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ÍNDICE Apresentação Mitos de Criação 1. O Purusha Sukta (Hino do Ho e ! ". A Pra#apati $. A Canção da Criação %.

Cos o&onia no Shatapatha ' (rah ana ). Aitar*ea +panishad ,. A Perenidade da -riação na .isão (udista/ no Di&a Nika*a 0. O ito -hin1s de Panku 2. Cos o3o&ia daoista e 4ao5i 6. A -os o3o&ia daoista do Huanan5i Nature5a Hu ana 17. A .isão 8udista da Nature5a Hu ana no Suttanipata 11. Outra 9isão 8udista/ so8re a nature5a hu ana/ no Sa *utta Nika*a 1". A nature5a hu ana : 8oa ; a 9isão de M1n-io 1$. A nature5a hu ana : < ; a 9isão de =un5i 1%. A Nature5a Hu ana : indistinta ; a 9isão de 4u8u>ei 1). A nature5a hu ana depende da -u3tura ' Huainan5i 1,. A nature5a hu ana depende da edu-ação ; Don& ?hon&shu

A Morte 10 ' Hino para ser entoado e u @unera3/ do Athar9a .eda 12. A Morte/ a trans i&ração e a Ação Hu ana no Mana9a Dhar a Shastra (As 4eis de Manu! 16. A Morte no Aatha +panishad "7. A Morte na .isão (udista no Mo##hi a ' Nika*a "1. A orte na 9isão de ?huan&5i Ca inhos para a Sa8edoria "". As Cara-terBsti-as do S<8io Per@eito no (ha&ha9ad Cita "$. + a estra e 8us-a da sa8edoriaD A Con9ersa Entre Ea#Fã9a3k*a e Maitre*i no (rihadaran*aka upanishad "% A 8us-a de S9etaketu/ no Chando&*a +panishad "). A sa8edoria nos Eo&as sutras de Patan#a3i ' Gor as de Meditação e de Sa adhi ",. O Ca inho (udista/ des-rito no Sa *utta Nika*a "0. A redenção pe3o estudo/ no ?hon& Eon& de Con@H-io e ?isi "2. O dao dos daoBstas/ de 4ao5i "6. O dao o8s-uro de ?huan&5i $7. O Dao da saHde do Nei#in& (O Iratado Interno! ' Iratado so8re a .erdade Natura3 nos Ie pos Anti&os .i9endo e So-iedade $1. A Criação do Mundo e a ori&e das 3eis e das -astas no ana9adhar ashastra $". So8re a Ori&e e .a3or das Juatro Castas no Maha8harata $$. A 9isão das -astas para os 8udistas no Mo##hi a ' Nika*a $%. Ke&ras Para u Che@e de Ga B3ia/ no ana9adhar ashastra $). De9eres das Mu3heres no ana9adhar ashastra $,. Ke&ras para u -he@e de @a B3ia 8udista/ no

Sutanippata $0. Ode ao rei Lue 3a9ra a terra/ pedindo u ano de a8undMn-ia/ no Shi#in& (Iratado dos Poe as! $2. Poe a de u a u3her di9or-iada/ no Shi#in& $6. 4a ento de u @un-ion<rio so8re a is:ria/ no Shi#in& %7. So8re o 3a8or a&rB-o3a/ no Shi#in& %1. Outras &entes/ no ?hon&*on& de Con@H-io e ?isi %". Os de9eres de o8ri&ação uni9ersa3/ no ?hon&*on& %$. A .isão da -i9i3i5ação e ?huan&5i %%. O -i-3o da 9ida hu ana no Nei#in& %). JueiNa e ape3o de ?huan& Jian& -ontra o au trato Lue re-e8eu do esposo/ no Shi#in& (tratado dos Poe as! %,. Contra o O3-oo3 e a E 8ria&ue5/ no Shu#in& (tratado dos 3i9ros! %0. Contra o 4uNo/ no Shu#in& %2. So-iedade e Edu-ação/ no 4i#i ( anua3 dos Kituais! %6. Co o sur&iu 4i (a -u3tura! no 4i#i )7. O pape3 do indi9Bduo na estruturação da so-iedade/ no DaNue (Crande Estudo! Deuses/ Crenças e En-anta entos )1. A Morte e os Deuses no Ki& .eda )". A 4enda Indiana So8re o Di3H9io )$. Hino P Indra/ no Ki& .eda )%. Hino P Indra/ .aruna e ao Su-o sa&rado/ o So a/ no Ki& .eda )). Hino Ps di9ersas di9indades/ no Ki& .eda ),. Hino Ps di9ersas di9indades/ no Sa a .eda )0. Os no es de Indra/ no Sa a .eda )2. A espe-u3ação so8re o (rah an no Isha +panishad )6. Jue : o -riadorQ No Aena upanishad ,7. Pre-e re-itada durante o preparo de u un&Rento preser9ati9o de a3es e doenças/ do Athar9a .eda ,1. Para o8ter o a or de u a u3her (ide ! ,". Hino Ps rãs/ para Lue 9enha as -hu9as (ide ! ,$. Para a-har'se u o8#eto perdido (ide ! ,%. Para 3i9rar a3&u: do 9B-io do #o&o (ide !

,). GuNi e Nu&ua ,,. Huan&di/ o deus do Meio ,0. O PaBs dos I ortais/ do Shanhai#in& (C3<ssi-o das Montanhas e dos Mares! ,2. As I3has dos I ortais/ do Shanhai#in& (C3<ssi-o das Montanhas e dos Mares! ,6. De Snios e Geras (estiais/ do Shanhai#in& (C3<ssi-o das Montanhas e dos Mares! 07. O Mundo anti&o/ por ?huan&5i 01. O -o@re &uarne-ido de eta3/ a histTria de u a pre9isão no Shu#in& (tratado dos 3i9ros! 0". + a pre9isão do Iratado das utaçUesD HeNa&ra a 12/ a Ke-uperação do Deteriorado/ do Ei#in& 0$. In9o-ação ao an-estra3 da dinastia Shan&/ Ian&. 0%. + a anti&a -ura para depressão/ no 4ie5i A Arte de (e Co9ernar 0). Os De9eres de u Kei/ no dhar a sutra 0,. Kei e Punição/ no ana9adhar ashastra 00. O poder do rei/ no Artashastra 02. A po3Bti-a e-u 1ni-a de Ashoka 06. Dis-urso do MarLues de Jin/ no shu#in& 27. As re&ras do 8o &o9erno/ no ?hon&*on& 21. As -in-o o8ri&açUes do 8o 3Bder/ no 4i#i 2". Cin-o de9eres e Luatro erros/ no 4un*u (Di<3o&os! de Con@H-io 2$. O &o9erno do po9o/ e M1n-io 2%. As proi8içUes/ de Cuan5i 2). O &o9erno daoBsta de 3ao5i/ no daode#in& (tratado da 9irtude e do -a inho! 20. O Co9erno/ para shan& *an& 22. Ke&ras para o 8o &o9erno/ de han@ei5i .isUes da Cuerra 26. (enção das ar as de u prBn-ipe e &uerra/ do athar9a 9eda 67. A &uerra nas 3eis de Manu

sua ida para a

61. 6". 6$. 6%. 6).

+ So3dado pensando no 4ar/ do shi#in& So8re as proposiçUes da 9itTria e a derrota/ e Contra a Cuerra/ e Mo5i A &uerra : u assa-re/ e M1n-io A &uerra/ e shan&*an&

Sun5i

A Ci1n-ia de Ke&istrar o Passado 6,. A A&itação do O-eano Pe3os Deuses/ no 9ishnu purana 60. + a passa&e do ChunLiu (pri a9eras e outonos!/ -o entada pe3o 5uo5huan de 5uoLiu in& 62. O Canon de Eao/ do shu#in& 66. Contra os <u3i-os siste <ti-os/ do 5han&&uo-e/ ou Dis-ursos dos estados -o 8atentes 177. A .ida de Po Ei/ por Si a Jian/ no shi#i (re-ordaçUes histTri-as! AneNo a! A 9isão de passado e shan& *an& 8! Crande Iratado so8re a Har onia da At os@era das Juatro EstaçUes -o o EspBrito Hu ano/ no Nei#in& (o tratado interno!
Mitos de Criação A Índia Antiga é uma civilização em que abundam os mitos de criação, talvez devido a sua extrema flexibilidade religiosa e à uma filosofia inteiramente dedicada aos temas metafísicos e teológicos. ara uma mentalidade monoteísta, é difícil com!reender como uma mesma cultura " e !or conseguinte, o que entendemos ser um #mesmo sistema religioso$, o %induísmo &, consegue aceitar e conviver com esta multi!licidade de vis'es( mas nisso reside, exatamente, a riqueza da liberdade de !ensar e de !ro!or inter!retaç'es diferentes sobre os mesmos temas, questão fundamental que levou o !ensamento ocidental a v)rios acidentes de !ercurso. *esta !rimeira seção, !ortanto, veremos tr+s mitos de criação !resentes no documento mais antigo da civilização indiana, o ,ig -eda. . %ino de !urus%a !arece se tratar da !rimeira fonte a buscar ex!licar e legitimar a se!aração das castas indianas( o %ino a !ra/a!ati e a canção da criação se tratam, contudo, de es!eculaç'es de origem teológica e filosófica sobre as origens. 0embremos que o ,ig veda é um texto de origem ariana,

ancestral, em que o futuro !ensamento #%induísta$ ainda est) em seu embrião. A conseq1+ncia da evolução do !ensamento indiano antigo a!arece nos dois textos seguintes " uma visão cosmog2nica do surgimento do universo, do s%ata!at%a " bra%mana, e uma introdução ao !roblema no Aitare3a 4!anis%ad. Ambos os textos fazem !arte de um contexto cultural, situado entre os séculos &5 e &6 aec, em que os indianos re!ensam suas origens, sua cultura arianista e v+em surgir !ro!ostas alternativas como a do budismo e do /ainismo. 4ma discussão sobre o universo im!erecível é !ro!orcionada !elo texto budista do dig%a&ni7a3a, !ro!orcionando um contra!onto às vis'es tradicionais da índia %indu&védica. 8uanto à 9%ina, sem!re tão carente de mitos de criação, fornece& nos dois exem!los es!eculativos, baseados na teoria 3in&3ang, do surgimento do universo. . !rimeiro a!rece no texto de laozi, o daode/ing, e o segundo, no texto !osterior, da é!oca :an, o %uainanzi. . terceiro exem!lo, o mito de !an7u, só surgiria tardiamente, e é incluído aqui a título de demonstração " as informaç'es de que dis!omos a!ontam que este mito não foi divulgado, senão, de!ois do !eríodo :an como algo !ró!rio da cultura c%inesa.

1. O Purusha Sukta (Hino do Homem) Mi3 -a8eças te Purusha/ i3 o3hos/ i3 p:s. Por toda parte i pre&nando a terra e3e en-he u de5 dedos de 3ar&ura.

espaço -o

Esse Purusha : tudo Lue at: a&ora #< @oi e tudo Lue ser</ o senhor da i orta3idade Lue se torna aior ainda pe3o a3i ento. Ião poderosa : sua &rande5aV Si / aior do Lue isto : Purusha. Iodas as -riaturas são u a Luarta parte de3e/ tr1s Luartas partes são a 9ida eterna no -:u. Co tr1s Luartos Purusha su8iuW u Luarto de3e no9a ente esta9a aLui. DaB saiu para todos os 3ados por so8re o Lue -o e e o Lue não -o e. De3e nas-eu .ira# (a!W e no9a ente de .ira# nas-eu Purusha. Assi Lue nas-eu/ espa3hou'se para oriente e o-idente so8re a terra.

Juando os deuses preparara o Sa-ri@B-io -o Purusha -o o sua o@erenda/ Seu T3eo @oi a pri a9eraW a d<di9a santa @oi o outonoW o 9erão @oi a adeira. E3es e 8a3sa ara -o o 9iti a so8re a &ra a o Purusha nas-ido no te po ais anti&o. Co e3e as deidades e todos os Sadh*as e Kishis (8! @i5era sa-ri@B-io. Desse &rande Sa-ri@B-io &era3 a &ordura Lue &ote#a9a @oi -o3hida. E3e @or ou as -riaturas do ar/ os ani ais se39a&ens e do esti-ados. DaLue3e &rande Sa-ri@B-io &era3 Ki-s (-! e hinos'Sa a (d! nas-era W DaB @ora produ5idos en-anta entos e sorti3:&iosW os Ea#us (e! sur&ira disso. De3e nas-era os -a9a3os e todo o &ado -o dentesW De3e se reuniu o &ado 9a-u / de3e nas-era duas @i3eiras de -a8ras e o9e3has.

Juando di9idira Purusha/ Luantos pedaços @i5era Q A Lue -ha a sua 8o-a/ seus 8raçosQ A Lue -ha a suas -oNas e p:sQ O (rM ane (@! @oi sua 8o-a/ de a 8os os seus 8raços @oi @eito o Ka#an*a (N<tria!. Suas -oNas tornara 'se o 9aiN</ de seus p:s o sudra @oi produ5ido. A 4ua @oi en&endrada de sua ente/ e de seu o3ho o So3 nas-euW Indra e A&ni nas-era de sua 8o-a/ e .a*u de seu a3ento. De seu u 8i&o 9eio a at os@eraW o -:u @oi ode3ado de sua -a8eçaW A terra de seus p:s/ e de suas ore3has as re&iUes. Assi e3es @or ara os undos. Sete 8astUes de 3uta tinha e3e/ tr1s 9e5es sete -a adas de -o 8ustB9e3 @ora preparadas/ Juando os deuses/ o@ere-endo o sa-ri@B-io/ anietara sua 9Bti a/ Purusha. Os deuses/ sa-ri@i-ando/ sa-ri@i-ara a 9Bti aW estes @ora os pri eiros sa-ra entos. Os poderosos -he&ara Ps a3turas do -:u/ 3< onde os Sadh#as/

deuses anti&os/ estão

orando.(1!

a! Contrapartida @e inina do prin-ipio as-u3ino/ Purusha. 8! santos e pro@etas de te pos anti&os. -! Estro@es do Ki&'9eda. d! Estro@e do sa a'9eda. e! GTr u3as rituais do Ea#ur'9eda. @! As Luatro -3asses so-iais.

2. A Prajapati No inB-io sur&iu Hiran*a&ar8ha/ (a! nas-ido senhor Hni-o de todos os seres -riados. E3e @iNou e sustenta esta terra e -:u. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Propor-ionador de a3ento 9ita3/ de @orça e 9i&or/ aLue3e -u#os anda entos todos os deuses a-eita D O senhor da orte/ -u#a so 8ra : a 9ida i orta3. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ ALue3e Lue por sua &rande5a to ou'se senhor Hni-o de todo o undo T9e3 Lue respira e dor eD ALue3e Lue : senhor dos ho ens e senhor do &ado. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Suas/ por seu poder/ são estas ontanhas -o8ertas de ne9e/ e Xos ho ens -ha a o ar e Kasa (8! sua posseD Seus 8raços são estes/ suas são estas re&iUes -e3estiais. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Por e3e/ os -:us são @ortes e a terra se&ura/ por e3e o reino da 3u5 e a ar-ada do -:u são sustentadosW Por e3e as re&iUes na at os@era @ora edidas. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Para e3e/ apoiados por sua a#uda/ dois eN:r-itos e 8ata3ha o3ha -o tre or no espBrito/ Juando so8re e3es o so3 8ri3ha. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Na :po-a e Lue as <&uas poderosas 9iera /

-ontendo o &er e uni9ersa3/ produ5indo A&ni/ DaB passou a eNistir o espBrito dos deuses. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ E seu poder/ e3e eNa inou as en-hentes Lue -ontinha @orça produti9a e &era9a a adoração. E3e : o deus dos deuses e nin&u: ais do Lue e3e. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Jue nun-a possa e3e nos @erir/ e3e Lue : o -riador da terra/ ne e3e -u#as 3eis são -ertas/ o -riador dos -:us/ E3e Lue trouNe as &randes e 3u inosas <&uas. Jue deus adorare os -o nossa o83açãoQ Pra#apatiV ST tu -o preendes todas essas -oisas -riadas/ e nin&u: ais senão tu. Atende o dese#o de nossos -oraçUes Luando te in9o-a os ' Lue possa os ter uita riLue5a e nosso poder. a! Cer e dourada/ no e dado ao deus (ra a. 8! No e de u rio Bti-o.

3. A Canção da Criação Então não eNistia o não'eNistente/ ne o eNistente ' não ha9ia reino do ar/ ne -:u a3: de3e. o Lue en-o8ria/ e ondeQ E o Lue da9a a8ri&oQ ENistia <&ua a3i/ urra pro@undidade insond<9e3 de <&uaQ Não eNistia então a orte/ ne -oisa a3&u a i orta3 ' não ha9ia sina3/ o di9isor do dia e da noite. ALue3a -oisa Hni-a/ se a3ento/ respirou por sua prTpria nature5a ; a não ser e3a/ não eNistia -oisa a3&u a. ENistia tre9aW de -o eço o-u3to na tre9a/ esse Iudo era -aos indis-ri inado. E tudo Luanto eNistia então era 9a5io e se @or a ; pe3o &rande poder do -a3or nas-eu aLue3a unidade. DaB e diante sur&iu o dese#o no inB-io/ Dese#o/ a se ente e &er es pri e9os do espBrito. S<8ios Lue 8us-a9a -o o pensa ento e seus -oraçUes des-o8rira o parentes-o do eNistente no não'eNistente.

Irans9ersa3 ente sua 3inha de separação se estendeu ' o Lue esta9a a-i a/ então/ e a8aiNoQ ENistia reprodutores/ @orças poderosas/ ação 3i9re aLui e ener&ia a-i a/ a3: . Jue rea3 ente sa8e e Lue pode de-3arar/ de onde nas-eu e de onde 9eio essa -riaçãoQ Os deuses 9iera depois da produção deste undo. Jue sa8e/ portanto/ de onde e3e 9eio pe3a pri eira 9e5Q E3e/ a pri eira ori&e desta -riação/ tenha @or ado a es a toda ou não a tenha @or ado/ Cu#o o3ho -ontro3a este undo no -:u ais a3to/ e3e rea3 ente sa8e/ ou ta39e5 não sai8a.

4. Cosmo onia no Shatapatha ! "rahmana Na 9erdade/ de ini-io este uni9erso era <&ua/ nada ais Lue u ar de <&ua. As <&uas dese#ara D YCo o pode os reprodu5irQZ E3as se es@orçara e prati-ara de9oçUes @er9orosas/ e Luando se esta9a aLue-endo @oi produ5ido u o9o dourado. O ano/ na 9erdade/ não esta9a então e eNist1n-ia ' esse o9o dourado @3utuou durante o espaço de u ano. No perBodo de u ano u ho e / este Pra#apati/ a @oi produ5ido da3i/ e por isso u a u3her/ u a 9a-a ou u a :&ua &era dentro do espaço de u ano/ pois Pra#apati nas-eu e u ano. E3e ro peu o o9o dourado. Não eNistia então/ na 9erdade/ Lua3Luer 3u&ar de des-ansoW apenas esse o9o dourado/ tra5endo'o/ @3utua9a durante todo o espaço e u ano. No @ina3 de u ano/ e3e tentou @a3ar. Disse Y8huhrY/ pa3a9ra Lue se to ou esta terraW ' Y8hu9arY/ Lue se to ou o arW ' [s9arY/ Lue se to ou o -:u a3: . Por isso u a -riança tenta @a3ar ao @i de u ano/ pois ao @i de u ano Pra#apati tentou @a3ar. Juando @a3a9a e3a pri eira 9e5/ Pra#apati di5ia pa3a9ras de u a sB3a8a e de duas sB3a8asW por isso u a -riança/ Luando @a3a pe3a pri eira 9e5/ di5 pa3a9ras de u a e duas sB3a8as. Essas tr1s pa3a9ras -onsiste e -in-o sB3a8as e e3e as to ou as -in-o estaçUes. Ao @ina3 do pri eiro ano/ Pra#apati su8iu para estar so8re essas pa3a9ras assi produ5idasW por isso u a -riança tenta estar de p: ao @i de u ano/ pois ao u de u ano Pra#apati @i-ou de p:.E3e nas-eu -o u a 9ida de i3 anosW assi -o o a3&u: poderia 9er a distMn-ia a -osta e @rente/ assi e3e o3hou a -osta a @rente de sua prTpria

9ida/ Dese#ando ter pro&1nie/ -ontinuou a -antar 3ou9ores e a tra8a3har. Esta8e3e-eu o poder de reprodução e seu prTprio eu. Pe3o a3ento de sua 8o-a -riou os deuses ' os deuses @ora -riados ao entrar no -:uW e esta : a di9indade dos deuses/ a Lue tenha sido -riados ao entrar no -:u. Iendo'os -riado hou9e/ por assi di5er/ dia para e3e e esta : ta 8: a di9indade dos deuses/ a Lue/ depois de -ri<'3os/ hou9e/ por assi di5er/ dia para e3e. E pe3o a3ento ou respiração para 8aiNo/ e3e -riou os AsurasV' Lue @ora -riados entrando nesta terra. Iendo'os -riado hou9e/ por assi di5er/ tre9a para e3e. A&ora Lue a 3u5 do dia/ por assi di5er/ eNistia para e3e/ ao -riar os deuses/ isso e3e @e5 o diaW e a tre9a/ por assi di5er/ Lue ha9ia para e3e/ ao -riar os Asuras/ disso e3e @e5 a noite ' e3es são esses dois/ o dia e a noite. a! YSenhor das -riaturasY/ o deus supre o a 9ir. 8! + a -3asse de de Snios/ oponentes dos deuses.

#. Aitar$ea %panishad ANIES DA CKIA\]O/ tudo O Lue eNistia era o Eu/ so ente o Eu. Nada ais ha9ia. Então o Eu pensouD YCriarei os undos.Y E3e -riou os undosD A 8has/ o undo ais e3e9ado/ Lue est< a-i a do -:u e : sustentado por e3eW Mari-hi/ o -:uW Mara/ o undo orta3/ a terraW e Apa/ o undo a8aiNo da terra. E3e pensouD YEis os undos. En9iarei a&ora os seus &uardiUes.Y En9iou então os &uardiUes. E3e pensouD YEis os undos e seus &uardiUes. En9iarei a3i ento para os &uardiUes.Y Então en9iou a3i ento para e3es. E3e pensouD [Co o poderão eNistir &uardiUes se Lue eu to e parte ne3esQZ. YSe/ se i / a pa3a9ra : pronun-iada/ o a3ento : a8sor9ido/ os o3hos 91e / o ou9ido ou9e/ a pe3e sente/ a ente pensa/ os Tr&ãos seNuais pro-ria / então o Lue sou euQY E3e pensouD YPenetrarei nos &uardiUes.Y E então/ a8rindo o -entro dos seus -rMnios/ entrou. A porta por onde e3e entrou : -ha ada de porta da 8e 'a9enturança. Sendo o Eu des-onhe-ido/ todos os tr1s estados da a3 a são apenas sonhoD 9i&B3ia/ sonho e sono se sonhos. E -ada u de3es ha8ita o EuD o o3ho : o 3o-a3 e Lue ha8ita Luando esta os a-ordados/ a

ente : o 3o-a3 e Lue ha8ita enLuanto sonha os/ o 3Ttus do -oração : o 3o-a3 e Lue ha8ita Luando dor i os o sono se sonhos. ApTs penetrar nos &uardiUes/ e3e se identi@i-ou -o e3es. Iornou'se uitos seres indi9iduais. Assi / -onseLRente ente/ se u indi9Bduo a-orda do seu trBp3i-e sonho de 9i&B3ia/ sonho e sono se sonhos/ 91 apenas o Eu. E3e 91 o Eu orando no 3Ttus do seu -oração -o o (rah an/ onipresente/ e de-3araD YConheço (rah anVZ Jue : esse Eu Lue dese#a os 9enerarQ De Lue nature5a : esse EuQ ^ e3e o eu atra9:s do Lua3 9e os a @or a/ ou9i os o so / -heira os o odor/ @a3a os as pa3a9ras e pro9a os o do-e ou o a ar&oQ ^ e3e o -oração e a ente atra9:s do Lua3 per-e8e os/ -o anda os/ dis-ri ina os/ -onhe-e os/ pensa os/ re-orda os/ Luere os/ senti os/ dese#a os/ respira os/ a a os e eNe-uta os outros atos se e3hantesQ Não/ esses são apenas ad#untos do Eu/ Lue : -ons-i1n-ia pura/ Lue : (rah an. E esse Eu/ Lue : -ons-i1n-ia pura/ : (rah an. E3e : Deus/ todos os deusesW os -in-o e3e entos ' terra/ ar/ @o&o/ <&ua/ :terW todos os seres/ &randes ou peLuenos/ nas-idos de o9os/ nas-idos do Htero/ nas-idos do -a3or/ nas-idos do so3oW -a9a3os/ 9a-as/ ho ens/ e3e@antes/ p<ssarosW tudo o Lue respira/ os seres Lue -a inha e os seres Lue não -a inha . A rea3idade Lue est< por tr<s de todos e3es : (rah an/ Lue : -ons-i1n-ia pura. Iodos esses/ enLuanto 9i9e / e depois Lue -essa de 9i9er/ eNiste ne3e. O s<8io .a ade9a/ tendo per-e8ido (rah an -o o -ons-i1n-ia pura/ partiu desta 9ida/ su8iu aos -:us/ rea3i5ou todos os seus dese#os/ e a3-ançou a i orta3idade.

&. A Perenidade da 'riação na (isão "udista) no *i a +ika$a H</ T on&es/ ere itas e 8rM anes Lue são e parte eterna3istas/ e parte não'eterna3istas. E3es assenta e prin-Bpio por Luatro ra5Ues Lue o eu e o undo são e parte eternos/ e parte não' eternos. Juais são os oti9osQ _ on&es/ se produ5 u estado e Lue/ a u o ento dado apTs u 3on&o 3apso de te po/ este undo est< e in9o3ução. Este undo estando e in9o3ução/ os seres na sua aioria torna 'se Kadiantes. Iorna 'se -o postos de espBrito/ &o5a do 1Ntase/ 3H-ido Luanto ao eu/ -ir-u3ando no -:u/ per ane-endo na &3TriaW e3es dura durante u a 3on&a/ 3on&a

eNist1n-ia. Ora/ on&es/ produ5'se u estado e Lue/ a u dado o ento/ apTs u 3on&o 3apso de te po/ este undo est< e e9o3ução. Este undo estando e e9o3ução/ 9e a apare-er a orada 9a5ia de u (rah a. Então u ser/ se#a Lue a duração de sua 9ida este#a es&otada se#a Lue seu :rito este#a es&otado tendo orrido no &rupo dos Kadiantes/ sur&e na orada 9a5ia de u (rah a. E3e se to a -o posto de espBrito/ &o5a do 1Ntase/ 3H-ido Luanto ao eu/ -ir-u3ando no -:u/ per ane-endo na &3Tria/ e3e dura durante u a 3on&a/ 3on&a eNist1n-ia. Se eu estando pertur8ado/ de aB per ane-er na so3idão/ apTs u a 3on&a eNist1n-ia/ a @a3ta de -ontenta ento e a a&itação nas-e ne3e/ e e3e pensaD YPra5a ao C:u Lue outros seres 9enha ta 8: a este estadoY. Então deter inados seres ta 8: e3es/ se#a porLue a duração de sua 9ida est< es&otada/ se#a porLue seu :rito est< es&otado/ tendo orrido no &rupo dos Kadiantes sur#a na orada de (rah a/ na -o panhia deste ser. Estes são i&ua3 ente -o postos de espBritos... et-. e dura durante u a 3on&a eNist1n-ia. E -onseLR1n-ia/ T on&es/ 9e ao ser Lue sur&iu a3i pri eiro esta id:iaD YSou eu Lue u (rah a/ u &rande (rah ã/ .en-edor/ in9en-B9e3/ ALue3e Lue tudo 91/ Lue &o9erna/ Senhor/ Ga5edor/ Criador/ Che@e/ Dispensador/ Mestre/ Pai de todos os seres Lue 9iera a ser e 9irão. Estes seres são -riados por i . Jua3 : a -ausa distoQ Pri eiro e 9eio esta id:iaD YPra5a ao C:u Lue outros seres 9enha a este estadoY. E ta3 era inha reso3ução Lue estes seres 9iera a este estado. E ta 8: aos seres Lue suspira ais tarde 9eio esta id:iaD Yeste (rah ã 9enerado : u &rande (rah ã... Pai de todos os seres Lue 9iera a ser e 9irão. NTs @o os -riados por este (rah ã. Jua3 @oi a -ausa distoQ ^ Lue 9e os Lue e3e sur&iu aLui pri eiro e Lue nTs sur&i os depois de3eY. Mas pode su-eder/ T on&es/ Lue u ser tendo orrido neste &rupo/ 9enha a este estado e a8andone o 3ar/ 9i9er se 3ar. Iendo @eito assi / pode su-eder Lue pe3o resu3tado de seu ardor/ por u resu3tado de seu es@orço/ por u resu3tado de sua ap3i-ação/ por u resu3tado de sua sin-eridade/ -o o resu3tado de seu tra8a3ho enta3 -orreto/ e3e atin#a a u a -onte p3ação enta3 ta3 Lue/ seu espBrito estando e -onte p3ação/ e3e se possa 3e 8rar desta ha8itação anteriorD e3e não se 3e 8ra de nenhu a outra anterior a essa. E3e di5D O (rah ã 9enerado Lue : u &rande (rah ã/ .en-edor/ in9en-B9e3 et-... Pai de todos os seres Lue 9iera e 9irão a ser/ : por este (rah ã 9enerado Lue @o os -riados. E3e : per anente/ est<9e3/ eterno/ não su#eito P udança/ i&ua3 ao eterno pois durar< -o o e3e. Mas aLue3es dentre nTs Lue @ora -riados por estes (rah ã/ tendo -he&ado a este estado/ são i per anentes/ inst<9eis/ de

-urta 9ida/ su#eitos P orte. ^ a pri eira -onsideração pe3a Lua3 a3&uns ere itas e 8rM anes assenta e prin-Bpio Lue o eu e o undo são e parte eterno/ e parte não'eternos. E se&undo 3u&ar/ T on&es/ h< de9as Lue são -ha ados YCorro pidos pe3o pra5erZ. Durante u te po prodi&iosa ente 3on&o e3es 9i9e inteira ente para as -oisas do riso/ do pra5er do de3eiteW por isso sua e Tria : -on@usa/ e -o o sua e Tria : -on@usa estes de9as orre neste &rupo. Mas pode su-eder/ T on&es/ Lue tendo orrido neste &rupo/ u ser 9e a este estado e a8andona o 3ar para 9i9er se 3ar. Iendo @eito assi . .. (et-. -o o a-i a!. .. e3e não se 3e 8ra de nenhu a ha8itação anterior a essa. E3e pensaD YOs di&nos de9as/ Lue não estão -orro pidos pe3o pra5er/ não 9i9era durante u te po prodi&iosa ente 3on&o inteira ente para as -oisas do riso/ do pra5er/ do de3eiteW assi sua e Tria não : -on@usa/ e sua e Tria/ não sendo -on@usa/ estes de9as não orre neste &rupo. E3es são per anentes/ est<9eis/ ternos/ não su#eitos P udançaW e3es são se e3hantes ao eterno/ pois durarão -o o e3e. Mas aLue3es dentre nTs Lue 9i9era inteira ente para as -oisas do riso/ do pra5er/ do de3eite durante u te po prodi&iosa ente 3on&o/ t1 a e Tria -on@usaD nossa e Tria sendo -on@usa/ nTs orrere os neste &rupo e -he&are os a este estado. NTs so os i per anentes/ inst<9eis/ de -urta 9ida/ su#eitos/ P orteZ. ^ a se&unda -onsideração pe3a Lua3 a3&uns ere itas e 8rM anes assenta e prin-Bpio Lue o eu e o undo são e parte eternos/ e parte não'eternos. E ter-eiro 3u&ar/ T on&es/ h< de9as Lue se -ha a YCorro pidos e espBritoY. Durante u te po prodi&iosa ente 3on&o/ e3es são -onsiderados e #u3&ados entre e3es de u a aneira in9e#osa. Co o -onseLR1n-ia disto seus espBritos são a-u3ados uns e re3açãoD aos outros/ e e -onseLR1n-ia seu -orpo : -ansado/ seu espBrito : -ansado. E3es orre neste &rupo. Mas pode su-eder/ T on&es Lue tendo orrido neste &rupo/ u ser 9e neste estado/ e a8andona o 3ar para 9i9er se 3ar... (-o o a-i a!W e3e não se 3e 8ra de nenhu a ha8itação anterior a essa. E3e di5D YOs di&nos de9as Lue não são -orro pidos e espBrito não são -onsiderados e #u3&ados entre si de odo in9e#oso durante u te po prodi&iosa ente 3on&o. Assi seus espBritos não são a-u3ados uns e re3ação aos outros/ seu -orpo e seu espBrito não estão -ansados. Estes de9as não orre neste &rupo. E3es são per anentes... (et-.!/ e3es durarão. NTs Lue so os Corro pidos e espBrito/ Lue so os -onsiderados e #u3&ados entre nTs de odo in9e#oso durante u te po prodi&iosa ente 3on&o/ nTs -u#o -orpo e espBrito estão -ansados/ nTs Lue/ tendo orrido neste &rupo/ -he&a os a este estadoW nTs so os

i per anentes/ inst<9eis/ de 9ida -urta/ su#eitos P orte.Y ^ a ter-eira -onsideração pe3a Lua3 a3&uns ere itas e 8rM anes assenta e prin-Bpio Lue o eu e o undo são e parte eternos/ e parte não'eternos. E Luarto 3u&ar/ T on&es/ u ere ita ou 8rM ane ra-io-ina e estuda. De a-ordo -o u siste a por e3e in9entado/ e3a8orado so8re o ra-io-Bnio/ 8aseado so8re o estudo/ e3e @a3a da se&uinte aneiraD YIudo o Lue se pode -ha ar o3ho/ ore3ha/ nari5/ 3Bn&ua/ -orpo/ esse eu : i per anente/ inst<9e3 não eterno/ su#eito P udança. Mas o Lue -ha a espBrito/ pensa ento ou -ons-i1n-ia este eu : per anente/ est<9e3/ não su#eito P udançaW se e3hante ao eterno/ pois -o o e3e durar<.Y ^ a Luarta -onsideração pe3a Lua3 a3&uns ere itas e 8rM anes Lue são e parte eterna3istas/ e parte não'eterna3istas/ assenta e prin-Bpio Lue o eu e o undo são e parte eternos/ e parte não' eternos. Disto/ T on&es/ o Des-o8ridor da .erdade te a pres-i1n-iaD Estas opiniUes espe-u3ati9as/ sustentadas desta aneira/ a@ir adas deste odo/ ter inarão por 3e9ar a este ou PLue3e destino/ a este ou PLue3e estado @uturo. Disso o Des-o8ridor da .erdade te a pres-i1n-ia/ e te a pres-i1n-ia de outras -oisas ainda. Mas es o tendo esta pres-i1n-ia e3e ne3a não insiste. Co o e3e não insiste/ o nir9ana se en-ontra ne3e/ -onhe-ido de si es oW -onhe-endo tais -o o são 9erdadeira ente a ori&e e o desapare-i ento das sensaçUes/ sua doçuraW seu peri&o/ e o odo de de3es se e9adir/ o Des-o8ridor da .erdade/ T on&es/ : 3i8ertado se Lue su8sista ne3e u resBduo Lua3Luer X3e9ando a outra eNist1n-ia`.

,. O mito 'hin-s de Panku Se&undo a tradição/ antes da separação do -:u e da terra/ o uni9erso asse e3ha9a'se a u o9o &i&antes-o. Pan'Au -res-ia e seu interior. ApTs de5oito i3 anos/ su8ita ente despertou e a8rindo os o3hos não se aper-e8eu de -oisa a3&u a e torno de si. Atordoado to ou de u a-hado e &irando'o -o &rande B peto/ -onse&uiu Lue8rar a -as-a do o9o nu enor e estrondo. Então a parte superior e3e9ou'se aos pou-os @or ando o -:u. A parte in@erior 3enta ente des-eu/ @or ando a terra. Juanto a Pan'Au/ este assu iu sua @or aD possuBa -a8eça de dra&ão e -orpo de -o8ra. Sua respiração era -onstituBda pe3o 9ento/ a -hu9a e o tro9ão. Juando a8ria os o3hos se @a5ia 3u5. Juando os @e-ha9a/ sT o es-uro. Pan'Au/ para i pedir Lue se unisse no9a ente as partes ora

separadas/ eNteriori5ou todo o seu poder/ @iNando'se entre o -:u e a terra -o o eiNo. O -:u su8ia diaria ente de5 p:s. O -hão/ #< esta8e3e-ido/ a9o3u a9a'se de5oito i3 p:s por dia. Juanto ao -orpo de Pan'Au/ este se desen9o39ia no es o rit o. E assi se passara outros de5oito i3 anos. Pan'Au -ontinua9a a desen9o39er'se/ tão @orte e sT3ido/ Lue sustenta9a o -:u. Contudo/ -he&ado o o ento e Lue estando @ir es o -:u e a terra/ entendeu não ser ais ne-ess<ria a sua per an1n-ia na posição de eiNo e assi deitou'se para orrer. E se eta or@oseou. Ma&i-a ente sua respiração se trans@or ou no 9ento e nas nu9ens e sua 9o5 no tro9ão. De seu o3ho esLuerdo nas-e o so3. De seu o3ho direito sur&e a 3ua. Mãos e p:s -ria os Luatro pontos -ardeais e as &randes ontanhas. De seu san&ue/ o i3a&re dos rios e dos ner9os os -a inhos naturais. De sua -arne a terra @:rti3. De seus -a8e3os e 8ar8a -ria 'se as estre3as. De sua pe3e e p13os 8rota <r9ores e outros 9e&etais. De seus dentes e ossos e-3ode as ro-has e pedras pre-iosas/ as p:ro3as e o #ade. E de seu suor/ a @onte do or9a3ho e da -hu9a. Os ho ens/ nu a atitude de pro@unda re9er1n-ia e respeito/ @i5era er&uer u &rande tH u3o de $77 i3has de -o pri ento para todo o se pre -u3tuar o seu espBrito.

.. Cosmo/o ia daoista em 0ao1i O Iao &era o u o u &era o dois o dois &era o tr1s o tr1s &era as de5

i3 -oisas

Iodos os seres t1 o Ein e o Ean& Gundido suas ener&ias para a har onia Nin&u: Luer estar sT ou des&ostoso Mas : assi Lue os reis se des-re9e Pode'se perder &anhando E &anhar perdendo'se O Lue os outros ensina / eu ta 8: ensino Os @ortes não pode do inar sua orte Este : o pai de todos os ensina entos.

2. A 'osmo/o ia daoista do Huanan1i

As ess1n-ias entre3açadas do C:u e da Ierra produ5ira o Ein e Ean& As ess1n-ias eNa3adas por Ein e Ean& produ5ira as Luatro estaçUes As ess1n-ias desa&re&adas de Ein e Ean& -riara todas as -oisas O Li @er9ente do *an& a-u u3ado produ5 o @o&o O so3 : a ess1n-ia do Li @er9ente O Li &e3ado do *in a-u u3ado produ5 a <&ua A 3ua : a ess1n-ia do Li aLuoso O Li ad9indo das ess1n-ias de so3 e da 3ua produ5ira as estre3as e p3anetas Ao -:u perten-e o so3/ a 3ua p3anetas e estre3as A terra perten-e a <&ua/ as inundaçUes/ o po9o e o so3o X...` O dao do -:u : -ir-u3ar O dao da terra : Luadrado O Luadrado &o9erna o o8s-uro O -ir-u3ar &o9erna o 8ri3hante O 8ri3hante e ite Li e por esta ra5ão O @o&o : o 8ri3ho eNterno do so3 O o8s-uro a8sor9e Li/ e por esta ra5ão A <&ua : a 3u inosidade interna da 3ua O so3 preside o *an&/ por isso Na pri a9era e no 9erão os ani ais 3uta No so3stB-io do 9erão os -er9os perde seus -hi@res A 3ua preside o *in/ por isso Juando a 3ua in&ua/ os peiNes en3ouLue-e Juando a 3ua orre/ -aran&ue#os resse-a O @o&o 9ai pra -i a A <&ua 9ai pra 8aiNo Assi : ta 8: O 9So dos p<ssaros/ pra -i a O nado dos peiNes/ pra 8aiNo As -oisas Lue perten-e a u a es a -3asse o9e 'se si u3tanea ente A rai5 e o ta3 responde u pe3o outro Portanto Juando o espe3ho -andente (a3ente! 91 o so3 In-endeia a er9a e produ5 o @o&o Juando o espe3ho Luadrado (aespe3ho! 91 a 3ua + ede-e e produ5 <&ua (aor9a3ho!

Nature5a Hu ana A discussão sobre a natureza %umana é antiq1íssima na Índia e na 9%ina( no entanto, enquanto na Índia ela era lida !ela questão da transmigração das almas, na 9%ina ela era com!reendida como relacionada ao surgimento biológico do ser, fazendo !arte de suas !ro!ens'es naturais. or conta disso, a questão atravessa todos os textos indianos " e talvez nen%um, se entendermos que esta natureza %umana é lida !elo !risma do 7arma, e todos os seres são, então, iguais !erante o absoluto, e diferentes em evolução. 4ma com!reensão mel%or sobre esta questão !ode ser vista na seção sobre ;ociedade, em que são a!resentados os textos que tratam sobre a transmigração da alma e sua relação com as castas. -eremos, !ois, dois textos budistas que tratam brevemente sobre a questão, buscando classificar os ti!os %umanos encarnados em seu #nível de es!iritualidade$. *a 9%ina, contudo, este !roblema foi discutido am!lamente !elos !ensadores c%ineses, de modo que fosse a!licado, de maneira !r)tica, na formulação de uma ética e de uma ci+ncia sobre o ser %umano. . início desse debate se deu com os textos de <+ncio e =unzi, no !eríodo dos sécs. &> &? aec., e continuou ao longo da %istória c%inesa. 9omo nos centramos no !eríodo da antiguidade, !odemos acom!an%ar um !ouco desta discussão nos textos de 0ubu@ei Ada é!oca 8inB, do :uainanzi e de Cong D%ings%u, da dinastia :an, que veremos a seguir.

13. A (isão 4udista da +ature1a Humana no Suttanipata .ãsettha/ responde e3e/ eu te irei eNpor se&undo a 9erdade e &radua3 ente. A di9isão e esp:-ies dos seres 9i9osW pois as esp:-ies os di9ide . Considera er9as e <r9oresV E3es não ra-io-ina W entretanto e3es são ar-ados -ada u se&undo sua esp:-ieW pois e 9erdade as esp:-ies se di@eren-ia . Considera e se&uida os 8esouros/ as 8or8o3etas/ as @or i&as/ -ada u se&undo sua esp:-ie/ e3es ta 8: são ar-ados... Da es a aneira os LuadrHpedes/ &randes e peLuenos/ os r:pteis/ as serpentes/ os ani ais de 3on&o dorso/ os peiNes/ os hTspedes do 3a&o/ os ha8itantes das <&uas/ os p<ssaros/ as -riaturas a3adas Lue po9oa o espaçoW todos são ar-ados se&undo sua esp:-ie/ pois as esp:-ies se di@eren-ia . Cada u se&undo sua esp:-ie 3e9a sua ar-a. No ho e não h< u3tip3i-idade/ ne na -a8e3eira/ ne na -a8eça/ as ore3has ou os o3hos/ ne na 8o-a/ no nari5/ os 3<8ios e as

so8ran-e3has/ ne na &ar&anta/ Luadris/ o 9entre ou o dorso/ ne nas n<de&as/ os Tr&ãos seNuais/ ou o peito/ ne nas ãos/ os p:s/ os dedos ou as unhas/ ne nas pernas e as -oNas/ ne a te5 ne a 9o5/ não h< u a ar-a Lue di&a sua esp:-ie/ -o o e todos os outros. Nada Lue se#a Hni-o ne se en-ontre no -orpo hu anoD a di@erença dos ho ens : pura ente no ina3.

11. Outra 5isão 4udista) so4re a nature1a humana) no Sam$utta +ika$a Constata'se Lue eNiste no undo Luatro tipos de indi9Bduos. Juais sãoQ H< os so 8rios/ Lue -a inha para as tre9as/ os so 8rios Lue -a inha para a -3aridadeW os -3aros Lue -a inha para as tre9as/ os -3aros Lue -a inha para a -3aridade. Jua3 : aLue3e Lue : so 8rio/ Lue -a inha para as tre9asQ ^/ por eNe p3o/ o ho e nas-ido nu a @a B3ia hu i3deW e3e : po8re/ a3 nutrido/ 9i9endo nu a -ondição iser<9e3/ a@3ito/ dis@or e. Sua -onduta do -orpo/ de pa3a9ra e de pensa ento : </ de odo Lue Luando da de-o posição de seu -orpo apTs a orte e3e sur&e no A8is o/ o Mau Destino/ a Jueda. ^ -o o se o ser -a inhasse de -e&ueira e -e&ueira/ das tre9as a outras tre9as/ de u a an-ha de san&ue a outra. Jua3 : aLue3e Lue : so 8rio/ e Lue -a inha para a -3aridadeQ ^/ por eNe p3o/ aLue3e Lue : nas-ido nas -ondiçUes <s Lue a-a8o de di5er/ as -u#a -onduta de -orpo/ de pa3a9ra e de pensa ento : 8oa/ de odo Lue Luando da de-o posição de seu -orpo apTs a orte e3e sur&e nu (o Destino/ nu undo -e3este. ^ -o o se o ser se e3e9asse do so3o nu pa3anLui / do pa3anLui ao dorso de u -a9a3o/ do dorso do -a9a3o ao dorso de u e3e@ante ou do e3e@ante so8re u terraço. Jua3 : aLue3e Lue : -3aro as Lue -a inha para as tre9asQ ^/ por eNe p3o/ aLue3e Lue nas-eu nu a @a B3ia de e3e9ada estirpe/ uito ri-a/ e -o tudo Lue pode asse&urar o pra5er. Mas sua -onduta de -orpo/ de pa3a9ra e de pensa ento e au/ de sorte Lue Luando da de-o posição de seu -orpo apTs a orte/ e3e sur&e no A8is o/ o Mau Destino/ a Jueda. ^ -o o se o ser des-esse de u terraço so8re u e3e@ante/ do dorso do e3e@ante ao dorso do -a9a3o/ daB e u pa3anLui e do pa3anLui a terra. Jua3 : aLue3e Lue : -3aro e Lue -a inha para a -3aridadeQ ^ por eNe p3o/ aLue3e Lue nas-eu nas -ir-unstMn-ias @e3i5es Lue eu a-a8o de di5er e -u#a -onduta de -orpo/ de pa3a9ra e de pensa ento : 8oa/ de odo Lue Luando da de-o posição de seu -orpo apTs a orte/ e3e sur&e nu (o Destino/ e nu undo -e3este. ^ -o o se o ser passasse de u pa3anLui a u outro/ de

u -a9a3o a outro -a9a3o/ de u e3e@ante a u outro e3e@ante/ de u terraço a outro terraço. ^ por esta i a&e Lue eu des-re9o este tipo de indi9Bduo.

12. A nature1a humana 6 4oa 7 a 5isão de 8-n'io M1n-io disseD [todos te u -oração sensB9e3 aos so@ri entos de outros. Os &randes reis do passado ti9era esta sorte do -oração sensB9e3 e po3Bti-as -heias de -o paiNão @ora adotadas. Ira5er a orde ao reino : tão @<-i3 Luanto o9er u o8#eto e sua pa3 a Luando 9o-1 te u -oração sensB9e3 e pUe/ e pr<ti-a/ po3Bti-as de -o paiNão. Me deiNe dar u eNe p3o do Lue eu di&o/ ou se#a/ Lue todos te u -oração sensB9e3 aos so@ri entos de outrosD Lua3Luer u Lue 9iu/ de repente/ u 8e81 prTNi o de -air e u poço se sentiria a3ar ado e iria sa39a'3o. Não seria porLue Luis e3horar suas re3açUes -o os pais da -riança/ ne porLue Luis u a reputação 8oa entre seus a i&os e 9i5inhos/ ne porLue não &ostou de ou9ir a -riança &ritar. Disto se&ue Lue Lua3Luer u P Lue @a3ta senti entos de -o iseração/ de -arinho/ de -ortesia ou u sentido de -erto e de errado não pode ser entendido -o o hu ano. Cao5i disseD [a nature5a hu ana : -o o a <&ua -orrendoD Luando u -urso : a8erto ao 3este/ e3a @3ui para o 3esteW Luando u a -orrente : a8erta ao oeste/ @3ui para o oeste. A nature5a hu ana : ais in-3inada ao 8o tanto para o 3este Luanto para o oeste. M1n-io respondeuDZ a <&ua não te pre@er1n-ia pe3o 3este ou pe3o oeste/ as não te u a pre@er1n-ia pe3o -i o ou para 8aiNoQZ A 8ondade : na nature5a hu ana -o o @3uir da <&ua para 8aiNo. Não h< nenhu a pessoa Lue não se#a 8oa e nenhu a <&ua Lue não @3ua para 8aiNo. Espirrada/ e3a pode o3har sua -a8eçaW se @orçada/ pode ser tra5ida a-i a de u onte. Mas esta não : a nature5a da <&uaW são -ir-unstMn-ias espe-B@i-as. E 8ora os po9os possa ser @eitos para sere aus/ suas nature5as não são udadas.

13. A nature1a humana 6 m9 7 a 5isão de :un1i A nature5a do ho e : <. (o : o produto hu ano. A nature5a hu ana : ta3 Lue os po9os nas-e -o a or ao 3u-ro/ e se se&uire essa in-3inaçUes/ e3es 3utarão e arre8atar'se'ão uns aos outros/ e as in-3inaçUes ao de9er e a produção orrerão. E3es

nas-e -o edos e Tdios. Se os se&uire / trans@or ar'se'ão e 9io3entos e tenden-iosos indo de -ontra a 8oa @:/ Lue orrer<. Se @ore indu3&entes/ e desorde da 3i-en-iosidade seNua3 resu3tar< na perda dos prin-Bpios rituais e da ora3. E outras pa3a9ras/ se o po9o a&ir de a-ordo -o a nature5a hu ana e seus dese#os/ e3es ine9ita9e3 ente 3utarão/ arre8atar'se'ão/ 9io3arão as nor as e a&irão -o u 9io3ento a8andono. ConseLRente ente/ so ente depois de trans@or ados por pro@essores e por prin-Bpios rituais e orais/ -on@or e a -u3tura/ poderão per ane-er e 8oa orde . .isto por este 3ado/ : T89io Lue a nature5a hu ana : < e 8o : o produto hu ano.

14. A +ature1a Humana 6 indistinta 7 a 5isão de 0u4u;ei Se 8e Lue a transpar1n-ia se#a a 9erdadeira nature5a da <&ua/ a so-iedade pertur8a essa nature5a/ i pedindo'a de se anter transparente. Apesar da 3on&e9idade ser a 9erdadeira nature5a do ho e / os 8ens ateriais pertur8a esta nature5a/ e por isso uita &ente orre antes do te po. Os 8ens ateriais de9eria ser usados para apri orar nossa nature5a/ e não de9erBa os usar nossas nature5as para o8ter 8ens ateriais. O @ato : Lue ho#e/ a aioria dos ho ens/ -on@usos/ usa sua nature5a para e3horar seus 8ens ateriais/ o Lue ostra Lue e3es não -o preende a di@erença entre o Lue : i portante e o Lue : insi&ni@i-ante. Juando não se -o preende esta di@erença/ se depre-ia o Lue : i portante e se 9a3ori5a o insi&ni@i-ante. Deste odo/ toda ação -ondu5 ao @ra-asso. De9ido a isso/ os &o9ernantes 9ira per9ersos/ os inistros se torna re8e3des e seus @i3hos perde os 3i ites. + estado ou @a B3ia e Lue se su-eda a3&u as dessas -oisas est< -ondenado a eNtinção/ a enos Lue tenha uita sorte.

