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Manual: É o controle feito de forma transcrita pelo empregado diretamente num livro ou folha individual de presença apropriados para

o registro. É imprescindível que os dados do empregador (nome, CNPJ e endereço e do empregado (nome, cargo, hor!rio de tra"alho contratual, n#mero de registro, período a que se refere o apontamento e espaço para assinatura . $eve o registro transcrito ser fiel ao fato% ou se&a, a &ustiça n'o tolera registro com hora fictícia, pr()assinalada% por e*emplo, empregado que registra ter entrado todos os dias +s ,:-- horas, o que ( impossível na pr!tica. .e&a qual for o modelo adotado, o registro ( pessoal e a assinatura no apontamento mensal deve ser adotada. /lguns tri"unais tem e*igido a assinatura, mesmo no eletr0nico, pois h! entendimento de que sendo possível alterar os dados, ( direito do empregado ter o conhecimento do fechamento, de tal sorte que se a assinatura n'o for lançada ( nulo os registros na folho de apontamento. 1s registros devem ser feitos o"rigatoriamente no hor!rio de entrada e saída. 2encionar no corpo da folha ou cart'o de ponto o hor!rio de intervalo. Nada impede de que o empregado registre todos os movimentos (entrada 3 saída para intervalo 3 retorno do intervalo 3 t(rmino da &ornada

Importante! 1 empregador que possuir at( 4- (de5 empregados, não ( o"rigado a
utili5ar nenhum sistema de controle (C67 art. 89 , por(m n'o ( aconselh!vel adotar esta opç'o, porque na pr!tica o 0nus para o empregador numa eventual reclamaç'o tra"alhista ( alto. / empresa que adotar registros manuais, mec:nicos ou eletr0nicos individuali5ados de controle de hor!rio de tra"alho, contendo a hora de entrada e saída, "em como a pr() assinalaç'o do período de repouso ou alimentaç'o, fica dispensada do uso de quadro hor!rio. / legislaç'o selecionou duas funç;es (C67 art. <= inciso > e >> que passaram a requerem forma diferenciada no seu tratamento, se&a pela impossi"ilidade de registrar ou da autoridade no tra"alho. / fato ( que se o empregador manter em quadro as funç;es de

CONTROLE DE FREQUÊNCIA DE FUNCIONÁRIOS (ponto) Art.74 parágrafo 2o Da CLT. "Para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores será obrigat ria a anota!"o da hora de entrada e de sa#da$ em registro man%al$ mec&nico o% eletr'nico$ conforme instr%!(es a serem e)pedidas pelo *inist+rio do Trabalho$ de,endo ha,er pr+-assinala!"o do per#odo de repo%so." Comentários a respeito do ass nto! .s e)emplos de instr%mentos de controle mais com%ns s"o/ li,ro de ponto$ cart"o de ponto$ folha de ponto$ papeleta de ser,i!os e)ternos e rel gio de ponto. Por+m$ n"o basta s manter esses controles$ + preciso 0%e eles se1am aceitá,eis e eficientes. Para ser eficiente$ + necessário 0%e esse controle se1a reg%larmente assinalado$ sem ras%ras e de,idamente reconhecido com a assinat%ra do empregado. Aceitá,el$ +

