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RESPONSABILIDADE CIVIL LUIZ PAULO

1a AULA DIA - 14.03.02

Bibliografia:

Cavalieri Roldão Caio Mário Silvio Rodrigues Maria Helena Diniz Carlos Roberto Gonçalves Yussef Sahid Cahali ntonio Montenegro

!"#$%S S"BR% " &%M :

finalidade do direito ' (roteger o l)*ito e re(ri+ir o il)*ito, e todos n-s te+os u+ dever gen'ri*o de *onduta na nossa vida *ivil, de +olde a evitar .ual.uer (re/u)zo a outre+, atrav's de u+a *onduta *autelosa0 1sso ne+ se+(re o*orre, o su/eito de direito realiza *ondutas re(rováveis ou ele assu+e ris*os san*ionados e *o+ isso *ausa (re/u)zo +aterial ou +oral ao outro su/eito de direito, e da) de*orre a res(onsabilidade *ivil0

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2ara .ue se fale e+ res(onsabilidade *ivil ' (re*iso, segundo Santiago Dantas, definir os *on*eitos de obrigação ou d'bito e res(onsabilidade0 "brigação ou d'bito a.ui, visto *o+o sin3ni+o de dever /ur)di*o originário0 &odos n-s te+os o dever gen'ri*o de agir *o+ *autela na nossa vida *ivil, então, este dever gen'ri*o está i+(l)*ito no nosso ordena+ento0 Da +es+a +aneira, n-s (ode+os realizar neg-*io /ur)di*o, se/a+ neg-*ios /ur)di*os unilaterais e+ .ue há u+a s- (arte, ou neg-*ios /ur)di*os bilaterais .uanto ao n4+ero de (artes, duas ou +ais (artes 5.ue *onhe*e+os *o+o *ontrato6, (arte ' sin3ni+o de interesse, vo*7 (ode ter duas (essoas for+ando u+a s- (arte, *o+o (or e8e+(lo u+a (ro+essa de re*o+(ensa e+ .ue u+ *asal (ro+ete a algu'+ u+ (aga+ento e+ dinheiro (ara a*har u+ *a*horro, isso ' u+ neg-*io /ur)di*o unilateral, duas (essoas for+ando u+ s- interesse, u+a s- (arte0 "s neg-*ios /ur)di*os bilaterais, .uanto ao n4+ero de (artes, dois ou +ais interesses *ontra(ostos, esses neg-*ios /ur)di*os *ha+a+9 se *ontratos0 "ra, os neg-*ios /ur)di*os *ont7+ direitos sub/etivos relativos, ou se/a, obrigaç:es, deveres de *unho (atri+onial0 %n.uanto, eu tenho u+ dever gen'ri*o de *onduta, +e *onduzir na vida *ivil se+ i+(rud7n*ia, se+ neglig7n*ia, se+ i+(er)*ia, de +odo a não *ausar (re/u)zo a ningu'+, ou .uando *ontrato *o+ vo*7 u+a obrigação, u+ dever, o .ue e8iste ' dever /ur)di*o originário ou (ri+ário, não há ainda res(onsabilidade *ivil0 %sta s- nas*e se houver violação do dever /ur)di*o originário, ou se houver violação 5a.ui *ha+ado de inadi+(le+ento6 de u+ dever /ur)di*o *ontido nu+ neg-*io /ur)di*o0 Se *u+(ro o *ontrato não se fala e+ res(onsabilidade, n-s ainda esta+os no (lano do *u+(ri+ento (re/u)zo dever de a do dever /ur)di*o o originário0 /ur)di*o (elo gora, a (artir do +o+ento .ue eu des*u+(ro o +eu dever /ur)di*o originário, se*undário, *ausando surge o outre+, re(arar o surge dever (re/u)zo *ausado

des*u+(ri+ento do dever /ur)di*o (ri+ário0 Surgindo a res(onsabilidade *ivil, onde ela se situa; %la se situa no *a+(o do direito obriga*ional0 " direito a re(aração do dano, no *a+(o dos direitos sub/etivos, ' u+ direito sub/etivo relativo ou (essoal, (or.ue a v)ti+a torna9se *redor do autor do dano, *o+ direito a re(aração0 !u+a a*e(ção +uito si+(les, direito sub/etivo
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' o (oder ou fa*uldade de agir deter+inado (elo direito ob/etivo, .ue (er+ite a algu'+ e8igir de outre+ o dever /ur)di*o *orres(ondente0 %ntão, a v)ti+a na res(onsabilidade *ivil te+ (oder ou fa*uldade de agir de e8igir do autor do dano a re(aração do (re/u)zo +oral ou +aterial0 (artir disso, *o+o (ode+os definir a res(onsabilidade *ivil; Res(onsabilidade *ivil ' o dever se*undário i+(osto a algu'+ (elo legislador de re(arar o dano *ausado a outre+0 Ho/e e8iste u+ ti(o de res(onsabilidade e+ .ue não te+ violação de u+ dever /ur)di*o (ri+itivo0 !-s va+os estudar a res(onsabilidade *ivil ob/etiva, ou se/a, o .ue interessa não ' o su/eito, e si+ o ob/eto da relação /ur)di*a obriga*ional .ue ' o dano, essa (res*inde de ato il)*ito, essa (res*inde de *ul(a, essa (res*inde de violação de dever /ur)di*o originário0 <o*7 substitui na res(onsabilidade *ivil ob/etiva o dever /ur)di*o originário (or u+ ris*o san*ionado (elo legislador0 " legislador deter+ina u+ ris*o san*ionado, e se vo*7 se en.uadra e assu+e esse ris*o, *ausando u+ (re/u)zo, surge o dever /ur)di*o se*undário de re(arar o (re/u)zo, logo a noção seria a +es+a e+ .ual.uer das hi(-teses0 (alavra res(onsabilidade dá id'ia de res(onder ou re(arar, te+ .ue ser vista sob alguns as(e*tos i+(ortantes0 %+ (ri+eiro lugar .uando o /uiz (er*ebe ou está na d4vida entre o direito .ue alega ter a v)ti+a (enal, do fato danoso e há a.uele o in direito dubio .ue pro alega reo, ter o na a(ontado res(onsável, a balança /udi*ial tende (ara a v)ti+a0 !o direito (or e8e+(lo, +as res(onsabilidade *ivil o in dubio ' pro vitima0 %sse (rin*)(io do in dubio pro vitima no CC atual está no art0 =>?: “Art. 948. Nas indenizações por fato ilícito prevalecerá o valor mais favorável ao lesado.” %ntão, o (rin*)(io utilizado (elo /uiz, .uando na d4vida, ' o in dubio pro vitima0

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ue ' u+ direito sub/etivo absoluto0 Mas. e segundo a s4+0 DE 4 .ue ele *olidiu *o+ seu *arro. re(arar o seu (re/u)zo finan*eiro0 %ntão.fato danoso.uais as *onse. esta te+ seu ativo di+inu)do ou (assivo au+entado0 Auando ela te+ o direito a ser indenizada. (or u+ s. a. STJ veio a*larar u+a antiga dis*ussão no direito brasileiro. na verdade.u7n*ias desse fato danoso . e está inti+a+ente ligada a re(aração do dano +aterial . o aborre*i+ento. re(ito. e se foi atingido na sua integridade f)si*a.ue (esa no (atri+3nio da v)ti+a. (ri+eiro (ela CFG?? ."utro (onto i+(ortante: a (alavra indenizar signifi*a.ue vo*7 (assou no hos(ital. o (er)odo . /á . antes de bater. a (artir do +o+ento . não tinha vin*ulação /ur)di*a obriga*ional *o+ vo*7.ue te+ natureza (atri+onial0 " . C+ be+ +aterial 5(atri+onial6 . indenizar está ligada ao dano +aterial ou (atri+onial0 Mas. vo*7 se tornou *redor da re(aração e ele devedor0 "ra. +ais *onhe*ido *o+o dano +oral0 "ra.ue deter+ina *o+o direito individual a re(aração (elo dano +oral. o sofri+ento.ue sentido . . vai enviar o *arro (ara a ofi*ina.ue *olidiu *ontigo. hos(ital.ue ' o auto+-vel 5ob/eto de u+ direito sub/etivo real6. o retorno a situação /ur)di*a anterior. vo*7 foi atingido e+ seu direito da (ersonalidade . o . <o*7 vai e8igir a re(aração e+ .uele . isso se reflete no dano e8tra(atri+onial. status *irurgia.ue ' o dano (atri+onial ou dano +aterial . C+a re(aração direta. ou vo*7 e8ige a re(aração direta e ele (aga a ofi*ina e o seguro *obre 5se houver6. o seu auto+-vel.ue ela (retende .ue (elo +es+o fato o STF não (er+itia a *u+ulação das re(araç:es. ve+ dirigindo de a*ordo *o+ as leis do trBnsito e u+ su/eito avança o sinal e bate e+ seu auto+-vel. a s4+0 DE. o *onstrangi+ento. +aterial e u+a verba (elo dano o S&F dizia . a (alavra res(onsabilidade ligada a e8(ressão indenizar. +as se vo*7 teve sua integridade f)si*a atingida e (agou +'di*o. 2retende retornar o seu (atri+3nio ao status uo ante. vo*7 ainda está no *a+(o do dano (atri+onial. (edir9se u+a verba (elo dano e8tra(atri+onial0 assunto está su(erado. se for (oss)vel. ou atrav's do (aga+ento e+ dinheiro0 %80: vo*7 sai de *asa *o+ o ob/eto de seu direito real. e o dano (atri+onial . ou de +aneira direta .ue vo*7 (retende ' voltar ao uo ante. et*. esse (oss)vel. a dor.ue não era Ho/e. atingindo ta+b'+ a sua integridade f)si*a0 Auais são os bens /ur)di*os atingidos . @ o (re/u)zo .

*o+o violação ao federal0 2or. e+ Re*urso %s(e*ial. .uando o /uiz *ondena algu'+ (or dano +oral: H6 2unir o ofensor (ela *onduta anti/ur)di*a. não se indeniza dano +oral. *o+o violação de lei federal. da +inha sensibilidade. eu /á tenho *onseguido e+ alguns R%S2Ms +a/orar a verba *o+(ensat-ria (elo dano +oral0 5 .ue ' (oss)vel o *4+ulo re(arat-rio. e+ sentido t'*ni*o. a verba re(arat-ria ' u+a +era *o+(ensação (ara se (er+itir algu+ ti(o de alegria (elo sofri+ento . u+ aborre*i+ento . direito o S&L ve+ a*eitando n-s dis*utir o valor do ' dano u+a +oral aula *onferido (elos &ribunais. isto '.ue va+os estudar 5esta introdut-ria sobre noç:es de res(onsabilidade *ivil6 os efeitos da re(aração *)vel e vo*7 não te+ (arB+etro ideal (ara o dano +oral. . (ede não se ' vo*7 (ara sofre u+a seu dor )nti+a.ue fu/a+ ao *otidiano a verba retornar (atri+3nio situação anterior. a (onto de não servir de e8e+(lo. e isso serve de e8e+(lo aos de+ais +e+bros da so*iedadeI J6 2ro(or*ionar algu+ ti(o de alegria. vo*7 não . a u+ *onstrangi+ento. de satisfação K v)ti+a0 verba comp !"a#$%&a deve obede*er deter+inados (arB+etros0 %la não (ode ser tão irris-ria e+ relação ao autor do dano.diz .ue*i+ento indevido0 Ho/e.uando vo*7 (ede u+ valor e+ dinheiro *orres(ondente ao dano +oral. u+a verba (ara restituição a situação anterior 5verba indenizat-ria6 e u+a verba . a (osição so*ial da v)ti+a0 " S&L ve+ a*eitando.ue não a*onte*ia nos te+(os do S&F era o res(onsável (or dis*i(linar legislação infra*onstitu*ional.ue não indenizat-ria.ue vo*7 anterior. o . ele se *o+(ensa0 %8iste+ duas finalidades. u+a verba +era+ente *o+(ensat-ria. ou se/a. ' +uito +ais do arb)trio do /uiz. do (atri+3nio do autor do dano. a dis*ussão do valor do dano. e ta+b'+ não se/a fonte de enri.uer e não (ode retornar a situação .ue vo*7 sentiu e não vai se a(agar0 %ntão.

*o+o alguns dize+. !"#". !+o . e+ ter+os da res(onsabilidade *ivil. e D9 &eoria da *ausalidade direta e i+ediata0 teoria da *ausalidade direta e i+ediata . +as isso se a(li*a ta+b'+ a res(onsabilidade 6 .ue está e8(ressa no art0 HOPO. o legislador do CC atual adotou a TEORIA DA CAUSALIDADE DIRETA E I)EDIATA .” !-s va+os ver .ue dis*ute+ o ne8o *ausal.uival7n*ia das *ondiç:esI J9 &eoria da *ausalidade ade. e8iste+ algu+as hi(-teses de res(onsabilidade *ivil e+ .uada. s. CC. va+os analisar os seus ele+entos essen*iais: H6 A'(O OU O)ISS(O l)*ita ou il)*ita do a(ontado res(onsável *o+o autor do danoI J6 NE*O DE CAUSALIDADE N ' essen*ial (ara a ma&o%&a dos *asos de res(onsabilidade *ivil. entre a ação ou o+issão do a(ontado res(onsável e o dano0 Dentre as teorias .Be+.uele .deve res(onder (ela re(aração do dano a. art0 HOPO.. Ainda ue a ine$ecuç%o resulte de dolo do devedor& as perdas e danos s' incluem os pre(uízos efetivos e os lucros cessantes por efeito dela direto e imediato. CC e se a(li*a tanto a res(onsabilidade e8tra9*ontratual ou legal .uanto a res(onsabilidade *ontratual0 Se vo*7 ler o art0 HOPO vai a*har . ou se/a.ue ele sse a(li*a aos *ontratos ou aos neg-*ios /ur)di*os unilaterais.ue e8iste+ tr7s teorias funda+entais sobre o ne8o de *ausalidade: H9 &eoria da e.ue -&% #a &m -&a#am !# *ausou o (re/u)zo0 Se houver u+a *ausa su(erveniente. esta ro+(erá o ne8o de *ausalidade0 “Art. essen*ial pa%a #o-o ti(o de res(onsabilidade *ivil.ue não há ne8o de *ausalidade0 !e8o *ausal ' a relação de *ausa e efeito.

na +edida do (oss)vel.ue se baseia no ris*o da atividade do agente. assalta+ u+a resid7n*ia. haverá dever de re(arar. se adota a teoria do ris*o integral.ue o %stado te+ o dever de *ust-dia do (reso0 OP +eses de(ois ele for+a .ue s. for+ou . onde at' +es+o . lei P0H=>GE>. ganha e+ H o Grau. (elo e8(osto. *aso fortuito ou força +aior. *ha+ada de &!# %%. a re(aração a*identária a *argo do segurador."a ".ue ha/a dever de re(arar9se o dano. .ue ' tarifada0 1sso ta+b'+ o*orre e+ relação a legislação .ue dis*i(lina o seguro e+ relação aos ve)*ulos auto+otores.uando o ve)*ulo atro(elador não for 7 ssi+.ue ha/a *ul(a e8*lusiva do e+(regado.p %/ !& !# *ausalidade. o S&F . se o fulano fugiu há OP +eses da *adeia e.p0+o -o ! 1o ca. (ois."a2 0 "ra.ue teoria da *ausalidade direta e i+ediata ' a. u+a ca. a. e vo*7s sabe+ .uele . et*0 res(onsabilidade *ivil (ro*ura.uadrilha ou bando está ro+(ida a *ausalidade ini*ial e vo*7 não (ode a(li*ar o art0 HOPO.ue não deu *ausa ao (re/u)zo não (ode ser obrigado no dever se*undário de re(aração0 2or'+.uela e+ . o *ha+ado seguro obrigat-rio de danos (essoais. fere+ u+a (essoa.ue o su/eito de direito sofreu (elo fato danoso0 ganha e+ Jo Grau. re(arar fa+)lia a*iona o %stado do 2araná. inde(endente+ente de ne8o de *ausalidade0 %80: nos a*identes de trabalho. na +aioria dos livros da doutrina.uadrilha ou bando. e o S&F diz o seguinte: o *ausou %omp -&% #a o ne8o de integral+ente os (re/u)zos .ue surge fora do *ontrato.' &m -&a#am !# .uando na res(onsabilidade ob/etiva . o %stado inter(:e R%Q&R res(onsável (elo dano a.ue não há u+a relação (ree8istente entre autor do dano e a v)ti+a0 a(li*ação desse art0 HOPO surge. +es+o estando (resentes as *ausas *lássi*as de e8*lusão do ne8o de *ausalidade. não há (re/u)zo efetivo e lu*ro *essante (or efeito direto e i+ediato0 /ulgou i+(ro*edente o (edido0 "bs0: !a grande +aioria das hi(-teses o ne8o de *ausalidade ' funda+ental (ara . o segurador 51!SS6 (aga a indenização a*identária .*ivil . (rin*i(al+ente *o+ o seguinte e8e+(lo: ⇒ C+ (residiário fugiu da *adeia do 2araná. (or *ausa su(erveniente. se faz. e+ .uele . e+ (rin*)(io. +es+o .

de u+ lado a indenização e de a*identária lado. *o+ base no direito *o+u+.uando in*orrer e+ dolo ou *ul(a. . a s4+0 JJJ. e esse ti(o de res(onsabilidade (elo direito *o+u+ não ' tarifada0 ) surge u+a outra .” !o CC !"<". S&F dizia . CC: “Ar.ue ' direito do trabalhador urbano e rural seguro *ontra a*idente do trabalho.ue no art0 Eo dis(:e .ue ne*essita do ato il)*ito. (40 gora. a res(onsabilidade *ivil sub/etiva ' a. o . ' (oss)vel o *4+ulo indenizat-rio0 8 .uando in*orrer e+ dolo ou *ul(a. ' (oss)vel o *4+ulo de indenizaç:es. se a res(onsabilidade *ivil (ro*ura a re(aração integral.uer ti(o de *ul(a vo*7 vai (ara o direito *o+u+0 %ntão.ui o art0 HR=. .ue ir ao +eio do açude (ara fe*há9lo0 C+ dia +orreu afogado0 Seus fa+iliares vão re*eber o seguro obrigat-rio .ue ' u+ valor (e. se+ e8*luir a indenização . o *avalo não era do+ado direito0 %le tinha .ueno0 s4+0 JJJ. e a *ul(a abrange graus 5vere+os adiante.ue o e+(regador está obrigado. os seus fa+iliares (oderá ingressar no /u)zo *)vel *o+ ação indenizat-ria. este artigo foi substitu)do (elo art0 =JE. e+(regado de u+a fazenda. outro e+(regador nas *ir*unstBn*ias do a*idente de trabalho *o+ dolo ou *ul(a 5+es+o *ul(a leve6.ue haveria res(onsabilidade do e+(regador . na res(onsabilidade sub/etiva (or ato il)*ito do e+(regador0 Ctiliza a. !)9. tinha . . S&F foi revogada (ar*ial+ente (ela CF . se tiver fale*ido. ou se/a. a v)ti+a ou.uela .ue u+ açude e o e+(regador entregava o *avalo (ara ele a (elo.ue a*onte*e ta+b'+ se o (ro(rietário do auto+-vel identifi*ado estiver *o+ o seguro ven*ido0 Ho/e.ual. u+ su/eito. A uele ue& por aç%o ou omiss%o voluntária& ne*li*+ncia& ou imprud+ncia& violar direito& ou causar pre(uízo a outrem& fica obri*ado a reparar o dano.identifi*ado. leve ou lev)ssi+a. o seguro obrigat-rio será (ago (or u+ *ons-r*io de seguradoras. a *argo do e+(regador. ela fala . isso ' s.u+a noção6: grave 5vizinha do dolo eventual6. se .uestão.ue o ' de natureza tiver ob/etivo agido e tarifada. a CF +udou isso.uando houvesse dolo ou *ul(a grave.

OO.. (elo a re(aração *o+u+ do dever ' u+a ser integral0 ' u+a direito res(onsabilidade res(onsabilidade seguro obrigat-rio res(onsabilidade ob/etiva0 vezes0 ntes a /uris(rud7n*ia dizia . 1 a 1<.ue te+ natureza diferente da indenização a*identária. direito ' bo+ senso. CC atual e no !"<" CC 5arts0 =DJ.ue a fa+)lia /á está re*ebendo o e. o /uiz a*he . u+ su/eito *ortou a (r-(ria +ão (ara re*eber indenização do seguro0 Mes+o havendo dolo.ue i+ediata+ente *o+o . não vai haver o (aga+ento0 "bs0: a doutrina te+ entendido . /á . ' a +es+a *oisa . 2or.uele .ue deriva do direito ro+ano. te+os o *ausador direto do dano. 1 a <.ue ha/a abati+ento do valor (ago (elo segurador. a.ue efetiva+ente (rati*a a ação ou o+issão *ha+ado direta e i+ediata+ente direto.ue abater esses valores . surge u+a .ue o valor da indenização e *o+(ensação (elo direito *o+u+. o entendi+ento dos &ribunais ' . Ho/e. +es+o nos *asos de res(onsabilidade (elo ris*o integral. regula+entada nosso legislador atual no art0 HRJH. haverá (aga+ento da indenização a*identária. *ul(a inten*ional. =DD e =D>6 .OO lá (elo 1!SS. ou se/a.ue foi HO0OOO. não haverá dever de re(aração do (re/u)zo sofrido (ela v)ti+a0 (ro(-sito da res(onsabilidade *ivil se+ ne8o de *ausalidade. a *ivil.uivalente a J0OOO.ue se houver dolo da v)ti+a. e+ sentido a+(lo. e8iste a res(onsabilidade *ivil (elo *ivil fato de (elo fato de outre+0 !a (elo res(onsabilidade outre+. abrange a *ul(a inten*ional 5dolo6 e a *ul(a e+ sentido estrito0 Mas.ue era bis in idem. a este ' do res(onsável indireto ta+b'+ figura res(onsável . ou se/a. o /uiz *)vel te+ . s. *u/a natureza da res(onsabilidade ' diversa0 @ a restitutio in inte*rum.ue *ul(a. (elo +es+o fato a v)ti+a estaria re*ebendo duas Há u+ te+(o atrás.ue (re/u)zo +aterial e +oral.Mas. e+ ter+os de res(onsabilidade res(onsabilidade sub/etiva. não e age 9 *ausadora te+os direta e do (re/u)zo.ue u+ su/eito se /ogar inten*ional+ente e+ *i+a de u+ auto+-vel.uestão: va+os su(or . dever ser (ago integral+ente se+ . (ara re*eber o seguro obrigat-rio.

Diz o art0 H0RH?. e+ Ro+a at' a *ha+ada lei 10 .. 7 decorrente <e/a+ o seguinte. -%o tamb. ' igual+ente res(onsabilizado. (or'+.!. 2or. 8s bens do responsável pela ofensa ou violaç%o do direito de outrem ficam su(eitos 7 reparaç%o do dano causado3 e& se tiver mais de um autor a ofensa& todos responder%o solidariamente pela reparaç%o.” ue l2es competir& ou por ue se ue estiverem sob seu poder e crime& at.ue *ont'+ u+ (rin*)(io ta+b'+ i+(ortante: “Art. nos ter+os do art0 HRH? e (4.)!8.” 2or . solidaria+ente at'. !.53 06 1 os donos de 2ot.).ue e8a+inador adora: “Art. e este ' u+ artigo *ivilizat-rio .m responsáveis pela reparaç%o civil/ 0 1 os pais& pelos fil2os menores em sua compan2ia3 00 1 o tutor e o curador& pelos pupilos e curatelados& ac2arem nas mesmas condições3 000 1 o patr%o& amo ou comitente& por seus empre*ados& serviçais e prepostos& no e$ercício do trabal2o ocasi%o dele 4art.ue+ ' . 9ará*rafo :nico.ue deve ser louvado (or todos. u+ filho +enor *ausa u+ (re/u)zo a algu'+.ue.ue vai res(onder (elo dano . -%o solidariamente responsáveis com os autores& os c:mplices e as pessoas desi*nadas no art.autor do (re/u)zo. realiza u+a ação ou o+issão.is& 2ospedarias& casas ou estabelecimentos& onde se alber*ue por din2eiro& mesmo para fins de educaç%o& pelos seus 2'spedes& moradores e educandos3 6 1 os ue *ratuitamente 2ouverem participado nos produtos do uantia. !.!. .ue eu digo . na *ha+ada res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a0 %sse art0 HRJH ' u+ artigo . .ue esse artigo ' u+ +ar*o da *ivilização. !.). !. do CC atual.).

a integridade f)si*a.ue vo*7 não tenha u+a garantia real.ue at' ho/e está vigorando 5*uriosidade: dos H0?OO artigos do CC.uestão favor o+issão balança vai res(onder 2or si+(les. e solidariedade não se (resu+e."a-o% -&% #o do dano (ela ou.. (or . vo*7 era devedor e+ Ro+a at' essa lei.ue a solidariedade não se (resu+e. o direito 11 ro+ano *riou a figura do . ela de*orre da (r-(ria lei ou da vontade das (artes0 % na solidariedade (assiva. 1 a <.poepelia papiria 5.ue nessas hi(-teses c&/&2 filhos " m ! 1o ca. *ivil i+ediata+ente u+a e+ .ue+ foi . . (4.ue se houver +ais de u+ autor do dano.ue na realizou (elo direta dano. haverá solidariedade. evidente+ente *o+ (osterior direito de regresso0 %ntão.6. nego*iais ou e8tra9 nego*iais e+ Ro+a *o+ base na integridade f)si*a. ho/e e+ dia. o *redor (ode a*ionar a todos ou es*olher o devedor . e+ relação ao res(onsável indireto. e na res(onsabilidade *ivil não dei8a de ter u+a relação de *redor e devedor0 " art0 HRH? diz . % "po!"3/ 2 &!-&% #o0 de o % "po!"a4&2&-a(re/u)zo. ta+b'+ u+ u+ % "po!"3/ 2 -&% #o re(aração. a liberdade e a vida do devedor satisfazia+ o direito do *redor0 %ntão. e *onsagrara+ este artigo . de(endendo +as da te+ hi(-tese.ue os ro+anos u+ dia vira+ . ou se/a. nessas hi(-teses do art0 HRH?. foi o e+(regado (or o*asião do trabalho. os res(onsáveis direto ou *ausadores direto não t7+ (atri+3nio sufi*iente (ara (agar a indenização ou *o+(ensação (elo dano +oral0 %ntão.uiser a*ionar e . vo*7 Fora+ não os lguns autores dize+ . res(onsabilidade (esa v)ti+a.ue (agará a d)vida sozinho. o *or(o."a2&-a. então. /á . e vo*7 vai ter nessas hi(-teses o ca. H0ROO /á e8istia+ no direito ro+ano60 %ntão.ue ele *ausou. os (u(ilos a da ação Se ou ou a do art0 HRJH. na vida ou na liberdade do devedor0 t' .ue . vo*7 te+ o (atri+3nio do devedor (ara res(onder (elos (re/u)zos . o (atri+3nio do devedor res(onde (or seus d'bitos. seria+ hi(-teses a(li*are+ o art0 HOPO. ' o art0 HRH?0 Mes+o . vo*7 resolvia as obrigaç:es *ontratuais. e fora+ *uratelados.ue isto não dava *erto. vo*7 vai ter esse artigo a(ontando as hi(-teses do art0 HRJH.ue . nor+al+ente.ue *ausou direta e i+ediata+ente +enores. se vo*7 não (agasse a d)vida o *redor (odia te es*ravizar0 " *redor tinha (oder de vida ou +orte sobre o devedor.

e essa res(onsabilidade *o+(le8a0 2ara (rova do Minist'rio 24bli*o: va+os falar u+ (ou*o deste art0 HRJH e da a(li*ação dele no !"<" CC0 do res(onsável indireto *ha+a9se indireta ou “Art.#3/ &"0 !o CC a i+(utabilidade *ivil *o+eça aos HP anos.ue+ seria.uisitos funda+entais signifi*a da c.0 .ue une o *ausador direto ao res(onsável indireto. Lá .res(onsável indireto0 Mas. !)9. .2pa. ele não age *o+ *ul(a e vo*7 12 . e+ tese. ele não res(onde sub/etiva+ente (elos danos . não ' i+(utável *ivil+ente.#a4&2&-a.ue o filho +enor de HP anos . o +enor de ' ini+(utável *ivil+ente. a (essoa te+ . CC: “Ar. e+ sentido a+(lo.ue u+ dos ele+entos funda+entais da *ul(a ' a i+(utabilidade.ui .. n-s va+os estudar res(onsabilidade ob/etiva e sub/etiva.ue está (rati*ando.ue entender a *onduta . a. A uele ue& por aç%o ou omiss%o voluntária& ne*li*+ncia& ou imprud+ncia& violar direito& ou causar pre(uízo a outrem& fica obri*ado a reparar o dano. o res(onsável direto. art0 HRP0 %ntão. ela de(ende da (rova da *onduta anti/ur)di*a. *o+o ele /ustifi*ou isso. a (ri+eira *on*lusão . isto '. -%o tamb. !.ue estes "+o &!&mp.m responsáveis pela reparaç%o civil/ 0 1 os pais& pelos fil2os menores em sua compan2ia3” %ntão.#a &mp. .ue ser e u+ dos 2ara re.2pa ' a e &mp.ue abrange o dolo e a *ul(a e+ sentido estrito. u+ dos ele+entos essen*iais do a#o &25c&#o ' a c.ue algu'+ res(onda sub/etiva+ente 1+(utabilidade te+ ue estiverem sob seu poder e i+(utável0 dis*erni+ento sanidade.#3/ 2. ou se/a.ue o art0 HRJH fala e+ solidariedade0 Seria+ os filhos +enores.!#3%&a signifi*a co!-. e8(ressão /o2.ue *hega+os ' . ou se/a. s. a res(onsabilidade *ivil do *ausador direto do dano ' u+a res(onsabilidade sub/etiva. +as onde está . então. Co+ u+ v)n*ulo /ur)di*o . @ a (r-(ria redação do art0 HR=.ue vier a *ausar. da (rova do ato il)*ito0 "ra n-s va+os estudar ato il)*ito.ue *ausa u+ dano. +as ve/a o seguinte.).!.

ue a i+(utabilidade *ivil se ini*ia a (artir dos HP anos0 “Art. entre o +enor de HP anos e os (ais não há solidariedade.ue vai de*idir a (retensão indenizat-ria0 %ssa . há .m se tratando a diz: de ato infracional o com refle$os ue do patrimoniais& a autoridade poderá determinar& se for o caso& adolescente restitua coisa& promova ressarcimento dano& ou& por outra forma& compense o pre(uízo da vítima. ato infra*ional ' *ri+e e+ tese0 %ntão.ue+ entenda.ue+ idade. e dos HJ aos H? anos ' adoles*ente. se houver (oderia /u)zo ato infra*ional *o+o não e r'u ' a dano na dele ação de*orrente. e não o /uiz *)vel . a i+(utabilidade *ivil bai8ou dos HP (ara os HJ anos de adoles*ente (ro(osta no figurar indenizat-ria +a/oritária0 outra *orrente diz o seguinte: o %C não (ode ter entrado e+ *)vel0 %ssa (osição vigor (ara (re/udi*ar a *riança ou adoles*ente.” <e/a+ o seguinte. e. . (or.ue o adoles*ente (ro+ova o ressar*i+ento do dano.uadrá9lo no art0 HR=.ue *riança ' do nas*i+ento aos HJ anos. (ortanto.uestão ainda não *hegou aos &ribunais ainda e os autores fala+ +uito (ou*o sobre o assunto0 !o Minist'rio 24bli*o. do %C !!#.não (ode en. o /u)zo *)vel não (ode a(li*ar essa regra *o+o sin3ni+o de i+(utabilidade *ivil. (or. entenda a) o . e não (ara +atar a ini+(utabilidade e8tra9*ontratual0 13 . e *o+o o /uiz (ode deter+inar . ho/e. o gora. há . o art0 HHP. a tend7n*ia ' não a(li*ar esse artigo. CC diz . *o+o o %C diz .uadrado nesse artigo não vai (oder ser r'u na ação de res(onsabilidade *ivil0 Sogo. e se não (ode ser en.ue. seria at' in*onstitu*ional0 de+ais. haveria u+ (roble+a de *o+(et7n*ia0 Aue+ eventual+ente (oderia res(onsabilizar o (atri+3nio do +enor ' o /u)zo da infBn*ia e /uventude.ue a v)ti+a não (ode a*ionar o +enor .uerendo bus*ar re(aração no (atri+3nio deste +enor0 " art0 HRP.ue o %statuto re*ebeu u+a orde+ da CF (ara (roteger a *riança e o adoles*ente.

" . +as a guarda fi*a *o+ u+ deles0 @ *o+u+ . não (ode ser res(onsabilizado0 % (ai ..uelas atitudes .ue no final de se+ana . +as os (ais são res(onsáveis0 "s (ais ' .gora.ue te+ o (átrio (oder sus(enso.uanto o res(onsável indireto0 res(onsabilidade companhia”0 PODER signifi*a patrio poder.ue o filho está *o+ vo*7 *ause u+ dano0 defesa do se(arado . a guarda se deslo*a. nor+al+ente. deno+inado patrio poder0 " (ai natural (ela adoção. Dever de guarda não i+(li*a distBn*ia ou não. at' na adoção do CC.. te+ .ue tinha+ o (átrio (oder e o dever de guarda no +o+ento do fato0 Auando os (ais são se(arados.ue estaria (re+iando a. (or. estiverem em seu poder e em sua res(onsável efetiva+ente sub/etiva0 (ara res(onsável direto ' a res(onsabilidade sub/etiva. *o+o diz a lei “.ue no +o+ento do dano tenha o (oder9dever /ur)di*o.ue ta+b'+ está )nsita no dever de guarda do (átrio (oder0 "ra.ue /ustifi*a u+a res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a.ue verifi*ar o seguinte: . de HE anos. *ul(a essa . se vo*7 a(li*ar o in dubio pro vitima.ui indireta dos (ais de(ende de OJ (ressu(ostos. 2ara o Seoni não. n-s dos esta+os +as ' (ais falando va+os e+ *ul(a in vi*ilando a (ou*o base e se in a o educando dos (ais. (ara u+ dos (ais0 " (átrio (oder ' dois. ne+ ne8o de *ausalidade há.ue+ era o guardião no +o+ento do dano. s.' res(onsável o (ai . vo*7 (ode a*ionar tanto o +aior de HJ anos . se vo*7 dei8ar o seu filho.ue /ustifi*a ' a *ha+ada *ul(a in educando e in vi*ilando dos (ais e+ relação ao filho +enor. se e+ tese. ele está a . e (ortanto. Aue+ tinha o dever de guarda no +o+ento do dano. (assar o *arnaval na Bahia0 %le na Bahia faz +al a +oça. dis*utir da. art0 HR=0 Co+(anhia.uil3+etros de distBn*ia de vo*7. (erde o (átrio (oder.ue não estava *o+ 14 .ue de*lara+ a sus(ensão do (átrio (oder0 CO)PAN6IA signifi*a dever de guarda no +o+ento do dano0 " .

' res(onsabilidade 15 ue elas concorreram para o dano por culpa& ou ne*li*+ncia de sua .ue (rovar a *ul(a. o e8er*)*io da guarda se deslo*a (ara a +ãe 5neste *aso6.o dever de guarda. vou dar u+a +en*ionada no art0 HRJD. !).uestão ' o *aso dos (ais delegare+ a guarda (ara outra (essoa0 %80: delega a guarda (ara o av3 ou (ara u+a *ol3nia de f'rias0 " entendi+ento dos &ribunais ' . esta +odifi*ação ' ilegal. se o filho *ausar u+ (re/u)zo. ele (ode figurar no (olo (assivo se+ (roble+a.ue não (erde o (átrio (oder.$cetuadas as do art. ele ' res(onsável direto. +as /á ' u+a tend7n*ia (ara +odifi*ar o entendi+ento atual0 2ara +i+.o guardião da. o (ai não tinha a guarda da *riança na.& provando=se parte. (or e8e+(lo (ara u+ av3. e dever de guardar ' inerente ao (átrio (oder0 1sso não fi*ou no dis(ositivo do /ulga+ento. vo*7 res(onsabilizar os (ais (or. isso não signifi*a . res(onsável 5at' no sentido (atri+onial6. durante a delegação id3nea da guarda.ue a lei e8ige os dois re. . e+bora não tenha *onhe*ido do R0es(0. !).!& 6& s' ser%o responsáveis as pessoas enumeradas nesse e no art.ue falta *o+(anhia.uisitos: (átrio (oder e *o+(anhia0 "utra .ue absurdo.ue se+(re foi negado (ela doutrina0 Re(are o absurdo desse artigo: “Art.(elo fato do +o+ento do dano.uele final de se+ana. a 4ni*a solução 5 in dubio pro vitima5 ' vo*7 res(onsabilizar o guardião0 ntes de ter+inar.ue ele não (ossa ser res(onsabilizado. !).<. CC atual . sendo ele +aior de HP anos. id3nea. s.ue (rovar a res(onsabilidade sub/etiva do res(onsável indireto0 "lhe . vo*7 te+ .ue se se a guarda não ' vai deslo*ada (ara u+a (essoa id3nea. (or.ue não havia *o+(anhia +en*ionada no art0 HRJH0 " S&L e+ a*-rdão re*ente. disse assi+: ora.uele " entendi+ento o*orre da u+ doutrina ' .uele +o+ento vai res(onder0 na.” Se vo*7 seguir esse artigo. no +o+ento do dano. o +enino lhe *ausou u+ (re/u)zo. (or. *o+eçou a +udar isso0 " S&L. s.. sendo vo*7 a v)ti+a.ue se os (ais delegara+ a guarda do filho (ara (essoa f)si*a ou /ur)di*a. vo*7 vai ter . e +o+ento (re/u)zo. ' .

*o+ a *onse. transfor+ando a *ul(a a ser (rovada (ela v)ti+a da res(onsabilidade indireta dos (ais e tutores e+ (resunção de *ul(a desses +es+os (ais e tutores.uando afir+ava *aber aos (ais ou res(onsáveis (elo +enor a (rova de . a) vo*7 (rova .ue ' a *ha+ada (rova diab-li*a0 Bastaria . vo*7 te+ . e+ relação aos (ais e tutores foi revogado e8(ressa+ente (elo C-digo de Menores de H=JE.Tente inversão do 3nus da (rova0 <o*7 (ode dizer .ue (rovar a *ul(a in vi*ilando.ue (rovar a *ul(a in vi*ilando ou in educando dos (ais.ue se (rovasse .uelas *ir*unstBn*ias. +as não te+ i+(ortBn*ia.ue a lei não te+ efeito re(ristinat-rio0 16 . (or isso esse artigo se+(re foi *onsiderado não es*rito0 " art0 HRJD. ainda te+ .ue. .sub/etiva0 2or esse artigo. não tinha+ agido *o+ *ul(a in vi*ilando ou *ul(a in educando. o . na.ue ele (rati*ou u+ ato il)*ito0 gora. o art0 HRJE *ontinua revogado (or. e ele sendo +aior de HP anos.ue o dano foi (rovo*ado (or ele.ue C-digo de Menores ' de H=JE e não estaria +ais e+ vigor. al'+ de se+(re ter sido des(rezado (ela doutrina.

ue de+onstrado0 res(onsabilidade ob/etiva.uando trabalho.ue não se baseia no de ato ris*o do do il)*ito. inde(endente+ente de ne8o de 17 . de de .ue ser (rati*ou a.ue os ele+entos da res(onsabilidade *ivil.ue ningu'+ (ode res(onder (or u+a açãoGo+issão .ue não está vin*ulada ao (re/u)zo final0 Se não fui eu .ue n-s de+os *o+o e8e+(lo te+ . fore+ a a ou ou hi(-teses integral.2a AULA 7 DIA 21.ue res(onsabilidade *ivil ' o dever i+(osto (elo legislador de re(arar o dano . se+(re0 !-s va+os estudar +ais a frente.ue interessa ' o ne8o de *ausalidade res(onsabilidade res(onsabilidade segurador a*idente obrigat-rio res(onsabilidade (revista na CF e e+ leis es(e*iais do dano nu*lear. nesses *asos algu'+ vai indenizar. eu não (osso ser res(onsabilizado0 " ne8o de *ausalidade e o dano0 gora.ue na desen*adeou o dano. e+ ter+os de ne8o de *ausalidade.ue o su/eito de direito *ausa a outre+0 !-s vi+os . e si+ no no ris*o0 2or'+.ue res(onsabilidade segue o (rin*)(io de .ue há res(onsabilidade ob/etiva . n-s vi+os ta+b'+ .03. ve)*ulos. .ue . esse ne8o !o%ma2m !# ' indis(ensável (ara se atribuir res(onsabilidade a res(onsabilidade ob/etiva. o .02 !a 4lti+a aula n-s vi+os . seguro .ue. Si+.uela <o*7 açãoGo+issão vai ver . *o+o u+ todo seria+: H6 #U" "C "M1SSU" SVC1& "C 1SVC1& D" G%!&% J6 !%Q" D% C CS S1D D% @ a relação de *ausa e efeito entre a açãoGo+issão e o dano ou (re/u)zo +aterial ou +oral0 <i+os algu'+0 WWW2ergunta de aluno: o ne8o de *ausalidade e8iste na .

uina.ue n-s *o+eça+os a analisar a hi(-tese *ha+ada res(onsabilidade res(onsabilidade indireta (elo fato de outre+0 2ara vo*7s tere+ u+a noção.uela função na.uela +á.ue a lei deter+ina.ui(a+entos de segurança. ele sabe realizar a. o . toda a sua *onduta foi ade. vo*7 atro(ela0 %8iste ne8o *ausal entre na açãoGo+issão do atro(elador e o dano. a regra ' . essa adoção da teoria do ris*o integral ' Mas. não foi sua açãoGo+issão . salvo . não (or há engano ne8o de ele enfia a +ão +as na a). Sub/etiva signifi*a res(onsabilidade do ". !ão0 Mas. +es+o assi+ o (ool de seguradoras vai indenizar.ue adora. (or. .ue *ausou *ausalidade. +á. a.uer ti(o de res(onsabilidade.ue *ara*teriza a res(onsabilidade sub/etiva. vo*7 te+ esses ele+entos0 " no+e das *oisas te+ u+a razão0 2or . n-s a va+os abordar os ti(os direta de e res(onsabilidade0 Mas. então.ual. vo*7 forne*eu todos os e.ue vo*7 fala e+ de sub/etiva. . teoria do ris*o integral0 %ntão. /á . .ui ' si+(les de entender.uestão segurança so*ial.ue ' ele+ento da res(onsabilidade. de o re(ente.uina. (re*isa de ne8o de *ausalidade. o legislador deter+ina o (aga+ento de seguro a*identário0 @ hi(-tese e8*e(*ional0 Su/eito está atravessando a rua distra)do.ue o legislador .uada e. está ligada a u+ *o+(orta+ento *ensurável0 18 . vo*7 treinou seu e+(regado.uando se adote a teoria do ris*o integral0 %vidente+ente.8 &#o direito.*ausalidade0 e8*e(*ional0 Mas. (or não há de nenhu+a *onduta *ensurável. vo*7 ' o e+(regador 5(essoa f)si*a ou /ur)di*a6. @ si+(les: H6 &" 1SVC1&" J6 !%Q" C CS S D6 D !" Auando vo*7 fala e+ res(onsabilidade sub/etiva. dano.

res(onsabilidade se/a na res(onsabilidade *ontratual. ainda *o+o u+a aula introdut-ria. não há ne*essidade de *ul(a ou ato il)*ito.ue esse ti(o de res(onsabilidade não ' a regra. (ou*o a (ou*o.uer ti(o de res(onsabilidade0 19 . venha a adotar a teoria do ris*o integral.ue. se /oga na frente do auto+-vel (ara re*eber o valor do seguro obrigat-rio0 %ntão.uina (ara re*eber u+ seguro0 " su/eito .ue s(re*isa o*orrer. o dano0 %ntão. o . o .ue a base da res(onsabilidade ' o ris*o. . *o+o u+ todo.ue interessa ' a(enas a re(aração do dano0 !-s vi+os ta+b'+ da 4lti+a vez.ue (ode o*orrer ou não na hi(-tese *on*reta0 " .uela . na. inten*ional+ente.ue interessa ' o ob/eto. ainda ' e8*eção0 %stá. o ne8o de *ausalidade e o dano +oral ou +aterial0 "ra.ue interessa ' o ob/eto.ual.Auando vo*7 fala de res(onsabilidade *ivil ob/etiva.ue enfiou a +ão na +á. o be+ /ur)di*o (retendido.ue ' i+(ortante (ara vo*7 *ara*terizar a res(onsabilidade *ivil ob/etiva. . se transfor+ando e+ regra0 @ (re*iso a(enas *ara*terizar. re(ito salvo no *aso de ris*o integral. /á . o ob/etivo da res(onsabilidade ' a re(aração do dano. se/a na res(onsabilidade se/a na e8tra9*ontratual.ue faz (arte do ato il)*ito6. vo*7 *ha+a de res(onsabilidade ob/etiva a. % vo*7 vai ver . o dever de indenizar surge se+ . e+ regra. vo*7 não (ode a(li*ar a teoria do ris*o integral0 @ s. ne8o de *ausalidade seria u+ ele+ento .ue se/a (re*iso estar (resente o ato il)*ito. não ' a *ul(a 5va+os ver .ue se o agente agir *o+ DOLO. do (re/u)zo +aterial ou +oral0 %sses seria+ os ele+entos de . na res(onsabilidade (ode legislador. ne8o de *ausalidade e dano.se le+brare+ do *aso do su/eito .ue interessa a.uela hi(-tese.ui não ' a *onduta *ensurável do agente. o . o . onde não há ne8o de *ausalidade. ' o be+ /ur)di*o a ser *ivil ressar*ido ob/etiva ou *o+(ensado0 a*onte*er do gora. não ' a (ráti*a de ato il)*ito.ue integra a res(onsabilidade *ivil. sub/etivo. se/a na res(onsabilidade ob/etiva0 D6 R%2 R #U" D" D !" 52R%LCVX" M &%R1 SGM"R S6 % final+ente.