1#. A nature1a humana depende da 'u/tura ! Huainan1i Suponha os Lue u a pessoa nasça e u 3u&ar re oto e pou-o -i9i3i5ado/ na -hoça de u a @a B3ia po8re/ @i-a Tr@ão dos pais desde -riança e não te ir ãos/ nun-a te9e -ontato a3&u -o os ritos e nada se e3hante/ #a ais ou9iu @a3a dos eNe p3os dos anti&os s<8ios/ e 9i9e -errado e u a peLuena ha8itação se de3a sair/ então não pode os supor Lue e3e se#a estHpido por sua prTpria

nature5a -o o Lue e3e sa8e.

uitos supUe /

as se

dH9ida :

uito pou-o o

1&. A nature1a humana depende da edu'ação 7 *on <hon shu O Lue se passa a&ora : Lue o po9o : 8o por nature5a/ as e3a ainda não est< desperta/ -o o o-orre -o u a pessoa Lue est< -o os o3hos @e-hados e/ se a8rB'3os/ e3e nada pode 9er. Iudo @i-ar< 8e se 3he der os edu-ação. EnLuanto per ane-er se despertar/ so ente pode os di5er Lue e3e te u a nature5a 8oa/ as e3e não : 8o . ^ eNata ente -o o os o3hos Lue per ane-e @e-hados/ e Lue ainda não @ora a8ertos

A Morte Ato contínuo, se a discussão sobre a natureza %umana era evidentemente forte na 9%ina, a questão da morte tornou&se, !orém, o foco central das reflex'es metafísicas indianas. Eis a razão !ela qual esta seção é !raticamente dominada !elos textos indianos. Fniciamos !or um %ino do At%arva -eda, que forma a coleção mais antiga de textos védicos, e do qual !odemos extrair alguma coisa do !rimitivo !oliteísmo indiano( no seguir, uma ex!lanação sobre a morte e ação %umana em um dos !rimeiros textos de car)ter legislativo da Índia, o manavad%armas%astra Aou 0eis de <anu, o !rimeiro %omem da terra a!ós o dilGvio indianoB( de!ois, a conclusão desta es!eculação é a!resentada em um longo, !orém fundamental, texto u!anis%)dico " o 7at%a u!anis%ad traz, es!ecificamente, uma dissertação, sob forma de di)logo #imaginado$ Anuma !erce!ção religiosa, ele não o seriaB acerca da morte, e da transmigração da alma. Ce!ois, uma contra!osição budista ao tema, e !or fim, a insinuante !ers!ectiva c%inesa re!resentada !or D%uangzi( se %) morte ou não, qual seria a diferençaH *uma !ro!osta inédita, que consigna o dese/o c%in+s de viver a vida imediata, D%uangzi !ro!'e não só a continuidade da matéria como também, a nossa im!ossibilidade total de governar este ciclo. Aum trec%o sobre a visão da morte c%inesa !ode ser encontrado na seção #;ociedade$, no item >IB.

1, ! Hino para ser entoado em um =unera/) do Athar5a (eda

Ierra/ s1 3e9e/ se espinhos/ repousante. .asta/ o@ere-e'3he o teu a8ri&o. Deponha 'te/ não e 3u&ar estreito/ as e terreno 3ar&o. Iuas o83açUes/ enLuanto 9i9este/ a&ora se#a e3 para ti. Cha o o teu pensa ento -o o eu pensa ento. .ai a3e&re para a tua orada e reune'te aos nossos antepassados/ a 3a a. Jue os 9entos te se#a @a9or<9eis e 8en:@i-osV Da tua a3 a/ do teu a3ento/ dos teus e 8ros/ nada @iLue por aLui. Não se#as opri ido ne pe3a terra di9ina e poderosa/ ne pe3a <r9ore. .ai para o teu 3u&ar/ entre os antepassados/ s1 @e3i5 entre os sHditos de 3a a. O Lue se perdeu dos teus e 8ros/ ao 3on&e/ tua respiração/ tua eNpiração/ 3e9adas pe3o 9ento/ Lue os nossos antepassados te restitua aos pou-os. XDurante a -re ação` Os 9i9os eNpu3sara 'no de -asa. 4e9e 'no para 3on&e da a3deia. EnLuanto enterra os ossos/ depois da -re ação Ainda 91s/ depois não 9er<s ais/ o so3 Lue est< no -:u. _ Ierra/ -o o a ãe trata do @i3ho/ re-o8re'o -o teu anto. A&ora ainda/ não ais depois/ es o e tua 9e3hi-e/ T Ierra/ -o8re'o -o a tua 9esti enta/ -o o esposa -o seu arido. XAo apa&ar da @o&ueira -re atTria` Jue te se#a 8en:@i-a a ne83ina/ 8en@eitora a &eada. Gria e @res-a de @rie5a/ @res-a e @eita de @res-ura/ rã nas <&uas/ s1 8en:@i-a. ENtin&ue esta -ha aV

1.. A 8orte) a transmi ração e a Ação Humana no 8ana5a *harma Shastra (As 0eis de 8anu) A ação/ Lue ad9: da ente/ da @a3a e do -orpo/ produ5 resu3tados 8ons ou ausW pe3a ação são -ausadas as di9ersas -ondiçUes hu anas/ as ais e3e9adas/ as :dias e as ais 8aiNas. A ente : o insti&ador aLui e 8aiNo/ es o aLue3a ação 3i&ada ao -orpo/ e Lue : de tr1s tipos/ te tr1s 3o-a3i5açUes e se -3assi@i-a so8 de5 tBtu3os. Co8içar a propriedade a3heia/ pensar no -oração so8re o Lue : indese#<9e3 e aderir a doutrinas @a3sas são os tr1s tipos de ação enta3 pe-a inosa. In#uriar o prTNi o/ di5er entira/ detrair dos :ritos de todos os ho ens e @a3ar @ri9o3a ente serão os Luatro tipos de ação 9er8a3 <. Io ar o Lue não @oi dado/ @erir as -riaturas se a sanção da 3ei e anter re3açUes -ri inosas -o a u3her do prTNi o são de-3arados -o o os tr1s tipos de ação -orpora3 rui . + ho e -onse&ue o

resu3tado de ato enta3 8o ou au e sua ente/ o de u ato 9er8a3 e sua @a3a e o de u ato -orpora3 e seu -orpo. E -onseLR1n-ia de uitos atos pe-a inosos -o etidos -o seu -orpo/ no nas-i ento se&uinte u ho e se to a a3&o inani adoW e -onseLR1n-ia de pe-ados -o etidos pe3a @a3a/ u a a9e ou u ani a3/ e e -onseLR1n-ia de pe-ados entais e3e nas-e no9a ente e u a -asta in@erior. X...` Mes o Lue orresse -o e3e/ u @a i3iar não -onse&ue a-o panhar seu parente @a3e-ido e todos/ -o eN-eção de sua esposa/ estão proi8idos de a-o panh<'3o na tri3ha de Ea a. (a! Apenas a 9irtude o a-o panhar</ onde @orW portanto/ -u pre teu de9er se hesitar neste undo des&raçado. As LuestUes de a anhã de9e ser tratadas ho#e/ e as da tarde na anhã/ pois a orte não esperara/ tenha u a pessoa tratado de3as ou não. EnLuanto sua ente esti9er -on-entrada e seu terreno/ ou o-upação/ ou -asa/ ou enLuanto seus pensa entos esti9ere a8sor9idos por a3&u o8#eto a ado/ a orte repentina ente a 3e9a -o o sua presa/ -o o u a 3o8a arre8ata u -ordeiro. O te po não : a i&o de pessoa a3&u a/ ne seu ini i&o ' Luando o e@eito de seus atos e eNist1n-ia anterior/ pe3a Lue sua eNist1n-ia atua3 : -ausada/ ti9er eNpirado/ e3e 3e9a o ho e a @orça.Nin&u: orre antes de -he&ado seu te po/ ainda Lue @erido por i3 setasW nin&u: 9i9e depois de es&otado seu te po/ ainda Lue tenha sido apenas to-ado pe3a ponta de u a @o3ha de &ra a Ausha. Ne dro&as/ ne @Tr u3as <&i-as/ ne o@erendas Luei adas/ ne oraçUes/ poderão sa39ar Lue esta nos 3aços da orte ou na 9e3hi-e. + a3 i inente não pode ser e9itado/ es o -o i3 pre-auçUesW Lue oti9o tens/ então/ para te LueiNaresQ Assi -o o u 8e5erro en-ontra sua ãe entre i3 9a-as/ u ato -o etido anterior ente en-ontrara -erta ente Lue o perpetrou. Das -oisas eNistentes/ o inB-io : des-onhe-ido/ o eio de sua -arreira -onhe-ido/ e o @i des-onhe-ido ta 8: W Lue oti9o tens/ então/ para te LueiNaresQ Assi -o o o -orpo dos ortais atra9essa as 9i-issitudes da in@Mn-ia/ #u9entude e idade adiantada/ ta 8: ser< trans@or ado e outro -orpo da3i e dianteW u ho e sensato não se en&ana a esse respeito. Assi -o o u ho e 9este roupas no9as neste undo/ deiNando de 3ado aLue3as antes usadas/ ta 8: o eu do ho e pUe no9os -orpos/ Lue se a-ha de a-ordo -o seus atos nu a 9ida anterior. Ar a a3&u a @erir< o eu do ho e / nenhu @o&o o Luei ar</ nenhu a <&ua o o3har< e nenhu 9ento o se-ara. E3e não ser< @erido/ Luei ado/ o3hado ou se-adoW : i pere-B9e3/ perp:tuo/ i ut<9e3/ i T9e3/ se inB-io. Di5'

se ta 8: ser i ateria3/ passando todo o pensa ento/ e i ut<9e3. Sa8endo Lue o eu do ho e : assi / não de9es 3a entar a destruição de seu -orpo. a! O deus da orte.

12. A 8orte no >atha %panishad EM DEIEKMINADA OCASI]O/ .a#asra8asa/ esperando o8ter u @a9or di9ino/ eNe-utou u ritua3 Lue eNi&ia Lue e3e se des@i5esse de todos os seus 8ens. E3e te9e o -uidado/ por: / de sa-ri@i-ar so ente o seu &ado e/ de3e/ so ente os ani ais inHteis ' os 9e3hos/ os est:reis/ os -e&os e os a3ei#ados. Ao o8ser9ar essa a9are5a/ Na-hiketa/ seu @i3ho ais no9o/ -u#o -oração ha9ia re-e8ido a 9erdade ensinada nas es-rituras/ disse para si es oD YCerta ente/ u de9oto Lue ousa 3e9ar presentes tão inHteis est< destinado P tota3 es-uridãoVY Ke@3etindo assi / diri&iu'se ao pai e @a3ouD YPai/ eu ta 8: 9os pertençoD para Lue e dareisQY Seu pai não respondeuW por: / Luando Na-hiketa repetiu a per&unta u a e outra 9e5/ e3e rep3i-ou i pa-iente enteD YEu 9os darei P MorteVY Na-hiketa disse então para si es oD YSou de @ato o e3hor dentre os @i3hos e dis-Bpu3os de eu pai/ ou estou/ pe3o enos/ na -ate&oria inter edi<ria/ não na piorW por: / de Lue 9a3or serei para o Kei da MorteQY Estando/ por: / deter inado a se&uir a pa3a9ra do pai/ disseD YPai/ não 9os arrependais da 9ossa pro essaV Considerai -o o te a-onte-ido -o aLue3es Lue partira antes/ e -o o ser< -o aLue3es Lue 9i9e a&ora. Co o o i3ho/ u ho e a adure-e e -ai ao so3oW -o o o i3ho/ e3e 8rota no9a ente na estação propB-ia.Y ApTs @a3ar assi / o rapa5 9ia#ou para a -asa da Morte. Por: o deus não esta9a e -asa/ e Na-hiketa esperou durante tr1s noites. Juando @ina3 ente o Kei da Morte 9o3tou/ seus ser9os 3he dissera D Y+ (rah in/ pare-ido -o u a -ha a de @o&o/ -he&ou P 9ossa -asa -o o hTspede/ e 9Ts não est<9eis aLui. Desse odo/ u a o83ação de9er< ser @eita a e3e. _ Kei/ de9ereis re-e8er 9osso hTspede -o todos os rituais -ostu eiros/ pois se o -he@e de u a -asa não ostrar a de9ida hospita3idade a u (rah in/ perder< o Lue ais pre5a ' os :ritos das suas 8oas açUes/ sua inte&ridade/ seus @i3hos e seu &ado.Y O Kei da Morte/ então/ aproNi ou'se de Na-hiketa e deu'3he as 8oas'9indas -o pa3a9ras po3idas.

Y_ (rah inY/ disse e3e/ YEu 9os saHdo. .Ts sois de @ato u hTspede di&no de todo respeito. Per iti/ eu 9os i p3oro/ Lue nenhu a3 -aia so8re i V Passastes tr1s noites e inha -asa e não re-e8estes inha hospita3idadeW pedi/ portanto/ tr1s d<di9as ' u a para -ada noite.Y Y_ MorteY/ rep3i-ou Na-hiketa/ YLue assi se#a. E -o o pri eira dessas d<di9as peço Lue eu pai não @iLue ansioso a eu respeito/ Lue sua ira se a-a3 e/ e Lue/ Luando e andardes de 9o3ta/ e3e e re-onheça e e d1 as 8oas'9indas.Y YPe3a inha 9ontadeY/ de-3arou a Morte/ Y9osso pai 9os re-onhe-er< e 9os a ar< -o o antesW e/ ao 9er'9os 9i9o no9a ente/ @i-ar< -o a ente tranLRi3a/ e dor ir< e pa5.Y Na-hiketa então disseD YNo -:u não h< edo de odo a3&u . .Ts/ T Morte/ não estais 3</ ne naLue3e 3u&ar onde o pensa ento de @i-ar 9e3ho @a5 -o Lue a pessoa estre eça. 4</ 3i9res da @o e e da sede/ e 3on&e do a3-an-e da dor/ todos re#u8i3a e são @e3i5es. .Ts -onhe-eis/ T Kei/ o sa-ri@B-io do @o&o Lue 3e9a ao -:u. Ensinai' e esse sa-ri@B-io/ pois estou -heio de @:. Esse : o eu se&undo dese#o.Y Consentindo/ então/ a Morte ensinou ao rapa5 o sa-ri@B-io do @o&o/ e todos os rituais e -eri Snias Lue o a-o panha9a . Na-hiketa repetiu tudo o Lue ha9ia aprendido/ e a Morte/ satis@eita -o e3e/ disseD Y.ou -on-eder'9os u a d<di9a adi-iona3. A partir de ho#e esse sa-ri@B-io ser< deno inado Sa-ri@B-io Na-hiketa/ e 9ossa ho ena&e . Es-o3hei a&ora 9ossa ter-eira d<di9a.Y Na-hiketa/ então/ pensou -onsi&o es o/ e disseD ' YJuando u ho e orre/ h< esta dH9idaD A3&uns di5e Lue e3e eNisteW outros di5e Lue e3e não eNiste. Se 9Ts e ensin<sseis/ eu -onhe-eria a 9erdade. Esse : o eu ter-eiro dese#o.Y YNãoY/ rep3i-ou a Morte/ Y es o os deuses -erta 9e5 @i-ara intri&ados -o esse ist:rio. A 9erdade -o re3ação a isso : rea3 ente suti3/ não : @<-i3 de ser -o preendida. Es-o3he a3&u a outra d<di9a/ _ Na-hiketa.Y Por: / Na-hiketa não Luis a-eitar a re-usa. Y.Ts di5eis/ _ Morte/ Lue es o os deuses -erta 9e5 esti9era intri&ados -o esse ist:rio/ e Lue e3e não : @<-i3 de ser -o preendido. Certa ente/ não h< e3hor estre para eNp3i-<'3o do Lue 9Ts ' e não eNiste outra d<di9a i&ua3 a essa.Y O deus rep3i-ou/ ais u a 9e5 tentando Na-hiketaD YPedi @i3hos e netos Lue 9i9erão -e anos. Pedi &ado/ e3e@antes/ -a9a3o/ ouro. Es-o3he para 9Ts u poderoso reino. Ou/ se não puderdes i a&inar a3&o e3hor/ pedi istoD não apenas do-es pra5eres/ as ta 8: o

poder/ a3: de Lua3Luer pensa ento/ para eNperi entar sua doçura. Si / 9erdadeira ente/ @arei de 9Ts o supre o des@rutador de todas as -oisas 8oas. Don5e3as -e3estiais/ de 8e3e5a eN-ep-iona3/ Lue não @ora destinadas a ortais ' es o essas/ -o suas -arrua&ens e seus instru entos usi-ais/ eu 9os darei/ para 9os ser9ire . Não e peçais/ por: / _ Na-hiketa/ o ist:rio da orteVY Na-hiketa/ -ontudo/ ante9e'se @ir e e disseD YEssas -oisas durarão so ente at: o dia se&uinte/ _ Destruidor da .ida/ e os pra5eres Lue e3as -on@ere des&asta os sentidos. Gi-ai/ portanto/ -o os -a9a3os e as -arrua&ens/ -o a dança e a Hsi-a/ para 9Ts es oV Co o poder< dese#ar a riLue5a/ _ Morte/ aLue3e Lue u a 9e5 #< 9iu a 9ossa @a-eQ Não/ apenas a d<di9a Lue es-o3hi ' so ente isso eu peço. Iendo des-o8erto a -o panhia do i pere-B9e3 e do i orta3/ -o o Luando 9os -onhe-i/ -o o poderei eu/ su#eito P de-ad1n-ia e P orte/ e -onhe-endo 8e a 9aidade da -arne ' -o o poderei dese#ar 9ida 3on&aQ YContai' e/ _ Kei/ o supre o se&redo -o re3ação ao Lua3 os ho ens ant1 dH9idas. Não so3i-itarei Lua3Luer outra d<di9a.Y Co o Lue/ o Kei da Morte/ 8e satis@eito e seu -oração/ -o eçou a ensinar a Na-hiketa o se&redo da i orta3idade. O Kei da MorteW O 8e : u a -oisaW o pra5er : outra. Esses dois/ di@erindo e seus propTsitos/ in-ita P ação. A8ençoados são aLue3es Lue es-o3he o 8e W aLue3es Lue es-o3he o pra5er não atin&e o o8#eti9o. Ianto o 8e -o o o pra5er se apresenta ao ho e . Os s<8ios/ apTs eNa inare a 8os/ distin&ue u do outro. Os s<8ios pre@ere o 8e ao pra5erW os to3os/ 3e9ados por dese#os -arnais/ pre@ere o pra5er ao 8e . .Ts/ _ Na-hiketa/ apTs ha9erdes o8ser9ado os dese#os -arnais/ a&rad<9eis aos sentidos/ renun-iastes a todos e3es. .Ts 9os des9iastes do -a inho 3a a-ento no Lua3 uitos ho ens se ato3a . Distantes u do outro/ e 3e9ando a di@erentes desB&nios/ en-ontra 'se a i&norMn-ia e o -onhe-i ento. Eu 9os -onsidero/ _ Na-hiketa/ -o o a3&u: Lue anseia pe3o -onhe-i ento/ pois u a in@inidade de o8#etos a&rad<9eis @ora in-apa5es de tentar'9os. .i9endo no a8is o da i&norMn-ia/ e 8ora #u3&ando'se s<8ios/ to3os i3udidos dão 9o3tas e 9o3tas/ -e&os 3e9ados por -e&os. Ao #o9e irre@3etido/ en&anado pe3a 9aidade das posses terrenas/ não : ostrado o -a inho Lue 3e9a P orada eterna. So ente este undo : rea3D não eNiste depois ' pensando assi / e3e -ai u a e outra 9e5/ nas-i ento apTs nas-i ento/ dentro das inhas

andB8u3as. A uitos não : -on-edido ou9ir so8re o Eu. Muitos/ e 8ora ouça a respeito de3e/ não o -o preende . Mara9i3hoso : aLue3e Lue @a3a a respeito do Eu. Inte3i&ente : aLue3e Lue aprende a respeito do Eu. A8ençoado : aLue3e Lue/ tendo aprendido -o u 8o estre/ : -apa5 de -o preend1'3o. A 9erdade do Eu não pode ser -o p3eta ente -o preendida Luando ensinada por u ho e i&norante/ pois as opiniUes a respeito de3e/ não @unda entadas no -onhe-i ento/ 9aria de u para outro. Mais suti3 do Lue o ais suti3 : esse Eu/ e a3: de toda 3T&i-a. Ensinado por u estre Lue sai8a Lue o Eu e (rah an são u sT/ u ho e deiNa para tr<s a 9ã teoria e atin&e a 9erdade. O despertar Lue -onhe-estes não 9e do inte3e-to/ e si / tota3 ente/ dos 3<8ios dos s<8ios. (e 'a ado Na-hiketa/ a8ençoado/ a8ençoado sois 9Ts/ porLue pro-urais o Eterno. Juisera eu ter ais dis-Bpu3os -o o 9TsV (e sei Lue os tesouros terrestres dura pou-o. Pois não @i5 eu es o/ dese#ando ser o Deus da Morte/ o sa-ri@B-io -o o @o&oQ O sa-ri@B-io/ por: / @oi u a -oisa e@1 era/ rea3i5ada -o o8#etos @u&a5es/ e peLuena : inha re-o pensa/ -onsiderando Lue eu reino sT durar< por u o ento. A @ina3idade do dese#o undano/ os o8#etos @u3&urantes Lue todos os ho ens a3 e#a / os pra5eres -e3estiais Lue espera o8ter atra9:s de rituais re3i&iosos ' tudo isso este9e ao 9osso a3-an-e. Por: / a tudo isso renun-iastes/ -o @ir e reso3ução. O anti&o/ @u3&urante ser/ o EspBrito Lue ha8ita interior ente/ suti3/ pro@unda ente o-u3to no 3Ttus do -oração/ : di@B-i3 de ser -onhe-ido. Por: / o ho e s<8io/ Lue se&ue o -a inho da editação/ -onhe-e'o/ e se torna 3i8erto tanto do pra5er -o o da dor. O ho e Lue aprendeu Lue o Eu est< separado do -orpo/ dos sentidos e da ente/ e Lue o -onhe-eu por -o p3eto/ a a3 a da 9erdade/ o prin-Bpio suti3 ' ta3 ho e 9erdadeira ente o a3-ança/ e se torna eNtre a ente satis@eito/ pois en-ontrou a @onte e o 3o-a3 onde ha8ita toda a @e3i-idade. .erdadeira ente a-redito/ _ Na-hiketa/ Lue as portas da @e3i-idade estão a8ertas para 9Ts. Na-hiketaW Ensinai' e/ _ Kei/ eu 9os sup3i-o/ o Lue sa8eis estar a3: do -erto e do errado/ a3: da -ausa e do e@eito/ a3: do passado/ do presente e do @uturo. O Kei da MorteW

Do o8#eti9o Lue todos os .edas pro-3a a / o Lua3 est< i p3B-ito e todas as penit1n-ias/ e e 8us-a do Lua3 ho ens 3e9a 9idas de -ontin1n-ia e de ser9iço/ de3e @a3arei su-inta ente. E3e : ' OM. Esta sB3a8a : (rah an. Esta sB3a8a : de @ato supre a. ALue3e Lue a -onhe-e rea3i5a o seu dese#o. E3a : o apoio ais @orte. ^ o sB 8o3o ais e3e9ado. ALue3e Lue a -onhe-e : re9eren-iado -o o u -onhe-edor de (rah an. O Eu/ -u#o sB 8o3o : OM/ : Deus onis-iente. E3e não nas-e. E3e não orre. E3e não : ne -ausa ne e@eito. Esse Ser Anti&o não nas-eu/ : eterno/ i pere-B9e3W e 8ora o -orpo se#a destruBdo/ e3e não : aniLui3ado. Se o assassino pensa Lue e3e ata/ se o assassinado -r1 Lue e3e : orto/ nenhu dos dois -onhe-e a 9erdade. O Eu não ata ne : orto. Menor do Lue o enor/ aior do Lue o aior/ esse Eu ha8ita para se pre dentro dos -oraçUes de todos. Juando u ho e est< 3i9re de dese#os/ -o sua ente e seus sentidos puri@i-ados/ e3e -onte p3a a &3Tria do Eu e est< se so@ri ento. Apesar de sentado/ e3e 9ia#a para 3on&eW e 8ora des-ansando/ e3e o9e todas as -oisas. Jue / a não ser o ais puro dos puros/ pode per-e8er esse Ser Gu3&urante/ Lue : a @e3i-idade e Lue est< a3: da @e3i-idadeQ E3e não possui @or a/ e 8ora ha8ite a @or a. No eio do transitTrio/ e3e per ane-e perene. O Eu : supre o e tudo per eia. O ho e s<8io/ -onhe-endo'o e sua 9erdadeira nature5a/ trans-ende toda dor. O Eu não : -onhe-ido atra9:s do estudo das es-rituras/ ne atra9:s da suti3e5a do inte3e-to/ ne atra9:s de uito aprendi5ado. Mas : -onhe-ido por aLue3e Lue anseia por e3e. O Eu re9e3a 9erdadeira ente a e3e o seu &enuBno ser. + ho e não poder< -onhe-1'3o atra9:s do aprendi5ado/ se não desistir do a3/ se não -ontro3ar seus sentidos/ se não a-a3 ar sua ente/ e se não prati-ar a editação. Para e3e os (rah ins e os Ashatri*as são apenas a3i ento/ e a orte : e si u -ondi ento. Ianto o eu indi9idua3 -o o o Eu +ni9ersa3 penetrara na -a9erna do -oração/ o do i-B3io do Mais A3to/ por: os -onhe-edores de (rah an e os -he@es de @a B3ia Lue rea3i5a os sa-ri@B-ios do @o&o enNer&a a di@erença entre e3es -o o entre a 3u5 do So3 e a so 8ra. Possa os rea3i5ar o Sa-ri@B-io Na-hiketa/ Lue transpUe o undo do so@ri ento. Possa os -onhe-er o i pere-B9e3 (rah an/ Lue nada

te e/ e Lue : o o8#eti9o e o re@H&io daLue3es Lue pro-ura a 3i8eração. Sa8ei Lue o Eu : o -a9a3eiro/ e Lue o -orpo : a -arrua&e W Lue o inte3e-to : o -o-heiro/ e Lue a ente são as r:deas. Os sentidos/ di5e os s<8ios/ são os -a9a3osW as estradas por onde passa são os 3a8irintos do dese#o. Os s<8ios -onsidera o Eu -o o aLue3e Lue se de3eita Luando est< unido ao -orpo/ aos sentidos e P ente. Juando u ho e não possui dis-erni ento e sua ente est< des&o9ernada/ seus sentidos são in-ontro3<9eis/ -o o os -a9a3os re8e3des de u -o-heiro. Por: / Luando u ho e possui dis-erni ento e sua ente est< -ontro3ada/ seus sentidos/ -o o os -a9a3os 8e 'do ados de u -o-heiro/ o8ede-e a3e&re ente Ps r:deas. ALue3e Lue não possui dis-erni ento/ -u#a ente est< inst<9e3 e -u#o -oração est< i puro/ nun-a a3-ança o o8#eti9o/ e nas-e se pre de no9o. Mas aLue3e Lue possui dis-erni ento/ -u#a ente est< @ir e e -u#o -oração : puro/ atin&e a eta e/ apTs t1'3a a3-ançado/ não nas-e nun-a ais. O ho e Lue possui u entendi ento sT3ido -o o -o-heiro/ u a ente -ontro3ada -o o r:deas ' e3e : Lue atin&e o @ina3 da #ornada/ a orada supre a de .ishnu/ o Lue tudo per eia. Os sentidos ori&ina 'se dos o8#etos @Bsi-os/ os o8#etos @Bsi-os/ da enteW a ente/ do inte3e-toW o inte3e-to/ do e&oW o e&o/ da se ente não' ani@estadaW e a se ente não' ani@estada/ de (rah an ' a Causa se Causa. (rah an : o @i da #ornada. (rah an : a eta supre a. Esse (rah an/ esse Eu/ pro@unda ente o-u3to e todos os seres/ não : re9e3ado a todosW as PLue3es Lue 91e / puros de -oração/ de ente -on-entrada ' a e3es : re9e3ado. Os sentidos do ho e s<8io o8ede-e P sua enteW sua ente o8ede-e ao seu inte3e-toW seu inte3e-to o8ede-e ao seu e&oW e seu e&o o8ede-e ao Eu. A-ordaiV A-ordaiV AproNi ai'9os dos p:s do Mestre e -onhe-ei AJ+E4E. O -a inho : -o o a 3M ina a@iada de u a na9a3ha/ di5e os s<8ios. ^ estreito e di@B-i3 de tri3harV Se so / se @or a/ intan&B9e3/ i pere-B9e3/ se &osto/ se -heiro/ eterno/ se -o eço/ se @i / i ut<9e3/ a3: da Nature5a/ assi : o Eu. Jue o -onhe-e -o o ta3 est< 3i9re da orte. O NarradorW O ho e s<8io/ tendo es-utado e aprendido a 9erdade eterna re9e3ada a Na-hiketa pe3o Kei da Morte/ : &3ori@i-ado no -:u de (rah an.

ALue3e Lue -anta -o de9oção esse se&redo supre o na asse 83:ia dos (rah ins : re-o pensado -o d<di9as i ensur<9eisV O Kei da MorteW O Auto'eNistente @e5 -o Lue os sentidos se 9o3tasse para @ora. ConseLRente ente/ o ho e o3ha para o eNterior/ e não 91 o Lue est< no interior. Karo : aLue3e Lue/ ansiando pe3a i orta3idade/ @e-ha os o3hos para o eNterior e -onte p3a o Eu. Os to3os se&ue os dese#os da -arne e -ae na ar adi3ha da orte Lue tudo a8ran&eW por: os s<8ios/ sa8endo Lue o Eu : eterno/ não pro-ura as -oisas transitTrias. ALue3e atra9:s de Lue o ho e 91/ sa8oreia/ -heira/ ou9e/ sente e te pra5er : o Senhor onis-iente. E3e :/ 9erdadeira ente/ o Eu i orta3. Jue o -onhe-e/ -onhe-e todas as -oisas. ALue3e atra9:s de Lue o ho e 9i9en-ia os estados de sono ou de 9i&B3ia : o Eu Lue tudo per eia. Jue o -onhe-e não so@re ais. ALue3e Lue sa8e Lue a a3 a indi9idua3/ Lue apro9eita os @rutos da ação/ : o Eu ' Lue est< se pre presente interior ente/ senhor do te po/ do passado e do @uturo ' eNpu3sa de si todo o edo. Pois esse Eu : o Eu i orta3. ALue3e Lue 91 o Jue'Nas-eu'Pri eiro ' nas-ido da ente de (rah an/ nas-ido antes da -riação das <&uas ' e o 91 ha8itando o 3Ttus do -oração/ 9i9endo entre e3e entos @Bsi-os/ e@eti9a ente 91 (rah an. Pois esse Jue'Nas-eu'Pri eiro : o Eu i orta3. ALue3e ser Lue : o poder de todos os poderes/ e Lue nas-eu -o o ta3/ Lue se in-orpora nos e3e entos e eNiste nestes/ e Lue penetrou no 3Ttus do -oração/ : o Eu i orta3. A&ni/ o Lue tudo 91/ o Lue se es-onde nos &ra9etos/ -o o u a -riança 8e 'prote&ida no Htero/ Lue : 9enerado diaria ente por a3 as despertas/ e por aLue3es Lue o@ere-e o83açUes no @o&o do sa-ri@B-io ' e3e : o Eu i orta3. ALue3e no Lua3 o So3 se 3e9anta e no Lua3 se pUe/ aLue3e Lue : a @onte do todos os poderes da Nature5a e dos sentidos/ aLue3e Lue não pode ser trans-endido por nada ' esse : o Eu i orta3. O Lue est< dentro de nTs ta 8: est< @ora de nTs. O Lue est< @ora ta 8: est< dentro. ALue3e Lue 91 di@erença entre o Lue est< dentro e o Lue est< @ora se&ue eterna ente de orte para orte. (rah an sT pode ser a3-ançado pe3a ente puri@i-ada. Apenas (rah an : ' nada ais :. ALue3e Lue 91 o uni9erso H3tip3o/ e não a Hni-a rea3idade/ se&ue eterna ente de orte para orte. ALue3e ser/ do ta anho de u po3e&ar/ ha8ita pro@unda ente dentro do -oração. E3e : o senhor do te po/ do passado e do

@uturo. Jue o a3-ança nada ais te e. .erdadeira ente/ e3e : o Eu i orta3. ALue3e ser/ do ta anho de u po3e&ar/ : -o o u a -ha a se @u aça. E3e : o senhor do te po/ do passado e do @uturo/ o es o ho#e e a anhã. .erdadeira ente/ e3e : o Eu i orta3. Co o a -hu9a Lue -ai nu a -o3ina/ -o torrentes des-endo pe3o 3ado/ assi -orre aLue3e Lue depois de uitos nas-i entos 91 a u3tip3i-idade do Eu. Co o a <&ua pura derra ada dentro da <&ua pura per ane-e pura/ assi o Eu per ane-e puro/ _ Na-hiketa/ ao se unir -o (rah an. Ao Não'Nas-ido/ -u#a 3u5 da -ons-i1n-ia 8ri3ha para se pre/ perten-e P -idade de on5e portUes. ALue3e Lue edita so8re o &o9ernante dessa -idade não -onhe-e ais so@ri ento. E3e atin&e a 3i8eração/ e para e3e não pode ais ha9er nas-i ento ou orte. Pois o &o9ernante dessa -idade : o Eu i orta3. O Eu i orta3 : o So3 Lue 8ri3ha no -:u/ : a 8risa Lue sopra no espaço/ : o @o&o Lue Luei a no a3tar/ : o hTspede Lue ha8ita a -asaW e3e est< e todos os ho ens/ est< nos deuses/ est< no :ter/ est< onde Luer Lue este#a a 9erdadeW e3e : o peiNe Lue nas-e na <&ua/ : a p3anta Lue -res-e no so3o/ : o rio Lue #orra da ontanha ' e3e/ a rea3idade i ut<9e3/ o i3i it<9e3V E3e/ o ador<9e3/ insta3ado no -oração/ : o poder Lue d< o sopro 9ita3. Iodos os sentidos o ho ena&eia . O Lue pode per ane-er Luando o ha8itante desse -orpo a8andona a -on-ha &rande de ais/ #< Lue e3e :/ 9erdadeira ente/ o Eu i orta3Q O ho e não 9i9e apenas do sopro 9ita3 e/ si / daLue3e dentro do Lua3 est< o poder do sopro 9ita3. E a&ora/ _ Na-hiketa/ eu 3he @a3arei a respeito do Lue não pode ser 9isto/ o (rah an eterno/ e do Lue a-onte-e -o o Eu depois da orte. Dentre aLue3es Lue i&nora o Eu/ a3&uns entra e seres Lue possue 9entre/ outros entra e p3antas ' de a-ordo -o suas açUes e -o o -res-i ento de suas inte3i&1n-ias. ALue3e Lue est< desperto e nTs es o enLuanto dor i os/ o3dando e sonho os o8#etos do nosso dese#o ' esse : rea3 ente puro/ esse : (rah an/ e esse 9erdadeira ente : -ha ado o I orta3. Iodos os undos t1 seus seres ne3e/ e nin&u: pode trans-end1'3o. Esse : o Eu. Assi -o o o @o&o/ apesar de ser Hni-o/ to a a @or a de todos os o8#etos Lue -onso e/ ta 8: o Eu/ e 8ora Hni-o/ to a a @or a de todos os o8#etos Lue ha8ita. Assi -o o o So3/ Lue re9e3a todos os o8#etos PLue3e Lue 91/ não :

atin&ido pe3o o3ho pe-ador/ ne pe3as i pure5as dos o8#etos Lue @ita/ ta 8: o Eu Hni-o/ ha8itando e tudo/ não : to-ado pe3os a3es do undo. Pois e3e trans-ende tudo. E3e : Hni-o/ o senhor e o ais pro@undo Eu de tudoW a partir de u a @or a e3e @a5 de si es o uitas @or as. bLue3e Lue 91 o Eu re9e3ado e seu prTprio -oração perten-e a eterna 8e ' a9enturança ' a nin&u: ais/ a nin&u: aisV Inte3i&1n-ia do inte3i&ente/ eterno entre o Lue : transitTrio/ e3e/ e 8ora Hni-o/ torna possB9e3 os dese#os de uitos. bLue3e Lue 91 o Eu re9e3ado e seu prTprio -oração perten-e a pa5 eterna ' e a nin&u: ais/ a nin&u: aisV Na-hiketaW De Lue odo/ _ Kei/ en-ontrarei esse 8e 'a9enturado Eu/ supre o/ ineNpri B9e3/ Lue : a3-ançado pe3os s<8iosQ E3e 8ri3ha por si es o ou re@3ete a 3u5 de outre Q O Kei da Morte E3e não : i3u inado pe3o So3/ ne pe3a 4ua/ ne pe3as estre3as/ ne pe3o re3M pa&o ' ne / 9erdadeira ente/ pe3o @o&o a-eso na Ierra. E3e : a Hni-a 3u5 Lue @orne-e 3u5 para tudo. (ri3hando e3e/ tudo 8ri3ha. Este +ni9erso : u a <r9ore Lue eNiste eterna ente/ -o suas raB5es 9o3tadas para -i a e seus &a3hos espa3hados e 8aiNo. A rai5 pura da <r9ore : (rah an/ o i orta3/ e Lue os tr1s undos t1 sua eNist1n-ia/ a Lue nin&u: pode trans-ender/ Lue : 9erdadeira ente o Eu. Iodo o +ni9erso 9eio de (rah an e se o9e e (rah an. Poderoso e terrB9e3 : e3e/ se e3hante ao tro9ão Lue eNp3ode nos -:us. Para os Lue o a3-ança a orte não -ont: terror. Co edo de3e o @o&o Luei a/ o So3 8ri3ha/ a -hu9a -ai/ os 9entos sopra / e a orte ata. Se u ho e @a3ha e a3-ançar (rah an antes de a8andonar o -orpo/ ter< no9a ente de -o3o-ar u -orpo no undo das -oisas -riadas. Na a3 a de u a pessoa/ (rah an : per-e8ido -3ara ente/ -o o se @osse 9isto nu espe3ho. Ia 8: no -:u de (rah an/ (rah an : -3ara ente per-e8ido/ do es o odo -o o u a pessoa distin&ue a 3u5 da es-uridão. No undo dos pais e3e : -onte p3ado -o o nu sonho. No undo dos an#os e3e apare-e -o o se esti9esse re@3etido na <&ua. Os sentidos t1 ori&ens separadas nos seus di9ersos o8#etos. E3es pode estar ati9os/ -o o no estado de 9i&B3ia/ ou pode estar inati9os/ -o o no sono. ALue3e Lue sa8e Lue e3es são distintos do Eu i ut<9e3 não so@re ais.

A-i a dos sentidos est< a ente. A-i a da ente est< o inte3e-to. A-i a do inte3e-to est< o e&o. A-i a do e&o est< a se ente não' ani@estada/ a Causa Pri ordia3. .erdadeira ente/ a3: da se ente não' ani@estada est< (rah an/ o espBrito Lue tudo per eia/ o in-ondi-ionado/ e Lue o -onhe-e o8t: a 3i8erdade e a3-ança a i orta3idade. Nin&u: o -onte p3a -o os o3hos/ pois e3e não te @or a 9isB9e3. Por: / no -oração/ e3e : re9e3ado pe3o auto-ontro3e e pe3a editação. Os Lue o -onhe-e se torna i ortais. Juando todos os sentidos estão i T9eis/ Luando a ente est< e repouso/ Luando o inte3e-to não tre e ' esse/ di5e os s<8ios/ : o estado ais e3e9ado. Essa serenidade dos sentidos e da ente @oi de@inida -o o io&a. ALue3e Lue a o8t: 3i8erta'se da i3usão. NaLue3e Lue não est< 3i9re da i3usão essa serenidade : in-erta/ irrea3D e3a 9e e 9ai. As pa3a9ras não pode re9e3ar (rah an/ a ente não pode a3-anç<'3o/ os o3hos não pode 91'3o. Co o/ então/ a não ser atra9:s daLue3es Lue o -onhe-e / pode e3e ser -onhe-idoQ ENiste dois eus/ o Eu aparente e o Eu 9erdadeiro. Desses dois/ : o Eu 9erdadeiro/ e so ente e3e/ Lue de9e ser sentido -o o rea3 ente eNistindo. Ao ho e Lue o sentiu -o o rea3 ente eNistindo e3e re9e3a sua ais pro@unda nature5a. O orta3 e -u#o -oração o dese#o est< orto to a'se i orta3. O orta3 e -u#o -oração os nTs da i&norMn-ia são desatados torna'se i orta3. Essas são as 9erdades ais e3e9adas ensinadas nas es-rituras. ENiste -ento e u ner9os Lue se irradia do 3Ttus do -oração. Desses ner9os as-ende o 3Ttus de i3 p:ta3as do -:re8ro. Se/ Luando u ho e orre/ sua @orça 9ita3 su8ir e passar atra9:s desse ner9o/ e3e atin&e a i orta3idadeW por: / se sua @orça 9ita3 passar atra9:s de outro ner9o/ e3e 9ai para outro p3ano de eNist1n-ia/ e per ane-e su#eito ao nas-i ento e M orte. A Pessoa Supre a/ do ta anho de u po3e&ar/ o Eu ais pro@undo/ ha8ita para se pre os -oraçUes de todos os seres. Co o eNtraB os a sei9a da -ana/ assi de9e o aspirante P 9erdade/ -o &rande perse9erança/ separar o Eu do -orpo. Sa8ei Lue o Eu : puro e i orta3 ' si / puro e i orta3V O Narrador Iendo aprendido do deus esse -onhe-i ento e todo o pro-esso da io&a/ Na-hiketa @oi 3i8ertado das i pure5as e da orte/ e se uniu a (rah an. Assi ta 8: ser< -o outro se e3e -onhe-er o Eu ais pro@undo.

23. A 8orte na (isão "udista no 8ojjhima ! +ika$a _ -he@es de @a B3ia/ se a3&u: Lue ar-ha se&undo o dha a/ Lue se&ue u a ar-ha i&ua3/ dese#asse Xu destes estados`D Possa eu/ Luando da de-o posição de eu -orpo apTs a orte/ sur&ir na -o panhia de ri-os no8res/ de ri-os 8rM anes/ de ri-os -he@es de @a B3ia/ -o os de9as dos Luatro &randes Ke&entes/ -o os de9as dos Irinta'e'tr1s/ -o os de9as de Ea a/ -o os de9as Satis@eitos/ -o os de9as Lue se de3eita e -riar/ -o os de9as Lue t1 todo o poder so8re as -riaçUes dos outros/ -o os de9as do s:Luito de (rah ã/ -o os de9as do Esp3endor/ -o os de9as do Esp3endor 3i itado/ -o os de9as do Esp3endor in@inito/ -o os de9as 4u inosos/ -o os de9as (e3os/ -o os de9as da (e3e5a 3i itada/ -o os de9as da (e3e5a in@inita/ -o os de9as Irradiantes/ -o os de9as .ehappha3ã/ -o os de9as A9ihã/ -o os de9as No9os/ -o os de9as Cra-iosos/ -o os de9as da (oa .ista/ -o os de9as Anti&os/ -o os de9as Lue atin&ira a in@inidade do ^ter/ -o os de9as Lue atin&ira a in@inidade da Cons-i1n-ia/ -o os de9as Lue atin&ira o aniLui3a ento de si es os/ -o os de9as Lue atin&ira a Ynão per-epção ne a não'per-epçãoY ' poderia su-eder Lue sur&isse e dessa aneira. Por Lu1Q PorLue : u ser Lue -a inha se&undo o dha a/ Lue se&ue u a ar-ha i&ua3. _ -he@es de @a B3ia/ se a3&u: Lue -a inha se&undo o dha a/ Lue se&ue u a ar-ha i&ua3/ dese#asseD YPossa eu/ &raças P destruição dos @3uNos/ tendo neste undo e desde a&ora rea3i5ado pe3o eu prTprio sa8er superior a 3i8erdade de -oração e a 3i8erdade de inte3e-to Lue são se @3uNos/ aB per ane-erY ' poderia a-onte-er Lue e3e ai per ane-esse. Por Lu1Q PorLue : u ser Lue -a inha se&undo o dha a/ Lue se&ue u a ar-ha i&ua3.

21. A morte na 5isão de <huan 1i Iodas as -oisas 8rota de &er es e se torna &er es no9a ente. Iodas as esp:-ies 91 de &er es. Certos &er es/ -aindo na <&ua/ torna 'se 3enti3has'dc<&ua (...! torna 'se 3BLuenes (...! torna 'se u eritrSnio (...! produ5e o -a9a3o/ Lue produ5 o Ho e . Juando o Ho e en9e3he-e/ torna'se &er es outra 9e5. X...` Juando 4ao5i orreu/ Chin Ei @oi ao @unera3. So3tou tr1s &ritos de dor e saiu. + dis-Bpu3o diri&iu'se a e3e per&untando ' Y.o-1 não era a i&o de

nosso MestreQY ' YEraY/ rep3i-ou Chin Ei. ' YAssi sendo/ a-ha Lue @oi su@i-iente sua eNpressão de pesar pe3a sua orteQY/ tornou o dis-Bpu3o. ' YA-hoY/ respondeu Chin Ei. YEsti9e pensando Lue e3e era ho e ( orta3!/ por: a&ora sei Lue não era. Juando -he&uei para os p1sa es/ en-ontrei pessoas de idade Lue -hora9a -o o -horaria pe3os @i3hos/ #o9ens Lue se 3asti a9a -o o se ti9esse perdido as ães. Juando essas pessoas se en-ontrara de9ia ter dito pa3a9ras so8re o a-onte-i ento e derra ado 3<&ri as se intenção a3&u a. (Chorar assi pe3a orte de a3&u: ! : @u&ir dos prin-Bpios naturais (de 9ida e orte! e au entar o ape&o hu ano/ esLue-endo'se da @onte da Lua3 re-e8e os esta 9ida. Os anti&os -ha a9a a isto Y@u&ir P retri8uição do C:uY. O estre 9eio porLue tinha -he&ado a hora de nas-er/ partiu porLue -he&ou o te po de partir. Os Lue a-eita o -urso natura3 e a seLR1n-ia das -oisas e 9i9e e o8edi1n-ia a e3es estão a-i a da a3e&ria e dos pesares. Os anti&os @a3a9a disto -o o a e an-ipação da es-ra9atura. Os dedos pode não ser -apa5es de @orne-er todo o -o 8ustB9e3/ por: o @o&o : trans itido e nTs não sa8e os Luando ter inar<.Y

Ca inhos para a Sa8edoria ;ão muitos os camin%os da sabedoria, tanto na Índia como na 9%ina. *a !rimeira, a busca !ela su!ressão do 7arma e !elo alcance da libertação " mo7s%a, nirvana, s%amad%i, ou como se !referir c%amar " é a constante em todos os métodos. Este s)bio !erfeito é o !rimeiro dos textos, que a!arece no cl)ssico do J%ag%avad Kita AA canção do ;en%orB, texto que faz !arte do é!ico <a%ab%arata, mas cu/a im!ortLncia religiosa e filosófica a tornaram uma obra em se!arado. Esta definição é com!letada !or dois textos u!anis%)dicos fascinantesM no !rimeiro, a discí!ula é uma mul%er, mostrando que na Índia védica buscadoras do camin%o também( no segundo, a famosa !assagem em que ;evta7etu descobre a analogia da alma e da semente. or fim, a a!resentação do método 3óguico de meditação de atan/ali, e do camin%o budista. Ciferente destes, !orém, a 9%ina consagrou a !alavra Cao como a via, método, camin%o !elo qual se atinge uma realização imanente, neste mundo, deslocando&se da visão transcendente, tal como vimos na Índia. ara a escola de 9onfGcio, este Cao é a redenção !ela educação( na visão de 0aozi, do desa!ego( !ara D%uangzi, o Cao é obscuro e atingido !or

ex!eri+ncias !sicológicas e ling1ísticas avançadas( e !ara concluir, uma visão curiosa da escola médico&cosmológica, da é!oca :an, que !ro!un%a uma camin%o !ara a longevidade !or meio de uma filosofia médica, ainda %o/e existente.

22. As Cara'ter?sti'as do S94io Per=eito no "ha ha5ad @ita Disse Ar#unaD Jua3 : a des-rição do ho e Lue possui essa sa8edoria @ir e ente @undada/ -u#o ser : @ir e e espBrito/ _ ArishnaQ Co o @a3a o ho e de inte3i&1n-ia esta8e3e-ida/ -o o se senta/ -o o andaQ O Senhor (endito disseD Juando u ho e pUe de 3ado todos os dese#os de sua ente/ _ Ar#una/ e Luando seu espBrito est< -ontente e si prTprio/ então se -ha a est<9e3 e inte3i&1n-ia. ALue3e -u#a ente não se pertur8a e eio Ps triste5as e est< 3i9re do dese#o ansioso entre pra5eres/ aLue3e de Lue a paiNão/ edo e rai9a se a@astara / a este se -ha a u s<8io de inte3i&1n-ia esta8e3e-ida. ALue3e Lue não te a@eição e Lua3Luer 3ado/ Lue não se re#u8i3a ou detesta ao ter o 8e ou o a3/ te u a inte3i&1n-ia @ir e ente esta8e3e-ida na sa8edoria. ALue3e Lue retira os sentidos dos o8#etos do sentido e todos os 3ados/ assi -o o u a tartaru&a re-o3he seus e 8ros ao -as-o/ te u a inte3i&1n-ia @ir e ente esta8e3e-ida na sa8edoria. Os o8#etos do sentido se a@asta da a3 a -orpori@i-ada Lue se a8st: de a3i entar'se de3es/ as o &osto por e3es -ontinua. At: es o o &osto se a@asta Luando o Supre o : 9isto. E 8ora u ho e possa es@orçar'se pe3a per@eição e ostrar'se dono de dis-erni ento/ _ Gi3ho de Aunti/ seus sentidos i petuosos arrastarão sua ente P @orça. Iendo posto todos os sentidos so8 -ontro3e/ e3e de9e per ane-er @ir e no intento Eo&a e Mi / pois aLue3e -u#os sentidos se a-ha so8 -ontro3e teia u a inte3i&1n-ia @ir e ente esta8e3e-ida. Juando/ e sua ente/ u ho e presta atenção aos o8#etos do sentido/ produ5'se sua 3i&ação aos es os. Dessa 3i&ação sur&e o dese#o/ e do dese#o 9e a rai9a. Da rai9a nas-e a -on@usão/ e desta a perda de e TriaW dessa perda de e Tria 9e a destruição da inte3i&1n-ia e desta e3e pere-e. + ho e de ente dis-ip3inada/ no entanto/ Lue se o9e entre os o8#etos de sentido -o os sentidos so8 -ontro3e e 3i9re de 3i&ação e a9ersão/ atin&e a pure5a de espBrito. E nessa pure5a de espBrito produ5'se para e3e u @i de toda triste5aW a inte3i&1n-ia de u ho e de espBrito puro assi 3o&o se esta8e3e-e na pa5 do eu. Não eNiste inte3i&1n-ia para os in-ontro3ados/ ne ta pou-o para os

in-ontro3ados eNiste o poder de -on-entração/ enLuanto para aLue3e Lue não te -on-entração não h< pa5/ e -o o pode ha9er @e3i-idade para Lue não te pa5Q Juando a ente perse&ue .os sentidos nS ades/ 3e9a -onsi&o a -o preensão/ assi -o o o 9ento i pe3e u na9io so8re as <&uas. ALue3e -u#os sentidos este#a retirados de seus o8#etos/ portanto/ _ Poderoso/ te sua inte3i&1n-ia @ir e ente esta8e3e-ida.

23. %ma mestra em 4us'a da sa4edoriaA A Con5ersa Bntre CajDã5a/k$a e 8aitre$i no "rihadaran$aka upanishad ' Maitre*i disse Ea#Fa9a3k*a. ' Eis Lue rea3 ente estou Luase saindo deste estado para adiante. O3haV .ou @a5er u a-ordo @ina3 para ti e aLue3e Aat*a*ani. ' Se ho#e/ senhor/ toda esta terra -heia de riLue5a @osse inha/ seria eu i orta3 por issoQ ' disse então Maitre*i. ' Não ' respondeu Ea#Fa9a3k*a. ' Co o a 9ida do ri-o/ assi seria a tua. Juanto P i orta3idade/ no entanto/ não ha esperança atra9:s da riLue5a. ' Jue de9o @a5er -o aLui3o pe3o Lue eu não poderei ser i orta3Q O Lue sa8es/ senhor/ na 9erdade di5e' eV ' disse então Maitre*i. ' AhV Eis Lue/ Luerida -o o :s para nos/ Luerido : o Lue di5esV .e / senta'te. Eu eNp3i-arei para ti. Mas enLuanto eu eNp3i-ar/ 8us-a pensar e inhas pa3a9ras ' disse Ea#Fa9a3k*a. Depois disso/ e3e a@ir ouD ' Na 9erdade/ não : pe3o a or do arido Lue e3e : Luerido/ as pe3o a or da A3 a o arido : Luerido. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or da esposa Lue e3a : Luerida/ as pe3o a or da A3 a a esposa : Luerida. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or dos @i3hos Lue e3es são Lueridos/ as pe3o a or das A3 as os @i3hos são Lueridos. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or a riLue5a Lue e3a : Luerida/ as pe3o a or da A3 a a riLue5a : Luerida. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or da 8ra Mn-ia (Lua3idade de (rah an! Lue e3a : Luerida/ as pe3o a or da A3 a a 8ra Mn-ia : Luerida. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or dos undos Lue e3es são Lueridos/ as pe3o a or da A3 a os deuses são Lueridos. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or dos seres Lue e3es são Lueridos/ as pe3o a or da A3 a os seres são Lueridos. ' Na 9erdade/ não : pe3o a or de tudo Lue tudo : Luerido/ as pe3o a or da A3 a tudo : Luerido.

