esses fatos foram colocados em ordem cronológica. A0aixo estão colocados = fatos relacionados ao conte. comestível. Assinale o item em que a correspond<ncia entre voc40ulos (umanos e animais não est4 correta> A3 pés ' patasQ $3 mãos ' garrasQ *3 nari8 ' focin(oQ -3 0oca ' goelaQ /3 fil(o ' fil(ote. na ordem em que aconteceram. certos valores eram mais respeitados e cada coisa parecia ter o seu lugar. que tendemos a acreditar que o mundo nunca foi tão violento como agora? pelo que nos contam nossos pais e outras pessoas mais velhas. segundo o texto> % ' (ouve proi0ição da caça aos saposQ %% ' (ouve diminuição da população dos saposQ %%% ' (ouve exagerado aumento na população de insetosQ %I ' (ouve uma intensa caça aos saposQ I ' ocorreram pro0lemas em Pernam0uco. o grilo não tem vo8 2como os (umanos3. Essa percep!ão pode ser correta. cola0oradorQ /3 comida.

Em um dos volumes da cole!ão #ist$ria da vida privada. 151G. em alguns segmentos do texto. 3ichel Jouch% afirma. corresponde a> A3 mundo atualQ $3 atividade profissionalQ *3 relaç es familiaresQ -3 nas notícias dos )ornaisQ /3 dia'a'dia. isto se refere a> A3 todos os cidadãos do Dio de KaneiroQ $3 cidadãos que foram vítimas da viol<nciaQ *3 vítimas do trAnsitoQ -3 ele mesmo e aos leitores. hh@o nosso cotidiano. com o dos dias atuais.. que. indica que> A3 devem ser lidos com mais atençãoQ $3 são reproduç es do texto de outro autorQ *3 foram tradu8idos de outra línguaQ -3 correspondem a textos antigosQ /3 mostram o mais importante do conte. 1511. + uso de aspas.. ainda. e o ato de matar não era reprovado .se por várias gera!+es. que torturas e assassinatos. ver"amos que antes eles eram -em mais comuns do que são agora. 15GF.. proporcionalmente ( popula!ão mundial de então. em hh@o nosso cotidiano. criando assim uma interminável cadeia de vingan!as. em seu artigo so-re a criminalidade na Alta Idade 3%dia Ppor volta do s%culo NIO. por e&emplo. estamos tão envolvidos com a viol<ncia. que podia estender. 1511.hhQ o voc40ulo cotidiano. Muando no texto se usa a forma da primeira pessoa do plural. se f)ssemos comparar o n'mero de assassinatos que ocorriam naquele per"odo. fosse num mem-ro da parentela\\. fosse no culpado. era at% visto como sinal de virilidade? a agressividade era uma caracter"stica cultivada pelos homens.do. naquela %poca.. fa1ia parte de sua educa!ão. ela poderá se mostrar incorreta. Jeali1ada a vingan!a e assassinado o culpado da primeira morte. -astante comuns naqueles tempos. Se ampliarmos o tempo hist$rico. / autor afirma.hh. nesse caso. -edu8'se do texto que> A3 a viol<ncia est4 presente em todas as épocasQ $3 a vingança era legal antigamenteQ *3 antigamente a vida era menos seguraQ -3 devemos fa8er )ustiça com as próprias mãosQ /3 antigamente não (avia leis contra a viol<ncia. em geralQ . Segundo esse autor. a linhagem da v"tima tinha o imperioso dever religioso de vingar essa morte.lo. que deveriam vingá. ocorriam em grande parte por vingan!a? \\@ometido um assassinato. \\cada qual via a usti!a em sua pr$pria vontade\\.interpretada. a mesma l$gica passava a valer para parentes deste.