.ue e8iste ' u+ ris*o (revisto (elo legislador0 Se vo*7 se *olo*a na (osição de *ausar u+ ris*o a algu'+. ' o dever /ur)di*o de (agar os alugu'is0 Se estou *u+(rindo o dever de *onservar o i+-vel. Ks OP:DO h. dever se*undário.ue não0 S.ue indenizar o lo*ador dos (re/u)zos da +inha indi+(l7n*ia0 %u sai de *asa de +anhã. berrar *o+ u+ não dever nas*e /ur)di*o o originário. diferença . eu não (rati. e+bora tenha ningu'+0 Se não *ausei dano a ningu'+. o avançar dois sinais. vou ter . vo*7s não isso v7e+ nos livros0 !a res(onsabilidade ob/etiva. sou inadi+(lente. e esse ris*o *ausa u+ (re/u)zo.!-s a. e8iste res(onsabilidade. @0 S.uanto *u+(re u+ dever *ontratual.uando e8iste o dever /ur)di*o originário e a (essoa não está des*u+(rindo esse dever. não e8iste u+ dever /ur)di*o originário. S-gi*o . o .ue e8iste u+ a ris*o (ara as outras (re/u)zo. e *onduta *ausei e+ u+ . res(onsabilidade0 Re(ito.uei ato il)*ito. de (agar o aluguel. assustar u+a velhinha. se eu des*u+(ro u+ dever /ur)di*o originário. de +olde a não *ausar (re/u)zo a ningu'+0 infligido (ortanto.ue vo*7 substitui dever /ur)di*o originário (or ris*o0 %u realizei deter+inada (essoas. /ur)di*o originário e dever /ur)di*o se*undário0 %n. ou de e8iste dever d'bito res(onsabilidade. !ão0 2or. surge res(onsabilidade0 res(onsabilidade se+(re ' dever /ur)di*o se*undário. ou se/a.ue. e a). %8iste. a) surge o dever /ur)di*o 20 .ue entre e+ ter+os e de re(aração de dano. não há res(onsabilidade ainda0 u+ dever /ur)di*o se*undário0 res(onsabilidade ' se+(re si+(les: eu alugo u+ %8e+(lo a(arta+ento.uela sabe+os. avan*ei dois sinais0 %8iste u+ dever /ur)di*o originário de todos n-s. esse ra*io*)nio ' o +es+o.uanto o su/eito *u+(re o dever gen'ri*o de *onduta.vai e8istir res(onsabilidade. *o+ todos os +eus deveres de lo*atário. en. /ur)di*o eu não *ausei não dano nas*e a a u+ *a*horro /á e8iste res(onsabilidade. inde(endente de haver dever /ur)di*o (ri+ário0 !a res(onsabilidade ob/etiva. res(onsabilidade ' se+(re dever /ur)di*o se*undário. de nos *onduzir+os na nossa vida *ivil *o+ (rud7n*ia. eu (ago os alugu'is e+ dia0 %8iste dever /ur)di*o originário.

ue o +otorista ganha ele vai *onseguir (agar integral+ente a restitutio in inte*rum.ue.ue não foi a *ausadora do dano.se*undário de re(arar o dano *ausado a outre+0 %vidente+ente. CC &C S6. . e se a res(onsabilidade. o +otorista de algu'+ te atro(ela. na (ráti*a ele nun*a vai al*ançar a re(aração integral0 " e+(regado de algu'+ te *ausa u+ (re/u)zo. <o*7 resolve esse (roble+a. o *ausador direto não te+ (atri+3nio sufi*iente e. a v)ti+a fi*ará irressar*ida0 % +ais.ue. ele (ode ter at' algu+ (atri+3nio (ara realizar a re(aração integral0 Mas. u+ tutelado 5+aior de HP e +enor de JH6.ue n-s entra+os no assunto . u+ e+(regado.ue ' isso +es+o. eu a*abar a.uela (ergunta .ue a base ini*ial na res(onsabilidade do *ausador indireto ' a culpa in educando& in vi*ilando e in eli*endo 5o (atrão elegeu +al seus e+(regados60 %ssa res(onsabilidade indireta (elo fato 21 de outre+ ve+ do direito . o dano deve ser ressar*ido na sua totalidade0 "ra. o *ausador direto se ele for ini+(utável. (or vezes.ue fiz (ara vo*7s: +uitas (essoas a*ha+ .ue n-s *o+eça+os a *onversar sobre res(onsabilidade indireta (elo fato de outre+ 5art0 HRH?. (or isso se *riou essa figura do res(onsável indireto0 lguns afir+a+ . e+ ter+os de res(onsabilidade *ivil. se vo*7 não *riar a figura do res(onsável indireto.ue. ele não (rati*a ato il)*ito.ue. (4 *G* HRJH. isso ' a(enas u+a introdução0 Lá . (or vezes.ue surgiu a. .ue nesse *asos vo*7 te+ u+ *ausador direto e este ' . so+ente ele0 Mas. Será . se houver. o *ausador do dano direto res(onde (or esse dano *ausado e u+a (essoa .ue se do *ausador no direto ato ' u+a vai res(onsabilidade sub/etiva baseia il)*ito. vo*7 a*ha . se o *ausador direto for u+a (essoa +aior de HP anos.ue seria u+a res(onsabilidade se+ ne8o de *ausalidade0 <o*7s a*ha+ . (or.uela e8(li*ação de res(onsabilidade *ivil (elo fato de outre+.ue não há ne8o *ausal. a*onte*er . res(onsabilidade *ontratual.ue *o+ o salário . nos *asos . 1 a <. ta+b'+ res(onde ' . vigora o (rin*)(io do in dubio pro vitima e o (rin*)(io da restitutio in inte*rum.ue deveria res(onder (elos danos *ausados. res(onsabilidade *ivil sub/etiva e res(onsabilidade *ivil ob/etiva. e vou entrar *ivil nos ti(os de res(onsabilidade: *ivil res(onsabilidade e8tra9*ontratual. +uitas vezes. n-s /á vi+os .

ue (rovar o ato il)*ito do *ausador direto ou.uando estes +enores *ausava+ dano a algu'+. .ue os (ais ou os res(onsáveis (elos +enores.uando 22 .ue há ne8o *ausal si+. servia +al o h-s(ede.ue (rovar a *ul(a in educando& in vi*ilando e in eli*endo do *ha+ado res(onsável indireto0 "ra.ue se sa)a de u+a *ul(a . ' o (atrão . . o C-digo de Menores +udou o CC. (rovar . se ini*ia *o+o u+a *o+(le8a6 do art0 res(onsabilidade *ivil (or *ul(a (r-(ria do *ausador ou res(onsável indireto0 @ o (ai . então. do CC &C S foi revogado (elo C-digo de Menores de H=JE. e+ relação a *onduta dos (ais e tutores. a v)ti+a te+ . na.ue esse artigo nun*a foi a*eito0 " art0 H0RJD. (assava9se a (resu+ir .ue (rovar . vo*7 *hega a *on*lusão .ue nun*a foi levado a s'rio ne+ (ela doutrina e ne+ (ela /uris(rud7n*ia0 " art0 H0RJD diz . (elo +enos e+ relação aos (ais. *hega9se a *on*lusão .ue ser *ul(a (rovada ou. vo*7 vai ter .ue deter+inava .ue não edu*ou o filho *onveniente+ente.ue .uele art0 H0RJD.ue devia ser (rovada (ela v)ti+a. ainda. e (assava (elo C-d0 de Menores a u+a (resunção de *ul(a in vi*ilando e in educando .ue des*uidou9se da edu*ação ou vigilBn*ia ou elegeu +al seu e+(regado0 Foi a) .ue teria+ . .ue trans(ortava+ furtos *oisas e res(onsabilizava+ (elos (rati*ados (elos e+(regados do navio.ue na. +udou9se o (osi*iona+ento legal0 %ntão.ue (rovar. e+ relação aos (ais e tutores0 2or. CC &C S0 %u disse .ue n-s vi+os a. se ele for ini+(utável.ue os e+(regados (rati*ava+ ao (assageiro0 &a+b'+ na hos(edaria. os se *a(itães dos navios.uada. . a *ul(a in vi*ilando& in educando ou in eli*endo do res(onsável indireto.ue a v)ti+a te+ . al'+ de (rovar a *ul(a do *ausador direto ou a *onduta danosa.ue elegeu +al o seu e+(regado0 %ntão.ue ' u+ artigo . ela. (or.ro+ano.uelas *ir*unstBn*ias não tivera+ *ul(a in educando ou in vi*ilando 0 %ntão. (essoas. a *onduta danosa0 %ntão.uando o e+(regado furtava. ' . res(onde (or *ul(a (r-(ria. no direito ro+ano.uela '(o*a /á havia res(onsabilidade indireta do dono da hos(edaria0 %ntão.ue a *onduta foi realizada (elo res(onsável direto0 gora. (elos danos . .Y 2or isso . na realidade.ue essa res(onsabilidade indireta 5ta+b'+ *ha+ada HRJH.ue não o vigiou de +aneira ade. te+ .

na. e8surgia a (resunção de *ul(a in vi*ilando e in educando0 "ra. (ara afastare+ a res(onsabilidade indireta.uelas *ir*unstBn*ias não agira+ *o+ *ul(a0 filho. *o+(rovando .ue o legislador. no *a+(o da res(onsabilidade *ivil. tinha+ . houve *ul(a e8*lusiva da v)ti+a. ou se/a. não agira+ *o+ *onduta vigilBn*ia e res(onsabilizados0 2R%SC!#U" BS"SC& *ensurável. afastar de sua (rovando .uelas *ir*unstBn*ias. do tutor e+ relação ao (u(ilo Auando se fala e+ (resunção de *ul(a ou *ul(a (resu+ida de algu'+. . *aso fortuito ou força +aior. e+ deter+inada hi(-tese. (ara sere+ Auando se *hega a *on*lusão .ue eles.uelas a *ir*unstBn*ias. a (artir desse +o+ento. (rovando . 23 .ue (rovar a(enas a relação de subordinação dos (ais e+ relação ao 2R%SC!#U" R%S &1< 2resunção relativa ' a.ue *ausou a.6 v)ti+a vai ter . não agiu *o+ *ul(a in vi*ilando& in educando etc.ue foi o *ausador direto . de +aneira sufi*iente e+ ter+os não de edu*ação. na. auto+ati*a+ente.ue.ue e8iste+ OJ ti(os de (resunção: a6 R%S &1< b6 BS"SC& 50>?0.ue. a(ontado res(onsável direto não foi o *ausador do a*idente. dis(:e u+a (resunção absoluta de *ul(a 5 iure et de iure6. 0>?.uela .ue *abe (rova e+ *ontrário.ue (rovar ou ato il)*ito do *ausador direto. ou então . ou se/a. os (ais ou tutores (oderia+ afastar a sua res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a.@AN@>A6 50>?.@ B.ue (rovar . ou . fi*a +ais fá*il (ara a v)ti+a .ue o aus7n*ia ne8o *ausalidade. e (oderia de res(onsabilidade.ue o a(ontado res(onsável indireto não *onsegue afastar ele sa sua res(onsabilidade.ue. e tudo fizera+.o dano fosse (rati*ado (elos filhos +enores ou (elos (u(ilos. na. eles ' .ue ele. houve u+a inversão do 3nus da (rova.ue vai ter .uele dano0 %+ relação aos (ais e tutores. vo*7s sabe+ . isso signifi*a .

ue ele edu*ou *onveniente+ente se/a. 2or. os (ais vão (rovar o seguinte. a (artir da). *ha+ar se não de se (resunção dis*ute +ais absoluta *ul(a.uando o C-d0 de Menores veio a luz. no +o+ento do dano não era o guardião.ue não houve ne8o de *ausalidade.uele +o+ento. 1 a 1< (assara+ da *ul(a (rovada (ara a *ul(a (resu+ida0 24 .ue a (resunção de *ul(a ' absoluta 5 iure et de iure6. a Menores legislação revogada não voltou a vigorar. logo eu tudo fiz e.ue a lei.ue agiu *o+ *ul(a. . CC tutores6. afastou9se o art0 H0RJD. si+(les+ente ele não afasta a res(onsabilidade dele. (rovando .uei +eu filho su(er*onveniente+ente. e+bora % 2a#&/a. se a (resunção de *ul(a 5va+os ra*io*inar (ara *hegar *o+o ' no CC &C S e *o+o será no CC &C S 5(ais e !"<"6 *o+ inversão do 3nus da (rova *ontra os (ais ou tutores. foi revogado. isso ' u+a (resunção absoluta ou relativa.ue se for (resunção relativa de *ul(a. dos res(onsáveis indiretos. afastar ou foi a a sua v)ti+a res(onsabilidade.ue te+ HD anos de idade. ao inv's de *ha+ar de (resunção absoluta de *ul(a. . /á . olha eu edu. ou *aso fortuito ou força +aior. restou *onsagrada. eu não tenho nenhu+a *onduta *ensurável0 gora. ou e8*lusiva+ente .na. se (rovar . ou não era o guardião no +o+ento do dano 5(oderia estar nu+a *ol3nia de f'rias60 " ideal seria. (ortanto.ue ele *ausou so (ode dano.uando o C-d0 de Menores revoga o art0 H0RJD. ele fre. o C-d0 de % 2a#&/a. eu não (osso fi*ar J> horas (or dia *olado no +eu filho . não era o res(onsável (elos atos do filho ou do (u(ilo0 %ntão. (or si s-. e essas hi(-teses do art0 H0RJH.!0+o m %am !# 2osterior+ente.ui. . +en*ionados no art0 H0RJH. (or'+. .Tentou as +elhores es*olas suissas. na doutrina e na /uris(rud7n*ia. vo*7 saiu de u+a *ul(a (rovada do res(onsável indireto (ara u+a inversão do 3nus da (rova *o+ p% ". não foi o o filho filho. se vo*7 entender . não te+ efeito re(ristinat-rio e a (resunção de *ul(a. estendida ao (atrão e aos donos de hot'is ou hos(edarias0 %ntão. ve/a+ o seguinte. seria de a res(onsabilidade0 *onsagração da res(onsabilidade ob/etiva dos (ais ou tutores0 2or'+.

.uelas vai se *ir*unstBn*ias e8i+ir da sua elegeu be+ e+(regado.uela *ontrov'rsia do art0 HHP.ue não na. isto '. *o+ a edição da s4+0 D>H.uer dizer (atrão afir+ar . %C : “Art.ue não na realidade. e+ relação aos atos danosos dos seus e+(regados. o /uiz (ode res(onsabilizar o adoles*ente0 HJ e +enor de H? anos0 doles*ente (ara o %C ' o +aior de 25 .ui e va+os ter+inar o art0 H0RJH0 rt0 H0RJH.ue a *ul(a não foi do e+(regado. do *onsagrava9se (elos danos no art0 de H0RJH. CC &C S. vai tentar (rovar . ele ' r'u na ação de res(onsabilidade *ivil0 &e+ ta+b'+ a. e *o+o está no CC !"<"0 Ho/e.2osterior+ente. o +aior de HP anos ' i+(utável *ivil+ente0 Se ' *ivil+ente i+(utável.m se tratando a de ato infracional o com refle$os ue do patrimoniais& a autoridade poderá determinar& se for o caso& adolescente restitua coisa& promova ressarcimento dano& ou& por outra forma& compense o pre(uízo da vítima. 1 N res(onsabilidade indireta dos (ais (elos danos *ausados (elos filhos0 <a+os ver *o+o ' ho/e.ue o dano o*orreu nu+ final de se+ana e+ . ou . art0 H0RJH. *ul(a.” Se houver ato infra*ional 5*ri+e e+ tese6. o !!#. res(onsabilidade0 So+ente se e8i+e da sua res(onsabilidade. e+ ter+os de res(onsabilidade e8tra9 *ontratual. ob/etiva. 1 C CS D"R D1R%&" → F1SH" M%!"R R%S2"!S\<%S 1!D1R%&" → 2 1S 2elo art0 HRP. S&F: Z@ (resu+ida a *ul(a do (atrão ou *o+itente. e+bora redigida de +aneira a (are*er u+ (resunção relativa de res(onsabilidade do (atrão. se afastar o ne8o de *ausalidade. (elo ato *ul(oso do e+(regado[. 111.ue ele . (or (elos res(onsabilidade inde(endente+ente absoluta adianta o o (atrão. (resunção .ue não há e8er*)*io da relação de trabalho0 <a+os dar u+a (arada (or a. (rati*ados e+(regados. (or o*asião ou e8er*)*io do trabalho0 1sto . fora do *ontrato 5de*orre da lei6.

26 .ue s.ue te+ . /á o %C ser res(onsabilizado &C S fala e+ i+(utabilidade diz . *o+o te+ base *onstitu*ional. o /uiz do *)vel não te+ *o+(et7n*ia (ara a(li*ar (enalidades (revistas no %statuto.Há .ue (rati*ou a açãoGo+issão danosa 5*ausador direto6 for +enor de HP anos e vo*7 não a*eitar o art0 HHP. a) o filho +aior de HJ anos (oderá ta+b'+ res(onsabilidade do +aior de HP anos60 2ara .T7n*ia disso no *a+(o da res(onsabilidade *ivil.ueles (ro*edi+entos do Lu)zo Da 1nfBn*ia % Luventude0 " /uiz *)vel não teria *o+(et7n*ia (ara reduzir a i+(utabilidade *ivil (ara HJ anos0 gora.ue ser a#o &!9%ac&o!a2 . do %C . .ue não bai8ou te+ dois argu+entos: H o N o %C . s(ode a/uizá9la e+ fa*e dos (ais0 "bs0: " (rof0 "rlando Go+es entende .ue ' i+(utável *ivil+ente e não haverá res(onsabilidade dos (ais0 @ m&!o%&#3%&a.ue se+(re o direto haverá *ausador não for solidariedade0 direto solidariedade . lá na.ad+ite a a(li*ação do art0 HHP.ue ' a (artir dos HJ anos0 !ote 5no CC &C S sse a*eita . os (ais substitue+ o *ausador direto 5filho60 Se o filho for +aior de HP anos.ue se o *ausador do dano for +aior de HP anos. vo*7 não (ode a/uizar a ação e+ fa*e dele. não (ode vir a (re/udi*ar a *riança ou adoles*ente. os (ais terão res(onsabilidade solidária /unta+ente *o+ os filhos0 %ntão este artigo H0RJH não está +uito *erto e+ seu caput& e ne+ o (4 do art0 for H0RH?. se houver a*ordo entre v)ti+a e adoles*ente *ausador. Mas. então a a(li*ação do %C in*onstitu*ional0 no *a+(o *)vel seria CF diz *lara+ente. então não adianta vo*7 /ogar u+a regra de res(onsabilidade *ivil no /u)zo . ela deter+ina a *riação de u+ %statuto (rotetor dos direitos da *riança e do adoles*enteI J o N ' in*o+(et7n*ia.ue+ entenda .e8iste no %C 0 2aulo S4*io !ogueira s.uele . Se ele for +enor de HP anos.ue+ defende . se a.ue o CC a (artir dos HP anos. so+ente ele res(onderá.os (ais (oderão res(onder0 %sta res(onsabilidade dos (ais ' u+a RESPONSABILIDADE SUBSTITUTA.uando i+(utável *ivil+ente0 *ausador i+(utável *ivil+ente. do %C . s.ual ' a *onse. (or. s(or.ue haverá eles Se fala+ o .ue esse adoles*ente (ossa ser r'u nu+a ação de res(onsabilidade *ivil0 <e/a .

os (ais se e8i+e+ da res(onsabilidade se (rovare+ . *o+ base no ris*o da (aternidade ou +aternidade.%5-&co 5esta ' sua natureza /ur)di*a6.ue a res(onsabilidade dos (ais o*orre *o+ PRESUN'(O ABSOLUTA DE CULPA. agira+ *o+ dilig7n*ia. não ' u+ direito sub/etivo.ue no +undo de ho/e não ' (oss)vel a vigilBn*ia durante todo o te+(o e+ relação ao adoles*ente e.ue estes res(onsáveis indiretos (ossa+ ser res(onsabilizados ' (re*iso ter: • • 2\&R1" 2"D%R C"M2 !H1 N D%<%R D% GC RD Deve e8istir (átrio (oder e *o+(anhia 5dever de guarda6 no +o+ento do dano0 " fato de e8istir distBn*ia entre os (ais e filhos não elide esse dever de guarda0 " . o /uiz (ode de*idir fi. ou se/a.% . o (ai te+ dever de guarda. lei P0RHR60 " (rof0 Cavalieri dos *ontinua (ais ' a*hando +era+ente . vigilBn*ia. entende+ .ue elide o dever de guarda ' se os (ais delega+ a guarda dos filhos a u+ guardião res(onsável.ue *o+ os av-s 5art0 HD. . (resunção dos (ais ' +era+ente relativa. edu*ação e res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a0 " (ai age no (átrio (oder não na satisfação de seu (r-(rio interesse. (ortanto. *olo*ação e+ fa+)lia substituta ta+b'+ ' delegação de guarda. *o+o lvindo Si+a. in*lusive finan*eira+ente0 %8e+(lo: o filho (assa f'rias *o+ os av-s. (resunção absoluta de res(onsabilidade (ortanto.uelas *ir*unstBn*ias. logo esta res(onsabilidade dos (ais ' OBJETIVA. na. +as si+ na satisfação de seus filhos0 27 .!-s vi+os ta+b'+ na 4lti+a aula o *ha+ado res(onsável direto 5filhos6 e os *ha+ados res(onsáveis indiretos 5(ais60 2ara .ue a guarda res(onsabilidade RELATIVA0 res(onsabilidade deles seria sub/etiva0 2ara o (rof0 Cavalieri. nu+a eventual se(aração /udi*ial. de a .ue. (ode+ ser e8onerados da res(onsabilidade0 "utros autores.ue a (resunção %ntão. vai (ara u+a *ol3nia. 2átrio (oder ' u+ po./ % 8.

.uando o filho não te+ a *arteira.uando e+(resta auto+-vel. os (ais *ontinua+ a res(onder (elos danos *ausados (elo filho .uando o filho *onduz ve)*ulo0 2osição +inoritária0 WWW 2ergunta de aluno: Se o devedor não te+ (atri+3nio (ara (agar a d)vida. nesse *aso. e .uele (átrio .ue *onduz ve)*ulo. *o+o a (risão do devedor de ali+entos . " . " (rof0 Cavalieri entende . e subtrai de noite a *have do ve)*ulo0 "bs0: Auando ou o (ai e+(resta u+ a+igo 28 seu auto+-vel seu (ara u+ filho e o habilitado.WWW2ergunta de aluno: na sus(ensão do (átrio (oder (ersiste res(onsabilidade atenção . os (ais não t7+ dever de vigilBn*ia.ue ele a*ha .ue (agava (ela d)vida.ue *ivil indireta do da. +as há e8*eç:es *onstitu*ionais.ue eles não tenha+ +ais (átrio (oder.ser *ab)vel (elos tr7s 4lti+os +eses0 2ara a *orrente +a/oritária.ue a (resunção de *ul(a.ue teve o (átrio a (oder a sus(enso.ue se o (r-(rio %stado *onfere a *arteira de habilitação ao adoles*ente (ara *onduzir auto+-vel. ou se/a.ue dever de vigilBn*ia ' esse. . .ue ' res(onsabilidade sub/etiva. Lá foi res(ondida na 4lti+a aula0 So+ente se *ha+a a na (erda (oder não subsiste res(onsabilidade0 Dis*ute9se se u+ adoles*ente de H? anos.ue o S&L entende s. . +es+o . vigora esse art0 HRH?. *o+ o atingi+ento da +aioridade ou (ela e+an*i(ação0 " Cavalieri entende . de(ois veio a lei poepelia papiria e o (atri+3nio (assou a res(onder (elas d)vidas0 Ho/e. res(onde sozinho. de*orre do dever de vigilBn*ia. os (ais serão res(onsáveis ta+b'+. .ue ele tenha *arteira de habilitação0 t' . antes o *or(o do devedor ' .uando age *o+ *ul(a e atinge algu'+ na *ondução de seu ve)*ulo ou se.ue o*orre. se o (r-(rio %stado *onfere habilitação (ara dirigir0 <o*7 teria dever de vigilBn*ia . 2elo art0 H0RH?.ue *ausar0 1sso ve+ do direito ro+ano 5 le$ poepelia papiria6. CC &C S o devedor res(onde *o+ seu (atri+3nio (elos danos . devida+ente habilitado (ara dirigir.

e esta (resunção de *ul(a ' u+a (resunção absoluta de *ul(a0 %ntão. do CC0 " S&L *hega a falar . vo*7 não (ode ser res(onsabilizado ob/etiva+ente. do (rof0 S)lvio Rodrigues *o+ base no CC fran*7s de H?O> 5C-digo de !a(oleão6. e (or analogia *o+ o CCB.ue essa (essoa *ausa. vo*7 e+(restou o *arro (ara algu'+ habilitado. o C-digo Civil Fran*7s diz . J (arte. +as ta+b'+ (elo dano *ausado (elas *oisas (erigosas . caput. (revista no art0 H0RH?.ue *onduziu o auto+-vel tinha habilitação (ara dirigir. i+(er)*ia e (rovo*a u+ a*idente0 " (rof0 Cavalieri entende .ue vo*7 foi (rati*ou u+ ato il)*ito.3 &2&c&#. ' evidente . inde(endente+ente de *ul(a.ue vo*7 foi i+(rudente.ue diz .ue se fala o48 #&/am !# : Si+(les. 1 . isso ' analogia interna*ional 5na (r-8i+a aula vou falar de analogia interna*ional no *aso do lou*o6. e o dono do *arro não tendo dever de guarda e vigilBn*ia não (ode ser res(onsabilizado ob/etiva+ente.uele +o+ento. vo*7 dizer .o (ai ou algu+a e+(restar o seu *arro (ara algu'+ habilitado. na esteira da o(inião. onde a lei não deter+ina0 Res(onsabilidade ob/etiva ' e8*e(*ional. (or. (ois se a (essoa . neglig7n*ia. houve dele da guarda do auto+-vel. arts0 H0RJE e H0RJ? .ue a res(onsabilidade *ivil al*ança as (essoas.ue haverá res(onsabilidade sub/etiva do *ondutor do ve)*ulo aliada a res(onsabilidade (erigosa do ob/etiva. (oten*ial+ente solidariedade (ro(rietário.ue as (essoas são res(onsáveis (elos 29 . olhe o ra*io*)nio.ue há u+a (resunção de *ul(a do dono do ve)*ulo. a (elo (elo ris*o dono da do *oisa ve)*ulo. ela ' restrita Ks hi(-teses legais0 " S&L. não so+ente (elo dano .ue lhe (erten*e+.ue houve u+a neglig7n*ia 5deslei8o6 ao e+(restar0 " Cavalieri fala ' o seguinte. dentre outros. no entanto.ue não há res(onsabilidade do dono do ve)*ulo. ' evidente .ue houve u+ *ontrato de *o+odato0 N+o . se/a o a+igo0 %u não estou falando da hi(-tese de vo*7 e+(restar o seu *arro (ara algu'+ não habilitado. (elo ato il)*ito do *ondutor do ve)*ulo0 2or . o *arro (ara algu'+. art0 H0D?>. não (rati*ou ato il)*ito nenhu+0 % +ais. vo*7 transferiu a (osse e a guarda na.ue vo*7 mp% "#o.*ondutor do ve)*ulo age *o+ i+(rud7n*ia. a) ' evidente .

vo*7 ' guardião de u+a *oisa (oten*ial+ente (erigosa.ue *ausa+ ou (elas *oisas (erigosas de . a res(onsabilidade deste ' sub/etiva e de . (ara o S&L há (resunção de *ul(a (ara .ue são donas e . isso se *ha+a res(onsabilidade *ivil (elo fato da *oisa (oten*ial+ente (erigosa0 %ntão. então.ue *ausa+ (re/u)zo a algu'+. olhe o ra*io*)nio. ne+ ele e ne+ o dono do *arro res(onde+ (or nada0 WWW2ergunta de aluno: Se os (ais fore+ se(arados e u+ deles (aga a re(aração do dano. e seria res(ondida de(ois0 Mas. se o art0 H0RH? diz . <e/a o art0 H0RJ>. e se houve ato il)*ito do *ondutor do auto+-vel.ue+ e+(restou o *arro. CC &C S: 5essa (ergunta foi feita no +eio da aula.ue+ e+(restou ' ob/etiva0 tenção. o (rof0 não res(ondeu6 30 .danos .ue “os bens do responsável pela ofensa ou violaç%o do direito de outrem ficam su(eitos 7 reparaç%o do dano causado3 e& se tiver mais de um autor a ofensa& todos responder%o solidariamente pela reparaç%o” . ele te+ ação regressiva *ontra o outro. se não houve ato il)*ito do *ondutor.

a *ha+ada res(onsabilidade direta da.uele .ue o *onte*e no *aso do filho se ele for +aior de HP anos ' (lena+ente i+(utável no *a+(o *)vel.ue no in)*io.ue realiza tiver efetiva+ente danoso. . e a *ha+ada res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a da.ue e+ relação ao e+(regado haverá culpa in eli*endo.uele a . te+ ou (or se/a.ue essa res(onsabilidade indireta ' o assunto *G* (referido do e8a+inador. (or. (4 art0 H0RJH. ' o *a(az de res(onder (elo dano0 Subsidiaria+ente.ue realiza o ato danoso. a intenção do legislador foi basear essa res(onsabilidade indireta dos (ais e+ culpa in educando e in vi*ilando 0 <o*7s vão ver . (or'+. se vo*7 a*eitar o art0 HHP do %C . se o res(onsável direto for i+(utável.uele .ue não realiza direta+ente a ação ou o+issão danosa.02 !-s esta+os vendo a res(onsabilidade *ivil e+ relação ao agente.ue no CC está no art0 H0RH?. res(onsabilidade i+(utável.04. se esse res(onsável direto não tiver dis*erni+ento e for ini+(utável0 !-s vi+os .3a AULA 7 DIA 04. res(onsável direto dis*erni+ento (ara ser res(onsabilizado. ou se/a. essa res(onsabilização (r-(ria /á bai8ará (ara HJ anos0 31 .uando esses (ais t7+ (átrio (oder e dever de guarda no +o+ento do dano0 <i+os . (or ter u+ ou v)n*ulo *o+ o *ausador *o+ o direto *ausador res(onde direto0 solidaria+ente subsidiaria+ente Solidaria+ente. base for a. in*isos 1 a <0 !-s estáva+os vendo ou o in*iso 1 . ou então. .ue (rovar a *ul(a do res(onsável direto0 +aior de HP anos. a v)ti+a te+ . se houver u+ *ri+e e+ tese (rati*ado (or u+ adoles*ente.ue ' a *ha+ada danos res(onsabilidade indireta *o+(le8a dos (ais (elos *ausados (elos filhos. e+ relação ao lou*o ' culpa in custodiando0 %ssa sub/etiva0 res(onsabilidade o se ato o % direta. essa res(onsabilidade será sub/etiva *o+ *ul(a (rovada.

(or. o .ue foi revogado (elo C-d0 de Menores. +es+o se os (ais teria+ .ue não teve *ul(a in vi*ilando ou in educando 0 %ssa *orrente da (resunção relativa de *ul(a ' a *orrente vitoriosa no S&L0 doutrina diz .uando há u+a (resunção de res(onsabilidade.uando se falar e+ (resunção de *ul(a. (rovar . vo*7 não 32 . essa (resunção e+ direito ou ' relativa .ue no +undo de ho/e não ' (oss)vel o (ai vigiar o filho J> horas (or dia0 %ntão. nor+al+ente.uelas *ir*unstBn*ias.. (ara se e8i+ir do dever de indenizar.ue sobre o art0 H0RJD . des(rezando esse art0 H0RJD . (ara e8i+ir9se da res(onsabilidade. não ' (resunção de *ul(a ' (resunção de res(onsabilidade. a v)ti+a vai fi*ar irressar*ida.ue os ro+anos *ha+ava+ de iuris tantum.ue não *abe ao res(onsável indireto.uele *aso res(onder0 <i+os a dis*ussão da guarda e habilitado.ue não tivera+ *ul(a na. ou ' u+a (resunção absoluta N iure et (resunção de *ul(a ' absoluta N iure et de iure 0 Se+brando se+(re . . a res(onsabilidade ' ob/etiva0 &odas as vezes . !a realidade. o res(onsável indireto (ode. não *abe (rova e+ *ontrário0 "ra a (resunção de *ul(a.ue a res(onsabilidade indireta dos (ais.ue o filho (rovo*ou o dano e no +es+o +o+ento 5(ara a *orrente +a/oritária no S&L6 surge a (resunção de *ul(a dos (ais. a v)ti+a (rova . essa (resunção leva u+a vantage+ (ara a v)ti+a.!0+o % "po!"a4&2&-a.ue se dis*ute ' se essa (resunção ' relativa ou absoluta0 &oda de iure0 Se há u+a (resunção relativa de *ul(a.ue houver (resunção absoluta de *ul(a.ue a (resunção ' absoluta.ue vo*7s deve+ des(rezar de +aneira absoluta. isso não ' (resunção de *ul(a. (or.uanto aos seus efeitos ou funda+entos /ur)di*os. na realidade. (or. assi+ .ue não agiu *o+ *ul(a. *o+ isso se os (ais (rovare+ . (or.ue nor+al+ente o filho relativa+ente in*a(az não te+ (atri+3nio (ara (agar a indenização0 Aual ' a outra (osição 5. /á e8iste *ul(a (resu+ida.ue eu defendo6. isso ' u+a p% ".ue ela não (re*isa (rovar a *ul(a dos (ais.<i+os alguns as(e*tos a. *o+(anhia0 Dis*uti+os do filho. tentar (rovar .ue . (or.

ue basta o dano e o ne8o de *ausalidade0 ca. a res(onsabilidade ob/etiva: “Art.ue -o" pa&" .ue não agira+ *o+ *ul(a 5(elo +enos nos *asos vistos at' agora60 "utro as(e*to i+(ortante ' o (roble+a da e+an*i(ação0 %M !C12 #U" 33 .ue +udar de (osi*iona+ento. *o+o vão res(onder 5solidaria+ente. so*ial+ente ao +eu ver. no seu art0 =DD adotou. subsidiaria+ente ou direta+ente6 ' . 933. *onfusão (ois *o+ de a res(onsabilidade res(onsabilidade solidária os *o+ (ais (resunção de *ul(a0 aluna disse .está +ais no *a+(o da res(onsabilidade sub/etiva.9 "a . As pessoas indicadas nos incisos I a V do artigo antecedente 5atual art0 H0RJH6. a (artir de /aneiro de JOOD. A <!&ca . vo*7 está no *a+(o da res(onsabilidade ob/etiva e .ue solidária (oderia+ ou res(onder sozinhos ou *on/unta+ente *o+ os filhos0 *onfusão ' . ou se/a. %ntão. não te+ +ais dis*ussão o S&L vai ter .ue ela não (er*ebeu ."a2&-a. CC !"<"6.ue ter .uele +o+ento não guarda do filho.ue s. ou não tinha+ o (átrio (oder.ue não foi o filho .ue entra a res(onsabilidade solidária0 " CC NOVO= nos *asos de % "po!"a4&2&-a&!-&% #a do art0 H0RJH atual 5art0 =DJ.de(ois de aferida a *ul(a ' .ue não haveria (or.. ainda que não haja culpa de sua parte.ue os res(onsáveis indiretos (ossa+ tentar (rovar .ue *o+eteu o ato danoso0 %ssa *orrente. ou alega+ . responderão pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos. e+ ter+os de funda+entos da res(onsabilidade *ivil dos res(onsáveis indiretos. não vai (oder +ais a*eitar . a9a"#a% o ! 1o tinha+ a at' dizendo na. (rotege +uito +ais a v)ti+a0 WWWHouve afastar a u+a *ul(a. in*isos 1 a <.ue os (ais vão res(onder.

(rovo*a dano a outre+ essa e+an*i(ação não te+ efi*á*ia e+ relação a v)ti+a.ue não havendo +ais (átrio S(oder . C S M%!&".uando o +enor atinge os H? anos.ue este (ossa re*eber u+a herança gravada *o+ *láusula de inalienabilidade at' . ouvido o tutor e o (u(ilo e nu+ (ro*edi+ento de e+an*i(ação (rofere u+a sentença de e+an*i(ação0 %M !C12 #U" S%G S N .ue os (ais não vo*7 (oderia+ fala e+ ser ti(os +ais de res(onsabilizados0 .ue atin/a a +aioridade0 Mes+o .uer e+an*i(ar o filho (ara .Auando o filho. as vezes o (ai . feita (elos (ais (or es*ritura (4bli*a0 @ u+ direito (otestativo dos (ais0 @ nessa e+an*i(ação . se u+a (essoa está e+an*i(ada. Da &CRM JD0OP0=?0 Auais são os ti(os de e+an*i(ação.uando e+an*i(ação. +aior de H? anos tiver sido e+an*i(ado voluntaria+ente (elos (ais e antes de atingir os JH anos.ue e+an*i(a+ algu'+ legal+ente. lá do art0 =o. o nor+al seria . %M2R%G" 2^BS1C" %&C0 34 . tratando9se de e+an*i(ação *onven*ional0 S&L N R%S2 HJJ0RED. (ersistindo a res(onsabilidade indireta dos (ais.ual u+a (essoa relativa+ente in*a(az al*ança a +aioridade *ivil0 %ntão.ue eles não vão ser e8onerados.uais os fatos . vo*7 te+: %M !C12 #U" C"!<%!C1"! S N . %+an*i(ação ' u+ ato ou fato rt0 = o 0 (elo .ue os (ais faze+ .ue a e+an*i(ação *onven*ional ' nula. não e8i+e os (ais da res(onsabilidade0 %M !C12 #U" LCD1C1 S N +enino ' o (u(ilo de H? anos. se os filhos *ausare+ u+ dano at' os JH anos0 Doutrina e /uris(rud7n*ia +a/oritárias0 !ão (re*isa (rovar . C"S #U" D% GR C. ] Ho e in*isos.ue se/a dentro da legalidade.

pelos pupilos e curatelados.% @a 8.%&-&cam !# e+ fa+)lia (roteger. ad+inistrar o (atri+3nio For+a+.%8i+e os (ais da res(onsabilidade0 !essas o /uiz dá u+a sentença ou o*orre u+ fato . 1. edu*ar. *olo*ação 35 . que se acharem nas mesmas condi"#es$ @ a res(onsabilidade indireta do tutor e do *urador e+ relação ao (u(ilo ou *uratelado0 !o CC !"<" en*ontra9se no art0 =DJ.uando os (ais fale*e+ ou de*ae+ do (átrio (oder0 Na#.ue gera a e+an*i(ação dos filhos.ue o tutor te+ sob a (essoa e os bens do (u(ilo0 @ u+ +4nus (4bli*o0 F.>21= II “II ! o tutor e o curador.#o%? do (u(ilo0 T.!0+o -o #.p&2o tutela 9o%mam ' u+ .%5-&ca? ' u+ (oder9dever . 110 &C&%S R%S2"!S\<%S D1R%&" N 2C21S" % CCR &%S D" Co!c &#o? 2u(ilo ' o +enor (osto sob tutela. nada te+ a ver *o+ a vontade dos (ais0 A%#.#o% 9a2a!-o: substituta0 R%S2"!S\<%S 1!D1R%&" N &C&"R o p. .ma +odo 9am52&a= de 8.

a!-o . o !+o -. 2a" c&%c. e+bora a lei fale e+ solidariedade 5art0 H0RH?. p. B.ue não foi o (u(ilo .co.ue e . o tutor deve ele ser está tratado +ais benevol7n*ia os (or. +es+a linha do o p.ue e8er*endo u+ +4nus (4bli*o0 %ntão.2 = po.m&-a iuris tantum o.ue (rati*ou o ato danosoI ou delegou a guarda a (essoa id3nea 5e80: *ol'gio60 R "po"#a: 2redo+ina .p&2o poAuando " % % "po!"a4&2&@a-o: @ a +ais de HP anos ele ' +enor0 tiver (lena+ente i+(utável0 2ara .= o.#a c.A.ue ' há u+a (resunção relativa de *ul(a.o. iure et -a%3 a c. c.2pa . *o+o vi+os./ " % com c.!0+o a4"o2. vo*7 está e8er*endo u+ +4nus (4bli*o.ue e8er*e u+ +4nus (4bli*o0 Impo%#a!# ? % "po!"a4&2&-a(elo +es+o art0 do CC NOVO. nos atos infra*ionais 5*ri+e e+ tese60 Se esse (u(ilo for ini+(utável.#o% .ue não teve *ul(a in educando ou in vi*ilando e+ relação 36 . ou se/a."a2&-a.2pa (elo dano *ausado (elo (u(ilo.ue+ a*ha a(li*ável o art0 HHP do %C . (46 não vai haver solidariedade0 Co+o a res(onsabilidade direta ' sub/etiva. ca.2pa p% ". a -o #.!-o !o m31&mo p%o/a% B. o48 #&/a= *o+ p% ".ue (ais.% p%o/a% B. !+o /a& po. " 8a= ao #. *o+ +uito +ais +otivo ta+b'+ será (ara o tutor .o.ue o tutor te+ *ul(a (resu+ida e ' u+a p% ".#o% " !aB.a!c p%o/a% B. se (ara a res(onsabilidade indireta dos (ais (redo+ina . o (u(ilo não vai res(onder0 "lhe a infeli*idade.!0+o *o+ m %am !# % 2a#&/a= .p&2o .!"#C!c&a" /&D&o./ de iure: O. co!/ !& !# m !# !+o . (rovando .ue não ' teu e ainda te+ res(onsabilidade indireta ou *o+(le8a (elo fato do (u(ilo0 E""a % "po!"a4&2&-a&!-&% #a . ta+b'+ ' i+(utável o adoles*ente +aior de HJ anos.: W %8*lusão do ne8o de *ausalidade: (rova . (resunção de res(onsabilidade e a) ele não afasta o seu dever de indenizar. ' *ul(a (rovada e esta de(ende de i+(utabilidade./ ! 1o - a""&m !+o % "po!. ou se/a. está *riando u+ filho .

res(onsabilidade direta (ressu(:e a *ul(a (rovada. de(ois da sentença de interdição0 gora. CC vo*7s vão ver . a c. a *ul(a a+(la 5dolo e *ul(a estrita6 e a o*orr7n*ia do dano0 "ra.' assi+ *onsiderado.ue ' a *uratela do (r-digo0 " (r-digo ' a. no siste+a do CC.%a# 2a pa%a o ma&o% % 2a#&/am !# &!capa@ . 5lou*o6 ha/a . este (ressu(:e violação do dever /ur)di*o (ree8istente.ue (rovar a *ul(a da.a2 a -&9 % !0a !#% #. fora do *aso do (r-digo. o . lendo o art0 HR=.ue .ue dissi(a.# 2a ' u+ +odo de *olo*ação e+ fa+)lia substituta e al*ança c.ue realizou a ação ou o+issão.ue vista tratar9se u+ dano.ue se v7 nos tribunais. s. a v)ti+a te+ .ao (u(ilo.ueles *ha+ados de am !#a&"= ou se/a. !or+al+ente.# 2a c.ue a #.%a# 2a nor+al+ente vai al*ançar ma&o% " m !o% "= a &!capa@ ". ou se/a.uele .. o +ais i+(ortante ' o ele+ento sub/etivo da *ha+ada i+(utabilidade. e estare+os no *a+(o da res(onsabilidade sub/etiva 5funda+ento60 res(onsabilidade sub/etiva (ressu(:e ato il)*ito.ue age *o+ *ul(a deveria (rever as *onse.uele . o agente . esses +aiores in*a(azes são a. (or'+ (ode afastar a res(onsabilidade (rovando a aus7n*ia de ne8o de *ausalidade0 CCR &%S : R%S2"!S\<%S D1R%&" N CCR &%S D" R%S2"!S\<%S 1!D1R%&" N CCR D"R A.uando o 37 .%a# 2a: *uratela ta+b'+ ' u+ +4nus (4bli*o. (ara o nosso assunto.ue a *onduta *ensurável do agente há de *ontar *o+ (revisão ou (revisibilidade. os doentes +entais graves . (ara . a sua fazenda0 " (r-digo s.ue ha/a *ul(a ' (re*iso OJ ele+entos: o ele+ento ob/etivo e o ele+ento sub/etivo0 %le+ento sub/etivo ' . i+oderada+ente. onde está a solidariedade na *uratela. ou se/a. de +aior absoluta+ente ou não0 in*a(az lou*o *ausa interditado %sse res(onde. e+ +enor n4+ero.ue são (ortadores de in*a(a*idade absoluta 5art0 R o60 2ode o*orrer. *o+ seu (atri+3nio.u7n*ias da sua *onduta 5ou ele (rev7 ou deveria ter (revisto60 gora.

co -o não B.ue deveria t79lo interditado e não o fez. CC= o2.6 +ental.m %+ e+ mo!"#%o "&"# ma (rin*)(io aca4a a# a!-o 9oDo ! 2 = % "po!.ue salvo não interditado. sovi'ti*o. *o+ (or base na analogia *o+ seu interna*ional 5CC (eruano. a) ele age *o+ *ul(a e (ode ser res(onsabilizado0 O 2o. *o+o e8er*e u+ +4nus (4bli*o. res(onderá (elos atos danosos do a+ental.T7n*ias da sua *onduta0 "ra.ua.a B. *orrente p% ". res(onsabilidade *ir*unstBn*ias vigiou *onveniente+ente o a+ental0 @ *laro . (ara res(onsabilizar algu'+.uer dizer &mp. res(onsabilidade do *urador ' indireta e. +aturidade (ara *o+(reender as *onse. .ue do na.ue ter +aturidade e higidez 5.ue res(onsabilidade. ⇒ E " Ha6 o 2o.%a# 2a: v)ti+a fi*a irressar*ida. I33J.ue+ 2 = # !-o pa#%&mG!&o= !o ca.#a /o2. da indenização signifi*ar .ue ' ac. o entendi+ento ..a popa%a o " . *o+o seria ob/etiva (elo ris*o da (aternidade0 O CC NOVO -&@ B. a % "po!"a4&2&-a-o c.uele . ou se/a.% vou e8(li*ar60 (elo res(onde 5de(ois .Tidade. *o+ base no art0 HR=.2pa -o c.uelas te+ (ara . a.ue há u+a (rovar. .#a4&2&-a.%a-o% . o agente te+ .ue *urador (resunção absoluta de *ul(a (elo ris*o da *uratela."a-o: a o lei fale *urador0 Mes+o a+ental solidariedade. /á .art0 fala e+ Eco!-.!#3%&aF ele .ue (er+ite a res(onsabilização de algu'+0 %ntão. este te+ .ue (oderá .ue (redo+ina ' . (elos o &C S0 guiar Dias 5*onsiderado +elhor autor de res(onsabilidade a+ental . i+(utabilidade ' o *on/unto de *ondiç:es (essoais . res(onde danos *ausa se o o48 #&/am !# . não (rati*a ato il)*ito e não (ode ser res(onsabilizado ob/etiva+ente0 2ara Bevilá*. o48 #&/a Ha%#.!0+o % 2a#&/a afastar sustenta a sua a c. CC Ja6 2ara *ivil6.co !+o "#&/ % po"#o "o4 c.%a-o% .ue ter dis*erni+ento.ue há a . (atri+3nio. fili(ino6. na +es+o esteira do tutor. *o+o seria ob/etiva (elo ris*o da tutela. (aga+ento 38 e.ue o lou*o não age *o+ *ul(a. ca%%o p 2o -a!o . (ortugu7s.

uela . (4.ue *ausar. a v)ti+a fi*aria se+ indenização0 Lá na o(inião de guiar Dias. assi+ a v)ti+a teria a sua re(aração0 O NOVO CC ADOTA A CORRENTE DE AKUIAR DIAS? " CC !"<". o lou*o não res(onde e +ãe seria res(onsabilizada.ue não leva e+ *onta as *ondiç:es (essoais do su/eito. e a+anhã a +ãe (rova . o lou*o res(onderia ob/etiva+ente (or e. ele res(onde o48 #&/am !# . art0 =J?. diz . no siste+a brasileiro.ue no seu (r-(rio sustento e de sua fa+)lia. a irressar*ida. não (odia ser res(onsabilizado ningu'+0 " lou*o te+ res(onsabilidade sub/etiva0 guiar Dias sustenta .ue o lou*o tenha (atri+3nio e a +ãe não0 !a o(inião de Bevilá*. *urador res(onsabilizado0 <a+os su(or u+ lou*o +uito ri*o .desfal. se as (essoas (or ele res(onsáveis não tivere+ obrigação de faz79lo ou não dis(usere+ de +eios sufi*ientes0 Lá o (4.ue se não fosse res(onsabilidade ob/etiva. v)ti+a fi*aria ela sleva e+ (ois *onta não o te+ dano e o ne8o (ara de ser *ausalidade0 <e/a .ue ele não (re*isava ser interditado0 <a+os su(or .ue o lou*o.ue arrebentou o vidro do seu *arro.ue o lou*o não res(onde sub/etiva+ente. s*ensão fez u+a (alestra na %M%RL e disse ou ' o *urador o res(onsável ou não ' .ua.Tidade.ue a indenização não terá lugar se (rivar do ne*essário o in*a(az ou as (essoas . Res(onsabilidade ob/etiva ' a.ue o in*a(az res(onde (elos (re/u)zos .ue assiste esse lou*o deu u+ laudo dizendo . in*lusive i+(utabilidade. não interditado. do +es+o art0. afetando a sua subsist7n*ia0 " (rof0 "liveira de +aneira nenhu+a.ue dele de(ende+0 WWW 1sso ' *-(ia do CC 2ortugu7s de H=PP0 39 .ue o (r-(rio +'di*o . ou se/a. *onsagra a o(inião de Los' de guiar Dias dizendo .

res(onsabilidade ob/etiva não *abe ao (atrão tentar (rovar .ue ti(o de res(onsabilidade deflui. eli*endo& in Se há u+a de absoluta res(onsabilidade. por ocasião dele (art. 1.ue ' (resu+ida a *ul(a do (atrão ou *o+itente (elo ato *ul(oso do e+(regado ou (re(osto0 %ntão. amo ou comitente. M" "C C"M1&%!&%0 .ue.ue ele elegeu be+ o e+(regado.>21= III rt0 =JD. a s4+0 D>H.! %a-a o.ue essa res(onsabilidade do (atrão ou *o+itente. po% co!#a (re(osto B. (atrão ou *o+itente. a -o. . ao +enos. servi"ais e prepostos.#% m= a#&/&-a40 "o4 a -&% 0+o - % m. serviçal ou (re(osto0 @ res(onsabilidade sub/etiva. % a2&@a .#%&!a ma8o%&#3%&a diz . . . no e%erc&cio do tra'alho que lhes competir.ma a#&/&-ao.ue no +o+ento do dano +antinha *o+ seu e+(regado. (elo ato *ul(oso do e+(regado.%5-&co: deve. 111. ' u+a % "po!"a4&2&-ao48 #&/a .ue deu ordens (erfeitas e . 2 p% "#a " %/&0o o. %ssa redação da s4+ula leva a (ensar .*++. (or esta s4+ula. .A%#. o (re(osto vin*ulação. ).ui.$ R%S2"!S\<%S D1R%&" N %M2R%G D".ue ' u+a +era (resunção relativa 5iuris tantum6 de *ul(a0 Mas. S&F diz . e+ H de(ende de ato il)*ito0 lugar. do (atrão ou *o+itente. (ortanto. ou *o+(rovar *o+itente0 a v)ti+a do ato do ou se/a. CC !"<"0 “III ! o patrão. por seus empregados. a v)ti+a. baseada e+ relação K e+(resa no ris*o e+(resarial e e+ relação Ks (essoas f)si*as ou naturais na (resunção absoluta de *ul(a in vi*ilando (resunção ou in instruendo de 5ordens isso ou ' instruç:es60 (resunção absoluta *ul(a. (40 o *redor da res(onsabilidade te+ . o lesado o solidariedade está no art0 H0RH?. Z(re(osto[ "&D!&9&ca aB. e8(ressão v)n*ulo de subordinação .ue vigiou *onveniente+ente o e+(regado0 O B. (rovar a *ul(a do e+(regado. S%R<1# 1S % 2R%2"S&"S R%S2"!S\<%S 1!D1R%&" N 2 &RU". res(onsabilidade do a+o. p% po"#o !o " !#&-o 8.

uele +o+ento.uando o e+(regado este/a realizando u+a função . esse v)n*ulo de (re(osto ' u+ v)n*ulo e+(regat)*io. no siste+a do CC res(onde (or atos il)*itos (rati*ados (elo (re(osto e no siste+a do CC !"<".%a-o. ' isto .ue vai /ustifi*ar a res(onsabilização do (atrão. #%a!"&#$%&a 9 &#a - a#o" &"o2a-o". a+o ou *o+itente0 " advogado da e+(reiteira diz . ' bastante a+(lo. na hora do al+oço0 fa+)lia a/u)za u+a ação e+ fa*e do (atrão. no e$ercício do trabal2o ue l2es competir& ou por ocasião dele. *o+ 41 .%a o.ue ele re*ebe ordens e instruç:es +inhas. (ois o *o+itente tanto e8er*)*io do trabalho ou tarefa . po- " % p %ma! !# = -. (ortanto. envolvendo o e+(regado0 %8e+(lo: u+ e+(regado de u+a e+(reiteira +ata o outro.ue não ' dele e at' a(arente+ente realizando u+a tarefa . lo*al segundo ou Cavalieri.ue hora não ' hora de trabalho0 Hora do al+oço. o e+(regado (ode estar realizando u+a tarefa . (ela legislação (reviden*iária. a. 2osso (edir a +eu a+igo (ara realizar u+a tarefa no +eu interesse. basta u+a si+(les relação de te+(o.ue e+ outros (a)ses0 "lhe o .ui. então.ue diz o in*iso 111: “. +as vo*7 (ode realizar atos (or a+izade0 !esse ti(o de res(onsabilidade.!+o= a#&/&-a- B. (or si+(les o*asião relação do dano in*idental. o legislador benefi*ia a v)ti+a +ais . de lo*al0 2ode o*orrer ainda o BCS" D% FC!#U". e+ razão dele.ue não lhe foi (er+itida. realizou u+a tarefa sob +inha orientação e no *urso dela ele *ausou dano a algu'+0 !or+al+ente.ue lhe *o+(etir ou.ui ' o (oder de direção.ue não ' a sua.. subordinado e a *have a. se durante essa tarefa e+ . faz (arte do horário de trabalho. eu tinha (oder de direção sobre ele.ue +es+o . gratuita+ente. (or o*asião desse trabalho ou dessa tarefa. assi+ +es+o há res(onsabilidade0 /uris(rud7n*ia te+ entendido . *o+o diz o CC !"<"0 Bastando te+(oral. *o+o diz Cavalieri. a+o ou *o+itente0 !a.. &C S no res(onsabilidade indireta do (atrão. *ronol-gi*a.

ue nu+ final de se+ana.ue não teve *ul(a0 WWW 2ergunta da +agistratura: fulano . " (atrão alegou . *ronol-gi*a ou lo*al *o+ essa atividade0 S. 111 diz . vo*7 não está obrigado a (edir a *arteira de trabalho dele. at' (ela teoria da a(ar7n*ia.não (ode afir+ar . ou então .ue a lei no art0 H0RJH. fato de Do e.ue *ausou o dano. *ul(a e8*lusiva do autor da ação de res(onsabilidade *ivil.ue houvesse na. e +ais o *arro ' da e+(resa e. ' a res(onsabilidade *ivil (elo fato da *oisa (oten*ial+ente (erigosa. (or e8e+(lo. o (atrão (oderá a(enas tentar (rovar a aus7n*ia de ne8o de *ausalidade0 2ode alegar.ue s. entende9se .ue o e+(regado entregasse o *arro na se8ta9feira. /á te+ a. o *arro era da e+(resa.ue usava o *arro da e+(resa (ara trabalhar. e+bora houvesse u+ abuso de 42 . ne+ estava e8er*itando trabalho.ue era u+ final de se+ana e . alegar .ue se algu'+ (er+ite . a v)ti+a do dano *ausado na. há u+a vin*ulação *o+ o trabalho. ele (egou o *arro da e+(resa (ara (assear *o+ a fa+)lia0 Matou tr7s (essoas no trBnsito0 /uizou9se a ação e+ fa*e do (atrão0 Aual ' a sentença.ue eles devia+ ter vigiado ou e8igido .uer dizer o dano foi *ausado e+ razão do trabalho0 2ara afastar a res(onsabilidade. +es+o assi+ há u+a vin*ulação. *ronol-gi*a. esse algu'+ res(onde (elo ato il)*ito (rati*ado (elo *ondutor.uele +o+ento e8er*)*io do trabalho ou atividade ou nenhu+a vin*ulação in*idental. (or.ue não foi o (re(osto . entendeu . ade+ais o &ribunal.vai haver res(onsabilidade se o e+(regado *ausar a ili*itude no e8er*)*io do trabalho .ue havia relação. se ele te *ausar u+ (re/u)zo. dei8ava toda se8ta9feira o *arro na garage+ da e+(resa0 S. *aso fortuito ou força +aior. de natureza ob/etiva. (ortanto.uele +o+ento (ode res(onsabilizar o (atrão0 %80: vo*7 *hega nu+a e+(resa e te+ u+ su/eito no bal*ão atendendo Ks (essoas. (ortanto.ue outre+ diri/a o seu *arro. não te+ res(onsabilidade nenhu+a0 Mas.uelas de*is:es .ue o dano foi realizado se+ .abuso de função.ue (rati*ou a ação ou o+issão . u+a relação .ui(arado ao *aso fortuito ou força +aior.ue lhe *o+(etir ou (or o*asião dele. e+ Ho lugar. al'+ disso. não havia nenhu+a vin*ulação te+(oral.ue.

as (essoas /ur)di*as se+ finalidade lu*rativa.ue elas e8*lu)sse+ a sua res(onsabilidade (rovando .direito (or (arte do e+(regado. (ara este ti(o de (essoa *oletiva não haveria res(onsabilidade ob/etiva e so+ente (resunção relativa de *ul(a in vi*ilando& in instruendo ou in eli*endo. *o+o (or e8e+(lo as entidades (ias. 1. onde se al'ergue por dinheiro. ele não está se referindo a(enas Ks ind4strias e si+ K (essoas 2.(ode adotar essa tese.>21= IV “IV ! os donos de hot-is. (ersistia o (oder de direção e o v)n*ulo de subordinação0 @ res(onsabilidade ob/etiva0 A%#.ue a Santa Casa não teve *ul(a in vi*ilando& in instruendo ou in eli*endo0 <o*7 s. (or. hospedarias. com %c&a2."#%&a2 .c%a#&/a c&/&2 o.ue e8er*e+ /ur)di*as . sendo (oss)vel .ue a res(onsabilidade do *o+itente abrange as (essoas /ur)di*as .ue a contrario sensu desse artigo. mesmo 43 .uelas *ir*unstBn*ias não agira+ *o+ ' a*eita (or todos0 %8e+(lo: a Santa Casa de Miseri*-rdia0 Se o e+(regado *ausar dano a algu'+. vo*7 (ode adotar a tese do Silvio Rodrigues. casas ou esta'elecimentos.>22? "bs0: Auando o art0 H0RJJ diz .ue ' u+a instituição se+ finalidade lu*rativa.ue e8erça atividade *ivil0 " (rof0 Silvio Rodrigues defende a tese de . e8*lu)da do art0 H0RJJ0 *ul(a0 !ão A%#. religiosas et*0. 2ode ser at' u+ es*rit-rio de advo*a*ia .ue e8erça+ a#&/&-a1p2o%a0+o &!-. e (rovar .ue na. 1.

