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Roger Bottini Paranhos

A NOVA ERA
Orientações Espirituais para o Terceiro Milénio
Obra mediúnica orientada pelo espírito Hermes

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Obras do autor:

• A H !T"R A #E $M AN%O Â vida nos mundos invisíveis 2000 • !O& O ! 'NO #E A($)R O Narrações sobre viagens astrais 2001 • A*HENATON A revolução espiritual do antigo gito 2002 • A NOVA ERA !rientações espirituais para o "er#eiro $il%nio 200& • MO !+! ! libertador de 'srael 200& • MO !+! m bus#a da terra prometida 200( • 200) $N VER!A, !MO -R.!T -O

• AT,/NT #A No reino da lu* 200+

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!inopse:
Roger Bottini Paranhos nas#eu em Porto Alegre, #apital do Rio -rande do .ul, onde reside desde 1+/+0 1ormado em Administração de mpresas pela P23 e p4s5graduado em .istemas de 'n6ormação e "elem7ti#a pela 2niversidade 1ederal, trabalha no Ban#o do stado do Rio -rande do .ul #omo analista de sistemas0 8 m%dium desde a in69n#ia, :uando passou a per#eber a presença de espíritos ne#essitados e, posteriormente, de instrutores da spiritualidade :ue o #onvo#aram para o trabalho :ue ora reali*a atrav%s da divulgação das verdades imortais0Atualmente dedi#a5se em espe#ial a missão de promover e divulgar a visão espiritual do ter#eiro mil;nio< o =2niversalismo 3rísti#o>, :ue % ?ustamente o tema #entral de seu livro de mesmo título0

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sobre os mais variados temas :ue intrigam a humanidade neste deli#ado momento de transição para um mundo melhor. o autor disserta #om maestria. 6iloso6ia. harmonia e amor0 m A Nova ra 5 !rientações spirituais para o "er#eiro $il%nio. de pa*. #ultivando o :ue eBiste de mais sublime sob a 6a#e do planeta 5 o Amor :ue 3risto nos ensinou0 E & .Roger Bottini Paranhos A NOVA ERA Orientações Espirituais para o Terceiro Milénio Obra mediúnica orientada pelo espírito Hermes!um0rio No limiar da Nova ra. a eBemplo da #lona5gem e da engenharia gen%ti#a. so#iologia. segundo a 4ti#a do $undo $aior0 ntretanto. renovado. religião. o :ue h7 de mais 6as#inante nesta obra % o seu #ontagiante #onvite para :ue a humanidade ingresse de6initivamente no EparaísoE :ue ser7 a "erra na Nova ra. #onvo#ando5nos a pro6undas re6leBões0 Revivendo e #orroborando as ines:ue#íveis revelações tra*idas C lu* do mundo 6ísi#o por Ramatís ou nos brindando #om instigantes revelações nas diversas 7reas do #onhe#imento #ientí6i#o. a spiritualidade nos presenteia #om mais esta belíssima obra liter7ria de Aermes.n#ia de Deus. em linguagem #lara e a#essível ao leitor atual. o leitor :ue bus#a aprimoramento en#ontrar7 interessantes es#lare#imentos para indagações sobre assuntos atualíssimos nas 7reas da medi#ina. edu#ação. mediunidade e eBist.

!$MAR O Pre67#io de Ramatís Pre67#io de Aermes Palavras do $%dium PrelGdio l A des#rença atual sobre as verdades espirituais 3APH"2I! 2 A in6lu.n#ia dos espíritos no #otidiano dos homens 3APH"2I! @ ! eBílio planet7rio e seu ob?etivo 3APH"2I! & A 6inalidade das doenças no programa de evolução espiritual 3APH"2I! ( A #lonagem e a engenharia gen%ti#a0 3APH"2I! / As trans6ormações religiosas para a Nova ra< A 2nião 3ristiea 3APH"2I! ) A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo e sua atuação em nosso mundo 3APH"2I! F As trans6ormações so#iais para a Nova ra 3APH"2I! + !s ví#ios do #orpo 3APH"2I! 10 !s ví#ios da alma 3APH"2I! 11 A mediunidade na Nova ra 3APH"2I! 12 Deus e a evolução00 3APH"2I! 1@ A edu#ação para o "er#eiro $il%nio0000000 3APH"2I! 1& ! #4digo moral do vangelho de Jesus0 3APH"2I! PHI!-! / F 10 11 12 2@ @@ &( (& /) F0 +( 11& 12+ 1@F 1&+ 1/2 1)( 1F/ 1rases para re6leBão ( .

:ue sempre se desta#ou por sua not7vel sabedoria0 No passado. se?am eBpurgados rumo a um mundo in6erior.n#ias no mundo material< evoluir da animalidade para a angelitudeL / . prossigam no seu programa de evolução em pa* e harmonia0 Dentro em breve. a#essível somente aos seus alunos mais es6orçados. tra*idas ao mundo 6ísi#o por grandes avatares. mas 6undamentais na evolução para o "er#eiro $il%nio0 Assim % esta renovadora obra liter7ria das s6eras . indistintamente0 Portanto. a 6im de não su#umbir diante de tanta viol. os seguidores do 3risto. providen#iando :ue os rebelados #ontra as diretri*es do 3risto. o termo Eherm%ti#oE originou5se de seu nome para designar Eensinamento de di6í#il #ompreensãoE0 Ao?e. para :ue as es#olas planet7rias.n#ia0 ! homem. Aermes agora propõe5se a reali*ar o m%todo inverso< ser o mais #laro possível na eBplanação de temas #ompleBos. tão ridi#ulari*adas pelo homem moderno. #om a proBimidade de um Enovo tempoE. 6eli#idade e harmonia ?amais imaginadas na mais bela utopia humana0 3onvidamos o leitor :ue tem a oportunidade de abrir as p7ginas deste livro a prosseguir #om atenção. a 6im de assimilar em sua totalidade as ben6a*e?as in6ormações :ue serão tra*idas do Alto por nosso irmão Aermes.1re20cio de Ramatís Amados irmãos< Bausta de so6rer a poluição 6ísi#a e espiritual dos rebeldes. serão apenas uma amena adversidade se #omparadas Cs novas di6i#uldades :ue os aguarda0 Assim. os da Ees:uerdaE do 3risto terão de se despedir de6initivamente da "erra e prosseguir reen#arnando num orbe primitivo. a "erra pede tr%gua e eBige a renovação espiritual de sua humanidade. despertando5os para o importante momento vivido pela humanidade terrena0 :ue as in6ormações nela #ontidas possam auBiliar os espíritos en#arnados a #ompreenderem a 6inalidade das diversas eBist. bem #omo os mansos de espírito. por%m. tanto :ue. o #onhe#imento espiritual deve estar ao al#an#e de todos. numa luta interior para resgatarem o espírito de amor e 6raternidade. destruindo impiedosamen5te a nature*a e os seus semelhantes0 Por motivos dessa ordem. es#ravi*ado por suas paiBões in6eriores. utili*ou uma linguagem se#reta em seus ensinamentos. en:uanto estiverem se debatendo no planeta5eB6lio. #om a #lare*a típi#a das #omuni#ações de Aermes. tornou5se o maior predador deste belo planeta. onde o Eranger de dentesE ser7 uma #onstante e as labaredas do in6erno. e en#ontrar7 pa*. ele se dedi#ou a estudos ini#i7ti#osK por esse motivo. os ElobosE. o E?oioE. materiali*adas no mundo 6ísi#o pelas mãos do m%dium Roger Bottini Paranhos0 A#reditamos :ue ela servir7 de Edetonador psí:ui#oE para os leitores.uperiores :ue transmite #onhe#imentos pro6undos e reveladores. a:ueles :ue se #olo#aram C sua direita e representaram o EtrigoE da semeadura do divino Jesus. a humanidade atingir7 um padrão de :ualidade de vida somente narrado nos 6ilmes de 6i#ção #ientí6i#a. perseverança e amor no #oração. ingressarão em um novo est7gio de aprendi*ado espiritual0 Nesse novo período. ou se?a. % :ue os t%#ni#os siderais do Plano spiritual programam os grandes períodos de transição planet7ria.

speramos poder estender os braços aos nossos irmãos no 6inal deste período de transição planet7ria e repetir as palavras de Jesus, inspiradas pelo 3risto, para a:ueles :ue 6i#arem C sua direita< EMinde, benditos de meu PaiK re#ebei #omo herança o reino :ue vos est7 preparado desde a #riação do mundoLE

Ramatís Porto Alegre, 0FN0FN2002

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1re20cio de Hermes

Oueridos irmãos< A Nova ra surge no hori*onte da vida humana assim #omo pro6eti*ou Jesus h7 dois mil anosL 8 #hegado o momento da -rande "ransição, e os trabalhadores do 3risto pre#isam estar preparados para melhor viven#iar este importante momento da hist4ria da humanidade e auBiliar a:ueles :ue ainda va#ilam, mas possuem #han#es de integrarem5se ao -rande Pro?eto de Redenção spiritual da "erra0 sta obra mediGni#a % um antigo pro?eto :ue aguardava o momento propí#io para ser entregue Cs mãos da:ueles :ue peregrinam na vida 6ísi#a e ne#essitam de um 6arol para #ondu*i5los Cs Merdades ternas do "er#eiro $il%nio0 Ap4s o trabalho preparat4rio reali*ado por Ramatís, em meados do s%#ulo passado, #hega a nossa ve* de dar prosseguimento ao programa de Iu* dos planos superiores ?unto #om os demais irmãos da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo, abordando o prin#ipal tema do momento< a transição para a Nova ra0 'ni#iamos nosso pro?eto #om o livro EA Aist4ria de um An?oE, :ue narra #om leve*a e graça a import9n#ia da união das religiões para a integração e irmanação dos homens na "erra0 m uma segunda etapa, trouBemos C lu* da mat%ria o trabalho E.ob o .igno de A:u7rio 5 Narrações sobre Miagens AstraisE, :ue visa a mostrar aos en#arnados as perspe#tivas dos pro?etos da Alta spiritualidade em diversas 7reas, tanto para ven#er o mal #omo para promover o bem, no atual momento em :ue vivemos0 m nosso ter#eiro trabalho, EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE, demonstramos #omo os grandes pro?etos de trans6ormação espiritual da humanidade são #ompleBos e de di6í#il implantação no mundo 6ísi#o, desde os prim4rdios da atual #ivili*ação terrena0 speramos agora poder remover o Ev%u de ísisE :ue en#obre as Merdades spirituais o#ultas ao homem #omum e elu#idar aspe#tos 6undamentais do momento por :ue passa a humanidade terrena, estendendo aos amigos esta obra :ue plane?amos #om amor e idealismo 3rísti#o0 Não temos a pretensão de ser os donos da verdade, mesmo por:ue ela % adapt7vel aos diversos est7gios de evolução, mas a#reditamos :ue a ess;n#ia de nossas palavras re6lete a Montade Divina neste período de transição planet7ria0 !s :ueridos amigos en#ontrarão a:ui #on#eitos sobre diversos temas :ue t;m por ob?etivo 6ormar o homem do "er#eiro $il%nio, o Ehomem integralE, sintoni*ando5o #om o seu E u .uperiorE, para :ue ele 6i:ue #iente de :uem %, de onde veio e para onde deve seguir em bus#a de evolução espiritual0 Abordamos temas atuais :ue di*em respeito ao período de trans6ormação da humanidade para a Nova ra, pois nosso ob?etivo % libertar os espíritos en#arnados dos paradigmas :ue os limitam Cs #renças do passado, :ue 6oram Gteis ao seu tempo, mas :ue ho?e em dia tornaram5se um perigoso empe#ilho para o progresso espiritual da #ivili*ação terrena0

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8 hora de o homem #ompreender :ue o est7gio do amor e das virtudes #ristãs, transmitido C humanidade por Jesus, est7 por en#errar5se, não havendo mais tempo para adiar a ne#ess7ria trans6ormação espiritual voltada para esses sublimes #on#eitos0 m breves d%#adas estaremos ingressando de6initivamente na Nova ra, onde novas metas dire#ionadas ao progresso espiritual e humano deverão ser #on:uistadas0 nesse novo #i#lo de #res#imento espiritual somente os Eeleitos do 3ristoE terão lugar no ban:uete de Iu* e 6eli#idade prometido pelo -rande $estre em sua ines:ue#ível passagem pelo mundo dos homens0 Iembremos, portanto, o amor7vel alerta de Jesus<EBem5aventu5rados os mansos e puros de #oração, pois estes herdarão a "erraLE Aermes Porto Alegre, 1(N0FN20020

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gostaria de 6a*er alguns es#lare#imentos e agrade#imentos0 m primeiro lugar. para #ontatarem5se #om a Mida $aior0 8 6undamental agrade#er ainda ao trabalho abnegado.n#ia m%di#a da Nova ra #ausou5me um total desgaste mental0 não 6oram pou#as as o#asiões em :ue en#errei as atividades #ompletamente eBausto e re#eoso em relação ao resultado de minha limitada #apa#idade mediGni#a0 Portanto. algumas ve*es esse Emaravilhoso mundo novoE da #i. #omo o#orreu no #apítulo EA #lonagem e a engenharia gen%ti#aE0 Por trabalhar na 7rea de in6orm7ti#a e ser graduado em Administração de mpresas. ster -4es. em espírito. 6oi muito di6í#il #aptar as in6ormações :ue o nobre mentor espiritual tentou repassar5me0 ra possível. dois aut. @0N10N2002 10 .n#ia da bela mensagem trans6ormadora de Aermes0 m segundo lugar. gostaria de agrade#er C minha esposa. por seu desprendimento e pela #ompreensão da grande*a deste trabalho de #omuni#ação interplanos0 Rs ve*es. peço des#ulpas pelos erros :ue porventura eBistirem no teBto. e soli#ito :ue #on#entrem5se na ess. nestes ?ovens. o nosso maior in#entivo para vivermos neste mundo ainda tão distan#iado da realidade espiritualL Roger Bottini Paranhos Porto Alegre. pela atenção ini#ialL speramos :ue a leitura destas p7ginas estimule5os a uma pro6unda re6leBão interior0 is a nossa 6%. :uero en6ati*ar :ue os e:uívo#os de :uais:uer nature*as #ontidos nesta obra são de minha inteira responsabilidade0 m alguns momentos. o nosso ideal. respons7vel e dis#iplinado dos amigos dilson $ar:ues e "iago DS!liveira :ue.1ala3ras do Médium Pre*ados leitores< Antes de prosseguirmos nesta renovadora viagem a um mundo novo Q o mundo da Nova ra Q.nti#os eBemplos de :ue a "erra realmente est7 ingressando em uma Nova ra de nobres valores espirituais0 !brigado. o problema 6oi a minha 6alta de #onhe#imento em 7reas #ientí6i#as. não % 67#il entender e a#eitar as ins4litas atividades dos m%diuns. :ue se ausentam. sentir o seu es6orço eBtraordin7rio para 6a*er5me #onverter para a linguagem humana as in6ormações trans#endentais :ue ele 6iltrava do Plano spiritual para nos iluminar0 m outros momentos. in#lusive. de 6orma in#ans7vel. amigos leitores. por longas horas. auBiliaram na elaboração das perguntas para :ue esta obra #hegasse o mais per6eita possível Cs mãos dos leitores0 is.

1relúdio E! spiritismo. se novas des#obertas lhe demonstrarem :ue estava no erro sobre um ponto. modi6l#ar5se57 sobre esse pontoK se uma nova verdade se revela. 11 . não ser7 ?amais ultrapassado. por:ue. #aminhando #om o progresso. A Génese. ele a a#eita0E Allan Tarde#.

tr76i#o de drogas e todas as 6ormas de viol. despre*arão essa massiva #arga de in6ormações medío#res :ue re#ebem atualmente e darão atenção somente C programação instrutiva0 !s meios de #omuni#ação. a despeito disso. estiveram presentes. a situa +o # ainda pior* . #ontinuam #ultivando os seus ví#ios de #onduta e despre*ando a oportunidade dada pelo Pai0 m meio C transição planet7ria rumo C Nova ra. eBtravasam todo o seu 4dio. assim. e viverão por algumas d%#adas. :ue Eemburre5#emE a população. enquanto as comunica !es espirituais nos informam que o homem do Terceiro "il#nio evoluir$ e se tornar$ mais espirituali%ado& HERME!: 4 'sso % algo normalL Devemos lembrar :ue ainda % pe:ueno o nGmero de EeleitosE na 6a#e do planeta. sempre em bus#a de audi. presos ao #orpo 6ísi#o. aprender7 a estabele#er um #ontato regular e dis#iplinado #om o $undo spiritual0 !s meios de #omuni#ação abandonarão o #ultivo de programas de baiBo nível #ultural. ao mesmo tempo. ainda vivem. espíritos #om graves distGrbios oriundos de s%#ulos de en#arnações voltadas para o mal e egoísmo0 $as. almas sedentas na bus#a pela evolução. estupros.n#ia. na atual hist4ria da humanidade terrena. tantos espíritos en#arnados #om baiBa vibração0 Na d%#ada de /0 do s%#ulo passado havia em torno de +( por #ento de espíritos #om grande atraso espiritual para o padrão terreno0 PERGUNTA:4 "as nos parece que atualmente. despertar o homem desta Nova ra de pa* e amor para as Merdades 'mortais0 isso a#onte5 #er7 naturalmente. pois a grande maioria dos en#arnados % #omposta de espíritos endividados para #om a Iei de DeusK portanto.n#ia #ontra os seus semelhantes0 !bservamos a presença desses espíritos tamb%m nos #rimes de E#olarinho bran#oE. pois os eleitos. 6a*endo #om :ue a #oletividade se volte para a #omunhão #om o Plano spiritual .l A descrença atual sobre as 3erdades espirituais PERGUNTA: 4 Por que o homem se torna.n#ia para o mal0 A#entuam. a cada dia. ran#or e tend. prati#ando se:uestros. :ue indiretamente pre?udi#am a vida de milhares de pessoas0 !s grandes pro6etas de Deus atestaram :ue :uando #hegasse U dia do E?uí*o 6inalE haveria grande desordem e uma 12 . mas % nesse período :ue tamb%m estão peregrinando pela vida 6ísi#a espíritos #om grave in#linação para o mal0 Alguns deles passaram s%#ulos em sintonia #om os sentimentos anti#ristãos nas *onas de trevas do $undo spiritual0 Ao?e. atenderão #ertamente ao novo anseio popular0 PERGUNTA: 4 'e (em entendemos. a imagem de dese:uilíbrio espiritual e de #aos so#ial.omo e)plicar isso& HERME!: Q J7 estamos vivendo um período onde estão reen#arnando espíritos eleitos para promover a trans6ormação para a Nova ra. #omposta de espíritos seletos. para. então.uperior0 A nova humanidade. mais ateu ou cultiva um espírito religioso superficial. a falta de f# e espírito religioso # fruto do (ai)o nível espiritual das almas atualmente encarnadas em nosso mundo* HERME!: 4 BatamenteL Nun#a. assassinatos. esse #en7rio ser7 alterado gradualmente. #om o passar dos anos. no início do s#culo vinte e um. ainda não #on:uistaram o ingresso para a "erra do "er#eiro $il%nio0 .

desperta os sentidos espirituais :ue estão latentes no homem.oncordaste antes que a falta de f# e espírito religioso demonstra o (ai)o padr+o espiritual da humanidade* "as os ateus. vingativo e at% mesmo ignorante. teria ingressado na atual era dos #omputadores ?7 no ano @00 da ra 3ristã0 PERGUNTA: 3 .#ompleta inversão dos valores0 les ?7 previam a atual situação. que parece e)plicar tudo por meio de argumentos e)clusivamente materialistas& HERME!: 4 A eBtinta Atl9ntida possuía #onhe#imentos superiores aos da atual humanidade e assim mesmo #ultuava um avançado espírito religioso0 !s atlantes não separavam o espiritual do material. condenadas por atos de heresia durante a /dade "#dia.n#ias.omo compreender que a cren a espiritual pode alavancar a ci4ncia e o crescimento tecnol2gico e intelectual da humanidade& HERME!: 4 A verdadeira #rença em Deus. e não para as guerras 6ratri#idas e para o #ultivo de sua vaidade. 6a*endo 1@ . seria um e)emplo disso que afirmas01 HERME!: 4 stais per6eitamente #ertosL Ap4s a desilusão de se verem vítimas da intransig.ão espíritos #om boas tend. n+o seriam espíritos com uma gradua +o superior& HERME!: Q . esses espíritos bem5inten#ionados se rebelaram #ontra o 3riador. mas ainda pre#isam interligar5se Cs 6orças superiores :ue regem o 2niverso0 No 6undo. es#lare#emos :ue se o homem tivesse voltado as suas 6orças para o bem.n#ia divina. por:ue Deus sempre d7 uma Gltima #han#e at% mesmo aos mais rebeldes0 PERGUNTA: 4 . pois não #onseguiram #ompreender :ue os atos da:ueles :ue se intitulavam representantes de Deus na "erra nem sempre espelhavam a Merdade Divina0 PERGUNTA: 4 E a falta de espiritualidade n+o seria causada pelo e)cesso de avan o tecnol2gico e científico. que promovem a !es comunit$rias e lutam por uma sociedade mais humana e mais -usta. onde muitas ve*es 6oram vítimas de religiosos mal5inten#ionados0 PERGUNTA: 4 . caso de pessoas que foram queimadas nas fogueiras da /nquisi +o. eles ?7 pressentem essa in6lu. assim #omo atualmente vemos entre os homens0 "alve* aí este?a o motivo de a humanidade do atual #i#lo evolutivo ainda ser tão atrasada e ter ne#essitado de :uase dois mil%nios para ingressar na atual era dos #omputadores0 ! avanço :ue obtiveram % #on:uistado em menos de #in#o s%#ulos por so#iedades voltadas para o #onhe#imento espiritual0 PERGUNTA: 4 Pelas tuas palavras concluímos que se o homem tivesse se dedicado a uma sincera (usca pelo crescimento espiritual teria conquistado o atual est$gio cientifico e tecnol2gico h$ s#culos. mas a renegam por #ausa de traumas em en#arnações anteriores. :ue liberta de dogmas religiosos e do #on6ormismo 6atalista. mas ainda não despertaram para a 6orça trans6ormadora da 6% no $undo 'nvisível0 stes irmãos al#ançarão provavelmente o est7gio espiritual esperado para a Nova ra.n#ia de um deus #ruel. n+o # isso& HERME!: 4 J7 elu#idamos essa :uestão em nosso trabalho anterior< EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE0 Ali.

% ne#ess7rio. mas tenta voar #om sapatos de #humbo0 PERGUNTA: 4 Pelo que entendemos.omo e)plicar isso a partir das considera !es anteriores& HERME!: 4 3ada 6ilho de Deus possui sua missão no plano 6ísi#o0 Aos monges #abe despertar na humanidade o espírito de religiosidade e de amor ao pr4Bimo0 Al%m do mais.n#ias invisíveis aos seus olhos 6ísi#os0 Portanto. en:uanto o #orpo teima em #on#entrar5se inutilmente0 PERGUNTA: 4 Os monges ti(etanos.omo o homem deve espirituali%ar5se& . o homem deve preocupar5se mais em meditar so(re suas a !es do dia5a5dia e pelo rumo que est$ dando a sua vida. #abe aliar a bus#a in#essante por des#obertas em sua 7rea C #rença na vida 1& . por e)emplo. meditam e oram com fervor e equilí(rio e n+o vemos grandes desco(ertas científicas saindo dos monast#rios* . do que orar* Estamos certos& HERME!: 4 ! homem vive atualmente um período de elevada E#onturbação astralE0 . não seriam eles :uem deveriam reali*ar a tare6a dos #ientistas0 ! E6o#oE dos monges % o trabalho de edi6i#ação religiosaK ?7 aos homens :ue se dedi#am C #i.n#ias negativas :ue o #humbam ao solo em sua batalha rumo aos pín#aros da reali*ação espiritual0 Depois de estar e:uilibrado.(servamos a devo +o de parte da popula +o que se empenha em crer em santos.#om :ue ele en#ontre as respostas :ue bus#a não s4 dentro de si. e observasse :uantos s%#ulos a atual humanidade terrena demo5 rou para desvendar os mist%rios da energia el%tri#a.enhor do 2niverso0 Podemos a6irmar :ue #aso surgisse um ser de um outro planeta na "erra. meditar. 6i#aria espantado #om o vosso atraso0 Ainda eBistem outras 6ormas de energias. religi!es e at# mesmo dedica as suas vidas a isso. sem realmente interiori*ar5se na bus#a pela sabedoria espiritual0 8 tempo de o homem des#o5 brir :ue #rer em santos ou re*ar um terço não % su6i#iente para a sua as#ese espiritual0 8 ne#ess7rio o despertamento para a bus#a do bem e do #res#imento em todos os #aminhos :ue nos levam C evolução0 Atender a rituais religiosos de 6orma me#9ni#a e o#asional apenas redu* os impulsos negativos e o #ultivo de ví#ios. re6letir. pois a:uele :ue ora em dese:uilíbrio termina por dormir. :ue somente serão des#obertas :uando os homens passarem a ver as #oisas de maneira mais espirituali*ada0 PERGUNTA: 4 . em meio Cs pesadas #orrentes negativas :ue transitam atualmente pela "erra. invisíveis C realidade material.ão raras as pessoas :ue #onseguem entrar em um estado de e:uilíbrio e harmonia para um bom #ontato #om o $undo $aior0 Para obter esse estado de sintonia. mas tamb%m no #ontato #om intelig. mas n+o apresenta os avan os que foram citados anteriormente* HERME!: 4 'sso o#orre por:ue as pessoas se dedi#am apenas a rituais religiosos. porta5se #omo uma ave :ue alme?a o #%u.4 assim o homem libertar5se57 das in6lu. eles 6a*em parte dos grupos respons7veis pelo pro#esso de geração de energias positivas para a higieni*ação do planeta0 Iogo. aí sim poder7 orar #om produtividade. então.n#ia. sempre egoísta e eB#lusivista. mas não orienta o homem para a Iu*0 A:uele :ue se dedi#a a espirituali*ar5se apenas em reuniões semanais. bus#ar o aper6eiçoamento por meio da auto5an7lise0 . e no #otidiano entrega5 se a uma vida me#9ni#a e es#ravi*ada C maneira de pensar da mídia e da so#iedade atual. passa horas #om a mente vagando por outros assuntos. o homem :ue assim pro#ede ad:uire #onhe#imento rapidamente por:ue #onsegue a#essar de 6orma #on6l7vel o :ue 6oi #riado pelo . habituado a #ultivar o #ontato espiritual. ou. antes de tudo.

pou#o depois. :ue se apresenta somente #omo um obst7#ulo C evolução. crer que a forma como as religi!es nos ensinam a orar # equivocada. os rituais me#9ni#os nas #erim4nias religiosas.uprema. assim #omo a humanidade. administrado por um velhinho de barba longa e bran#aK ou. C medida :ue seus adeptos 6orem evoluindo0 As religiões :ue #ultuarem insistentemente o tradi#ionalismo. e não preso Cs limitadas 6ormas 6ísi#as0 Dessa 6orma.s homens n+o seriam mais religiosos se tivessem provas incontest$veis da realidade espiritual& HERME!: 4 As provas sempre se 6i*eram presentes na hist4ria da humanidade0 A:ueles :ue tiveram Eolhos para verE. o homem ?7 ini#ia a sua #aminhada rumo a uma nova #ompreensão. onde o #%u e o in6erno estão no mesmo lo#al< dentro de nossos #orações. mas pou#os 6oram os :ue dedi#aram seu tempo a apro6undar esse tema e estud75lo0 Re#entemente. deiBarão de eBistir gradualmente. no de#orrer deste trabalho0 PERGUNTA: 4 A descren a atual dos homens n+o seria fruto de a realidade espiritual ser pouco palp$vel& . então. essas #omprovações 6oram 1( . #ertamente perderão adeptos e a presença no #en7rio religioso do mundo0 m resumo< as religiões não são e:uivo#adas em sua 6orma de manter #ontato #om o Reino $aiorK elas são apenas vítimas da estagnação no pro#esso evolutivo. #om uma planilha de #ontrole de nossas boas e m7s ações0 Ao?e.eu verdadeiro aspe#to< a $ente . devem evoluir0 A mentalidade humana avança #om o passar dos s%#ulos e ho?e ?7 se torna absurda aos ini#iados a tese de um EReino dos 3%usE sobre as nuvens.omente as religiões :ue se renovarem ou se unirem #om suas a6ins sobreviverão no "er#eiro $il%nio. ent+o. . at% :ue se #on#lua a inevit7vel união de todas as religiões0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er mais so(re essa uni+o das religi!es* Poderias nos esclarecer& HERME!: 4 Pre6erimos abordar esse tema em #apítulo C parte. podemos #itar< ENão :uero saber #omo Deus #riou o mundo0 . pois # repleta de rituais que tornam mec6nico e mon2tono o contato com 7eus& HERME!: 4 As religiões. ampliam e #omeçam a ver #om outros olhos as suas des#obertas #ientí6i#as0 2m eBemplo do :ue a6irmamos 6oi a 6orma de pensar do maior entre os #ientistas do s%#ulo vinte.4 :uero #ompreender os seus pensamentosE e EA #i. #omo nos disse Jesus. a Doutrina spírita o6ere#eu de*enas de #omprovações in#ontest7veis sobre a realidade espiritual por interm%dio de 3hi#o VavierK in#lusive #om demonstrações em programas de televisão0 $as.imortal. nas portas do paraíso. #ausada por seus pr4prios seguidores0 A vida % #onstante evolução0 :uem luta #ontra isso termina 6adado ao desapare#imento0 . onipresente em todo o 2niverso. mas a #i. 6a*endo #om :ue #ompreendamos :ue o nosso estado de espírito nos en:uadrar7 em diversas dimensões di6erentes no Plano spiritual0 Deus ?7 passa a ser #ompreendido em . podemos #rer :ue as orações repetitivas. pro#urando enBergar al%m dos seus limitados sentidos 6ísi#os0 Ouando os #ientistas #ompreendem :ue somente Deus poderia ter ar:ui5tetado o 2niverso. viramL !s homens tiveram v7rias #omprovações. Albert instein0 ntre os pensamentos 6ilos46i#os :ue demonstram sua pro6unda re6leBão espiritual.n#ia pura nos aproBima do 3riador0E PERGUNTA: 4 Podemos.ão Pedro.n#ia #omum nos a6asta de Deus.

n#ia e a #apa#idade de de6ender teses #om base na observação #onstituem algo inerente e passível de ser al#ançado por todos os seres humanos. lendo estas tuas palavras. afirmar+o que # normal a pessoa ter alucina !es ap2s a perda de um parente pr2)imo e que isso # de f$cil e)plica +o.n#ia o#ulta dos espíritos na vida humana e o leitor poder7 #onstatar :ue a presença dos espíritos em nossa rotina di7ria % mais #onstante do :ue se pode imaginar0 ! :ue o#orre % uma total 6alta de sintonia dos en#arnados para per#eber essa presença. segundo as teses materialistas. #omo dos perturbados0 ! :ue os materialistas entendem por alu#inação. analisando5se o trauma emocional vivido* . a mensagem de #unho 6ilos46i#o5espiritual 6oi despre*ada por muitos. a:ueles :ue estão distan#iados da #rença na vida espiritual não deiBam de ra#io#inar e de6ender o :ue pensam0 1/ . terminam por #ausar realmente um distGrbio mental. #omprometendo de6initivamente a saGde do pa#iente0 $as. trata5se muitas ve*es de um E6lashE da dimensão espiritual. vida e fa% relatos so(re a vida espiritual. mas ele % :uem deve entrar em sintoma #om essa realidade 6a#ilmente visível aos olhos de :uem se dispõe a isso0 Repetimos as palavras de Jesus< EA:uele :ue tiver olhos para ver. :ue permite ao en#arnado :ue não possui a 6a#uldade mediGni#a desenvolvida ver. não negamos a possibilidade de :ue o#orram. tradi#ionalmente usada nesses #asos. para sentir5se e6etivamente a realidade espiritual0 Não % o $undo spiritual :ue deve apresentar5se ao homem. e o #on6lito psí:ui#o. em que o paciente retorna . alguns #asos de alu#inação. tanto de espíritos iluminados. que tens a di%er a respeito disso& HERME!: 4 A intelig. ver7LE PERGUNTA: 4 9aver$ aqueles que. mais preo#upados #om seus interesses imediatistas. basta apenas uma sin#era aproBimação #om Deus. nada mais s+o que impress!es causadas ao c#re(ro pelo impacto da disfun +o org6nica* . :ue detiveram mais a sua atenção no 6en4meno paranormal das #omuni#ações mediGni#as0 is um #omportamento típi#o de espíritos no est7gio de evolução em :ue se en#ontra a humanidade terrena0 PERGUNTA: 4 Algumas pessoas alegam que seria necess$ria uma comprova +o 8mais real8 da e)ist4ncia da vida espiritual* . ouvir e sentir a presença dos irmãos libertos da mat%ria0 A grande maioria dos lou#os internados nos hospí#ios são #riaturas :ue tiveram #ontatos mediGni#os in#ontrol7veis e não 6oram ade:uadamente tratados e es#lare#idos a esse respeito0 A medi#ação pesada.es:ue#idas em virtude da 6alta de perseverança dos homens. termina sendo in6luen#iada pela sua pr4pria imaginação0 PERGUNTA: 4 9o-e em dia ainda # grande o n:mero de pesquisadores que afirmam sermos apenas mat#ria. por eBemploK o#asiões em :ue essas pessoas ouvem vo*es do Al%m e sentem em seus #orações a EpresençaE de 6orças invisíveis0 Portanto. no 6inal de suas transit4rias vidas 6ísi#as0 Al%m do mais. tanto espirituali*ados #omo arraigados ao mais doentio materialismo0 Iogo. em :ue a pessoa. mesmo assim. :ue se des6a*em na poeira. que podes di%er a respeito& HERME!: 4 No #apítulo seguinte estudaremos a in6lu. por meio da oração 6ervorosa e dis#iplinada. ou se-a: que o homem n+o possui alma* Alguns especulam inclusive que as e)peri4ncias de 8quase morte8. impressionada por alguma situação espe#í6i#a. que achas disso& HERME!: 4 A di6i#uldade :ue algumas pessoas possuem em sentir a presença da vida espiritual % diretamente propor#ional a sua 6alta de 6% e interesse na Mida $aior0 2ma prova disso est7 nos momentos di6í#eis. o#asionalmente. na perda de algum ente :uerido.

tornando5se impossível :ue pressinta. por serem as Gni#as :ue #onseguem #ompreender #omo #ertas dentro de seu restrito universo0 3omo dissemos na resposta anterior< :uanto mais #%ti#o 6or o homem. demonstramos # pio a:uele povo possuía um #onhe#imento :ue espantaria o homem moderno. assim #omo um motorista ne#essila da #abine de #omando de um veí#ulo para #ondu*i5lo pelas rodovias do mundo0 PERGUNTA: 4 'a(emos que atualmente e)istem pesquisadores que tra(alham em um processo inverso do ha(itual* Eles partem de princípios religiosos milenares em dire +o . mais distan#iado ele estar7 da realidade espiritual.n#ia moderna #omo ignorantes e primitivos. esses estudiosos. :ue ho?e em dia ?7 4 respeitada no meio m%di#o. a eBemplo da t%#ni#a milenar da aoupuntura0 PERGUNTA: 3 A atual humanidade encarnada ainda # escrava de seus vícios de conduta* Raros s+o aqueles que n+o se dei)am influenciar pelo padr+o de comportamento 1) . e mais re#entemente na . #ivili*ação :ue ante#edeu aos babil4nios. a#abam por blo:uear suas mentes para uma visão mais ampla0 ssa pr7ti#a termina orientando seus estudos eB#lusivamente dentro dos paradigmas da visão materialista C :ual se es#ravi*am0 'n#lusive ata#am todas as 6ormas de medi#ina alternativa. da física. a#usando5as de possuírem tão5somente o 6amigerado Ee6eito pla#eboE. ci4ncia moderna* Nesse conte)to.3ertamente eBistem #%ti#os #om grande #apa#idade intele#tual e o :ue estes 6a*em % apenas de6ender suas teses. e a des#rença espiritual da atual humanidade embotou a visão dos en#arnados :ue #omeçaram a avaliar o mundo ao seu redor tão5somente por meio dos sentidos 6ísi#os0 Na IemGria. herança do povo atlante. % importante lembrar o antigo #onhe#imento da medi#ina oriental.um%ria. :ue ainda s4 sabe al#ançar o progresso por meio de energias poluentes e pre?udi#iais ao meio ambiente0 Alem do mais. da astronomia etc*Epara isso eles tomam por (ase te)tos com mais de tr4s mil anos de e)ist4ncia* 'er$ que o conhecimento da humanidade regrediu ou trata5se de mais uma consequ4ncia da descren a nos valores espirituais& HERME!: 4 As duas indagações re#eberão uma resposta a6irmativa0 A humanidade regrediu em ra*ão da mudança do per6il espiritual dos en#arnados durante o trans#orrer dos mil%nios. a realidade imortal0 . prin#ipalmente a #hinesa. #omo na Atl9ntida.omente os :ue bus#am Ea 6a#e de DeusE a en#ontrarão0 sta % uma lei natural da evolução a :ue todos estamos submetidos0 Portanto. por meio da medicina. terminam encontrando as respostas que a ci4ncia nos d$ ho-e. em :ue blo#os de duas toneladas 6oram erguidos ao lopo da:uelas magní6i#as #onstruções0 No livro EAPhenaton A Revolução spiritual do Antigo gitoE. tivemos importantes avanços #ientí6i#os utili*ando5se m%todos pou#o a#eit7veis pelos #ientistas atuais0 !s povos antigos são vistos pela #i. dentro desse estado de espírito. sempre voltados para a #rença eB#lusiva de :ue viemos do p4 e ao p4 retornaremos. mas ainda ho?e assombram a humanidade atual #om suas t%#ni#as nos diversos #ampos do #onhe5 #imento humano0 Alguns #ientistas ?7 per#eberam isso0 3omo bom eBemplo temos o #onhe#imento te#nol4gi#o utili*ado pelos rgíp#ios para a #onstrução das pir9mides de -i*e. e nenhum e6eito medi#inal0 les en#ontram resposta para tudo dentro do #ompli#ado me#anismo das #omuni#ações neuroniais no #%rebro 6ísi#o0 $al sabem eles :ue a mente nada mais % do :ue um #ondutor da vontade e do sistema 6isiol4gi#o do espírito imortal :ue d7 vida e dirige a m7:uina 6ísi#a.

pois os espíritos atualmente en#arnados na "erra são #omo #ordeiri5nhos :ue ne#essitam de um pastor para gui75los0 'n6eli*mente. por terem semeado amor e pa* em suas passagens pelo mundo dos homens no passado0 $as mesmo assim podemos di*er :ue os en#arnados atualmente na "erra não estão abandonados.n#ia de sua perseverança em indu*i5los ao erro0 A energia negativa e a indução mental desses desen#arnados sintoni*ados #om o mal 6a*em #om :ue os homens pou#o perseverantes desanimem. em de#or5 r. seguem 6eli*es pela Eporta largaE dos pra*eres pou#o #onstrutivos e :ue os #ondu*em. pois basta sintoni*arem5se #om os planos superiores para #onstruírem o paraíso na "erra0 Depende tão5somente da perseverança e da 6% de #ada um0 ! grande problema en#ontra5se na prioridade :ue #ada en#arnado d7 em sua vida C re6orma espiritual0 Algumas pessoas insistem em re#lamar 6alta de tempo para se dedi#ar C edu#ação espiritual. por meio da meditação. C triste*a e C desilusão0 $as o atual est7gio de evolução em :ue vive a humanidade terrena eBige :ue assim se?a0 3abe a #ada um libertar5se das amarras do atraso espiritual por sua pr4pria #ons#i. ainda mais. como o cigarro.ditado pela sociedade e pelos meios de comunica +o* . abandonando a pr7ti#a salutar da leitura e debate dos ensinamentos #ristãos0 As primeiras semanas de estudo eBigem muita perseverança e determinação para :ue o pro?eto de redenção espiritual não morra nos primeiros passos0 PERGUNTA: 3 N+o seria uma luta desigual& N2s somos encarnados em constante desequilí(rio. 6a#ilitando a #aminhada na di6í#il ?ornada da vida 6ísi#a a :ue todos os 6ilhos de Deus devem submeter5se em seu pro#esso evolutivo0 PERGUNTA: 3 Acreditamos que a pr$tica de estudo do Evangelho de =esus a-udaria nesse processo de encontro com a <u%* Poderias elucidar5nos so(re esse assunto& HER.omo esperar que o homem modifique o rumo de sua vida em dire +o . essa % uma missão di6í#il. do estudo e da auto5an7lise para re6orma íntima0 $as os mesmos :ue não en#ontram tempo para a sua re6orma interior são 6lagrados diariamente assistindo telenovelas de#adentes ou em #onversações maledi#entes :ue não os 1F . sa(endo dos malefícios da atual forma de viver da sociedade. os Epastores da Iu*E são despre*ados por:ue #onvidam seu rebanho para uma trans6ormação :ue eBige uma nova 6orma de #omportamento.ME!: 4 3ertamenteL $as a grande di6i#uldade est7 na elevada dirga negativa :ue #ir#unda o planeta0 m raros momentos da atual hist4ria da humanidade a aura planet7ria esteve tão #arregada0 "ão logo o indivíduo se #andidata a reali*ar o estudo dos ensinamentos do 3risto. a m%dio pra*o. com o cultivo de h$(itos negativos como o 2dio. ao :ual ainda não estão a#ostumados0 Por serem ainda 6ra#os de espírito e #egos para enBergarem a Iu*. lutando contra for as sinistras das 'om(ras que conspiram contra o nosso progresso e. se ele mesmo. as 6orças do mal serão su6o#adas pela Nova !rdem $undial de pa* e amor :ue surgir7.n#ia do :ue os en#arnados #hamam de espíritos obsessores. não estaria agora vivendo essa luta desigual0 A:ueles :ue ?7 al#ançaram a Iu* aguardam o despertar da Nova ra para reen#arnarem na "erra des6rutando do ben%6i#o plantio. <u%. somos vítimas dessa pesada energia astral negativa into)icando o planeta> HERME!: 4 Não eBiste e:uívo#o ou desigualdade na vida #riada por Deus0 A humanidade s4 #olhe o :ue plantou no de#orrer dos s%#ulos0 3aso o homem tivesse se evangeli*ado em suas en#arnações anteriores.n#ia e. so6re a in6lu. assim. tornar5se eleito para a Nova ra :ue ?7 desponta no hori*onte #omo o sol matutino0 Nesse período. a maledic4ncia e o consumo de drogas. ainda n+o consegue for as para li(ertar5se de sua influ4ncia perniciosa& HERME!: 4 Realmente.

. tudo % uma :uestão de prioridade. governadores e presidentes da Rep:(lica que nosso país teve nos :ltimos anos. senadores.#sar8* . que poderias di%er so(re os nossos governantes e políticos em rela +o ao estudo deste capítulo& HERME!: 4 Não podemos negar o ditado :ue di*< E3ada povo tem o governo :ue mere#eLE A #lasse políti#a nada mais % :ue uma pe:uena amostragem do povo :ue governaK portanto. pu(licado pela E7/T. tendendo naturalmente a decidir5se pelo 8mundo do . apolítico.N9E. seria ele o :ltimo a considerar5se predestinado ao posto político mais elevado do país. de 9ercilio "+es. que possui uma conota +o religiosa& 1+ . di6i#ilmente o#orrerão grandes trans6ormações no #en7rio políti#o mundialK ainda mais :ue isso eBige um movimento or:uestrado de todas as nações e #redos para não #ausar atritos ou at% mesmo guerras0 @AB . assumirem o poder dentro de algumas d%#adas 1 0 $ Antes disso. abandonando a sagrada missão de promover o bem #omum0 . distante de pompas e preconceitos.engrande#em em nada0 Na vida. ou #ultuam um ateísmo aberto0 ! mandato publi#o eBige um idealismo e um dese?o de promover o desenvolvimento so#ial :ue somente o #omportamento espirituali*ado eNou humanit7rio #onsegue insu6lar no #oração dos homens0 ! idealista materialista geralmente termina por in#linar5se aos seus interesses parti#ulares. analisando deputados.om rela +o . predestinado pela Espiritualidade 'uperior para assumir o cargo presidencial* Np entanto. capa% de mo(ili%ar energias incomuns para os melhores feitos. os verdadeiros governantes da "erra do "er#eiro $il%nio surgirão :uando os eleitos para a Nova ra. concluímos que eles s+o um refle)o de nossa pr2pria sociedade* "as o que di%er so(re as comunica !es espirituais que nos falam da chegada ao poder de um homem que transformaria o ?rasil& HERME!: 4 3omo dissemos anteriormente. os políti#os ainda não en#ontraram a verdadeira #omunhão #om Deus< ou vivem de apar. ?amais ser7 di6erente de seus governados0 Oue os povos da "erra não se iludamL . humilde e avesso ./"ENT. de sentimentos universalistas.s sedu !es do mundo físico. Ramatís revela na o(ra A Cida 9umana e o Espírito /mortal. :uando os homens aprenderem a se amarem #omo o 3risto nos ama0 Assim #omo a grande maioria dos habitantes do planeta.RA 7. almas de boa índole :ue ?7 estão reen#arnando no planeta.omente a 6ervorosa a#eitação dos valores #rísti#os 6a* #om :ue o homem se mobili*e integralmente em prol de seus semelhantes. pelo amor in#ondi#ional e espírito de #aridade0 PERGUNTA: 4 Realmente. situa +o específica do ?rasil.. leitor poder$ conhecer no capítulo 8Pro(lemas Duturos do ?rasil8 como funcionam os planos siderais e em que circunst6ncias um espírito escolhido pode recuar da o(riga +o assumida no Espa o* PERGUNTA: 4 Provavelmente est$s te referindo aos atuais conflitos entre a cultura -udaico5crist+ e a mu ulmana. tipi#amente para agradar os seus eleitores. pois a duração do dia % igual para todos0 PERGUNTA: 3 .n#ias religiosas.omente terão bons governantes :uando a Nova ra estiver #onsolidada na "erra. a e)ist4ncia de um encarnado dotado de avan ado sa(er espiritual.risto8 que dei)ar5se fascinar pelo 8reino de ..

levar o estudante a #hegar a #on#lusões por si s40 No entanto.m o poder0 sabemos :ue :uem % mais #apa* de dis#ernir e ra#io#inar sobre os #on#eitos :ue aprende. en:uanto isso não o#orre. por:ue #ada um % dono de seu destino. #u?a regra b7si#a deve ser o ensinamento EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoE. d7 o primeiro passo para al#ançar o ob?etivo supremo de nossas vidas. tornando5 se 6a#ilmente manipulados por a:ueles :ue det. ho?e em dia. bem #omo pro#urar reali*ar leituras edi6i#antes e abandonar programas televisivos e leituras :ue não se?am enobre#edores0 "amb%m % ne#ess7rio uma #ompleta re6ormulação pedag4gi#a nas es#olas.n#ia 6utura. bus#ar na oração o e:uilíbrio e a harmonia. assim #omo os seres vivos se adaptam Cs *onas in4spitas do planeta0 8 ne#ess7rio sempre lembrar :ue o primeiro passo % 6a*ermos a nossa parte na meta suprema de nossas vidas< a bus#a da evolução espiritual0 Por meio do #res#imento #omo seres humanos.omente preparando5as moralmente teremos no 6uturo uma so#iedade melhor0 Male lembrar :ue nossos 6ilhos de ho?e podem ser nossos pais numa eBist. devemos pro#urar na boa leitura. então. pois se -$ nos # difícil transformar os nossos parentes dentro de casa. ainda despreparadas para en6rentarem o pesado estilo de vida em voga no mundo terreno0 . :uando o pro#esso edu#ativo deveria aguçar o ra#io#ínio.HERME!: 4 BatamenteL $as 6alaremos mais sobre este assunto em #apítulo pr4prio. % prudente edu#armos bem os nossos 6ilhos para termos s7bios orientadores :uando voltarmos #omo #rianças inde6esas ao seio da vida material0 PERGUNTA: 4 Eue orienta !es nos darias para que pud#ssemos nos li(ertar das influ4ncias negativas t+o fortes que sofremos neste final de ciclo evolutivo& HERME!: 4 3omo dissemos anteriormente. devemos aprender a manter o e:uilíbrio em um mundo adverso. reservada aos :ue ainda peregrinam pelas su#essivas eBperi. ao #ontr7rio do :ue o#orria na es#ola grega antiga.n#ias na vida 6ísi#a0 Iogo. os ?ovens estão sendo 6ormados de uma maneira os desestimula a pensar. % 6undamental 6a*er uma re6leBão sobre nossos atos #otidianos. a (atalha n+o # f$cil. as palavras de Jesus< E3onhe#ereis a verdade. no de#orrer deste trabalho0 PERGUNTA: 4 Pelo que vemos. :ue % a liberdade espiritual0 Iembremos. estaremos dire#ionando nossas vidas a uma 6ant7sti#a viagem de trans6ormação espiritual :ue mudar7 de6initivamente o nosso 6uturo nos s%#ulos vindouros0 ! homem abandonar7 o seu Eros7rio de en#arnaçõesE de eBpiações e provas e ingressar7 nas agrad7veis reen#arnações de regeneração espiritual0 8 6undamental re6letir sobre a import9n#ia de de6endermos as #rianças. e a verdade vos libertar70E Portanto. ou se?a. a 64rmula para desenvolvermos nossa pr4pria maneira de pensar0 20 . que dir$ a sociedade que nos cerca>*** HERME!: 4 Realmente assim %L 3omo não podemos trans6ormar a todos em um passe de m7gi#a. essa seria a meta :ue as es#olas deveriam desenvolver0 $as. na meditação e na tro#a de ideias 6raternas #om nossos semelhantes. pois estamos #ertos de :ue a grande di6i#uldade para a #on:uista da liberdade espiritual est7 na m7 6ormação es#olar0 Nos Gltimos s%#ulos. para que possamos evoluir em con-unto. eles apenas absorvem in6ormações sem meditarem sobre elas.

in#utir7 na mente dos ?ovens uma nova 6orma de viver a vida. o :ue vemos são pais :ue. #om uma nova en#arnação em um ambiente sem o apoio 6amiliar0 Ouanto aos paisSK eWtes 6i*eram a sua parte e serão re#ompensados por Deus :uando retornarem ao $undo $aior. #om #onvi#ção. ou :uando o 3riador determinar o momento oportuno0 PERGUNTA: 4 Eue :ltimas considera !es terias so(re ti descren a atual dos homens em rela +o . contrariando a forma +o rece(ida* . os pais negligentes serão responsabili*ados pela m7 6ormação de seus 6ilhos ap4s retornarem ao $undo $aior0 PERGUNTA: 4 "as h$ pais que criam seus filhos com amor.s ou :uatro anos de idade. :ue os pais de ho?e são grandes respons7veis pelos #riminosos e 6ra#assados de amanhã0 de #onhe#imento #omum :ue uma das maiores missões :ue nos % in#umbida pelo 3riador % a boa 6ormação de nossos 6ilhos0 3ertamente. ao inv%s de a?udarem a #riança no est7gio a#olhedor da in69n#ia. o #arinho e a boa 6ormação espiritual :ue re#ebem dos pais. muitas ve*es #ontrariando tend. sendo impossível :ue outrem venha a promover o progresso espiritual de seus irmãosK somente % possível auBili75los0 ! :ue salientamos % a import9n#ia de #riar5se um ambiente 6amiliar e so#ial propí#io para as #rianças0 Assim.s Cerdades Espirituais& 21 . terminam por pre?udi#75la #om amostras di7rias de um #omportamento so#ial anti#ristão0 Podemos a6irmar. pois isso % impossível0 A Iei Divina nos ensina :ue #ada um % respons7vel pela sua evolução. pelos p%ssimos eBemplos :ue lhes dão ou por permitirem :ue eles assimilem #edo demais a sensualidade e a malí#ia de#adente apregoadas pela so#iedade e pelos meios de #omuni#ação.m um breve 6uturo. a in69n#ia e a adoles#. e não apenas a sua leitura super6i#ial. :uando os sentidos ainda estão embotados. :ue os espíritos en#arnados #onseguem assimilar #on#eitos #onstrutivos e adaptar o seu #ar7ter no mundo 6ísi#o0 Portanto. ampliarão ainda mais a sua dívida em relação C Iei de Deus. a in69n#ia serve #omo 6onte de renovação de nossa índole e oportunidade para os rebeldes dis#iplinarem5se espiritualmente0 'n6eli*mente. os pais terminam tornando5se maus 6ormadores de #ar7ter para os pr4prios 6ilhos.n#ias de en#arnações anteriores :ue ainda são #ultivadas0 8 no período da in69n#ia. #om total domínio de suas 6a#uldades0 Na "erra. os 6ilhos perdem a oportunidade de se utili*arem do ing%nuo período da in69n#ia para #ultivar #on#eitos :ue mar#arão de6initivamente o seu #ar7ter0 m mundos superiores. esses espíritos :ue estão reen#arnan5do terão melhores #ondições de reverter o :uadro de trevas em :ue ainda vivem0 3aso eles despre*em o amor. que nos di%es a respeito disso& HERME!: 3 Não dissemos :ue os pais devem Eangeli*arE os seus 6ilhos.n#ia são prolongadas a 6im de :ue o #ar7ter das #rianças se?am moldados pelos bons eBemplos e ensinamentos dos pais e da so#iedade :ue os #er#a0 Iamentavelmente. carinho e uma (oa forma +o espiritual e mesmo assim eles se tornam delinquentes. o :ue lhes #ausa um amadure#imento pre#o#e0 3om isso. a in69n#ia % desne#ess7riaK os espíritos atingem a 6ase adulta #om tr. :ue #obrar7 mais intensamente o despre*o pela d7diva :ue re#eberam. as es#olas serão remodeladas e o vangelho de Jesus e os ensinamentos de outros avatares terão lugar de desta:ue entre os temas de estudo0 A s7bia interpretação dos ensinamentos dos grandes mestres.

para :ue. :uando o mundo estiver em plena #omunhão #om Deus. assim #omo os irmãos iluminados :ue se dedi#aram. desde o moral at% o #ientí6i#o0 ! :ue devemos 6a*er.HERME!: 4 3ada 6ilho de Deus possui o seu livre5arbí5'rio. este?amos l7. e isso deve ser respeitado0 Não podemos mudar o mundo il# uma hora para outra ou tentar #arreg75lo sobre as nossas #osias0 Portanto. a natural reen#arnação de espíritos de alto :uilate espiritual no "er#eiro $il%nio ir7 trans6ormar gradualmente a 6a#e do planeta em todos os #ampos. e irradiar a nossa 6orma de pensar entre a:ueles :ue #onvivem #onos#o diariamente0 3omo dissemos em outras opor5'unidades. devemos pro#urar 6a*er a nossa parte na bus#a da Iu*. durante os s%#ulos passados. a al#ançar o padrão espiritual ne#ess7rio para herdar a "erra do "er#eiro $il%nio em suas 6uturas en#arnações0 22 . eleitos para a Nova ra. % promover o nosso #res#imento nesse sentido. em ve* de lamentar a 6alta de espiritualidade da humanidade.

o homem deveS #ompreender :ue somente o amor liberta0 A pergunta :ue vos 6aço %< Ouando os homens en#ontrarão o amor em suas vidas para se liberta5 rem da in6lu. então. mas a sabedoria nos d7 o dis#ernimento para bem apli#75lo0 Rs ve*es. mas somente uma s7bia avaliação nos 6aria #ompreender a melhor atitude a ser tomada0 ! amor sem a sabedoria promove a satis6ação do pr4BimoK o amor aliado C sabedoria auBilia na evolução do pr4Bimo.urgem. dis#iplina e atenção dos pais na 6ase da in69n#ia para a boa 6ormação moral do 6uturo homem0 2@ . nada mais % do :ue uma vítima da 6alta de amor :ue impera nos nossos dias0 -eralmente. % apenas uma in6eli* vítima dos pr4prios ví#ios e desregramentos0 Para al#ançar a Iu*. atende ao pedido do 6ilho para aliviar5lhe as dores0 ssa % uma de#isão de amor sem sabedoria0 ! #orreto seria #orrigi5lo #om amor e determinação0 PERGUNTA: 4 Por que o homem n+o consegue compreender esta simples f2rmula: 8Ama ao teu pr2)imo como a ti mesmo8& HERME!: 4 is o #entro de todos os #on6litos e problemas eBisten#iais da atual humanidade terrenaL Por viverem en#arnação ap4s en#arnação distan#iados do amor. os espíritos :ue evoluem na "erra possuem seus #orpos astrais impregnados de Eman#has astraisE :ue #obram o seu preço a #ada nova en#arnação0 . o amor sem sabedoria nos #ondu* a uma de#isão :ue a prin#ípio nos pare#e ideal. a perseguição :ue promove #ontra as suas vítimas % motivada pelo dese?o de vingança em ra*ão do mal :ue so6reu no passado pelas mãos da:uele :ue agora :uer pre?udi#ar0 !utras ve*es.n#ia ne6asta do 4dio :ue gera tantas trag%diasX A 64rmula para o 6im da obsessão espiritual % simples e est7 ao al#an#e de todos< o amor e a sabedoria espiritualL PERGUNTA: 4 'omente o amor n+o seria suficiente& Por que # necess$ria a sa(edoria espiritual& HERME!: 4 ! amor nos eleva C sintonia divina. #ompade#ida e angustiada pela sua a6lição. #onsiderado obsessor espiritual. as doenças 6ísi#as e os dese:uilíbrios psi#ol4gi#os :ue podem variar de simples desvios #om5portamentais a graves #rises depressivas ou estados psi#4ti#os0 $ais uma ve* lembramos a import9n#ia de muito amor. #arinho. mesmo #ausando dissabores em almas prim7rias0 PERGUNTA: 4 Poderias e)emplificar& HERME!: 4 2m 6ilho pede C sua mãe dinheiro para #omprar drogas0 la.A in2lu5ncia dos espíritos no cotidiano dos 6omens PERGUNTA: 4 Eue considera !es gostarias de nos tra%er so(re o tema da o(sess+o espiritual& HERME!: 4 A obsessão espiritual % um 6en4meno essen#ialmente natural0 8 uma simbiose entre duas 6ormas de vida :ue se alimentam mutuamente0 A 6igura do obsessor não eBistiria se o obsediado não o alimentasse e vi#e5versa0 ! espírito desen#arnado.

nos sintoni*am #om a in6lu. o mal re#eber7E.. dis#iplina e perseverança na bus#a do viver #orreto0 R:uele :ue não se deiBa envolver pela estrutura so#ial #orrompida dos dias atuais e vive honestamente dentro dos pre#eitos #ristãos.queles casos em que o dese-o de vingan a do espírito desencarnado # muito grande* HERME!: 4 !bviamente. ma#onha. o dese?o de vingança e todos os sentimentos anti#ristãos. ou se?a. :ue representam a depressão. o ran#or. a 6ase adulta % vivida de 6orma repleta de ví#ios e atitudes anti#ristãs :ue desen#adeiam reações negativas para a sua pr4pria vida0 Ouando menos se espera.omo assim. simplesmente por viver em outra 6aiBa de sintonia0 PERGUNTA:4 . os adoles#entes ingressam na 6ase adulta a6lorando todos os ví#ios de #onduta :ue ?7 lhes eram pr4prios em vidas anteriores0 m resumo< a in69n#ia passa inutilmente. #omo 7l#ool. #igarro. podemos #hamar de Ealtas estaçõesE a:uelas :ue nos remetem C sintonia do amor. #om o mínimo de es6orço e trabalho0 Ao inv%s de desenhos animados de guerreiros ?usti#eiros ou programas in6antis :ue tentam in#utir na mente das #rianças o #omportamento dos adultos. mas eBige apro6undamento.ombras. o ensinamento EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoE seria intuitivamente assimilado0 'n6eli*mente o :ue vemos % o estímulo C pr7ti#a de levar vantagem em tudo. da toler9n#ia. e :ue. por 6im.n#ia s7bia e amorosa dos espíritos iluminados :ue nos orientam rumo ao #aminho da Iu*0 PERGUNTA: 4 Civer de forma correta # suficiente tam(#m quando o espírito o(sessor dese-a vingan a pFr um mal cometido em outras vidas& Referimo5nos . ?amais so6rer7 :ual:uer ass%dio das . os sentimentos #ristãos :ue nos tomam leves e desprendidos em relação aos anseios da vida humana. em :ue devemos resgatar o mal prati#ado no passado0 PERGUNTA: 4 Para li(ertarmo5nos da influ4ncia o(sessiva. esse indivíduo bate Cs portas da morte e ingressa no Plano spiritual em #ompleto dese:uilíbrio. deveriam os nossos ?ovens assistir programas de entretenimento :ue desenvolvessem o gosto pelas virtudes e o #ultivo de um #ar7ter #orreto0 n:uanto isso não o#orre. do espírito de #aridade e 6raternidade. viver em outra fai)a de sintonia& HERME!: 4 As nossas mentes e os nossos #orações são #omo um aparelho radio64ni#o do mundo 6ísi#o0 Ouando nos sintoni*amos #om as EbaiBas estaçõesE.n#ia. es:ue#endo5se de :ue somente o amor nos libertados grilhões das en#arnações #7rmi#as. sem promover nenhum traço de evolução para o seu espírito imortal0 3onse:uentemente. a maledi#. so6rerão ass%dio de espíritos :ue eram es#ravi*ados5a esses mesmos ví#ios :uando ainda peregrina5vain pela vida 6ísi#a0 A 2& . engrossando a legião de espíritos :ue se tornam obsessores dos en#arnados para sa#iar os seus ví#ios ou eBigir vingança dentro do eterno #i#lo de E:uem semeia o mal. devemos viver corretamente* Apenas isso seria suficiente& HERME!: 4 Não eBistem mist%rios na vida #riada por Deus0 "udo % simples e de 67#il entendimento. do perdão. o 4dio. #o#aína e outros entorpe#entes.e a in69n#ia 6osse repleta de ensinamentos :ue promovessem a 6ormação de um bom #ar7ter. estabele#emos uma relação de sintonia per6eita #om os espíritos es#ravi*ados nesse mesmo tipo de sentimento0 m sentido #ontr7rio. #ada #aso % um #asoL !s vi#iados em drogas.