.o ato de matar não era reprovado.. nesse caso.. 151=. 151:.. população mundial de então.que. 1515.. veríamos que antes eles eram 0em mais comuns do que são agora.mero de assassinatos que ocorriam naquele período. é> A3 paraQ $3 quandoQ *3 conformeQ -3 seQ /3 em0ora. mas isto só pode ser afirmado> A3 porque naquela época não (avia estatísticas de registro de crimesQ $3 levando'se em consideração a proporção populacional das duas épocasQ *3 porque (o)e não é mais aceita a lógica da vingançaQ -3 se acreditarmos no que nos di8em os mais vel(osQ /3 considerando'se que a população antiga era mais violenta que a atual. o voc40ulo que não indica tempo é> A3 períodoQ $3 entãoQ *3 dias atuaisQ -3 antesQ /3 proporcionalmente.. proporcionalmente . 151?./3 cidadãos de (o)e e de antigamente. . hh. + segmento estamos tão envolvidos equivale a temos tanto envolvimentoQ o item em que essa equival<ncia é dada de forma incorreta é> A3 a vida era mais segura ' tin(a mais segurançaQ $3 valores eram mais respeitados ' tin(am mais respeita0ilidadeQ *3 eles eram 0em mais comunicativos ' tin(am mais comunidadeQ -3 o ato de matar não era reprovado ' não tin(a reprovaçãoQ /3 a viol<ncia era mais intensa ' tin(a mais intensidade.hhQ o voc40ulo correspondente a segundo.hh Q nesse segmento do texto. se f#ssemos comparar o n. 151B. hh 9egundo esse autor.. + autor citado no texto di8 que os assassinatos eram 0em mais comuns na época antiga do que agora. hh. com o dos dias atuais..hh equivale a> A3 o ato de matar não tin(a aprovaçãoQ $3 merecia reprovação o ato de matarQ *3 o ato de matar não era aprovadoQ -3 sofria reprovação o ato de matarQ /3 não (avia reprovação para o ato de matar.

se um item o-rigat$rio na visão do mundo que nos % transmitida. Eias depois. % preciso que a violBncia se torne corriqueira para que a lei dei&e de ser conce-ida como o instrumento de escolha na aplica!ão da usti!a. uma sen(ora dirigia seu automóvel com o fil(o ao lado.. @omo e por que estamos nos familiari1ando com a violBncia. a hist$ria % e&emplar. que a rou-ou.hhQ a passagem do pretérito imperfeito para o pretérito perfeito marca a mudança de> A3 um texto descritivo para um texto narrativoQ $3 a fala do narrador para a fala do personagemQ *3 um tempo passado para um tempo presenteQ -3 um tempo presente para um tempo passadoQ /3 a mudança de narrador. Ela segue regras pr$prias. hh-e repente foi assaltada por um adolescente.. 151G. A violBncia torna. -e repente foi assaltada por um adolescente. com a aprova!ão dos que presenciaram a cena. A imoralidade da cultura da violBncia consiste ustamente na dissemina!ão de sistemas morais particulari1ados e irredut"veis a ideais comuns. a sua nova fei!ão no 9rasil. a for!a que deveriam ter. + J/-+ 9+*%AL. 4esse vácuo. Ner"dica ou não. Em primeiro lugar.se de acordo com o que estipulam ser o preceito correto. assim como> A3 viol<ncia corresponde a violentoQ $3 morte corresponde a mortandadeQ *3 tempo corresponde a tempestadeQ -3 religião corresponde a religiosidadeQ /3 parente corresponde a parentela. % entender como chegamos a esse ponto. tem como correspondente na vo8 ativa a frase> A3 -e repente assaltou'se um adolescenteQ . Ilustra o que % a cultura da violBncia. tornando.151C. 151F. dissociadas de princ"pios %ticos válidos para todos. segundo decis+es privadas. / crime %.a nosso cotidiano. condi!ão pr%via para que qualquer atitude criminosa possa ser ustificada e leg"tima. Ao e&por as pessoas a constantes ataques ( sua integridade f"sica e moral. indiv"duos e grupos passam a ar-itrar o que % usto ou in usto.o e mata. a mesma senhora reconhece o assaltante na rua. assim. Sua prolifera!ão indiscriminada mostra que as leis perderam o valor normativo e os meios legais de coer!ão. pois condu1em.hhQ esta frase. @ria a convic!ão tácita de que o crime e a -rutalidade são inevitáveis. hh@o Dio de Kaneiro. relativi1ado em seu valor de infra!ão. a violBncia come!a a gerar e&pectativas. / pro-lema . a fornecer padr+es de respostas. uma senhora dirigia seu autom$vel com o filho ao lado. TEXTO. Iingança corresponde ao ad)etivo vingativo.o. 4ão se ulgam fora da lei ou da moral. Epis$dios truculentos e situa!+es.limite passam a ser imaginados e repetidos com o fim de caucionar a id%ia de que s$ a for!a resolve conflitos... Acelera o carro. 4o Jio de Qaneiro. atropela. então. Ee repente foi assaltada por um adolescente. na vo8 passiva analítica. amea!ando cortar a garganta do garoto. /s criminosos agem com consciBncias feli1es.

