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Índice

[esconder] • 1 A integração na prática • 2 Áreas
o o o •

2.1 Sinais 2.2 Calculando as áreas 2.3 Exemplo 1

3 olumes
o o o o o o o o o

3.1 Cur!as rotacionadas 3.2 S"lidos delimitados por uma cur!a 3.3 Exemplo 2 3.# S"lidos delimitados por duas cur!as 3.$ Exemplo 3 3.% Cilindros conc&ntricos 3.' Exemplo # 3.( )*minas paralelas 3.+ Exemplo $

# ,ressão dos l-.uidos
o

#.1 Exemplo %

$ Comprimentos de cur!as
o

$.1 Exemplo '

[editar] A integração na prática
/este cap-tulo 0inali1amos o primeiro li!ro desta s2rie do estudo do Cálculo3 teremos agora a noção da .uase in0inita gama de utili1aç4es .ue podemos 0a1er com a integração3 .ue 2 uma das 0erramentas de estudo alg25rico e num2rico mais 0rut-0eras dentro da matemática3 a integração 0ornece meios de calcular e a!aliar di!ersos pro5lemas complexos. 6as aplicaç4es da integração teremos uma amostra das mais o5!iamente conce5-!eis3 iniciaremos o estudo de áreas em super0-cies planas delimitadas por cur!as3 depois calcularemos !olumes de o57etos cur!os3 determinar a pressão .ue um l-.uido exerce so5re o57etos cur!os nele mergul8ados e poderemos tam52m3 calcular comprimentos de cur!as de0inidas 0or 0unç4es em um grá0ico de coordenadas cartesianas.

ue nos le!a a concluir .ue a mesma pode assumir !alores tanto positi!os como negati!os3 o 0ato de este sinal ser determinante para o processo de somat"rias consecuti!as3 pr"prio da integral de0inida3 de!emos considerar no cálculo a possi5ilidade da diminuição de !alores no caso de 8a!er áreas com !alores negati!os.ue os !alores das áreas nestes inter!alos não se su5traiam3 pro!ocando erro no cálculo. [editar] Calculando as áreas Consideremos o caso da 0unção< =s !alores do seno entre e são positi!os e entre e são negati!os? @sto causa uma situação interessante3 uma !e1 .iemann temos< =5!iamente3 pode ser esta5elecido e pode ser tomado como positi!o se 0i1ermos 3 logo nos resta< >ue 2 ar5itrário pois depende da 0unção 3 o .ue o sinal da 0unção determina o sinal da integral3 ou se7a3 em5ora o m"dulo da integral represente a área delimitada pela cur!a e o eixo das a5scissas3 o seu !alor relati!o pode não expressar apenas !alores positi!os3 o .ue possamos determinar a mel8or maneira de calcular a área3 no caso de áreas delimitadas por duas cur!as podemos determinar a área de cada cur!a em relação ao eixo e !eri0icar o comportamento das cur!as no grá0ico para determinar a 0orma de calcular.ue são importantes para .:ente !eremos como determinar a área delimitada por duas cur!as.uando o5ser!adas no plano cartesiano3 são identicas3 a área das duas de!eria ser o do5ro de uma delas3 entretanto a integral calculada no inter!alo entre e 2 nula? Esta 2 a ra1ão pela .ual.:&ncia direta da de0inição da integral temos a área so5 da cur!a a ser integrada e o eixo das a5scissas 3 se7a a 0unção 3 considerando .ue nos indica . /o caso da 0unção acima3 teremos< So5 di!ersas situaç4es de!emos !eri0icar o comportamento do grá0ico3 para . .ue analisar o sinal da 0unção antes de calcular .ue se7am e!itados erros durante o processo de análise dos !alores.uadradas de área3 delimitadas pela cur!a e o eixo .uer área atra!2s da integração. [editar] Sinais 6a de0inição da integral de . /a seção su5se. Como conse.ual de!emos 0a1er o m"dulo das integrais em cada inte!alo de mudança de sinal3 para .ue as áreas entre a cur!a e o eixo dos dois inter!alos3 .[editar] Áreas 9al!e1 esta se7a a mais "5!ia aplicação para o cálculo de integrais3 mas 0aremos algumas consideraç4es so5re o estudo de áreas so5 cur!as . 6e!emos !eri0icar os inter!alos onde a 0unção se torna negati!a e in!erter o sinal antes de e0etuar a soma de áreas em cada inter!alo3 assegurando assim o correto !alor do total de unidades .ue temos .