então #ompreender7 e sentir7 diretamente a in6lu. :ue ?7 não somos mais a:uela #riatura :ue no passado lhe in6ligiu dor0 8 ne#ess7rio mostrar a esse irmão sedento de vingança :ue o perdão e a bus#a do Eservir por amorE % o #aminho da pa*0 Ao ver a sua vítima #omportando5se serenamente e resignada. indi6erente de :uem se?a ou da situação desen#adeada0 . at%. deve entender :ue isso não se ?usti6i#a e não ir7 isent75lo da responsabilidade pelos seus atos0 Devemos amar a Deus e ao nosso pr4Bimo a#ima de todas as #oisas0 is a primeira Iei do 3riadorL PERGUNTA: 4 'e o homem tivesse real consci4ncia da influ4ncia espiritual que o cerca. :ue por interm%dio do uni verdadeiro 6en4meno de hipnose impele o en#arnado ao #onsumo dessas drogas para sa#i75lo no Al%m0 $as não % nada YZii# uma simples libertação do ví#io não resolva0 !s vi#iados do Al%m não são perseverantes0 Bistem muitas outras vítimas em poten#ial bem pr4Bimas deles para insistirem #om algu%m :ue ini#ia um pro#esso de re6leBão para libertar5se0 ! grande problema é o espírito en#arnado de#idir libertar5se do ví#io e ven#er a natural depend.n#ia espiritual obsessiva e en#ontrar a 6eli#idade em todos os aspe#tos da vida. antevendo o sol ou a #huva. as variações do tempo.tend. mas per6eitamente identi6i#ado pelos :ue bus#am a Iu*. ainda invisível aos seus olhos. sob o e6eito da Iei .uprema. por 6im. mas não podemos deiBar de dar uma resposta simples e #lara a essa indagação 4bvia0 Não eBistem dois pesos e duas medidas nas leis divinas0 Ouem :uiser libertar5se da in6lu.n#ias de suas atitudes.n#ia tanto das "revas #omo da Iu* em sua vida0 Assim #omo o homem :ue se orienta pelo seu #onhe#imento e prev. o 6ilho de Deus :ue re#onhe#e a realidade espiritual sabe #omportar5se e prever as #onse:u.n#ia :uími#a0 J7 o #aso de obsessão por vingança % um problema mais #ompleBo.omo esse encarnado poder$ transmitir amor para o seu o(sessor espiritual se ainda est$ preso ao 2dio. a orações sin#eras dirigindo a esse irmão todo o nosso amor e real dese?o de obter o seu perdão e. por 6im.e o en#arnado mantiver um sentimento in#ons#iente de 4dio. mas tamb%m possui uma solução relativamente simples0 ! espírito :ue dese?a vingança ne#essita ser es#lare#ido para :ue per#eba a insensate* de suas intenções0 Basta. #essar. eBempli6i#armos.n#ia ao ví#io % estimulada em grande parte pelo vi#iado desen#arnado. #ompreendendo :ue pode estar semeando em sua vida brisas agrad7veis ou terríveis tempestades0 2( . ele sofreria menos a a +o dos o(sessores& HERME!: 4 3ertamenteL 3on6orme dissemos no #apítulo anterior. #om nossos atos di7rios. o 4dio e o ran#or do algo* diminuirão de intensidade gradualmente. deve inevitavelmente Eamar ao seu pr4Bimo #omo a si mesmoE. mesmo sem ter consci4ncia do motivo de tal sentimento& HERME!: 4 ntendemos a pergunta #om a 6inalidade de es#lare#imento. :ue venhamos a nos dedi#ar C boa leitura. o homem pe#a por #ultivar o ateísmo ou a 6alsa #rença espiritual0 No dia em :ue a humanidade realmente #rer :ue vive inserida num #onteBto maior. permitindo :ue os espíritos de Iu* o orientem para uma nova vida0 ! :ue #ausa tantos 6en4menos de obsessão espiritual % o relaBamento dos homens na bus#a do bem viver0 PERGUNTA: 4 "as o homem ou a mulher encarnado na vida física pode tam(#m possuir um vínculo inconsciente de 2dio em rela +o ao espírito que o persegue* . então. a se#a ou a tempestade.

esses in6eli*es irmãos utili*am as mais variadas t7ti#as. #odi6i#ador da Doutrina spírita. pois ao menor desli*e podem ser in6luen#iados mentalmente por esses espíritos do mal #om assombrosos poderes0 PERGUNTA: 4 Poderias esclarecer como um mago negro o(sidia um m#dium espiritualista eHou idealista que procura transformar o mundo para a Nova Era.ombras não se preo#upam #om vinganças 6amiliares ou dese?o de des6orra por algum pre?uí*o em uma en#arnação passada. a nossa #ompanhia espiritual % #omposta de espíritos enegre#idos pelo 4dio. utili*am esse poder para o mal e para atender aos seus mes:uinhos interesses0 -eralmente eles são #oordenadores de grandes 6alanges de espíritos desviados :ue os obede#em #omo um #ão serve ao seu dono0 !s magos das . as diversas 6a#ções do mal se reGnem periodi#amente para estabele#er metas e desenvolver novas t%#ni#as de obsessão espe#ial. tanto na es6era espiritual #omo no mundo 6ísi#o. :ue disse serem os homens mais governados por espíritos do :ue possam imaginar0 assim realmente %0 Ouando estamos sintoni*ados #om ideais nobres. mas isso s4 o#orrer7 se #onseguirmos reverter o :uadro #om um bem maior :ue #orri?a o mal #ometido0 Iembramos a:ui as palavras do ap4stolo Pedro< E! amor #obre a multidão dos pe#ados0E PERGUNTA: 4 Poderíamos crer que os espíritos o(sessores nos intuem a n+o crermos na vida espiritual para assim sermos vítimas mais f$ceis para as suas investidas& HERME!: 4 'sso o#orre #om mais 6re:u.ua Iei e a administração #7rmi#a do nosso pro#esso de evolução0 Pode haver modi6i#ações em relação ao ato negativo :ue #ometemos.n#ia do :ue os en#arnados podem imaginar0 Iembramos a:ui as palavras de Allan Tarde#. #on6orme narramos em nosso segundo trabalho< E. #omo vemos rotineiramente nos trabalhos de es#lare#imento a espíritos perturbados nas #asas espíritas0 sses espíritos #om avançado #onhe#imento se dedi#am a ampliar os seus domínios. e seu prin#ipal ob?etivo % evitar o su#esso dos pro?etos da Alta spiritualidade na "erra0 'n#lusive. como citaste anteriormente& 2/ . -$ que ele est$ em outra 8sintonia espiritual8.igno de A:u7rio Q Narrações sobre Miagens AstraisE0 PERGUNTA: 4 E quanto aos espíritos qualificados como magos negros& . in6eli*mente. por estarmos na mesma 6aiBa vibrat4ria deles.omo eles e)ercem a sua influ4ncia& HERME!: 4 !s magos negros são espíritos :ue ?7 desenvolveram uma grande evolução no #ampo do #onhe#imento intele#tual e do domínio das 6orças o#ultas ao homem #omum. nossos mentores espirituais nos intuem C pr7ti#a do bem. :ue inve?am a 6eli#idade alheia0 Para al#ançar os seus ob?etivos. os trabalhadores voltados para as obras #ristãs e de divulgação das Merdades ternas são o seu maior alvo0 8 por esse motivo :ue os m%diuns espiritualistas e os idealistas :ue pro#uram melhorar o mundo devem se pre#aver. per#ebemos e #ompreendemos intuitivamente o a#onselhamento do Alto0 J7 :uando estamos em uma 6aiBa vibrat4ria in6erior. e.PERGUNTA: As previs!es so(re as varia !es do tempo s+o falíveis* G assim tam(#m com as consequ4ncias de nossas atitudes& HERME!: 4 Deus % per6eitoL per6eita % a . #ultivando sentimentos negativos e #ometendo atos anti#ristãos. #omo #itado na resposta anterior0 A grande meta atual dos magos negros % tentar reverter o pro#esso de eBílio planet7rio :ue ?7 est7 em #urso e :ue despa#har7 os espíritos da Ees:uerdaE do 3risto para um mundo primitivo em breves d%#adas0 Portanto. mas. desde promover a des#rença na vida espiritual at% a utili*ação de dispositivos eletr[ni#os de obsessão.ob o .

atualmente. ao menor des#uido de sintonia. mas se tornam presas 67#eis do orgulho e da vaidade0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de mais esclarecimentos a respeito da o(sess+o sutil* 'eria possível& HERME!: 4 !s en#arnados alienados a respeito da vida imortal são obsidiados #om 6a#ilidade pelos espíritos perturbados do $undo spiritual0 Para vos 6alar sin#eramente. eles terminam se imuni*ando #ontra as paiBões in6eriores #omuns. ap4s uma apurada an7lise. mas eles eram muito relapsos e abandonavam o EtrabalhoE. ou se?a. pois nesse grupo en#ontram5se espíritos perseverantes no trabalho de divulgação e amparo espiritual C humanidade0 No passado. dese:uilibrados e ineBperientes :ue reali*am esse trabalho e mesmo assim #onseguem obter . e para um trabalho mais direto #om espíritos pa#ientes :ue utili*am5se da sutile*a para in6luen#iar os trabalhadores do 3risto0 Ao inv%s de uma sub?ugação mental agressiva. o pro#esso torna5se um pou#o #ompli#ado para o Reino das "revas. #omo di* o ditado tão #omum na vida humana0 -eralmente. são espíritos simples. nesse #aso. mas são su6o#adas pelas adversidades. os idealistas possuem uma sensibilidade mais apurada. a apli#ação da par7bola de Jesus :ue nos 6ala sobre as sementes ?ogadas em meio aos espinhos0 las brotam. eles per#eberam :ue a t7ti#a do trabalho Epasso a passoE % mais e6i#a*0 Al%m do mais. permitindo5lhes per#eberem rapidamente a presença dos obsessores0 !s magos negros.HERME!: 4 Ouando estamos na sintonia do Plano Astral . termina por lev75los a um dese:uilíbrio de sintonia :ue abre bre#has psí:ui#as :ue os 6a* so6rerem a in6lu. por estarem muito vulner7veis ao #onturbado mundo em :ue vivem. a6astando5os do e:uilíbrio e da pr7ti#a do bem0 Al%m disso. % algo mais 67#il do :ue Eroubar o do#e de uma #riançaE.Bito #om 6a#ilidade0 J7 no #aso de pessoas :ue possuem um #onhe#imento da Mida $aior e :ue pro#uram seguir no #aminho do bem. os mais poderosos magos negros são espíritos re:uintados. eBer#erem o seu poder de in6luen#iação. #omo ?7 #itamos. d4#il #omo um #ordeiro. e não bron#os #omo muitas pessoas pensam0 les utili*am5se de uma obsessão sutil para ardilosamente sedu*ir o trabalhador do bem para o lado negro. pelos espinhos da vida0 ! #aso dos m%diuns idealistas % di6erente0 ! trabalho torna5se bem di6í#il para os magos das . na sintonia da depressão e do des9nimo0 is. basta minar5lhe o #aminho #om problemas típi#os da vida humana para desestimul75lo e 6a*er #om :ue ingresse.uperior ?amais somos in6luen#iados por espíritos de 6aiBas in6eriores0 $as a instabilidade emo#ional :ue assalta os en#arnados. bus#ando resultados r7pidos. estimulando5os a sentimentos típi#os #omo a vaidade e o orgulho0 3omo os m%diuns idealistas terminam se :uali6i#ando mais do :ue os m%diuns #omuns. então. partiram para o desenvolvimento de te#nologias obsessivas. os magos #ontratavam obsessores #omuns para vigiarem as bre#has psí:ui#as desses en#arnados. #on#luíram :ue a ação sutil de estímulo C vaidade e ao orgulho en#antaria os idealistas0 $uitas ve*es eles se apresentam #omo mentores espirituais para enalte#erem sutilmente o trabalho do en#arnado0 ! ob?etivo % en6eitiçar o idealista por interm%dio da vaidade para a6ast75lo dos trabalhos :ue passam a ser 2) .ombras. assim #omo 6a*em os maus pro6issionais do mundo 6ísi#o0 ntão. pois o en#arnado re6lete sobre os seus erros e pro#ura se #orrigir0 $as #omo ele ainda % 6ra#o em suas #onvi#ções.n#ia dos magos negros0 por isso :ue 6oi desenvolvido pelo Astral 'n6erior o :ue #hamamos de dispositivos eletr[ni#os de obsessão espiritual0 sses e:uipamentos vigiam #ons5tantemente os pensamentos desses idealistas para.

omo fica a situa +o desses irm+os perante 7eus& HERME!: Q m geral.n#ia do amor #ristão0 !utra 6orma de atuação % 6as#inando os líderes religiosos para #rerem5se os Gni#os detentores da verdade e. estão 6as#inados ou envolvidos por entidades mal%6i#as. lamentam amargamente pelo mal in#ons#ientemente #ometido. a#reditando serem os donos eB#lusivos da verdade0 !s espíritos das "revas então reali*am um trabalho de indução mental para :ue eles a#reditem :ue seus irmãos. esses irmãos agem de boa 6%0 les não perseguem as in6ormações religiosas renovadoras por maldade. eles causam pre-uí%os ao tra(alho de renova +o espiritual da humanidade programado pela Alta Espiritualidade* . :ue pensam de 6orma mais abrangente e menos se#t7ria.4 :ue in6eli*mente essas ideias são indu*idas mentalmente pelos trabalhadores do mal. os perdoa e #onsola. tanto espíritas como de outras religi!es. atividades :ue visem a pre?udi#ar o trabalho de união das #renças religiosas. em uma total inversão do :ue realmente o#orre0 ! ob?etivo dos magos negros % sempre pre?udi#ar os trabalhadores da spiritualidade. mas inevitavelmente eles deverão retornar ao #en7rio da vida "ísi#a para #orrigir o e:uívo#o #ometido. seus irmãos de #rença0 sses pobres 6as#inados re#haçam livros espíritas :ue #ontestam as suas posições dogm7ti#as. são a meta prin#ipal desses irmãos ainda dominados pelas 6orças do mal0 PERGUNTA: 4 Alguns dirigentes religiosos. arrog9n#ia e vaidade. como as do querido irm+o e as de Ramatís* .#onsiderados de Emenor import9n#iaE ou :ue não este?am EC altura desse grande trabalhador do 3ristoE0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de alguns e)emplos que nos esclarecessem mais a respeito da o(sess+o sutil e da fascina +o* HERME!: 4 A obsessão sutil % o trabalho mental. deiBam5se in6luen#iar do#ilmente pela ação sutil dos magos negros0 Ao retornarem ao Plano spiritual. :ue se utili*am da vaidade e do orgulho para obterem o resultado alme?ado0 -eralmente. ap4s desen#arnarem. por interm%dio de seus prepostos. eles pro#uram desestabili*ar os pro?etos do 3risto na "erra. por possuírem em seu bo?o somente a ess. assim. de6endendo as revelações espirituais :ue antes ata#avam0 2F . :uase sorrateiro. lutarem #ontra seus irmãos no #ampo das ideias0 Memos #laramente essa posição entre alguns en#arnados :ue respondem pela pr4pria Doutrina spírita0 les trabalham 6errenhamente #ontra o pro#esso de união religiosa at% mesmo #om relação aos espíritas universalistas. perseguem e caluniam as novas revela !es espirituais. estimulando o des#r%dito aos trabalhos ?ustos e honestos :ue visam a ampliar os #onhe#imentos espirituais e tamb%m C:ueles :ue são :uali6i#ados #omo Esimpl4riosE. de #ons#ienti*ação para o período de transição planet7ria e do trabalho de es#lare#imento para a Nova ra. :ue os magos negros utili*am para :ue o en#arnado venha a #rer :ue #on#luiu por si s4 :ue as in6ormações :ue re#ebe do Plano spiritual são re6leBos da Merdade Divina0 . em ra*ão da visão retr4grada e arrogante :ue alimentou a sintonia #om os espíritos trevosos0 ! YS0riador. os :uais #onsideram seus Einimigos mortaisE0 Iogo.om tal atitude. mas por ainda guardarem em suas mentes e #orações a visão se#t7ria da 'gre?a medieval0 'mbuídos de orgulho.

onde o bei?a56lor reali*a. a:ueles :ue trabalham em obras de desperta5mento da Iu* na "erra devem manter5se em #onstante vigília para não serem sedu*idos para o lado negro0 A #onvi#ção no bem. a humanidade terrena ainda % es#rava de sua pr4pria ignor9n#ia0 Ao vermos os homens alme?ando tão5somente suas reali*ações materiais e seus dese?os de #onsumo.im0 'n#lusive essa ação 6as#inadora % muito #omum entre os dirigentes de grandes nações.n#ias de suas ini#iativas0 PERGUNTA: 3 9$ uma prote +o maior dos espíritos de <u% aos encarnados que se dedicam ao (em comum& HERME!: 4 3ertamente0 Deus ?amais desampararia os 6ilhos :ue trabalham em . a serenidade. seria mais pacífico. mais sereno. seus voos multidire#ionais0 !s espíritos en#arnados na "erra a#reditam :ue são 6eli*es. :ue são hipnoti5N0idos pelo dese?o de poder e de #ulto ao orgulho e C vaidade0 2ltimamente. orgulho ou por suas paiBões humanas. tornando5se alvo 67#il dos magos negros.eu nome0 $as a pr4pria Iei de Amor e Justiça do 3riador nos ensina :ue Ea #ada um ser7 dado segundo as suas obrasE0 3aso o trabalhador do 3risto se deiBe in6luen#iar pela vaidade. :ue ainda não domina #ompletamente.ua inigual7vel sabedoria ao di*er< EA 6eli#idade eterna est7 no Reino dos 3%usE. na 6orma de viver voltada para a reali*ação espiritual0 A:uele :ue #onhe#e a realidade :ue est7 o#ulta pelo Ev%u de ísisE #ompreende a grande*a da vida #riada por Deus e se torna naturalmente mais 6raterno. mas logo per#ebem a transitoriedade da 6eli#idade baseada tão5somente nos interesses puramente #arnais0 Jesus demonstrou a . lembramos dos sapos E#oaBandoE 6eli*es em seu universo pantanoso. ele sintoni5*ar5 se57 #om as es6eras das "revas.PERGUNTA: 4 E fora da seara dos tra(alhadores espirituais temos tam(#m esse tra(alho de sedu +o do lado negro& HERME!: 4 . sem nem ao menos imaginar a bele*a dos ?ardins 6loridos e ensolarados. mais humano0 PERGUNTA: 3 . e estar7 6ora da sintonia protetora dos espíritos iluminados :ue #oordenam e protegem os oper7rios do 3risto0 Por esse motivo. ou se?a. a humildade e a soma das virtudes #ristãs ampliam a sintonia #om a ação protetora dos espíritos iluminados e #riam uma aura protetora intransponível ao mais podero5 so dos magos negros da "erra0 PERGUNTA:3 'e o homem aceitasse e procurasse conhecer a realidade espiritual em sua vida. que falta para o homem encontrar essa harmonia em seu cora +o& HERME!: 4 J7 respondemos a essa pergunta0 1alta amorL Miver segundo os ensinamentos :ue o 3risto legou C humanidade0 2+ . 6eli*. esses pobres irmãos são apenas marionetes nas mãos dos magos negros e s4 não tomam atitudes mais autorit7rias e absurdas por:ue eBiste um #ontrole mais e6etivo da so#iedade mundial e um re#eio das #onse:u. tolerante e construiria uma vida familiar e social mais harmoniosa& HERME!: 4 3omo ?7 dissemos em v7rias oportunidades< o homem % in6eli* por:ue est7 distan#iado do amor e da sabedoria espiritual0 Iamentavelmente.

somen5l0e a maldade dos homens. #harutos ou animais sa#ri6i#ados. pois os espíritos :ue atendem a esses tristes apelos geralmente são vi#iados0 les não se #on5'#nlam #om somente um pagamentoK depois de atenderem ao pedido soli#itado voltam a pro#urar o seu #ontratante para srn5m novamente atendidos0 A Nova ra PERGUNTA: 4 Poderias e)plicar melhor essa contrata +o de espíritos inferiores& HERME!: 4 Ouando o en#arnado reali*a um trabalho espiritual para satis6a*er interesses de ordem in6erior :ue pre?udi#am os seus semelhantes. nada ir7 #onseguir. ele ir7 obsedi75lo. % atendido por espíritos imorais e ainda es#ravos dos pr4prios ví#ios0 No momento em :ue entrega o Edespa#hoE. são uma 6orma de #ontratar um determinado espírito para attender aos nossos prop4sitos0 Ouando o homem ora e est7 deter5mii lado a modi6i#ar5se para o bem. % tão #omum ver as pessoas :ue sintoni*am5se #om espíritos das "revas terem suas vidas destruídas ap4s alguns anos0 Iigar5se a religiões :ue prati#am o mal ao pr4Bimo para atender a interesses puramente materiais ou C vaidade humana %. #om a bebida. re:uerem a #ontratação de espíritos ainda distan#iados da Iu*0 ssa asso#iação. ran#or. o seu desamor. serão vítimas 67#eis da in6lu. al%m de ser um ato de desrespeito C Iei Divina :ue nos di*< ENão 6aças aos outros o :ue não gostaria :ue te 6i*essemE. esses in6eli*es irmãos nem ao menos #onseguem se aproBimar das pessoas :ue vivem em sintonia superior0 J7 os dominados pelo 4dio. selando um pa#to #om o espírito vi#iado0 Dependendo da EvítimaE :ue o desen#arnado dever7 ata#ar para atender ao pedido de seu #ontratante.em dGvidaL A vida % pura harmonia. est7. ent+o. estimulando5o C bebida. #omo os #hamas5los.n#ia desses desen#arnados0 Ap4s #on#luir o seu EtrabalhoE. o #haruto e outras o6erendas primitivas.PERGUNTA:4Podemos entender. #omo bebidas. literalmente. ao 6umo e Cs drogas e des#arregando toda a sua ira por não poder sa#iar os seus ví#ios0 Por isso. Evender a alma para o diaboE0 @0 . pessimismo e outros sentimentos negativos. o espírito #ontratado retornar7 diversas ve*es para re#eber novos pagamentos :ue sa#iem o seu ví#io0 3aso o en#arnado não o atenda. que poderias nos di%er so( a 2tica deste capítulo& HERME!: 4 !s Etrabalhos espirituaisE. então. % :ue geram o #aos om :ue vivem0 Memos em todos os setores do desenvolvimento humano a presença #onstante dos sentimentos :ue minam os mais nobres ideais0 ssa postura agressiva desarma e desesti5mula a:ueles :ue pro#uram a pa*0 PERGUNTA: 3 Cemos inclusive em algumas religi!es anti5crist+s a pr$tica de tra(alhos espirituais para pre-udicar o pr2)imo* . % tamb%m um ato pre?udi#ial a si mesmo. #u?o pagamento estimula o ví#io e o interesse material. que vivendo na sintonia do amor nos li(ertaremos da influ4ncia dos espíritos o(sessores e encontraremos o equilí(rio e a harmonia que tanto sonhamos para as nossas vidas& HERME!: 4 . suas pre#es são ouvidas pelas entidades de Iu*0 las serão atendidas dentro do mere#imento e se 6or importante para a evolução do re:uerente0 J7 os trabalhos espirituais de baiBo padrão vibrat4rio. pois esse tipo de trabalho s4 surte e6eito em pessoas :ue estão sintoni*adas #om vibrações negativas0 A:uele :ue est7 sin#eramente ligado a Deus ?amais so6rer7 :ual:uer dano #ausado por espíritos obsessores0 'n#lusive.

:ue esse nosso irmão ben6eitor nos intua C pr7ti#a do bem0 Assim pro#edendo. utili*am5se de dois re#ursos< obsidiam outros vi#iados en#arnados para sugar5lhes a ess. todos temos em nossa ?ornada evolutivaL Devemos manter a serenidade e o bom senso0 ! mal nun#a levou ningu%m C 6eli#idade0 ?amais solu#ionaremos os nossos problemas in6ligindo dor e pre?uí*o aos nossos semelhantes0 Por :ue não lembrar do spírito -uardião :ue todos os en#arnados possuemX le % o amigo espiritual en#arregado de nos auBiliar em nossa vida 6ísi#a0 ntão. por meio de pre#e. na grande maioria das ve*es. pois são raríssimos os peregrinos da vida 6ísi#a :ue per#ebem e re#onhe#em esse es6orço merit4rio0 o pior % :ue geralmente o @1 . auBiliando o en#arnado #om intuições e estímulos para :ue ele obtenha su#esso em sua #aminhada0 8 uma tare6a 7rdua e. pois :uem usu6rui dessa benesse estar7 sempre envolto em energias positivas do Astral . ingressam na vida espiritual ainda sedentos das drogas :ue alimentavam as suas 6antasias no mundo 6ísi#o0 Não podendo mais 6umar.m ne#essidade de sa#iar os seus dese?os no Plano Astral0 3omo não dedi#a5 ram as suas vidas a um trabalho de #res#imento espiritual e de libertação das paiBões in6eriores.n#ia et%rea do ví#io :ue os es#ravi*a e sugam a pr4pria ess. ?amais estamos s4s0 A spiritualidade sempre elege ou a#eita a ini#iativa de espíritos amigos do reen#arnante :ue se #andidatam #omo auBiliares espirituais para a ?ornada :ue se ini#ia na vida 6ísi#a0 Durante toda a peregrinação pelo mundo dos homens.PERGUNTA:4 . os charutos e todas as infeli%es contri(ui !es dos irm+os ainda distanciados da <u%& HERME!: 4 sses espíritos em dese:uilíbrio.uperior. o amigo invisível estar7 presente. :ue ao desen#arnarem eram es#ravos de seus ví#ios.omo o espírito contratado pode usufruir das oferendas se ele n+o est$ mais na dimens+o material para consumir a (e(ida. por :ue não pedirmos o auBílio desse espírito :ue não dorme um segundo se:uer #om o ob?etivo de *elar pela nossa 6eli#idadeX Ao inv%s de #ontratarmos irmãos in6eli*es :ue promovem o mal.n#ias de suas atitudes para #on:uist75 los0 8 #omum o espírito obsessor levar suas vítimas ao 6undo do poço para atender aos seus #apri#hos0 PERGUNTA: 4 Poderias nos esclarecer mais so(re o Guia Protetor que todo o encarnado possui e a a +o dos mentores espirituais& HERME!: 4 Ouando reen#arnamos. não se importando #om as #onse:u. vamos soli#itar. t. re#ebendo #onstantemente in6ormações intuitivas para viver melhorK ao #ontr7rio da:ueles :ue estão sintoni*ados #om as entidades negativas :ue bus#am somente atender aos seus interesses e ví#ios.n#ia dos produtos :ue lhes são o6ertados nosEdes5pa#hosE pelos #ontratantes de trabalhos anti#ristãos0 PERGUNTA: 4 /nfeli%mente as pessoas muitas ve%es se desesperam para resolver algo que entendem como um grave pro(lema em suas vidas e terminam se enredando nas redes das Trevas* . pou#o re#onhe#ida. beber et#. poderíamos di*er< EAnalisa teus atos e pensamentos e saber7s :ual o nível dos espíritos :ue te a#ompanhamLE Devemos lembrar ainda :ue a #ompanhia de entidades ben6eitoras % eBtremamente grati6l#ante e produtiva. veremos :ue as s7bias leis do 3riador #onspirarão a nosso 6avor0 PERGUNTA: 4 Poderíamos identificar facilmente as nossas companhias espirituais simplesmente analisando os nossos atos e pensamentos& HERME!: 4 Biste um ditado :ue di*< E$ostra5me #om :uem andas. :ue te direi :uem %sLE Analisando as in6ormações deste #apítulo.omo deveríamos agir para evitar essa trag#dia em nossas vidas& HERME!: 4 Problemas.

ombras :ue.e tudo est7 dando errado % por:ue estamos lutando #ontra a nossa evolução0 !s obst7#ulos :ue surgem em nossas vidas são #olo#ados em nosso #aminho sabiamente por Deus para :ue venhamos a despertar para o verdadeiro ob?etivo da vida< o #res#imento espiritual rumo ao amor e C pa*0 @2 . trata5se de entidades mais avançadas no #ampo da evolução espiritual :ue elegem en#arnados dispostos C pr7ti#a do bem #omum0 Atuam no plano 6ísi#o por interm%dio desses instrumentos para propagar o amor e a sabedoria de Deus entre os homens0 m geral. :ue % imponder7vel somente aos :ue blo:ueiam o seu EseBto sentidoE para as Merdades 'mortais0 A in6lu. sem eB#lusividade. :ue se desespera para #onseguir novamente aproBimar5se de seu pupilo0 Durante esse período de #onturbação.n#ia dos espíritos em nosso #otidiano pode ser 6a#ilmente observadaK basta :ue pro#uremos per#eber e #ompreender essa inter6er.uprema de Ação e Reação0 . o en#arnado #omete diversos desli*es por não #onseguir #aptar a intuição amiga. pois vivemos inseridos dentro da Iei . s4 nos tra* dissabores0 Ouanto aos mentores espirituais. #omo ?7 dissemos.omente lembrar aos en#arnados :ue % 6undamental libertar5se de sua #egueira espiritual0 8 #onhe#endo o mundo :ue nos #er#a :ue aprendemos a nos desviar dos obst7#ulos :ue estão no #aminho :ue devemos trilhar0 A 6inalidade de nosso trabalho % despertar os en#arnados para a realidade :ue est7 al%m dos sentidos 6ísi#os0 A:uele :ue bus#a #onhe#er essa Merdade terna sentir7 e per#eber7 esse mundo.en#arnado se envolve em vibrações negativas :ue neutrali*am a ação do -uia Protetor. irradiando o seu amor e sua Iu* onde houver um trabalhador de boa vontade0 PERGUNTA: 4 Gostarias de fa%er mais alguma considera +o so(re este tema& HERME!: 4 . por não seguir a Iei Divina :ue nos impulsiona ao progresso #omo 6ilhos de Deus0 Para #on#luir. tais orientadores espirituais trabalham #om seus pupilos somente em dias ou %po#as espe#í6i#as. e #ertamente se envolve #om a sintonia das . #onvidamos o leitor a re6letir sobre os a#onte#imentos de seu #otidiano.n#ia da Mida 'mortal e.n#ia em todos os atos de nosso dia5a5 dia0 Iembramos mais uma ve*< o homem so6re demasiadamente por despre*ar e des#rer da eBist. #onse:\entemente .

O e7ílio planet0rio e seu ob8eti3o PERGUNTA: 4 . assim #omo os 6ilhos de Deus. o E?oioE do EtrigoE e os da Ees:uerdaE dos da EdireitaE do 3risto0 ! Gltimo est7gio evolutivo. nas diversas en#arnações a :ue todo o 6ilho de Deus % submetido em sua evolução in6inita0 Jesus. Jesus. #om o passar dos s%#ulos. segundo as metas traçadas. en#errou5se durante as Gltimas d%#adas :ue ante#edem a submersão da Atl9ntida. e traçou o programa de6initivo de redenção espiritual de nossa humanidade0 ntão. os espíritos :ue ali reen#arnam são avaliados #om o ob?etivo de veri6i#ar5se se eles atingiram o patamar de progresso traçado para a:uele planeta. em sua passagem pela "erra.7bio 'nstrutor alertou5nos tamb%m :ue Ea semeadura % livre. h7 dois mil anos. visando a sua ade:uação C nova 6ase de evolução. que devemos entender por 8e)ílio planet$rio8& HERME!: 4 !s planetas. at% :ue.uperior para identi6i#ar o período de transição entre o atual #i#lo evolutivo e o pr4Bimo :ue5est7 por vir0 Nesse espaço de tempo o#orrem as trans6ormações ne#ess7rias no globo. le nos es#lare#eu :ue inegavelmente haveria um m%todo de seleção espiritual :ue apartaria os ElobosE das EovelhasE. sendo :ue o atual ini#iou5se na segunda metade do s%#ulo passado e dever7 ser #on#luído at% @@ . ad:uiriu os primeiros traços de #ivilidade. nos deiBou #laro esse pro#esso de avaliação ao #omentar em seus ensinamentos sobre o E?uí*o 6inalE0 ! . bem #omo o pro#esso de eBílio planet7rio em :ue os espíritos identi6i#ados #omo o E?oioE são a6astados do pro#esso de reen5#arnação no mundo 6ísi#o e en#aminhados para o translado C sua nova es#ola planet7ria0 sses períodos de transição abrangem em torno de #em anos do #alend7rio terreno. onde possam repetir o est7gio de aprendi*ado :ue negligen#iaram por s%#ulos e s%#ulos. a 6im de :ue os espíritos rebeldes se?am eBpurgados da "erra para um mundo primitivo0 PERGUNTA: 4 E o que podemos entender pelo termo 8transi +o planet$ria8& HERME!: 4 A transição planet7ria % o termo utili*ado pela spiritualidade . anterior ao :ue vivemos. estão inseridos em um programa evolutivo traçado pelo 3riador0 Ao 6inal de um est7gio de evolução em determinado mundo do 2niverso. tal :ual o estudante % avaliado por seus mestres a 6im de ser aprovado para um novo ano letivo na es#ola0 A:ueles :ue não evoluíram. um pra*o de aproBimadamente vinte s%#ulos 6oi estipulado para :ue os espíritos :ue a:ui evoluem atingissem tal meta0 sse período ?7 est7 se esgotando e um novo eBílio planet7rio est7 em andamento. mas a #olheita obrigat4riaE. ou se?a. um novo agrupamento de espíritos ini#iou seu pro#esso de evolução na es#ola terrena e. :uando então ini#iou5se uma nova 6ase #om a vinda de espíritos eBilados do sistema de 3apela para a "erra0 sses a#onte#imentos 6oram narrados no primeiro #apítulo de nosso Gltimo trabalho EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE0 Assim. deverão ser eBilados num mundo in6erior. :ue deveríamos responder pelos nossos atos0 Al%m dessas a6irmações. des#eu ao mundo 6ísi#o o -overnador spiritual do planeta "erra.

reali*ando um pro#esso de grande avanço #ientí6i#o e moral para a humanidade terrena0 Nos primeiros anos da d%#ada de setenta do s%#ulo vinte e um.o linal deste s%#ulo0 No de#orrer desse período. :ue ser7 de pa* e amor0 ! s%#ulo vinte 6oi identi6i#ado no Plano Astral #omo o Es%#ulo dos trabalhadores da Gltima horaE. provavelmente ?7 deveremos vislumbrar a Nova ra #onsolidada. gerando uma #arga astral inst7vel :ue :uase a#arretou um dese:uilíbrio generali*ado em todas as 7reas da evolução humana0 Agora. onde não terão tempo nem 9nimo para promover o mal0 PERGUNTA: 4 Algumas ve%es # difícil crer que o homem se modificar$ assim. #omo nos pre#eitua o vangelho de Jesus. onde poderão eBternar todas as suas taras e dese:uilíbrios sem pre?udi#ar o avanço de uma so#iedade espiritualmente superior0 I7. visto que passaram5se v$rios s#culos e parece que a humanidade possui somente uma tend4ncia a piorar* . elu#idando. na d%#ada de sessenta do s%#ulo passado. eles terão de lutar pela sobreviv. narramos ?ustamente o :ue eBpomos agora.omo entender essa mudan a& HERME!: 4 3ompreendemos essa des#rença da trans6ormação espiritual da humanidade na:ueles :ue bus#am en#ontrar indí#ios da Nova ra. nesta Gltima en#arnação. a olhos vistos. bom senso e avanço para o 6uturo da humanidade0 'n#lusive muitas de vossas #rianças ?7 6a*em parte desse grupo0 8 #omum demonstrarem uma #apa#idade moral. :ue surgir7 ap4s o pro#esso de transição planet7ria0 n:uanto os seguidores do 3risto estiverem #omemorando a vit4ria #on:uistada no pro#esso evolutivo. tra*endo Iu*. pro#eder5se57 um gradual pro#esso de reen#arnação dos espíritos :ue #on:uistaram ingresso para viver na "erra da Nova ra pelos m%ritos al#ançados em su#essivas en#arnações0 sses irmãos vitoriosos mudarão o #en7rio do mundo. por:ue a #ada dia pare#e :ue o homem se distan#ia ainda mais da moral e dos sagrados valores espirituais0 $as devemos vos lembrar :ue o #orpo 6ísi#o nada mais % :ue um veí#ulo para a mani6estação do espírito0 3omo dissemos anteriormente.n#ia em meio a um ambiente selvagem. 8da $gua para o vinho8. #ausando o dese:uilíbrio e o #aos :ue assola a humanidade e :ue vos impressiona0 $as esse #en7rio ?7 est7 se invertendo e gradualmente os espíritos eleitos assumirão as novas gerações. o :ue a#arretou uma grande #on#entração de espíritos atrasados no plano 6ísi#o em um mesmo período0 3omo ?7 vos dissemos. as nossas in6ormações0 m nosso primeiro trabalho EA Aist4ria de um An?oE #ontamos a hist4ria de um desses espíritos mission7rios en#arregados de trans6ormar a humanidade para a Nova ra0 Nessa obra. o nGmero de espíritos atrasados en#arnados atualmente % muito grande. #om #lare*a. vivemos um período em :ue espíritos mission7rios ?7 estão reen#arnando para mudar o per6il da humanidade0 !s rebeldes desen#arnarão sistemati#amente e o retorno gradual dos eleitos C vida 6ísi#a mudar7 a 6a#e do planeta. espiritual e intele#tual superior at% mesmo C dos adultos. tínhamos en#arnados no planeta noventa e #in#o por #ento de espíritos atrasados. o atual período de transição planet7ria em :ue vivemos0 @& . #on6irmando. os espíritos rebeldes estarão sendo eBilados num mundo in6erior. antes do -rande Bílio. em alusão C par7bola de Jesus :ue #onvida os :ue ainda não se elegeram para a Nova ra a 6a*erem5no agora. em t+o curto período. na Eterra do ranger de dentesE.

a 6im de se ?untarem ao grupo de eleitos para a Nova ra0 Re6ormando os seus #on#eitos morais e valores espirituais. mas a maioria -$ desencarnados. :ue a#reditam :ue a submissão. Nova Era. alguns ainda encarnados. podemos entender :ue esses dois terços se apli#am ao universo de en#arnados e desen#arnados do planeta01 Ap4s o eBílio. pois. temos os ateus. que atualmente gira em torno de IJ (ilh!es de espíritos* <ogo. em ve* de 6i#arem idolatrando os seus 6ilhos. elucidam que os dois ter os aos quais o profeta =o+o Evangelista se referiu correspondem . provavelmente muitos pais ser+o separados dos filhos nesse Grande E)ílio* N+o estamos certos& HERME!: 4 A #han#e de esses espíritos obterem . pu(licado pela Editora do . #hegamos C #on5 #lusão :ue a pro6e#ia apo#alípti#a de João vangelista ir7 se #on#reti*ar e Edois terços da humanidade realmente pere#er7E0 Analisando essa pro6e#ia elaborada em linguagem 6igurativa. analisando o per6il psi#ol4gi#o dos espíritos en#arnados. de elu#idarem5se sobre as Merdades 'mortais. ser+o e)ilados numa nova morada planet$ria* PERGUNTA: 4 Eual # o comportamento moral que diferencia os eleitos da Nova Era daqueles que ser+o e)ilados num mundo inferior& HERME!: 4 ssa pergunta não deveria nem mesmo ser respondida. psicografado por 9ercílio "+es. inseridos na 6amília universalL Ademais. os 6an7ti#os religiosos. pensando eB#lusivamente na mat%ria. filhos desses mesmos que est+o passando por um teste final.PERGUNTA: 4 Aca(aste de nos informar que no período em que vivemos est$ encarnado na Terra um grande grupo de espíritos tendo a sua :ltima chance para eleger5 se . imensa popula +o de encarnados e desencarnados da Terra. mas #ompreendemos os motivos pelos :uais ela 6oi e6etuada0 Portanto.5la. deveriam se es6orçar para melhorar intimamente. in6luiriam diretamente na edu#ação dos 6ilhos de 6orma positiva0 @AB Tanto 9ermes como Ramatís em "ensagens do Astral. e aqueles que forem reprovados ser+o e)ilados num inundo inferior* Eual ser$ a chance de esses espíritos o(terem 4)ito& E se est+o nascendo espíritos iluminados.onhecimento. :ue geralmente são es#ravos da mat%riaK de outro. 6ilhos de um Gni#o Pai. tal a obviedade da resposta.Bito depende eB#lusivamente de sua perseverança na bus#a do bem e. tão pe#uliar aos pro6etas da %po#a. % a #have :ue abre as Eportas divinasE0 'n6eli*mente. pelo medo. prin#ipalmente. eis uma advert. dois ter osM. a 6im de #ontinuar evoluindo0 m relação C dor da separação de pais e 6ilhos. KJ (ilh!es de espíritos Lou se-a. lembrando aos leitores :ue as leis de Deus sempre estiveram registradas e ao al#an#e de todos durante toda a hist4ria da humanidade0 Jamais seria a#eito o argumento de se des#onhe#er essas leis0 ! :ue sempre o#orreu por parte dos invigilantes.n#ia urgente para a re#i#lagem moral dos pais. aos :uais est7 sendo o6ere#ida a Gltima #han#e de sintonia #om os ensinamentos do 3risto. pois um dos graves empe#ilhos para a libertação espiritual da atual humanidade en#arnada % a sua des#rença e o seu eB#esso de devoção ao materialismo0 1alta ao homem moderno e:uilíbrio e harmonia0 Raros são a:ueles :ue estão em sintonia #om a 1orça Divina0 De um lado. 6oi o despre*o e a ridi#ulari*ação delas0 ! #aminho da Iu* est7 na simples pr7ti#a dos sublimes ensinamentos de Jesus< EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoE e ENão 6aças aos outros o :ue não gostarias @( . a humanidade 6ísi#a dar7 prosseguimento ao seu pro#esso edu#ativo na "erra por meio da reen#arnação. isso somente atesta o :uanto a humanidade ainda est7 a6astada dos valores espirituais e eBtremamente apegada aos interesses materiais ditados pelos laços de sangue0 "odos somos irmãos. vamos res5 pond.

ou se?a. da vida espiritual0 !uve as s7bias palavras de Iu*. mais do :ue nun#a % impres#indível determinar5se C bus#a do bem0 PERGUNTA 4 Eual o o(-etivo principal do e)ílio planet$rio& HERME!: 4 Naturalmente seria impossível seguir #om o progresso e #om o desenvolvimento #ientí6i#o e te#nol4gi#o se diariamente #orr.ssemos o ris#o de essas te#nologias serem utili*adas para o mal.4 assim ven#eremos os maus h7bitos :ue se instalam sorrateiramente em nossos #orações0 PERGUNTA: 4 Encontramos diariamente pessoas que entendem os ensinamentos espirituais e demonstram interesse em pratic$5los0 reconhecem os seus erros.os. os ?ustos estão aprisionados dentro de suas #asas #om medo de serem vítimas da viol. promovendo o tr76i#o de drogas e o #rime. % ne#ess7rio :ue os ElobosE se?am a6astados. es:ue#endo5se :ue a so#iedade atual não serve de modelo para :uem pro#ura um ingresso urgente C Nova ra0 Nos tempos atuais. não se ama sem esperar nada em tro#aK satis6a*em5se interesses e #apri#hos :ue se des6a*em C menor #ontrariedade0 m resumo< o grande mal atual da huma5 nidade % o a6astamento dos valores espirituais pela ine6i#i. 6or?ados nos s%#ulos de en#arnações voltadas eB#lusivamente para si pr4prios e para os seus interesses. a:ueles :ue estão tendo sua Gltima #han#e de se #olo#arem C direita do 3risto. ou se?a. em sua Gltima oportunidade. tal a 6a#ilidade para dominar os en#arnados enredados nas teias da mes:uinhe* e da intoler9n#ia0 A 64rmula libertadora % o real interesse em en#ontrar o #aminho da Iu*. promovendo dor e destruição0 Para :ue os #ordeiros do 3risto possam #ontinuar evoluindo. es:ue#endo5se de amar e auBiliar o pr4Bimo0 Agora. mas não o viv. :ue surgem #omo monstros in#ontrol7veis em seu #ampo emo#ional e ra#ional0 . o respeito. ?usti6i#ando os seus atos no eBemplo :ue v. mas n+o as praticam* Por que o homem. temos a #onstante in6lu. mas se aprisiona de 6orma hipn4ti#a C vida so#ial materialista. tem dificuldade em aplic$5lo em sua vida& HERME!: 4 ! problema % :ue o homem #onhe#e o ensinamento. mas sucum(em . a toler9n#ia.n#ia0 ! espírito en#arnado na mat%ria pare#e estar sempre envolvido em um #onto de 6adas :ue o a6asta da vida real.n#ia de espíritos desen#arnados :ue trabalham pelo nosso 6ra#asso0 Nesses #asos. eBemplos #omo o perdão.:ue te 6i*essemE0 Nesse resumo da Iei de Deus en#ontra5se o #4digo de di6eren#iação dos eleitos para os eBilados0 PERGUNTA: 4 G comum vermos pessoas que reconhecem nessas m$)imas o supremo caminho da <u%.s primeiras tenta !es* Por que isso acontece& HERME!: 4 !s trabalhadores da EGltima horaE. não devem se iludir0 .n#ias :ue os perseguem0 Al%m do mais. pelas virtudes #ristãs e pr7ti#a real e sin#era da re6leBão de nossos atos do #otidiano0 . a 6im de não lhes #ausar pre?uí5). conhecendo esse ensinamento.n#ia das religiões e do baiBo padrão espiritual da maioria dos atuais espíritos en#arnados0 sse :uadro % um ban:uete para os espíritos das "revas :ue promovem o 6ra#asso dos en#arnados0 les nem ao menos pre#isam se es6orçar.ão espíritos :ue ainda so6rem uma atração eBtraordin7ria para o #ampo dos interesses humanos. e o amor teve seu sentido distor#ido0 Ao?e. a dignidade e a honestidade não estão em voga.omente um es6orço her#Gleo em direção C Iu* os libertar7 dessas m7s tend. #omo ?7 ven"o#orrendo0 n:uanto os mal6eitores des6ilam o#iosamente pelas ruas. ao seu redor.n#ia0 R medida :ue os @/ . ne#essitam ven#er o atavismo de#orrente de en#arnações passadas.

a era da sabedoria espiritual e do desenvolvimento para um 6uturo melhor em todas as 7reas de atuação. ent+o.ob o . :ue orientar7 a humanidade terrena para avanços no domínio das energias espirituais e da #i. sem #omprometer a #oletividade #om instrumentos de destruição em massa0 sse a6astamento #ompuls4rio possibilitar7 um ambiente de pa* e progresso aos habitantes da "erraK #aso #ontr7rio. mais uma ve*. ainda invisível aos olhos 6ísi#os0 Iembramos. ingressarão em uma %po#a de novos aprendi*ados sob a orientação do mestre Saint Germain. tanto de dia #omo C noite. eBiste um temor generali*ado de :ue o #onhe#imento nu#lear. o :ue #ertamente a#abaria por destruir as mais belas ini#iativas de progresso da humanidade do "er#eiro $il%nio0 J7 os aprovados para a Nova ra.omo podemos nos certificar de que estamos vivendo realmente esse período chamado de transi +o planet$ria& HERME!: 4 !s mais sensíveis ?7 podem sentir na intimidade do ser :ue vivemos uma era de transição0 ! planeta ?7 se apresenta saturado de #argas t4Bi#as :ue #ausam ansiedade e des#on6orto nos eleitos e angGstia e desespero nos 6uturos eBilados0 !utros 6atores mais #onvin#entes se 6arão presentes no de#orrer das pr4Bimas d%#adas. :ue naturalmente terão uma visão espirituali*ada sobre 'odos os aspe#tos da vida humana0 PERGUNTA: 4 . #omo por eBemplo a intensi6i#ação da de#ad.igno de A:u7rio Q Narrações sobre Miagens AstraisE. utili*ado pelos governantes somente para agradar o povo. portanto.#ientistas avançam em suas pes:uisas. poderão #ontinuar #om seus #rimes.n#ia #onven#ional. estaríamos mantendo Ema#a#os em um pal7#io de #ristalE. que o sonho dos espiritualistas de ver o mundo sendo dirigido segundo a vis+o e a #tica espiritual se concreti%ar$& HERME!: 4 A Nova ra ser7 mar#ada prin#ipalmente por essa mudança0 A visão materialista ou o 6also espírito religioso. de :ue as t%#ni#as de #lonagem e de engenharia gen%ti#a se?am utili*ados para o mal0 ! eBílio planet7rio. tem a 6unção de higieni*ar o planeta e permitir :ue os 6ilhos de Deus :ue ?7 se de#idiram pelo progresso e pelo #res#imento espiritual tenham oportunidade de prosseguir em sua as#ese evolutiva0 n#erra5se o #i#lo da #on:uista do amor e ini#ia5se a ra de A:u7rio.n#ia moral da so#iedade mundial0 $as talve* os mais visíveis se?am a aproBimação de um grande astro nos #%us :ue ser7 visto a olho nu. visando a evolução dos 6ilhos de Deus0 A:ueles :ue se negaram a amar e a respeitar o seu semelhante terão de re#omeçar esse aprendi*ado em um mundo sem te#nologias modernas. dentre outras #oisas0 Nas es6eras espirituais superiores % #omum #omentar5se :ue a tare6a de Saint Germain % eBpandir a #apa#idade mental dos 6uturos eleitos0 3aso o homem atual pudesse imaginar o :ue poder7 ser reali*ado no 6uturo. repetindo os prim4rdios da #ivili*ação atual0 Assim. utili*ando5se de ta#apes e lanças. e o governo do planeta 6i#ar7 aos #uidados de Saint Germain. sob o signo de A:u7rio. 6i#aria #ertamente impressionadoL PERGUNTA: 4 Podemos crer. #omo ?7 havíamos elu#idado em nosso segundo tra5 balho E. durante v7rios dias0 A aproBimação desse astro #ausar7 grande eB#itação nos 6uturos eBilados @) . :ue reen#arnarão na "erra somente espíritos eleitos. oportunidade em :ue es#lare#emos :ue a transição planet7ria se e6etuar7 tamb%m no Plano de Direção do planeta "erra0 Jesus assumir7 atividades superiores. pois haver7 en#errado a sua missão #omo EAp4stolo do AmorE. ser7 substituído por um real interesse pela bus#a desse #onhe#imento.

#omo ?7 #itamos em #apítulo anterior.n#ia mar#ante em nossas vidas0 Por esse motivo. serão raros os pais :ue #onseguirão per#eber :ue sob seu teto repousa um espírito iluminado :ue ne#essita de apoio para a sua tare6a abençoada0 3omo ?7 dissemos anteriormente.olar. cultuando os costumes de seu povo* 'er$ mesmo que esses eleitos que -$ est+o reencarnando na Terra conseguir+o vencer a ascend4ncia imposta tanto por seus pais. por meio da mediunidade inliiiliva.istema . e ao nosso dese-o íntimo. prov7veis 6uturos eBilados. pois al#m das diliculdades para se atingir esse nível de comunica +o. em decorr4ncia de o futuro estar sempre em movimento* As datas e eventos podem ser alterrados pelo Alto . os nossos filhos seguem o nosso perfil. pois ser7 o delimitador de6initivo da -rande $udança0 Al%m da presença desse astro intruso ao .s determina !es de 9ermes. % a missão de 3hi#o Vavier no Brasil. mais interessadas no 6en4meno ins4lito.n#ia para o iní#io da re#uperação do e#ossistema terreno. estamos su-eitos a mudan as nos planos da Espiritualidade 'uperior. os homens atuais. o#orrer7 uma gradual verti#ali*ação do eiBo da "erra :ue #ausar7 alterações #lim7ti#as e mudanças na 6a#e do globo0 sta ser7 uma provid. e o seu #%rebro 6ísi#o.e uma estranha sensação de pa* nos #ordeiros de Deus. isso não % relevante para o ob?etivo :ue deve ser al#ançado< o progresso espiritual para evitar o eBílio planet7rio0 !s en#arnados importam5se mais #om o 6en4meno do :ue #om a mensagem0 2ma prova in:uestion7vel. :ue impressionou milhões durante os anos :ue ante#ederam o iní#io do período de transição planet7ria. impressionado #om a#onte#imentos do #otidiano. medida que a humanidade rea-a de forma positiva ou negativa aos planos tra ados pelo . mas somente uma pe:uena par#ela assimilou a mensagem tra*ida pelos planos espirituais sob a orientação do irmão mmanuelK o restante das pessoas. quanto pela sociedade& HERME!: 4 3ertamente haver7 alguma di6i#uldade. o tempo transcorre de forma diferenciada nos dois planos de vida: o físico e o espiritual* PERGUNTA: 4 G f$cil perce(er que o espírito reencar5nante é muito influenciado pelo meio em que est$ inserido0 ou seja. perdeu uma das mais importantes revelações espirituais da hist4ria da humanidade e ho?e em dia vive #omo sempre viveu. pois o meio eBer#e uma in6lu. pode #ausar distorções na re#epção mediGni#a 20 Y] importante para os^espíritos em evolução no globo terrestre # saber :ue esse 6en4meno o#orrer7 nas pr4Bimas d%#adasK a simples presença de espet7#ulo tão in#omum nos #%us ser7 um atestado para as a6irmações :ue a:ui 6a*emos0 Ademais.riador* Ademais. :ue estar7 muito abalado pelo eB#esso de poluentes e pelos grandes pre?uí*os C #amada de o*[nio do planeta0 PERGUNTA:4 Poderias nos informar com maior precis+o cm que ano1esse astro intruso cru%ar$ a 2r(ita terrestre& HERME!: 4 Pre6erimos não espe#i6i#ar datas0 ! m%dium :ue re#ebe essas in6ormações trabalha #om mediunidade intuitiva. evitaremos tentar captar informa !es muito precisas. % de 6undamental import9n#ia :ue os homens pro#urem melhorar5se a 6im de auBiliar os 6ilhos :ue demonstrem in#linação para a nobre missão de trans6ormar o mundo para a Nova ra0 'n6eli*mente. estão mais preo#upados #om os interesses da vida humana ou #om os 6uBi#os @F . assim como o homem em geral segue a linha de conduta da sociedade em que vive. alheio Cs Merdades 'mortais :ue poderiam resgat75lo das trevas da ignor9n#ia espiritual0 KN Nota do m#dium 5 Atendendo .

