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FACULDADE ESTÁCIO DE CURITIBA Física Experimental 1 Associação de molas

Nome: Turma n°3003 - Quarta-Feira - Noite - 2° Horário

Resumo - Este experimento possibilita o estudo detalhado de um sistema associação de molas. Analisando-o, percebe-se ao decorrer do mesmo que o comprimento da variação das molas segue a lei de Hooke. E as constantes de proporcionalidades entre as forças exercida pelas molas e o deslocamento que a mola sofre são determinadas nas associações em série e paralelo. I. INTRODUÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A associação em série prende-se uma mola na outra em série, de modo a obter-se uma mola maior, com constante elástica menor. Na verdade qualquer mola pode ser considerada uma associação em série de várias molas menores. Na prática essa associação não é muito utilizada, porém ela passa uma ideia muito boa, quanto maior a mola menor o coeficiente de restituição. Essa ideia é utilizada em bungee jumps, em que toda a corda funciona como um elástico, com constante elástica baixa, o que proporciona uma desaceleração menor, proporcionando uma sensação de queda livre; ainda, desacelerações muito rápidas podem ser desconfortáveis para algumas pessoas, além de poder causar danos à mesma II. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO Materiais: Suporte para pendurar a mola, três molas de iguais, cinco massas de valor medido cinquenta gramas cada e régua. Metodologia: Colocar as três molas no suporte, associando-as em série, inserir os pesos e registrando a variação da distancia que os pesos se moveram em direção ao solo. Depois, repetir o procedimento, porém, associando as três molas em paralelo. Através das medidas, calculamos a distensão e a partir dela podemos fazer uma analise da constante elástica (k) final da associação, o trabalho (ω) e a área (A). (Figura 1) Molas em paralelo e em série respectivamente: de modo simétrico, e todas possuem o mesmo coeficiente de reconstituição.

Já na associação em paralelo caracteriza - se por duas ou mais molas são postas lado a lado e coloca-se uma superfície sobre elas. Sobre essa superfície então são aplicadas as forças. Esse tipo de associação é utilizado em colchões de mola. A força é distribuída pelas molas. Para não haver desequilíbrio, as molas são dispostas III. RESULTADOS OBTIDOS A experiência realizada trata-se de um sistema não ideal, assim desprezamos o peso das molas e possíveis interferências que o ambiente poderia causar.

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Os resultados obtidos estão presentes nas tabelas e gráficos a seguir. Tabela 1 - Mola em série
M (kg) Mola em série X (m) Ke (N/m) 0,18 0,37 0,56 0,76 0,94 2,725 2,651 2,627 2,582 2,609 kt = K/3 2,725 3,16% Erro %

F = 24,882x + 0,0285 Resultante entre X5 e F5 √

F (N)

Kt (N/m)

0,05 0,4905 0,10 0,981

0,15 1,4715 0,20 1,962

Tabela 3 - Calcular a área e comparar com o trabalho teórico (ωTeórico) A ω Erro Molas (m^2) (J) % Série 1,15 1,20 4,17% Paralelo 0,13 0,14 7,14%

0,25 2,4525

Média K = 2,639 N/m

Formulário do ω das molas em série e em paralelo respectivamente: ω=
Erro %

Tabela 2 - Mola em paralelo
M (kg) Mola em paralelo X (m) Ke (N/m) Kt (N/m) 18,167 18,509 21,963 23,357 22,5 kt = K*3 24,525 14,78%

x2 e ω =

x2

F (N)

0,05 0,4905 0,027 0,1 0,981 0,053

Formulário para cálculo de área sob a reta das molas em série e em paralelo:

0,15 1,4715 0,067 0,2 1,962 0,084

0,25 2,4525 0,109 Média K = 20,899 N/m

IV. COMENTÁRIOS SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE TEORIA E RESULTADOS EXPERIMENTAIS Com o experimento, pudemos observar o comportamento diferente de molas quando são associadas em série ou em paralelo. Esta associação gera uma constante elástica maior, enquanto aquela gera uma constante elástica menor. Cada um tem sua aplicabilidade prática, mas a associação em paralelo é mais usada. Obviamente que no experimento, tem de ser descartadas algumas variáveis, como, por exemplo, o peso das molas, além de alguns valores terem que ser arredondados para que se pudesse o fenômeno ser verificado em laboratório, mesmo assim, os resultados obtidos foram coincidentes com o esperado. V. CONCLUSÃO Após o término do experimento e análise dos resultados, concluímos que as molas atuam de forma diferente, dependendo do tipo de associação utilizada: a associação feita em série ou feita em paralelo. Na experiência, pudemos verificar que quando as molas são associadas em série, é como se formasse-se uma nova mola, maior e com constante elástica menor. Já com as molas associadas em paralelo, gera-se uma constante elástica menor, pois não é "criada uma nova

Gráfico 1 - Molas em série

F = 2,5676x + 0,0285 Resultante entre X5 e F5 √

Gráfico 2 - Molas em paralelo

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mola" e sim, as molas agem em conjunto, diminuindo a constante elástica.

VI. REFERÊNCIAS Acesso ao site  www.sofisica.com.br Conteúdos disponibilizados pela professora Sandra Rauzis

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