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Índice
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1 Considerações iniciais 2 Por partes
o o o o o o

2.1 Exemplo 1 - Caso do logaritmo 2.2 Exemplo 2 - Caso do arcseno 2.3 Exemplo 3 - Caso do arccosseno 2.4 Exemplo 4 - Caso do arctangente 2.5 Exemplo 5 - Alg !ricas com exponenciais 2." Exemplo " - #ecante com expoente maior $%e 2

3 Por s%!stit%iç&o trigonom tica
o o o o o

3.1 'rans(ormando expressões alg !ricas em trigonom tricas 3.2 A s%!stit%iç&o trigonom trica na integraç&o 3.3 Exemplo ) - #%!stit%iç&o por seno 3.4 Exemplo * - #%!stit%iç&o por secante 3.5 Exemplo + - #%!stit%iç&o por tangente

4 ,%nções racionais com denominadores lineares
o o o

4.1 Conceito da (atoraç&o de (%nções racionais polinomiais 4.2 A simpli(icaç&o de denominadores %sada na integraç&o 4.3 Exemplo 1- - .ecomposiç&o do denominador em (atores lineares

5 ,%nções racionais com denominadores $%adr/ticos
o o

5.1 .ecompondo (%nções racionais em denominadores $%adr/ticos 5.2 Exemplo 11 - .ecomposiç&o de (%nções racionais em denominadores $%adr/ticos e lineares

" Por s%!stit%iç&o 0iper!1lica
o o o

".1 2ntegrais res%ltantes das 0iper!1licas in3ersas ".2 'rans(ormando (%nções alg !ricas em 0i!er!1licas ".3 A s%!stit%iç&o 0i!er!1lica na integraç&o

) ,%nções racionais trigonom tricas
o

).1 4sando as identidades trigonom tricas

).1.1 2-1) Cosseno em (orma alg !rica

ele provê um meio indispensável para análises de cálculos diversos. que consideraremos função primitiva e outra dv que será uma diferencial. teremos mais exemplos neste cap%tulo. vdu -ue ap&s a antidiferencial se torna( . ou seja( d)uv* + udv . esta se torna muito 'til! . pois certas funções são peculiarmente dif%ceis de serem analisadas antes da utili ação de algum artif%cio que permita sua simplificação.Considerações iniciais A integração é um processo que demanda certa habilidade e técnica. o processo consiste em observar a função a ser integrada como sendo uma integral . chamamos de u. quando tomadas técnicas diversas. devemos separar a função em duas partes( uma. porém. faremos a integração da parte dv para encontrar v e depois subtrairemos a integral da mesma com relação a diferncial de u( du! /arece um tanto incomun a princ%pio. ou seja. porém ap&s o hábito no uso da técnica. portanto( A utili ação desta f&rmula para melhorar o processo de integração implica na necessidade de uma breve explanação. além disso o meio de integrar certas funções deve ser exercitado até que sejamos capa es de absorver a sua essência! " problema da integração deve ser visto como uma análise que pode condu ir a resultados algébricos diversos. que concordam.. em resultado numérico! #evido $ necessidade de exerc%cio dessas técnicas que apresentaremos. este é o objetivo deste cap%tulo( tra er ao leitor os processos de integração e as diversas possibilidades de simplificação de funções para a aplicação destes processos! [editar] Por partes A técnica de integração por partes consiste da utili ação do conceito de diferencial inversa aplicado $ f&rmula da regra da diferencial do produto. desta forma. uma &tima maneira de introdu ir o conte'do enquanto a teoria é exposta! A nature a diversa das formas de integrais nos obriga a fa er este estudo a parte.