' Na 9erdade/ : a A3 a o Lue se de9e 9er/ ou9ir/ o Lue de9e ser pensado/ o Lue de9e ser ponderado/ T Maitre*i. Na 9erdade/ -o o 9er/ ou9ir/ pensar e entender da A3 a/ este undo tota3 : -onhe-ido. ' A 8ra Mn-ia desertou aLue3e Lue não -onhe-e a 8ra Mn-ia e nada ais do Lue a A3 a. . ' Os undos desertara aLue3e Lue -onhe-e os undos e nada ais do Lue a A3 a. ' Os deuses desertara aLue3e Lue -onhe-e os deuses e nada ais do Lue a A3 a. ' Os seres desertara aLue3e Lue -onhe-e os seres e nada ais do Lue a A3 a. ' Iudo desertou aLue3e Lue -onhe-e tudo e nada ais do Lue a A3 a. ' ^ -o o se/ Luando u ta 8or esta sendo to-ado/ não pud:se os apreender os sons eNternos/ as apreendendo o ta 8or ou o ta 8ori3eiro/ o so : apreendido. ' ^ -o o se/ Luando u a -on-ha est< sendo soprada/ não pud:sse os apreender os sons eNternos/ as apreendendo o ta 8or ou o ta 8ori3eiro/ o so : apreendido. ' ^ -o o se/ Luando u a3aHde esta sendo to-ado/ não pud:sse os apreender os sons eNternos/ as apreendendo o a3aHde ou seu eNe-utante/ o so : apreendido. ' ^ -o o se/ de u @o&o a-eso -o o -o 8ustB9e3 H ido/ nu9ens de @u aça se desta-asse separada ente/ de odo Lue/ na 9erdade/ desse &rande Ser tenha sido -riado aLui3o Lue : Ki&'.eda/ Ea#ur' .eda/ Sa a'.eda/ Hinos dos Athar9anos e An&iras/ 4enda/ Conhe-i ento Anti&o/ Ci1n-ias/ Doutrinas MBsti-as/ .ersos/ A@oris os/ ENp3i-açUes e Co ent<rios. De3e/ na 9erdade/ tudo isso @oi -riado. ' ^ -o o se de todas as <&uas o ponto de reunião : o ar/ ta 8: de todos os toLues o ponto de reunião : a pe3e/ ta 8: de todos os &ostos o ponto de reunião : a 3Bn&ua/ ta 8: de todos os -heiros o ponto de reunião : a narina/ ta 8: de todas as @or as o ponto de reunião : o o3ho/ ta 8: de todos os sons o ponto de reunião : o ou9ido/ ta 8: de todas as intençUes o ponto de reunião : a ente/ ta 8: de todos os -onhe-i entos o ponto de reunião : o -oração/ ta 8: de todos os atos o ponto de reunião são as ãos/ ta 8: de todos os pra5eres o ponto de reunião : o Tr&ão &erador/ ta 8: de todas as e9a-uaçUes o ponto de reunião : o anus/ ta 8: de todas as #ornadas o ponto de reunião são os p:s/ ta 8: de todos as .edas o ponto de reunião : a @a3a. ' ^ -o o se u 8o-ado de sa3 posto na <&ua disso39endo'se ne3a/

não eNistisse ais sa3 a3&u para tirar/ as onde Luer Lue essa <&ua se#a 3e9ada/ ostra'se sa3&ada/ e ta 8: assi / na 9erdade/ este &rande Ser/ in@inito/ i3i itado/ : apenas u a assa de -onhe-i ento. ' Sur&indo desses e3e entos/ ne3es nTs desapare-e os. Depois da orte não h< -ons-i1n-ia. Assi eu @a3o. E assi @a3ou Ea#Fa9a3k*a. E se&uida @a3ou Maitre*iD ' Nisso/ rea3 ente/ tu e -on@undiste/ senhor/ ao di5er Lue depois da orte não ha -ons-i1n-iaV Disse então Ea#Fa9a3k*aD ' Na 9erdade/ eu não -on@undo. Su@i-iente : isso/ na 9erdade/ para o entendi ento. ' Pois onde eNiste u a dua3idade/ por assi di5er/ u 91 o outro/ u -heira o outro/ u ou9e o outro/ u @a3a -o outro/ u pensa no outro/ u -o preende o outro. Na 9erdade/ onde tudo se tornou o eu nosso/ onde e Lue -heirarBa osQ Onde e Lue 9eda osQ onde e Lue ou9irBa osQ Onde e a Lue @a3arBa osQ Onde e de Lue pensarBa osQ Onde e a Lue -o preenderBa osQ Onde irBa os -o preender aLu13e por Lue -o preende os este IudoQ Onde se -o preenderia o -o preendedorQ

24 A 4us'a de S5etaketu) no Chando $a %panishad Juando S9etaketu tinha do5e anos de idade/ seu pai +dda3aka 3he disseD YS9etaketu/ a&ora de9es ir para a es-o3a e estudar. Nin&u: da nossa @a B3ia/ eu @i3ho/ : i&norante a respeito de (rah an.Y ConseLRente ente/ S9etaketu pro-urou u estre e estudou por do5e anos. Depois de de-orar todos os .edas/ 9o3tou para -asa -heio de or&u3ho -o seu aprendi5ado. Seu pai/ per-e8endo a 9aidade do #o9e / disse a e3eD YS9etaketu/ pediste aLue3e -onhe-i ento pe3o Lua3 ou9i os o Lue não : audB9e3/ pe3o Lua3 per-e8e os o i per-eptB9e3/ pe3o Lua3 -onhe-e os o in-o&nos-B9e3QY YO Lue : esse -onhe-i ento/ senhorQY/ per&untou S9etaketu. YMeu @i3ho/ do es o odo -o o ao se -onhe-er u onte de 8arro/ todas as -oisas @eitas de 8arro são -onhe-idas/ ha9endo a di@erença apenas no no e e sur&indo da @a3a/ sendo 9erdade Lue todas são de 8arroW do es o odo -o o ao se -onhe-er u a pepita de ouro/ todas as -oisas @eitas de ouro são -onhe-idas/ estando a di@erença apenas no no e e sur&indo da @a3a/ sendo 9erdade Lue todas são ouro ' eNata ente assi : aLue3e -onhe-i ento Lue/ -onhe-endo'

o/ -onhe-e os tudo.Y YCo toda a -erte5a/ eus 9ener<9eis estres i&nora esse -onhe-i entoW pois/ se o possuBsse / t1'Io'ia ensinado a i . Ensinai' e então/ senhor/ esse -onhe-i ento.Y YAssi se#aY/ disse +dda3aka/ e -ontinuou entãoD YNo inB-io ha9ia a ENist1n-ia/ apenas + / se se&undo. A3&uns di5e Lue no inB-io ha9ia apenas a não'eNist1n-ia/ e Lue de3a nas-eu o +ni9erso. Por: / -o o poderia ser ta3 -oisaQ Co o poderia a eNist1n-ia nas-er da não'eNist1n-iaQ Não/ eu @i3ho/ no inB-io ha9ia apenas a eNist1n-ia ' so ente + / se Lue hou9esse outro. E3e/ o +no/ pensouD Serei uitos/ eNpandir' e'ei. Assi / pro#etou o +ni9erso a partir de si es o/ e entrou dentro de -ada ser e de tudo. Iudo o Lue eNiste possui o seu ser so ente ne3e. E3e : a 9erdade. E3e : a ess1n-ia suti3 de tudo. E3e : o Eu. E isso/ S9etaketu/ ISSO ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse Eu.Y [Assi se#a/ eu @i3hoZD [Assi -o o as a8e3has @a5e o e3 reunindo su-os de inH eras p3antas e <r9ores @3orB@eras/ e -o o esses su-os/ redu5idos a u Hni-o e3/ não sa8e de Lue @3ores 9iera indi9idua3 ente/ da es a @or a/ eu @i3ho/ todas as -riaturas/ Luando estão in-orporadas PLue3a ENist1n-ia Hni-a/ se#a no sono se sonhos ou na orte/ nada sa8e a respeito do seu estado passado ou presente/ de9ido P i&norMn-ia Lue as en9o39e ' não sa8e Lue estão @undidas -o e3a e Lue de3as 9iera Z. [Se#a o Lue @or Lue essas -riaturas se#a / u 3eão/ ou u ti&re/ ou u #a9a3i/ ou u 9er e/ ou u 8orra-hudo/ ou u osLuito/ e3as assi per ane-e depois Lue 9o3ta do sono se sonhosZ. YIodas e3as t1 seu Eu apenas ne3e. E3e : a 9erdade. E3e : a ess1n-ia suti3 de tudo. E3e : o Eu. E isso/ S9etaketu/ ISSO ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse Eu.Y [Assi se#a/ eu @i3hoZD YOs rios do 4este -orre na direção do 4este/ os rios do Oeste -orre na direção do Oeste/ e todos 9ão para o ar. E3es passa de ar para ar/ as nu9ens os e3e9a para o -:u -o o 9apor e os anda para 8aiNo -o o -hu9a. E -o o esses rios/ Luando se une -o o ar/ não sa8e se são este ou aLue3e rio/ da es a @or a todas as -riaturas Lue en-ionei/ Luando 9o3ta de (rah an/ não sa8e de onde 9iera Z. YIodos esses seres t1 seu eu so ente ne3e. E3e : a 9erdade. E3e : a ess1n-ia suti3 de tudo. E3e : o Eu. E isso/ S9etaketu/ ISSO ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse Eu.Y YAssi se#a/ eu @i3hoZD

[Se a3&u: u a 9e5 &o3peasse a rai5 desta &rande <r9ore/ e3a san&raria/ as 9i9eria. Se &o3peasse seu -au3e/ e3a san&raria/ as 9i9eria. Se &o3peasse seu topo/ e3a san&raria/ as 9i9eria. I pre&nada pe3o eu 9i9ente/ esta <r9ore per ane-e @ir e/ e se a3i entaW por: / se o Eu partisse de u dos seus &a3hos/ esse &a3ho ur-hariaW se o a8andonasse por u se&undo/ e3e ur-haria. Se o a8andonasse pe3a @ração de u se&undo/ e3e ur-haria. Se e3e saBsse de toda a <r9ore/ toda a <r9ore ur-hariaZ. [Do es o odo/ eu @i3ho/ -onhe-e istoD o -orpo orre Luando o Eu o deiNa ' por: o Eu não orreZ. YIudo o Lue eNiste te o seu Eu apenas ne3e. E3e : a 9erdade. E3e : a ess1n-ia suti3 de tudo. E3e : o Eu. E isso/ S9etaketu/ ISSO ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5e' e ais a respeito desse Eu.Y YAssi se#a. Ira5e u a @ruta daLue3a <r9ore N*a&rodha.Y YALui est</ senhor.Y YParte'a.Y YEst< partida/ senhor.Y YO Lue 91sQY YA3&u as se entes/ eNtre a ente peLuenas/ senhor.Y YParte u a de3as.Y YEst< partida/ senhor.Y YO Lue 91sQY YNada/ senhor.Y YA ess1n-ia suti3 tu não a 91s/ e ne3a est< o todo da <r9ore N*a&rodha. A-redita/ eu @i3ho/ Lue naLui3o Lue : a ess1n-ia suti3 ' todas as -oisas t1 sua eNist1n-ia. ALui3o : a 9erdade. ALui3o : o Eu. E aLui3o/ S9etaketu/ AJ+I4O ^S I+VY YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse Eu.Y YAssi se#a. Co3o-a este sa3 na <&ua/ e 9o3ta aLui a anhã pe3a anhã.Y S9etaketu @e5 -o o 3he @oi so3i-itado. Na anhã se&uinte/ seu pai pediu'3he para tra5er o sa3 Lue ha9ia -o3o-ado na <&ua. Por: / e3e não pSde @a51'Io porLue o sa3 se ha9ia disso39ido. +dda3aka então disseD YPro9a a <&ua e di5e' e Lue &osto e3a te .Y YEst< sa3&ada/ senhor.Y YDo es o odoY/ -ontinuou +dda3aka/ Ye 8ora não 9e#as (rah an neste -orpo/ na 9erdade e3e est< aLui. NaLui3o Lue : a ess1n-ia suti3 ' todas as -oisas t1 sua eNist1n-ia. ALui3o : a 9erdade. ALui3o : o Eu. E aLui3o/ S9etaketu/ AJ+I4O ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse EuY/ pediu no9a ente o #o9e . [Assi se#a/ eu @i3hoZD YDo es o odo -o o u ho e -o os o3hos 9endados pode ser 3e9ado para 3on&e e a8andonado nu 3u&ar estranho/ e/ tendo sido

tratado assi / pode 9o3tar'se para todos os 3ados e &ritar para Lue a3&u: / re o9a a sua 9enda e 3he ostre o -a inho de -asaW e a3&u: / atendendo ao seu -ha ado/ poder< so3tar a sua 9enda e dar'3he -on@ortoW e/ depois de -a inhar de po9oado e po9oado/ per&untando seu -a inho P edida Lue a9ança/ e3e @ina3 ente -he&a P sua -asa ' assi u ho e Lue en-ontra u estre i3u inado o8t: o 9erdadeiro -onhe-i entoZ. YALue3e Lue : a ess1n-ia suti3 ' ne3e todos os seres t1 sua eNist1n-ia. E3e : a 9erdade. E3e : o Eu. E ALue3e/ O S9etaketu/ AJ+E4E ^S I+.Y YPor @a9or/ senhor/ di5ei' e ais a respeito desse Eu.Y [Assi se#a/ eu @i3hoZD [Juando u ho e est< @ata3 ente doente/ seus parentes se reHne e 9o3ta de3e e per&unta D dIu e -onhe-esQ Iu e -onhe-esQe EnLuanto sua @a3a não esti9er in-orporada P sua ente/ sua ente ao seu a3ento/ seu a3ento ao seu -a3or 9ita3/ seu -a3or 9ita3 ao Ser Supre o/ e3e os -onhe-er<. Por: / Luando sua @a3a esti9er in-orporada P sua ente/ sua ente ao seu a3ento/ seu a3ento ao seu -a3or 9ita3/ seu -a3or 9ita3 ao Ser Supre o/ então e3e não os -onhe-er<Z. YALue3e Lue : a ess1n-ia suti3 ' ne3e todos os seres t1 sua eNist1n-ia. E3e : a 9erdade. E3e : o Eu. E ALue3e/ O S9etaketu/ AJ+E4E ^S I+.Y

2#. A sa4edoria nos Co as sutras de Patanja/i ! Eormas de 8editação e de Samadhi A en@er idade/ a pre&uiça enta3/ a dH9ida/ a @a3ta de entusias o/ a 3etar&ia/ a tend1n-ia para os pra5eres dos sentidos/ a @a3sa per-epção/ a i possi8i3idade de atin&ir u per@eito estado de -on-entração e a @a-i3idade de perd1'3o/ u a 9e5 atin&ido/ são as distraçUes Lue o8strue . O so@ri ento/ a an&Hstia enta3/ o tre or do -orpo/ a respiração irre&u3ar/ a-o panha a não'retenção de u per@eito estado de -on-entração. Para -orri&ir este estado (: pre-iso! Lue o su#eito se eNer-ite. Na a i5ade/ na piedade/ no -ontenta ento e na indi@erença os Luais/ sendo -on-e8idos -o re3ação a su#eitos @e3i5es e in@e3i5es/ 8ons e aus/ respe-ti9a ente/ pa-i@i-a a Chitta. E so3tar e reter a respiração. Nessas @or as de -on-entração Lue pro9o-a eNtraordin<rias per-epçUes nos sentidos e Lue são a -ausa de perse9erança da

ente. Ia 8: na editação da 4u5 Ke@u3&ente/ Lue est< a-i a de toda triste5a. Ia 8: na editação so8re o -oração Lue renun-iou a todo ape&o aos o8#etos dos sentidos. Ia 8: na editação so8re o -onhe-i ento Lue 9e a nTs no sono. Ia 8: na editação so8re Lua3Luer -oisa Lue nos pareça 8oa. A ente do Eo&ui Lue assi editar passa/ se i pedi ento/ do atS i-o para o in@inito. O Eo&ui Lue/ dessa aneira/ ti9er tornado i potentes os .rittis/ Lue os ti9er (-ontro3ado!/ a3-ança/ tanto no re-ept<-u3o/ instru ento/ no re-e8er/ -o o no re-e8ido (o Ser/ a ente/ os o8#etos eNternos!/ -o p3eta -on-entração e i&ua3dade/ -o o o -rista3 (diante de o8#etos de di@erentes -ores!. O so / o sentido e o -onhe-i ento resu3tantes/ unidos/ -onstitue o -ha ado Sa adhi [-o 'interro&açãoY. O Sa adhi deno inado [se 'interro&açãoY 9e Luando a e Tria : puri@i-ada ou es9a5iada de Lua3idades e eNpri e apenas o sentido do o8#eto editado. Por esse pro-esso ta 8: se eNp3i-a (as -on-entraçUes! -o dis-ri inação e se dis-ri inação/ -u#os o8#etos são/ ais sutis. Os o8#etos ais sutis t1 u ter o -o Pradhana. Essas -on-entraçUes t1 se ente. + a 9e5 puri@i-ada a -on-entração se dis-ri inação/ a Chitta est< @ir e ente @iNada. O -onhe-i ento disto -ha a'se [-heio de 9erdadeY. O -onhe-i ento &anho atra9:s do teste unho e da in@er1n-ia re@ere'se a o8#etos -o uns. O Lue de-orre do Sa adhi e Lue a-a8a os de en-ionar/ : de Lua3idade uito ais a3ta e pode penetrar onde o teste unho e a in@er1n-ia não pode . A i pressão Lue resu3ta do Sa adhi o8strui todas as de ais i pressUes. O Sa adhi [se 'se enteY se o8t: restrin&indo at: es o (essa i pressão Lue o8strui todas as de ais i pressUes!.

2&. O Caminho "udista) des'rito no Sam$utta +ika$a SupUe a&ora/ Iissa/ dois ho ens/ u i&norante do Ca inho/ outro 9ersado no Ca inho. ALue3e Lue : i&norante per&unta seu -a inho PLue3e Lue : 9ersado no -a inho. O outro respondeD YSi / 9Ts estais no -a inho/ senhor. Juando 9Ts o ti9erdes se&uido por a3&u

te po/ 9ereis Lue e3e se di9ide e duas 9eredas. DeiNai aLue3a da esLuerda/ to ai aLue3a da direita. Continuai a -a inhar u pou-o e 9ereis u a espessa @3oresta. + pou-o ais 3on&e 9ereis u &rande pMntano. + pou-o ais 3on&e 9ereis u pre-ipB-io es-arpado. + pou-o ais 3on&e 9ereis u a de3i-iosa p3anB-ie de so3o p3ano.Y ^ u a par<8o3a/ Iissa/ para e @a5er -o preender/ e eis de3a a si&ni@i-ação. O ho e i&norante do -a inho/ : a u3tidão. O ho e 9ersado no -a inho/ : o Des-o8ridor da .erdade/ o Per@eito/ o tota3 ente Desperto. A di9isão e duas 9eredas/ : o estado de hesitação. O -a inho da esLuerda/ : a _-tup3a 9ia errSneaD a da opinião errSnea/ dos -on-eitos errSneos/ das pa3a9ras errSneas/ dos atos errSneos/ da -onduta errSnea/ dos es@orços errSneos/ da 9i&i3Mn-ia errSnea/ da -onte p3ação errSnea. A 9ereda da direita : o sB 8o3o do _-tup3o -a inho ariano/ o da opinião -orreta/ et-... A @3oresta espessa/ Iissa/ desi&na a i&norMn-ia. O &rande pMntano desi&na os pra5eres sensuais. O pre-ipB-io es-arpado : sinSni o da tur8u31n-ia/ da -T3era. A de3i-iosa p3anB-ie de so3o p3ano desi&na o nir9ana. S1 re-on@ortado/ Iissa. Eu te eNortarei/ te a#udarei/ te instruirei.

2,. A redenção pe/o estudo) no <hon Con de Con=F'io e <isi ALui3o Lue o -:u outor&ou se -ha a Nature5a. A har onia -o essa nature5a -ha a'se Ca inho do De9er. A ordenação desse -a inho -ha a'se Instrução. Ne por u instante se pode a8andonar o -a inho. Se pudesse ser a8andonado/ não seria o -a inho. A esse respeito/ o ho e não superior/ para ser prudente/ não espera at: 9er as -oisas ne para ser apreensi9o espera at: ou9ir as -oisas. Nada h< ais 9isB9e3 do Lue o se-reto. Nada ais anif@esto do Lue o inHs-u3o. Portanto/ o ho e superior -uida de si es o Luando est< so5inho. Juando não h< a&itaçUes de pra5er/ de -T3era/ de pesar ou de a3e&ria/ pode'se di5er Lue a ente se en-ontra e estado de ELui3B8rio. Juando esses senti entos se a&ita e atua e seu de9ido &rau/ produ5'se o Lue se pode -ha ar estado de Har onia. Esse ELui3B8rio : a &rande 8ase da Lua3 pro-ede todos os atos hu anos no undo e essa Har onia : o -a inho uni9ersa3 Lue todos e3es de9e se&uir. Se eNiste e sua per@eição esses estados de eLui3B8rio e da har onia/ pre9a3e-er< u a orde @e3i5 no C:u e na Ierra e todas as -oisas serão esti u3adas e @3ores-erão.

[Jue o ho e superior sinteti5e o siste a do Meio/ de9e'se ao @ato de ser u ho e superior e assi anter se pre o Meio. Jue o ho e in@erior atue -ontra o siste a do Meio/ de9e'se ao @ato de ser e3e u ho e in@erior e não ter -aute3aZ. Disse o MestreD [Per@eita : a 9irtude Lue est< de a-ordo -o o Meio. Entre o po9o/ raros @ora aLue3es Lue pudera prati-<'3aVY

2.. O dao dos dao?stas) de 0ao1i Pro-ura atin&ir a supre a Hu i3dade Sustenta @ir e a 8ase da Juietude. MirBades de -oisas se @or a e se er&ue para a ati9idade as eu as assisti to 8are de -ostas e repouso. Assi -o o a 9e&etação Lue -res-e 3uNuriante as retorna Ps raB5es do -hão onde nas-eu. Ke&ressar Ps prTprias ori&ens/ eis o Lue : o Kepouso. ^ o Lue se -ha a retornar ao seu prTprio Destino. Jue re&ressa P sua @ina3idade en-ontra a Eterna 4ei Conhe-er a 4ei Eterna : o Es-3are-i ento. Des-onhe-er a 4ei Eterna : eNpor'se ao @ra-asso ALue3e Lue -onhe-e a 4ei Eterna : to3eranteD sendo to3erante : i par-ia3W sendo i par-ia3 : no8reW sendo no8re est< de a-ordo -o a Nature5aW estando de a-ordo -o a Nature5a est< de a-ordo -o estando de a-ordo -o dao : eterno e sua 9ida inteira est< preser9ada de danos.

daoW

22. O dao o4s'uro de <huan 1i Co o dao pode ser tão o8s-uro de odo Lue pre-isa ha9er a distinção do 9erdadeiro e do @a3soQ E -o o a pa3a9ra pode ser tão o8s-ura de odo Lue pre-isa ha9er u a distinção entre o direito e o erradoQ Onde 9o-1 pode ir e a-har Lue dao não eNisteQ Onde 9o-1 pode ir e a-har Lue as pa3a9ras não pode ser pro9adasQ Dao não pode ser apreendido per@eita ente por nossa -o preensão inadeLuada/ e as pa3a9ras não se patenteia per@eita ente de9ido Ps eNpressUes @3oreadas. DaB as a@ir ati9as e ne&ati9as das es-o3as de Con@H-io e de Mo5i/ -ada Lua3 ne&ando o Lue a outra a@ir a e

a@ir ando o Lue a outra ne&a. Cada Lua3 ne&ando o Lue a outra a@ir a e a@ir ando o Lue a outra ne&a/ sT nos pode redundar e -on@usão. Não h< nada Lue não se#a YistoYW não h< nada Lue não se#a YaLui3oY. O Lue não pode ser 9isto por YaLui3oY/ (a outra pessoa! pode ser -o preendido por i . DaB eu di&o/ YistoY e ana YdaLui3oYW YaLui3oY ta 8: deri9a YdistoY. Esta : a teoria da interdepend1n-ia YdistoY e YdaLui3oY (re3ati9idade dos padrUes!. Não o8stante/ a 9ida de-orre da orte/ e 9i-e'9ersa. A possi8i3idade de-orre da i possi8i3idade/ e 9i-e'9ersa. A a@ir ação 8aseia'se na ne&ação/ e 9i-e'9ersa. Sendo esse o -aso/ o 9erdadeiro s<8io re#eita todas as distinçUes e re@u&ia' se no C:u (Nature5a!. Pois a3&u: pode 8ase<'3as so8re YistoY/ e 8ora YistoY se#a ta 8: YaLui3oY e YaLui3oY se#a ta 8: YistoY. YIstoY/ outrossi / te seus YdireitosY e YerradosY/ e YaLui3oY ta 8: te seus YdireitosY e YerradosY. Então eNiste rea3 ente/ ou não/ a distinção entre YistoY e YaLui3oYQ Juando YistoY (su8#eti9o! e YaLui3oY (o8#eti9o! são a 8os se seus -orre3atos/ esse : o 9erdadeiro YEiNo de daoY. E Luando esse EiNo passa atra9:s o -entro para o Lua3 o In@inito -on9er&e/ as a@ir açUes e as ne&açUes -on@unde 'se i&ua3 ente no in@inito gni-o. DaB se di5 Lue não h< nada -o o usar a 4u5. Io ar u dedo -o o pro9a de Lue u dedo não : u dedo não : tão 8o -o o to ar Lua3Luer -oisa Lue não se#a u dedo para pro9ar Lue u dedo não e u dedo. Io ar u -a9a3o -o o pro9a de Lue u -a9a3o não : u -a9a3o não : tão 8o -o o to ar a3&o Lue não se#a u -a9a3o para de onstrar Lue u -a9a3o não e u -a9a3o. O es o se d< -o o uni9erso Lue não : ne dedo ne -a9a3o. O possB9e3 : possB9e3D o i possB9e3 : i possB9e3. Dao tra8a3ha e o resu3tado o8tido : o se&uinteW as -oisas re-e8e no es e a@ir a'se sere o Lue são. Por Lue são assi Q PorLue se a@ir a sere -o o sãoV Por Lue não são de outro odoQ A@ir a'se não sere assi V As -oisas são assi por si es as e t1 possi8i3idades por si prTprias. Não eNiste nada Lue não se#a de -erto odo e não eNiste nada Lue não possa ser de -erto odo. Por -onse&uinte to e/ por eNe p3o/ u &a3ho no9o e u a -o3una/ ou u a pessoa @eia e u a &rande 8e3e5a e tudo o Lue @or estranho e onstruoso. Iudo isso : i&ua3ado por dao. A di9isão : o es o Lue -riaçãoW a -riação : o es o Lue destruição. Não h< u a -riação ou u a destruição/ porLue essas -ondiçUes são no9a ente i&ua3adas nu a gni-a. So ente os 9erdadeiros s<8ios -o preende esse prin-ipio de i&ua3ar todas as -oisas nu a gni-a. Des-arta 'se das distinçUes e se re@u&ia nas -oisas -o uns e ordin<rias. As -oisas -o uns e ordin<rias ser9e a -ertas @unçUes e/ portanto/ -onser9a a inte&ridade da nature5a. Partindo dessa

inte&ridade/ u a pessoa -o preende/ e da -o preensão -he&a a dao. AB p<ra. Parar se sa8er -o o p<ra ' eis dao.

33. O *ao da saFde do +eijin (O Gratado Hnterno) ! Gratado so4re a (erdade +atura/ nos Gempos Anti os O I perador A are3o @oi dotado de ta3entos di9inos/ nos te pos anti&os e Lue nas-euD na pri eira in@Mn-ia #< sa8ia @a3ar/ uito #o9e ainda era r<pido de entendi ento e sa&a-idade/ e adu3to @oi sin-ero e -o preensi9o e Luando atin&iu a per@eição as-endeu ao C:u. + a 9e5/ o I perador A are3o diri&iu'se a Iien Shih/ o estre di9ina ente inspirado/ nos se&uintes ter osD ' Ou9i di5er Lue nos te pos anti&os as pessoas 9i9ia ais de u s:-u3o e es o assi per ane-ia ati9as e não se torna9a de-r:pitas nas suas ati9idades. Ho#e e dia/ por: / as pessoas sT 9i9e etade desses anos e es o assi to a 'se de-r:pitas e d:8eis. ^ por Lue o Mundo uda de &eração para &eraçãoQ Ou ser< por Lue a esp:-ie hu ana ne&3i&en-ia as 3eis da Nature5aQ E Chi Po respondeuD ' Anti&a ente/ essas pessoas Lue -o preendia o Dao Xo -a inho do autodesen9o39i ento` o3da9a 'se de a-ordo -o o Ein e o Ean& Xos dois prin-Bpios da Nature5a` e 9i9ia e har onia -o as artes da adi9inhação. Ha9ia te perança no -o er e no 8e8er. As suas horas de 3e9antar e re-o3her era re&u3ares e não desordenadas e ao a-aso. Craças a isso/ os anti&os -onser9a9a os seus -orpos unidos Ps suas a3 as/ a @i de -u prire por -o p3eto o perBodo de 9ida Lue 3hes esta9a destinado/ -ontando -e anos antes do passa ento. Ho#e e dia/ as pessoas não são assi W uti3i5a o 9inho -o o 8e8ida e adota a te eridade e a ne&3i&1n-ia -o o -o porta ento ha8itua3. Entra na -M ara do a or e estado de e 8ria&ue5W as paiNUes eNaure '3hes as @orças 9itaisW o ardor dos dese#os a38arata'3hes a 9erdadeira ess1n-iaW não são h<8eis na re&u3ação da sua 9ita3idade. De9ota toda a atenção ao di9erti ento dos seus espBritos/ des9iando'se assi das a3e&rias da 3on&a 9ida. 4e9anta 'se e deita 'se se re&u3aridade. Por tais ra5Ues sT -he&a P etade de -e anos e de&enera . Na Anti&Ridade ais re ota/ os ensina entos dos s<8ios era se&uidos pe3os Lue se en-ontra9a a8aiNo de3es. Os s<8ios di5ia

Lue a @raLue5a/ as in@3u1n-ias insa3u8res e os 9entos no-i9os de9ia ser e9itados e o-asiUes espe-B@i-as. Sentia 'se tranLRi3a ente satis@eitos no nada e a 9erdadeira @orça 9ita3 a-o panha9a'os se preW preser9a9a dentro de si o 9i&or 9ita3 pri iti9o. Assi / -o o podia a doença a-o et1'3osQ. Kepri ia a 9ontade e redu5ia os dese#osW os seus -oraçUes esta9a e pa5 e se Lua3Luer edo/ os seus -orpos 3a8uta9a e/ -ontudo/ não sentia @adi&a. O seu espBrito respeita9a a har onia e a o8edi1n-ia/ esta9a tudo de a-ordo -o os seus dese#os e -onse&uia o Lue Luer Lue dese#asse . A-ha9a eN-e3ente Lua3Luer esp:-ie de -o ida e Lua3Luer esp:-ie de 9estu<rio os satis@a5ia. Sentia 'se @e3i5es e todas as -ir-unstMn-ias. Para e3es/ não i porta9a Lue u ho e o-upasse na 9ida u a posição e3e9ada ou in@erior. A ho ens assi se pode -ha ar puros de -oração. Não h< dese#o -apa5 de tentar os o3hos destas pessoas puras/ e a sua ente não pode ser desen-a inhada pe3os eN-essos ne pe3o a3. Nu a so-iedade assi / Luer os ho ens se#a sensatos/ Luer idiotasW Luer 9irtuosos/ Luer aus/ não t1 edo de nada/ estão e har onia -o o dao/ o Ca inho Certo. Por isso/ os anti&os 9i9ia ais de u s:-u3o e per ane-ia ati9os e se se to are de-r:pitos/ porLue a sua 9irtude era per@eita e nada #a ais a punha e peri&o.

.i9endo e

So-iedade

;ão mGlti!las as facetas que dominam o tema ;ociedade. *esta recol%a de textos, o !a!el das castas é dominante nos assuntos relacionados à sociedade. Elas são o !onto de inflexão central entre religião, cultura e cotidiano( de sua afirmação, se/a no texto de manu ou no ma%ab%arata, ou de sua negação, na visão budista, nasce o confronto destas duas vis'es filosóficas tão caras a esta civilização. ;eguem&se dois textos mostrando o que v+m a ser o !a!el de um c%efe de família na índia, tanto na visão %indu quanto na visão budista. Nunto a eles, os deveres de uma mul%er, !ro!osto no manavad%armas%astra, d) nos uma idéia da evolução do !a!el feminino nesta sociedade nos tem!os antigos. N) a 9%ina tem seu cotidiano e a sociedade narrados na visão dos ritos, dos costumes, elaboradamente !reservados !or 9onfGcio e sua escola. Cistantes de uma !ossível visão religiosa " ou se esta est) !resente, o faz de um modo velado, quase inacessível, senão na ocasião dos sacrifícios reais e aos ancestrais, ou nas cerim2nias de luto & , a

vida c%inesa nos é contada !or !oemas e !rosas destinadas es!ecificamente a este fim. Fnicialmente, vemos uma ode destinada ao rei lavrador, um ato simbólico que o soberano realizava no início do !eríodo da !rimavera, sulcando a terra !ara dar início aos trabal%os de !lantio( de!ois, um !oema de uma mul%er divorciada, a!resentando as tens'es de uma sociedade que se !retendia cada vez mais misógina( os lamentos da miséria reinante !or um funcion)rio local( e os cantares que mostram como se dava o trabal%o nos cam!os ao longo do ano. *uma mudança de foco, 9onfGcio nos a!resenta uma visão r)!ida sobe outros !ovos sinizados, a com!reensão da diferença( de!ois, os deveres de obrigação universal " ou mel%or, social. D%uangzi nos mostra uma visão da sociedade como um condicionamento !roblem)tico, uma !erda da sim!licidade original( /) o *ei/ing nos !ro!orciona uma visão médica da civilização antiga, !or meio de uma filosofia da saGde, narrando o ciclo da vida %umana. ara finalizar, mais alguns textos sobre o cotidiano c%in+s antigoM as queixas contra um es!oso violento, uma declaração real contra a embriaguez, outra contra o luxo, um texto do 0i/i mostrando como se sabe se um !ovo é evoluído ou não( como surgiu a civilização Ao conceito de 0i, ou culturaB e um texto do Caxue AKrande EstudoB, sobre o !a!el do indivíduo e do cultivo interior como fundamento da conviv+ncia social e %umana.

31. A Criação do 8undo e a ori em das /eis e das 'astas no mana5adharmashastra Este uni9erso eNistia na @or a de Ire9a/ i per-e8ido/ destituBdo de ar-as distintas/ inatin&B9e3 pe3o ra-io-Bnio/ in-o&nos-B9e3/ inteira ente i erso/ por assi di5er/ e sono pro@undo. Goi Luando o Auto'eNistente di9ino/ e3e prTprio indis-ernB9e3/ as to ando tudo isso/ os &randes E3e entos e o resto/ dis-ernB9e3/ sur&iu -o poder -riador irresistB9e3/ des@a5endo a tre9a. ALue3e Lue sT pode ser per-e8ido pe3o Tr&ão interno/ Lue : suti3/ indis-ernB9e3 e eterno/ Lue -ont: todos os seres -riados e : in-on-e8B9e3/ 8ri3hou por sua prTpria 9ontade. Dese#ando produ5iu seres de uitas esp:-ies -o seu prTprio -orpo/ e3e pri eira ente -riou as <&uas -o u pensa ento/ e pSs sua se ente nas es as. Essa se ente se to ou u o9o dourado/ e 8ri3ho i&ua3 ao so3W naLue3e o9o e3e prTprio nas-eu -o o u 8rM ane/ o pro&enitor de

todo o undo. Dessa pri eira -ausa/ Lue : indis-ernB9e3/ eterna e tanto rea3 Luanto irrea3/ produ5iu'se aLue3e ho e Lue : @a oso neste undo so8 o no e de (rah an. O di9ino residiu naLue3e o9o durante todo u ano/ e depois e3e prTprio/ por seu pensa ento apenas/ di9idiu'o e duas etadesW E dessas duas etades e3e @or ou -:u e terra/ entre e3as a es@era :dia/ os oito pontos do hori5onte e a orada eterna das <&uas. Mas no inB-io e3e atri8uiu seus di9ersos no es/ atos e -ondiçUes a todos os seres -riados/ de a-ordo -o as pa3a9ras dos .edas. O -urso de ação Lue o Senhor de inB-io indi-ou a -ada tipo de seres/ sT esse @ora adotado e -ada -riação posterior. O Lue e3e indi-ara a -ada Lua3 na pri eira -riação/ no-i9idade ou ino@ensi9idade/ &enti3e5a ou @ero-idade/ 9irtude ou pe-ado/ 9erdade ou @a3sidade/ ais tarde se prendeu espontanea ente a -ada u . Co o a a3teração das estaçUes/ -ada Lua3 por sua prTpria -onta to a suas ar-as distinti9as/ do es o odo os seres -orporais e no9os nas-i entos reto a9a seu -urso de ação indi-ado. As di9ersas -ondiçUes neste -Br-u3o de nas-i entos e ortes se pre terrB9e3 e e -onstante trans@or ação/ a Lue os seres -riados estão su#eitos/ a-ha 'se de-3aradas/ para -o eçar/ -o a de (rah an/ e para ter inar -o a das -riaturas i o9B9eis. Juando aLue3e -u#o poder : in-o preensB9e3 produ5ira assi o uni9erso/ desapare-eu e si prTprio/ supri indo repetida ente u perBodo por eio de outro. Juando esse ser di9ino a-orda/ o undo a-ordaW Luando dor e tranLRi3a ente/ o uni9erso er&u3ha no sono. Mas Luando e3e repousa e sono -a3 o/ os seres -orporais -u#a nature5a : a ação desiste de seus atos e a inerte se to a inerte. Juando se a-ha a8sor9idos todos de u a 9e5 naLue3a &rande a3 a/ aLue3e Lue : a a3 a de todos os seres dor e do-e ente/ 3i9re de todas as preo-upaçUes e o-upaçUes. Juando essa a3 a entra na tre9a/ per ane-e por uito te po unida aos Tr&ãos da sensação/ as não eNe-uta suas @unçUes/ deiNando então o ar-a8ouço -orpTreo. Assi e3e/ o i pere-B9e3/ despertando e dor indo a3ternada ente/ re9i9e e destrTi se -essar toda essa -riação T9e3 e i T9e3. Mas ouça a&ora a 8re9e des-rição da duração de u a noite e u dia de (rah an e das di9ersas idades do undo/ de a-ordo -o sua orde . E3es de-3ara Lue a idade de Arita -onsiste e Luatro i3 anos dos deusesW o -repHs-u3o antes de3a -onsiste e outras tantas

-entenas/ e o -repHs-u3o se&uinte no es o nH ero. Nas outras tr1s idades/ -o seus -repHs-u3os ante-edendo e se&uindo/ os i3hares e -entenas são di inuBdos de u e -ada. Esses do5e i3 anos Lue @ora assi en-ionados -o o o tota3 de Luatro idades hu anas são -ha ados u a idade dos deuses. Mas sai8a Lue a so a de i3 idades dos deuses @or a u dia de (rah an/ e Lue sua noite te a es a duração. So ente aLue3es/ Lue sa8e Lue o dia santo de (rah an na 9erdade ter ina depois de -o p3etare 'se i3 idades dos deuses e Lue sua noite dura outro tanto/ são os ho ens -onhe-edores da duração dos dias e noites. Ao @ina3 daLue3e dia e noite/ aLue3e Lue dor ia desperta e/ depois disso/ -ria a ente/ Lue : tanto rea3 Luanto irrea3. A ente/ i pe3ida pe3o dese#o de (rah an de -riar/ eNe-uta o tra8a3ho da -riação odi@i-ando'se/ -o o Lue o :ter : produ5idoW e3es de-3ara Lue o so : a Lua3idade deste H3ti o. Mas do :ter/ odi@i-ando a si prTprio/ sur&e o 9ento puro e poderoso/ 9eB-u3o de todos os per@u esW a esse : atri8uBda a Lua3idade do tato. E se&uida ao 9ento/ Lue se odi@i-a so5inho/ sai a 3u5 8ri3hante/ Lue i3u ina e des@a5 a tre9aW a e3a se atri8ui a Lua3idade da -orW E da 3u5/ odi@i-ando'se/ produ5 a <&ua/ Lue te a Lua3idade do pa3adar/ e da <&ua a terra Lue te a Lua3idade do o3@atoW ta3 : a -riação no inB-io. A idade en-ionada antes/ a dos deuses/ ou do5e i3 de seus anos/ u3tip3i-ada por setenta e u / -onstitui o Lue aLui se -ha a o PerBodo de u Manu. Os PerBodos de u Manu/ -riaçUes e destruiçUes do undo/ são inH erosW di9ertindo'se/ por assi di5er/ (ra a repete isso in@inita ente. Na idade de Arita/ Dhar a te Luatro p:s e : inteiro/ e assi ta 8: : a .erdadeW ne ta pou-o ad9: Lua3Luer 8ene@B-io aos ho ens por andare eretos. Nas tr1s outras idades/ de9ido a &anhos in#ustos/ Dhar a : su-essi9a ente pri9ado de u p:/ e pe3a eNist1n-ia de rou8o/ @a3sidade e @raude o :rito &anho pe3os ho ens : di inuBdo nu a Luarta parte e -ada u . Os ho ens a-ha 'se 3i9res de doença/ atin&e todos os seus o8#eti9os e 9i9e Luatro-entos anos na idade de Arita/ as na idade de Ireta e e -ada Lua3 das su8seLRentes sua 9ida : en-urtada de u a Luarta parte. A 9ida dos ortais/ en-ionada nos .edas/ os resu3tados dese#ados dos ritos sa-ri@i-ais e o poder so8renatura3 dos espBritos

in-orporados são @rutos propor-ionados entre os ho ens/ de a-ordo -o o -ar<ter da idade. + -on#unto de de9eres : pres-rito aos ho ens na idade de Arita/ de9eres di@erentes na idade de Ireta e na de D9apara/ e outra 9e5 no9o -on#unto na idade de Aa3i/ e proporção na Lua3 tais idades di inue e duração. Na idade de Arita a 9irtude prin-ipa3 : a@ir ada -o o sendo a eNe-ução de austeridades/ na de Ireta o -onhe-i ento di9ino/ na de D9apara a rea3i5ação de sa-ri@B-ios/ na de Aa3i so ente a 3i8era3idade. Mas para prote&er este uni9erso E3e/ o ais resp3endente de todos/ atri8ui de9eres e o-upaçUes separados aLue3es Lue saBra de sua 8o-a/ 8raços/ -oNas e p:s. Aos 8rM anes/ e3e atri8uiu o ensino e estudo dos .edas/ sa-ri@i-ando e seu prTprio 8ene@B-io e no de outros/ dando e a-eitando es o3as. Aos Natrias/ e3e ordenou prote&er o po9o/ dar presentes/ o@ere-er sa-ri@B-ios/ estudar os .edas e a8ster'se de se prender a pra5eres sensuaisW Aos 9aiN<s/ andou tratar do &ado/ dar presentes/ o@ere-er sa-ri@B-ios/ estudar os .edas/ -o er-iar/ e prestar dinheiro e -u3ti9ar a terra. Apenas u a o-upação o senhor pres-re9eu aos sudras/ a de ser9ir hu i3de ente aLue3as outras tr1s -astas. Nesta o8ra a 3ei sa&rada @oi inteira ente de-3arada/ 8e -o o as 8oas e <s Lua3idades dos atos hu anos e a re&ra i e oria3 de -onduta/ a ser se&uida por todas as Luatro -astas. A re&ra de -onduta : 3ei trans-endente/ Luer ensinada nos teNtos re9e3ados ou na tradição sa&radaW daB/ u ho e nas-ido duas 9e5es Lue possuir -onsideração para -onsi&o prTprio de9er se pre ter o -uidado de se&ui'3a. A -riação do uni9erso/ a re&ra dos sa-ra entos/ os re&u3a entos do estudantado e o -o porta ento Luanto aos Curus/ a re&ra ais eN-e3ente de 8anhar'se Luando de 9o3ta da -asa do estre/ A 3ei do atri Snio e a des-rição dos di9ersos ritos atri oniais/ os re&u3a entos para os &randes sa-ri@B-ios e a re&ra eterna dos sa-ri@B-ios @unerais/ A des-rição dos odos de &anhar a su8sist1n-ia e os de9eres de u snataka/ as re&ras a respeito de a3i ento 3e&a3 : proi8ido/ a puri@i-ação de ho ens e -oisas/ As 3eis a respeito de u3heres/ a 3ei de ere itas/ a aneira de -onLuistar a e an-ipação @ina3 e de renun-iar ao undo/ todo o de9er de u rei e a aneira de de-idir LuestUes #udi-iais/

As re&ras para o eNa e das teste unhas/ as 3eis a respeito de arido e u3her/ a 3ei de herança e di9isão/ a 3ei a-er-a do #o&o e a retirada de ho ens no-i9os -o o espinhos/ A 3ei so8re o -o porta ento de 9aiNas e sudras/ a ori&e das -astas istas/ a 3ei para todas as -astas e te pos de di@i-u3dade e a 3ei de penit1n-ias/ O -urso trip3o de trans i&raçUes/ o resu3tado de 8oas e as açUes/ a aneira de atin&ir a 9entura supre a e o eNa e das 8oas e as Lua3idades das açUes/ As 3eis pri e9as de paBses/ -astas/ @a B3ias/ e as re&ras a respeito dos here&es e -o panhias de -o er-iantes e -oisas a@ins ' tudo isso Manu de-3arou nesses Institutos.

32. So4re a Ori em e (a/or das Iuatro Castas no 8aha4harata (ra a -riou assi anterior ente os Pra#apatis 8ra Mni-os/ penetrados por sua prTpria ener&ia e e esp3endor i&ua3ando o so3 e o @o&o. O senhor @or ou então a 9erdade/ -orreção/ @er9or austero e os .edas eternos/ a pr<ti-a 9irtuosa e a pure5a para se atin&ir o -:u. Gor ou ta 8: os deuses/ de Snios e ho ens/ 8rM anes/ N<trias/ 9aiN<s e sudras/ 8e -o o todas as outras -3asses de seres. A -or dos 8rM anes era 8ran-a/ a dos N<trias 9er e3ha/ a dos 9aiN<s a are3a e a dos sudras ne&ra. Se a -asta das Luatro -3asses @or distin&uida por sua -or/ então se ostra o8ser9<9e3 u a -on@usão de todas as -astas. O dese#o/ a rai9a/ o edo/ a -upide5/ a a@3ição/ a apreensão/ a @o e/ a @adi&a/ atin&e 'nos todosW pe3o Lue se dis-ri ina a -asta/ entãoQ O suor/ urina/ eN-re ento/ @3eu a/ 8B3is e san&ue são -o uns a todosW todos t1 -orpos Lue de&enera W pe3o Lue se dis-ri ina a -asta/ entãoQ H< inH eras esp:-ies de -oisas Lue se o9e e são esta-ion<riasW -o o se pode deter inar a -3asse desses di9ersos o8#etosQ Não h< di@erença de -astasW tendo sido -riado inteira ente 8ra ani-o de ini-io por (ra a/ e se&uida este undo se separou e -astas de9ido Ps o8ras. ALue3es 8rM anes Lue &osta9a o pra5er sensua3/ @ero5es/ iras-B9eis/ in-3inados P 9io31n-ia/ Lue tinha a8andonado seu de9er e apresenta9a e 8ros 9er e3hos/ -aBra na -ondição de N<trias. ALue3es 8rM anes Lue eNtraBa sua su8sist1n-ia do &ado/ era a are3os/ su8sistia pe3a a&ri-u3tura e ne&3i&en-ia9a seus de9eres entrara no estado de 9aiN<s. ALue3es 8rM anes Lue &osta9a da a3dade e @a3sidade/ era -o8içosos e 9i9ia de todos os tipos de tra8a3ho/ era ne&ros e tinha

a8andonado a pure5a/ er&u3hara na -ondição de sudras. Estando separados uns dos outros por essas o8ras/ os 8rM anes se di9idira e -astas di@erentes. O de9er e os ritos de sa-ri@B-io ne se pre @ora proi8idos a Lua3Luer u de3es. São estas as Luatro -3asses para Lue o Saras9ati 8ra Mni-o @oi destinado de inB-io por (ra a/ as Lue/ pe3a sua -upide5/ -aBra na i&norMn-ia. Os 8rM anes 9i9e de a-ordo -o as pres-riçUes dos .edas/ e enLuanto se at1 a e3es e Ps o8ser9Mn-ias e -eri Snias/ seu @er9or austero não desapare-e. E a -i1n-ia sa&rada @oi -riada -o o a -oisa supre a ' aLue3es Lue a i&nora não são ho ens nas-idos duas 9e5es. Destes/ h< di9ersas outras -3asses e 3u&ares di@erentes/ Lue perdera todo o -onhe-i ento sa&rado e pro@ano e prati-a LuaisLuer o8ser9Mn-ias Lue 3hes a&rade . E di@erentes esp:-ies de -riaturas -o os ritos puri@i-adores de 8rM anes/ e dis-ernindo os seus prTprios de9eres/ são -riados por Kishis di@erentes/ atra9:s de seu prTprio @er9or austero. Esta -riação/ nas-ida do deus pri a5/ tendo sua rai5 e 8rah an/ inde&ener<9e3/ i pere-B9e3/ -ha a'se a -riação nas-ida da ente/ estando de9otada Ps pres-riçUes do de9er. Jue : aLui3o/ e 9irtude do Lue u ho e : u 8rM ane/ u N<tria/ u 9aiN< ou u sudraQ Di5e' e/ T e3oLRentBssi o Kishi. ALue3e Lue : puro/ -onsa&rado Ps -eri Snias natais e outras/ Lue estudou -o p3eta ente os .edas/ 9i9e na pr<ti-a das seis -eri Snias/ eNe-uta per@eita ente os ritos da puri@i-ação/ -o e os restos das o83açUes/ prende'se a seu estre re3i&ioso/ : -onstante nas o8ser9Mn-ias re3i&iosas e de9otado P 9erdade/ -ha a'se u 8rM ane. ALue3e e Lue se 91e a 9erdade/ 3i8era3idade/ ino@ensi9idade/ od:stia/ -o paiNão e @er9or austero/ : de-3arado u 8rM ane. ALue3e Lue prati-a o de9er ad9indo do -ar&o de rei/ dedi-a'se ao estudo dos .edas e te pra5er e dar e re-e8er/ a este se -ha a u N<tria. ALue3e Lue pronta ente se o-upa -o &ado/ : dedi-ado P a&ri-u3tura e P aLuisição e se ostra per@eito no estudo dos .edas/ deno ina'se u 9aiNa. ALue3e Lue ha8itua3 ente se in-3ina a todos os tipos de a3i ento/ eNe-uta todos os tipos de tra8a3ho/ não : 3i po/ a8andonou os .edas e não prati-a as o8ser9Mn-ias puras/ : tradi-iona3 ente -ha ado u sudra. E isto Lue a@ir ei : a ar-a de u sudra/ e não se en-ontra e u 8rM aneW u sudra assi -ontinuar< a ser u sudra/ enLuanto o 8rM ane Lue a&ir assi não ser< u 8rM ane.