!0+o m %am !# %+ relação aos e+(regados . o legislador estabele*e res(onsabilidade indireta da (essoa f)si*a ou /ur)di*a . inde(ende de *ul(a.ue sofre u+ a*idente de *onsu+o0 a res(onsabilidade (elo a*idente de *onsu+o ' ob/etiva. (or. vo*7 vai (ara o art0 H0RJH.>21= IV= m 9ac -o .ue nele o serviço de hotel se a(resenta *o+o u+a relação de *onsu+o 5relação entre forne*edor e destinatário final N *onsu+idor6."a% o CDC: @ +uito +elhor usar o CDC.ue *ausa (re/u)zo a outre+ e (ela doutrina a (resunção ' relativa. tal res(onsabilidade ob/etiva en*ontra9se nos arts0 HJ. HD e H>. se baseando no ris*o e+(resarial0 Se+bre . Digo *ontratual ou não.ue e8(lore atividade de hotelaria. "bs0: Ho/e e+ dia. pelos h.ue no CC a 44 .ue *ausa+ (re/u)zos a ter*eiros. ' o h-s(ede .ui(arado. ou se/a. art0 HE0 %8e+(lo: a0+o com 4a" vo*7 vai ao hotel visitar u+ a+igo seu.ualidade de *onsu+idor ao D o vantage+ de usar o CDC ' . +as *o+o ' .$"p -o!o -o . ' de . !+o.% @a o48 #&/a= inde(ende de *ul(a e de*orre do %&"co -a a#&/&-amp% "a%&a2 e da % 2a0+o co!".ma !o a%#. a res(onsabilidade *ivil nas *ha+adas relaç:es de *onsu+o te+ !a#. 1110 " in*iso 1< nada te+ a ver *o+ isso. (or.ue .ue ' u+a p% ". +oradores e edu*andos0 res(onsabilidade o*orrerá so+ente dentro % 2a#&/a0 do estabele*i+ento. onde se alberga (or dinheiro0 " entendi+ento. 1.mo co!#%a#. (or (resunção de *ul(a in vi*ilando (elos atos danosos (rati*ados (or seus h-s(edes.ue fi*a o CDC.ue e8iste no CDC a figura do *onsu+idor e. moradores e educandos$ " dono do hotel ' res(onsável (elo dano *ausado (or u+ h-s(ede0 !o in*iso 1<.&@a% .para fins de educa"ão. a*aba -o to+ando u+a surra de u+ h-s(ede b7bado0 VocL /a& a8. no siste+a do CC. e o art0 HE estende a . /a& .o# 2 o.a2 o.spedes.

ue não teve *ul(a0 "bs0: " art0 D>. *o+o o*orre no CC.04. 4a AULA 7 DIA 1M. (rovando . a p%$p%&a % 2a0+o - co!". não *aberá ao (atrão tentar elidir sua res(onsabilidade. CDC diz . advindo de u+ e+(regado nu+a relação de *onsu+o.ue o e+(regado não agiu *o+ *ul(a0 %le ' res(onsável ob/etiva+ente e no siste+a do CDC não e8i+e o seu dever de indenizar a alegação de falta de *ul(a do e+(regado.ue o 9o%! c -o% do (roduto ou serviço ' "o2&-a%&am !# % "po!"a4&2&-a(elos atos de seus (re(ostos ou re(resentantes aut3no+os0 Se a v)ti+a sofrer (ortanto u+ dano. art0 H0RJH.02 45 .(resunção de *ul(a ' (resu+ida.mo. o dono de hotel (ode alegar . 1110 1sso (or.ue o funda+ento ou de *ul(a do o CDC não ' a ' *ul(a o in vi*ilando& eli*endo instruendo . ou se/a. funda+ento %&"co mp% "a%&a2= .

QQ<111. C e D0 ). atrav's da ação de regresso reaver a indenização .F0 1sto não ' u+ gasto ordinário.o# 2 0 !-s vi+os . o (atrão ..ue diz o art0 HE=D : E!+o /&%+o #am4. relativa+ente in*a(az. este p %. for des*endente seu. e+bora ele não (ossa entrar *o+ u+a ação de regresso. art0 E o. não vai ter ação de regresso0 2rova oral: " (ai .ue (agou *ausada (or outre+ N (elo agente direto N salvo.. 160 " indenização.ue*eu e /ogou u+ tubo de televisão no D % !# .ue o res(onsável indireto (ossa. se o *ausador do dano. a /&"+o do olho direito0 " gerente entrou *o+ u+a a0+o co!#%a o -o!o -o . se o ' (ai de B. deve trazer a *olação o valor dis(endido (elo as*endente. &!.uando o as*endente (aga u+ (re/u)zo *ausado (or u+ des*endente.ue . isso seria u+ ADIANTA)ENTO DE LEKNTI)A : 2ontes de Miranda afir+a . absoluta ou relativa+ente in*a(az0 %8e+(lo: se o tutor (aga u+a indenização de u+ dano *ausado (elo seu (u(ilo. o B *ausa u+ dano. ele não (ode entrar *o+ u+a ação de regresso (ara *obrar do B0 "lhe o .m O co2a0+o o" Da"#o" o%-&!3%&o" . 1>21= IV N (resunção de *ul(a . 46 .ue (aga o dano *ausado (elo filho..$"p - enlou.WWWC+ . entrou (elo /u)zo *o+u+. CF0 Mas. esse des*endente *o+ a +orte do (ai. CC 5res(onsável indireto N art0 H0RJH.ue o hotel te+ e+ vigilando e ta+b'+ na es*olha do h-s(ede0 E2 co!" D.ue seria r'u na ação de regresso. CC &C S e =D>.&. havendo &C S0 %ntão. a v)ti+a a*iona (aga >O0OOO de outros des*endentes.!&@a0+o !o STJ 0 " art0 H0RJ>. do CC !"<" (er+ite . (or e8e+(lo. ele (ode entrar *o+ u+a ação de regresso e+ fa*e do (u(ilo 5agente direto60 Se for (ai não vai (oder *obrar do filho absoluta ou relativa+ente in*a(az. . +as este ' seu filho. a contrario sensu do art0 HE=D.uer *obrar do e+(regado. utilizando o a%#.ue isso ' a*idente de trabalho *o+ res(onsabilidade tarifada.

*o+ base no art0 H0D?>. ve)*ulos60 %8iste+ *oisas .ue não ou guardião *o+ da *ul(a *oisa in (rovar. de +olde a não *ausar (re/u)zo a outre+0 %8e+(lo: auto+-veis.ue está (elo % 2a#&/a. do CC Fran*7s 5H?O>6 diz .m&-a detentor.ue as (essoas são res(onsáveis (or atos de outras (essoas . (ossuidor ou detentor dessas *oisas te+ u+ dever de guarda e *ust-dia de *ontrolá9las. e o dever do filho. *riou9se a e8(ressão E% "po!"a4&2&-ap %&Do"aF .uelas ou in *ir*unstBn*ias. são *a(azes de *ausar danos a outre+ e o dono. tendo outros des*endentes. (rin*)(io do .!0+o *oisas *ausare+ (re/u)zo as de+ais (essoas0 Cabe ao detentor . no CC &C S da tais regula+entada . u+ adianta+ento da *ota legiti+ária.2pa % "po!"a4&2&-a- p% ".uando dono.48 #&/a nu+a (erigosa. a doutrina fran*esa.uinas.ue na res(onsabilidade *ivil (elo fato da *oisa ao ou (oten*ial+ente nos arts0 seu funda+ento ". toda doação de (ai (ara filho '.isto ' u+ gasto e8traordinário0 %sse dinheiro ' *o+o se fosse u+a doação 5adianta+ento de leg)ti+a60 "ra. agiu custodiando vi*ilando. ' trazer o valor ao inventário (ara se igualar as leg)ti+as0 o(inião do 2ontes de Miranda ve+ (revale*endo0 Há . e+ (rin*)(io.ue estão sob sua guarda. HRJ? se com e . (odendo e8i+ir9se da res(onsabilidade ta+b'+ (rovando a aus7n*ia do ne8o de *ausalidade 5*ul(a e8*lusiva da v)ti+a.uanto (ossuidor HRJE. regula c. 1.ue o ho+e+ se serve 5ani+adas ou inani+adas6 .ue não se a(li*a0 inda no *a+(o da res(onsabilidade indireta. p% ". HRJ= 5(rin*i(al+ente6.ue. na. se/a ela inani+ada 5+á. c&/&2 H&!-&% #aJ p 2o 9a#o -a co&"a po# !c&a2m !# se/a ela ani+ada. *ães0 +aioria dos autores entende+ . e+bora fa*ilite+ a vida do su/eito de direito.ue este/a+ sob sua guarda e ta+b'+ (elos danos *ausados (elas *oisas (erigosas .ue+ entenda . *aso 47 .

a guarda (ara a e+(resa res(onsável (elo *anil .ui(arável ao *aso fortuito ou força +aior60 " art0 HRJE. detenção ' (osse. eu dei8o o +eu *ão nu+ *anil.uele .uerer a*ionar a +inha e+(regada alegando .ui o guardião do ani+al.ue te+ autono+ia. (ois *o+o vi+os. (rovando a aus7n*ia do ne8o de *ausalidade 5*ul(a e8*lusiva da v)ti+a. eu deleguei. *aso fortuito. se não (rovar os in*isos 1 a 1<0 . (or e8e+(lo. se essa *oisa *ausar dano a outre+.ue o dono ou detentor do ani+al ressar*irá o dano (or este *ausado. o não dono6.ue+ esse (ro(rietário delegou a guarda do ani+al 5ou se/a.uanto a .ue ele *ausar dando a outre+0 Aue+ fez direitos reais to+e *uidado. vo*7 não vai . do CC !"<"0 ART. ou será o seu (ro(rietário ou ' a. força +aior ou fato de D o e. na.ue ela ' a detentora0 %stá errado. signifi*a (ossuidor do ani+al. do CC &C S vai virar o art0 =DP. detentor +aterial do ani+al e res(onsável (or sua guarda e *ust-dia no +o+ento e+ . ou se/a. do *ão.ui(arável ao *aso fortuito ou força +aior60 CORRENTE )AIS RADICAL entende . força +aior ou fato de D o e.fortuito.ue o guardião da *oisa (oten*ial+ente (erigosa. logo eu *ontinuo res(onsável (elo *ão0 %la ' (re(osto0 " detentor do art0 HRJE ' o (ossuidor. do CC &C S diz . (or. ou se/a. nesse *aso eu e8i+o +inha res(onsabilidade0 gora.(odendo se e8i+ir da res(onsabilidade.ui está e+ sentido a+(lo.uele +o+ento. ' a. s. e toda (osse (ressu(:e autono+ia0 %8e+(lo: se a +inha e+(regada está (asseando *o+ o +eu (it9bull e ele te +orde. *o+ PRESUN'(O ABSOLUTA de *ul(a in custodiando ou in vi*ilando. a v)ti+a (ode 48 a*ionar tanto a +i+ . esse guardião terá RESPONSABILIDADE OBJETIVA (elo dano *ausado. 1 a 1<. 1>2P " art0 H0RJE.uele a .ue será a detentora.ue detentor a. idonea+ente. se deleguei +al a guarda do ani+al. deleguei a (essoa inid3nea.

ou se/a.ue guardava e vigiava o ani+al *o+ o *uidado (re*iso0 !ão ' u+ *uidado . te+ e *o+ entendido neglig7n*ia de falta . vo*7 não (ode a*ionar o dono do outro *ão. id'ia *onduta *autela.ue o legislador s.ue ser feita . vo*7 a(li*a o (rin*)(io da solidariedade do art0 H0RH?: se houver +ais de autor a ofensa.ui /á há inversão do 3nus da (rova0 1sso ' u+a res(onsabilidade sub/etiva ou res(onsabilidade ob/etiva. des*uidada.ue diz . de +aneira i+(ensada.(er+ite essa e8oneração. es(e*ial+ente (elo art0 H0RJE. todos res(onderão solidaria+ente (ela re(aração0 Aue+ faz a (rova da não res(onsabilidade ' o dono ou detentor.ual. a (rova te+ .ue houve i+(rud7n*ia da v)ti+a0 /uris(rud7n*ia si+(les+ente o+issiva. 1 .ue o dano não fosse (roduzido0 o(inião (redo+ina0 !o in*iso 11.detentora +aterial0 ). i+(rud7n*ia signifi*a u+a *onduta *o+issiva de algu'+ . (ois foi e8*lu)do o ne8o de *ausalidade0 !o in*iso 111.ue o ani+al foi (rovo*ado (or outro ani+al. (rovando9se a i+(rud7n*ia0 %8e+(lo H: vo*7 entra no *er*ado de touro bravo. (ara não e8istir res(onsabilidade o guardião do ani+al deve (rovar . leva u+a *hifrada0 1sso ' i+(rud7n*ia0 %8i+e o dono do ani+al de ne8o de *ausalidade0 49 .uer. *o+ p% ". e si+ u+ *uidado indis(ensável (ara .ue houve i+(rud7n*ia do ofendido.ue dá se o a v)ti+a de não foi se %ssa negligente. e se tiver a*onte*ido ' u+a *ausa de e8*lusão do ne8o de *ausalidade0 %8e+(lo: se seu *a*horro (rovo*a outro e este te +orde. ou se/a. *o+ inversão do 3nus da (rova. afoita+ente.ue age açodada+ente. o dono ou detentor terá .!0+o % 2a#&/a de *ul(a. /á .ue a res(onsabilidade do dono ou detentor do ani+al (elos danos *ausados (or este ' +era+ente SUBJETIVA. então a.ue o dono ou detentor te+ . guardião e8onerará da res(onsabilidade *ivil. " (rof0 Cavalieri entende .ue (rovar .ue (rovar .

ue direta e i+ediata+ente *ausa+ o fato danoso. (or'+ inevitáveis0 %8e+(los: raio. inundação. (rovo*ado (elo su/eito de direito ou (ela natureza. (rovando . *ostu+a afir+ar . são a*onte*i+entos . *ul(a e8*lusiva da v)ti+a ou fato de D o e. se+ &C S define o .ue o *aso fortuito ' u+ a*onte*i+ento i+(revis)vel (rovo*ado (elo ho+e+ ou (ela natureza .ue o dano resultou de *aso fortuito ou força +aior.ue os ingleses *ha+a+ de Zato de Deus[. eventos natureza a*onte*i+ento (or'+ inevitável0 %8e+(lo H: vo*7 te+ u+ *er*ado de touros s-lido e be+ fabri*ado0 De re(ente. são hi(-teses *lássi*as de aus7n*ia de ne8o de *ausalidade0 " art0 H0OR?.ui(arado ao *aso fortuito ou força +aior. e+ . (4. nor+al+ente.ue se/a *aso fortuito ou ou se/a. do CC força +aior. revolução. u+ a*onte*i+ento ligado direta+ente ao dano (roduzido. agente res(onsável. e8*lui a res(onsabilidade segundo o art0 H0RJE.ue não há nenhu+a (arti*i(ação *ul(osa do a(ontado. ou se/a. (ara a lei *aso fortuito e força +aior são a +es+a *oisa0 São e8(ress:es sin3ni+as.ue (or lei as e8(ress:es são sin3ni+as. e+bora re*onheça .%8e+(lo J: vo*7 entra nu+a fazenda se+ *er*ado. (ois se houver essa (arti*i(ação haverá *ul(a e res(onsabilidade desse agente0 S'rgio Cavalieri. (revis)veis ou i+(revis)veis.uilo . o guardião se e8i+e do dever de indenizar. (revis)vel. ' o fato ne*essário diferen*iá9los. ve+ u+ touro e te *hifra0 1sso ' neglig7n*ia sua0 !ão e8i+e o dono da res(onsabilidade *ivil0 !o in*iso 1<.ue a força ' +aior. *u/os efeitos não era (oss)vel evitar ou i+(edir. et*0 Caso fortuito ou força +aior ' a.ue te+ *o+o *ara*ter)sti*a +aior a sua inevitabilidade. 1<0 50 . (rovo*ado (elo ho+e+ ou (ela natureza . u+ raio arrebenta o *er*ado e u+ touro sai e a*erta algu'+0 1sso ' *aso fortuito ou força +aior.ue *ausa o evento danoso e (or ser i+(revis)vel. se torna inevitável0 Costu+a (rovo*ada esse (or autor afir+ar da . se/a (revis)vel ou não0 %ntão.

o 1o! %a%3 ca.ue lhe (ertença+ ou rela*ionados a sua atividade . . força +aior. ' se diferen*iar o *ha+ado *aso fortuito interno do *aso fortuito e8terno. ou se/a.!&@a%0 2or.ue OU a FOR'A (rovo*ar )AIOR 7 ' todo evento a*onte*i+ento absoluta+ente estranho a (essoa ou (atri+3nio e a atividade danoso0 Auando o*orrer (re/u)zo +oral ou +atri+onial e o /uiz a(li*ar agente venha deter+inado na.ue esse si+ será sin3ni+o de força +aior0 CASO FORTUITO INTERNO (essoa do agente.&#o &!# %!o !+o a9a"#a o ! 1o - e diz ./ % &!. sofre u+ infarto. ho/e e+ dia. está9se diante . faz desa(are*er *aso fortuito ou força +aior0 doutrina +oderna *ostu+a afir+ar . dos bens ' todo a*onte*i+ento rela*ionado a ani+ados ou inani+ados .&#o na res(onsabilidade ob/etiva0 %8e+(lo H: u+a (essoa está dirigindo o seu auto+-vel. desvia a tra/et-ria e atinge outros auto+-veis e faz algu+as v)ti+as0 " dono do auto diz .ue o dever de re(arar o dano de*orre de ato il)*ito. o a(ontado res(onsável "$ " *o+ a alegação de ca"o 9o%#.48 #&/a .ue não te+ nenhu+a *ul(a no evento."a2&-ane8o *ausal entre esse ris*o e o dano.uela hi(-tese os p%&!c5p&o" -a % "po!"a4&2&-a- ". inde(endente+ente de *ul(a (rovada ou (resu+ida.ue *aso fortuito e a força +aior são *ausas de e8*lusão do ne8o de *ausalidade0 gora.ue isso e8*lui a sua de res(onsabilidade0 v)ti+a o seguinte.ue o ca"o 9o%#. se o +agistrado a(li*ar os p%&!c5p&o" -a % "po!"a4&2&-ao48 #&/a= a.%8e+(lo J: vo*7 faz u+a *er*a vagabunda0 " raio atinge a *er*a e o touro a*erta algu'+0 *onduta negligente ou *ul(osa de não ter a alegação de +antido u+a *er*a e+ bo+ estado. de *ul(a (ortanto.ue o i+(ortante. /á . (ois foi i+(revis)vel e inevitável diz 51 1# %!o . e+ . de *ul(a (rovada ou (resu+ida 5 iuris tantum60 " ca"o 9o%#. 1# %!o 1o! %a o aD !# -o .ue venha+ a *ausar dano a outre+0 CASO FORTUITO do E*TERNO .uela baseada no %&"co -a a#&/&-a-o aD !# .&#o &!# %!o o.

e *o+o ' u+a res(onsabilidade ob/etiva sfortuito e8terno 5a*onte*i+ento estranho (essoa (atri+3nio e a sua atividade6 ' . (edaços do (r'dio *ausando (re/u)zos aos (r-(rios +oradores ou ter*eiros0 %8e+(lo: na Barra.ue resultare+ de sua ru)na. no entanto.>2M " art0 H0RJ?. Se vo*7 utilizar os (rin*)(ios da res(onsabilidade sub/etiva. *aiu u+ (edaço de u+ lustre do saguão do *ondo+)nio . in dubio pro vitima.ue esse do ti(o ne8o de de res(onsabilidade *ausalidade a ' ob/etiva. se esta (rovier de falta de re(aros *u/a ne*essidade fosse +anifesta0 Se en.uadra nesta hi(-tese a .res(onsabilidade *ivil (elo fato da *oisa (oten*ial+ente (erigosa. /anelas. se não (rovar a *ul(a da v)ti+a ou força +aior .se e8onera se (rovar a. *oberturas.ue são e8e+(los *lássi*os de e8*lusão do ne8o de *ausalidade0 ART.ue a res(onsabilidade do dono ou detentor do ani+al (assa a ser de natureza ob/etiva. força +aior0006. no art0 =DP adotou.ue ele ressar*irá o dano *ausado (elo ani+al. 1.uelas hi(-teses o *aso *lássi*as e8*lusão 5*aso ou fortuito. 52 . se vo*7. tanto o *aso fortuito e8terno *o+o o interno e8onera+ do dever de indenizar0 <o*7 deve absolver o r'u0 Mas.ue o dono do edif)*io ou da *onstrução res(onde (elos danos . vários autores entende+ de .ue a*abou +atando u+a (essoa0 %+ Ro+a esse delito *ivil se *ha+ava posito in suspenso 5/á *aiu nu+a (rova oral60 %ssa res(onsabilidade do art0 H0RJ? ' ob/etiva ou sub/etiva.ue o*orreu o *aso fortuito interno e este não afasta o ne8o de *ausalidade0 <o*7 vai *ondenar o r'u0 " CC !"<". o (rin*)(io de .ue e8onera de res(onsabilidade0 Co+o /uiz. vai *hegar a *on*lusão de .ueda de telhas. (ois diz . CC &C S diz . *o+o vo*7 de*idiria. e o guardião do be+ s. usar os (rin*)(ios da res(onsabilidade ob/etiva 5 iure et de iure6.

ue o S&L entendeu .ue a ne*essidade de re(aros fosse +anifesta0 " !"<" CC. e+ . (or violação do dever de *onservação do i+-vel0 gora. in*lusive se ele fale*er0 53 .ue o (edaço do (r'dio *aiu.ue se o relativa+ente in*a(az está legal+ente habilitado e na *ondução de ve)*ulo de sua (ro(riedade0 "s danos .02 Filho habilitado0 Há res(onsabilidade *ivil dos (ais. infeliz+ente.ue tanto havia ne*essidade de re(aros .uando (edaços da *onstrução ou (artes do (r'dio desaba+.ue o delito.ue ele (rovo*a não deve+ ser su(ortados (elos seus (ais.doutrina entende .. *ausando (re/u)zo. alegando .&a% D&a" entende tratar9se de u+a verdadeira % "po!"a4&2&-a- o48 #&/a= (or.ue há u+ a*-rdão do S&L: R%S2 D=J0O== N > a &CRM N M R#" D% tend7n*ia ' JOOJ. . no art0 =DE +ant'+ a +es+a redação (ara este delito *ivil do CC &C S0 >a AULA 7 DIA 2>. o posito in suspenso . tratar9se de % "po!"a4&2&-a". . não sendo (oss)vel ao dono do edif)*io ou *onstrução e8i+ir9se da sua res(onsabilidade. AD. ou se/a.ue há0 S.48 #&/a *o+ *ul(a (resu+ida 5inverte o 3nus da (rova6 do dono do edif)*io ou da *onstrução.04.

ue habita o i+-vel. usufrutuário et*0 %ntão. .uando for i+(oss)vel identifi*ar a unidade da . os ro+anos *ha+ava+ de delito do efusis edeectum 5. be+ i+-vel0 doutrina ' (a*)fi*a. *oisas *a)das ou lançadas de u+ i+-vel. *o+ inversão do 3nus da (rova0 ne*essidade de refor+a0 res(onsabilidade ob/etiva. se este identifi*ar o res(onsável (elo lança+ento (oderá entrar *o+ u+a ação de regresso0 Auando for *ondo+)nio horizontal 5a(arta+entos6.ue se vo*7 não identifi*a a unidade residen*ial... 1Q. se/a+ l). +as te+ a(tidão (ara estar e+ /u)zo ativa ou (assiva+ente 5art0 HJ.uela (arte ' o48 #&/a da.ue havia ART.ue+ /ogou ou .ue+ res(onde ' o habitador. +as sabe . a) u+ *onvidado dei8a *air u+ *o(o da /anela e atinge algu'+ na rua. ou se/a. ou se/a. C2C60 gora. . se/a ele (ro(rietário.6. res(onsabilidade guiar Dias.uer (r'dio.ual a *oisa foi lançada. (ois se o (r'dio ruiu ' (or. a /uris(rud7n*ia te+ entendido . ' 2ara (elos danos advindos da ru)na do (r'dio0 !-s vi+os.<oltando ao posito in suspenso 0 !-s vi+os . . ele não te+ (ersonalidade /ur)di*a.ue habita a *asa. abrange a(arta+ento.os habitadores da. *lube. *asa (ro(ria+ente dita0 @ . ou os filhos /oga+ u+ sa*o de água na *abeça de algu'+0 res(onsabilidade ' ob/etiva da. se/a 54 . *o+odatário. o *ondo+)nio res(onde0 " *ondo+)nio ' u+a (essoa for+al. a /uris(rud7n*ia te+ entendido ta+b'+ .uele ele lo*atário. 1.ue+ lançou.uidas ou s-lidas0 C S N está e+ sentido a+(lo. s. e8istirá % "po!"a4&2&-a.ue o art0 H0RJ? ' u+a (resunção u+a de *ul(a do dono de da obra ou então edif)*io. doutrina +a/oritária. vo*7 dá u+a festa na sua *asa.ual.ue ' (resunção relativa *ul(a. ou se/a. inde(ende da (rova de ato il)*ito0 !ão interessa ..>2I " delito do art0 H0RJ=.uele . ' sub/etiva.ue.ue a *oisa foi lançada de deter+inada (arte da edifi*ação.

"a% ao" &C S 1p2o%a0+o - 55 .. 1 e 11: "#%a-a" 9 %%o % "po!. essa res(onsabilidade inde(endente+ente de *ul(a ' ob/etiva. s. o De*0 diz o seguinte no art0 HE.estes +oradores dessa (arte ' . antes do CC entrar e+ vigor0 rt0 JP. eles não terão res(onsabilidade0 %8e+(lo: o *ondo+)nio te+ tr7s blo*os0 S. se fora+ negligentes na *onservação da *o+(osição ferroviária.ue (ode+ ser res(onsabilizados0 "s +oradores de onde era i+(oss)vel a *oisa ter sido lançada.ue terrestres havia trou8e o Ho res(onsabilidade trans(ortes di(lo+a brasileiro.ue se res(onsabilidade *ha+a *ivil (elo *ivil fato nos da *oisa (oten*ial+ente (erigosa vale a (ena abordar+os u+ te+a +uito i+(ortante terrestres0 %ssa res(onsabilidade no direito nos trans(ortes e+ . isto não interessa0 gora. res(onsabilidade ob/etiva0 @ o De*0 JP?HG H=HJ .a" ca.ue está e+ vigor at' ho/e0 &raz *lara+ente no art0 JP.%+o po% ". a p%op%& #3%&o" ma%D&!a&"F. e+ ter+os de PASSAKEIRO. a H a hi(-tese de res(onsabilidade *ivil ob/etiva no direito brasileiro *onte+(orBnea.a*iona o blo*o de onde *aiu a *oisa. et*. %sse artigo JP não fala e+ *ul(a0 %ntão. e se *onseguir deter+inar a (arte do blo*o de onde *aiu. De*0 JR?HGHJ: EA" #o-o" o" -a!o" B. basta o dano e o ne8o *ausal0 !ão *abia dis*utir se o +a. esse delito das *oisas *a)das ou lançadas te+ a +es+a redação no art0 =D?0 RESPONSABILIDADE CIVIL NOS TRANSPORTES TERRESTRES %+ ter+os de .uinista se e8*edeu ao /ogar o *arvão.a" 2&!.ue res(onde+0 !o CC !"<".

et*0 56 . "BR1G #U" D% M%1" N ' a obrigação e+ . essa *láusula ' (resu+ida. ' u+a obrigação +eio ou obrigação fi+.ue e8iste u+a *láusula de levar in*-lu+e o (assageiro ao seu destino. logo res(onsabilidade sub/etiva.ue u+ dos *ontratantes se *o+(ro+ete a envidar todos os seus esforços (ara obter u+a deter+inada finalidade0 %8e+(lo: advogado.c . *ontratual0 Aual ' a natureza /ur)di*a do *ontrato de trans(orte. 2 "+o co%p$% a.2# !a" ".EA" "#%a-a" - 9 %%o % "po!. % ". essa obrigação de levar o (assageiro in*-lu+e ao seu destino.2pa será se+(re p% ". o" B.ue essa (resunção era % 2a#&/a c. e esse neg-*io /ur)di*o . a doutrina entendia .m&-a. a levar o (assageiro in*-lu+e ao seu destino0 Se o *ontrato ' não solene. não solene e o trans(ortador se obriga. +ediante o (aga+ento do (reço da (assage+. @ si+(les.2pa. durante a viage+0 c. +'di*o. !o in)*io. ou se/a. @ u+ *ontrato oneroso.uando se ' levar e+ in*-lu+e (assageiro destino0 fala obrigação *ontratual.%+o p 2o" . u+ *ontrato ou de*laração unilateral de vontade. a c.% m ao" /&a8a!# " 9 %&m !#o o.a" 2&!. está )nsita e+ todo o *ontrato de trans(orte0 o obrigação ao (rin*i(al seu do trans(ortador % .ue ' fonte de obrigaç:es nas*e+ direitos sub/etivos relativos ou (essoais entre trans(ortador e (assageiro0 gora."a"#% " B.F %ntão. n-s (ressu(o+os a e8ist7n*ia de u+ neg-*io /ur)di*o. bilateral.a" ". nitida+ente. artigo0 as estradas de ferro a mo%# = res(onde+.m&-a= s. (resunção relativa de *ul(a *o+ inversão do 3nus da (rova e+ relação K v)ti+a0 %ssa res(onsabilidade do trans(orte ' u+a res(onsabilidade.se ad+itindo e+ *ontrário as (rovas elen*adas no estrada de ferro te+ res(onsabilidade (elos danos *ausados aos (assageiros. *o+o ' .2pa " %3 " mp% p% ".

ue obrigou o devedor não for al*ançada relativa ou haverá *ul(a res(onsabilidade devedor sub/etiva. a obrigação ' de resultado. se a finalidade . a obrigação de resultado 5não ' be+ e8(li*ado (or nenhu+ autor6 vai gerar (resunção absoluta de *ul(a do inadi+(lente. res(onsabilidade sub/etiva0 !o *aso da CIRURKIA PLQSTICA. a H a *oisa .ue não +e *urei. .ue a res(onsabilidade ' ob/etiva. logo res(onsabilidade ob/etiva0 57 .ue garante Se vo*7 a *ura. eu *hego (ara vo*7 e digo . +e vo*7 está vai *riando haver a obrigação de resultado0 *ontratual0 não *urar inadi+(le+ento <ou entrar e+ /u)zo dizendo . neste *aso trata9se de verdadeira res(onsabilidade ob/etiva0 gora.uando a obrigação ' de resultado.ue se obrigou e o dano0 !o *aso do *ontrato de trans(orte não te+ obrigação de +eio.ue n-s (ensa+os ' . +as não . +ediante (aga+ento da (assage+0 2ortanto.ue se for u+a obrigação de +eio *abe a v)ti+a. eu vou a/uizar u+a ação (rovando a sua *ul(a. logo res(onsabilidade ob/etiva0 %8e+(lo: vo*7 ' +'di*o ho+eo(ata. não e8iste u+ v)n*ulo relativo entre *redor devedor0 Se houver des*u+(ri+ento do dever *ontratual. ao sentir (re/udi*ada. da) surge+ dois *a+inhos (oss)veis: (resunção relativa de *ul(a ou res(onsabilidade ob/etiva0 Se vo*7 não (ro+eter a *ura. +as si+ .uele . então isso ' u+a obrigação de +eio0 Caso vo*7 +e d7 u+ re+'dio errado. ele se obriga a levar o (assageiro a seu destino se+ nenhu+ dano f)si*o ou +oral.ue u+a (essoa não vai fazer u+a (lásti*a (ara sair +ais feia do entrou0 (resunção de *ul(a ' absoluta.uero o(erar0 Se vo*7 disser . ou se/a. *o+ (resunção u+a de do inadi+(lente.ue vai envidar todos os seus esforços. ou haverá (resunção absoluta de *ul(a. ou se/a. te+9se entendido . e si+ de resultado.Auando se fala e+ res(onsabilidade *ontratual ou nego*ial. (rovar a *ul(a da. e nesses *asos.ue tenho u+ (roble+a s'rio de *oluna. at' (or. (or vezes.

não *on*orrendo *ul(a da estrada 5signifi*a do trans(ortador60 WWWesse De*0 (ela /uris(rud7n*ia.*abe e8*lusão (or *aso fortuito ou força +aior ou *ul(a e8*lusiva da v)ti+a. isto '. viti+ando u+ (assageiro. olhe os *asos de e8*lusão da res(onsabilidade: H9 *aso fortuito ou força +aiorI J9 *ul(a do via/ante. a (artir do +o+ento .ue a *ul(a será (resu+ida s.ue . essa *ul(a do D o se e.se ad+itindo.uivaleria a hi(-tese de *aso fortuito interno.ue vo*7 restringe a defesa do trans(ortador a so+ente a essas hi(-teses 5*lássi*os de e8*lusão do ne8o de *ausalidade6. ele se refere a *asos *lássi*os de e8*lusão do ne8o de *ausalidade0 "ra.ue o (assageiro sofresse durante a viage+0 C"M" %S&\ R%S2"!S B1S1D D% D" &R !S2"R& D"R. ou se/a. (re(osto do trans(ortador. H"L% . elevador. o a*idente de trans(orte faz (arte do *otidiano do trans(ortador. foi estendido a todo ti(o de trans(orte terrestre. e não (elo +otorista.% !"S &R !S2"R&%S . es*ada rolante. e. nos seus in*isos 1 e 11. a /uris(rud7n*ia (assou a entender . (or . e+ *ontrário. at' (ara elevador0 %8e+(lo: tá8i.ue a res(onsabilidade do trans(ortador era ob/etiva.uer dano .ual.ue o trans(ortador tinha u+a (resunção relativa de *ul(a. e+bora diga . o trans(ortador (agaria indenização e de(ois entraria *o+ ação regressiva e+ fa*e do D o *ul(ado0 1sto está na SR)ULA 1MP= STF? 58 .ue (rovo*ado (or u+ Do. !o in)*io.ue o art0 HE. se entendia . as seguintes (rovas.uando o a*idente fosse (rovo*ado (or u+ D o.. et*0 Auando o legislador disse . +es+o . %+ Ho lugar.ue s. (ortanto. (or analogia. ou se/a. obrigação de resultado *o+ (resunção absoluta de *ul(a do trans(ortador. o trans(ortador (oderia e8*luir a sua res(onsabilidade0 S. a doutrina (assou a entender .

sendo res(onsabilidade ob/etiva. este artigo te+ a(li*ação . sub/etiva 5(rovar a *ul(a60 @ +uito +ais si+(les entrar e+ fa*e do trans(ortador. %ste artigo não se a(li*a ao (assageiro. o fato de ter*eiro e *aso fortuito interno . de re(ente. <e+ a CFG?? e diz o seguinte: art0 DE.a2 # m a0+o % D% ""&/a. .!# pa""aD &%o= # %c &%o= co!#%a o B.uando o (assageiro ' viti+ado.F %8e+(lo: vo*7 está nu+ 3nibus. *o+o as e+(resas de trans(ortes são (er+issionárias de serviço (4bli*o essen*ial. 2ode at' entrar e+ fa*e do *ul(ado. ou se/a. seria res(onsabilidade e8tra*ontratual.ue+.ue não e8*lui a res(onsabilidade do trans(ortador0 C"M" F1C 2_S CFG?? . ] P o . ] P o .ue verifi*á9lo sobre tr7s as(e*tos: Ho N 2 SS G%1R" N R%S2"!S B1S1D D% C"!&R &C S "BL%&1< I 59 .EA % "po!"a4&2&-acom o co!#%a#. u+ transeunte . %+ ter+os de a*idente de trans(orte. u+ *arro dirigido (or u+ Do bate no 3nibus. S&F.(ode ser a(li*ado a u+a (essoa . vo*7 te+ .ue não era (assageiro.2pa p 2o - ac&. elas estão su/eitas a res(onsabilidade ob/etiva do art0 DE.a2 !+o -o . #%a!"po%#a-o% 2&-&-a po% c.uando ' v)ti+a do a*idente de trans(orte0 %le s.ue ' atingido (elo a*idente de trans(orte0 CUIDADO CO) ISSO? O PASSAKEIRO N(O S 3o = ELE S CONTRATANTE= ELE S PARTE.ue fa+iliar vai a/uizar a ação e+ fa*e de . +atando u+ (assageiro0 <o*7 . invo*ando a s4+0 H?E.

CV<%S C"MCM. ] P o. e+ deter+inado *ontrato de *onsu+o. QQQ<11. nos arts0 HJ. C"M" C"!SCM1D"R " CDC %!&R %M <1G"R: e e H> fala e+ res(onsabilidade ob/etiva do serviços. R%S2"!S B1S1D D% &1<1D D%6. 2%S" LCS&1# M%SM" S%<% D" %M2R%G D"R. +aterial eGou +oral . C"M FC!D M%!&" !" 2"D% 2%D1R R&0 DE. R%S2"!S B1S1D D% C1"! R 2%S" D1R%1&" < R HR=. HD forne*edor de (rodutos *onsu+o ou fato do (roduto ou do serviço0 C1D%!&% D% C"!SCM" N este o*orre . S^M0 JJ=. D" S&F. QQQ<11. R%<"G !D" AC% MC1& S <%X%S " D !" CS&R 2 SS 2R%<1D%!C1\R1 . R%S2"!S B1S1D D% 2R"< !D" CCS2 .Jo N %M2R%G D" N 1!&%GR S C1D%!&% D% &R B SH" → "BL%&1< 2%S" R1SC" @ 2"SSV<%S " %M2R%G D" C"MCM " &R !S2"R& D"R. CF0 < 1 2 R %Q&R C"!&R &C S CCS2 . o destinatário final do (roduto ou do serviço sofre u+ dano f)si*o. (elo *ha+ado a*idente de " CDC. R&0 HR=. CC6. CF0 CM 1!D%!1X #U" & MB@M. M%SM" S%<% D" %M2R%G D"R0 CF D1X AC% %S%S 2"D%RU" 2%S CC. D C"MCM. C"M B S% !" "BL%&1< 5FC!D M%!&": R1SC" D 2"R %AC12 R #U"0 C1D%!&% R&0 HE. AC% @ & R1F D 0 " < S"R D Do N &%RC%1R" 5!U" @ " 2 SS G%1R". &%R\ AC% 2R"< R " C1"! R ! %Q&R C"!&R &C S.ue e8tra(ola o valor e os li+ites dessa relação de *onsu+o0 60 . L\ 1!D%!1X #U" R&0 Eo. @ " &R !S%C!&%6 N 2%D% 1!D%!1X #U" C"M R%S2"!S B1S1D D% "BL%&1< .uando. 2%S" CDC. 5 R&0 R&0 E o. C"M FC!D M%!&" !" F &" D" 2R"DC&" "C D" S%R<1#" !" D% C"!SCM".