"u seja. procedendo as operações inversas( depois( u + ln)x* Aplicando $ f&rmula de integração por partes( ."utro fato deve ser explorado( como o processo demanda a integração da diferencial dv nos vem a questão sobre a necessidade de utili ação da constante de antidiferenciação C. a constante é dispensável para o cálculo da integral que resulta em v! [editar] Exemplo 1 .Caso do logaritmo 2tili ação da integração por partes na resolução da integral do logaritmo natural( 1eparamos a diferencial dx e a primitiva ln)x*. portanto façamos a verificação da f&rmula utili ando0a( 1e .

3ambém há os que preferem simplificar mais.Caso do arcseno 2tili ação da integração por partes para encontrar a integral do arcseno( 1eparamos as partes e operamos para encontrar as respectivas inversas( depois( u + arcsen)x* Aplicando $ f&rmula da integração por partes( agora consideremos o seguinte( z + 4 5 x6 . desta forma( 1endo C a constante de antidiferenciação! [editar] Exemplo 2 .

dz + 5 6xdx logo( /ortanto( 1endo C a nossa tradicional constante de antidiferenciação! [editar] Exemplo 3 .Caso do arccosseno 2tili ação da integração por partes para encontrar a integral do arccosseno( 1eparamos as partes e operamos para encontrar as respectivas inversas( depois( u + arccos)x* Aplicando $ f&rmula da integração por partes( .

agora consideremos o seguinte( z + 4 5 x6 dz + 5 6xdx logo( /ortanto( 1endo C a nossa tradicional constante de antidiferenciação! [editar] Exemplo 4 .Caso do arctangente 2tili ando a integração por partes para encontrar a integral do arctangente( 1eparando as partes e operando as inversas( e Aplicamos a f&rmula da integração por partes( .

Algé ricas com exponenciais ./or outro lado( u + 4 . temos C como contante de antidiferenciação! [editar] Exemplo 5 .ste é um exemplo que nos revela uma função claramente divis%vel em duas partes( 8onsiderando as partes( u + x6 du + 6xdx e( v + ex . x6 onde podemos extrair( voltando ao desenvolvimento da integral( /ortanto( 7ovamente.

6ex /ortanto( [editar] Exemplo ! ."ecante com expoente maior #$e 2 2tili ando a integração por partes para resolução da integral de secantes com expoente maior que 6( /odemos fa er( . aplicando a integração por partes mais uma ve ( x6ex 5 6xex . aplicar a integração por partes( .1ubstituindo na f&rmula de integração por partes( " segundo lado desta expressão pode ser novamente simplificado.

c6. conseq9entemente uma função algébrica. teremos uma variável dependente para cada par )variável. em uma função trigonométrica! A possibilidade de lidar com certas funções de forma trigonométrica nos tra a possibilidade de utili ar os artif%cios das identidades para a simplificação dessas funções! [editar] &rans'ormando expressões algé ricas em trigonométricas 3rês funções algébricas têm semelhanças com funções trigonométricas que são notoriamente 'teis para a simplificação de algumas funções. finalmente( 8om C constante! [editar] Por s$ stit$iç%o trigonomética A existência de relações algébricas que nos levam a arcos nos tra a possibilidade de converter uma expressão algébrica.constante* e substituirmos na equação teremos as expressões acima como resultantes.ngulo( a6 + b6 . por exemplo( se fi ermos b + x. se escolhermos um par )variável. elas são( 4! 6! :! 1endo "a" constante! 7ote que as expressões são meramente relações quadráticas que descendem da relação quadrática entre todos os lados de um mesmo tri.constante*.. c + constante)a* e a + y teremos a expressão )6* como resultante )<*! =magine que temos uma nova variável > e que( 1endo( /odemos di er que( .