ual c8amamos de A< @nicialmente !eri0i. Ao7e podemos o5ter muitos dos !olumes de corpos sinuosos pelo Cálculo3 os m2todos descritos a seguir são os mais 5ásicos para cur!as .ue .ue a teoria do Cálculo 0osse ela5orada os !olumes eram calculados por aproximaç4es.uaç4es3 por2m antes .or 8ora3 os cálculos . Calculemos as integrais< e A área . [editar] Volumes Considerando as di!ersas 0ormas .ue muito poucas t&m 0ormas regulares3 di0icilmente poder-amos encontrar o !olume de um corpo s"lido encontrado comumente na nature1a por meio da geometria euclidiana3 as cur!as são comuns no nosso mundo3 muitas delas podem ser determinadas por e. Condiç4es .[editar] Exemplo 1 Se7am duas 0unç4es< amos calcular a área da região delimitada pelas cur!as entre as suas interseç4es.ueremos encontrar 2< logo< unidades quadradas. . = grá0ico a5aixo representa as 0unç4es e a área .uemos os pontos onde as 0unç4es se encontram3 ou se7a3 os pontos onde < Se Se em am5as as 0unç4es .ue encontramos na nature1a3 podemos !eri0icar .ue possamos ter um processo uni!ersal para o cálculo de áreas desse tipo.ue podem ser determinadas matematicamente3 no decorrer dos pr"ximos !olumes aprenderemos a calcular 0ormas mais complexas.ue a.ue dese7amos calcular3 a .ui serão apresentados 7á 0ornecem uma gama de aplicaç4es 5em ampla no nosso mundo onde a indBstria usa cada !e1 mais cur!as em seus produtos3 o5!iamente .ue nos re!ela o inter!alo entre< e =5!iamente de!emos proceder a su5tração entre a área delimitada pela reta e a área delimitada pela pará5ola3 no caso da reta poder-amos ainda 0a1er a área do tri*ngulo 0ormado pela mesma e o eixo das a5scissas3 por2m 0açamos todo o processo utili1ando integração para .

ue o 8omem geralmente usa m2todos de computação para criar seus produtos 8o7e em dia.ue passa por um ponto do grá0ico 2 um raio de um disco.ue nos possi5ilita !er o .ue c8amados de elips"ide3 um s"lido semel8ante a um Elipsóide o!o de r2ptil.ue pode ser de0inida para o inter!alo .ue o eixo C ser!isse de mastro e girassemos a pará5ola em torno do mesmo3 o ..ue ter-amosD 9er-amos um s"lido 0ormado pelas in0initas l*minas em 0orma de pará5ola.teremos cur!as matematicamente determiná!eis para estes casos3 uma !e1 .ue ten8amos uma cur!a matematicamente determiná!el3 uma pará5ola3 por exemplo3 e ten8amos a área delimitada pela mesma e o eixo x3 se 0i1ermos com ..ual 3 agrupemos pares de !alores nas a5scissas3 de 0orma . [editar] Exemplo ! . = e0eito da rotação de uma elipse pode ser !isuali1ada da mesma 0orma3 o .ue nos permite di1er .ual .ue pretendemos calcular3 portanto podemos 0a1er< =nde temos um !olume de disco para cada ponto da cur!a e a norma pode ser in!ersamente proporcional ao numero n.ue está sendo rotacionada3 ou se7a3 para cada ponto da 0unção teremos um disco de raio determinado pela mesma3 o .ue admitir .uido de uma taça. Em um inter!alo onde 3 no . = e0eito da rotação de uma para5ola pode ser !isuali1ada pelo grá0ico tridimensional3 o . [editar] S lidos delimitados por uma curva = m2todo para cálculo de !olumes delimitados por cur!as rotacionadas3 como expostas acima3 consiste na di!isão do s"lido em discos com raio igual ao !alor da 0unção .ue acompan8am o contorno da cur!a3 !e7amos o desen8o a5aixo< Seção de um sólido 9emos a 0unção !ariando ao longo do eixo x3 o .ueremos calcular o !olume.ue !emos 2 o .ue nos permite 0a1er uma somat"ria de discos .ue uma reta perpendicular ao eixo .ue o !alor m2dio da 0unção se7a . 9omando cada disco com um !olume aproximado de< Considerando . = !olume a ser calculado tam52m pode ser conseguido atra!2s do ECálculoE. Considerando a parte Parabolóide interna preenc8ida teremos um !olume a ser calculado3 o .ue< ou = inter!alo re0ereFse a uma parte do s"lido3 da .ue a precisão do cálculo aumenta . )ogo3 !eri0icamos .ue podemos 0a1er utili1ando o ECálculoE.ue c8amados de para5ol"ide3 um s"lido semel8ante ao recipiente de l-.uando os discos se tornam menos espessos3 temos .ue existe uma norma de partição . [editar] Curvas rotacionadas @maginemos .