' algo .ual. não *abe a dis*ussão de *ul(a0 %!&U".ue está e+ vigor at' ho/e0 %ntão.ue ele tente 61 . +es+o . e (ara isso vo*7 te+ a s4+0 H?E.ual.&#o &!# %!o . D%F%1&" N (ara o CDC."&/aF . CDC0 ob/etiva0 AC !D" " &R !S2"R& D"R 2"D% %Q1M1R9S% D% R%S2"!S B1S1D D% . S% CCS2 F"1 D% D".ue sofra as *onse. 1 e 11.ui(ara9se ao *onsu+idor.uadra no art0 H>. ele no *a+(o da " (rof0 Cavalieri não gosta da e8(ressão Ec.uire o (roduto ou o serviço.ue não *orres(onda Ks e8(e*tativas leg)ti+as do *onsu+idor.2pa (refere E9a#o 1c2. não ' o defeito do dia a dia0 &eori*a+ente. não se e8i+e de res(onsabilidade o trans(ortador no a*idente0 1!C1S" 11 N CCS2 %QCSCS1< D" C"!SCM1D"R "C D% D " . não elide a res(onsabilidade do trans(ortador. .ui(ara ao ca"o 9o%#. . Se houver u+ a*idente de trans(orte. 1c2."&/oF0 2or.ue se esta+os res(onsabilidade ob/etiva. 1!C1S" 1 N &%!D" 2R%S& D" " S%R<1#".ue ad. u+ a*idente no serviço de trans(orte ' u+ defeito do serviço de trans(orte0 Sogo.u7n*ias do a*idente de *onsu+o0 @ o *onsu+idor (or e.%. S&F . o a*idente se e.ui(aração0 C"!SCM1D"R N ' toda (essoa f)si*a ou /ur)di*a . res(onsabilidade ' Se en. " D%F%1&" 1!%Q1S&%0 Houve defeito no a*idente de trans(orte.uer a*idente de trans(orte (rovo*ado (or u+ D o. ] D o. *o+o destinatário final0 "!D% S% %!AC DR " &R !S2"R&% .uer u+ . C"!&1!C "C !U" H <%!D" R%S2"!S B1S1D D% D" &R !S2"R& D"R .

ue esse fato de D o ' *aso fortuito interno0 Mas.usar o in*iso 11.ue não faze+ (arte do *otidiano do *ontrato de trans(orte. s4+ula H?E. ve+ entendendo (or +aioria . *o+o *oe8iste *o+ o CDC.ue o art0 E o . são i+(revis)veis e ne+ se (ode e8igir u+a guarda ar+ada (er+anente. lguns autores *hegara+ a dizer . no CDC não te+ *o+o e8*ludente do ne8o de *ausalidade o *aso fortuito ou força +aior0 Co+o fi*a.ue está se tratando de dolo de Do e a s4+ula fala e+ *ul(a de D o 0 62 . ou se/a.ue diz o seguinte: Ho N Coe8iste+ o De*0 JP?HGHJ *o+ o CDC0 " De*0 fala e+ e8*ludente de res(onsabilidade o *aso fortuito e a força +aior. são *ausas . (or.ue atingire+ os (assageiros. aç:es de D o . re(resentando hi(-teses de *aso fortuito e8terno. dentro do ve)*ulo trans(ortador0 !ão se a(li*a a s4+ula H?E.ue o /ulgador *ontinue a usar nor+as (revistas no CC . ' *aso fortuito interno0 " S&L. lei ?OE?G=O (er+ite . ] D o. at' (or. logo *ontinua a e8istir *o+o e8*ludente o *aso fortuito ou força +aior0 Jo N !as outras relaç:es de *onsu+o. art0 H>. atual+ente. então.ue *aso fortuito ou força +aior não +ais era+ de e8*ludentes *onsu+o0 de res(onsabilidade. o *aso fortuito e a força +aior serão *onsideradas *o+o e8*ludentes *lássi*as do ne8o de *ausalidade. Carlos Roberto no *aso de a*idente Co+o Gonçalves 5Dese+bargador e+ São 2aulo60 Corrente +inoritária0 2revale*e a *orrente . e .ue não *onflite+ *o+ as nor+as do CDC0 Do N S. o (roble+a do assalto a 3nibus ou da (edra /ogada no (assageiro0 Se for a*idente de 3nibus. (or.e8*lui a res(onsabilidade o *aso fortuito e8terno0 Surge.ue vai subsistir.Tilo .ue os assaltos a 3nibus ou (edras /ogadas do lado de fora .ue o trans(ortador *ontinua a res(onder.ue e8*lue+ a res(onsabilidade *ivil do trans(ortador. (or dolo e8*lusivo de D o . ' tran.

ue ' (er+anente+ente assaltada e o trans(ortador não (ede (rovid7n*ia da (ol)*ia.ue ele era se+i9i+(utável. se vo*7 te+ u+a linha . ne+ alheio ao trans(orte *oletivo e+ zonas de fre.. al'+ de não ter (atri+3nio0 Ganhou e+ Ho grau.ue esse a*-rdão ' de H==?. ' *ul(a do (re(osto0 Res(onsabilidade sub/etiva. dolo de 63 . art0 HR=.ue houve *aso fortuito e8terno. +es+o e8terno0 <o*7 /á está no *a+(o da res(onsabilidade sub/etiva0 %8e+(lo: assaltos0 (assageiro0 S&L0 +otorista (ara na bo*a de u+a favela (ara u+ (assageiro saltar0 @ u+ lugar onde notoria+ente a*onte*e+ vários o (arar. direito ' bo+ senso.ue+ entenda de *aso 5Ca(ane+a e+ (osição faz ' a +inoritária no &ribunal de Lustiça do RL6. .ual não vulnera a lei a de*isão .Tentes roubos.ue i+(:e K e+(resa a (rova da e8*ludente (ela +orte do (assageiro0 S.uando *hegou no &ribunal de lçada a sentença foi refor+ada. este denun*ia a lide o na+orado0 " na+orado estava (reso e tinha laudo dizendo . no entanto. funda+entando . os assaltantes entra+ no 3nibus e +ata+ u+ Houve *onduta re(rovável do +otorista. a) vo*7 (ode obter res(onsabilização0 Se vo*7 (er*eber u+a *onduta re(rovável do trans(ortador. não há +ais *aso fortuito.ue levar in*-lu+e o (assageiro ao seu destino0 %8e+(lo J: su/eito /oga á*ido dentro de u+ 3nibus na *ara da na+orada0 v)ti+a entra e+ fa*e do trans(ortador. do e+(resa vezes trans(ortadora inevitável0 res(onsabilidade trans(ortador0 "ra. e8iste+ ho/e a*-rdãos unBni+es dizendo . CC0 %ntendi+ento do WWW s4+ula HPH.*-rdão do S&L N assalto a 3nibus não ' fato i+(revis)vel. e não !ão e8*lui (arte fato do *otidiano i+(revis)vel.ue roubo ' *aso fortuito e8terno0 Há . razão (ela . +as .ue o assalto a 3nibus (assou a ser hi(-tese nor+al e+bora da (or fortuito interno. S&F N ' ino(erante a *láusula de não indenizar a(osta no *ontrato de trans(orte0 " trans(ortador te+ .

o trans(ortador a*ordo0 (ara evitar u+ (re*edente desfavorável. S&F .ue fala e+ *ul(a0 !o S&F. fez u+ 64 .Do N ina(li*ável a s4+0 H?E.

uanto o (r-(rio trans(ortador .ue não forne*e a segurança es(erada (elo *onsu+idor0 rt0 H>.ue indenizar0 %8e+(lo: surfis+o ferroviário ' *ul(a e8*lusiva da v)ti+a0 " (ingente 5a.ue. no +)ni+o haverá *ul(a *on*orrente ou fato *on*orrente. o S&L ve+ entendendo . (or.Ta AULA 7 DIA 02.0>. .uando o (ingente se a*identa. ] Do N C CS S D% %QCSCSU" D &R !S2"R& D"R &%M AC% 2R"< R: 1 N .ue deveria ter evitado. não 65 .02 <i+os na 4lti+a aula . fale*endo ou não. atrav's de seus (re(ostos . CDC diz . ] Ho N D%F%1&" ' a. tanto esse (ingente realizou u+a *onduta *ensurável.ue se (endura na (orta do 3nibus6.ue (restou o serviço e não e8iste defeito0 1sso nun*a ' utilizado.ue a (essoa se (endurasse no ve)*ulo trans(ortador. o trans(ortador vai ter .ue de o *ul(a forne*edor de serviços res(onde (ela inde(endente+ente 5res(onsabilidade ob/etiva6 re(aração dos danos *ausados aos *onsu+idores. .ue o trans(ortador te+ a obrigação de levar in*-lu+e o (assageiro ao seu destino0 R%S2"!S B1S1D D%0 " 11 N *ul(a e8*lusiva do *onsu+idor 5(assageiro6 ou de D o 0 Se houver *ul(a ou fato *on*orrente do (assageiro e do trans(ortador.uele .uele . e se houve *ul(a ou fato *on*orrente do trans(ortador eGou do (assageiro.ue assalto seria *aso fortuito e8terno e e8*luiria a res(onsabilidade *ontratual do trans(ortador de levar in*-lu+e o (assageiro ao seu destino0 rt0 H>. (elos defeitos na (restação de serviços0 Defeito (ara o CDC está definido no ] H o : rt0 H>.

a) está *elebrado o *ontrato. ' *aso fortuito e8terno e não se a(li*a a. (erten*e ao ). *o+o se v7 ela fala e+ *ul(a e não e+ dolo0 "bs0: " *ontrato de trans(orte.uanto o futuro (assageiro (er+ane*e na (latafor+a . o . há u+a *ontra(restação atrav's do (aga+ento da (assage+. o trans(ortador te+ . o trans(ortador res(onde. (ois /á há *ontrato for+ado *elebrado no +o+ento e+ .ue houve -o2o e8*lusivo s4+0 de Do 5assaltante6 diz .ue o*orre ta+b'+ no #%a!"po%#a-o%.ue não faz (arte das atividades a nor+ais da e+(resa. (or'+ o valor da indenização será atenuado0 !o *aso do assalto.!&c5p&o. atrav's de gestos0 %8e+(lo: o fazer o sinal (ara o 3nibus (arar. ou se/a. (or. ele se *onsidera a*idente. não há *ontrato de trans(orte.ue. e ainda não há (or (arte do trans(ortador o dever de in*olu+idade0 C R"! 66 .ui a H?E.2pa de Do não e8*lui res(onsabilidade do trans(ortador.2a%&-atrans(ortador0 PELO -o )ETRU= o *onsu+idor ultra(assa a %o2 #a e (ois e a a (r-(ria (artir dali estação ele ' de a ingressa NO PQTIO da estação ferroviária. o advogado da e+(resa diz . se ele (ara e vo*7 entra.ue TRANSPORTE #&#. e+bora de natureza onerosa.ui se faz. nor+al+ente. e se vo*7 +es+o antes de (elo *onsenso0 !o *ontrato de TRANSPORTE DE TRE). garante in*olu+idade do trans(ortado antes +es+o de e+bar*ar no ve)*ulo !o TRANSPORTE RODOVIQRIO= en. não te+ *ontrato (agar.ue a s4+0 .há e8*lusão da res(onsabilidade. +uitas vezes ta*ita+ente. /á houve *onsenso. ele se for+a na +aioria das vezes inde(endente+ente desse (aga+ento e o *onsenso a. houver u+ ainda0 Mas.ue a c.ue indenizar o (assageiro ou sua fa+)lia.

ue há *ontrato de trans(orte e havendo *ontrato de trans(orte. se+ (aga+ento de (assage+. ou se/a.uiliana *o+ base na c. CDC0 (aga regra ' da res(onsabilidade ob/etiva. e si+ (or. se o*orrer algu+ a*idente durante o (er*urso .ue se divide e+: &R !S2"R&% GR &C1&" 1!&%R%SS D" &R !S2"R&% GR &C1&" D%S1!&%R%SS D" &R !S2"R&% GR &C1&" 1!&%R%SS D" ' a. ou se/a.ue (or si+(les *ortesia. leve ou lev)ssi+a. res(onsabilidade e8tra*ontratual legal ou a. S&F0 &R !S2"R&% GR &C1&" D%S1!&%R%SS D" N ' a.ue.uele . a doutrina afir+a . o eventual a*idente . u+ +)ni+o desvio de *onduta. trans(orta esse *liente gratuita+ente ao seu lo*al de trabalho0 !o trans(orte gratuito interessado. algu'+ dá u+a *arona a u+a outra (essoa. *o+o (or e8e+(lo.uando o *orretor de i+-veis leva o futuro *liente no seu auto+-vel (ara visitar a *asa .uanto a res(onsabilidade *ivil.ue leva o e+(regado (ara li+(ar o seu s)tioI ou então a ofi*ina +e*Bni*a . . se/a a *ul(a grave.ue viti+a o (assageiro.ue se o grau de *ul(a for lev)ssi+o.ue viti+ar esse +es+o *arona trans(ortado0 " (rof0 Cavalieri entende . (ara ele a *ul(a 67 . .ue ha/a trans(orte gratuito.ue te+ algu+ interesse e*on3+i*o de fazer esse +es+o trans(orte.2ode o*orrer . e+bora não ha/a (aga+ento de (assage+.ue ' oneroso (or natureza e . ' regula+entado (elo De*0 JP?HGHJ ou e (elo se/a. sufi*iente (or'+ (ara *ausar o dano. te+ (or funda+ento o art0 HR=. a(li*a9se ta+b'+ a s4+0 H?E.2pa p%o/a-a do *ondutor do ve)*ulo ou do D o. . (ara *a(tar o *liente.ue (retende venderI ou o (atrão . indenização inde(endente+ente de *ul(a.uele e+ . CC &C S. o trans(ortador faz o trans(orte não (or u+a +era *ortesia.ue a eventual res(onsabilidade do *ondutor do ve)*ulo.ue não há *ontrato de trans(orte . e+bora o (r-(rio (rof0 Cavalieri entenda .ue.

lev)ssi+a

se

e.ui(araria

a

u+

*aso

fortuito

.ue

e8onera

a

res(onsabilidade0 %ntão, o 3nus do *arona ' (rovar ou .ue foi o *ondutor .ue agiu *o+ i+(rud7n*ia ou i+(er)*ia, ou res(onsabilizar o D o *ausador do a*idente0 !ão dá (ara a(li*ar a s4+0 H?E, (or.ue ela ' s- (ara *ontrato de trans(orte, vo*7 (ode a(li*ar a s4+0 H?E no trans(orte gratuito interessado0 !-s te+os graus de *ul(a: H N CCS2 GR <% 9 há a *ul(a grave .ue ' (r-8i+a do dolo eventual,

na .ual a (essoa age *o+ absoluto des*uido, se+ *autela nenhu+a0 J 9 CCS2 <o*7 não S%<% N ' a *ul(a e+ .ue vo*7 não age *o+o bonus pater agiu *o+o deveria agir, +as agiu *o+ i+(rud7n*ia,

familias do direito ro+ano, .ue era o *idadão irre(rovável, (erfeito0 neglig7n*ia ou i+(er)*ia0 D N CCS2 S%<VSS1M N ' o +)ni+o desvio de *onduta0 2or'+, esse

+)ni+o desvio de *onduta /á serve (ara *ausar dano0 " Cavalieri diz .ue te+os .ue a(li*ar o art0 HR=, CC, (or.ue ' +uito +ais vantage+ (ara o *arona, (ois se a(li*ar a res(onsabilidade a.uiliana, .ual.uer grau de *ul(a serve (ara res(onsabilizar0 S.ue +ais adiante, ele defende .ue se a *ul(a for lev)ssi+a, ela se e.ui(ara a u+ *aso fortuito, sendo assi+, *ul(a lev)ssi+a e8*lui o ne8o de *ausalidade0 %u (refiro a.uela velha +á8i+a ro+ana: Ze+ ter+os de

res(onsabilidade a.uiliana, basta a *ul(a lev)ssi+a[0 " AC% @ R%S2"!S B1S1D D% @ sin3ni+o autor de do AC1S1 ! ; e8tra*ontratual u+a relação ou legal, .ue '

res(onsabilidade dano e a

a.uela .ue de*orre da lei, do ordena+ento /ur)di*o, e+ .ue não há entre v)ti+a /ur)di*a nego*ial (ree8istente0 %8e+(lo: su/eito atro(elado (or u+ auto+-vel0

68

R "po!"a4&2&-a*ivis0

aB.&2&a!a

ve+

da

le%

aquilia

do

direito

ro+ano, .ue ' o H o di(lo+a siste+áti*o .ue regula+entou os delitos

WWW

TRANSPORTE (or.ue (4bli*o,

DE os

IDOSO o

E

ALUNOS são CDC0 JJ,

'

res(onsabilidade de ' *ontrato s-

*ontratual, serviço

trans(ortadores art0

(er+issionários %sse

a(li*ando

gratuito na a(ar7n*ia, (or.ue ele s- dei8a o idoso e o aluno entrar de graça (or.ue a (er+issão de(ende disso, ele s- *ontrata *o+ a d+inistração CONTRATO CONTRATO 24bli*a DE se *on*ordar *o+ o (asse S livre0 N(O S S DE DE TRANSPORTE KRATUITO )ES)O , DESINTERESSADO= CONTRATO

TRANSPORTE

TRANSPORTE KRATUITO INTERESSADO.

" S&L não *on*orda *o+ o (rof0 Cavalieri: " S&L, no entanto, adotando a (osição do (rof0 Silvio Rodrigues, ao inter(retar o CC unilaterais, onde &C S no seu art0 H0ORE .ue diz .ue nos *ontratos não *ontra(restação, sres(onde (or si+(les

*ul(a o *ontraente a .ue+ o *ontrato a(roveite e s- (or dolo a.uele a .ue+ não favoreça, editou a s4+0 H>R nos seguintes ter+os: ENo" #%a!"po%# " #%a!"po%#a-o% - "&!# % ""a-o"= "$ " %3 c&/&2m !# po% "&mp2 " co%# "&a= po% o % "po!"3/ 2 -a!o"

ca."a-o" ao #%a!"po%#a-o= B.a!-o &!co%% % res(onsabilidade trans(orte, H0ORE, do CC *u/a sui &C S0 res(onsabilidade e a.ui o S&L entende ' .ue .ue

m -o2o o. c.2pa há *ontrato @ o a(li*a de u+a art0

D%a/ .F= ou se/a, a *ul(a leve do *ondutor ou lev)ssi+a afasta a sua res(onsabilidade *eneris, es(e*)fi*a (e*uliar0 vo*7

Aue+ te+ razão: o S&L ou o Cavalieri; 2are*e ser o Cavalieri, +es+o .ue no final ele e8*lua a *ul(a lev)ssi+a0 <e/a o e8e+(lo .ue ele dá:

69

→ <o*7 dá u+a *arona a algu'+0 Bate nu+a árvore, e (ega algu'+ .ue está na *alçada, este transeunte vai obter u+a indenização, *o+ base na res(onsabilidade e8tra*ontratual sub/etiva, +es+o .ue a *ul(a do *ondutor 5estava nu+a velo*idade +oderada6 se/a leve0 2or'+, o *arona não vai obter u+ *entavo de indenização e (ode ter se arrebentado todo, (or.ue se vo*7 a(li*ar a s4+0 H>R e entender .ue o *ontrato ' gratuito, o *ondutor s- res(onde se houver dolo ou *ul(a grave0

" !"<" CC diz no art0 EDP, .ue não se subordina Ks nor+as do *ontrato de trans(orte, o feito gratuita+ente (or a+izade ou *ortesia, e se a res(onsabilidade (assa a ser e8tra*ontratual, (erde efi*á*ia a s4+0 H>R, S&L0 " (4, do art0 EDP define o *ontrato de trans(orte gratuito interessado: E!+o " m4o%a 9 &#o " m /a!#aD m &!-&% #a.F co!"&- %a D%a#.&#o o #%a!"po%# = B.a!-o % m.! %a0+o= o #%a!"po%#a-o% a.9 %&%

rt0

ED>, CC -

!"<": 9o%0a

EO

#%a!"po%#a-o% " !-o

% "po!-

p 2o"

-a!o"

ca."a-o" O" p ""oa" #%a!"po%#a-a" mo#&/o ma&o%= 1c2.- !# → OBJETIVA0 -a % "po!"a4&2&-a- .F res(onsabilidade do

".a" 4aDaD !"= "a2/o !.2a B.a2B. % c23.".2a

trans(ortador,

(elo

!"<"

CC,

'

→ ZSalvo +otivo de força +aior[ ' o *aso fortuito e8terno, se a res(onsabilidade ' ob/etiva0 → ZSendo nula .ual.uer *láusula e8*ludente da

res(onsabilidade[ ' a s4+0 HPH, S&F0

"

art0

EDR,

CC

!"<"

*onsagrou -o
70

a

s4+ula

H?E, po%

S&F:

EA

% "po!"a4&2&-a-

co!#%a#.a2

#%a!"po%#a-o%

ac&- !#

ue.F indenização vai ter . *o+ *ul(a.ual.ue (rovar a *ul(a do (re(osto do trans(ortador indenização0 *ul(a de D o (elo a*idente. +es+o habilitado.ue te+ . e esse algu'+. a*idente CC v)ti+as.a2 # m a0+o % D% ""&/a. . base Fran*7s 71 doutrina brasileira. a v)ti+a não e8iste +ais. *o+o ' *ul(a e8*lusiva da v)ti+a não há res(onsabilidade *ivil0 "bs0: " *landestino.ue (rovar *ul(a do trans(ortador.2pa - # %c &%o= co!#%a o B. não terá direito a indenização0 1sso ta+b'+ a*onte*e e+ 3nibus0 &e+ . sorrateira+ente. %a!0a= Auando (edir 1c2. essa trans+issão na (ossibilidade de vo*7 obter u+a indenização.ue ia (ara Ro+a e +orre *ongelado. 2&-&-a po% c. 1&D&% % pa%a0+o com a . *o+o a *ul(a ' e8*lusiva da v)ti+a. (ois se es*ondeu /unto a roda da aeronave0 Defendendo . entendido. ine8istindo o dever deste de indenizar a fa+)lia da v)ti+a0 Se for (ara a res(onsabilidade e8tra*ontratual sub/etiva.uer ne8o *ausal e+ relação ao trans(ortador.ue e8*lui a res(onsabilidade do trans(ortador ou ele e sua fa+)lia ou terá . no art0 H0RJP: EO -&% &#o a o4%&Da0+o p% "#3-2a= "" #%a!"m&# m-" C$-&Do a 1c #o !o" ca"o" B.ue e+(resta+ auto+-vel a algu'+.ue+ vai (edir indenização ' a sua fa+)lia. e se não houve *ontrato de trans(orte. a *onduta il)*ita e e8*lusiva da v)ti+a.&%.ue haver *ul(a (rovada do (re(osto do trans(ortador. isto ' regra e8(ressa. ingressa nu+ avião . .ue não houve *ontrato de trans(orte. .F CS !D%S&1!" S'rgio Cavalieri des*reve a hist-ria de u+ *landestino . (ara obter algu+a "bs0: %+ relação (rovo*a *o+ a ve)*ulos u+ no (erten*entes fazendo e a (arti*ulares o S&L . não *elebra *ontrato de trans(orte e se durante a viage+ ele for viti+ado ou haverá a sua *ul(a e8*lusiva.com o pa""aD &%o !+o . e8*lui . de +odo geral.

(resu+e9se

a

*ul(a

do

dono

do

ve)*ulo

.ue

não

deveria

t79lo

e+(restado (ara o *ondutor do ve)*ulo, +es+o habilitado, e a) haverá res(onsabilidade solidária entre o *ondutor do ve)*ulo, (or *ul(a (rovada, e o dono do auto+-vel, (or *ul(a (resu+ida, do .ual ele s- se e8oneraria se (rovar .ue fez tudo (ara evitar o a*idente, o .ue na (ráti*a a*aba sendo tratado *o+o u+a hi(-tese de res(onsabilidade ob/etiva, aliás defendida, nesse *aso, (or `ilson Melo e Silva0 " (rof0 Cavalieri defende .ue se o dono do auto+-vel o

e+(resta (ara algu'+ habilitado, desde .ue esse habilitado não se/a u+ irres(onsável not-rio, .ue a res(onsabilidade do a*idente *ausado (elo 4lti+o não ' solidária, o dono do ve)*ulo não te+ nenhu+a res(onsabilidade, (ois se a tivesse teria natureza ob/etiva, inde(enderia de *ul(a do dono do ve)*ulo .ue não (rati*ou nenhu+a ili*itude ao e+(restar o auto+-vel, sendo .ue a % "po!"a4&2&-ao48 #&/a deve estar 1p% ""a !a 2 & , o .ue não o*orre no *aso (resente, /á .ue ' u+a res(onsabilidade e8*e(*ional0

"F1C1!

M%Ca!1C

/uris(rud7n*ia te+ entendido .ue, no entanto, .uando o dono do ve)*ulo o dei8a nu+a ofi*ina (ara re(aros .ue ' id3nea no sentido e*on3+i*o e /ur)di*o, e esse auto+-vel dirigido (or u+ (re(osto da ofi*ina *ausa dano a outre+, não haverá res(onsabilidade do dono do auto+-vel, (ois (or (arte dele não há nenhu+ dever de *ust-dia, /á da .ue rua, a guarda at' foi delegada idonea+ente não teria a ofi*ina +e*Bni*a0 de (agar 2or'+, se a ofi*ina for inid3nea ou o *arro for entregue ao +e*Bni*o .ue e*ono+i*a+ente *ondiç:es eventual indenização, haverá solidariedade 5art0 H0RH?, (46 entre o dono do auto+-vel .ue delegou sua guarda inidonea+ente e o

72

*ondutor do ve)*ulo .ue res(onderá (erante a v)ti+a (or *ul(a (rovada0

73

Pa AULA 7 DIA 0I.0>.02

Havendo a*idente .ue viti+a o (assageiro, durante o trans(orte, vários autores e ta+b'+ (arte da /uris(rud7n*ia (assara+ a afir+ar .ue a (res*rição da (retensão indenizat-ria, nesses *asos, seria de OR anos, *ontados a (artir do *onhe*i+ento do dano e da sua autoria, nos ter+os do art0 JE, CDC0 " S&L te+ entendido, ulti+a+ente, .ue .uando o a*idente for

*ausado (or *ul(a do +otorista, (re(osto da trans(ortadora, não se trata na realidade de u+ a*idente de *onsu+o, (revisto no art0 H>, CDC, não houve (ro(ria+ente u+ defeito do serviço, e, (ortanto, o (razo de (res*rição será o (razo *o+u+ de JO anos, (revisto no art0 HEE, do CC &C S, (ara as (retens:es (essoais e a (ossibilidade da a(li*ação do CC nu+ *ontrato de *onsu+o está (revisto no art0 E o, da lei ?OE?G=O0 2ara o S&L defeito do serviço seria o atraso, desvio da bagage+, et*0 *idente de trans(orte não ' algo .ue o *onsu+idor es(era nu+a viage+0 1sso ' a(enas u+ ensaio do S&L, se (egar vai ser res(onsabilidade sub/etiva, /á .ue não seria fato do serviço0 " Suiz 2aulo não *on*orda *o+ isso0 Mas, se real+ente (egar, vo*7 (ode usar *o+o sa)da o De*0 JP?HGHJ e a(li*ar a res(onsabilidade ob/etiva0 " !"<" CC diz .ue a (res*rição da (retensão indenizat-ria (assa a ser de OD anos, art0 JOP, ] D o, <0 2ergunta: o CDC vai ser revogado; %u a*ho .ue não, eu a(li*aria o art0 J o, ] Jo, da S1CC, ou se/a, lei geral não revoga lei es(e*ial0 !ão há revogação, são dois (razos, u+ geral e outro es(e*ial0 Mas, se vo*7 a*har de a(li*ar o art0 J o, ] Ho , da S1CC, ou se/a, lei (osterior revoga lei anterior .uando e8(ressa+ente o de*lare ou regule de for+a in*o+(at)vel a +es+a +at'ria da lei anterior0 " CC !"<" revoga o CDC0

74

efi*ientes (ortanto. S&F N " S&F diz . +as a v)ti+a deveria ir e+ fa*e da lo*adora (elo fato do serviço ou (roduto0 e+(resa !1M 1S ! S %S&R D S inda e+ ter+os de res(onsabilidade *ivil (elo fato da *oisa ' *o+u+ nas estradas brasileiras ani+ais . vo*7 ' lo*atário0 !o uso desse auto+-vel. (or e si ou (or suas e+(resas garantir.S^MCS res(onde >=J.ui. deveria+ atrav's de ta(u+es.uados.ue ingressa+ nas rodovias. *a(ut0 lo*adora a*aba (or ser res(onsabilizada ob/etiva+ente0 " (rof0 Cavalieri se insurge *ontra essa s4+ula.Tente. e neste *aso a solidariedade de*orreria do art0 HRH?. *on*essionárias.ue (redo+ina nos tribunais ' . danos f)si*os de (assageiros.ue haverá solidariedade na re(aração. (oderia a(li*ar livre+ente o CDC. dano +aterial do ve)*ulo.ue a e+(resa lo*adora de ve)*ulos *ivil e solidaria+ente *o+ o lo*atário. " entendi+ento . o lo*atário s.ue a autar.uia res(onsável (ela estrada ou a (essoa /ur)di*a de direito (rivado . ou se/a. dizendo . S&L a +eu ver erronea+ente. no uso do *arro lo*ado0 %8e+(lo: vo*7 vai a lo*adora e aluga u+ *arro.ue diz . (elos danos *ausados (or este a ter*eiros.ue e8(lora a estrada de rodage+ res(onda+ *o+ base no CDC. a e+(resa transfere a guarda do ve)*ulo (ara o lo*atário0 Se o ve)*ulo estivesse defeituoso. et* . se (rovar a *ul(a do lo*atário surge auto+ati*a+ente a *ul(a da lo*adora. onde há alta velo*idade (rovo*ando a*identes graves *o+ a +orte de +otoristas.(ode ser res(onsabilizado (or *ul(a (rovada. (er+issionárias são obrigadas a forne*er serviços ade. art0 JJ . .ue+ seria o res(onsável (ela indenização *onse.ue os ani+ais ano invadisse+ as (istas de rola+ento ou nela não (er+ane*esse+0 75 . a) si+.ue os -rgãos e (4bli*os seguros. a(li*ando s4+ula a*o+(anha6 dizendo . et*0 1ndaga9se a. está vo*7 atinge esta u+ Do 0 " 5o S&F.ue o S&F *riou u+a res(onsabilidade solidária se+ nenhu+a base legal0 de+ais.

uiliana0 Há u+ detalhe. ou se/a.ue não se sabe (re*isar o ano de seu surgi+ento 5alguns dize+ . e . . CC usuário da rodovia0 &C S6 e a (essoa /ur)di*a e+ ação de regresso (ro*uraria obter o valor da indenização (aga ao R%S2"!S B1S1D D% C1<1S AC !&" a6 R%S2"!S B1S1D D% C1<1S SC "R1G%M S%G S "C %Q&R C"!&R &C S.ue de*orre da violação de u+ dever /ur)di*o (ree8istente na lei0 %stá rela*ionado ao dever de *autela . de +olde a não *ausar (re/u)zo a ningu'+0 %sse ti(o de res(onsabilidade de*orre da introduziu o delito *ivil e+ Ro+a: 9 furtoI 9 rouboI 9 in/4ria0 %ssa le$ a uilia& . e+ . vo*7 estará diante: a6 violação de dever /ur)di*o b6 *ul(a dolo 76 .ue ine8iste v)n*ulo /ur)di*o anterior entre o autor do dano e a v)ti+a. ou se/a. . foi a. legal ou a.uando houver violação de u+ dever /ur)di*o lei aquilia N lei .ue ' gen'ri*o.ue trou8e u+a siste+atização dos delitos *ivis e8tra*ontratuais no direito ro+ano0 %ntão. AC1S1 ! @ a.ue não de*orre de inadi+(le+ento *ontratual.uela e+ ." *onsu+idor a*iona a (essoa /ur)di*a.ue (ree8istente na lei. todas as (essoas t7+ o dever de agir na vida *ivil *o+ (rud7n*ia.uela . (ois e8istiria solidariedade entre essa e o (ro(rietário do ani+al.ue ' do ano >OO *6. (ro(rietário ou detentor do ani+al 5art0 HRJE.ue o autor do dano e a v)ti+a não tinha+ relação /ur)di*a anterior entre si. vo*7 está falando e+ res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual.uando vo*7 falar e+ res(onsabilidade *ivil .

uando vo*7 sai de *asa e ultra(assa DO sinais ver+elhos0 <iolou u+ dever /ur)di*o (revisto no C&B. .uanto ao funda+ento ' u+a res(onsabilidade ob/etiva0 %8iste+ vários e8e+(los deste ti(o de res(onsabilidade no CC0 " funda+ento ' u+ R1SC" S !C1"! D" 2%S" S%G1SS D"R0 <ai e8istir o dever de re(arar.48 #&/a en*ontra seu funda+ento legal no art0 HR=.*ul(a e+ sentido estrito 1SVC1&"6 *6 dano +oral dano +aterial D%S1&" C1<1S 5 &" %8e+(lo: .ue . *o+o a vida.ue vai derivar da). (ressu(:e a violação de direitos sub/etivos absolutos dessa +es+a v)ti+a.uiliana. ou se/a. ou está (resente não o giu *o+ *ul(a.uiliana .uiliana. CC &C S0 <o*7 te+ neste artigo. ' u+ dever /ur)di*o gen'ri*o (revisto no ordena+ento *o+o u+ todo0 *ausou (re/u)zo a legal algu'+. a i+age+.uando ela for sub/etiva0 1S&" !U" @ <%RD D%0 %8iste res(onsabilidade *ivil a. havia relação anterior entre o autor do dano e a v)ti+a0 Auanto ao funda+ento ' u+a res(onsabilidade *ivil sub/etiva0 "s autores te+ a +ania de dar a entender . a. inde(endente+ente de *ul(a do res(onsável0 res(onsabilidade a. 77 . ele se en*ontra no art0 H?P0 "bs0: res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual de natureza sub/etiva (ressu(:e a ine8ist7n*ia de v)n*ulo relativo anterior entre o autor do dano e a v)ti+a. a integridade f)si*a. ou teve intenção de avançar os sinais ou foi i+(rudente0 Se res(onsabilidade *ivil . os ele+entos do ato il)*ito 5violação de dever /ur)di*o. i+(li*ita+ente.uiliana ". ato il)*ito0 /ur)di*a ou se/a. ' u+a res(onsabilidade e8tra*ontratual. *ul(a e dano60 !o !"<" CC. os direitos da (ersonalidade.ue shá res(onsabilidade a. a honra.

et*. 1. . in4+eros situaç:es de diversas naturezas (ode+ ser en. alertando o legislador . e+ e8er*)*io regular de u+ direito re*onhe*ido ou e+ estado de ne*essidade .ue . in caso na lei. CC ou deter+ina o . onde há violação de dever /ur)di*o (ree8istente. (ressu(:e (rin*i(al+ente a o*orr7n*ia de ato il)*ito. 11 e (4 do CC !"<" dize+ . (ortanto.ueles atos (rati*ados e+ leg)ti+a defesa. direitos sub/etivos absolutos reais. res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual de natureza ob/etiva0 %8e+(los: "s arts0 HPO.ue o a(ontado res(onsável (rati*ado il)*ito.ue no CC !"<" (assa a ser art0 H?P0 WWWD%S1&" % AC S% D%S1&" %sta distinção havia e+ Ro+a0 Delito N ato il)*ito (rati*ado *o+ doloI Auase delito N ato il)*ito (rati*ado se+ intenção. isto '.uando os bens (atri+oniais da v)ti+a fore+ atingidos *o+o auto+-vel. o legislador (or *ivil deter+ina se+ . tratando9se. onde os delitos *ivis era+ es(e*)fi*os. *o+ *ul(a e+ sentido estrito0 &%!#U": %SS D1S&1!#U" !U" %Q1S&% M 1S !" !"SS" D1R%1&"0 2or vezes. esse art0 segue o (rin*)(io da generalidade do delitos *ivis.uando algu'+ destr-i ou deteriora *oisa alheia a fi+ de re+over (erigo i+inente. 11 e (4 do CC &C S e H??.uadradas *o+o delitos *ivis. numerus clausus. ou então. ou se/a.ue algu'+ indenize o (re/u)zo tenha havido outre+ ato o*orra vin*ulação /ur)di*a de *ontratual anterior entre a+bos. *ul(a e dano +oral eGou +aterial0 " art0 HR=.ue seria ato il)*ito e ao *ontrário &C S define do direito ro+ano. outros bens +-veis e i+-veis. e se+ . ou se/a. .ue não *onstitue+ atos il)*itos a.ue 78 . 1. *o+ base nesse artigo.

terá . identifi*a o *ul(ado (or esta situação e+ .ue se en*ontrava. se a.uele . e+ estado de ne*essidade. a orientação ' . desde . inde(endente+ente da (ráti*a de ato il)*ito0 Auando algu'+ e+ leg)ti+a defesa. do CC &C S0 " art0 HRJO.ue indenizar esse D o . (odendo li+ites indis(ensável (ara re+oção do (erigo0 2or'+.ue (aga a indenização. art0 HPO.ue indenizar se atingir u+ ser danifi*ou a *oisa alheia ou a (essoa alheia.uele . ele (r-(rio for o res(onsável (ela situação e8tre+a e+ . (ara se livrar de u+ (erigo i+inente. não fala e+ ser hu+ano0 @ a Mas.ue invo*a o estado de ne*essidade.ue se defende de agressão in/usta.ue deve ser indenizado a (essoa . res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual de natureza ob/etiva (or ato l)*ito de *onduta0 " art0 HRH= s. se defendendo da in/usta agressão (er(etrada (or outre+. (4 dá a entender .há res(onsabilidade *ivil se for atingida hu+ano0 .uele . se ele 79 .ue sofrer o (re/u)zo0 !os ter+os do art0 HRJO. 1 *G* art0 HR>O. indeniza a v)ti+a e (ro(:e ação de regresso e+ fa*e do seu agressor. (or'+. (4 *G* art0 HPO.ue a (r-(ria v)ti+a não tenha sido o *ul(ado (ela situação de (erigo.fala e+ D"!" D +es+a *oisa do art0 HRJO0 C"1S .será leg)ti+o . inde(endente+ente de *ul(a nos ter+os do art0 HRJO.uele .ue s. (ara obter de volta o valor da indenização0 Havendo estado de ne*essidade. 11. não (rati*a ato il)*ito. (4 a. +es+o usando de +eios +oderados ve+ a atingir u+ D o . terá . (oderá haver dever indenizar.ue u+a C"1S e !U" u+ S%R HCM !"0 1SS" %S&\ BS"SC& M%!&% %RR D"0 <o*7 te+ .esse ato s.uando as não *ir*unstBn*ias e8*eder os o tornare+ do absoluta+ente ne*essário.ue foi envolvido. terá ação de regresso (ara obter de volta o valor (ago da re(aração *ivil0 "bs0: .ue indenizar a v)ti+a 5art0 HRH=6. +es+o nos *asos de leg)ti+a o defesa e de estado de ne*essidade.

ue indenizar a v)ti+a.ue o C22.uebra+ o +uro do vizinho. tivesse . do CC0 @ 2"SSV<%S H <%R R%S2"!S B1S1D D% C1<1S AC !D" G1R !" %Q%RCVC1" R%GCS R D% CM D1R%1&" "C %S&R1&" CCM2R1M%!&" D% D%<%R S%G S % C CS R 2R%LCVX" "C&R%M . no /u)zo *ri+inal. do autor do dano. res(onderá sub/etiva+ente (elo dano *ausado0 " C22 de H=>H. haverá dever de indenizar ob/etiva+ente. art0 DE. (ortanto. CF0 %8er*)*io regular de direito ta+b'+0 tividade ad+inistrativa regular *ausa (re/u)zo ao /urisdi*ionado. leg)ti+a defesa. ve+ a lu+e e diz .ue está sendo agredido (or outre+ e atinge o (retenso agressor. art0 DE. *o+(rovada tais situaç:es no *ri+e. se ela for (utativa . CF0 "bs0: !o *aso da leg)ti+a defesa. *o+eçara+ a afir+ar . e+ ter+os de res(onsabilidade ob/etiva da (essoa /ur)di*a de direito (4bli*o ou (essoa /ur)di*a de direito (rivado (restadora de serviço (4bli*o0 1sso ' estrito *u+(ri+ento do dever legal0 %8e+(lo: bo+beiros (ara a(agar u+ in*7ndio. o argu+ento de .ue a situação /ur)di*a de estado de ne*essidade. inde(endente+ente de *ul(a. o . ] P o . nos ter+os dos arts0 HRH= e HRJO. no entanto. do CC e . no entanto.ue faz *oisa /ulgada no *)vel a alegação e a sentença . (a*ifi*ou o entendi+ento de .(ara sair dela *ausar (re/u)zo a outre+. " art0 HPO fala ta+b'+ de estrito *u+(ri+ento do dever legal e e8er*)*io regular de direito0 @ (oss)vel0 Mas. ' res(onsabilidade ob/etiva.ue. estrito *u+(ri+ento do dever legal ou e8er*)*io regular de direito essas si+ fazia+ *oisa /ulgada no *)vel. . a (artir da). e alguns autores.ue a*olhe. não haveria dever de indenizar no /u)zo *)vel0 " S&F. art0 PR teria revogado os arts0 HRH= e HRJO.ue o r'u agiu e+ estado de ne*essidade ou leg)ti+a defesa. a doutrina e a 80 . ] P o.ue não i+(ediria.

/á . a 81 .ue indenizar o (retenso agressor no *aso ou houve at' +es+o u+ . tendo e+ vista . ele não terá . . atingindo o (r-(rio agressor. do CC fa+)lia do agressor0 &C S e o agredido terá .ue Do atingido. eventual+ente atingido *o+o /á vi+os0 Se houver e8*esso de leg)ti+a defesa. ou se/a. (or'+. o agente está sendo agredido./uris(rud7n*ia te+ entendido .ue *ul(a.ue ' ferido ou +orto.ue ele te+ . haverá res(onsabilidade sub/etiva. 1. ob/etiva+ente o Do . a contrario sensu do art0 HPO. se defende +oderada+ente e atinge o (r-(rio agressor. no *aso de +orte. *o+ base se/a na de res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual sub/etiva.ue indenizar. ' *onsiderado ato il)*ito. +es+o (elas *ir*unstBn*ias natureza leve ou lev)ssi+a0 1nobservou dever /ur)di*o de *autela na vida *ivil0 !a leg)ti+a defesa real. ne+ no *aso de fale*i+ento K fa+)lia do agressor0 &erá .ue indenizar este agressor.ue indenizar o agressor e.ue o e8*esso na leg)ti+a defesa sai do *a+(o da li*itude (ara o *a+(o da anti/uridi*idade.

nessa '(o*a. S%G S "C res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual (ode ser: SCBL%&1< "BL%&1< N (ressu(:e a (ráti*a de ato il)*itoI N inde(ende de (ráti*a de ato il)*ito (elo AC1S1 ! a(ontado res(onsável0 !or+al+ente.%#o= %o. era+ (enas (e*uniárias0 a &!8<%&a= esta era le$ a uilia traz u+ novo delito. vo*7 atingia u+a (essoa ou *oisa 82 . algu'+ atingisse es*ravo alheio e+ leg)ti+a defesa não haveria *onduta ileg)ti+a e. era (re*iso u+a co!-.ue (ara e8istir o damnum iniura datum .Ma AULA 7 DIA 23. de *aráter sub/etivo0 1sso te+ u+ +otivo.ue o CC de H=HP *onsagrava in4+eras hi(-teses o48 #&/a. (or'+. .uando ' u+a res(onsabilidade e8tra*ontratual. o damnum iniura datum . ' a *ha+ada le$ a uilia do s'*ulo 111 a0C0. . (or e8e+(lo. se a *onduta fosse ileg)ti+a e houvesse *ul(a do a(ontado res(onsável haveria de se (agar u+a indenização e. os delitos *ivis era+ o 9.4o atingir fisi*a+ente algu'+0 es*ravo0 " legislador ro+ano dizia . %ntão.ue vo*7 não era o res(onsável (or esta situação.uiliana . in*lusive o !a aula anterior. (ortanto. ne*essidade . não haveria esse delito *ivil0 Mas.ue era a ofensa a *oisa alheia.02 R%S2"!S B1S1D D% C1<1S %Q&R C"!&R &C S. n-s vi+os . (or *ivil e8tra*ontratual de estado de de natureza e8e+(lo.2pa -o % "po!"3/ 2. onde houvesse c. as indenizaç:es *ivis. de !os res(onsabilidade *asos. se reserva o ter+o res(onsabilidade *ivil a. se a *onduta fosse leg)ti+a.uando essa lei entrou e+ vigor os delitos *ivis era+ numerus clausus.#a &2 D5#&ma.0>.uando vo*7 estava nu+a situação de (erigo e .ue se resolvia+ (or aç:es (enais.

terá . são direitos +istos.uela .uelas obrigaç:es propter rem0 "brigação propter rem ' a.uela situação0 <i+os ta+b'+ a leg)ti+a defesa. fazer. essa (assage+0 2or'+. (or. teria de indenizar a (essoa atingida ou titular da *oisa alheia e entraria *o+ u+a ação de regresso se vo*7 *onseguisse identifi*ar a (essoa . do CC &C S *onfere ao vizinho titular de u+ (r'dio en*ravado.uando atinge Do haverá res(onsabilidade e8tra*ontratual de natureza ob/etiva0 → <a+os falar de outras hi(-teses do de CC e+ . o direito de e8igir.ue o *olo*ou na. . se+ (assage+ (ara a rua. vo*7 te+ u+a (arte . .ue indenizar o titular do (r'dio onde a (assage+ forçada o*orrer0 VIA PRBLICA D B A C Direito de vizinhança não ' direito real.alheia.ue ele está ligado a titularidade de u+a 83 .ue ' o direito (essoal .ue nas*e e+ função da (osse ou da (ro(riedade de deter+inada *oisa0 " direito de vizinhança ' u+ direito +isto.uadrados na.ue ' a obrigação.ue haverá ob/etiva.ue (ode ser de dar. /udi*ial+ente. ou se/a. não fazer ou tolerar algu+a *oisa. fonte ou (orto. estão en. (or outro lado vo*7 te+ u+a fa*eta de direito real. res(onsabilidade e8tra*ontratual natureza es(e*ial+ente no direito de vizinhança: H6 " art0 RPO.

ue o vizinho tivesse ali seu es*rit-rio.ue indenizar0 Res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual ob/etiva (or ato l)*ito de *onduta0 %8e+(lo: Se vo*7 te+ u+ *ano de esgoto .uando algu'+ (rati*a u+ ato l)*ito. entra no terreno vizinho. esse *ano ento(e0 <o*7 notifi*a o seu vizinho.ue não *abe dano +oral . art0 H0OR=.uando esse uso se/a indis(ensável a re(aração .ue (assa debai8o do terreno do vizinho. e .ue indenizar o D *abal0 1sso ' u+a (or u+ ato l)*ito de *onduta0 " dono do (r'dio (or onde ' feita a indenização res(onsabilidade *ivil . usar desse (r'dio te+(oraria+ente. e no *aso do direito de vizinhança ' o be+ i+-vel0 O -&% &#o /&@&!. ou se/a.a!0a !+o "+o -&% &#o" 2 " !+o # m opo!&4&2&-a!#% 1c2. i+agine . *onserta o *ano0 " vizinho terá direito a indenização (elos (re/u)zos +ateriais.ue a (assage+ se/a feita (elo terreno de D 5' o *a+inho +ais *urto at' a via (4bli*a60 " (assage+ forçada te+ direito a vai ter .a!0a "$ "+o opo!5/ &" <a+os su(or .ue indenizar.ue ele tiver.ue indenizá9lo (elos lu*ros *essantes . CC &C S0 H <%R\ C"M2%!S #U" 2"R D !" M"R S !%S& SVC1&" D% C"!DC& .uanto ao funda+ento ' de natureza ob/etiva0 J6 rt0 R?E N direito ao au8)lio +4tuo. o usuário terá .ue u+ vizinho (ossa entrar no (r'dio alheio.uanto K orige+ ' e8tra*ontratual e vai e8istir . (rati*ando u+ ato l)*ito de *onduta0 *o+(ensação (or dano +oral te+ duas finalidades: 84 ."&/am !# erga omines= /&@&!.ue .. vo*7 terá . arrebenta o terreno inteiro..*oisa. +ediante (r'vio aviso. ... o -&% &#o - /&@&!. ta+b'+ ' u+ direito de vizinhança.o".uando algu'+ te+ . *ontrata u+a tur+a de trabalhadores. % a&"= po%B.ue vai benefi*iar o seu i+-vel0 Se esse uso *ausar dano ao vizinho. H12_&%S% D% &" " entendi+ento +a/oritário ' . a lei (er+ite .

o aborre*i+ento não serão a(agados da +e+-ria dessa v)ti+a.ue*i+ento indevido0 !os %C não ' assi+ .ue o dano +oral ' valorado0 Sá no in)*io. ele ganhou Cb H0OOO0OOO 5u+ +ilhão60 !o Brasil não ' assi+0 J N &a+b'+ se fi8a *o+(ensação (elo dano +oral. u+ a+eri*ano . as águas . *o+o +odo de (unir o ofensor..H N 2unitiva N fi8a9se u+ valor (e*uniário. se não houver u+ não há dano +oral0 D6 Há outras hi(-teses de res(onsabilidade *ivil ob/etiva (or ato l)*ito *ha+ado C-digo de \guas .uisitos 5*aráter (unitivo e *o+(ensat-rio6.ue to+ava seu *af' da +anhã nu+a deliverc teve . o *onstrangi+ento. o desgosto. a /uris(rud7n*ia a+eri*ana evoluiu. o valor não (ode ser tão alto . o valor era si+b-li*o os tribunais *ondenava+ o ofensor a (agar Cb H0OO 5u+ d-lar60 1sso não adiantava nada *o+o (unição.!-am !#a2. -a!o " %3 &e+ (revale*ido nos &ribunais .&"&#o hi(-tese.ue deve a(re*iar o (rin*)(io da razoabilidade. s.ue es*oa+ do (r'dio su(erior e des*e+ (ara o (r'dio inferior.uente no seu *olo. o su/eito *ontinuava a (rati*ar ofensas. se dizia . o dano +oral era fi8ado nu+ valor si+b-li*o. comp !"a-o0 ca%3# % mo%a2 *o+(ensação (or dano +oral e desse +odo se+ esse % B.ue te+ .ue ter os dois re. o (ro(rietário do (r'dio inferior ' obrigado a su(ortar 85 . não (ara restituir K v)ti+a a situação anterior.ue revogou o CC0 (or e8e+(lo.ue o sofri+ento (s).!&#&/o !+o e+ na res(onsabilidade 9.ue desesti+ulado a (rati*ar nova+ente a ofensa0 2or'+. o valor do dano +oral servirá (ara alegrá9la. /á .ui*o. (or'+.ue o ofensor fi. +as.ui*o não tinha (reço e *o+o não se (ode fi8ar o (reço da dor.ue a dor e o sofri+ento (s). nessa l)*ito !+o ense/ando haverá o o indenização p. nu+ valor .ue dei8ou *air u+ *o(o de *af' +uito . de +odo a fazer *o+ .ue esti+ule o enri.uei+aduras (or. *o+(ensá9la de algu+ +odo0 Auando houver ato ob/etiva. não +uito bai8o ne+ +uito alto.ue *hegou aos li+ites do absurdo0 2ara se ter u+a id'ia.

' u+ ato l)*ito de *onduta. s. M"RR% % C 1 S"BR% " CU" D" <1X1!H"0 < 1 H <%R ..ue se *analize essas águas. dando9lhe *i7n*ia de . % S% C"M %SS% C"R&% C S D" <1X1!H" B % 1!D%!1X #U" "C !U" . a árvore fi*a no terreno ra)zes e os ra+os0 M S.ua 9 res(onsabilidade (resu+ida (ela o(inião +a/oritária ' . CF N ningu'+ será obrigado a fazer ou dei8ar de fazer algu+a *oisa..ue signifi*a *ul(a. Ha6 Cl-vis Bevilá*. . se *o+ essa *analização vo*7 (re/udi*ar seu vizinho.ue notifi*ar o vizinho (revia+ente.ue ' o seguinte. entretanto... no art0 RR? te+ u+a outra hi(-tese .ue (assa+ (elo seu (r'dio.ue o *orte não venha a *ausar (re/u)zo0 " vizinho (ode. se (er+ite .ue se houver o *orte te+ da .ue vai realizar o *orte (ara . res(onsabilidade sub/etiva0 Cr)ti*a a essa *orrente: art0 R o. vo*7 te+ .ue se (ossa to+ar as (rovid7n*ias ne*essárias e a*autelat-rias.ue ' ou u+a ao +enos \R<"R% S%C . ato il)*ito.. CC &C S N árvores li+)trofes0 Se vo*7 tiver u+a árvore no li+ite do seu terreno e do terreno do seu vizinho.ue (ode+ ser *ortadas as S"BR% da árvore 5ra)zes e ra+os6 e se esse *orte *ausar (re/u)zo. *o+o a ob/etiva redação nor+a hi(-tese e8*e(*ional.essas águas0 Mas. (edir au8)lio ao 1B M ou Fundação de 2ar. ou se/a. de +odo . será de *o9(ro(riedade de a+bos0 gora.ue as ra)zes e ra+os dela estão invadindo o terreno de B0 " art0 RR? diz . 11.ues e Lardins0 %ssa notifi*ação seria u+ dever gen'ri*o de *onduta e a falta do aviso (r'vio haveria u+ *o+(orta+ento *ensurável nas *ir*unstBn*ias do *aso *on*reto o . não haverá dever de indenizar0 Ja6 S)lvio Rodrigues N !o +)ni+o teria .ue estar /á e8(ressa .ue indenizar0 @ res(onsabilidade *ivil ob/etiva (or ato l)*ito de *onduta0 >6 rt0 RRP. vai haver u+ *ondo+)nio forçado da árvore. (or e8e+(lo. senão e+ virtude de lei0 86 .

e alegar *ul(a . direito outre+ ' obrigado a re(arar o dano0 Se vo*7 viola o dever gen'ri*o de *onduta de não (re/udi*ar ningu'+ e não *ausa (re/u)zo a ningu'+.ue.ue não basta violar direito (ara .ue+ entenda . *ausar (re/u)zo[ ' alta+ente at'*ni*o.ue era+ os atos *ul(osos0 !-s eli+ina+os no art0 HR=. *ha+ado delito *ivil .uanto ao funda+ento sub/etiva0 a. do CC essas duas dis*uss:es0 " Diz art0 . (or violar u+a ou *láusula o+issão o.ue HR=.0 todo ou CC ' *onsiderado . e+bora há .lei não obriga a notifi*ação. (re/u)zo a neglig7n*ia i+(rud7n*ia.ue era+ os atos dolosos e . es. verifi*ar a lei a+biental0 " (re/udi*ado deve adotar a *orrente do S)lvio Rodrigues. o art0 HR= ao dizer Zviolar direito o. (elo +enos a lei *ivil. deve entretanto. +es+o lev)ssi+a. isso não ' u+ ato il)*ito0 %ntão.ue*eu u+a outra dis*ussão do CC fran*7s .ue ha/a o il)*ito *ivil ' (re*iso ta+b'+ o dano0 87 .uele .ue*eu a dis*ussão de *ul(a e falta. gera dever de indenizar. a.ue ha/a *o+ falta e *ausa (re/u)zo te+ o dever de indenizar0 falta si+(les+ente0 " nosso legislador si+(les+ente es.ue *ul(a lev)ssi+a e8*lua o ne8o de *ausalidade0 RESPONSABILIDADE CIVIL E*TRACONTRATUAL SUBJETIVA Fonte: 9 Ce$ a uilia 9 C-digo Civil Fran*7s de H?O>0 " CC fran*7s usa a e8(ressão faute. (or. a doutrina e /uris(rud7n*ia dis*ute+ se signifi*a *ul(a ou res(onsabilidade e8tra*ontratual e .ue.ue falava de ato il)*ito. ou se/a.uele ação voluntária. *ausar geral de e8(ressão falta ou faute.uase delito .