/ortanto( quando e " exposto acima encontra respaudo no fato de que a expressão é simplesmente a tradução da relação métrica de um tri. considere o fato de que a função função F)x*. substituindo as variáveis e constantes de acordo com a função dada. como segue( ?icheiro(3ransftrig!png 1e fi ermos a comparação entre as funções e o gráfico acima. que pela análise anterior já sabemos que quando fa emos x + asen)>* temos( . então podemos fa er( tem como integral a 2ma ve .ngulo ret. teremos o seguinte( 4! 7a função 6! 7a função :! 7a função " que nos dá as substituições( Express%o "$ stit$iç%o é uma tangente@ é um seno@ é uma secante! [editar] A s$ stit$iç%o trigonométrica na integraç%o Agora.ngulo para definição do cosseno a partir do seno.

então( 3emos que encontrar dx( " que nos revela algo interessante( "u seja( F(θ) = θ + C Aogo( [editar] Exemplo ( ."$ stit$iç%o por seno 1eja a função( trigonométrica( . calculemos a sua integral por substituição ?a endo a transformação de variáveis( A integral será( .

calculemos a sua integral por substituição =ntrodu imos a variável angular >."$ stit$iç%o por secante 1eja a função( trigonométrica( 1e . de forma que( x + :sec)>* e sua diferencial( .F)>* + > 8omo( x + 6sen)>* /ortanto( 1endo C a constante de antidiferenciação! [editar] Exemplo ) .

"$ stit$iç%o por tangente 1eja a função( trigonométrica( 1e . calculemos a sua integral por substituição .dx + :sec)>*tg)>*d> 1ubstituindo na equação anterior( Betornando a função ao dom%nio da variável x( /ortanto( 1endo C a constante de antidiferenciação! [editar] Exemplo * .

=ntrodu imos a variável angular >. de forma que( x + Ctg)>* e sua diferencial( dx + Csec6)>*d> 1ubstituindo na equação anterior( Betornando a função ao dom%nio da variável x( /ortanto( 1endo C a constante de antidiferenciação! [editar] +$nções racionais com denominadores lineares #enominadores de segundo grau ou mais são um pouco mais problemáticos quando queremos definir uma integral. por exemplo( .

podemos simplificá0la desta forma( 8onsiderando as rai es da equação x6 . 6* + 4. B)x . B)x . x 5 6 + E.m todo caso. os seus denominadores Pd. deve ser tratado na algebra avançada! . quando fatorados em partes lineares e quadráticas permitem que possamos escrever a referida função como uma soma( 1eja a função . o teorema é bastante 'til para a simplificação de tais funções! [editar] Conceito da 'atoraç%o de '$nções racionais polinomiais As funções racionais do formato( têm uma caracter%stica bem interessante. então temos que admitir que ao analisar cada rai ( . as rai es permitem( A)x 5 4* . 6* logo.B são calculados fa endo( 4 + A)x 5 4* .1eja a função( D poss%vel demonstrar que a função pode ser fatorada da seguinte forma( "nde A e B são os fatores a serem definidos@ o processo para defin%0los será explicado mais adiante e r4. podemos di er que( "s fatores A.r6 são as rai es da equação formada a partir do denominador quando o igualamos a ero! /orém a demonstração disto está fora do escopo deste livro.

permite uma boa simplificação de integrais com denominadores polinomiais de graus superiores. pode ser substituida por( " que nos permite fa er( 8om C 8onstante! . 6G + 4 então. podemos fa er( [editar] A simpli'icaç%o de denominadores $sada na integraç%o " artif%cio de encontrar componentes lineares para substituir os denominadores. o que limita a nossa capacidade de resolução aos polinHmios biquadráticos! 1em levar em conta este fato. como exposto no t&pico anterior.-uando x + 5 6( AF) 5 6* 5 4G + 4 -uando x + 4( BF)4* . porém ainda depende da determinação das ra% es do polinHmio dos denominadores. podemos simplificar a integral para uma boa parcela de problemas que apresentam estes formatos de expressões! Iejamos o caso anterior( A função( .