33. A 5isão das 'astas para os 4udistas no 8ojjhima ! +ika$a

Eis/ senhor/ as Luatro -astasD a dos no8res/ a dos po8res/ a dos -o er-iantes/ e a dos tra8a3hadores. Entre e3as/ duas t1 a supre a-iaD a dos no8res e a dos sa-erdotesD isto pe3o odo -o Lue se diri&e a seus e 8ros/ -o Lue os saHda 3e9antando'se e #untando as ãos e ho ena&e / e -o Lue são tratados. H< -in-o Lua3idades Lue de9e ser pro-uradasD a @:/ a saHde/ a sin-eridade/ a ener&ia/ a sa8edoria. As Luatro -astas pode ser dotadas das -in-o Lua3idades Lue se de9e pro-urar e re-e8e a 81nção e a @e3i-idade por uito te po. E eu não di&o Lue e seu -aso Lue ha#a u a distinção e seu es@orço. ^ -o o se se ti9esse u par de e3e@antes do esti-ados/ -a9a3os ou 8ois 8e do esti-ados/ eNer-itadosW e u outro par não do esti-ado e não eNer-itado. O pri eiro par seria -ontado -o o do esti-ado/ atin&iria o 9a3or dos ani ais do esti-adosW o se&undo/ não. Da es a aneira não : possB9e3 Lue o Lue se adLuire pe3a @:/ a saHde/ a sin-eridade/ a aus1n-ia de 9e3ha-aria possa se o8ter onde h< @a3ta de @:/ a < saHde/ o en&ano/ a 9e3ha-aria/ a in:r-ia/ a sa8edoria 3i itada. No -aso das Luatro -astas se Xseus e 8ros` são dotados de -in-o Lua3idades Lue se de9e pro-urar/ se e3es @a5e os es@orços de9idos/ eu di&o Lue neste -aso não h< di@erença entre 3i8ertação e 3i8ertação. ^ -o o se Luatro ho ens/ u tra5endo 3enha 8e se-a/ outro u a a-ha se-a da <r9ore sã3a/ o ter-eiro u a a-ha se-a de an&ueira/ o Luarto u a a-ha se-a de @i&ueira/ @i5esse -ada u @o&o Lue produ5isse -a3or. Ha9eria u a di@erença entre os @o&os produ5idos por estas di@erentes adeiras Luanto P sua -ha a/ sua -or/ ou seu -3arãoQ O es o su-ede -o o -a3or a-eso pe3a ener&ia e produ5ido pe3o es@orço. Eu não di&o Lue ha#a di@erença entre 3i8ertação e 3i8ertação. 34. Je ras Para um Che=e de Eam?/ia) no mana5adharmashastra Iendo orado -o u estre durante a Luarta parte da 9ida de u ho e / u 8rM ane de9e 9i9er a se&unda parte de sua eNist1n-ia e sua -asa/ depois de ter'se esposado. + 8rM ane de9e 8us-ar u eio de su8sist1n-ia Lue não -ause dor aos outros/ ou a enor possB9e3/ e 9i9er disso/ a não ser e te pos di@B-eis. Para o @ito de &anhar sua su8sist1n-ia/ se#a'3he per itido a-u u3ar propriedade se&uindo essas o-upaçUes irrepreensB9eis pres-ritas para sua -asta/ se @ati&ar de ais seu -orpo. Jue nun-a si&a os -a inhos do undo/ para su8sistirW Lue 9i9a a 9ida pura/ -orreta e honesta de u 8rM ane. Jue dese#ar a @e3i-idade de9er< es@orçar'se por ter u a

disposição per@eita ente satis@eita e -ontro3ar'se/ pois a @e3i-idade te o -ontenta ento por rai5/ sendo a indisposição a rai5 da in@e3i-idade. Se#a e3e ri-o ou es o na di@i-u3dade/ Lue não pro-ure a riLue5a e ati9idades pe3as Luais os ho ens se di9ide / ne por o-upaçUes proi8idas/ ne ta pou-o a-eite presentes de Lua3Luer pessoa/ se#a 3< Lue @or. Jue nun-a se prenda/ por dese#o de des@rute/ a Lua3Luer pra5er sensua3/ e Lue e3i ine -uidadosa ente u a 3i&ação eN-essi9a ao es o/ re@3etindo e seu -oração so8re sua @a3ta de 9a3or. Jue e9ite todos os eios de adLuirir riLue5a Lue i peça o estudo dos .edasW Lue se antenha de Lua3Luer aneira/ as estude/ porLue essa de9oção ao estudo dos .edas &arante a rea3i5ação de seus o8#eti9os. Jue ande aLui na terra/ tra5endo suas roupas/ @a3a e pensa entos e -on@or idade -o sua idade/ o-upação/ riLue5a/ sa8edoria sa&rada e sua raça.

3#. *e5eres das 8u/heres no mana5adharmashastra Por u a enina/ u a oça ou es o u a u3her idosa/ nada de9e ser @eito independente ente/ ne es o e sua prTpria -asa. Na in@Mn-ia/ a enina de9e estar su8 etida a seu pai/ na o-idade a seu aridoW Luando seu senhor orre/ a seus @i3hosW u a u3her #a ais de9e ser independente. E3a não de9e 8us-ar separar'se de seu pai/ arido ou @i3hosW deiNando'os/ e3a tornaria tanto sua prTpria @a B3ia Luanto a de seu esposo di&nas de despre5o. E3a de9e ser se pre a3e&re/ inte3i&ente na direção das LuestUes do :sti-as/ -uidadosa -o seus utensB3ios e e-onS i-a nas despesas. ALue3e a Lue seu pai possa d<'3a/ ou seu ir ão -o per issão do pai/ ser< o8ede-ido por e3a enLuanto 9i9er/ e Luando orrer/ e3a não de9era insu3tar sua e Tria. Co o @ito de tra5er 8oa sorte Ps noi9as/ a re-itação de teNtos 8endi5entes e o sa-ri@B-io ao Senhor das -riaturas são usados nos -asa entos/ as o atri Snio pe3o pai ou &uardião : a -ausa do do Bnio do arido so8re sua esposa. O arido Lue a esposou -o teNtos sa&rados se pre d< @e3i-idade P esposa/ tanto na estação Luanto @ora de3a/ neste undo e no se&uinte.

E 8ora destituBdo de 9irtudes/ ou 8us-ando o pra5er noutro 3u&ar/ ou despido de 8oas Lua3idades/ ainda assi u arido de9e ser -onstante ente adorado -o o u deus por u a esposa @ie3. Nenhu sa-ri@B-io/ 9oto ou #e#u de9e ser eNe-utado por u3heres separadas de seus aridosW se u a esposa o8ede-e a seu arido/ ser< por esse oti9o apenas eNa3tada no -:u. + a esposa @ie3/ Lue dese#a orar -o seu arido apTs a orte/ #a ais de9er< @a5er Lua3Luer -oisa Lue desa&rade aLue3e Lue to ou sua ão/ este#a orto ou 9i9o. Se Luiser/ e3a poder< e a&re-er o -orpo 9i9endo de @3ores/ raB5es e @rutas/ as #a ais de9er< en-ionar o no e de outro ho e depois de ter orrido seu arido. At: a orte de9e ser pa-iente Luanto as di@i-u3dades/ -ontro3ada e -asta/ e es@orçar'se por -u prir aLue3e ais eN-e3ente dos de9eres/ pres-rito as esposas Lue t1 apenas u arido. .io3ando seu de9er -o re3ação ao arido/ u a esposa se des&raça neste undoW depois da orte e3a entrara no 9entre de u -ha-a3 e ser< ator entada por doenças/ a punição por seu pe-ado. ALue3a Lue/ -ontro3ando seus pensa entos/ pa3a9ras e atos/ #a ais re8aiNar seu senhor/ reside apos a orte -o seu arido no -:u/ e : -ha ada u a esposa 9irtuosa. + ho e nas-ido duas 9e5es/ 9ersado na 3ei sa&rada/ Luei ar< u a esposa de -asta i&ua3 Lue se -ondu5a assi e orra antes de3e/ -o os @o&os sa&rados usados para A&nihotra e -o os arti&os sa-ri@i-ais. Iendo assi no @unera3 dado os @o&os sa&rados a sua esposa orta antes de3e/ e3e poder< -asar'se de no9o/ e anter 9i9os os @o&os.

3&. Je ras para um 'he=e de =am?/ia 4udista) no Sutanippata Direi a&ora a re&ra para os -he@es de @a B3ia e Lue ação -on9: a estes ou9intes/ pois e suas o-upaçUes nenhu de3es sa8eria -o p3eta ente se a#ustar ao Lue : eNi&ido dos on&es. Jue e3e não ate as -riaturasW Lue e3e não in-ite a atarD Lue e3e não apro9e as Lue tirara a 9idaW Lue e3e deiNe de 3ado toda a 9io31n-ia para -o tudo o Lue 9i9e/ e para -o tudo Lue resiste ou Lue tre e neste undo. Jue o ou9inte -o eçando a despertar se a8stenha tota3 ente de to ar o Lue não : dado/ não in-ite nin&u: a rou8ar/ não apro9e o rou8oD Lue se a8stenha de todas as @or as de rou8o. Jue se a8stenha de toda a 3uNHria/ -o o o s<8io se a@asta da @ossa -heia de 8rasasD se e3e não pode 9i9er na -ontin1n-ia/ Lue e3e não peLue -o a u3her do prTNi o. Indo P

sa3a de reunião/ P asse 83:ia Lue e3e não @a3e @a3sa ente a outre W Lue e3e não in-ite outre a entirW ne apro9e. Jue se a8stenha de tudo o Lue não : 9erdade. Jue não to e 8e8idas e 8ria&antes/ o -he@e de @a B3ia Lue es-o3he este dha aV Jue não in-ite outre a 8e8er ne apro9e a 8e8ida/ sa8endo Lue e3a sT pode ter inar na 3ou-ura. Pois e 9erdade/ os to3os Lue 8e8e / -o ete <s açUes/ e en-ora#a outros e suas 3ou-urasW Lue e3e e9ite este -i-3o de atos aus/ desatinados e entirosos/ de3B-ias dos i 8e-is. Jue e3e não ate ne to e o Lue não @oi dadoD Lue e3e não inta ne se e 8ria&ueW Lue e3e @u#a das pr<ti-as no-i9asW Lue e3e não -o a P noite de re@eiçUes inoportunas. Jue e3e não tra&a &rina3das ne use per@u esW se deite nu a esteira estendida ao so3. ^ isso Lue se -ha a a T-tup3a o8ser9Mn-ia/ -ha ada pe3o Desperto/ para pSr ter o ao a3. Se&undo o dha a e3e ser9ir< seus pais/ as o dha a/ eNer-er< seu o@B-ioW -he@e de @a B3ia Lue 3e9a esta 9ida sin-era per&untar< no9a ente aos de9as -ha ados os 4u inosos.

3,. Ode ao rei Kue /a5ra a terra) pedindo um ano de a4undLn'ia) no Shijin (Gratado dos Poemas) E3es 3i pa o so3o tirando a re39a e os ar8ustosW e ei'3o Lue @i-a todo su3-ado pe3os arados. E i3hares/ aos pares/ tira as raB5es/ a3&uns nas terras 8aiNas e H idas/ outras ao 3on&o do rio. São o dono e o @i3ho ais 9e3hoW os @i3hos ais no9os e todos os seus re8entosW os auNi3iares ais @ortes e os -riados -ontratados. Co o -o e e sa8oreia as 9iandas Lue trouNera V (Os aridos! pensa a orosa ente nas u3heresW (as u3heres! @i-a 8e perto dos aridos. (Então! -o as a@iadas re3has dos arados se pUe a tra8a3har nos a-res Lue @i-a ao su3. Se eia 9<rias esp:-ies de &rãos/ -ada se ente -ontendo dentro de si u &:r en de 9ida. E 3inhas per@eitas sur&e as hastes e/ 8e nutridas/ -res-e 8astante. O &rão 9erde pare-e Lue 9ai a8undar e os ho ens -o enNadas passa por entre e3es e u3tidUes. Depois 91 9erdadeiras u3tidUes de se&adores. E o &rão : e pi3hado nos -a pos/ irBades e -entenas de i3hares e i3hUes (de ontes de tri&o! W para os espBritos e os espBritos do-es/ para o@ere-er a nossos an-estrais/ ho ens e u3heres/ e para suprir todas as -eri Snias. Gra&rante e seu aro a/ adornando a &3Tria do estado. Ia3 -o o pi enta -o o seu -heiro/ para dar -on@orto aos 9e3hos. Não : so ente aLui Lue h< essa (a8undMn-ia!W não :

so ente a&ora Lue h< u te po -o o esteD pois desde anti&a ente assi te sido.

3.. Poema de uma mu/her di5or'iada) no Shijin O 9estido a are3o : sina3 de distinção/ O 9erde/ da des&raça. +so o 9erde e não o dourado/ E es-ondo o eu rosto. +so o 9erde do despre5o Depois de tanto te po usar o a are3o. Medito nos ensina entos dos S<8ios/ Co edo de #u3&<'3os errados. Goi por e3a Lue e3e e -o8riu de 9er&onha. Sento' e e penso so3it<ria. Gi-o pensando se os S<8ios -onhe-e O -oração de u a u3her.

32. 0amento de um =un'ion9rio so4re a mis6ria) no Shijin Deus in9erteu seu pro-edi ento ha8itua3 e os hu i3des estão -heios de an&Hstia. As pa3a9ras Lue pronun-iais não são #ustasW os p3anos Lue traçais não são de &rande a3-an-e. Co o não h< s<8ios/ pensais Lue -are-eis de &uia. Não sois rea3 ente sin-eros. Por isso 9ossos p3anos 9ãos não se&ue uito 3on&e e por isso se9era ente 9os -ensuro. O C:u en9ia -a3a idades a&ora. Não se#ais tão -o p3af-entes. O C:u produ5 a&ora essas pertur8açUes. Não se#ais tão indi@erentes. Se 9ossas pa3a9ras @osse har oniosas o po9o se uniria. Se 9ossas pa3a9ras @osse sua9es e 8ondosas o po9o se tranLRi3i5aria. E 8ora eus de9eres se#a distintos dos 9ossos/ sou 9osso -o panheiro de tra8a3ho. .enho para a-onse3har'9os e 9Ts e ou9is -o depre-iati9a indi@erença. Minhas pa3a9ras re@ere 'se aos ur&entes assuntos atuais. Não a-rediteis Lue -onstitua at:ria para riso. Os anti&os tinha esta <Ni aD [Consu3ta os Lue apanha a er9a e a 3enhaZ. O C:u eNer-e opressão/ a&ora. Não 9os 8ur3eis desse odo das -oisas. Co o an-ião @a3o -o sin-eridade -o p3eta/ as 9Ts/ ais #o9ens do Lue eu/ estais -heios de or&u3ho. Não : Lue inhas pa3a9ras se#a as da idade a9ançada/ as 9Ts 9os 8ur3ais do Lue : triste. Mas as inLuietaçUes se u3tip3i-arão -o o -ha as at: Lue #<

não tenha re :dio. O C:u ostra a&ora seu ran-or. Não se#ais #a-tan-iosos adu3adores/ a@astando'9os -o p3eta ente de toda -onduta de-orosa/ at: Lue os ho ens 8ons se -on9erta e personi@i-açUes da orte. O po9o a&ora suspira e &e e e não nos atre9e os a eNa inar as -ausas do seu a3'estar. A ruBna e a desorde es&ota todos os eios de 9ida e não nos ostra ofs 8ondosos para -o as nossas u3tidUes. O C:u i3u ina o po9o -o o a @3auta de 8a 8u responde ao si39o terrestre. Co o as duas etades de u todo. Co o ao to ardes u a -oisa e a 3e9ardes na ão/ 3e9ais se ais rodeios. A i3usftração do po9o : uito @<-i3. A&ora possui/ por si es o/ uitas per9ersidades. Não eNi8i diante de3e 9ossa prTpria per9ersidade. Os ho ens 8ons são u a 9a3a. As u3tidUes são ura3ha. Os &randes Estados são 8io 8os. As &randes @a B3ias/ -ontra@ortes. O -uidado da 9irtude asse&ura a tranLRi3idade. O -Br-u3o dos parentes do rei : u a ura3ha @orti@i-ada. Não de9e os deiNar Lue se#a destruBda a ura3ha @orti@i-ada. Não de9e os deiNar Lue o rei este#a so3it<rio e -onsu ido pe3o terror. .enerai a -T3era do C:u e não 9os atre9eis a di9ertir'9os por 9osso pra5er. O Crande C:u : inte3i&ente e 9os a-o panha por toda a parte. O Crande C:u : -3ari9idente e 9os a-o panha at: nos 9ossos eNtra9ios e nas 9ossas indu3&1n-ias.

43. So4re o /a4or a r?'o/a) no Shijin A3e&res são estes -a pos eNtensos/ u a d:-i a parte de sua produção : anua3 ente to ada -o o tri8uto. Co as 9e3has pro9isUes a3i ento os a&ri-u3tores. Desde os te pos de outrora te os tido anos 8ons e a&ora 9ou' e para as terras do su3 onde uns eNtirpa as er9as daninhas e outros #unta a terra e torno das raB5es. O i3ho pare-e eNu8erante e nu a a p3a -3areira reHno e esti u3o os ho ens Lue ais pro ete . Co eus 9asos -heios de 8ri3hante i3ho e eus puros -arneiros 9iti <rios/ sa-ri@i-a os no a3tar dos espBritos da terra e nos a3tares dos espBritos das Luatro re&iUes. O estado dos eus -a pos e tão 8oas -ondiçUes/ : o Lue en-he de a3e&ria os 3a9radores. Io-ando os a3aHdes e @a5endo ressoar os ta 8ores in9o-are os o Pai da A&ri-u3tura e 3he i p3orare os u a -hu9a sua9e/ para au entar o produto de nossas -o3heitas e tornar @e3i5es eus ho ens e suas u3heres. O 3on&BnLuo des-endente -he&a Luando suas esposas e @i3hos 3e9a

o a3i ento aos Lue tra8a3ha nas terras do su3. O inspetor dos -a pos ta 8: -he&a e est< a3e&re. Io a o a3i ento P esLuerda e P direita e pro9a'o para 9er se : ou não : 8o . O -erea3 est< 8e -u3ti9ado nos -a pos. Ser< 8o e a8undante. O 3on&BnLuo des-endente ostra'se satis@eito e esti u3a os 3a9radores a Lue se ostre di3i&entes. As -o3heitas do 3on&BnLuo des-endente pare-e a3tas -o o tetos de -o3 o e a3tas -o o a -o8erta de u a -arrua&e . E pi3ha 'se @or ando i3has e ontB-u3os. Serão ne-ess<rios i3hares de -e3eiros/ -entenas de -arros. O i3ho/ o arro5 e o painço pro9o-arão a a3e&ria dos a&ri-u3tores e estes dirãoD [Juiç< se#a re-o pensado -o u a &rande @e3i-idade/ i3hares de anos/ 9ida se @i VZ

41. Outras entes) no <hon $on de Con=F'io e <isi Disse o MestreD dIodos os ho ens di5e D [So os s<f8iosZ/ as se são e purrados e aprisionados nu a rede/ arf adi3ha ou 3aço/ não sa8e -o o 3i9rar'se. Iodos os ho ens di5e D [So os s<8iosZ as se 3hes a-onte-e es-o3here o -a inho do Meio não são -apa5es de aB per ane-er ne por u 1s. ?i 3u per&untou so8re a ener&ia. Disse o MestreD [Men-ionas a ener&ia do Su3/ a ener&ia do Norte ou aLue3a Lue tu es o poderias -u3ti9arQZ. [Mostrar indu3&1n-ia e doçura ao ensinar aos de ais e não se 9in&ar de u a -onduta in#usti@i-adaD esta : a ener&ia das re&iUes eridionais/ e o ho e 8o pro-ura estud<'3a. Estar so8 o peso das ar as e en-ontrar a orte se 3af entosD esta : a ener&ia das re&iUes do Norte/ e o ho e @orte a estuda. Mas o ho e superior -u3ti9a u a har onia a istosa se ser d:8i3. Co o : @ir e/ na sua ener&iaV Per ane-e erf&uido/ ao -entro/ se se in-3inar para u ne outro 3adoV Co o : @ir e/ na sua ener&iaV no &o9erno do seu paBs pre9af3e-e os 8ons prBn-ipes/ não deiNa de ser aLui3o Lue era e seu re@H&io. Juando pre9a3e-e os aus prBn-ipes no paBs/ ant1 se des@a3e-i entos seu -a inho at: a orte. Co o : @ir e/ e sua ener&iaVZ

42. Os de5eres de o4ri ação uni5ersa/) no <hon $on Os de9eres de o8ri&ação uni9ersa3 são -in-o e são tr1s as 9irtudes -o as Luais são e3es prati-ados. Os de9eres são os Lue eNiste entre o so8erano e o inistro/ entre pai e @i3ho/ entre esposo e

esposa/ entre ir ão aior e ir ão enor e os Lue -orresponde ao trato entre a i&os. Esses -in-o são de9eres de o8ri&ação uni9ersa3. O -onhe-i ento/ a a&nani idade e a ener&ia são as tr1s 9irtudes uni9ersa3 ente o8ri&atTrias. E o eio pe3o Lua3 pUe os de9eres e pr<ti-a : a si p3i-idade. A3&uns nas-e -o o -onhe-i ento desses de9eres. A3&uns o -onhe-e atra9:s do estudo. A3&uns adLuire esse -onhe-i ento depois de u penoso senti ento de sua i&norMn-ia. Mas/ u a 9e5 possuBdo o -onhe-i ento/ o resu3tado : o es o. A3&uns o prati-a -o natura3idade. Outros atraBdos pe3os seus 8ene@B-ios. Outros/ atra9:s de es@orços en:r&i-os. Mas/ u a 9e5 prati-ados/ o resu3tado : o es oeZ. Disse o MestreD [Ser a ante do sa8er : estar prTNi o do -onhe-i ento. A&ir -o ener&ia : estar prTNi o da a&nani idade. Possuir o senti ento da 9er&onha : estar prTNi o da ener&iaZ. ALue3e Lue -onhe-e essas tr1s -oisas sa8e -o o -u3ti9ar o -ar<ter. Sa8endo -o o -u3ti9ar o -ar<ter/ sa8e -o o &o9ernar os ho ens. Sa8endo -o o &o9ernar os ho ens/ sa8e -o o &o9ernar o reino -o todos os seus Estados e @a B3ias.Z

43. A (isão da 'i5i/i1ação em <huan 1i Os -a9a3os t1 -as-os para -arre&<'3os por so8re as &eadas e as ne9es e p13o para prote&1'3os do 9ento e do @rio. Co e re39a e 8e8e <&ua e retesando as -audas/ &a3opa . Ia3 : a nature5a 9erdadeira dos -a9a3os. Sa3Ues -eri oniosos e &randes ansUes não são para e3es. + dia Po3o (@a oso treinador de -a9a3os! apare-eu di5endo ' YSei -uidar uito 8e de -a9a3osY. Assi es-o9ou'3hes o p13o e os tosLuiou/ aparou'3hes os -as-os e os ar-ou. PSs'3hes -a8restos pe3os pes-oços e &ri3hUes e suas pernas e nu erou'os/ se&undo os est<8u3os. O resu3tado @oi Lue/ e -ada &rupo de de5/ dois ou tr1s orrera . Depois/ @1'3os passar @o e e sede/ @1'3os trotar e &a3opar e ensinou'os a -orrer e @or ação -o a in@e3i-idade de ostentar 8ridUes -o 8or3as na testa e re-ear o -hi-ote -o nTs por tr<s/ at: Lue ais de etade orreu. O o3eiro di5 YSei tra8a3har 8e -o o 8arro. Se o Luero redondo/ uso -o passoW se Luero retan&u3ar uso o esLuadroY. O -arpinteiro di5 ' YSei tra8a3har 8e a adeira. Se a Luero e -ur9a/ uso o ar-oW se e 3inha reta/ uso a r:&uaY. Mas -o o : Lue pode os pensar Lue a nature5a do 8arro e da adeira dese#a a ap3i-ação

do -o passo e do esLuadro/ do ar-o e da r:&uaQ Não o8stante/ durante uitos anos Po3o @oi eNa3tado por sua perB-ia e treinar -a9a3os/ e o3eiros e -arpinteiros por sua ha8i3idade -o o 8arro e a adeira. Os Lue diri&e (&o9erno! os ne&T-ios do i p:rio -o ete o es o erro. Penso Lue aLue3e Lue sa8e -o o &o9ernar o i p:rio não de9e @a51' 3o. PorLue o po9o te -ertos instintos naturais ' te-e as roupas e se 9este / 3a9ra os -a pos e se a3i enta . Esse : o instinto -o u do Lua3 todos t1 sua parte. Ia3 instinto pode ser -ha ado Yno C:u nas-idoY. Assi / nos dias da nature5a per@eita/ os ho ens era -a3 os nos o9i entos e serenos no o3har. NaLue3e te po não ha9ia -a inhos nas ontanhas/ ne 8otes ou pontes so8re as <&uas. Iodas as -oisas produ5ia 'se natura3 ente. Os p<ssaros e as @eras se u3tip3i-a9a W as <r9ores e os ar8ustos edra9a . Dessa sorte/ a-onte-ia Lue as a9es e as @eras podia ser 3e9adas pe3a ão e podia'se su8ir e espiar para dentro do ninho da p1&a. Pois nos dias da nature5a per@eita/ o ho e 9i9ia #unto -o as a9es e as @eras e não ha9ia distinção de esp:-ie entre e3es. Jue pode sa8er as distinçUes entre os &entis ho ens e os ho ens do po9oQ Sendo todos i&ua3 ente se dese#os/ per ane-ia nu estado de inte&ridade natura3. Nesse estado de inte&ridade natura3/ o po9o não perdia sua nature5a (ori&ina3!. E depois/ Luando apare-era os S<8ios/ raste#ando por -aridade e an-ando -o o de9er/ a dH9ida e a -on@usão entrara no espBrito dos ho ens. E3es dissera Lue era pre-iso a3e&r<'3os por eio da Hsi-a e -riara as distinçUes por eio de -eri Snias/ e o i p:rio di9idiu'se -ontra si es o. Se -ortar a adeira 8ruta/ Lue @aria os na9ios de sa-ri@B-ioQ Se o #ade 8ran-o não @osse -ortado/ Lue poderia @a5er as insB&nias reais da -orteQ Não sendo destruBdos Dao e a 9irtude/ Lue uti3idade teria a -aridade e o de9erQ Se não se perdesse os instintos naturais dos ho ens/ Lue ne-essidade ha9eria de Hsi-a e -eri SniasQ Se as -ores não se -on@undisse / Lue pre-isaria de de-oraçUesQ Se as -in-o notas não se -on@undisse / Lue adotaria os seis diapasUesQ A destruição da inte&ridade natura3 das -oisas para a produção de arti&os de 9<rias esp:-ies ' eis a @a3ta do artB@i-e. A destruição de dao e da 9irtude a @i de introdu5ir a -aridade e o de9er ' eis o erro dos S<8ios. Os -a9a3os 9i9e e terra se-a/ -o e re39a e 8e8e <&ua. Juando 3hes a&rada/ es@re&a os pes-oços uns nos outros. Juando se en-o3eri5a / 9ira 'se e dão -o os -as-os uns nos outros. At: aB são apenas 3e9ados por seus instintos naturais. Por: / -o 8ridão e @reio/ -o u a p3a-a de eta3 de @eitio de 3ua so8re suas testas/ aprende a 3ançar o3hares a3dosos/ a 9irar as -a8eças para

order/ a es8arrar no outro ani a3 da pare3ha/ a to ar o @reio nos dentes ou @u&ir -o a -a8eça ao 8ridão. Desse odo/ @i-a -o enta3idade e &estos i&uais aos dos 3adrUes. Eis a @a3ta de Po3o. Nos dias de HeNu os ho ens nada @a5ia de parti-u3ar e seus 3ares e saia a passeios se destino. Iendo a3i entos/ re&o5i#a9a 'seW dando pan-adinhas na 8arri&a anda9a de u 3ado para outro. As -apa-idades naturais desses ho ens os 3e9a9a at: aB. Os S<8ios 9iera depois e os @i5era -ur9ar'se e a8aiNar'se -o -eri Snias e Hsi-a/ a @i de re&u3ar as @or as eNternas de trato so-ia3 e ostentara a -aridade e o de9er diante de3es -o o @ito de -onser9ar'3hes os espBritos su8 issos. Depois o po9o -o eçou a tra8a3har e desen9o39eu &osto pe3a -i1n-ia/ e -o eçou a 3utar entre si na a 8ição do 3u-ro/ para a Lua3 não h< @i . Eis o erro dos S<8ios.

44. O 'i'/o da 5ida humana no +eijin O i perador per&untouD h Juando as pessoas en9e3he-e / não pode pro-riar @i3hos. ^ por tere eNaurido a sua @orça na depra9ação ou por sorte natura3Q Chei Po respondeuD h Juando u a enina te sete anos as e anaçUes dos seus rins torna 'se a8undantes/ -o eça a udar os dentes e o -a8e3o @i-a ais -o prido. Juando per@a5 o d:-i o ' Luarto ano -o eça a enstruar/ pode en&ra9idar e o o9i ento do pu3so da &rande art:ria : @orte. A enstruação o-orre e perBodos re&u3ares/ e assi a #o9e pode dar P 3u5 u a -riança. [Juando a u3her atin&e a idade de 9inte e u anos/ as e anaçUes dos seus rins são re&u3ares/ o H3ti o dente saiu e est< -o p3eta ente desen9o39ida. Juando a u3her atin&e a idade de 9inte e oito anos/ os seus Hs-u3os e ossos são @ortes/ o seu -a8e3o atin&iu o -o pri ento <Ni o e o seu -orpo est< 9i&oroso e @e-undoZ. [Juando a u3her atin&e a idade de trinta e -in-o anos/ o pu3so Lue indi-a a re&ião da d4u5 So3are deteriora'se/ o rosto -o eça a enru&ar'se e o -a8e3o a -air. Juando atin&e a idade de Luarenta e dois anos/ o pu3so das tr1s re&iUes do Ean& deteriora'se na parte superior do -orpo/ o rosto te ru&as e o -a8e3o -o eça a e 8ranLue-erZ. [Juando atin&e a idade de Luarenta e no9e anos/ #< não pode en&ra9idar e a -ir-u3ação do pu3so da &rande art:ria di inuiu. A enstruação a-a8a/ as portas da enstruação deiNa de estar

a8ertasW o -orpo deteriora'se e a u3her deiNa de poder &erar @i3hosZ. [Juando u rapa5 te oito anos/ as e anaçUes dos seus testB-u3os (rins! estão -o p3eta ente desen9o39idasW o -a8e3o -res-e ais e -o eça a udar os dentes. Juando te de5esseis anos/ as e anaçUes dos seus testB-u3os torna 'se a8undantes e -o eça a se&re&ar s1 en. Ie u a a8undMn-ia de s1 en Lue pro-ura eNpe3ir/ e/ se nessa a3tura o e3e ento as-u3ino e o e3e ento @e inino se une e har onia/ pode ser -on-e8ida u a -riançaZ. [Na idade de 9inte e Luatro anos/ as e anaçUes dos testB-u3os são re&u3ares/ Hs-u3os e ossos estão @ir es e @ortes/ nas-eu o H3ti o dente e o ho e atin&iu a a3tura <Ni a. Aos trinta e dois anos/ Hs-u3os e ossos estão no apo&eu/ a -arne : saud<9e3 e o ho e : ro8usto e @e-undoZ. [Na idade de Luarenta anos/ as e anaçUes dos testB-u3os di inue / o -a8e3o -o eça a -air e os dentes a apodre-er. Aos Luarenta e oito anos/ o 9i&or as-u3ino est< redu5ido ou es&otado/ apare-e ru&as no rosto e o -a8e3o das t1 poras e 8ranLue-e. Aos -inLRenta e seis anos/ a @orça do @B&ado deteriora'se/ os Hs-u3os deiNa de @un-ionar de9ida ente/ a se-reção de s1 en es&ota'se/ a 9ita3idade di inui/ os testB-u3os deteriora 'se e a @orça @Bsi-a do ho e -he&a ao @i . Aos sessenta e Luatro anos/ perde os dentes e o -a8e3oZ. [Os rins do ho e re&u3a a <&ua Lue re-e8e e ar a5ena a se-reção das -in-o 9Bs-eras e dos seis intestinos. Juando as 9Bs-eras estão a8undante ente -heias/ en-ontra 'se aptas a se&re&arW as Luando/ neste est<&io/ as -in-o 9Bs-eras estão se-as/ os Hs-u3os e os ossos de-3ina / as se-reçUes reprodutoras eNaure 'se e/ por isso/ o -a8e3o do ho e en-ane-e nas @ontes/ o -orpo torna'se'3he pesado/ a postura deiNa de ser ereta e e3e se torna in-apa5 de pro-riar.Z O i perador per&untouD h Mas h< ho ens Lue/ apesar de 9e3hos e anos/ &era @i3hos. Co o : isso possB9e3Q Chei Po respondeuD h Irata'se de ho ens -u#o 3i ite natura3 de idade : ais e3e9ado. O 9i&or do seu pu3so per ane-e ati9o e h< u eN-edente de se-reção dos seus testB-u3os. No entanto/ se ti9ere @i3hos/ os 9arUes não eN-ederão os sessenta e Luatro anos/ e as @i3has não u3trapassarão os Luarenta e no9e/ pois nessa a3tura a ess1n-ia do C:u e da Ierra estar< es&otada. O i perador per&untouD h Os Lue se&ue o Dao/ o Ca inho Certo e atin&e assi a idade

de -er-a de -e anos/ pode &erar @i3hosQ Chei Po respondeuD h Os Lue se&ue o Dao/ o Ca inho Certo/ pode es-apar P 9e3hi-e e -onser9ar o -orpo e per@eitas -ondiçUes. E 8ora 9e3hos e anos/ -ontinua -apa5es de &erar @i3hos. Huan& Ii disseD h Ou9i di5er Lue e te pos anti&os hou9e os -ha ados Ho ens Espirituais/ Lue do inara o +ni9erso e -ontro3ara o Ein e o Ean&. Kespira9a a ess1n-ia da 9ida/ era independentes por preser9are o espBrito e os seus Hs-u3os e a sua -arne per ane-ia i ut<9eis. Podia / portanto/ &o5ar u a 3on&a 9ida/ pois não h< @i para o C:u e a Ierra. Iudo isso resu3ta9a da sua 9ida de har onia -o o Dao/ o Ca inho Certo. [Nos te pos edie9os eNistira os Sapientes/ Lue preser9a9a a 9irtude e de@endia (in@a3i9e3 ente! o Dao/ o Ca inho Certo. .i9ia de a-ordo -o o Ein e o Ean& e e har onia -o as Luatro estaçUes. A@asta9a 'se deste undo e renun-ia9a P 9ida undana/ poupa9a as ener&ias e preser9a9a o espBrito inta-to. .ia#a9a por todo o +ni9erso e era -apa5es de 9er e ou9ir para a3: dos oito espaços distantes. Craças a tudo isso/ au enta9a e @orta3e-ia a sua 9ida e/ por @i / atin&ia o est<&io do Ho e Espiritua3Z. [Su-edera '3hes os S<8ios/ Lue a3-ançara a har onia -o o C:u e a Ierra e respeitara estrita ente as 3eis dos oito 9entos. Era -apa5es de -on-i3iar os seus dese#os -o os assuntos undanos/ e o seu -oração não -onhe-ia o Tdio ne a -T3era. Não dese#a9a separar as suas ati9idades das ati9idades do Mundo e -onse&uia ser indi@erentes ao h<8ito. Não @orça9a eN-essi9a ente o -orpo no tra8a3ho @Bsi-o ne a ente e editaçUes eNtenuantes. Não se preo-upa9a -o -oisa a3&u a/ -onsidera9a @unda entais a @e3i-idade e a pa5 interiores e a satis@ação a ais e3e9ada das rea3i5açUes. Nada podia o3estar'3hes o -orpo ne a38aratar'3hes as @a-u3dades entais. Assi / -onse&uia -he&ar P idade de -e anos ou aisZ. [Su-edera '3hes os Ho ens de EN-e3ente .irtude/ Lue o8ede-era Ps re&ras do +ni9erso e i itara o So3 e a 4ua/ a3: de des-o8rire a disposição das estre3as. Podia pre9er o @un-iona ento do Ein e do Ean& e o8ede-er'3he/ e aprendera a distin&uir as Luatro estaçUes. Kespeitara os te pos anti&os e tentara anter'se e har onia -o o Dao. Ga5endo'o/ au entara a duração da sua 9ida/ at: u a idade a9ançada.Z

4#. IueiMa e ape/o de <huan Iian 'ontra o mau trato Kue re'e4eu do esposo) no Shijin (tratado dos Poemas) _ So3/ T 4ua/ Lue i3u inais esta 8aiNa terraV ALui est< o Lue não e trata de a-ordo -o a anti&a 3ei. Co o pode ter a -ons-i1n-ia tranLRi3aQ Ser< Lue não e Luer 9erQ _ So3/ T 4ua Lue dais so 8ra a esta 8aiNa terraV ALui est< o ho e Lue não e Luer dar sua a i5ade. Co o pode ter tranLRi3a a -ons-i1n-iaQ Ser< Lue não e Luer -orresponderQ _ So3/ T 4ua/ Lue 9indes do OrienteV _ pai/ T ãeV Para nada ser9iu o e ha9erdes -riado. Co o pode ter tranLRi3a a -ons-i1n-iaQ Ser< Lue não e Luer -orresponder/ -ontra toda ra5ãoQ

4&. Contra o N/'oo/ e a Bm4ria ue1) no Shujin (tratado dos /i5ros) O rei @a3a do se&uinte odoD [Ga5ei -onhe-er -3ara ente inhas &randes ordens no paBs de Mei. Juando 9osso 9ener<9e3 pai/ o rei ien/ 3ançou as 8ases de nosso reino na re&ião o-identa3/ @e5 de-3araçUes e ad oesftaçUes aos prBn-ipes das di9ersas re&iUes e a todos os a3tos @un-ion<rios/ -o seus a#udantes e os diretores dos ne&T-ios/ di5endo dia e noiteD [De9e ser e pre&ados a3-oTis nos sa-ri@B-iosZ. Juando o C:u outor&ou seu de-reto @a9ore-edor e assentou as 8ases da e in1n-ia do nosso po9o/ uti3i5a9a 'se as 8e8idas espirituosas uni-a ente nos &randes sa-ri@B-ios. Juando o C:u en9ia seus terrores e nosso po9o se desor&ani5a -onsidera9e3 ente -o e3es e perde sua 9irtude/ pode'se atri8uir in9aria9e3 ente ao seu a8uso/ de 8e8idas. Mais ainda/ a ruBna dos Estados peLuenos e &randes/ por esses terrores : in9aria9e3 ente oti9ada por sua -u3pa no uso de 8e8idas. [O rei ien ad oestou e instruiu os #o9ens no8res Lue dese penha9a @unçUes ad inistrati9as ou Lua3Luer e pre&o para Lue não uti3i5asse ordinaria ente as 8e8idas espirituofsas e e todos os Estados eNi&iu Lue esses @un-ion<rios não 8e8esse a não ser por o-asião dos sa-ri@B-ios/ e Lue então predo inasse a 9irtude de odo a Lue não pudesse ha9er e 8ria&ue5Z. DisseD [Ensine/ eu po9o/ aos #o9ens/ Lue uni-a ente de9e a ar os produtos da terra/ pois assi serão 8ons seus -oraçUes. Ouça os #o9ens atenta ente as -onstantes re-o enfdaçUes de seus pais e -onte p3e todas as açUes 9irtuosas/ se#a estas &randes ou peLuenas/ a es a 3u5/ -o atenção 9i&i3ante. Iu/ po9o da terra

de Mei/ se podes e pre&ar teus e 8ros/ -u3ti9ando a p3a ente tuas 3a9ouras e ostrando'te ati9o no ser9iço de teus pais e ir ãos ais 9e3hosW e se -o teus -arros e 8ois transitas di3i&ente ente at: u a distMn-ia Lue te per ita atender @i3ia3 ente a teus pais/ então teus pais serão @e3i5es e poder<s preparar -3ara e @orte ente tuas 8e8idas espirituosas e uti3i5<'3as. Ou9i -onstante ente inhas instruçUes/ todos 9Ts/ eus a3tos @un-ion<rios e -he@es de seção/ todos 9Ts/ eus no8res prin-ipaisW Luando hou9erdes -u prido a p3a ente o 9osso de9er na atenção de 9ossos aiores e no ser9iço de 9osso &o9ernante/ podereis -o er e 8e8er 3i9re ente at: sa-iar'9os. E para @a3ar de -oisas ais i portantesD Luando puderdes anter -onstante ente u eNa e 9i&i3ante de 9Ts es os e 9ossa -onduta este#a de a-ordo -o a 9irtude -orreta/ então podereis apresentar as o@erendas do sa-ri@B-io e ao es o te po entre&ar'9os Ps @esti9idades. Nesse -aso sereis 9erdadeira ente inistros Lue prestais o de9ido ser9iço ao 9osso rei o C:u apro9ar< i&ua3 ente 9ossa &rande 9irtude/ de odo Lue nun-a sereis esLue-idos na Casa Kea3Z.

4,. Contra o 0uMo) no Shujin Disse o duLue de ?houD [OhV o ho e superior 8aseia'se nistoD não se entre&ar ao T-io 3uNurioso. Antes de ais nada/ -o preende Lue o penoso tra8a3ho de se ear e -o3her 3e9a P @artura/ assi -o o -o preende Lue o po9o hu i3de depende do tra8a3ho para sua su8sist1n-ia. O8ser9ou entre os hu i3des Lue Luando os pais tra8a3hara di3i&ente ente na se eadura e na -o3heita/ seus @i3hos não -o preende -o @reLR1n-ia esse penoso tra8a3ho e se entre&a ao T-io e P 9a&a8unda&e a3deã e se torna -o p3eta ente desor&ani5ados. Ou/ Luando assi não a&e / despre5a seus pais/ di5endoD [Estes 9e3hos ou9ira e nada sa8e Z. O duLue de ?hou disseD [OhV Ou9i Lue noutro te po Aun& ?un&/ u dos reis de Ein/ era s:rio/ hu i3de/ re9erente e ti orata ente prudente. Con@or a9a'se re9erente ente aos de-retos do C:u e a8ri&a9a u a re9erente apreensão no &o9erno do po9o/ se se atre9er a a8andonar'se ao T-io 3uNurioso. Assi des@rutou o trono durante setenta e -in-o anos. Se passar os P :po-a de ?hou ?un&/ este tra8a3hou a prin-Bpio @ora da Corte/ entre as ais hu i3des -riaturas. Juando su8iu ao trono pre@eria não @a3ar as Luando @a3a9a suas pa3a9ras era -heias de har oniosa sa8edoria. Não se

atre9eu a entre&ar'se a u T-io inHti3/ presidiu ad ir<9e3 e tranLRi3a ente as re&iUes de Ein/ at: Lue e todas e3as peLuenas e &randes/ não hou9e u sT ur Hrio ad9erso. Assi des@rutou o trono durante -inLRenta e no9e anos. No -aso de ?uNia/ este se ne&ou a ser rei in#usta ente e @oi/ a prin-Bpio/ u dos ais hu i3des sHditos. Juando su8iu ao trono/ sa8ia de Lue podia depender o po9o de seu apoio e @oi -apa5 de eNer-er u a 8ondade protetora para -o as assas e não se atre9eu a tratar depre-iati9a ente os 9iH9os e 9iH9as. Assi des@rutou o trono durante trinta e tr1s anos. Os reis Lue 9iera depois &o5ara a o-iosidade desde o nas-i ento. Des@rutando a o-iosidade desde o nas-i ento não -onhe-ia o penoso tra8a3ho de se ear e -o3her e não ha9ia ou9ido @a3ar do <rduo 3a8or da &ente hu i3de. Não aspira9a outra -oisa senão u pra5er eN-essi9o e por isso nenhu de3es 9i9eu uito te po. Keinara durante de5 anos/ durante sete ou oito/ -in-o ou seis/ ou ta39e5 uni-a ente durante tr1s ou Luatro anosY.

4.. So'iedade e Bdu'ação) no 0iji (manua/ dos Jituais) Con@H-io disseD Assi Lue entro nu paBs/ posso di5er @a-i3 ente o seu tipo de -u3tura. Juando o po9o : &enti3 e 8o e si p3es de -oração/ isto se de onstra pe3o ensino da poesia. Juando o po9o : es-3are-ido e -ioso de seu passado/ isto se de onstra pe3o ensino da histTria. Juando o po9o : &eneroso e disposto ao 8e / isto se de onstra pe3o ensino da Hsi-a. Juando o po9o : Luieto e pensati9o/ -o a&udo poder de o8ser9ação/ isto se de onstra pe3o ensino da @i3oso@ia das utaçUes (I Chin&/ ou 4i9ro das MutaçUes!. Juando o po9o : hu i3de e respeitoso/ sT8rio de -ostu es/ isto se de onstra pe3o ensino da 3i (prin-Bpio da orde so-ia3!. Juando o po9o : -u3to na aneira de @a3ar/ <&i3 nas @i&uras e na 3in&ua&e / isto se de onstra pe3o ensino da prosa (ChunLiu/ ou 4i9ro das Pri a9eras e dos Outonos!. O peri&o do ensino da poesia : Lue o po9o -ontinua i&norante ou de asiado si p3TrioW o peri&o do ensino da histTria : Lue o po9o -he&ue a i 8uir'se de @a3sas 3endas e narrati9asW o peri&o do ensino da Hsi-a : Lue o po9o se se tornou eNtra9a&anteW o peri&o do ensino da @i3oso@ia : Lue o po9o @iLue desnaturadoW o peri&o do ensino da 3i : Lue os rituais se torne uito a@etadosW e o peri&o do ensino do [4i9ro das Pri a9eras e OutonosZ : Lue o po9o se deiNe -onta inar pe3a -on@usão ora3 do inante. Se u ho e : &enti3 e 8o e si p3es/ as não i&norante/ de-erto

ser< pro@undo no estudo da poesiaW se u ho e : es-3are-ido e -ioso do seu passado/ as não i 8uBdo de @a3sas 3endas e narrati9as/ de-erto ser< pro@undo no estudo da histTriaW se u ho e : &eneroso e disposto ao 8e / as não eNtra9a&ante e seus h<8itos pessoais/ de-erto ser< pro@undo no estudo da Hsi-aW se u ho e : Luieto e pensati9o/ -o a&udo poder de o8ser9ação/ as não desnaturado/ de-erto ser< pro@undo no estudo da @i3oso@iaW se u ho e : hu i3de e respeitoso e sT8rio e seus h<8itos/ as não a@etado nos rituais/ de-erto ser< pro@undo no estudo da 3iW e se u ho e : -u3to na aneira de @a3ar/ <&i3 nas @i&uras e na 3in&ua&e / as não -onta inado pe3a -on@usão ora3 do inante/ de-erto ser< pro@undo no estudo do 4i9ro das pri a9eras e OutonosZ.

42. Como sur iu 0i (a 'u/tura) no 0iji No -o eço/ 3i (-i9i3i5ação! sur&iu -o a -o ida e 8e8ida. O po9o assa9a i3ho e -arne de por-o/ -ortados P ão/ e 3as-as de pedra aLue-idas. Ca9a9a 8ura-os no -hão/ P aneira de 9asi3ha es/ e 8e8ia direta ente nas -on-has das ãos. Mode3a9a e 8arro seus ta 8ores e as 8aLuetas/ ateriais esses Lue pare-e tere 'se pro9ado P a3tura de seus -u3tos aos espBritos. Juando orria a3&u: / os parentes su8ia ao te3hado e &rita9a 8e a3to/ ao espBritoD YAhooooooV Gu3ano/ Luereis @a5er o o8s:Luio de 9o3tar ao 9osso -orpoQY (Se o espBrito não 9o3ta9a/ e a pessoa esta9a rea3 ente orta! então assa9a arro5 -ru e -arne assada para o@erendas/ 3e9anta9a a -a8eça para o -:u Ya @i de 9er 3on&eY (>an&! o espBrito e enterra9a o -ad<9er. O e3e ento ateria3 des-ia então (P terra! e o e3e ento espiritua3 su8ia (ao @ir a ento!. Os ortos era enterrados -o a -a8eça na direção norte/ e os 9i9os tinha suas -asas -o o @rontispB-io 9o3tado para o su3. Iais era os -ostu es pri iti9os. Anti&a ente os &o9ernantes não possuBa -asasW ora9a e &rutas es-a9adas ou e a8ri&os de adeira e pi3hada/ no in9erno/ e e ninhos @eitos -o ra os se-os (na -opa de <r9ores! durante o 9erão. Não -onhe-ia os usos do @o&oW -o ia @rutos e a -arne de a9es e ani ais/ 8e8endo'3hes o san&ue. Não tinha sedas ne outros te-idos/ 9estia 'se -o penas e pe3es de ani ais. Mais tarde 9iera os S<8ios/ Lue 3hes ensinara a uti3i5ar o @o&o e a @undir etais e o3des de 8a 8u e a ode3ar o 8arro e 9asi3has. Então -onstruBra &a3pUes e -asas -o portas e #ane3as/ e passara a -ha us-ar e @u e&ar e -o5er e assar a -arne e

espetos/ e @a8ri-ara o 9inho e o 9ina&re. Co eçara ta 8: a usar te-idos de @i8ras e sedas/ preparando as 9estes para uso dos 9i9os e o@erendas aos ortos e -u3tos aos espBritos e a DeusXi`. Iais pr<ti-as @ora ta 8: herdadas dos pri Trdios. Por isso/ &uarda9a'se o 9inho es-uro no aposento interior/ o 9inho 8ran-o #unto P porta do su3/ o 9inho tinto no 9estB8u3o e o 9inho osto do 3ado de @ora. As o@erendas de -arnes era então preparadas/ e o trip: redondo e o 9aso Luadran&u3ar postos e orde / e os instru entos de Hsi-a ' o -hin/ o se8o a @3auta/ o -hin& (pedra usi-a3 suspensa por u @io e 8atida -o o &on&o!/ os &ui5os e ta 8ores/ tudo nos seus 3u&ares/ e a oração do sa-ri@B-io aos ortos e a de resposta dos ortosXii` era -uidadosa ente e3a8oradas e 3idas a @i de Lue os espBritos do -:u e os dos an-estrais pudesse 8aiNar ao 3u&ar do -u3to. Iodas essas pr<ti-as tinha o propTsito de anter a de9ida distinção entre &o9ernantes e &o9ernados/ preser9ar o a or entre pais e @i3hos/ in-utir a &enti3e5a entre os ir ãos/ re&u3ar as re3açUes entre superiores e su8a3ternos/ e esta8e3e-er de parte a parte as -ondiçUes de -on9B9io entre arido e u3her/ para Lue so8re todos pairasse a 81nção do C:u. Prepara9a 'se então as 3a entaçUes do sa-ri@B-io. O 9inho ne&ro ou es-uro era e pre&ado nas 3i8açUes/ e o san&ue e o p13o dos ani ais era usado nas o@erendas/ e a -arne -rua -o3o-a9a'se nu 9aso Luadran&u3ar. Ia 8: se o@ere-ia -arne assadaW a8ria'se u a esteira no -hão e -o8ria 'se os 9asos -o u a peça de te-ido rHsti-o/ e as indu ent<rias Lue se 9estia para a -eri Snia era de seda. Os di9ersos 9inhos/ 3i e -hien/ -arnes assadas e de @u eiro/ ta 8: se usa9a nas o@erendas. O so8erano e a rainha pro-edia ao o@ere-i ento a3ternada ente/ a @i de Lue os 8ons espBritos pudesse 8aiNar e e3es se inte&rasse no undo o-u3to. ApTs os sa-ri@B-ios/ propi-ia9a'se então u a @esta aos hTspedes/ di9idindo os -ães e por-os e as reses e o9e3has da o@erenda e distri8uindo'os e 9asi3ha es di9ersos. A oração aos ortos pro-3a a9a a &ratidão e 3ea3dade dos 9i9entes/ e a resposta dos ortos su&eria a sua -ontBnua a@eição aos 9i9os. Ia3 era o &randioso e a8ençoado sentido da 3iZ.

#3. O pape/ do indi5?duo na estruturação da so'iedade) no *aMue (@rande Bstudo) As -oisas t1 suas raB5es e seus ra os. Os assuntos t1 @i e -o eço. Conhe-er o Lue : pri eiro e o Lue : H3ti o/ 3e9ar< ao Lue : ensinado na Crande Estudo.