!8#. a e8(ressa *onsagração da *o+(ensação (elo dano +oral0 1sso tudo não e8istia no CC de H=HP0 <oltando ao art0 HR=.ue ha/a il)*ito *ivil ' ne*essário .ue os delitos *ivis era+ enu+erados.&"&#o" c.uadrar *o+o ato il)*ito u+ +ilhão de situaç:es0 <o*7 não restringe *o+o o direito ro+ano restringia ou *o+o o C-digo de !a(oleão restringia0 <a+os e8a+inar os tr7s ele+entos do ato il)*ito0 Co+o ' sub/etiva. n4+ero e8tra*ontratual. do CC era+ e+ (e. 1sso fi*ou *orrigido no !"<" CC.&" 1SVC1&": H N <1"S #U" D% D%<%R LCRVD1C" 2R%%Q1S&%!&% ! S%1 5R%S2"!S B1S1D D% C1<1S %Q&R C"!&R &C S6I J N CCS2 D"S" CCS2 %M S%!&1D" %S&R1&" D N D !" → 2R%LCVX" M"R S %G"C M &%R1 S0 2ara . do CC !"<" ' u+a *láusula geral.” .ue dever gen'ri*o de *onduta ' o dever gen'ri*o de agir *o+ *autela.ue ha/a os #%L" % B. in*lusive. va+os e8a+inar o B+ago do su/eito0 <a+os ver .2a#&/am !# .uadrando9o nu+ enor+e n4+ero de situaç:es0 redação do art0 HR=.ui vo*7 te+ todos os ele+entos do ato il)*ito. A uele ue& por aç%o ou omiss%o voluntária& ne*li*+ncia ue da *ha+ada res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual ou imprud+ncia& violar direito e causar dano a outrem& ainda e$clusivamente moral& comete ato ilícito.ueno &C S0 " legislador *ivil brasileiro saiu e (assou a definir o delito de u+ siste+a ro+ano e+ . este no art0 H?P traz a *láusula gen'ri*a sub/etiva: “Art. en.m. do CC &C S e H?P. (or. de +olde a não (re/udi*ar ningu'+0 88 .ue vo*7 (ode en.

de(ois *o+ a le$ a uilia ' . o (ri+eiro ti(o de res(onsabilidade *ivil era a ob/etiva.ue não há res(onsabilidade *ivil se+ *ul(a0 %les se es. *o+o *ivil os ir+ãos Mazoul houver 5. a ad+ite+ a res(onsabilidade . u+ e8e+(lo ' o CDC . no art0 HR=.ue se (assou .6 *hega+ a *olo*ar na *a(a de seu tratado .ue fi*ar (rovado a (ráti*a do ato il)*ito0 "s ir+ãos Mazoul 5.ue o agente deveria (rever e evitar0 2ara haver *ul(a ' (re*iso levar e+ *onta a atitude do ho+e+ +'dio e ta+b'+ as *ir*unstBn*ias no *aso *on*reto0 %8e+(lo: se vo*7 leva u+ *hute nu+ /ogo de futebol. 89 .ue a lei de &alião Zolho (or olho.u7n*ias . tendo e+ o *o+(orta+ento do ho+e+ +'dio e as *ir*unstBn*ias vista es(e*)fi*as no *aso *on*reto0 9 *ul(a seria a violação de u+ dever /ur)di*o. do CC *ul(a deve ser (rovada (ela v)ti+a0 lguns autores. ela foi *riada e+ Ro+a (ela lei das doze tábuas do C-digo de Ha+urabi.1o ELE)ENTO? CULPA *ul(a ' ele+ento funda+ental (ara a e8ist7n*ia da res(onsabilidade *ivil sub/etiva.6.ue a res(onsabilidade ob/etiva foi *riada antes da sub/etiva.ui.ue*e+ . .ue a *onduta do agente sus*ita no +eio so*ialI 9 *ul(a seria a inobservBn*ia da *onduta ade.ue vo*7 indenizava inde(endente de *ul(a0 @ bo+ le+brar . e a. (ara algu'+ indenizar outra (essoa teria . resultando *onse. ou se/a. *ul(a sdo &C S.uada. isto está +udando *o+(leta+ente. dente (or dente[ não trazia a ne*essidade de res(onsabilidade *o+ *ul(a0 %ntão. isso não ' ato il)*ito.uando a(ontado res(onsável.ue traz res(onsabilidade ob/etiva0 D%F1!1#$%S D% CCS2 : 9 *ul(a seria o /u)zo de re(rovação .ue a *ul(a era o (rin*i(al fator da res(onsabilidade *ivil0 Ho/e e+ dia.

ue a v)ti+a se/a a *ul(ada (elo a*idente 5atravesse a rua de *osta (ara os *arros60 WWWW 1M2"R& !&%: S% H"C<%R DOLO.. p% /&"&4&2&-ahaveria ! 1o WWW@ 2"SSV<%S 9o%#. R0: Si+0 !o funda+ento do %&"co &!# D%a2. +es+o .ue ha/a *ul(a e+ sentido a+(lo ' (re*iso p% /&"&4&2&-a. não há *onduta *ensurável no *aso *on*reto0 2ara .ue nesse *aso tenha havido *ul(a e8*lusiva da v)ti+a0 Dano nu*lear ta+b'+ ' outro e8e+(lo0 " seguro auto+otivo obrigat-rio ' (ago. 9o%0a ma&o% . N(O SE PAKA INDENIZA'(O ! R%S2"!S B1S1D D% "BL%&1< 2R_2R1 2%S" RISCO INTEKRAL 0 !1!GC@M &"R2%X 2 R "B&%R SGCM 2"D% S% < S%R D% SC < !& G%M %C"!dM1C 0 Co+o e8e+(lo. te+os o ho+e+ ..(or.ue a sua ação ou o+issão *ausaria (re/u)zo a (essoa. outra o autor do dano *aso ense/aria nas *ir*unstBn*ias a *on*retas (oderia ou -a !+o deveria ter (revisto .&#o ca. (erdendo9a.."a2&-aD%<%R e ne+ dever de indenizar0 D% 1!D%!1X R S%M !%Q" D% C CS S1D D% .ue a lesão ' (erfeita+ente ade. o e+(regado distra)do enfia sua +ão no rolo. o 1!SS te+ .ue indenizar +es+o . ca"o &mpo""&4&2&-ao.ue a v)ti+a ha/a *o+ *ul(a o agente te+ .ue *orta a (r-(ria +ão (ara re*eber o seguro0 90 . ou se/a. *ontrário..ue indenizar0 %8e+(lo: a*idente de trabalho. +es+o .uada ao *aso *on*reto.

#a4&2&-a.ue ter p% /&"&4&2&-aAuando o legislador fala no art0 HR=... do CC haveria *ul(a se o !"<". R% S1X R %Q%M2S": PLENA)ENTE CM CM 2%SS" % %M C"!&R &"S CAPAZ M%!"R !%G_C1"S &%RM"S HP % CAPACIDADE &"S D <1D <1D DELITUAL.ue ne+ todas as (essoas t7+ de realizar.&D&.T7n*ias da sua ação ou o+issão re(rovável0 AC%M @ 1!1M2C&\<%S !" D1R%1&" BR S1S%1R" . M S @ C1<1S0 1!C 2 X D% R% S1X R D%&%RM1! D"S 2S%! M%!&% C 2 X D% 2R &1C R 91 &"S 1SVC1&"S ! .. do in*a(azes CC e os "s relativa+ente nos atos *ivis0 in*a(azes 5art0 &C S60 absoluta+ente são re(resentados e os relativa+ente são assistidos ATEN'(O? <"Ce &%M CAPACIDADE DE FATO % CAPACIDADE DE DIREITO. (or si s-. os +aiores de JH anos e os e+an*i(ados0 "s in*a(azes de fato são os absoluta+ente Ro e Po .ue ele está fazendo. " lou*o.. I)PUTABILIDADE ' o *on/unto de *ondiç:es (essoais .ue entender o . (ara a +aioria dos autores a indiv)duo for &mp..#3/ 2.ue s- &mp. CR1 !# 6. ou se/a.@ a(to a m !#a2= ou se/a. atos da vida *ivil0 %8iste+ (essoas (lena+ente deter+inados *a(azes de fato. e (ara ou . (odendo avaliar (si*ologi*a+ente as *onse. -&"c %!&m !#o 5te+ a ver *o+ a .ue o ha/a autor i+(utabilidade do dano te+ ' (re*iso estar .!#3%&aF signifi*a . !"S @ DE M S FATO 2"D% 2 R S%R 2"RAC% C 2 C1D D% D% F &" %S&\ S1G D" FC!D M%!& S AC% S% CH M G"R ..ue (er+ite+ K (essoa re(arar o (re/u)zo *ausado a outre+.!a *ul(a vo*7 te+ . do CC e8(ressão E/o2. "a!&-ase/a. %!&R% R%S &1< M%!&% C1<1S. +aturidade6. CM < S"R LCRVD1C" 2%RS"! S1D D%0 2"D% S%R D% JH INCAPAZ LCRVD1C"S. %S& ^S&1M &"D" S%R HCM !" &%M 5S"CC". o +enor de HP anos0 " AC% @ C 2 C1D D% D% F &" . *o+ seu (r-(rio (atri+3nio. &C S e art0 H?P. e+ ação ou o+issão voluntária.. @ a a(tidão .

ui não se dis*ute *ul(a0 " ato ' nulo (or transgressão a orde+ (4bli*a. u+ +enor de JH e +aior de HP anos realiza u+ neg-*io /ur)di*o se+ assist7n*ia. 1. vo*7 não *hega a dis*utir *ul(a.2a4&2&-a. nas*e +orto se+ (roduzir nenhu+ efeito. D%<% S%R R%2R%S%!& D". (or e8e+(lo.ue ofende u+a nor+a de orde+ (4bli*a (rotetiva a u+ absoluta+ente in*a(az N art0 H>R. se houver violação dos deveres 92 . o ato ' nulo." SURDO-)UDO AC% !U" D% %S% %Q2R1M% SC &"S D <"!& D% <1D @ ABSOLUTA)ENTE )ENTAL E INCAPAZ R% S1X R < 1 &%R C1<1S S"X1!H". e o a#o se+ (roduzir seus efeitos nor+ais ou (rin*i(ais0 %8e+(lo: o +enor de HP anos realiza u+ neg-*io se+ re(resentante legal.m p%&/a-a.ue a. o neg-*io /ur)di*o (ode ser invalidado. at' (or. ou se/a. M S S% %S% &1<%R 6IKIDEZ )ATURIDADE .uanto aos seus efeitos0 %le nas*e ". (or. tratando9se de neg-*io a!.ue a (ena *ivil (ara essa ofensa será a !.23/ 2.uando ofende u+a (redeter+inação legal de o%. CC &C S0 Se a ofensa for de o%.p %/ !& !# m !# ao *ontrato. o neg-*io será anulável. de falar9se e+ ato il)*ito.a2 não se *onfunde *o+ a invalidade ne+ .m p<42&ca.2&-a!. (or e8e+(lo6. (or.2o nas*e do neg-*io /ur)di*o 5*ontrato.. do CC !o *aso da !. 11. e+ (rin*)(io. o ato ' anulável (or transgressão a orde+ (arti*ular.ue não (re*isa0 " a#o &25c&#o co!#%a#. *aso e+ . elas são co!# mpo%C! a" ao neg-*io.2&-a&C S0 e da a!. os atos serão inválidos e não há. PLENA CAPACIDADE DELITUAL0 %!&U": → CAPACIDADE DE FATO f C 2 C1D D% D% 2"R S1 S_ R% S1X R &"S D <1D C1<1S0 → CAPACIDADE DELITUAL HI)PUTABILIDADEJ f H1G1D%X M%!& S % M &CR1D D%0 "bs0: %8iste diferença entre atos inválidos e atos il)*itos0 " ato será inválido .uanto a sua orige+ e ne+ . ofensa a nor+a de orde+ (rivada N art0 H>E.

ue nu+ *ontrato. e a sua *onse. 93 . (erdas e danos. o .. afir+ando .ue o*orre ' u+a violação a u+ dever /ur)di*o (ree8istente na lei ..ue u+ dos *ontratantes *ausou9lhe (re/u)zo *o+ sua *onduta anti/ur)di*a ou (or. não há relação /ur)di*a relativa anterior entre autor e v)ti+a. ou no +o+ento e+ . atrav's das (erdas e danos0 invalidade torna o *ontrato inefi*az. 1SS" @ D"S"0 %!&U" S% <"Ce %RR .T7n*ia não ' a invalidade e si+ o dever de (agar u+a indenização.ue*ido indevida+ente0 %8e+(lo: vo*7 (ede a invalidade do neg-*io (or *oação +oral. %RR !&1LCRVD1C S"X1!H .ou obrigaç:es *ontratuais. e a sua *onse.ue te+ o *o+(onente da ili*itude.ue ' o ato il)*ito0 "bs0: 2or vezes.ue ' o ato inválido0 "utro ' fonte de res(onsabilidade *ivil . nu+ neg-*io /ur)di*o u+ dos de*larantes do neg-*io venha a /u)zo (edir .. S% " 1!&%R%SS D" 2%D1R 2"D%R\ 2%D1R. G%R LCRVD1C".ue o*orre ' o inadi+(le+ento0 "s efeitos são as (erdas e danos0 " ato il)*ito e8tra*ontratual não te+ *ontrato anterior.ue o /uiz de*lare inválido ou de*rete a invalidade do neg-*io e ta+b'+ (eça indenização.T7n*ia ' o (aga+ento das (erdas e danos0 " a#o &25c&#o 1#%aco!#%a#.a2 nas*e da violação de u+ dever gen'ri*o de *onduta.ue ele nas*e 5nulidade6 ou (osterior+ente se o interessado o alegar 5anulável60 " ato il)*ito *ontratual não te+ v)*io na for+ação do *ontrato. e (edir as (erdas e danos (elo (re/u)zo .ue ato il)*ito ta+b'+ (resente no neg-*io lhe *ausar0 " %RR". ' (oss)vel . 2%SS" %RR 2%S" %RR" D" "C&R" .ue teria se enri.ue vai gerar o (aga+ento de (erdas e danos0 C+ ' fonte de inefi*á*ia . ou se/a. S% D1X 2R%LCD1C D %RR . & MB@M. C"M" <VC1" D% <"!& D%. . S% 1!< S1D D% D" !%G_C1" 2 R " LC1X AC%S D%CR%&\9S"0 2%SS" 2%S AC% S 2%RD S % D !"S. o . 2"RAC% AC%M %S&1MCS D &1&CD% D% "C&R%M.

.ue realidade ignorBn*ia verdadeiras *ir*unstBn*ias do neg-*io0 C+ e8e+(lo t)(i*o: vo*7 vai a u+a lo/a e . onde há *ul(a inten*ional e a c.uela (ulseira e (agaria o tri(lo do (reço0 &e+(os de(ois a +ulher entra no L%C (ara desfazer o neg-*io. %M S%!&1D" M2S" .ue.ual.ui.ue se o erro *ausar (re/u)zo ' ato il)*ito0 <ai ter .2pa m " !#&-o amp2o . se desdobra ta+b'+ nos graus de *ul(a D%a/ = 2 / 2 /5""&ma.ue ' +arfi+ e a*aba *o+(rando0 Chega e+ *asa e algu'+ lhe diz ..ue a (essoa . AC S D1F%R%!# %!&R% % D"S" ..uele da e+ o .ue no +)ni+o e8istirá u+a *ul(a lev)ssi+a0 <e/a+ o e8e+(lo a*i+a.. (or sua vez. SGC@M %RR "C .uelas a falsa *ir*unstBn*ias. (or.. (or. (ode haver ato il)*ito a... alegando erro .ue .ue ' -bvio ... nu+ erro e+ .. R0: " entendi+ento ' . e no +)ni+o houve *ul(a lev)ssi+a. (ensa .-L!c&a= ! D2&DL!c&a &mp %5c&a . re(resentação seria engano.ue vo*7s vão ver .ue indenizar o (re/u)zo.ue ' osso0 a+igavel+ente o neg-*io0 ). se divide e+ &mp%.ue tinha na lo/a...ue teve. H\ R%S2"!S B1S1D D% SCBL%&1< %ssa (ergunta te+ sentido. se a outra (arte alegar o (re/u)zo . AC 1S SU" "S &12"S D% CCS2 !" D1R%1&" noção de *ul(a abrange a *ha+ada c.ue erra não foi (revidente.. logo de(ois entra u+a outra (essoa e diz .ue o erro (ara gerar anulabilidade te+ . va+os su(or .ue ser u+ erro des*ul(ável ou es*usável.ue m " !#&-o se divide e+ -o2o. (or.ue o ou ho+e+ a +'dio o faria erro das ' na.<"Ce &%R\ AC% 2 G R 2%RD S AC !D" % D !"S. 94 . S%L . (or sua vez. a. (or. . olha (ara u+a (ulseira *o+ a(ar7n*ia de +arfi+. ou se/a.uer *o+(rar u+a (ulseira de +arfi+.2pa "#%&#o . ela deveria ter indagado ao vendedor se a (ulseira era de +arfi+0 " AC% @ CCS2 CCS2 BR S1S%1R" ..ue ' u+ direito (otestativo de desfazer o neg-*io0 Mas.ue .ue.ue ela tenha *o+(rado a 4ni*a (ulseira . a*ha o (reço +uito bo+ e ne+ (ergunta.uer (essoa nor+al se enganaria . vo*7 volta na lo/a (ara desfazer gora.ueria a.

ue N " agente ação (retende u+ ou realizar al'+ deter+inada il)*ito. visando sua obter *erto resultado sabe *o+ o+issão.uerendo realizar deter+inado +al ou (re/u)zo a outro su/eito de direito0 %8e+(lo: . 95 .uero +atar o *andidato Garotinho.ue da. .uilo *onduta (or'+. dolo indireto e dolo eventual0 → D"S" D1R%&" N " dolo será direto.uando o agente dirige a sua vontade e+ *onduta voluntária. *o+ a intenção de *ausar (re/u)zo a outre+ ou realizar a ação na bus*a desse (re/u)zo0 " dolo (ode ser dolo direto. *o+(ro u+a ar+a *o+ tal ob/etivo e des*arrego *in*o tiros e o +ato0 → D"S" 1!D1R%&" anti/ur)di*a.D"S" f CCS2 CCS2 %M S%!&1D" M2S" 1!&%!C1"! S neglig7n*ia CCS2 i+(rud7n*ia i+(er)*ia GR <% S%<% S%<VSS1M %M S%!&1D" %S&R1&" DOLO Segundo. . . Santiago Dantas. .uando o agente dirige a sua ação ou o+issão. o DOLO no direito *ivil ' a *ha+ada *ul(a inten*ional. .

uer (re/udi*ar ningu'+. no entanto.ue a sua *onduta (oderá (roduzir.ue faz.ue ini*ial+ente não (retendesse faz79lo. te+ *ons*i7n*ia do . +as. (or'+. sei .ual.ue o (re/u)zo não vai o*orrer e ele. +es+o . ne*essaria+ente. atrav's de u+a e8(losão do 2alá*io Guanabara.uer (re/u)zo se+ assu+ir o ris*o do .ue o (r'dio (er+ane*erá s-lido *o+o u+a ro*ha e o (r'dio ve+ a desabar0 96 . não vou di+inuir. no entanto. e+bora de +aneira leviana . +as (osterior+ente verifi*a . dane9se0 !este e8e+(lo. no entanto. (ersisto na *onduta0 → D"S" %<%!&C S N " agente não (retende realizar. realiza tal *onduta0 %8e+(lo: . se atro(elar a velha. ao (re/udi*ar D o. *rendo fir+e+ente. leviana+ente *r7 . a) v7 ao longe u+a velhinha (assando e diz (ara si +es+a. assu+e o ris*o (ersistindo na.uela *onduta de (re/udi*ar deter+inada (essoa0 o assu+ir o ris*o.ue (ode *ausar (re/u)zo a algu'+.uando o agente realiza deter+inada *onduta .ue *o+ tal e8(losão. +es+o assi+.ue sua ação ou o+issão (ode *ausar (re/u)zo e (ersiste na *onduta.uero +atar o Governador. *ausará outros resultados il)*itos. *o+(ra u+ *arro i+(ortado e sai (ara testá9lo0 2ega u+a avenida grande e vai a*elerando at' os JOO g+Gh. o*orre (or. neglig7n*ia ou i+(er)*ia0 %8e+(lo: Construtor . de *ausar . no in)*io vo*7 não .(retende. (ersiste nesta *onduta se+ a intenção. ad+itindo o (re/u)zo e (ersistindo na *onduta.ue usa areia de (raia (ara subir u+ (r'dio na Barra da &i/u*a. a vida de outras (essoas será atingida e.ue a*aba de (assar no *on*urso. ne+ (re/udi*ar direta+ente algu'+. o*orrerá dolo eventual0 %8e+(lo: 2ro+otora de Lustiça . (or'+. nenhu+a ação ou o+issão anti/ur)di*a. +es+o assi+.ue houve i+(rud7n*ia. (ro(ria+ente. isso ' dolo eventual0 CULPA CONSCIENTE *ul(a *ons*iente ' vizinha do dolo eventual e vai o*orrer .

2ara diferen*iar o dolo eventual da *ul(a *ons*iente ' (re*iso se valer das (rovas0 *ul(a *ons*iente ' de natureza grave0 97 .

o agente (rev7 . fi*a at' no *a+(o do dolo0 Mas.uela *onduta. (or'+ leviana+ente.ue a sua ação ou o+issão (ossa *ausar o (re/u)zo.0T. o agente não . a. ele entende . e+bora de in)*io não . ele não assu+e o ris*o0 %8e+(lo do Roldão: a *onstrutura .uela sua ação ou o+issão (ode+ *ausar o (re/u)zo e assu+e o ris*o. (ara a +aioria. (ara alguns. a *ul(a *ons*iente fi*a na *ul(a grave0 98 .ue o (re/u)zo não vai o*orrer.ue *o+ a. ele (rev7 . (or'+.Ia AULA 7 DIA 0T. ' o D !%9S%0 *ul(a *ons*iente.ue usa areia da (raia (ara *onstruir u+ edif)*io0 *ul(a *ons*iente.ueira (roduzir o resultado danoso.02 C"!&1!C #U" SCBL%&1< 0 a6 <iolação do dever gen'ri*o de *ondutaI b6 Cul(a e+ sentido a+(lo: → 2revisibilidade → 1+(utabilidade D"S" D1R%&" 1!D1R%&" %<%!&C S ≅ CCS2 estrito CCS2 %M S%!&1D" M2S" e+ sentido D% R%S2"!S B1S1D D% %Q&R C"!&R &C S CCS2 %M S%!&1D" %S&R1&" !o dolo eventual. ou se/a.uer a (rodução do resultado danoso.

ele nor+al+ente não (rev7 .uele ti(o de ação ou o+issão (oderia resultar e+ (re/u)zo a outre+0 D6 G1R C"M F S& D% D1S1Ge!C1 . se+ as *autelas ne*essárias.ue a sua ação ou o+issão (ode *ausar (re/u)zo. ou se/a. u+a *onduta *ensurável. (or'+.ue a *ul(a *ons*iente ' vizinha do dolo eventual0 CULPA E) SENTIDO ESTRITO !a *ul(a e+ sentido estrito. de +olde a evitar9se o dano0 99 . ele realiza u+a ação ou o+issão *ontrária ao dever de *uidado i+(osto (elo ordena+ento /ur)di*o e o (re/u)zo o*orre0 %8iste+ OD re.ue a.De . +as ele age de +odo *ontrário ao dever de *onduta de não (re/udi*ar ningu'+.uisitos (ara a *ul(a e+ sentido estrito: H6 C"!DC& <"SC!&\R1 C"M R%SCS& D" 1!<"SC!&\R1"0 " agente não .uer a (rodução de u+ resultado danoso. afoito. (or'+. !%GS1Ge!C1 *ul(a e+ sentido estrito ' erro de *o+(orta+ento. de +olde a não *ausar (re/u)zo0 J6 2R%<1SU" "C 2R%<1S1B1S1D D%. o agente não .uer +odo. C C&%S "C 1M2%RVC1 0 % &%!#U".ual. neglig7n*ia ou i+(er)*ia0 1M2RCDe!C1 @ a *onduta *ensurável de natureza (ositiva ou *o+issiva. ' o atuar açodado. a doutrina diz . o agente não .uer (re/udi*ar ningu'+. atrav's da 1M2RCDe!C1 . o agente sabe ou deveria saber .uer a (rodução do resultado danoso.uelas *ir*unstBn*ias deveria ter (revisto e o (re/u)zo ve+ a o*orrer (or i+(rud7n*ia. na. atrav's de u+a *onduta voluntária. (re*i(itado.

a/uizar e+(regado *ontribui (ara esse (aga+ento (or eventual a*idente0 e+(regado ação e+(regador. +as age *o+ i+(er)*ia0 1sso ' u+ a*idente de trabalho0 " e+(regado vai re*eber u+a indenização tarifada (aga (elo (elo 1!SS. e su(:e.uando algu'+ atua *o+ des(rezo (elas regras t'*ni*as de (rofissão bási*as.uela área0 id'ia . art0 E o. gera res(onsabilidade *ivil. isso (ode gerar res(onsabilidade *ivil. . de for+a negativa. vo*7 (ode não ser (rofissional da. ele+entares.ue o e+(regado não fi*a li+itado ao 100 .uando algu'+ atua o+issiva+ente.ue fa*e na o o do res(onsabilidade +es+o te+(o. . at' (or dano +oral0 !%GS1Ge!C1 @ a *onduta *ensurável. Se vo*7 está a fi+ de u+a +enina. se+ realizar a atividade .Dar u+ bei/o na bo*a de algu'+ *o+ todo ardor. do +otorista0 Mas. rela8ado. sendo (rofissional ou não da. *o+ funda+ento at' e+ (or.ue teria evitado o resultado danoso0 1M2%RVC1 @ u+a +odalidade de neglig7n*ia. leve e lev)ssi+o6. dis(lis*ente. .uando se fala e+ i+(er)*ia ' o e8e+(lo do +'di*o. o ob/etiva ris*o (ode integral.ue a*ha .uer grau de *ul(a N grave.uela área e ser i+(erito0 %8e+(lo: u+ /uiz ..ue (ode *onstruir u+a (onte e+ seu s)tio0 Faz os *ál*ulos e +anda o seu e+(regado e8e*utar a obra0 (onte *ai e fere o e+(regado0 %le não ' engenheiro ou ar.. QQ<111 .uando este in*orre e+ dolo ou *ul(a.ue ela está a(ai8onada (or vo*7 e vai *orres(onder ao seu bei/o e lhe dá u+ bei/o ardoroso e+ (4bli*o0 <o*7 agiu i+(rude+ente. a vantage+ ' . e+ lo*al (4bli*o.ue n-s te+os . . des*uidado. CF 5não e8*lui a indenização do e+(regador. *o+ funda+ento na res(onsabilidade sub/etiva.uiteto.ual. leviana+ente. .

valor da indenização (aga (elo 1!SS.. vo*7 te+ .uando o agente ofende o (adrão +'dio de *onduta ou . !ão0 Ho/e e+ dia. e a doutrina divide os graus de *ul(a e+ *ul(a grave.ue aD&%&a o 4om pa& 9am52&a= B. e . (or e8e+(lo. abstrata+ente.ue vo*7 vai re*eber (ela restitutio in inte*rum na <ara C)vel Co+u+0 @ o *ontrário. leve ou lev)ssi+a0 H6 CCS2 *ul(a -o" GR <% grave vizinha aD&%&a. a atenção aD . não se abate o valor da indenização tarifada no valor .ue. e.ue+ (aga o seguro obrigat-rio ' o dono do ve)*ulo.om !" +aneira absoluta+ente i+(rudente."c. do de dolo eventual. e *o+o o (r-(rio e+(regado (aga u+a *ontribuição (ara o segurador. @ a figura do bonus pater familiae do direito ro+ano0 101 .ue o ho+e+ +'dio.ue ' o +es+o fato. ou se/a. no valor .ui(arada a *ul(a *ons*iente. 2 1 mp2a%m !# m "oc& -a.uando o agente age *o+o o ma&" . aB.ue abater o valor do seguro obrigat-rio. observando9se o . do a*idente de ve)*ulo0 Se houver *ul(a do +otorista. ' (a*)fi*o . .uando algu'+ age se+ B. de (rud7n*ia +'dia agiria na.. (or *ausa do (rin*)(io da restitutio in inte*rum0 <ai abater no valor da indenização (aga (elo e+(regador o valor do seguro .. o*orre . não ' a v)ti+a0 GR CS D% CCS2 *onduta *ensurável do agente *o+(orta graus. (or. . negligente ou i+(erito0 %la ' aferida.ue este (agar no *)vel..&-a-o . *o+o são res(onsabilidades de funda+entos diferentes.uelas *ir*unstBn*ias0 J6 CCS2 S%<% *onte*e.

(ela da Couto de e Castro força do a *ul(a e de lev)ssi+a e8onera o a *onfunde9se %+bora. S%<% "C " < S"R D S%<VSS1M D%&%RM1! R 1!D%!1X #U". os /u)zes *ostu+a+ deter+inar o valor da *o+(ensação finan*eira (ela lesão +oral . se e+ *ausalidade0 velho ainda a(li*a tratando res(onsabilidade 1#%aco!#%a#.ue se rege a res(onsabilidade a e8tensão do *ivil.ue tenha *aráter (unitivo ao ofensor e ta+b'+ de *o+(ensar *o+ dinheiro a dor e o desgosto sofridos.. a (osição so*ial do ofendido e ofensor e at' o grau de *ul(a nas *ir*unstBn*ias do *aso *on*reto0 102 . onde s. <e/a .ue u+ +)ni+o desvio de *onduta (ode *ausar (re/u)zos enor+es. ou se/a. . ' (elo o +enos no da +o+ento *al*ular dano. . leve ou lev)ssi+a.Auando o agente age grosseira+ente. ini*ial+ente não interessa se a *ul(a ' grave. es(e*ial+ente o (re/u)zo +aterial. (rin*)(io (ara *o+ a fortuito +aior.u+ *o+(orta+ento de e8tre+a dilig7n*ia evitaria o resultado 2ara Cahali e Guilher+e *aso *ivil de +aioria .uando o agente age *o+o não agiria o bo+ (ai de fa+)lia 5' o *hato6. basta a *ul(a lev)ssi+a (ara . vo*7 está no *a+(o da *ul(a grave0 gora. ne8o se de res(onsabilidade ro+ano aus7n*ia doutrina.ue.uele .ue ha/a o dever de indenizar0 &%M SGCM 1M2"R&a!C1 ! H"R " F &" D D" LC1X CCS2 S%R GR <%. (rin*)(io restitutio in inte*rum .. deve ser re(arado integral+ente0 !o entanto.ue atua e+ so*iedade de +aneira irre(reens)vel. ele está no *a+(o da *ul(a leve0 D6 CCS2 S%<VSS1M *ul(a lev)ssi+a o*orre atrav's de +)ni+o desvio de *onduta.ue a.ue todo o (re/u)zo *ausado K v)ti+a. at' +es+o a +orte de algu'+0 " (rin*)(io de .a2 sub/etiva.. /á . e+ se tratando de *o+(ensação (elo dano +oral.

. a(li*ando o (rin*)(io da restituição integral K v)ti+a. a situação anterior ao dano. essa (arti*i(ação indenização0 %8e+(lo: Se a v)ti+a (arti*i(ou e+ EO h h0 na *onduta *ensurável0 " será funda+ental (ara se *al*ular o valor da valor da indenização .OO. a /uris(rud7n*ia utiliza os (arB+etros dos graus de *ul(abilidade (ara deter+inar se haverá indenização ou não0 %8e+(lo: s4+0 H>R. nu+a *ul(a lev)ssi+a .ue o a(ontado res(onsável vai (agar ' de DO WWW" !"<" CC regula+enta a *essão de herança. (or. ou se/a. (or'+.Titativa+ente a indenização. o /uiz (ode reduzir (ara ROO0OOO. na esteira do CC (ortugu7s de PP. S&L no trans(orte desinteressado.uando in*orrer e+ dolo ou *ul(a grave0 %ssa s4+0 vai *air *o+ o !"<" CC0 !o entanto.uanto da v)ti+a. no !"<" CC. do CC !"<" diz .será *ivil+ente res(onsável (or danos *ausados ao trans(ortado. a sua indeni/a"ão será fi%ada. de si+(les *ortesia.ue teria . sendo isso u+a fa*uldade do /uiz e não u+ dever0 2elo !"<" CC.ue seria u+a des(ro(orção +uito grande entre o grau de *ul(a e o valor .ue se houver e8*essiva des(ro(orção entre a gravidade da *ul(a e o dano. (oderá o /uiz reduzir e. o legislador no art0 =>> diz . o trans(ortador s. tendo0se em conta a gravidade da sua culpa em confronto com a gravidade da culpa do autor do dano .ue “se a v&tima tiver concorrido culposamente para o evento danoso.ue *ausa u+ (re/u)zo de u+ +ilhão. o .ue (agar0 2elo -a!o mo%a2= os /u)zes *ostu+a+ levar e+ *onta o grau de *ul(a0 " art0 =>R.ue não o*orre *o+ o CC &C S0 103 .ue a indenização (elo -a!o ma# %&a2 +ede9se (ela e8tensão do dano.2or vezes. no (4 desse +es+o artigo diz . havendo *ul(a *on*orrente ou *on*orr7n*ia de *ausas *o+ (arti*i(ação tanto do a(ontado res(onsável .

.uer grau de *ul(a 5/á .NB8 De*orre da +á es*olha do (re(osto ou e+(regado0 %+(regado N está vin*ulado a vo*7 (or u+ *ontrato de trabalho0 2re(osto N (ode estar subordinado Ks suas ordens.. S&F . S&F. QQ<111.ue ' (resu+ida a *ul(a do (atrão (elo ato *ul(oso do e+(regado0 "nde vo*7 não dis*ute a *ul(a do e+(regado (ara deter+inar a res(onsabilidade do (atrão. a s4+0 fale erronea+ente .C+ outro de s4+ula e+ . a+o ou *o+itente ' ob/etiva0 Mas. (or. 104 .ue a CF s. ' a s4+0 JJJ.uando o e+(regador agisse *o+ dolo ou *ul(a grave0 gora.ue foi revogada (elo art0 E o.ue o e+(regador res(ondia (elo direito *o+u+ no a*idente sofrido (elo e+(regado. CF.ue a s4+0 dizia . .ue estão sob sua guarda e *o+(anhia0 J6 CCS2 0N . e+bora.ue o grau de *ul(a ' i+(ortante. inde(endente+ente de relação e+(regat)*ia0 %le (ode agir at' a t)tulo gratuito0 res(onsabilidade do (atrão. (ara .C0D.ual. ou ' (re*iso res(onsabilidade ' a 4ni*a sub/etiva e+(regado (re(osto0 %ssa res(onsabilidade indireta . (or *ausa da s4+0 D>H.ue está sob os *uidados do agente0 %8e+(lo: res(onsabilidade dos (ais e+ relação aos filhos +enores .ue ' ob/etiva..fala e+ *ul(a6 (ode gerar res(onsabilidade (ara o e+(regador0 &12"S D% CCS2 H6 CCS2 @ a.uela 0N 60D0CANB8 .ue ele do (ossa ser *ondenado.ue de*orre da %M S%!&1D" %S&R1&" falta de atenção ou *uidado *o+ o (ro*edi+ento de algu'+ .

. (or'+ *o+ falta de dilig7n*ia *ausa o resultado danoso0 R6 CCS2 "*orre 0N 8A0@@.uelas *ir*unstBn*ias.ue se es*reveYYY60 %ntretanto.ue utilizar o art0 H0RJH.ue nesse ti(o de *ul(a.NB8 . do CC &C S0 D6 CCS2 0N E>-@8B0ANB8 &e+ a ver *o+ o dever de *ust-dia. há u+ a*-rdão. não agiu.ue *ondenou o %stado do RL a (agar indenização (or *ausa de u+ assalto. vo*7 ainda vai ter . sob a alegação de . fez *o+ atraso ou fez i+(erfeita+ente0 "s fran*eses *ha+a+ de faute.NB8 %la o*orre . *onduta (ositiva.uando algu'+ tinha o dever de atuar na. ou se/a. então. .uando (odia agir0 Houve a faute du service 5a*ho . no *aso *on*reto. res(onsabilidade ob/etiva. fora das relaç:es de *onsu+o. o+itiu9se. CF. ou. e 105 . deveria *o+(rovar a falta do serviço0 " Celso nt3nio Bandeira de Mello diz .uando algu'+. não unBni+e.ue ' assi+ .te+ o dever de indenizar se. atrav's de u+a ação. de +olde a i+(edir o resultado danoso e não o fez. nos *ontratos de *onsu+o0 Mas.ue se traduz *o+ a falta de atenção ou *uidado *o+ a *oisa inani+ada ou *o+ o ani+al (oten*ial+ente (erigosos sob os *uidados do agente0 >6 CCS2 0N E8A0@@. ] P o. agiu atrasado ou agiu +al. não se a(li*a o art0 DE. %ssa *ul(a reflete +uito na res(onsabilidade *ivil do 2oder 24bli*o0 " 2oder 24bli*o s. . re*ente da HE a CB+ara C)vel. 111.ue ' u+ dever gen'ri*o de segurança do 2oder 24bli*o0 1sso ' u+ absurdo.@ no CDC. ou se/a.

resta *onsagrada a teoria da boa f' ob/etiva.ue ningu'+ está obrigado a *ontratar.ue. faz des(esas0 Auando *hega a hora de fe*har o *ontrato.ue ' o (oder *onferido (elo ordena+ento /ur)di*o ao su/eito de direito de regula+entar seus (r-(rios interesses. . antes +es+o da *elebração de u+ *ontrato. . as nego*iaç:es.uer +ais alugar o es(aço. ho/e e+ dia.ue0 " dono da a*ade+ia te+ direito a indenização (or *ul(a (r'9*ontratual0 *ausando (re/u)zo vai res(onder 106 . at' (or. retira9se da *elebração e do neg-*io /ur)di*o.ue está tudo be+0 " dono da a*ade+ia *o+(ra novos a(arelhos.uele ro+(e.NB8 "*orre . *ontrata (rofessores. esse su/eito ' *onven*ido (or outro da seriedade das tratativas nego*iais e *o+ isso realiza des(esas. assu+e *o+(ro+issos *o+ ter*eiros e a.ue esse outro e+ (osição desvanta/osa no neg-*io /ur)di*o0 @ *onsiderada u+a *ul(a e8tra*ontratual. abru(ta+ente.ue as (artes t7+ de. o dono do Sho((ing diz . do CC &C S.ue vai alugar u+ es(aço no lo*al. +as não diz (or. (or tais in/ustifi*ada+ente.ue *olo. (or'+.ue ' o dever . no e8er*)*io da autono+ia da vontade. e a res(onsabilidade ' sub/etiva0 1sso ' *ontestado (elo Helc So(es Meirelles e Cavalieri0 P6 CCS2 0N E8N@?A. o dono do Sho((ing diz .ue não . danos0 %8e+(lo: C+ dono de a*ade+ia a*erta *o+ u+a (essoa dona de u+ Sho((ing Center de .uando algu'+ induz a outre+ a *ontratar +al ou a *elebrar algo . e8(ressa no BGB.si+ o art0 HR. tratare+ a outra (arte *o+ absoluta lealdade0 E6 CCS2 2R@9C"!&R &C S &odos n-s sabe+os .

ue não realizara+ direta+ente a ação ou atribu)da o+issão re(rovável. 1 a < *G* art0 H0RH?. art0 &C S0 v)ti+a não (re*isa (rovar a *ul(a do res(onsável indireto0 " res(onsável indireto ' . ] Po. a+o ou *o+itente. 1 a < e art0 &C S6 (elo CC !"<". (ara usar res(onsabilidade ob/etiva.ui(aração0 HO6 CCS2 0N ?. 1< se a(li*aria ta+b'+ . (assa+ a ter res(onsabilidade indireta de natureza ob/etiva0 Res(onde+.ue não teve *ul(a0 "s res(onsáveis indiretos 5art0 H0RJH. inde(endente+ente de *ul(a.ueles . CF. ele ' *onsu+idor (or e. e+(regados. CC =DJ.ue te+ . os donos de hot'is ou es*olas (elos danos *ausados (elos filhos in*a(azes. os (ais tutores ou *uradores. (u(ilos.ue (rovar =DD. a+bos do CC %ssa *ul(a ' (resu+ida0 .uando u+ aluno atinge u+ outro aluno ou atinge u+ ter*eiro.ue realizou a *onduta *ensurável. o CDC0 " aluno ' *onsu+idor do serviço0 2ara o *aso do ter*eiro. atrav's do dever de edu*ação. *ust-dia e de algu+ +odo se des*uidara+ desse dever0 %8e+(lo: art0 H0RJH. vigilBn*ia. (or'+. a doutrina te+ usado o art0 DE.?6 CCS2 D1R%& tribu)da a (r-(ria (essoa . isso se for estabele*i+ento (arti*ular0 Se for estabele*i+ento es*olar (4bli*o. 09-A 107 . h-s(edes e alunos0 2or falar e+ alunos. o erro de *o+(orta+ento0 =6 CCS2 @ 1!D1R%& K. ' res(onsabilidade ob/etiva0 "s (ais do aluno v)ti+a (ode+ invo*ar. (4. *uratelados. esse art0 HRJH. estão vin*ulados ao *ausador direto. o (atrão. ou se/a.

fora ela lesão dos .ue deriva das *ir*unstBn*ias oriundas do fato danoso. si+(les entendido . de+onstrar a o*orr7n*ia de *aso fortuito ou força +aior0 %8e+(lo: . . /uris(rud7n*ia ao direito te+ da atos do *otidianos. desgosto ofensor.ue a v)ti+a *o+(rove a o*orr7n*ia res(onsável. +elhor da *onstrangi+ento.ue não há ne*essidade da v)ti+a (rovar a *ul(a do de*orre lesão (ersonalidade. ele de*orre da narração dos fatos danosos.ue se (rovar a *ul(a. de deter+inado de (ara *ul(a. ela de*orre natural+ente do fato danoso0 "bs0: res(onsabilidade o48 #&/a (or a#o 25c&#o !+o *abe -a!o mo%a20 %8e+(lo de *ul(a in re ipsa: o advogado (erde u+ (razo (ro*essual e sua *liente a*aba (or (erder seu a(arta+ento e o (onto *o+er*ial0 2ede dano +oral.%+ . (are*e *laro .uando há ofensa ao direito de (ersonalidade.ue há u+a (resunção de *ul(a .ue ningu'+ vai dar (ulos de alegria (or ter (erdido seu +eio de sustento e sua +oradia0 108 . este de*orre do si+(les fato da +ulher ter (erdido seus bens0 @ *laro .ue se/a o obrigado a a de+onstração +olde a(ontado indenização.ue gera dor a fato )nti+a.ue ningu'+ (re*isa (rovar o dano +oral. basta . de livrar9se fato da (ara a surgir e8igir natural+ente .ueda de u+ (edaço de u+ (r'dio 5divergente N res(onsabilidade ob/etiva ou a +a/oritária →sub/etiva6I algu'+ atro(elado (or u+ auto+-vel nu+a *alçada0 "bs0: !os *asos de dano +oral. sendo *ul(a in re ipsa0 WWW %+ relação ao dano +oral não há .ueda de u+ viadutoI . ou se/a.

*o+o (or e8e+(lo. va+os ver algu+as s4+ulas do S&L0 lgu+as s4+ulas do S&L são inteira+ente a(li*áveis a res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual sub/etiva *o+o. art0 H0RDP. (or e8e+(lo. e+ *aso de os res(onsabilidade o *ontrário se /uros de +ora 1#%aco!#%a#. AC S SC "s ! &CR%X /uros são LCRVD1C .ue diz . . do CC !"<"0 Do +es+o +odo a s4+0 R>..C+ ti(o de *ul(a in re ipsa ' a *ha+ada *ul(a *ontra a legalidade. ou se/a.. analisando o art0 H0R>> diz . so+ente (elo autor do *ri+e. *ontar9se9ia+ a (artir da *itação ini*ial da ação de res(onsabilidade *ivil.uando o delito for +era+ente *ivil0 109 .ue os /uros +orat-rios flue+ a a (artir do evento for danoso.ue se traduz nu+a (ena ao *ri+inoso.uando fi*a *onstatado . . S&L .ue diz . CC M S " AC% @ LCR" %M &%RM"S D% R%S2"!S B1S1D D% C1<1S.a20 <ide ta+b'+ art0 =PJ.a2. andou *o+ *arro *o+ (neu Z*are*a[ ou se+ revisão0 ntes de entrar no dano 5D o ele+ento6.ue in*ide *orreção +onetária sobre d)vida (or ato il)*ito a (artir da data do efetivo (re/u)zo. . a t)tulo e o de indenização +)ni+a. ] Jo. o S&L na s4+0 H?P. CC res(onsabilidade sub/etiva &C S0 &C S0 co!#%a#.ue de*orre de dano oriundo de ofensa de te8to e8(resso de lei ou de regula+ento. a s4+0 >D . deter+ina o (aga+ento de /uros na res(onsabilidade *ivil delitual0 Final+ente. .uando houver a (ráti*a de *ri+e. inde(endente+ente de (edido e8(resso. a *orreção +onetária não *orre da data da distribuição da ação indenizat-ria e si+ do +o+ento do fato danoso. ine8istindo esse (aga+ento. valores devidos (elo (elo autor do a dano.. (re/u)zo *ausado v)ti+a /uiz. .ue o *ondutor do ve)*ulo não res(eitou u+ *ruza+ento. vide ta+b'+ o art0 D?=.ue nas indenizaç:es (or ato il)*ito shaverá o (aga+ento de /uros *o+(ostos 5/uro sobre /uro6. nos delitos de trBnsito.

110 .

e+ relação ao autor do dano e a v)ti+a.uebra do in*olu+idade.uando (roviere+ de deter+inação da lei. do de*0 legislativo JP?HGHJ ferro6.ui se houver *ul(a do (assageiro (elo dano .ue sofreu. de a*ordo *o+ o valor fi8ado (ara os /uros tributários. /uris(rud7n*ia res(onsabilidade ad+itindo e+ *ontrário algu+as das seguintes (rovas: 1n*iso 11 N *ul(a do via/ante.02 2elo C2C. o /uiz /á deve in*lui9los nor+al+ente na *ondenação0 " art0 >OP. no CC >OE0 &C S o art0 .ue estiver e+ vigor (ara o (aga+ento de i+(ostos devidos a Fazenda !a*ional. ou se/a. na hi(-tese do art0 HE. .ue diz . co!co%% !# (assageiro &!# D%a2m !# (or todo o (re/u)zo sofrido0 S. os /uros *ivis (assa+ a ser *al*ulados.ue . o (r-(rio legislador afasta a divisão do (re/u)zo.a *ul(a e8*lusiva do (assageiro ' .ue sdo a se trans(ortador (elo a*idente sofrido (elo (assageiro.uando os /uros +orat-rios não fore+ *onven*ionados ou fore+ se+ ta8a esti(ulada ou . não o*orrendo *ul(a da estrada0 *o+ a *ul(a do trans(ortador. (or vezes. transfor+ou *ul(a ob/etiva. eles serão fi8ados segundo a ta8a .uando a ta8a de /uros não *onven*ionada ' de (ara re*eber /uros +orat-rios ' o art0 H0OP> e no CC !"<" ' o art0 "bs0: Retornando ao te+a sobre *ul(a *on*orrente ou *on*orr7n*ia de *ausas. não (re*isa (edir os /uros.10a AULA 7 DIA 13. dever ou de se/a. do CC Ph ao ano0 gora. do CC !"<" diz . este indenizará o . na falta de esti(ulação e+ *ontrário. *o+o (or e8e+(lo.ue 5estradas de a *ul(a . *o+ . +odifi*ando9se assi+ os arts H0OPJ e H0OPD.ue não ' (re*iso alegar (re/u)zo &C S. 11. nesse de*reto u+a e+ o legislador (resunção diz de .0T.ue e8onera o trans(ortador de res(onsabilidade0 111 .