#m meio a um mundo primitivo onde o Eranger de dentesE ser7 uma #onstante. eles se reunirão. #omo a humanidade da "erra o 6e*0 les sentirão in#ons#ientemente :ue morderam a maçã do pe#ado. deverão lular para se redimir e obter 6inalmente a 6eli#idade e a pa*0 PERGUNTA: 4 Poderias esclarecer5nos so(re o sentimento de arrependimento e a precariedade que os e)ilados encon5/nir+o no planeta5e)ílio& HERME!: 4 A nova morada dos eBilados ser7 literalmente ummundo onde aEdor e o ranger de dentesEser7 uma #onstante. -amais regride> HERME!: 4 Não h7 retro#esso espiritual0 Reen#arnar em um mundo primitivo representa apenas uma mudança de #en7rio para :ue os espíritos atuem no teatro da vida0 !s valores #on:uistados não serão perdidos0 A:ueles :ue 6orem eBilados e reen#arnarem nesse mundo in6erior terão somente um veí#ulo do mani6estação in6erior0 !s seus #orpos serão primitivos nos primeiros s%#ulos. mesmo assim. ?amais dando atenção aos ob?etivos superiores0 $as. 6ormando ami*ades :ue serão embasadas na a6inidade de ideiasK e. ante todas as adversidades. #om o passar dos anos. trans6ormarão as gerações 6uturas0 PERGUNTA: 3 Essa reencarna +o de espíritos da Terra em um mundo atrasado n+o implicaria em involu +o& . e perderam o paraíso. então.n#ia . mas logo estarão plenamente adaptados e poderão re#omeçar a sua #aminhada para #on:uistar a lição desse at0uaL est7gio terreno :ue 6oi negligen#iada< o amor ao pr4Bimo #o #ultivo das virtudes #rísti#as :ue de6inem um bom #ar7ter0 PERGUNTA: 4 Os e)ilados ter+o alguma lem(ran a inconsciente da Terra nesse novo mundo em que viver+o& HERME!: 4 J7 nas primeiras en#arnações eles #riarão lendas. os pais estão preo#upados #om Eas rodas de sambaE ou #om o 6utebol do #lube pre6erido. o :ue gerar7 de6ormidades e desa?ustes org9ni#os nas primeiras en#arnações0 m meio a tanto #aos. pro#urando novas terras a #ada novo #ata#lismo regional :ue viven#iarão. baseada na agri#ultura0 !s eBilados ne#essitarão bus#ar alimento e abrigo #omo n4mades. desrespeitando o 3riador. #omo pre#eituou Jesus0 ! planeta absinto não possui o #on6orto e a relativa serenidade da "erraK ele ainda % um mundo inst7vel #om pro6undas os#ilações #lim7ti#as e sísmi#as0 "ais variações inesperadas di6i#ultarão.s ensinamentos espirituais nos esclarecem que o espírito somente progride. do :ue #om sua edu#ação espiritual e a de seus 6ilhos0 8 #omum observarmos nas 6amílias abastadas a preo#upação dos pais para :ue os 6ilhos #on:uistem posições elevadas dentro da so#iedade0 J7 nas 6amílias mais humildes. e terão de adaptar5se Cs brus#as mudanças de temperatura< tanto ao 6rio #austi#ante :uanto ao #alor literalmente in6ernal0 Al%m do mais. haver7 uma in#ompatibilidade ini#ial entre os seus moldes perispirituais. assim #omo podemos observar na lenda de Adão e va. :ual:uer tentativa de estruturação de uma so#iedade primitiva harmoni*ada.uprema :ue rege o 2niverso e. ainda a6inados aos #orpos terr7:ueos. nos primeiros s%#ulos da migração. os eleitos do 3risto ven#erão as barreiras impostas pela geração desprepa5rada :ue os trouBe ao mundo0 . :ue 6oi #riada a partir da saudade dos #apelinos :uando 6oram eBilados de seu mundo de Iu*es e #o n "orto para a "erra0 !s eBilados sentirão em suas re6leBões. unidos. :ue se negaram a atender ao apelo amoroso da 'ntelig. esses espíritos #lamarão por @+ .de sua #omunidade. assim. e os 6uturos veí#ulos de mani6estação 6ísi#a gerados nesse novo mundo.

ele % um molde adapt7vel ao #orpo a :ue ir7 dar vida durante uma nova en#arnação 6ísi#a0 3omo os eBilados possuirão um molde perispiritual adaptado aos moldes da "erra. esse pro#esso se dar7 #om dor e so6rimento.n#ia da pre#ariedade dos novos #orpos 6ísi#os do planeta5eB6lio0 8 prov7vel :ue ha?a uma adaptação a#eit7vel.eria o mesmo :ue #olo#7ssemos um motor potente. permitindo5lhes uma vida menos so6rida. :ue % um #orpo mais avançado em relação aos do planeta5eB6lio. em alusão ao &0 .queles que qualificamos como magos negros. somente a partir da ter#eira en#arnação no novo molde0 PERGUNTA: 3 A Terra est$ a(andonando o est$gio de 8e)pia !es e provas c$rmicas8para ingressar em uma etapa de 8regenera +o espiritual8 de seus futuros ha(itantes eleitos para a Nova Era* . mas uma simbologia in#ons#iente dos reprovados para a Nova ra0 @0 !s eBilados sabem :ue trata5se daEmar#a dos eBiladosE. a prin#ípio. não #ompareis a $etodologia Divina #om os limitados re#ursos organi*a#ionais da vida humanaL 3ertamente não teremos umEan?oEna porta do E#%uE separando o ?oio do trigo.imL Assim #omo alguns não a#ompanham a evolução de seus mundos e terminam sendo eBilados para orbes in6eriores. em de#orr. que certamente procurar+o reagir& HERME!: 4 !hL Por 6avor. o espírito ?7EgravaEna alma sua real #ondição espiritual. eles imprimem in#ons#ientemente em sua mão direita e na testa o nGmero da EBestaE< o temível ///. pois o E#%uE e o Ein6ernoE estão gravados em nossas #ons#i.#lem. #aminho es#olhido pelos eleitos do 3risto :ue prosseguirão na "erra para en#arnações mais 6eli*es0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er mais so(re essa incompati(ilidade dos futuros corpos físicos em rela +o ao perispírito dos e)ilados* HERME!: 4 ! #orpo espiritual % um veí#ulo de interligação entre o espírito imortal e os #orpos de nature*a 6ísi#a para mani6estação na vida humana0 Assim sendo. :ue não % apenas uma lenda. en#errando a sua ?ornada durante o atual #i#lo evolutivo0 !s puros irradiam Iu* e e:uilíbrio. antes do E?uí*o 6inalE. #omo narramos no primeiro #apítulo do livro EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE0 PERGUNTA: 4 E como se dar$ esse processo de sele +o& 9aver$ algum tipo de viol4ncia ou aprisionamento para encaminhar esses espíritos re(eldes ao astro intruso.s que poder+o retornar do planeta5e)ílio no futuro ser+o aqueles que vencer+o essas duas etapas no mundo inferior& HERME!: 4 . em uma #arroça ou #arro anti:uado0 1atalmente haveria graves dis6unções nesse veí#ulo0 Resumindo< o#orrer7 #om os eBilados di6i#uldades motoras e mentais. al%m de dores org9ni#as intensas. isso #ausar7. o mesmo o#orre #om a:ueles :ue progridem mais r7pido :ue o Plane?amento Divino de sua atual es#ola planet7ria0 ssas almas dedi#adas C sua as#ese evolutiva ultrapassam as metas do planeta :ue lhes serve de es#ola e migram para mundos superiores para #ontinuarem o seu progresso0 is o :ue o#orreu #om o grupo espiritual original da Atl9ntida. uma in#ompatibilidade na união perispírito5#orpo 6ísi#o0 . onde a onipresença de Deus nos monitora a todo instante0 Ap4s o Gltimo desenla#e da vida 6ísi#a.n#ia e 6inalmente pro#urarão respeitar e seguir a Iei de volução spiritual do 3riador0 'n6eli*mente. mas ade:uado a veí#ulos #om aerodin9mi#a per6eita. en:uanto os eBilados apresentam uma aura pega?osa e um semblante angustiado0 Al%m do mais. principalmente em rela +o . e não por meio do amor e da sabedoria.n#ias.

essa mar#a não tem a 6inalidade de identi6i#ar os eBilados. sím(olo da a +o que materiali%a na forma a ideia criada no c#re(ro0 e que n+o se trata. que # sím(olo do pensamento que cria. no capítulo 8.igno de A:u7rioE. esquerda do . mas de uma sim(ologia que representa o instinto animal pervertido* PERGUNTA: 4 Algumas pessoas contestaram essa informa +o contida na o(ra:8'o( o 'igno de Aqu$rio 4 Narra !es so(re Ciagens Astrais8. de uma marca no seu sentido literal. e identi6i#arem o seu 6ra#asso.queles que professassem a religi+o romana politeísta* E tam(#m que o n:mero PPP.risto* . por #ausa do temor da aproBimação do astro intruso0 Ao retornarem ao $undo $aior. mas % um pro#esso de autopunição e auto#ensura :ue est7 gravado na mente #ulposa dos espíritos da "erra. podemos #on6iar sem re#eio em suas a6irmações :ue 6oram #ertamente de nature*a trans#endental. pois os so#orristas do $undo $aior utili*am5se de outros meios para identi6i#ar a nature*a do espírito C sua 6rente0 PERGUNTA: 4 9istoriadores especulam que a 8marca da ?esta8era t+o5somente um tipo de linguagem codificada criada por =o+o Evangelista para identificar uma autori%a +o do /mp#rio Romano para reali%ar qualquer tipo de com#rcio* Essa autori%a +o comercial s2 era concedida . segundo a numerologia.período #4smi#o da 4rbita do astro intruso0 ssas in6ormações detalhadas podemos en#ontrar na obra E. e . da testa. que di%es a respeito& HERME!: 4 ! homem ateu sempre en#ontrar7 respostas relativamente #onvin#entes para negar o Plane?amento Divino0 is o problema da linguagem simb4li#a. da m+o. pu(licado pela Editora do conhecimento . automati#amente a mar#a EsurgeE nos eBilados0 ! símbolo da EBestaE in#lusive % utili*ado mais entre eles. #om o ob?etivo de alertar os homens de todas as %po#as sobre os eventos :ue agora vivemos no E6inal dos temposE0 PERGUNTA: 4 E quanto ao mecanismo de sele +o e encaminhamento dos e)ilados para o mundo inferior. alegando que a Espiritualidade -amais necessitaria de uma 8marca8para identificar os que se colocaram . como se processa& &1 . no #apítulo EA $ar#a dos BiladosE0 @IB Ramatís esclarece na o(ra "ensagens do Astral. que qualquer a +o do espírito so(re a carne est$ ligada a duas manifesta !es distintas: . pois permite as mais variadas interpretaçõesL $as o :ue 6a*er. psicografado por / lercílio "+es. se o ap4stolo João teve de interpretar #on#eitos :ue estavam al%m de sua #ompreensão durante o transe mediGni#o na ilha de PatmosX 3omo des#rever aeronaves supers[ni#as lançando bombas in#endi7rias sobre #rianças ino#entes h7 dois mil anosX ! m7Bimo :ue o pobre e simples João podia 6a*er era in6ormar :ue Ep7ssaros de aço lançavam ovos de 6ogo dos #%usLE João era o mais evoluído ap4stolo de Jesus e o :ue possuía mediunidade mais 6ulguranteK portanto. N:mero LOPP na Profecia Apocalíptica8. portanto. que tens a di%er a respeito disso& HERME!: 4 3omo es#lare#emos na resposta anterior. eles relembram desse estigma0 3omo o perispírito % um #orpo de nature*a ideopl7sti#a. que foi o maior perseguidor dos crist+os* . apenas identificava o sanguin$rio imperador Nero.ob o .

sua in6lu. seriam ainda mais ?ustos e a:ueles :ue 6ossem in?ustos. #ometeriam ainda mais in?ustiçasE0 PERGUNTA: 4 E ocorrer+o graves trag#dias durante o período da transi +o planet$ria. como guerras e cat$strofes naturais& HERME!: 4 ! nosso trabalho visa ao es#lare#imento espiritual.n#ia astral desse #orpo #eleste abrange uma dimensão impressionante0 A sua es6era de atua5ção magn%ti#a abrange milhões de :uil4metros0 $esmo ap4s sua passagem. maior ser7 o e6eito sedativo e hipn4ti#o do astro intruso0 PERGUNTA: 3 N+o poder$ ocorrer de ainda haver futuros e)ilados. esses 6en4menos s4 aguçam a #uriosi5 dade e a espe#ulação dos invigilantes.n#ia ini#iou5se na segunda metade do s%#ulo passado e en#errar5se57 tão5somente no 6inal do período de transição planet7ria. ap2s a passagem do astro sugador.im. :uando estiver a milhões de :uil4metros da "erra e tiver atraído bilhões de espíritos :ue despre*aram as palavras dos s7bios instrutores da "erra0 PERGUNTA: 3 Eueres di%er que a partir desse período a Terra come ou a rece(er a influ4ncia magn#tica do astro intruso& HERME!: 4 . em todas as dimensões. a partir desse momento os habitantes da "erra. :uando #hegasse esse momento Ea:ueles :ue 6ossem ?ustos. assim #omo o#orreu em toda a hist4ria da humanidade.HERME!: 4 PerdãoL stendi5me demasiadamente na Emar#a dos eBiladosE e terminei não #ompletando a resposta anterior0 ! pro#esso de en#aminhamento dos eBilados se dar7 por atração magn%ti#a0 is a 6inalidade da passagem do astro intruso pela 4rbita terrestre0 Durante o período em :ue ele eBer#er seu poder de in6lu. mas não trans6ormam a humanidade para o bem0 $as podemos di*er :ue #ertamente o#orrerão trag%dias. 6ruto do desrespeito dos homens #ontra si pr4prios e #ontra a nature*a0 &2 . o#orrer7 um poderoso pro#esso de atração magn%ti#a :ue arrastar7 todas as almas em sintonia #om baiBas 6aiBas vibrat4rias0 PERGUNTA: 3 N+o haver$ como relutar& HERME!: 4 Não. e não a estimular um alarmismo improdutivo0 3omo dissemos anteriormente. a 6orça atrativa do astro intruso ainda se 6ar7 presente0 3on6orme in6ormamos anteriormente. por:ue os espíritos atraídos para p astro intruso estarão sob um e6eito sedativo e hipn4ti#o :ue os deiBar7 sonolentos e sem ação ante essa poderosa ação magn%ti#a0 PERGUNTA: 3 E quem aplicar$ esse efeito sedativo e hipn2tico& A pr2pria a +o magn#tica do astro ou a Espiritualidade 'uperior da Terra& HERME!: 4 sse % um pro#esso autom7ti#o. tanto na 6ísi#a #omo na espiritual. 6ruto da ação magn%ti#a do astro intruso sobre as almas #humbadas ao solo do mundo material por seus sentimentos anti#rísti#os0 Ouanto mais alienado e aprisionado Cs 6orças negativas 6or o espírito.n#ia sobre a aura da "erra. e eles escaparem de sua atra +o& HERME!: 4 A in6lu. #omeçaram a sentir a vibração angustiante do astro respons7vel pelo eBílio planet7rio0 #omo disse João vangelista no EIivro do Apo#alipseE.

mas isso não % 6undamental0 ! importante.omente um aviso< :ue os ensinamentos do 3risto se?am respeitados e :ue não se?am tratados #omo mera 6antasia0 "oda a mensagem do Divino $estre possui 6undamento e tenta eBpli#ar os me#anismos da vida #riada por Deus0 &@ . ainda eBistem espíritos en#arnados na "erra :ue #r.em :ue atingirão o paraíso #eleste em apenas uma Gni#a vida 6ísi#a0 'sso #ria barreiras de entendimento sobre o me#anismo de progresso espiritual :ue rege a evolução dos 6ilhos de Deus. e at% mesmo :ue a:ui % o #entro do 2niverso. mas :ue vivem o vangelho do 3risto naturalmente0 stes serão eleitos para a Nova ra na "erra por atingirem a meta estabele#ida pelo Alto. rabi da -alil%ia 6oi o int%rprete de uma entidade ainda superior. serão atraídos inevitavelmente para o astro intruso. a #rença in6antil de :ue o planeta "erra % o Eumbigo do 2niversoE 6a* o homem retr4grado #rer :ue s4 eBiste vida em nosso planeta. não % a #rença no eBílio planet7rio ou na eBist. podemos #itar #omo eBemplo o 6ato de algumas religiões a#reditarem :ue Jesus e Deus são a mesma entidade.em ser Deus um Evelhinho barbudo sentado sobre as nuvensE. por possuírem o #onhe#imento.PERGUNTA: 4 E por que as religi!es ortodo)as n+o tra(alham com a ideia da transi +o planet$ria e al#m disso apregoam que o mundo ir$ aca(ar no 8final dos tempos8& HERME!: 4 As religiões o#identais não a#eitam a reen5#arnação do espírito #omo um prin#ípio inteligente das leis divinas0 Iogo.n#ia da vida espiritual :ue de6inir7 :uem são os eleitos do 3risto para a Nova ra. o :ue gera uma visão se#t7ria da evolução espiritual.n#ias ainda limitadas0 A#reditamos :ue nem mesmo este #apítulo ser7 su6i#iente para #onven#er alguns irmãos aprisionados pelo #onven5#ionalismo da vida humana0 $as.em ser o eB#elso Jesus o pr4prio 3riador0 Iogo. blo:ueando o entendimento de :ue a "erra % apenas uma das in6initas es#olas planet7rias do 2niverso0 8 um absurdo tamb%m #rer :ue o 3riador destruir7 a "erra simplesmente para punir um pe:ueno grupo de rebeldes0 Para :ue o leitor #ompreenda melhor essa limitação religiosa da "erra. #r.n#iaL nas in6initas es#olas planet7rias do 2niverso0 3omo #itamos na resposta anterior. mas :ue es:ue#eram a pr7ti#a das virtudes #ristãs. e at% mesmo ateus. o sublime. in6ormações #ompleBas e 6ant7sti#as são mais di6í#eis de serem #ompreendidas por #ons#i. segundo os ensinamentos de Jesus sobre o E?uí*o 6inalE e o E6im dos temposE0 Al%m do mais. neste momento. % amar e respeitar o seu pr4Bimo #omo a si mesmo0 Meremos no E?uí*o 6inalE irmãos :ue #r. mas sim o #omportamento sintoni*ado #om as virtudes superiores0 8 4bvio :ue a #rença nestas in6ormações auBilia na trans6ormação espiritual. mas uma alma indi6erente para #om o amor e a 6raternidade apregoados pelo sublime Jesus e os demais avatares da "erra0 PERGUNTA:4 Eue :ltimas considera !es poderias fa%er so(re o e)ílio planet$rio& HERME!: 4 . se ela nem mesmo cr4 na e)ist4ncia da vida espiritual& HERME!: 4 3ada 6ilho de Deus vive um di6erente nível evolutivo e #ons#i. :uando. #omo ?7 a6irmamos neste trabalho. en:uanto espe#ialistas em espiritualismo.omo fa%er uma pessoa acreditar no e)ílio planet$rio. na verdade. o 3risto Planet7rio. :ue % apenas o respons7vel pela evolução do planeta "erra no -rande 3onselho 2niversal presidido pelo 3riador0 Iembrai5vos sempre :ue h7 mais mundos no 2niverso do :ue grãos de areia no litoral da bela nação brasileiraL PERGUNTA: 4 .

en#ontrarão es#lare#imentos para #orrigirem5se e. :uem sabe. evitarem o eBílio num mundo in6erior #om a reorientação de rumo :ue estão imprimindo Cs suas vidas0 && . utili*ando5se das modernas #omuni#ações espirituais obtidas pelo 6en4meno mediGni#o0 ntão.Ouando le nos di*< EA #ada um ser7 dado segundo suas obrasE ou E3hegado o S6im dos temposS o Pai reali*ar7 o S?uí*o 6inalSE. em nenhuma dessas a6irmativas h7 6antasia ou delírio0 3abe aos homens bus#ar #ompreender esses ensinamentos.

os espíritos :ue evoluem na "erra. possuem seus #orpos astrais impregnados por Eman#has astraisE :ue #obram o seu preço a #ada nova en#arnação0 . nada mais % :ue um 6ator de puri6i#ação espiritual e de aviso divino para a #ompreensão dos erros do passado0 Ademais.n#ia dos erros de #onduta #ometidos no passado e no presente0 PERGUNTA: 4 Essas tuas palavras podem ser entendidas como indiferen a . gerado por n4s mesmos em de#orr. o espirituali*ado #ompreende ser a vida 6ísi#a somente mais uma etapa no seu programa in6inito de evolução espiritual0 A doença. então. dor alheia0 alguns diriam que somente quem passou por graves doen as pode avaliar a e)tens+o dessa dor* . a doença não % in6ligida por DeusK % 6ruto natural do nosso dese:uilíbrio.V A 2inalidade das doenças no pro9rama de e3oluç:o espiritual PERGUNTA: 4 . que di%es a respeito disso& HERME!: 4 'ndi6erença C dor alheia % viver lamentando as dores do mundo e não predispor5se a so#orrer os :ue ne#essitam0 Do :ue vale lamentar e se #ompade#er por não entender a l4gi#a divina. que poderias nos di%er so(re as doen as que assolam a humanidade desde a Antiguidade& HERME!: 4 A doença nada mais % :ue o 6ruto do dese:uilíbrio do pr4prio homem perante as leis divinas0 3omo ?7 in6ormamos no segundo #apítulo. uma 6unção pro6il7ti#a #ontra o agravamento das en6ermidades da alma. por viverem en#arnação ap4s en#arnação distan#iados do amor. pois durante a plena vitalidade da ?uventude dedi#am5se apenas aos pra*eres e interesses eB#lusivistas e materiais0 Na verdade. portanto. as doenças 6ísi#as e os dese:uilíbrios psi#ol4gi#os :ue podem variar de simples desvios #omportamentais at% graves #rises depressivas ou estados psi#4ti#os0 As doenças possuem.urgem. ?7 :ue a dor leva o homem a re6letir sobre a 6orma #omo est7 orientando a sua vida0 ! grave atraso da humanidade tem nos mostrado :ue somente :uando a doença se 6a* presente % :ue os espíritos en#arnados na "erra re6letem sobre sua evolução e o real valor da vida. en:uanto os ne#essitados e en6ermos #ontinuam desamparados e sem auBílio para ven#erem a prova eBpiat4ria :ue possui a 6inalidade de promover a sua evolução &( . a en6ermidade 6un#iona #omo um despertador psí:ui#o :ue #onvida o imprevidente a libertar5se do seu mundo de 6antasias e a deiBar de pensar somente em si para auBiliar a grande 6amília universal0 PERGUNTA: 4 7eus n+o teria uma outra forma menos dolorosa e dram$tica para despertar os 'eus filhos imprevidentes so(re a import6ncia de orientarem as suas vidas para a evolu +o espiritual& HERME!< Q A doença e at% mesmo a morte s4 são dolorosas aos vossos olhos por:ue a humanidade ainda não #ompreendeu o sentido da vida 6ísi#a0 A vida humana % apenas um est7gio de aprendi*ado na peregrinação in6inita a ser reali*ada por todos os 6ilhos de Deus na bus#a pela per6eição e 6eli#idade eterna0 n:uanto o homem alienado pela #rença materialista de :ue tudo se resume C limitada vida 6ísi#a dedi#a5se a atender aos seus pra*eres e C rotina eB#lusivista de pensar somente em si e em seus 6amiliares mais pr4Bimos. para o homem #ons#iente do ob?etivo da vida.

espiritualX Pre6erimos #ompreender as edu#ativas leis divinas e auBiliar os :ue passam por tais provações a ven#erem os sentimentos :ue deram origem Cs en6ermidades0 No :ue di* respeito C :uestão de se ter passado pela dor da en6ermidade para entend.n#ias para a pr7ti#a do mal0 sta sim seria uma dura provação a ven#erL Ademais. nesta ou em 6uturas en#arnações0 PERGUNTA: 4 Euerido irm+o. o en6ermo estaria puri6i#ando o seu #orpo astral e drenando as toBinas espirituais. segundo as leis do 3arma e da volução spiritual0 &/ .n#ias. o estado re6leBivo da alma % 6undamental para evoluirmosL !s espiritualistas orientais reali*am essa pr7ti#a e obt. com alguma defici4ncia física ou mental& HERME!: 4 A vida humana % um aprendi*ado para o espírito imortal. mesmo a:ueles :ue a6irmam pro6essar alguma religião0 A doença então surge #omo um detonador psí:ui#o para :ue o en#arnado na vida 6ísi#a re6li5ta sobre os seus atos e pensamentos do dia5a5dia0 PERGUNTA: 4 Entendemos tais coloca !es. e o que di%er aos pais que geram filhos com doen as cong#nitas. mas a humanidade n+o compreende o mecanismo educativo das doen as* Algumas pessoas at# acreditam que 7eus as a(andonou. :uando adoe#e passa a re6letir sobre a import9n#ia e o valor da vida0 3om a doença. por%m rebelde e #om graves tend. poderia reverter esse :uadro #om a oração. verão :ue não são de6i#ientes. do :ue so6rer uma imposição da Iei e re#eber #omo 6ilho um espírito #om #orpo saud7vel. o grande empe#ilho para a evolução espiritual da humanidade e #on:uista da 6eli#idade e da harmonia so#ial reside em sua ignor9n#ia Cs leis divinas0 3aso o homem #ompreendesse a 6inalidade das en6ermidades. lembramos :ue ela realmente possui essa e6i#a* 6inalidade edu#ativa e re6leBiva0 ! ?ovem imaturo :ue poderia estar #onsumindo drogas e destruindo o seu organismo #om atitudes agressivas a si e ao pr4Bimo. saberão :ue mais vale um Eaprendi*ado di6eren#iadoE no papel de pais. serenidade e re6leBão0 Ao adotar tal #omportamento. % importante #rer :ue não eBistem in?ustiças na vida #riada por Deus0 "anto a #riança #omo os pais en:uadrados nessa situação devem passar por tal eBperi. no 6uturo. imediatistas e materialistas. ingressar em uma vida 6ísi#a normal e #om e:uilíbrio0 'n#lusive o en6ermo lamenta :uando ?ovens saud7veis destroem estupidamente as suas vidas0 $eus irmãos. libertando5se das man#has astrais geradas pelas m7s ações #ometidas :ue originam a :uase totalidade das en6ermidades #onhe#idas.m belos resultados0 'n6eli*mente os o#identais são eB#essivamente agitados. que podes nos di%er a respeito& HERME!: 4 3omo ?7 dissemos anteriormente. e #omo tal deve ser en#aradaL !s pais :ue amarem realmente os seus 6ilhos e #om eles pro#urarem #onviver intensamente. mas sim #rianças espe#iais :ue possuem muito a ensinar0 No 6inal de suas eBist. ao inv%s de 6i#ar se lamentando.n#ia.5 la. o espírito imortal aprende a dar valor C vida e puri6i#a o seu espírito para. prin#ipalmente as mais graves. ou se-a. porque Ele permitiu que adoecessem* .

des#em ao plano 6ísi#o #om todos esses miasmas agregados ao seu perispírito0 3om o passar dos anos.PERGUNTA: 4 Poderias nos tra%er maiores esclarecimentos so(re as manchas astrais em nossos corpos espirituais& HERME!: 4 . anulando #ompletamente o #arma do #9n#er :ue se delineava em sua vida0 Memos #om esse eBemplo :ue Deus % soberanamente ?usto 0 bom para #om todos os . as energias negativas serão totalmente di*imadas.egundo nos ensina a Doutrina spírita e demais religiões :ue ?7 #ompreendem e estudam a #rença da reen#arnação e do #arma. redu*indo #onsideravelmente essas toBinas0 'sso 6ar7 #om :ue ele venha a re#eber os res:uí#ios das man#has astrais.n#ia .nção para :ue venhamos a despertar para o real #aminho da 6eli#idade e da pa*< o #aminho do 3ristoL &) . tornando5se um eBemplo de bem viver e de amor ao pr4Bimo e ao mundo. :uando al#ançar provavelmente os :uarenta anos de vida re#eber7 o impa#to da des#ida dessas toBinas para o #orpo 6ísi#o.eus 6ilhos. de a#ordo #om a evolução desses mundos. e não a:uele :ue % 6ruto das paiBões. em avançada idade0 .e ele nada 6i*er para modi6i#ar5se. sob a 6orma de #9n#er. sendo :ue o mais importante e o Gni#o a :ue iremos nos ater para este estudo % #hamado entre os espíritas deEperispíritoE0 ste #orpo de mani6estação nas #idades astrais do $undo $aior serve tamb%m de elo de ligação para :ue o espírito possa #omandar o seu #orpo 6ísi#o :uando reen#arna na mat%ria para mais uma ?ornada evolutiva0 Nesse Eduplo espiritualE 6i#am agregadas todas as energias :ue o espírito #ultivou em suas muitas vidas 6ísi#as durante a sua #aminhada rumo C Iu*0 Ouanto mais o indivíduo #ultivou sentimentos e atos nobres. #ausando5lhe a multipli#ação desordenada de #%lulas. :ue são um retrato 6iel do rumo ao :ual estão dire#ionando as suas vidas0 Ouando esses espíritos reen#arnam na mat%ria. essa 6orça trans6ormadora sublimar7 as man#has astrais. mas #om imensas toBinas astrais agregadas ao seu perispírito0 . a grande 64rmula de libertação espiritual e de al#an#e da 6eli#idade suprema en#ontra5se na pr7ti#a sin#era e desprendida do amor0 ! amor sin#ero e generoso. :ue todos devemos seguir0 Mendo por essa 4ti#a. desen#adeando as 6amigeradas doenças0 PERGUNTA: 4 Temos como evitar essa 8descida8das manchas astrais para o corpo físico& HERME!: 4 3ertamente :ue simL Deus % a 'ntelig. vamos #itar #omo eBemplo o #aso de um espírito :ue #ultivou muito 4dio em sua en#arnação passada e agora reen#arna #om plena saGde. amando e respeitando os seus semelhantes e sentindo prin#ipalmente esse amor dentro de si.eu 34digo de volução spiritual % ?usto e magn9nimo0 3omo ?7 dissemos.uprema e o . mais iluminado e puro % esse #orpo0 J7 a:ueles :ue prati#aram o mal e #ultivaram sentimentos e atos pre?udi#iais a si e aos seus semelhantes possuem o #orpo perispiritual repleto de man#has e 6eridas. o espírito imortal ne#essita de veí#ulos astrais para mani6estar5se no mundo 6ísi#o0 Portanto. todo espírito possui #orpos intermedi7rios de nature*a et%rea para mani6estação nos planos espirituais. anomalia mais #onhe#ida #omo o temível #9n#er 10 $as. por outro lado. mas sim uma admir7vel b. se ele modi6i#ar5se. essas man#has astrais são eBpurgadas para o #orpo 6ísi#o. pois nos #onvida a evoluir sem dor e sem so6rimento pelo #aminho do amor e da sabedoria0 'n6eli*mente o homem ainda se desvia demasiadamente do #aminho #orreto. possui o poder de trans6ormar as "revas em Iu*0 Para elu#idarmos melhor a 6orça do amor. por 6im. entendemos :ue a doença não % um triste #astigo imputado por um Deus mau e vingativo. se ele amar in#ondi#ionalmente. 6a*endo #om :ue instrumentos #orretivos se?am automati#amente a#ionados para :ue os imprevidentes não 6i:uem por longo tempo a6astados do #aminho da Iu*. somente pr4Bimo aos Gltimos anos de sua vida 6ísi#a.

em alguns #asos. o :ue lhes permite ingressar de6initivamente nas altas es6eras espirituais da "erra0 PERGUNTA: 4 "as # comum tam(#m vermos pessoas (oníssimas morrerem ainda -ovens de c6ncer ou de doen as cong#nitas* . algumas ve*es libertando5se de6initivamente de suas Gltimas man#has perispirituais. os espíritos em missão na "erra imuni*am5se #ontra os ass%dios e as tentações da vida humana. e não veneno. Ramatís esclarece detalhadamente em sete capítulos os mecanismos ocultos que desencadeiam. para assumir outros pro?etos no Astral ou em en#arnações 6uturas0 "ende a #erte*a :ue essas pessoas de bom #oração :ue morrem #edo estão muito melhor agora :ue :uando ingressaram na mat%ria para uma en#arnação dolorosa0 PERGUNTA: 4 E como entender o caso de pessoas que s+o reconhecidamente m$s. antes de reen#arnar. pu(licada pela Editora do . tão atraentes a :uem possui plena saGde e vitalidade0 Portanto. #omo os atos anti#ristãos0 @AB Na o(ra Diosioloeia da Alma. a drenar essas toBinas de uma s4 ve*. muitas ve%es. (e(em demasiadamente e ainda cultivam uma vida desregrada. o seu #orpo 6ísi#o 6i#a saturado de elementos venenosos :ue #ertamente um dia #ausarão graves dis6unções org9ni#as0 Assim % em relação aos males da alma0 Ao entorpe#ermos as nossas almas #om sentimentos e atitudes negativas C sua real 6unção. esses espíritos tamb%m se puri6i#am totalmente. entendemos que viver na sintonia do amor sincero significa a li(erta +o das doen as& HERME!: 4 3ertamente :ue simL A Gni#a 6unção da doença % #ondu*ir o homem ao #aminho do amor0 Ouando o homem 6uma #igarros e #onsome outras drogas. ?7 :ue 6omos #riados C imagem e semelhança de Deus. a partir dos corpos sutis do ser humano.PERGUNTA: 4 'eguindo a l2gica que aca(aste de e)por.nhecimento. piscografada por 9ercflio "+es. esses irmãos mission7rios da Iu* soli#itam uma EdrenagemE total das toBinas espirituais :ue porventura ainda ma#ulem suas almas0 Al%m de se libertarem dos pra*eres mundanos. as raí%es c$rmicas. que pensar a respeito disso& HERME!: 4 Jamais #ometais o erro de avaliar o Plane?amento Divino dentro da limitada vida 6ísi#a0 Provavelmente tratava5se de um espírito #om graves man#has astrais e :ue se predisp[s. (uscam pre-udicar o pr2)imo 1e. de 6orma r7pida. em um es6orço her4i#o. enfermidades como o c6ncer* A etiologia. estamos saturando5a de elementos t4Bi#os :ue gerarão no 6uturo dis6unções para o nosso e:uipo 6ísi#o e espiritual0 J7 a pr7ti#a do amor % a pro6ilaBia da alma e do #orpo. fumam v$rias carteiras de cigarros por dia. mas parecem possuir uma sa:de de ferro& HERME!: 4 Biste um s7bio ditado popular :ue di*< EMaso ruim não :uebraLE isso 6a* sentido aos olhos do Plano de volução spiritual0 Para :ue serve a vida no mundo 6ísi#oX &F . #om a dor imputada pela doença. pois % alimento para o espírito. o tratamento e a cura desta mol#stia do corpo físico s+o analisados desde sua verdadeira origem no 8mundo oculto8 das causas* PERGUNTA: 4 "as o que di%er de espíritos evoluídos que reencarnam com uma miss+o importante e que durante a sua vida s+o acometidos por diversas doen as& HERME!: 4 A doença 6ísi#a nos remete a um #ontato mais íntimo #om Deus0 Por meio desse instrumento.

al#ançam o mere#imento para partir mais #edo deste mundo ainda triste e in6eli* :ue % a "erra0 J7 a:ueles :ue relutam em aprender a lição. pelo mal semeado no passado0 3omo nos ensinou Jesus< EA semeadura % livre. mas a #olhi _ a % obrigat4ria0E PERGUNTA: 4 Eueres di%er que todos que forem (ons morrer+o mais cedo& HERME!: 4 ! espírito en#arna no mundo 6ísi#o para aprendi*ado. do :ue seu senhorE.erve tão5somente para a evolução do espíritoL !u se?a. visando ao seu #res#imento espiritual e ao da #omunidade :ue o #er#a0 R medida :ue ele estiver produ*indo. no #orpo espiritual0 essas #onse:u.n#ia espiritual aos materialistas0 Por%m. ser7 importante mante5lo no meio 6ísi#o0 Iogo.igno de A:u7rio 5 Narrações sobre Miagens AstraisE des#revemos o impa#to das drogas no #orpo espiritual dos vi#iados.n#ias não se resumem somente a esses #asos. en#ontramos a mesma . como por e)emplo as doen as cardíacas* . #ausando o entupimento das art%rias :ue irrigam o #oração0 Iogo.ob o . algumas ve*es. irmã Dul#e e 3hi#o Vavier. no livro E. por estarem intimamente ligados. espíritos boníssimos :ue desen#arnaram em avançada idade0 PERGUNTA: 4 "as temos tam(#m o caso de doen as que nos parecem ser fruto da m$ alimenta +o e do estresse moderno. ne#essitam 6i#ar o m7Bimo de tempo no mundo 6ísi#o para :ue possam. assim ser7. que podes nos esclarecer a respeito& HERME!: Q 3ertamente 6atores eBternos ao #orpo espiritual tamb%m #ontribuem para o pro#esso de degeneração 6ísi#a0 A alimentação eB#essivamente C base de gordura animal eleva as taBas de #olesterol no sangue. #omo madre "ere*a de 3al#ut7. os bons espíritos desprendem5se da mat%ria por mere#imento0 Assim. pois ao inv%s de utili*ar5se do veí#ulo 6ísi#o para a sua evolução espiritual. situação0 ! eB#esso termina #ausando #irrose hep7ti#a e outros problemas digestivos. mas a todas as agressões #ometidas ao #orpo 6ísi#o0 'n#lusive.. torna5se um servo dos #apri#hos do #orpo material. assim #omo a degeneração dos neur[5nios no #%rebro0 Iembramos aos leitores :ue o #orpo 6ísi#o e o espiritual. abarrotando5se de #omida simplesmente para eB#itar o seu paladar0 No #aso das bebidas al#o4li#as. não % s4 o #orpo 6ísi#o :ue re#ebe os impa#tos do espiritual0 "odas as agressões :ue #ometemos #ontra o nosso #orpo 6ísi#o tamb%m desen#adeiam traumas na sutil #onteBtura do #orpo perispiritual0 ! glutão so6rer7 danos e dese:uilíbrios astrais ap4s o seu desen#arne e o al#o4latra ter7 graves pre?uí*os no 6ígado e demais 4rgãos do5sistema digestivo. ao 6inal da vida aprender a lição do amor0 3aso isso não o#orra. a eBemplo das nobres almas :ue tiveram uma longa vida de auBílio C humanidade. a:ueles :ue evoluem r7pido. se sua manutenção na vida 6ísi#a 6or importante. ap4s o seu desen#arne0 &+ . mas :ue demonstra :ue o Eespírito % mais es#ravo do #orpo. terminam #orrespondendo5se nos dois sentidos0 Iogo. atingindo os ob?etivos traçados para a sua en#arnação. desde #edo. :uem sabe. ningu%m EmorreE por ser bom0 $as o espírito desprendido das #oisas materiais sabe :ue o apego doentio C vida 6ísi#a % #ara#terísti#a dos materialistas e não de :uem #ompreende a 6inalidade da vida humana0 Ao #on#luir a sua missão no mundo 6ísi#o. esse % um 6en4meno eB#lusivamente material. #rianças iluminadas :ue vieram ao mundo 6ísi#o para uma lição espiritual aos pais desen#arnam #edo para atestarem a import9n#ia da viv. trarão em suas 6uturas vidas 6ísi#as enormes :uantidades de miasmas espirituais :ue #obrarão o seu preço.

de a#ordo #om o mal #ausado ao pr4Bimo ou a si mesmo0 ! veneno mortal ministrado no passado #ausar7 graves dis6unções digestivasK o as6iBiamento #apital #ausar7 problemas respirat4rios e a bala assassina :ue ani:uila o #%rebro ou o #oração reper#utir7 em de6i#i. o apego doentio C vida humana e a 6alta de eBperi. eutão. renas#em #om graves doenças dermatol4gi#as.n#ia ` SEa drenar a #arga negativa remoída no #oração por anosK ou..n#ia espiritual e :uase sempre est7 entre a:ueles :ue se dedi#am Gni#a e eB#lusivamente aos interesses da vida humana. #omo era o seu #oração em vidas anteriores0 J7 a raiva in#ontrol7vel e desmedida resulta em dis6unções na vesí#ula0 !s maledi#entes :ue destroem a vida alheia renas#em na mat%ria #om problemas para 6alar e ouvir0 A:ueles :ue abusam do poder intele#tual para manipular e dominar. pelo. tam(#m podemos entender dessa forma& HERME!: 4 ! estresse % resultado da ignor9n#ia espiritual dos homens0 8 67#il per#eber :ue o estressado geralmente % a:uele :ue est7 mais a6astado da #ons#i. es:ue#endo5se da pr7ti#a salutar da meditação e do #ontato #om Deus0 A sua 6iloso6ia de vida o aprisiona ao imediatismo e aos interesses materiais.n#ia. mais #onhe#ida entre os adeptos da 6iloso6ia oriental #omo #arma0 ssas man#has astrais seguem uma orientação natural das leis do 2niverso #riado por Deus e se agregam aos 4rgãos do #orpo espiritual de a#ordo #om uma metodologia edu#ativa0 .PERGUNTA: 4 E com rela +o ao estresse. :ue Ea traça r4i e a 6errugem #onsomeE0 ! seu dese:uilíbrio emo#ional.omo funciona a rela +o entre as doen as que s+o fruto das manchas astrais do perispírito e os nossos cfirmas gerados em vidas passadas& HERME!: 4 As toBinas astrais agregadas ao perispírito e :ue desen#adeiam as doenças no 6uturo #orpo 6ísi#o em :ue o espírito ir7 se reen#arnar são resultantes da Iei de Ação e Reação. #omo o p.n#ia em Ebem viverE o#asiona naturalmente o :ue entendemos por estresse0 PERGUNTA: 4 . h7 uma s%rie de impli#ações menores :ue atormenta os homens e ainda intriga os m%di#os. assim #omo a indi6erença para #om a mis%ria alheia ata#a a região dos rins.n#ia 6utura0 Al%m do mais. uma pessoa :ue #ultivou o 4dio em eBist. sui#ídio0 m suas vidas seguintes. viverão #om dores atro*es ou limitações. agregam em seu perispírito toBinas no eBato lo#al onde des6e#haram o golpe mortal para tirar a vida de seu irmão ou a sua pr4pria. a6astando as pessoas por medo de ad:uirirem uma doença :ue s4 representa ris#o pelo #ontato seBual ou sanguíneo0 A inve?a des#arrega as suas toBinas para o 6ígado.n6igo Y6ogo selvagem]0 !s indivíduos egoístas so6rem no 6uturo a ação de doenças :ue a6astam as pessoas por medo de #ont7gio0 sse 6oi o papel da lepra e da tuber#ulose no passado0 ainda atua nos dias de ho?e pela A'D.n#ias anteriores0 8 por esses motivos :ue a medi#ina humana deve aprender a analisar os seus pa#ientes segundo a #on#eituação do Ehomem integralE0 .n#ias anteriores agrega em seu perispírito toBinas astrais :ue desen#adeiam o #9n#er na 6utura eBist. tornando5os se#os e improdutivos em uma nova eBist. :ue possuem imensa di6i#uldade em #ompreender :ue o homem apenas E#olhe o :ue plantouE nesta e em eBist.endo assim.4 assim en#ontrar7 a #ura de6initiva tanto para os males do #orpo #omo os da alma0 (0 .n#ias mentais ou #ardía#as na eBist. so6rem traumas no #%rebro espiritual :ue representarão no 6uturo algum retardamento mental0 !s :ue matam.

:uase sempre.omo entender isso& HERME!: 4 8 #omo ?7 a6irmamos na resposta anterior :ue #itastes0 As toBinas espirituais demoram d%#adas para des#er ao #orpo 6ísi#o0 Rs ve*es. o mal #ometido0 3aso isso não o#orra. por meio dos me#anismos da dor e do so6rimento. que # um tema t+o pol#mico h$ d#cadas& HERME!: 4 A eutan7sia % indis#utivelmente um #rime #ontra as leis divinas0 ! período de so6rimento e de #oma #ausados pelas doenças possui a 6unção de higieni*ar o #orpo espiritual das toBinas :ue ma#ulam a alma0 !s momentos angustiantes de pade#imento o#asionados pelas en6ermidades permitem uma re6leBão espiritual :ue puri6i#a a alma. a impla#abilidade da Iei eBer#er7 o seu poder. vemos mais uma ve* a .abedoria Divina :ue o6ere#e uma #han#e de o homem #orrigir. somente le pode #ess75la0 (1 . dependendo do #aso0 PERGUNTA: 4 Poderias nos tra%er alguns esclarecimentos so(re o conceito de 8homem integral8& HERME!: 4 ! #on#eito de Ehomem integralE % a an7lise do pa#iente em seu #on?unto< espírito5perispírito5#orpo 6ísi#o. que os atos anti5crist+os ocasionam enfermidades* . somente atuando na nas#ente do problema en#ontraremos a saGde de6initiva. :ue tem o ob?etivo de obter en#arnações 6uturas mais 6eli*es e o en#ontro #om a pa* no regresso ao $undo $aior0 ! Egesto piedosoE dos en#arnados demonstra :uão longe estão da #ons#i. ?7 % possível admirar o trabalho reali*ado por pro6issionais da saGde :ue analisam o pa#iente al%m do #orpo de #arne.n#ias da verdadeira #ausa das en6ermidades. por:ue essas talve* se?am as en6ermidades :ue mais eBigem o entendimento do passado espiritual do pa#iente0 "odas as taras e psi#opatias en#ontram sua eBpli#ação e #ura no #ampo espiritual. em uma vida 6utura ou at% mesmo nesta em :uestão. ou se-a.n#ia de obsessores desen#arnados :ue atormentam a vil i ma. levando5a ao estado da lou#ura0 PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er so(re a eutan$sia.n#ia espiritual0 'n6eli*mente eles demonstram não #ompreender :ue assim #omo Deus % o respons7vel pela vida. abrangendo o seu #ampo emo#ional e #omportamental0 !s #asos de doença mental tamb%m eBigem ser estudados segundo o #on#eito de Ehomem integralE.PERGUNTA: 4 Estudamos em pergunta anterior que 8vaso ruim n+o que(ra8. desde os dese:uilíbrios #ausados por traumas de vidas passadas. :ue en#ontra5se. at% a in6lu. visando a analisar o pa#iente de 6ornia mais #ompleBa0 Ao?e em dia. no espírito imortal0 ! #orpo de #arne nada mais % :ue o mata5borrão onde se agregam os dese:uilíbrios da alma0 Iogo. assim #omo % inGtil tentar despoluir um rio em sua 6o*. a morte indu*ida para aliviar as dores e o so6rimento do en6ermo % a perda de uma grande oportunidade de puri6i#ação espiritual. ainda #om saGde. analisando o seu #ampo emo#ional e as de#orrentes heranças espirituais agregadas ao seu #orpo astral para avaliar determinado dese:uilíbrio org9ni#o0 A avaliação m%di#a tradi#ional #onsegue per#eber apenas as #onse:u. pessoas m$s . isso s4 o#orre em uma en#arnação 6utura0 Nesse #aso.s ve%es passam a vida inteira sem doen as e com uma sa:de aparente5 mente perfeita* E agora afirmas o contr$rio. :uando o 6o#o gerador da poluição en#ontra5se na nas#ente0 1eli*mente alguns m%di#os ?7 estão despertando para essa realidade e utili*ando pro#edimentos alternativos. libertando5a da EgraBa t4Bi#aE ad:uirida durante s%#ulos voltados para as pr7ti#as anti#ristãs0 Portanto.

e 6or da vontade de Deus. % ne#ess7ria em alguns #asos para restabele#er a desarmonia org9ni#a #ausada por algum a#idente ou en6er5 midade espe#í6i#a0 Ap4s esse período de ree:uilíbrio org9ni#o. que seria melhor nesses casos& HERME!: 4 sse #omportamento % típi#o da imaturidade espiritual da atual humanidade terrena0 8 uma pena :ue os en#arnados não #ompreendam a 6inalidade da vida e não a aproveitem para evoluir. pois o destino do pa#iente 6i#ar7 nas mãos desses t%#ni#os. mas vemos casos em que a pessoa al#m de n+o se conscienti%ar da import6ncia desse processo ainda amaldi oa a 7eus pelo sofrimento e implora pela eutan$sia* . o #orpo 6ísi#o se manter7 vivo. #om a 6inalidade de aliviar as dores e o so6rimento do en6ermo. ato :ue deve ser reali*ado somente pelos t%#ni#os do Plano spiritual. que em seus est$gios finais desencadeiam dores atro%es no organismo físico& N+o seria melhor a(reviar esse tormento& HERME!: 4 Não podem eBistir dois pesos e duas medidas0 ! prin#ípio da eutan7sia % o E#orteE prematuro do E6io prateadoE. :ue de#idirão restabele#er ou não o prin#ípio vital0 $esmo nessas atro*es dores #ausadas por doenças degenerativas ou por 6ases terminais de #9n#er % ina#eit7vel o blo:ueio da drenagem t4Bi#a do perispírito pela eutan7sia0 Apenas % admitida a utili*ação de medi#ações :ue aliviem as dores.omente a Deus #abe de#idir o momento do desligamento entre espírito e mat%ria0 Al%m do mais. desde o pa#iente. esse desenla#e prematuro #ausar7 graves pade#imentos ao espírito desen#arnante. elemento :ue liga o espírito ao #orpo. :ue viven#iar7 situações semelhantes Cs desen#adeadas ap4s o ato ne6asto do sui#ídio0 PERGUNTA: 3 E em casos de graves doen as degenerativas. regressar7 ao Plano 'mortal #om redu*ida #arga t4Bi#a no #orpo astral0 Aaver7 tamb%m os #asos em :ue o desen#arne ser7 imediato. #omo a mor6ina. o espírito retornar7 C #ons#i. morte por meio de medica !es que matem o paciente ou simplesmente desligar esses aparelhos para permitir que a nature%a a-a conforme a Contade 7ivina& HERME!: 4 A pergunta % interessante e eBige atenção na resposta para :ue não se?a mal interpretada0 A indução C morte por medi#ação e m%todos :ue venham a libertar o espí5 rito do #orpo material. por eBemplo0 (2 . talve* em estado de #oma.PERGUNTA:4 9$ uma controv#rsia a respeito da eutan$sia* 9o-e em dia. #ontr7rio C sua missão de salvar vidas. segundo a Montade Divina0 8 por isso :ue in6ormamos :ue desligar aparelhos m%di#os ap4s a estabili*ação do pa#iente não signi6i#a prati#ar a eutan7sia. tornando5se pessoas melhores0 Iogo. todos serão responsabili*ados pela Justiça Divina0 . a medicina possui equipamentos que podem manter artificialmente a vida em pacientes com paradas respirat2rias e cardíacas* 7i%e5nos o que # realmente a eutan$sia: indu%ir .n#ia para prosseguir em sua ?ornada pelo mundo 6ísi#oK em outros. % um #rime hediondo e os seus respons7veis terão de responder por esse pro#edimento ?unto C Justiça Divina0 J7 a manutenção arti6i#ial da vida por aparelhos m%di#os. rati6i#amos a nossa posiçãoL $esmo nesses #asos a eutan7sia % inadmissível e os envolvidos nessa pr7ti#a. e #hegando ao m%di#o :ue prati#a o ato. passando pelos 6amiliares :ue a autori*am in6ormalmente. en#errando a:uele est7gio evolutivo na mat%ria0 PERGUNTA: 3 7isseste que o período da enfermidade provoca refle)!es para uma purifica +o espiritual. essa aparelhagem pode ser desligada sem :ue isso impli:ue na pr7ti#a da eutan7sia0 . at% :ue se e6eln# Ki drenagem t4Bi#a ne#ess7ria ao perispírito0 m alguns #asos.

omo esse procedimento # visto aos olhos do "undo Espiritual& HERME!: 4 A doação de 4rgãos % um 6ant7sti#o ato de amor e desprendimento0 sse gesto demonstra nobre*a de #ar75ter e amor aos semelhantes0 N4s podemos a6irmar. as doenças não terão mais motivo para eBistir em solo terrestre0 Para atingir esse ob?etivo. esse pro#edimento ?7 não ser7 mais ne#ess7rio por:ue as t%#ni#as de #lonagem e engenharia gen%ti#a suprirão os 4rgãos debilitados sem o tormento da re?eição org9ni#a. e tamb%m a humanidade do "er#eiro $il%nio estar7 livre dos #armas de degeneração 6ísi#a por #ompreender os ob?etivos da vida e não mais ma#ular as suas almas e #orpos 6ísi#os #om pr7ti#as e sentimentos anti#ristãos0 (@ . ser7 possível erradi#ar in#lusive en6ermidades gen%ti#as :ue são 6ruto de uma matri* de6i#it7ria. em algumas d%#adas.índrome da 'muno5De6l#i. que podes nos di%er so(re a doa +o de 2rg+os para transplantes* . os grandes m%di#os siderais do $undo spiritual trabalham intuindo os m%di#os da "erra para #on:uistarem a vit4ria sobre as doenças :ue #ausam a degeneração 6ísi#a0 m pou#as d%#adas. inclusive o c6ncer& HERME!: 4 A medi#ina avança preparando5se para a Nova ra :ue ?7 est7 surgindo no hori*onte0 A "erra ir7 se tornar um berço para a en#arnação dos espíritos eleitos. por eBemplo. :ue se preo#upam mais #om o autom4vel do ano ou #om as lan#has a:u7ti#as para diversão no 6inal de semana do :ue #om os milhares de irmãos :ue morrem de desnutrição. :ue dever7 ser #ompletamente erradi#ada em breve0 Assim ser7 tamb%m #om as doenças end%mi#as. típi#os do atual est7gio de evolução do planeta0 Assim. como entender o avan o da medicina que ho-e em dia -$ controla v$rias enfermidades. ap4s s%#ulos de luta pela libertação da animalidade0 Por isso. 6ruto da 6alta de amor universal entre os atuais habitantes da "erra. típi#as das regiões pobres do planeta. os eleitos reen5#arnarão em #orpos per6eitamente elaborados para atender a um novo programa de evolução :ue. #om as novas des#obertas da medi#ina. gerada por s%#ulos de #omportamentos dese:uilibrados e vi#iados. :ue trata5se de mais um teste para avaliar o nível espiritual :ue #ada um ?7 #on:uistou em sua as#ese evolutiva0 $as. surgir7 no orbe terreno0 Almas libertas de ví#ios e de #ondutas anti#ristãs poderão usu6ruir de #orpos saud7veis para desenvolverem5se tanto espiritualmente #omo intele#tualmente de 6orma :ue o homem ?amais viu0 PERGUNTA: 4 Eual pode ser a $rea de atua +o da medicina que melhor representa esse avan o que citas para a Nova Era& HERME!: 4 m v7rias 7reas pode5se per#eber o avanço nesse sentido0 Memos. vitimados por esses tipos de doenças0 !utra 7rea em :ue veremos grandes progressos est7 rela#ionada ao re#ente mapeamento do genoma humano. 6ruto do dese:uilíbrio para #om as leis divinas. :ue o domínio #ompleto da A'D. ?7 :ue ela se en#ontra par#ialmente #ontrolada0 A . :ue abrir7 as portas para grandes avanços no #ampo da engenharia gen%ti#a. em breve. in#lusive. % uma :uestão de tempo.n#ia Ad:uirida % uma doença #7rmi#a. podendo5se eliminar e alterar os #romossomos :ue #ausam a m75 6ormação gen%ti#a e aper6eiçoar o organismo humano de todas as raças da "erra0 A engenharia gen%ti#a permitir7 aos espíritos :ue reen#arnarão ap4s a transição planet7ria a utili*ação de aper6eiçoados veí#ulos de mani6estação no mundo 6ísi#o0 $as talve* a 7rea da medi#ina mais pol%mi#a e :ue trar7 importantes avanços % a da #lonagem humana0 PERGUNTA: 3 .PERGUNTA: 4 'e as doen as s+o relacionadas ao nosso comportamento espiritual.

n#ia dos ris#os de a humanidade vir a utili*ar essa t%#ni#a para a reprodução humana.V A clona9em e a en9en6aria 9enética PERGUNTA: 4 . para a utili*ação de t%#ni#as de #lonagem humana0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er. em :ue o #asal parti#ipa ativamente da #on#ep5 ção. dando5lhes amor e es#lare#imento0 PERGUNTA: 4 Dalaste so(re 8clonagem terap4utica8* . her4i#o e belo. sem um motivo ?usto0 PERGUNTA: 4 Eual seria o motivo -usto para n+o ter5se filhos& HERME!: 4 Reali*ar alguma missão de auBílio C humanidade.uti#aE. 6ormação e #onse:uente pro#esso de edu#ação do espírito reen#arnante0 !s #asais est%reis provavelmente estão inseridos num #onteBto #7rmi#o. mas abraçam #entenas de #rianças desamparadas. e adotar uma #riança nesse Emar de 4r6ãosE e #rianças abandonadas no mundo. o simples desinteresse de ter 6ilhos em vidas anteriores. :ue permite a produção de te#idos e 4rgãos geneti#amente #ompatíveis para transplantes a partir de #%lulas do pr4prio re#eptor0 is aí o Gni#o ob?etivo a#eito. que poderias nos di%er so(re o principal tema científico da atualidade: a clonagem& HERME!: 4 A #lonagem ainda % vista #om maus olhos pelos homens em de#orr. ent+o. então. #on6orme ?7 eBpli#amos em #apítulo anterior0 ssa mudança de per6il espiritual eBigir7 um novo per6il 6ísi#o0 !s #orpos humanos deverão ser aper6eiçoados para a reen#ar5nação. segundo a 2tica do "undo "aior& HERME!: 4 stamos entrando em um novo #i#lo evolutivo0 m breve o vosso mundo estar7 habitado somente pelos eleitos do 3risto. não t. que poderias nos esclarecer so(re o assunto.m seus pr4prios 6ilhos. e não para o :ue se #hama de E#lonagem terap. abortos inten#ionais por parte dos pais. em virtude de dese:uilíbrios gerados em en#arnações anteriores ou at% mesmo na atual0 ! melhor a ser 6eito nesses #asos % ter um gesto nobre. algumas ve*es. :ue demonstram o grave dese:uilíbrio so#ial e espiritualda humanidade0 PERGUNTA: 4 Eual seria o motivo c$rmico para que os pais n+o consigam gerar filhos& HERME!: 4 Não eBiste uma regra geral0 3ada #aso deve ser analisado segundo as suas pe#uliaridades0 $as o mais #omum % o abandono dos 6ilhos em en#arnações passadas. em :ue a #onstituição de 6amília possa pre?udi#ar tais atividades0 -randes mission7rios. ou. segundo as leis espirituais.s t#cnicas de clonagem& HERME!: 4 ! atual est7gio de evolução a :ue a humanidade terrena est7 submetida ainda eBige o m%todo de reprodução seBuada. que casais que n+o conseguem ter filhos pelos m#todos de reprodu +o conhecidos n+o devem aceitar a su(meter5se . a 6im de :ue os espíritos :ue al#ançaram o ingresso C evolução para o "er#eiro $il%nio possuam um instrumento de mani6estação (& .

in#lusive a A'D.n#ia. ?7 :ue 6oi gerado a partir do genoma do pr4prio re#eptor0 A partir das #%lulas5tron#o ser7 possível #ultivar apenas 4rgãos isolados. mas a humanidade ainda não est7 preparada para utili*ar5se de m%todos (( . o estudo do pro#esso de envelhe#imento das #%lulas % de relevante import9n#ia para o aper6eiçoamento do veí#ulo 6ísi#o de mani6estação dos 6ilhos de Deus0 ntendendo o :ue se passa dentro das #%lulas. a #lonagem terap. ser7 possível reprogramar #%lulas para :ue elas #resçam em te#idos e 4rgãos sobressalentes em ve* de organismos inteiros0 2tili*ando5se essa t%#ni#a de #lonagem. ou :ue tenham so6rido algum a#idente #erebral0 PERGUNTA: 4 Em que outros aspectos a clonagem pode ser :til para o avan o da humanidade& HERME!: 4 Al%m dos transplantes. preparando o #orpo humano para #omportar um novo padrão de aprendi*ado e evolução para os espíritos :ue reen#arnarão na "erra da Nova ra0 $as o grande passo da medi#ina para aper6eiçoar a raça humana ser7 a utili*ação das t%#ni#as de engenharia gen%ti#a para eliminar os genes :ue #ausam as doenças.. os #ientistas #ompreenderão os pro6undos mist%rios do #9n#er0 ! #onhe#imento do pro#esso de envelhe#imento #elular e seu domínio a?udarão ainda mais na #ura e na prevenção dessa doença :ue sempre assustou a humanidade0 Al%m disso. serão 6abri#adas #%lulas do te#ido 6ormador do 4rgão lesado para serem posteriormente implantadas no pa#iente0 3om esse avanço da #i. :ue en#ontra5se em desa?uste por #ausa de s%#ulos de #omportamentos dese:uilibrados e vi#iados0 PERGUNTA: 4 7isseste que a clonagem permitir$ um refor o no sistema imunologico* N+o (astaria apenas uma alimenta +o equili(rada.superior0 ! primeiro passo para o aper6eiçoamento da raça humana ser7 a utili*ação da E#lonagem terap. os m%di#os poderão #riar #%lulas epiteliais sadias para repor em :uem as perdeu em 0:ueimaduras0 !s pa#ientes vitimados pela leu#emia terão ao seu al#an#e #%lulas da medula para substituir as do sangue0 'n#lusive ser7 possível a produção de neur[nios novos :ue re#uperem a #apa#idade mental dos pa#ientes #om Emal de ParPinsonE.uti#a reali*ada #om #%lulas5tron#o humanas #riadas a partir da0 t%#ni#a dos #lones permitir7 ampliar os estudos na bus#a pela #ura de doenças importantes. Emal de Al*heimerE. equilí(rio e harmonia do paciente para recuperar5se& HERME!: 4 Oual:uer en6ermidade pode ser #urada #om esses pro#edimentos. doenças #ardiovas#ulares. mais f#. a velhi#e pre5 #o#e e todos os distGrbios da matri* humana atual. #omo diabetes.uti#aE para reposição de 4rgãos debilitados. sem :ue eles 6açam parte de um organismo #ompleto0 m um 6uturo pr4Bimo. 6ormas espe#í6i#as de #9n#er e en6ermidades heredit7rias e da velhi#e0 A #lonagem permitir7 tamb%m o desenvolvimento de anti#orpos humanos no sangue de um organismo hospedeiro para atender a pa#ientes :ue ne#essitam de um re6orço no seu sistema imunologi#o0 A t%#ni#a dos #lones auBiliar7 tamb%m no pro#esso de elaboração de terapias gen%ti#as para o aper6eiçoamento e eliminação de #4digos gen%ti#os imper6eitos da matri* humana. eliminando o ris#o de re?eição do 4rgão transplantado.

seria uma t#cnica a(ortiva. assim #omo o#orre #om os embriões :ue estão #ongelados em #líni#as de reprodução assistida Yinseminação arti6i#ial]0 . todas as des#obertas #ientí6i#as são esperadas e assistidas pelos espíritos #oordenadores da evolução planet7ria da "erra. ap4s o est7gio pr%5embrion7rio #onhe#ido #omo blast4#ito0 Antes disso..e 6ormos ata#ar os avanços da medi#ina. essa t%#ni#a de re6orço imunol4gi#o a partir da #lonagem ser7 muito Gtil nas d%#adas :ue ante#ederão C Nova ra0 PERGUNTA: 4 A /gre-a . temos apenas o prin#ípio de um organismo biol4gi#o aut4mato0 A partir do momento em :ue o espírito adapta o seu #orpo espiritual ao 6uturo 6eto. s4 % ligado ao #orpo 6ísi#o :ue est7 sendo gerado :uando este 6or inseminado para um desenvolvimento embrion7rio #om 6ins pro#riativos0 .n#ia divina :ue d7 vida C ma:uina 6ísi#a. o espírito.e assim 6osse. :ue adaptam as t%#ni#as espirituais de a#ordo #om o amadure#imento #ientí6i#o da humanidade en#arnada no plano 6ísi#o0 Nesses #asos. então teremos vida propriamente ditaK e sua eBtinção seria uma situação de aborto do pro#esso reen5#arnat4rio de um 6ilho de Deus0 $as. pois interrompe o processo natural de desenvolvimento em(rion$rio de uma futura vida* . mas todos sabemos :ue isso % um grande absurdo e um in:uestion7vel desrespeito C vida0 PERGUNTA: 3 Na o(ra "ission$rios da <u%. temos a aproBimação do espírito reen#arnante C sua 6utura genitora algumas semanas antes da 6e#undação0 Nesse período preparat4rio. poderias dar5nos maiores esclarecimentos& HERME!: 4 Na verdade. obviamente. um espírito reen#arnante não ser7 ligado a um embrião :ue dever7 ser utili*ado em t%#ni#as de #lonagem terap. pois esse % o rumo a seguir0 ! homem apenas des#obre o :ue Deus ?7 #riou desde o prin#ípio do mundo0 Iogo.at2lica critica a clonagem porque essa t#cnica utili%a5se tam(#m de c#lulas5tronco geradas a partir de em(ri!es humanos* <ogo. que di%es a respeito& HERME!: 4 ! :ue determina se h7 vida #om 6inalidade evolutiva espiritual % a ligação do espírito reen#arnante ao embrião0 isso se d7 no iní#io do pro#esso de su#essivas divisões das #%lulas5tron#o para geração do 6uturo ser.hico Qavier. eles 6i#ariam aprisionados por tempo indeterminadoL ! $undo spiritual adapta5se aos avanços da humanidade. em breve nos veremos #omo alguns religiosos :ue não permitem a trans6usão de sangue por a#harem :ue esse pro#edimento % #ontr7rio Cs leis divinas. mas ?7 nos #asos mais dr7sti#os.uti#a.puramente espirituais e mentais0 Portanto. #omo a A'D. as t%#ni#as m%di#as modernas são importantes tanto para a saGde da humanidade #omo para o avanço do #onhe#imento da medi#ina humana0 m #asos simples de :ueda na produção org9ni#a de anti#orpos. os espíritos (/ . o(servamos que o mentor Ale)andre d$ a entender que o espírito # ligado ao seu futuro corpo físico e)atamente no momento da fecunda +o do 2vulo pelo espermato%2ide* Afirmaste em resposta anterior que a liga +o do espírito reencarnante ocorre somente no início da fase em(rion$ria* 7iante dessa diverg4ncia. o problema pode ser sanado de 6orma mais simples. atrav%s de um pro#esso #hamado de Eredução perispiritualE. ditada pelo espírito Andr# <ui% a . o #orpo biol4gi#o % gerado no momento em :ue o 4vulo % 6e#undado pelo espermato*4ide :ue ven#e a E#orrida da vidaE0 Nesse instante. a ess. mãe eS6ilho ini#iam uma salutar tro#a de energias no Plano Astral #om o ob?etivo de estabele#erem a harmonia ne#ess7ria para manterem5se ligados durante os nove meses de gestação0 Ap4s a #on#lusão dessa etapa primordial.

o dispositivo intra5uterino apenas evita a 6ertili*ação do 4vulo0 3omo a6irmamos na pergunta anterior. não en#ontramos uma situação de aborto utili*ando essas #onhe#idas t%#ni#as anti#on#ep#ionais0 () . ou se-a. psicografado por . no início da p$gina KRI ele afirma: 87epois do vig#simo primeiro dia. o espírito reen#arnante s4 % ligado C m7:uina 6ísi#a ap4s o 6im do est7gio de blast4#ito. assim como os demais m#todos anticoncepcionais. podemos a6irmar :ue as t%#ni#as de #lonagem a partir de #%lulas5tron#o embrion7rias em nada a6etam os pro#essos reen#arnat4rios e não devem ser :uali6i#adas #omo t%#ni#as abortivas01 @AB .n#ia #om 6inalidade evolutiva espiritual. podemos entender que o 7*/*U* Ldispositivo intra5uterinoM. indica o momento da fertili%a +o do 2vulo como sendo o ponto de liga +o inicial do espírito reencarnante. quando os 2rg+os Le sistemas de 2rg+osM iniciam a sua forma +o e desenvolvimento.endo :ue os embriões gerados em laborat4rio ?amais serão ob?etos de um pro#esso reen#arnat4rio. #aso a sua 6inalidade não se?a a reprodução assistida Yinseminação arti6i#ial].respons7veis pela eBe#ução e geren#iamento do pro#esso reen#arnat4rio promovem a ne#es5 s7ria redução perispiritual do reen#arnante e o depositam na região uterina da:uela :ue lhe gerar7 o #orpo 6ísi#o0 m seguida. mentor Ale)andre na o(ra "ission$rios da lu%.n#ias entre os m%di#os do mundo 6ísi#o ao determinarem o iní#io da 6ase embrion7ria. permitindo a #oneBão do espírito reen#arnante ao 6uturo #orpo 6ísi#o0 Portanto. a vida em(rion$ria propriamente dita* PERGUNTA: 3 Ent+o. m%todo :ue tamb%m % a#ompanhado de perto pelos t%#ni#os da spiritualidade0 Portanto. mas. :ue ?7 se en#ontra em disposição 6etal0 $as ser7 somente ap4s o est7gio pr%5 embrion7rio.n#iaK algo semelhante ao #ordão umbili#al :ue sustenta o 6eto durante a sua breve vida uterina0 -ostaríamos a:ui de ressaltar :ue entendemos o iní#io da 6ase embrion7ria #omo o momento em :ue se #on#reti*am as divisões prim7rias das #%lulas5tron#o0 is o instante em :ue o#orre a #oneBão do #ordão prateado do espírito reen#arnante ao seu 6uturo molde 6ísi#o0 1a*emos essa ressalva por:ue per#ebemos muitas diverg. tornando mais di6í#il a passagem do espermato*4ide pelo #anal reprodutivo 6eminino0 Assim #omo os demais m%todos anti#on#ep#ionais tradi#ionais a#eitos pela medi#ina humana. :ue se estabele#er7 a de6initiva #oneBão do espírito ao seu 6uturo #orpo 6ísi#o0 Nesse momento. :uando o embrião tem #er#a de #em #%lulas0 ssa etapa ini#ia5se em torno de #in#o dias ap4s a #on#epção0 8 nessa 6ase do desenvolvimento embrion7rio :ue surgem as #%lulas5tron#o. ele % EplugadoE ao mundo dos homens por meio do #onhe#ido E6io prateadoE. por#m. um halo protetor irradiado pela mãe abriga o espírito inde6eso. o :ue poderia #ausar algum mal5 entendido0 m resumo< a vida meramente biol4gi#a ini#ia5se no momento da 6e#undação do 4vulo pelo espermato*4ide0 $as a #oneBão do espírito ao 6uturo #orpo 6ísi#o.hico Qavier. estabele#endo uma eBist. dando a entender que a fase final de liga +o espírito5corpo se efetua no vig#simo primeiro dia. quando o em(ri+o atingir a configura +o ($sica. instrumento pelo :ual o espírito imortal interage #om o seu veí#ulo 6ísi#o durante toda a sua eBist. nossos amigos poder+o ser visitados a qualquer hora***8. momento em :ue o#orrem as su#essivas divisões das #%lulas5tron#o. se d7 no iní#io da vida embrion7ria0 . n+o s+o a(ortivos& HERME!: 4 ! D0'020 % um instrumento :ue atua impedindo a 6e#undação. lo#ali*ado na base da nu#a.

