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Fixismo: As espécies são unidades fixas e imutáveis que surgiram independentemente umas das outras Lamarckismo: o meio cria

necessidades que induzem a mudanças nos hábitos e a esforços repetitivos de forma a adquirir, através do uso e do desuso, novas características favoráveis á adaptação ao meio. As características adquiridas são então transmitidas aos descendentes. Darwinismo: No seio da população existem indivíduos com características mais favoráveis na adaptação ao meio, e outros com características não tão favoráveis ao meio – variabilidade intraespecífica. O meio exerce uma seleção natural que favorece os indivíduos portadores das características mais apropriadas para um determinado ambiente e num determinado tempo. Os mais aptos vivem mais tempo, reproduzem-se mais e transmitem as suas características aos descendentes, num processo denominado de reprodução diferencial. Neodarwinismo: A variabilidade intraespecífica resulta de mutações e recombinações génicas que ocorrem ao nível da fecundação e da meiose. Esta variabilidade intraespecífica permite a existência de indivíduos dentro de uma população com características mais favoráveis à adaptação ao meio em relação a outros. A seleção natural, resultante da luta pela sobrevivência favorece os mais aptos. Os seres mais aptos prevalecem mais tempo, reproduzindo-se mais – reprodução diferencial. O fundo genético da população é alterado de forma a que as características favoráveis prevaleçam de geração em geração. Plantas não vasculares: não apresentam tecidos condutores (movimento da água por osmose e dos sais minerais por difusão) Plantas vasculares: apresentam tecidos condutores Xilema: nele circula a seiva xilémica/bruta. Os seus vasos xilémicos são constituídos por células mortas. As suas paredes laterais apresentam uma substância impermeável, a lenhina. Floema: Transporta a seiva elaborada. Os seus elementos condutores são os tubos crivosos, constituídos por células vivas cujas paredes transversais constituem placas crivosas, providas de orifícios. Apresenta também células de companhia Hipótese da pressão radicular: fenómeno causado pela contínua e ativa acumulação de iões nas células da raiz, que aumenta a concentração de soluto, o que tem como consequência o movimento da água por osmose do solo para o interior da planta. A acumulação de água nos tecidos provoca uma pressão radicular que força a água a subir no xilema. Hipótese da tensão-adesão-coesão: o vapor de água difunde-se dos espaços intercelulares da folha para o exterior, através dos estomas num processo denominado de transpiração. Á medida que o vapor se difunde para fora da folha, mais água evapora das paredes celulares das células do mesófilo. A superfície do filme de água á volta da parede celular encurva e cria uma tensão (pressão negativa). Esta tensão “puxa” a água do xilema. As moléculas de água mantêm-se unidas umas ás outras (coesão) e aderem ás paredes dos vasos (adesão), formando uma coluna contínua e facilitando a subida da água. Esta ascensão cria um défice de água no xilema da raiz fazendo com que novas moléculas de água passem para o xilema levando a uma absorção ao nível da raiz e consequentemente o fluxo de água para o interior da planta. Controlo da transpiração: realizado pelos estomas. Quando a célula se encontra turgida a água exerce pressão sobre a parede celular (pressão de turgescência) provocando a abertura do ostíolo. Já se a pressão de turgescência diminui, por perda de água, o ostíolo fecha não permitindo transpiração. Fatores que variam a pressão de turgescência: intensidade luminosa, concentração de co2, Ph, concentração de iões. Hipótese do Fluxo de Massa (seiva floémica): a glicose elaborada nos orgãos fotossintéticos é convertida em sacarose que passa para o floema por transporte ativo. Á medida que a concentração de sacarose nos tubos crivosos aumenta, a pressão osmótica da solução aumenta ficando superior á das células envolventes. A água movimenta-se das células envolventes para os tubos crivosos, aumentando a pressão de turgescência fazendo com que exista um movimento de regiões de elevada pressão osmótica para regiões de baixa pressão osmótica. A sacarose é então retirada do floema para os recebedores por transporte ativo levando a água, por osmose, de volta para i xilema. A sacarose é transformada novamente em glicose nos recebedores e devidamente utilizada.

fluindo diretamente entre as células. e dirige-se aos pulmões onde é oxigenado. Capilares: paredes muito finas com apenas uma camada de células permitindo as trocas gasosas. Diversidade genética: devido a processos como a fecundação.Fecundação . Circulação incompleta: existe mistura de sangues no ventrículo devido à ausência de um septo.Sistema de transporte aberto: o fluído circulante passa dos vasos para as lacunas. Circulação pulmonar: o sangue venoso sai do coração pelo ventrículo direito. dirige-se a todos os órgãos e regressa venoso pelas veias cavas á aurícula direita. e. Circulação completa: não existe mistura de sangue devido á existência de um septo. já em sangue arterial. na meiose. Os animais possuem baixa taxa metabólica e movimentos lentos. O sangue flui mais lentamente. Circulação simples: no decurso de uma circulação completa o sangue apenas passa umas vez pelo coração. Sistema de transporte fechado: o fluido circulante circula apenas no interior de vasos. Artérias: paredes fortes e elásticas permitindo a dilatação em cada batimento cardíaco Veias: paredes mais finas mas maiores diâmetros. de separação dos cromossomas homólogos á sorte e crossing-over Fecundação – Esporófito – Esporângeos – meiose – esporos – gametófito – gametângios – gametas . passando em cada um destes pelo coração. Circulação sistémica: O sangue arterial sai do coração pela artéria aorta. Regressa á aurícula esquerda pelas veias pulmonares. Permite uma maior capacidade energética. Circulação dupla: o sangue percorre dois circuitos diferentes. pelas artérias pulmonares.