(ortanto.ue estava se+ *a(a*ete0 " Cavalieri diz . ou na e8(ressão de Cavalieri : Z*on*orr7n*ia de *ausas[ deter+inantes do dano entre forne*edor e *onsu+idor.ueiro . (4 .ue o forne*edor de serviços s.1sso ta+b'+ o*orre no CDC. art0 H>. (ois tal fato seria irrelevante se não tivesse sido atingido (elo *arro. a % / "#&-o - sufi*iente *ul(a indenizat-ria.ue deter+ina a res(onsabilidade ob/etiva. se/a. de*orrente da relação de *onsu+o.2pa *on*orr7n*ia de 1c2. ' in-*uo e (ara a (rodução (ara do r'u do dano.uando (rovar: 1n*iso 11 N a c.ue preju&/o sofrido pela pessoa transportada for “se o a atri'u&vel transgressão de normas e instru"#es regulamentares . no entanto. si s-.não será res(onsabilizado. a *ausa relevante (ara a +orte foi a *onduta grave do *ondutor do ve)*ulo0 "bs0: " CC !"<". KRAVE no '. na medida em que a v&tima houver concorrido para a ocorr1ncia do dano alterados. o forne*edor deverá (agar &!# D%a2m !# a indenização0 Segundo ensina+ento do (rof0 Cavalieri. do art0 H> diz . 11 serão *on*orrente 112 . o ato *ul(oso da v)ti+a.uanto na realidade o 9a#o -o aD !# ne*essário ou co!co%%L!c&a c. (or ser isolada+ente *ausa ne*essária e sufi*iente deter+inante do evento danoso. do de*0 JP?HGHJ e o CDC.uando o*orre dano ao *onsu+idor ou *onsu+idor (or e. CULPA 1c2. es(e*ial+ente e+ relação aos serviços. (or vezes. /á . art0 H>. havendo *ul(as. o jui/ redu/irá equitativamente a indeni/a"ão. (ois o ] D o. faz9se *o+ . ] D o. afastando a divisão da res(onsabilidade0 %8e+(lo do *aso *on*reto do Cavalieri: a*idente de trBnsito0 Motorista avança u+ sinal e +ata u+ +oto. 11.ue a *ausa ne*essária e sufi*iente (ara (rodução do dano não foi o fato de estar se+ *a(a*ete. *aso (or *on*reto. ou entre *onsu+idor e o D o. . ] Do .ue havendo *ausa ou *ul(a e nesse *o+ (onto o art0 HE.&% da a ação (or."&/a do *onsu+idor ou de D o.ue se/a irrelevante a *ul(a da v)ti+a.2pa. diz no art0 ED?. .ui(aração.

o /uiz (ode reduzir a indenização0 1sso não a*onte*e ho/e.ue ou +as o as fato de*0 trans(ortadoras arran*asse *o+ ou guardas (essoas fato não (er+itir %ntão.ual.uisito essen*ial da res(onsabilidade *ivil0 113 .ui ' *ul(a e8*lusiva da v)ti+a . +orre+ eletro*utados (ela fiação el'tri*a0 .ue ' o dano +aterial ou +oral0 DANO Dano ' toda ofensa a u+ be+ /ur)di*o alheio. . se/a a integridade f)si*a ou +oral. n-s te+os o Do ele+ento do ato il)*ito. sendo o ele+ento ou re. dentro de res(onsabilidade e8tra*ontratual sub/etiva.ue os surfistas vão (ara o teto e.uer nor+a ou instrução regula+entar. se/a as *oisas *-r(oreas ou in*-r(oreas (erten*entes ao su/eito de direito. o *ondutor não v7 ningu'+ (endurado. e no nosso *aso ' *ul(a do (re(osto do trans(ortador.ue a res(onsabilidade delas ' ob/etiva0 " (ingente (ode ter at' u+a (ar*ela de *ul(a te+ as (or estar e (endurado (odia no tre+. s.ue o trans(ortador atual+ente s. (or vezes.ue tre+ (enduradas0 *on*orrente houve CDC e e8*lusivo do trans(ortador.ue afasta o ne8o de *ausalidade e e8onera o trans(ortador0 inda. houve (elo JP?HGHJ não e8*lui a res(onsabilidade do trans(ortador0 SCRF1S& F%RR"<1\R1" N o S&L e os &ribunais t7+ /ulgado i+(ro*edentes todos os (edidos0 Auando o tre+ sai da estação.se e8onera se houver *ul(a e8*lusiva da v)ti+a ou de D o 0 21!G%!&% D" &R%M N (assageiro . (or.ue fi*a (endurado na (orta do tre+ ou 3nibus0 " S&L te+ *ondenado as trans(ortadoras0 Se+bre9se . haverá redução no valor da indenização0 %8e+(lo: Se o (assageiro tiver violado .a(-s ' .(arti*i(ação da v)ti+a trans(ortada. . .

se/a a de fa+)lia60 R%AC1S1&"S D" D !": H N C%R&%X I J N &C S1D D%I ofensa a direitos sub/etivos relativos ou (essoais 5direitos obriga*ionais e os direitos internos D N SCBS1S&e!C1 0 " dano atual ' a. .ue o -a!o 9. e+ su+a. (or. a doutrina *ostu+a afir+ar . funda+ental não se trata da de res(onsabilidade *ivil.ue ' ressar*)vel *ha+ado res(onsabilidade indireta0 " dano refle8o ou ri*o*hete o*orre . não há res(onsabilidade *ivil0 Dano.ue foi atingida direta+ente (ela ação ou o+issão do agente0 114 .ue foi *ausado a u+a outra (essoa.ue ele se realizará ou (ossa ser a(re*iado (or o*asião da sentença na ação res(e*tiva0 Dano futuro f dano hi(ot'ti*o f dano eventual0 %8e+(lo de dano futuro indenizável: deter+inada (essoa fi*ou *ega0 " /uiz /á (ode *ondenar o r'u a (agar indenização (elas (r-teses futuras.uando deter+inada (essoa sofre o refle8o do dano . . /á há *erteza do dano0 D !" %M R1C"CH%&% Dentre o o assunto dano dano. se/a u+ direito sub/etivo absoluto 5direitos da (ersonalidade ou direitos reais6. a doutrina afir+a . ' o (re/u)zo +aterial ou +oral resultante de u+a lesão a u+ direito.uando se tenha c %# @a .uele .ue /á e8iste ou e8istiu no +o+ento da ação de res(onsabilidade0 2or'+.ue ha/a algu+a *oisa a ser re(arada.%o (ode ser indenizado. ' (re*iso (ara .2ara Henri Salou. ri*o*hete *o+o ou ele+ento refle8o.ue a(esar de ser u+ dano futuro.ue se (ossa re(arar . (ois não havendo (re/u)zo.#.

uivalente .ue ela (erdeu. do CC0 " art0 JD diz a obrigação ali+entar se transfere aos herdeiros do devedor. não te+ *ara*ter)sti*a es(e*ial e o H o dever dos herdeiros ' (agar os d'bitos do +orto.ue *ausou a +orte do ali+entante0 " S&L /á adotou a (osição do V."" 9 Ca. há u+a d4vida +uito grande e+ se deter+inar se o art0 JD revogou ou não o art0 >OJ0 " e8e+(lo trata da (osição do (rof0 Ca&o )3%&o0 s (restaç:es ven*idas devidas (elo +orto (assa+ a ser d)vida *o+u+. da lei do div-r*io.ue (agar (ensão a e89 +ulher do +orto0 Maria Helena Diniz a*ha . a +orte do ali+entante a (ar do art0 JD. o art0 >OJ diz .ue há u+ *onflito a(arente entre os arts0 JD. (ara (arte da doutrina e /uris(rud7n*ia. SD ' (osterior ao CC. dentro das forças da herança0 2or este ra*io*)nio. e não as (restaç:es futuras de(ois de sua +orte0 " e8e+(lo a*i+a trata a(enas de u+a *orrente.%8e+(lo: Deter+inado e89+arido ve+ (agando (ensão ali+ent)*ia (ara a e89+ulher inválida (ara o trabalho. *onsensual.uer *redor (ode *obrar do es(-lio0 rnoldo `ald e !elson Carneiro defende+ o seguinte. SD e >OJ. div-r*io se(aração os litigiosa. faz *essar a obrigação ali+entar. se for u+a *ondenação (elo art0 H=.ue os ali+entos derive+ de (ro*edi+entos .ue o art0 JD revogou inteira+ente o art0 >OJ. a e89 +ulher fi*a se+ *ondiç:es de se +anter. da SD. se direto6. as (ens:es futuras serão (agas 115 . ela a/u)za u+a ação *obrando o valor e. esse e89+arido ve+ a fale*er assassinado (or deter+inado indiv)duo0 !o *a+(o do direito *ivil.a2&0 Desde .ual. ali+entos *onstantes transfere+ aos herdeiros do devedor. dentro das forças da herança0 %8e+(lo: os filhos do +orto (ode+ ter . ou se/a. vai sofrer u+ dano refle8o0 %ntão.ue a obrigação de (restar ali+entos !+o se trans+ite aos herdeiros do devedor0 Co+o o art0 JD.ue este/a+ inseridos na lei do div-r*io 5se(aração *onversão. (ois o es(-lio s(oderia (agar as (restaç:es ali+ent)*ias ven*idas e não (agas e+ vida do devedor. . (or. div-r*io neles *onsensual. e+ fa*e do autor do dano .

ue a v)ti+a (erdeu ' *ha+ado de dano e+ergente. ve+ a fale*er de*orrente de u+ delito *ivil. re(ente. au+ento do (assivo ou di+inuição do ativo do su/eito de direito. do CC di+inuição &C S diz . *o+(anheiro e filhos ' (resunção absoluta de *ul(a0 2ara os outros 5na+orada.ue a v)ti+a efetiva+ente (atri+onial (erdeu e+ (e*4nia e o . verifi*ando9se o . na sua (or e8e+(lo.ue ela razoavel+ente dei8ou de lu*rar ' *ha+ado de lu*ro *essante. o . (or ter sido atingido o (atri+3nio da v)ti+a0 "*orrendo. (rati*ado (elo a(ontado res(onsável0 2or virtude da sua +orte.ue*i+ento de tá8i indevido seu da v)ti+a. (essoa f)si*a ou /ur)di*a.ue o*orre a lesão de bens ou interesses avaliáveis e+ dinheiro.ue te+ grande *lientela atra)da (or esse *ozinheiro.ue ele tinha antes e (assou a ter de(ois da o*orr7n*ia do fato danoso0 " art0 H0OR=. o . (ara evitar enri. o restaurante (erde toda essa *lientela e o titular desse restaurante. e (ara esti+ativa a(li*a9se o (rin*)(io da razoabilidade (ara evitar9se enri. Daniele dirigindo açodada+ente. haver u+a se(aração /udi*ial litigiosa *o+ *ul(a0 "utro e8e+(lo de dano refle8o: *ozinheiro de deter+inado restaurante. ou se/a.(elos herdeiros do devedor. (or ter sofrido o dano refle8o.ue*i+ento indevido da v)ti+a0 Su*ro *essante deve ser fi8ado dentro do li+ite do razoável. de u+ +otorista dirigia ve)*ulo +ão. dentro das forças da herança0 @ (re*iso. (ode *obrar indenização do res(onsável (ela +orte do *ozinheiro0 WWW " dano +oral (ara *3n/uge. então. i+(rudente+ente avança u+ sinal e bate no *arro do +otorista0 " *arro do +otorista fi*ou 116 . ou se/a.ue razoavel+ente dei8ou de lu*rar. e+ . a+igo et*6 deve9se ser (rovado o (re/u)zo0 D !" M &%R1 S %+ ter+os de dano. (or força do evento danoso. .ue as (erdas e danos referentes a abrange+ o . o +es+o se divide e+ dano (atri+onial.

uele . o /uiz deve *al*ulá9lo de a*ordo *o+ a (robabilidade ob/etiva resultante do desdobra+ento nor+al da atividade (aralisada0 " !"<" CC.ue ele fazia u+a diária de HOO reais. segundo a s4+0 DE. vai +ulti(li*ar (or HR dias e vai obter o lu*ro *essante0 Ho/e e+ dia. < e re(aração (elo dano +oral (uro0 Auanto ao lu*ro *essante. de*orrentes do +es+o fato. sendo ad+iss)vel a *obrança dessas verbas se(aradas. *ustas e honorários de advogado0 % o (4 afir+a . /uros sobre /uros. a (artir da data do efetivo (re/u)zo0 117 .ue essa indenização su(le+entar são +ais /uros. so+ente serão devidos (or a. S&L não se dis*ute +ais sobre a (ossibilidade de *u+ulação do (edido de verba re(arat-ria (elo dano +aterial *o+ u+a outra verba re(arat-ria (elo dano +oral (uro ou dano e8tra*ontratual.ue nas indenizaç:es (or ato il)*ito. do CC &C S diz . e não ou abrangendo (ena /uros.ue a CF de ?? *onsagra e8(ressa+ente no art0 R o. do S&L diz .ue (rati*ou *ri+e0 s4+0 >D.danifi*ado. ou se/a. a (ro(-sito do dano +aterial. serão (agas *o+ atualização +onetária.ue diz . dentro do razoável.ue os /uros +orat-rios flue+ a (artir do evento danoso na res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual0 s4+0 HE?.ue ir ao hos(ital e fi*ou internado HR dias.ue in*ide *orreção +onetária sobre a d)vida sobre ato il)*ito. de . segundo /uros de )ndi*es +ora ofi*iais não regular+ente o estabele*idos. at' (or. art0 >O> diz . al'+ dos /uros *onven*ionais0 Ho/e e+ dia. e durante esses HR dias fi*ou se+ (oder trabalhar0 Co+o dano (atri+onial ele (ode *obrar o *onserto do *arro.ue se os *obrire+ (enal (re/u)zo havendo *onven*ional 5*láusula *ondenat-ria *o+(ensat-ria6. ' de ser a(li*ada a s4+0 R>. os /uros *o+(ostos. Q a (ossibilidade da (oderá o /uiz *on*eder ao *redor u+a indenização su(le+entar0 lguns estão dizendo . o +otorista teve .ue faz (arte do dano +aterial. .ue as (erdas e danos nas obrigaç:es de (aga+ento e+ dinheiro. S&L analisando o art0 H0R>>. do S&L . *onta do hos(ital 5estes dois são danos e+ergentes6 e ele vai a(resentar u+ *ál*ulo (ara o /uiz.

o agente +anda (ara a ofi*ina (ara restaurar o *arro0 Ja6 Re(aração indireta N . volvendo a v)ti+a K situação (e*uniária anterior ao dano0 2rin*)(io +itigado (elo CC !"<". (ois a dor não (oderia ter (reço.uando o a(ontado res(onsável (aga e+ dinheiro o valor . tudo dentro do (rin*)(io do restitutio in inte*rum.ue não refle8os (atri+oniais.uando o a(ontado res(onsável restaura +aterial+ente a *oisa atingida ou a re*onstitui es(e*ifi*a+ente0 %8e+(lo: dano e+ auto+-vel.uando o CC de H=HP entrou e+ vigor. grande n4+ero de autores afir+ou . no (4. sendo i+oral a u+ /uiz deter+inar o valor e*on3+i*o *orres(ondente ao sofri+ento hu+ano0 /uris(rud7n*ia ou (arte dela não ad+itia a *u+ulação. a doutrina nos fala e+ OJ ti(os de re(aração: Ha6 Re(aração direta N .uando há des(ro(orção +uito grande entre o dano *ausado e a *ul(a. de dano +oral *o+ dano +aterial0 118 . isso +itiga o (rin*)(io da restituição integral60 D !" M"R S " dano +oral ou o dano +oral (uro. do art0 =>> 5. oriunda do +es+o fato. e+ .ue esse di(lo+a não *onsagrava a (ossibilidade da v)ti+a (edir re(aração (elo dano +oral ou e8tra(atri+onial. o /uiz (ode reduzir a indenização. a indenização +aterial deve ser a +ais a+(la (oss)vel.%+ ter+os de dano +aterial. ou se/a. .ue vai (ro(or*ionar K v)ti+a a volta ao estado (e*uniário anterior.

.ue a v)ti+a (er*ebia e+ vida.ue *o+o não u+a u+a (ensão ali+ent)*ia derivada (or do verdadeira indenização dano +aterial. !"S6 "C D" D1R%1&" C"MCM 5JO " entendi+ento da doutrina se trata.necessário ter leg&timo interesse econ2mico ou moral . (ara Yussef está se referindo a sentida (elo *3n/uge e (elos (arentes (r-8i+os da v)ti+a. .ue HGD ' o .ua. . 1. !o art0 H0RDE..uando o legislador fala da indenização no *aso de ho+i*)dio e no in*iso 1 se refere Ks des(esas *o+ o trata+ento da v)ti+a 5dano +aterial6. na for+a de (ensão ali+ent)*ia (ara a. indenização (or *onsiste (restação ali+entos (essoas . nos ter+os do art0 HE?. autor do (ro/eto do CCGH=HP se+(re defendeu a (ossibilidade legal da v)ti+a *obrar verba *o+(ensat-ria (elo dano +oral.ue a v)ti+a gastava *o+ ela +es+a0 AC S @ 2R%SCR1#U". (ar*ela a (ar*ela.ue de(endia+ e*ono+i*a+ente do fale*ido.ue a Ks (ela dor 9am52&aF . tratando9se. essa de(end7n*ia e*on3+i*a deveria ser (rovada0 !or+al+ente.uanto aos de+ais (arentes e estranhos a fa+)lia.ue+ o defunto as devia. o (aga+ento desse valor *orres(onde a JGD do . havendo (resunção de de(end7n*ia e*on3+i*a tratando9se de *3n/uge ou *onvivente do fale*ido e e+ relação a seus filhos. ..ueles . fa+)lia.ue (res*reve+ e+ OR anos. CC: “para propor ou contestar uma a"ão. (or. e de direito si+ e da /uris(rud7n*ia ' de . . . (ortanto.ue . de te*ni*a+ente.uando usa a e8(ressão E2.#o *o+(ensação de dano +oral0 !o in*iso 11. a (res*rição dessa (retensão indenizat-ria se faz no (razo gen'ri*o de JO anos do art0 HEE. (or'+ .ue se a(resentará a t)tulo de indenização. do art0 +orte H0RDE.. no entanto.uando na o legislador de fala . ] HO.Cl-vis Bevilá*. . na realidade trata9se de dano +aterial. o seu funeral 5dano +aterial6. S1M%!&VC1 S 5 R @ 2R%SCR1#U" R%F%R%!&%S iS 2%!S$%S !"S6. (or força de sua (erda.. do CC &C S0 !ão se a(li*ando a (res*rição es(e*)fi*a relativa Ks (retens:es de (ens:es ali+ent)*ias i+(agas. do CC &C S0 119 . de in)*io (revista no art0 EP..

!#o o" . (ois . ] D o. a (retensão K re(aração *ivil se faz no (razo es(e*ial de OD anos. está abrandado. . vere+os o in*iso 11 . ele está +orto0 " .ui a (res*rição se *onta (elo (razo gen'ri*o do art0 HEE 5JO anos N obrigaç:es (essoais6.0T. .ue in*iso 11 . o (razo es(e*ial de (res*rição 120 . &%M CM 2R%LCVX" D% ROO0OOO % S_ R%C%B% HOO0OOO0 !U" &%M R%S2"S& 2"R %!AC !&"0 !-s vi+os o *aso do ho+i*)dio. art0 JOP.02 <i+os . 2"R %Q%M2S". CC &C S e art0 !o !"<" CC.ue o (rin*)(io da restitutio in inte*rum.. <. no !"<" CC N art0 =>>./&aF. ou se/a. &C S0 (ar*ela a (ar*ela. m o . art0 H0RDE. a (res*rição da (retensão indenizat-ria e não nos ter+os da (res*rição es(e*)fi*a (ara o inadi+(le+ento de (ensão ali+ent)*ia. do CC =>?.ue o dano +oral refletindo no (atri+3nio não ' o dano +oral (uro. (4.ue os su*essores (r-8i+os do fale*ido 5filhos +enores in*a(azes e o *3n/uge ou *onvivente6 (resu+e+9se de(endentes e*on3+i*os do fale*ido e (ode+ (leitear as verbas do art0 H0RDE. (ois defunto não deve nada.uando houver e8*essiva des(ro(orção entre o grau de *ul(a e o dano.ue ' u+a (res*rição de OR anos.uitativa+ente o valor da indenização 5' fa*uldade do /uiz60 % C"M" F1C <V&1M AC% < 1 R%C%B%R 1!D%!1X #U" R%DCX1D .uer dizer ' . 110 Continuando no art0 H0RDE.ue E!a p% "#a0+o a2&m !#o" O" p ""oa" a B.11a AULA 7 DIA 20.9. ' dano (atri+onial0 <i+os ta+b'+ .ue a. 1. 1. (oderá o /uiz reduzir e.ue a redação ' absurda. vi+os . ] HO.. ou se/a. do CC !"<"0 %ssa (restação de ali+entos ' u+a for+a de indenização (elo dano +aterial e nos /á vi+os .ue está no art0 HE?.. 1 e 11.ue diz . o (aga+ento de des(esas *o+ o trata+ento da v)ti+a 5dano +aterial6. seu funeral 5dano +aterial6 e luto de fa+)lia 5dano +oral60 rt0 H0RDE. 1 e 11. oriunda do direito de fa+)lia.

ue o CC !"<" não vai atingir relação de *onsu+o. CDC0 WWW " S2 voltou a falar da *ontrov'rsia entre o art0 JD. +es+o . o legislador *riou u+ (razo es(e*ial (ara (retensão indenizat-ria e diz . não e o S&L ao disse *abe &C S0 !-s /á vi+os isso anterior+ente N int'r(rete distinguir. se/a+ eles absolutos 5reais ou da (ersonalidade6 se/a+ eles relativos 5obrigaç:es60 d4vida será . (or.ue o +enor re*eba ali+entos do es(-lio at' a (artilha. S2 a*ha ..ue o art0 JD está e+ vigor e (er+ite. refor+ou e o &ribunal . a (res*rição da (retensão indenizat-ria *ontinuará a ser de OR anos. (ois lei geral não revoga lei es(e*ial0 Havendo u+ *ontrato de *onsu+o . .ue *ause (re/u)zo ao *onsu+idor ou ao *onsu+idor (or e.. *uidadoYYYY Continuando a analisar o art0 H0RDE: 2"R AC !&" &%M2" S% 2 G %SS 2R%S& #U" D% 121 S1M%!&"S.ue a lei /ulgou não i+(ro*edente distingue. e+ a*-rdão re*ente. CC (ágina ER e EP0 " S&L. *ontados da lesão ao direito sub/etivo alheio...se sobre(:e ao (razo geral0 gora. vai usar o (razo de (res*rição da re(aração do dano (elo fato do (roduto ou do serviço de OR anos do CDC ou de OD anos do CC !"<".uando houver u+ *ontrato de *onsu+o.uinhão e teria +eios de subsist7n*ia0 %ssa (ode ser u+a R a (osição0 !ão *aiu e+ *on*urso ainda. *o+ base no art0 JD.. *ontados do *onhe*i+ento do dano e da autoria. art0 JE. este entrou *o+ u+a ação de ali+entos e+ fa*e do es(-lio.ue o ta+b'+ . o (ai não (agava (ensão ali+ent)*ia 5dava ali+entos in natura. o +enino era filho havido fora do *asa+ento.ui(aração. lei do div-r*io e o art0 >OJ. ad+itiu o seguinte.ue são OD anos 5não usa +ais o (razo gen'ri*o de JO anos6. da lei do div-r*io.. .ue na (artilha ele seria *onte+(lado *o+ seu . o /uiz de H a instBn*ia /ulgou i+(ro*edente. os ir+ãos não . +as não tinha sido *ondenado e+ ação de ali+entos60 " (ai +orre. .ueria+ saber do +enino.ue não ha/a anterior *ondenação e+ ali+entos 5a lei não está distinguindo6.

Se rendi+entos. não se fazendo ne*essária a (rova da o*orr7n*ia desse dano. ' de PR a EO anos. ainda . *essando o (ensiona+ento a (artir da)0 " /uros +orat-rios . @ 2"SSV<%S 2%D1R D !" +es+o al*ançasse M"R S "C S_ @ 2"SSV<%S 2%D1R D !" M &%R1 S "C @ 2"SSV<%S 2%D1R "S D"1S. (or. a v)ti+a (essoa a se /á K . e a (artir da) reduzido (ara HGD.ue ' (resu+ida.ue os filhos atin/a+ a idade de J> ou JR anos 5(or. " S&F.ue a a(li*ação do ] J o.ui.%o. in*idindo *orreção +onetária a (artir do ato il)*ito. os ir+ãos e de+ais (arentes (r-8i+os teria+ 122 . na s4+0 >=H. C2C6. se *al*ula+ de a*ordo *o+ a s4+0 R>.ue *ause a +orte de filho +enor.ue sendo a (essoas a/udar os hu+ildes. *abe tran. S&L0 % S% <V&1M @ M%!"R % !U" &R B SH . (ais. . (resu+e9se . . (essoais.ue não e8erça trabalho re+unerado0 . diz . tendo e+ vista o senso *o+u+0 2or'+. at' . no *aso de res(onsabilidade e8tra*ontratual. S&L.ue HGD a da v)ti+a nesse +orte..ue a v)ti+a *o+(letaria JR anos. fluindo a (artir do evento danoso. re*ebia0 e+(regat)*io./uris(rud7n*ia te+ entendido . de a*ordo *o+ estat)sti*as ofi*iais. v)n*ulo utilizaria suas des(esas in*luindo9se '(o*a não tinha (ensiona+ento efetiva+ente. (elo -a!o mo%a2 p.ue ' indenizável o a*idente . o valor de JGD (ara os (ais da v)ti+a seria+ (agos at' a idade e+ .ue a de(end7n*ia de 1R vai at' os J> anos6. do art0 H0RDE se faz do seguinte +odo: (ensão será *al*ulada aos de(endentes e*on3+i*os da v)ti+a.ue a v)ti+a a *ontinuasse +aioridade0 " (ensiona+ento dos filhos +enores. sendo os de(endentes (essoas hu+ildes 5de bai8a renda6..ue no *aso brasileiro.uando . *o+ base e+ nas o o JGD dos HDo seus salário. ' ad+itido (elos &ribunais. e+ favor dos (ais.uila+ente o (edido de verba *o+(ensat-ria. os JGD são *al*ulados e+ *i+a de u+ salário +)ni+o e se+ o HDo salário0 " (aga+ento será feito (elo te+(o de (rovável sobrevida da v)ti+a.ue inde(ende+ de (edido e8(resso 5art0 J=D. s4+0 >D.

ue en. ainda .uiser e ' u+ s. na (ro(orção da sua *ota.#%o" p 2o" 2. (ois (er+ane*ia o siste+a de +ão *o+u+ do direito ale+ão.ue *o+(rovar. . /á . CC % "po!com.ue nesse ti(o de fa+)lia ' nor+al . a o*orr7n*ia do dano +oral. então."o.uele .F. &C S: Eca-a co!"o%# p %c 4 . ade+ais os *3n/uges *ada u+ te+ a *ota inteira do be+0 %ntão.e8tingue a *o+unhão .ual. e+ /u)zo. +orte ou nulidadeGanulabilidade do *asa+ento. vo*7 está nu+ regi+e de bens e todo regi+e de bens (er+ite algu+ ti(o de *o+uni*ação0 Mas.direito *o+ +ais de u+ dono.uanto não houver a (artilha dos bens. vo*7 não a e8tingue a hora . -a co&"a Há u+a dis*ussão no S&L sobre *3n/uges. 9%.ue neste *ondo+)nio ordinário do CC . *o+ base no art0 PJE. o S&L andou dizendo .ue *ontinuaria a/udando en. os *3n/uges não (ode+ *obrar u+ do outro os alug'is.#o" B.uiser.ue o +enor venha a trabalhar (ara a/udar seus (ais . a(-s a (artilha a *o+unhão do *asa+ento (assa a ser *ondo+)nio do CC.ue não usa o be+ (ode (leitear o *orres(ondente aluguel da *oisa. vo*7 s.ue não ' o *ondo+)nio tradi*ional do CC 5arts0 PJD e seguintes6. div-r*io. se vo*7 está *asado. a *o+unhão de bens ' a *o+unhão do direito ale+ão 5*o+unhão de +ão *o+u+6 .ue .ual te+ sua *ota.uer *ond3+ino (ode e8tingui9lo a hora . a.ue esse filho não e8er*esse trabalho re+unerado. ' *o9(ro(riedade0 !a *o+unhão do *asa+ento. (or. ca.m= ao" o. *ada .ue (ara eles não ' (resu+ido0 " S&L te+ entendido ..ue ' devida a indenização ta+b'+ (or -a!o ma# %&a2 aos (ais de fa+)lia de bai8a renda.uando houver se(aração.uanto vivesse0 #U" D% C"BR !# "C&R"0 D% SCGC%R%S D% CM C"!DdM1!" %M F C% D" Se u+ *ond3+ino usa e8*lusiva+ente a *oisa. e+ de*orr7n*ia da +orte de filho +enor. p 2o -a!o B.ue . a (artir vo*7 (ode *obrar aluguel0 &e+ dois a*-rdãos nesse sentido e dois e+ sentido *ontrário0 123 .

valor . a t)tulo de indenização. CC ofensa K sa4de. inti+idade..ue será reduzido a HGD. . ta+b'+ neste artigo. re*ato e es(e*ial+ente na sua dignidade0 124 . ou se/a..ue deverão ser realizadas et*0 " legislador afir+a. o ofensor indenizará o ofendido das des(esas de trata+ento +'di*o 5dano e+ergente6 e dos lu*ros *essantes.ui.ue a (restação de ali+entos.ue.ue essa so+a.ue será (ago K v)ti+a a i+(ortBn*ia da +ulta no grau +'dio da (ena *ri+inal *orres(ondente e esse valor.48 #&/o a4"o2. &C S diz .ue será du(li*ado se houver dano est'ti*o0 DEFINI'(O DE DANO )ORAL PURO? " dano +oral -a (uro de*orre de ofensa ao -&% &#o "." ter+o ini*ial do (aga+ento da (ensão. 11. deve levar e+ *onta a duração (rovável da vida da v)ti+a. sendo tais valores *orres(ondentes ao -a!o ma# %&a2= in*luindo9se a. (ela e8(eri7n*ia diária. do CC &C S diz . (ois esta idade. %Q1S&% D !" M"R S !" C S" D% i S ^D%. data e+ . .ue a v)ti+a al*ançaria a idade de JR anos. J a (arte. . (or dano +aterial... *onta9 se a (artir do H> anos.#o p %"o!a2&-a. a (artir do +o+ento e+ . honorários +'di*os. at' o fi+ da *onvales*ença. a (ro(-sito da re(aração de danos (or força de fale*i+ento. honra. a verba *orres(ondente ao dano +oral. no *aso de feri+ento ou outra " art0 H0RD?. (r-teses. seria na . CC !"<"0 % S% "F%!S 2%SS" !U" M"RR%R.ual a (essoa se *asaria0 " CC !"<". integridade f)si*a. re+'dios.. futuras *irurgias . ' *onsiderado verba *o+(ensat-ria (elo dano +oral (uro0 " ] Ho do art0 H0RD?.uando algu'+ ' atingido na sua vida. art0 =>?. será du(li*ada se do feri+ento resultar alei/ão ou defor+idade0 %ssa so+a ' o valor do dano +oral (uro.ue ' (er+itido o trabalho do +enor e vai at' a sua (oss)vel sobrevida 5PR a EO anos6. *ontas hos(italares. na J a (arte do *a(ut desse artigo. /á ' e8(resso e+ afir+ar .

' o *ha+ado dano +oral direto.ue te dei8a *o+ u+a *ovinha no vo*7 +ais há bonito. o*orre o dano +oral (ro(ria+ente dito .ue o si+(les aborre*i+ento. (erfeita+ente (revis)vel. a*idente de *arro .ue não se/a+ +ensurados ang4stia. vo*7 está atingindo a honra. e*ono+i*a+ente. *ausando dor )nti+a.uando vo*7 ' atingido no seu direito de (ersonalidade 5honra. !e+ se+(re . sofri+ento.ofensa a u+ direito de (ersonalidade ou bens . sentindo dor. (or. sofri+ento e *onstrangi+ento6 → R%FS%Q" D "F%!S i SC → "F%!S CM D1R%1&" D " . hu+ilhação. integridade f)si*a. *ha+ar o Fernandinho Beira9Mar de trafi*ante ou ladrãoI lesão nu+ /ogo de futebolI ta(a de a+orI .uando a ofensa atinge a dignidade do su/eito de direito0 " S&L te+ dito .uei8o.ue ' *o+(ensável. dor. (or e8e+(lo. isso ' o . inti+idade 0006 signifi*a .ue ' o refle8o da ofensa K (ersonalidade ou bens . não ter sofri+ento. vergonha. +al sofri+ento.ue será o dano +oral -&% #o. desgosto.ue não se/a+ +ensurados e*ono+i*a+ente ligados ao ser hu+ano. . ou se/a. e+ su+a. indireto. estar. de*orrente da vida e+ so*iedade ou do dia a dia nas *idades. D !" M"R S 1!D1R%&" 2%RS"! S1D D% D !" M"R S D1R%&" 2%RS"! S1D D% 5dor. ' *onsiderada (ela doutrina italiana -a!o mo%a2 &!-&% #o. *onstrangi+ento o .ue os italianos *ha+a+ de dano +oral &!-&% #o= +as vo*7 (ode não se *onstranger.ue não sofri+ento. .ue vo*7 sofreu u+ dano +oral. não sendo *o+(ensável0 125 . integridade.ue a doutrina italiana diz . não ter dor. não (ode ser *onsiderado dano +oral direto. inti+idade. re*ato e dignidade.ue ainda !+o ' comp !"3/ 2. nestes *asos ' dano +oral K ve/a . *onstrangi+ento.ue se tiver vo*7 está sentindo o refle8o da ofensa. *onstrangi+ento fazendo (essoa0 Auando vo*7 atinge u+ direito da (ersonalidade.

na "&mp2 " *ha+ada res(onsabilidade *ontratual ou nego*ial.ue sofre os efeitos do a*idente de *onsu+o6 a re(aração de danos +ateriais e +orais0 %+ su+a. +oral ou K &maD m 5<6. < e Q. <1 deter+ina .ue o (r-(rio CDC no art0 P o.ue ' o D o . afir+ar no seu art0 R o. *o+o direito individual e *oletivo. não ' .ue ' direito bási*o do *onsu+idor a efetiva (revenção de re(aração de danos (atri+oniais e mo%a&" &!-&/&-. . u+a defor+ação *or(oral de +odo (er+anente. os defensores de .uando a (essoa f)si*a ' atingida e sofre u+a alteração +orfol-gi*a.ue re(resente u+ dano est'ti*o0 CFG?? teve o +'rito de. na res(onsabilidade *ontratual "$ . e si+ so+ente os eventos . (ortanto. !o entanto. *ausando aborre*i+entos ao *redor.ue não *abe dano +oral (elo &!a-&mp2 m !#o co!#%a#. vida (rivada.uer aborre*i+ento ou *ontrariedade . ' a*onte*i+ento *otidiano. não sendo .ue atin/a+ a (r-(ria dignidade da v)ti+a0 DEFINI'(O DE DANO ESTSTICO? " *ha+ado dano est'ti*o o*orre .liás. defende+ seu (onto de vista. assegurado o direito K indenização (elo dano +aterial ou mo%a2 de*orrente de sua violação0 (artir da). be+ *o+o afir+a a inviolabilidade da inti+idade. a honra e K i+age+ das (essoas.ual.a&"= *oletivos e difusos. % pa%3/ 2 o -a!o ma# %&a2. tal afir+ação a*i+a.ui(aração 5art0 HE 9 .ue o não *u+(ri+ento de u+ *ontrato. *o+o ta+b'+ do in*iso <11 volta a afir+ar a (ossibilidade de *o+(ensação (elos danos *ausados ao *onsu+idor ou *onsu+idor (or e. a (ossibilidade de indenização (or dano +aterial. alegando .uer *i*atriz . não atinge a dignidade do *redor e. . *lara+ente. se era (oss)vel ou não 126 *u+ular (edido de . faz (arte do dia a dia da so*iedade.ual.a2= ou se/a. o legislador *olo*ou u+a Z(á de *al[ na dis*ussão *o+u+ dos &ribunais.ue venha a resultar e+ dano +oral.ue agride a visão.

. *o+o dano +oral (uro0 !o in)*io. u+a das verbas *orres(ondente ao dano +oral e a outra verba *orres(ondente ao dano est'ti*o0 2ara alguns.ue não *abia a *u+ulação do dano +oral *o+ o dano est'ti*o0 Ho/e e+ dia. (ara u+a (ro(aganda do Baner/.ue a v)ti+a ou seus su*essores (udesse+ (edir e+ verbas se(aradas u+a indenização (or dano +aterial e *o+(ensação (elo dano +oral. . <. . (or. o S&L vinha de*idindo nesse sentido. ' u+ direito da (ersonalidade. se+ seu *onsenti+ento.uando houver dano est'ti*o. ela (ode (edir verba indenizat-ria (elo dano +aterial. ela a/uizou u+a ação (edindo indenização (elo dano K ganhou0 %ntão.ue a (r-(ria CF.ue s.indenização (or dano +aterial *o+ (edido de *o+(ensação (or dano +oral. e+ verbas se(aradas oriundas do +es+o fato danoso0 s4+0 DE.ue fi*a *o+ u+ *orte (er+anente no rosto. dano +aterial. ve8a+e. & 9RL0 " argu+ento ' . (er+ite a indenização (or dano +aterial. dano +oral e u+a verba (ela ofensa a sua i+age+0 i+age+ e 127 .e ' *o+(ensada nu+ svalor. do S&L su+ulou a +at'ria. a t)tulo de e8(loração. +oral e K i+age+0 %8e+(lo: u+a +odelo .ue ela (erdeu a sua (rofissão. isso não seria (oss)vel.ue a dor.ual a (essoa se (ro/eta no +eio so*ial e se individualiza. integra o dano +oral e essa *obrança de duas verbas seria (roibida. desde . tendo e+ vista .ue as verbas se(aradas este/a+ be+ definidas. a /uris(rud7n*ia (redo+inante no S&L ' de . +oral ou a &maD m0 " direito K i+age+ ' u+ be+ (ersonal)ssi+o (elo . (er+itindo . hu+ilhação de*orrente da defor+idade f)si*a (er+anente ' u+a s. *o+ autorização do seu titular0 %8e+(lo: fotografara+ o bu+bu+ da %noli Sara. oriundas do +es+o fato0 Ho/e e+ dia. (ois o dano est'ti*o ' subsu+ido. *onsiderada *o+o bis in idem. es(e*ial+ente no art0 Ro. vo*7 (ode (edir as OD verbas. vide a s4+0 HR. ou se/a. dis*ute9se se ' (oss)vel (edir9se verbas se(aradas.ue ' (oss)vel tal *u+ulação.(ode ser usada.

12a AULA 7 DIA 2P.0T.02 R%S20 J>EJPPGS2 Da &CRM D" S&L0 R%S &"R: C RS"S SB%R&"

M%!%X%S D1R%1&"0 D !" M"R S M 1S D !" %S&@&1C"0 ECo!9o%m p.%am !# "#,#&coJ. a""&!a2a-o !o ac$%-+o= p"5B.&ca= p %# !c !# T mo" a &mp% ""+o 2 " #Lm ca%3# % -&9 % !# = o%- m H-a!o "o2.0+o -o ao

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""a 2 "+o m

- %&/a= ao 2a-o -a p %-a 95"&ca= o -a" co!-&0X " -o a2 &8a-o=

co!9%o!#o com a" p ""oa" &2 "a".F " art0 JO, do !"<" CC /á diz .ue, salvo se autorizadas, a utilização da i+age+ de u+a (essoa (oderá ser (roibida0 !o CC de H=HP, (ara vários autores, outros artigos ta+b'+

*onsagraria+, i+(li*ita+ente, a (ossibilidade de *o+(ensação (or dano +oral, *o+o (or e8e+(lo, o art0 H0R>E, (4 do CC &C S e =RD, do CC !"<", onde na indenização (or in/4ria ou *al4nia o (4 desse art0 H0R>E diz .ue se o ofendido não (uder (rovar (re/u)zo +aterial, o ofensor vai lhe (agar o dobro da +ulta, no grau +á8i+o da (ena *ri+inal res(e*tiva 5(ara saber *o+o *al*ula essa +ulta, o S2 vai dei8ar u+ (are*er do *aso de <igário Geral, do S)bero teniense60 <e/a .ue se a v)ti+a não (uder (rovar dano +aterial, ela (ede a +ulta do (4, ou se/a, a contrario sensu, se não ' dano +aterial s(ode ser dano +oral0 "utros artigos: H0R>?I H0R>=I H0RRO e H0RRH, todos do CC rt0 H0R>?, CC &C S0

&C S diz .ue a +ulher agravada e+ sua honra, se

não houver *asa+ento *o+ o ofensor, ela te+ direito a u+ dote de a*ordo *o+ sua *ondição e estado0 %sse dote ' (elo dano +oral ou +aterial, ou (elos dois;;; %8iste tanto dano +oral .uanto dano +aterial, este 4lti+o (or.ue a +ulher fi*a desvalorizada no +er*ado
128

de *asa+ento 5doutrina6 .uando se sabe .ue ela foi seduzida, (or e8e+(lo0 rt0 H0R>=, CC (udor 5estu(ro, &C S N nos *ri+es de violação se8ual ou ultra/e ao atentado violento ao (udor6, será arbitrada

/udi*ial+ente u+a indenização0 rts0 H0RRO e H0RRH N fala+ da ofensa a liberdade (essoal 5*ár*ere

(rivado, (risão (or den4n*ia falsa ou de +á9f', (risão ilegal6, *abe a indenização (or dano +aterial e (or dano +oral 5ve/a .ue o H0RRO faz re+issão e8(ressa ao (4, do art0 H0R>E analisado a*i+a *o+o *o+(ensação (or dano +oral60 " artigo standard no CC de H=HP, sobre a (ossibilidade de *obrança de *o+(ensação (or dano +oral, seria o art0 H0RRD .ue diz .ue nos *asos nesse *a()tulo se fi8ará (or arbitra+ento a indenização0 % +ais, o S&L, na atualidade, su+ulou a (ossibilidade da PESSOA JURNDICA obter u+a *o+(ensação entendendo .ue, e+bora a (or ofensa +oral, /ur)di*a não s4+0 JJE, honra (essoa tenha

sub/etiva, /á .ue ela não ' (ass)vel de dor )nti+a, sofri+ento, aborre*i+ento, desgosto, ela teria a *ha+ada 6ONRA OBJETIVA, ou se/a, tudo a.uilo .ue (udesse atingir, de +aneira in/usta, o bo+ no+e da e+(resária 5so*iedade6 e a sua i+age+ (erante a *oletividade, seria (ass)vel de *o+(ensação +oral0 "bs0: " S&L e a +aioria da /uris(rud7n*ia, *o+ base no art0 J?P, 11, C2C .ue diz .ue , 25c&#o 9o%m.2a% PEDIDO KENSRICO .uando não for (oss)vel deter+inar de +odo definitivo as *onse.T7n*ias do ato ou fato il)*ito, no sentido de o autor da de+anda re(arat-ria não se/a obrigado na (etição ini*ial a re.uerer u+a verba fi8a, (or dano +oral (uro .ue deve fi*ar (ara do +agistrado na ser estabele*ida (elo (rudente de Ho grau, evitando9se ao arb)trio sentença

+á8i+o .ue esse valor se/a arbitrado (or (er)*ia, (or.ue alongaria (or de+ais o (ro*edi+ento indenizat-rio0 O /a2o% -a comp !"a0+o po% DANO )ORAL FI*ADA p 2o TRIBUNAL !o 2 o D%a., (ode ser ob/eto de *ontrole (elo S&L, segundo /uris(rud7n*ia +ais re*ente, /á .ue essa *o+(ensação deve ser fi8ada e+ ter+os razoáveis, não se /ustifi*ando .ue a *o+(ensação venha a *onstituir e+ abusos e e8ageros, e+ enri.ue*i+ento indevido,
129

devendo

o

arbitra+ento

o(erar9se *o+ +oderação, *o+ razoabilidade, (ro(or*ional+ente ao grau de *ul(a, ao (orte e*on3+i*o das (artes, valendo9se de sua e8(eri7n*ia e bo+ senso, atento Ks (e*uliaridades da vida e de *ada *aso a(resentado e+ *on*reto, devendo desesti+ular o ofensor a (ráti*a de tal ato0 " funda+ento do S&L (ara ad+itir R%S2 .ue dis*uta valores ' .ue se o valor ' +uito alto ou +uito bai8o, ele fere o art0 HR=, CC inte*rum0 %+ ter+os de dano +oral, a /uris(rud7n*ia e a doutrina dize+ .ue a *o+(ensação (or dano +oral deve+ abranger o CARQTER PUNITIVO do valor fi8ado, a fi+ de desesti+ular .ue o autor da ofensa volte a re(eti9la e (or tal +otivo, o valor da *o+(ensação não (ode ser irris-rio, /á .ue ta+b'+ te+ .ue servir de e8e+(lo aos de+ais +e+bros da so*iedade, de outro lado há o CARQTER CO)PENSATYRIO, dano +oral, ou ta+b'+ o e+butido na a verba ofensa re(arat-ria a (elo o se/a, sofri+ento, dignidade, &C S 5lei federal6 e o (rin*)(io da restitutio in

*onstrangi+ento, a dor )nti+a não se a(aga, so+ente se dilui no te+(o e, (ortanto, o valor fi8ado não te+ (or ob/etivo retornar a v)ti+a K situação anterior ao dano e si+, al'+ da (unição ao ofensor, *o+(ensá9la *o+ dinheiro (ara .ue este dinheiro assegure a +es+a a a.uisição de bens ou serviços .ue (ossa+ +ini+izar a sua dor, (ro(or*ionando9lhe algu+ *onforto0 "bs0: &endo e+ vista .ue a verba do dano +oral traz e+ si +es+a, ao +es+o te+(o, u+ as(e*to (unitivo e *o+(ensat-rio, (arte da doutrina e /uris(rud7n*ia ve+ entendendo .ue .uando a re(aração tiver (or funda+ento res(onsabilidade ob/etiva, (or ato l)*ito do a(ontado res(onsável, so+ente o dano +aterial será indenizável não *abendo a.ui a *o+(ensação (or dano +oral0 %8e+(lo: " art0 DE, ] P o, CF *onsagra a res(onsabilidade ob/etiva das (essoas /ur)di*as de direito (4bli*o e das (essoas /ur)di*as de direito (rivado (restadoras de serviços (4bli*os0 %ntão, +uitas vezes o 2oder 24bli*o age no e8er*)*io regular da ad+inistração, e+ (roveito de todo *idadão0 " *aso *lássi*o seria da *onstrução do viaduto e .ue a*aba (re/udi*ando as (essoas .ue +ora+ a beira do viaduto, ' u+ ato l)*ito feito e+ benef)*io de toda a *oletividade e .ue *ausa (re/u)zo0 !esses *asos, e+ .ue o (re/u)zo for in/usto
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*o+o no *aso de (assage+ forçada do (r'dio en*ravado ou do au8)lio +4tuo0 *-rdãos do S&L .uer dizer .ue os (er+ite regula+entare+ os (r-(rios 131 . ela (ressu(:e u+ ou +ais su/eitos de direito realizando u+ neg-*io /ur)di*o . .ue dize+ .ueles e8e+(los de res(onsabilidade ob/etiva (or ato l)*ito de *onduta.ue não *abe dano +oral (or res(onsabilidade *ontratual: R%S20 DD?HPJGMG R%S20 JOJJO>GS2 R%S20 JOH0>H>G2R DA RESPONSABILIDADE CIVIL AUANTO A SUA ORIKE) DENO)INADA RESPONSABILIDADE CONTRATUAL OU NEKOCIAL !esse ti(o de res(onsabilidade ' funda+ental a vontade dos de*larantes.ue não se (ode (unir 5*aráter (unitivo da *o+(ensação6 .ue ' o (oder *onferido ao su/eito de direito (elo ordena+ento /ur)di*o. ta+b'+ se (ode vislu+brar na. baseia9se na autono+ia da vontade .5in/usto .ue estão dis*i(linados (elo ordena+ento0 " neg-*io /ur)di*o. ho/e dis*i(linado (elo CC !"<".ue não houve *ul(a e8*lusiva da v)ti+a6 e lo*alizado 5individualizado6.ue ' fonte de obrigaç:es e (ode ser definido *o+o u+a +anifestação de vontade dirigida a (rodução de deter+inados efeitos (ráti*os (ara os de*larantes e ta+b'+ /ur)di*os. ou se/a. (or.ue+ está e8er*itando regular+ente u+ direito0 Mal *o+(arando. o 2oder 24bli*o so+ente vai indenizar (or dano +aterial e não (or dano +oral0 " funda+ento ' .

no entanto. u+a relação nego*ial (ree8istente entre u+ *redor e u+ devedor ou vi*e9versa. .uando o inadi+(le+ento se traduzir nu+a ofensa a -&D!&-ap %"o!a2&-a. havendo u+a s(arte. ou se te+ a+olda+ natureza no +o+ento do e+inente+ente .uando se trata de CONTRATO DE CONSU)O= o STJ # m a-m&#&-o. a (ossibilidade do *onsu+idor ou do *onsu+idor (or e. <1.uanto os neg-*ios /ur)di*os unilaterais0 *ha+a9se e *ont'+ duas ou +ais (artes.uanto ao n4+ero de (arte. al'+ do dano +aterial. interesses *ontra(ostos *ontrato *onsenso. a comp !"a0+o mo%a2= art0 Po.interesses. . .uela . .ue s(ode haver *o+(ensação (or dano +oral.ue (ressu(:e u+ v)n*ulo anterior relativo entre a v)ti+a e o ofensor.ue res(onsabilidade *ivil *ontratual ou nego*ial ' a.ue neg-*io /ur)di*o abrange tanto os neg-*ios /ur)di*os bilaterais 5*ontratos6 .. (atri+onial0 2ode+ haver.ue (ode+ gerar res(onsabilidade *ontratual ou nego*ial *o+o. devendo tal neg-*io res(eitar os li+ites da li*itude deter+inada (elo direito ob/etivo0 " neg-*io /ur)di*o bilateral. des*u+(re baseada o seu na vontade )ntegra.ue se/a. ou . nu+a (ro+essa de re*o+(ensa não *u+(rida.uando nego*ial.T7n*ia do inadi+(le+ento está nos arts0 H0ORP e H0OR=.ue -a /5#&ma= nu+a o9 !"a a!o%ma2 O e+ tese o aborre*i+ento (elo des*u+(ri+ento do *ontrato faz (arte do *otidiano das (essoas0 %+bora. (or e8e+(lo. u+ deles dever *ontratual havendo inadi+(le+ento ou ine8e*ução da obrigação *ontratual ou nego*ial0 *onse. neg-*ios /ur)di*os unilaterais . do CC &C S gerando o (aga+ento do dano e+ergente e dos lu*ros *essantes. (or in4+eras vezes. (or. danos +ateriais0 Sendo /uris(rud7n*ia +a/oritária no S&L. ou se/a. ta+b'+ o testa+ento0 " S2 a*ha +elhor usar a e8(ressão res(onsabilidade *ivil nego*ial.ui(aração obter. . /á . CDC0 132 .