ou de escravos. mesmo :uando instalado por mãos #ompetentes. serão responsabili*ados por seu desrespeito a essa sagrada missão.m relações seBuais sem nenhum #uidado não pro#riam0 !s espíritos respons7veis por esses pro#edimentos no Plano Astral geralmente #onversam #om os 6uturos pais em noites anteriores C #on#epção. merc4 da vontade dos encarnados* .omo fica o plane-amento espiritual de reencarna !es. de suas pr4prias des#obertas0 em breve a humanidade s4 ter7 olhos para a pr7ti#a do bem #oletivo0 PERGUNTA: 4 "as ho-e em dia h$ uma grande preocupa +o em rela +o .omo. assim #omo a:ueles :ue ap4s estarem gerando uma nova vida 6ísi#a abortarem5na por imaturidade espiritual0 PERGUNTA: 3 Gostaríamos de voltar ao assunto principal deste capítulo* N2s devemos nos preocupar com a utili%a +o da clonagem com interesses escusos& . a cria +o de uma super5ra a. #omo sempre. a humanidade não deve se preo#upar.uti#os e a engenharia gen%ti#a para aper6eiçoar as raças e etnias ?7 eBistentes. mas sim 6ruto de plane?amento espiritual. #asais :ue mant.PERGUNTA: 4 Analisando essas informa !es podemos crer que a reencarna +o de espíritos no mundo físico est$ . a #on#epção não % um #aso a#idental ou isolado. forma como o homem utili%ar$ essa tecnologia* A humanidade teme que a filosofia da Alemanha na%ista de erradicar -udeus. sem #ausar dis#riminação de esp%#ie alguma0 (F . e não agora. pois no 6uturo a #lonagem ser7 utili*ada somente para 6ins terap. est7 no uso :ue a #ivili*ação 6a*. não #onsegue evitar a #on#epção0 . tanto 6ísi#a #omo espiritual da humanidade terrena0 ! problema. onde repetirão o est7gio evolutivo em :ue 6oram reprovados a:ui na "erra0 Iogo. essas t%#ni#as serão e6etivamente dominadas durante a geração dos eleitos para a Nova ra. se a humanidade # alienada em rela +o aos o(-etivos do "undo "aior& HERME!: 4 "oda nova en#arnação est7 su?eita a uma programação dos espíritos respons7veis pelo setor de reen#arnações do Plano spiritual0 8 por esse motivo :ue Cs ve*es preservativo rompe. algumas ve*es. mesmo :uando isso o#orre entre adoles#entes despreparados para a vida0 $as isso não signi6i#a :ue devemos deiBar o #ontrole da natalidade nas Emãos de DeusE0 A:ueles pais :ue geram v7rios 6ilhos por desleiBo. no pro#esso inverso. a pílula anti#on#ep#ional 6alha e o D0'020. a "erra ser7 habitada nas pr4Bimas d%#adas tão5somente por espíritos :ue se libertaram do mal inten#ional e :ue dese?am regenerar5se espiritualmente0 Ainda assim. ou organismos que seriam dep2sitos de 2rg+os humanos& HERME!: 4 Realmente nos dias atuais eBiste esse perigo0 Basta vermos o per6il espiritual da humanidade en#arnada0 $as #omo ?7 eBpomos. :uando a humanidade ainda % povoada por espíritos rebeldes :ue pre6erem man5ter5se C es:uerda do 3risto0 Ouando essas t%#ni#as 6orem de uso #omum. doentes mentais e outros grupos considerados 8geneticamente incorretos8 possa vir a ocorrer novamente com as possíveis 8purifica !es raciais8que a clonagem e a engenharia gen#tica possam propiciar* . para o bem ou para o mal. :uando o espírito liberta5se do #orpo0 Iogo. por e)emplo. prin#ipalmente no período em :ue ela ainda não estiver #ompletamente dominada0 $as isso 6a* parte do pro#esso de evolução. sem #ondições de edu#75los ade:uadamente e dar5lhes vida digna. durante o sono. poderão o#orrer algumas dis6unções e alguns #asos de m7 utili*ação dessas t%#ni#as. que nos di%es a respeito desse tema& HERME!: 4 3omo dissemos na resposta anterior. os ElobosE ?7 terão partido rumo ao novo mundo edu#a#ional. homosse)uais.

a #entelha divina0 Iembramos mais uma ve* :ue o #orpo de #arne nada mais % :ue um veí#ulo de mani6estação para a evolução dos 6ilhos de Deus. ou ent+o causar uma discrimina +o em rela +o a alguns grupos raciais e at# mesmo a sua e)tin +o. permitindo :ue as alterações no genoma do organismo se?am. de 6orma a modi6i#ar ou introdu*ir novas #ara#terísti#as no organismo vivo. :ue não ne#essitar7 passar pelas provações do atual est7gio de (+ . da raça humana.n#ias do 7#ido desoBirribonu#lei#o :ue #orrespondem aos genes respons7veis por #on6erir a #ara#terísti#a dese?ada Y6en4tipo]0 2ma ve* isolado o gene :ue interessa ao #ientista. resultando em um organismo geneti#amente modi6i#ado. :ue representa o material gen%ti#o de um ser vivo. em seguida.ni#os0 PERGUNTA: 4 Esse tipo de e)peri4ncia n+o poder$ criar tam(#m uma super5 ra a. a simples eliminação de genes de6eituosos pode alterar signi6i#ativamente a :ualidade de vida para o espírito reen#arnante. libertando as 6uturas gerações de doenças e dis6unções gen%ti#as :ue desen#adeiam os mais diversos dese:uilíbrios. que poderias nos esclarecer mais so(re a engenharia gen#tica& HERME!: Q A biote#nologia moderna. heredit7rias0 sse avanço #ientí6i#o ampliar7 #onsideravelmente os re#ursos gen%ti#os para melhoramento de plantas. e não o seu inv4lu#ro material. in#orporado no genoma do organismo alvo. plane?adas e.PERGUNTA: 4 . % ne#ess7rio o aper6eiçoamento desses veí#ulos de mani6estação para :ue os espíritos eleitos :ue reen#arnarão na Nova ra possam utili*ar5se de #orpos 6ísi#os C altura de sua #apa#idade espiritual0 !s en#arnados devem entender :ue os Novos "empos estarão a#ima dos pre#on#eitos ra#iais e do tradi#ionalismo :ue somente impede os avanços da humanidade0 A engenharia gen%ti#a permitir7 o aper6eiçoamento de todas as raças e etnias. #u?a #ara#terísti#a ad:uirida passar7 a ser heredit7ria. :ue passar7 a apresentar determinadas #ara#terísti#as antes não eBistentes0 !u então. :uando a medi#ina humana dominar as t%#ni#as de alteração e seleção gen%ti#a na linhagem germinal. tamb%m denominados de organismos transg. no 6uturo. no 6uturo. trata da alteração direta do DNA. os #ientistas poderão identi6i#ar e inserir no genoma de um determinado organismo um Gni#o gene respons7vel pela #ara#terísti#a em parti#ular. a e)emplo da clonagem. 6uturamente. animais e. tamb%m #onhe#ida #omo engenharia gen%ti#a ou te#nologia do DNA re#om5binante. pre#isas. sobretudo. como -$ ocorreu no passado& HERME!: 4 Notamos nitidamente uma preo#upação eBagerada em de6ender as raças humanas #omo se o #orpo 6ísi#o 6osse a #hama espiritual. ainda tão ne#ess7rios no atual momento para a evolução dos espíritos :ue lutam para ingressar na "erra renovada0 A inserção de genes de uma determinada esp%#ie em outra pode vir a melhorar esta Gltima. nas #%lulas seBuais do #orpo humano :ue propagarão essas alterações para as gerações 6uturas0 m ve* de promover o #ru*amento entre organismos rela#ionados para obter uma #ara#terísti#a dese?ada. por meio do isolamento de se:u. :ue resiste apenas algumas d%#adas0 Iogo. ou se?a. resultando na obtenção de organismos geneti#amente aper6eiçoados. esse 6ragmento de DNA % alterado e. previsíveis.

todas as mudanças e o des#obrimento de novas t%#ni#as :ue impulsionam o progresso no plano material eBigem pes:uisas. #om a produção de va#inas realmente e6i#a*es0 Al%m disso. permitirão :ue os homens abandonem de6initivamente a alimentação #arnívora.evolução da "erra0 . ent+o.n#ias transg. e n+o da falta deles* Por que. são muito mais #an#erígenos e #ausam um maior dese:uilíbrio e#ol4gi#o :ue os 6uturos e:uívo#os :ue venham a o#orrer de#orrentes das eBperi. #omo o petr4leo. :ue serão mais resistentes Cs pragas e #om #apa#idade nutritiva in6initamente superior0 Al%m do mais. por #ausa.ni#os auBiliarão a promover um dos maiores avanços so#iais da hist4ria da atual humanidade< a erradi#ação da 6ome no mundoL ssa trans6ormação so#ial ser7 uma importante #omprovação de :ue estaremos de6initivamente ingressando em uma Nova ra0 PERGUNTA: 4 Alguns estudiosos afirmam que a fome prov#m da m$ distri(ui +o dos alimentos. in#lusive. testes e muita observação na bus#a pelo desenvolvimento da t%#ni#a #orreta0 Alguns erros serão naturalmente #ometidos. a necessidade dos transg4nicos para aca(ar com a fome& HERME!: 4 A humanidade atual ainda % es#rava do lu#ro e de seus interesses egoístas0 3ertamente a 6ome e a mis%ria ?7 poderiam ter sido erradi#adas do mundo #om uma melhor distribuição das ri:ue*as entre as nações0 $as isso ainda não o#orreu por #ausa da eBtensa #arga #7rmi#a dos atuais habitantes da "erra0 Na Nova ra reen#arnarão no Planeta A*ul somente os eleitos e estes saberão tratar5se #omo irmãos.er7 o 6im das en6ermidades. a prin#ípio. a produção de alimentos ter7 melhor :ualidade e ser7 maior.n#ias para o progresso da humanidade0 A#reditamos :ue a alimentação #arnívora e os meios energ%ti#os poluentes. :ue a6etam diretamente a #amada de o*[nio do planeta0 !s alimentos transg. e #ertamente teremos a 6ormação de uma nova raça5mãe nos pr4Bimos s%#ulos0 A humanidade do 6uturo ser7 mais resistente e #om #apa#idade intele#tual superior e. ter7 uma longevidade de #ento e #in:uenta anos0 PERGUNTA: 4 '+o muitos os críticos dos alimentos trans5g4nicos* G comum v45 los atacando a t#cnica de altera +o gen#tica. libertando a vida humana da /0 . degradante e primitiva0 Ouanto a en6ra:ue#er raças e at% mesmo eBtingui5las. da velhi#e pre#o#e e o total #ontrole das doenças end%mi#as.ni#as0 3om o passar dos anos. #om alimentos geneti#amente trans6ormados :ue. mas ap4s algumas d%#adas se ver7 a import9n#ia dessas eBperi. o homem per#eber7 os ganhos da engenharia gen%ti#a para o aper6eiçoamento dos #ereais e dos horti6rutigran?eiros. que tens a di%er& HERME!: 4 3omo dissemos anteriormente. a produção de alimentos transg. inclusive apontando para desequilí(rios ecol2gicos e possíveis pro(lemas cancerígenos causados pelo consumo desses alimentos* . este 6ato ?7 o#orreu diversas ve*es na hist4ria da humanidade0 "emos #omo eBemplo as raças dos eBtintos #ontinentes da IemGria e da Atl9ntida.ni#os trar7 C humanidade do "er#eiro $il%nio uma alimentação mais nutritiva e #ompleta. #omo o#orre #om os meios energ%ti#os poluentes. terminando por #ausar no 6uturo um grave dese:uilíbrio e#ol4gi#o. in#lusive. :ue #onsome atualmente enormes re#ursos alimentares do planeta #om a engorda a#elerada e a superpopulação dessas esp%#ies. do 6im da #riação de animais para abate.

que di%es a respeito disso& HERME!: 4 J7 a6irmamos por diversas ve*es :ue o homem de ho?e % um possível eBilado para o planeta absinto ?ustamente por #ausa de suas atitudes anti#rísti#as."erra do in6eli* #i#lo onde em uma en#arnação se % senhor. para aumentar a produ +o agrícola* Algumas empresas que det4m essa tecnologia procuram criar mecanismos como contratos de e)clusividade e de propriedade intelectual em que o produtor fica ref#m de suas sementes* . no de#orrer deste trabalho0 PERGUNTA: 4 Alguns críticos avaliam que as modifica !es gen#ticas causar+o perda na diversidade gen#tica. gerando as mais variadas de6i#i. :ue s4 ?7 não a#onte#eu por 6alta de um sentimento verdadeiro de amor aos semelhantes entre os homens0 PERGUNTA: 3 A tecnologia dos transg4nicos est$ sendo utili%ada para e)plorar os agricultores e n+o.eria. o que .n#ia das idiossin#rasias do /1 . uma in6eli* e demonía#a perseguição Cs demais raças da "erraL ! :ue vai o#orrer ser7 um aper6eiçoamento e seleção dos genes dos pais :ue irão gerar um novo indivíduo0 A humanidade.endo assim. permitindo uma melhoria substan#ial na :ualidade e :uantidade da produção. e :ue o homem do 6uturo ter7 um #omportamento bem di6erente desse :ue a humanidade terrena est7 a#ostumada0 $as pre6erimos dis#utir esse assunto no #apítulo sobre as trans6ormações so#iais para a Nova ra. reen5#arnasse nesse #orpo. liberta dos #4digos gen%ti#os de6i#it7rios0 Iembramos tamb%m :ue o super5homem do 6uturo s4 ser7 al#ançado #om a #on?ugação espírito5#orpo0 3aso ?7 6osse possível ter essa matri* gen%ti#a aper6eiçoada e um espírito em d%bito para #om as leis divinas. mas tal t%#ni#a em muito auBiliar7 nesse pro#esso. #ontinuar7 a ter sua diversidade gen%ti#a. aliada ao espírito #aridoso dos eleitos :ue promoverão essa mudança so#ial. s4 :ue ela ser7 aper6eiçoada. obviamente os espíritos :ue ren#arnarão no 6uturo possuirão suas idiossin#rasias :ue in6luirão diretamente no #4digo gen%ti#o. ele alteraria in#ons#ientemente esse #4digo gen%ti#o. auBiliando a eBtinguir a 6ome do mundo0 !s transg. como afirmas. estar7 presente nesse #en7rio. em uma vida ri#o.seria uma amea a . :uer os #ientistas do mundo material :ueiram ou não0 PERGUNTA: 4 Poderias e)plicar melhor essa quest+o da influ4ncia do espírito reencarnante no c2digo gen#tico de seu futuro corpo físico& HERME!: 4 !s #ientistas atuais possuem uma grande di6i#uldade de avançar em seus estudos por não a#eitarem avaliar as suas pes:uisas #onsiderando a in6lu. portanto. na outra.n#ias e imper6eições no #orpo 6ísi#o geneti#amente aper6eiçoado0 . so(reviv4ncia da esp#cie humana* . na outra es#ravo. em ra*ão do desamor entre os homens0 A 6alta do espírito de 6raternidade 6ar7 #om :ue somente nas gerações 6uturas a 6ome se?a debelada0 a modi6i#ação gen%ti#a dos alimentos. miser7vel.ni#os por si s4s não libertarão o mundo da 6ome. que tens a di%er a respeito disso& HERME!: 4 'sso o#orreria se 6ossem reali*adas alterações somente em uma Gni#a matri* e todos os 6uturos #orpos gerados 6ossem reprodu*idos tão5somente a partir dessa matri*0 . então.n#ia do $undo 'nvisível aos seus olhos0 Ouando um 6uturo #orpo 6ísi#o :ue est7 sendo gerado passa da 6ase embrion7ria para o est7gio 6etal. 6ruto de suas paiBões in6eriores. ini#ia5se o pro#esso de in6lu.

assim #omo no passado. tal era a eBorbitante #arga de pro#essamento de energias e in6ormações :ue seu #orpo re#ebia durante os momentos de #ontato íntimo #om o 3risto Planet7rio da "erra0 ! homem atual. pois as energias :ue 6luíam pelo seu #orpo eram superiores C #apa#idade limitada do #%rebro 6ísi#o programado por ele e pela Alta spiritualidade #om os melhores re#ursos disponíveis na matri* gen%ti#a da:uela %po#a0 Jesus. se impressionaria ao ver a #apa#idade intele#tual dos veí#ulos de mani6estação 6ísi#a :ue serão aper6eiçoados para a Nova ra0 'n#lusive. #ertamente reali*aria modi6i#ações in#ons#ientes nesse genoma.n#ia do #%rebro 6ísi#o. em #ons4r#io #om os planos superiores. #aso 6osse possível a en#arnação de algum 6uturo eBilado :ue não ven#eu o atual est7gio de aper6eiçoamento espiritual. #ausando as mais diversas de6i#i. espíritos mais avançados poderão reen#arnar na "erra da Nova ra por:ue o #orpo 6ísi#o do 6uturo poder7 #omportar a energia de irmãos #om Iu* mais intensa0 PERGUNTA: 4 .ua missão teve de ser reali*ada em um período #urto. espíritos iluminados podem #orrigir de6i#i.espírito :ue ?7 est7 se ade:uando ao seu 6uturo #orpo 6ísi#o em desenvolvimento0 ssa ligação Eespírito5mat%riaE ini#ia um pro#esso de de6inição gen%ti#a do 6uturo ser pelo 6en4meno de E#ombinação gen%ti#a astral56ísi#aE. ainda des#onhe#ida dos #ientistas humanos0 Por isso. -$ que afirmaste que o corpo # t+o5 somente um veículo de manifesta +o nos mundos físicos para o espírito imortal& /2 . evitar tend4ncias ao alcoolismo e ao consumo de drogas* /sso ser$ possível. mas não possuem elementos para aper6eiçoar a um s4 tempo esses novos organismos0 . era #omum ver #asos de retardamento mental e de6i#i. :ue utili*a apenas uma limitada abrang.n#ias no 6uturo organismo.n#ias no DNA de organismos de6i#ientes aos :uais estão se adaptando para uma 6utura en#arnação0 Na Nova ra. o grande Rabi da -alil%ia teve di6i#uldades para adaptar5se ao limitado #%rebro 6ísi#o dos #orpos humanos da "erra0 . dentro do a#ervo heredit7rio de seus pais. ansiedade.eguindo esse mesmo prin#ípio. por que necessitaríamos de t#cnicas humanas para isso& HERME!: 4 !s espíritos mais pr4Bimos da Iu* #onseguem sele#ionar genes em melhores #ondições. ele viria a #ausar distGrbios na 6ormação gen%ti#a do #orpo :ue lhe serviria de instrumento0 ! sonho humano de elaborar o super5 homem do 6uturo s4 ser7 possível pela intervenção e Montade DivinaL PERGUNTA: 4 'e espíritos iluminados podem reali%ar uma sele +o gen#tica para gerar corpos físicos em melhores condi !es.s cientistas modernos afirmam que os genes podem influenciar o comportamento humano e que por meio da engenharia gen#tica ser$ possível modificar tend4ncias como agressividade. em seus Gltimos momentos. at# mesmo. sem esse tipo de hist4ri#o gen%ti#o56amiliar0 .n#ias #ong%nitas em membros de 6amílias saud7veis. vos a6irmamos :ue se um espírito em dese:uilíbrio e #om diversos dramas espirituais a resgatar 6osse reen#arnar em um molde gen%ti#o aper6eiçoado. in#lusive suou sangue. pois ningu%m 6oge C Iei terna do Pai< EA #ada um ser7 dado segundo as suas obrasE0 8 por esse motivo :ue nos dias atuais. introvers+o e.omente o trabalho da medi#ina #onven#ional. :ue des#endia de uma linhagem pura. possibilitar7 al#ançar tal est7gio0 2ma prova de :ue espíritos iluminados não podem reali*ar esse trabalho somente por meios espirituais % a en#arnação de Jesus h7 dois mil anos0 $esmo utili*ando5se de uma #arga gen%ti#a :uase per6eita.

no :ual 6oi reprovado em vidas passadas0 ! homem reen#arna #om a matri* gen%ti#a #om tend. assim #omo nos #asos #itados anteriormente. devem ser resgatadas a 6im de :ue o 6ilho de Deus en#ontre a Iu*0 No atual est7gio de evolução espiritual da humanidade terrena.n#ias.s pesquisadores di%em tam(#m que a inclina +o religiosa # fruto de uma com(ina +o gen#tica que predisp!e os seus portadores a acreditarem em uma 8for a invisível8 e que n+o # provada pela ci4ncia* HERME!: 4 A #rença na Mida 'mortal :uando en#arnado % um sinal de avanço espiritual :ue rompe as barreiras da mat%ria0 $as. h7 #ombinações gen%ti#as :ue permitem um melhor #ontato #om a dimensão espiritual0 sses genes são trabalhados pela spiritualidade . ainda são #omuns as tend. então avaliar7 e es#olher7 #om #rit%rios ?ustos as tend.n#ias tanto positivas #omo negativas.n#ias naturais ne#ess7rias para a evolução desse reen#arnante0 Iogo. denominadas de #arma. a:uele espírito :ue dever7 ven#er a in#linação para o ví#io da bebida ir7 reen#arnar #omo 6ilho de pais :ue o6ereçam uma #ombinação gen%ti#a :ue propi#ie uma tend. que # alma5grupo& HERME!: 4 !s animais não possuem individualidade1 #omo os homens0 les são regidos por uma alma5grupo. o m%dium :ue materiali*a neste instante as nossas palavras so6reu modi6i#ações de DNA durante a sua 6ormação embrion7ria para poder reali*ar o trabalho :ue agora eBe#uta0 "al alteração não % tão simples #omo as :ue os #ientistas estudam no momento no #orpo 6ísi#oK % mais pro6unda e /@ . ou se?a.n#ias gen%ti#as en6ermiças e distGrbios de nature*a #omportamental0 Ainda teremos nas pr4Bimas d%#adas :ue ante#ederão a #on#reti*ação da Nova ra a reen#arnação de espíritos endividados perante a Iei de Deus :ue in6luirão negativamente na 6ormação gen%ti#a de seus 6uturos #orpos 6ísi#os0 A spiritualidade $aior.uas primeiras en#arnações serão em mundos primitivos. #omo ?7 dis#utimos neste trabalho. um elemental da nature*a :ue #oordena e vibra em uníssono #om toda a esp%#ie0 A medida :ue o animal vai se Ehumani*andoE em #ontato #om o homem. :ue #oordena os pro#essos de reen#arnação. ele #omeça a liber5lar5se da alma5grupo :ue rege sua esp%#ie e a individuali*ar5se0 Nesse instante. o #omportamento humano pode ser in6luen#iado pelo seu genoma. o espírito vive diversas eBist. assim #omo o bom piloto de um #arro de #orrida ainda #onsegue pilotar #om perí#ia mesmo #om um pneu 6urado ou #om o #9mbio dani6i#ado0 PERGUNTA: 3 .uperior antes da reen#arnação do espírito na mat%ria0 ! #aso dos m%diuns % uma amostra disso0 'n#lusive. onde ele ir7 e6etuar os seus primeiros passos rumo C angelitude.n#ia gen%ti#a e aos impulsos de sua Ealma5grupoE0 3omo % possível per#eber.eus 6ilhosL PERGUNTA: 4 .n#ia para esse ví#io0 ! ob?etivo de tal pro#edimento % #olo#ar o espírito reen#arnante C prova para :ue vença esse item espe#í6i#o de evolução espiritual. mas não altera as #ara#terísti#as espirituais al#ançadas em diversas eBist. sua determinação e o meio :ue o #er#a de6inirão :ue rumo dar7 a sua vida0 'sso não a#onte#eria #om um animal irra#ional :ue ainda não possui uma alma individuali*ada0 le obede#eria me#ani#amente C sua tend. mas sua 6orça espiritual.HERME!: 4 Realmente o #orpo 6ísi#o % um instrumento utili*ado para :ue o espírito evolua nas dimensões in6eriores da vida in6inita #riada por Deus0 .n#ias. agregando ao seu #orpo astral #argas positivas e negativas0 stas Gltimas. assim #omo todos n4s 6i*emos um dia0 A Iei de Deus % Gni#a para todos os . nas#e mais um espírito no seio do 3osmo0 .

:uando a alma :ueima as suas toBinas perispirituais. sem desenvolvimento. por lotar os leitos dos mani#[mios da "erra0 Podemos vos garantir :ue noventa por #ento dos #asos de es:ui*o6renia e outras patologias similares são de#orrentes do dese:uilíbrio mediGni#o de en#arnados :ue despre*aram o #ompromisso assumido no Astral0 J7 no #aso da:ueles :ue não possuem essa predisposição gen%ti#a. pois o pro#esso evolutivo e o #onhe#imento espiritual são in6initos0 Realmente. :uando a6irma :ue a mediunidade pode ser desenvolvida por meio do estudo e da pr7ti#a mediGni#a0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er que o 7NA físico tam(#m pode ser modificado ap2s o organismo ter concluído a fase em(rion$ria& HERME!: 4 . no 6uturo surgiriam novas in6ormações :ue #omplementariam as suas teses. reen#arnam na mat%ria e desde #edo per#ebem a eBist. abandonam ou nem ini#iam o estudo da pr7ti#a mediGni#a0 ! #ontato mediGni#o ostensivo. :ue abandonam o #ompromisso assumido antes de reen#arnar. terminando. % #omum pessoas :ue ne#essitam resgatar dívidas #7rmi#as pela mediunidade re#eberem umaEa#eleraçãoEem seu desenvolvimento mediGni#o. todos somos m%diuns. promovendo uma relação íntima entre os dois planos0 PERGUNTA: 4 A 7outrina Espírita. mas. C semelhança do DNA perispiritualK e isso ?7 o#orre naluralmente pela renovação #elular do veí#ulo 6ísi#o. nos di% que a mediunidade # inerente a todos os seres.tem origem no #orpo espiritual. eBer#itando a prati#a do amor altruísti#o0 J7 vos dissemos :ue o amor % a pro6ilaBia da alma.imL $as isso eBigir7 um apro6undamento maior da medi#ina humana0 No 6uturo. in6eli*mente. :uase invisível C atual instrumentação #ientí6i#a humana. atrav%s de intervenções no #4digo gen%ti#o0 stes espíritos. :ue per#orre a #orrente sanguínea dos m%diuns. #ausa distGrbios mentais :ue a#abam enlou:ue#endo esses espíritos. mesmo ap4s o organismo ?7 ter5se desenvolvido. codificada por Allan Sardec. e isso 6a* #om :ue o nosso #4digo gen%ti#o perispiritual este?a mais ou menos propí#io ao inter#9mbio entre os dois mundos :uando en#arnados na mat%ria0 $as eBiste tamb%m uma preparação espiritual reali*ada pelos t%#ni#os reen#arna#ionistas do $undo $aior para intensi6i#ar ou redu*ir esse #ontato espiritual0 Assim. e somente depois % desen#adeada na matri* 6ísi#a0 Al%m do mais. que di%es a respeito dessa afirma +o& HERME!: 4 Allan Tarde# estava #erto em suas a6irmaçõesL #omo ele mesmo disse nos livros b7si#os da Doutrina spírita. em di6erentes graus de desenvolvimento. então. por desleiBo ou desin6ormação. sendo passível de ser desenvolvida durante a inda física com estudo e e)ercícios medi:nicos* . h7 uma outra 6orma de vida mi#ros#4pi#a. in6ormamos :ue tanto o DNA perispiritual #omo o 6ísi#o podem so6rer modi6i#ações no de#orrer do tempo. pela renovação #elular dos seus respe#tivos #orpos0 ntão. os genes poderão ser #orrigidos e alterados.n#ia do $undo spiritual. #on6irmamos as palavras do #odi6i#ador do spiritismo. debelando in#lusive doenças #onsideradas ainda #omo in#ur7veis pela medi#ina #onven#ional0 /& .

pela renovação #elular0 Iembrai5vos :ue a vida humana % nada mais nada menos :ue uma es#ola para a nossa evolução espiritual0 PERGUNTA: 3 Eueres di%er que quando um espírito agressivo reencarna em um corpo físico com tend4ncias gen#ticas . agressividade e ainda vive em um meio violento e. depress+o e at# mesmo ao suicídio. % #olo#ado C prova para ven#er as suas tend. as alterações em nosso per6il espiritual desen#adeiam modi6i#ações gen%ti#as no #orpo espiritual e tamb%m no #orpo 6ísi#o.em dGvidaL ! espírito. melhorando ou piorando o nosso #4digo gen%ti#o durante a pr4pria eBist. serão eBilados no planeta in6erior e terão outras preo#upações mais urgentes do :ue de6ender suas teses sobre uma te#nologia da :ual estarão a s%#ulos de dist9n#ia no mundo primitivo em :ue irão viver0 /( . . então. agressividade. no de#orrer deste trabalho0 PERGUNTA: 4 Podemos concluir. #omo ?7 dissemos. que tend4ncias . essa t%#ni#a de evolução espiritual não ser7 mais ne#ess7ria.n#ias dese:uilibradas e para 6irmar5se na 6% e no respeito C vida0 'n#lusive. a medi#ina do mundo 6ísi#o para aper6eiçoar a matri* humana #om o ob?etivo de ade:u75la aos perispíritos em pro#esso de regeneração espiritual dos eleitos :ue reen#arnarão na "erra nas pr4Bimas gerações0 PERGUNTA: 4 E os cientistas c#ticos n+o terminar+o acreditando que o m#rito # todo deles e que confirmaram suas teorias de que o comportamento # determinado por c2digos gen#ticos. e n+o por influ4ncia espiritual& HERME!: 4 'sso não % relevanteL !s bons #ientistas reen#arnarão na "erra do 6uturo e se ade:uarão C nova 6orma de pensar do "er#eiro $il%nio0 J7 os maus. seriam fruto tam(#m de uma com(ina +o gen#tica que estimule essas tend4ncias& HERME!: 4 A resposta segue o mesmo ra#io#ínio das anteriores0 ! #aso do ví#io da bebida e das drogas elu#ida muito bem essa :uestão0 .ão m7#ulas espirituais :ue eBigem #orreçãoK portanto. podemos di%er que foi uma importante vit2ria evolutiva desse espírito& HERME!: 4 BatamenteL A #olo#ação 6oi tão per6eita :ue não ne#essitamos a#res#entar nada ao :ue dissestes0 Apenas lembramos :ue tal espírito vive essa situação para #orrigir seus desvios do passado0 Não eBiste in?ustiça na vida #riada por DeusL PERGUNTA: 4 E o que ocorrer$ quando a ci4ncia humana dominar a tecnologia da engenharia gen#tica e conseguir interferir na programa +o gen#tica reali%ada pela Espiritualidade para a evolu +o do reencarnante& HERME!: 4 No eBato momento em :ue isso o#orrer. podem ter tam(#m a influ4ncia de fatores gen#ticos& HERME!: 4 . por fim. mesmo ante todas as adversidades.n#ia. o espírito nas#e predisposto a elas a 6im de ven#.PERGUNTA: 3 Essas informa !es s+o impressionantes> E homosse)ualismo e as tend4ncias se)uais incontrol$veis. tanto no #ampo 6ísi#o #omo no espiritual0 $as pre6erimos eBplorar os temas dos distGrbios seBuais e da matri* gen%ti#a perispiritual em #apítulos C parte. pois haver7 na "erra somente os eleitos do 3risto0 ! per6eito Programa Divino para a evolução da "erra aproveitar7. vence essa sua imperfei +o espiritual.5las e en#ontrar o e:uilíbrio :ue 6oi perdido em en#arnações anteriores0 ssa predisposição segue uma orientação gen%ti#a. ent+o.

n#ia sobre os #ientistas a6astados do amor e da #rença em Deus0 PERGUNTA:4 Eue outros avan os demonstrar+o a import6ncia da engenharia gen#tica para o Terceiro "il#nio& HERME!: 4 A engenharia gen%ti#a % a te#nologia :ue modi6i#ar7 6undamentalmente a so#iedade nas pr4Bimas d%#adas0 ! mundo não ser7 mais o mesmo.n#ia #onstante dos ban#os de sangue0 3om t%#ni#as e6i#a*es de absorção do EpranaE da nature*a.ombras nos primeiros anos do domínio da engenharia gen%ti#a e da t%#ni#a dos #lones0 Nesse período. típi#as de so#iedades primitivas0 Assim #omo o homem ir7 ven#er a tentação de utili*ar a te#onologia nu#lear para o mal. a #ada dia mais. diminuindo.PERGUNTA: 4 E quanto . ap4s o domínio das alterações de DNA dentro de um determinado genoma0 'ni#ialmente as novas gerações terão um #4digo gen%ti#o :ue as imuni*ar7 #ontra determinadas doençasK mais tarde. utili%a +o da engenharia gen#tica para uso como arma química& HERME!: 4 Deus #olo#ou a 6olha de taba#o no mundo para a humanidade utili*ar5 se de suas propriedades medi#inais0 o :ue o homem 6e*X 2tili*ou5a para vi#iar5se. al%m de a m7:uina 6ísi#a resistir ao dobro do tempo :ue vive ho?e em dia0 ! #ansaço e o mal5estar típi#os do organismo 6ísi#o atual serão #oisas do passado0 assim su#essivamente. mas possuir7 uma #apa#idade 6ísi#a e intele#tual superior. paulatinamente. ob?etivo maior dos 6ilhos de Deus0 // . :ue resolver7 de6initivamente a #ar. ser7 #riada a hem7#ia arti6i#ial. ele não su#umbir7 ao ass%dio das . a humanidade do 6uturo não ser7 es#rava do #orpo e de paiBões in6antis. #onsumindo o seu elemento t4Bi#oK assim #omo a ma#onha. os #ientistas poderão es#olher algumas #ara#terísti#as :ue aumentarão a #apa#idade #ognitiva do ser humano. ser7 #riada uma pele humana para repor a perda em a#identes de :ueimados0 . produto utili*ado para higieni*ação e para movimentar motores. utili*ando t%#ni#as de multipli#ação das #oneBões dos neur[nios0 3om o passar das d%#adas. o homem se alimentar7 e dormir7 menos. um melhor veí#ulo para :ue os espíritos imortais reen#arnem e evoluam rumo ao 'n6inito. o poder dos magos negros do Plano spiritual ?7 estar7 em pro#esso de en6ra:ue#imento.n#ia m%di#a tenha #omo Gni#a preo#upação aper6eiçoar o #orpo 6ísi#o da raça humana. at% :ue a #i. base para v7rias medi#ações. a sua in6lu. de :ue deveria ser estudado o seu e6eito medi#inal para a utili*ação #omo analg%si#o e anti5in6lamat4rio0 ! 7l#ool % outro eBemplo< um eB#elente anti5s%pti#o. ser7 des#oberta uma proteína nesse 4rgão :ue promover7 a #ura :uase instant9nea de 6erimentos0 2sando t%#ni#as de engenharia gen%ti#a. em um 6uturo não muito distante. mas o homem o #onsome abusivamente #omo alu#in4geno0 $as isso em breve ser7 apenas um #omportamento dese:uilibrado do passadoL 3omo ?7 dissemos. permitindo :ue ele se?a.

Ramatís e)amina minuciosamente os grandes movimentos religiosos 3 o . sectarista e e)clusivista.onhecimento . ini#iando5se esse pro#esso pela união entre 3atoli#ismo e spiritismo. pois sabeis muito bem a import9n#ia da 2nião 3ristã e :ue ela se pro#essar7 gradualmente.uperior para adaptar o #en7rio religioso C Nova ra. terão uma visão universalista. ou se?a. o ?udismo. o Budismo e as demais religiões orientais0 ste % o nosso trabalho prin#ipalK o trabalho da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo. todas as religiões.< As trans2ormações reli9iosas para a No3a Era: A $ni:o -rística PERGUNTA: 3 Em nosso primeiro tra(alho 8A 9ist2ria $e um An-o8 afirmaste que no futuro da Terra haver$ uma :nica religi+o que representar$ a todos os eleitos que herdar+o a Terra no Terceiro "il#nio* /sso n+o seria uma imposi +o e um desrespeito . em :ue transpare#er7 a sabedoria dos eleitos para a Nova ra0 m breve. #om seu belo trabalho liter7rio de propagação de ensinamentos espirituais :ue pro#uram unir os seguidores de Jesus C sabedoria oriental0 1 @AB Na o(ra A "iss+o do Espiritismo. liberta de dogmas e se#tarismos religiosos0 Iogo. nos pontos :ue elas tiverem de melhor. 7outrina Espírita. veremos as religiões #ristãs aglutinando5se em uma s4.ru% e do Tri6ngulo e sua atua +o em nosso mundo& HERME!: 4 "rataremos deste assunto em #apítulo pr4prio. que di%es a respeito disso& HERME!: 4 Devemos entender sempre #omo premissa b7si#a deste nosso estudo :ue os habitantes do planeta "erra :ue reen#arnarão nas pr4Bimas d%#adas serão espíritos elei5 tos pelo seu amor.atolicismo. as demais religiões #ristãs se 6undirão0 o passo 6inal ser7 a 6usão #om o Ainduísmo. li(erdade religiosa& HERME!: Q ntendemos essa pergunta #om a 6inalidade de es#lare#imento. da :ual nosso irmão Ramatís 6a* parte e % o maior divulgador. ao inv#s de 8mais uma doutrina8. no de#orrer deste trabalho0 PERGUNTA: 4 Cemos ho-e em dia um 2dio fero% de alguns evang#licos em rela +o . pu(licada pela Editora do . de 9ercflio "+es. e delineia a miss+o transcendental da 7outrina Espírita. e tam(#m h$ alguns setores da /gre-a . que.at2lica que recha am categoricamente qualquer afinidade com o Espiritismo* . pois os espíritos :ue habitarão o planeta. sem imposições0 ! 2niversalismo 3ristão % um pro?eto da spiritualidade . o Protestantismo. serão #ultuadas sob 6orma de uma Gni#a religião. foi prevista pelo Alto como elo de uni+o fraterna entre cren as e religi!es* PERGUNTA: 4 Poderias nos falar mais so(re a Draternidade da . #ompreensão e toler9n#ia0 ! :ue vemos atualmente são Eos trabalhadores /) . a Teosofia e a Um(anda 3. #omo nos narra o livro EA Aist4ria de um An?oE0 m um segundo momento. ap4s a transição.

aprisionados em suas #renças. que nos di%es so(re isso& HERME!: 4 Memos :ue estais vos re6erindo C dissid. a humanidade terrena avançar7 no #ampo #ientí6i#o. so#ial.omo crer em uma uni+o de todas as religi!es quando as mais pr2)imas ainda n+o aceitam as mesmas ideias& HERME!: 4 8 #omo ?7 dissemosL A humanidade ainda vive um período de #on6litos ideol4gi#os e eBisten#iais0 m breve isso ser7 apenas uma lembrança do passado0 Al%m do mais.m as posições de desta:ue. a#onte#e o mesmo0 Alguns trabalhadores desta seara deiBam5se envolver por teses e #renças absurdas em de#orr.da Gltima horaE reali*ando a sua Gltima tentativa no #en7rio 6ísi#o para manter5se no #i#lo evolutivo da "erra0 Iogo. pois a Cerdade A(soluta est$ t+o5somente nas m+os de 7eus e ainda est$ longe de nossa capacidade de compreens+o* "as infeli%mente # difícil crer em tuas palavras ainda mais quando ao raiar da Nova Era vemos segmentos dentro do Espiritismo que s+o sect$rios e n+o aceitam as ideias de seus semelhantes. defendendo e)clusivamente a sua forma de pensar* . liter7rio e humano0 PERGUNTA: 4 As tuas afirma !es s+o consoladoras. :ue alimentam o orgulho. como esses irm+os s+o vistos pela Espiritualidade "aior& /F .n#ia do envolvimento espiritual sorrateiro dos espíritos das . reali%am importantes tra(alhos de caridade* 'endo assim. para onde todos os eleitos do 3risto #onvergirão em bus#a do #onhe#imento e da sabedoria de Deus0 A 2nião 3ristã promover7 os avanços religiosos :ue os sedentos pela sabedoria espiritual tanto alme?am0 Aliado a esse #res#imento no #ampo espiritual. :ue preparar7 a terra do 3ru*eiro do .ul para ser o #eleiro espiritual da humanidade no "er#eiro $il%nio0 PERGUNTA: 4 "uitos desses irm+os 8sect$rios8. devemos tamb%m enalte#er os a#ertosL ntre os Parde#istas.n#ia #i i 're os espíritas Parde#istas. pois haver7 um s4 pastor e uma Gni#a religião. pois # triste vermos as religi!es se tratando como inimigas para defenderem ideias que somente espelham as suas cren as. a:ueles :ue mant.s suas cren as. e os espíritas universalistas. os seguidores de todas essas religiões serão almas libertas de pre#on#eitos e da intoler9n#ia religiosa. en:uanto no meio espírita universalista en#ontramos o espírito de renovação e de progresso0 Ouando essas duas 6orças se unirem ser7 o primeiro passo para a aproBimação #om os #at4li#os e evang%li#os. #omo ?7 narramos no segundo #apítulo desta obra. são almas endividadas e em luta #ontra seus pr4prios 6antasmas0 Nas pr4Bimas d%#adas. h7 todo um trabalho dos magos negros do Astral 'n6erior para :ue os pro?etos da Alta spiritualidade não se #on#luam0 ntre os espíritas Parde#istas.ombras. tanto nas religiões #omo no #en7rio políti#o do mundo. e :ue estudam e a#eitam todas as mani6estações espirituais da humanidade0 PERGUNTA: 4 E)atamentef . temos uma metodologia dis#iplinada e eBtremamente produtiva para o desenrolar dos trabalhos espi5 rituais. entre os :uais vos in#luímos. temos irmãos se#t7rios. a vaidade e a arrog9n#ia nos irmãos invigilantes0 Antes da #ríti#a. que n+o aceitam as ideias contr$rias . :ue a#eitam somente a #odi6i#ação de Allan Tarde#. e muitos deles so6rem persuasiva 6as#inação dos magos negros0 J7 no lado dos espíritas universalistas.

deverão ser in#orporadas aos estudos espíritas0 ! mais triste. pois os m%diuns.em dGvida.s espíritas tradicionais argumentam que # necess$rio ter um %elo especial em rela +o aos preceitos doutrin$rios de Allan Sardec. o codificador do Espiritismo. :ue deve ser base para o progresso espiritual da humanidade0 3omo a6irmou Allan Tarde#. no s%#ulo :uin*e. segundo a ra*ão. ainda presos Cs suas #renças e ideais. mas não uma estagnação evolutiva do spiritismo. as in6ormações espirituais devem ser eBpostas C lu* da ra*ão e da #i. ?7 % um ato anti6raterno # #ontr7rio C Montade Divina0 PERGUNTA:4 . mas isso não dispensa ningu%m de respeitar as ideias de seus semelhantes e de libertar5se do separatismo e da arrog9n#ia de #rer5se o dono eB#lusivo da verdade0 A :uestão da intoler9n#ia ideol4gi#a e do medo do progresso ?amais podem ser #olo#ados em um segundo plano. pois s2 assim se evitar$ uma perda de identidade da 7outrina Espírita* . a 6% e o bom senso0 3aso as novas in6ormações atendam a esses pr%5re:uisi5los. que di%es a respeito& HERME!: 4 3ertamente :ue deve haver um *elo doutrin7rio. e at% mesmo ir4ni#o. ou se?a.n#ia. % ver alguns seguidores de Tarde# #omportando5se tal #omo a:ueles :ue ele #ombatia #in sua en#arnação #omo Jan Auss. o empenho na pr7ti#a do amor e da #aridade #ristã % importante e re#ebe o re#onhe#imento da Alta spiritualidade.n#ia na :ual o #odi6i#ador do spiritismo lutou #ontra os se#t7rios representantes da 'gre?a para obter mais liberdade #ivil e religiosa para o povo0 por #ausa dessa intoler9n#ia religiosa loi #ondenado C 6ogueira da 'n:uisição0 1ERGUNTA: 4 Acreditamos que se os espíritos mentores do grupo Tardecista confirmassem as tuas palavras a respeito dos tra(alhos reali%ados pelos espíritas universalistas lenamos um respaldo maior para essa uni+o* Por que isso n. pelo argumento simplista de :ue a pr7ti#a da #aridade e do amor % mais importante0 Al%m do mais. blo:ueiam in#ons#ientemente as nossas in6ormações :ue 6ogem ao seu entendimento e C sua 6orma de pensar0 'sso a#onte#e in#lusive em relação ao m%dium :ue nos permite neste instante ditar estas palavras0 speramos em breve entrarmos todos em plena sintonia para uni6i#armos as diretri*es espirituais do $undo $aior e reali*ar o #ongraçamento entre espíritas Parde#istas e universalistas. #omparando as in6ormações :ue re#ebe #om a l4gi#a e #om o bom senso0 ! grande #odi6i#ador do spiritismo a6irmou tamb%m :ue a Iei de volução % baseada no progresso e :ue novas in6ormações seriam reveladas no 6uturo. #remos :ue todas as novas instruções espirituais devem ser analisadas. di*er tudo o :ue pensamos. a 6alta de respeito Cs #renças alheias.HERME!: 4 A #aridade e o amor aos semelhantes % a pedra 6undamental do pro#esso de evolução espiritual em :ue vive a humanidade atualmente0 .n#ia universal.o acontece& HERME!: 4 A #omuni#ação mediGni#a interplanos % ainda algo #ompli#ado no atual est7gio evolutivo da humanidade0 'n6eli*mente ainda não podemos. para s4 então serem a#eitas0 0 homem moderno deve #ultivar a 6% ra#io#inada. em si s4. livre de dogmas e pre#eitos retr4gradosK portanto. eBist. ele mesmo não imp[s limites C sua #odi6i#ação0 ! :ue vemos % o medo da mudança e uma Ereação al%rgi#aE ao progresso doutrin7rio por parte de alguns #on6rades en#arnados0 A #on:uista da evolução espiritual passa pela bus#a da #ons#i.Edo lado de #7E. pois isso % s4 uma :uestão de tempo0 /+ .

serão o 6undamento para a 6ormação espiritual na Nova ra0 No #ampo da re6orma espiritual. en#antar os s7bios #om o E#4digo se#retoE implí#ito nas s7bias palavras do maior espírito :ue ?7 pisou o solo terreno0 As palavras de Jesus. trabalhando em #on?unto e harmonia0 Be*erra de $ene*es. pois isso naturalmente o#orrer7 no 6uturo. a:ui do Plano spiritual. Allan Tarde#. :ue pode edu#ar almas simples #om suas ino#entes par7bolas e. Navarana e todos a:ueles :ue ainda são des#onhe#idos dos en#arnados. de todos os segmentos religiosos. 6arão surgir na "erra um universalis5mo espiritual sob a %gide do 3risto0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er quais as principais características dessa religi+o que ser$ chamada de 8Universalismo . inspiradas pelo 3risto. APhenaton. Ramatís.risto& HERME!: 4 a #laroL Não devemos nos preo#upar #om a 6alta de sintonia entre os en#arnados :ue ainda não en#ontraram o espírito de unidade religiosa. aliadas aos per6eitos #on#eitos orientais da reen#arnação e do #arma. Ni#anor. sob a orientação s7bia e amorosa do 3risto0 'n#lusive. demonstrando :ue a Merdade Divina % Gni#a e :ue o se#tarismo religioso % 6ruto da 6alta de amor e #ompreensão entre os homens :ue ainda estão perdidos na bus#a do #aminho da Iu*0 PERGUNTA: 4 7everíamos entender o Espiritismo como o carro condutor e principal cren a dessa futura fus+o religiosa para a Nova Era& HERME!: 4 m :ual:uer trabalho 6raterno e #ristão não h7 espaço para uma luta de vaidades #om o ob?etivo de sabeiS :uem % o melhor0 A7 muito trabalho a ser reali*ado e o nGmero de #olaboradores e o tempo são es#assos0 A união religiosa para a Nova ra % um trabalho de todos. $irame*. ?7 reen#arnamos algumas ve*es ao lado de Ramatís e Allan Tarde# para tare6as de renovação espiritual da humanidade. mas % in#ontest7vel a superioridade e a simpli#idade do vangelho de Jesus. por:ue E#ristãoE passa a ideia de :ue as religiões #ristãs devem dominar esse #en7rio. Ailel.rist+o8* HERME!: 4 Na verdade. at% mesmo por termos evoluído a partir deles. respeito e #arinho entre os seguidores das diversas doutrinas religiosas0 Por en:uanto. en:uanto sabe5 )0 . por nos tornarmos eleitos para as novas en#arnações nas gerações 6uturas da "erra0 $as #ertamente seria importante para o -rande Pro?eto de volução spiritual da humanidade :ue houvesse união. o #4digo moral do vangelho de Jesus % inigual7vel e dever7 ser0 abraçado por todos os povos do mundo #omo pre#eito b7si#o de evolução espiritual0 Não haver7 espaço na humanidade do 6uturo para :uem desrespeitar e #ontrariar os ensinamentos #ontidos na mensagem do Rabi da -alil%ia0 PERGUNTA: 4 E as demais religi!es aceitar+o a su(stitui +o de seus livros sagrados pelo Evangelho de =esus& = HERME!: 4 Não haver7 a ne#essidade de substituição0 'sso não ser7 impostoK ser7 uma #ons#ienti*ação natural dos eleitos para a Nova ra0 Respeitamos os demais livros religiosos da humanidade.PERGUNTA:3 Ent+o os espíritas de (oa vontade devem esquecer essa dissid4ncia e apenas tra(alhar em nome do . mas não devemos nos 6urtar de a6irmar :ue a #rença na reen#arnação e no #arma são as bases t%#ni#as para #ompreender os me#anismos da vida #riada por Deus e. estaremos nos in#luindo de6initivamente nesse pro#esso. trabalhamos unidos. ap4s o eBílio planet7rio0 ! importante % 6a*ermos a nossa parte para a renovação espiritual da humanidade0 Assim. o termo #orreto seria 2niversalismo 3rísti#o. mmanuel. 6i#amos n4s. portanto. ao mesmo tempo.

ombras para blo:uear o avanço espiritual da humanidade0 A #rença na reen#arnação do espírito e sua evolução em diversas eBist. Trishna. :ue % utili*ado h7 s%#ulos pelos espíritos das . pois re6ere5se ao trabalho reali*ado pelo 3risto Planet7rio #om todos os seus 6i%is medianeiros na "erra. $aom% e o in#ompar7vel Jesus0 Depois desse es#lare#imento. Jesus e o 3risto não são a mesma entidade espiritual0 Jesus 6oi o maior entre os m%diuns do 3risto e est7 en#errando o seu atual mandato de -overnador spiritual da "erra. por eBemplo. entidade ar#ang%li#a :ue rege a evolução dos habitantes da "erra0 ! termo E#rísti#oE % mais abrangente. então. :ue não pro#urarão postos de desta:ue dentro de uma hierar:uia religiosa. 6i#ar7 67#il per#eber :ue o termo E#ristãoE di* respeito somente aos seguidores da doutrina de Jesus de Na*ar%.n#ia :ue interpenetra todo o globo terrestre e rege o pro#esso )1 .ua mensagem % para ser vivida. o termo E#rísti#oE ade:ua5se mais ao espírito de liberdade.ob o . em :ue a humanidade estar7 liberta de dogmas e #renças se#t7rias0 ssa nova 6orma de a#eitar as Merdades ternas unir7 os homens. somente ideais. ?7 o termo E#rísti#oE signi6i#a o trabalho do #oordenador da evolução planet7ria da "erra em meio a todas as #ulturas do globo. tanto entre os povos o#identais #omo os orientais. demonstrando :ue a mensagem de amor.n#ias ser7 a base para o entendimento do me#anismo da vida #riada por Deus0 A Iei de Ação e Reação Y#arma] ser7 6inalmente #ompreendida pelo homem o#idental.S mas sim uma nova 6orma de entender e viven#iar as Merdades spirituais. pois não haver7 igre?as. 6a*endo #om :ue o homem liberte5se do se#tarismo e do #onven#ionalismo da vida humana atual.n#ia de religiões de uma Enova religiãoE. boroastro.mos :ue a 6orça do 3risto atua sobre todo o planeta e irradia o mesmo amor a todos os seus irmãos0 Iogo. sob a orientação do 3risto Planet7rio. pa* e evolução 6oi alardeada pelos :uatro #antos do orbe durante toda a hist4ria de nossa humanidade0 PERGUNTA: 4 Poderias nos e)plicar melhor essa diferen a entre =esus e o . sob a orientação do 3risto. libertando os homens das amarras da ignor9n#ia espiritual e do primitivismo so#ial0 ! real e sin#ero entendimento desse postulado da Nova ra estimular7 os homens de6initivamente para a bus#a da Iu*0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de mais esclarecimentos so(re a diferen a entre os termos 8crist+o8 e 8crístico8* 'eria possível atender5nos& HERME!: 4 3ertamente :ue simL is a minha tare6a neste trabalho em nome do 3ristoL ! termo E#ristãoE re6ere5se ao maior pro?eto de es#lare#imento espiritual de nossa humanidade< a mensagem de Jesus de Na*ar%. assim #omo Jesus sempre dese?ou :ue 6osse0 A Nova ra sepultar7 de6initivamente os dogmas e rituais eBteriores de adoração0 ! homem #ompreender7. Buda. % uma entidade de evolução mais avançada e :ue não possui mais 6orma de mani6estação 6ísi#aK % uma ess. e não adorada0 As #ara#terísti#as do 2niversalismo 3rísti#o serão basi#amente o espírito de amor ao pr4Bimo e o dese?o in#essante de #res#imento espiritual. :ue a sabedoria e o amor de Deus estão em todas as mani6estações espirituais superiores e :ue a . igualdade e 6raterni5 dade do 6uturo #en7rio religioso do mundo0 !utra #orreção % :ue não devemos #hamar essa #onverg. AntGlio. $ois%s. APhenaton. #omo. #argo :ue est7 sendo transmitido a Saint Germain neste pro#esso atual de transição planet7ria0 J7 o 3risto.risto& HERME!: 4 3omo es#lare#emos em nosso segundo trabalho E. :ue aprender7 a meditar e a analisar os seus atos di7rios segundo as leis divinas0 As palavras de Jesus serão 6inalmente entendidas em sua mais plena amplitude.igno de A:u7rio 5 Narrações sobre Miagens AstraisE e tamb%m #omo nosso irmão Ramatís elu#idou em suas obras.

mesmo os :ue vivem na pobre*a eBtrema.n#ia das es#olas evolutivas de nossa gal7Bia0 $as não gostaríamos de nos apro6undar neste tema para :ue estas in6ormações não 6u?am ao #ampo de entendimento dos leitores0 Biste uma grande preo#upação para :ue nossas palavras não se?am interpretadas #omo 6i#ção entre a:ueles :ue estão dando os primeiros passos em direção C #ompreensão de um $undo . #om essa pro6unda m7Bima.ai Baba nos #omprova. o ?rasil ser$ o celeiro espiritual do Terceiro "il#nio* Por que. assim #omo o Brasil ter7 uma posição de desta:ue no hemis6%rio o#idental. EinspiraE almas de alto :uilate espiritual para reali*ar as ines:ue#íveis missões de es#lare#imento espiritual :ue observamos no de#orrer da hist4ria de nossa humanidade. quais ser+o as suas atividades no futuro& HERME!: 4 Assim #omo o bom 6un#ion7rio :ue se desta#a em suas atividades em uma empresa do mundo 6ísi#o.ai Baba. ver7s :ue o per6il espiritual dos indianos % semelhante ao dos brasileiros. #omo dois irmãos :ue trabalham pelo mesmo ideal0 PERGUNTA: 4 Us ve%es # difícil crer que seguidores de religi!es t+o tradicionais. a índia se distinguir7 da mesma 6orma entre os orientais. :ue o 2niversalismo 3rísti#o % um pro?eto in:uestion7vel da Alta spiritualidade da "erra0 n:uanto os homens do passado brigavam para de6ender os seus interesses religiosos.onforme afirmam algumas o(ras espíritas. que demonstra em seus ensinamentos essa mesma vis+o universalista que afirmas ser a t2nica espiritual do novo mil#nio& HERME!: 4 . desprendidos das #oisas materiais. ent+o.4 h7 uma religião.e analisardes #om atenção. assumir7 en#argos superiores na reg. em seus ensinamentos. pro#ura unir os homens em uma Gni#a e grande 6amília espiritual. Jesus. apesar da grande di6erença #ultural. em meio Cs mais di6erentes #ulturas. ho?e vemos um trabalho or:uestrado em nível mundial para implementarmos o Programa de 2ni6i#ação Religiosa para a Nova ra0 PERGUNTA: 4 . sendo :ue eles ?7 estão mais avançados em alguns aspe#tos< são mais espirituali*ados. como por e)emplo o =udaísmo e o /slamismo.uperior0 PERGUNTA: 4 E o que poderias nos di%er so(re o mestre indiano 'ai ?a(a. se#t7rios. 'ai ?a(a encarnou na índia para e)ecutar a sua miss+o& HERME!: 4 Assim #omo o Brasil. e preo#upam5se em seguir os pre#eitos divinos sem o E?eitinho brasileiroE. a linguagem do #oraçãoK s4 h7 um Deus. #omo podemos veri6i#ar no ines:ue#ível #on#eito pro6erido por esse -rande $estre< E. e le % !nipresente0E . a #asta da humanidadeK s4 h7 uma linguagem. a(andonar+o as suas cren as e tradi !es )2 . demonstrando :ue a realidade espiritual % in#ontest7vel e % atestada desde o prin#ípio da nossa #ivili*ação0 PERGUNTA: 4 'e =esus est$ dei)ando a dire +o espiritual do planeta Terra. a índia ter7 importante papel no #en7rio evolutivo da "erra para o "er#eiro $il%nio0 . a religião do amorK s4 h7 uma #asta. em virtude de sua irreto#7vel atuação neste #i#lo evolutivo da "erra.evolutivo de nosso planeta0 Por não poder mais mani6estar5se no limitado mundo das 6ormas 6ísi#as. tão em voga nos dias atuais em meio C nação brasileira0 $as podemos a6irmar #om segurança :ue. :ue % uma atitude ne6asta.