Os anti&os/ Lue dese#a9a dar eNe p3o da 9irtude i3ustre e seu reino/ -o eçara por 8e ordenar seus prTprios Estados. Dese#ando ordenar 8e seus Estados ordenara pri eiro suas @a B3ias. Dese#ando ordenar suas @a B3ias/ -u3ti9ara antes suas pessoas. Dese#ando -u3ti9ar suas pessoas/ pri eiro -orri&ira seus -oraçUes. Dese#ando -orri&ir seus -oraçUes/ pri eiro tratara de ser sin-eros e seus pensa entos. Dese#ando ser sin-eros e seus pensa entos/ pri eiro a p3iara ao <Ni o o seu -onhe-i ento. Essa eNtensão do -onhe-i ento 8aseia'se na in9esti&ação das -oisas. + a 9e5 in9esti&adas as -oisas/ seu -onhe-i ento tornou'se -o p3eto. Sendo -o p3eto seu -onhe-i ento/ seus pensa entos @ora sin-eros. Sin-eros Lue @ora seus pensa entos/ seus -oraçUes -orri&ira 'se. Corri&idos os -oraçUes/ suas pessoas @ora -u3ti9adas. Cu3ti9adas Lue @ora suas pessoas/ ordenara 'se'3hes as @a B3ias. Ordenadas suas @a B3ias/ @ora #usta ente ordenados seus Estados. justa ente &o9ernados seus Estados/ todo o reino 9i9eu tranLRi3o e @oi @e3i5. Desde o Gi3ho do C:u at: a assa do po9o/ todos de9e -onsiderar o -u3ti9o da pessoa -o o a rai5 de todas as outras -oisas. Juando a rai5 : des-uidada/ não pode o Lue de3a nas-e ser 8e ordenado. Nun-a se deu o -aso daLui3o Lue te &rande i portMn-ia ter sido -uidado 3e9iana ente/ e/ ao es o te po/ tenha sido o8#eto de &randes -uidados aLui3o Lue te pou-a i portMn-ia

Deuses/ Crenças e En-anta entos Fmersos em sua teologia, os indianos antigos legaram uma vasta documentação sobre seus cultos religiosos, a !artir dos quais desenvolveram suas filosofias inter!retativas. N) os mitos c%ineses nos são mal con%ecidos( eles v+m, em geral, de fontes bastante !osteriores, e o que temos em mãos é considerado, de certa forma, o que restou de antigas tradiç'es. *este caso, a textualidade !recisa, em muito, do su!orte arqueológico, que tem trazido a luz uma reconstituição !ontuada destes mitos. Esta !arte, !ois, é constituída, !rinci!almente, !or textos indianos. . !rimeiro texto, do ,ig veda, nos conta como os deuses alcançaram a imortalidade( de!ois, do s%ata!%ata bra%mana, temos omito do dilGvio indiano, no qual teria sobrevivido manu, o su!osto autor do manavad%armas%astra. ;eguem&se uma série de %inos dedicados as divindades védicas indianas, tanto do ,ig veda quanto do ;ama veda, mostrando os modos de invocação e nos dando algumas

informaç'es sobre a cerim2nia do soma, o suco sagrado alucinógeno que ex!andia a consci+ncia dos brLmanes arianos. Cois u!anis%ads mostram a evolução das es!eculaç'es metafísicas sobre o criador " bra%man " a!ontando !ara a formação do %enoteísmo cl)ssico indiano, e no seguir, uma série de encantamentos mostram&nos uma outra faceta dos textos védicosM o at%arva veda, o mais tardio dos quatro vedas, é um livro de magias, encantamentos mundanos e invocaç'es !o!ulares, adotado !ela elite bramLnica. 8uanto à 9%ina, dois relatos mitológicos recontados em coletLneas !osteriores nos servem de ilustração( um sobre Ouxi e *ugua, os dois !atronos fundadores da cultura c%inesa, e outro sobre :uangdi, o !rimeiro grande im!erador mítico Ao soberano amareloB, cu/o nome foi em!regado !elo unificador da dinastia 8in no séc. &?. Pr+s textos da enciclo!édia ;%an%ai/ing " Pratado sobre as montan%as e os mares, o !rimeiro texto de mitologia c%inesa, da é!oca :an Ae negado veementemente !elos %istoriadores da é!oca como fonte fidedignaB nos a!resentam alguns mitos da literatura fant)stica c%inesa( !ara com!letar, D%uangzi ex!lica em seu relato o que seria a vida ideal dos tem!os antigos, e como a !erda deste mundo utó!ico gerou a busca do Cao( a %istória de uma !redição é contada no s%u/ing, em o #cofre guarnecido de metal$( um texto oracular do 3i/ing, o tratado as mutaç'es, nos é a!resentado, com os coment)rios de 9onfGcio( no s%i/ing, o tratado dos !oemas, é feita uma invocação ao ancestral da dinastia s%ang, Pang( e no 0iezi, narra&se uma antiga cura !ara de!ressão.

#1. A 8orte e os *euses no Ji (eda O ano/ se Lua3Luer dH9ida/ : o es o Lue a orte/ pois o Pai Ie po : aLue3e Lue/ por eio do dia e da noite/ destrTi a 9ida dos seres ortais/ e então os es os orre W portanto/ o ano : o es o Lue a orte/ e Lue sou8er Lue este ano : a orte não te sua 9ida destruBda nesse ano/ pe3o dia e pe3a noite/ antes da 9e3hi-e/ atin&indo toda a duração nor a3 de 9ida. Se dH9ida e3e : o Ier inador/ pois : Lue / pe3o dia e pe3a noite/ atin&e o @i da 9ida dos ortais/ e então os es os orre W portanto/ e3e : o Ier inador/ e Lue -onhe-er este ano/ a orte/ o Ier inador/ não ter< sua 9ida ter inada nesse ano/ pe3o dia e pe3a noite/ antes da 9e3hi-e/ atin&indo toda a duração nor a3 de 9ida. Os deuses tinha edo deste Pra#apati/ o ano/ a orte/ o Ier inador/ re-eando Lue e3e/ pe3o dia e pe3a noite/ atin&isse o @ina3 de suas

9idas.E3es eNe-utara estes ritos sa-ri@i-ais ' o A&nihotra os sa-ri@B-ios da 4ua No9a e 4ua Cheia/ as o@erendas das estaçUes/ o sa-ri@B-io de ani ais e o sa-ri@B-io'So aW @a5endo essas o@erendas e3es não -onse&uira a i orta3idade. ConstruBra ta 8: u a3tar de @o&o/ ' dispondo inH eras pedras de en-erra ento/ inH eros ti#o3os de *aiush ati/ inH eros ti#o3os de 3oka pritta/ -o o a3&uns os dispUe at: ho#e/ di5endoD YOs deuses @i5era assi Y. E3es não -onse&uira a i orta3idade. Continuara a 3ou9ar e tra8a3har/ es@orçando'se por -onLuistar a i orta3idade. Pra#apati disse'3hes entãoD Y.Ts não dispondes todas as inhas @or as/ as @a5eis' e ou &rande de ais/ ou deiNais' e de@eituosoW por isso 9Ts não 9os to ais i ortaisZ. E3es dissera D YDi5e'nos tu es o/ então/ de Lue odo pode os dispor todas as tuas @or asVY E3e respondeuD YDisponde tre5entas e sessenta pedras de en-erra ento/ tre5entos e sessenta ti#o3os de *aiush ati e trinta e seis/ outrossi W e de ti#o3os de 3oka p3ita disponde de5 i3 e oito-entosW e 9Ts estareis dispondo todas as inhas @or as e 9os to areis i ortaisY. E os deuses dispusera -on@or e dito/ e daB e diante se tornara i ortais. A orte disse aos deusesD YCerta ente -o isso todos os ho ens se tornarão i ortais/ e Lue parte então ser< a inhaQY E3es respondera D YDora9ante nin&u: ser< i orta3 -o o -orpoW so ente Luando ti9eres to ado esse -orpo -o o tua parte/ aLue3e Lue se de9er< tornar i orta3/ se#a pe3o -onhe-i ento ou pe3a o8ra sa&rada/ se to ar< i orta3 depois de separar'se do -orpoY. Ora/ Luando e3es dissera Yse#a pe3o -onhe-i ento ou pe3a o8ra sa&radaY/ : o a3tar de @o&o Lue -onstitui o -onhe-i ento e esse a3tar : a o8ra sa&rada. E aLue3es Lue sa8e isso/ ou aLue3es Lue @a5e essa o8ra sa&rada/ 9o3ta a 9ida no9a ente Luando orrera e/ 9o3tando a 9ida/ -he&a a 9ida i orta3. Mas os Lue não sa8e isso/ ou não eNe-uta essa o8ra sa&rada/ 9o3ta a 9ida no9a ente Luando orre / e torna 'se o a3i ento da Morte repetida ente.

#2. A 0enda Hndiana So4re o *i/F5io Pe3a anhã trouNera a Manu <&ua para se 3a9ar/ assi -o o ho#e tra5e <&ua para 3a9ar as ãos. Juando se 3a9a9a/ u peiNe 9eio ter as suas ãos. O peiNe 3he disseD YA#uda' e/ eu te sa39areiVY Do Lue e sa39ar<sQc Y+ a en-hente 9arrera todas estas -riaturas ' isso te sa39areiVY YCo o te de9o a#udarQZ

O peiNe 3he disseD YEnLuanto so os peLuenos/ h< &rande destruição para nTs e u peiNe de9ora o outro. Iu e anter<s pri eiro e u a #arra. Juando eu -res-er/ tu -a9ar<s u poço e e anter<s ne3e. Juando eu -res-er ais/ tu e 3e9aras ao ar/ pois estarei então a3: da destruiçãoY. O peiNe 3o&o se tornou &rande/ -o o Lue disseD YE ta3 e Lua3 ano a en-hente 9ir<. Iu ou9ir<s então o eu -onse3ho/ preparando u na9ioW e Luando a en-hente -he&ar tu entrar<s no na9io e eu te sa39arei de3aY. Depois de -riado desse odo/ e3e o 3e9ou para o ar. E no es o ano Lue o peiNe dissera e3e ou9iu seu -onse3ho/ preparando u na9ioW e Luando a en-hente -he&ou/ e3e entrou no na9io. O peiNe então nadou para e3e e a seu -hi@re e3e atou a -orda do na9io/ passando assi rapida ente para outra ontanha no norte. E3e disse entãoD YEu te sa39ei. A arra o na9io P u a ar9ore/ as não deiNa a <&ua te 3e9ar/ enLuanto esti9eres na ontanha. A edida Lue a <&ua 8aiNar/ tu poder<s des-er &radua3 enteVY Assi @a5endo/ e3e des-eu &radua3 ente e por isso aLue3a en-osta da ontanha ao norte se -ha a Ya des-ida de ManuVY A en-hente então 9arreu todas estas -riaturas e so ente Manu @i-ou aLui.

#3. Hino O Hndra) no Ji (eda Indra/ Lue a-eitas nossos 3ou9ores/ -ondu5a 'te at: aLui os teus -or-:is/ a @i de 8e8eres o su-o do so a. Ce3e8re tua presença os sa-erdotes radiantes -o o o so3. Condu5a Indra os seus -or-:is a puNare u -arro 3e9e e r<pido/ Luando estas se entes des@eitas e antei&a -3ari@i-ada esti9ere so8re o a3tar. Nas -eri Snias atinais/ in9o-a os Indra. In9o-a o'3o/ durante o sa-ri@B-io. Con9ida os Indra a 8e8er o su-o do so a. .e / Indra/ presen-iar nossos sa-ri@B-ios -o teus -a9a3os de 3on&as -rinas. NTs te in9o-a os/ depois de 8e8er os a 3i8ação. A-eita nossos 3ou9ores/ 9e aos nossos sa-ri@B-ios/ para os Luais prepara os a 3i8ação. (e8e -o o u -er9o sedento. Derra a os o su-o do so a so8re a er9a sa&rada. (e8e'o/ Indra/ para seres ais 9i&oroso. Jue te se#a a&rad<9e3 e a-eito no -oração o nosso -anto. (e8e a 3i8ação Lue derra a os. A @i de 8e8er o su-o do so a/ Indra/ o destruidor dos ini i&os/ a-ha'se presente e todas as -eri Snias/ e Lue se @a5 3i8ação do su-o do so a. Satakrata/ rea3i5a nossos dese#os/ d<'nos &ado e -a9a3os/ NTs te

3ou9a os -o

nossa pro@unda

editação.

#4. Hino O Hndra) (aruna e ao Su'o sa rado) o Soma) no Ji (eda (us-o a proteção dos senhores so8eranos/ 3ndra e .aruna. Jue os dois nos se#a @a9or<9eis. Protetores dos ortais/ 9Ts a 8os estais dispostos a -on-eder o a paro so3i-itado por u o@i-iante -o o eu. Con-edei'nos/ 3ndra e .aruna/ a riLue5a Lue dese#a os. Juere os ter'9os se pre ao nosso 3ado. Estão prontas as 3i8açUes para os nossos atos piedosos e 3ou9ores dos nossos sa-erdotes puros. Assi / este#a os e -o panhia daLue3es Lue nos -on-ede a3i entos. Indra : ais &eneroso do Lue os outros deuses -u#as &enerosidades se -onta aos i3hares. .aruna de9e ser 3ou9ado entre todos aLue3es di&nos de e3o&ios. Craças P proteção de a 8os/ possuB os e &uarda os riLue5as/ 9i9endo na a8undMn-ia. Eu in9o-o os dois/ Indra e .aruna. Gaça 'nos a 8os 9en-edores dos nossos ini i&os. Indra e .aruna/ tra5ei'nos 3o&o @e3i-idade. Nossos espBritos são dedi-ados. Su8a at: 9Ts os @er9orosos 3ou9ores Lue 9os diri&i os/ Indra e .aruna. A-eitando os nossos 3ou9ores/ 9Ts os @a5eis pre-iosos.

##. Hino Os di5ersas di5indades) no Ji (eda Desperte os As9ins/ #untos para o sa-ri@B-io da anhã. .enha os dois aLui 8e8er o su-o do so a. NTs in9o-a os os dois As9ins/ a 8os di9inos. Cuiando 8e o seu -arro -e3este/ e3es a3-ança o -:u. As9ins/ ani ai a -ha a do sa-ri@B-io -o o 9osso -hi-ote/ u ede-ido na es-u a da 8o-a dos 9ossos -a9a3os. Não est< 3on&e de 9Ts a orada de Lue 9os o@ere-e o sa-ri@B-io. .inde e 9osso -arro. Eu ro&o a Sa9itri Lue e prote#a -o as suas ãos douradas. E3e deter inar< o 3u&ar daLue3es Lue o adora . C3ori@i-ai Sa9itri/ Lue não : a i&o da <&ua. I p3orai sua proteção. Dese#a os -e3e8rar o seu -u3to. In9o-a os Sa9itri/ Lue i3u ina a hu anidade e -on-ede a opu31n-ia.

Sentai'9os/ a i&os. ^ #usto 3ou9ar os Sa9itri. E3e d<'nos riLue5as. A&ni/ tra5'nos aLui as Lueridas esposas dos deuses e I9astri/ para 8e8ere o su-o do so a. jo9e A&ni/ tra5 aLui para prote&er'nos as esposas dos deuses ' Hotras/ (harati/ .a9atri e Dis-hana. As deusas de asas per@eitas/ protetoras da raça hu ana/ -on-eda ' nos sua proteção e inteira @e3i-idade. Con9ido'9os a 9ire aLui/ Indra/ .aruna/ A&ni para a nossa @e3i-idade e para 8e8erdes o su-o do so a. O 9asto -:u e a terra u edeça -o seu or9a3ho este sa-ri@B-io e nos d1e a3i entos. Onde reina Candar9a/ os s<8ios -o3he pe3as suas pre-es o 3eite do -:u e da terra. Ierra 3i pa de espinhos/ estende'te ao 3on&e/ s1 a nossa orada/ -on-ede'nos &rande @e3i-idade. Prote#a 'nos os deuses na terra de onde se 3e9antou .isnH/ ani ado pe3as nossas sete oraçUes. .isnH atra9essou o undo. Ir1s 9e5es @ir ou o p: e o undo inteiro uniu'se no pT. Protetor in9en-B9e3/ .isnH 9i&ia dos de9eres sa&rados/ deu tr1s passos e ter inou seu -a inho. .ede as açUes de .isnH/ pe3as Luais o de9oto -u priu 9otos piedosos. E3e : o di&no a i&o de Indra. O s<8io -onte p3a se pre esta supre a parada de .isnH/ assi -o o o o3har per-orre o -:u. O s<8io/ se pre 9i&i3ante e so3B-ito/ a-ende o @o&o do sa-ri@B-io/ e e seus -Mnti-os &3ori@i-a a supre a estação de .isnH.

#&. Hino Os di5ersas di5indades) no Sama (eda Na ade9a ' NTs nos re@u&ia os ao 3ado do rei So a/ .aruna/ A&ni/ Aditia/ .isnH/ Suria/ (rah a e .riaspati. Os -onLuistadores da terra e3e9a 'se do undo in@erior Ps a3tas re&iUes do -:u/ ta3 -o o su8ira ao paraBso os des-endentes de An&iras. NTs te a-ende os/ A&ni/ a @i de nos -on-ederes &randes riLue5as. Iu Lue @a5es -ho9er as 81nçãos/ apro9a nossos an#ares eN-e3entes/ prTprios para os sa-ri@B-ios/ produto do C:u e da Ierra. Critsa ada ' Iudo Luanto di5e os : eN' pressão sin-era do nosso pensa ento. A&ni sa8e onde se ser9e as o@ertas dos sa-ri@B-ios. Assi -o o o -:u en9o39e o hori5onte/ assi A&ni inspira os nossos -Mnti-os.

PaiH ' A&ni/ destrTi e toda parte o @unesto esp3endor dos nossos ini i&os. DestrTi o poderio e a @orça dos &i&antes Iatudanas. Pras-an9a ' A&ni/ prepara aLui u eN-e3ente sa-ri@B-io para os .asHs/ os Kudras/ os Aditias/ e para os outros deuses/ des-endentes de ManH/ para as di9indades Lue tra5e a -hu9a.

#,. Os nomes de Hndra) no Sama (eda Can9a ' O esta3ido do -hi-ote Lue e3es e punha ou9e'se at: aLui assi -o o ta 8: o ruBdo dos seus -arros/ pintados de uitas -ores. Iriso-a ' Indra/ Lue est<s. 8e8endo o su o da p3anta da 3ua/ os teus a i&os aLui presentes o3ha 'te -o a a@eição de u dono de re8anho a o3har para o seu &ado. .atsa ' Iodos os sa-ri@i-antes trata de a-3a ar Indra e 3he rende ho ena&e / assi -o o os rios ho ena&eia o ar. Cusidina ' Pedi os aos deuses Lue @aça -air a -hu9a/ Lue nos prote#a / a @i de estar os 8e a parados. Medatiti ' _ senhor do a3i ento/ @a5 por i / -hantre no 8anLuete da p3anta da 3ua/ o Lue @i5este por Ca-si9an/ o @i3ho de +si#a. Su-a-sa ' Ira5' e a -i1n-ia/ atador de .rita. Ou9e' e/ poderoso Indra/ possuidor de uitas eN-e3entes Lua3idades. Con-ede'nos/ di9ino Sa9ita/ a8undantes riLue5as e uitos des-endentes. A@asta de nTs o -ausador do @ata3 sono da orte. Pra&ata ' Onde Luer Lue este#a residindo aLue3e Lue en9ia a -hu9a/ se pre #o9e / Lue en9o39e tudo/ in9en-B9e3/ : 3< Lue o o@i-iante eNe-uta o seu tra8a3ho. .atsa ' ^ 3</ na re&ião das nu9ens/ onde se #unta as &randes <&uas/ Lue o s<8io Indra @oi &erado pe3a inte3i&1n-ia. k Iri iri ' E3e9ai a 9o5 para 3ou9ar Indra/ o rei dos ho ens/ di&no de todo 3ou9or/ distri8uidor de dons/ superior aos herTis. kSe&undo a -os o&onia 9edantina/ as tr1s di9indades supre as ' (ra a/ .isnH/ Si9a/ ' sus-ita o nas-i ento de u ser di9ino/ parti-ipante da nature5a daLue3as tr1s di9indades. Deno ina 'nos os hindus Senhor Is9ara/ não so ente -riador -o o ta 8: re&ente da 9ida das @or as e dos seres eNistentes e u uni9erso p3anet<rio. Essa di9indade -orresponderia ao 4o&os de P3otino/ ao De iur&o de P3atão e ao Deus -riador de 9<rias re3i&iUes.

#.. A espe'u/ação so4re o "rahman no Hsha %panishad

No -oração de todas as -oisas/ de tudo o Lue eNiste no +ni9erso/ ha8ita Deus. So ente e3e : rea3idade. Portanto/ renun-iando Ps 9ãs apar1n-ias/ re#u8i3ai'9os ne3e. Não -o8i-eis a riLue5a de nin&u: . (e pode @i-ar satis@eito de 9i9er -e anos aLue3e Lue a&e se ape&o ' Lue rea3i5a seu tra8a3ho -o 5e3o/ por: se dese#o/ não ansiando por seus @rutos ' e3e/ e so ente e3e. ENiste undos se sTis/ -o8ertos pe3a es-uridão. Para esses undos 9ão depois da orte os i&norantes/ assassinos do Eu. O Eu : u sT. Sendo i T9e3/ e3e se o9e ais r<pido do Lue o pensa ento. Os sentidos não o a3-ança / pois e3e se pre 9ai pri eiro. Per ane-endo i T9e3/ u3trapassa tudo o Lue -orre. Se o Eu/ não h< 9ida. Para o i&norante/ o Eu pare-e o9er'se ' e 8ora e3e não se o9a. E3e est< uito distante do i&norante ' e 8ora este#a prTNi o. E3e est< dentro de tudo/ e est< @ora de tudo. ALue3e Lue 91 todos os seres no Eu/ e o Eu e todos os seres/ não odeia nin&u: . Para a a3 a i3u inada/ o Eu : tudo. Para aLue3e Lue 91 har onia e todos os 3u&ares/ -o o pode ha9er i3usão ou pesarQ O Eu est< e todos os 3u&ares. E3e : 8ri3hante/ i ateria3/ se <-u3a de i per@eição/ se osso/ se -arne/ puro/ into-ado pe3o a3. ALue3e Lue 91/ ALue3e Lue pensa/ ALue3e Lue est< a-i a de tudo/ o Auto'ENistente ' e3e : aLue3e Lue esta8e3e-eu a orde per@eita entre o8#etos e seres desde o te po Lue não te prin-Bpio. b es-uridão estão destinados os Lue se dedi-a apenas P 9ida no undo/ e a u a es-uridão ainda aior os Lue se entre&a apenas P editação. .i9er so ente no undo 3e9a a u resu3tado/ editar apenas 3e9a a outro. Assi @a3ara os s<8ios. ALue3es Lue se dedi-a tanto P 9ida no undo -o o P editação supera a orte atra9:s da 9ida no undo e atin&e a i orta3idade atra9:s da editação. b es-uridão estão destinados os Lue -u3tua so ente o -orpo/ e a u a es-uridão ainda aior os Lue 9enera apenas o espBrito. Cu3tuar so ente o -orpo 3e9a a u resu3tado/ 9enerar apenas o espBrito 3e9a a outro. Assi @a3ara os s<8ios. Os Lue 9enera tanto o -orpo -o o o espBrito/ pe3o -orpo 9en-e a orte/ e pe3o espBrito atin&e a i orta3idadeV A @a-e da 9erdade est< o-u3ta por 9osso or8e dourado/ T So3. Ke o9ei'o/ para Lue Eu/ Lue sou dedi-ado P 9erdade/ possa -onte p3ar a sua &3TriaV _ 9Ts Lue a3i entais/ o Hni-o Lue 91/ o Lue tudo -ontro3a ' _ So3

Lue i3u ina/ @onte de 9ida para todas as -riaturas ' retende a 9ossa 3u5/ reuni os 9ossos raios. Possa Eu -onte p3ar atra9:s da 9ossa &raça a 9ossa @or a ais a8ençoada. O Ser Lue aB ha8ita ' es o esse Ser sou Eu. Per iti Lue inha 9ida a&ora se una P 9ida Lue tudo per eia. As -in5as são o @i do eu -orpo. OM... _ ente/ 3e 8rai'9os de (rah an. _ ente/ 3e 8rai'9os das 9ossas açUes passadas. 4e 8rai'9os de (rah an. 4e 8rai'9os das 9ossas açUes passadas. _ deus A&ni/ 3e9ai'nos P @e3i-idade. .Ts -onhe-eis nossas açUes. Preser9ai'nos da i3usTria atração do pe-ado. A 9Ts o@ere-e os nossas saudaçUes/ u a e outra 9e5.

#2. Iuem 6 o 'riadorP +o >ena upanishad Jue -o anda a ente para Lue e3a penseQ Jue ordena Lue o -orpo 9i9aQ Jue @a5 a 3Bn&ua @a3arQ Jue : o Ser radiante Lue -ondu5 o o3ho P @or a e P -or/ e o ou9ido ao so Q O Eu : o ou9ido do ou9ido/ a ente da ente/ a @a3a da @a3a. E3e ta 8: : o a3ento do a3ento/ o o3ho do o3ho. Ao a8andonare a @a3sa identi@i-ação do Eu -o os sentidos e -o a ente/ e ao sa8ere Lue o Eu : (rah an/ os s<8ios/ ao deiNare este undo/ torna 'se i ortais. O o3ho não o 91/ ne a 3Bn&ua o eNpri e/ ne a ente o a3-ança. Não o -onhe-e os e ne pode os ensin<'3o. E3e : di@erente do -onhe-ido/ e di@erente do des-onhe-ido. Goi o Lue ou9i os dos s<8ios. ALui3o Lue não pode ser eNpresso e pa3a9ras as pe3o Lua3 a 3Bn&ua @a3a ' sa8ei Lue : (rah an. (rah an não : o ser Lue : adorado pe3os ho ens. ALui3o Lue não : -o preendido pe3a ente/ as pe3o Lua3 a ente -o preende ' sa8ei Lue : (rah an. (rah an não : o ser Lue : adorado pe3os ho ens. ALui3o Lue não : 9isto pe3o o3ho/ as pe3o Lua3 o o3ho 91 ' sa8ei Lue : (rah an. (rah an não : o ser Lue : adorado pe3os ho ens. ALui3o Lue não : ou9ido pe3o ou9ido/ as pe3o Lua3 o ou9ido ou9e ; sa8ei Lue : (rah an. (rah an não : o ser Lue : adorado pe3os ho ens. ALui3o Lue não : tra5ido pe3o sopro 9ita3/ as pe3o Lua3 o sopro 9ita3 : tra5ido/ sa8ei Lue : (rah an. (rah an não : o ser Lue : adorado pe3os ho ens. Se pensais Lue -onhe-eis 8e a 9erdade de (rah an/ sa8ei Lue -onhe-eis pou-o. O Lue pensais ser (rah an no 9osso Eu/ ou o Lue

pensais ser (rah an nos deuses ' não : (rah an. De9eis/ portanto/ aprender o Lue : rea3 ente a 9erdade de (rah an. Não posso di5er Lue -onheço (rah an tota3 ente. Ne posso di5er Lue não o -onheço. ALue3e dentre nTs Lue e3hor o -onhe-e : Lue entende o espBrito das pa3a9rasD YEu ne sei Lue não o -onheçoY. ALue3e Lue 9erdadeira ente -onhe-e (rah an : Lue sa8e Lue e3e est< a3: do -onhe-i entoW aLue3e Lue pensa Lue sa8e/ não sa8e. O i&norante pensa Lue (rah an : -onhe-ido/ por: os s<8ios sa8e Lue e3e est< a3: do -onhe-i ento. ALue3e Lue per-e8e a eNist1n-ia de (rah an por tr<s de todas as ati9idades do seu ser ' se#a sensação/ per-epção ou pensa ento ' so ente e3e o8t: a i orta3idade. Atra9:s do -onhe-i ento de (rah an/ 9e o poder. Atra9:s do -onhe-i ento de (rah an/ re9e3a'se a 9itTria so8re a orte. A8ençoado o ho e Lue enLuanto ainda 9i9e per-e8e (rah an. O ho e Lue não o per-e8e so@re sua aior perda. Juando deiNa esta 9ida/ os s<8ios/ Lue per-e8era (rah an -o o o Eu e todos os seres/ to a 'se i ortais. E deter inada o-asião/ os deuses o8ti9era u a 9itTria so8re os de Snios e/ apesar de o tere @eito apenas atra9:s do poder de (rah an/ @i-ara eNtre a ente 9aidosos. E3es dissera a si prTpriosD YGo os nTs Lue derrota os os nossos ini i&os/ e a &3Tria : nossa.Y (rah an per-e8eu a 9aidade de3es e apare-eu diante de3es. Por: e3es não o re-onhe-era . Os outros deuses então dissera ao deus do @o&oD YGo&o/ des-o8ri para nTs Lue : esse isterioso espBrito.Y YSi Y/ disse o deus do @o&o/ e aproNi ou'se do espBrito. O espBrito 3he disseD YJue sois 9TsQY YSou o deus do @o&o. A3i<s/ sou uito -onhe-ido.Y YE Lue poder eNer-eisQY YPosso Luei ar Lua3Luer -oisa Lue eNista so8re a Ierra.Y YJuei ai istoY/ disse o espBrito/ -o3o-ando pa3ha P sua @rente. O deus do @o&o -aiu e -i a da pa3ha -o toda a sua @orça/ as não pSde -onsu i'Ia. Então 9o3tou rapida ente para #unto dos outros deuses e disseD YNão posso des-o8rir Lue : esse isterioso espBrito.Y Os outros deuses dissera então ao deus do 9entoD Y.ento/ des-o8ri para nTs Lue : e3e.Y YSi Y/ disse o deus do 9ento/ e aproNi ou'se do espBrito. O espBrito 3he disseD

YJue sois 9TsQY YSou o deus do 9ento. A3i<s/ sou uito -onhe-ido. .So 9e3o5 ente atra9:s dos -:us.Y YE Lue poder eNer-eisQY YPosso soprar para 3on&e Lua3Luer -oisa Lue se en-ontre so8re a Ierra.Y YSoprai isto para 3on&eY/ disse o espBrito/ -o3o-ando pa3ha diante de3e. O deus do 9ento -aiu e -i a da pa3ha -o toda a sua @orça/ por: @oi in-apa5 de o91'3a. Então/ 9o3tou rapida ente para #unto dos outros deuses e disseD YNão posso des-o8rir Lue : esse isterioso espBrito.Y Os outros deuses dissera então a Indra/ o aior de3es todosD Y_ respeit<9e3/ des-o8ri para nTs/ nTs 9os sup3i-a os/ Lue : e3e.Y YSi Z/ disse Indra/ e aproNi ou'se do espBrito. Por: o espBrito desapare-eu/ e e seu 3u&ar sur&iu + a/ a Deusa'Mãe/ 8e ' adornada e de u a 8e3e5a eNtraordin<ria. Conte p3ando'a/ Indra per&untouD YJue era o espBrito Lue apare-eu para nTsQY YALue3eY/ respondeu + a/ Yera (rah an. Goi atra9:s de3e/ e não de 9Ts es os/ Lue o8ti9estes a 9itTria e a &3Tria.Y Desse odo/ Indra/ o deus do @o&o e o deus do 9ento/ re-onhe-era (rah an. O deus do @o&o/ o deus do 9ento e 3ndra ' e3es superara os outros deuses/ pois -he&ara ais perto de (rah an/ e @ora os pri eiros a re-onhe-1'3o. Por: / dentre todos os deuses/ 3ndra : supre o/ pois e3e @oi dos tr1s o Lue -he&ou ais perto de (rah an/ e @oi o pri eiro de3es a re-onhe-1'3o. Essa : a 9erdade de (rah an -o re3ação P Nature5aD se#a no -3arão do re3M pa&o/ ou no pis-ar dos o3hos/ o poder Lue apare-e : o poder de (rah an. Essa : a 9erdade de (rah an -o re3ação ao ho e D nos o9i entos da ente/ o poder Lue apare-e : o poder de (rah an. Por esse oti9o/ u ho e de9eria editar so8re (rah an de dia e de noite. (rah an : o ador<9e3 ser e todos os seres. Meditai so8re e3e assi . ALue3e Lue edita desse odo so8re e3e : respeitado por todos os outros seres.

&3. Pre'e re'itada durante o preparo de um un Qento preser5ati5o de ma/es e doenças) do Athar5a (eda

.e -o o protetor de 9idaV ^s o o3ho da ontanha/ @oste -on-edido por todos os deuses -o o es-udo de@ensor da 9ida. ^s sa39a&uarda para os ho ens/ para as 9a-as/ -a9a3os/ -or-:is. ^s a sa39a&uarda Lue estran&u3a os @eiti-eiros. +n&Rento/ -onhe-es ta 8: a ori&e da i orta3idade. ^s a3i ento 9ita3/ re :dio para a i-terB-ia. +n&Rento/ Luando penetras no -orpo/ de u e 8ro a outro e 8ro/ de u a arti-u3ação a outra arti-u3ação/ eNpu3sas a tBsi-a/ -o o se @osses u rei sentado entre ad9ers<rios. A a3dição não atin&e a pessoa Lue @a5 uso de ti/ un&Rento/ ne a a&ia/ ne o so@ri ento/ ne a doença. Mau -onse3ho/ au sonho/ ação </ au -oração/ au o3hado/ prote&e'nos de tudo isso/ un&Rento. Sa8edor disso/ direi a 9erdade/ não a entira/ un&RentoV Juero &anhar u -a9a3o/ u a 9a-a/ e a tua prTpria 9ida/ ho e V O un&Rento possui tr1s es-ra9asD a @e8re/ a in-hação e a serpente. e. teu pai/ un&Rento/ a ais a3ta ontanha/ a ontanha dos tr1s -u es/ o Irikakud. O un&Rento nas-eu na ontanha das ne9es. Jue e3e estran&u3e todos os @eiti-eiros e @eiti-eiras. Se#as oriundo do Irikakud ou te -ha es un&Rento do rio Ia una/ estes dois no es são propB-ios e por e3es prote&e'nos/ un&RentoV &1. Para o4ter o amor de uma mu/her (idem) Dese#a eu -orpo/ eus p:s/ eus o3hosV Dese#a inhas -oNasV Ieus o3hos/ teus -a8e3os/ a orosa/ so@ra de paiNão por i V Gaço Lue te a&arres ao eu 8raço/ ape&ando'te ao eu -oração. Este#as su8 issa P inha 9ontade e so8 o eu do Bnio. .a-as/ ães da antei&a sa&rada/ -uidadosas dos 9ossos 8e5erros/ @a5ei Lue esta u3her e a eV Co o o -ipT enro3a'se na <r9ore/ assi não te a@astes de i / s1 inha a anteV Co o a <&uia ao 3e9antar 9So to-a no -hão -o as asas/ assi eu to-o e teu -oração. S1 inha a ante e não te a@astes de i V Co o o so3 en9o39e a Ierra na es a 3u5/ assi eu en9o39o o teu -oração. S1 inha a ante e não te a@astes de i V

&2. Hino Os rãs) para Kue 5enham as 'hu5as (idem) E3as esti9era es-ondidas o ano inteiro/ -o o os 8rM anes na o8ser9Mn-ia do 9oto. A&ora/ ao -on9ite de Par#ania/ e3as a3teia

a

9o5. Juando @oi o3hada pe3as <&uas do -:u aLue3a Lue esta9a resseLuida -o o tripa se-a de 8oi/ propa&ou'se a -antoria das rãs/ -o o se @osse o u&ido de 9a-as e 8e5erros. No -o eço da :po-a das -hu9as/ todas/ satis@eita a sede/ &rita D Akhkha3aV ' e -orre u as para as outras assi -o o os @i3hos -orre para os pais. E 8ria&adas so8 o a&ua-eiro/ -on&ratu3a 'se u as -o as outras. Pu3ando so8 a -hu9a/ a rã osLueada -anta -o a 3oura. Se u a repete as pa3a9ras da outra/ -o o o a3uno repete as do pro@essor/ har oni5a'se o todo -o o o do 9osso 8e3o -anto -ora3/ Ps ar&ens de u 3a&o. + a est< u&indo -o o 9a-a/ a outra 8a3indo -o o -a8ra/ esta : osLueada/ aLue3a : 3oura. I1 o es o no e/ as são di@erentes na @or a e odu3a a 9o5 de di@erentes aneiras. (rM anes/ Lue estais @a3ando e to o do 3a aça3/ -o o e @esta noturna do So a/ T rãs/ o Lue @este#ais a&ora : o pri eiro dia do ano das -hu9as. (rM anes do so a/ e3as a3teara a 9o5/ no en-anta ento de -ada ano. O@i-iantes suados no aLue-i ento da pane3a/ as rãs estão apare-endo/ nenhu a @i-a no seu es-onderi#o. Co o se @osse ho ens/ e3as eNe-uta a di9ina -eri Snia para o ano di9idido e do5e partes. E3as respeita as estaçUes. Juando 9e a :po-a das -hu9as/ não se aLue-e os 9asos do sa-ri@B-io. ALue3a Lue u&iu -o o 9a-a/ a Lue 8a3iu -o o -a8ra/ a osLueada/ a 3oura/ trouNera 'nos donati9os. Na hora de es a&ar os as raB5es/ d1e 'nos as rãs -entenas de 9a-as/ pro3on&ue a nossa 9idaV

&3. Para a'har!se um o4jeto perdido (idem) 4on&e dos -a inhos/ 3on&e do -:u/ 3on&e da terra/ nas-eu Pus-han/ Entre essas duas a8ençoadas re&iUes/ e3e 9ai e 9e / e3e Lue sa8e de tudo. Pus-han -onhe-e todas as re&iUes -e3estes e -ondu5'nos pe3o -a inho ais -ertoW 8en@eitor/ ardente/ patrono dos herTis/ onis-iente/ Prote#a'nos/ T deusV _ Pus-han/ so8 o teu patro-Bnio/ este#a os isentos de danos. ALui esta os/ nTs Lue te 3ou9a os. Jue Pus-han nos estenda a ão do 3ado do Oriente. Jue e3e nos tra&a aLui3o Lue perde os/ Possa os a-har o o8#eto perdido/ so8 o seu patro-BnioV

&4. Para /i5rar a/ u6m do 5?'io do jo o (idem) Estonteia ' e as no5es tr1 u3as da &rande <r9ore 9i8hidaka/ as Luais/ tra5idas pe3os a3tos 9entos/ ro3a -o @orça na esa. Esposa @ie3/ não dis-utia ne se a8orre-ia -o i&o/ era aten-iosa para -o os eus a i&os e ta 8: -o i&o. Eu a8andonei'a pe3o dado @ata3. Odeia'o a so&ra/ re#eita'o a u3her. I p3orando/ não en-ontra nin&u: Lue tenha pena de3e. O #o&ador : inHti3 -o o o -a9a3o 9e3ho o@ere-ido P 9enda. Outros a-ari-ia a u3her do #o&ador/ -u#os dados desperdiça os seus ha9eres. Di5e '3he o pai/ a ãe/ os ir ãosD YNão o -onhe-e os/ 3e9e 'no para a prisãoY. YSe eu reso39o não #o&ar/ eus a i&os 9ão e 8ora/ a8andonando' e. Mas 3o&o Lue os dados trans ite o seu -ha ado/ 9ou ao seu en-ontro -o o se @ora u a anteY. Ir1 u3o/ o #o&ador entra na sa3a/ per&untando a si es oD Y.ou &anharQY Os dados anu3a a sua esperança/ dando ao ad9ers<rio os 3an-es de-isi9os. E 9erdade/ os dados t1 pontas/ @ere / derru8a / Luei a / -onso e . Presentes de prBn-ipe/ untados de e3 para o #o&ador/ @ren:ti-os/ e3es re-ae so8re o seu 9en-edor. Os seus -ento e -inLRenta -o panheiros/ -o o o deus Sa9itri/ #o&a -o a 9erdade. Não re-eia a rai9a do poderoso. O prTprio rei respeita'os. Ko3a para 8aiNo/ sa3ta para -i a. Não possue ãos e no entanto do ina aLue3es Lue as t1 . (rasas di9inas 3ançadas P esa/ por ais @rios Lue este#a / os dados in-endeia o teu -oração. Despre5ada/ a u3her do #o&ador ator enta'se e a ãe so@re pe3o @i3ho/ Lue e3a não sa8e onde est<. Endi9idado/ tr1 u3o/ 8us-ando 8oa sorte/ P noite/ e3e 9ai para a -asa de outra pessoa. E3e sente re orsos/ o #o&ador/ Luando 91 a esposa de u -onhe-ido e -asa 8e arru ada. Se/ pe3a anhã/ e3e atre3ou os -a9a3os pretos/ P tarde o po8re dia8o 9ai -air no p<tio. Ao &enera3 do 9osso &rande eN:r-ito/ PLue3e Lue @oi o pri eiro rei do 9osso -3ã/ eu ostro os dedos a8ertos/ eu #uro Lue não es-ondi dinheiro atr<s de i . Não #o&ues dados/ -u3ti9a o teu -a po/ a3e&ra'te e apre-ia o Lue possuis. Irata dos teus 8ois/ #o&ador/ -uida da tua u3herV Assi @a3a o no8re Sa9itri.

Ga5 u a-ordo -onos-o/ se Luiseres. Ie piedade/ não atires so8re nTs/ a tua -rue3/ auda-iosa i pre-açãoV A-a3 e'se a tua rai9a/ a tua a&ressi9idade. Se#a outra a 9Bti a dos dados ne&ros.

&#. EuMi e +u ua No noroeste da China/ a uitas i3has de distMn-ia eNistia u paBs -ha ado Hua'=u'=i onde reina9a a @e3i-idade. Não ha9ia a3i &o9erno -onstituBdo e ne seLuer a 3iderança de u -he@e. Seu po9o não possuBa a 8içUes ou dese#os/ ta pou-o in-3inaçUes. .i9ia e estado natura3 e sua 9ida era 3on&a. Per-e8ia atra9:s da ne83ina. O tro9ão não os ensurde-ia/ não a@unda9a na <&ua e não se Luei a9a no @o&o. A3: disso des3o-a9a 'se 3i9re ente pe3o espaço. Ha8ita9a a terra e -ondição di9ina. .i9ia nesta terra u a 8e3a oça ena orada da @3oresta e da nature5a. Certo dia/ passeando e torno da 3a&oa en-antada de no e Iro9ão/ -u#o senhor era o deus do tro9ão/ o Lua3 se apresenta9a -o -a8eça hu ana e -orpo de dra&ão/ deu'se u @ato uito estranho. Ao 3on&o do passeio pe3a @3oresta intensa' ente 9erde e p3ena de 9i8raçUes/ 3o-a3i5ou u a pe&a' da &i&antes-a. ENtasiada to-ou -o o p: aLue3a pro' @unda ar-a e/ ao pis<'3a/ nu te po <&i-o 9iu'se ãe de u a -riança -o a -a8eça hu ana e o -orpo de serpente/ Lue re-e8eu o no e de Gu' =i. Gu'=i 9eio a ser o @i3ho do deus do tro9ão -o u a u3her do paBs da @e3i-idade terrestre. Na Lua3idade de se i'deus possuBa 3i9re trMnsito entre o -:u e a terra/ 8ene@i-iando 3ar&a ente os ho ens. Criou os oito tri&ra as/ traços or&ani5ados si&ni@i-andoD -:u/ terra/ <&ua/ @o&o/ ontanha/ tro9ão/ 9ento e 3a&oa. Este siste a @oi usado para eNpressar o sentido de di9ersos e3e entos/ 9indo a -onstituir a 8ase da es-rita. Ensinou os po9os a entre3açar -ordas para @a5er redes/ e assi aprendera a pes-ar. O8te9e a a#uda de Cou'Man&/ deus da pri a9era/ o Lua3 ostrou -o o se apanha9a p<ssaros. Gu'Ni/ es o não sendo o deus do @o&o/ -onse&uiu do inar o re3M pa&o e o tro9ão/ produ5indo o @o&o e o8tendo assi a3i entos -o5idos para o -onsu o. NR'Cua era u a deusa -o -a8eça de u3her e / -orpo de serpente. PossuBa o poder de trans@or ar'se de setenta aneiras di@erentes por dia. So3it<ria passea9a pe3os -a inhos 9ir&ens do undo/ en9o39ida pe3a 8e3e5a e en-anto da paisa&e . Contudo a8ri&a9a e seu -oração u a &rande e3an-o3ia. Era o -3a or de

seu instinto aterno/ tra5endo'3he u a sensação de in@inita triste5a e @rustração. E deter inado o ento/ nu B peto in-ontido/ -a9ou 8arro do -hão e -o e3e o3dou u a @i&ura hu ana. Surpreendeu'se -o aLue3a peLuena @i&ura &anhando 9ida e o9i ento prTprio/ pu3ando/ -antando e indo'se e 8ora/ 3e9ada por sua prTpria inLuietação. NR'Cua não -ou8e e si de @e3i-idade e -o suas ãos -ontinuou -riando as @i&uras dentro do es o espBrito de en3e9a ento at: se -ansar. Juando então to ou de u @eiNe de 9i e/ entu es-eu'o -o 8arro e 9i8rou'o -o ener&ia. Os pin&os -aBdos no -hão i3a&rosa ente se trans@or a9a e seres hu anos e e pou-o te po o undo esta9a rep3eto. Os seres no8res @ora os -riados pe3a ão de NR'Cua. Juanto aos po8res/ estes @ora os 3ançados -o o @eiNe de 9i e. Por: a nature5a orta3 desses ho ens o8ri&a9a a deusa a repetir -onstante ente o pro-esso/ tornando'o eNtre a ente -ansati9o. De-idiu'se então pe3o a-asa3a ento dos seres para/ atra9:s desta @or a/ se perpetuare . Ha9endo esta8e3e-ido esta união/ : -ha ada pe3os -hineses a Deusa do Matri Snio. NR'Cua : a pri eira ediadora entre ho ens e u3heres.

&&. Huan di) o deus do 8eio O -entro do undo era -ontro3ado pe3o deus do eio. A <rea dessa re&ião era de 1" i3 i3has Luadradas. Ini-ia3 ente o deus do eio era Huan&'Di. ENistia no entanto outro deus per9erso/ -ha ado Chi' Eou Lue ha9ia es-apado dos -:us e -on-entrado todo seu es@orço e -riar a raça Miao. Deste @eito a3:@i-o resu3tou u a &uerra na re&ião de ?hou'4u/ na China Centra3. Huan&'Di -onse&uiu superar o -on@3ito/ apTs o Lue deiNou o posto de deus do eio para o deus do norte/ ?huan'=u. A pri eira atitude de ?huan'=u @oi interro per o per-urso 3i9re entre o -:u e a terra. Os ho ens @i-ara assi de@initi9a ente separados dos deuses. Os pri eiros não podia su8ir as os se&undos ainda possuBa o poder para des-er. ?huan'=u passou então a dois deuses -ha ados ?hon& e 4i/ a in-u 81n-ia de rea3i5ar este pro-esso de o8strução das re3açUes entre o -:u e a terra. A ?hon& -a8ia a tare@a de -ontro3ar o -:u e sua entrada. A 4i -a8ia o -ontro3e da terra. A perda da 3i8erdade de a-esso dos ho ens @oi -ontudo -o pensada pe3a 9o3ta da orde ao uni9erso. O @i3ho de 4i -ha a9a'se Ee. Sua @or a era estranha. A -a8eça hu ana/ não tinha 8raços e as duas pernas esta9a na -a8eça. Ha8ita9a nu a ontanha 3o-a3i5ada no eNtre o oeste. O no e

desta ontanha era YSo3 e 4uaY. Ee &uarda9a o portão do -:u/ por onde entra9a so ente o so3/ a 3ua e as estre3as. .i&ia9a as entradas e saBdas e re&u3a9a os hor<rios. Os deuses não -on9i9ia ais -o os ho ens/ ta ' pou-o o dia -o a noite. E assi retornou a orde ao uni9erso. ?huan'=u ainda esta8e3e-eu a superioridade do ho e e re3ação P u3her. Separou as @unçUes dos seNos e proi8iu os -asa entos entre ir ãos. A3: disso/ @oi o pri eiro deus a instituir o rito atri onia3. Huan&'Di ora9a no -entro do -:u. Seu auNi3iar era o deus da terra. Este se&ura9a nas ãos u @io -o o Lua3 -ontro3a9a toda a 9ida e suas ani@estaçUes e edia a #ustiça dos assuntos terrestres. Huan&'Di possuBa Luatro @a-es. Podia -onte p3ar si u3tanea ente as Luatro direçUes. Contro3a9a as re3açUes entre os deuses. Huan&' Di era o deus dos deuses. O deus da terra/ seu auNi3iar/ era i&ua3 ente o deus das ani@estaçUes e3e entares Lue ha8ita9a o in@erno. Por isso Huan&'Di ta 8: -ontro3a9a o in@erno atra9:s do inist:rio do deus da terra. Nas ontanhas Aun'4un ha9ia u pa3<-io 3uNuoso. Era o pa3<-io de Huan&'Di na terra. A Luatro-entas i3has deste/ ha9ia u #ardi deno inado [jardi G3utuanteY/ situado tão a3to Lue de3e era possB9e3 passar'se ao -:u. Huan&'Di possuBa ainda outro pa3<-io no uni-Bpio de =in'An na pro9Bn-ia de H:'Nan/ -ha ado YMontanha de Jin&'EaoY. E -ada u desses 3u&ares ha9ia u deus/ per anente ente a3erta. O deus Lue 9i&ia9a o pa3<-io situado na ontanha Aun'4un/ -ha a9a'se 4u'iu. Hu ano de rosto/ -orpo de ti&re -o no9e -audas. Pe3o #ardi @3utuante 5e3a9a o deus ?hao'EBn&. Sua -a8eça era hu ana/ o -orpo eLRino/ a pe3e osLueada e pro9ido de duas asas. O H3ti o deus -uida9a da YcMontanha Jin&'EaoY e seu no e era iu' 4uo. Seu rosto era hu ano/ o -orpo de 3eopardo e porta9a dois 8rin-os nas ore3has Lue tinia -o o #ade. Nessas para&ens eNistia p3antas/ insetos e outros ani ais de u eNotis o sin&u3ar. Entre e3es ha9ia u ais eni& <ti-o ainda/ -ha ado Shi'Kou/ o Lue pode ser tradu5ido por Y-arne 9isB9e3Y. Era u ser pastoso Lue ao 9i9er/ apresenta9a a @or a de u pedaço de -arne. Nada distin&uia'se ne3e a não ser dois o3hos peLueninos. O sa8or de sua -arne era a 8rosBa-o. Cortando Lua3Luer parte de3e/ i ediata ente se re&enera9a/ per ane-endo se pre do es o ta anho. A3i enta9a 'se dessa -arne os 9ia#antes e os ana-oretas Lue 9i9ia nas ontanhas. Certa o-asião/ Huan&'Di apresentou'se e Han'Sha/ ao 3este da

ontanha Aun'4un. Na praia en-ontrou u ani a3 -ha ado (ai'?e Lue @a3a9a a 3Bn&ua dos ho ens e sa8ia tudo Lue ha9ia entre o -:u e a terra. PossuBa &randes -onhe-i entos de terato3o&ia/ sendo u narrador de ara9i3has e prodB&ios se @i . Conhe-ia os 3a&os e as @3orestas. Huan&'Di/ sendo o -ontro3ador do uni9erso/ #u3&ou de su a i portMn-ia a ati9idade deste ani a3 e atra9:s de auNi3iares @e5 re&istrar e i3ustrar tudo so8re o Lue dis-orria. Kesu3tou dessas narrati9as u 3i9ro -ontendo 11 i3 e )77 -uriosidades. NaLue3e te po o a&nB@i-o Huan&'Di reunia e si/ as har onias e as onstruosidades. .ia#a9a nu -arro 3uNuoso/ de-orado -o pedras pre-iosas/ puNado por dois e3e@antes/ tendo P sua reta&uarda seis dra&Ues. Chi'Eou/ -o o poder de -ontro3ar os ani ais/ -orria na @rente para 3i par o -a inho. Se&uia 'se os deuses do 9ento e da -hu9a para 3i par o pT. Ainda u ro8usto p<ssaro/ -ha ado (i'Gan&/ 9oa9a e 8aiNo do -arro. O deus do 9ento tinha -a8eça de p<ssaro onde se sa3ienta9a dois -ornos/ -orpo -aprBdeo/ -auda o@Bdi-a e pe3e de 3eopardo. O deus da -hu9a era ainda ais estranho. De tão inHs-u3o/ -on@undia'se -o u 8i-ho da seda. Ha9ia uitos deuses @ant<sti-os no s:LRito do -arro de Huan&'Di. E -i a 9oa9a u a @1niN e e 8aiNo de tudo ha9ia u a -o8ra 9oadora. A a&ni@i-1n-ia desse -orte#o a&uçou a -o8iça de Ju' Eou/ Lue se re9o3tou -o o intuito de o-upar o 3u&ar de Huan&'Di. O Lue resu3tou desta disputa ser< -onhe-ido ao ter o da histTria. Huan&'Di 8ondosa ente ode3ou no undo/ -arros/ 8ar-os/ espe3hos/ -a3deirUes -o tr1s p:s e u re-ipiente para @er9er <&ua. Ia 8: @e5 -ru5a entos para o8ter u3as. A-res-entou a estes @eitos o #o&o e e espe-ia3 os #o&os de 8o3a/ e não se esLue-eu ' e aLui est< a ais i portante in9enção ' de pro#etar a 8Hsso3a. Os auNi3iares de Huan&'Di/ pot1n-ias de iHr&i-as/ -ontinuara a -riação -u prindo ordens di9inas. Entre e3es/ resu3tara os ais i portantesD Chan&'Iie/ -riador das 3etras/ 4ei'Con& e Ji'(o/ Lue re&istrara as doenças e os -orrespondentes edi-a entos e 4ei' ?u/ esposa de Huan&'Di/ Lue -riou o 8i-ho da seda e @a8ri-ou seda para o tear.