. que resulta( Ainda resta uma parte fracionária que podemos decompor usando o método que já vimos neste cap%tulo( As ra% es nos revelam que( x6 . :*)x 5 6* logo podemos fa er( ou 4:x 5 6K + A)x 5 6* .ncontremos a integral( #evemos simplificar a função. :* Analisando os valores da equação quando x se iguala as ra% es( /ara x + 6 ( .-ecomposiç%o do denominador em 'atores lineares 2tili ando a decomposição de funções racionais em funções de denominadores lineares para a simplificação de integrais! 1eja a função( . x 5 J + )x . B)x .[editar] Exemplo 1. para isto podemos efetuar a divisão polinomial.

ticos A segunda categoria de funções racionais $s quais temos que nos aplicar são as que dão origem a denominadores quadráticos! [editar] -ecompondo '$nções racionais em denominadores #$adr./ara x + 5 : ( /odemos concluir que( #esta forma temos a função simplificada( /odemos integrá0la( /ortanto( 1endo C a constante de antidiferenciação! [editar] +$nções racionais com denominadores #$adr.ticos -uando não temos como encontrar as rai es de certos denominadores quadráticos podemos mantê0los e utili ar a seguinte substituição( .

-ecomposiç%o de '$nções racionais em denominadores #$adr." teorema que estabelece esta relação fa parte da álgebra avançada. onde o processo de encontrar os valores para A. para verificar o processo. kE + 6aAx . b* . portanto não entraremos em detalhe neste livro. B é substituir a variável x nesta fa endo0a igual a derivada do denominador. vejamos o pr&ximo exemplo!!! [editar] Exemplo 11 . caso contrário ter%amos( k4x . kE + A)6ax . B 1eparamos cada fator de acordo com o grau da variável. porém faremos uso de suas consequências como forma de simplificação. b* . B + A)6ax . B k4x .B depende das outras partes envolvidas. obtendo( /ara /ara logo( e /orém em funções racionais mais comuns temos que lidar com funções com partes lineares e quadráticas. Ab .ticos e lineares 2tili ando a decomposição de funções racionais com denominadores quadráticos para simplificar o cálculo da integral! 1eja a função( . se houver variáveis de expoente maior que o maior expoente do lado direito devemos proceder uma simplificação efetuando a divisão dos polinHmios. ou seja( Ax . B 7o lado esquerdo da equação acima. como fi emos com a decomposição de denominadores em fatores lineares vista na seção anterior! A melhor maneira de definir a parte Ax .

8alculemos a sua integral indefinida( Antes de tudo façamos a simplificação dos polinHmios. 6B*x6 . A 5 C -uando separamos os fatores para cada variável de expoente correspondente em ambos os lados da equação. temos( Besolvendo o sistema linear temos( . )C 5 6B*x . primeiro faremos a divisão simples do numerador pelo denominador( #a divisão separamos a parte do resto( /rocedendo a decomposição dos fatores( -ue nos permite fa er( x6 . x + )A .

MxM N4 . temos as seguintes integrais( +$nç%o3 -eri2ada3 1ntegral relacionada3 ./odemos escrever a função como( Agora podemos integrá0la( /ortanto( 8om C constante! [editar] Por s$ stit$iç%o /iper 0lica 1e podemos fa er substituições trigonométricas em funções algébricas e existem funções hiperb&licas.MxMO 4 . que podem ser uma valorosa ferramenta para a integração de funções mais complexas! [editar] 1ntegrais res$ltantes das /iper 0licas in2ersas 8omo conseq9ência das derivadas de funções hiperb&licas inversas. por que não utili ar o mesmo método de substituição com funções hiperb&licasL 3emos mais esta possibilidade para simplificar a integração de funções algébricas@ #etalharemos nesta seção as formas de substituição com funções hiperb&licas.