5los ap4s a morte. libertando5a do radi#alismo ainda #ultuado por algumas seitas :ue possuem uma severa interpretação do 'slã0 PERGUNTA: 4 . no lo#al :ue 6oi berço para o nas#imento do maior homem do mundo.omo podemos entender os conflitos entre -udeus e palestinos no . entre os povos dos mais diversos #ostumes0 'n#lusive. palestino ou ?udeu. apesar de ainda terem uma visão eB#lusivamente humana. desde a %po#a dos reis . sem d:vida ser+o e)ilados& HERME!: 4 Não devemos generali*ar por:ue h7 muitos an4nimos trabalhando pela pa* e pelo bem nesse espe#í6i#o #en7rio da vida humana0 ssas almas devotadas ao bem se libertarão dos grilhões do 4dio e da revolta. % noti#iada diariamente. onde a intoler9n#ia %tni#a e religiosa. ser7 inevitavelmente eBilada. apenas por esporte. reencarna +o desses espíritos em famílias de povo rival& HERME!: 4 'sso % o mais ir4ni#oL $uitas ve*es o rival. #on:uistando o ingresso para a Nova ra0 $as a grande maioria. entre as nações 7rabes haver7 trans6ormações nesse sentido. pare#e ironia :ue na terra onde despertou a primeira nação monoteísta deste #i#lo evolutivo. o amor e o bom sensoK pensam por si s4s e #onhe#em muito bem a missão da :ual 6oram in#umbidos< trans6ormar a humanidade para a Nova ra0 Da mesma 6orma :ue % #omum ver 6ilhos :ue pensam de maneira diametralmente oposta C de seus pais.rístico* =$ respondeste algo so(re este tema. ainda assim. não de sangue. mas espirituais0 ! atraso dos es:uerdistas do 3risto % eBpresso a olhos vistos nos habitantes dessa região. tenhamos de assistir a essa luta insana entre irmãos. o ines:ue#ível Jesus. in6eli*mente.alomão e Nabu#odonosor0 PERGUNTA: 4 E quanto . vemos ho?e ?ovens idealistas de6endendo a nature*a #om paiBão.para seguir o Universalismo . um dos maiores eBemplos de 6ra#asso evolutivo. mas o que mais podes nos di%er a respeito desta quest+o& HERME!: 4 !s eleitos para a Nova ra serão almas libertas do tradi#ionalismo :ue somente es#ravi*a o homem a #renças ultrapassadas e #ria uma barreira entre os :ue não pensam da mesma 6orma0 sses espíritos :ue ?7 ven#eram Ye os :ue ainda ven#erão] o atual est7gio evolutivo da "erra possuem um pa#to eB#lusivo #om a verdade. ser7 #omum o #omportamento liberto das tradições atrasadas da humanidade atual0 Ao?e em dia % possível ver esse per6il na luta pela preservação da nature*a0 n:uanto os av4s e pais #açavam animais inde6esos no passado.riente "#dio& Ainda mais por tratar5se de uma 8Terra 'anta8para tantas religi!es> HERME!: 4 Realmente. em breve se aliarão C 6iloso6ia espiritual para ganhar ainda mais 6orça no #en7rio mundial0 J7 no plano religioso. e. em #ompleto desespero por ter a#reditado en#ontrar tão5somente um inimigo no povo rival0 J7 vos dissemos por diversas ve*es< somente o amor libertaL n:uanto o )@ . #omo a#onte#e nas organi*ações não5governamentais Y!N-s]. haver7 trans6ormações em todas as religiões. por interm%dio da missão de $ois%s. nada mais % :ue o irmão de sangue em uma en#arnação anterior0 8 #omum v. :ue. dos dois lados da #ontenda. e a bus#a pela real e sensata interpretação dos ensinamentos de $aom% moderni*ar7 a #ultura muçulmana. assim #omo ?7 6a* h7 s%#ulos na "erra. no Plano spiritual. #ontinuar7 alimentando o 4dio no planeta absinto. #ausando horror ao mundo0 PERGUNTA: 4 Esses espíritos que vivem tal conflito.

homem vive5de 6orma alienada a sua eBist;n#ia material, não per#ebe :ue o grande amor de sua vida imortal pode estar en#arnado na pele da:uele :ue ?ulga um inimigo0 "alve*, dentro de sua pr4pria #asa, viva um algo* #ruel de uma en#arnação anterior, :ue deve edu#ar, respeitar e amar0 PERGUNTA: 4 Analisando as religi!es, sem e)cetuar nenhuma delas, inclusive a 7outrina Espírita, com a qual melhor nos identificamos, chegamos ; conclus+o que o que deveria li(ertar, escravi%a0 o que deveria tra%er <u%, envolve o homem em Trevas* ,omo entender esse antagonismo& HERME!: 4 As religiões :ue bus#am o bem ?amais devem ser ata#adas ou #riti#adas0 Na verdade, o erro não est7 nelas, pois grandes mission7rios inspirados pelo 3risto 6oram en#arregados de tra*;5las C lu* da humanidade0 ! verdadeiro problema est7 nos homens :ue as #ultuam e pro#uram eBer#er o seu poder de #ontrole sobre elas0 Assim, o#orrem as distorções e os se#tarismos religiosos #om a #rença de :ue a sua verdade % Gni#a e todas as outras estão erradas0 8 por isso :ue a6irmamos :ue haver7 somente uma Gni#a religião, pois o homem do "er#eiro $il%nio não ser7 inve?oso, intolerante, orgulhoso e prepotente0 A nova humanidade estudar7 #om interesse e pro6undidade os ensinamentos dos nossos grandes instrutores espirituais, desde Jesus, passando por Buda e #hegando a $aom%, unindo as #ulturas do mundo, e então o homem #ompreender7 :ue todos esses mestres disseram a mesma #oisa, somente respeitando as limitações e os #ostumes típi#os das #ivili*ações ainda primitiv7s :ue tiveram de instruir0 Ao #on#luírem por essa verdade l4gi#a, os eleitos #ompreenderão :ue a união de todas as religiões #ondu* ao mais per6eito #aminho rumo C sabedoria e ao amor de Deus0 ssa união #hamar5se57< 2niversalismo dísti#o, #omo ?7 vos dissemos0 PERGUNTA: 4 "as n+o seria mais -usto com os seguidores dessas religi!es que eles n+o fossem vítimas desses espíritos envaidecidos que dominam o comando das religi!es& HERME!: 4 Devemos lembrar :ue não eBiste in?ustiça na vida #riada por Deus0 .e o homem vive essa desarmonia religiosa % por:ue #olhe o 6ruto de suas pr4prias ações do passado0 J7 vos dissemos :ue #ada povo tem o governo :ue mere#eK assim #omo os 6i%is de uma 6orma geral possuem o líder religioso :ue melhor se a6ina Cs suas vibrações espirituais0 Na 'dade $%dia tivemos verdadeiros #arras#os na direção da 'gre?a 3at4li#a :ue #ondenavam C 6ogueira :uem pensava di6erenteK nos povos 7rabes, os ensinamentos de $aom% 6oram desvirtuados para a imposição de uma so#iedade desp4ti#a0 Atualmente temos alguns segmentos da 'gre?a vang%li#a :ue se aproveitam da boa 6% dos 6i%is para o enri:ue#imento ilí#ito, en:uanto nas so#iedades teos46i#as en#ontramos alguns líderes :ue se di*em espe#ialistas nas Merdades Divinas, mas são es#ravos do orgulho e da arrog9n#ia0 Nos terreiros de 2mbanda, em alguns #asos, h7 a eBploração do Pai de .anto para atender a sua vaidade e nos #entros espíritas ainda en#ontramos o #ulto C vaidade e a determinação autorit7ria dos :ue se di*em os Edonos da verdadeE0 $as tudo isso 6a* parte do pro#esso evolutivo deste 6inal de #i#lo :ue a humanidade terrena ainda vive0 Podemos di*er :ue o seguidor sin#ero dessas religiões não deve preo#upar5se, e sim 6a*er a sua parte para #on:uistar sua evolução e #onstruir um mundo melhor0 J7 não podemos di*er o mesmo para os :ue se aproveitam de suas religiões a 6im de prati#ar o mal e alimentar os seus interesses mes:uinhos0 stes, #omo disse Jesus, serão #ondenados a um mundo onde a dor e o ranger de dentes ser7 uma #onstante0

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PERGUNTA: 4 E o que di%er para aqueles que entendem que # o momento de li(ertar a humanidade dos dogmas das religi!es eliminando5as, e n+o promovendo a sua uni+o& Tendo em vista o que e)puseste acima, o(servamos que os líderes religiosos s+o os maiores respons$veis pelos chamados 8terrorismos doutrin$rios8* HERME!: 4 3omo ?7 dissemos, o problema não est7 na religião em si, mas no mau uso das Merdades Divinas0 m breve a religião ter7 somente a sua real 6unção< religar o homem ao spírito do 3riador0 A reen#arnação sistem7ti#a dos eleitos mudar7 a 6orma de o homem entender e seguir as religiõesK isso 6ar7 #om :ue elas se?am apenas es#olas de aprendi*ado espiritual, e não instrumentos de #oerção ideol4gi#a, #omo observamos nos dias atuais0 ! homem :ue #r; ser ne#ess7rio eliminar as religiões % por:ue nun#a absorveu a sua ess;n#ia divina para #ompreender :ue, mesmo deturpadas, elas possuem a 6onte de renovação para uma vida superior0 PERGUNTA: 4 Esse uso conden$vel das religi!es por parte de líderes mal5 intencionados n+o ocorreria tam(#m por causa daf#fega do povo& HERME!: 4 3ertamenteL 3omo disse Jesus< E3onhe#ereis a verdade, e a verdade vos libertar70E A #on:uista da #ons#i;n#ia espiritual % a melhor 6orma de al#ançarmos a 6eli#idade e a pa* espiritual0 8 por esse motivo :ue o #odi6i#ador do spiritismo de6iniu :ue a verdadeira 6% % a:uela :ue pode ser de6rontada #om a ra*ão, ou se?a< a 6% ra#io#inada0 PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er so(re os ataques terroristas, provavelmente promovidos por radicais isl6micos contra os Estados Unidos& HERME!: 4 3ertamente isso % um e:uívo#o por parte dos agressores0 A viol;n#ia ?amais ser7 o #aminho para a ?ustiça0 ! :ue temos nesse #aso % mais uma luta desesperada de um povo empobre#ido #ontra um sistema poderoso :ue tenta impor, pela 6orça, a sua #ultura sobre o mundo, do :ue um #on6lito religioso0 Por isso, pre6erimos debater este assunto em um #apítulo espe#í6i#o sobre :uestões so#iais, mais adiante neste trabalho0 PERGUNTA: 4 .s conceitos espirituais do Universalismo ,rístico se parecem muito com o conhecimento doutrin$rio do Espiritismo* A reencarna +o do espírito, a 4nfase na import6ncia da evolu +o espiritual, o entendimento do carma, os ensinamentos do Evangelho de =esus, segundo a 2tica das diversas e)ist4ncias* Alguns seguidores de outras cren as podem alegar que est$s defendendo a 7outrina Espírita como a religi+o do futuro* . que podes di%er a respeito disso& HERME!: 4 Não #on#ordamos, pois os #on#eitos da reen#arnação e do #arma são de6endidos pelos hinduístas, budistas, teoso6istas, rosa5#ru*es e :uase a totalidade das religiões :ue não são #ristãs0 Na verdade, estamos apenas divulgando uma de#isão da Alta spiritualidade da "erra, :ue bus#a unir os ensinamentos orientais, em :ue a meditação, a sabedoria espiritual, o #arma e a reen#arnação são os aspe#tos mais relevantes ao espírito religioso #ristão da so#iedade o#idental, :ue ainda % baseado eB#lusivamente na 6% #ega e nos dogmas impostos pelas igre?as #ristãs tradi#ionais, mas :ue possui o mais per6eito #4digo espiritual de evolução< o vangelho de Jesus, inspirado pelo 3risto Planet7rio0 Dessa 6usão surgir7 a #rença espiritual da Nova ra0 3ertamente, a Doutrina spírita #odi6i#ada por Allan Tarde# e os estudos da "eoso6ia, #ompilados por Aelena BlavatsPcd, são os :ue mais se aproBimam do 2niversa2smo

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3rísti#o0 8 por esse motivo :ue as duas doutrinas religiosas surgiram na mesma %po#a, em meados do s%#ulo de*enove, para serem o ali#er#e da religião da Nova ra0 PERGUNTA:4 'eria possível dar5nos mais detalhes so(re o papel do Espiritismo e da Teosofia para a concreti%a +o do Universalismo ,rístico para a Nova Era& HERME!: 4 A Doutrina dos spíritos, assim #omo os estudos teos46i#os, 6oram de6inidos pela Alta spiritualidade da "erra para serem um est7gio transit4rio #om o ob?etivo de atender ao pro?eto de união espiritual do "er#eiro $il%nio0 Apesar do atraso espiritual da humanidade terrena e de alguns e:uívo#os de espíritos en#arnados respons7veis pela sua divulgação na "erra terem #omprometido os resultados esperados, ho?e temos uma relativa base doutrin7ria para :ue os eleitos do 3risto possam promover o pro#esso de uni6i#ação das religiões0 ! spiritismo #onsolidado no Brasil e a in6lu;n#ia da "eoso6ia e de outras so#iedades se#retas #omo a Rosa53ru*, por eBemplo, na uropa e em alguns outros pontos espalhados pelo mundo, serão determinantes para a asso#iação das demais religiões a esse -rande Pro?eto0 Dentro de algumas d%#adas, essas religiões apresentarão a #on6irmação das Merdades ternas, #onvergindo os eleitos para a #rença de6initiva em Deus, #on6orme os pre#eitos dos mestres da spiritualidade0 PERGUNTA: 4 7o modo com afirmas, parece inevit$vel categori%ar alguma religi+o como a melhor ou a mais pr2)ima da verdade* Nesse caso, n+o geraria novamente uma esp#cie de sectarismo& HERME!: 4 Assim seria se ap4s a transição para a Nova ra apenas uma determinada religião 6osse #ultuada #omo a Gni#a verdadeira0 sse % o sonho de muitos religiosos se#t7riosL "odos dese?am :ue a sua religião se?a a eB#lusiva Revelação Divina, mas ap4s o período da -rande "ransição haver7 um sentimento religioso Gni#o, onde o amor e a síntese de toda a sabedoria espiritual serão os ali#er#es, sendo :ue todas as religiões do momento 6arão apenas parte da respeit7vel hist4ria religiosa de nossa humanidade0 PERGUNTA: 4 Eue outras considera !es poderias fa%er para convencer os incr#dulos so(re a uni+o das religi!es& HERME!: 4 Na verdade, o trabalho espiritual dos planos superiores sempre 6oi um s4, independente das religiões se#t7rias0 n:uanto o homem en#arnado briga #om os seus irmãos por #ausa de tolas dis#ussões religiosas, o mesmo mestre espiritual mani6esta5se na #asa espírita #omo um mentor iluminado, em uma reunião teos46l#a #omo E$estre As#ensionadoE, nos terreiros de 2mbanda d7 o seu re#ado #omo o Epreto velhoE, nos #ultos evang%li#os surge #omo o E spírito .antoE, e na 'gre?a 3at4li#a enalte#e a gl4ria divina #omo os an?os do Reino do .enhor0 Iogo, os eleitos para a Nova ra trans6ormarão o mundo, tra*endo para a vida 6ísi#a o :ue h7 muito ?7 o#orre nas es6eras espirituais< a visão de um s4 DeusK uma s4 mensagem0 3om o eBílio planet7rio das hordas dese:uilibradas, o mundo tornar5se57 muito di6erente do per6il in6antil e #apri#hoso da atualidade0 !s homens irão tratar5se #omo irmãos, rompendo at% mesmo as barreiras #ulturais para se #ongraçarem em todas as 7reas de mani6estação da vida humana0 Aaver7, in#lusive, o 6im das 6ronteiras, rompendo de6initivamente #om o Eamor patri4ti#oE de de6esa das nações, mesmo por:ue não haver7 guerras, nem imposições ideol4gi#as de uns sobre os outros0 ! homem da Nova ra ser7 verdadeiramente um E#idadão do EmundoE para, no 6uturo, tornar5se E#idadão do 2niversoE, rompendo as barreiras de tempo e espaço somente impostas a espíritos prim7rios0

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PERGUNTA:4Avaliando as tuas coloca !es neste capítulo. vamos ad:uirindo sabedoria e ven#endo os #i#los de evolução espiritual dos mundos em :ue somos #onvidados a evoluir0 R medida :ue ad:uirimos. mais #edo ou mais tarde. poten#iali*ando as #on:uistas do homem da Nova ra0 Aaver7. a era de A:u7rio impulsionar7 a humanidade para o avanço #ientí6i#o #om bases espirituais. amor e sabedoria. então. rompemos os limites da vida 6ísi#a e poten#iali*amos a nossa #apa#idade de agir no 2niverso in6inito #riado por Deus0 A #ada novo passo. 6eli#idade. mais e mais. a nossa #apa#idade de )) . pa*. mais cedo ou mais tarde. por possuírem um nível espiritual e:uilibrado. o :ue 6ar7 #om :ue o homem moderno atin?a níveis evolutivos ?amais imaginados0 !s eleitos. igualdade e desenvolvimento para as gerações 6uturas0 sta % a vontade de DeusL PERGUNTA: 3 Aca(aste de afirmar que todos os filhos de 7eus 8devem alcan ar o desenvolvimento das potenciali5dades ang#licas. podemos crer que defendes um amplo sincretismo religiso para a Nova Era* Estamos certos& HERME!: 4 .imL 8 ne#ess7rio unir e aproveitar o :ue h7 de melhor em todas as religiões0 ! espírito religioso do "er#eiro $il%nio ser7 voltado para a bus#a in#essante de uma verdadeira #ons#i. no espírito de solidariedade. ou se?a. :ue estarão unidos pela religião :ue 6ar7 parte integrante de todas as 7reas de atuação humana. de 6orma inevit7vel. bus#arão sempre o #onsenso e o bem #omum.im0 Jesus est7 en#errando as suas atividades #omo -overnador spiritual da "erra0 Neste longo período de seu governo. de forma inevit$vel8* O que seria esse desenvolvimento e como entender essa imposi +o de evolu +o inquestion$vel& HERME!: 4 Para isso % importante es#lare#ermos #omo se pro#essa a evolução espiritual de todos os 6ilhos de Deus0 Nas#emos em determinado momento na hist4ria in6inita do 2niverso e a partir desse ponto devemos #aminhar em bus#a do amor e da sabedoria nas in#ont7veis en#arnações nos mundos 6ísi#os do 2niverso0 Nessa #aminhada nos e:uivo#amos. milhões de espíritos al#ançaram as metas traçadas em sua passagem pela "erra h7 dois mil anos0 $uitos irmãos #ompreenderam :ue o #aminho para a Iu* Divina est7 no amor. en#erra5se o est7gio evolutivo do amorK ingressaremos em um novo #i#lo de evolução. #ometemos erros e a#ertos0 "ais eBperi. amor.n#ias nos geram #ar5mas. rompendo de6initivamente #om todas as desavenças humanas e #riando sempre um espírito de união e 6raternidade0 As nações se unirão na bus#a do progresso e as 6orças espirituais atuarão diretamente pelos m%diuns do 6uturo.n#ia espiritual. dívidas :ue devemos resgatar #om a:ueles semelhantes a :uem #ausamos pre?uí*os0 3om o passar dos s%#ulos e mil%nios. aproveitando o #onteGdo espiritual superior e abolindo totalmente dogmas e rituais primitivos de #ulto eBterior0 PERGUNTA: 3 Dale5nos mais so(re o mestre 'aint Germain. para #on:uistarmos a 6eli#idade eterna0 sse programa estar7 nas mãos de Saint Germain :ue desta#a5se pela energia trans6ormadora :ue eBpande5se de seu ser iluminado0 3om sua diretri*. que su(stituir$ =esus na orienta +o espiritual do mundo* As atividades dele coincidem com os pro-etos da Nova Era& HERME!: 4 . no limiar do s%#ulo vinte e um. 6raternidade e #aridade0 Agora. :ue aper6eiçoar7 a:ueles :ue se elegerem para a Nova ra0 sse novo #i#lo de evolução permitir7 :ue os eleitos do 3risto al#an#em o desenvolvimento das poten#ialidades ang%li#as :ue devemos atingir. na pa*.

reali*ação se amplia e nos tornamos mais Gteis na !bra Divina.ua promessa. terminam por #ansar5se do mal e voltam novamente a galgar os degraus rumo C Iu*0 Algumas ve*es. que foi a(ordada na o(ra 8A 9ist2ria de um Anjo . o 2niverso #omeça a tornar5se menor aos nossos olhos000 $as 6i#aremos por a:uiL Não devemos nos apro6undar mais para evitar o embaralhamento de ideias na mente do leitor0 Mamos nos preo#upar #om o est7gio atual da humanidade terrena. :ue % plenamente #apa* de reali*ar tão importante in#umb. pois le 6i#ar7 #ondu*indo as . onde Ga(riel promove a uni+o entre os espíritas e os cat2licos. mas transit4rio0 Apesar de possuírem o direito de 6i#ar eternamente #ontra a Iei do Progresso spiritual. tal :ual #omo a par7bola da Eovelha perdida no apris#o do .im. em que 'aint Germain (usca aliar os espíritas aos teosofistas* Nos tra(alhos )F . da lu* e da pa*0 ! #on6orto espiritual % inenarr7vel e o espírito ?7 não sente mais as dores impostas pelos pro#essos prim7rios de evolução0 $as a #aminhada não #essa nesse est7gio0 Ainda h7 mais a seguirL .e transportar7 em pensamento para atender aos apelos de . gostaríamos de a6irmar :ue Jesus não des#umpriu . :ue % o 6o#o deste trabalho0 PERGUNTA: Q E quanto ao livre-arbítrio de seguir ou não esse rumo evolutivo? HERME!: 4 . demoram s%#ulos ou at% mesmo mil%nios.n#ia da Mia5 I7#tea0 Apesar da aparente dist9n#ia. os "revas. e em 8'o( o 'igno de Aqu$rio8. e #om a presença mais atuante de Saint Germain no #en7rio 6ísi#o. le estar7 pr4Bimo de n4s. at% o en#erramento da transição planet7ria0 Durante esse período. em determinado momen5 to de sua hist4ria. a eBemplo do novo 6un#ion7rio :ue deve re#eber os en#argos da:uele mais eBperiente :ue ir7 assumir atividades superiores0 Ademais. logo a humanidade se a#ostumar7 ao seu novo dirigente espiritual. Saint Germain e Jesus reali*arão uma administração #on?unta.n#ia0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos que no encerramento deste capítulo falasses5nos da import6ncia da uni+o das religi!es. então. de#orrente da rebeldia e da luta #ontra os pro?etos de progresso espiritual0 'sso % #omum. que poderias nos di%er a respeito& HERME!: 4 m primeiro lugar. temos o direito de de#idir por :ual #aminho #ondu*iremos as nossas vidas0 Podemos seguir a orientação natural de progresso ditada pelos grandes avatares da "erra.uas EovelhasE at% o E6inal dos temposE.ublime Amigo ouvir7 as nossas pre#es e . por:ue C medida :ue #res#emos espiritualmente as dist9n#ias deiBam de ser um problema0 3ertamente o . Jesus não ir7 nos abandonar.enhorE. ou se?a. #omo nos narra o sublime ensinamento do vangelho do $estre Jesus0 PERGUNTA: 3 =esus nos afirmou em sua passagem pelo mundo dos homens que estaria conosco at# o 8fim dos tempos8* Agora afirmas que Ele ir$ em(ora e teremos um novo dirigente planet$rio* Apesar de respeitarmos o su(lime irm+o 'aint Germain. mas sempre voltam para os braços amorosos de Deus0 sse dia % um momento de grande 6esta nos planos superiores e para todos os envolvidos no pro#esso de redenção dessa alma. ultrapassando limites ?amais imaginados em nossa peregrinação pelos est7gios prim7rios0 ssa as#ensão rumo C Iu* de Deus nos alça aos pín#aros da 6eli#idade. mas sim trabalhar em atividades mais #ompleBas na reg.eus irmãos :ue tanto ! amam0 3om o passar das d%#adas. ou então nos entregarmos C estagnação. n+o h$ como n+o nos sentirmos 2rf+os sem a presen a protetora do "estre =esus* .

n#ia pode pare#er pou#o relevante ao homem #omum. #omo ?7 dissemos por diversas ve*es neste trabalho. pois % ne#ess7rio :ue a agregação das religiões e de ideais #ome#e a #riar raí*es0 J7 h7 algumas d%#adas v7rios trabalhadores de nossa 1raternidade estão reen#arnando na "erra para promoverem esse trabalho de rompimento total das barreiras :ue separam os homens em agremiações. tentamos mostrar a import9n#ia de um grande pro?eto de união e evolução espiritual para impulsionar o progresso de uma nação e do mundo #omo um todo0 !nde h7 um sin#ero espírito religioso em prol do bem #omum e da 6raternidade entre os homens. o progresso se 6a*K ao #ontr7rio da so#iedade atual da "erra. tem por meta al#ançar esse ob?etivo de uni6i#ação religiosa0 ssa provid. sem a#eitar o progresso. :ue alme?a tão5somente o interesse pr4prio.n#ias em pre?uí*o dos semelhantes0 As organi*ações pGbli#as estão 6alidas em de#orr. e :ue 6i#ou bastante #onhe#ido no mundo 6ísi#o pelas #omuni#ações de nosso irmão Ramatís. :ue sempre termina #om de#isões un9nimes0 3rede em nossas palavrasL Ouando #hegar o momento rm :ue s4 os eleitos estiverem en#arnados na "erra.orientados pelo no(re irm+o parece haver uma preocupa +o com a uni+o das religi!es* Estamos certos& A R$ . partidos e religiões para a Nova ra0 As tradições devem ser re#ordadas apenas #omo 6ator hist4ri#o de instrução e eBperi. livre de re#al:ues e de6esas se#t7rias de pontos de vista. :ue % o ob?etivo maior de nossa vida imortal0 Atualmente isso pare#e um absurdo e um #er#eamento ao debate e C liberdade de eBpressão políti#a e religiosa0 $as. a tare6a torna5se apenas um pro#esso de estipular diretri*es e orientações para a eBe#ução do trabalho. gerando guerras e dissid. en:uanto as ini#iativas privadas somente bus#am atender a uma ordem e#on4mi#a mundial insensata e predat4ria0 'n#lusive. % um atentado #ontra a evolução espiritual.< Q ! trabalho da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo. tão #omuns nos dias atuais0 )+ . haver7 um s4 rebanho e um s4 pastorE0 A serenidade e a grande*a espiritual dos mais preparados para a Nova ra #ondu*ira a humanidade pa#í6i#a C bus#a da Merdade spiritual. da :ual 6a*emos parte. mas ela #ertamente ali#erçar7 todas as grandes reali*ações para a Nova ra0 m EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE.n#ia da #orrupção dos seus administradores. o antagonismo de ideias % 6ruto ainda da humanidade desorientada e perdida em suas ambições pessoais dos dias atuais0 !s irmãos deveriam presen#iar os debates nas es6eras superiores0 "odos sabem o :ue % o melhor para o #on?unto e o #aminho :ue se deve seguir0 Iogo.n#ia para as gerações 6uturas0 $anter5se atrelado a pr7ti#as tradi#ionalistas. as E1raternidades RamatísE no mundo 6ísi#o estão sendo orientadas para a divulgação desse prin#ípio uni5versalista.

e os orientais possuem eBperi. o pro?eto de união entre o !riente e o !#idente teve #omo pri5 meira meta auBiliar o pro?eto de implantação do spiritismo e da "eoso6ia na uropa do s%#ulo de*enove0 A partir da #on#reti*ação desse empreendimento. 6igura na passagem em :ue Jesus nos a6irma ser ne#ess7rio Erenas#er da 7gua e do espíritoE para al#ançarmos o EReino dos 3%usE0 Al%m disso.n#ias :ue nos permitem avançar da animalidade para a angelitude. teve #omo um dos ob?etivos o programa espiritual de união da #rença da reen#arnação e do #arma ao #4digo moral do vangelho de Jesus0 Al%m desse ob?etivo.n#ia espiritual das religiões orientais0 las ?amais :uestionaram a 4bvia e ?usta Iei de volução spiritual :ue permite a todos os seus 6ilhos igualdade de #ondições evolutivas dentro das in6initas en#arnações do espírito. lamentavelmente. 6oram narrados de 6orma implí#ita na #odi6i#ação dos vangelhos de Jesus0 $esmo assim % possível identi6i#armos a Iei de Ação e Reação em diversos ensinamentos do -rande $estre #omo Ea #ada um ser7 dado segundo as suas obrasE ou Ea semeadura % livre.n#ias mais mar#antes nessa 7rea.ru% e do Tri6ngulo e de sua atua +o em nosso mundo& HERME!: 4 A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo % 6ruto da união da antiga 1raternidade da 3ru*. onde vivemos as mais diversas eBperi.5la0 Iogo.> A ?raternidade da -ru@ e do TriAn9ulo e sua atuaç:o em nosso mundo PERGUNTA: 4 Euerido irm+o. mas a #olheita obrigat4riaE0 J7 a #rença na reen#arnação. :ue era uma das diversas organi*ações orientais :ue trabalhavam no espaço astral do !riente seguindo os ensinamentos dos s7bios orientadores espirituais Trishna e Buda0 ssa união espiritual. in6eli*mente. poderias nos tra%er mais esclarecimentos so(re a Draternidade da . onde se lo#ali*a e opera at% os dias de ho?e0 PERGUNTA:4 "as a cren a na reencarna +o e no carma est+o presentes em diversos ensinamentos do Evangelho de =esus* Por que # necess$rio utili%ar5se das respeit$veis doutrinas orientais neste caso& HERME!: Q Realmente. mas. a 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo migrou para o espaço astral do Brasil. sem privil%gios in#on#ebíveis C Justiça Divina0 As sensatas leis do 3arma e da Reen#arnação nos 6a*em #ompreender :ue não eBiste in?ustiça de Deus :uanto Cs desigualdades das esp%#ies. #om as :uais nos deparamos diariamente0 3omo ?7 vos dissemos em #apítulo anterior. organi*ação espiritual o#idental :ue divulgava e trabalhava eB#lusiva5 mente segundo os pre#eitos do vangelho de Jesus. devemos unir o :ue h7 de melhor em todas as mani6estações religiosas do mundo0 . o #arma e a reen#arnação 6oram temas eBplorados por Jesus. atendendo a determinações do $ais Alto. % importante utili*armos a viv. #om a 1raternidade do "ri9ngulo. a religião #at4li#a aboliu essa l4gi#a evolu#ionista nos primeiros s%#ulos do 3ristianismo e as demais religiões #ristãs :ue nas#eram a partir da 'gre?a de Pedro ?amais tiveram lu#ide* para #ompreend. ?amais devemos despre*75las0 Assim tamb%m temos de nos portar em relação aos belíssimos ensinamentos morais desses povos0 F0 .

#omo negativa e oportunista0 PERGUNTA: 4 E como funciona a Draternidade da .PERGUNTA: 3 Por que o ?rasil& Eual a finalidade dessa grande fraternidade esta(elecer a sua sede no espa o astral de nosso país& HERME!: 4 3on6orme nos in6orma o livro EBrasil Q 3oração do $undo P7tria do vangelhoE. a partir de onde surgirão os primeiros indí#ios de :ue a Nova ra estar7 se estabele#endo sobre a "erra0 ! nosso :uerido irmão Ramatís tamb%m 'rouBe5nos in6ormações importantes sobre o tema em :uestão 110 livro EBrasil Q "erra de PromissãoE. mas basta :ue #ada um avalie a sua #ontribuição para um mundo melhor para identi6i#ar de :ue lado est70 3ertamente.eus 6ilhos. que podes nos di%er so(re isso& A R$ .n#ia e adaptação para um estrangeiro0 Ouando a Nova ra #omeçar a solidi6i#ar5se em solo brasileiro. de Aumberto de 3ampos. psi#ogra6ado pela irmã Am%ri#a Paoliello $ar:ues0 PERGUNTA: 4 Us ve%es. mas ?7 não terão #omo impor o seu ?7 de#adente poder dominador e antí6raterno0 No 6uturo. de 6orma geral. os 6ormadores de opinião :ue manipulam a grande massa popular para atender aos seus interesses não estão reali*ando um trabalho voltado para o amor #rísti#o0 les terão de responder ao 3riador pelo mau uso de sua in6lu. pois #abe somente ao Pai ?ulgar os . que os formadores de opini+o da atualidade ser+o e)ilados& HERME!: 4 "odos os espíritos :ue não atingirem o est7gio de evolução eBigido para a Nova ra serão eBilados no planeta absinto0 'sso % 6ato. as mudanças brasileiras despertarão nos demais povos sentimentos de revolta. o que vemos na grande massa popular (rasileira # um culto 8ao sam(a e ao fute(ol8. serão r7pidas e sem traumas as mudanças religiosas e so#iais para trans6ormar o Brasil em um eBemplo para os demais povos no "er#eiro $il%nio0 n:uanto as nações do mundo estarão vivendo o #aos por manterem5se atreladas ao molde tradi#ional do passado. tanto :ue os habitantes de todos os povos do mundo elegem o Brasil #omo um lugar de 67#il #onviv. #ausando uma impressão de estupe6ação no mundo inteiro0 Nas primeiras d%#adas. e não mera espe#ulaçãoL Não iremos analisar #aso a #aso. demonstrando estar com5pletamente despreparada para essa grande honra de ser 8o celeiro espiritual da humanidade8 na Nova Era* . # difícil acreditar nisso. o(servando o descaso moral e #tico dos governantes e da grande maioria de nossa na +o. a p7tria do 3ru*eiro ser7 o E#eleiro espiritual da humanidadeE. :ue :uali6i#amos. a terra do 3ru*eiro do . psi#ogra6ado por 3hi#o Vavier. o :ue 6a#ilitar7 a adaptação Cs novas ideias0 8 evidente :ue nesta nação e#l%ti#a temos uma #ultura eBtremamente ampla. e tam(#m avaliando os altos índi5fcs de criminalidade em nosso país. #om a reen#ar5 nação sistem7ti#a dos eleitos.ul estar7 rumando C Nova ra em todos os aspe#tos da vida humana.ru% e do Tri6ngulo e qual # o tra(alho de seus componentes& F1 . ironia e at% mesmo tentativas de evitar :ue essas trans6ormações o#orram0 !s Gltimos eBilados tentarão impor5se pela 6orça. todos os países do planeta #orrerão para o Brasil para pedir5lhe o eliBir da trans6ormação para um mundo melhor0 PERGUNTA: 4 Podemos entender. onde parece que levar i1aniagem em tudo # o maior o(-etivo dos (rasileiros* Al#m do mais.n#ia sobre os seus irmãos. o povo bra5 sileiro possui um per6il vers7til. ent+o.< Q $ais uma ve* lembramos :ue a humanidade do "er#eiro $il%nio não ser7 a :ue vive seus Gltimos momentos na es#ola evolutiva "erra0 Al%m do mais.

igno de A:u7rioE0 sses irmãos de mundos distantes nos auBiliam neste grave momento de transição planet7ria pelo :ual passa a humanidade terrena0 3olaboram neste pro?eto tamb%m irmãos :ue se desta#aram no meio espírita Parde#ista e orientadores espirituais teoso6istas0 Al%m desses grupos. ?amais se isolando em instituições se#t7rias0 As 6raternidades espirituais nada mais são :ue pro?etos espirituais. :ue ?7 aliava os #on#eitos abrangentes do #arma e da reen#arnação ao vangelho do 3risto em nossos estudos0 Al%m de Ramatís. temos a #ontribuição de APhenaton. ha?a vista a sua #ompleBa agenda de trabalho pela redenção da humanidade0 PERGUNTA: 4 Poderias falar5nos so(re a rela +o do irm+o com Ramatís& HERME!: 4 Ramatís % um grande amigo h7 s%#ulos0 N4s trabalhamos ?untos para auBiliar no pro?eto de redenção espiritual da humanidade terrena desde os tempos do eBtinto #ontinente atlante0 3on6orme narramos no livro EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE. temos a parti#ipação de v7rios irmãos. tentando preparar os en#arnados deste hemis6%rio do globo para a a#eitação do 6uturo pro#esso de 6usão religiosa0 Por termos vivido importante eBist. nos dedi#amos a um trabalho mais #entrado aos ensinamentos de Jesus0 'n#lusive dirigíamos na:uela %po#a uma so#iedade se#reta #hamada E. Rama. ainda des#onhe#idas pela humanidade atual0 A7 outros seguidores ?7 #onhe#idos de nossos trabalhos anteriores. alguns an4nimos e outros desta#ados no #en7rio religioso #ristão. :ue trabalham arduamente por esta !bra Divina :ue % uma gl4ria para todos0 $as pre6erimos não #itar os seus nomes para não #ausar melindres na:ueles :ue ainda possuem uma visão se#t7ria da obra de Deus0 PERGUNTA: 4 Parece5nos estranho falar de universalis5mo e uni+o de religi!es. :ue nos a#ompanhou nos estudos do livro E. 6il4so6os. tivemos uma importante en#arnação nos anos 6inais da Atl9ntida. e não % raro um #omponente parti#ipar de tr. momento em :ue o #ontinente submergiu o#asionando a desen#arnação em massa de milhões de espíritos e F2 . enquanto os espíritos vinculados a este pro-eto vivem em uma 8fraternidade espiritual8 que parece estar isolada dos demais n:cleos da Terra* HERME!: 4 stais e:uivo#adosL As 6raternidades espirituais são apenas agremiações #om o ob?etivo de atender a um ob?etivo #omum0 Ap4s #on#reti*ados pro?eto em :uestão. alguns dos espe#ialistas :ue inspiram o pro5 gresso na 7rea de engenharia gen%ti#a. são oriundos da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo0 3omo a nossa 1raternidade % uma união entre o !riente e o !#idente. artistas e espiritualistas #om o ob?etivo de promover a 2nião 3rísti#a e o #onse:uente avanço da humanidade0 'n#lusive. #ientistas. Ni#anor e outros importantes #olaboradores diretos de Ramatís.s ou :uatro agremiações ao mesmo tempo.HERME!: 4 "rabalhamos nas mais diversas 7reas do #onhe#imento humano e do $undo $aior0 "emos em nossa organi*ação espiritual espe#ialistas para inspirar m%di#os. #omo a :uerida irmã 3rcstal e #olaboradores de outros mundos #omo . Navarana.agrado 3oraçãoE. :ue #itamos em #apítulo anterior. e de sua e:uipe :ue se utili*a das energias das pir9mides de -i*e. temos irmãos mais voltados para a atua#ão segundo os pre#eitos orientais. 1uh Planuh.ob o . elas deiBam de eBistir por:ue os espíritos :ue ?7 en#ontraram o #aminho da Iu* vivem de 6orma din9mi#a e so#ial.hien. do :ual narramos a bela missão em nosso trabalho anterior.n#ia no seio da 'gre?a 3at4li#a medieval. #omo a e:uipe de RamatísK assim #omo possuímos #olaboradores :ue lidam #om o universo o#idental.

aliado aos ensinamentos de Jesus0 Apesar de eBistirem es#olas ini#i7ti#as em outros países. a ser a nação mais espirituali*ada do mundo o#idental nas pr4Bimas d%#adas0 Atualmente en#ontramos algumas di6i#uldades entre os espíritas tradi#ionais para libert75los do seu se#tarismo em relação C magní6i#a obra de Allan Tarde#.a migração de alguns membros da:uele povo para #ivili*ar outras terras0 Desde a:uela %po#a. em nível popular. ?unto ao m%dium Aer#ílio $ães.ru% e do Tri6ngulo& HERME!: 4 A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo % uma rami6i#ação da -rande 1raternidade Bran#a :ue atua prin#ipalmente no Brasil unindo todos os mestres do planeta para o trabalho mundial de eBpansão da Iu* na "erra0 3omo ?7 dissemos. sempre #ontribuímos #om os trabalhos de edi6i#ação espiritual no Brasil. em meados do s%#ulo passado. temos a #olaboração das mais diversas 7reas em prol do ob?etivo #omum de divulgar o universalismo religioso0 ! nosso grupo de trabalho teve parti#ipação direta no a#ompanhamento e preparação da en#arnação de Be*erra de $ene*es. enquanto os espíritos vinculados a este pro-eto vivem em uma 8fraternidade espiritual8 que parece estar isolada dos demais n:cleos da Terra* F@ . n4s pro#uramos. pro#urando aliar a sabedoria oriental aos 6amiliares ensinamentos de Jesus0 !s mentores :ue #itastes estão inseridos no pro#esso inversoK eles estão asso#iados a 6raternidades orientais :ue pro#uram unir os pre#eitos de Jesus C ?7 #omum sabedoria espiritual dos grandes avatares Trishna e Buda0 "odos unidos. ?unto #om APhenaton e outros desta#ados #olaboradores. o Brasil % o país :ue se prepara. sob a %gide do 3risto. atuamos direta5mente no pro?eto de Ramatís. :ue deve #omungar #om as demais obras espirituais id4neas obtidas pelo 6en4meno nomes para não #ausar melindres na:ueles que ainda possuem uma visão se#t7ria da obra de Deus0 PERGUNTA: 4 Parece5nos estranho falar de universalis5mo e uni+o de religi!es. promovendo o 2niversalismo 3rísti#o para a Nova raL PERGUNTA: 4 . grande m%di#o e divulgador espírita :ue trouBe o primeiro impulso para a divulgação do spiritismo no Brasil0 le ho?e 6a* parte de nosso trabalho de uni6i#ação religiosa no Plano Astral0 Alguns anos depois. o Brasil % a maior nação do mundo no :ue tange ao #onhe#imento espiritual do #arma e da reen#arnação. seria um espírito agremiado . trata5se mais de um pro?eto do :ue de uma agremiação eB#lusivistaK portanto. e tamb%m no #ampo invisível nas mais diversas 7reas humanas0 Ao?e em dia. de onde veio a imensa maioria dos atuais espíritos em evolução na "erra0 PERGUNTA: 4 Dalaste no capítulo anterior so(re o líder religioso 'ai ?a(a0 ele. #on#entramos as nossas 6orças #om a de todos os trabalhadores do bem do Plano Astral para apoiar indistintamente a missão de 3hi#o Vavier #omo maior baluarte espírita do Brasil. assim como Gandhi. reali%ada pela Draternidade da . que possuía tam(#m uma vis+o universalista.ru% e do Tri6ngulo& HERME!: 4 A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo % um pro?eto vin#ulado ao universo brasileiro e #om atuação sobre o mundo o#idental. se?a :ual 6or a religião. que mais poderias nos di%er so(re a prepara +o do ?rasil como celeiro espiritual da humanidade para a Nova Era. Draternidade da . :ue agora trabalha em nossa 6raternidadeSno Plano Astral0 Al%m dessas atividades. trabalhar ativamente pelo resgate moral dos eBilados do sistema de 3apela. preparando os ali#er#es para a Nova ra0 .

s ou :uatro agremiações ao mesmo tempo. temos a #olaboração das mais diversas 7reas em prol do ob?etivo #omum de divulgar o universalismo religioso0 ! nosso grupo de trabalho teve parti#ipação direta no a#ompanhamento e preparação da en#arnação de Be*erra de $ene*es. Draternidade da . atuamos direta5mente no pro?eto de Ramatís. e não % raro um #omponente parti#ipar de tr. pro#urando aliar a sabedoria oriental aos 6amiliares ensinamentos de Jesus0 !s mentores :ue #itastes estão inseridos no pro#esso inversoK eles estão asso#iados a 6raternidades orientais :ue pro#uram unir os pre#eitos de Jesus C ?7 #omum sabedoria espiritual dos grandes avatares Trishna e Buda0 "odos unidos. grande m%di#o e divulgador espírita :ue trouBe o primeiro impulso para a divulgação do spiritismo no Brasil0 le ho?e 6a* parte de nosso trabalho de uni6i#ação religiosa no Plano Astral0 Alguns anos depois. promovendo o 2niversalismo 3rísti#o para a Nova raL PERGUNTA: 4 . sempre #ontribuímos #om os trabalhos de edi6i#ação espiritual no Brasil. assim como Gandhi. elas deiBam de eBistir por:ue os espíritos :ue ?7 en#ontraram o #aminho da Iu* vivem de 6orma din9mi#a e so#ial. reali%ada pela Draternidade da . de onde veio a imensa maioria dos atuais espíritos em evolução na "erra0 PERGUNTA: 4 Dalaste no capítulo anterior so(re o líder religioso 'ai ?a(a0 ele.HERME!: 4 stais e:uivo#adosL As 6raternidades espirituais são apenas agremiações #om o ob?etivo de atender a um ob?etivo #omum0 Ap4s #on#reti*ado0o pro?eto em :uestão. que possuía tam(#m uma vis+o universalista. trabalhar ativamente pelo resgate moral dos eBilados do sistema de 3apela. tivemos uma importante en#arnação nos anos 6inais da Atl9ntida. se?a :ual 6or a religião. e tamb%m no #ampo invisível nas mais diversas 7reas humanas0 F& . #on#entramos as nossas 6orças #om a de todos os trabalhadores do bem do Plano Astral para apoiar indistintamente a missão de 3hi#o Vavier #omo maior baluarte espírita do Brasil. trata5se mais de um pro?eto do :ue de uma agremiação eB#lusivistaK portanto. momento em :ue o #ontinente submergiu o#asionando a desen#arnação em massa de milhões de espíritos e a migração de alguns membros da:uele povo para #ivili*ar outras terras0 Desde a:uela %po#a. ?unto #om APhenaton e outros desta#ados #olaboradores. ?unto ao m%dium Aer#ílio $ães. em meados do s%#ulo passado. seria um espírito agremiado . :ue agora trabalha em nossa 6raternidadeSno Plano Astral0 Al%m dessas atividades.ru% e do Tri6ngulo& HERME!: 4 A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo % uma rami6i#ação da -rande 1raternidade Bran#a :ue atua prin#ipalmente no Brasil unindo todos os mestres do planeta para o trabalho mundial de eBpansão da Iu* na "erra0 3omo ?7 dissemos. n4s pro#uramos. preparando os ali#er#es para a Nova ra0 . ?amais se isolando em instituições se#t7rias0 As 6raternidades espirituais nada mais são :ue pro?etos espirituais. que mais poderias nos di%er so(re a prepara +o do ?rasil como celeiro espiritual da humanidade para a Nova Era.ru% e do Tri6ngulo& HERME!: 4 A 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo % um pro?eto vin#ulado ao universo brasileiro e #om atuação sobre o mundo o#idental. sob a %gide do 3risto. ha?a vista a sua #ompleBa agenda de trabalho pela redenção da humanidade0 PERGUNTA: 4 Poderias falar5nos so(re a rela +o do irm+o com Ramatís& HERME!: Q Ramatís % um grande amigo h7 s%#ulos0 N4s trabalhamos ?untos para auBiliar no pro?eto de redenção espiritual da humanidade terrena desde os tempos do eBtinto #ontinente atlante0 3on6orme narramos no livro EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE.

a ser a nação mais espirituali*ada do mundo o#idental nas pr4Bimas d%#adas0 Atualmente en#ontramos algumas di6i#uldades entre os espíritas tradi#ionais para libert75los do seu se#tarismo em relação C magní6i#a obra de Allan Tarde#. prin#ipalmente dentro do segmento Parde#ista. não s4 no Brasil. at% o momento em :ue a sintonia se?a e6etivamente estabele#ida e um plano de trabalho #on#reto se ini#ie0 -eralmente. não admitem essa possibilidade em ra*ão do eB#esso de humildade.n#ias desse tipo. o Brasil % o país :ue se prepara. virtude pou#o #omum entre os galho6eiros das . tal postura #ausa alguns transtornos C spiritualidade0 Não % raro a#onte#er de um irmão mani6estar5se #om outro nome ou #om uma #on6iguração peris5piritual di6erente a 6im de ser a#eito0 !s m%diuns não devem ter re#eio de re#eber #omuni#ações de irmãos #omo Ramatís. #om eB#eção de pou#os ini#iados0 !s atuais en#arnados ainda são muito aprisionados ao #onven#ionalismo da vida humana0 PERGUNTA: 4 .Ao?e em dia. Saint Germain e outros espíritos de Iu*0 'n#lusive. por outro lado. que podes di%er . determinando o :ue % #erto e o :ue % errado. :ue % muito ben%6i#o para #onter o natural envaide#imento :ue essas #omuni#ações a#arretam0 $as. o Brasil % a maior nação do mundo no :ue tange ao #onhe#imento espiritual do #arma e da reen#arnação. 'smael.ombras0 F( . :uando espíritos iluminados se ligam a algum m%dium % para tare6as de elevada import9n#ia e para pro?etos a longo pra*o0 !s mentores iluminados possuem ineg7vel pa#i. :ue deve #omungar #om as demais obras espirituais id4neas obtidas pelo 6en4meno mediGni#o0 'n6eli*mente alguns irmãos se aprisionaram ao passado e #riaram uma instituição humana para reger a Doutrina spírita. em nível popular. mas em diversos países0 Assim #omo as belas #omposições de $o*art. entretanto.m o ob?etivo de despertar os eleitos para a Nova ra sobre as suas missões em solo 6ísi#o. o $estre Jesus ?7 reali*ou algumas eBperi. $irame*.queles que negam a possi(ilidade de um m#dium contatar com um espírito de elevado quilate espiritual& HERME!: 4 Alguns espiritualistas.n#ia. Ailel. Joana de Ângelis. Be*erra de $ene*es. :ue s4 6oram #ompreendidas no 6uturo. aliado aos ensinamentos de Jesus0 Apesar de eBistirem es#olas ini#i7ti#as em outros países. as :uais a humanidade atual não possui #apa#idade para #ompreender. assim #omo a 'gre?a 3at4li#a 6e* no passado de 6orma e:uivo#ada0 n:uanto tentamos despertar esses irmãos :ue se en#ar#eraram ao #asulo do se#tarismo. :ue o en#arnado respons7vel por essa #anali*ação avalie #om pro6undo #rit%rio tais #omuni#ações para averiguar se não est7 sendo instrumento dos magos negros do Astral 'n6erior0 3aso as #omuni#ações não re6litam per6eitamente o per6il espiritual desses mentores. #ontinuamos o trabalho das es6eras espirituais de divulgar as Merdades ternas para preparar a humanidade para a Nova ra0 'n#lusive nos emo#ionamos ao ver o trabalho de abnegados irmãos na divulgação de in6ormativos e pe:uenos ?ornais de es#lare#imento do 2niversalismo 3ristão0 ssas ini#iativas #omovem a todos n4s da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo0 PERGUNTA: 4 As mensagens de instru +o espiritual que s+o rece(idas por m#diuns (rasileiros ser+o melhor aproveitadas na Nova Era& HERME!: 4 3ertamenteL $uitos livros :ue ho?e ditamos aos m%diuns ?7 t. mas sentiu a imensa di6i#uldade do m%dium em responder #om serenidade a esse 6ant7sti#o #ontato0 8 ne#ess7rio. deverão ser ar:uivadas para uma posterior an7lise. o#orrer7 o mesmo #om algumas in6ormações espirituais.

entimos. a 6alta de embasamento e de m%todos #oerentes de desenvolvimento mediGni#o0 m alguns #asos. um material bem aprimorado poder7 aguçar o interesse e a #uriosidade dessas almas #om uma #on#epção avançada da vida e do 2niverso0 PERGUNTA: 4 Poderias ser mais claro& HERME!: 4 As organi*ações espíritas eB#lusivamente Parde#istas ?7 possuem m%todo organi*ado. :ue termina distor#endo5as. pare#endo at% mesmo :ue o mentor espiritual % :uem ne#essita de es#lare#imento. irmãos.5las0 PERGUNTA: 4 E quanto aos semin$rios e reuni!es com o o(-etivo de divulgar a o(ra liter$ria de Ramatís& HERME!: 4 . pre?udi#a #onsideravelmente o nosso trabalho0 m alguns #asos. os m%diuns se restringem a Ere#eberE as in6ormações dos mentores. devem ir ainda mais al%m. mais :uali6i#ado ser7 o trabalho :ue poderemos apresentar aos en#arnados da "erra0 8 triste vermos #%ti#os ridi#ulari*ando as #omuni#ações do Al%m sem poder #ontest75los. pois alguns ainda estão aprisionados aos paradigmas da vida humana0 m alguns #asos. mas ainda possuem uma grande di6i#uldade na E#anali*açãoE mediGni#a e terminam desvirtuando as in6ormações. o :ue d7 #redibilidade ao trabalho0 3omo os espíritas universalistas estão avançando rumo a um terreno novo e muitas ve*es des#onhe#ido. des#onhe#e as Merdades spirituais e se aper6eiçoa pelo m%todo do Eouvi di*er :ue % assimE. per#ebemos em algumas agremiações o uso de t%#ni#as 1 e teses sem #onsist. :ue a?udarão a promover um real avanço espiritual da humanidade0 !s eleitos. mas desilusão por não en#ontrarem em determinadas agremiações espirituais a mesma #lare*a e m%todo dis#iplinado tão #omum nas demais organi*ações humanas0 Dessa maneira. estudar todos os tratados espirituais das mais diversas religiões0 3omo nos utili*amos da mediunidade intuitiva. a 6rie*a e o desinteresse pelo $undo spiritual não % sinal de 6alta de sintonia. a mensagem #hega ao papel #ompletamente va*ia e #om 6rases repetitivas.ão de eBtrema import9n#ia #omo base para 6ormar a mentalidade da Nova ra e devem estar sempre abertos Cs mensagens espirituais verdadeiramente universalis5 tas. in#lusive. tal a pobre*a da #omuni#ação0 Iembrai5vos. preparando5se desde ?7 para #omuni#ações #ada ve* mais aprimoradas. pre#isamos de m%diuns sintoni*ados e es#lare#idos para melhor eBplorar o inter#9mbio mediGni#o0 ! mandato mediGni#o eBige aper6eiçoamento moral e estudo #onstante para :ue possamos #umprir nossas metas0 Ouanto melhor 6or a #aptação mediGni#a. por não #ompreend. 6ruto da 6alta de estudo do material tra*ido C lu* do mundo por todas as instituições religiosas0 .PERGUNTA: 4 Os dirigentes da Draternidade da .ru% e do Tri6ngulo teriam algum aconselhamento para os m#diuns com o o(-etivo de melhorar a recep +o dessas informa !es t+o importantes& HERME!: 4 !s m%diuns devem instruir5seL Ier.n#ia. em alguns grupos. ne#essitamos eBplorar as in6ormações #ontidas no #%rebro 6ísi#o do m%dium para ampli75las e tra*er ao plano 6ísi#o novos #onhe#imentos0 Ouando o m%dium não estuda. pois muitas ve*es as mensagens espirituais #hegam ao papel #om #onteGdo in#onsistente e #ontradit4rio por 6alta de estudo do m%dium. F/ . pre#isam ser despertos. em ra*ão da ne#essidade de evolução para a Nova ra0 Portanto. #omo o pr4prio Ramatís pregou em suas diversas obras0 Nossos irmãos. :ue as novas in6ormações a #ada dia serão mais #ompleBas. ao reen#arnarem.

devemos ouvir a eBortação ao progresso pregada por Allan Tarde#0 ! s7bio #odi6i#ador do spiritismo anteviu a ne#essidade de avanço #onstante para :ue a nova religião não pere#esse nas mãos do tempo0 3omo dissemos anteriormente.#riando uma grande #on6usão e desorientando os demais #omponentes :ue ne#essitam de uma base s4lida para a reali*a#ão do trabalho espiritual0 ssas in6ormações não devem ser avaliadas #omo #ríti#as.aso contr$rio. mas sim #omo um alerta aos m%diuns :ue se #andidataram a trilhar tal #aminho0 8 #on6ort7vel mantermo5nos dentro dos limites do 2niverso ?7 des#obertoK no entanto. espiritual e l4gi#a0 Assim #omo os espíritas não se #on6ormam #om as teses in6antis de #%u e in6erno. :ue resulta em retorno para o progresso e assist. #ienlíli#o e so#ial0 ! progresso das agremiações espirituais. t%#ni#o. portanto. :ue não 6i:uemos s4 nos aplausosL Devemos alertar esses pre#ursores da Nova ra para :ue não se per#am em #renças sem ob?etividade produtiva. o "er#eiro $il%nio ser7 b berço da evolução de espíritos mais avançados :ue ?7 não se #on6ormarão #om as atuais in6ormações espirituais e #ientí6i#as da atualidade0 Por esse motivo. por e)emplo. atrair7 instantaneamente esses trabalhadores do 3risto :ue ainda não en#ontraram o rebanho #rísti#o dos renovadores da Nova ra0 'n#lusive alguns seareiros en#arnados da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo en#ontram5se vagando de porta em porta em bus#a de respostas F) . Deus e o diabo. #aminhar rumo ao des#onhe#ido % um es6orço her4i#o :ue mere#e aplausos0 $as. mas devem ser utili%adas por mentes treinadas para a sua correta manipula +o e por cora !es envolvidos pela mensagem amorosa do Evangelho do . aqueles que se aventuram nesse caminho podem ser facilmente enfeiti ados pelas for as do lado negro ou esta(elecerem ao seu redor um 8mundo imaginativo8 e improdutivo* Eis o motivo da preocupa +o do mentor espiritual deste tra(alho com o crescente n:mero de espiritualistas que procuram se aprofundar no mundo das for as ocultas sem o devido em(asamento para esse fim* PERGUNTA: 4 Gostaríamos de o(ter mais informa !es so(re as pessoas que se desinteressam pelos assuntos espirituais por falta de um tra(alho mais did$tico e com (ases científicas* Notamos nitidamente um distanciamento dos -ovens das religi!es por n+o encontrarem no campo espiritual um estímulo coerente para os seus ideais e estudos* .n#ia espiritual.risto* . que pensas a respeito disso& HERME!: 4 A Nova ra ser7 #ara#teri*ada pela en#arnação de um grande nGmero de espíritos #om avançada #on#eitua5ção #ientí6i#a. das penas eternas ou dos dogmas #ontradit4rios :ue não iludem nem mesmo a uma #riança dos dias de ho?e. #om um trabalho #oerente e organi*ado. asso#iar5se a todas as 6rentes de trabalho da vida humana. ?amais #oadunando5se #om organi*ações retr4gradas. os espíritos da Nova ra reen#arnarão no solo 6ísi#o #om sede de desenvolvimento e a #ão. lembrando sempre :ue mais vale uma atividade simples. #on5'brmistas e displi#entes0 !s trabalhadores en#arnados devem. a alquimia das energias e)trafísicas* Estas t#cnicas podem tra%er grandes avan os para a humanidade no futuro. pro#urando ade:uar os #onhe#imentos espirituais Cs re#entes trans6ormações do planeta no #ampo m%di#o. do :ue nos atermos a t%#ni#as in#ons#ientes e :ue não agregam valor para a obra de edi6i#ação espiritual5a :ue nos dedi#amos0 @AB Nota do m#dium 5 As t#cnicas aqui citadas s+o procedimentos espirituais mais aprofundados como.

da literatura Rosa53ru* e das demais 6ontes de sabedoria espiritual 6ormar7 o m%dium para novos empreendimentos0 Al%m do mais. temos obtido pou#o resultado em virtude do despreparo de alguns grupos0 $as o prin#ipal ob?etívo do momento % divulgar os ensinamentos universalistasK propagar aos :uatro #antos do mundo a ne#essidade de respeito e união entre os homens. -ornais. mais #on6i7vel se torna o material produ*ido0 Atualmente estamos tentando transmitir t%#ni#as para a alteração do EDNA perispiritualE :ue resultam em #uras no #orpo 6ísi#o0 No entanto. eBpondo5as a uma eBaustiva eBperimentação #ientí6i#a #om diversos m%diuns. do que por meio de novas t#cnicas e informa !es espirituais ainda n+o dominadas plenamente* Estamos certos& HERME!: 4 ! estudo sin#ero das obras espíritas. assim #omo 6e* Tarde#. pois :uanto mais mentes trabalhando. o #onhe#imento das #i.ru% e do Tri6ngulo de forma :til e produtiva& HERME!: 4 Não devemos nos des#uidar do estudo de novas t%#ni#as para a desobsessão espiritual0 "emos pela 6rente ainda mais de setenta anos de ação ne6asta do lado negro. esses irmãos in6eli*es semeiam a dis#4rdia. dos tratados teos46i#os. :ue avança em seus domínios a #ada ano #om estrat%gias de in6luen#iação humana :ue não são de domínio dos en#arnados0 2tili*ando instrumentos. o des9nimo e a depressão entre os en#arnados. #omo os dispositivos eletr[ni#os para obsessão :ue estudamos no livro E.por:ue ainda não a#haram uma agremiação espiritual :ue atenda aos seus anseios de progresso dentro do universo espiritual0 PERGUNTA: 4 Entendemos por tuas palavras que o mais importante # divulgar o Universalismo .rístico. bom senso e ob?etividade para :ue o m%dium não trans6orme a sua vida em um E#onto de 6i#çãoE0 PERGUNTA: 4 Euais procedimentos devemos seguir para tra(alharmos segundo a orienta +o da Draternidade da . o m%dium :ue des#onhe#e a base espiritual não deve dese?ar envolver5se em estudos :ue ainda não possuem uma metodologia desenvolvida e #on6irmada por meio de eBemplos pr7ti#os0 8 importante lembrar :ue a energia espiritual mal manipulada pode #ausar danos ao m%dium e C:ueles :ue 6orem alvos dessa 6orça0 PERGUNTA: 4 Eual # o maior receio dos mentores nesse tra(alho de avan o espiritual dos m#diuns para a Nova Era& HERME!: 4 ! nosso maior re#eio reside nos #asos de trabalhadores en#arnados :ue perdem o #ontato #om a realidade e ingressam em um mundo de 6antasias. pro#urando ali75los Cs Merdades ternas0 8 pre#iso :ue o FF . do vangelho do 3risto. e outras t%#ni#as muito apuradas. livros. 6ruto das in6ormações :ue re#ebem de todos os #ampos de estudos espiritualistas0 Devemos re#ordar as palavras de Jesus.n#ias humanas % impres#indível0 Assim #omo a #riança :ue não #ursou o prim7rio não pode ingressar na universidade. #omprometendo todo o trabalho por entrarem em um estado de #ons#i. o :ue termina por desestimul75los a #on#reti*ar as metas traçadas para suas vidas0 Devemos nos ater tamb%m ao estudo #om os demais irmãos universalistas na bus#a de um #onsenso sobre novas t%#ni#as espirituais re#ebidas mediuni#amente.ob o .n#ia #on6uso e irreal. por interm#dio de semin$rios.igno de A:u7rioE. os estudos devem possuir #rit%rio. :ue nos di*< E3hegado o S6inal dos temposS haver7 6alsos 3ristos e 6alsos pro6etasLE Portanto. pequenos encontros e ati5vidades assistenciais.

e não aos saltos. assim #omo a#onselhou Allan Tarde# nas obras :ue 6ormaram o ali#er#e do #onhe#imento espiritual apro6undado para o mundo o#idental0 1aremos.homem #ompreenda :ue as :uestões espirituais 6a*em parte direta de sua vidaK :ue ele ne#essita integrar5se ao $undo 'nvisível :ue o #er#a e in6lui diretamente no seu íntimo0 8 importante ainda a#larar os ensinamentos do 3risto segundo a %ti#a espiritualista moderna0 !s livros ditados por Ramatís são eBtremamente elu#idativos em relação aos me#anismos da vida #riada por Deus0 $as.uperior % apli#ada diretamente na Ematri* espiritualE.em dGvida. pois o tombo pode atrasar ainda mais a nossa #aminhada0 PERGUNTA: 4 Afirmaste que devemos estudar novas t#cnicas para a deso(sess+o e curas espirituais0 mas n+o (asta a reforma moral e o amor do m#dium& HERME!: 4 . mas #om #oração magn9nimo. dentro das #asas de desenvolvimento e atendimento espiritual0 A #have desse #onhe#imento s4 deve ser passada a pessoas de boa índole e #om boa 6ormação espiritual0 3ertamente. no #orpo astral. portanto. ao amor e ao estudo sin#ero #om vistas ao bem #omum. uma ve* :ue ele não se reprodu* #omo o #orpo transit4rio #arnal.Bito do trabalho em :uestão0 Alguns m%diuns #om pou#a instrução. se dese?amos ingressar em uma Nova ra de progresso e #om o ob?etivo de6initivo de libertar a humanidade de suas ma*elas. #orrigindo e6etivamente possíveis dis6unções :ue desaguariam de 6orma intensa no #orpo de #arne0 !bviamente. % 6undamental a mudança na 6orma de pensar e agir0 !s m%diuns simples. e terminam redu*indo ou at% mesmo eliminando as #argas t4Bi#as :ue são drenadas do #orpo astral para o 6ísi#o.< Q ste trabalho :ue estamos reali*ando no momento % de 6undo 6ilos46i#o e destinado ao domínio pGbli#o0 !s m%todos de alteração do DNA perispiritual devem ser apro6undados em estudos 6e#hados. a 6im de evitar5se o alastramento das #%lulas doentes para outros 4rgãos0 is a 6amigerada F+ . apenas so6re alterações no de#orrer dos s%#ulos. as e:uipes espirituais da 1raternidade da 3ru* e do "ri9ngulo s4 apro6undarão essas in6ormações a m%diuns :ue se dedi#am ao progresso. esse tratamento deve ser ministrado em #on?unto #om a re6orma moral do pa#iente. #omo ?7 estudamos neste trabalho. ou se?a. pois % o dese:uilíbrio perante as leis divinas :ue gera os distGrbios no #orpo astral0 A alteração do #4digo gen%ti#o do perispírito % muito indi#ada nos #asos de #9n#er. de a#ordo #om as eBperi. reali*am trabalhos espirituais ines:ue#íveis0 $as. % pre#iso entender :ue devemos evoluir passo a passo.n#ias :ue o espírito imortal reali*a em sua ?ornada em bus#a da Iu*0 ssas alterações no DNA puri6i#am e aper6eiçoam o perispírito. por%m a #ons#ienti*ação #ientí6i#o5espiritual trar7 no 6uturo resultados assombrosos :ue impressionarão in#lusive a medi#ina humana0 PERGUNTA:4 Gostaríamos de o(ter elucida !es so(re essa t#cnica de altera +o do 87NA perispiritual8* 'er$ possível& A R$ . apenas alguns breves #oment7rios sobre as 6inalidades do trabalho de alteração do DNA perispiritual para :ue os leigos tenham uma ideia do :ue se trata0 Ao #ontr7rio do pro#edimento reali*ado em #orpos 6ísi#os. in6eli*mente. restritos somente aos ini#iados. ainda % #omum ver muitos espíritas universalistas :ue ainda não leram esses livros b7si#os para a Nova ra0 Antes de mais nada. mas de #onduta ilibada e #om intenso amor no #oração. essa nova t%#ni#a desenvolvida pelo Plano . ?amais deiBarão de ser ne#ess7rios. esses são dois pontos essen#iais para o bom .