.uanto aos seus efeitos ela (ode ser sub/etiva 5(ressu(:e a o*orr7n*ia de u+ ato il)*ito6 e res(onsabilidade ob/etiva 5inde(ende da (ráti*a de ato il)*ito. se houver viol7n*ia ou des*u+(ri+ento do dever /ur)di*o es(e*)fi*o *ontido no neg-*io /ur)di*o0 diantando a (r-8i+a aula: Auando a obrigação for de +eio.ue (rovar a *ul(a do devedor0 Há algu+a distinção entre ato il)*ito e ato inválido. /á e8iste res(onsabilidade *ivil.uela e+ . . !ão0 Shaverá res(onsabilidade *ivil.ue ele não se obriga al*ançar deter+inados ob/etivos e si+ e+(regar toda a sua dilig7n*ia (ara *u+(rir deter+inado dever /ur)di*oI ou *ontrata u+a obrigação de resultado e a) si+ ele se obriga (erante o *redor a *onseguir ou al*ançar deter+inados ob/etivos0 Auando o *ontrato ou neg-*io /ur)di*o se for+a. ou o devedor assu+e u+ obrigação de +eio...ue ' a.ue de(ende da (rova do dano e do ne8o de *ausalidade60 !a obrigação *ontratual ou nego*ial.!a res(onsabilidade. 133 .. .. vo*7 vai ter . *u/a a orige+ ' *ontratual ou nego*ial.ue (ode o*orrer ou não no *aso *on*reto e .

a algu'+ de re(arar o (re/u)zo *ausado a outre+.02 Auando o *ontrato não há se for+a. ' o .ue vou re*o+(ensar . a) nas*e o dever /ur)di*o se*undário. al'+ de ter *o+o H o ele+ento a violação do dever /ur)di*o (ree8istente na lei.ue indenizar i+(osto legislador. .ue+ en*ontrar +eu *a*horro (erdido não e há a Renatinha o en*ontra0 *ivil Se eu (ago a u+ re*o+(ensa. são *ul(a e 134 .ue se divide e+ dolo 5*ul(a inten*ional6 e a *ul(a e+ sentido estrito. da) derivando o dano ou (re/u)zo +aterial ou +oral0 to il)*ito *ontratual ' . se houver inadi+(le+ento. res(onsabilidade nenhu+a0 Houve dever /ur)di*o (ri+ário .nas*e se o dever /ur)di*o (ri+ário for des*u+(rido ou se u+ ris*o san*ionado vier a *ausar dano a algu'+0 %8e+(lo: Se eu (ro+eto . /á .uando o*orre *o+ o des*u+(ri+ento das obrigaç:es *ontidas no neg-*io /ur)di*o ou e8tra*ontratual ou a. a relação de *ausa e efeito entre a ação ou o+issão do agente e o dano0 %ntão.ue de e8iste *ivil nele ' s- fonte vai de (elo obrigaç:es. haver res(onsabilidade *ivil. (ode ta+b'+ ser violação do dever *ontratual0 "s outros dois ele+entos. .ue foi adi+(lido0 Se eu não (ago. nas*e a res(onsabilidade *ivil0 "bs0: &" 1SVC1&" ≠ &" 1!<\S1D" to il)*ito 5delito *ivil6 se a(resenta *o+o violação de u+ dever /ur)di*o (ree8istente na lei ou no *ontrato..ue s.ue a res(onsabilidade *ivil ' u+ dever /ur)di*o se*undário. *ontido na lei0 @ fonte de res(onsabilidade *ivil sub/etiva.uiliana .ue de*orre da violação de u+ dever gen'ri*o de *onduta. ou se/a. atrav's de u+ *o+(orta+ento *ensurável nas *ir*unstBn*ias do *aso *on*reto. ou se/a.0P. res(onsabilidade dever ainda.(ara le+brar. ato il)*ito. atrav's da *ul(a e+ sentido a+(lo.13a AULA 7 DIA 04. s.ue este/a (resente o ne8o de *ausalidade. ou se/a. sendo ne*essário ta+b'+ . se o *ontrato ou o neg-*io /ur)di*o unilateral for des*u+(rido.

uer dos de*larantes.uando ofende a (redeter+inação legal de orde+ (4bli*a. /untando9se a eles o ne8o de *ausalidade 5este s. +ediante artif)*io.ue o neg-*io nasça +orto. (odendo (roduzir seus efeitos *olaterais ou se*undários0 Lá o neg-*io anulável. o agente realiza u+a ação . e8iste+ atos . ardil. 135 . (odendo ser u+ ato ou neg-*io inválido se+ .ue a. (ara benefi*iar a si (r-(rio ou ter*eiro0 % o dolo. . u+ dos de*larantes induz o outro a erro. (or ofensa a regras de interesse (arti*ular e (ode vir a ser nulifi*ado (or ini*iativa do interessado dirigida ao /uiz.ue ha/a (re/u)zo (ara .não se a(resenta na res(onsabilidade (elo ris*o integral60 Lá o ato inválido ' a. (ortanto.ue vo*7 te+ u+ *o+(onente de ato il)*ito ta+b'+0 <o*7 (ede at' a de*retação da anulabilidade *o+ (erdas e danos0 %8e+(lo: dolo. se dei8a de *u+(rir deter+inação legal de orde+ (4bli*a ou de interesse (arti*ular0 " ato il)*ito ' fonte de res(onsabilidade *ivil e o ato inválido ' fonte de inefi*á*ia. no CC &C S.ue ' a não (rodução de efeitos de deter+inado neg-*io e inde(ende . .uanto a anulabilidade te+ natureza /ur)di*a de (ena *ivil0 invalidade do neg-*io /ur)di*o está situada no *a+(o da inefi*á*ia do neg-*io /ur)di*o. *o+o defeito do neg-*io /ur)di*o . se+ (roduzir seus efeitos (rin*i(ais ou t)(i*os.dano. a(enas.ue são invalidados . e.uele ato *onte+(orBneo a for+ação do neg-*io /ur)di*o e8istente no +undo do direito.ue ha/a ato il)*ito algu+. nulo ou anulável0 " neg-*io será nulo.ue gera a anulação do ato0 Dolo ' o erro (rovo*ado. atrav's de ação de de*retação da anulabilidade0 &anto a nulidade . e+bora nasça (roduzindo todos os seus efeitos está vi*iado na orige+. /á . gera a anulabilidade do neg-*io /ur)di*o 5arts0 =J a =E60 !o *aso do dolo. fazendo *o+ . +as ta+b'+ (rati*a u+ ato il)*ito. se+ transferir os direitos (retendidos (elos de*larantes.ue *onduz a anulabilidade do neg-*io /ur)di*o.ui não se viola dever (ree8istente e si+. aus7n*ia de (rodução de efeitos do neg-*io /ur)di*o0 2or vezes.uais.

*o+ *asa+ento +ar*ado. resolve9se o *ontrato *o+ o (aga+ento de (erdas e danos.ue *abe dano +oral0 136 . basta ao *redor de+onstrar o inadi+(le+ento. do CC &C S0 "s /uros da +ora.ual *o+(are*e+ POO *onvidados.ui o art0 H0ORP. então. ainda . e o não ' +ais se (oss)vel *o+ o o *u+(ri+ento dessa obrigação *ontrato resolve (aga+ento das (erdas e danos0 %8e+(lo: Renata e Guilher+e. (ara obter a anulabilidade.uando a obrigação ' des*u+(rida e o *redor não te+ +ais interesse .vai ter .ue há u+ dever gen'ri*o de *onduta de +olde a não (re/udi*ar ningu'+ na vida *ivil0 Mas.uando há ofensa anor+al K dignidade do *redor0 Mas.ui.ue .ue são *onsiderados indenização +)ni+a. . " S&L entende . nos ter+os do art0 H0OPH e H0OP>.ue s. (or.ui não há d4vida . o *u+(ri+ento *orreto da obrigação e+ outro dia0 (li*a9se a.. deve+ estar in*lu)dos na indenização +aterial. a.ue essa obrigação venha a ser *u+(rida (elo devedor ou. CC &C S60 Cabe dano +oral a. vo*7 não (re*isa (rovar a (resença do (re/u)zo e ne+ do ato il)*ito0 <oltando a res(onsabilidade *ivil *ontratual: !a res(onsabilidade *ontratual ou nego*ial.ue (agar (erdas e danos0 S-gi*o. *ontrata+ u+ buffet (ara .. os autores *ostu+a+ afir+ar .. o buffet foi *ontratado (ara o dia do *asa+ento e não interessa +ais.ue não se alegue (re/u)zo al'+ dano e+ergente e dos lu*ros *essantes 5art0 H0OR=. ao . se/a esse inadi+(le+ento ou ine8e*ução do neg-*io absoluto ou relativo0 1nadi+(le+ento absoluto o*orre . ' servido ovos *oloridos.ue no dia da *eri+3nia 5HRGHJ6 u+ +aravilhoso /antar se/a servido0 !o dia do *asa+ento. (or (arte dos *redores.uando o devedor des*u+(re o dever /ur)di*o *ontido no neg-*io /ur)di*o. lingTiça e (inga0 &rata9se de inadi+(le+ento absoluto.

/á . arts0 =RR a =R=. *onhe*ido *o+o +ora. o (re/u)zo de*orrente do inadi+(le+ento *ul(oso da obrigação0 Aue+ verifi*a se o inadi+(le+ento ' absoluto ' o *redor0 @ ele . ou se/a. do de*orrente fi. ele (ode e8igir seu *u+(ri+ento e +ais a *láusula (enal.ue não interessa +ais o *u+(ri+ento da obrigação. se assi+ não foi *onven*ionado 5art0 =JE.ue venha+ a o*orrer. o a legislador >HP. /ur)di*o. do ante*i(ação das (erdas e danos. u+a (refi8ação dos (re/u)zos . CC e art0 >HH. CC !"<"0 *láusula (enal ' *onsiderada u+a &C S e art0 >O? a das ou 1nadi+(le+ento do CC ou &C S6 *láusula (enal (ode se referir ao inadi+(le+ento neg-*io de . não ' (oss)vel ao *redor e8igir indenização su(le+entar.ue te+ a o(ção de dizer . não ' (re*iso .ue o *ontrato venha a ser *u+(rido. CC !"<"0 &C S 137 . no entanto.ue esti(ulado t)tulo 1< Ha neg-*io *ha+ada *láusula (enal 5arts0 =HP a =JE. *o+o valor esti(ulado na *láusula (enal. não &C S e >HP. *obrar o os (re/u)zos a(urados e+ /u)zo ou. (4. *láusula es(e*ial si+(les+ente ta+b'+ inadi+(le+ento relativo.uando 5art0 algu+a o*orre =HE.ue ha/a (re/u)zo +aior ou +enor e+ de*orr7n*ia do inadi+(le+ento absoluto ou da +ora. art0 =H=. "brigaç:es[60 absoluto des*u+(ri+ento esti(ulada. lhe interessar o *u+(ri+ento da obrigação.ue do da ine8e*ução no do *ontrato.!a res(onsabilidade (er+ite !"<".uer (re/u)zo0 "bs0: Se o inadi+(le+ento *ontratual for absoluto.ue o no inadi+(le+ento relativo interessa ao *redor .ue o (odendo e8igir as duas soluç:es ao +es+o te+(o0 Se a *láusula (enal for esti(ulada (ara +ora ou e+ segurança de *láusula es(e*ial.ual. do CC &C S e D=> a >OH. (or força de eventual inadi+(le+ento0 Mes+o . (odendo *obrar. +es+o fati*a+ente sendo (oss)vel o seu *u+(ri+ento0 Se. no entanto. CC . do CC dentro ZDo (arte. o *redor (ode e8igir o (aga+ento da *láusula (enal e ta+b'+ e8igir o *u+(ri+ento da obrigação (rin*i(al. do CC !"<"6 e (ara *obrança da *láusula (enal. o *redor (ode es*olher entre *obrar alternativa. CC *redor (rove .

" art0 =J>. /á . (ode ser forne*edor de (rodutos e de serviços. resolvido o *ontrato. (ara se evitar o *u+(ri+ento de tal *láusula. (leiteara a resolução do *ontrato e a reto+ada da *oisa0 "bs0: de Auando a o *ontrato *láusula signifi*ar (erda u+a das relação de ou *onsu+o. do CC &C S e não do art0 RD. ao +es+o te+(o.a4&#.uerer ao /uiz a a(li*ação do art0 =J>. a+eniza essa *láusula (enal +andando o (ro+itente vendedor.uando o (ro+itente *o+(rador (rovo*a o inadi+(le+ento do *o+(ro+isso (or falta de (aga+ento das de+ais (restaç:es0 %ssa ' u+a fa*uldade do /uiz . basta .ue todo final de se+ana via/a0 !esses *asos. a(li*a9se o art0 RD. +uitas vezes. o devedor inadi+(lente deve re. o art0 RD *onsidera nula de (leno direito as *láusulas .ue o faça *o+ . . entretanto. guia de turis+o . *o+(ro+isso *o+(ra e venda ou *o+(ra e venda e+ (ar*elas for *elebrado fora de u+a relação de *onsu+o.ue. abatido destas u+ valor *orres(ondente a utilização do i+-vel na. CC &C S (er+ite ao +agistrado reduzir (ro(or*ional+ente a *láusula (enal +orat-ria ou *o+(ensat-ria. a(li*a9se o art0 RD. (or e8e+(lo. (or inadi+(le+ento. (ar*elas *elebrado a(-s a vig7n*ia do CDC.uando houver *u+(ri+ento e+ (arte da obrigação0 @ *o+u+ nos *o+(ro+issos de *o+(ra e venda i+obiliária u+a *láusula (enal *o+(ensat-ria de (erda de todas as (restaç:es (agas.a2&-a. do CDC0 C+ (arti*ular.ue lei nova não (ode retroagir (ara al*ançar o ato /ur)di*o (erfeito. . devolver as (restaç:es (agas.ue estabele*e+ a (erda total das (restaç:es (agas e+ benef)*io do *redor . (or e8e+(lo..ue '. CDC0 138 . . tendo (or ob/eto be+ i+-vel ou +-vel0 Auando o *ontrato i+obiliário. onde não há forne*edor de (rodutos e serviços de u+ lado e destinatário final de outro lado. u+ *o+(ro+isso de *o+(ra e venda entre (arti*ulares. (ara os *ontratos realizados a (artir da lei ?0OE?G=O.uele (er)odo0 Auando o CDC entrou e+ vigor. u+ defensor (4bli*o .ue ful+ina nulidade de (restaç:es referentes ao (reço do neg-*io /ur)di*o i+obiliário ou na alienação fidu*iária e+ garantia.ue.

ou se/a. surge a obrigação se*undária de re(arar o (re/u)zo *ausado . tendo e+ vista o art0 =PJ. ver ta+b'+ a s4+0 R>. a contrario sensu da s4+0 R>.%+ ter+os de res(onsabilidade *ivil *ontratual. a lei P?==G?H . +ais /uros e atualização +onetária segundo )ndi*es ofi*iais regular+ente estabele*idos e honorários de advogado0 &a+b'+ o art0 D=R. art0 =PJ.ue diz . CC &C S e D=?. no art0 D?= . do CC &C S e art0 D=?. CC "brigaç:es !ego*iais ou Contratuais. &C S e res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual. desde a *itação ini*ial[0 Se for res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual. ou se/a. ou se/a. CC !"<".ue trata de res(onsabilidade *ivil *ontratual. os /uros de +ora e *orreção +onetária 5*o+o /á vi+os60 139 . diz . ou se/a. a *orreção +onetária in*idirá a (artir do evento danoso. do CC !"<". a (artir do a/uiza+ento da ação.ue vo*7 deve (agar de i+ediato0 &a+b'+ *o+eça+ a *ontar.ue res(onde o devedor (elos (re/u)zos . não a (artir do evento danoso e si+ a (artir da *itação ini*ial. S&L0 %+ ter+os de *orreção +onetária.ue a sua +ora der *ausa +ais /uros. o CC !"<".ue *o+etido o ato il)*ito. situado no Ca(0 do 1nadi+(le+ento das Z*onta+9se os /uros de +ora. ] J o. inadi+(le+ento de obrigação. art0 H0OPJ. *onta+9se os /uros de +ora. dis*i(lina a *orreção +onetária. S&L .ue não *u+(rida a obrigação. do CC art0 D=?. be+ *o+o a s4+0 >D. não havia *ontrato entre a v)ti+a e o autor do dano.uere+ dizer . CC !"<"0 " art0 =PJ.ue havendo ato il)*ito. CC !"<" . a (artir do evento danoso. *o+ a seguinte &C S e redação: art0 >OR. res(onde o devedor (elas (erdas e danos.ue diz . o*orrendo o evento danoso os /uros de +ora *o+eça+ a ser *ontados. do CC !"<" diz . atualização dos valores +onetários segundo )ndi*es ofi*iais regular+ente estabele*idos e honorários de advogado0 !a atualidade.ue todo d'bito /udi*ial *abe *orreção +onetária a (artir do a/uiza+ento da ação. S&L. i+ediata+ente vo*7 está *onstitu)do e+ +ora.

s. CDC diz . a *láusula (enal +orat-ria não (ode ser su(erior a J h do valor da (restação0 " S&L te+ entendido . ou se/a. ou se/a. (elo des*u+(ri+ento dos deveres ali *ontidos. fazendo desse fato u+a atividade habitual0 140 .ue as +ultas +orat-rias nos *ontratos de *onsu+o. não abrange+ relaç:es de *onsu+o. f)si*a ou onde não há *o+ *ontrato de *onsu+o. ] H o.ui o art0 RJ. se fosse (essoa /ur)di*a. não se a(li*ando a.ue o /ur)di*a. visando u+a retribuição deno+inada aluguer ou aluguel. as relaç:es entre *ond3+inos nos edif)*ios de a(arta+entos do *ha+ado *ondo+)nio horizontal ou no *ondo+)nio verti*al. /á .<oltando K *láusula (enal: " art0 RJ.ue o *ondo+)nio não ' forne*edor de (rodutos e serviços (ara os *ond3+inos0 Condo+)nio ' (essoa for+al. habitualidade forneça i+-veis (ara utilização de (essoas.haveria se(aração de (atri+3nio e vontade.ue a relação de (aga+ento de *otas *ondo+iniais. a sua vontade se *onfunde *o+ a vontade dos *ond3+inos. (essoa não ser . do CDC0 1de+ nas relaç:es do entre (arti*ulares de lo*ação. não ' (essoa /ur)di*a e o seu (atri+3nio se *onfunde *o+ a vontade dos *ond3+inos. ] Ho. não se a(li*ando a.ui o CDC0 (ro(rietário i+-vel lo*ado. a+bos da lei >R=HGP>.

se a obrigação for de +eio.ue ha/a res(onsabilidade ' (re*iso .ue o resultado não foi obtido (or. do CDC. diz .14a AULA 7 DIA 11. nada i+(ede . observar os (razos (ro*essuais. o devedor não se obriga a al*ançar deter+inado resultado e si+ se obriga a envidar seus esforços ou sua habilidade t'*ni*a no sentido de (ro*urar atingir u+ deter+inado resultado se+ *ontudo vin*ular9se a obt79lo0 %8e+(lo: " *ontrato *elebrado entre u+ (rofissional liberal 5advogado. erronea+ente.ue o (re/udi*ado (rove a *ul(a 5dolo ou *ul(a e+ sentido estrito6 do devedor0 doutrina.ue deveria. a regra ' . +'di*o. *abe ao *redor (rovar . ] >o. *ostu+a dizer .ue a *ul(a não (re*isa ser (rovada. u+a (restação de serviços.uando ele for .0P. foi negligente ou i+(erito0 %+ su+a. e+(regar a sua +elhor t'*ni*a (ara obter a *ura0 " advogado não se obriga a ganhar a *ausa e si+ usar a sua t'*ni*a. .ue havendo inadi+(le+ento *ontratual. no sentido de tentar obter o +elhor resultado (ara o *liente0 !a hi(-tese de obrigação de +eio. no *aso *on*reto.uando for hi(ossufi*iente0 141 ao /uiz a inversão do 3nus da (rova a seu veross)+il a alegação o . (ois ela surge (elo si+(les inadi+(le+ento0 1sso não ' verdade.02 !a res(onsabilidade *ontratual ou nego*ial ' su+a+ente i+(ortante verifi*ar9se o ti(o de obrigação *ontida no neg-*io /ur)di*o. o *redor do serviço ou *onsu+idor (eça favor. no *aso de obrigação de +eio está *onsagrada no art0 H>.ue a res(onsabilidade (essoal dos (rofissionais liberais será a(urada +ediante a verifi*ação de *ul(a0 @ u+a res(onsabilidade sub/etiva *o+ *ul(a (rovada0 2or'+. et*60 !esses *asos. CDC0 " art0 H>. o +'di*o não se obriga a salvar ou *urar o (a*iente e si+ envidar todos os seus esforços.ue.ue o devedor e+(regou toda a dilig7n*ia . (ara . tratando9se de u+a relação de *onsu+o. de(ende do ti(o de obrigação. ou se/a.

ue afir+ar a(enas o dano e o ne8o de *ausalidade. ] Do . *abendo ao forne*edor de serviço.uente+ente. desde . es(e*ial+ente no *aso do es(e*ialista 5+'di*o es(e*ialista.uerendo.Hi(ossufi*iente. tendo e+ vista a res(onsabilidade ob/etiva da (essoa /ur)di*a (restadora de serviços +'di*os. (ara e8i+ir9se de res(onsabilidade0 !ão se e8ige. a. a*ionar +'di*o *u/a res(onsabilidade ' sub/etiva *o+ *ul(a (rovada. (rovando .T7n*ia da a*eitação do /uiz da inversão do 3nus da (rova e+ favor do *onsu+idor *redor.ue ' a(enas e+ a. afastando o ne8o de *ausalidade. onde o (a*iente *ontrata u+a intervenção *ir4rgi*a.uelas *ir*unstBn*ias. 1 e 11. (ara e8i+ir9se da res(onsabilidade.uerer ao /uiz a inversão do 3nus da (rova da *ul(a e a*ionar ta+b'+ a 142 .ue a *ul(a se/a grave. vo*7 deve re. feita (or e.uerer ao /uiz e ele no *aso *on*reto inverte o 3nus da (rova0 &ratando9se de hos(ital ou *l)ni*a (arti*ular.ui(e. advogado es(e*ialista6.ue ele (restou ou fato e8*lusivo do *onsu+idor ou de Do0 !o *aso da *l)ni*a +'di*a o e do +'di*o *hefe a ela da vin*ulado.ue não houve defeito no serviço . o (a*iente ou os seus su*essores 5se ele fale*er6 t7+. agir nos ter+os do art0 H>. ao (leitear indenização. bastando a *ul(a lev)ssi+a.ue ha/a *ul(a (resu+ida do (rofissional liberal (elo inadi+(le+ento *ul(a (resu+ida *ontratual *abe a e. outrossi+. . . e. esse *onse. (or'+ a res(onsabilidade da *l)ni*a (elo dano sofrido (elo (a*iente ' ob/etiva.ue se sentir lesado ou . (odendo re. ] Do.ue dis*i(lina o a*idente de *onsu+o. está regula+entada no art0 H>.uele +anifesta se+ re*ursos si+ está desvantage+ t'*ni*a e /ur)di*a (erante o forne*edor de serviços0 *onse.ui(e de +'di*os a ela vin*ulada. .ue não agiu *o+ *ul(a na. haverá relação de *onsu+o0 res(onsabilidade do +'di*o será sub/etiva.uele não . o fato do serviço0 !esse *aso. finan*eiros e no CDC. faz *o+ .ue a(ontar defeito no serviço (ode. do CDC. o *onsu+idor . havendo (rofissional (rovar . tendo e+ vista o seu grau es(e*ial de habilidade e *uidado0 inversão não ' auto+áti*a.ue ha/a dano.

' ob/etiva inde(ende de *ul(a. (or e8e+(lo. basta . não ' ob/etiva. o usuário do hos(ital não ' D o. nos *asos de dolo ou *ul(a0 2ara esse autor. de*orre da lei ou da vontade das (artes. do CDC0 2ode haver a*idente do serviço.(r-(ria *l)ni*a.ue houve foi defeito na (restação do serviço do hos(ital0 <o*7 não vai a*ionar o +'di*o. vai a*ionar so+ente o hos(ital e a enfer+eira0 2ode a*onte*er da *l)ni*a não ter res(onsabilidade nenhu+a0 Basta (ensar no *aso do +'di*o não estar a ela vin*ulado. (or.ue essa res(onsabilidade. assegurado o direito de regresso.ue não se (resu+e. (or. segundo Guilher+e Couto de Castro.ue ha/a dano e ne8o de *ausalidade0 solidariedade . a. .ue estava na+orando *o+ o segurança0 <e/a .ui não há re+uneração. não ' regida (elo art0 DE. não se fala e+ ris*o ad+inistrativo. . *u/a res(onsabilidade. u+ de seus a(arelhos estava +al *onservado0 6OSPITAIS PRBLICOS? res(onsabilidade (elos danos *ausados e+ hos(itais (4bli*os.ue ele a(enas lo*a a sala de *irurgia0 *l)ni*a.ui se en*ontra no art0 E o. (4I JR. deve estar e8(ressa 143 .ue seus agentes. . (restada e+ *aráter gratuito. to.ue o serviço ' gratuito0 %+ su+a. sendo . esse autor está dizendo . CF .uanto a orige+. nessa . ] P o.ue no (er)odo (-s o(erat-rio o (a*iente tenha u+ +al s4bito. e a. entretanto.ue segundo esse di(lo+a 5art0 J o.ualidade. se+ haver nenhu+a neglig7n*ia +'di*a0 Basta (ensar nu+a o(eração +aravilhosa+ente be+ feita.ue a (essoa /ur)di*a de direito (4bli*o ' res(onsável (elos danos . (ois a res(onsabilidade ob/etiva.ue não houve defeito no (ro*edi+ento da *irurgia. (or orige+. ne+ ' regida essa res(onsabilidade (elo CDC. sendo u+a intervenção soli*itada (elo (a*iente.ue diz . ] Jo6 o serviço na relação de *onsu+o ' a atividade forne*ida no +er*ado de *onsu+o +ediante re+uneração. (ode res(onder se. ] Ho e D>. o . *ause+ a 3o" . /á .ue inde(ende de *ul(a do a(ontado res(onsável.ue a *a+(ainha (ara *ha+ar a enfer+eira de (lantão e esta não vai atend79lo.

ue o*orre *o+ a +aioria das obrigaç:es.uando a atividade desenvolvida (elo autor do dano i+(li*ar. da se houver inadi+(le+ento estare+os res(onsabilidade *ontratual sub/etiva. CC. se o hos(ital não aufere lu*ros. +as +es+o assi+. (or'+. a res(onsabilidade do (atrão ou será ob/etiva. havendo obrigação de +eio. no seu art0 JJ. CF e ta+b'+ (elo CDC. dos *o+o hos(itais de (4bli*os são *onsideradas (ela natureza ob/etiva. o dano sofrido (or u+ (a*iente nu+ hos(ital (4bli*o.uer serviço (ago. haverá inadi+(le+ento0 !esses *asos. do CCI s4+0 D>H. regida (elo art0 H0RJH. ris*o (ara os direitos de outre+. de a*ordo *o+ a redação da nor+a. *o+ inversão do 3nus da (rova e+ 144 .ue ' o art0 =JE. ou. (arte final0 &al nor+a dis(:e . regidas (elo art0 DE. /á . (or sua natureza. o . ' ter*eiro (ara tal finalidade e esse serviço ' re+unerado si+. a res(onsabilidade /uris(rud7n*ia. o devedor se obriga a obter deter+inado resultado se+ o .ue o (a*iente não *ontrata *o+ o hos(ital o serviço +'di*o e. . deve reger9se. (ortanto. 111. S&F. então. tendo e+ vista . (ela res(onsabilidade sub/etiva (essoal do +'di*o 5art0 H0R>R. havendo (resunção de *ul(a in eli*endo do hos(ital0 !o entanto. não obtendo esse resultado.ue. (4. há u+a *láusula geral de res(onsabilidade ob/etiva 5não e8iste no CC &C S6 .na lei ou. a contrario sensu do art0 H0RJJ.ue o (r-(rio CDC. não re.ue .ue n-s (aga+os0 !o !"<" CC. se a obrigação for de resultado. a+bas as res(onsabilidades serão sub/etiva. se ou o *ontrato não no for *a+(o *u+(rido.ue todo *idadão *ons*iente deve (agar e+ dia os seus i+(ostos0 <e/a . e+bora indireta+ente. ] P o. a res(onsabilidade será ob/etiva0 1sso se a(li*a aos hos(itais (4bli*os ou (rivados0 Res(onsabilidade *ontratual.ue não te+ obrigação de resultado. ' u+ serviço re+unerado indireta+ente (elos tributos . CC &C S6 e (rovada a *ul(a do +'di*o ou do (re(osto do hos(ital. *onsiderada i+(l)*ita (ela doutrina ou /uris(rud7n*ia0 Desse +odo.

ue não foi ele . ' inerente ao ris*o da atividade0 fortuito *l)ni*a0 145 Mas. /á . res(onsabilidade sub/etiva. a*onte*e.ue (er+itiria o *irurgião e8i+ir9se da res(onsabilidade.uelas *ir*unstBn*ias não agiu *o+ *ul(a. na *irurgia (lásti*a est'ti*a e não na *irurgia . na res(onsabilidade do trans(ortador (elo dano sofrido (elo (assageiro durante a viage+0 Havendo . .ue res(onsabilidade . sendo esta ob/etiva. onde teria . 2ode dizer .ue (restou o serviço.ue (rovar a aus7n*ia do ne8o de *ausalidade0 Co+o o *irurgião (lásti*o e8*luiria sua res(onsabilidade.ue nenhu+ de ho/e. o *irurgião (lásti*o se obriga a fazer a *liente ou o *liente +ais belo. a +edi*ina e. te+ u+ (roble+a de (ele .ue ela faça.favor do *redor.ue sofre+ u+a +'di*o do +undo (ode (rever0 %le faz todos os testes al'rgi*os e todos dão negativo. *o+ *onduta *ensurável e si+ res(onsabilidade..ue fora+ feitos antes da *irurgia. te+ (essoas . (or +ais testes .ue.ue não houve defeito no serviço0 % se não dá (ara alegar . ou então se foi ele . haverá obrigação de resultado0 a(enas *o+ (resunção relativa de *ul(a do +'di*o..ui não *o+ re(aradora. " Carlos *irurgia lberto Menezes Direito diz .ue e8*lui a res(onsabilidade0 rgu+ento *ontrário: ' *aso fortuito interno. ..uebra i+(l)*ita de in*olu+idade. ou de(endendo da hi(-tese haverá res(onsabilidade absoluta de ob/etiva do devedor inadi+(lente. inde(endente+ente de *ul(a.ue o trans(ortador se obriga a levar o (assageiro são e salvo ao seu destino0 Segundo o S&L.ue do houve +'di*o *aso e da e8terno .ue na..ue não houve defeito no serviço. ou se/a. e na hora da *irurgia a(are*e o (roble+a0 !esses *asos.. de re(ente. a tend7n*ia e8*lui do a S&L ' *on*luir . (or *ul(a (resu+ida. u+a (or (resunção res(onsabilidade *o+o e8e+(lo. +uitas vezes. (rovando .uente+ente ta+b'+ a *l)ni*a de *irurgia (lásti*a0 @ u+ fato i+(revis)vel e absoluta+ente inevitável (elos e8a+es .ue o(erou alega . o *irurgião *onsegue se e8i+ir da res(onsabilidade e *onse.

+es+o esses fatos i+(revis)veis. (or. sendo u+a res(onsabilidade sub/etiva0 146 .WWW " +'di*o deve infor+ar ao (a*iente o ris*o de algu+a *oisa dar errado.ue se não o fizer estará agindo *o+ u+a *onduta *ensurável.

inde(ende da verifi*ação de *o+(orta+ento *ensurável (or (arte do a(ontado res(onsável. regido (elo De*0 JP?HGHJ0 " estouro do (neu ' *aso fortuito interno. . nesta 4lti+a hi(-tese. tanto (ara res(onsabilidade sub/etiva. *ausalidade0 " ne8o *ausal ' ele+ento indis(ensável. .uanto ao seu funda+ento. não se e8a+ina a *onduta anti/ur)di*a do su/eito. .ue *o+o o no+e diz. não ' ne*essário o e8a+e a res(eito da e8ist7n*ia ou não de ato il)*ito. basta o e8a+e do ob/eto da res(onsabilidade. . . . então. res(onsabilidade ob/etiva.uanto a orige+. Sendo *erto .1>a AULA 7 DIA 1M.02 AC%S&U" D 2R"< %S2%CVF1C D% D%2"S N JOOJ: Fulano *ontrata beltrano (ara *onsertar u+a *er*a no seu s)tio0 %le dá u+a *arona ao *ontratado at' o s)tio0 !o +eio do *a+inho o (neu e8(lode e o *ontratado se +a*hu*a0 Aual ' a sua res(onsabilidade.. 147 ou se/a.ue não e8*lui a res(onsabilidade0 @ res(onsabilidade.ue os (neus era+ novos0 1sso ' *aso de trans(orte gratuito interessado.uanto (ara res(onsabilidade ob/etiva0 2or'+. (ode ser sub/etiva 5*o+ *ul(a (rovada ou (resu+ida6 e. a o*orr7n*ia do dano e o ne8o de (or vezes.0P. ' *aso fortuito interno.uanto ao seu funda+ento. ou se/a. ob/etiva e... *ontratual ou e8tra*ontratual ou. De*0 JP?HGHJ0 DA RESPONSABILIDADE OBJETIVA res(onsabilidade *ivil. ' ris*o inerente K atividade do trans(ortador0 Funda+ento legal: art0 HE.uanto a orige+. e+ (rin*)(io. . ' *ontratual0 @ indiferente se o (neu era novo ou não. (ode haver .

*aso fortuito ou força +aior ou fato de D o. ou se/a. no sentido de . o fato de e8istir ato il)*ito benefi*ia a v)ti+a.ue a(resenta ris*os (ara as outras (essoas. neste as(e*to. se houver ato il)*ito. (ortanto.uando algu'+ indeniza se+ . deve res(onder. atrav's da argTição de *ul(a e8*lusiva da v)ti+a. a. dever de indenizar se+ ne8o *ausal. onde +es+o a *ul(a e8*lusiva da v)ti+a. na *ha+ada res(onsabilidade ob/etiva (elo ris*o integral . ou fato de D o e. sob a afir+ação da ine8ist7n*ia de ne8o de *ausalidade. ou se/a.ue o*orre. alegando *ul(a e8*lusiva da v)ti+a. não afasta o dever de indenizar0 tenção: o dolo da v)ti+a afasta a res(onsabilidade (elo ris*o integral0 res(onsabilidade ob/etiva.res(onsabilidade. ho/e e+ dia. então.uivalente a *aso fortuito ou força +aior0 !a res(onsabilidade ob/etiva. se no *aso *on*reto fi*ar (rovado . no dano nu*lear.ue não haverá +ais es(aço (ara a tentativa de e8*luir9se a res(onsabilidade.ue ele te+ sob sua guarda0 " funda+ento (ara adoção. i'i 2nus . no seguro obrigat-rio de ve)*ulos auto+otores. (res*inde da (ráti*a de ato il)*ito (or (arte do agente a(ontado *o+o res(onsável0 2or'+. .ue esse agente ou seus (re(ostos ou subordinados agira+ *o+ *ul(a.ue vai *ada vez +ais substituindo a teoria da *ul(a. benefi*iando a v)ti+a0 base da res(onsabilidade sub/etiva ' a o*orr7n*ia de ato il)*ito e todo ato il)*ito envolve *ul(a0 Lá a base da res(onsabilidade ob/etiva ' o ris*o da atividade do agente ou das *oisas (oten*ial+ente (erigosas .ue lu*ra *o+ u+a atividade . o agente não vai (oder e8*luir o ne8o de *ausalidade.uele . da teoria do ris*o . se+ relação de *ausa e efeito entre a ação e o+issão do agente e o dano. ve+ do (r-(rio direito ro+ano *o+ a e8(ressão u'i emolumentum. o ato il)*ito do agente a*aba. *aso fortuito ou força +aior. (or e8e+(lo.ue essa atividade (roduz0 148 . inde(endente+ente de *ul(a.ue tenha dado *ausa ao (re/u)zo. nos a*identes de trabalho. (elos danos .

e+ regra. . todo e .ue (or ela o fabri*ante da ar+a .ue realizou o ho+i*)dio0 se/a *ir*unstBn*ia 2aJ TEORIA DA CAUSALIDADE ADEAUADA HVo! \%& "J 2or essa teoria.ual. /á . (or si s-.ue *ausou (re/u)zo a outre+.uando o agente tinha o dever de realizar u+a *onduta.!or+al+ente.uadas e a(tas (ara (roduzi9lo.ue +atou algu'+ *on*orreu (ara o dano.ue ' a relação de *ausa e efeito entre a ação ou o+issão do a(ontado res(onsável e o dano (roduzido. do +es+o +odo e na +es+a i+(ortBn*ia da (essoa .uer *ir*unstBn*ia.uer si.ual. +es+o valor. es(e*ial+ente neste 4lti+o *aso. e.%&J &oda de e .uela (essoa não realizou u+a *onduta . . a res(onsabilidade ob/etiva não (res*inde do ne8o de *ausalidade. não (ode ser res(onsabilizado0 " ne8o de *ausalidade (ode derivar de u+a ação ou o+issão.uivalentes ato danoso. *o+ +itigação no art0 HD. at' (or. so+ente são *onsideradas *o+o *ausadora do dano as *ir*unstBn*ias.ue ha/a *on*orrido (ara a (rodução do dano ' *onsiderada *ausa efi*iente.e+ *on*reto. ao entre *ir*unstBn*ia su*essiva at' *onte+(orBnea atingi9lo0 %ssa teoria foi adotada. ade. se/a fato . de +olde a i+(edir o resultado danoso e não o fez0 TEORIAS SOBRE O NE*O DE CAUSALIDADE? 1aJ TEORIA DA EAUIVALZNCIA DAS CONDI'[ES OU TEORIA DA EAUIVALZNCIA DOS ANTECEDENTES HVo! B. ] H o. do C20 %ssa teoria não ' a*eita no direito *ivil.ue se a. *o+o ta+b'+ e+ abstrato0 149 . não s. (or'+.

ue a *ausa não era ade.uada (ara (roduzir o efeito0 Se houver a(enas u+a *ir*unstBn*ia a*idental. a(esar do fato il)*ito (rati*ado (or Renata não ser a *ausa ade. o su/eito . diz9se .uada (ara (roduzir a. este bate nu+a +oto. o .. *o+o desdobra+ento nor+al das *oisas e e8(eri7n*ias da vida. não res(onde (ela +orte do beb7. dirigindo e+ alta velo*idade..uival7n*ia das *ondiç:es. fora da.uada. (ela lesão no (i(o.uival7n*ia das *ondiç:es (ode+ ser fa*il+ente *o+(reendidas *o+ o seguinte e8e+(lo: Renata deu u+a (ara ligeira (an*ada o Mas .uela natureza.uele ti(o de dano nu+ ho+e+ adulto0 150 . ele *ha+a essa teoria de teoria da *ausalidade ade. (ois levar u+ susto e dei8ar o beb7 *air no *hão não ' desdobra+ento nor+al da batida do H o *arro0 " (rof0 Cavalieri não *ha+a a teoria direta e i+ediata 5D a teoria6 assi+.ueiro e u+a babá .ue resultou a sua +orte0 " (re/u)zo +orte o*orreu.uada e da e.&al fato ' *ausa ade.ue as OJ (ri+eiras teorias. se a relação de *ausa e efeito e8istirá se+(re e+ *asos da.ueiro0 Mas.ue no *rBnio de S2. diz9se . (ela batida no *arrinho de (i(o*a. bate e+ outro *arro.ue indiv)duo tinha u+a *onstitu)do0 *ausou fra.uada e não haverá res(onsabilidade0 " (rof0 Guilher+e Couto de Castro dá u+ e8e+(lo: su/eito. nu+ .uilo . u+a fratura .ue seria insufi*iente nor+al+ente *ausar +enor feri+ento a S2.uada0 " (rof0 Carlos Roberto Gonçalves diz . dei8ando a *riança *air no *hão de *abeça e a *riança a*abou +orrendo0 Aue+ ' o res(onsável (ela +orte do beb7.ueza (arti*ular -ssea do *rBnio.ue a *ausa era ade. ou se/a.ueiro e (ela +orte do beb70 Se a(li*ar a teoria da *ausalidade ade. (ela batida na +oto.uada do dano. Se a(li*ar a teoria da e. .ue atingiu o (i(o. da *ausalidade ade.ue o*orre na e8(eri7n*ia nor+al da vida do dia a dia.ue vinha e+ alta velo*idade vai res(onder (ela batida no outro *arro.ue vinha *arregando u+a *riança se assustou. o +otorista do H o *arro vai res(onder (elo dano at' a lesão no (i(o. esta bateu nu+a *arro*inha de (i(o*a.

as perdas e danos s.ue a teoria da *ausalidade ade. os lucros cessantes. no entanto.ue o (rof0 Cavalieri.uela .2ara a teoria da e. /á .uanto 151 . ' o res(onsável direto e i+ediato (elo dano *ausado K v)ti+a e dei8a de res(onder.ue o *ontrário. (elo .uele .ue foi adotada no direito brasileiro. CC de teoria da *ausalidade ade.uada ' a. no +es+o e8e+(lo do (rof0 Carlos Roberto.uival7n*ia *ondiç:es.res(onde (elo resultado danoso a.ue. (revista no art0 H0OPO.ual Renata terá . +as . e8*luindo a relação de *ausa e efeito0 " art0 H0OPO diz “ainda que a ine%ecu"ão resulte de dolo de devedor. tanto teoria da *ausalidade *ivil ade. s. incluem os preju&/os efetivos. e+bora defenda . não haverá res(onsabilidade (elo resultado +orte. se u+a *ausa su(erveniente se sobre(or a u+a *ausa ante*edente. &C S. CC a(li*ada res(onsabilidade *ontratual. atrav's da sua ação ou o+issão.uado a +orte de algu'+0 "bs0: Cu+(re ressaltar . he+of)li*o feri+ento leve. res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual0 %nne*errus 5autor ale+ão6 deno+ina de teoria da interru(ção do ne8o *ausal.ue final as *ir*unstBn*ias e ante*endentes se o não e8*lue+ sofre o u+ resultado al*ançado assi+. a não na +aioria a da doutrina defende . e+ fa*e da teoria da *ausalidade ade.uival7n*ia das *ondiç:es. no entanto.uada. a (an*ada no *rBnio ' u+a *ondição sine res(onder0 ua non do (re/u)zo. esse algu'+ res(onde (elo resultado +orte0 " (rof0 Cavalieri. afir+e e+ sua obra .ue o (rof0 Cavalieri *ha+a 3aJ das !o entanto. (rati*ado (or algu'+ e ve+ a fale*er.ue.uada0 &C S.ue u+a leve (an*ada não traz *o+o desdobra+ento razoável e ade. . por efeito dela direto e imediato . o nosso legislador adotou não a teoria da e. ou se/a.ue ' o funda+ento legal da teoria direta e i+ediata. . no e direito si+ a na brasileiro. usa *o+o funda+ento legal o art0 H0OPO.uada TEORIA DIRETA E I)EDIATA .

a.%ste artigo se en*ontra no *a()tulo da res(onsabilidade *ontratual. se ele dois +eses de(ois assaltasse e +atasse algu'+.ue.ue a *ausa ante*edente 5fuga6 foi e8*lu)da (ela *ausa su(erveniente 5for+ação de . (oderia haver res(onsabilidade do %stado0 Mas.ue interro+(e a relação de *ausalidade da *ausa (ri+itiva (ara a Da teoria0 %+ ter+os de res(onsabilidade *ivil ob/etiva . for+a+ u+a . o CC u+a *láusula geral ou no gen'ri*a art0 HR=. e ' *ausa su(erveniente .ue u+a *ausa su(erveniente 5for+ação de . CC !"<"0 e8(ressão E&m -&a#aF dá a i+(ressão de . (ara &C S não trou8e u+a a res(onsabilidade abranger u+a *láusula gen'ri*a (ara esse ti(o de res(onsabilidade. CC &C S está re(etido no art0 >OD.uadrilha de assaltantes e +ata+ u+a (essoa0 " S&F.ue e8*lui a *ausa ante*edente: fuga de (resos . a(-s OP +eses. no e8e+(lo dado houve interru(ção do ne8o de *ausalidade.uada (ara a J a teoria. trou8e si+ e8tra*ontratual sub/etiva .ue no *aso do fugitivo. es(e*ial+ente estudadas de res(onsabilidade ob/etiva (or ato il)*ito de *onduta 152 . não ' o te+(o . +as se a(li*a a res(onsabilidade e8tra*ontratual sub/etiva ou ob/etiva0 %8e+(lo de *ausa su(erveniente . (or. (or. ' a teoria da *ausalidade direta e i+ediata0 " art0 HOPO.uelas es(arsos hi(-teses de /á res(onsabilidade ob/etiva. se vo*7 adotar a J a e a Da teorias.uadrilha6.uele .ue (ode enor+e variedade de *asos *on*retos0 " C-digo Civil de H=HP trou8e alguns e8e+(los na.uadrilha6 +ais i+(ortante *ortou a *ausa (ri+itiva0 !o *aso do beb7. entendeu . Ministro Celso de Mello.ue faz a diferença.ue te+ (or funda+ento o ris*o e não a *ul(a.ue estava e+ alta velo*idade não res(onde (ela +orte0 +orte foi *ausada (elo fato da babá ter se assustado e dei8ado *air o beb7 no *hão0 @ *ausa ade.ue deve ser u+ te+(o no +)ni+o razoável0 s vezes.

uebra da *láusula de in*olu+idade e+ relação (assageiro.ue isso in*7ndios res(onsabilidade ob/etiva0 2osterior+ente. as fagulhas e da estrada a de ferro (rovo*ava+ (eso dizia (lantaç:es *asas.ue+ as lançou ou as dei8ou *air 5efusis edeectum60 Habitador não ' ne*essaria+ente o (ro(rietário. indenização no au8)lio +4tuo60 ntes do C-digo Civil.ue transita+ na *alçada0 9 Há res(onsabilidade indireta ob/etiva e8tra*ontratual do habitadorI 9 Há res(onsabilidade indireta sub/etiva e8tra*ontratual *o+ (resunção relativa de *ul(a dos (ais dos +enores e 9 Há ta+b'+ res(onsabilidade direta sub/etiva *o+ *ul(a (rovada do +enor relativa+ente in*a(az0 153 . e u+ outro (ri+o de HE anos /oga+ ovos da /anela do > o andar de u+ (r'dio. o titular de u+ direito real de uso. (ela . inde(endente+ente de *ul(a. doutrina e+ ntiga+ente. a da do a inter(retar o art0 HE. u+a hi(-tese de res(onsabilidade ob/etiva no seu art0 JP: “as estradas de ferro responderão por todos os danos que a e%plora"ão de suas linhas causar aos proprietários marginais . na sua e8(ressão “a culpa será sempre *aso desastre +ais ferroviária e si+ não u+a (resunção a4"o2. indenização na (assage+ forçada. e+ . o *o+odatário. inde(endente+ente de ter sido ele . +enores absoluta+ente in*a(azes.uilino. o art0 H0RJ=. et*0 %8e+(lo: Dois (ri+os. *o+o hi(-tese de res(onsabilidade ob/etiva. o De*0 JP?HGHJ /á trou8e. p% ". nas ' . (ode ser o usufrutuário.!0+o signifi*ar .5leg)ti+a defesa. atingindo (essoas .#a trans(ortador. presumida *o+(osição ao no a doutrina de e a /uris(rud7n*ia . (elas *oisas *a)das ou lançadas e+ lugar indevido. estado de ne*essidade.ue o habitador res(onde.2pa . o in. *lara+ente.ue a res(onsabilidade do trans(ortador (assara a ser de natureza ob/etiva0 doutrina ta+b'+ inter(retou.ue *o+o atin/a o (assara+ (assageiro relativa c.

ue res(onsabiliza ob/etiva+ente o far+a*7uti*o (elos erros e enganos do seu (re(osto0 %stá su(erado (elo CDC. +as ainda ' u+ *aso de res(onsabilidade ob/etiva no CC &C S0 1de+ o art0 H0JO?. onde (ara o dever de indenizar. H= e JO N v)*ioI arts0 HJ. basta o dano e o ne8o de *ausalidade0 %+ relação ao ne8o de *ausalidade. da 154 .ue atinge u+a (essoa *o+ fragilidade -ssea e esta (essoa. . HD e HD N fato6.1Ta AULA 7 DIA 2>.uestão e dá a. devido a u+ ta(a seu. *onsagra+ a res(onsabilidade ob/etiva os arts0 HPO. força +aior. (ara esta ele deno+ina de teoria ade. o art0 RPO 5da (assage+ forçada6 e art0 R?E 5do direito ao au8)lio +4tuo60 &a+b'+ o art0 H0R>P .uele e8e+(lo de vo*7 . ele diz .0P.ue regula o a*idente de trabalho. n-s /á vi+os as tr7s teorias (oss)veis no direito brasileiro: teoria da conditio sine *ausalidade ade. na hora de falar das *on*ausas.02 &a+b'+ no C-digo Civil de H=HP. ve+ a ua non .ue e+ estado de ne*essidade ou e+ leg)ti+a defesa *ausa+ dano a outre+6. se/a no v)*io do (roduto ou do serviço ou então no fato do (roduto ou do serviço 5arts0 H?.uele .ue as *ausas ante*edentes não são relevantes (ara a .uada0 Mas. a res(onsabilidade do forne*edor de (rodutos e serviços inde(endente+ente de *ul(a0 &a+b'+ na legislação .uando o lo*atário res(onde ob/etiva+ente (elo in*7ndio o*orrido no (r'dio lo*ado0 S. v)*io de *onstrução ou (ro(agação de fogo originado e+ outro (r'dio0 " CDC trou8e *o+o *láusula geral. 11. o seguro obrigat-rio de ve)*ulo auto+otor e a legislação sobre dano nu*lear *onsagra+ a res(onsabilidade inde(endente de *ul(a.não res(onde se ele (rovar *aso fortuito. *o+o /á foi visto.uada e da *ausalidade direta e i+ediata0 " Cavalieri não *ha+a a teoria direta e i+ediata. (4 *G* art0 H0RH=I H0RJO e H0R>O 5' a res(onsabilidade ob/etiva da.