74 da CLT.id%alizados de controle de horário de trabalho$ contendo a hora de entrada e de sa#da$ bem como a pr+-assinala!"o do per#odo de repo%so o% alimenta!"o$ fica dispensada do %so de 0%adro de horário" "Parágrafo :nico.a pela 8%sti!a do Trabalho. ".s doc%mentos de compro. 6. .el.%tra forma de irreg%laridade s"o as marca!(es com ras%ras. E"emp#o de Irre$ #aridade! ." Art.emos$ tamb+m$ no parágrafo 2o do Art. QUADRO DE %ORÁRIO DE TRA&AL%O Art.el$ %ma reg%laridade t"o perfeita. Portaria .=66=6>>6 *TP?.a!"o de fre023ncia 0%e apresentam assinala!"o de horários perfeitamente %niformes como/ 45/44 as 62/44 e 64/44 as 65/44$ d"o margens a interpreta!"o de doc%menta!"o for1ada$ pois$ imagina-se ser h%manamente imposs#.is#.o no caso de n"o ser o horário :nico para todos os empregados de %ma mesma se!"o o% t%rma. .<2<$ acima citada$ a legisla!"o poderá dispensar o %so do 0%adro de horário$ . 7eralmente$ essa doc%menta!"o + re1eitada como pro.." Comentários a respeito do ass nto! Como podemos obser.a0%ele ponto assinalado pelo pr prio f%ncionário e e)atamente nos horários de in#cio e t+rmino de cada 1ornada de trabalho.. Logo$ pode-se concl%ir 0%e$ na a%s3ncia de %ma sit%a!"o$ a empresa está obrigada a o%tra.ar no en%nciado do Art. horário de trabalho constará de 0%adro$ organizado conforme modelo e)pedido pelo *inist+rio do Trabalho$ e afi)ado em l%gar . 74$ 0%e a empresa com menos de 64 AdezB empregados está desobrigada de manter controle de fre023ncia. "A empresa 0%e adotar registros man%ais$ mec&nicos o% eletr'nicos indi. 6. @%ando a 1ornada de trabalho for e)ec%tada integralmente fora do estabelecimento do empregador$ o horário de trabalho constará tamb+m de ficha$ papeleta o% registro de ponto$ 0%e ficará em poder do empregado. 9sse 0%adro será discriminati.<2< de 6. da Portaria .

mas tam"(m o dever de lealdade processualH.I=--4)-=. foi previamente determinada pela legislaç'o. concluiu a ministra.'o Paulo. pode configurar m!)f( do empregador. manteve a aplicaç'o de multa por litig:ncia de m!)f( ao "anco pelo 7ri"unal Aegional do 7ra"alho da 4Ba Aegi'o (Campinas).20/07/2006 .)4B)--. caracteri5a a alteraç'o da verdade dos fatos. como pode parecer + primeira vista. do CCdigo de Processo Civil.7 contra a aplicaç'o da multa. devendo ser aplicada multa por litig:ncia de m!)f(. destacou a ministra 2aria Cristina Pedu55i.uperior do 7ra"alho que. H.7 manteve a decis'o do 7ri"unal de Campinas. (AA)4=<. em disson:ncia com o que ficou demonstrado na instruç'o processual.e no curso do contrato de tra"alho o empregador opta por n'o efetuar as marcaç.Folha de ponto que falseia a realidade não serve como prova ( ot!cias "#"$ / produç'o de prova de &ornada de tra"alho que consiste na &untada aos autos de folhas de presença que demonstram &ornada diversa daquela efetivamente prestada pelo tra"alhador. / folha de presença ( documento cu&a força pro"ante. 1 "anco recorreu ao 7. so" a alegaç'o de ofensa ao artigo BD. a iniciativa de levar aos autos tal prova evidencia m!)f(H. que trata dos princípios da legalidade e do respeito + coisa &ulgada.es segundo determina a lei e os fatos concretos. seguindo o voto da ministra 2aria Cristina Pedu55i. as testemunhas apresentadas em &uí5o informaram que as folhas de presença n'o eram assinaladas de forma adequada. >> e EEEF>. de forma que a marcaç'o incorreta ofende n'o sC o princípio gen(rico da "oa)f( nos negCcios &urídicos. mencionada no artigo 48 . ainda que relativa.4 ( continua %%% $ . . 1 7. a &untada das folhas de presença.egundo entendeu o Aegional. HN'o se trata. / decis'o un:nime foi tomada pela 7erceira 7urma do 7ri"unal .P . de mero direito de defesa. No caso dos autos. da Constituiç'o Gederal. >>. relatora do processo movido contra um ?anco do @stado de .

>71.e o depoente pode informar o sal!rio do Lelson Pedro PeriniM =) N) 9) Filhena.es telef0nicas do . mantinha contacto telef0nico ou rece"ia ligaç.e o depoente fa5ia depCsitos ou pagamentos ao . == de setem"ro de =--< /genor Ao"erto C.es% .1N P@$A1 P@A>N> M Caso positiva a resposta.)/IA1 .r.: 4) . ?ar"osa /dvogado 1/? N4.e o $epoente.r. do que se tratavam estas conversaç. L@6. Aond0nia. Lelson Pedro PeriniM . mesmo n'o residindo na cidade de Filhena.A16 $@ JK@.