#omo ?7 in6ormamos no #apítulo #in#o. ansiedade e dese:uilíbrio emo#ional podem ser solu#ionados #om a alteração gen%ti#a perispiritual0 Diversas dis6unções org9ni#as :ue não se?am #ausadas pelo #onsumo eB#essivo de al#o4li#os e outras drogas podem re#eber signi6i#ativa melhora. sem uma re6orma determinante na 6orma de agir e pensar. como entender a modifica +o de elementos formadores do perispírito. C medida :ue a alma :ueima as toBinas do #orpo astral eBer#i5lando a pr7ti#a do amor altruísti#o0 Repetimos mais uma ve*< o Kimor % a pro6ilaBia da alma0 ssa puri6i#ação espiritual pode ser a#elerada ou redu*ida por interm%dio dessa t%#ni#a avançadai do $undo $aior. rumo ao vangelho do 3risto. #omo ?7 dissemos. se a reforma moral # suficiente para su(liminar as cargas t2)icas do perispírito.met7staseL 3omo o #9n#er possui a sua origem no #orpo espiritual % ne#ess7rio estan#ar essa Esangria t4Bi#aE :ue des#e para o #orpo 6ísi#o0 $as. quando este -$ possui mil#nios de e)ist4ncia& HERME!: 5 ! termo Ealteração de DNA perispiritualE possui a 6inalidade de tradu*ir para a linguagem humana #on#eitos meta6ísi#osK logo.< Q A alteração de DNA pode evitar a morte do pa#iente. que # denomina +o típica da gen#tica do mundo material& E. utili*ando5se a t%#ni#a da alteração do DNA perispiritual0 PERGUNTA: 4 Essa t#cnica de altera +o no 7NA perispiritual atua so(re um corpo que so(revive ap2s a morte* Por que n+o s+o feitas antes de o espírito reencarnar& E qual deve ser o merecimento do paciente para rece(er t+o qualificado atendimento& +0 . ele deve ser analisado simplesmente #omo uma analogia ao m%todo reali*ado pela medi#ina humana0 As alterações no #4digo gen%ti#o espiritual seguem os mesmos prin#ípios b7si#os da gen%ti#a humana. o :ue possibilitaria uma vida mais longa ao pa#iente. a 6im de :ue ele possa resgatar os seus erros e pro#urar reverter o seu :uadro de desvio espiritual na mesma en#arnação0 No :ue di* respeito a outros #asos em :ue essa t%#ni#a poderia ser usada. mas utili*am5se de outros elementos :ue di6erem do DNA Y7#ido desoBirribo5nu#lei#o]0 Apenas utili*amos essa linguagem para 6a#ilitar o entendimento entre os trabalhadores :ue ?7 estão apli#ando essa t%#ni#a entre os en#arnados0 m relação C segunda pergunta. #on6orme os interesses da programação #7rmi#a para o pa#iente a ser tratado0 PERGUNTA: 3 'a(emos que n+o dese-as te aprofundar nesse assunto* "as. ma#ulado pelos atos anti#rísti#os #ometidos nesta en#arnação ou em vidas anteriores0 'n#lusive. cria +o etc*0 logo. por:ue em alguns #asos a #arga t4Bi#a a ser drenada para o #orpo 6ísi#o % muito grande e ele não resistiria0 $odi6i#ando as #ombinações in6initesimais do #4digo gen%ti#o do #orpo espiritual podemos redu*ir as toBinas espirituais a índi#es baiBíssimos. as alterações no DNA perispiritual o#orrem naturalmente pela renovação #elular do veí#ulo espiritual. n+o seria melhor utili%ar esse termo em ve% de 7NA. o pro#edimento % inGtil0 PERGUNTA: 3 A palavra 8gen#tico8 implica em forma +o. se assim for. obviamente ela atende a todas as situações onde o problema en#ontra5se no #orpo espiritual. tremores pelo #orpo. por que reali%ar a altera +o de 7NA no corpo espiritual& E em que outros casos seria usada essa t#cnica& A R$ . alguns #asos psi#ol4gi#os :ue #ausam gagueira.

trata5se apenas de uma Eprorrogação do #ontrato da vida 6ísi#aE #om o ob?etivo de melhor aproveitar as en#arnações no mundo material0 PERGUNTA: 4 Afirmaste que esse fant$stico tratamento n+o pode ser efetuado em enfermidades causadas pelo e)cesso de (e(idas e outras drogas* Poderias nos e)plicar por qu4& HERME!: 4 As drogas são elementos eBternos Cs toBinas p#rispirituaisK portanto. não se preo#upemL Aos en#arnados #abe a missão de E6a*er o bem. impedindo o . não h7 #omo mitigar. para :ue não venha a tornar5se um verdadeiro pesadelo no 6uturo0 A #ura por esse m%todo possui a 6inalidade Gni#a de permitir um maior tempo de vida no mundo 6ísi#o. seria invi7vel avaliar o seu uso0 Antes de re#eber esse atendimento espiritual.Bito desse tipo de tratamento0 . por 6im. na verdade o pa#iente estar7 #ontraindo uma importante dívida por mere#er tal auBílio divino0 3aso o en#arnado bene6i#iado não se es6or#e heroi#amente para ven#er as suas imper6eições ap4s a #ura. que di%es a respeito disso& HERME!: 4 A redução das #argas t4Bi#as do perispírito sem o m%rito do en#arnado não signi6i#a evolução0 Apesar de pare#er :ue ele ter7 puri6i#ado o seu #orpo espiritual sem es6orço.eus prepostos do $undo $aior. e não 6a#ilitar a sua #aminhada #om bene6í#ios :ue #ontradi*em a Justiça Divina0 A alteração do DNA perispiritual não % um 6avor espe#ial. perispírito # o corpo de nossas emo !es e sentimentos. agregam5se C #onteBtura sutil do perispírito. ele agregar7 novamente ao seu #orpo astral as toBinas volatili*adas pela alteração do DNA perispiritual. #ontaminam o organismo 6ísi#o e. esse tratamento eBige uma real intenção de #res#imento espiritual pela pr7ti#a do amor aos semelhantes. mas uma eBtensão da 'n6inita $iseri#4rdia de Deus :ue. atrav%s de . da #o#aína e das demais drogas. agravando. autori*a intervenções no programa #7rmi#o #om o ob?etivo de estender a oportunidade de #orreção de seus d%bitos C:ueles :ue se pronti6i#am a reverter o rumo de suas vidas. a sua real #ondição espiritual provavelmente na mesma en#arnação0 3omo ?7 dissemos anteriormente. da ma#onha. onde o en#arnado deve bus#ar evoluir e resgatar as suas dívidas espirituais para #om os seus semelhantes0 Na verdade. não importando a :uemE0 !s t%#ni#os do $undo $aior identi6i#am esses #asos e 6a*em #om :ue a Iei Divina :ue nos di* Ea #ada um ser7 dado segundo as suas obrasE se?a #umprida0 PERGUNTA: 4 . a in6lu. :uando en#ontram5se 6a#e a 6a#e #om a possibilidade da morte0 3aso esse bene6í#io 6osse #edido antes de sua reen#amação.n#ia de6initiva pode desintoBi#ar o organismo 6ísi#o e #riar um #ampo propí#io para a #ura #om passes magn%ti#os espirituais0 Al%m do mais.omente uma abstin. o pa#iente % avaliado por diversas ve*es para :ue se?a veri6i#ada a sua real intenção de utili*ar5se da prorrogação na vida 6ísi#a para ven#er as suas imper6eições da alma0 3aso #ontr7rio. não haver7 o atendimento ou este não surtir7 o e6eito esperado0 Ouanto ao mere#imento dos pa#ientes para re#eberem essas t%#ni#as. um refle)o de nossa evolu +o espiritual0parece5nos que intervindo nele por meio da t#cnica de altera +o do 7NA perispiritual estaremos contrariando o princípio do livre5ar(ítrio e da evolu +o gradual* .HERME!: 4 ssa t%#ni#a possui a 6unção de auBiliar o en#arnado a ven#er os seus erros do passado. por meio dessa l%#ni#a.n#ia t4Bi#a #ausada por elas0 Ao #ontr7rio dos dramas #7rmi#os :ue des#em da alma. da bebida. a alteração do DNA peri5 +1 . então. as toBinas do 6umo.

endo assim. e)pectativa dos planos superiores& HERME!: Q De #erta 6orma sim. o #ultivo de ví#ios não #ombina #om essa modi6i#ação moral essen#ial ao tratamento em :uestão0 PERGUNTA: 4 A medicina convencional -$ est$ dominando o c6ncer* 'er$ mesmo necess$rio esse procedimento espiritual. :ue % o #orpo espiritual.s m#diuns est+o atendendo .omo e)plicar isso& HERME!: 4 sses #asos são a:ueles em :ue o espírito tinha apenas uma pe:uena :uota de toBinas astrais para drenar ao #orpo 6ísi#o ou. pedimos uma intensi6i#ação nos estudos espirituais dos #orpos astrais e tamb%m da engenharia gen%ti#a humana. então. os m%diuns devem meditar #om 6re:u. ?7 a medi#ina espiritual atua no #orpo astral. pois alguns podem #aptar in6ormações melhores :ue outros0 Não vos es:ueçais. nesta ou em vidas anteriores. :ue % muito similar aos nossos trabalhos0 Al%m do mais. talve* at% em outros 4rgãos.n#ia não devemos revelar ao grande pGbli#o alvo deste trabalho de es#lare#imento espiritualL PERGUNTA: 4 Esse tra(alho de altera +o do 7NA perispiritual n+o poderia ser reali%ado e)clusivamente pela Espiritualidade "aior sem a interven +o de m#diuns encar5 nados& HERME!: 4 Assim #omo % ne#ess7rio o #on#urso dos m%diuns para o es#lare#imento de um espírito desen#arnado ainda muito envolvido pelos 6luidos magn%ti#os +2 . -$ que as medica !es e tratamentos do mundo físico est+o o(tendo sucesso& HERME!: 4 A medi#ina humana atua sobre o #orpo humano. vemos :ue a medi#ina #onven#ional #onsegue dominar par#ialmente o #9n#er no #orpo 6ísi#o.n#ia regular para #ontatarem5se #om os planos superiores.spiritual impli#a em re6orma íntimaK sendo assim. (ase de quimioterapia* . mas ele vir7 a EbrotarE novamente. nas#ente de todas as en6ermidades humanas0 .ru% e do Tri6ngulo -$ est+o operando com essas t#cnicas -unto a alguns encarnados* . #onhe#endo os pro#edimentos gerais de alteração do #4digo gen%ti#o no genoma humano. de onde 6lui todo o #onhe#imento do $undo $aior0 tro#arem ideias #om os #olegas de outras #asas espiritualistas. e não 6ísi#oL !s m%diuns. mas não #omo gostaríamos0 Por esse motivo. irmãos< a união 6a* a 6orçaL PERGUNTA: 4 7e que adianta estudar a engenharia gen#tica humana se n+o temos equipamentos e tecnologia a nossa disposi +o para utili%$5los segundo a orienta +o dos mentores espirituais& HERME!: 4 ! trabalho espiritual % mental. #ontinuar7 a produ*ir a #arga t4Bi#a0 PERGUNTA: 4 "as vemos casos em que as pessoas o(t4m a cura definitiva somente com tratamento .5#onseguiu volatili*ar a #arga t4Bi#a pela puri6i#ação espiritual0 J7 nos #asos mais #ompleBos de #ontaminação perispiritual por atos anti#rísti#os. poderão mentali*ar o pro#edimento #on#entrando5se no #orpo astral do pa#iente0 3laro :ue eBistem pro#edimentos t%#ni#os :ue serão repassados pelas e:uipes espirituais respons7veis pelo trabalho e :ue por uma :uestão de prud. #omo eBpli#amos. pois a 6onte geradora. #ertamente o #9n#er voltar70 PERGUNTA: 4 Afirmaste que os tra(alhadores da Draternidade da .

mas :uando #omeça a vibrar em sintonias negativas. aliada C energia astral de :uintess. são muito utili*ados nos #asos em :ue o en#arnado % perseverante na pr7ti#a do bem e não se deiBa in6luen#iar 6a#ilmente pela sintonia dos espíritos perturbados0 8 uma m7:uina :ue não des#ansa. por entender o pro#esso0 3om essa disposição mental. mas eles al#m disso tam(#m atrapalham& HERME!: 4 ! m%dium :ue não se sintoni*a #om o trabalho espiritual deiBa de gerar energias positivas 6undamentais para o . torna5se um obst7#ulo Cs energias espirituais dos planos superiores0 sse m%dium. utili*ados para alimentar o sistema nervoso #entral da vítima #om sentimentos negativos.Bito da atividade0 No momento em :ue torna5se neutro e ap7ti#o.Bito ?unto #om a energia do Plano Astral0 !s m%diuns :ue apenas impõem as suas mãos. deve ser isolado energeti#amente para não pre?udi#ar a harmonia do pro#esso espiritual0 PERGUNTA: 4=$ que estamos estudando as t#cnicas espirituais utili%adas pela Draternidade da . mentali*ando o pro#edimen5lo # entendendo o seu 6un#ionamento.omo podemos otimi%ar a utili%a +o de nossa energia mental e magn#tica& HERME!: 4 is o motivo pelo :ual os trabalhadores en#arnados devem #onhe#er os pro#edimentos t%#ni#os para a alteração do #4digo gen%ti#o segundo a medi#ina humana0 lisse estudo m%di#o e #ientí6i#o % v7lido tamb%m para outras t%#ni#as m%di#as.ob o . e :uando instalada no #orpo astral da vítima atua sem piedade. aproveitando5se de todos os momentos de invigil9n#ia para alimentar o 4dio. al%m de serem improdutivos. o des9nimo.da vida humana. o trabalhador do 3risto libera #om mais intensidade os seus 6luidos magn%ti#os e men5lais a 6im de :ue possa al#ançar . transmitindo5lhes impulsos el%tri5#os :ue #ausam pro6unda irritabilidade e prostração0 1ruto do engenho dos magos das trevas. % impres#indível. tornam5se um empe#ilho aos trabalhos espirituais0 PERGUNTA: 4 Eue os m#diuns indiferentes ao tra(alho s+o improdutivos -$ imagin$vamos. possui 6orça trans6ormadora na matri* perispiritual dos en#arnados0 Assim. em alguns #asos. a#iona urna vontade mais intensa e trabalha #om a #erte*a da #ura. e tamb%m nas demais t%#ni#as de #ura espiritual0 PERGUNTA: 4 . #riados a partir de elementos e te#nologia da :uarta dimensão.ru% e do Tri6ngulo. pois o m%dium.n#ia. #iGme. a intervenção dos m%diuns para obtermos su#esso no pro#esso de #orreção do #4digo gen%ti#o perispiritual. os dispositivos eletr[ni#os para a obsessão espiritual são pe:uenos arte6atos #omputadori*ados Yesp%#ie deE#hipsE]. então.igno de A:u7rio 5 Narrações sobre Miagens AstraisE. alheios ao pro#esso e muitas ve*es #om a mente vagando por problemas do #otidiano. a irritabilidade e a depressão0 +@ . para :ue possamos reali*ar a #ura em um perispírito agregado ao #orpo 6ísi#o % ne#ess7rio a energia mental e magn%ti#a dos espíritos en#arnados na vida 6ísi#a0 A energia animal dos #orpos 6ísi#os. poderias tra%er (reves esclarecimentos so(re os dispositivos eletrFnicos de o(sess+o espiritual& HERME!: 4 3omo ?7 eBpli#amos em nosso segundo trabalho E. 4dio ou revolta. ele apenas deiBa de somar. atrav%s de pensamentos sensuais ou de inve?a.

estaremos todos enga?ados neste grande programa de renovação espiritual de nossa humanidade0 Al%m do mais. o repouso. narrada nos livros 8A 9ist2ria de um An-o8 e 8'o( o 'igno de Aqu$rio8.. % a #idade dos universalistas0 +& .ru% e do Tri6ngulo& HERME!: 4 ! $undo spiritual di6ere nesse aspe#to do mundo 6ísi#o0 m determinado estado de evolução. % o nosso lar in6inito0 No entanto. que di%es a respeito disso& HERME!: 4 No primeiro #apítulo deste trabalho ?7 6alamos sobre a des#rença espiritual da atual humanidade terrena0 A Iei de Deus % ?usta e e:u9nimeL 'n6eli*mente os homens pre6erem se iludir vivendo tão5somente a vida material sem re6letir e per#eber o mundo :ue o #er#a 6ora do al#an#e dos #in#o sentidos 6ísi#os0 #omo nos ensina o vangelho do 3risto< EA #ada um ser7 dado segundo as suas obrasLE Na maioria dos #asos. #onseguem desativar de6initivamente os re#entes modelos desses instrumentos do mal. pois o 2niverso.omente t%#ni#as avançadas do $undo $aior. no Plano Astral. onde nos reunimos para trabalhar pela obra de Deus0 um desses lugares % a #idade astral do Es%timo #%uE. por atuar no sistema nervoso #entral0 PERGUNTA: 3 Tudo isso nos impressiona muito> Cemos que os homens alienados da realidade espiritual s+o vítimas indefesas de um mundo que consideram apenas como mera fantasia de mentes lun$ticas* . mais so6isti#ados se tornam0 'n#lusive. não podemos evitar esse ata:ue #ruel das "revas por 6alta de mere#imento e sintonia da vítima #om o Astral . passa a ser desne#ess7rio para o espírito imortal0 Portanto.uperior0 PERGUNTA: 4 Podemos esperar uma intensifica +o da atua +o da Draternidade da . ?7 em #urso no atual período. a #asa do Pai. gostaríamos de sa(er se a cidade /mp#rio do Amor Universal. não estabele#emos resid. tanto para #ontornar os problemas de#orrentes deste grande pro#esso de migração espiritual. em #ons4r#io #om m%diuns :uali6i#ados. pois a EpresençaE do $undo spiritual na "erra se intensi6i#ar7 ainda mais nos pr4Bimos anos0 PERGUNTA:4 . # a cidade astral onde vivem os mem(ros da Draternidade da .er7 ne#ess7rio muito trabalho para modi6i#ar o atual #en7rio da "erra #omo a #onhe#emos0 Portanto. #omo em relação aos preparativos para a reen#arnação em massa dos eleitos do 3risto para a Nova ra0 . a transição planet7ria. 'mp%rio do Amor 2niversal0 3omo o pr4prio nome ?7 di*.ru% e do Tri6ngulo entre os encarnados nos pr2)imos anos& HERME!: 4 Aaver7 uma intensi6i#ação em todos os grupos de atuação da -rande 1raternidade Bran#a pelo mundo nos pr4Bimos anos0 #omo a 1raternidade da 3ru* e do0 "ri9ngulo 6a* parte desse grupo maior. eBigir7 maior empenho de todos.n#ia #omo os en#arnados.omo :ltima pergunta deste capítulo. alguns deles podem ser removidos somente depois de algumas semanas em :ue o en#arnado tenha se mantido em e:uilíbrio e pa*. poderíamos di*er :ue eBistem lo#ais. os trabalhadores do 3risto en#arnados no plano 6ísi#o deverão preparar5se. sim. #omo o #onhe#eis. pois :uanto mais modernos. pois sua remoção pre#ipitada pode o#asionar at% mesmo a lou#ura.

toma5 se um #ír#ulo vi#ioso :ue s4 se en#erra :uando o espírito aprende a amar. retornam em outra en#arnação vivendo Ena #arneE o mal :ue impuseram aos seus semelhantes0 ! pro#esso #7rmi#o de Esentir na peleE a indi6erença e as di6i#uldades dos deserdados da sorte. respeitar e dese?ar ao seu semelhante todo o bem :ue ele gostaria de re#eber0 PERGUNTA: 4 Em capítulos anteriores esclareceste tfite um grande n:mero de espíritos evoluiu a um est$gio superior que os ha(ilitar$ a reencarnar na Terra na Nova lira* "as o que vemos em toda a hist2ria da humanidade # somente o egoísmo e a maldade* .n#ia0 Iogo. dei)aram de reencarnar. pois o atual est7gio de evolução da "erra assim eBige :ue se?a0 As diversas en#arnações. são insensíveis C situação de penGria vivida por seus semelhantes0 $as aos olhos de Deus. a mis%ria desumana em :ue se en#ontra grande parte da população mundial e o luBo desmedido de alguns pou#os demonstra :ue os en#arnados. #on6orme ?7 narramos em #apítulo anterior0 PERGUNTA: 4 Ent+o devemos entender que essa aparente estagna +o evolutiva em nosso mundo ocorre porque os eleitos.B As trans2ormações sociais para a No3a Era PERGUNTA:4 . e ainda insistem. ap2s atingirem a meta deste atual ciclo evolutivo.E o plano material estava sempre povoado em sua grande maioria por espíritos rebeldes :ue insistiam. os levam a E#olher o :ue plantaramE e.omando5se essas diversas gerações podemos ver :ue. portanto. diversos an4nimos e algumas almas YZii# se desta#aram no teatro da vida 6ísi#a ven#eram o atual est7gio evolutivo pela pr7ti#a do amor e da #aridade. salvo raras eB#eções :ue retornavam ao mundo 6ísi#o em missão de progresso para a humanidade0 Por #onseguinte.omo entender esse grande n:mero de eleitos para a Nova Era& HERME!: 4 Durante os diversos s%#ulos :ue abrangem o #i#lo evolutivo da "erra. um grande nGmero de almas eleitas aguarda o retorno C vida 6ísi#a para prosseguir o seu pro#esso evolutivo ap4s um longo período de preparação no $undo spiritual para essa nova etapa. 6a* #om :ue o espírito evolua por meio da dor e do so6rimento e ve?a #om outros olhos e a:uilo :ue despre*ava durante a en#arnação na :ual vivia em opul. dando oportunidade para os re(eldes* N+o ser$ assim& +( . em #ontrariar a Iei de Amor e 1raternidade do 3riador0 Assim sendo. en:uanto a:ueles :ue despre*aram por diversas en#arnações a oportunidade de #res#imento serão eBilados num mundo in6erior. C medida :ue os espíritos iam ven#endo o atual est7gio de evolução. deiBavam de reen#arnar. #on6orme pre#eituou insistentemente Jesus em sua passagem pela vida humana0 .s pro(lemas sociais do mundo s+o certamente a maior evid4ncia do atraso espiritual de nossa atual humanidade* Euais s+o as tuas considera !es so(re o tema& HERME!: 4 Realmente a atual situação so#ial da humanidade terrena % um espelho :ue re6lete o est7gio de evolução espiritual em :ue se en#ontra o planeta "erra0 A dis#rep9n#ia entre ri#os e pobres. em sua grande maioria. isso % natural. onde os espíritos em est7gio prim7rio da "erra semeiam o mal e a in?ustiça.

ent+o. pois % o Gni#o modelo so#ial e e#on4mi#o #apa* de atender ao atual est7gio de evolução da "erra0 . tor#eram nos #ir#os romanos para :ue os #ristãos 6ossem engolidos pelas 6eras. o homem matava #om o ta#ape.im0 ! dinheiro não movimentar7 o mundo. obtendo5se su#esso apenas em ações isoladas0 PERGUNTA: 4 Ent+o. :ue ?7 viver7 em e:uilíbrio #om os pre#eitos de Jesus0 8 67#il avaliar :ue uma so#iedade despreparada para ven#er suas paiBões in6eriores ?amais #onseguiria atingir o patamar de igualdade so#ial :ue pregam esses sistemas so#iais #itados0 A humanidade atual. da solidariedade e do espírito de 6raternidade. mes:uinha. #omportamento típi#o dos homens atualmente. o #apitalismo. % o sistema :ue impulsionou o progresso so#ial no atual #i#lo evolutivo :ue est7 para en#errar5se na "erra0 Portanto. período em :ue ?7 vivemos0 PERGUNTA: 4 Podemos crer. #om abomin7veis pr7ti#as de pedo6ilia0 !s espíritos não evoluemX 3laro :ue a resposta % simK eles evoluemL ! :ue o#orre % um 6ant7sti#o rodí*io de oportunidades na vida 6ísi#a :ue permite a um grande nGmero de espíritos a #han#e de evolução0 !s leitores podem ter a #erte*a de :ue muitas almas prim7rias.HERME!: 4 BatamenteL 3omo entender :ue passados diversos s%#ulos a humanidade est7 tão atrasada #omo o era na %po#a das #avernasXL Antes. algumas :ue. :ue movimenta e gera ri:ue*as a partir do interesse pr4prio. onde a dor e o so6rimento substituem o amor e a sabedoria.5las. e ainda não possuíam e:uilíbrio e elevação espiritual para ven#. em diversas en#arnações. at% :ue os espíritos em evolução na "erra aprendessem o #aminho do amor ou #hegasse o momento do eBílio5planet7rio. os sistemas sociais conhecidos como socialismo e comunismo foram iniciativas fracassadas por causa do atraso espiritual da humanidade do atual ciclo evolutivo que est$ se encerrando& HERME!: 4 ! so#ialismo e o #omunismo são utopias para a atual humanidade en#arnada0 stes são sistemas so#iais :ue somente obterão . inve?osa e sedenta de #obiça ?amais iria manter o e:uilíbrio em uma so#iedade em tais moldes0 Iogo. in#lusive. do respeito. todas as ini#iativas nesse sentido 6oram 6ra#assadas em nível #oletivo. os so#i4logos do mundo 6ísi#o :ue de6endiam o #apitalismo #omo sistema de governo #on6irmaram suas teses. os eleitos trabalharão nos diversos #ampos de atuação +/ .Bito #om a #ivili*ação da Nova ra. eBistem outros #asos :ue se #ristali*aram no 4dio e na pr7ti#a do mal0 stes Gltimos 6oram arrastados para uma Gltima en#arnação #ompuls4ria neste E6inal dos temposE. eBer#eu o seu ?usto e s7bio pro#esso de edu#ação de almas rebeldes. que as desigualdades sociais de toda a hist2ria de nossa humanidade s+o fruto do atraso espiritual da coletividade como um todo& HERME!: 4 'sso mesmoL 3omo os homens da "erra passavam pela prova do amor. impondo pobre*a eBtrema e ri:ue*a #apri#hosa e in6antil. :ue em geral são a#omodados e s4 se mobili*am para o trabalho por dinheiro. por:ue as almas :ue reen#arnarão na Nova ra terão ob?etivos superiores ao lu#ro e C vaidade pessoal0 Ao #ontr7rio dos atuais habitantes. dentro desse #en7rio. obviamente. agora o 6a* #om armas modernas0 Antigamente arrastava pelos #abelos para a sua #averna a menina inde6esaK ho?e em dia ilude as #rianças e se aproveita delas. o sistema #7rmi#o de evolução. momento em :ue terão uma derradeira oportunidade de se #olo#arem entre os eleitos do 3risto0 PERGUNTA: 4 7evemos entender. ho?e estão redimidas e aguardando a oportunidade de reen#arnar na "erra da Nova ra0 $as. da #aridade. ifne a Terra do Terceiro "il#nio seguir$ um sistema que vise ti uma verdadeira -usti a social para todos os povos& HERME!: 4 . #omo a#onte#e ho?e em dia. a partir de tuas palavras.

pelo 6ato de estes so#i4logos moldarem as suas ideias apenas pelo entendimento humano. :ue permite a eBe#ução de diversas atividades de 6orma me#ani*ada e sem o es6orço humano. entendemos como # importante tal informa +o em ra%+o da diversidade de teorias e m#todos referentes aos pensamentos sociais. entrar7 em #olapso. 6oi inspirada pelo Alto para :ue o homem pudesse ter uma ?ornada de trabalho redu*ida e assim dedi#ar5se intensamente C sua evolução espiritual0 'n6eli*mente a #obiça dos empres7rios 6e* #om :ue optassem pela redução dos postos de trabalho e a #onse:uente sobre#arga de atividades aos pou#os :ue 6i#aram empregados0 . a so#iedade #apitalista de mer#ado. #omo a #onhe#emos. delineou o maior tratado so#iol4gi#o da hist4ria da humanidade. :ue isso 6a* parte do pro#esso #7r5mi#o de amadure#imento da atual humanidade0 2ma prova da ne#essidade do trabalho nesses moldes. prin#ipalmente em :uem est7 a6astado da sabedoria espiritual0 $as devemos nos lembrar. a#abaria de6initivamente #om todas as desigualdades so#iais da humanidade0 PERGUNTA: 4 Podemos entender tam(#m que a humanidade atual. demonstrando ser este um sistema predat4rio e #ruel. talve% tenham condu%ido esses detentores dos meios de produ +o a e)plorarem os seus empregados para redu%ir custos com o +) . C medida :ue a humanidade 6or identi6i#ando5se #om a Nova ra na "erra0 ! progressivo ade:uamento so#ial. #om a m7Bima< EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoLE. que ocorrem em muitos casos& HERME!: 4 A automação industrial. mais uma ve*. n+o aprecia o tra(alho por causa da e)plora +o dos detentores dos meios de produ +o e das p#ssimas condi !es para o tra(alho. em que o mercado mundial imp!e maior competitividade entre as empresas. em sua maioria. #olo#ando em segundo plano os ganhos 6inan#eiros0 !bviamente isso ser7 um pro#esso :ue o#orrer7 de modo gradual. :ue % a Gni#a 6orma de obter5se um real resultado nas :uestões so#iais0 Podemos tão5somente de6ender a 6orma de pensar do maior dos so#i4logos :ue instruiu a humanidade terrena0 Jesus. #aso seguida. estaríamos atestando plenamente o trabalho reali*ado por este ou a:uele pensador0 3omo esta obra não possui tal ob?etivo. não adentraremos em teses espe#í6i#as de determinados pensadores. des#onsiderando a impres#indível abordagem espiritual. em seus ensinamentos imor5redouros. ao inv%s de dedi#ar5se ao seu #res#imento espiritual. levando o mundo a graves privações nas pr4Bimas d%#adas. o homem entregou5se #ada ve* mais a pr7ti#as :ue o distan#iam de Deus0 'sso realmente gera desgastes emo#ionais e in#erte*as para o 6uturo.humana basi#amente por ideal. :ue não pode ser mantido inde6inidamente0 "oda a 6orma de governo ou sistema so#ial onde algu%m deve perder para outros ganharem % transit4rio0 . HERME!: 4 Para #itarmos alguns pensadores. :ue #onsideras in?usto.omente governos :ue mantenham o e:uilíbrio e a igualdade entre os povos trarão resultados positivos a longo pra*o0 PERGUNTA: 4 Poderias citar alguns pensadores eHou idealistas que contri(uíram para a transforma +o social na hist2ria da humanidade& 'a(emos que preferes centrar5te na mensagem0 entretanto. % o #aso de pessoas :ue ganham na loteria e arruinam as suas vidas por não possuírem e:uilíbrio para man5terem5se livres da 6orça dis#iplinadora do trabalho0 PERGUNTA: 3 Den2menos como a glo(ali%a +o. o6ere#endo melhores #ondições de vida a todos. ne#essitaríamos eBplanar suas teses e prin#ipais ideiasK #aso #ontr7rio. #have m7gi#a :ue. 6a#ilitar7 o entendimento de :ue esse % o rumo #orreto a seguir0 Al%m do mais.

:ue não serão mais esse vale das mis%rias humanas :ue deveria envergonhar a atual #ivili*ação da "erra0 PERGUNTA: 4 A humanidade do Terceiro "il#nio.Btil para a #on6e#ção de roupas. essa ser7 uma medida a ser eBe#utada pelos eleitos da Nova ra. #on6orme os moldes da so#iedade do "er#eiro $il%nio0 A "erra. por eBemplo. ent+o. o 6amoso E6inal dos temposE0 ! 6uturo reserva aos bem5aventurados :ue herdarão a "erra nobres tare6as #omo. não haver7 mais a preo#upação de produ*ir luBos sup%r6luos :ue não se?am identi6i#ados #omo produtos realmente ne#ess7rios para o #on6orto e o bem5 estar da humanidade0 ! estGpido ritual das bolsas de valores ser7 somente uma lembrança do passado. vai voltar5se para a caridade e socorrer$ os povos menos desenvolvidos que ho-e vivem na mis#ria. teremos um es6orço mundial para auBiliar no desenvolvimento e na instrução dos deserdados da sorte. #om o ob?etivo de derrubar e#onomi#amente uma nação para ganharem #om a perda alheia. 6orne#endo ao resto do mundo o eB#edente de sua prin#ipal linha de produção. mantendo5os na ignor9n#ia e na pobre*a. a 3hina se desta#ar7 pela 6abri#ação de material t. assim #omo a automação dos pro#essos produtivos. assim #omo a Austr7lia produ*ir7 autom4veis e a 3oreia reuni6i#ada desenvolver7 #omputadores de Gltima geração0 As nações do mundo trabalharão em #on?unto e sem re#eio de repres7lias. eB#lusivamente para enri:ue#erem ainda mais0 As ne6astas pressões mundiais de mer#ado. por:ue todos devem gerar ri:ue*a para o #on?unto. mas #omo os en#arnados deste 6inal de #i#lo evolutivo se es#ravi*aram aos seus interesses pessoais.o(-etivo de manterem melhores pre os. :uando homens ganan#iosos movimentavam as suas 6ortunas entre empresas e at% mesmo entre países. pois não haver7 mais o espírito se#t7rio :ue visa a atender somente aos interesses pr4prios de uma Gni#a nação0 Al%m disso. at% :ue a indi6erença e a mis%ria se?am erradi#adas da 6a#e da "erra0 $as deve 6i#ar #laro :ue não haver7 um assisten#ialismo pura e simplesmente0 m um primeiro momento os eB#luídos serão so#orridos. essa % uma tare6a :ue deveria ser eBe#utada pela atual humanidade. e assim n+o perderem o seu mercado consumidor* N+o seria assim& HERME!: 4 ! ir4ni#o disso tudo % :ue a globali*ação. mas sim para atender Cs ne#essidades de produção.4 assim a "erra ter7 uma so#iedade moderna e desenvolvida #omo os +F . assim como o grande n:mero de pessoas que so(revivem em um cen$rio de e)clus+o social na grande maioria das na !es do mundo& HERME!: 4 Na verdade. ser7 uma remota lembrança do despreparo espiritual da humanidade do 6inal do atual #i#lo evolutivo da "erra. % um 6en4meno em per6eita sintonia #om a Nova ra. #omo os mundos mais evoluídos. mas imediatamente haver7 um pro#esso de edu#ação e pro6issionali*ação dessas pessoas para :ue elas possam E#aminhar pelas pr4prias pernasE0 "odos somos 6ilhos de Deus #om igual poten#ialK o :ue 6alte C humanidade atual % igualdade de oportunidades0 3omo a humanidade da Nova ra não dese?ar7 Ees#ravi*arE os mais 6ra#os. em alguns s%#ulos produ*ir7 de a#ordo #om as ne#essidades globais e de 6orma regionali*ada0 PERGUNTA: 4 Poderias esclarecer melhor essa quest+o& HERME!: 4 Por eBemplo< en:uanto o Brasil alimentar7 o mundo #om a 6orça de sua agri#ultura. mas os homens 7vidos por poder e ri:ue*a #onseguiram deturpar a sua 6inalidade0 A abertura mundial do #om%r#io % uma das trans6ormações :ue #ertamente serão vitais para a Nova raK não #om o ob?etivo de en#ontrar uma nova Emassa humana miser7vel para #onsumoE. promover o bem #omum entre os povos e resgatar a dignidade das nações a6ri#anas. e não serem um peso eBtra0 .

e prin#ipalmente moral. #onduta típi#a do per6il da:ueles :ue ainda não en#ontraram a Iu* do 3risto. en#ontramos espíritos relapsos para o estudo e o trabalho e geralmente irrespons7veis. :ue terminam di6i#ultando ainda mais a sua situação e tornam5se um 6ardo a ser suportado pelos parentes e pela so#iedade0 Na Nova ra reen#arnarão. dando melhores #ondições de vida C sua des#end. #ultural. intele#tual. almas determinadas :ue trans6ormarão tal #en7rio. pois teríamos de estudar a índole destes para ver a 6orma #omo utili*ariam tal re#urso instrutivo0 $as. o lado mais 6ra#o. muitos espíritos rebeldes e desa?ustados ainda podem obter o ingresso para #olo#arem5se C direita do 3risto e reen5#arnarem na "erra da Nova ra0 3aso a humanidade 6i*esse um es6orço e promovesse algum progresso no #ampo so#ial. isso % muito relativo. nesse segmento so#ial menos 6avore#ido.demais mundos do 2niverso :ue ?7 ingressaram nesse 6uturo est7gio em :ue o nosso planeta est7 adentrando0 PERGUNTA: 4 'eria possível chegarmos a esse patamar que citaste.n#ia do imenso nGmero de almas anti#rísti#as em solo terreno0 PERGUNTA: 4 7isseste h$ pouco que o assistencialismo n+o # o caminho a ser seguido.n#ia0 PERGUNTA: 4 A solu +o para os pro(lemas sociais do mundo estaria na educa +o de qualidade para todos& HERME!: 4 Para a nova geração de eleitos :ue em breve estar7 peregrinando pela "erra essa medida ser7 de vital import9n#ia para o r7pido progresso nas pr4Bimas d%#adas0 J7 em relação aos espíritos atualmente en#arnados. teríamos o desinteresse em relação aos mais pobres. #om #erte*a. ent+o.eria di6í#il. mas sim o tra(alho educativo para que os deserdados da sorte comecem a produ%ir por si s2* Poderias aprofundar o tema& HERME!: 4 3ertamente :ue sim0 ! assisten#ialismo % uma bengala :ue humilha e eB#lui ainda mais a:ueles :ue vivem na mis%ria #ompleta ou ne#essitando de outrem para se sustentar0 Nem mesmo durante este est7gio evolutivo :ue ainda vive a "erra podemos #onsider75lo #omo sendo o #aminho para 6ormar uma so#iedade melhor ou então para avançar no #on#eito da #aridade0 . h$ a necessidade de um esfor o nesse sentido antes da Nova Era& HERME!: 4 Não 6oi isso :ue a6irmamos0 3omo ?7 dissemos.ustentar algu%m ou dar #omida para os :ue passam 6ome % um gesto ++ . as iniciativas que fossem tomadas para um mundo melhor. e. por:ue teríamos obst7#ulos nos dois lados em :uestão0 Pelo lado mais 6orte. seriam in:teis* Por que. antes do atual período. do outro lado. com os espíritos atualmente encarnados na Terra& HERME!: 4 . poderíamos a6irmar :ue o mundo e a #ultura da "erra seriam bem superior ao :ue atualmente vemos0 Não podemos nos es:ue#er :ue da mesma 6orma :ue um homem das #avernas se ente5 diaria ouvindo as magní6i#as #omposições de $o*art a atual humanidade terrena sentiria saudades e t%dio por não poder mais #ultivar os seus #ostumes primitivos0 PERGUNTA: 4 Pelo que entendemos. talve* 6orne#esse melhores #ondições para um maior nGmero de irmãos ven#erem as suas imper6eições morais e assim se elegerem para a Nova ra0 $as % evidente :ue o resultado 6i#aria #omprometido pela grande aura negativa :ue ronda a "erra em de#orr. segundo a 4ti#a humana. haveria muitos #asos de espíritos rebeldes e desinteressados pelo progresso e pelo seu reerguimento0 Neste Gltimo grupo.

se?a o mais humilde :ue 6or.omo avaliar essa quest+o segundo a 2tica da Nova Era& 100 . nem dis#utimos. o ne#essitado deve ser re#uperado para a so#iedade por:ue % de senso #omum :ue o 6undamental % ensinarmos a pes#ar e não 6i#armos 6orne#endo o peiBe todos os dias0 PERGUNTA: 3 Analisando as tuas respostas e o(servando a atitude ir2nica e desrespeitosa ao tra(alho espiritual da humanidade atual. al%m de ser um desrespeito para #om a missão legada pelos planos superiores. pois pre#isam #orrigir graves e:uívo#os do passado. ou se?a. que tens a di%er a respeito disso& HERME!: 4 "odos os en#arnados :ue possuem #ons#i. de 6or5 mação pro6issional e de emprego. muito ser7 pedidoLE PERGUNTA: 4 E quanto . #omo o eram os romanos da %po#a0 A nossa resposta anterior visava a ir mais al%m. a tare6a % mais #ompleBa. devem promover um pro#esso de trans6ormação na:uele ser :ue en#ontra5se desanimado. % uma perigosa atitude. terminamos por nos desanimar e ficamos compelidos a apenas aguardar a Nova Era. pois :uem possui #ons#i.nio negar abrigo ou alimento a :uem :uer :ue 6osseK poderia ser in#lusive um desa6eto.n#ia espiritual do momento :ue vivemos são espíritos :ue reen#arnaram #om a missão de trabalhar para a transição pla5 net7ria rumo a um novo est7gio de evolução0 ! des9nimo e o desinteresse em a?udar aos seus semelhantes. a caridade assistencialista& HERME!: 4 A pergunta 6oi voltada para uma visão #onstrutiva e remodeladora da so#iedade em :ue vivemos0 Ouanto C ne#essidade de estender um pão ou um prato de #omida a :uem tem 6ome. do :ue apenas um prato de #omida. quest+o da reforma agr$ria& A luta pela terra.n#ia espiritual. mas não % o gesto ideal0 A:ueles :ue pro#uram realmente prati#ar a #aridade. enquanto poucos possuem e)tensos latif:ndios& . em que um grande n:mero de homens do campo lutam por um peda o de ch+o.n#ia espiritual tamb%m vive a sua Gltima #han#e de al#ançar o amor #rísti#o ne#ess7rio para #olo#ar5se C direita do 3risto e ser #onsiderado eleito para a Nova ra0 Para a grande maioria da humanidade. de :ue ele ir7 ne#essitar novamente no dia seguinte e talve* não tenha :uem o sirva0 PERGUNTA:4"as pessoas mal alimentadas n+o possuem condi !es para aprender nem t4m 6nimo para se reerguerem* N+o ser$ necess$ria.nobre e demonstra senso de amor ao pr4Bimo e de #aridade. pois esse % um dever sagrado de todo o 6ilho de Deus0 Ouem nega #omida a :uem tem 6ome #omete grave delito segundo as leis divinas0 "anto % assim :ue Jesus insistiu por diversas ve*es sobre a import9n#ia desse ato em seus ensinamentos0 este era um pre#eitos b7si#os da so#iedade ess. ap4s alimentado. quando espíritos de (om quilate espiritual ser+o uma agrad$vel companhia e poderemos -untos construir um mundo melhor* . basta #on:uistar o sentimento sin#ero de amor ao pr4Bimo para atingir a meta de evolução estipulada e evitar a ação magn%ti#a de atração do astro intruso0 J7 para os :ue possuem #ons#i. despertar em si o amor :ue move a vontade C bus#a e6etiva do bem de outrem. trabalhando ativamente pelo es#lare#imento da humanidade a 6im de se redimirem do mau uso de seu #onhe#imento espiritual no passado0 Iembremos a:ui as palavras de Jesus< EA :uem muito 6or dado. nesses casos. pois. desiludido #om a vida.nia :ue deu suporte C missão do $essias na "erra0 ra ina#eit7vel para um ess. e dar5lhe 6orças e #ondições para :ue ele re#upere a sua dignidade0 $ais vale uma oportunidade de aprendi*ado. se?a :ual 6or o seu nível espiritual. que despre%a as Cerdades 7ivinas na sa:de e corre para um centro espírita como um coelho assustado na doen a.

se?a :uem :uer :ue 6or. não #ompreendem :ue ho?e são os lati6undi7rios e amanhã serão os sem5terra. onde poderão lev75las para todo o 2niverso0E $as o des#aso para #om as leis in6initas da Mida $aior sempre 6oi #omum C grande maioria dos homens da "erra0 . as terras e todo o patrim4nio :ue a#hamos ser nosso % tão5somente de nosso Pai.HERME!: 4 Mede #omo todas as :uestões :ue a6ligem o ser humano são 6ruto eB#lusivamente de seu desinteresse para #om a evolução espiritual e o progresso humanoL . temos os poderosos agricultores que utili%am tam(#m da for a para defender os seus interesses* . mas sim o bom senso e a bus#a sensata dos direitos :ue #abe a #ada um0 Ouanto aos oportunistas e os :ue promovem o mal ao seu pr4Bimo. por des#onhe#erem a Iei do 3arma. #aso a ?ustiça dos homens não solu#ione o problema.ua 3riação. (em como a comple)idade da quest+o da terra. onde o homem. e o desinteresse em en#ontrar a pa* e o amor 6a* #om :ue o homem imagine :ue o seu 6ilho vale mais :ue o do vi*inho. #ompreenderia :ue somos apenas mordomos de Deus.5lo. pelo di7logo #ristão0 $uitas pessoas perdem a vida por tomarem atitudes raivosas0 8 possível #onstatar isso in#lusive no tr9nsito das grandes #idades. sem saber :ue o des#endente do pr4Bimo pode ser um espírito :ue amamos muito desde outras eras0 ! homem do #ampo luta #om medo de perd. mas tam(#m afirmaste que a terra n+o # do homem. s+o pequenos produtores que dependem daquelas terras quem s+o as vítimas* E ainda temos de avaliar os oportunistas. e reconhecemos a ra%+o nos dois lados da controv#rsia* "as nem sempre s+o grandes latif:ndios que s+o atacados* Us ve%es. #ontinua aprisionado a poderosos laços #7rmi#os :ue s4 se rompem #om #ompreen são e o amor0 PERGUNTA: 4 Entendemos as tuas coloca !es. pode nos subtrair esses bens a :ual:uer instante da vida 6ísi#a0 at% ho?e não vimos um espírito se:uer :ue tivesse ingressado na Mida $aior #arregando os seus perten#es materiais0 Nem mesmo os 6ara4s do Antigo gito. e sim de 7eus* Essas informa !es n+o s+o contradit2rias& 101 . pois a #asa. por meio da 6orça e agressão0 !s #on6litos da posse da terra tamb%m não podem ser vistos de 6orma di6erente0 A agressividade ?amais ser7 de6endida por n4s.n#ia. lo#al onde % #omum vermos motoristas se digladiando nas avenidas e #ausando trag%dias pelo simples dese?o de 6a*er valer a sua opinião. mas est+o infiltrados no movimento para lucrar ganhando alguma por +o de terra para depois repass$5la* Pelo outro lado. por não amar e respeitar o seu semelhante. e vi#e5versa. tende #erte*a de :ue da Justiça de Deus % impossível es#aparL PERGUNTA: 4 Dalaste em defender os direitos com modera +o e equilí(rio. sente :ue ?7 viveu em grandes lati6Gndios e 6oi tão indi6erente #omo a:uele :ue ho?e #ondena0 assim prosseguem os #on6litos na esteira dos s%#ulos. #omo ?7 6alamos no primeiro #apítulo deste trabalho. que nem s+o agricultores. #onseguiram #arreg75las al%m das portas da sepultura0 3omo disse5nos Jesus< ENão guardem ri:ue*as :ue a traça r4i e a 6er5 rugem #onsome0 -uardem ri:ue*as no #oração. at% :ue aprendam a amar ou se?am atraídos para o inevit7vel eBílio planet7rio0 A des#rença espiritual. pois re#orda em sua mem4ria eterna in#ons#iente :ue ?7 viveu sem um #hão para plantar0 a:uele :ue luta para toma5la.omo agir em meio a um conflito t+o difícil& HERME!: 4 ! homem deve de6ender os seus direitos e interesses #om e:uilíbrio e prud. :ue eram enterrados #om as suas ri:ue*as. o 3riador0 Da mesma 6orma :ue le nos d7 o direito de administrar o patrim4nio de .e o homem houvesse despertado para a realidade de :ue somos espíritos imortais :ue passamos um pe:ueno est7gio de nossas vidas in6initas nas en#arnações no mundo 6ísi#o.

mas devem *el75la para :ue produ*a 6rutos e alimente o mundo0 is mais um motivo para :ue a humanidade se una para gerar alimentos e permitir melhores #ondições de vida aos seus seme5 lhantes0 De6ender a terra somente para #onsiderar5se dono de eBtensas propriedades % uma atitude tão in6antil :uanto a de uma #riança :ue não :uer dividir os seus brin:uedos #om o irmão*inho0 is mais um motivo para o homem de6ender o direito C terra #om moderação e sensate*.eus 6ilhos0 -ostaríamos de reprodu*ir a:ui neste espaço a 6iloso6ia de não5viol. matando ou 6erindo0 Abster5se de :ual:uer viol.n#ia0 J7 6a* muitos mil%nios :ue a humanidade se libertou da irra#ionalidade0 Podemos #ompreender a 6alta de amor no atual est7gio em :ue vive a "erra. evitando 6alar mal da:ueles :ue #onsideramos inimigos0 Não permitir a viol. mas não #onv%m pagar :ual:uer preço para isso. mas infeli%mente a humanidade encarnada apenas acha essas palavras (onitas.n#ia mental.n#ia de $ahatma -andhi< Não reali*ar viol. podemos #itar a bela missão de $ahatma -andhi. ?amais promovendo a viol. guardando 4dio se#reto0 PERGUNTA: 4 G uma pena.n#ia material a ningu%m. que # certamente o grupo mais forte* . mas -amais aceita aplic$5las em sua rotina di$ria* N+o haveria outra forma de conscienti%a +o para a pa% e o amor& HERME!: Q Iamentamos. agora a 6alta de #apa#idade de ra#io#ínio para en#ontrar soluções sem o uso da viol.n#ia0 3omo eBemplo de resultados positivos obtidos dessa 6orma.s anos que se passaram nos mostram que o conflito da terra n+o se resolveu com o di$logo.HERME!: 4 A terra % tão5somente de Deus. por:ue somente Deus sabe o :ue % realmente #orreto e ?usto para os .n#ia % in#on#ebível nos dias atuais0 Ademais. pois #abe somente ao Pai a sua real propriedade0 PERGUNTA: 4 . para bem #uid75la0 Jamais os homens devem intitular5se os Edonos da terraE. devemos #ompreender :ue os espíritos :ue estão en#arnados na "erra são ainda aprisionados a dolorosos #armas0 8 importante lutarmos pelo :ue a#reditamos ser o melhor. :ue libertou a índia do domínio ingl. pois os governos respons$veis por essa redistri(ui +o das $reas para a produ +o agrícola n+o se interessaram em afrontar os interesses dos latifundi$rios.n#ia verbal.omo manter5se em uma atitude moderada e serena se ela n+o demonstra resultado& HERME!: 4 8 6undamental lutarmos pelos nossos interesses de 6orma pa#í6i#a e inteligente. mas o homem % o seu mordomo. a 6iloso6ia de -andhi deveria ser estudada nas es#olas #omo 6orma de solução pa#í6i#a para os #on6litos políti#os e so#iais0 102 . pensando mal da:ueles :ue #onsideramos inimigos0 Não abrigar no #oração res:uí#ios de viol.n#ia emo#io5 nal. ou #aseiro. mas a lição % #lara e #ristalina #omo a 7gua #orrente de uma #as#ata0 f est7gio de evolução #m :ue vive a "erra eBige :ue o homem se auto#ons#ienti*e.s pela pr7ti#a da não5viol. #ompreendendo :ue o amor % o #aminho para a libertação espiritual0 'n#lusive.

#omo ?7 dissemos anteriormente. a#hando :ue somente a sua parentela mere#e usu6ruir dos bens ad:uiridos0 Ouando o homem trabalhar para o bem #omum e não para os seus interesses se#t7rios. com um perfil semelhante ao que entendemos ho-e por socialismo. o interesse não estar7 no lu#ro. todo o retorno 6inan#eiro eB#edente nas relações #omer#iais 6i#ar7 nas mãos do stado para promover o desenvolvimento so#ial #on?unto. esse ser7 o elemento :ue alimentar7 e dar7 6orça C humanidade da Nova ra0 ! :ue os estimular7 a produ*ir e obter sempre melhores resultados ser7 a satis6ação de observar o progresso em si e o resgate da #idadania nos deserdados e eB#luídos0 Por tratar5se de uma Eso#iedade de irmãos e para irmãosE. mas sem esse abismo #olossal :ue eBiste na so#iedade atual. haver7 pro6undas trans6ormações so#iais no mundo0 ! #on#eito de herança ser7 abolido e somente poder7 usu6ruir de #on6orto e bem5estar a:uele :ue #olaborar para o bem #omum de toda a so#iedade. nesta ou em vida passada. onde trabalhadores es6orçados re#ebem um sal7rio irris4rio e estrelas da mídia ganham 6ortunas #om a eBposição de sua imagem e de seu trabalho. e as ideias intransigentes de almas ainda imper6eitas0 ParadoBalmente. mas no bem5estar so#ial e no progresso da #oletividade0 ! :ue #ausou o 6ra#asso do #omunismo e do so#ialismo na humanidade atual 6oi o desinteresse produtivo. para 6inan#iar as #ampanhas políti#as típi#as de so#iedades atrasadas0 Na Nova ra. tornando o mundo a #ada dia um lugar melhor para se viver0 10@ . ent+o. a#abando #om a eB#lusão so#ial e promovendo o bem #omum0 greas #omo saGde e alimentação. temos os desvios de verbas #om interesses es#usos.Mede a import9n#ia da edu#ação. muitas ve*es de #onteGdo #ontest7vel e :ue não engrande#e a so#iedade0 !s 6ilhos da Nova ra serão 6ormados desde #edo para #ontribuírem #om a so#iedade. em ra*ão da reade:uação de atividades e ne#essida5 des0 Al%m do mais. uma presen a mais forte do Estado para regular as atividades humanas e a economia& HERME!: 4 ! problema do #ontrole do stado nas atuais so#iedades pelo mundo % a #orrupção :ue impera nesses organismos0 Por ser um patrim4nio de todos. assim #omo segurança. sendo :ue os #asos de rebeldia e desinteresse pelo trabalho. e não uma so#iedade ganan#iosa #omo a atual. :ue serão raros. redu%ir$ at# eliminar a iniciativa privada que visa somente ao lucro& Teremos. não importando a sua atividade pro6issional ou posição hier7r:ui#a nas organi*ações0 8 #laro :ue as pro6issões :ue eBi?am mais serão melhor re#ompensadas. terão a#ompanha5 mento m%di#o5psi:ui7tri#o para tentar identi6i#ar o trauma.n#ia desses #on#eitos a6asta a humanidade do #aminho da Iu* e demonstra #laramente o motivo pelo :ual esse imenso nGmero de espíritos est7 sendo en#aminhado para o planeta5eBílio0 PERGUNTA: 4 G certo que a humanidade do Terceiro "il#nio vencer$ essa etapa dos conflitos da terra e da redistri(ui +o das rique%as do mundo& HERME!: 4 Não tenhais dGvidaL ! grande mal da atual humanidade % se aprisionar aos laços mes:uinhos de sangue. :ue ainda ser7 ne#ess7ria nas primeiras d%#adas. o #ontrole se torna mais di6í#il e a m7:uina pGbli#a termina in#hando #om a :uantidade de 6un#ion7rios e de tare6as :ue ?7 não agregam mais valor. por 6alta de estímulo 6inan#eiro. :ue #ause tal anomalia0 Devemos nos lembrar :ue na Nova ra a medi#ina e todas as 7reas #ien5 tí6i#as estarão asso#iadas aos #on#eitos e m%todos espirituais0 PERGUNTA: 4 Essa transforma +o social. re#eberão grandes investimentos. da pr7ti#a do amor e do resgate dos valores humanos na 6ormação espiritual dos en#arnadosL A aus.