ue i+ediata+ente *ausou o dano0 2ara o (rof0 S'rgio Cavalieri.ue e atividade. (or. teoria direta i+ediata.uado a (roduzir a +orte0 %ntão.uela res(onde (ela nor+al. dá o +es+o e8e+(lo. ele venha a fale*er. na realidade. (4 agora traz o e8(ressa+ente.uivalentes . ris*os (ara os direitos de outre+0 TIPOS DE RISCOS NO DIREITO BRASILEIRO? RISCO DA ATIVIDADE 155 .fale*er (or *ausa da fragilidade dos ossos0 2ara o S'rgio Cavalieri.uando legislador deter+inada hi(-tese inde(ende de *ul(a (ara res(onsabilização ou. ele ra*io*ina não no *aso e+ abstrato.ue grau e. ele diz . se +orte. o Cavalieri ta+b'+ adota a teoria da *ausalidade direta e i+ediata. foi ade. a teoria da *ausalidade direta e ade. (ela *o+(osição -ssea. +es+o relevante for e foi resultado (ela natural sua *ausalidade se es(erava vo*7 e direta ade. vo*7 vai ter . res(onder (ara o teoria de ação resultado te+ o +orte.ue essa +orte não ' desdobra+ento da. vo*7 não res(onde (ela +orte.ue . (or sua natureza.uada. da o art0 =JE. o teu so*o. .ual.ue *ha+a de *ausalidade ade. razoável a(li*ar a (or.ue funda+ento res(onsabilidade ob/etiva.. no *aso *on*reto. +as si+ no *aso *on*reto0 Se vo*7 deu u+ so*o no su/eito e. ao vo*7 se falar vai das diferenças (elo da entre as teorias. *ivil.ue se vo*7 a(li*ar a teoria das *ondiç:es (or.uer de fato relevBn*ia.ue ele ra*io*ina no *aso *on*reto0 !o CC !"<".uada. *o+o geral res(onsabilidade . .uando a atividade nor+al+ente desenvolvida (elo autor do dano i+(li*ar. +as s. *láusula afir+a *o+o a . (or.ue indenizar (elo resultado +orte0 " Carlos Roberto Gonçalves.uada. as *ausas ante*edentes não t7+ relevBn*ia. então.

res(onsabilidade ob/etiva não se baseia na *ul(a, no ato il)*ito e si+ no ris*o da atividade do a(ontado res(onsável, /á .ue essa atividade ' (oten*ial+ente (erigosa (ara as outras (essoas0 doutrina *ostu+a afir+ar .ue subsiste+ alguns ti(os de ris*os, tais *o+o ris*o *riado, ou se/a, a.uele .ue, e+ razão da sua atividade ou (rofissão *ria u+ (erigo, está su/eito a re(aração dos danos .ue *ausar, inde(endente+ente de *ul(a0

RISCO PROVEITO .ui o dano ' *orrelato, *o+ (roveito ou vantage+ (ara o agente, ou se/a, a.uele .ue lu*ra *o+ sua atividade deve su(ortar os 3nus .ue essa +es+a atividade lhe traz ao (re/udi*ar algu'+0 34I 56783659:36 I4I 793; &al teoria está rela*ionada *o+ o *ha+ado ris*o *onsu+erista, ou se/a, as relaç:es de *onsu+o dão forte lu*ro ao forne*edor de (rodutos e serviços, (or'+ traze+ ris*o (ara o destinatário final ou at' (ara Dos = os *ha+ados *onsu+idores (or e.ui(aração e o*orrendo o dano resultante do ris*o *onsu+erista ou e+(resarial, a.ueles .ue (arti*i(a+ da *adeia de (rodução deve+ res(onder inde(endente+ente de *ul(a0

RISCO AD)INISTRATIVO " 2oder 24bli*o, seus delegatários e (er+issionários na atividade ad+inistrativa ' fonte (oten*ial de ris*o (ara os ad+inistrados e os danos (or ele *ausados, l)*itos ou il)*itos, deve+ ser re(artidos (or todos0 res(onsabilidade e8tra*ontratual da baseada no ris*o ad+inistrativo ou d+inistração 24bli*a, .ue no ris*o da atividade

ho/e se+ d4vida algu+a te+ natureza ob/etiva 5art0 DE, ] P o, CF6, ' ad+inistrativa l)*ita ou il)*ita e inde(ende de *ul(a0

156

<e/a .ue +es+o na atividade l)*ita da res(onde (elos danos, se houver o in/usto e lo*alizado0 d+inistração 24bli*a res(onde tanto

d+inistração 24bli*a, ela Cahali *ha+a de dano

.ue

(or atividade

*o+issiva

l)*ita .ue benefi*ia, (or vezes, u+a *o+unidade inteira, .uanto .uando age ili*ita+ente, atrav's dos seus agentes, tendo e+ vista .ue este ti(o de res(onsabilidade se baseia no ris*o da sua (r-(ria atividade e te+ os seguintes re.uisitos: 6 D !" "C 2R%LCVX" 1!LCS&" % S"C S1X D" D !" 1!LCS&" signifi*a u+ dano, +es+o (rovo*ado (or atitude l)*itado 2oder 24bli*o, ou .ue não ha/a (arti*i(ação .ue ne8o e+ de se re(rovável tratando e do de a ad+inistrado, (ois se no *aso *on*reto houver *ul(a e8*lusiva do ad+inistrado fato *on*orrente, ou não haver res(onsabilidade ob/etiva uns (refere+ *ha+ar de fato e8*lusivo ou *on*orrente, *ausalidade d+inistração 24bli*a não res(onde ou, então, res(onderá, (or'+ a indenização será +itigada0 D !" S"C S1X D" ' a.uele individualizado, .uando o (arti*ular *o+(rova .ue, al'+ de não ter *on*orrido de algu+ +odo (ara o evento bens0 D !" M"R S % "bs0: ação Há .ue+ &1<1D D% SVC1& entenda, de *o+o D DM1!1S&R #U";;; Couto e+ de Castro, .ue dos danoso, sofreu u+ (re/u)zo e*on3+i*o ou +oral individualizado e+ relação a sua (essoa, seus fa+iliares ou seus

Guilher+e l)*ita

.uando a ad+inistração age *o+issiva+ente, ou se/a, atrav's da ad+inistrativa, +aneira benef)*io ad+inistrados e+ geral, (or'+ *ausa (re/u)zo in/usto e lo*alizado, terá .ue re(arar o (re/u)zo +aterial do ad+inistrado0 2or'+, não terá lugar a *o+(ensação (elo dano +oral, tendo e+ vista .ue o dano +oral te+ du(lo *aráter, *aráter de (unição ao ofensor e *aráter de *o+(ensação e*on3+i*a (ela ofensa ao direito de (ersonalidade, atrav's de dor )nti+a, des*onforto, *onstrangi+ento, sofri+ento, aborre*i+ento fora d *otidiano, vergonha, et*0

157

%8e+(lo

de

atividade

l)*ita

da

d+inistração

24bli*a

.ue

gera

res(onsabilidade *ivil:

*onstrução do <iaduto do Minho*ão e+ São

2aulo, ou a +udança de n)vel do asfalto .ue gera a inundação nas *asas de algu+as (essoas0 Cabe dano +aterial, +as (ara Guilher+e Couto de Castro não *abe o dano +oral0 !o *aso do Minho*ão, o (rof0 Yussef Cahali, .uando era (residente do &ribunal de Lustiça de S2, /ulgou i+(ro*edente o (edido de indenização dos +oradores (r-8i+os ao <iaduto0 %le alega .ue o dano não era lo*alizado, (or.ue u+ se+ n4+ero de (essoas do +es+o bairro sofreu o +es+o ti(o de (re/u)zo, então não seria u+ dano individualizado0 indenizar a.uele o indenização, %stado l'+ do +ais, diz ele .ue se o &ribunal +anda n4+ero de (essoas " .ue do (leiteara+ &L9S2 foi a*aba Zfalindo[0 a*-rdão enor+e

refor+ado (elo S&F, (ois o S&F entendeu .ue e+ relação a *ada (essoa o dano foi in/usto e individualizado, ou se/a, os i+-veis desvalorizara+, e*on3+i*o0 estão sofrendo *o+ barulho, enfi+ houve dano

B6 !%Q" D% C CS S1D D%

@ ne*essário, outrossi+, o ne8o de *ausalidade, ou se/a, a relação de *ausa e efeito entre o dano e a ação ad+inistrativa, +es+o .ue l)*ita0 "bs0: +aioria da da doutrina afir+a .ue a res(onsabilidade no ris*o

e8tra*ontratual

d+inistração

24bli*a

baseia9se

ad+inistrativo e não no ris*o integral0 " ris*o integral s- o*orre e+ hi(-teses es(e*)fi*as, .uando +es+o ausente o ne8o de *ausalidade, haverá o dever de indenizar, +es+o *o+ *ul(a e8*lusiva da v)ti+a, *aso fortuito ou força +aior, ou fato
158

de Do e. no ' (oss)vel +en*ioná9la nu+ a*idente de trabalho *o+o funda+ento da res(onsabilização *ivil0 C6 1!D%!1X #U" C"M B S% ! S"C1 1S 1GC SD D% % R%2 R&1#U" D"S d!CS "bs0: !o *a+(o *ivil não as e da do se res(onsabilidade %stado ou do de da na *ivil. a teoria do ris*o integral ' e8*e(*ional. d+inistração 24bli*a0 2or'+. (or vezes.ue são e8*ludentes *lássi*as do ne8o *ausal0 1+(ortante: o dolo e8*lui o ris*o integral. não ' a*eita (or alguns ad+inistrativistas. 2oder a *ha+ada ou da ou são res(onsabilidade e8tra*ontratual.ue ningu'+ (ode se valer de sua (r-(ria tor(eza0 %8e+(lo de ris*o integral: dano nu*lear e a*idente de trabalho0 %+ su+a. ' vista sob o as(e*to de res(onsabilidade tratando des*u+(ri+ento ad+inistração dos inadi+(le+ento de *ontrato *elebrado entre a v)ti+a e o 2oder relaç:es *ontratuais *o+ base dis*i(linadas e8a+inadas teoria *ontratos ad+inistrativos0 159 . (ois 24bli*o d+inistração 24bli*a. (or. não ' a(li*ável na enor+e +aioria dos *asos e+ relação a dano nu*lear. 24bli*o.ui(arável ao *aso fortuito ou força +aior .

ue o 2oder 24bli*o (ossa vir a e8(lorar direta+ente atividades e*on3+i*as. está *onsagrada no art0 DE. essa res(onsabilidade. se/a e8*lusiva+ente de e*ono+ia de +er*ado. no art0 HED e seu ] H o. da CF. et*60 160 .ue *ontroladas (elo 2oder 24bli*o. luz. tendo *o+o titulares e+ +enor n4+ero. ou se/a. ho/e e+ dia. ] P o. ] P o. não há u+ v)n*ulo /ur)di*o d+inistração 24bli*a e o lesado0 Se houver v)n*ulo anterior. desde . de (essoas f)si*as ou /ur)di*as de direito (rivado0 &ais so*iedades de e*ono+ia +ista são *onsideradas (essoas /ur)di*as as ou de direito (essoas (rivado0 /ur)di*as de res(onsabilidade e8*lusiva+ente ta+b'+ (rivadas. (or'+ (arti*i(ação. abrangendo as (essoas /ur)di*as de direito (4bli*o interno. +ista (or'+. al*ança delegatárias (er+issionárias serviços (4bli*os funda+entais0 CF.uias e as fundaç:es (4bli*as se estendendo ta+b'+ Ks (essoas /ur)di*as de direito (rivado. da CFG??. serviços (4bli*os funda+entais.02 !-s esta+os falando da R%S2"!S B1S1D D% %Q&R C"!&R &C S D DM1!1S&R #U" anterior entre a 2^BS1C . os Muni*)(ios.ue são e+(resas *u/o *ontrolador e titular do *a(ital ' o (oder (4bli*o.ue (ode o*orrer nas e+(resas (4bli*as .1Pa AULA 7 DIA 01. são (elo de*0 JOO. e+ relação a (rodutos ou *o+er*ialização de bens e de (restação de serviços0 Auando isso o*orrer. vo*7 resolve o inadi+(le+ento *ontratual (elas regras ad+inistrativas do *ontrato ad+inistrativo0 !a res(onsabilidade *ivil e8tra*ontratual da d+inistração 24bli*a não há v)n*ulo anterior entre a ad+inistração e o ad+inistrado v)ti+a. ' de natureza ob/etiva. te+ a estrutura e são (essoas te+ /ur)di*as de direito (rivado. o . be+ *o+o as so*iedades de e*ono+ia . a Cnião. a atividade da e+(resa (4bli*a ou so*iedade de e*ono+ia +ista.ue estas este/a+ (restando serviços essen*iais a *oletividade. os %stados. gás. esgoto. as autar. o eventual dano *ausado K v)ti+a não te+ funda+ento no art0 DE.0M. ou se/a. (er+ite . este dis(ositivo está reservado a (restação de serviço (4bli*o essen*ial 5funda+entais a vida e+ so*iedade N água.

111 e H0RJJ. S&F6.ue tenha a (arti*i(ação do 2oder 24bli*o.Auando a (essoa . e+ . (4 e D>. ] H o e Jo e art0 Eo e seu (40 RESPONSABILIDADE CIVIL DO CDC → RESPONSABILIDADE AUANTO AO AKENTE? D1R%& 1!D1R%& → RESPONSABILIDADE AUANTO AO FUNDA)ENTO? "BL%&1< SCBL%&1< R%S &1< 6 ⇒ D !" 5M"R S "C M &%R1 S6 % !%Q" C CS S ⇒ &" 1SVC1&" % CCS2 52R"< D "C 2R%SC!#U" → RESPONSABILIDADE AUANTO A ORIKE)? %Q&R C"!&R &C S 161 . be+ *o+o o art0 JR. ou a(li*a9se a res(onsabilidade ob/etiva do CDC. o fato do (roduto ou serviço 5arts0 HJI HDI H>I HEI JE6 e e+ a+bas as hi(-teses ta+b'+ se utiliza+ os arts0 JJ. tenha (or ob/eto so*ial a e8(loração de atividade e*on3+i*a não essen*ial K *oletividade. a res(onsabilidade terá orige+ ou no arts0 H0RJH. onde a v)ti+a deve a(enas *o+(rovar o v)*io do (roduto ou serviço 5arts0 H?I H=I JO e JP6 ou o defeito do (roduto ou serviço gerando a*idente de *onsu+o.ue a v)ti+a deve *o+(rovar a *ul(a do (re(osto (ara surgir a res(onsabilidade ob/etiva da (essoa /ur)di*a 5s4+0 D>H. do CC &C S.

uele .uiriu o (roduto ou não re*ebeu o (roduto (ara utilizar.uire a res(onsabilidade direta ou indireta. basta alegar o v)*io ou fato do (roduto ou do serviço0 %ntão. há o art0 D> .ue faz do e forne*i+ento habitual u+ ' Defensor de u+ . e+ relação a res(onsabilidade do agente.ue ' o *onsu+idor (or e.ui(aração 5art0 HE. o *onsu+idor ' hi(ossufi*iente (erante o forne*edor de (rodutos e serviços.ue (rodutos forne*edor *o+(ra e de e serviços vende u+a ou atividade serviços0 (aralela %8e+(lo: (rodutos *arros habitual+ente ' forne*edor de (rodutos e serviços0 !o CDC. se/a no vi*io do (roduto ou do serviço. +as foi v)ti+a de u+a relação de *onsu+o0 %8e+(lo: Renatinha *o+(ra u+ iogurte e en*ontra u+a barata dentroI vo*7 *o+(ra u+a *arne (ara fazer u+ *hurras*o e . a res(onsabilidade (ode ser *ontratual ou e8tra*ontratual0 <o*7 te+ o *ontrato de *onsu+o. vo*7 vai res(onsabilizar o forne*edor0 %ssa res(onsabilidade te+ natureza ob/etiva. onde se te+ forne*edor de u+ lado.ue utiliza ou ad. *o+o no C-digo Civil.uire o (roduto ou o serviço0 Mas. se/a no fato do (roduto ou do serviço0 Auanto a orige+.ue ' a. e+ ter+os de res(onsabilização do agente. não se (er.C"!&R &C S "C !%G"C1 S !o CDC. hi(ossufi*i7n*ia e*on3+i*a ou t'*ni*a ou /ur)di*a0 .uele .uando abre o (a*ote v7 . CDC6 N Zbc stander[0 @ u+a (essoa . .ue ' es(e*)fi*o e diz .ue não ad.ue o forne*edor ' solidaria+ente res(onsável (elos atos de seus (re(ostos e re(resentantes aut3no+os0 Mas. o *onsu+idor não (re*isa (rovar a *ul(a do (re(osto.ue ela está toda verdeI vo*7 *o+(ra u+ *arro 162 .ue não está envolvida no v)n*ulo *ontratual. a re+uneração e o *onsu+idor . u+a (essoa . ta+b'+ (ode surgir *o+o v)ti+a do *onsu+o.

a(enas o (roduto não *orres(onde as suas e8(e*tativas de .ue não se e8aure logo no Ho uso ou ali não *o+eça a se e8aurir.uantidade0 VNCIO DO PRODUTO OU DO SERVI'O <)*io do (roduto ou do serviço o*orre . tratando9se de forne*i+ento de (roduto ou serviço não durável 5sabonete. ' o iogurte *o+ barata.ue o o *onsu+idor ini*ial da (retende e8er*itar os direitos (otestativos. tratando9se de forne*i+ento de serviço e de (roduto durável0 2roduto durável ' a.ue realizar u+a re*la+ação.ualidade ou . tornando9o i+(r-(rio ao *onsu+o ou di+inuindo o seu valor. a (artir da entrega efetiva do (roduto ou do t'r+ino da e8e*ução do serviço0 163 . e a te+ natureza se de*aden*ial. ' a geladeira . ter+o de*ad7n*ia da re*la+ação 5art0 JP. ' a *arne esverdeada.uele . *arro. ' o *arro *o+ freio defeituoso. (atri+onial ou +oral0 " dano não e8tra(ola nor+al+ente ao valor do (roduto ou do serviço. e+ H o lugar o *onsu+idor te+ .ui(aração na sua in*olu+idade f)si*a.uanto a sua . o D<D *o+ i+age+ de v)deo.uenta. o v)*io te+ . ainda não houve a*idente de *onsu+o. eletrodo+'sti*o.ualidade e . ] H 6 nos v)*ios a(arentes ou de fá*il *onstatação. e+bora não se/a eterno. ta+b'+.ue todo (roduto ou serviço te+ u+ (razo 4til de a(roveita+ento 5rou(a.ue ser sanado no (razo de DO dias0 2or'+. et*6 e =O dias. ini*ia. o fogão .uantidade. (revistos nos arts0 H?I *ontage+ se/a.ue não gela. rotulage+ ou +ensage+ (ubli*itária0 " v)*io do (roduto ou do serviço não atinge o *onsu+idor ou o *onsu+idor (or e. ou o /á . de*orrentes da e+balage+. (elo ] H o do art0 H?. ali+entos. no *aso do (roduto. se/a (elo v)*io a(arente ou de fá*il *onstatação . et*0 Auando o (roduto ' vi*iado.uando o (roduto ou o serviço não *orres(onde a leg)ti+a e8(e*tativa do *onsu+idor . /á .*o+ freio defeituoso0 !esses e8e+(los. et*60 %sses H= e (razos JO.ue não es.ue deve ser realizada e+ DO dias.

do (odendo (roduto. s. *o+(ro+eter . restituição . ou a restituição do valor (ago se+ (re/u)zo de (erdas e danos ou o abati+ento (ro(or*ional do (reço 5art0 H?. o in)*io do (razo de*aden*ial (ara a re*la+ação.uantia (aga +onetaria+ente atualizada se+ (re/u)zo das (erdas e danos ou o abati+ento (ro(or*ional do (reço 5art0 JO. ele (erde esse direito do v)*io ser sanado no (razo +á8i+o de DO dias. (er*ebido ao H o uso ou a Ha vista.ue estava verde. ] H o.Se.ualidade ou *ara*ter)sti*as di+inuindo9lhe o valor ou (or tratar9se de (roduto essen*ial. tratar9se de v)*io o*ulto. a e e+ relação da ao serviço a ree8e*ução desse serviço. nesse *aso *on*reto.ue (agar absoluta+ente nada (ara obter os direitos (otestativos a*i+a +en*ionados0 !ão (re*isa (agar (elo *onserto do (roduto0 "bs0: se o *onsu+idor não re*la+ar no (razo. ou se/a.ue o v)*io se/a sanado e+ DO dias e si+ os direitos alternativo da substituição do (roduto (or u+ outro ou entrega do (roduto *o+ a devolução do (reço *orrigido se+ (re/u)zo das (erdas o e danos ou o abati+ento (ro(or*ional do (reço 5art0 H?. 11 e 11160 "bs0: o *onsu+idor não te+ . restituição do valor ou abati+ento do valor (ago60 "bs0: 2or vezes. ou se/a. a.se ini*ia.ue não ' a(arente. o ter+o ini*ial da de*ad7n*ia. 1. tro*a. (ode e8igir não .uantidade ou . no entanto.ue o *onsu+idor. vo*7 vai (edir a tro*a ou a devolução do dinheiro0 <e/a . a a e8tensão do v)*io as ' de tal +odo.ue. a substituição do (roduto (or outro e+ (erfeitas *ondiç:es de uso. ] D 60 %8e+(los: o *aso da *arne . (ortanto. no +o+ento e+ fi*ar eviden*iado o defeito0 Se o *onsu+idor não e8er*er o seu direito (otestativo a re*la+ação no (razo legal. . ao re*la+ar. 11 e 1116 e+ relação ao (roduto. ele de*ai do direito ta+b'+ (otestativo. sob (ena do *onsu+idor e8igir alternativa+ente e a sua es*olha unilateral. ele de*ai de todos os direitos (otestativos 5*onserto. vo*7 não vai devolver ao açougue (ara sanar o v)*io. 1.uele v)*io de .ualidade . não dá (ara sanar o v)*io0 "utro *aso ' o do iogurte *o+ barata0 164 .

OJ anos (ara negar v)*io. . se o forne*edor de+ora.ue obsta a de*ad7n*ia a re*la+ação. *onserto do *o+ isso re*o+eça /á de*aden*ial0 Mas. a. diz .ue o *onserto da. *o+o o ti(o de *arro tinha sa)do de linha. (or e8e+(lo.uado u+ (ara grave serviço legislador *onsu+idor a (ossibilidade do sanea+ento do v)*io gratuita+ente 165 .ue este signifi*a destruir do todo in)*io do seu o o (razo (razo direito e8tintivo . do CDC . fi*ou sus(enso ATS a res(osta negativa do forne*edor do (roduto ou do serviço.uando o Minist'rio 24bli*o instaura in.uantidade inade. ou se/a.ui no CDC há u+a *ausa (re*lusiva da de*ad7n*ia0 " entendi+ento se ini*iou . fato seu ou uso . se vo*7 re*la+a dentro (razo de*ad7n*ia.ue e.u'rito *ivil a*er*a de (roduto vi*iado0 Se+(re se entendeu .ue na de*ad7n*ia não há *ausas de interru(ção e ne+ de sus(ensão do (razo de*aden*ial0 Mas.ue entregar u+ *arro novo.ue não obsta a de*ad7n*ia a re*la+ação feita (elo *onsu+idor aos -rgãos de defesa dos *onsu+idores e+ geral0 %8e+(lo: 2ro*on0 &a+b'+ obsta a de*ad7n*ia.ue se en*ontra es(alhada C-digo. .ue vinha fluindo0 <e/a o seguinte.uele +otor iria desvalorizar o auto+-vel0 " S&L de*idiu .ue o fabri*ante tinha . vo*7 de*aiu (otestativo .uela +en*ionada (elo se/a. *o+(rovada+ente for+ulada." S&L /ulgou o seguinte *aso: u+ *onsu+idor *o+(rou u+ *arro O g+ e o +otor veio *o+ defeito grave0 %le foi K *on*essionária e (ediu a tro*a. o v)*io u+a de *oisa .ue ' de DO ou =O dias. e volta a *orrer a (artir da)0 Ca(ane+a e S2 (ensa+ assi+0 !ão do ' interru(ção. ] H . a (revale*e (artir da ' . do art0 JP. de(endendo do *aso0 "bs0: G R !&1 (or todo os S%G S D% o o D%AC #U" ' a. Zd[.ue ou sendo torna o fruição. o fabri*ante foi obrigado a dar u+ *arro zero g+0 " ] Jo.ue a e8(ressão Zobstar a de*ad7n*ia[ signifi*a sus(ender o (razo de*aden*ial.ualidade ou garante e ao legislador no art0 > . (or. (erante o forne*edor de (rodutos ou serviços. de o (or. *orres(ondente ao ano da *o+(ra. o (razo re*la+ação *o+(rovada. entendendo a /uris(rud7n*ia .

+oral e (atri+onial do *onsu+idor. o valor do a*idente de *onsu+o e8tra(ola o (reço do (roduto ou do serviço0 Se to+a o iogurte *o+ a barata dentro e vai (ara o hos(ital0 vo*7 *o+(rou u+ (roduto svi*iado. a res(onsabilidade ' ob/etiva0 <e/a . et*0 .ue a. o dese+(enho e at' a segurança do (roduto ou do serviço. agora. . teve des*onforto. dor. (resente no siste+a do CDC .ou abati+ento do (reço ou a devolução do (reço *o+ a restituição da *oisa ou a substituição do (roduto (or outro da +es+a es('*ie e+ (erfeitas *ondiç:es0 @ u+a *láusula geral.ue não te+ endereço do fabri*ante no r-tulo60 166 . ' u+ dever /ur)di*o se*undário0 !ão (re*isa estar es*rito e8(ressa+ente . do CDC0 " *arro . fabri*ação ou +ontage+. e+ regra. isso ' fato do de (roduto ou do serviço de o 5HJ. vo*7 /á ntes. salvo as hi(-teses do art0 HD. HD e H>60 .ui te+ natureza ob/etiva0 <o*7 (ode (erguntar onde se en*ontra e8(resso . se vo*7 não *onseguiu frear e se es(atifou nu+a árvore. (or.ue defeito +ontage+.ueles (ode (arti*i(a+ *riação. . a durabilidade.uando não *onserva ade. sob (ena de res(onsabilidade *ivil.ue res(onsabilidade ' o dever i+(osto (ela lei a algu'+ de re(arar o (re/u)zo *ausado a outre+. vo*7 usa analogia aos arts0 HJ. (or. no está a*idente de *onsu+o. gastou dinheiro *o+ +'di*o. ' v)*io do (roduto0 gora.ue ' de natureza ob/etiva. no *aso de a*idente de *onsu+o.ue no vi*io do (roduto ou do serviço.ue vo*7 *o+(rou e tinha defeito no freio.ue garante a . de fabri*ação0 !ão houve u+ si+(les v)*io. HD e H>.ui. *onsu+o. ou se/a.ui há u+a da de res(onsabilidade relação solidária todos a. houve si+ u+ abalo f)si*o.uada+ente os (rodutos ou não se *onsegue identifi*ar o fabri*ante 5e8e+(lo: (rodutos naturais .ue o defeito ' na *riação.ue ser de . CDC. não se entra e+ fa*e do *o+er*iante. vo*7 sofreu ofensa a sua dignidade.ualidade. sofri+ento.

ue se o v)*io a*onte*er dentro do (razo da garantia *ontratual. ' direito sub/etivo a (retensão direito indenizat-ria. está (revista no art0 >o. não há relação de *onsu+o. +as está es(alhada (or todo o CDC. o fabri*ante lhe dá u+a garantia be+ +aior0 (ergunta ' . .ue ao *o+(rar u+a (assage+ vo*7 não es(era . geral+ente. a (artir da) ' .ue ' forne*ida (elo forne*edor de (rodutos e serviços0 " CDC lhe dá u+ (razo (ara re*la+ar de DOG=O dias0 Mas. a(li*a9se o CC0 2ara o S&L.ualidade. " entendi+ento .uando *o+eça a *ontar o (razo de*aden*ial de DOG=O dias.uação e garantia *ontratual garantia legal de ade.uação ' u+a *láusula geral. tendo (restado o serviço o defeito ine8iste ou *ul(a " 1c2. oriunda da CF.uantidade e segurança . . vo*7 (ode re*la+ar at' o ter+o final da garantia0 Findo o ter+o final da garantia *ontratual.ue a lei i+(erativa. ou se/a. sofrendo u+ a*idente.."&/a da v)ti+a0 não ' (otestativo. esta deve ser integral0 Diferença entre garantia legal de ade. ou se/a. e8iste a garantia *ontratual . lhe garante0 (ar disso.ue ve+ (revale*endo ' . a (res*rição ' do C-digo Civil de JO anos0 WWWSe no +anual de instruç:es não há infor+aç:es sufi*ientes da +ontage+ do (roduto e o *onsu+idor +onta assi+ +es+o. (or.ue não di+inui a re(aração.e8*lui sua res(onsabilidade alegando aus7n*ia de ne8o *ausal.ue te+ (razo de (res*rição de OR anos 5art0 JE60 WWW *idente de 3nibus. isso ' *ul(a *on*orrente . não ' a*idente de *onsu+o. segundo o S&L." forne*edor s.ue nu+a relação de *onsu+o vo*7 te+ garantia de efi*i7n*ia.ue vá o*orrer u+ a*idente.ue *o+eça a *orrer o (razo legal0 167 . vo*7 sabe . ..

ue a *ul(a do agente. ele traz u+ a*-rdão do &L9RL sobre hos(itais (4bli*os. . (or'+ (essoal do agente se+ estender9se K ad+inistração0 2osterior+ente..1Ma AULA . . (assou9se a ad+itir a res(onsabilidade 4ni*a do agente da ad+inistração0 Res(onsabilidade. do CDC0 BR%<% 2^BS1C H1S&_R1C" D R%S2"!S B1S1D D% D DM1!1S&R #U" !o in)*io e nos %C *onsu+idor (elos seus agentes0 e 1nglaterra at' H=>P.ue sua (osição não ' a*eita. al'+ do agente. o 2oder 24bli*o era (elos danos *ausados . s. ] P o. (ode9se *olo*ar a ad+inistração no (olo (assivo da ação0 “Art. !). se ad+itiu . As pessoas (urídicas de direito p:blico s%o civilmente responsáveis ue nessa por atos dos seus representantes ualidade causem danos a terceiros& procedendo de modo contrário ao direito ou 168 . *u/o relator foi o Dese+bargador Mar*us Faver: (elação *)vel N PJ?HG=E N estabele*i+ento (4bli*o N hos(ital ad+inistrado (elo Muni*)(io res(onde ob/etiva+ente (or falha de (restação de serviço hos(italar. geraria a res(onsabilidade sub/etiva da e esse (ensa+ento fi*ou esta+(ado no art0 d+inistração 24bli*a HR. do CC &C S0 d+inistração Continua res(onsabilidade sub/etiva.ue agora. CF e art0 JJ e seu (4. desse +odo.ue age (or ela.02 WWWHos(itais (4bli*os N o Guilher+e Couto de Castro diz . sub/etiva. o dano fi*ava irressar*ido0 @ a fase da irres(onsabilidade da 24bli*a0 !u+a Ja fase. nos ter+os do art0 DE.uanto ao funda+ento. /á .DIA 0M. nessa '(o*a.0M. irres(onsável (oderia errar 5Zthe ging *an do not jrong[6 e.ue ' u+ lon*a manus da ad+inistração.ue ao o ad+inistrado +onar*a não Dizia9se. realiza atos e+ seu no+e.

faltando a dever prescrito por lei& salvo o direito re*ressivo contra os causadores do dano. ou se/a. al'+ do (revisto na %C de H=P=. de +olde a evitar o dano0 liás. a falha i+(essoal do serviço ad+inistrativo . ou se/a.ue lhe *ausou o (re/u)zo. atrav's de *onduta ade.uanto a de direito (rivado (restadora de serviço (4bli*o0 " art0 HR.ue 2aul Duez *ha+ava de faute du service .uelas *ir*unstBn*ias tivesse obrigação de i+(edi9los. +as não *ausou o dano0 2or vezes. e no Brasil *o+ a CF de H=>P. ou se/a. no art0 >D. (ois *onsagrou a res(onsabilidade ob/etiva tanto da (essoa /ur)di*a de direito (4bli*o .ue ela tenha agido da +aneira +ais *orreta (oss)vel e+ (rol da *oletividade. na. ou se/a. fun*ionou +al ou fun*ionou *o+ retardo. no *aso e+ a ad+inistração tinha o dever de agir. o %stado s.ue a atividade ad+inistrativa (ositiva ou negativa traz ao ad+inistrado. não +ais (ela *ul(a (ela (ráti*a de ato il)*ito (or (arte de seus agentes e si+ (elo ris*o . ainda sob o (onto de vista sub/etivo.ue ha/a dano in/usto e lo*alizado e ne8o de *ausalidade0 essa altura.ue não *ausou. a (elo (re/u)zo derivado d+inistração 24bli*a (assa a res(onder do *o+(orta+ento ad+inistrativo.ual o agente .ue o fato danoso tenha sido *ausado (ela natureza ou (or D o. inde(endente+ente da *ul(a do agente. +es+o . se na. bastando . a ad+inistração realiza u+a ação e (resta u+ +al serviço. a res(onsabilidade era *ivil no e8tra*ontratual (lano da d+inistração 24bli*a en*arada sub/etivo inde(endente+ente da v)ti+a (oder (re*isar e indi*ar .uada. ou se/a. falta ou *ul(a do serviço ad+inistrativo.ue a d+inistração 24bli*a seria res(onsabilizada. do CC &C S não foi re(etido no !"<" CC0 " legislador novo disse o seguinte. *ausando u+ (re/u)zo a algu'+0 Ho/e e+ dia. +es+o . essa faute du service (ode o*orrer na ação ad+inistrativa.” 2osterior+ente. a CF de H=?? estendeu a res(onsabilização ad+inistrativa.uelas *ir*unstBn*ias o serviço não fun*ionou. CC !"<": 169 . bastando a(ontar. (assou9se a ad+itir .(ode res(onsabilizar9se (elos danos . a o+issão (ode ter *ondi*ionado a o*orr7n*ia.

uele +es+a hi(-tese. do CC o(inião ' .ue u+ si+(les ou fun*ionário0 não. ne+ se. e+ *aráter (er+anente ou te+(orário0 !essa hi(-tese. re+unerado ou não. +es+o gente sendo (or a. ou se/a. isso não signifi*a nada. nos diz da (ossibilidade da d+inistração 24bli*a ou da ad+inistração (rivada (restadora de serviço (4bli*o. ato il)*ito do seu agente. (or. são agentes (4bli*os desde o 2residente da Re(4bli*a e seus Ministros.uele (resta .ue. havendo *ul(a. outros *o+o e se at' fora fun*ionário . +es+o tendo a(ar7n*ia de servidor a(enas. (or. (or. delegação ou não.ue este não re(ete o art0 HR.ue se+ nada (ara fazer atende ao (4bli*o nas dos re(artiç:es.ue*eu de *olo*ar as (essoas /ur)di*as de direito (rivado (restadoras de serviço (4bli*o0 Mas.se es. o hu+ilde servidor de *af' na re(artição.ue ainda e8iste res(onsabilidade d+inistração 24bli*a0 &C S0 da sub/etiva CFG??.” " legislador novo s. be+ *o+o o a(osentado . na *o+ a *oniv7n*ia servidores a.ue ' o agente de fato0 170 . (agar indenização e entrar *o+ ação de regresso e+ fa*e desse +es+o agente0 gente (4bli*o (4bli*o (4bli*o ' todo ' +ais do . ho/e.ue a CF ' hierar. +odo serviço (4bli*o.ui*a+ente su(erior ao CC0 dis*ussão ' saber se a res(onsabilidade (or o+issão *ontinua a e8istir no !"<" CC.ue.“As pessoas (urídicas de direito p:blico interno s%o ue se civilmente responsáveis por atos dos seus a*entes nessa direito re*ressivo contra os causadores do dano& ualidade causem danos a terceiros& ressalvado 2ouver& por parte destes& culpa ou dolo. a*aba +atando u+a (essoa0 " %stado do RL (ode ser res(onsabilizado. o (oli*ial.uer foi ou será servidor (4bli*o0 %8e+(lo: u+ Q9= foi levado nu+a batida (oli*ial. de estatutário algu+ *onsiderado agente de fato.

(ediu u+a *arona.ue estava diante de u+ (oli*ial (edindo u+a *arona0 " &ribunal se baseando na teoria da a(ar7n*ia *ondenou o %stado ob/etiva+ente0 " S&L te+ u+a /uris(rud7n*ia fir+ada . (or o*asião do serviço 5art0 DE. no +o+ento do dano (rovo*ado (or *onduta l)*ita ou il)*ita. .uele +o+ento.ue a*hava .*o+eça a *orrer do trBnsito e+ /ulgado da sentença *ondenat-ria (enal0 171 . esse (razo (res*rição da (retensão indenizat-ria s.ue o funç:es +ilitar institu*ionais.ue diz . ' (re*iso (rovar a sua *ul(a0 Mas." %stado ou seus (er+issionários ou *on*essionários res(onde+ desde . *o+o Guilher+e Couto de Castro e Yussef Cahali. esta res(onde ob/etiva+ente0 !o entanto. a*eitando a teoria da a(ar7n*ia. entende+ .ue o agente venha *ausar o dano fora do dese+(enho de suas funç:es0 %+ Ho lugar. fora do serviço.ue o (razo de (res*rição. +as não teria a res(onsabilidade ob/etiva do 2oder 24bli*o. o agente *ausador este/a atuando nessa .ue. (r-8i+o ao . s. os doutrinadores.uartel. ou se/a. no +o+ento do dano o agente *o+o estaria no *aso no dese+(enho e+ S2 de e+ suas . o ad+inistrado s.deu *arona (or. e+ (rin*)(io.ue na. CF60 2ara res(onsabilizar o agente. (or.ue na. assaltou e +atou o +otorista .ue lhe deu a *arona0 2G%9S2 alegou . *o+o ' lon*a manus da d+inistração 24bli*a. ou se/a. ] P o.ue (oderia haver res(onsabilidade sub/etiva do +ilitar.ue *orre e+ relação a (retensão indenizat-ria e+ fa*e da d+inistração 24bli*a.ualidade. (ela teoria da a(ar7n*ia.se ini*ia *o+ o trBnsito e+ /ulgado da *ondenação *ri+inal e+ relação ao agente (4bli*o0 (res*rição das (retensão e+ fa*e do 2oder 24bli*o ' de OR anos.ue há res(onsabilidade ob/etiva da d+inistração 24bli*a. (ela si+(les a(ar7n*ia ao ad+inistrado de .uele +o+ento o (oli*ial não estava a serviço0 %ntretanto. (or força do de*0 JO0=HOGDJ e DS >R=EG>J0 !o *aso de haver (ro*esso *ri+inal. /ulgado fardado. +es+o .

(ode denun*iar a " S&F. *o+o. a ação deve ser +ovida uni*a+ente e+ fa*e da entidade (4bli*a res(onsável. não (ode denun*iá9lo a lide0 172 . não há *o+o identifi*ar o servidor0 Auando ' ad+iss)vel haver dolo ou *ul(a de u+ servidor ou servidores identifi*ados.ue na *onduta l)*ita não há *ul(a ou dolo do agente0 !a *ul(a an3ni+a. inde(endente+ente de dolo ou *ul(a. (revisto na CF. C2C. 111. nos *asos e+ . (or e8e+(lo.ue s. ou foi +otivado ou de algu+ +odo se a(roveitou do fato de ser agente (4bli*o (ara *ausar dano a outre+.uando se tratar de garantia do resultado da de+anda. ou este e o (oder (4bli*o. ou se/a. se o 2oder 24bli*o.ue fi*ar *o+(rovado a *ul(a do agente ou o seu dolo. (or e8e+(lo.' ad+iss)vel . +es+o fora de serviço.o agente (4bli*o de fato ou não.Cahali defende . dis*ute9se se a lide o seu fun*ionário0 d+inistração 24bli*a no e8er*)*io do direito de regresso. usou as ar+as da *or(oração. a ação de indenização (ode ter no (olo (assivo s.ue houve dolo e *ul(a do (re(osto. assertiva de . dei8ar de l'+ do +ais. +es+o fora de serviço.ue se o evento danoso o*orreu graças ou foi (oss)vel.ue a res(onsabilidade da ad+inistração ' ob/etiva e na ação *ontra o servidor a res(onsabilidade te+ funda+ento diferente. não sendo ad+iss)vel a in*lusão do servidor na de+anda0 <e/a . resolvida a lide (rin*i(al ' auto+áti*a a res(onsabilidade do denun*iado. nos *asos das seguradoras e não e+ todas as hi(-teses de direito de regresso (ela lei ou (elo *ontrato0 defender9se. sendo sub/etiva0 Forte *orrente não ad+ite a denun*iação. *o+o res(onsáveis solidários0 Se a ação indenizat-ria for fundada na res(onsabilidade ob/etiva do %stado.ue. *hegou a inad+itir a denun*iação a lide. inter(retando de for+a restrita o art0 EO. haverá res(onsabilidade *ivil ob/etiva da d+inistração 24bli*a. ao desde logo. i+(ugnando a re*onhe*er. afir+ando . se ele defende o seu servidor. +es+o l)*ita ou (ela falha ad+inistrativa derivada do ris*o da atividade estatal ou (ela *ul(a an3ni+a do serviço. /á . antes da *riação do S&L. (or virtude do fei8e de atribuiç:es do agente .

não (odendo9se utilizar da regra do art0 DE.ue a CF diz diz . (or.ue ha/a res(onsabilidade sub/etiva da ad+inistração0 1sso ' o+issão. não havendo nenhu+ e+(e*ilho legal (ara tanto0 lguns entende+. /á . de +olde a evitar9se o dano. . da fun*ionou CF." S&L. res(onsabilidade 24bli*o0 Auando a ad+inistração (or lei te+ o dever de realizar u+a *onduta ESPECNFICA. atrav's de *onduta l)*ita ou não. nada obsta . o serviço art0 não DE.ue *o+(rovar a o+issão ad+inistrativa. dá id'ia de *onduta *o+issiva0 !o entanto.ue todas as vezes . de +olde a evitar o dano (rovo*ado (or D o. *o+ retardo a. (or'+ na. +a/oritaria+ente. nos ter+os do art0 DE. atrav's de seus agentes. +es+o havendo o+issão.ue se argu+ente *o+ a e8ist7n*ia da *ul(a. tendo esse dever de agir. no entanto. nessa . in*lusive. 111. ] P o. Guilher+e Couto de Castro e S'rgio Cavalieri dize+ .ue *asos.ue o %stado negue a *ul(a do agente na ação (rin*i(al. no entanto. a *ul(a do 2oder 24bli*o (ara .ue o dano foi (rovo*ado (elo agente. ou se/a. a res(onsabilidade. não se a(li*a o art0 DE.ualidade. C2C. este res(onderá (or ação de regresso (elo (re/u)zo (rovo*ado. ] Po. haverá res(onsabilidade ob/etiva da ad+inistração0 Auando o (r-(rio agente entrar e+ fa*e da d+inistração 24bli*a.ue ' (re*iso . atingindo ter*eiros. (er+ane*e ob/etiva0 173 . ] P o. a(li*a9se as regras estatutárias ou de direito *o+u+. ha/a a O)ISS(O ad+inistrativa sub/etiva do se/a 2oder KENSRICA.ue o ' ad+iss)vel *ausado a denun*iação dano (or fun*ionário.ui ou de fun*ionou +al.ue.ue se a ad+inistração não ' a *ausadora direta e i+ediata do dano. ] P o. essa hi(-tese não se en. CF *G* art0 EO. fun*ionou.ue este fala e+ Z*ausare+[.ue +es+o . a(li*ando9se o art0 HR. ] P o 0 %sse +es+o autor diz. ou se/a. (or. .ue agente não ' Do.uando o litisdenun*iado estiver obrigado (or lei ou (or *ontrato a indenizar o litisdenun*iante e+ ação regressiva.uadra do CC no tratando9se res(onsabilidade sub/etiva da ad+inistração.uelas *ir*unstBn*ias não agiu. nos ter+os do art0 DE. . a lide.ue . (ara nestes . (elo (rin*)(io da eventualidade0 Celso nt3nio Bandeira de Mello defende . &C S0 v)ti+a terá .

"u s. S... do CC &C S. nesse *aso vo*7 s. !o *aso de e+(reiteira . SQ1<. *onstr-i u+ viaduto es(eta*ular6. @ S"S1D\R1 . u+ atinge o outro e agir.ue não se (resu+e. 2oder 24bli*o.ue essa o+issão ' es(e*)fi*a0 %8e+(lo do S'rgio Cavalieri: ' o *aso de dois alunos . ou se/a.. dentro da delega*ia0 +es+o .o %stado.ue estão brigando na es*ola (4bli*a.uanto a (r-(ria (essoa. res(onsabilidade da ad+inistração ' ob/etiva. se *onstatar *ul(a da e+(reiteira.a e+(resa.ue+ vo*7 (ode a*ionar.ue ela ' agente do 2oder 24bli*o0 Se a e+(reiteira realiza u+ ato l)*ito 5(or e8e+(lo. no e8er*)*io da e+(resa e o atividade (4bli*a. (or. *edae6 *ausa (re/u)zo ao ad+inistrado: Ha6 %ntende . C+a e+(resa (rivada . (or. havendo solidariedade .%8e+(lo do Guilher+e Couto de Castro: art0 R o. a*abando o aluno +orrendo0 @ ad+inistração e a res(onsabilidade ' ob/etiva0 o bedel de+ora a es(e*)fi*a da o+issão AC S 2%SS" R%S2"!S B1S1D D% LCRVD1C D DM1!1S&R #U" %M R%S #U" D% D1R%1&" 2R1< D". +es+o e+ *onduta o+issiva.ue o detento 5Do6 tenha +atado seu CF garante a *olega. ou se/a.ue o serviço essen*ial fosse e8e*utado (or essa (essoa ... de*orre da lei. .ue a v)ti+a (ode a*ionar tanto o 2oder 24bli*o . a in*olu+idade do (reso.ue realiza obra (4bli*a. vo*7 (ode a*ionar a e+(reiteira. SCBS1D1\R1 "C !U" &%M R%S2"!S B1S1D D%.ue delegou ou (er+itiu . art0 H0RH?. se houve falha no serviço a delegação foi i+(r-(ria do 2oder 24bli*o0 174 . há u+ dever es(e*)fi*o de agir.(ode a*ionar o 2oder 24bli*o0 5obs0: obra não ' serviço (4bli*o60 Auando a (essoa /ur)di*a de direito (rivado. *o+o delegatária ou (er+issionária de serviço (4bli*o 5light. CF N +orte do detento (or u+ *olega de *ela.ue (resta serviço (4bli*o essen*ial e *ausa (re/u)zo ao ad+inistrado.

uele serviço (4bli*o era o (r-(rio 2oder 24bli*o0 (artir do +o+ento .ue se (ode a*ionar o 2oder 24bli*o0 Da6 Final+ente. vo*7 (ode a*ionar ou a (essoa /ur)di*a de direito (rivado ou o 2oder 24bli*o.ue diz . S'rgio Cavalieri. u+a Da *orrente diz .ue há u+a se(aração de (atri+3nios entre tais (essoas0 dendo a *orrente da solidariedade: +es+o .ue ele delega (ara algu'+.uente+ente.ue t7+ (arti*i(ação do 2oder 24bli*o e alega+ . e*ono+ia es(e*ial+ente a.ue não ha/a *ul(a. ou se/a.ueles .Ja6 Celso nt3nio Bandeira de Mello.ue (resta+ atividade e*on3+i*a.ue o (razo (res*ri*ional ' de JO anos. /á . a) si+ ' .ue *ausa+ danos são solidaria+ente res(onsáveis (ela re(aração0 S&L N solidariedade0 Doutrina N subsidiariedade0 PRESCRI'(O (essoa /ur)di*a de direito (rivado *o+ (arti*i(ação 24bli*o 5e+(resa (4bli*a e so*iedade de do 2oder +ista6. u+ agente dele0 Conse. e8aurido o (atri+3nio da (essoa /ur)di*a de direito (rivado (elo ato lesivo. s4+0 D=0 175 . elas se defende+ dizendo .ue o %stado não res(onde (elo dano *ausado (elo delegatário . Guilher+e Couto de Castro dize+ . esse delegatário ' u+ lon*a manus dele. os *ausadores do dano são a+bos e vai haver solidariedade (elo art0 H0RH?. +al *o+(arando.ue não (reste+ atividade (4bli*o essen*ial e si+ e8(lore+ atividade e*on3+i*a0 " S&L /á su+ulou dizendo .uelas .ue . (or.ue não se a(li*a o (razo de (res*rição de OR anos Ks (essoas /ur)di*as de direito (rivado .ue e8erça atividade (4bli*a 5Diogo Figueiredo6.ue a res(onsabilidade ' subsidiária.ue o*orreu a (res*rição de OR anos0 Mas. .ue todos a. *o+o se fosse. CC &C S. o S&L fir+ou (osição .ue+ tinha o dever de (restar a. se vo*7 de+ora +ais de OR anos (ara a/uizar a ação.

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