9egundo o texto. 1511. hh. assaltou 2a sen(ora3. ameaçando cortar a garganta do garoto.. A narrativa contida no primeiro par4grafo tem a função textual de> A3 exemplificar algo que vai ser explicitado depoisQ $3 )ustificar a reação social contra a viol<nciaQ *3 despertar a atenção do leitor para o pro0lema da viol<nciaQ -3 mostrar a viol<ncia nas grandes cidadesQ /3 relatar algo que vai )ustificar uma reação social.. 151=. como ocorre nesse segmento do texto. Assim.hhQ $3 + motorista acovardou'se.$3 Nm adolescente.hhQ *3 -e repente. é exemplo de mau uso do ger. 1511.. para que a lei deixe de ser o remédio contra a viol<ncia é necess4rio> A3 que as leis se tornem o0soletasQ $3 que os governos descuidem dos pro0lemasQ *3 que a viol<ncia se 0anali8eQ -3 que os marginais se tornam mais audaciososQ /3 que a viol<ncia crie regras próprias. de repente.. hh@esse v4cuo... uma sen(ora foi assaltada. 151:.. de repente.ndio a frase> A3 + assaltante gritou. sentando'se no 0anco traseiroQ -3 + marginal ameaçou'o.. do ver0o principal. indivíduos e grupos passam a ar0itrar o que é )usto ou in)usto..hhQ o coment4rio correto so0re esse segmento do texto é> A3 + v4cuo referido é o espaço vago deixado pela ação governamentalQ $3 %ndivíduos e grupos passam a tomar a lei em suas mãosQ *3 A )ustiça aca0a sendo determinada pelos marginaisQ .hhQ -3 -e repente.hhQ /3 Nm adolescente foi assaltado por uma sen(ora. um adolescente assalta 2uma sen(ora3. %déia não contida no texto é> A3 a viol<ncia cria regras própriasQ $3 os criminosos agem segundo regras particularesQ *3 a viol<ncia aparece socialmente )ustificadaQ -3 a viol<ncia aparece como algo inevit4velQ /3 a viol<ncia requer uma ação governamental eficiente. que a rou0ou. a0aixando o vidroQ *3 + assaltante entrou..ndio requer que sua ação se)a simultAnea . a0rindo a porta.hh Q o 0om uso do ger. acelerando o carro.. 1515. mostrando a armaQ /3 + motorista o0edeceu..

Por e&emplo? o aumento do n'mero de piranhas nos rios -rasileiros % conseqTBncia do e&term"nio de seus trBs inimigos naturais . 151?. mas tam-%m evitar uma de suas piores conseqTBncias? a morte e o desaparecimento total de muitas esp%cies de animais. + texto acima pode ser classificado.. Apesar de nossa fauna ser muito variada. -/9APAD/*%J/@E+ -+9 A@%JA%9.hhQ isso significa que> A3 na cultura da viol<ncia todos os marginais pensam de forma semel(anteQ $3 a imoralidade da cultura da viol<ncia se locali8a em pequenos gruposQ *3 na cultura da viol<ncia todos saem perdendoQ -3 na cultura da viol<ncia. hh+ crime é. os ideais comuns inexistemQ /3 a viol<ncia dissemina ideais comuns irredutíveis. assim. P. em seu valor de infração. o crime foi relativi8ado em seu valor de infraçãoQ *3 + crime tem seu valor de infração. de forma mais adequada. TEXTO. a on!a. assim. a anta. Tente imaginar esta cena? homens. 151C. a ema e o papagaioO. a ariranha e o acar%. relativi8ado em seu valor de infra'ção. não su am as águas de seus rios e não enchem de fuma!a seu ar. 151F. relativi8adoQ $3 Assim. o mico. 151B. mas com perda do sentido original é> A3 + valor de infração do crime é. o dourado. o crime é.. animais e florestas convivendo