% onipresente. :ue serão eBe#utadas por andr4ides em um 6uturo não muito distante0 10& . a(ordada em capítulo anterior. gradualmente. nos # difícil crer. e tudo sabe0 Portanto. pela imposi +o da for a* 'e fFssemos divulgar essas tuas afirma !es em uma assem(leia da . v$rios críticos as contestar+o. do mal e de todos os in#onvenientes de uma so#iedade distan#iada do 3risto0 PERGUNTA: 4 Essas tuas informa !es nos levam a crer em um mundo dos nossos sonhos. pois # f$cil discuti5las na teoria. de 6orma :ue Enenhum 6io de #abelo #ai da #abeça de um homem sem :ue le o saibaLE ! 3risto Planet7rio.rgani%a +o das Na !es Unidas L. tanto no #ampo artísti#o #omo no #ientí6i#o0 Iogo o trabalho humano ser7 substituído. fica a d:vida de que haver$ ou n+o empregos para todos* Acreditamos que a automa +o dos processos produtivos chegar$ a um ponto em que a interven +o humana ser$ desnecess$ria* . mas na pr$tica aplic$5las seria quase impossível.NUM certamente seríamos ridiculari%ados* . pode5se ter uma ideia da #apa#idade administrativa do $undo $aior e de #omo :uanto mais evoluído somos. onde o trabalho me#9ni#o e repetitivo ?7 não ser7 mais ne#ess7rio para edu#ar e dis#iplinar espíritos prim7rios0 !s habitantes da "erra da Nova ra deverão estar livres do trabalho mon4tono e repetitivo para aper6eiçoarem5se em 6unções #riativas. naturalmente mais #apa#idade em todos os #ampos teremos0 3omo os eleitos reali*arão uma Einvasão de pa*E no mundo 6ísi#o.er7 o 6im da viol.Al%m do mais. que essas transforma !es ocorrer+o* Analisando o conte)to mundial. vemos somente uma (usca por interesses e)clusivistas. entidade espiritual representante de Deus na "erra. que nos di%es a esse respeito& HERME!: 4 sse % o preço :ue os m%diuns pagam pelo #ompromisso assumido no Al%m para #om as Merdades spirituais. e o 3riador os administra #om per6eição. o(servando o mundo a nossa volta. permitindo5se servirem #omo instrumentos de divulgação das in6ormações destinadas ao novo #i#lo evolutivo na "erra0 3om o passar das d%#adas. como o planeta Terra* . que nos parece at# mesmo uma utopia* Assim como na quest+o das religi!es. at% mesmo nas tare6as mais #ompleBas. haver7 um total respeito C liberdade individual e estímulo ao #res#imento em todas as 7reas de atuação humana0 8 por esse motivo :ue in#entivamos os espíritos :ue estão en#arnados na "erra atualmente para :ue não per#am a oportunidade de obter o ingresso para a Nova ra por meio do amor e das virtudes #ristãs :ue Jesus nos ensinou0 'rmãos. que podes nos di%er a respeito& HERME!: 4 'sso % muito bomL A humanidade est7 ingressando em um est7gio de desenvolvimento superior. pa* e 6eli#idade para todos0 . em virtude da comple)idade de uma sociedade com um grande n:mero de ha(itantes.n#ia. o "er#eiro $il%nio na "erra ser7 uma preparação para o paraísoL 2m reino de amor. em breve habitarão a "erra pro6issionais eBemplares :ue promoverão um mutirão #on?unto para atingir as metas :ue #itastes #omo E:uase impossíveisE0 PERGUNTA: 4 "esmo aceitando a ideia de que a humanidade do Terceiro "il#nio ser$ (em mais evoluída. mas lembramos :ue temos mais mundos no 2niverso do :ue o nGmero de grãos de areia na bela #osta do litoral brasileiro. que nos di%es a respeito& HERME!: 4 ntendemos as vossas preo#upações. 6i#areis grati6i#ados por terdes parti#ipado deste nobre trabalho de Iu*0 PERGUNTA: 4 Essas tuas afirma !es s+o realmente animadoras* No entanto. a tudo v.

mas não para os homens da "erra do "er#eiro $il%nio. :ue poderiam ser en#aradas #omo um trabalho. como ainda somos. #ertamente teríamos um #olapso so#ial. :ue não ser7 mais utili*ado para o trabalho me#9ni#o. :uem teria #ondições de #onsumir os produtos. C medida :ue a "erra venha a ser povoada #ompletamente pelos espíritos eleitos do . essas são trans6ormações :ue o#orrerão gradualmente.enhor. frente de nossa atual humanidade* Acreditamos que as almas (em5 intencio5nadas da atualidade. #om aEso#iedade dos eBiladosE. mas simples. voltadas plenamente para o progresso0 Ao inv%s de se entorpe#erem #om drogas ou aproveitarem o tempo livre para atividades :ue não agregam valor para a evolução espiritual. os produtos de ne#essidade b7si#a serão 6orne#idos gratuitamente pelo stado0 J7 os sup%r6luos.PERGUNTA: 4 Analisando pela nossa vis+o atual. 6arão parte de um sistema de transação em :ue os habitantes os #omer#iali*arão #om a renda obtida por meio das Eatividades #riativasE :ue eBe#utarão no 6uturo0 PERGUNTA: 4 G difícil imaginar uma sociedade assim* "ilh!es de pessoas sem tra(alhar diretamente nas atividades produtivas e vivendo do la%er e de 8atividades criativas8* Podes nos dar mais detalhes& HERME!: 4 3ompreendemos a di6i#uldade para a#eitar essa organi*ação so#ial. #omo 10( . fica difícil crer que isso n+o gerar$ uma grande massa de desempregados e uma profunda e)plora +o dos poucos que se manter+o em atividade* Podes esclarecer5nos so(re essa nossa d:vida& HERME!: 4 8 #omo ?7 dissemosL !s integrantes da so#iedade da Nova ra saberão :ue 6oram eleitos para um novo período de evolução planet7ria e :ue devem amar e respeitar os seus semelhantes0 Ademais. os insumos serão ar#ados pelo sistema e#on4mi#o do stado0 Portanto. por #ausa do m%todo de produção automati*ada0 Ademais. o :ue o 3risto espera de seus irmãos menores % :ue atin?am a meta do atual est7gio de evolução na "erra< o Amor 3rísti#o. pois estes serão os :ue herdarão a "erra da Nova raL PERGUNTA: 4 As tuas afirma !es nos passam a ideia de que os espíritos da Nova Era estar+o muito . terão a 6inalidade Gni#a de engrande#er a alma e gerar um sentimento de reali*ação. em ra*ão da perigosa rotina o#iosa de uma so#iedade vi#iada0 Provavelmente haveria uma intensi6i#ação no #onsumo de drogas e bebidas al#o4li#as e muitas trag%dias por termos mentes primitivas em total 4#io. pois se isso a#onte#esse ho?e em dia. pelos bem5aventurados :ue 6orem mansos e pa#í6i#os. pois a satis6ação 6inan#eira ser7 algo #ompletamente despre*ível para os habitantes da Nova ra0 PERGUNTA: 4 "as isso ocorrer$ somente daqui a muitas d#cadas& HERME!: 4 3omo estamos eBpli#ando desde o iní#io deste trabalho. de uma sociedade imperfeita e atrasada moralmente. ?7 :ue não haveria rendaX ! :ue o#orrer7 % :ue essas atividades produtivas não gerarão #ustos. os habitantes da Nova ra aproveitarão o tempo disponível. n+o estar+o . se os respons7veis por todo esse sistema somente se utili*assem de m7:uinas. #omo se entende ho?e em dia. ou se?a. :ue serão almas em bus#a da evolução espiritual. #omo o #onhe#eis. para desenvolverem5se em todas as 7reas do #onhe#imento espiritual e humano e para reali*arem atividades 6ísi#as e de la*er :ue lhes tragam 6eli#idade e harmonia0 At% mesmo as Eatividades #riativasE. desempregando todo o resto. altura do novo est$gio de evolu +o* Estamos certo& HERME!: 4 stais enganadosL Pelo #ontr7rio. sem uma atividade repetitiva :ue as o#upe0 3omo di* o ditado< E$ente o#iosa % o6i#ina do diaboLE o ditado est7 #erto para a atual #ivili*ação.

mas generosas. :ue al%m do desenvolvimento moral e intele#tual asso#iam as suas ações C sabedoria espiritual. e serão desenvolvidas t%#ni#as de geração de energia não poluentes. reen#arnando na "erra do "er#eiro $il%nio possuirão um amplo espe#tro de atua#ão para desenvolverem5se no #ampo do progresso em todas as 7reas do #onhe#imento humano0 J7 os #ientistas e intele#tuais. ou se?a. do :ue a arrog9n#ia e a prepot. entendemos que milh!es de pessoas morrer+o por falta de infra5estrutura para esse aumento populacional* . #onsegue alçar voos mais altosL PERGUNTA: 4 No livro 8A 9ist2ria de um An-o8 disseste que a tend4ncia para a Nova Era # aumentar o n:mero de ha(itantes em nosso planeta* Analisando a fome no mundo. re#uperando5se os estragos #ausados pelos da Ees:uerdaE do 3risto :ue ?7 não mais reen#arnarão em solo terreno0 !s eleitos apla#arão a 6ome do mundo e re#uperarão os re#ursos hídri#os. guardai a mensagem< E$ais vale #ultivar o amor in#ondi#ional no atual est7gio evolutivo na "erra.n#ia ap4s o eBílio planet7rio0 Por isso. #omo ?7 havia sido pro6eti*ado por Jesus e pelo ap4stolo João0 Portanto. assim #omo % ne#ess7rio limpar um salão de 6estas ap4s o tumulto dos baderneiros0 3on#luída a higieni*ação 6ísi#a e astral do planeta "erra. povoada de 6uturos eBilados.n#ia da atual situação de transição planet7ria aproveitar o momento para #olo#arem5se de6initivamente entre os eleitos do 3risto0 :uando o astro intruso #ru*ar pelos #%us da "erra. mas arrogante0 ssas almas simples.?7 vos 6alamos por diversas ve*es neste trabalho0 8 mais prov7vel :ue um simples #ampon. a prov$vel escasse% de $gua pot$vel e a falta de saneamento ($sico nas regi!es mais po(res. :ue despre*am a dor alheia e eBploram os seus irmãos. in#lusive a dos mares. #olhe o :ue plantou nos s%#ulos passados0 3abe aos :ue possuem #ons#i. em um trabalho organi*ado para re#uperar o #ombalido planeta "erra. do :ue o #ientista. onde irão 6iBar resid. provavelmente 6arão parte das agremiações de magos negros do planeta absinto. in#lusive o nu#lear. que tens a di%er& 10/ . em grande es#ala0 Aaver7 um trabalho de re#i#lagem do liBo. não podemos esperar outras #onse:u. que di%er a respeito disso& HERME!: 4 ! período de E6inal dos temposE ser7 uma %po#a de #aos. a humanidade terrena. #aridade e espírito de 6raternidade entre os homens0 ! mundo estaria inserido em um outro #en7rio #aso a humanidade houvesse aproveitado a oportunidade de evolução espiritual :ue lhe 6oi o6ertada0 Agora. intele#5lual. serão #ertamente os grandes respons7veis por liderar os avanços para a Nova ra0 A:uele :ue desenvolve as duas asas do Ean?oE.n#ia intele#tualLE PERGUNTA: 4 "as h$ irm+os que se desenvolvem tanto no campo do amor e da moral crist+. :ue ?7 #ausou graves trag%dias pela inaptidão humana. ini#iar5se57 o pro#esso de regeneração de nosso mundo0 Pou#o a pou#o a E#asa ser7 reorgani*adaE. o amor e a sabedoria.s :ue ama e respeita o seu semelhante obtenha o ingresso para a Nova era. os eleitos para a Nova ra #riarão uma estrutura so#ial :ue permitir7 tripli#ar a atual população do planeta sem :ue ha?a 6ome. sede e des#on6orto para os #idadãos0 PERGUNTA:4 G difícil crer que uma popula +o de de%oito (ilh!es de ha(itantes n+o gere um caos social e uma polui +o desenfreada do meio am(iente* .n#ias da 6alta de amor. desenvolvendo te#nologia para tornar pot7vel a 7gua em :ual:uer estado. como no campo intelectual* Estamos certos& HERME!: Q 8 evidente :ue simL sses espíritos.

alomão e Davi. o que poderias nos di%er so(re os conflitos entre a cultura ocidental e a $ra(e& HERME!: 4 3omo ?7 vos dissemos. os ?aponeses :ue so6reram as atro#idades de Airoshima e NagasaPi eram os mesmos grupos revolu#ion7rios atlantes :ue haviam se apropriado indevidamente da energia Mril e #ausado graves eBplosões Emagn%ti#asE na tr7gi#a guerra das EDuas RaçasE. :ue :uase tr. :ue não eBige grandes re#ursos e te#nologia0 Al%m do mais. #omo o#orre normalmente #om espíritos endure#idos no 4dio.n#ia0 Da mesma 6orma. eles 10) . :ue se a6ina #om o seu per6il ideol4gi#o. desrespeitando o direito C liberdade de seus irmãos0 sse tipo de #omportamento sempre semeia 4dio. o#orrida alguns anos antes da submersão do 6amoso #ontinente. ainda mais se estes são voltados para si pr4prios e não para o bem #omum0 As nações tentam impor as suas #ulturas e ambições umas sobre as outras. não h7 harmonia onde não eBiste amor e respeito mGtuo0 Na atual so#iedade imper6eita dos prov7veis eBilados. mas apro6undaremos a :uestão em #apítulo pr4prio no de#orrer desta obra0 PERGUNTA: 4 No conte)to mundial. possuem poder 6inan#eiro e te#nol4gi#o. as nações :ue se agridem mutuamente serão regidas pelas mesmas leis de 3ausa e 6eito< a Iei do 3arma0 Iogo. aguardando o momento do acerto de contas com a 8<ei de A +o e Rea +o8& HERME!: 4 !bviamente nãoL ! Pai % magn9nimo e não um #arras#o #ruel0 sses espíritos tiveram de*enas de oportunidades para saldar pelo amor o seu d%bito #om os irmãos aos :uais in6ligiram dor0 $as. % muito di6í#il #on#iliar interesses. #apitaneados pelos stados 2nidos. os #armas #oletivos são a#ionados 6a*endo #om :ue determinado grupo E#olha de a#ordo #om o :ue semeou no passadoE0 PERGUNTA: 4 Poderias nos dar um e)emplo disso& HERME!: 4 !s ?udeus :ue 6oram mortos nas #9maras de g7s durante a insana trag%dia promovida pelos na*istas eram os mesmos soldados dos reis . de 6orma geral. pois in6e#ta o ar em re#intos 6e#hados somente para prati#ar o estGpido ví#io de 6umarX PERGUNTA: 4 Poderias tra%er mais alguns esclarecimentos so(re as consequ4ncias do vício defumar& HERME!: 4 J7 6alamos sobre esse tema em nossos trabalhos anteriores. basta es#onder5se para não so6rer uma repres7lia direta0 PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er so(re as consequ4ncias desses conflitos& HERME!: 4 A Iei Divina % uma s4 para todas as situações0 Assim #omo o homem :ue agride o seu semelhante 6i#a enredado nas perigosas teias #7rmi#as.s mil%nios antes eBe#utaram sem piedade todos os homens dos povos :ue #on:uistaram. ou estado.HERME!: 4 ntendemos a di6i#uldade em #rer nessa nova realidade0 A atual humanidade. espíritos a6ins reen#arnam dentro da nação. para :ue eles não tivessem des#end. a 6orma insensata :ue os povos 7rabes en#ontraram para se #ontrapor C imposição o#idental % a utili*ação da guerra do terror. salvo raras eB#eções :ue são mission7rios em trabalho de aper6eiçoamento espiritual0 Ouando as guerras e trag%dias o#orrem. ran#or e dese?o de vingança0 3omo os povos o#identais. % #omo uma #riança :ue não sabe alimentar5se e brin#ar sem 6a*er su?eira0 Poluem para produ*ir e poluem para sa#iar os seus ví#ios0 3omo #rer em um mundo organi*ado e sem poluição se o homem não respeita nem mesmo os seus semelhantes. h7 do*e mil anos0 PERGUNTA: 4 E esses espíritos ficaram todo esse tempo sem reeencarnar.

para alguns. o ran#or e o 4dio0 At% :ue a Iei Divina #essa de o6ere#er oportunidades pa#í6i#as e 6a* o espírito imortal sentir Ena peleE o mal #ausado no passado. :ue são os espíritos #oordenadores da evolução da #omunidade terrena e en#arregados de promover esses pro#essos de resgate #oletivo0 PERGUNTA: 4 E com rela +o .n#ia negativa despertada na era Aitler para evitar o eBílio planet7rio e a o#orr. :ue apesar de todas as oportunidades de re#on#iliação terminar7 por desen#adear uma ação mais en%rgi#a por parte dos E. os alemães semearam o deles ao apoiar as ideias lun7ti#as de Aitler0 sse grupo de almas agora luta para #orrigir sua 6alha e resgatar pelo amor o mal #ometido no passado0 2ma boa parte desses irmãos ?7 est7 reen#arnando ?unto a outros grupos #7r5mi#os nos stados 2nidos0 speramos :ue vençam a tend.enhores do 3armaE. podemos a6irmar :ue assim #omo os soldados do rei Davi libertaram5se de seu #arma durante a . retornando ao eBemplo dos ?udeus e na*istas. tanto econ2mica como militar& HERME!: 4 ! ob?etivo de nosso trabalho não % vati#inar sobre o destino alheio0 stamos a:ui simplesmente para interpretar a Iei de volução de Deus nos milhares de mundos do 2niverso e tentar #ons#ienti*ar o homem sobre a import9n#ia do amor e da evolução espiritual0 A Iei % #lara< #olhemos o :ue plantamosL somente o amor libertaL Oual:uer pro#edimento :ue vise a pre?udi#ar os seus semelhantes e :ue desen#adeie 4dio e ran#or trar7 uma reação na mesma medida da ação de origem0 Portanto. não ser7 di6erente0 ! importante % a humanidade en#arnada aproveitar este momento para demonstrar solidariedade e grande*a de espírito0 ssa atitude. no processo de sele +o espiritual para a Nova Era& HERME!: 4 Não um Gni#o gesto. os lo(os ou as ovelhas. para :ue assim ha?a um despertamento psí:ui#o pela dor0 2m eBemplo do :ue a:ui estamos a6irmando % o #on6lito entre ?udeus e palestinos. nesta mudança de est7gio evolutivo. pode ser o 6ator determinante para manterem5se na es#ola evolutiva da "erra nas en#arnações 6uturas0 PERGUNTA:4 Um :nico gesto poderia ser suficiente para identificar5nos como o -oio ou o trigo. promovendo sempre a vingança. política americana de imposi +o de seu estilo de vida ao mundo por meio da for a. lembrai5vos sempre de prati#ar o bem para #orrigir uma ação insana0 $as. mas a ação de6initiva para a:ueles :ue estão inde6inidos entre os dois lados< o lado do 3risto e o lado das "revas0 8 #laro :ue a 64rmula 10F .n#ia de algum #arma #oletivo durante o deli#ado período de transição planet7ria :ue estamos vivendo0 Jamais es:ueçais< EAs vítimas de ho?e são os algo*es do passado0 Não eBiste e:uívo#o na Justiça DivinaLE PERGUNTA: 3 Poderias ser mais claro& HERME!: 4 'n6eli*mente não podemos atender a esse pedido0 Assim estaríamos in6luindo no pro#esso evolutivo de almas em peregrinação pela vida 6ísi#a0 3omo ?7 dissemos< o importante % aprender a amarL ?amais duvidar da Justiça e do Amor de Deus0 PERGUNTA: 4 .ertamente a passagem desse astro intrus2 pela 2r(ita terrestre ir$ causar algumas cat$strofes em nosso mundo* Essa apro)ima +o t+o grande com a Terra n+o causar$ pro(lemas ao nosso planeta& HERME!: 4 "odos os pro#essos de transição planet7ria #ausam alguns dese:uilíbrios na rotina milenar dos orbes0 3om a "erra.egunda -rande -uerra.renegaram essa o6erta de Iu*.

na verdade # falta de entendimento de nossa parte so(re o Plano 7ivino* 'e o homem compreendesse todo esse mecanismo evolutivo. mas. quest+o dos alimentos transg4nicos* 'e a produ +o de alimentos por meio de aperfei oamento gen#tico au)iliar$ na de(ela +o da fome no mundo. mas todos possuem as mesmas oportunidades. o an?o de ho?e 6oi o homem de ontem.n#ias para #omprovar :ue o produto não 6ar7 mal C saGde da humanidade0 "al ação #oer#itiva auBilia diretamente no programa de #ontrole e pes:uisa dos transg.n#ias nos mundos 6ísi#os0 Alguns estão mais C 6rente. e o homem de ho?e ser7 o an?o de amanhã. ao seu pr4prio tempo. se tranquili%aria e au)iliaria no processo de transi +o para a Nova Era* Estamos certos& HERME!: 4 ! homem em geral ainda não possui #apa#idade para #ompreender. sem privil%gios. pois o 3riador não permitiria tanto so6rimento na humanidade0 Ao mesmo tempo.eus 6ilhos nas#em simples e ignorantes e terminam atingindo a evolução de a#ordo #om os seus m%ritos. ser7 de grande utilidade para a humanidade dos eleitos do 3risto0 Assim #omo -alileu -alilei e $o*art 6oram despre*ados por seus #ontempor9neos. vingança e #ultiva h7bitos detest7veis #omo o 6umo e o #onsumo de bebidas al#o4li#as e de drogas alu#in4genas0 3ertamente ele não est7 preparado para entender o me#anismo evolutivo das leis de Deus.ni#os e evita :ue o povo se?a vítima da gan9n#ia da atual humanidade terrena0 PERGUNTA: 4 .eria in?ustiça de Deus #olo#ar alguns de . os ativistas que procuram proi(ir o uso dessa tecnologia revolucion$ria est+o pre-udicando o avan o plane-ado pelo Alto& HERME!: 4 $uito pelo #ontr7rioL les estão eBer#endo uma 6unção #ontroladora para :ue os grandes grupos e#on4mi#os :ue desenvolvem essa te#nologia se?am rigorosos em seus testes e eBperi.para a es#olha dos eleitos não % tão simples0 aproveitamento do espírito nesse período0 la envolve s%#ulos de reen#arnações e o PERGUNTA: 4 Gostaríamos de retornar . direitos e deveres para al#ançar a Iu*0 . sem desigualdades0 n:uanto o mundo 6ísi#o reger a sua so#iedade sob o guante perverso do poder 6inan#eiro.abemos :ue esta obra ter7 uma a#eitação bem menor :ue as telenovelas de#adentes e os livros er4ti#os. a#reditar e a#eitar a E6orma de pensarE da $ente Divina0 Per#ebemos isso nos mais simples eBemplos0 ! homem in6eli* di* :ue Enão pediu para nas#erE e :ue EDeus não eBisteE. no de#orrer das mGltiplas eBist. egoísmo. mesmo por:ue se interessa mais por assuntos 6Gteis ou eB#lusivamente materialistas0 sse nosso trabalho tem a 6inalidade de estimular os en#arnados :ue ?7 estão preparados para as mudanças e es#lare#er os 6uturos eleitos para a Nova ra0 . assim #omo o an?o de ho?e #ontinuar7 evoluindo a níveis superiores.nti#as a todos os 6ilhos de Deus0 A Iei do 3riador % um eBemplo de igualdade per6eita0 "odos os . semeia 4dio. e não pelos 10+ . outros mais atr7s. tal era a pobre*a de espírito dos homens da %po#a. tamb%m assim ser7 em relação a todos os trabalhos da Alta spiritualidade no atual momento de transição planet7ria :ue vivemos0 PERGUNTA: 4 Poderias nos falar so(re o conceito de igualdade entre os homens& HERME!: 4 A igualdade signi6i#a direitos e oportunidades id. no 6uturo. orgulho. que nos parece falta de controle de 7eus.eus 6ilhos na #ondição de Ean?os iluminadosE e outros peregrinando na vida 6ísi#a para ven#er as suas imper6eições morais0 Iogo. atingindo a graduação de ar#an?o0 assim in6initamente.

teremos esse padrão so#ial #orrompido :ue vigora atualmente na "erra0 PERGUNTA: 4 Para isso acontecer. nos #rit%rios 110 . tão :uali6i#ados :uanto ele0 Ademais. n+o foi assim que entendemos* Tanto que Ga(riel. e não impostas por um Gni#o líder :ue #ondu*ir7 um rebanho d4#il e #arente0 PERGUNTA: 4 Na o(ra 8A 9ist2ria de um An-o8. podendo ser #onsiderada #omo o mais importante a#onte#imento políti#o e so#ial da hist4ria #ontempor9nea0 A revolução de 1)F+ inaugurou uma nova era. mas sim de uma renovação interior #om o ob?etivo de #ompreender :ue ?7 % tempo de trans6ormarem5se para a Iu* do 3risto0 Ouando Jesus des#eu das altas es6eras espirituais do $undo $aior para iluminar a #ivili*ação terrena. #ontamos #om o apoio de todos :ue se #ontagiarem pela bela mensagem dessa obra e se enga?arem naturalmente ao pro#esso de renovação espiritual da humanidade0 staremos sempre ?unto dos homens de boa vontade :ue trans6ormarem as suas vidas em um sustent7#ulo das 6orças divinas0 PERGUNTA: 4 Temos algumas d:vidas so(re o sucesso desse grupo no tra(alho de esclarecimento da humanidade* . que di%es a respeito disso& HERME!: 4 m EA Aist4ria de um An?oE pro#uramos #entrar na 6igura de -abriel as trans6ormações ne#ess7rias para a Nova ra. que podes nos di%er so(re isso& HERME!: 4 sse grupo espe#ial de eleitos :ue preparar7 a humanidade da Nova ra so6rer7 reveses para es#lare#er a humanidade. pois ele ser7 realmente um desses grandes líderes0 $as não vos iludaisK uma s4 pessoa não trans6orma o mundoL "anto :ue haveis de lembrar :ue nesse livro in6ormamos :ue ?unto #om ele reen#arnariam tre*entos e de*oito eleitos para auBili75lo no pro#esso de renovação espiritual da humanidade0 "al ser7 o empenho da Alta spiritualidade :ue. nem privil%gios baseados. terminou em uma #ru* in6ame0 "al % o desrespeito dos homens para #om as Merdades ternas0 ! :ue a humanidade pre#isa #ompreender % :ue as trans6ormações virão de Edentro para 6oraE. seria necess$rio que tiv#ssemos um grande líder mundial. o novo governador espiritual da Terra. lembramos mais uma ve* neste trabalho :ue a reen#ar5na#ão gradual dos eleitos modi6i#ar7 signi6i#ativamente esse #en7rio nas pr4Bimas d%#adas0 PERGUNTA: 4 . talve* -abriel nem se desta:ue tanto em meio a esse grande grupo de trabalhadores do 3risto. escravos de seus vícios do corpo e da alma* . apresenta5se como um líder transformador* . com autoridade moral para orientar a humanidade& HERME!: 4 !s homens não ne#essitam de EgurusE para orientarem as suas vidas. o protagonista do enredo.aminhando pelas ruas vemos somente rostos alienados.valores espirituais #on:uistados a partir da igualdade de oportunidades. contri(uiu nesse importante movimento social que modificou profundamente a sociedade europeia da #poca* A HERME!: 4 A Revolução 1ran#esa p[s 6im C so#iedade 6eudal abrindo #aminho para a modernidade. assim #omo o bei?a56lor se as6iBiaria para des#er aos p9ntanos e tentar eBpli#ar a bele*a das 6lores aos sapos0 $as. /gualdade e Draternidade8 da Revolu +o Drancesa& E de que maneira 'aint Germain. in#lusive.omo interpretarias o lema 8<i(erdade. um período em :ue não se a#eitaria mais a imposição da nobre*a.

'gualdade e 1raternidadeE. 6oi in6lu. o leitor poder$ conhecer na o(ra A Dlor de <Vs. ven#endo os ví#ios e as paiBões destrutivasK #aso #ontr7rio. pois liberdade sem #ons#i. .n#ia dos pensadores iluministas do s%#ulo anterior e rememorado nesse período por Saint Germain. verdadeiros tra(alhadores da Nova Era.de #asta.n#ia no pro#esso de independ. :ue tinha #omo missão prin#ipal impedir :ue a Revolução 1ran#esa tivesse um des6e#ho sangrento0 A missão do #onde de Saint Germain era a#onselhar o rei Iui* VM' e sua esposa. 6ato :ue est7 se #on#reti*ando ho?e em dia #om a 2nião uropeia0 A sua tentativa 6inal de unir a uropa 6oi o apoio dado a Napoleão Bonaparte. pro6erido ini#ialmente por Robespierre. onde os líderes são legitimados pelo voto0 ! lema EIiberdade. de Roger DeraudV. de nada valeria t.. inspirados nos ideais de Saint Germain. mas sempre trilhando o #aminho da virtude./"ENT. /gualdade e Draternidade8* PERGUNTA: 4 Poderias falar5nos mais so(re esse transformador lema:8<i(erdade.n#ia. estabele#eu os prin#ípios do pensamento religioso não5dog5m7ti#o e teve importante in6lu. 0 rei da 1rança não per#ebeu os ventos da mudança demo#r7ti#a :ue se avi*inhavam0 Ap4s diversas tentativas 6rustradas de demover os monar#as 6ran#eses. redigiam a De#laração dos Direitos do Aomem tomem e do 3idadão. condu%ida do Plano Espiritual pelo .* Ali. #onhe#ida #omo Bastilha0 n:uanto os pensadores.n#ia da Am%ri#a0 $as. #?ue apenas aproveitou5se dos #onhe#imentos de Saint Germain para interesse pr4prio. pu(licado pela E7/T. :ue são determinados pelo nas#imento0 1oi o 6im da monar:uia e os prim4rdios da so#iedade republi#ana. /gualdade e Draternidade8& HERME!: 4 is nesse lema a pedra angular para uma so#iedade mais ?ustaL A liberdade % o direito de #on:uistar a verdade por seus pr4prios passos.5la. sem imposições. sintoni%ados com o sonho de 8<i(erdade. a espiritualidade revela as origens do carma coletivo de um grupo de espíritos origin$rios da Atl6ntida. os rebeldes eBe#utavam na guilhotina e na 6or#a os antigos detentores do poder0 Saint Germain #olaborou tamb%m no progresso da #i. in6eli*mente. :ue % #onsiderada o #omplemento da liberdade individual e da igualdade espiritual0 . não #onseguiu atingir um dos seus mais importantes ob?etivos< #riar os stados 2nidos da uropa.RA 7. $aria Antonieta. mas a liberdade ?amais poder7 tornar5se motivo para gerar desigualdades 6uturas0 ! homem #iente de suas responsabilidades ?amais utili*a5se da liberdade para desta#ar5se em pre?uí*o de seu semelhante0 Nesse ponto en#ontramos a sustentação dessa trindade< a 6raternidade.N9E. sem aper5 #eber5se dos s7bios a#onselhamentos :ue lhe eram 6orne#idos para :ue se tornasse um importante e bem5su#edido líder do mundo moderno0 @AB /nstigantes detalhes so(re os (astidores da Revolu +o Drancesa. pois para haver igualdade % ne#ess7ria a liberdade. para :ue e6etuassem uma transição pa#í6i#a da monar:uia para a repGbli#a0 'n6eli*mente.onde de 'aint Germain. símbolo do poder mon7r:ui#o. o povo rebelou5se e tomou a prisão56ortale*a.omente o sentimento de irmandade entre os homens permitir7 :ue se?am livres e 111 .n#ia % poder sem direção0 J7 a igualdade % o respeito C individualidade b7si#a de todos os seres e aos seus direitos0 A liberdade e a igualdade estão intimamente ligadas.

#onstruindo ?untos uma so#iedade #om verdadeiros valores humanos0 1ato :ue ainda não o#orreu pela 6alta de 6raternidade entre os homens0 PERGUNTA: 4 E o que poderias falar5nos so(re a Revolu +o Popular de outu(ro de AWAX.. formando fortes (ancadas que votam de acordo com os interesses de suas cren as ou em proveito de seus líderes* HERME!: 4 Durante todo este trabalho a6irmamos a import9n#ia de bus#ar atender a interesses universais.iguais.omente na Nova ra. o autor descreve com rique%a de deta5 lhes o delicado momento político que precedeu a Revolu +o ?olchevista de AWAX na R:ssia c%arista* . psicografado porCera SrV%hanovsTaia. pois a vida humana ?amais deve ser separada da vida espiritual0 8 ne#ess7rio :ue o homem moderno pense nas :uestões do mundo de 6orma espirituali*ada.RA 7. pois visa a servir eB#lusivamente a um determinado grupo0 is o motivo pelo :ual os líderes espirituais do 6uturo serão #hamados de espiritualistas.n#ia dos rebeldes revolu#ion7rios e da:ueles :ue detinham o poder0 Saint Germain a isso tentou evitar em Paris. #omo os de ho?e. ?amais devemos #rer :ue os espiritualistas devam 6i#ar C margem das de#isões políti#as da so#iedade. não estavam preparados para uma revolução pa#í6i#a0 A imposição de :ual:uer ideia ?amais poder7 #ondu*ir a humanidade para o #aminho da pa* e da prosperidade0 .N9E. de =* Y* Rochester.. 'gualdade e 1raternidadeE % :ue ideologias :ue visam a igualdade so#ial serão implantadas #om su#esso e promoverão o bem #omum0 @KB No livro A Teia. mas os homens da %po#a. sem pre#on#eitos. :uando os homens #ompreenderem de6initivamente #on#eitos #omo EIiberdade. ?amais #on6ormando5se em atender a #renças se#t7rias0 No 6uturo.ongresso Nacional e nas Assem(leias <egislativas dos estados (rasileiros. leitor poder$ conhecer mais de perto no que resultou a desigualdade social e econ2mica entre a poderosa no(re%a russa e a imensa massa de camponeses daquele país lendo esta instigante o(ra* PERGUNTA: 4 E quanto aos religiosos que se envolvem com política. e não se#t7rios0 !bviamente :ue esse #omportamento :ue #itastes % #onden7vel. assim #omo vivemos durante os mil anos de atraso da 'dade $%dia0 Apesar de ser um limite muito t%nue entre esses dois #on#eitos. tanto a Revolução 1ran#esa #omo a Revolução Russa 6oram ma#uladas pelo sangue da intoler9n#ia. em virtude da intransig. o que tens a di%er& A cada nova legislatura cresce a presen a de segmentos religiosos no ./"ENT. a políti#a ter7 uma 6orte presença dos espiritualistas. pu(licado pela E7/T. e não de religiososL ! verdadeiro espiritualista universalista pensar7 o mundo bus#ando atender aos interesses #oletivos C lu* das Merdades spirituais. . e não de 6orma religiosa5 se#t7ria. por:ue se assim 6or o homem #aminhar7 eternamente pela via do materialismo0 J7 a6irmamos neste trabalho :ue as #ivili*ações anteriores C atual possuíam grandes avanços por asso#iarem a visão espiritual a todos os pormenor%s da vida humana0 112 . na R:ssia K HERME!: 4 "odos os movimentos so#iais :ue pretenderam #onstruir uma so#iedade ?usta e igualit7ria 6oram louv7veis em sua ess.n#ia0 $as #omo a teoria muitas ve*es % bem di6erente da pr7ti#a. essas revoluções apenas re6letiram o anseio de determinada par#ela da so#iedade0 Al%m do mais.

so#orrendo os seus irmãos eB#luídos e permitindo melhores #ondições de vida aos seus semelhantes. signi6i#ar7 :ue os eleitos ?7 estão tomando os postos de #ontrole da so#iedade humana e promovendo as inadi7veis trans6ormações segundo a vontade de Deus0 Para muitos ser7 uma mudança silen#iosa. #or e amor para as almas #om sensibilidade para per#eb.PERGUNTA: 3 Euais seriam as tuas :ltimas considera !es so(re o tema deste capítulo& HERME!: 4 As trans6ormações so#iais para a Nova ra talve* se?am o maior indi#ador do iní#io dos Novos "empos na "erra0 Ouando os homens per#eberem os sinais de :ue a humanidade est7 se reorgani*ando so#ialmente. pois este ser7 um espet7#ulo de Iu*. para outros estar7 es#rito nas estrelas :ue a Nova ra est7 surgindo nos #%us do mundo0 speramos :ue o leitor amigo. :ue apre#ia estas nossas singelas #olo#ações.5lasL 11@ . possa estar enga?ado neste pro?eto de Iu* e #ons#iente das trans6ormações.

n#ias :ue di*em respeito ao servilismo do espírito aos #apri#hos do #orpo 6ísi#o. o I.D. abreviando diversos anos de sua vida por envenenar5se #om as subst9n#ias t4Bi#as do #igarro :ue a6etam diretamente o aparelho 6isiol4gi#o humano0 ! 6umo redu* o 6luBo do E6luido vitalE en#arregado de manter a vida 6ísi#a pelo pra*o estipulado pela Alta spiritualidade0 Al%m disso. de 6orma in#ontrol7vel. prati#a o sui#ídio #ompuls4rio. ap4s estabele#ida a sintonia entre ambos. o #igarro. por eBemplo. ?7 devem saber :ue um espírito obsessor :ue não % satis6eito em seus #apri#hos in6antis torna5se um inimigo perigoso. pelo :ue 6oi estudado no #apítulo dois. eles ne#essitam de uma Epiteira vivaE. o 6umante 6a* mal a si pr4prio e ao seu semelhante0 Ouando ele 6uma. pode signi6i#ar o 6ra#asso de6initivo na tentativa de manter5se na "erra da Nova ra. por que o vício de fumar pode influenciar tanto na quest+o de ser eleito para a Nova Era& HERME!: 4 Na verdade. torna5se um elemento revoltado :ue não mede es6orços para :ue o seu apelo por mais um #igarro se?a atendido0 studamos esse tema #om bastante #rit%rio em nossas obras 11& . mas % ina#eit7vel em uma so#iedade #ivili*ada :ue #onhe#e os male6í#ios desse h7bito ne6asto0 Al%m do mais. o #igarro tamb%m 6a* mal ao seu semelhante. #omo ?7 vos eBpli#amos em #apítulos anteriores0 PERGUNTA: 4 'e o fumante aparentemente n+o est$ fa%endo mal ao seu pr2)imo. #omo. Y1] a depend. #omo di* o nosso :uerido irmão Ramatís. ao ver :ue o seu ví#io não est7 sendo mais atendido. entre outras0 3itamos tamb%m no grupo dos ví#ios do #orpo a depend. 6ero* e vingativo0 ! obsessor. :ue torna5se um E6umante passivoE dos resíduos eBpelidos pelo 6umante :uando prati#a esse ato típi#o das tribos mais atrasadas do planeta0 1umar at% pode ser admissível entre estes povos. o mau h7bito de 6umar arregimenta uma 6alange de espíritos obsessores :ue desen#arnaram es#ravos do mesmo ví#io0 Ap4s ingressarem no Emundo dos mortosE. #omo a glutoni#e e a alimentação #arnívora0 3omo estamos para ingressar em uma nova etapa evolutiva % 6undamental :ue o homem #onsiga ven#er esses #omportamentos degradantes :ue demonstram :ue a humanidade ainda não #ompreendeu :ue o #orpo deve servir ao espírito.C Os 3ícios do corpo PERGUNTA: 4 Euais s+o as consequ4ncias dos vícios do corpo em rela +o a esse processo de transi +o para um novo est$gio de evolu +o espiritual na Terra& HERME!: 4 Bistem os ví#ios :ue :uali6i#amos #omo espirituais e :ue #orrespondem C m7 #onduta espiritual0 Por outro lado. as bebidas al#o4li#as. en:uadramos todas as depend. e não o #ontr7rio0 3ontinuar #ultivando esses ví#ios. #omo a ma#onha. para sa#iarem o ví#io :ue não aprenderam a dominar :uando ainda estavam na dimensão 6ísi#a0 A vampi5 ri*ação de desen#arnados vi#iados % um dos eBemplos mais #omuns de obsessão espiritual0 !s irmãos. temos a:ueles :ue devem ser #onsiderados #omo ví#ios materiais ou desen#adeados por uma sub?ugação 6ísi#a0 Nesse grupo. a #o#aína.n#ia de drogas #onsideradas ilí#itas.n#ia seBual e as #onsideradas bran5 das.

a#re5 11( . o en#arnado liberta5se dos dramas :ue vive e :ue são 6rutos das #argas #7rmi#as geradas nesta ou em en#arnações anteriores0 Nas primeiras eBperi. a enganar e a pre?udi#ar ao pr4Bimo são re#ursos #omuns para obter de :ual:uer 6orma o elemento alu#in4geno :ue o es#ravi*a0 Por isso a6irmamos ser muito di6í#il :ue um servo dos ví#ios ingresse na "erra da Nova ra0 No 6uturo est7gio evolutivo da humanidade ser7 inadmissível esse tipo de #omportamento entre os eleitos0 PERGUNTA: 4 Entendemos que os vícios causam desequilí(rios.n#ia da subst9n#ia psi#oativa da ma#onha0 PERGUNTA: 4 Por que o homem escravi%a5se ao consumo de drogas& HERME!: 4 . :ue #hega a ser maior :ue a in6lu. da #o#aína e de drogas similares. nos #orpos energ%ti#o e 6ísi#o. bem #omo as #onse:u. de Ramatís. e para os ?ovens o#iosos 6orne#em uma resist. publi#ado pela ditora do 3onhe#imentoD o autor analisa sob a 4ti#a do $undo !#ulto importantes aspe#tos da atuação do 6umo e do 7l#ool.ão dois os motivos b7si#os< o primeiro % a #rença de :ue as drogas são um estimulante para melhorar o rendimento 6ísi#o e mental. em ra*ão da depend. que di%es a respeito101 HERME!: 4 No 6undo. da ma#onha.n#ia #ausada pelo #onsumo do 7l#ool. as drogas o6ere#em aos trabalhadores mais estímulo para as rotinas di7rias estressantes. h1i Nos #apítulos 2 e @ da obra 'isiologia da Alma. e o segundo. :ue elas são uma porta para a 6uga da realidade em ra*ão das alterações de #ons#i.n#ia :ue a ni#otina eBer#e no #%rebro dos vi#iados. então. no iní#io.n#ia :ue propi#iam aos vi#iados0 No primeiro #aso. e at% mesmo o vi#iado em taba#o. psi#ogra56ado por Aer#ílio $ães.anteriores< Sob o Signo de Aqu!rio . en#ontramos a bus#a pela droga para es:ue#er os problemas ou para ven#er os obst7#ulos e #ontrariedades da vida0 A droga torna5se.m#os.n#ias. se-am piores. ou então entre as destruidoras drogas #onsideradas ilí#itas. a matar.n#ias :ue se seguem C morte 6ísi#a e o pro#esso simbi4ti#o dos E#ane#os vivosE0 PERGUNTA: 4 Euais podem ser as consequ4ncias de o homem viciado n+o atender aos apelos de seu o(sessor& HERME!: 4 "anto no #igarro.n#ia adi#ional para E#urtirE as 6estas noturnasK mas esse e6eito % transit4rio e 6uga*0 $ais tarde. indu*ir ao roubo. #ertamente ele #ausaria danos morais semelhantes para ad:uiri5lo. mas acreditamos que as drogas ilícitas.e o #igarro 6osse #aro e de di6í#il a#esso. tornando5 se menos #apa*es do :ue antes de ingressarem no ví#io0 No segundo #aso. pois realmente levam o viciado a rou(ar e at# a matar para saciar5se* .5los."arra#$es sobre viagens astrais e A %ist&ria de um Anjo. 6i#ando dependentes do ví#io. o al#o4latra ou o drogado #onven#ional. por #ausa do preço ou por ser uma droga ilí#ita :ue não % vendida no supermer#ado ou na taba#aria da es:uina0 . #omo agentes patog. todos os ví#ios são iguaisL ! :ue os di6eren#ia % a di6i#uldade para obt. #omo no ví#io do 7l#ool. uma v7lvula de es#ape para o mundo das ilusões0 3om a alteração de #ons#i. o pro#esso % o mesmo0 ! espírito desen#arnado vi#iado não est7 preo#upado #om os meios para atingir o seu 6imK portanto. como a maconha e a cocaína. esses drogados. redu*em a sua #apa#idade 6ísi#a e mental.

n#ia :uími#a da ma#onha % in6erior C do #igarroK logo. maconha. ap2s a morte física& HERME!: 4 "odo o #omportamento :ue #ultivamos durante a nossa vida 6ísi#a se re6lete em nossa alma imortal0 Não % por:ue abandonamos o mundo material :ue nossos ví#ios deiBarão de eBistir0 Ap4s despir5se do veí#ulo 6ísi#o. em alguns #asos. #o#aína e 7l#ool0 . eno?ado de si mesmo. ampliando em at% #in#o ve*es o dese?o desesperado para obter a droga0 sses irmãos in6eli*es ne#essitam ser internados em #líni#as de re#uperação e #ontenção de drogados no $undo spiritual0 'n6eli*mente. en:uanto suga. temos dificuldade em entender a gravidade do caso* Poderias nos esclarecer& HERME!: 4 3omo ?7 dissemos. #ausando angGstia e apreensão nesses vi#iados :ue antes eram tolerados e tratados normalmente0 Ouando o 6umo do taba#o 6or #onsiderado tal :ual as drogas ilí#itas. . por eBemplo. portanto. a#arretar7 um desvio de #omportamento #om as mesmas #on5 se:u. por estar em outra dimensão. tanto em relação aos :ue #onsumirem :uanto aos :ue tra6i#arem #igarros de taba#o0 Al%m do mais.n#ia do ví#io0 !s estados de sub?ugação mais graves levam o vi#iado C m7Bima apatia e depressão.n#ias :ue vemos. almas ?ustas e :ue ?amais a#eitariam pre?udi#ar o seu pr4Bimo são impelidas a eBer#erem o ato doentio da vampiri*ação por:ue não #onseguiram se #ontrolar :uando ainda peregrinavam pelo plano material0 m nossas ?ornadas de amparo espiritual ?7 presen#iamos #asos de almas resolutas na pr7ti#a do bem. a ess. a depend. o espírito #ontinua a so6rer todas as impressões :ue antes #ultivava0 A in#apa#idade de poder alimentar o ví#io. mas :ue perderam o e:uilíbrio por #ausa do ví#io ao #igarro0 8 uma situação realmente lament7vel ter de resgatar um irmão banhado em l7grimas pelo remorso. :ue agregam essas toBinas C sua deli#ada #onteBtura. #ausa um sentimento de p9ni#o e dese:uilíbrio. temos de analisar as #onse:u. o :ue estimula. mas ap4s vi#iar5se ele perde o 9nimo para #on:uistar a vit4ria ante os mesmos desa6ios. #omo ?7 a6irmamos. muitos não #onseguem se #ontrolar e 6ogem do amparo divino para utili*arem5se do Gni#o meio :ue os sa#ia< obsidiando en#arnados vi#iados nas mesmas drogas ou #andidatando5se a servos 11/ . muitas ve*es sendo arrasta5 do ao 6ra#asso e C total depend. onde não % possível sa#iar esses ví#ios diretamente0 A depend. nos vi#iados em ma#onha. a#arretando graves pade#imentos no Plano Astral. os vi#iados em taba#o pade#erão dese:uilíbrios ainda maiores para sa#iarem5se em meio a uma so#iedade :ue os restringir7 #om severas punições.n#ia de drogas %. cocaína e at# mesmo ao $lcool e)cessivo. e isso ir7 o#orrer nas pr4Bimas d%#adas. o #igarro % 6a#ilmente en#ontrado e ainda não so6re uma restrição severa da so#iedade. o dependente das drogas a #ometer o ato insano do sui#ídio0 PERGUNTA: 4 Entendemos que se-a assim em rela +o .n#ia do 6umo em um pobre mendigo de rua por não #onseguir #onter o ví#io atro* :ue lhe #orr4i a alma0 PERGUNTA: 4 Poderias nos falar mais so(re a depend4ncia dos vícios no "undo Espiritual.n#ias do #igarro e demais drogas no #ampo mental e emo#ional do #orpo espiritual.n#ia 6ísi#a0 As ve*es.dita en#ontrar o entusiasmo e a 6orça para ven#er os obst7#ulos da vida. #omo o#orre #om as demais drogas :ue são #onsideradas ilí#itas0 $as ?7 % possível per#eber #ada ve* mais :ue a so#iedade despre*a e eB#lui :uem 6uma. mas isso ocorre tam(#m com o fumo& Apesar de acreditarmos ser este um vício nefasto. o drama de um triste espet7#ulo em :ue espíritos tentam Evampiri*arE os en#arnados para sa#iarem os ví#ios ad:uiridos durante a eBist.

:ue o homem ainda #ultua na "erra. #ra:ue e ma#onha nos despa#hos dos trabalhos espirituais de baiBa vibração espiritual. :uem planta uma vida de #onsumo de drogas s4 poder7 #olher o drama dos vi#iados0 A Iei de Deus % per6eita e ?ustaK basta :ue abandonemos o Emundo dos sonhos materiaisE. a ma#onha #ausa menos depend.n#ia :ue o #igarroK mas. in6eli*mente. e bus:uemos analisar e #ompreender a l4gi#a espiritual dos ensinamentos divinos0 . que # o corpo físico doado por 7eus. eles terminam se asso#iando a líderes do mal e a#abam re#ebendo uma proteção relativa #ontra o ass%dio das vítimas. :uando retornam ao mundo 6ísi#o. basta 6a*er uma simples an7lise0 . ela seria menos cancerígena* Esses apologistas das drog$s usam tais argumentos para defenderem a legali%a +o da maconha* .ombras estão inspirando #ientistas a6astados do amor de Deus a reali*arem eBperi. tanto :uanto o #igarro. em :ue re#ebem #omo pagamento a ess. in#lusive. al#m do mais. #om o ob?etivo de aumentar o seu poten#ial de depend. de #o#aína. todos E#olhemos a:uilo :ue plantamosE0 Ouem planta amor #olhe amor. e. ainda h$ o pro(lema de estar maculando o seu corpo espiritual e gerando uma depend4ncia e)trafísica& HERME!: 4 BatamenteL A vida 6ísi#a possui a 6inalidade de edu#ar a alma.4 assim per#eberemos :ual o #aminho a seguir e :uanto tempo 6oi desperdiçado dedi#ando atenção a assuntos e h7bitos 6Gteis0 PERGUNTA: 4 Algumas pessoas defendem que a maconha causa menos depend4ncia do que o fumo e.e ela 6or #onsumida em grande es#ala pela humanidade. que di%es a respeito& HERME!: 4 is um #omportamento típi#o da atual so#iedade alienada da "erra e de grupos :ue #ertamente 6arão parte do #ontingente de eBilados no mundo in6eriorL Al%m de a#harem o #igarro per6eitamente ?usto.n#ia et%rea da bebida al#o4li#a. nas es:uinas das ruas ou em #asas de magia negra0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er que al#m do viciado depredar o seu maior patrim2nio. nos primeiros anos essa t%#ni#a poderia vir a ser utili*ada para a pr7ti#a do mal0 A:ui temos um #laro eBemplo disso0 Ouanto C in6ormação da ma#onha ser menos #an#erígena. algumas ve*es.n#ias de engenharia gen%ti#a para aumentar a intensidade da subst9n#ia psi#oativa da ma#onha.s drogas& HERME!: 4 ! pade#imento dessas almas no Plano Astral % atro*0 Al%m de todas as m7#ulas :ue se agregam aos seus #orpos espirituais. ainda tentam legali*ar outras drogas :ue s4 #ausam male6í#ios ao homem0 Realmente.para a reali*ação de trabalhos espirituais do mal. por pou#o tempo0 !s espíritos respons7veis pela evolução planet7ria na uropa ?7 nos in6ormaram :ue alguns magos das . de #harutos e. dese:uilibrada e in6antil da "erra preo#upa5 se mais em satis6a*er os seus #apri#hos do :ue em ad:uirir bagagem espiritual para a sua evolução0 Assim sendo. e não de ad:uirir ví#ios0 $as a humanidade #apri#hosa. por #ausa do ví#io das drogas0 $as. ainda h7 a perseguição desesperada de suas vítimas.n#ia0 3omo ?7 havíamos in6ormado no #apítulo sobre a engenharia gen%ti#a. voltam a prati#ar o mesmo ato 11) . trar7 os mesmos índi#es alarmantes de #9n#er de pulmão. entre outros0 PERGUNTA: 4 E qual # o destino dos traficantes e de quem fa% apologia . raros são os tra6i#antes :ue assimilam essa lição da Iei de Ação e Reação no Plano spiritual0 Na maioria das ve*es. :ue dese?am vingança por terem perdido as suas vidas e as oportunidades de progresso.

$as eis a Gltima #han#e na "erra para esses irmãos :ue desrespeitam as leis de Amor e Pa* do 3riador.D. que di%es a respeito& HERME!: 4 ! #9n#er % 6ruto das toBinas espirituais da alma. que possui origem espiritual e se desencadearia naturalmente& HERME!: 4 . vemos pessoas :ue 6umam intensamente at% os noventa anos e morrem sem serem vítimas do #9n#er. apesar de o seu #orpo 6ísi#o se assemelhar a um #in*eiro0 Nesses #asos. #omo o 6umo ou a bebida0 J7 as drogas pesadas #omo a #o#aína. no planeta absinto. a heroína. a porta das virtudes % estreita e eBige sa#ri6í#ios. e agora ne#essita ven#er os impulsos daninhos de sua alma em meio ao mesmo #en7rio em :ue 6oram gerados0 3ertamente. por:ue em breve o astro intruso atrair7 as suas almas #humbadas ao solo para uma eBist. o I. noventa por cento dos casos dessa enfermidade no ?rasil e no mundo est+o associados ao vício do fumo* Encontramos nessa informa +o uma contradi +o ao que afirmaste em capítulo anterior. o #ra:ue. as doenças podem ser 6ruto das toBinas da alma.n#ia em :ue a dor e o ranger de dentes ser7 uma #onstaiL te0 I7. #omo tamb%m derivadas da intoBi#ação do organismo. quando disseste que o c6ncer # consequ4ncia das ma%elas da alma* .ne6asto do passado. o e(stas). in6eli*mente. o ambiente sedu* e estimula ao #rime. eram tra6i#antes de 4pioK ho?e em dia. s+o um (om e)emplo disso* . en:uanto a :ue leva ao mal % larga e de 67#il a#esso0 PERGUNTA: 4 7e acordo com o /nstituto Nacional do . possuem um e6eito devastador. agravando o #9n#er :ue 6uturamente se desen#adearia pela pr7ti#a anti#rísti#a.im0 Apesar de o ví#io de 6umar ser eBtremamente pre?udi#ial C saGde 6ísi#a e espiritual.em nem ao menos saber. tornando5se agentes da:ueles espíritos do mal :ue os protegeram.6ncer. entre outras. :ue puri6i#a a alma. mas o #onsumo de #igarros % tamb%m um detonador de origem material dessa doença0 Ao #ontr7rio da pr7ti#a do amor. ali#iam ?ovens ing%nuos a #onsumir #omprimidos de e(stas). levando o indivíduo a uma r7pida degeneração #erebral e ao desen#arne prematuro0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er que as su(st6ncias t2)icas do cigarro apenas agravam o c6ncer. eBistem me#anismos astrais :ue intensi6i#am ou regridem a ação das #%lulas #an#erígenas0 Por esse motivo. esses irmãos #onseguem diluir o elemento t4Bi#o do #igarro pelo me#anismo puri6i#ador do amor0 $as esse % um pro#edimento pou#o #omum :ue 11F . mas as palavras divinas dos Eoper7riosE do 3risto sempre 6oram propagadas aos :uatro #antos do mundo #om o ob?etivo de auBiliar aos en#arnados em sua libertação do mal. onde o tr$fico impera. que achas& HERME!: 4 $ais uma ve* a6irmamos< não eBiste in?ustiça na elaboração do Plano Divino0 Ouem reen#arna em meio C #riminalidade % por:ue semeou essa situação no passado. o so6rimento e as privações eBtremas serão um #onvite para a re6leBão da alma0 PERGUNTA: 4 Acreditamos que os traficantes tam(#m s+o fruto do meio em que vivem* As favelas (rasileiras. pela m7 alimentação ou #ultivo ne6asto de ví#ios. por meio de todas as religiões do planeta0 $as. ou pela intoBi#ação do aparelho 6isiol4gi#o #om as subst9n#ias venenosas0 3omo ?7 dissemos no #apítulo #itado. tais espíritos não possuíam as toBinas espirituais :ue desen#adeariam o #9n#er ou então são boas almas :ue sublimam as pr4prias #argas negativas :ue assimilam #om o 6umo0 . o #igarro promove a intoBi#ação do #orpo e da alma. demonstrando :ue a Iu* não obteve guarida em suas almas0 No passado.

o fumante. ser 6ruto de mentes alu#inadas0 At% mesmo o mais simpl4rio dos homens da "erra sabe :ue o #igarro e as demais drogas #ausam pre?uí*os e são #ontr7rios Cs leis divinas0 As religiões sempre #ondenaram esses ví#ios. tornar7 o #9n#er ainda mais devastador e ele se mani6estar7 mais #edo do :ue o plane?ado pela Alta spiritualidade0 3omo ?7 dissemos.n#ia da vida imortal e ainda abreviam o seu #i#lo vital #ultivando ví#ios deplor7veis0 PERGUNTA: 4 Coltamos a lem(rar que os encarnados n+o possuem consci4ncia dessa realidade que aqui elucidas com clare%a e l2gica* Talve% se os meios de comunica +o alardeassem essas informa !es teríamos. en:uanto os en#arnados despre*am a eBist. então. tamb%m h7 os #asos de #riaturas m7s :ue a#umulam essas toBinas para o desen#adeamento em 6utura en#arnação na mat%ria0 PERGUNTA: 4 =$ nos casos de almas desequili(radas e que possuem to)inas para serem drenadas ao corpo espiritual. os dese:uilíbrios psí:ui#os gerados a partir da lembrança in#ons#iente dos erros #ometidos em en#arnações passadas #ausam alguns distGrbios 11+ . que nos di%es a respeito& HERME!: 4 3omo ?7 a6irmamos no primeiro #apítulo. para o estresse e para aliviar as tens!es do cotidiano* . assim #omo o homem não pode alegar :ue des#onhe#e a lei em um tribunal da ?ustiça humana0 PERGUNTA: 4 Alguns estudiosos defendem que o efeito psicoativo das drogas que causam a altera +o de consci4ncia s+o importantes em alguns tratamentos para a depress+o. menos casos nesse sentido* .im0 spíritos :ue possuem toBinas perispi5rituais a serem drenadas para o #orpo 6ísi#o e :ue não movimentam5se um #entímetro em direção ao amor ao pr4Bimo e C bus#a da harmonia espiritual. o alco2latra e os drogados de todos os tipos ainda ter+o de responder pelo suicídio indireto cometido& HERME!: 4 3ertamenteL A Justiça de Deus % igual para todos0 !s irmãos :ue se #ompra*em no ví#io estão semeando somente dor e triste*a para o 6uturo0 8 inevit7vel :ue venham a so6rer a dor atro* #ausada pelo ví#io não sa#iado e tamb%m por terem abreviado o tempo de suas vidas0 $ilhares de espíritos aguardam ansiosos a oportunidade de retornarem C vida 6ísi#a para resgatarem os seus erros. o #igarro % um veneno :ue promove um sui#ídio #ompuls4rio0 A #ada nova tragada o indivíduo abrevia em alguns dias o pra*o traçado para a sua atual en#arnação0 PERGUNTA: 4 Al#m do drama do vício incontrol$vel ap2s o desencarne. que di%es a respeito& HERME!: 4 Realmente. ao 6umar terminam agregando ainda mais toBinas para serem drenadas0 ! 6umo. concluímos que o cigarro intensificar$ essa drenagem t2)ica* Estamos certos& HERME!: 4 . mas o homem 6a*5se de surdo para não ter de ven#er as suas imper6eições0 Portanto. a des#ulpa de des#onhe#er essas verdades não pode ser a#eita. #om vida regrada e :ue prati#am intensamente o amor aos seus semelhantes0 3omo ?7 #itamos antes. a des#rença espiritual da humanidade % :ue a a6asta dessas in6ormações :ue as es6eras superiores tra*em C lu* do mundo0 As s7bias orientações do $undo $aior sempre estiveram presentes na 6a#e do planeta.somente obt%m resultado em almas simples. mas o homem imprevidente sempre as despre*ou e #r.

pois vive es#ravi*ado ao dese?o seBual e. a medi#ina avançou muito e esses m%todos do passado podem ser substituídos por t%#ni#as modernas. o seB4latra % um doente :ue ne#essita de tratamento. pois os demais ví#ios #itados geralmente t. a (e(ida alco2lica e as demais drogas. ou então de #riai uni #lima propí#io para a bus#a desse pra*er0 Iogo. esse % o Gni#o pensamento :ue habita a sua mente0 PERGUNTA: 4 . outras tantas. e.omparando com o fumo. na 'dade $%dia. o seB4latra est7 sub?ugado a uma 6orça :ue possui di6i#uldades em #ontrolar0 "anto #omo nos demais ví#ios. ma#ulando o santu7rio do lar0 120 . pois o uso indis#riminado das drogas para Ealiviar as tensõesE % tão perigoso #omo o uso da mor6ina para aliviar as dores de um pa#iente0 'n#lusive. ho?e em dia. apesar de os m%di#os atuais ainda des#onhe#erem #ertos re#ursos astrais insubstituíveis :ue são muito usados por a:ueles :ue reali*am tratamentos espirituais0 Ao #ontr7rio do5 :ue se pensa.m a 6inalidade de melhorar o interesse e aper*orman(e seBual. a papoula. pois essas pr7ti#as m%di#as eram entendidas #omo E#oisas do dem4nioE pelas mentes estreitas. pela traição das mulheres. age de 6orma divina. :ue se entregaram C sedução ilí#ita. em alguns #asos. o al#o4latra e o drogado.n#ia e um des#ontrole para ser satis6eito deve ser entendido #omo um ví#io0 ! indivíduo :ue se utili*a do ato seBual #omo base para uma s%ria e respons7vel união #on?ugal e para a pro#riação de novos seres. na maioria das ve*es. us7vamos algumas plantas #om poderes psi#oativos para tratar pa#ientes :ue ne#essitavam desse re#urso0 Na:uela %po#a. o taba#o. não podemos despre*ar a ação impositiva desse ví#io na derro#ada evolutiva do indivíduo0 m toda a hist4ria da humanidade não são pou#os os #asos de so6rimento e trag%dias #ausados pelo desvario seBual0 $uitas 6amílias 6oram destruídas pelo ardor seBual dos homens. mas a:uele :ue s4 pensa no seBo para satis6a*er o seu dese?o hipn4ti#o e in#ontrol7vel. como poderíamos entender o papel do se)o entre os vícios do corpo& HERME!: 4 ! seBo possui 6unção desen#adeadora.em dGvidaL "odo o #omportamento humano :ue #ausa uma depend.emo#ionais :ue podem ser ameni*ados pelo e6eito alu#in4geno das drogas0 $as esse tipo de tratamento deve ser ministrado e a#ompanhado por m%di#os respons7veis e #ompetentes. :ue não #onseguiam manter um rela#ionamento eB#lusivo #om suas esposas. a ma#onha. e não era raro os m%di#os da %po#a serem #ondenados C 6ogueira por esses tratamentos nada #onven#ionais0 As bruBas da %po#a medieval nada mais eram do :ue #ompetentes #urandeiras. :ue utili*avam os poderes das plantas e dos elementais da nature*a para tratar os seus pa#ientes0 $as. #om respeito e e:uilíbrio. o 7l#ool e outros elementos psi#otr4pi#os não serão eliminados da "erra na Nova raK serão estudados m%todos para separar o e6eito medi#inal do e6eito psi#oativo dessas drogas para a sua utili*ação na medi#ina do 6uturo0 PERGUNTA: 4E o que poderias nos informar so(re o dese-o se)ual incontrol$vel& Ele tam(#m pode ser entendido como um vício& HERME!: 4 . #ertamente en#ontra5se vi#iado e es#ravi*ado a essas 6orças0 Assim #omo o 6umante. sendo. at% mais e6i#a*es. prin#ipalmente as de origem #elta. todo o #uidado era pou#o.