&,. O Pa?s dos Hmortais) do Shanhaijin (C/9ssi'o das 8ontanhas e dos 8ares) No de-urso das suas 9ia&ens arBti as/ Da Eu te9e a oportunidade de 9isitar uns paBses onde 9i9ia os i ortais. Se&undo u a 3enda/ para a3: do Mar do Norte/ ha9ia u a i3ha -ha ada iu ji (se des-endentes!/ os seus ha8itantes era

i ortais e se des-endentes. E3es ora9a e &rutas/ nas ontanhas da i3ha e -o ia eN-3usi9a ente u tipo de peiNe/ des-onhe-ido presente ente/ Lue se -ha a9a YpeiNe 9oanteY. Co o os ha8itantes deste paBs era asseNuados/ 3o&i-a ente/ não se -asa9a ne -onstituBa @a B3ias. ApTs tere 9i9ido u -erto nH ero de anos/ os ha8itantes Y orria Y te poraria ente e/ e 8ora @osse pr<ti-a -o u / os seus -ad<9eres era enterrados as os seus -oraçUes -ontinua9a a 8ater e os seus -orpos não apodre-ia . Depois de u perBodo de &estação/ de -er-a de 1"7 anos/ os Y ortosY ressus-ita9a e -ontinua9a 9i9endo e assi ia 9i9endo e Y orrendoY a3ternati9a enteW a popu3ação antinha'se -onstante e o paBs era eNtre a ente prTspero. Para a3: do Mar do Su3/ ha9ia u a outra i3ha se e3hante P pri eira/ -ha ada de A =in&/ por todos os seus ha8itantes tere o es o so8reno e de A. A -or da sua pe3e era preta/ e/ @isi-a ente/ era 8e -onstituBdos/ -heios de 9i&or e de #u9entude/ e -o o do de podere 9i9er eterna ente/ por se a3i entare eN-3usi9a ente de @rutos das <r9ores i ortais e se re@res-are nas <&uas da Gonte .er e3ha. Craças Ps <r9ores i ortais e P Gonte .er e3ha/ os ani ais Lue 9i9ia neste paBs era / i&ua3 ente/ i ortais/ eNistia or-e&os -o ais de i3 anos/ sapos -o de5 i3 e uitos outros. Para a3: do Mar do Oeste/ eNistia / ainda/ dois paBses dos i ortaisD o pri eiro -ha ado de Huan&di e o se&undo -ha ado dos (ran-os. O Estado de Huan&di/ esta9a situado/ ad#a-ente/ P Montanha de Jin&shan/ sendo a @isiono ia dos seus ha8itantes uito estranha/ pois tinha -a8eças hu anas e -orpos de #i8Tias. Se&undo u a 3enda/ nu a &uerra Lue tinha outrora entre Huan&di e Chi*ou/ o po9o deste paBs tinha a#udado os de Huan&di a 9en-ere o de Snio de Chi*ou &anhando assi :ritos i3itares. ApTs a 9itTria/ os ha8itantes de Huan&di -onstruBra u outeiro ao Lua3 -ha ara de Outeiro de Huan&di/ si&ni@i-ando deste odo Lue a 8os os po9os deste paBs e de Huan&di/ tinha saBdo i&ua3 ente 9itoriosos so8re os de Chi*ou. Os seus ha8itantes podia / pe3o enos/ 9i9er at: )77 anos/ sendo uitos os ho ens Lue -onta9a ais de dois i3 anos de idade. Os ha8itantes do Estado dos (ran-os tinha os seus -a8e3os e pe3es tão 8ran-os -o o a ne9e e possuBa ta 8: u a pro3on&ada 3on&e9idade. Se&undo u a 3enda/ neste paBs 9i9ia u &1nero de ani ais so8renaturais Lue se -ha a9a Chen& Huan& e tinha o -orpo -o8erto de p13os dourados/ u a 3on&a e &rossa -auda/ @isiono ia de raposa/ dois -hi@res so8re o dorso e era -apa5es de -orrer tão depressa -o o o 9ento/ sendo/ portanto/ ta 8: ape3idados de Gei Huan& (A are3os

.e3o5es!. Se a3&u: ontasse u de3es por sT u a 9e5 Lue @osse/ #< poderia 9i9er/ pe3o enos/ por ais dois i3 anos. A ori&e do pro9:r8io -hin1s Lue di5D YJue a3-an-e a tua 8oa sorte -o a 9e3o-idade de u Gei Huan&Y pro9: do -onto a-i a en-ionado.

&.. As H/has dos Hmortais) do Shanhaijin (C/9ssi'o das 8ontanhas e dos 8ares) Anti&a ente/ os ares era tão i petuosos/ Lue as suas a3tBssi as ondas podia a3-ançar o C:u e tão 9astos/ Lue i3hares e i3hares de rios dese 8o-a9a ne3es dia e noite ' at: es o as <&uas do Kio Ce3este (.ia 4<-tea! -orria para e3es. No entanto/ os ares nun-a trans8ordara . PorLue : Lue os ares era então assi Q + a 3enda -onta Lue a de5enas de i3hares de 3i/ a 3este do Mar (ohai/ ha9ia u &rande 9a3e su8 erso -ha ado Cui =u ' Lue si&ni@i-a o Y3u&ar de retorno das <&uasY '/ na rea3idade trata9a' se de u 9a3e se @i . Na 9asta super@B-ie arBti a do Y3u&ar de retorno das <&uasY ha9ia -in-o i3has @3utuantes de a3-anti3adas e a#estosas ontanhasD Dai*u/ Euan#iao/ Gan&hu/ Ein&5hou e Pen&3ai. Para -he&ar aos pBn-aros de Lua3Luer u a destas ontanhas era pre-iso se&uir serpentuosos -a inhos ' o enor dos Luais tinha ais de trinta i3 3i '/ Lue dese 8o-a9a e a p3os p3ana3tos ' -ada u -o -er-a de no9e i3 3i de peri@eria. As -in-o i3has esta9a a3inhadas no ar/ distan-iadas u as das outras de setenta i3 3i/ na 3on#ura/ @raçUes dos seus a3tos pi-os apare-endo entre nu9ens auspi-iosas e/ nos te pos ais -3aros/ podia'se es o 9er os per@is dos seus a&nB@i-os pa9i3hUes e pa3<-ios. As i3has era -onhe-idas pe3as -in-o I3has dos I ortais/ por nas suas -in-o ontanhas se situare as resid1n-ias dos i ortais/ -onstituBdas por pa3<-ios e pa9i3hUes de ouro e #ade. Nas en-ostas das suas ontanhas -res-ia nu erosas @3ores e raras <r9ores de @ruto e todos os ani ais e a9es Lue aLui ha8ita9a / era tão 8ran-os -o o a ne9e. + a <r9ore/ e parti-u3ar/ produ5ia p:ro3as e uns @rutos uito 8ri3hantes/ e @or a de -ristais/ a in&estão de u sT dos Luais trans@or a9a Lua3Luer ser hu ano nu i orta3. Iodos os ha8itantes destas i3has era i ortais e des-endentes do I perador Ce3estia3 possuindo os dons/ Luer de as-endere Ps nu9ens/ ou de 9a&are de i3ha para i3ha/ -on@or e Luisesse . E 8ora a a3titude de -ada u a das ontanhas @osse -o3ossa3/ estas -in-o i3has era @3utuantes e des3o-a9a 'se perpetua ente para o Oeste/ -o o se @osse &i&antes-os na9ios/ o Lue -ausa9a &rande preo-upação aos seus i ortais ha8itantes/ pois se -ontinuasse na

sua ineNor<9e3 pro&ressão/ seria arrastadas at: ao pT3o Oeste/ o Lua3/ se&undo u a 3enda/ era u 3u&ar eNtre a ente @rio e so 8rio onde nun-a tinha apare-ido ne o So3 ne a 4ua/ sendo a sua Hni-a @onte de 3u5/ u a t1nue -3aridade pro9eniente de u a 9e3a se&ura na 8o-a du ani a3 -ha ado de Ydra&ão da 9e3aY Nu a pa3a9ra/ o pT3o Oeste era u 3u&ar a9assa3adorV + dia/ os i ortais das -in-o i3has de-idira su8ir ao C:u para re3atare -on#unta ente as suas preo-upaçUes ao I perador Ce3estia3. Depois de os ou9ir/ o So8erano en9iou u dos seus inistros/ o deus dos ares -ha ado Eu jian&/ reso39er o pro83e a. Eu jian& andou então Lue 1) &i&antes-as tartaru&as -arre&asse / Ps -ostas/ essas -in-o i3has para a eternidade/ no entanto/ para 3hes a3i9iar o -ansaço/ o deus di9idiu'as e tr1s turnos a3ternando'os -ada ,7 777 anos. C3aro Lue a issão de -arre&are Ps suas -ostas as i3has era u tra8a3ho eNtre a ente duro/ as as 1) tartaru&as não tinha outra a3ternati9a senão o8ede-ere Ps ordens de Eu jian& e/ assi / passara a suportar as ontanhas esti-ando as suas -a8eças P tona das ondas e não se atre9endo a des3o-are 'se ini a ente. A partir de então as -in-o i3has/ ori&ina3 ente @3utuantes/ per ane-era est<ti-as desa@iando as @uriosas ondas/ as i petuosas -orrentes e os @reLRentes tu@Ues e os seus i ortais ha8itantes 9i9endo dias tranLRi3os se ais nenhu as preo-upaçUes. Contudo/ ta3 -o o os seres hu anos/ os i ortais ta 8: 9iera a en-ontrar a3&uns per-a3ços i pre9istos. A u a distMn-ia de %, 777 3i da -osta do Mar do 4este ha9ia u a ontanha -ha ada (o&ushan ao p: da Lua3/ ha9ia u paBs de &i&antes -ha ado/ o Estado dos Dra&Ues. Iodos os seus ha8itantes era tão a3tos Lue Luase a3-ança9a o C:u e a3i enta9a 'se prin-ipa3 ente de &randes peiNes e tartaru&as'&i&antes arBti as. Ora -erto dia/ a3&uns dos &i&antes/ tendo ido P pes-a nas -ostas do Mar do 4este/ su8ita ente aper-e8era 'se Lue a3&u as tartaru&as &i&antes-as apare-ia e desapare-ia por entre as a3tas ondas arBti as esti-ando as suas -a8eças @iNa ente. (asta9a '3hes dar a3&uns passos para atra9essare as <&uas du a 3on&a distMn-ia 3ançando então as 3inhas -o as is-as para as <&uas onde tra8a3ha9a as tartaru&as. As tartaru&as/ Lue não tinha -o ido nada durante 9<rias de5enas de i3hares de anos/ ao 9ere a3i ento esti-a9a i ediata ente os seus pes-oços e tra&a9a as is-as. Então/ aos &i&antes do Estado dos Dra&Ues 8astou'3hes puNare as 3inhas para as apanhare e depois de -o ere as -arnes se-ara ainda os seus ossos @a5endo'os e 3as-as e uti3i5ara as suas -arapuças -o o tetos de tendas a8ri&ando'se

assi e3hor -ontra o 9ento e a -hu9a. 4o&o apTs a orte das seis tartaru&as duas das -in-o i3has/ as Da*u e Euan#iao/ perdendo o seu suporte/ re-o eçara a @3utuar i ediata ente e direção ao pT3o Oeste. Os i ortais destas duas i3has aper-e8endo'se do Lue esta9a a-onte-endo/ e i&rara apressada ente para as outras Lue ainda se antinha i T9eis não tardando Lue/ pou-o te po depois/ a 8as as i3has Da'*u e Euan#iao @osse arrastadas pe3as i petuosas -orrentes e pe3os in-ont<9eis tu@Ues para o pT3o Oeste 9indo'se a a@undar nas pro@unde5as arBti as. O Lue a-onte-eu pro9o-ou ta anha -T3era ao I perador Ce3estia3 Lue/ para -asti&ar os &i&antes do Estado dos Dra&Ues e 9a3endo'se dos seus poderes so8renaturais/ e3e redu5iu não sT a eN' tensão deste pais -o o a estatura dos seus ha8itantes. Mes o assi / di5' se Lue e3es -ontinuara -o u a a3tura de -er-a de de5 etros/ a Lua3/ se 8e Lue @osse ainda -onsider<9e3 pe3o enos i pedia'os de pes-are P 3inha LuaisLuer outras tartaru&as'&i&antes. A partir de então/ no Mar (ohai restara sT tr1s i3has de i ortaisD Gan&hu/ Ein&5hou e Pen&3ai. No perBodo dos Keinos Co 8atentes (%0)'""1 ae-.! os onar-as dos reinos de Ji e Ean 9iera a sa8er da eNist1n-ia destas tr1s i3has dos i ortais e de nestas se en-ontrar o e3iNir de i orta3idade. Juerendo &o5ar eterna ente das &3Trias e riLue5as Lue tinha a-u u3ado/ estes dois reis ordenara aos seus sHditos Lue @a8ri-asse 9<rias -entenas de &randes e 8ar-açUes e Lue partisse e de anda destas i3has -o o @i de o8ter o e3iNir de i orta3idade. Contudo/ pou-o te po apTs a partida da eNpedição/ u a &rande te pestade de &i&antes-as e @uriosas ondas @e5 -o Lue todos os 8ar-os se a@undasse / sT pou-os ho ens -onse&uira es-apar da tra&:dia. Se&undo os re3atos dos so8re9i9entes/ apTs 9<rios dias de na9e&ação todos tinha e@eti9a ente -onse&uido 9is3u 8rar as tr1s i3has dos i ortais pairando entre densas nu9ens 8ran-as e @3utuando a3inhadas nos -on@ins do ar as/ Luando os 8ar-os se aproNi ara de3as/ as tr1s i3has tinha isteriosa e su8ita ente desapare-ido. E tinha sido Luando os 8ar-os persistira e -ontinuar na direção das i3has desapare-idas/ Lue u a te pestade @uriosa se a8ateu 8rus-a ente i pedindo o a9anço das e 8ar-açUes e @a5endo'as -apotar no seio das a3tas ondas. Nin&u: podia -on@ir ar se esses re3atos era 9erdadeiros ou não/ as a 9erdade : Lue nenhu dos reis Lue tentara o8ter o e3iNir de i orta3idade 9eio a a3-ançar o seu o8#eti9o e/ natura3 ente/ a-a8ara por orrer uns apTs os outros. Se&undo a 3enda/ o i perador Jin Shi Huan& ' o pri eiro i perador da Dinastia Jin ' e p3ena satis@ação pe3a sua uni@i-ação da China (""1 a.C! ta 8: sonha9a e ser u i orta3. So8 os auspB-ios dos

seus inistros e de ais su8ordinados/ e3e 9ia#ou/ pessoa3 ente/ para a ontanha Hui#i or&ani5ando neste 3o-a3 u a enor e o@i-ina/ onde a3&u as de5enas de i3hares de tra8a3hadores 9iera a @a8ri-ar -er-a de i3 e 8ar-açUes/ apTs a sua -on-3usão/ o onar-a o8ri&ou u nH ero -onsider<9e3 dos seus ho ens a na9e&ar e direção Ps i3has dos i ortais e 8us-a do e3iNir da i orta3idade. No entanto/ este seu -o3ossa3 e preendi ento ta 8: não 3o&rou o8ter 8ons resu3tados e/ in-3usi9a ente/ nenhu dos seus en9iados re&ressou P terra nata3. Por ironia do destino o i perador Jin Shi Huan& 9eio a orrer no -a inho do re&resso da ontanha Hui#i P sua -apita3. Durante a Dinastia Han/ no reinado de iu Di (1),'20 ae-!/ u o-u3tista -ha ado 4i Shao#un -ontou u dia ao i perador Lue/ en-ontrando'se u a 9e5 9ia#ando nu a rota arBti a/ tinha tra9ado -onhe-i ento -o u i orta3 -ha ado An Ji Shen Lue esta9a -o endo u a #u#u8a/ tão &rande -o o u a e3an-ia/ sendo o su-o desta @ruta rea3 ente o e3iNir <&i-o das ontanhas do a3: ' ar. I pressionado pe3as pa3a9ras do o-u3tista/ o I perador iu Di ordenou Lue u eN:r-ito de ho ens @a8ri-asse e 8ar-açUes/ en9iando depois u &rande nH ero dos seus su8ordinados nestas P pro-ura do e3iNir da i orta3idade. Contudo passara 'se eses e anos e at: P sua orte o i perador esperou se re-e8er LuaisLuer notB-ias da eNpedição arBti a.

&2. *emRnios e Eeras "estiais) do Shanhaijin (C/9ssi'o das 8ontanhas e dos 8ares) Durante u a pro3on&ada 9ia&e / Da Eu 9isitou no9e -ontinentes e atra9essou Luatro ares/ no entanto/ ne todos os 3u&ares por onde passou era a-o3hedoresD na rea3idade/ a3&u as destas re&iUes era ha8itadas por de Snios hostis e @eras 8estiais. Na eNtre idade do Mar do Su3/ ha9ia u a re&ião toda e -ha as/ ha8itada por de Snios de -ara hu ana e -orpos pe3udos/ onstruosos/ Lue das suas 8o-as &i&antes-as 3ança9a -onstante ente 3a8aredas e @u o/ ata-ando/ assi / os ani ais/ as a9es e es o os hu anos. Na -osta do Mar do Su3 ha9ia/ ainda/ u paBs de ho ens'-ro-odi3os tendo os seus ha8itantes u a -a8eça hu ana/ a 8o-arra dos -ro-odi3os/ o -orpo -o8erto de densos p13os pretos e/ ais estranho ainda/ dois &i&antes-os p:s 9irados para tr<s. Se en-ontrasse a3&u: / pri eiro 3ança9a u a terrB9e3 &ar&a3hada para depois sa3tare so8re o des&raçado en&o3indo'o por -o p3eto. Estes

de Snios 9a&a8undea9a pe3as @3orestas 3e9ando -o e3es @3autas de 8a 8u Lue to-a9a produ5indo u a e3odia do3ente. Entre os paBses i a&in<rios ha9ia uns ais ina-essB9eis Lue outros/ tais -o oD o dos ho ens 5aro3hos ' -u#os ha8itantes sT tinha u o3ho 3o-a3i5ado 9erti-a3 ente no -entro do rosto/ o dos ho ens dos peitos @urados/ o dos ho ens -o tr1s -a8eças ' -u#os ha8itantes podia o3har e tr1s direçUes ao es o te po e pronun-iar si u3tanea ente tr1s 9o5es di@erentes. No Lue se re@ere Ps @eras 8estiais/ os paBses i a&in<rios possuBa nu erosos e di9ersos &1neros/ das Luais sT -itare os aLui a3&u as. Ha9ia u as -ha adas Jion& Ji/ se e3hantes aos ti&res/ as -o duas asas &i&antes-as. Era tão &anan-iosas Luanto -ru:is e Luando -onse&uia -apturar u ser hu ano -o eça9a a ro1'3o pe3a -a8eça e a-a8a9a nos p:s/ en&o3indo es o todos os seus ossos e -a8e3os. Ha9ia u &1nero de raposas -o no9e -audas aparente ente es8e3tas e en-antadoras/ de @o-inho pontia&udo/ p13os dourados e espessas -audas/ as Lue/ na rea3idade era eNtre a ente anhosas/ podendo'se eta or@osear e terrB9eis -riaturas/ trans@or ando'se/ por 9e5es/ e @i&uras de 3indas #o9ens Lue atraBa os ho ens de9orando'os depois. Nas @3orestas das ontanhas do Norte da China ha9ia u &1nero de 8or8o3etas 9er e3has/ do ta anho de e3e@antes/ Lue so8re' 9i9ia su&ando o san&ue de outros ani ais. + a outra @era 8estia3 era u &1nero de a8e3ha 9enenosa de -or preta Lue/ Luando es9oaça9a/ e itia u 5u 8ido Lue se trans itia a 9<rios Lui3S etros de distMn-ia/ sendo a sua pi-ada uito do3orosa e o 9eneno de3a/ orta3. E -ertas re&iUes eridionais 9i9ia P 8eira dos 3a&os u ani a3 eNtre a ente 9enenoso -ha ado Eu/ Lue tinha apenas tr1s po3e&adas de -o pri ento as u a -arapaça tão dura -o o u a tartaru&a. Era u ser eNtraordinaria ente sinistro e -rue3 Lue ha8itua3 ente se es-ondia nos 3u&ares so 8rios esperando a passa&e de u a presa @<-i3. Se a3&u: passasse pe3as 9i-ina3idades donde esta9a e 8os-ado/ o ani a3 a8ria a sua 8o-a 3ançando u #ato 9enenoso Luer so8re a pessoa/ ou no seu re@3eNo/ na <&ua/ -ausando'3he assi u a orte 9io3enta. No entanto/ &raças P eNist1n-ia du paBs ad#a-ente a esta re&ião/ -u#os ha8itantes era 8ons -açadores/ apre-ia9a -o er a -arne dos Eu -on#unta ente -o 3e&u es/ estes ani ais esta9a e 9ias de eNtinção e os hu anos esta9a enos a eaçados. Se&undo u as 3endas anti&as/ depois de do inar as <&uas/ os po9os de todo o undo passara a respeitar Da Eu -o o o sa39ador da

hu anidade/ e3e&endo'o -o o o seu so8erano. Para se pre-a9er da 3atente a eaça dos de Snios hostis e das @eras 8estiais aos seres hu anos/ Da Eu ordenou Lue todos os 3u&ares onde se produ5ia o8#etos de @erro e 8ron5e tinha Lue entre&ar u a deter inada Luantia das suas at:rias'pri as para -o estas se @undire no9e trBpodes &i&antes-os nos Luais/ 8aseando'se nas eNperi1n-ias e re-ordaçUes de todas as suas 9ia&ens/ e3e @e5 -in5e3ar todas as @i&uras de de Snios e @eras 8estiais assi -orno as suas re&iUes de ori&e de odo a a#udar a hu anidade a pre-a9er'se e3hor -ontra estes.

,3. O 8undo anti o) por <huan 1i ALue3e Lue sa8e o Lue : do C:u e o Lue sa8e o Lue : do Ho e a3-ançou 9erdadeira ente o -i o (da sa8edoria!. ALue3e Lue sa8e o Lue : do C:u/ o3da sua 9ida se&undo C:u. ALue3e Lue sa8e o Lue : do Ho e / pode ainda usar sua -i1n-ia para desen9o39er o -onhe-i ento do des-onhe-ido/ 9i9endo at: o @i de seus dias e não pere-endo #o9e . Eis a per@eição do sa8er. Nisso/ entretanto/ h< u a @a3ha. O sa8er -orreto depende dos o8#etos/ as os o8#etos da -i1n-ia são re3ati9os e in-ertos ( ut<9eis!. Co o se pode sa8er Lue o natura3 não : rea3 ente do ho e e o Lue : do ho e não : rea3 ente natura3Q NTs de9e os/ a3: disso/ ter os ho ens 9erdadeiros antes de ter os a -i1n-ia 9erdadeira. Mas o Lue : o ho e 9erdadeiroQ O 9erdadeiro ho e de anti&a ente não se apro9eita9a do @ra-o/ não atin&ia seus @ins pe3a @orça 8ruta/ e não reunia ao redor de si os -onse3heiros. Assi / @a3hando/ não tinha oti9o para arrependi entosW sendo 8e su-edido/ nenhu a -ausa para satis@ação prTpria. E podia su8ir a a3turas se tre er/ entrar na <&ua se o3har'se e passar pe3o @o&o se Luei ar'se. Eis a esp:-ie de -onhe-i ento Lue -he&a Ps pro@unde5as de Dao. Os 9erdadeiros ho ens de anti&a ente dor ia se sonhos e a-orda9a se preo-upaçUes. Co ia indi@erentes ao pa3adar e aspira9a @unda ente o ar. PorLue os 9erdadeiros ho ens aspira o ar at: os -a3-anharesW os 9u3&ares at:/ apenas/ a &ar&anta. Da 8o-a dos per9ersos as pa3a9ras são eNpe3idas -o o 9S itos. Juando as a@eiçUes do ho e são pro@undas/ seus dons di9inos são super@i-iais. Os 9erdadeiros ho ens anti&os não sa8ia o Lue era a ar a 9ida ou te er a orte. Não se a3e&ra9a pe3os nas-i entos ne se es@orça9a para e9itar a disso3ução 9inha se preo-upaçUes e

partia se preo-upaçUes. Era tudo. Não se esLue-ia de onde tinha sur&ido/ as não pro-ura9a inda&ar Luando 9o3taria para 3<. A3e&re ente a-eita9a a 9ida esperando pa-ientes pe3a redenção (o @i !. Eis o Lue se -ha a não desen-a inhar o -oração de Dao/ e não suprir o natura3 por eios hu anos. A u ho e desses -ha ar'se'ia -o ra5ão u ho e 9erdadeiro. Ho ens assi são de espBrito 3i9re e -a3 os no a&ir e t1 testas a3tas. A3&u as 9e5es são des-onso3ados -o o o outono/ e outras ani ados -o o a pri a9eraW suas a3e&rias e triste5as estão e ra5ão direta -o as Luatro estaçUes/ e har onia -o toda a -riação e nin&u: pode -onhe-er'3hes o 3i ite. E assi : Lue Luando o S<8io assa3aria a &uerra/ e3e pode destruir u reino e se perder -ontudo a a@eição do po9oW espa3ha 81nçãos so8re todas as -oisas/ por: isso não : de9ido a seu (-ons-iente! a or dos se e3hantes. Portanto aLue3e Lue sente pra5er e -o preender o undo ateria3 não : u S<8io. O Lue te a@eiçUes pessoais não : hu ano. O Lue -a3-u3a o te po de suas açUes não : inte3i&ente. O Lue des-onhe-e a di@erença entre o 8ene@i-io e o a3 não : u ho e superior. O Lue anda atr<s da @a a so8 ris-o de perder o prTprio eu não : u erudito. O Lue perde a 9ida e não : sin-ero para si es o/ nun-a pode ser estre dos ho ens. Assi Hu PuNie/ iu Auan&/ Po Ei/ Shu Chi/ Chi -i/ =u Eu/ Chi Io e Shentu Ii @ora os ser9os dos &o9ernantes e -u prira o andato de outros e não o seu prTprio. Os 9erdadeiros ho ens de anti&a ente pare-ia ser de estatura &i&antes-a e/ -ontudo/ não podia ser a8atidos. Porta9a 'se -o o se e si prTprios @a3tasse a3&u a -oisa/ as se o3har para os outros. Natura3 ente independentes de espBrito/ não era se9eros. .i9endo e 3i8erdade se peias toda9ia não tenta9a eNi8i'3a. Pare-ia sorrir Luando Luisesse e o9er'se apenas se&undo ne-essidade. Sua serenidade @3uBa da 8ondade interior. Nas re3açUes so-iais -onser9a9a o -ar<ter Bnti o. De espBrito to3erante/ pare-ia &randiososW &i&antes-os pare-ia a-i a de -ontro3e. Constante ente dentro de suas -asas/ pare-ia portas @e-hadasW de espBrito a8strato/ pare-ia ter esLue-ido o do da pa3a9ra. .ia nas 3eis penais u a @or a eNternaW nas -eri Snias so-iais/ -ertos eiosW na -i1n-ia/ instru entos de uti3idadeW e ora3idade/ u a &uia. Eis a ra5ão pe3a Lua3/ para e3es/ as 3eis penais si&ni@i-a9a u a ad inistração iseri-ordiosaW as -eri Snias so-iais/ u eio de -a inhar -o o undoW a -i1n-ia/ u a a#uda para @a5er o Lue não podia e9itarW e a ora3idade/ u &uia Lue os podia @a5er andar ao 3ado de outros para -he&ar a u a -o3ina. E todos os ho ens pensa9a rea3 ente Lue e3es so@ria

para 9i9ere -orreta ente. Pois o Lue 3hes prendia a atenção era o gni-o e o Lue não os preo-upa9a era o gni-o ta 8: . O Lue -onsidera9a -o o gni-o era gni-o e o Lue não -onsidera9a -o o gni-o era gni-o outrossi . No Lue era gni-o/ e3es era de DeusW no Lue não era gni-o/ era do ho e . E assi / entre o hu ano e o di9ino não se produ5ia nenhu -on@3ito. Eis o Lue era ser u ho e 9erdadeiro.

,1. O 'o=re uarne'ido de meta/) a histSria de uma pre5isão no Shujin (tratado dos /i5ros) Dois anos apTs a -onLuista de Shan& o rei -aiu doente e @i-ou uito des-onso3ado. Os dois outros &rãos ' duLues dissera D YConsu3te os re9erente ente o -as-o de tartaru&a a respeito do reiYW o duLue de ?hou/ por: / disseD YNão de9eis a@3i&ir desse odo os nossos anti&os reisY. Cha ou a si/ então/ o en-ar&o e er&ueu tr1s a3tares de terra na es a -3areiraW e/ -onstruindo outro a3tar ao su3 destes/ 9o3tado para o norte/ aB to ou posição. Ha9endo -o3o-ado u sB 8o3o de #ade/ redondo/ e -ada u dos tr1s a3tares e e punhando o sB 8o3o aior da sua prTpria hierarLuia/ diri&iu'se aos reis Iai/ Chi e ien O &rande historiador es-re9eu e t<8uas a sua pre-e/ Lue assi re5a9aD X@u3ano`/ o 9osso &rande des-endente/ est< so@rendo de o3:stia &ra9e e 9io3entaW ' se 9Ts/ tr1s reis/ tendes no C:u o en-ar&o de 9e3ar por e3e ' &rande @i3ho do C:u/ per iti Lue eu/ Ian/ se#a o su8stituto da sua pessoa. Gui a orosa ente o8ediente a eus paisW possuo uitas -apa-idades e arte Lue e torna apto a ser9ir a seres espirituais. O 9osso &rande des-endente/ por outro 3ado/ não possui tantas -apa-idades e artes Luanto eu e não : -apa5 de ser9ir aos seres espirituais. E/ a3: disso/ @oi no eado na -asa de Deus para estender o seu auNi3io por todo o reino/ 9isando esta8e3e-er aLui na terra os 9ossos des-endentes. O po9o dos Luatro Luadrantes per ane-e e re9erente te or de3e. OhV Não per iti Lue esse andato pre-ioso/ -on@erido pe3o C:u/ -aia por terra ' para Lue toda a 3on&a 3inha&e dos nossos anti&os reis ta 8: possua a3&u: e Lue possa -on@iar se pre/ Luanto aos nossos sa-ri@B-ios. A&ora/ 8us-arei a 9ossa deter inação a respeito do assunto/ no &rande -as-o de tartaru&a. Se atenderdes o eu pedido/ to arei desses sB 8o3os e dessa aça/ retornarei e a&uardarei as 9ossas ordens. Se 9Ts não o atenderdes/ eu os deiNarei de 3adoY. Então/ -onsu3tou o duLue os au&Hrios/ atra9:s dos tr1s -as-os de

tartaru&a. E @ora todos @a9or<9eis. A8riu/ -o u a -ha9e/ o 3u&ar onde esta9a &uardadas as respostas ora-u3ares e as -onte p3ou. E3as @ora i&ua3 ente @a9or<9eis. Disse e3eD YSe&undo a @or a do pro&nTsti-o o rei não so@rer< a3 a3&u . Eu/ po8re -riança/ -onse&ui #unto aos tr1s reis a reno9ação do seu andato/ aos Luais u 3on&o @uturo @oi -onsu3tado. De9o/ a&ora/ a&uardar as -onseLR1n-ias. E3es poderão a&ir e @a9or do nosso Pri eiro Ho e Y. Juando o duLue re&ressou/ -o3o-ou as t<8uas da oração nu -o@re &uarne-ido de eta3 e/ no dia se&uinte/ o rei e3horou. Mais tarde/ -o a orte do Kei iu/ o ir ão ais 9e3ho do duLue de Auan e os seus ir ãos ais oços propa3ara pe3o reino u re3atTrio se @unda ento para Lue o duLue não @i5esse nenhu 8ene@B-io ao #o9e @i3ho do rei. Diante disso o duLue de-3arou aos outros &rãos duLuesD YSe eu não ap3i-ar a 3ei a esses ho ens/ não poderei apresentar o eu re3atTrio aos anti&os reisY. E3e residiu assi no oriente/ dois anos/ durante os Luais os -ri inosos @ora presos e 3e9ados perante a #ustiça. Depois/ -o pSs u poe a para apresentar ao rei e o deno inouD YA -oru#aY. O rei/ por seu turno/ não ousou -ensurar o duLue. No outono/ Luando o &rão era a8undante e aduro/ por: / antes de ser -o3hido/ o C:u en9iou u a &rande te pestade de tro9ão e re3M pa&os/ a-o panhada de 9entos/ Lue8rando'se todo o &rão e sendo desarrai&adas &randes <r9ores. O po9o @i-ou uito ate ori5adoW o rei e os a3tos @un-ion<rios/ todos -o seus -apa-etes de autoridade/ pusera 'se a a8rir o -o@re &uarne-ido de eta3 e a eNa inar os es-ritos ne3e -ontidos/ en-ontrando as pa3a9ras pronun-iadas pe3o duLue/ Luando e3e -ha ou a si o en-ar&o de ser o su8stituto do Kei iu. Os dois &rãos duLues e o rei interro pera o historiT&ra@o e todos os outros @un-ion<rios @a i3iari5ados -o a Luestão. E3es rep3i-ara D YGoi rea3 ente assi D as/ ahV o duLue nos ordenou Lue não ous<sse os @a3ar a esse respeitoY. O rei to ou o do-u ento nas ãos e -horou/ di5endoD YNTs ho#e não pre-isa os ir re9erente ente pro-eder P adi9inhação. Outrora o duLue @oi assi 5e3oso da -asa rea3W as/ sendo u a -riança/ não o sou8e. Ho#e o C:u o8i3i5ou os seus terrores para eNi8ir'3hes a 9irtude. Jue eu/ po8re -riança 9< a&ora ao seu en-ontro -o as inhas opiniUes e senti entos reno9ados/ eis o Lue eNi&e as nor as de propriedade do nosso reinoY. Juando o rei se diri&ia Ps @ronteiras ao en-ontro do duLue/ o C:u en9iou -hu9asW e/ e 9irtude de 9entos -ontr<rios/ todo o &rão se er&ueu. Os dois &rãos duLues dera ordens ao po9o para Lue 3e9antasse as <r9ores Lue ha9ia -aBdo e as su8stituBsse. O ano/

então/ tornou'se

uito @rutuoso.

,2. %ma pre5isão do Gratado das mutaçTesA HeMa rama 1.) a Je'uperação do *eteriorado) do Cijin Sun (o .ento/ e 8aiNo! sopra ao p: da Montanha (Aen!. Isto i p3i-a e destruiçãoW p3antas desenrai5adas/ po ares arruinados. Mas o te po indi-ado pe3a pri a9era (Sun! se&uindo'se ao in9erno (Aen! indi-a a udança. Indi-a ta 8: tra8a3ho duro. E ne&T-ios/ -o unidades/ re3açUes/ et-./ esta8e3e-idos/ Sun indi-a arran#os @unda enta3 ente aus ou in-o patB9eis.

O ju3&a ento A Ke-uperação do Deteriorado possui u supre o su-esso. ^ 9anta#oso -ru5ar as &randes <&uas. Antes de -o eçar/ tr1s diasW Depois de -o eçar/ tr1s dias. A I a&e O .ento soprando ao p: da Montanha si 8o3i5a a Deterioração. Assi / o ho e no8re o9i enta o po9o E @orti@i-a seu espBrito. As 4inhas Seis no @undoD a ru a a-arretada pe3o pai : reparada pe3o @i3ho. Se ti9er su-esso/ o pai não @i-ar< desonrado. Peri&o/ ao @i / @ortuna. No9e no se&undo 3u&arD ao reparar o Lue @oi deteriorado pe3a ãe/ não se de9e ser uito persistente. No9e no ter-eiro 3u&arD reparar o Lue @oi deteriorado pe3o pai. A3&u re orso/ as não ha9er< desonra -onsider<9e3. Seis no Luarto 3u&arD to3erar o Lue @oi deteriorado pe3o pai. Ao -ontinuar/ :'se hu i3hado. Seis no Luinto 3u&arD reparar o Lue @oi deteriorado pe3o pai/ En-ontra'se e3o&io. No9e no a3toD e3e não ser9e a sa-erdotes e reis/' e3e se @iNa o8#eti9os superiores. ,3. Hn5o'ação ao an'estra/ da dinastia Shan ) Gan Ad ir<9e3V Per@eitoV ALui estão nossos ta 8ores. Har oniosos ressoa os ta 8ores. Para de3eitar nosso 9ener<9e3 antepassado. O des-endente de Ian& -o esta Hsi-a o in9o-a. Pois e3e pode a3i9iar'nos pe3a rea3i5ação de nossos dese#os. Pro@undo : o so de

nossos ta 8ores. A&udas soa as @3autas. Iodas entre si se har oni5a e se -o 8ina . E a-ordo -o as notas da &a a sonora. OhV O des-endente de Ian& : a#estoso. .erdadeira ente ad ir<9e3 : a sua Hsi-a. Os &randes sinos e os ta 8ores en-he os ou9idos. As danças desen9o39e 'se &randiosa ente. Ie os ad ir<9eis 9isitantes Lue se ostra de3eitados. Desde a Anti&Ridade/ antes de nossa :po-a/ os pri eiros ho ens nos dera eNe p3o. Co o ser ansos e hu i3des de anhã P noite. E ser re9erente no dese penho do ser9iço. E3e pode -onte p3ar nossos sa-ri@B-ios do In9erno e do Outono. O@ere-idos assi pe3o des-endente de Ian&V

,4. %ma anti a 'ura para depressão) no 0ie1i Ean& Chu tinha u a i&o/ de no e Chi 4ian&. + dia Chi 4ian& -aiu doente/ e ao -a8o de sete dias @i-ou uito s:rio. Os @i3hos -hora9a P 8eira da -a a e -ha ara u doutor. h Ienho @i3hos tão indi&nos/ h disse Chi 4ian& a Ean& Chu. h Não Lueres -antar u a -anção para os @a5er -o preenderQ Então Ean& Chu -antouD O -:u não sa8e Por Lue : assi / Co o pode os/ os ho ens/ Adi9inh<'3o entãoQ O in@ortHnio 9e Nos -a inhos do -:u/ Passe 8e ou a3/ ^ o ho e Lue pa&a. Ne tu ne eu Sa8e os o Lue : &ota/ Pode então a @eiti-eira Ou o doutor Sa8er o Lue isso :Q Os @i3hos de Chi 4ian& ainda não -onse&uira entender/ e -ha ara tr1s doutores. O no e de u era Chiao/ o se&undo -ha a9a'se Eu e o ter-eiro 4u. E o :di-o Chiao disse a Chi 4ian&D h Não 9i9es -on9eniente ente. A tua doença 9e da @o e/ da -o ida de asiada e dos eN-essos seNuais. O teu espBrito est< ator entado. Isso não : de9ido ao -:u ne aos aus espBritos.

E 8ora o -aso se#a s:rio/ pode ha9er -ura. Disse Chi 4ian&D h ^ u doutor 9u3&ar. h e andou'o e 8ora. Disse o doutor EuD h So@res de u a -onstituição @ra-a e não @oste -on9eniente ente -riado na in@Mn-ia. Não : Luestão de dias/ as de anos. Não h< -ura. E disse Chi 4ian&D h ^ u 8o doutor. Dai'3he de -o er. O doutor 4u disseD h A tua doença não 9e do -:u/ ne dos ho ens/ ne dos aus espBritos. Hou9e a3&u: Lue a diri&iu Luando ainda esta9as no 9entre de tua ãe/ e hou9e a3&u: Lue a -onhe-ia. Para Lue ser9e os re :diosQ Disse Chi 4ian&D h ^ u doutor di9ino/ h e despediu'o -o 4ian& 3o&o @i-ou 8o so5inho. 9a3iosos presentes. E Chi

A Arte de 8e

&o9ernar

A arte de bem governar era um tema !resente entre os !ensadores asi)ticos, abrangendo !roblem)ticas diversas, tais como as relaç'es sociais, a religião, a economia, a lei, %)bitos, costumes, etc. *ão que isso fosse uma novidade, tanto l) quanto no ocidenteM mas a variedade de !ro!ostas é instigadora. *a Índia, tr+s textos nos a!resentam o que seriam os deveres de um rei na visão %indu( um dos d%arma sutras Aos textos das leis #morais$, ou #es!ritiuais$, também con%ecido !elos budistas como d%amma, na língua !)liB, um do oni!resente manavad%armas%astra e ainda, um texto do Artas%astra, um dos !rimeiros tratados dedicados inteiramente a questão da !olítica e da sociedade em moldes !arecidos com o da escola legista c%inesa ou, século de!ois, com <aquiavel. 9om!letando a visão indiana, temos dois éditos do ecum+nico soberano As%o7a, da dinastia maur3a, que de!ois de ter Asu!ostamenteB se convertido ao budismo, instituiu uma !olítica de tolerLncia e diversidade religiosa dentro de sue im!ério. .bserve&se que são duas !roclamaç'es incitando à !az e a boa conviv+ncia, tendo sido redigidos em idiomas diversos, inclusive grego e aramaico.

A 9%ina nos a!resenta um quadro filosoficamente mais variado, e novamente distinto de crenças religiosas. Fnicialmente, veremos a idéia de !olítica antiga na !roclamação do marques de qin, !resente no s%u/ing( seguem&se trec%os da visão confucionista de bom governo, !reocu!ação constante desta escolaM a visão de bom governo no D%ong3ong, no 0i/i, e no 0un3u. <+ncio, a!esar de confucionista, nos informa algo sério e !rofundo na antiguidadeM um bom soberano ouve seu !ovo, e quem não faz deve ser derrubado. 4m trec%o da obra de guanzi, autor !ouco con%ecido, e su!ostamente do séc. &>, a!resenta&nos as 6 !roibiç'es b)sicas que deveriam ser a!licadas a sociedade( de!ois, a conce!ção de bom governo !ela inação, !ro!osta !or laozi, sintetiza a visão daoísta da questão " governar seria ausentar&se, intervindo somente em casos de necessidade. <ozi resume em !oucas lin%as o que seria o dever de um rei em sua utó!ica sociedade !ré&comunista( !or fim, s%ang 3ang e %anfeizi re!resentam a dura lin%a de raciocínio do totalitarismo legista, que obteve sucesso, no entanto, em reunificar a 9%ina no séc. &?, a!esar da derrocada fragorosa da dinastia qin, que eles a/udaram a eleger.

,#. Os *e5eres de um Jei) no dharma sutra O rei : senhor de todos/ -o eN-eção dos 8rM anes. E3e ser< santo e atos e pa3a9ra/ Inteira ente instruBdo na -i1n-ia sa&rada trip3a e na 3T&i-a/ Puro/ de sentidos -ontro3ados/ -er-ado de -o panheiros donos de eN-e3entes Lua3idades e pe3o eio de sustentar o seu &o9erno. E3e ser< i par-ia3 -o seus sHditosW E @ar< o Lue @or 8o para os es os. Iodos/ -o eN-eção dos 8rM anes/ o adorarão/ a e3e Lue se senta nu 3u&ar ais a3to/ enLuanto e3es prTprios senta 'se e 3u&ares ais 8aiNos. Ia 8: os 8rM anes o ho ena&earão. E3e prote&er< as -astas e ordens/ de a-ordo -o a #ustiçaW E aLue3es Lue deiNare a tri3ha do de9er/ e3e os re-ondu5ir< a es a. Pois est< de-3arado nos .edas Lue e3e o8t: u a par-e3a do :rito espiritua3 &anho por seus sHditos. E e3e es-o3her< -o o seu sa-erdote do :sti-o u 8rM ane 9ersado nos .edas/ de no8re @a B3ia/ e3oLRente/ 8e apessoado/ de idade adeLuada e de disposição 9irtuosa/ Lue 9i9a -orreta ente e se#a austero.

Co sua a#uda/ -u prir< seus de9eres re3i&iosos. Pois est< de-3arado nos .edasD Y=<trias Lue se#a a#udados por 8rM anes prospera e não -ae e di@i-u3dadesZ. E3e 3e9ar< e -onta/ ta 8: / o Lue astrT3o&os e au&ures 3he dissere . Pois a3&uns de-3ara Lue a aLuisição de riLue5a e se&urança depende disso ta 8: . E3e eNe-utar< no @o&o do sa3ão os ritos Lue &arante a prosperidade e estão 3i&ados as eNpiaçUes/ @esti9ais/ u a ar-ha prTspera/ 9ida 3on&a e auspi-iosidade/ 8e -o o aLue3es destinados a -ausar ini i5ade/ do inar os ini i&os/ destruB'3os por en-anta entos e 3e9<'3os ao in@ortHnio. Os sa-erdotes o@i-iantes eNe-utarão os de ais sa-ri@B-ios/ de a-ordo -o os pre-eitos dos .edas. Sua ad inistração da #ustiça ser< re&u3a entada pe3os .edas/ os institutos da 4ei Sa&rada/ os An&as/ e o Purana. As 3eis de paBses/ -astas e @a B3ias/ Lue não se oponha aos re&istros sa&rados/ ta 8: t1 autoridade. Os a&ri-u3tores/ -o er-iantes/ pe-uaristas/ @inan-iadores e artesãos t1 autoridade para deter inar re&ras para suas respe-ti9as -3asses. Iendo'se in@or ado do estado das -oisas &raças aos Lue/ e -ada -3asse/ t1 autoridade para @a3ar/ e3e e itira a de-isão 3e&a3. O ra-io-Bnio : u eio de -he&ar a 9erdade. Che&ando a u a -on-3usão por inter :dio de3e/ e3e de-idira adeLuada ente. Se as indi-açUes esti9ere e -on@3ito/ e3e sa8er< da 9erdade -o os 8rM anes/ Lue se#a 8e 9ersados no -onhe-i ento sa&rado trip3o/ dando sua de-isão de a-ordo. Isso porLue/ se a&ir assi / as 81nçãos o atin&irão neste undo e no se&uinte.

,&. Jei e Punição) no mana5adharmashastra ST a punição &o9erna todos os seres -riados/ sT a punição os prote&eW : a punição o Lue os prote&e enLuanto dor e W os s<8ios de-3ara Lue a punição : a 3ei. Se a punição @or de9ida ente ap3i-ada depois de eNa e de9ido/ to a @e3i5 o po9oW as ap3i-ada se eNa e/ destrTi tudo. Se o rei não ap3i-asse in-ansa9e3 ente a punição aos Lue ere-e ser punidos/ os ais @ortes assaria os ais @ra-os/ -o o peiNes e u 8raseiroW

O -or9o -o eria o 8o3o sa-ri@i-a3 e o -a-horro 3a 8eria as -arnes sa-ri@i-ais/ e a propriedade não @i-aria -o pessoa a3&u a/ e os in@eriores usurparia o 3u&ar dos superiores. Iodo o undo : antido e orde pe3a punição/ pois : di@B-i3 a-har u ho e se -u3paW pe3o edo a punição/ todo o undo propor-iona os des@rutes Lue de9e. Os deuses/ os Dana9as/ os Candhar9as/ os Kakshasas/ as deidades de p<ssaro e serpente/ sT propor-iona os pra5eres de9idos aos es os se @ore ator entados pe3o edo da punição. Iodas as -astas se -orro peria pe3a istura/ todas as 8arreiras se ro peria e todos os ho ens se iraria uns -ontra os outros/ e -onseLR1n-ia de erros -o re3ação P punição. Mas onde a Punição -o -or ne&ra e o3hos 9er e3hos i pera/ destruindo os pe-adores/ os sHditos não se pertur8a / desde Lue Lue a ap3iLue tenha o ne-ess<rio dis-erni ento.

,,. O poder do rei) no Artashastra Os 3Bderes t1 tr1s oti9os para e pre&ar u s<8ioD u a 8oa reputação/ u &rande enriLue-i ento e u a 9ida no paraBso. Ha tr1s oti9os para u 3Bder não e pre&ar o to3oD a a reputação/ o e po8re-i ento e seu -a inho para o in@erno. Portanto/ u 3Bder de9eria se pre e pre&ar o 9irtuoso e e9itar Lue não te 9irtude. Assi / a #ustiça/ o pra5er e a prosperidade pode nas-er. O 3Bder de9eria re#eitar os e pre&ados hipT-ritas/ en&anadores/ destruti9os/ inde-isos/ se entusias o/ in-o petentes e -o9ardes. + a pessoa Lue e -rue3/ desre&rada/ a9arenta/ inde-isa/ se tato/ desonesta e eNtra9a&ante não de9eria ser indi-ada para urna posição de autoridade. O 3Bder de9eria re#eitar Lue não te pa-i1n-ia ou dedi-ação/ os intri&ueiros e os esLuinhos/ e Lue @osse in-o petente e a edrontado. X...`. Juando o 3Bder : #usto/ seu po9o e honestoW Luando u 3Bder e -rue3/ seu po9o e desonesto. Juando o 3Bder e indi@erente/ o po9o e indi@erente. O po9o se&ue seu 3BderW o po9o se -o porta -o o seu 3Bder. o rei : respons<9e3 pe3o a3 @eito por seu po9oW o sa-erdote e respons<9e3 pe3o a3 -ausado pe3o 3Bder. o arido e respons<9e3 pe3os atos de sua esposaW e o pro@essor : respons<9e3 pe3os a3es -ausados por seu estudante. O po9o e destruBdo por u 3Bder Lue pare-e u 3eão/ por u inistro Lue pare-e u ti&re e por u o@i-ia3 Lue pare-e u a8utre. X...`

Jue pune se9era ente ser< te ido pe3as pessoas. j< Lue pune de aneira 8randa ser< enospre5ado. ALue3e Lue pune adeLuada ente ser< respeitado. + a #ustiça -ri ina3 8e estruturada @a5 -o Lue as pessoas se atenha Ps intençUes e aos dese#os 3e&Bti os. + a punição a3 ap3i-ada/ @ruto de u ero -apri-ho/ da rai9a ou da i&norMn-ia/ re9o3ta at: es o os eNi3ados Lue 9i9e na @3oresta e o@ende ais ainda os Lue sustenta suas @a B3iasV Juando não h< u a #ustiça -ri ina3 -apa5 de re&u3ar a so-iedade/ e3a a-a8a se rendendo P 3ei dos peiNesD se os 3i ites ditados pe3a #ustiça -ri ina3/ o @orte de9ora o @ra-o. Pessoas de -3asses e idades di@erentes são prote&idas pe3o siste a de #ustiça -ri ina3 -riado por seu 3BderW dedi-adas Ps suas o8ri&açUes e o-upaçUes/ 9i9e as prTprias 9idas. Co o u -a inho para o esta8e3e-i ento da orde / a #ustiça -ri ina3 tra5 a se&urança Ps pessoasD pois se os #o9ens en-arare o #ui5 -o o o rei da orte/ e3es não -o eterão -ri es. Os 3Bderes Lue eNer-e a #ustiça -ri ina3 e3i ina o -ri e do seio do po9o/ tra5endo se&urança. A #ustiça -ri ina3 ant: a inte&ridade deste undo e do prTNi o/ desde Lue o 3Bder a ap3iLue de a-ordo -o o -ri e/ se#a -ontra seu @i3ho ou -ontra u ini i&o.

,.. A po/?ti'a e'um-ni'a de Ashoka ^dito 1. Não de9e os honrar apenas a re3i&ião prTpria e -ondenar a dos outros e de9e os honrar as re3i&iUes a3heias por este ou aLue3e oti9o. Ga5endo assi / a#uda os nossa prTpria re3i&ião a -res-er e presta os ser9iço ta 8: as a3heias. Ao @a5er de outro odo/ esta os -a9ando a sepu3tura de nossa prTpria re3i&ião e/ ao es o te po/ @a5endo a3 as a3heias. Jue Luer Lue honre sua prTpria re3i&ião e -ondene as a3heias -erta ente o @a5 por de9oção a prTpria/ pensando e &3ori@i-<'3a/ as/ ao -ontr<rio/ ao @a5er isso pre#udi-a a es a &ra9e ente. Por isso/ a -on-Trdia : 8oa/ e Lue se per ita a todos ou9ir e prestar'se a ou9ir as doutrinas pro@essadas pe3o prTNi o. ^dito ". No passado/ por uitas -entenas de anos/ uitos seres 9i9os @ora ortos ou pre#udi-ados/ e au entou os -asos de -o porta ento i prTprio -o parentes/ -o os 8rM anes e -o os as-etas. Mas a&ora/ de9ido ao A ado'dos'deuses/ Pi*asadi/ o rei Lue prati-a o dha a/ o so do ta 8or @oi su8stituBdo pe3o so do dha a. A 9isão de -arros di9inos/ e3e@antes auspi-iosos/ -orpos

3u inosos e outras 9isUes di9inas não a-onte-ia h< uito te po. Mas a&ora/ &raças ao A ado'dos'deuses/ Pi*asadi/ se pro o9e a restrição se9era ao assa-re dos seres 9i9os/ e se esti u3a o -o porta ento apropriado -o parentes/ 8rM anes e as-etas/ se respeita pais/ ães e an-iãos/ e as 9isUes di9inas 9o3tara . Estas e uitas outras pr<ti-as do dha a @ora en-ora#adas pe3o A ado'dos'deuses/ Pi*asadi/ e e3e -ontinuar< pro o9endo a prati-a do dha a. E3e a prati-ar< at: o @ina3 dos te pos/ a pro o9er< entre seus @i3hos/ netos e 8isnetos/ e estes -ontinuarão pro o9endo o dha a/ e se instruindo ne3e. .erdadeira ente/ este : o tra8a3ho ais e3e9ado/ ensinar o dha a. Mas a pr<ti-a do dha a não pode ser @eita por Lue : destituBdo de 9irtude/ então/ sua di@usão e ensino Xpor s<8ios ho ens` são re-o end<9eis. Este ^dito @oi es-rito de odo Lue isso possa a#udar eus su-essores a se dedi-ar e pro o9er estas -oisas/ e não 3hes deiNar perd1'3as. O A ado'dos'deuses/ Pi*asadi/ es-re9eu isso do5e anos depois de sua -oroação.