Calcular o !olume do s"lido de re!olução criado pela rotação da pará5ola em torno do eixo das a5scissas3 no inter!alo . .ue3 para determinar o s"lido de 0orma regular3 esta5elecemos o seguinte con7unto de regras< 1. Aplicando a 0"rmula anteriormente !ista temos< = !olume 2< unidades cúbicas. [editar] S lidos delimitados por duas curvas Agora podemos de0inir um s"lido EocoE3 ou se7a3 para .ue tomamos no centro do desen8o representa uma 0atia de um disco EocoE.ue ten8amos uma cur!a para cada 0ace.ue um s"lido ten8a uma a5ertura de!emos delimitar uma 0ace externa e outra interna3 o .ara a determinação das duas 0aces considere as duas 0unç4es e sendo . 2.ue nos pede . =5ser!emos a ilustração a seguir< E.ue as duas so0rem rotação3 mantendo o eixo como .lano dos eixosE Consideremos um corte .ue nos permita o5ser!ar uma 0atia do s"lido3 como podemos !er o ret*ngulo . Agora podemos encontrar o !olume ocupado pelo s"lido3 no espaço delimitado pelas duas 0unç4es3 considerando . 3.

Antes de tudo !amos encontrar o ponto de encontro das cur!as3 ou se7a< As cur!as se encontram ..ue de!erá ser su5traido do outro.ue !eremos re0letida no resultado 0inal. Existindo os nBmeros de 0orma .ue< @ne!ita!elmente !emos a correspond&ncia entre os dois casos3 simplesmente 8á uma su5tração de !olumes3 .ue o !olume de um disco de seção do s"lido no inter!alo pode ser determinada como se.5ase de rotação3 con0orme 0i1emos no caso do t"pico anterior com uma 0unção3 a Bnica di0erença 2 . = inter!alo para a espessura do cilindro em H 2. C8amamos de a partição<H 3.uando< 6e!emos encontrar o !olume entre as duas cur!as no inter!alo < >ue nos 0ornece um !olume aproximado de< unidades cúbicas. 6entro de 8á sempre uma su5partição ..ue temos um !olume .ual c8amamos de norma3 identi0incandoFa como< #. .ara de0inir o !olume do cilindro consideremos< 1.ue 2 a maior3 a .ueno segmento do cilindro 2< Somamos todos os segmentos para encontrar o !olume total< .rosseguindo3 0açamos a somat"ria dos !alores das seç4es dentro do inter!alo . Segundo o mesmo racioc-nio da análise anterior3 !eri0icamos . [editar] Cilindros conc#ntricos Agora imaginemos um s"lido cu7o eixo se encontra nas ordenadas3 ou se7a3 para cada ponto da 0unção teremos uma circun0er&ncia3 se traçarmos uma reta at2 o eixo das a5scissas para cada ponto teremos cilindros conc&ntricos ao eixo das ordenadas. .ue H = !olume de um pe.uando as parcelas diminuem in0initesimalmente< Ginalmente encontramos o !olume< ou [editar] Exemplo " Calcular o !olume do s"lido gerado pela rotação das cur!as e em relação ao eixo das a5scissas3 considerando o inter!alo entre e o ponto de encontro das duas cur!as.

ue possamos encontra a área nestes casos 5asta encontrar a integral de0inida da 0unção áreaH sempre .uando temos e .ue 0or poss-!el encontrar uma 0unção cont-nua da área da seção em relação a !ariá!el independente3 poderemos encontrar o !olume do s"lido integrando esta 0unção área.ue .uenos segmentos de um s"lido encontrando o !olume total3 uma 0orma de 0a1er isso 2 utili1ar o secionamento de 0orma a relacionar a área de cada seção I !ariá!el independente3 ou se7a3 se temos seç4es tras!ersais perpendiculares ao eixo da !ariá!el independente e podemos relacionar a área de cada El*minaE ao !alor da !ariá!el3 temos um meio de integrar todas as l*minas e encontrar o !olume do s"lido com uma somat"ria das mesmas.ue temos seç4es dentro do inter!alo 3 onde a maior 2 a norma3 podemos concluir .Se le!armos os su5inter!alos entre os !alores de a nBmeros cada !e1 menores teremos< ou se7a< Como podemos 0a1er< Concluimos .odemos usar a integração por partes e c8egar a< 9emos um !olume aproximado de< unidades cúbicas.ue a somat"ria 2 le!ada3 no limite3 a ser a integral< =u se7a3 para .ual podemos 0a1er a soma de pe. = !olume 2< Jma !e1 . [editar] Exemplo ' . Considerando< área da seção. [editar] %&minas paralelas =s m2todos anteriormente utili1ados para o cálculo de !olumes podem ser englo5ados em um conceito geral3 no .ue< ou [editar] Exemplo $ Encontrar o !olume do s"lido gerado pela rotação da cur!a 3 cu7o eixo de re!olução 2 o eixo das ordenadas3 no inter!alo das a5scissas< 6a 0"rmula do cálculo temos< .