uma ve que as identidades trigonométricas e hiperb&licas são sutilmente distintas.MxMN 4 .m todas as substituições consideramos um tri. trata0se de uma abstração que pode ser comprovada em cálculo avançado..ngulo cujo vértice relacionado ao . as expressões seguem a mesma tendência! . ou seja.ngulo ret. então teremos( . o nosso objetivo aqui é de fornecer as ferramentas necessárias para análises desse tipo! [editar] A s$ stit$iç%o /i er 0lica na integraç%o 8onsidere a função( e que sua integral seja( F)x*.ngulo está em . [editar] &rans'ormando '$nções algé ricas em /i er 0licas A técnica aqui exposta é semelhante $ abordada na seção 3ransformando expressões algébricas em trigonométricas.ngulo > fa parte de uma perspectiva hiperb&lica.ntão vamos ver quais são as correspondentes algébricas para as funções hiperb&licas( 4! 7a função 6! 7a função :! 7a função " que nos dá as substituições( Express%o "$ stit$iç%o é um seno hiperb&lico@ é uma tangente hiperb&lica@ é uma cotangente hiperb&lica! . a diferença básica está nas expressões a serem substitu%das.E OxO4 . o .

sua diferencial é( 1ubstituindo na equação inicial. devido a nature a exponencial das funções hiperb&licas inversas. temos( "u seja( /orém.8oncebemos uma nova variável 4 de forma que( conseq9entemente. ainda podemos transformar esta equação na forma puramente logar%tmica( ?inalmente( [editar] +$nções racionais trigonométricas .

basicamente." problema da integração de funções racionais trigonométrica consiste. mas que ainda demanda um certo trabalho para ser integrada!!! /ortanto concluimos que o processo de substituição de variáveis e diferenciais não ajuda muito! 7esta seção exporemos um método de substituição mais eficiente para estes casos! [editar] 5sando as identidades trigonométricas . é uma função algébrica pura. o que implica na criação de mais um termo a ser incorporado a expressão original! #igamos que tenhamos que integrar a função( Ao adotarmos a linha tradicional de substituições teremos( u + sen)x* e du + cos)x*dx no entanto( u6 + sen6)x* 4 5 u6 + 4 5 sen6)x* cos6)x* + 4 5 u6 logo teremos que integrar( de forma que( -ue. na caracter%stica da complexibili ação progressiva quando estas funções são submetidas $s técnicas convencionais de substituição. pelo menos. no momento que tentamos substituir a expressão original temos que definir sua diferencial.

são elas( • 4! 1eno em forma algébrica 6! 8osseno em forma algébrica Pasicamente são resultantes de um processo de substituição mais bem estruturado. por conseq9ência( cos)6u* + cos6)u* 5 sen6)u* 1e ( ou /or outro lado( .Apresentamos duas identidades que serão muito 'teis para a simplifição de funções racionais trigonométricas. é dedut%vel que( • -emonstraç%o3 8onsiderando a identidade =06 8osseno da soma. temos. para possibilitar a simplificação da integração! [editar] 1-1( Cosseno em 'orma algé rica A identidade relacionada ao Cosseno é apresentada antes da relacionada ao seno pois será 'til para a sua dedução! 8onsidere a seguinte definição( logo.

1ubstituindo na identidade temos( que nos dá( [editar] 1-1) "eno em 'orma algé rica Ainda considerando a definição( também é dedut%vel que( • -emonstraç%o3 #a identidade anterior( #a =04 =dentidade relacional básica( ?a endo as substituições( .

porém para integrar as funções racionais substituindo0as por estas temos que encontrar uma diferencial correspondente para esta nova variável algébrica que criamos! #a definição inicial( #iferenciando( #a identidade =04C Belacionando tangente e secante( de onde concluimos que( .logo( [editar] 1ntegrando 3emos duas funções trigonométricas fundamentais na forma algébrica para substituir as originais na forma trigonométrica.

consulte a tabela de integrais na RiSipédia . temos( ou seja( Não é incrível? !!! F)x* + ln M t M e Qamais poderemos nos esquecer de C.Agora podemos encontrar a integral proposta no in%cio da seção( para . a famigerada constante de antidiferenciação que tanto nos persegue! [editar] &a ela de integrais /ara auxiliar nos cálculos.