,2. *is'urso do 8arKues de Iin) no shujin Disse o duLueD [AhV Meus @un-ion<rios/ ou9i' e e si31n-io. De-3aro'9os so3ene ente a ais i portante de todas as <Ni as. Goi o Lue dissera os anti&osD [Assi su-ede a todosD a a / de pre@er1n-ia/ o T-io. Não h< di@i-u3dade e -ensurar os outros/ as : di@B-i3 a-eitar a -ensura e dar'3he 3i9re -urso. O Lue e entriste-e o -oração : Lue ha#a trans-orrido os dias e os eses e não se#a pro9<9e3 Lue 9o3te / de odo Lue de9o se&uir u -a inho di@erente. [A3i esta9a eus 9e3hos -onse3heiros. Eu disseD [Não @arão o Lue eu dese#oZ/ e os odiei. A3i esta9a eus no9os -onse3heiros e eu Luis outor&ar'3hes inha -on@iança. Ia3 : -erta ente o Lue eu @i5. Mas daB por diante e a-onse3hei -o os ho ens de -a8e3os 8ran-os e e 3i9rarei do erro. ALue3e 8o @un-ion<rio 9e3hoV Sua @orça est< es&otada/ as pre@eriria não t1'3o -o o -onse3heiro. ALue3e arro#ado e 8ra9o @un-iofn<rioV Seu odo de -açar e de &uiar a -arrua&e são i pe-<9eis/ as pre@eriria não t1'3o por -onse3heiro. Juanto aos ho ens de pa3a9ras sutis/ h<8eis e astutos/ -apa5es de @a5er udar de propTsito o ho e 8o / Lue hei de @a5er -o e3esQ [Pensei pro@unda ente e -he&uei a u a -on-3usão. Ienha eu u sT

inistro reso39ido/ si p3es e sin-ero/ se outra haf8i3idade as -o u a inte3i&1n-ia honrada e possuBdo de &enerosidade/ Lue -onsidere os ta3entos a3heios -o o se e3e es o os possuBsse/ e Lue Luando en-ontra ho ens per@eitos e s<8ios os a e de -oração ais do Lue a 8o-a pode di5er/ ostrando'se rea3 ente -apa5 de apoi<'3os. Se e3hante inistro seria -apa5 de prote&er eus des-endentes e eu po9o e seria 9erdadeira ente u outor&ador de 8ene@B-ios. [Mas se o inistro Luando en-ontra ho ens h<8eis os in9e#a e odeiaW se Luando en-ontra ho ens per@eitos e s<8ios opUe 'se a e3es e não -onsente Lue pro&rida / ostrando'se in-apa5 de a#ud<' 3os/ se e3hante ho e não ser< -apa5 de prote&er eus des-endentes e eu po9o e não ser< u ho e peri&osoQZ. [O de-3Bnio e Lueda de u Estado pode ser de9idos a u sT ho e . A &3Tria e a tranLRi3idade de u Estado pode ta 8: de9idos P 8ondade de u sT ho e Z.

ser

.3. As re ras do 4om o5erno) no <hon $on Iodos os Lue det1 o &o9erno do reino -o seus Estados e @a B3ias t1 de se&uir no9e re&ras @iNasD o -u3ti9o do -ar<ter/ a honra de9ida aos ho ens 9irtuosos e de ta3ento/ o a@eto a seus parentes/ o respeito aos &randes inistros/ o trato 8ondoso e eLuMni e a todo o -orpo de @un-ion<rios/ o trato -o a assa do po9o -o o se @osse -rianças/ o esti u3o P -on-orr1n-ia de todas as -3asses de artB@i-es/ o trato indu3&ente -o os ho ens P distMn-ia e o 8ondoso apreço aos prBn-ipes dos Estados. Mediante o -u3ti9o do seu prTprio -ar<ter/ pe3o &o9ernante/ rea3i5a 'se os de9eres de o8ri&ação uni9ersa3. Honrando os ho ens 9irtuosos e de ta3ento/ 3i9ra'se dos erros de #u3&a ento. Mostrando a@eto para -o os parentes/ não h< ur ufração ne ressenti ento entre seus tios e seus ir ãos. Kespeitando aos &randes inistros/ 3i9ra'se de erros na pr<ti-a do &o9erno. Iratando -o 8ondade e -onsideração a todo o -orpo de @un-ion<rios/ estes são 3e9ados a responder -o o aior a&rade-i ento a suas -ortesias. Iratando a assa do po9o -o o se @osse -rianças/ estas são 3e9adas a eNortar'se entre si para prati-ar o 8e . Esti u3ando a -ons-i1n-ia de todas as -3asses de artB@i-es/ a p3ia 'se seus re-ursos para as despesas. Iratando indu3&ente ente os ho ens a distMn-ia/ de toda parte estes a-ode para e3e. E apre-iando

8ondosa ente os prin-Bpios dos Estados/ -he&a P 9eneração de todo o reino. A -orreção pessoa3 e a puri@i-ação/ -o a ordenação -uidadosa de suas 9estes e o não @a5er o9i ento -ontr<rio Ps re&ras da -orreçãoD ta3 :/ para u &o9ernante/ o odo de -u3ti9ar sua pessoa. A@astar os -a3uniadores 3i9rar'se das seduçUes da 8e3e5a/ não dar i portMn-ia aos ri-os e honrar a 9irtude. Ia3 :/ para e3e/ o eio de esti u3ar os ho ens di&nos e de ta3ento. Dar'3hes postos de honra e &randes e o3u entos/ -o parti3har -o e3es seus &ostos e a9ersUes/ ta3 : para e3e/ o eio de esti u3ar seus parentes para Lue o a e . Dar'3hes nu erosos @un-ion<rios para a3i9i<'3os de suas ordens e in-u 81n-ias/ ta3 :/ para e3e/ o eio de esti u3ar os &randes inistros. Con-eder'3hes -on@iança &enerosa/ au entar seus e o3u entos ta3 : o eio de esti u3ar o po9o. ENa es di<rios e pro9as ensais/ e -onse&uir Lue suas reaçUes este#a de a-ordo -o seus tra8a3hos/ ta3 : o eio de esti u3ar as -3asses de artB@i-es. A-o panh<'3os Luando sae e ir'3hes ao en-ontro Luando -he&a / re-o endar o 8o dentre e3es e ostrar -o paiNão pe3o in-o petente/ ta3 : o odo de tratar indu3&ente ente os ho ens distantes. Kestaurar as @a B3ias -u#a 3inha din<sti-a se ro pera e re9i9i@i-ar os Estados Lue se tenha eNtin&uido/ pSr e orde os Estados e Lue ha#a -on@usão e apoiar os Lue este#a e peri&o/ assina3ar datas @iNas para as audi1n-ias na Corte e para a re-epção de seus en9iados/ despedi'3os depois de trat<'3os 3i8era3 ente e -e3e8rar sua -he&ada -o peLuenos tri8utos ta3 : o odo de apre-iar os prBn-ipes dos Estados. $o. Iodo aLue3e Lue ant1 o &o9erno do reino -o seus Estados' @a B3ia de9e ter e 9ista as anteriores no9e re&ras @iNas. E o eio pe3o Lua3 são e3as postas e pr<ti-a/ : a si p3i-idade.

.1. As 'in'o o4ri açTes do 4om /?der) no 0iji [Dos -in-o -he@es/ o ais poderoso era o duLue de Hui. Na asse 83:ia dos prBn-ipes reunidos/ a arrou u a 9iti a e so8re e3a -o3o-ou u es-rito/ as não a atou para an-har seus 3<8ios -o o san&ue. O pri eiro anda ento de seu pa-to @oiD [Dar orte ao Lue não : @i3ia3. Não udar o @i3ho es-o3hido para herdeiro. Não e3e9ar a -on-u8ina P -ate&oria de esposa. O se&undo eraD [Honrar o di&no/ apoiar o ho e de ta3ento/ distin&uir o 9irtuosoZ. O ter-eiro eraD [Kespeitar o 9e3ho/ ser 8ondoso -o o #o9e . Não esLue-er os estran&eiros e os 9ia#antesZ. O Luarto eraD [Jue os e fpre&os pH83i-os não se#a heredit<rios/ Lue não se#a a-u u3adores os

@un-ion<rios. Na se3eção de @un-ion<rios/ se#a -ada e pre&o dese penhado pe3os ho ens adeLuados. O &o9ernante não de9e to ar a seu -ar&o a orte de u A3to Gun'-ion<rioZ. O Luinto eraD [Não se&uir u a po3Bti-a desonesta na -onstrução de represas. Não i por restriçUes P 9enda de -ereais. Jue não ha#a pro oçUes se pri eiro anun-i<'3as ao so8eranoZ. Então se disseD [Iodos os Lue nos unir os neste pa-to antere os dora9ante re3açUes a istosasZ. Iodos os prBn-ipes de nossos dias 9io3a essas -in-o proi8içUesW portanto di&o Lue os prBn-ipes de nossos dias pe-a -ontra os -in-o -he@es. [O -ri e daLue3e Lue to3era e a#uda a a3dade do seu prBn-ipe : peLueno/ as &rande : o -ri e de Lue se ante-ipa e eNa3ta essa a3dade. Os @un-ion<rios de nossos dias sae ao en-ontro da a3dade de seus so8eranos e por isso di&o Lue pe-a -ontra os prBn-ipesZ.

.2. Cin'o de5eres e Kuatro erros) no 0un$u (*i9/o os) de Con=F'io ?i5han& per&untou a Con@H-ioD YCo o a3&u: se Lua3i@i-a para &o9ernarQY O Mestre disseD YJue -u3ti9a os -in-o tesouros e e9ita os Luatro pe-ados est< pronto para &o9ernarY ?i5han& disseD YJuais são os -in-o tesourosQY O Mestre disseD Y+ -a9a3heiro : &eneroso se ter de &astarW e3e @a5 as pessoas tra8a3hare se as @a5er pade-erW e3e te a 8ição as não rapa-idadeW e3e te autoridade as não arro&Mn-iaW e3e : ri&oroso as não 9io3entoY. ?i5han& disseD YCo o : possB9e3 ser &eneroso se ter de &astarQY O Mestre disseD YSe deiNares o po9o pro-urar o Lue 3he : 8en:@i-o/ não estar<s sendo &eneroso se ter de &astarQ Se @i5eres o po9o tra8a3har apenas e tare@as ra5o<9eis/ Lue pade-er<Q Se tua a 8ição : a hu anidade e se rea3i5as a hu anidade/ Lue 3u&ar pode ha9er para a rapa-idadeQ + -a9a3heiro trata -o i&ua3dade os uitos e os pou-os/ os hu i3des e os &randes. E3e d< a es a atenção a todosD não te e3e autoridade se arro&Mn-iaQ + -a9a3heiro se 9este -orreta ente/ seu o3har : reto/ o po9o o3ha'o -o ad iraçãoD não : e3e ri&oroso se ser 9io3entoQY ?i5han& disseD YJuais são os Luatro pe-adosQY O Mestre disseD YO terror/ Lue se apTia na i&norMn-ia e no assassinato. A tirania/ Lue eNi&e resu3tados se a-onse3har adeLuada ente. A eNtorsão/ Lue : -ondu5ida por eio de ordens -ontraditTrias. A 8uro-ra-ia/ Lue re-usa ao po9o aLui3o a Lue e3e te direitoY.

.3. O o5erno do po5o) em 8-n'io Disse M1n-ioD YJuando pre9a3e-e no reino o &o9erno #usto/ os prBn-ipes de pou-o 9a3or e 9irtude ostra 'se su8 issos aos de &randes predi-ados e de su8ido 9a3or. Juando predo ina o au &o9erno/ os peLuenos são su#eitos aos &randes/ os @ra-os ser9e os @ortesY. YEstes dois -asos são 3ei do C:u. Os Lue se har oni5a -o o C:u são poupadosW os Lue se re8e3a -ontra o C:u t1 de pere-erY. X...` Disse M1n-ioD YChieh e Chouk perdera o reino/ e -onseLR1n-ia de ha9ere perdido o po9oW perder o po9o si&ni@i-a perder o a or dos sHditos. H< u odo de -onLuistar o reinoD -onLuiste'se o po9o/ e o reino est< &anho. H< u eio de -onLuistar o po9oD -ati9e'se o -oração popu3ar/ e o po9o est< adLuirido. H< aneira de -ati9ar o -oração do po9oD : si p3es ente o@ere-er'3he o Lue e3e dese#a e não 3he i por o Lue detestaY. YO po9o 9o3ta'se para u so8erano -3e ente/ -o o a -orrente5a des-e o rio/ e os ani ais @ero5es -orre para as se39asY. YAssi -o o a 3ontra @a9ore-e as <&uas pro@undas/ atraindo os peiNes para e3as/ e o @a3-ão @a9ore-e as atas/ -ha ando para e3as os passarinhos/ assi Chieh e Chou auNi3ia Ian& e iu/ en-a inhando o po9o para estesY. YSe entre os atuais so8eranos do reino hou9er u Lue pre5e a -3e 1n-ia/ todos os outros prBn-ipes o a#udarão/ en-a inhando o po9o para e3e. E e 8ora esse rei não dese#e eNer-er a autoridade rea3/ não a poder< e9itarY. kH3ti os tiranos andat<rios de Nia e shan&/ respe-ti9a ente.

.4. As proi4içTes) de @uan1i Seis são as -oisas Lue o so8erano de9e pro-urar/ e Luatro as Lue de9e proi8ir. As Lue de9e pro-urar sãoD e-ono i5ar &astos/ pro o9er inistros s<8ios e -apa5es/ esta8e3e-er 3eis e edidas/ ipor -asti&os/ se&uir os te pos do C:u e a-o odar'se as -on9eni1n-ias da Ierra. Juatro são as -oisas Lue o so8erano de9e proi8irD na pri a9era não de9e per itir atar/ -ortar/ re8aiNar terrenos/ supri ir 9e&etação/ podar <r9ores/ ap3anar ontes/ in-endiar -a pos/ -asti&ar os

inistros/ eNi&ir -ontri8uiçUes de &rãos. No 9erão/ não o8struir o -urso dos rios/ não @a5er 8arran-os/ não re o9er terras/ não atar a9es. No outono/ não perdoar de3itos/ não perdoar ne sua9i5ar penas. No in9erno/ não -on-eder @eudos ne &a3ardUes/ ne ata-ar ou -asar dano aos -a pos. Se as proi8içUes da pri a9era/ a 9ida não poder< se desen9o39erW se as proi8içUes do 9erão/ não -res-erão os -ereaisW se as proi8içUes de outono/ não se poderão e9itar 9B-ios e de3inLR1n-iasW se as proi8içUes de in9erno/ os 9apores terrestres não se @iNarão na terra. Se se @a3ta -ontra estas Luatro proi8içUes/ o *in e o *an& não poderão -o 8inar'se har oniosa ente. Os 9entos e as -hu9as 9irão ao seu te po/ as <&uas inundarão terras e po9oados/ os 9enda9ais 3e9arão -asas e arran-arão <r9ores/ os in-1ndios arrasarão os ontes/ ne9ar< no in9erno e a terra tre er<. No 9erão -air< a -opa das <r9ores e no outono e3a 9o3tar< a nas-er. Os ani ais não in9ernarãoD os Lue o @aria estarão a-ordados e so3tos. Os ontes se -o8rirão de a3/ e se po9oarão de ani ais e r:pteis. A -ria de &ado não prosperar</ a &ente orrer< pre atura ente/ o Estado se e po8re-er< e ha9er< re9o3ta.

.#. O o5erno dao?sta de /ao1i) no daodejin (tratado da 5irtude e do 'aminho) Do e3hor dos &o9ernantes O po9o a3 sa8e Lue eNiste. O PrTNi o a a e e3o&ia. O PrTNi o o te e. E o PrTNi o o re-ri ina Juando aLue3es não re&u3a enta a @: do po9o/ a3&uns a-a8a perdendo a @: ne3es/ e passa então a re-orrer aos or<-u3osV Por: / o e3hor disto : apTs os de9eres -u pridos e as tare@as ter inadas/ o po9o inteiro o8ser9arD YGo os nTs Lue rea3i5a os tudo so5inhosY. X...` Juando o &o9erno : indo3ente e estHpido/

seu po9o : despo#ado. Juando o &o9erno : e@i-iente e a3erta/ seu po9o ostra'se des-ontente. O erro est< no -a inho da @ortuna. Pois a riLue5a : a <s-ara da des&raça. Jue seria -apa5 de pre9er suas derradeiras -onseLR1n-iasQ Ia3 -o o : nun-a eNistiria o nor a3/ 9isto Lue o nor a3 se -on9erteria i ediata ente no @a3so/ e o 8o se -on9erteria no sinistro. Ião 3on&e a hu anidade se trans9iouV Por isso o S<8io : pro8o (de @ir es prin-Bpios!/ por: se eNa&erada pure5a/ -u3ti9a a inte&ridade por: / se espe5inhar os outros/ : -orreto se ser 9o3untarioso/ e 8ri3hante se -he&ar a o@us-ar. X...` Ao diri&ir os ne&T-ios hu anos/ não h< re&ra e3hor Lue ser -o edido Ser -o edido : pre9enir. Pre9enir : estar preparado e @orte. Estar @orte e preparado : ante-ipar a 9itTria. Ante-ipar a 9itTria : ter in@inita -apa-idade. Ier in@inita -apa-idade : estar preparado para diri&ir u paBs/ e sT a arte (Mãe! de &o9ernar u paBs te 9ida perene. Isto : estar @ir e ente p3antado/ ter 3on&a duração/ ru o a8erto para a i orta3idade e a 9isão duradoura.

X...` Co9erna u &rande paBs -o o se @osses u peiNinho. ALue3e Lue diri&e o undo de a-ordo -o Dao a-a8ar< a-hando Lue os espBritos perde seu poderio. Não : Lue os espBritos per-a seu poder/ as si Lue e3es -esse de pre#udi-ar o po9o. E não : so ente porLue e3es -esse de pre#udi-ar o po9o/ as Lue o S<8io/ e3e prTprio/ ta 8: não pre#udiLue o po9o. Juando u e outro deiNa de se pre#udi-ar utua ente o poder da .irtude paira entre a 8os.

.&. O propSsito de um So4erano) em O 8o1i Mo5i disseD [O propTsito do So8erano -onsiste e outor&ar 8ene@B-ios ao undo e 3i8ert<'3o das -a3a idades.Z Mas Luais são os 8ene@B-ios e -a3a idades do undoQ Mo5i disseD [Os ataLues re-Bpro-os entre os estados/ a Htua usurpação entre as dinastias/ as in#Hrias re-Bpro-as entre os ho ens/ a into3erMn-ia e a des3ea3dade entre &o9erno e &o9ernados/ o desa or e a aus1n-ia de piedade @i3ia3 entre pai e @i3ho/ a desar onia entre o ir ão ais 9e3ho e o ais no9oV Eis as aiores -a3a idades do undo.Z

.,. O @o5erno) para shan $an + &o9erno est<9e3 : a3-ançado nu estado -o 8ase e tr1s @atores. O pri eiro : a 3ei/ o se&undo a 8oa @: e o ter-eiro os padrUes -orretos. A 3ei : eNer-ida e -o u pe3o prBn-ipe e respe-ti9os inistros. A 8oa @: : esta8e3e-ida e -o u pe3o prBn-ipe e respe-ti9os inistros. O padrão -orreto : @iNado apenas pe3o prBn-ipe. Se u &o9ernante de ho ens deiNar de o -u prir/ eNiste peri&oW se o prBn-ipe e os inistros ne&3i&en-ia a 3ei e a&e se&undo os seus interesses pessoais/ a desorde ser< o resu3tado ine9it<9e3. Por -onse&uinte/ se a 3ei : esta8e3e-ida/ os direitos e de9eres es-3are-idos e o interesse pessoa3 não pre#udi-a a 3ei/ então eNiste u &o9erno est<9e3. Se a -riação do padrão -orreto : de-idida apenas pe3o prBn-ipe/ eNiste presti&io. Se as pessoas t1 @: nas re-o pensas/ então as suas ati9idades a3-ançarão resu3tadosW e se deposita @: nas pena3idades/ então a a39ade5 não ter< seLuer ini-io. So ente u &o9ernante inte3i&ente pre5a os padrUes -orretos e 9a3ori5a a 8oa @:/ não pre#udi-ando/ assi / a 3ei e no e de interesses pessoais. Se pro@erir uitas pa3a9ras 3i8erais/ -ortando/ por: / as re-o pensas/ os seus sHditos não serão HteisW e se e itir ordens se9eras/ u as atr<s de outras/ as não ap3i-ar as pena3idades/ as pessoas despre5arão a pena de orte. E &era3/ as re-o pensas -onstitue u a edida -i9i3 e as pena3idades u a edida i3itar. As edidas -i9is e i3itares representa a sBntese da 3ei. Por -onse&uinte/ u &o9ernante inte3i&ente deposita -on@iança na 3ei.

... Je ras para o 4om o5erno) de han=ei1i (...! Nenhu paBs : per anente ente @orte. Ne todo paBs :

per anente ente @ra-o. Se e3e se -on@or a -o 3eis @ortes/ então o paBs : @orteW se e3e se -on@or a -o 3eis @ra-as/ o paBs : @ra-o...se eNistir a3&u a re&ra -apa5 de eNpu3sar os 3adrUes do pri9ado e sustentar a 3ei pH83i-a/ os po9os se a-harão se&uros e o Estado e orde W e a3&u a re&ra -apa5 de eNpur&ar a ação pri9ada no ato da 3ei pH83i-a/ en-ontrar< u eN:r-ito @orte e u ini i&o @ra-o. Assi / pro-ure ho ens de @ora Lue si&a a dis-ip3ina das 3eis e os re&u3a entos/ e os -o3oLue nu 3u&ar a-i a do -orpo de o@i-iais. Então/ o so8erano não poder< ser i3udido por Lua3Luer u -o @raudes e @a3sidades... X...` Os eios pe3os Luais u a re&ra inte3i&ente -ontro3a seus inistros são so ente os dois punhos. Os dois punhos são a punição e a re-o pensa. Jue si&ni@i-a o -asti&o e a re-o pensaQ Juando se in@3i&i a orte ou a tortura e -i a dos -u3pados/ : -ha ado -asti&oW #< os in-enti9os para ho ens do :rito são -ha ados de re-o pensa. Os inistros são re-eosos do -ensura e da punição/ as são a@eiçoados ao in-enti9o e a re-o pensa. ConseLRente ente/ se o senhor dos ho ens usar os punhos do -asti&o e da re-o pensa/ todos os inistros te erão sua se9eridade e por seu turno/ sua 3i8erdade. (...! A&ora/ supondo Lue o senhor dos ho ens -o3o-asse sua autoridade da punição e do 3u-ro não e suas ãos/ as deiNando os inistros ad inistrare os -asos de re-o pensa e de punição/ a se&uir todos no paBs te eria os inistros/ e ta 8: a re&ra/ 9o3tando'se para os es os e a@astando'se da H3ti a. Esta : a -a3a idade da perda da re&ra dos punhos do -asti&o e da re-o pensa.

.isUes da Cuerra . desdobramento da !olítica, em alguns casos, é a guerra. *ão é óbvio, !orém, que os antigos fossem absolutamente amantes da guerra, a!esar da exist+ncia dos x)trias na Índia Aa casta guerreiraB e de mestres da estratégia como sunzi na 9%ina. A guerra existia, fosse como necessidade, ou como conseq1+ncia de interesses !olíticos. . %ino do at%arva veda, da é!oca védica, traz ainda o fulgor guerreiro das tribos arianas( as leis de manu, contudo, /) antev+em que a guerra, mais do que um exercício glorioso, é também uma questão estratégica im!ortante. *o caso c%in+s, fica claro que a guerra é vista como uma calamidade !ara o !ovo, como !arece no !oema do s%i/ing( mesmo sunzi, o !rimeiro autor a escrever um tratado es!ecifico sobre o tema, entende que

a guerra é um evento desastroso e nada romLntico, defendo uma vitória !ela intelig+ncia, mais do que !ela viol+ncia( mozi e m+ncio, embora de escolas diferentes, des!rezavam o conflito Aa!esar dos moístas fossem bom estrategistas tambémB, mas s%ang3ang, da escola legista, advogava que a guerra deveria ser uma das !rinci!ais atividades do governo, mantendo o !ovo ocu!ado e sem!re requisitado aos interesses do Estado. .s regimes totalit)rios modernos incor!oraram idéias semel%antes, mostrando suas !otencialidades e fal%as desastrosas.

.2. "enção das armas de um pr?n'ipe em sua ida para a uerra) do athar5a 5eda Juando est< re9estido da -ouraça e a9ança no eio da 8ata3ha/ e3e pare-e u a nu9e de te pestade. O ar-oV Mane#ando'o/ ire os apossar'nos das 9a-as/ dos despo#os do -o 8ate/ e &anhar a 8ata3ha. O ar-o desa&rada ao ini i&o. .a os -onLuistar -o o ar-o todas as re&iUes do espaço. E3a est< #unto P ore3ha/ -o o se @osse @a3ar/ 8ei#ando o a ante Luerido/ a -ordaV Distendida no ar-o/ 9i8ra -o o se @osse u a #o9e u3her/ sa39adora na -on@usão da 3uta. E as duas Lue a sustenta / -o o a ãe ao seu @i3ho/ Lue se aproNi a de3a/ -o o 9ai a a ante ao en-ontro do a ado/ são as pontas do ar-o. Kepe3e os ini i&os/ eNpu3sa os ad9ers<rios. ^ ãe de uitas @i3has e @i3hos/ @a5endo'os tinire Luando e3a des-e P arena/ a a3#a9a. A arrada Ps -ostas/ 3o&o a&itada/ &anha as 8ata3has. E p: no -arro est< h<8i3 -o-heiro/ esti u3ando os -a9a3os at: onde e3e Luiser. Ad irai a 8e3e5a das r:deas. As 8ridas 91 de tr<s e diri&e o ani a3 se&undo o pensa ento do -o-heiro. Juando a9ança -o os -arros/ os -a9a3os @a5e ruBdo/ os -a9a3os de @erraduras @ortes. Pisando o ini i&o/ e3es destroe o ad9ers<rio. A o83ação : a -arreta onde se -o3o-a as ar as e a -ouraça. Jue nos dera estar se pre de -oração a3e&re/ sentados no -arro. Sentados e -Br-u3o para sor9ere a do-e 8e8ida/ estão os Manes/ doadores de 9ida/ apoio no peri&o/ 9a3orosos/ pro@undos/ 8ri3ho das ar as/ i pu3so das @3e-has/ in-ans<9eis/ -ora#osos/ do inadores dos -3ãs. _ 8rM anes/ Pais Lue honra o so a/ sede 8ene9o3entes -onos-o/ 9Ts e ta 8: o C:u e a Ierra/ Lue nin&u: do ina. Pus-han/ de@enda'nos do au passo. Sa39ai'nos/ 9Ts Lue sois eNa3tado pe3a orde +ni9ersa3. Nenhu a pa3a9ra p:r@ida nos do ina.

A @3e-ha te a pena da <&uia/ seu dente : o da @era e/ presa na -orda do ar-o/ e3a 9oa Luando se so3ta. Onde os so3dados se #unta ou se separa / 9enha as @3e-has so-orrer'nos. _ @3e-ha direita/ poupa'nosV Se#a de pedra o nosso -orpoV Inter-eda por nTs/ So a. Con-eda'nos u a8ri&o/ AditiV _ -hi-ote/ açoita o 3o 8o dos ani aisV _ -hi-ote/ esti u3a os -a9a3os ao -o 8ateV A 3u9a enro3a'se no 8raço -o o se @osse u a ser' pente. Prote#a o 8raço do 9a3ente. E 8e8ida e ars1ni-o/ -a8eça de antB3ope -o 8o-a de aço/ se ente de Par#ania/ a G3e-haV A nossa ho ena&e diri&e'se a essa deusa. .oa 3on&e/ Dardo a@iado pe3a oraçãoV .ai/ penetra nas @i3eiras dos ini i&os/ se poupar nenhu de3esV Juando as @3e-has 9oa #untas/ -o o rapa5es e -a9a3os i petuosos/ (riaspati e Aditi o@ereça 'nos u re@H&io e toda parte/ se pre u re@H&ioV Prote#o suas partes 9itais -o a -ouraça. Di&ne'se So a Kei 9estir' te de i orta3idade/ .aruna/ a8rir'te u -a po 3i9re/ e os deuses saudare sua 9itTriaV Jue pretende atar'nos/ 3on&e ou prTNi o de nTs/ destrua 'nos os deusesV A oração : a inha -ouraça interior V

23. A uerra nas /eis de 8anu Juando u rei sa8e Lue e a3&u o ento prTNi o a superioridade ser< sua/ e Lue na presente o-asião seus danos serão peLuenos/ então e3e de9e ape3ar para edidas pa-i@i-adoras Mas Luando e3e est< rea3i5ado e todos os sentidos/ Lue h< pa5/ -ontenta ento/ e Lue o po9So eNa3ta -o o u &rande 3Bder/ então o deiNe ir P &uerra. Juando seu eN:r-ito a3e&re/ disposto e @orte/ e o de seu ini i&o est< @ra-o e desani ado/ o deiNe ar-har -ontra o seu ini i&o. Mas se o rei @or @ra-o/ ti9er pou-as -arrua&ens/ pou-as ontarias para o transporte e pou-os so3dados/ deiNe'o a-a3 ar'se/ -uidadosa ente/ e tente -on-i3i<'3o &radua3 ente -o seus ini i&os. Juando o rei sa8e Lue o seu ini i&o : uito ais @orte Lue e3e/ então deiNe Lue o ini i&o di9ida suas @orças para assi a3-ançar os seus propTsitos. Mas se u rei @or uito @ra-o e @a-i3 ente do in<9e3 por seus ini i&os/ então deiNe Lue e3e @u#a para o a8ri&o de u outro rei

ais @orte rapida ente. Jue e3e sir9a ao rei Lue o a8ri&a/ Lue trata de seus assuntos e de seu ini i&o/ -o todo es@orço/ -o o se este @osse seu &uru. Jue e3e per-e8e at: Luando/ e -o o/ : des@a9or<9e3 a proteção Lue e3e pede aos outros/ ou o a3 Lue e3e -ausa Luando 9ai a &uerra. Por isso u prBn-ipe se 8aseia no se&uinte prin-BpioD Lue ne seus a i&os/ ini i&os/ e ne os neutros são ais @ortes do Lue e3e. E3e de9e -onsiderar o destino de todas as suas açUes/ suas -onseLR1n-ias/ o 3ado 8o e rui de tudo o Lue @a5. E3e sa8e Lue o 8e e o a3 serão resu3tados de seus atos/ tanto no @uturo Luanto do passado. Se e3e entender isso/ não ser< -onLuistado. Se e3e sou8er se or&ani5ar de odo Lue nenhu a i&o/ ini i&o ou neutro se#a ais poderoso Lue e3e/ isso ser< a sa8edoria po3Bti-a.

21. %m So/dado pensando no 0ar) do shijin .ou at: o a3to daLue3a -o3ina -o8erta de <r9ores/ E o3harei e direção P -asa paterna/ At: Lue -o os o3hos do espBrito possa di9is<'3a/ E -o os ou9idos do espBrito possa ou9ir eu pai di5erD ' Po8re de eu @i3ho Lue est< e ser9iço @ora de nossa terraV E3e não des-ansa de anhã at: o anoite-er. Possa e3e ser -uidadoso e 9o3tar para eus 8raçosV EnLuanto est< 3on&e/ -o o eu so@roV Su8o at: o a3to daLue3a -o3ina est:ri3/ E o3ho pensando e inha ãe/ At: Lue -o os o3hos do espBrito di9iso suas @eiçUes E -o os ou9idos do espBrito ouço o Lue e3a di5D ' AiV O eu po8re @i3ho est< e ser9iço 3on&e de i V E3e nun-a @e-ha os o3hos nu 8o sono. Jue e3e tenha -uidado -onsi&o e Lue 9o3te a eus 8raçosV Jue seu -orpo não @iLue no eio das se39asV As ais a3tas -adeias de ontanhas eu/ -o es@orço/ su8o E o3hei pensando e eu ir ão. At: Lue -o os o3hos do espBrito di9isei sua si3hueta/ E -o os ou9idos do espBrito ouço o Lue e3e di5D ' Ai de i V eu ir ão ais no9o est< ser9indo @ora do paBs. O dia inteiro de9e 9a&uear -o seus -a aradas. Jue e3e tenha -uidado -onsi&o e Lue 9o3te para perto de i E Lue não orra 3on&e de nosso 3arV

22. So4re as proposiçTes da 5itSria e a derrota) em Sun1i Co o re&ra &era3/ : e3hor -onser9ar u ini i&o inta-to do Lue destruB'3o. Captura seus so3dados para -onLuist<'3os/ e do ina seus -he@es. + Cenera3 di5iaD YPrati-a as artes ar-iaisW -a3-u3a a @orça de teus ad9ers<riosW @a5 -o Lue per-a o Mni o e a orientação/ de aneira Lue ainda estando inta-to/ o eN:r-ito ini i&o @iLue i prest<9e3D Isto : &anhar se 9io31n-ia. Se destruBres o eN:r-ito ini i&o e atares seus &enerais/ assa3tas suas de@esas disparando/ reHnes u a u3tidão e usurpas u territTrio/ tudo isto : &anhar pe3a @orça.Y Por isto/ os Lue &anha todas as 8ata3has não são rea3 ente pro@issionaisW os Lue -onse&ue Lue se renda i potentes os eN:r-itos a3heios se 3utar/ são os e3hores estres do Arte da Cuerra. Os &uerreiros superiores ata-a enLuanto os ini i&os estão pro#etando seus p3anos. 4o&o des@a5e suas a3ianças. Por isso/ u &rande i perador di5iaD YO Lue 3uta pe3a 9itTria @rente a espadas nuas não : u 8o &enera3.Y A pior t<ti-a : ata-ar u a -idade. Assediar/ en-urra3ar u a -idade sT se 3e9a a -a8o -o o H3ti o re-urso. E pre&a não enos de tr1s eses e preparar teus arte@atos e outros tr1s para -oordenar os re-ursos para teu assedio. Nun-a se de9e ata-ar por -T3era e -o pressa. ^ a-onse3h<9e3 to ar'se te po na or&ani5ação e -oordenação do p3ano. Portanto/ u 9erdadeiro estre das artes ar-iais 9en-e outras @orças ini i&as se 8ata3ha/ -onLuista outras -idades se assedi<' 3as e destrTi outros eN:r-itos se e pre&ar uito te po. + estre eNperiente nas artes ar-iais des@a5 os p3anos dos ini i&os/ estropia suas re3açUes e a3ianças/ -orta os anti entos ou 83oLueia seu -a inho/ 9en-endo ediante estas t<ti-as se ne-essidade de 3utar. ^ i pres-indB9e3 3utar -ontra todas as @a-çUes ini i&as para o8ter u a 9itTria -o p3eta/ de aneira Lue seu eN:r-ito não @iLue aLuarte3ado e o 8ene@i-io se#a tota3. Esta : a 3ei do ass:dio estrat:&i-o. A 9itTria -o p3eta se produ5 Luando o eN:r-ito não 3uta/ a -idade não : assediada/ a destruição não se pro3on&a durante uito te po/ e e -ada -aso o ini i&o : 9en-ido pe3o e pre&o da estrat:&ia.

Assi / pois/ a re&ra da uti3i5ação da @orça : a se&uinteD se as tuas @orças são de5 9e5es superiores Ps do ad9ers<rio/ -er-a'oW se são -in-o 9e5es superiores/ ata-a'oW se são duas 9e5es superiores/ di9ide'o. Se tuas @orças são i&uais e nH ero/ 3uta se te : possB9e3. Se tuas @orças são in@eriores/ te ant: -ontinua ente e &uarda/ pois a enor @a3ha te a-arretaria as piores -onseLR1n-ias. Irata de anter'te ao a8ri&o e e9ita o Luanto possB9e3 u en@renta ento a8erto -o e3eW a prud1n-ia e a @ir e5a de u peLueno nH ero de pessoas pode -he&ar a -ansar e a do inar at: &randes eN:r-itos. Este -onse3ho se ap3i-a nos -asos e Lue todos os @atores são eLui9a3entes. Se tuas @orças estão e orde enLuanto Lue as do ini i&o estão i ersas no -aos/ se tu e as tuas @orças estão -o Mni o e e3es des ora3i5ados/ então/ es o Lue se#a ais nu erosos/ podes entrar e 8ata3ha. Se teus so3dados/ as tuas @orças/ a tua estrat:&ia e o teu 9a3or são enores Lue os de teu ad9ers<rio/ então de9es retirar'te e 8us-ar outra a3ternati9a. E -onseLR1n-ia/ se o 8ando enor : o8stinado/ -ai prisioneiro do 8ando aior. Isto Luer di5er Lue se u peLueno eN:r-ito não @a5 u a a9a3iação adeLuada de seu poder e se atre9e a en@rentar u a &rande pot1n-ia/ por ais Lue a sua de@esa se#a @ir e/ ine9ita9e3 ente se -on9erter< e -onLuistado. YSe não podes ser @orte/ por: ta pou-o sa8es ser d:8i3/ ser<s derrotado.Y Os &enerais são ser9idores do Po9o. Juando seu ser9iço : -o p3eto/ o Po9o : @orte. Juando seu ser9iço : de@eituoso/ o Po9o : d:8i3. Assi / pois/ eNiste tr1s aneiras pe3as Luais u PrBn-ipe 3e9a o eN:r-ito ao desastre. Juando u PrBn-ipe/ i&norando as açUes/ ordena a9ançar a seus eN:r-itos ou retirar'se Luando não de9e @a51'3oW a isto se -ha a i o8i3i5ar o eN:r-ito. Juando u PrBn-ipe i&nora os assuntos i3itares/ por: -o parti3ha e p: de i&ua3dade o ando do eN:r-ito/ os so3dados a-a8a -on@usos. Juando o PrBn-ipe i&nora -o o 3e9ar a -a8o as ano8ras i3itares/ por: -o parti3ha por i&ua3 sua direção/ os so3dados estão 9a-i3antes. + a 9e5 Lue os eN:r-itos estão -on@usos e 9a-i3antes/ ini-ia os pro83e as pro-edentes dos ad9ers<rios. A isto se -ha a perder a 9itTria por transtornar o aspe-to i3itar. Se tentas uti3i5ar os :todos de u &o9erno -i9i3 para diri&ir u a operação i3itar/ a operação ser< -on@usa. Iriun@a aLue3es LueD Sa8e Luando 3utar e Luando não. Sa8e dis-ernir Luando uti3i5ar uitas ou pou-as tropas. Possue tropas -u#as -ate&orias superiores e in@eriores t1 o

es o o8#eti9o. En@renta -o preparati9os os ini i&os despre9enidos. Ie &enerais -o petentes e não 3i itados por seus &o9ernos -i9is. Estas -in-o são as aneiras de -onhe-er o @uturo 9en-edor. Ga3ar Lue o PrBn-ipe se#a o Lue d< as ordens e tudo : -o o o Cenera3 so3i-itar per issão ao PrBn-ipe para poder apa&ar u @o&oD Luando @or autori5ado/ #< não resta senão -in5as. Se -onhe-es os de ais e te -onhe-es a ti es o/ ne e -e 8ata3has -orrer<s peri&oW se não -onhe-es os de ais/ por: te -onhe-es a ti es o/ perder<s u a 8ata3ha e &anhar<s outraW se não -onhe-es aos de ais ne te -onhe-es a ti es o/ -orrer<s peri&o e -ada 8ata3ha.

23. Contra a @uerra) em 8o1i Ga3e os a&ora du sT paBs e p: de &uerra. Se @or no in9erno/ a&ra9ar'se'< o @rio. Se @or 9erão/ o -a3or ser< eN-essi9o. Se @or na pri a9era/ a pe3e#a ini8ir< os -a poneses de se ear e p3antarW se @or no outono/ tornar< i possB9e3 a -o3heita e a se&adura. E Lua3Luer dessas estaçUes/ desde Lue os ho ens se#a arran-ados aos -a pos/ inH eras pessoas orrerão de @o e e de @rio. E/ Luando os eN:r-itos parte / -o setas de 8a 8u/ @3M u3as de penas/ 8arra-as/ ar aduras/ es-udos e -a8os de punhais... InH eras dessas -oisas serão Lue8radas/ destruBdas e #a ais 9o3tarão. As 3anças/ as ada&as/ as espadas/ os punhais/ os -arros/ as -arroças... Serão destruBdos e &rande nH ero e nun-a 9o3tarão. Nu erosos -a9a3os e 8ois/ Lue partira 8e nutridos/ se 9o3tare / 9o3tarão des-arnados. E inH eras pessoas orrerão P Bn&ua/ por 3hes sere tirados os anti entos e não re-e8ere ; de9ido Ps &randes distMn-ias ; no9as pro9isUes. InH eros seres adoe-erão e pere-erão/ e 9irtude do -onstante peri&o e da irre&u3aridade -o Lue -o e e 8e8e / dos eNtre os da @o e ou dos eN-essos. Então o eN:r-ito ser< di5i ado e &rande parte/ ou aniLui3ado na sua tota3idadeW noutros -asos/ o nH ero das 9Bti as pode ser in-a3-u3<9e3. Isto si&ni@i-a Lue os espBritos perderão os seus adoradores/ e o nH ero destes ta 8: seria in-ont<9e3. Por Lue/ então/ o &o9erno pri9a o po9o de oportunidades e 8ene@B-ios e ta anha eNtensãoQ A resposta ser<D [O oti9o :D A 8i-iono a @a a do triun@ador e as possessUes Lue se o8t: pe3as -onLuistasZ.

24. A uerra 6 um massa're) em 8-n'io O rei Huei de 4ian& disseD YApesar da inha @ra-a 9irtude/ ponho todo o e penho e &o9ernar 8e o eu reino. Se o ano @or in@austo e Ho/ re o9o todas as pessoas Lue posso para 3este do Ho e transporto -ereais PLue3a re&ião. Se o ano @or au a 3este do rio/ pro-edo/ noutra parte/ de a-ordo -o o es o p3ano. ENa inando os :todos &o9erna entais/ nos reinos 9i5inhos/ não 9e#o so8erano Lue se es@or-e -o o eu. Contudo/ a popu3ação dos reis 9i5inhos não di inuiW ne au enta o eu po9o. Co o : istoQY M1n-io rep3i-ouD Y.Ts pre5ais a &uerra/ Ma#estade. Per iti Lue 9os tra-e u Luadro da &uerra. Os so3dados a9ança / ao so do ta 8orW e/ Luando o &u e das suas ar as se e 8ota/ e3es despe as -ouraças/ arrasta as ar as atr<s de si e @o&e . A3&uns -orre -e passos e para W outros dão -inLRenta passos e para . Jue pensarBeis 9Ts/ se os Lue sT andara -inLRenta passos se risse dos Lue dera -e passosQY O rei o8ser9ouD YE3es não pode @a5er isso. Os outros não a3-ançara -e passos/ as ta 8: @u&ira Y. Y' Desde Lue sa8eis isso/ Ma#estadeY/ tornou M1n-io/ Ynão tendes ra5ão para esperar Lue o 9osso po9o se torne ais nu eroso do Lue as popu3açUes dos reinos 9i5inhosY.

2#. A uerra) em shan $an Cera3 ente/ no :todo ap3i-ado nas -a panhas i3itares/ o prin-ipio @unda enta3 -onsiste e to ar as edidas &o9erna entais supre a ente pre9a3e-entes. Se ta3 @or a3-ançado/ então as pessoas en9o39idas não terão disputasW e/ não tendo disputas/ não terão pensa entos so8re interesses prTprios/ as si so8re os interesses do &o9ernante. Por -onse&uinte/ u 9erdadeiro rei/ atra9:s das edidas adotadas/ tornar< as pessoas re-eosas nos -o 8ates entre 9<rias -idades/ as 9a3entes nas &uerras -ontra os ini i&os eNternos. Se as pessoas @ore treinadas para ata-ar os peri&os -o 9i&or/ estas não darão tanto 9a3or P orte. Se/ por9entura/ o ini i&o @or perse&uido assi Lue o -o 8ate se ini-iar e não -essar a sua retirada/ a8stende'9os de a3-ançar ais 3on&e. X...` Se u estado/ ao ser po8re/ se dedi-a P &uerra/ o 9eneno nas-er< no 3ado do ini i&o e não ter< os seis parasitas/ as ser<

-erta ente @orte. Se u estado/ Luando : ri-o/ não se dedi-a P &uerra/ o 9eneno ser< trans@erido para o seu prTprio interior/ ter< os seis tipos de parasitas e ser< -erta ente @ra-o. Se o estado -on@ere posição e estatuto de a-ordo -o o :rito/ pode a@ir ar' se Lue -on-e8e p3anos -o a8so3uta sa8edoria e -o 8ate -o p3ena -ora&e . Ia3 paBs -erta ente ser< ini&ua3<9e3. Se u estado -on@ere posição e estatuto de a-ordo -o o :rito/ então as edidas &o9erna entais serão si p3es e as pa3a9ras serão pou-as. Isto pode ser -onsiderado a8o3ir as 3eis atra9:s da 3ei e a8o3ir as pa3a9ras atra9:s das pa3a9ras. Ioda9ia/ se u estado -on-ede posição e estatuto de a-ordo -o os seis parasitas/ então as edidas &o9erna entais serão -o p3eNas e as pa3a9ras e er&irão. Isto pode ser -onsiderado -riar 3eis atra9:s da 3ei e dar ori&e P 3oLua-idade atra9:s das pa3a9ras. Então/ o prBn-ipe dedi-ar'se'< a e3oLR1n-ia/ os @un-ion<rios estarão distraBdos a diri&ir os @un-ion<rios a39ados e estes terão pro9eitos prTprios/ enLuanto os Lue possue :rito retirar'se'ão -ada 9e5 ais/ dia a dia. A isto pode -ha ar'se @ra-asso. Juando h< Lue -u prir de5 re&ras/ esta8e3e-e'se a -on@usãoW Luando h< apenas u a para -u prir/ eNiste orde . Juando a 3ei : esta8e3e-ida/ aLue3es Lue &osta de prati-ar os seis parasitas deteriorar'se'ão. Se as pessoas se dedi-a inteira ente a a&ri-u3tura/ o estado : ri-oW se os seis parasitas não são prati-ados/ então os so3dados e as pessoas/ se eN-eção/ ri9a3i5arão entre si por in-enti9o e @i-arão satis@eitos por sere uti3i5ados pe3o &o9ernanteW as pessoas/ dentro dos 3i ites das @ronteiras/ ri9a3i5arão entre si/ -onsiderando este @ato honroso e não 9er&onhoso. E se&uida/ sur&ir< a -ir-unstMn-ia e Lue as pessoas ri9a3i5arão entre si porLue são in-enti9adas por 9ia de re-o pensas e repri idas por 9ia de puniçUes. Contudo/ o pior -aso d<'se Luando as pessoas despre5a a3&o/ são ansiosas e te 9er&onha desta situaçãoW então/ adorna as apar1n-ias eNteriores e dedi-a 'se P e3oLR1n-iaW te 9er&onha de assu ir u a posição e eNa3ta a -u3tura. Deste odo/ ne&3i&en-ia a a&ri-u3tura e a &uerra e -onte p3ando/ assi / os interesses eNternos/ -riar'se'< u -3i a de peri&o para o paBs. Possuir pessoas a orrer de @o e e de @rio/ possuir ais 9ontade para 3utar e no e do 3u-ro e da &rati@i-ação são pr<ti-as -orrentes nu estado e deterioração. Os seis parasitas sãoD @este#os e Hsi-a/ odes e histTria/ -u3tura ora3 e 9irtude/ piedade @i3ia3/ o8ri&ação @raterna3/ sin-eridade e @:/ -astidade e inte&ridade/ 8ene9o31n-ia e #ustiça/ -riti-is o do eN:r-ito e 9er&onha de 3utar. Se eNistire estes do5e @atores/ o &o9ernante : in-apa5 de -on9en-er as pessoas a -u3ti9ar as terras e a -o 8ater/ pe3o Lue o estado ser< tão po8re/ 3e9ando'o a ser

des e 8rado. Se estes do5e @atores se ani@esta e -on#unto/ então poder< a@ir ar'se Lue a ad inistração do prBn-ipe não : ais @orte do Lue os seus inistros e Lue a ad inistração dos seus @un-ion<rios não : ais @orte do Lue o seu po9o. Esta : -onsiderada u a -ondição e Lue os seis parasitas são ais @ortes do Lue o &o9erno. Juando estes do5e @atores adLuire u e3o de 3i&ação/ então se d< o des e 8ra ento. Por -onse&uinte/ para to ar u paBs prTspero/ não se de9ia prati-ar estas do5e -oisasW então/ o estado ter< uito ais @orça e nin&u: / no i p:rio/ ser< -apa5 de in9adi'3o. Juando os seus so3dados parte / atin&irão o seu o8#eti9o e/ ao atin&i'3o/ serão -apa5es de o anter. Juando u estado ant: os seus so3dados na reser9a e não pro-ede a ataLues/ to ar'se'< -erta ente ri-o. Os @un-ion<rios da -orte não re#eita Lua3Luer :rito/ apesar do peLueno nH ero Lue representa / ne depre-ia Lua3Luer :rito/ apesar do &rande nH ero Lue representa . A posição e estatuto são o8tidos e @unção do :rito -onLuistado e/ e 8ora possa eNistir -on9ersas so@isti-as/ ser< i possB9e3 o8ter pre-ed1n-ia inde9ida. Isto : de@inido -o o o &o9erno 8aseado e estatBsti-as. Ao ata-ar -o @orça/ são &anhos de5 pontos por -ada ponto e preendido/ as no ataLue -o pa3a9ras/ perde 'se -e por -ada pa3a9ra pro@erida. Se u estado pre5a a @orça/ di5'se Lue ata-a -o o Lue : di@B-i3W se u estado pre5a as pa3a9ras/ di5'se Lue ata-a -o o Lue : @<-i3. Se as pena3idades são pesadas e as re-o pensas são pou-as/ então o &o9ernante a a o seu po9o e este orrer< por siW se as re-o pensas são pesadas e as pena3idades 3e9es/ então o &o9ernante não a a o seu po9o ne este orrer< por si. X...` No do Bnio dos assuntos eNternos re3a-ionados -o as pessoas/ não h< nada ais di@B-i3 do Lue as -a panhas i3itares/ daB u a 3ei @<-i3 não as podere indu5ir a inte&r<'3as. O Lue se -ha a de u a 3ei @<-i3Q ^ Luando as re-o pensas são pou-as e a autoridade : @ra-a e Luando as doutrinas depra9adas não são o8struBdas. O Lue se -ha a de doutrinas depra9adasQ ENiste Luando o pa3a9rTrio e o -onhe-i ento são 9a3ori5ados/ Luando os po3Bti-os itinerantes re-e8e -ar&os e Luando a erudição e reputação parti-u3ar se en-ontra e e9id1n-ia. Juando estes tr1s @atores não são detidos/ as pessoas não -o 8aterão e as LuestUes es ore-erão. + a 9e5 Lue/ Luando as re-o pensas são pou-as/ não se en-ontra Lua3Luer 9anta&e na o8edi1n-iaW Luando a autoridade : @ra-a/ não h< Lua3Luer a3 na trans&ressão. Desta @or a/ as doutrinas depra9adas são ini-iadas de @or a a indu5ir e erro as pessoasW e @a51'3as 3utar enLuanto a 3ei : @<-i3 : -o o -o3o-ar u &ato a

en&odar u rato. Não ser< isto possB9e3Q Por -onse&uinte/ aLue3e Lue dese#a Lue o seu po9o 3ute pro9iden-ia para Lue a 3ei se#a se9eraW -onseLRente ente/ as re-o pensas serão nu erosas/ a autoridade ser< ri&orosa/ as doutrinas depra9adas serão proi8idas/ aLue3es Lue se dedi-a ao pa3a9rTrio e ao -onhe-i ento não serão honrados/ os po3Bti-os itinerantes não serão e pre&ados no poder/ a erudição e a reputação pri9ada não se e9iden-iarão. Se as re-o pensas são nu erosas e a autoridade ri&orosa/ então as pessoas/ ao 9er Lue na &uerra as re-o pensas são uitas/ esLue-erão o ris-o da orte e/ ao 9er a sua de&radação Luando não eNiste &uerra/ -onsiderarão a 9ida di@B-i3. Juando as re-o pensas os @a5e esLue-er do ris-o da orte e a autoridade ri&orosa os 3e9a a -onsiderar a 9ida di@B-i3 e/ a3: disso/ as doutrinas depra9adas são proi8idas/ deste odo en@rentar o ini i&o seria -o o disparar/ -o u a 8esta -o -apa-idade de -e pi-u3s/ so8re u a @o3ha es9oaçante. Co o seria possB9e3 não su-u 8ir Q

A -i1n-ia de re&istrar o passado Enquanto a Índia não !ossuía nen%uma conce!ção %istórica desenvolvida, em função da sua crença firme na questão da realidade transcendente Ae que este mundo material seria uma incessante re!etição de !adr'esB, a 9%ina desenvolveu uma fixação !ela %istória como ci+ncia, ense/ando a evolução de métodos e teorias até os dias de %o/e. or isso, esta seção se a!resenta de modo dís!arM !ela Índia, um extrato do -is%nu !urana nos d) uma idéia do que era a %istória !ara os indianos nas é!ocas antigas " sim!lesmente contos, a!ólogos, que nós c%amaríamos mesmo de lendas, mas que !ara os indianos tin%a valia se contivesse alguma forma de ensinamento es!iritual " ou se/a, a %istória se afirmava !or acontecimentos inéditos e divinos merecedores de serem lembrados !or seus conteGdos religiosos. Co outro lado, a 9%ina a!resenta&nos uma tradução %istórica devidamente assentada na avaliação moral, na !esquisa das fontes e na reflexão ativa e ex!licativa. . !rimeiro destes %istoriadores teria sido o !ró!rio 9onfGcio, seguido de!ois !or outros autores até a a!arição de ;ima 8ian, o grande ideólogo dos métodos %istóricos c%ineses. *esta relação, vemos !rimeiramente um trec%o do 9%unqiu A!rimaveras e outonosB, cr2nica seca organizada !or 9onfGcio, que necessitou !osteriormente de coment)rios ex!licativos, como o do zuoz%uan. ;ua função era organizar as datas dos !rinci!ais eventos, buscando de!ois ilustr)&los com an)lises morais. . s%u/ing Atratado dos

livrosB é a coletLnea de discursos e acontecimentos im!ortantes do !assado c%in+s, reorganizados !elo mesmo 9onfGcio( o z%anguoce, uma coleção de %istórias !osteriores, foi coligida nos tem!os dos estados combatentes A>QR&SSR aecB, não tendo um autor definido( !or fim, ;ima 8ian, da dinastia :an, a!resenta&nos uma biografia, cu/a an)lise do !ersonagem !rinci!al guarda o sentido do texto( uma an)lise filosófica e moral da realidade, com fins educativos.