ue o s"lido pode ser de0inido por seç4es trangulares3 perpendiculares ao eixo 3 portanto 0a1emos< .Calcular o !olume do s"lido 0ormado por um cilindro circular reto3 cu7a 5ase tem centro na or-gem dos eixos cartesianos e 2 paralela ao plano dentro de um raio de # unidades3 sendo secionado por um plano .. @n!estigaremos agora uma aplicação da integral para solução deste pro5lema.ue< • A altura do cilindro para cada !alor de 2 igual a da reta determinada pelos pontos .ue nos di1 .uidistante do eixo < .uido3 se o o57eto 2 plano o cálculo dessa pressão e conse. Considere .etiramos as in0ormaç4es do pro5lema proposto3 .ue pertencem ao plano3 uma !e1 .ue ten8amos .ue o plano 2 perpendicular ao plano < logo< .ede0inindo< =u se7a< logo< = !olume 2< unidades cúbicas.ue crescem a medida .ois 8á 0aixas onde o .ue calcular a pressão .ue o !alor de aumenta3 cu7o !alor pode ser o5tido por< 6iante disto podemos !eri0icar .:entemente a 0orça total so5re a super0-cie 2 0ácil de ser calculada3 por2m se o o57eto 2 cur!o e a 0orça se distri5ui ao longo do corpo temos um pro5lema complexo nas mãos. [editar] (ressão dos l)*uidos Esta 2 uma aplicação 5astante interessante.ue um l-. . Agora !amos calcular a integral inde0inida< Se ti!ermos< Su5stituimos< .uido exerce so5re um o57eto imerso em algum l-.ue nos o5riga a aplicar a correção..ue de0ine a reta< • Seç4es do cilindro perpendiculares ao eixo tem 5ases .ue passa pelos pontos e e.

.ue se seguem< • • • • • • F .uido so5re uma super0-cie 0a1emos< ou .ual 7á con8ecemos da matemática de n-!el m2dio.Adotemos as se.ressão super0icialH F GorçaH F ÁreaH F olumeH F AlturaH Então3 da de0inição de G-sica3 a pressão em um l-.ue de0ine a altura se7a e a altura se7a 3 se tomarmos uma partição onde ti!er!os di!ersos dentro de um inter!alo .ascal3 a pressão 2 a mesma em todas as direç4es em algum ponto do l-.uintes nomenclaturas para as de0iniç4es . Ainda temos .ue atua so5re ele 2 igual a presão !olum2trica3 por2m se .uido so5re o mesmo.uisermos sa5er a 0orça exercida pelo l-..ue a largura do o57eto ao longo da lin8a !ertical .ue o corpo 2 uma l*mina mergul8ada !erticalmente e dese7amos o5ter a 0orça total exerc-da pelo l-.uido contido num recipiente de !olume 2< =u se7a3 se o !olume do corpo 0or unitário3 a 0orça .ue3 pelo princ-pio de .ue< logo< K uma 5oa aproximação do !alor da 0orça3 por2m se 0i1ermos com .or2m3 imaginemos .ressão !olum2tricaH F . Consideremos .ue n se7a cada !e1 maior at2 !alores . @ne!ita!elmente !eremos ..ue tendam a in0inito3 podemos 0a1er< ou = .ue nos le!a a< [editar] Exemplo + [editar] Comprimentos de curvas Esta 2 mais uma interessante aplicação das integrais3 com elas podemos calcular o comprimento de cur!as utili1ando uma generali1ação da regra do cálculo da dist*ncia entre dois pontos3 a .uido3 o .ue a 0orça aumenta com a altura e sua somat"ria não será algo con!encional se a área da super0-cie do o57eto 0or cur!a.ue nos le!a a concluir .

ue ten8amos< e .ropomos um -ndice para .Sa5emos .ue ten8amos< e .ara cada su5inter!alo dentro de e Se de0irmos o ponto m2dio para cada su5inter!alo3 como sendo< A dist*ncia entre dois pontos dentro desse su5inter!alo 2< Jma 5oa aproximação do comprimento da cur!a pode ser encontrada 0a1endoF se< 6e0inindo uma norma para a partição no inter!alo3 teremos< logo< .ue a dist*ncia entre dois pontos 2< Se existe uma cur!a entre os pontos e podemos su5di!idir o inter!alo entre os dois pontos de 0orma .