2&. A A itação do O'eano Pe/os *euses) no 5ishnu purana Sendo assi instruBdas pe3o deus dos deuses/ as di9indades entrara e a3iança -o os de SniosW e -on#unta ente -o preendera a aLuisição da 8e8ida da i orta3idade. Keunira di9ersos tipos de er9as edi-inais e #o&ara 'nas no ar de 3eite/ -u#as <&uas era radiantes -o o as nu9ens @inais e 8ri3hantes do outono. Depois/ to ara o onte Mandara por 8astão/ a serpente .asuki por -orda e -o eçara a a&itar o o-eano para -onse&uir a A 8rTsia. Os deuses reunidos @ora -o3o-ados por Arishna na -auda da serpenteW os dait*as e dana9as (a!/ e sua -a8eça e pes-oço. Iostados pe3as -ha as e itidas de seu -apu5 in@3ado/ os de Snios @ora tosLuiados de sua &3TriaW enLuanto as nu9ens/ 3e9adas para sua -auda pe3o h<3ito de sua 8o-a/ re@res-a9a os deuses -o 3u@adas re-on@ortantes. E eio ao ar 3<-teo/ o prTprio Hari (8!/ na @or a de u a tartaru&a/ ser9iu -o o pi9S para a ontanha enLuanto a es a era &irada. O portador da aça e dis-o (8! esta9a presente/ e outras @or as/ entre os deuses e de Snios e a#udou a arrastar o onar-a da raça de serpentesW e e outro -orpo 9asto/ sentou'se no -u e da ontanha. Co u a porção de sua ener&ia/ in9isB9e3 a deuses e de Snios/ sustentou o rei as serpentes e -o outra in@undiu 9i&or aos deuses. Do o-eano/ a&itado assi pe3os deuses e Dana9as/ sur&iu pri eiro a 9a-a Sura8hi/ a @onte de 3eite e -oa3hos/ adorada pe3as di9indades e -onte p3ada por e3as e seus -o panheiros -o entes pertur8adas e o3hos 8ri3hando de pra5er. Então/ enLuanto os Santos no -:u i a&ina9a o Lue isto podia ser/ sur&iu a deusa .aruni/(-! -o o3hos a&itados pe3a e 8ria&ue5. E se&uida do rede oinho das pro@unde5as sur&iu a <r9ore Pari#ata/(d! o de3eite das nin@as no -:uW per@u ando o undo -o suas @3ores. Goi produ5ida então a tropa dos apsararas/(e! de surpreendente 8e3e5a/ dotada de en-anto e 8o &osto. Sur&iu e se&uida a 3ua de raios @rios/ sendo to ada por Mahade9aW(@! e depois @oi en&endrado o 9eneno pe3o ar/ do Lua3 as na#as (&! to ara posse. Dhan9antari/ 9estido de 8ran-o e

tra5endo na ão a taça de a 8rTsia/ 9eio e se&uida e e sua -onte p3ação os @i3hos de Diti e de Danu/(h! 8e -o o os as-etas/ se en-hera de satis@ação e pra5er. Depois/ sentada nu a @3or de 3Ttus e se&urando u nenH@ar e sua ão/ sur&iu das ondas a deusa Shri/(i! radiante de 8e3e5a. ENtasiados/ os &randes s<8ios a ho ena&eara -o hinos na -anção e seu 3ou9or/ .ish9a9asu (#! e outros -oristas -antara e Chrta-i e outras nin@as -e3estes dançara e seu redor. Can&a e outras -orrentes santas se apresentara para suas a83uçUes/ e os e3e@antes dos -:us/ to ando suas <&uas puras e 9asos de ouro/ derra ara ' nos so8re a deusa/ a rainha do undo uni9ersa3. O ar de 3eite pessoa3 ente presenteou'a -o u a -oroa de @3ores perenes e o artista dos deuses a de-orou -o orna entos -e3estes. Assi 8anhada/ 9estida e adornada a deusa/ P 9ista dos -e3estiais/ atirou' se so8re o peito de Hari/ e a3i re-3inada 9o3tou os o3hos para as deidades/ Lue se inspirara eNtasiadas -o seu o3har. Não a-onte-eu assi -o os dait*as/(k! Lue -o .ipra-itti P sua @rente/ en-hera 'se de indi&nação Luando .iNnu se a@astou de3es/ e @ora a8andonados pe3a deusa da prosperidade. Os dait*as poderosos e indi&nados to ara então P @orça a taça de A 8rTsia Lue esta9a nas ãos de Dhan9antari. Mas .iNnu/ assu indo @or a @e inina/ @as-inou'os e i3udiu'os e reto ando a taça/ entre&ou'a aos deuses. Shakra (3! e as de ais deidades e 8ar-ara a A 8rTsia. Os de Snios irritados/ e punhando suas ar as/ -aBra so8re e3es/ as os deuses/ e Lue a @orça da A 8rTsia in@undira 9i&or no9o/ derrotara e pusera seu an@itrião a @u&ir/ e e3es es-apara pe3as re&iUes do espaço/ er&u3hando nos reinos su8terrMneos. Co isso os deuses se re#u8i3ara / prestara ho ena&e ao portador da aça e do dis-o/ (8! e reto ara seu reino no -:u. O so3 8ri3hou -o esp3endor reno9ado e reto ou a tare@a Lue 3he @ora atri8uBdaW e os 3u inares -e3estes no9a ente &irara e suas respe-ti9as Tr8itas. O @o&o ais u a 9e5 ardeu/ 8e3o e seu esp3endorW e as entes de todos os seres @ora ani adas pe3a de9oção. Os tr1s undos @ora no9a ente tornados @e3i5es pe3a prosperidade e Indra/ o -he@e dos deuses/ restaurado e seu poder. Sentado e seu trono e ais u a 9e5 no -:u/ eNer-endo so8erania so8re os deuses/ Shakra (3! e3o&iou a deusa Lue tra5 u 3Ttus e sua ão. 4ou9ada/ a a&rade-ida Shri/ orando e todas as -riaturas e ou9ida por todos os seres/ respondeu ao deus dos -e ritos(3! YEstou @e3i5/ onar-a dos deuses/ por tua adoração. Pede de i o Lue Luiseres. Eu 9i para satis@a5er teus dese#osY. YDeusaY/ rep3i-ou

Indra/ Yse tu a-ederes Ps inhas oraçUesW se sou di&no de tua &enerosidade/ Lue se#a este o eu pri eiro pedido ' Lue os tr1s unos #a ais se#a no9a ente pri9ados de tua presença. Minha se&unda sHp3i-a/ @i3ha do o-eano/ : Lue não esLueças aLue3e Lue -e3e8re teus 3ou9ores nas pa3a9ras Lue te diri&iY. YEu não a8andonarei os tr1s undos outra 9e5Z/ respondeu a deusa. YEste teu pri eiro pedido : satis@eito/ pois estou @e3i5 por teus 3ou9ores. A3: disso/ #a ais 9irarei o rosto para o orta3 Lue/ de anhã e de tarde/ repetir o hino -o Lue te diri&iste a i Y. a! Duas -3asses de de Snios. 8! .iNnu. -! A deusa do 9inho. d! Or9ore paradisBa-a. e! Nin@as do -:u. @! =i9a. &! Deidades das serpentes. h! De Snios. i! Di9indade @e inina da &3Tria e Prosperidade. j! Che@e dos Candhar9as/ -3asse de se ideuses. k! De Snios. 3! Indra/ -he@e dos deuses.

2,. %ma passa em do ChunKiu (prima5eras e outonos)) 'omentada pe/o 1uo1huan de 1uoKiumin YNa pri eira 3ua da pri a9era do nono ano do seu reinafdo/ o duLue de Chuan& derrotou o eN:r-ito do estado de Ji e Chan& ChoY. Co ent<rio do 5uo5huanD Iendo o estado de Ji de-3arado &uerra ao nosso estado/ e estando o nosso duLue preparado para ini-iar a -a panha/ apare-eu u ho e -ha ado Auei a pedir u a audi1n-ia. Dissera '3he os seus -onse3heirosD ' Os o@i-iais #< de-idira so8re as estrat:&ias a adotar. Jue pape3 pensas dese penhar nesses p3anosQ ' E3es não passa de u &rupo de in-o petentes/ Lue não t1 a enor id:ia do Lue se#a p3anos se-retos. Auei a-a8ou por ser 3e9ado a presença do duLue/ e i efdiata ente interro&ouD YJue @orças dispUe 9ossa a3te5a para @a5er a &uerraQ ' Nun-a onopo3i5ei a3i entação e roupas/ se pre as parti3hei -o todos ' respondeu o duLue.

' Isso não passou de u peLueno @a9or/ -o parti3hado apenas por a3&uns. O po9o não o a-o panhar</ @iado apenas nesse oti9o. ' (e ' -ontinuou o duLue ' nos sa-ri@B-ios aos deuses/ -on@iei ais na sin-eridade do -oração do Lue no @austo das apar1n-ias. ' Ia 8: isso -onstitui u a ra5ão insu@i-iente. Os deufses não a8ençoarão as 9ossas ar as 8aseados apenas nessa des-u3pa. ' Nas in9esti&açUes #udi-iais/ ainda Lue @osse di@B-i3 dar -o a 9erdade/ to ei de-isUes se pre de a-ordo -o pro9as Lue e @ora apresentadas. ' Ia 8: isso est< 3on&e de 3he dar a -erte5a de -on@iar no po9o/ e pode -o pro eter o resu3tado da &uerra por -ausa disso. Peço'3he/ assi / para o a-o panhar na sua -a panha. A isto o duLue a-edeu/ 3e9ando Auei na sua prTpria -arfrua&e . A 8ata3ha tra9ou'se e Chuan&'Cho. E P 9ista do ini i&o/ o nosso duLue deu se de ora as suas instruçUes para se inif-iar o ataLue/ as Auei ad9ertiuD E sT Luando os ta 8ores do ini i&o ru@ara tr1s 9e5es : Lue Auei a-onse3houD E o duLue pronta ente deu ordens para os perse&uir. Mas Auei tornou a di5erD Apeou'se da -arrua&e / e estudou -uidadosa ente os tri3hos dos -arros ad9ers<rios. E sT depois de eNa inar tudo -o os seus o3hos/ &ritouD ' A&ora. E o duLue deu orde então para perse&uir os ini i&os. Juando a 8ata3ha @oi tota3 ente &anha/ o duLue pediu a kuei u a eNp3i-ação da sua t<ti-a. ' + a 8ata3ha ' respondeu este ' depende inteira ente/ e a-i a de tudo/ do ardor dos -o 8atentes. Ao pri eiro sina3 do ta 8or/ o ardor do ini i&o esta9a 9io3enta ente eN-itado. Co o se&undo/ -o eçou a atenuar'se. E -o o ter-eiro/ entrou e eNaustão. Então/ Luando o ardor do ini i&o -he&ou a essa @ase/ esta9a os nossos no au&e do seu ardor. Assi os 9en-e os. Mais/ -ontra u a @or id<9e3 @orça ini i&a/ de9e estar'se preparado para tudo. Ke-ea9a u a e 8os-ada. Mas 9eri@iLuei pe3os tri3hos das -arrua&ens/ Lue a retirada @oi @eita e 9isB9e3 desorde . Keparei i&ua3 ente nos seus pendUes/ e -on-3uB Lue se a&ita9a ta 8: e -on@ufsão. Portanto/ a-onse3hei Lue sT nessa a3tura se perse&uisse o ini i&oY.

2.. O Canon de Cao) do shujin

In9esti&ando a Anti&Ridade/ 9eri@i-a os Lue Ii Eao se -ha a9a Gan&' NRn. Era re9erente/ es-3are-ido/ instruBdo e atento/ -o natura3idade e se es@orço. Era sin-era ente -ort1s e -apa5 de toda e Lua3Luer -o p3a-1n-ia. A &3oriosa in@3u1n-ia dessas Lua3idades @oi sentida nos Luatro Luadrantes do territTrio e a3-ançou o -:u no a3to e a terra aLui e 8aiNo. Distin&uiu os -apa5es e 9irtuososW depois/ a ou a todos aLue3es perten-entes Ps no9e -3asses da sua parente3a/ Lue assi se to ou har oniosa. Ke&u3a entou e re@inou ta 8: o po9o dos seus do Bnios/ Lue se tornou todo e3e 8ri3hante ente es-3are-ido. Por @i uni@i-ou e har oni5ou os inH eros estadosW assi se trans@or ara as popu3açUes de -a8e3os pretos. E o resu3tado @oi a -on-Trdia uni9ersa3. Ordenou aos =i e He/ e re9erente a-ordo -o a sua o8ser9ação dos 3ar&os -:us/ Lue -a3-u3asse e desenhasse os o9i entos e apar1n-ias do so3/ da 3ua/ das estre3as e dos espaços 5odia-aisW e/ desse odo/ respeitosa ente de-retasse Luais as estaçUes a sere o8ser9adas pe3o po9o. Ordenou separada ente ao se&undo ir ão =i Lue residisse e ER'i/ no 3u&ar deno inado .a3e (ri3hante e ai respeitosa ente hospedasse o so3 nas-ente e re&u3asse e ordenasse os tra8a3hos da pri a9era. YO diaY/ disse e3e/ Y: de duração :dia e a estre3a est< e MaoW ' assi podereis deter inar eNata ente o eio da pri a9era. O po9o est< disperso pe3os -a pos e os p<ssaros e ani ais se -ru5a e -opu3a Y. Depois ordenou ao ter-eiro ir ão =i Lue residisse e Naon' -hiao/ no 3u&ar deno inado Capita3 (ri3hante/ para Lue re&u3asse e ordenasse as trans@or açUes do 9erão e respeitosa ente o8ser9asse os 3i ites eNatos da so 8ra. YO diaY/ disse e3e/ Yest< na sua duração <Ni a e a estre3a a-ha'se e HuoW ' assi podereis deter inar eNata ente o eio do 9erão. O po9o est< ais disperso e os p<ssaros e ani ais/ -o as penas e o p13o ra3os/ uda de roupa&e Y. Ordenou separada ente ao se&undo ir ão He Lue residisse no o-idente/ no 3u&ar deno inado .a3e O8s-uro e aB respeitosa ente a-o panhasse o so3 poente e re&u3asse e ordenasse os tra8a3hos do outono/ e -on-3usão. YA noiteY/ disse e3e/ Yest< na sua duração :dia e a estre3a a-ha'se e HouW ' assi podereis deter inar eNata ente o eio do outono. O po9o sente'se 8e e os p<ssaros e ani ais estão -o a sua roupa&e e 8o estadoY. Depois ordenou ao ter-eiro ir ão He Lue residisse na re&ião norte/ no 3u&ar deno inado Capita3 So 8ria e aB re&u3asse e o8ser9asse as udanças do in9erno. YO diaY/ disse e3e/ Yest< na sua duração

Bni a e a estre3a a-ha'se e MaoW ' assi podereis deter inar eNata ente o eio do in9erno. O po9o @i-a e -asa e a roupa&e dos p<ssaros e ani ais : @arta e re-o8erta de penas ou p13osY. Disse o Ii (i perador!D YAhV 9Ts/ =i e He/ u ano inteiro -onsiste de tre5entos e sessenta e seis dias. Mediante o 1s inter-a3ar/ @iNa as Luatro estaçUes e -o p3etai o perBodo do ano. E apTs/ estando os 9<rios @un-ion<rios assi re&u3a entados/ todos os tra8a3hos serão p3ena ente eNe-utadosY. Disse o IiD YJue pro-urar< para i u ho e de a-ordo -o a :po-a/ a Lue eu possa e3e9ar e e pre&arQ Gan& ' -hi disseD YO 9osso @i3ho e herdeiro Chu : uito es-3are-idoY. Disse o IiD YAhV e3e : insin-ero e tur8u3entoW ' poder< satis@a5erQY Disse o IiD YJue pro-urar< para i u ho e P a3tura das eNi&1n-ias dos eus ne&T-iosQY Huan' tao disseD YOhV os :ritos do Ministro de O8ras a-a8ara de ser eNi8idos e 3ar&a es-a3aY. Disse o IiD YOhV e3e @a3a Luando tudo : -a3 oW as/ Luando tra8a3ha/ as suas açUes se eNpri e de odo di@erente. ST : respeitoso na apar1n-ia. .edeV as inundaçUes o3esta os C:usVY Disse o IiD YOhV Presidente das Juatro Montanhas/ as <&uas da en-hente são destruidoras no seu trans8ordar. Na sua 9asta eNtensão/ a8ar-a os ontes e so8e a3: das &randes a3turasW a eaça os C:us -o a inundação/ Lue o po9o at: res un&a e ur ure#aV Ha9er< u ho e -apa5 a Lue eu possa en-arre&ar de -orri&ir essa -a3a idadeQY Iodos na -orte dissera D YAhV pois não eNiste AunQY Disse o IiD YAhV -o o e3e : per9ersoV Deso8ediente Ps ordens/ pro-ura pre#udi-ar os seus paresY. Disse o Presidente das MontanhasD YSi / as... eNperi entarei para 9er se e3e -onse&ue rea3i5ar o tra8a3hoY. E assi Aun @oi e pre&ado. Disse'3he o IiD YIde e sede re9erenteVY E3e 3a8utou durante Luatro anos/ as a o8ra não se rea3i5ou. Disse o IiD YOhV Presidente das Juatro Montanhas/ estou o-upando o trono h< setenta anos. .Ts podeis eNe-utar as inhas ordensW a8di-arei do eu -ar&o e 9osso 8ene@B-ioY. Disse o -he@eD YEu não possuo a 9irtudeW ' eu des&raçaria o 9osso -ar&oY. Disse o IiD YApontai' e a3&u: entre os i3ustres ou indi-ai' e a3&u: entre os po8res e os hu i3desY. YIodos então dissera ao IiD YENiste/ entre a &ente de -ondição in@erior/ u ho e so3teiro -ha ado Shun de ERY. Disse o IiD YSi / ou9i @a3ar ne3e. Jue tendes a di5er a seu respeitoQY Disse o Che@eD YE3e : @i3ho de u -e&o. O pai era o8stinada ente ines-rupu3osoW a adrasta/ insin-eraW o ir ão uni3atera3/ Nian&/ arro&ante. E3e -onse&uiu/ entretanto/ -o a sua piedade @i3ia3/ 9i9er e har onia -o e3es e os 3e9ar/ &radua3 ente/ ao do Bnio de si es os. Assi / e3es #< não se

torna -ada 9e5 ais per9ersosY. Disse o IiD YEu o eNperi entareiW eu o -asarei e/ desse odo/ 9erei Lua3 o seu -o porta ento para -o as inhas duas @i3hasY. E assi preparou e en9iou as duas @i3has ao norte de Auei para sere esposas (a @a B3ia! de ER. O Ii 3hes disseD YSede re9erentes VY E e3es -he&ara a ser uni9ersa3 ente o8ser9ados. No eado Co9ernador Cera3/ @ora pro9iden-iados os ne&T-ios de -ada departa ento o@i-ia3/ nas :po-as oportunas. En-arre&ado de re-e8er os prBn-ipes dos Luatro Luadrantes da terra/ todos se ostrara do-i3 ente su8 issos. En9iado Ps &randes p3anB-ies ao sop: das ontanhas/ não se perdeu/ apesar das te pestades de 9ento/ tro9ão e -hu9a. Disse o IiD YAproNi ai'9os/ Shun. Eu 9os -onsu3tei a respeito de todos os ne&T-ios/ editei nas 9ossas pa3a9ras e 9eri@iLuei Lue pode ser postas e pr<ti-aW ' su8ireis/ durante tr1s anos/ ao trono do IiY. Shun dese#ou de-3inar e @a9or de a3&u: ais 9irtuoso e não -onsentir e ser o su-essor de Eao. No pri eiro dia do pri eiro 1s/ entretanto/ a-eitou a a8di-ação de Eao dos seus en-ar&os/ no te p3o do An-estra3 InstruBdo. ).ENa inou a es@era &iratTria adornada de p:ro3as/ -o o seu tu8o trans9erso de #ade e redu5iu a u siste a har onioso os o9i entos dos Sete Diretores. E se&uida/ sa-ri@i-ou de odo espe-ia3 a Deus/ e 8ora se&undo as @Tr u3as usuaisW sa-ri@i-ou/ -o re9erente pure5a/ aos Seis HonradosW o@ere-eu os de9idos sa-ri@B-ios aos ontes e riosW e estendeu a sua adoração Ps Hostes de espBritos. Con9o-ou todos os -in-o sB 8o3os de #ade da hierarLuiaW e/ a-a8ado o 1s/ deu audi1n-ia di<ria ao Presidente das Juatro Montanhas e a todos os Pastores/ de9o39endo @ina3 ente aos 9<rios prBn-ipes os seus sB 8o3os. No se&undo 1s do ano/ rea3i5ou u a 9ia&e de inspeção ru o a 3este/ at: Iai' -hun&/ onde apresentou aos C:us u a o@erenda ardente e sa-ri@i-ou na de9ida orde aos ontes e rios. E se&uida/ deu audi1n-ia aos prBn-ipes do oriente. Esta8e3e-eu har oniosa ente as suas estaçUes e os seus eses e re&u3ou os seus dias ' uni@or i5ou os tu8os' padrão/ -o as edidas de -o pri ento e -apa-idade e as #ardas de açoW re&u3a entou as -in-o -3asses de -eri Snias/ -o os 9<rios arti&os de introdução ' os -in-o sB 8o3os de #ade/ as tr1s Lua3idades de seda/ os dois ani ais 9i9os e o orto. Juanto aos -in-o instru entos da hierarLuia/ de9o39eu'os Luando tudo esta9a ter inado. No Luinto 1s/ @e5 u a 9ia&e se e3hante ru o ao su3/ at: as ontanhas do eio'dia/ onde -e3e8rou as es as -eri Snias de Iai. No oita9o

1s/ @e5 u a 9ia&e ru o a oeste/ at: as ontanhas do o-idente/ onde pro-edeu -o o dantes. No d:-i o pri eiro 1s/ @e5 u a 9ia&e ru o ao norte/ at: as ontanhas do setentrião/ onde -e3e8rou as es as -eri Snias do o-idente. Ke&ressou então P -apita3/ diri&iu'se ao te p3o do An-estra3 Cu3ti9ado e sa-ri@i-ou u Hni-o touro. No de-urso de -in-o anos/ hou9e u a 9ia&e de inspeção e Luatro -o par1n-ias dos prBn-ipes P -orte. Estes apresentara re3atTrios 9er8ais do seu &o9erno/ -3ara ente -o pro9ados pe3os seus tra8a3hos. Ke-e8era -arros e 9estes se&undo os :ritos de -ada u . Instituiu a di9isão da terra e do5e pro9Bn-ias/ ne3as er&uendo a3tares no a3to de do5e ontes. Ia 8: apro@undou os rios. ENpSs ao po9o as puniçUes estatut<rias/ pro u3&ando o 8ani ento -o o @or a de iti&ação das -in-o &randes penasW o -hi-ote a ser e pre&ado pe3os tri8unais de a&istrados/ a 9ara a ser usada nas es-o3as e o dinheiro a ser re-e8ido pe3os de3itos res&at<9eis. Seria perdoados os de3itos por inad9ert1n-ia e os Lue pudesse ser atri8uBdos P in@e3i-idadeW as as pessoas Lue 9io3asse as 3eis/ presunçosa e repetida ente/ seria punidas de orte. YJue eu se#a re9erenteV Jue eu se#a re9erenteVY di5ia e3e a si es o. YJue a -o paiNão reine e at:ria de puniçUesY. (aniu o Ministro de O8ras para a i3ha de ERW -on@inou Huan ' tao ao Monte Chun&W i pediu o -he@e de San' Miao e o seu po9o para San >ei e aB os -onser9ouW e ante9e Aun prisioneiro at: a orte/ no Monte ER. Assi tratados esses Luatro -ri inosos/ todos na @a-e da terra re-onhe-era a #ustiça da ad inistração de Shun. De-orridos 9inte e oito anos/ @a3e-eu o IiD então o po9o o pranteou durante tr1s anos/ -o o a u pai. Juedara e e ude-era as oito Lua3idades de instru entos de Hsi-a -o preendidas nos Luatro ares. No pri eiro dia do pri eiro 1s do ano se&uinte/ Shun @oi ao te p3o do An-estra3 InstruBdo. De3i8erou -o o Presidente das Juatro Montanhas so8re a aneira de anter a8ertas as portas de -o uni-ação entre e3e prTprio e os Luatro Luadrantes da terra e a respeito de -o o poderia 9er -o os o3hos e ou9ir -o os ou9idos de todos. Consu3tou os do5e Pastores e 3hes disseD YO a3i ento depende da o8ser9Mn-ia das estaçUes. Sedes 8ondosos para -o os distantes e -u3ti9ai a -apa-idade dos Lue este#a prTNi os. Honrai os 9irtuosos e -on@iai nos 8ons/ ao passo Lue re-usai @a9ore-er os espertosW assi as tri8os 8<r8aras indu5irão u as Ps outras a se su8 etere Y. Shun disseD OhV Presidente das Juatro Montanhas/ ha9er< a3&u: P

a3tura de atender/ -o 9i&orosa -apa-idade de ser9ir/ a todos os ne&T-ios do Ii e a Lue eu possa no ear Co9ernador Cera3/ para auNi3iar' e e todas as LuestUes/ ad inistrando -ada departa ento -on@or e a sua nature5aQY Iodos/ na -orte/ rep3i-ara D YENiste Po' *R/ Ministro de O8rasY. Disse o IiD YSi / OhV ER/ 9Ts re&a3astes a <&ua e a terra. Es@orçai'9os neste no9o -ar&o. ER eNpri iu o8edi1n-ia/ -o a -a8eça to-ando o so3o e dese#ou de-3inar e @a9or do Ministro da A&ri-u3tura/ de =ieh ou Aao' *aoY. Disse o IiD YSi W as/ ide e assu i os en-ar&osY. Disse o IiD YChici/ o po9o de -a8e3os pretos ainda pade-e @o e. Continuai/ T PrBn-ipe/ -o o Ministro da A&ri-u3tura/ a se ear para e3e as 9<rias Lua3idades de &rãoY. Disse o IiD Y=ieh/ os po9os ainda -are-e de a@eição uns pe3os outros e não o8ser9a do-i3 ente as -in-o ordens de re3açUes. Co pete'9os/ na Lua3idade de Ministro da Instrução/ pre&ar -o re9er1n-ia as 3içUes do de9er/ Lue -on-erne PLue3as -in-o ordens. Ga5ei'o 8randa enteY. Disse o IiD YAao ' *ao/ as tri8os 8<r8aras pertur8a a nossa &rande terra. H< ta 8: 3adrUes/ assassinos/ insurretos e traidores. Co pete'9os/ na Lua3idade de Ministro do Cri e/ ap3i-ar as -in-o puniçUes no trato dos seus de3itos. Ir1s são os 3o-ais deter inados para a punição desses de3itos. Cin-o os -asos e Lue se de9e re-orrer ao 8ani ento para os 3u&ares de9idos/ sendo desi&nadas tr1s 3o-a3idades e 8ora se#a e3es -in-o. Dese penhai es-3are-ida ente os 9ossos en-ar&os e -onse&uireis sin-era su8 issãoY. Disse o IiD YJue poder< superintender as inhas o8ras/ se&undo di9ersa ente reLuere Q Iodos na -orte rep3i-ara D YNão eNiste ShuiQc Disse o IiD YSi / T Shui/ de9eis ser o Ministro de O8rasY. Shui eNpri iu o8edi1n-ia/ -o a -a8eça to-ando o so3o e dese#ou de-3inar e @a9or de Shu/ Chcian& ou Po' *R. Disse o IiD YSi W as/ ide e assu i os en-ar&os. Pro o9ei a har onia de todos os departa entosY. Disse o IiD YJue poder< superintender/ -o o reLuer a nature5a dos tra8a3hos/ a re39a e as <r9ores dos eus ontes e pMntanos -o os seus p<ssaros e ani aisQY Iodos/ na -orte/ rep3i-ara D YNão eNiste EiQY Disse o IiD YSi / T Ei/ sede o eu Cuarda ' G3oresta3. Ei eNpri iu o8edi1n-ia/ -o a -a8eça to-ando o so3o e dese#ou de-3inar e @a9or de Chu/ Nu/ =iun& ou PiY. Disse o IiD YSi W as/ ide e assu i os en-ar&os. De9eis ad inistr<'3os har oniosa enteY. Disse o IiD YOhV Presidente das Juatro Montanhas/ ha9er< a3&u: -apa5 de diri&ir as inhas tr1s -eri Snias re3i&iosasQY Iodos/ na -orte/ respondera D YNão eNiste Po'i QY Disse o IiD YSi / T Po/

de9eis ser Ad inistrador do Ie p3o do An-estra3. Sede re9erente de anhã P noite. Sede reto/ sede puroY. Po eNpri iu o8edi1n-ia/ -o a -a8eça to-ando o so3o e Luis de-3inar e @a9or de Auei ou 4un&. Disse o IiD YSi W as/ ide e assu i os en-ar&os. Sede re9erenteVY Disse o IiD YAuei/ eu 9os no eio Diretor de MHsi-a a @i de ensinar aos nossos @i3hos/ para Lue os @ran-os se#a dT-eisD os 8randos se#a di&nosW os @ortes não se#a tirMni-osW e os i petuosos não se#a arro&antes. A poesia : a eNpressão dos &randes pensa entosW o -anto : a enun-iação pro3on&ada dessa eNpressãoW as notas a-o panha 'na e se har oni5a atra9:s dos tu8os' padrão. Desse odo/ os oito di9ersos tipos de instru entos de Hsi-a poderão ser a#ustados para Lue u não to e de outro ne inter@ira -o ter-eirosW e os espBritos e os ho ens se har oni5arãoY. Auei disseD YEu @iro a pedra Lue soa/ tan#o'a sua9e ente e os 9<rios ani ais -on9ida 'se utua ente P dançaY. Disse o IiD Y4un&/ eu a8o ino os @a3adores/ Lue di@a a e os destruidores dos retos -a inhos/ Lue a&ita e a3ar a o eu po9o. Eu 9os no eio Ministro das Co uni-açUes. Irans iti as inhas ordens/ a Lua3Luer hora e apresentai re3atTrios/ 9eri@i-ando Lue tudo se#a 9erdadeiroY. Disse o IiD YOhV 9Ts/ 9inte e dois ho ens/ sede re9erentesW assi sereis Hteis aos ne&T-ios Lue e @ora -on@iados pe3o C:uY. De tr1s e tr1s anos/ pro-edeu'se a eNa e dos :ritos e apTs tr1s eNa es @ora de&radados os não ere-edores e pro o9idos os ere-edores. Craças a essa disposição/ @ora p3ena ente -u pridos os en-ar&os de todos os departa entosW o po9o de San ' iao @oi ta 8: dis-ri inado e separado. No d:-i o ter-eiro ano de sua eNist1n-ia/ Shun @oi in9estido no -ar&o. Per ane-eu trinta anos no trono/ -o Eao. CinLRenta anos depois/ @oi para o C:u e orreu.

22. Contra os 9u/i'os sistem9ti'os) do 1han dos estados 'om4atentes

uo'e) ou *is'ursos

O Kei iei/ de Ji/ 9i9ia inteira ente -er-ado de -ortesãos Lue 3he a@a&a9a a 9aidade e se&uia seus -apri-hos. Certo dia/ ?ou Chi disse ao reiD h Ma#estade/ não sou eNata ente de < apar1n-ia. (Era ho e de [oito p:sZ de a3tura!. Mas/ no norte da -idade/ h< u Sr. Shu/ @a oso por seu 8e3o aspe-to. + dia/ @iLuei e @rente ao espe3ho e per&untei a inha u3herD [Jue a-has ais 8onito/ eu/ ou o Sr.

ShuQZ [Iu/ natura3 enteZ/ respondeu inha u3her. Não ousei 8asear' e e sua pa3a9ra e @i5 a es a per&unta P inha -on-u8ina. [Co o pode o Sr. Shu -o parar'se -onti&oQZ/ @oi sua resposta. Na anhã se&uinte/ -he&ou u 9isitante e/ apTs uns instantes/ @i5'3he a es a per&untaW e3e respondeuD [O Sr. Shu não pode -o parar'se -onti&oZ. No dia i ediato/ o prTprio Sr. Shu @oi 9isitar' e. ENa inei'o -uidadosa ente e a-hei Lue e3e era uito ais 8onito do Lue eu. O3hei' e 8e ao espe3ho e @iLuei inteira ente -on9en-ido de Lue eu não e podia -o parar a e3e. Assi / deitei' e e inha -a a e penseiD inha u3her e 3ou9a/ porLue : par-ia3 e re3ação a i W inha -on-u8ina e 3ou9a/ porLue te edo de i W eu a i&o e 3ou9a/ porLue te a3&o a pedir' e. Ora/ Ji : u reino de i3 3i Luadrados/ -o -ento e 9inte -idades. todas as da as e todos os ser9idores do pa3<-io são par-iais e re3ação a .ossa Ma#estade. Iodos os -ortesãos t1 edo de seu poder. E todo o po9o te a3&u a -oisa a pedir'3he. Assi / pare-e' e di@B-i3 Lue .ossa Ma#estade -onsi&a ou9ir a 9erdade. h Di5es 8e h respondeu o rei. Então/ 8aiNou u de-retoD dIodos os inistros/ @un-ion<rios e pessoas -o uns Lue pudere ostrar eus en&anos re-e8erão a ais a3ta -3asse de re-o pensas. Os Lue es-re9ere -artas para a-onse3har' e re-e8erão a re-o pensa de se&unda -3asse. E os Lue pudere -riti-ar' e e a eu &o9erno na praça do er-ado/ de odo Lue isso e -he&ue aos ou9idos/ re-e8erão a re-o pensa de ter-eira -3asseZ. (aiNado o de-reto/ 9iu'se o rei inundado por u a torrente de -onse3hos e a -orte @i-ou rep3eta de &ente. Isso -ontinuou por 9<rios eses. + ano depois/ não ha9ia erro do &o9erno Lue não ti9esse sido -onsiderado e apontado por a3&u: . Os paBses 9i5inhos/ Een/ Chao/ Han e iei/ sou8era do Lue o rei @i5era e a-a8ara re-onhe-endo o Estado de Ji -o o seu diri&ente. Isso : o Lue se -ha a &anhar a &uerra se sair de -asa.

133. A (ida de Po Ci) por Sima Iian) no shiji (re'ordaçTes histSri'as) Certas pessoas di5e (-itando o 4i9ro da HistTria!D [o C:u : i par-ia3. Est< -o os ho ens Lue anda na retidãoZ. NTs dirBa os Lue Po*i e Shu-hi era ho ens retos/ não : 9erdadeQ Era ho ens de &rande @orça de -ar<ter e de rB&idos prin-BpiosW -ontudo/ orrera de @o eV A3: disso/ dos setenta dis-Bpu3os de Con@H-io/ o Lue re-e8eu de3e o ais a3to 3ou9or -o o 9erdadeiro

a ante do estudo @oi Een Huei. No entanto/ Huei se pre @oi po8re/ -o endo &rosseiras re@eiçUes se LueiNar'se/ e orreu #o9e V ^ assi Lue Deus re-o pensa os 8onsQ Por outro 3ado/ 9e os o @a oso 8andido Chih/ Lue ata9a ino-entes/ -o ia @B&ado hu ano e assof3a9a o paBs -o i3hares de sua Luadri3ha/ assassinando e rou8andoW e orreu de orte natura3/ e idade a9ançadaV Jue @e5 para efre-1'3oQ Esses são eNe p3os do passado/ 8e -onhe-idos. Nos dias atuais/ 9e os pessoas Lue in@rin&e a 3ei e -o ete atos -ontr<rios P #ustiça @i-are ri-as/ 3e9ando 9ida -on@ort<9e3/ e suas @a B3ias -ontinua a &o5ar de @austo e prosperidade. Outros/ por outro 3ado/ o8ser9a os ais se9eros prin-Bpios/ 9o3ta as -ostas aos ata3hos para o 1Nito/ sendo/ ainda/ -uidadosos -o suas pa3a9ras e sT @a3ando o9idos por a or ao 8e pH83i-o/ Luando h< u a &rande in#ustiça. In-ont<9e3/ toda9ia/ : o nH ero de tais pessoas Lue so@re desastres pessoais. ^ este o -a inho do -:u/ de Lue o po9o @a3aQ Ou ser< o -ontr<rioQ Ienho &randes dH9idas a ta3 respeito. Con@H-io di5D [Os Lue não a-redita nas es as -oisas não pode ter trato entre siZW -o isto/ Luer di5er Lue tudo Luanto se pode @a5er : apenas se&uir as prTprias -on9i-çUes. Eis por Lue Conf@H-io disse de si es oD [Eu &ostaria at: de puNar u a -arroça se sou8esse Lue/ assi @a5endo/ @i-aria ri-o por eu prTprio es@orço. Co o não posso ter -erte5a/ @arei o Lue &osto de @a5erZ. E di5 aisD [Juando -he&a o in9erno/ 9eri@i-a'se Lue os pinheiros e os -iprestes suporta e3hor o @rioZ. Jue te -oração puro ant: 'se @ir e nu undo de -orrupção &era3. Sa8e o Lue ais pre5a e desdenha o resto. [+ -a9a3heiro detesta orrer se deiNar no e para a postefridadeZ (di5 Con@H-io!. E Chiatse di5D [O -o8içoso orre de #untar dinheiro/ o -a9a3eiro herTi-o orre pe3a @a a/ o ho e de 1Nito orre de 3utar pe3o poder e a &ente -o u e9ita a orteZ. [Os Lue t1 a es a 3u5 atrae 'se utua ente e os ani ais da es a esp:-ie u ao outro se 8us-a ZW [As nu9ens se&ue o dra&ão e os 9entos se&ue o ti&reZW [Er&ue'se o s<8io e todas as -oisas se torna -3arasZ (Citação do 4i9ro das A3teraçUes!. Po*i e Shu-hi tornara 'se i ortais &raças ao 3ou9or de Con@H-io/ e Een Huei @i-ou -onhe-ido da posteridade por ter se&uido o Mestre/ e 8ora todos ti9esse seus :ritos prTprios. H</ por: / uitos @i3Tso@os Lue 9i9e e iso3a ento e são ad ir<9eis por seu -ar<ter e sua -onduta/ as de Lue nun-a se ou9e @a3ar. Não : triste issoQ Pessoas -o uns Lue se#a de ri&orosa -onduta e dese#e tornar'se -onhe-idas dos pTsteros não t1 outro re :dio senão asso-iar'se a 3etrados de &rande reputação.

A+B:O A @i de -o p3etar esta -o3etMnea de teNtos histTri-os/ -reio sere 9<3idos dois teNtos i3ustrati9os para as -on-epçUes de histTria -hinesa. O pri eiro/ de shan& *an&/ e 8riona a id:ia do passado -o o re@er1n-ia para udança/ e não per an1n-ia. Este -on-eito seria @unda enta3 para os 3e&istas na :po-a de Jin/ de 4isi e Han@ei5i/ Lue de@endia a ino9ação -o o u eio de superação do passado/ e a a8o3ição dos anti&os -ostu es e 3eis/ e @a9or das teorias #urBdi-as 3e&istas. O se&undo teNto seria u a 9isão histTri-a 8aseada na es-o3a @i3osT@i-o' :di-a do Nei#in& do Lue seria o passado ide3a -hin1s. e 8ora não se trate de u teNto espe-i@i-a ente histTri-o/ e3e -u pre a3&u as @unçUes do es o/ tais -o oD apresentar u a noção de -a3end<rio ordenador do -os o/ propor u a -oneNão ; e u a teoria para perda ; do dao/ tão -ara as es-o3as @i3osT@i-as e por @i / propor Lue a ordenação so-ia3 dependeria da pr<ti-a da saHde/ pautadas na teoria *in'*an&. De -erto/ u a -on-epção @as-inante de histTria. a) A 5isão de passado em shan $an Anti&a ente/ na era do Crande e I3ustre Co9ernante/ as pessoas en-ontra9a o seu odo de 9ida no -orte de <r9ores e a8ate de ani aisW a popu3ação era dispersa e as ar9ores e os ani ais nu erosos. Nos te pos de Huan&'ti/ ne os ani ais no9os ne os o9os era apanhadosW os @un-ion<rios não tinha a8aste-i entos e/ Luando as pessoas orria / não era autori5adas a uti3i5ar -aiNUes eNteriores. Estas edidas não era as es as/ as o @ato de a 8as atin&ire supre a-ia era porLue os te pos e Lue 9i9ia era di@erentes. Nos te pos de Shen'nun&/ os ho ens 3a9ra9a a terra para o8ter -o ida e as u3heres te-ia para @a5er roupas. Se a ap3i-ação de puniçUes ou edidas &o9erna entais/ a orde pre9a3e-iaW se a @or ação de so3dados ar ados/ reina9a'se -o supre a-ia. ApTs a orte de Shen'nun&/ os @ra-os @ora -onLuistados pe3a @orça e os pou-os opri idos pe3os nu erosos. Por -onse&uinte/ Huan&'ti -riou as noçUes de prBn-ipe e inistro/ de superior e in@erior/ de -onduta entre pai e @i3ho/ entre os ir ãos ais 9e3hos e ais no9os/ a união entre arido e u3her e entre -o panheiro e par-eiro. Na p<tria/ ap3i-ou a espada e a serra e/ no estran&eiro/ uti3i5ou os so3dados ar adosW tudo isto &raças P assuntos internos e eNternos.

4) @rande Gratado so4re a Harmonia da Atmos=era das Iuatro BstaçTes 'om o Bsp?rito Humano) no +eijin (o tratado interno) Os tr1s eses da Pri a9era -ha a 'se o perBodo do prin-Bpio e do desen9o39i ento da 9ida. As eNa3açUes do C:u e da Ierra estão preparadas para &erarW assi / tudo se desen9o39e e @3ores-e. ApTs u a noite de sono/ as pessoas de9e 3e9antar'se de anhã -edo/ -a inhar 9i9a ente pe3o p<tio/ so3tar o -a8e3o e tornar ais 3entos os o9i entos do -orpo. Pro-edendo assi pode rea3i5ar o seu dese#o de 9i9er sauda9e3 ente. Durante este perBodo/ o -orpo de9e ser en-ora#ado a 9i9er e não a ser ortoW de9e os -eder'3he 3i9re ente e não 3he tirar nadaW de9e os re-o pens<'3o e não -asti&<'3o. Iudo isto est< e har onia -o a eNa3ação da Pri a9era e tudo isto : o :todo de proteção da nossa 9ida. Os Lue desrespeita as 3eis da Pri a9era serão punidos -o a3 do @B&ado. A esses o .erão se&uinte reser9ar< arrepios e udanças <s. Assi / terão pou-o -o Lue apoiar o seu desen9o39i ento no .erão. Os tr1s eses de .erão -ha a 'se o perBodo do -res-i ento 3uNuriante. As eNa3açUes do C:u e da Ierra istura 'se e são 8en:@i-as. Est< tudo e @3or e -o eça a dar @ruto. ApTs u a noite de sono/ as pessoas de9e 3e9antar'se de anhã -edo. Não se de9e -ansar durante o dia ne -onsentir Lue o seu espBrito se irrite. De9e per itir Lue as e3hores partes do seu -orpo e do seu espBrito se desen9o39a W de9e per itir Lue o seu h<3ito se -o uniLue -o o undo eNterior e de9e pro-eder -o o se a asse tudo Luanto eNiste eNterior ente. Iudo isto est< e har onia -o a at os@era do .erão e tudo isto : o :todo de proteção do nosso desen9o39i ento. Os Lue desrespeita as 3eis do .erão serão punidos -o a3 do -oração. A esses o Outono trar< @e8res inter itentes. Assi / terão pou-o apoio para as -o3heitas outonais e so@rerão de doença &ra9e no so3stB-io do In9erno. Os tr1s eses de Outono -ha a 'se o perBodo de tranLRi3idade da nossa -onduta. A at os@era do C:u : intensa e a at os@era da Ierra : desanu9iada. As pessoas de9e deitar'se -edo e 3e9antar'se -edo/ -o o -antar do &a3o. De9e ter o espBrito e pa5/ a @i de ini i5are a punição do Outono. A3 a e espBrito de9e unir'se para Lue a eNa3ação do Outono se#a tranLRi3a/ e para -onser9are os pu3 Ues

puros as pessoas não de9e dar eNpansão aos seus dese#os. Iudo isto est< e har onia -o a at os@era e tudo isto : o :todo de proteção da nossa -o3heita. Os Lue desrespeitare as 3eis do Outono serão punidos -o u a3 pu3 onar. A esses o In9erno trar< indi&estão e diarr:ia e/ assi / terão pou-o apoio para o ar a5ena ento do In9erno. Os tr1s eses de In9erno -ha a 'se o perBodo de @e-har e ar a5enar. A <&ua &e3a e a terra esta3a e a8re @endas. Não de9e os pertur8ar o nosso Ean& ("!. As pessoas de9e deitar'se -edo e 3e9antar'se tarde/ esperar Lue o So3 nasça. De9e repri ir e o-u3tar os seus dese#os/ -o o se não ti9esse nenhu o8#eti9o interior/ -o o se esti9esse e tudo satis@eitas. As pessoas de9e tentar @u&ir ao @rio e pro-urar -a3or/ não de9e transpirar pe3a pe3e e de9e pri9ar'se da eNa3ação do @rio. Iudo isto est< e har onia -o a at os@era do In9erno e : o :todo de proteção do nosso ar a5ena ento. Os Lue desrespeitare as 3eis do In9erno so@rerão de u a3 dos rins (e IestB-u3os!W a e3es a Pri a9era trar< i pot1n-ia e produ5irão pou-o. O h<3ito do C:u : puro e 3e9e. O C:u ant: se pre a sua 9irtude pri iti9a e/ por isso/ nun-a se des orona. Se o C:u se a8risse por -o p3eto/ o So3 e a 4ua nun-a seria 3u inosos/ o a3 -he&aria durante este perBodo de 9a5io/ a at os@era de Ean& @e-har'se'ia e a Ierra perderia a sua 3u inosidade/ nu9ens e ne9oeiro não poderia so@rer udanças/ e/ -onseLRente ente/ o or9a3ho 8ran-o não -airia e a -ir-u3ação dos e3e entos naturais não se -o uni-aria P 9ida de tudo na Criação. A esta situação -ha ar'se'ia [não ' doadoraZ/ e/ -o o -onseLR1n-ia da sua [não ' doaçãoZ/ toda a 9e&etação pere-eria. A3: disso/ o ar no-i9o não desapare-eria/ 9ento e -hu9a não seria har oniosos/ não -airia or9a3ho 8ran-o e a 9e&etação #a ais 9o3taria a @3ores-er. Ha9eria se pre 9entos 9io3entos e -hu9aradas sH8itas/ e o C:u/ a Ierra e as Luatro estaçUes seria in-apa5es de se prote&er entre si/ perderia o Iao e não tardaria a ser destruBdas. Os s<8ios respeita9a as 3eis da nature5a/ e/ por isso/ o seu -orpo esta9a isento de doenças estranhasW não perdia nada do Lue tinha re-e8ido da Nature5a e o seu espBrito de 9ida nun-a se es&ota9a. ALue3es Lue não pro-ede de -on@or idade -o o h<3ito da Pri a9era não trarão 9ida P re&ião do Ean& in@erior A at os@era do seu @B&ado odi@i-ar'3hes'< a -onstituição. ALue3es Lue não pro-ede de -on@or idade -o a at os@era do

.erão não desen9o39erão o seu Ean& superior. A at os@era do seu -oração tornar'se'< 9a5ia. ALue3es Lue não pro-ede de -on@or idade -o a at os@era do Outono não -o3herão o seu Ein superior A at os@era dos seus pu3 Ues @i-ar< 83oLueada/ iso3ada do seu espaço de -o 8ustão in@erior. ALue3es Lue não pro-ede de -on@or idade -o a at os@era do In9erno não a8aste-erão o seu Ein in@erior A at os@era dos seus testB-u3os (rins! @i-ar< iso3ada e di inuBda. Destarte/ as interaçUes das Luatro estaçUes e as interaçUes do Ein e do Ean&/ os dois prin-Bpios da Nature5a/ são os a3i-er-es de tudo Luanto eNiste na Criação. DaB Lue os s<8ios tenha -on-e8ido e desen9o39ido o seu Ean& na Pri a9era e no .erão e -on-e8ido e desen9o39ido o seu Ein no Outono e no In9erno/ a @i de respeitare a re&ra das re&rasW e assi / #unta ente -o tudo o ais da Criação/ os s<8ios anti9era 'se no 3i iar da 9ida e do desen9o39i ento. Os Lue se re8e3a -ontra as re&ras 8<si-as do +ni9erso -orta as prTprias raB5es e destroe a sua 9erdadeira persona3idade. O Ein e o Ean& h os dois prin-Bpios da Nature5a h e as Luatro estaçUes são o prin-Bpio e o @i de tudo e são i&ua3 ente a -ausa da 9ida e da orte. Os Lue deso8ede-e Ps 3eis do +ni9erso dão ori&e a -a3a idades e pro9açUes/ enLuanto os Lue respeita as 3eis do +ni9erso per ane-e isentos de doenças peri&osas/ pois a e3es @oi -on-edido o Iao/ o Ca inho Certo. O Iao era prati-ado pe3os s<8ios e ad irado pe3os i&norantes. A o8edi1n-ia Ps 3eis do Ein e do Ean& si&ni@i-a 9idaW a deso8edi1n-ia si&ni@i-a orte. Os o8edientes do inarão/ enLuanto os deso8edientes 9i9erão e desorde e -on@usão. Iudo Luanto : -ontr<rio P har onia -o a Nature5a : deso8edi1n-ia e eLui9a3e P re8e3ião -ontra a Nature5a. Por isso/ os s<8ios não trata9a aLue3es Lue #< esta9a doentes e instruBa aLue3es Lue ainda não esta9a doentes. Não Lueria &uiar aLue3es Lue #< era re8e3desW &uia9a aLue3es Lue ainda não era re8e3des. E este o si&ni@i-ado de toda a dis-ussão pre-edente. Ad inistrar re :dios a doenças Lue #< se desen9o39era e repri ir re9o3tas Lue #< e-3odira : -o par<9e3 ao -o porta ento daLue3as pessoas Lue -o eça a a8rir u poço depois de tere sede/ ou daLue3as Lue -o eça a @undir ar as depois de #< se tere 3ançado na 8ata3ha. Não -he&arão estas açUes de asiado tarde Q