#omo nos ensina a medi#ina atual sobre os eleitos ben%6i#os do vinho tinto para a saGde0 PERGUNTA: 4 N+o entendemos a e)plica +o so(re o pecado* Eueres di%er que se um casal definir que am(os ter+o um relacionamento a(erto.n#ias por #ausa do ardor seBual0 Ainda ho?e. dentro dos pre#eitos evolutivos da so#iedade em :ue estamos inseridos0 Ouanto ao seBo ser um ví#io. no Antigo gito. de a#ordo #om a evolução da humanidade0 3omo dissemos anteriormente. nesse #aso manter um rela#ionamento 6ora do #asamento % um ato pe#aminoso0 $as. ainda mais se avaliarmos :ue o índi#e de mortalidade in6antil era alto0 A poligamia para a:uela %po#a era a#eita #ultural e espiritualmente0 J7 ho?e em dia. a (e(ida e as drogas s+o vícios típicos de espíritos pouco esclarecidos* "as o dese-o se)ual. por mais que se conhe a as Cerdades Espirituais. podendo manter rela !es se)uais com outros parceiros. ou se?a. #olhem sistemati#amente os 6rutos #ausados pelo des#ontrole seBual de longa data0 PERGUNTA: 4 7evemos entender o se)o ent+o como um pecado e um vício a(omin$vel& HERME!: 4 Nem de uma 6orma nem de outra0 ! pe#ado signi6i#a 6a*er aos nossos semelhantes a:uilo :ue não gostaríamos :ue nos 6i*essem. pois #ertamente essa de#isão tem a eB#lusiva 6inalidade de permitir a ambos entregarem5se a uma pr7ti#a seBual liberal e des#ontrolada. que tens a di%er& 121 . pe#ado % magoar. assim #omo o 7l#ool :ue pode ser muito saud7vel :uando bebido #om moderação. isso s4 % verdade para a:ueles :ue desrespeitam esse ato e se tornam es#ravos dele.ntri#os e interesses in6antis. desrespeitando as leis divinas. no gito e entre os demais povos antigos era importante pro#riar para perpetuar a esp%#ie e permitir a reen#arnação sistem7ti#a de espíritos. :ue pre?udi#ar7 o seu pro#esso evolutivo0 PERGUNTA: 4 Entendemos que o dese-o se)ual # o vício mais difícil de ser controlado* . ainda apegados a seus #apri#hos ego#. fumo. desrespeitar. # de dificílimo domínio* .!s espíritos do atual #i#lo evolutivo da "erra. mas 6a*ia parte do #onteBto evolutivo da:uela %po#a0 Portanto. agravaram os seus #armas e semearam triste*a por onde passaram em diversas eBist. podemos crer que n+o # um pecado& HERME!: 4 ! pe#ado deve ser entendido #omo uma o6ensa aos semelhantes e C Iei de Deus0 A Iei Divina % imut7vel. e. #omo estudamos no livro EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE. caso isso n+o os magoe. :ue % o nG#leo prin#ipal de evolução para a humanidade atual0 Apesar de um #asal moderno de6inir :ue o seu rela#ionamento % aberto. se o #[n?uge e a so#iedade atual entendem :ue a união matrimonial deve ser monog9mi#a. esse ato % #onsiderado um pe#ado aos olhos da Alta spiritualidade da "erra. temos leis morais atua5 li*adas :ue entendem ser este um ato promís#uo e pre?udi#ial C 6ormação 6amiliar. pois esse era um #omportamento #ultural a#eito pela so#iedade0 A poligamia % uma atitude atrasada espiritualmente. in6ligir dor e so6rimento. mas adapta5se a #ada %po#a. era normal os homens se #asarem #om mais de uma mulher0 as esposas em geral não se sentiam o6endidas por isso.

eles se utili*am de t%#ni#as de inversão das 6orças do #ha#ra b7si#o para atiçar impiedosamente o dese?o seBual entre a:ueles :ue estão #onvi#tos na pr7ti#a do bem. temos relatos sobre a tentativa do Astral 'n6erior de utili*ar5se do dese?o seBual para tentar pre?udi#ar os sagrados pro?etos do Alto0 Jesus 6oi tentado no deserto e $aria $adalena 6oi utili*ada pelos magos negros do Astral 'n6erior para desvirtu75lo0 ! s7bio Rabi da -alil%ia trans6ormou esses dois 6atos em uma ines:ue#ível demonstração de 6orça espiritual sobre os dese?os pere#íveis da #arne0 J7 1ran#is#o de Assis ?ogou5se sobre espinhos para eBpulsar essa 6orça persuasiva :ue tentava domin75lo e #omprometer o seu sagrado minist%rio de Iu*. ensinando5as a amarem5se mutuamente #om o ob?etivo de evoluir e #onstituir novos grupos 6amiliares. roíis#ienti*ando5se da real 6inalidade do ato gen%si#o e voltando as suas energias seBuais para nobres ideais de progresso e #res#imento espiritual0 .n#ias espirituais milenares0 Al%m do mais.n#ia sedutora0 ! espírito en#arnado deve pro#urar dominar os seus dese:uilíbrios e taras de um passado remoto. onde espíritos reen#arnarão e serão re#ebidos #om amor e alegria0 A:ueles :ue souberem valori*ar e respeitar a bele*a da energia seBual e sua 6unção pro#riativa serão sempre 6eli*es e libertos da 6orça es#ravi*adora :ue o seBo impõe Cs almas irrespons7veis0 PERGUNTA: 4 Talve% fosse mais simples se os meios de comunica +o e a sociedade n+o apelassem tanto para o se)o* Em todo o lugar. :ue os 6a* pensar somente em seBo durante todo o tempo0 les vivem sonhando #om os pra*eres seBuais e pro#uram rela#ionar5se uns 122 . pr$tica se)ual e .HERME!: 4 ! dese?o seBual % 6ruto de tend. por:ue s4 assim estaremos verdadeiramente libertos d # sua in6lu. em ra*ão do seu mau uso em en#arnações passadas0 is. mas outras. bem5estar e respeito. nude%. mais uma arma dos magos negros do Astral 'n6erior. pois de nada adianta 6ugir Cs tentações0 8 ne#ess7rio ven#.omente assim o homem açoitado pelo dese?o seBual in#ontrol7vel triun6ar7 sobre as in6lu. o en#arnado so6re toda a #arga hormonal da m7:uina 6ísi#a :ue 6oi orientada a perpetuar a esp%#ie desde o prin#ípio de sua #riação0 m alguns #asos. ne#essitando ser administrada e #ontrolada #om #onvi#ção0 Algumas pessoas não possuem di6i#uldades em #onter a libido. o seBo impõe ao espírito re#%m5liberto da mat%ria as mais #ru%is provações0 ! dese?o seBual se :uintupli#a e a mente dessas pobres almas entra em um estado de hipnose #ontínua. mas :ue ainda são 6r7geis C sedução do seBo oposto0 ntre os grandes mission7rios da "erra.n#ias nega5livas :ue terminam es#ravi*ando5o ao seBo e :ue promovem a sua derro#ada tanto material #omo espiritual0 PERGUNTA: 4 Poderias nos tra%er esclarecimentos so(re as consequ4ncias do desvario se)ual ap2s a morte do corpo físico& HERME!: 4 Assim #omo os demais ví#ios.n#ia biol4gi#a se 6a* mais presente. :ue re#onhe#em #om 6re:u.n#ia essa 6ra:ue*a nos divulgadores das Merdades spirituais en#arnados no mundo 6ísi#o0 Al%m de utili*arem5se dos mais modernos re#ursos para obsediar e dese:uilibrar os trabalhadores do 3risto. ao #ontr7rio. :ue eBigia o #elibato pleno para atingir integralmente o seu ob?etivo na "erra0 ! seBo % uma 6orça belíssima :ue une as almas enamoradas em um pro6undo sentimento de amor. vemos um culto e)agerado .omo proceder ante essa carga de informa !es se)uais& HERME!: 4 ! homem não pode isolar5se em um mos5leiro. então. dificultando esse autocontrole* . essa tend. vivem um verdadeiro martírio para dominar o dese?o seBual in#ontrol7velK em #ertos #asos.5las.

essas 6amílias honestas e #ientes de suas responsabilidades re#ebem imensa assist. são amparados por e:uipes de assist. mas não #onseguem. mas despre*a e desrespeita as . ent+o. somente um verdadeiro #ontato 6ísi#o poder7 sa#i75losK portanto. o(sediando os vivos& HERME!: 4 !s :ue se predispõem ao es6orço her#Gleo de ven#er o ví#io. apesar dos efeitos devastadores dentro de um grupo familiar* . mas não impossível de ser ven#ida0 !bviamente. o dese?o :ue os enlou:ue#e0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er que quando estamos nos relacionando se)ualmente com nossas esposas ou maridos estamos sendo assediados por essas almas infeli%es& HERME!: 4 3omo ?7 eBpli#amos no segundo #apítulo deste trabalho. eles se in6iltram na dimensão dos homens para vampiri*arem os seB45latras en#arnados e assim satis6a*erem. % impres#indível retornar ao $undo $aior liberto de ví#ios para não ser atraído pela aura magn%ti#a do astro intruso0 PERGUNTA: 4 Entendemos o desvio se)ual como o maior dos vícios. se?a :ual 6or. o ato seBual tem #omo 6unção prin#ipal pro#riar novos #orpos 6ísi#os para a reen#arnação de espíritos0 .omo fa%er. para resolver essa situa +o dram$tica& HERME!: 4 A imposição do ví#io ap4s a morte % #ruel. porque # um desequilí(rio que afeta toda a sociedade e n+o # visto como algo que deva ser recriminado.n#ia espiritual dos planos superiores. parece que a for a coercitiva dos vícios ap2s a morte # quase impossível de ser vencida* . e tudo :ue desligares na "erra ser7 desligado tamb%m no 3%u0E 8 uma ilusão a#reditar :ue ao desen#arnarmos estaremos libertos das amarras tanto 6ísi#as #omo espirituais :ue nos #humbam ao solo0 8 impres#indível trabalhar pela libertação dos ví#ios do #orpo :ue terminam por es#ravi*ar a alma0 J7 estamos vivendo o período do E6inal dos temposE. ven#er os ví#ios em vida % o m%todo in6initamente mais 67#ilK #abe aos en#arnados #ons#ienti*arem5se disso0 Iembremos as s7bias palavras do ap4stolo Pedro< E"udo :ue ligares na "erra ser7 ligado no 3%u. que tens a di%er& HERME!: 4 $ais uma ve* lembramos a import9n#ia da #rença e do estudo das Merdades spirituais0 ! homem a6irma #rer em Deus. :ue protegem o santu7rio do lar #ontra :ual:uer investida das "revas0 PERGUNTA: 4 .uas leis0 12@ .endo assim. toda a obsessão espiritual eBige sintonia entre algo* e vítima0 Portanto. somente almas vi#iadas em seBo e #om vida desvirtuada poderão so6rer esse ass%dio0 Jamais a Alta spiritualidade da "erra permitiria o desrespeito ao ato divino de almas :ue se uniram para uma vida #on?unta s%ria e respons7vel0 Al%m do mais. terminam ingressando em uma esp%#ie de E#oma espiritualE0 les dormem. o E?uí*o 6inalE. que ocorre com os espíritos viciados desencarnados que n+o conseguem saciar5se. algumas ve*es por anos.n#ia espiritual :ue os auBiliam a ven#er o terrível tormento0 J7 a:ueles :ue pro#uram sa#iar5se.#om os outros a todo instante0 A eBemplo dos demais ví#ios. dado o estado de apatia dessas almas0 m nosso primeiro trabalho EA Aist4ria de um An?oE 6i*emos uma breve narrativa sobre essa triste situação0 PERGUNTA: 4 Pelo que nos informas. #omo vos eBpli#amos no ter#eiro #apítulo deste trabalhoK portanto. 6inalmente. at% :ue a 6orça sub?ugadora do ví#io esmoreça0 Bistem hospitais espirituais no $undo $aior :ue mais pare#em Emuseus de #eraE.

h7 uma boa par#ela da humanidade :ue 6a* seBo de 6orma promís#ua.em no seBo o ob?etivo de suas vidas0 'rmãos. % o mesmo :ue proibir a alimentação #arnívora no mundo atual0 !s dois #asos são pro#edimentos in#orretos segundo as leis superioresK por%m. pois mais vale uma vida salva para :ue prossiga #om a sua eBperi. o homem ainda não se en#ontra preparado para a viv. #ausando graves dissabores no de#orrer dos anos. entendemos :ue os preservativos seBuais devem ser divulgados e a#eitos. e não a satis6ação doentia dos interesses seBuais ou de #apri#hos pessoais0 Iogo. mesmo sabendo :ue % um ato e:uivo#ado segundo as leis espirituais0 Portanto. eles são atraídos para #onstituir matrim4nio por meio do interesse seBual0 "anto :ue em alguns #asos observamos a união de almas baseada eB#lusivamente no dese?o #arnal. ou pior. :uando a vida em #on?unto eBige #ompanheirismo e #ompreensão0 ! verdadeiro amor % doação.uas leis. como agir se)ualmente para n+o pre-udicar o nosso processo de evolu +o espiritual& HERME!: 4 ! despertar da libido possui a 6inalidade de atrair os espíritos :ue ne#essitam #onstituir 6amília para evoluírem em #on?unto0 3omo os atuais habitantes da "erra ainda possuem di6i#uldade para valori*ar as #ara#terísti#as espirituais de seus semelhantes. ou se-a. mas es#ravi*ar5se a eles pode ser o passaporte de6initivo para o eBílio planet7rio0 A "erra do "er#eiro $il%nio não poder7 mais abrigar #riaturas :ue tremem desesperadamente por um #opo de #a#haça. ou se-a. #omo a alimentação #arnívora são 6atores :ue o homem deve pro#urar #orrigir paulatinamente. indis#utivelmente.n#ia . a prin#ipal 6unção do ato seBual % a #onstituição de um novo #on?unto 6amiliar0 12& . al%m do mais. % bastante louv7vel aos olhos espirituais0 A:ueles :ue assim agem estão per6eitamente #orretos e protegidos do ass%dio de espíritos do Al%m vi#iados em seBo0 A união seBual entre duas almas pelos laços do #ompromisso de vida em #omum tamb%m % a#eita. pois a proibição pura0e simplesmente ?amais trar7 um resultado positivo0 PERGUNTA: 4 Poderias nos tra%er maiores esclarecimentos so(re a pr$tica se)ual correia. re6leti en:uanto ainda h7 tempoL PERGUNTA: 4 Analisando as tuas afirma !es.uprema estaria pro#urando viver #on6orme as . mesmo :uando a 6unção pro#riativa não % o ob?etivo0 $as.3aso a humanidade realmente a#reditasse na 'ntelig.n#ia evolutiva na mat%ria do :ue tentar impor uma santidade :ue ainda % impossível para algumas almas0 Proibir os preservativos. entendemos que o ato se)ual. por um #igarro ap4s o 6amigerado #a6e*inho. em sua ess4ncia. ?usti6i#ando tal atitude #om a tese de :ue o homem não deve ser promís#uo. permitindo o ingresso de novos espíritos na mat%ria. s2 deve ser reali%ado para a procria +o. mas a grande maioria dos espíritos em evolução na "erra ainda % in#apa* de se restringir ao ato seBual somente #om essa 6inalidade0 . a pr7ti#a seBual #om a 6inalidade de #onstituir 6amília.n#ia superior da Nova ra0 "anto o dese:uilíbrio seBual. pelo respeito e pela tro#a honesta e a6etuosa de energias. para a gera +o de filhos* Ent+o.at2lica # correta& HERME!: 4 ! seBo possui 6unção pro#riativa. devemos crer que a proi(i +o do uso de preservativos se)uais pela /gre-a . por #ultuar a seringa des#art7vel :ue #ondu* a mortal droga alu#in4gena :ue #ei6a tantas vidasK nem mesmo permitir o h7bito estGpido de sugar 6umaça t4Bi#a para os pulmões ou abrigar a sintonia dese:uilibrada da:ueles :ue s4 v. e não #ultuando o mundo materialista :ue tanto a 6as#ina0 J7 a6irmamos :ue o importante % o e:uilíbrio e ningu%m ne#essita abster5se 6anati#amente dos atrativos da vida humana.

#om amor e sabedoria0 'n6eli*mente. ami%ade e paci4ncia com parceiros do mesmo se)o* . somente a#umulam mais d%bitos para en#arnações 6uturas0 12( . que di%es a respeito disso& A R$ . a atual humanidade apenas se dedi#a a interesses seBuais e C rotina materialista da vida humana.rneaE0 Na verdade. preo#upando5se eB#lusivamente em atender aos imediatismos da vida 6ísi#a0 $uitos desses irmãos e irmãs terminam a#reditando :ue são mais 6eli*es #om par#eiros do mesmo seBo. algo impossível de ser reali*ado entre dois indivíduos do mesmo seBo0 3aso o#orra a ami*ade pro5 6unda entre dois espíritos :ue na atual en#arnação possuem o mesmo seBo.omente uma pessoa #apri#hosa espera en#ontrar apenas 6lores em um #asamento0 As di6erenças devem ser dialogadas.m meio C 6amília. vida em #on?unto. o que tens a di%er so(re a uni+o de homosse)uais. #umpli#idade e ami*ade não signi6i#am homosseBualismo0 Ouestionamos a:ui tão5somente o ato seBual entre dois seres do mesmo seBo.5lasL Ademais.n#ia espiritual desen#adeada por #on6litos do passado0 'n#lusive. #om o ob?etivo de ven#er esse obst7#ulo :ue se impõe #omo uma provação espiritual0 PERGUNTA: 4 Essa tua afirma +o pode ser interpretada como uni pensamento antiquado e preconceituoso* . estaríamos #ontribuindo para a 6al. pois os pais se dis#iplinam e trabalham para propi#iar mais #on6orto aos 6ilhos. assim #omo as pr7ti#as seBuais #onden7veis entre heterosseBuais0 PERGUNTA: 4 Alguns homens e mulheres afirmam que decidiram5se pelo homosse)ualismo por encontrar mais sinceridade.n#ia espiritual de diversos irmãos :ue vivem nessa situação0 ntendemos :ue o homosseBualismo não % nenhuma doença. pois essa % uma anomalia :ue deve ser ven#ida0 ! dese?o seBual entre dois indivíduos do mesmo seBo deve ser #anali*ado para ideais superiores. estão 6ugindo das #ríti#as e das #ontrariedades da vida em #omum0 ! #asal ven#edor % a:uele :ue triun6a sobre os obst7#ulos e aprende a amar e a respeitar as suas di6erenças0 J7 os :ue se separam C primeira #ontrariedade. en#ontramos almas sensíveis e valorosas :ue so6rem o dese:uilíbrio homosseBual0 is mais um motivo para não nos 6urtarmos de es#lare#. pois o #asal pre#isa #onstruir a pa* e a harmonia em seu lar. tanto masculinos como femininos& HERME!: 4 3omo ?7 dissemos. mas sim uma tend. ?amais unindo5se seBualmente.< Q A 6inalidade da vida #on?ugal % harmoni*ar o #asal0 . tendo a importante missão de os edu#ar tanto no #ampo espiritual #omo material0 PERGUNTA:4 'e o ato se)ual tem a finalidade procriativa. a união seBual possui 6inalidade reprodutiva. en#ontramos o maior laborat4rio evolutivo para os espíritos no atual est7gio da "erra. :uando na verdade pro#uram apenas algu%m :ue atenda aos seus anseios e #apri#hos0 Memos esse problema tamb%m entre os heterosseBuais :ue se #asam diversas ve*es C pro#ura de uma Ealma g. trabalhar por um ideal #on?unto e respeitarem5se mutuamente. que di%es a respeito& HERME!: 4 Não podemos 6ugir Cs leis divinas para atender aos anseios da atual geração en#arnada :ue vive em #on6lito de identidade0 Podemos assegurar5lhes :ue os eleitos para a Nova ra serão a:ueles espíritos :ue pro#uram ven#er o #on6lito homosseBual em seu pro#esso evolutivo0 3aso atest7ssemos ser per6eitamente normal a pr7ti#a homosseBual. eles devem estreitar os laços de ami*ade.

mas somente a:ueles :ue #olo#am demasiadamente a :uestão seBual a#ima de tudo % :ue so6rem esse sentimento intenso de in#ompatibilidade seBual0 Assim. o#orre um pro#esso de irradiação mental do espírito reen5#amante no sentido de rebelar5se #ontra a 6ormação seBual indese?ada0 sse #omportamento gera uma alteração na :uota hormonal ne#ess7ria para a per6eita #on6iguração 6ísi#a mas#ulina ou 6eminina. mas ?amais serão eBilados por essa atitude0 2 @KB Em 'o( a <u% do Espiritismo. e ?amais lutar #ontra a nature*a alimentando tend. o autor afirma que a homosse)ualidade n+o # 12/ .onhecimento. e os :ue estão es#ravi*ados a algum ví#io in#ontrol7vel em desa#ordo #om as leis divinas0 A#reditamos :ue o homosseBual :ue 6or eBilado não o ser7 pela sua opção seBual. ou se-a. psicografado por 9ercílio "+es. terão de #orrigir esse #omportamento no 6uturo. ade:uando5se C nature*a :ue Deus lhe o6ere#e. mas ?amais para atender a dese?os seBuais provenientes de en#arnações anteriores0 ! espírito en#arnado.n#ias 6emininas em #orpos mas#ulinos e vi#e5versa0 ! espírito em evolução na mat%ria deve manter o 6o#o sempre dirigido ao seu #res#imento espiritual. gerando a anomalia #itada na pergunta0 A #irurgia % v7lida para restabele#er a identidade seBual programada pelo Alto. ou se-a.PERGUNTA: 4 E o que di%es a respeito dos transe)uais. poder7 optar pelo #elibato. durante a 6ormação do 6uturo #orpo 6ísi#o na 6ase 6etal. nessa situação.n#ia na #ondição seBual #ontr7ria C dese?ada. de Ramatís. nesses #asos. in#ons#ientemente trabalham #ontra o sentido evolutivo natural :ue deveriam seguir0S'odos enramamos #omo homens e mulheres. utili*ando a vida humana #omo uma es#ola de aprendi*ado ao amor 6raterno e ao e:uilíbrio espiritual. #on#reti*ando a união seBual de 6orma honesta e respeitosa. necessitando de uma cirurgia corretiva* HERME!: Q 3omo a6irmamos na resposta anterior. em su#essivas en#arnações. deve ater5se a sua ventura espiritual. pu(licado pela Editora do . pela atuação anormal dos horm[nios testoste5rona e progesterona. #ausando5'hes pre?uí*o. opção seBual :ue :uando bem dirigida para ob?etivos superiores permite um grande avanço evolutivo0 PERGUNTA: 4 "as deves concordar que algumas pessoas s+o vítimas de anomalias cong#nitas.n#ias seBuais #ontr7rias ao seu plano reen#arnat4rio0 PERGUNTA: 4 Os homosse)uais correm o risco de serem e)ilados& HERME!: 4 ! astro intruso atrair7 basi#amente a dois grupos< a:ueles :ue prati#am o mal aos seus semelhantes. ?amais #olo#ando os interesses seBuais e humanos em primeiro lugar0 3aso lhe se?a impossível sentir5se bem na união #om o seBo oposto. provo#ando uma dis6unção hormonal :ue termina por #ausar tend. mas sim pelo mal :ue possa #ometer ao seu semelhante ou por ser es#ravo do seBo ou dos demais ví#ios ?7 #itados0 A:ueles :ue optaram por uma vida a dois #om pessoas do mesmo seBo. trabalham mentalmente desde a 6ormação #orp4rea na 6ase 6etal. -$ nascem com 2rg+os se)uais masculinos e femininos. daqueles irm+os que reali%am cirurgias para trocar de se)o por n+o se conformarem com a sua condi +o de homem ou mulher nesta encarna +o& HERME!: 4 A #on6iguração seBual dos #orpos não o#orre por a#aso0 Nas#emos na #ondição de homens ou mulheres para evoluir nessas determinadas roupagens 6ísi#as0 sses irmãos :ue não se ade:uam a sua nova eBist.

at2lica aponta como graves erros de conduta os chamados 8sete pecados capitais8. a lu):ria. :ue ser7 inadmissível :uando a so#iedade da Nova ra se #onsolidar. 6e#hando o #i#lo das atitudes ne6astas :ue #omprometem a as#ese evolutiva tão impres#indível aos homens neste 6inal de #i#lo evolutivo0 PERGUNTA:4 Em resumo: o que poderias concluir so(re este capítulo& 12) . apenas diante da falsa moral humana. o vício de comer. sobre#arregando o organismo de uma alimentação pesada :ue embota os sentidos espirituais. que poderiam ser considerados a origem de todos os demais pecados* 'eriam eles a so(er(a. entendemos :ue % um grave erro ?ulgar pessoas.uma conduta dolosa perante a "oral "aior. pre?udi#ando a as#ese evolutiva do espírito imortal0 J7 % tempo de o homem #ompreender :ue a alimentação deve ter a 6inalidade eB#lusiva de nutrir o #orpo #om saGde. embora não se?a 6ator para eleger ou reprovar os espíritos para o novo est7gio de evolução espiritual :ue est7 por vir0 PERGUNTA: 4 A /gre-a . abordaremos os ví#ios da alma. a avare%a. mas % obrigação de todo a:uele :ue ?7 se espirituali*ou eBer#er o trabalho de es#lare#imento espi5 ritual. os psic2logos e os cientistas do mundo físico ainda n+o puderam resolv45la* 8G assunto que n+o se soluciona so(re (ases científicas materialistas porque s2 podereis entend45lo e e)plic$5lo dentro dos processos de reencarna +o8. se?a :ual 6or o seu ato. a inve-a e a pregui a* . que dedica todo um capítulo a interessantes esclarecimentos so(re o tema* PERGUNTA: 4 E o que poderias nos di%er a respeito daqueles que condenam os homosse)uais& HERME!: 4 ! mais s7bio dos homens. # não sobre#arreg75lo de gorduras #om alimentos e bebidas t4Bi#as para o seu bom 6un#ionamento0 Nesse #aso. e)plica o autor. mas tamb%m ?amais devemos nos omitir de divulgar o #omportamento #rísti#o :ue deve ser seguido para al#ançarmos a Iu*0 Julgar pessoas % um ato in6eli* :ue desmas#ara os pr4prios erros :ue ainda habitam em nosso #oração. mas re6letir sobre #omportamentos e atos in#ompatíveis #om a bus#a da Iu* sinali*a maturidade espiritual e reen#ontro #om o ob?etivo prin#ipal de nossas vidas0 Jamais devemos #ondenar e dis#riminar :ual:uer irmão. e não o0 #ontr7rio0 A alimentação deve ter a 6inalidade de nutrir o #orpo 6ísi#o para :ue o espírito possa ad:uirir e mani6estar o seu aprendi*ado na mat%ria0 ! :ue observamos são alguns #asos de #ulto C mesa. a ira. ou se-a.n#ia dos espíritos em evolução rumo C Iu* em nosso mundo0 is o motivo pelo :ual de#idimos dividir esse tema em dois #apítulos0 Neste. # tam(#m um desequilí(rio da alma* . disse5nos :ue não deveríamos ?ulgar para não sermos ?ulgados0 Iogo. a gula. que tens a di%er& HERME!: 4 ! #orpo deve servir ao espírito. sem #itar #asos espe#í6i#os e evitando gerar situações anti6raternas0 PERGUNTA: 4 Afirmaste no início deste capítulo que a glutonice. Jesus. dissertamos sobre os ví#ios do #orpoK no pr4Bimo. pois os legisladores. que di%es a respeito& HERME!: 4 sse levantamento de atitudes anti#rísti#as realmente retrata o in6eli* #aminho para a 6al. en:uadramos tamb%m a ne#essidade de uma preparação para o abandono da alimentação #arnívora.

HERME!: 4 !s ví#ios do #orpo blo:ueiam a as#ese evolutiva dos espíritos :ue ainda a#reditam ser a #arne o seu verdadeiro eu0 Devemos #ompreender :ue o #orpo % tão5 somente um veí#ulo de mani6estação nos mundos 6ísi#os0 .e servirmos a ele, #omo um es#ravo, seremos #omo um piloto dirigindo um #arro desgovernado0 8 6undamental nos #ons#ienti*armos de :uem somos, de onde viemos e para onde devemos seguir0 A libertação dos ví#ios signi6i#a o ingresso para uma vida superior0 A an7lise di7ria da autonomia :ue temos sobre as nossas vidas % 6undamental0 A partir do momento em :ue per#ebermos :ue somos dependentes do 6umo, do 7l#ool, do seBo e das demais drogas alu#in4genas, devemos parar para re6letir sobre o rumo pelo :ual estamos dire#ionando as nossas vidas0 Pode pare#er :ue não, mas os ví#ios podem alterar o nosso #omportamento, 6a*endo #om :ue venhamos a #ometer graves #rimes para atender aos #apri#hos do #orpo0 , ademais, a interatividade entre #orpo 6ísi#o e #orpo espiritual desen#adear7 dese:uilíbrios no Al%m, 6a*endo #om :ue não tenhamos harmonia e leve*a para evitar a in#on6undível atração magn%ti#a do astro intruso0 PERGUNTA: 4 Para concluirmos o capítulo, gostaríamos que o irm+o e)pusesse o motivo principal que mo(ili%a os homens para seguir pelo caminho das drogas e que tam(#m fa% com que eles n+o tenham perseveran a para livrar5se da influ4ncia coercitiva desse mal* HERME!: 4 A 6alta de uma #rença superior :ue es#lareça o verdadeiro signi6i#ado da vida humana % o prin#ipal motivo da 6al;n#ia dos homens0 A:ueles :ue a#reditam :ue Evieram do p4 e para o p4 retornarãoE são as vítimas mais 67#eis dos ví#ios, por não en#ontrarem um motivo superior para viver e #res#er a longo pra*o0 3aso a humanidade realmente pro#urasse entender e assimilar as Merdades spirituais #ompreenderia :ue todos os 6ilhos de Deus são eternos e estão inseridos dentro de programas evolutivos :ue devem ser al#ançados para a nossa ventura espiritual0 .e o homem assim pensasse, as drogas e as desilusões da vida não en#ontrariam abrigo em suas mentes0 Ademais, a 6alta do #ultivo de ideais superiores para a #onstrução de um mundo melhor, a preguiça e o desinteresse para #om a:ueles :ue so6rem a dor da nude*, da 6ome e da mis%ria tornam as pessoas o#iosas e propensas ao ass%dio das drogas0 3omo di* o ditado< E$ente o#iosa e distan#iada de Deus % o6i#ina do diaboLE ! homem espirituali*ado #ompreende melhor o mundo :ue o #er#a e % mais s7bio em suas de#isões, ?amais #rendo :ue as drogas :ue es#ravi*am o #orpo possam ser algo :ue lhes traga pra*er e 6eli#idade0 ! ignorante % es#ravo do mundo, o aprendi* #ompreende :ue eBistem leis universais :ue se 6orem seguidas #ondu*em Cs portas da 6eli#idade, e o s7bio es#reve nas estrelasK ele #ondu* a humanidade traçando os roteiros evolutivos para a as#ese de todos os 6ilhos de Deus0

12F

EF Os 3ícios da alma
PERGUNTA: 4 Euais s+o as consequ4ncias dos vícios da alma em rela +o ao processo de transi +o para o novo est$gio de evolu +o espiritual da Terra& HERME!: 4 .oli#itamos este #apítulo espe#ialmente para alertar os en#arnados na vida 6ísi#a sobre os ví#ios da alma, :ue são os #omportamentos rotineiros #ontr7rios Cs virtu5 des #ristãs0 !s ví#ios da alma são as atitudes daninhas, muitas ve*es hipn4ti#as, :ue nos levam C ruína espiritual sem nem ao menos per#ebermos0 ! homem atual, vítima de uma so#iedade #orrompida :ue alterou os valores morais para eBtravasar os seus #apri#hos, vive ho?e um dilema de atitudes, muitas ve*es ?usti6i#ando o in?usti6i#7vel, #omo pro6eti*ou João vangelista no EIivro do Apo#alipseE0 No teBto sagrado, o ap4stolo a6irma :ue #hegado o E6im dos temposE o :ue % #erto passaria a ser #onsiderado errado, e o :ue % errado passaria a ser #onsiderado #erto0 is um retrato da so#iedade humana atualL PERGUNTA: 4 E qual seria o mais comum vício da alma& HERME!: 4 A maledi#;n#ia % o mais rotineiro ví#io de #onduta da humanidade0 Por #ausa desse veneno sutil, v7rias vidas são pre?udi#adas e rela#ionamentos destruídos #om a 6amigerada E6o6o#aE0 1alar da vida alheia, #om #ríti#as destrutivas, tornou5se um h7bito deplor7vel :ue rompeu os limites a#eit7veis na atual etapa evolutiva da "erra, sendo :ue ho?e em dia #hegou5se ao ponto de eBistirem revistas espe#iali*adas em eBpor de 6orma negativa a vida de #elebridades da so#iedade0 A maledi#;n#ia % uma prova dos re#al:ues milenares das almas en#arnadas na "erra :ue ainda se #ompra*em #om a trag%dia alheia e inve?am a:ueles :ue al#ançam as suas pr4prias metas ambi#iosas0 realmente triste, mas tanto inve?ados #omo inve?osos são dignos de pena0 ! inve?ado % vítima de sua pr4pria arrog9n#ia e prepot;n#ia, 6rutos de seu #ulto eBagerado C vida humana materialista e imediatista0 J7 o inve?oso, % uma pobre #riatura :ue sonha em ter uma posição de desta:ue dentro de uma so#iedade ultrapassada e em 6ran#a de#ad;n#ia moral0 !s eleitos :ue se desta#arão na Nova ra serão espíritos simples e desprendidos, ?amais dese?ando serem venerados pelo #ulto eBterior, mas sim serem lembrados por sua #ontribuição na #onstrução de uma so#iedade melhor0 os eleitos :ue não tiverem a mesma pro?eção so#ial serão almas laboriosas, apenas interessadas no eBemplo da:ueles :ue se #andidatarem a #ondu*ir a so#iedade, por suas aptidões políti#as, religiosas, so#iais ou artísti#as0 PERGUNTA: 4 A maledic4ncia # um pro(lema antigo* =esus alertou5nos constantemente so(re esse vício da alma em sua mensagem redentora* . que mais poderias nos di%er so(re esse mau h$(ito&

12+

HERME!: 4 A maledi#;n#ia demonstra #omo aShumanidade atual est7 distan#iada do amor e da #aridade, pois ela eBpli#ita :ue não eBiste #arinho e respeito entre os homens0 A so#iedade per6eita sonhada pela humanidade terrena ?amais ser7 al#ançada en:uanto esse sentimento ne6asto 6or #ultivado no #oração dos espíritos em evolução na "erra0 8 por esse motivo :ue o eBílio planet7rio % inevit7vel0 ! sentimento amargo, ran#oroso e re#al#ado :ue d7 origem C maledi#;n#ia não habitar7 no #oração dos eleitos0 Portanto, % 6undamental ini#iar imediatamente a luta #ontra esse ví#io sutil :ue se abriga no íntimo dos homens e #ompromete s%#ulos de evolução sem #ausar suspeita0 Poderíamos #omparar a maledi#;n#ia ao inseto #onhe#ido #omo #upim, :ue instala5se nos m4veis de vossas #asas, destruindo5os lentamente0 Assim #omo esse inseto, o mau h7bito de ?ulgar a vida alheia #orr4i a alma dos maledi#entes sem :ue eles per#ebam0 Ao 6inal do pro#esso, o estrago % avassalador, levando o invigilante a um longo período de #orreção espiritual para re#uperar5se dos graves danos desen#adeados em sua alma imortal, mais propriamente, em seu #orpo perispiritual0 PERGUNTA: 4 A maledic4ncia e a crítica destrutiva seriam o mesmo vício da alma com nomes diferentes& HERME!: 4 .im0 A #ríti#a s4 % a#eita :uando possui o nítido interesse do bem #omum, sem o6ender e magoar0 .omos todos peregrinos em bus#a da Iu*0 .e Jesus, o mais eB#elso espírito :ue des#eu ao plano terreno, negou5se a ?ulgar e #onde5nKir a mulher adGltera, :uem somos n4s para pro#edermos de 6orma di6erenteX A #ríti#a destrutiva, assim #omo a maledi#;n#ia, tem por ob?etivo tão5somente agredir, magoar e desestimular os nossos semelhantes ao progresso espiritual0 is um gesto in6eli*, e pelo :ual o a#usador dever7 responder irremediavelmente Cs leis do 3riadorL Jamais devemos avaliar os outros em termos de angelitu5de ou imoralidade, pois não temos #ondições de #ompreender os motivos :ue muitas ve*es rompem as barreiras da atual en#arnação e :ue as levam ao desastre moral0 !s pregadores de moral rigorosa geralmente tropeçam nas mesmas situações :ue #ondenam #om 6ervor0 Ao inv%s de ?ulgar, pro#uremos eBempli6i#ar as virtudes #ristãs0 Apenas Deus e seus prepostos mais graduados podem avaliar o íntimo de #ada um0 Ao verdadeiro espiritualista, imbuído do espírito #rísti#o, #abe orientar 6raternalmente, sem ?ulgar5se o dono da verdade absoluta, :ue reside eB#lusivamente na ess;n#ia do 3riador0 ! erro de nossos semelhantes no dia de ho?e talve* se?a o nosso erro amanhã, ?7 :ue na estrada evolutiva da "erra somos ainda portadores das imper6eições humanas0 3abe5nos levantar os #aídos, por:ue não sabemos onde os nossos p%s tropeçarão0 PERGUNTA: 4 G nítido perce(er que para vencer os vícios da alma # imprescindível8orar e vigiar8 constantemen5te* N+o estamos certos& HERME!: 4 .im0 !s atos so#iais :ue não #ausam espanto e horror são os mais di6í#eis de serem #ontrolados, pois são tratados #om indi6erença e #ompla#;n#ia por todos0 .e % uma atitude #omum no meio so#ial, por :ue surpreender5seX neste ponto est7 o maior perigoL Â inversão de valores da so#iedade atual enalte#e a 6iloso6ia de Elevar vantagem em tudoE, se?am :uais 6orem os m%todos0

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ao #arnaval e Cs telenovelas de#adentes. a #riança ?7 se a#ostuma #om essas pr7ti#as ne6astas. ran#or ou sensualismo0 Por isso. mas vivem em um país pa#í6i#o e :ue o6ere#e oportunidades para o #res#imento espiritual de seu povo0 Ao inv%s de dedi#arem5se somente ao 6utebol. inve?a. então #ompreendereis as nossas palavras de alerta0 Ouem dera os espíritos protetores dos en#arnados pudessem gravar e apresentar ao 6inal do dia aos seus pupilos todas as suas açõesL 3ertamente. pacífica e sem pro(lemas n+o seria menos maledicente& HERME!: 4 A#reditamos :ue seria o #ontr7rio. muitas ve*es #ru%is e insensíveis para #om os seus semelhantes0 PERGUNTA:4A maledic4ncia n+o seria fruto das dificuldades da vida humana& 'er$ que se o homem vivesse uma vida mais serena. muitas ve*es tornam5se os piores eBemplos. a#reditando estar agindo #orretamente0 !s pais. as vítimas das guerras. mas na verdade te contradi%es. estes sim tiveram e t. pois se os homens tivessem verdadeiros problemas não teriam disposição para #riti#ar a vida alheia e tempo para desperdiçar #om #onversas improdutivas. um #opo de bebida al#o4li#a na mão e o #oração. da dis#riminação ra#ial e da 6ome pelo mundo. :ue não a#res#entam nada a ningu%m0 !s #ristãos :ue 6oram perseguidos pelo 'mp%rio Romano. que mais poderias nos aconselhar a respeito da maledic4ncia& 1@1 .No mundo 6ísi#o.e vos observardes #om um #igarro na bo#a. pois est$s criticando e condenando os maus h$(itos de nossa humanidade atual* . desde os primeiros anos. os en#arnados deveriam bus#ar reali*ar uma verdadeira re6orma espiritual íntima0 As lamGrias apenas atrasam a nossa #aminhada e estimulam a preguiça na bus#a pelas Merdades spirituais impres#indíveis ao bem viver da so#iedade0 is na preguiça mais um grande ví#io da almaL !s espíritos #omportam5se #omo #rianças mimadasK apresentam5se sempre indispostos ao estudo espiritual :ue os tornaria pessoas melhores0 "odavia. derivadas de pensamentos e sentimentos in6eriores. de #oração< analisai sin#eramente os vossos atos e atitudes di7rias C lu* da sabedoria espiritual0 . :ue deveriam ser respons7veis por sua edu#ação. geralmente estão animados para assistirem a programas televisivos de#adentes e para 6alar negativamente da vida alheia0 'rmãos. a mente e a bo#a repleta de palavras negativas.m problemas0 !s espíritos atual5mente en#arnados no #en7rio brasileiro re#lamam da vida. que di%es& HERME!: 4 A7 uma grande di6erença entre ?ulgar maus h7bitos e ?ulgar pessoas0 Jesus #ondenou #om autoridade o #omportamento imoral e anti6raterno da so#iedade em :ue viveu. libertai5vos da hipnose gerada pelo #omodismo da vida humanaL 8 ne#ess7rio modi6i#ar a 6orma de pensar e agir para libertar5se da estagnação evolutiva espiritual0 PERGUNTA: 3 Alguns leitores podem afirmar que condenas a crítica e o -ulgamento. mas em nenhum momento ?ulgou individualmente os seus semelhantes0 8 isso :ue a:ui 6a*emos #om o ob?etivo de es#lare#er o homem atual sobre os ne6astos ví#ios de #onduta :ue o es#ravi*am aos #i#los reen#arnat4rios de eBpiação e provas0 PERGUNTA: 4 . os invigilantes iriam se #ho#ar #om suas pr4prias atitudes. advertimos os irmãos. #ondu*indo os espíritos menos perseverantes no bem C pr7ti#a #onstante da maledi#. re#al:ues.n#ia e da intriga0 8 realmente muito triste observarmos pessoas #onversando diariamente e #onstatarmos :ue a :uase totalidade de suas palavras est7 impregnada de 4dio.

% not4rio :ue essas atitudes #orrespondem a uma atitude vi#iada em relação C nossa real nature*a espiritual0 ! homem não % mau. seremos s7bios se guardarmos sil. mis#ria alheia tam(#m seria um vício da alma& 1@2 .n#ia de nossos #orações0 PERGUNTA: 3 Poderias nos falar so(re a arrog6ncia e a prepot4ncia& HERME!: 4 sses sentimentos são típi#os de :uem não #r.s 6iltros devem. Gtil ou verdadeiro a ningu%m engrande#e0 3om essa prudente pr7ti#a estaremos libertos da in6lu.HERME!: 4 ! melhor eBemplo a esse respeito en#ontramos nos ensinamentos do s7bio 6il4so6o grego .n#io. pois :uanto mais #ompreendemos a magnitude e o ob?etivo da obra do 3riador. por meio de uma edu#ação so#ial voltada para os prin#ípios sagrados do vangelho do 3risto0 Ao obter essa #ons#i. mas :ue eram almas pe:uenas e imper6eitas0 Ao vislumbrarmos a grande*a do 2niverso #riado por Deus. da intoler9n#ia e da vingança0 . em Deus e a#redita5se :ue % melhor do :ue os seus seme'hantes0 A humildade % uma das #haves de libertação espiritual.n#ia da vida #riada pelo Pai0 PERGUNTA:4 'a(emos que as palavras agressivas.n#ia espiritual de :ue somos muito mais :ue a m7:uina 6ísi#a 6ar7 #om :ue a humanidade desperte para a sua real nature*a0 3ompreendendo o :ue a:ui a6irmamos. intolerante e vingativo. para eBer#itarmos esse ensinamento so#r7ti#o. eBtirpam a erva daninha da maledi#. o desrespeito e a intoler6ncia s+o atitudes negativas* 'eriam elas tam(#m vícios da alma& HERME!: 4 ssas atitudes são um re6leBo nítido do :ue #ara#teri*a as almas ainda imper6eitas0 n#ontramos na per6eição e na bele*a espiritual a imagem e semelhança de DeusK logo. vemos #omo ainda somos insigni6i#antes dentro da reg.n#ia sorrateira da maledi#. do egoísmo. mas teremos de nos submeter C:uelas :ue pronun#iarmos0 $as. gostaríamos de re#omendar os importantes livros de nosso irmão $irame*< EAori*ontes da $enteE e EAori*ontes da 1alaE. egoísta. :uando lidos #om atenção e interesse. e o :ue se humilha ser7 eBaltadoE0 No momento em :ue a#reditamos estar a#ima do Ebem e do malE. ser despre*adas0 . boas e Gteis podem e devem ser pro6eridas0 "odas as in6ormações :ue porventura 6orem blo:ueadas por esses tr. portanto.omente a #ons#i. per#eberão :ue o seu estilo de vida atual % e:uivo#ado e deve ser reavaliado0 PERGUNTA: 4 A indiferen a em rela +o .n#ia espiritual. devemos tamb%m nos lembrar de avaliar sempre a:uilo :ue iremos "alar ou es#rever0 Jesus nos re#omenda :ue % importante nos preo#uparmos mais #om o :ue sai de nossa bo#a do :ue #om o :ue entra0 Nesse #ampo de aprendi*ado. ambos psi#o5gra6ados pela mediunidade abençoada de João Nunes $aia0 Pstes belos trabalhos de renovação interior. pois Ea:uele :ue se eBalta ser7 humilhado.endo assim. perdemos a noção da amplitude da !bra Divina e tornamo5nos semelhantes aos espíritos in6antis :ue sempre dominaram o #en7rio da vida humana. pois tudo :ue não % bom.n#ia0 Iembrai5vos :ue dominaremos sempre as palavras :ue não dissermos. os homens entenderão a import9n#ia da libertação das atitudes anti5#rísti#as. mais nos aproBimamos de sua grande*a0 Jesus re#omendou aos seus ap4stolos :ue ?amais se posi#ionassem em lugar de desta:ue. mas o seu EeuE inte5 rior est7 vi#iado na pr7ti#a do mal.4#rates0 le nos ensina :ue somente in6ormações :ue se?am verdadeiras.

não vos porteis #omo ele6antes o#iosos. en:uanto o ele6ante a6irmava ser impossível sustar as imensas labaredas0 !u se?a. devemos trabalhar in#ansavelmente para #onstruir uma so#iedade mais ?usta e igualit7ria. todo espírito passa por longos períodos de #ursos intensivos para melhor aproveitar a sua nova eBist. :ue aprisiona o indivíduo por s%#ulos nas en#arnações eBpiat4rias primitivas0 A 6alta de #onhe#imento espiritual a6asta o espírito em evolução das atividades :ue viriam a estimul75lo a uma verdadeira re6orma moral. que devemos fa%er ap2s vencer um determinado pro(lema& HERME!: 4 Devemos aguardar outros. ao isolar5se. #omo 6ilhos de Deus. pois #edo ou tarde ne#essitar7 de algu%m ou de algo para viver0 1omos #riados para interagirmos uns #om os outros. podemos a6irmar #om #erte*a :ue estamos #ometendo um ví#io da alma0 ! pr4prio indivíduo.e 6i#7ssemos esperando as trans6ormações prometidas durante todo este trabalho. sempre em personalidades :ue 6oram preguiçosas. #omeça a se pre?udi#ar. usurpadoras e :ue s4 dese?avam :ue seus #apri#hos e taras 6ossem atendidos pela es#ravi*ação de seus semelhantes0 Portanto. a 6alta de 6% % um dos maiores ví#ios da alma. libertando5o de6initivamente da 6orma alienada de #ompreender a 6inalidade da vida humana0 Antes de reen#arnar. promovendo avanços no #ampo so#ial. estamos inseridos novamente em um #omportamento :ue não #orresponde ao padrão espiritual para o :ual 6omos #riados por Deus0 . para s4 então arregaçarmos as mangas para a tare6a renovadora. sem nos preo#uparmos #om o destino de nossos irmãos. #om o tempo. espiritual e #ientí6i#o0 PERGUNTA: 4 A falta da miseric2rdia entre os homens n+o seria o refle)o de uma sensa +o de impot4ncia ante esse mar de deserdados da sorte que ha(ita o nosso mundo& HERME!: 4 .n#ia. en:uanto a das ini:Gidades % largaLE PERGUNTA: 4 . mas sim #omo bei?a56lores laboriososL Iembrai5vos< EA porta da salvação % estreita. e se isso não o#orre assemelhamo5nos C 7gua parada :ue.HERME!: 4 . signi6i#aria :ue não estamos C altura de viver na "erra do "er#eiro $il%nio0 ! 3riador aguarda :ue . apenas agrava as di6i#uldades do per#urso0 ! homem s4 al#ança o paraíso :ue persegue :uando es:ue#e de si para amar e servir aos seus semelhantes0 PERGUNTA: 4 .e 6ugimos C nossa real nature*a. espiritual e intele#tual. -$ que afirmaste que tudo aquilo que contraria a nossa nature%a espiritual pode ser entendido assim& HERME!: 4 BatamenteL Assim #omo a maledi#.n#ia0 A import9n#ia da #rença espiritual e da 6% na Mida $aior 1@@ .eus 6ilhos mais #ons#ientes ini#iem a tare6a :ue #ontagiar7 a humanidade nas pr4Bimas d%#adas0 spelhai5vos na 67bula do bei?a56lor :ue lutava #om #onvi#ção para apagar o in#. pois o atual est7gio evolutivo da "erra eBige a higieni*ação #7rmi#a de sua humanidade para :ue ingresse puri6i#ada na Nova ra0 Não h7 espaço para #omodismos e lamGrias0 Ouem re#lama.ndio na 6loresta. desinteresse pelas quest!es espirituais tam(#m seria um vício da alma. e não de dese?ar ser servido0 A hist4ria da humanidade % ri#a em grandes eBemplos de almas :ue trabalharam pelo progresso de toda a #ivili*ação0 en#ontramos tamb%m o :ue h7 de pior. #omeça a apodre#er0 ! #res#imento espiritual se d7 por meio da pr7ti#a #onvi#ta de servir ao pr4Bimo.im0 N4s 6omos #riados para somarmos #om a so#iedade0 A partir do momento em :ue nos isolamos.

o sentimento de m7goa. :ue 6açam por mere#erL Posso garantir5vos :ue a #ada passo em direção a Deus e Cs Merdades . mas o interesse humano por seus #apri#hos in6antis ainda domina almas :ue ?7 deveriam ter despertado para a Mida $aior h7 s%#ulos0 assim a humanidade #aminha. devemos nos lembrar :ue a humanidade % repleta de #renças :ue abordam as Merdades Divinas das mais variadas 6ormas0 $as o homem. não lhe to#a o #oração por seu pr4prio desinteresse nesse sentido0 PERGUNTA: 4 E o que poderias nos falar so(re os melindres& HERME!: 4 Assim #omo o6ender e agredir % um ato desrespeitoso e :ue deveria ser motivo de re6leBão para os en#arnados.s homens provavelmente teriam um outro comportamento se tivessem uma real e palp$vel comprova +o da Cida /mortal e se tivessem consci4ncia da impor5 t6ncia de evoluirmos segundo os preceitos tra%idos pelos avatares durante toda a hist2ria de nossa humanidade* N+o seria melhor se pud#ssemos recordar as nossas vidas anteriores e a vida espiritual. mais ele #onsegue sentir a presença do 3riador0 Portanto. apenas #ultuando eBternamente uma determinada religião :ue. pois #ompreenderia as limitações de seu irmão0 1@& . mas. en#ontrareis as respostas e as #on6irmações :ue bus#ais0 A não ser :ue essas re6er.u se-a. novas en#arnações são 6a#ultadas aos espíritos em evolução na "erra e o :ue vemos % o mesmo desinteresse da grande maioria. a grande maioria se deiBa sedu*ir pela Elarga portaE da preguiça e dos pra*eres humanos0 PERGUNTA: 4 . a nossa nítida pequena evolu +o espiritual& HERME!: 4 3on#ordamos :ue assim %L $as os s%#ulos passam. se o6enderia menos e não ne#essitaria eBer#er o nobre gesto do perdão. :ue ainda luta para obter o seu ingresso na Nova ra. quando encarnados& HERME!: 4 J7 abordamos em parte esse assunto no primeiro #apítulo deste trabalho0 l7 a6irmamos :ue no atual est7gio evolutivo da "erra ainda % ne#ess7ria a #on:uista da 6% e dos valores espirituais para enBergar o mundo invisível aos sentidos 6ísi#os0 A6irmamos tamb%m :ue :uanto mais o homem se aproBima de Deus. somente agora as religiões estão se moderni*ando. a:ueles :ue dese?am essas #omprovações para se mobili*arem. isso % um empe#ilhoK no entanto. pois se dependesse da humanidade atual. #hegando5se ao ponto de o eBílio planet7rio ser ne#ess7rio para migrar dois terços da população total do planeta.n#ia de uma intensi6i#ação na reen#arnação dos eleitos.n#ias se?am de pessoas :ue apenas pretendem ?usti6i#ar o seu desinteresse e desestímulo ao progresso espiritual0 PERGUNTA: 4 'er$ que esse 8vício da alma8da descren a espiritual n+o # fruto da falta de progresso e moderni%a +o das religi!es& HERME!: 4 Realmente.% abordada insistentemente nesta s%rie de estudos. a 6im de :ue os eleitos possam prosseguir evoluindo0 'n#lusive. nem ao menos se sentiria o6endido para tanto. en#ontra maior interesse nas atividades mundanas do :ue nas re6leBões trans#endentais0 PERGUNTA: 4 'er$ que esse interesse maior pelas quest!es humanas n+o seria por causa da falta de avan o espiritual e intelectual da nossa humanidade& . in6eli*mente. desinteressada pela bus#a da auto5 reali*ação espiritual. em de#orr.e o homem moderno houvesse en#ontrado a sua Iu* interior.upremas do spírito. na verdade. o6ensa e es#9ndalo tamb%m ne#essitaria re#eber a mesma atenção0 . geralmente indolente para #om as :uestões espirituais. as mentes humanas #ontinuariam a ser es#ravi*adas para atender aos interesses dos poderosos0 A#reditamos :ue a Merdade Divina 6oi bem di6undida no plano material.

vivendo longos anos sem tro#ar uma Gni#a palavra. que poderias nos di%er a respeito dessa afirma +o& HERME!: 4 A #riatura :ue se sente o6endida.PERGUNTA: 4 Acreditamos que este-as pedindo demais os # difícil perdoar os nossos semelhantes. so6rimento e laços #7rmi#os sendo ainda mais estreitados nas so#iedades da "erra0 A:ui. que nos di%es a respeito disso& HERME!: 4 "endes ra*ãoL Mede #omo a humanidade terrena est7 distan#iada das #ivili*ações superiores0 n:uanto em mundos adiantados os seus habitantes relevam os e:uívo#os de seus semelhantes ainda embaraçados #om #on#eitos superiores.er . o pr4prio espírito ran#oroso so6rer7 diversas ve*es mais as des#argas negativas :ue est7 gerando para o seu semelhante0 ! ran#or % um grave elemento gerador de dis6unções org9ni#as. ali#erçados na 6%. ainda % muito di6í#il0 'n#lusive. al#ança a verdadeira 6eli#idade. afirmaste que o rancor # mais pre-udicial a quem o sente. entra em um estado de sintonia #om o 4dio e a revolta por sentir5se in?ustiçada ou traída0 sse #omportamento desen#adeia energias interiores :ue ma#ulam o #orpo perispiritual #om as man#has astrais :ue ?7 estudamos neste trabalho0 Apesar de a pessoa ob?eto do sentimento de ran#or so6rer as vibrações negativas geradas. por serem es#ravos do ran#or típi#o de almas primitivas0 PERGUNTA: 4 Poderias nos tra%er outras considera !es acerca do perd+o& HERME!: 4 ! perdão impli#a a #ons#i. analisamos #om triste*a as notí#ias de dor.ua #riação universal % um eBemplo s7bio de :ue tudo Ihe % possível0 . so6rimento e triste*a0 Analisando todo o #onteBto humano sob a 4ti#a imortal. do que . mas ?amais re6letem sobre as suas atitudes iras5#íveis do #otidianoK a#ol7.uperior :ue rege a nossa evolução0 3omo a humanidade terrena vive distan#iada do verdadeiro sentimento religioso. torna5se di6í#il a pr7ti#a sin#era do perdão0 3aso os homens #ompreendessem :ue a postura serena dos s7bios poderia resolver os problemas humanos sem guerras e viol. mesmo :ue se?a ap4s algum tempo de re6leBão. pessoa que # alvo de tal sentimento* .n#ia dos pais. magoada.eus 6ilhos. na "erra o simples gesto de perdoar. ou se?a. desde :ue avan#emos na es#alada evolutiva. que dir$ n+o se sentir ofendido* . % uma #riança :ue % assassinada #om uma bala perdida por #ausa da imprud.e somos . assim #omo o 4dio intenso. a:uele :ue se desliga dos interesses mes:uinhos da vida humana. :ue vivemos uma vida imortal e :ue somos 6ilhos de um .n#ia. :ue deveriam amar5se. rumo Cs es6eras superiores0 Jesus a6irmou :ue Esomos deusesE. % possível #ompreender #om #lare*a a grande*a das palavras de 1ran#is#o de Assis em sua oração< E8 morrendo para a vida humana :ue se renas#e para a Mida ternaE0 !u se?a. temos o #aso de lutas insensatas por posses eB#lusivamente humanas :ue #ausam dor.n#ia de :ue somos mais do :ue a m7:uina humana. % #omum ver irmãos de sangue. :ue #ausa as mais variadas 6ormas de #9n#er0 PERGUNTA: 4 E quanto ao pessimismo& Trata5se tam(#m de um vício da alma& HERME!: 4 Deus % a m7Bima per6eiçãoL A . o perdão seria amplamente prati#ado no mundo0 n:uanto isso ainda não o#orre. pois se somos parte do 3riador temos de ser plenamente otimis5tas e nenhuma meta deve apresentar5se aos nossos olhos #omo algo impossível0 As palavras de Paulo de "arso a:ui devem ser tamb%m #itadas< EPosso tudo #om A:uele :ue me 6ortale#eLE 1@( . nada tamb%m nos % impossível. somos parte do 3riador0 3om essa an7lise #ompreendemos :ue o pessimismo % um grave ví#io da alma. :ue ainda se #onsideram vítimas. por sermos a mais per6eita 3riação Divina0 Allan Tarde# assegura5nos em suas obras da #odi6i#ação do spiritismo :ue somos uma #entelha divina. por :ue a humanidade atual ainda #ultua os ví#ios do #orpo e da alma. imortal e impere#ível0 PERGUNTA: 4 Em determinada noite de estudo.

o amor e a sabedoria.n#ia ne6asta0 8 tudo uma :uestão de h7bitos milenares0 PERGUNTA: 4 Poderias nos mostrar um rumo seguro *para li(ertarmo5nos desses vícios de conduta que nos escravi%am. apenas soli#itamos este #apítulo #om a 6inalidade de 6a*er um #omparativo #om os ví#ios de nature*a 6ísi#a0 Assim.PERGUNTA: 3 As tuas palavras s+o (elas e cativantes. mas na #aminhada rumo ao #res#imento espiritual ma#ulamos a pure*a de nossa EtGni#a nup#ialE0 . <u%& HERME!: 4 BatamenteL 1omos #riados em meio C Iu* Divina. ini#iam5se os dramas de #ons#i. v. por que somos atraídos e dominados por tudo que h$ de ruim& HERME!: 4 Deus #ria os . que devemos vencer para evoluirmos* N+o seria isso& HERME!: 4 Realmente. mulheres seminuas e assiste a eventos esportivos0 $as a evolução espiritual % inevit7vel a todos os 6ilhos de Deus0 3om o passar dos mil%nios. lG#idas e #onvi#tas no bem #onseguem enBergar a bele*a e o pra*er nas virtudes divinas0 n:uanto ainda somos pe:uenos e não #onseguimos per#eber a bele*a do amor. mas acreditamos que para uma pessoa que passa por diversos pro(lemas e nada parece dar certo elas n+o surtir+o efeito* . mas isso s4 % possível C:ueles :ue ?7 al#ançaram uma #apa#idade plena de auto5a6irmação e #on6iança em Deus0 Assim #omo o ateu não per#ebe o $undo spiritual por sua des#rença. que nos di%es a respeito& HERME!: 4 As pessoas pessimistas 6ra#assam em seus mais simples sonhos por não terem 6%0 las a#reditam :ue nada % possível de ser al#ançado0 ! $estre dos mestres a6irmou :ue a 6% do tamanho de um grão de mostarda poderia remover montanhas. ou a dor e o so6rimento. o pessimista não al#ança os mais simples resultados por sua 6alta de 6%0 PERGUNTA: 4 Por que somos vítimas dos vícios& 'e possuímos essa nature%a divina em nosso ser. os pecados da alma. provo#am re6leBões :ue nos despertam para a bus#a dos sentimentos superiores0 Nesse est7gio.omente o dese?o intenso de retorno pode puri6i#ar5nos novamente e isso eBige um grande es6orço para ven#er os h7bitos :ue estão enrai*ados pro6undamente em nossas almas por #ausa de s%#ulos de atitudes vi#iadas0 is o por:u. resvalamos nos e:uívo#os da vida humana e nos atraímos hipnoti#amente aos pra*eres materiais0 3om o passar dos s%#ulos. assim como fi%este h$ s#culos& HERME!: 4 Basta seguir a Iei gurea de todas as religiões< EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoE e ENão 6aças aos outros a:uilo :ue não gostarias :ue te 6i*essemE0 is a #have libertadora de todos os ví#ios da almaL PERGUNTA: 4 Parece5nos que esse termo 8vícios da alma8nada mais representa do que as atitudes anticrísticas. terminamos nos acomodando no cultivo de maus h$(itos e isso torna difícil o caminho de volta . tomamos gosto somente por a:uilo :ue nossas almas imper6eitas #onseguem per#eberK assim #omo o espírito endure#ido s4 eBperimenta pra*er :uando bebe a sua #erve?a no 6inal de semana. mas somente almas :ue tornam5se dis#iplina5 das.eus 6ilhos simples e ignorantes0 A 6alta de sabedoria nos 6a* eBperimentar todas as sensações e impulsos da vida. mas a vit4ria tra*5nos um sentimento indes#ritível0 is o est7gio :ue um grande nGmero de espíritos est7 viven#iando no atual momento evolutivo da "erra e :ue determinar7 de :ue lado estamos< se C es:uerda ou C direita do 3ristoL PERGUNTA: 3 Pelo que entendemos. os irmãos poderão meditar sobre a 6orça 1@/ . % tão 67#il ser ali#iado para os ví#ios do #orpoW e da alma e % tão di6í#il libertar5se de sua in6lu.n#ia e a luta para libertarmo5nos dos ví#ios do #orpo e da alma #ultuados por s%#ulos de en#arnações em :ue vivemos C beira da animalidade0 A luta % atro*.

a #ons#i. se os homens não tivessem uma oportunidade para #ons#ienti*arem5se desses maus h7bitos sorrateiros :ue os es#ravi*am0 Na verdade. relegando a um segundo piK1110 a inadi7vel #on:uista da #ons#i. gostaríamos que nos falasses so(re os dese-os e as pai)!es humanas* 'eria possível& HERME!: 4 As paiBões e os dese?os humanos são um rdleBo do atraso espiritual em :ue se en#ontra a "erra0 !s homens. como. somente no Reino dos 3%us en#ontraremos a 6eli#idade eterna.n#ia #ondu*ida #om e:uilíbrio. tornando5se es#ravos dos ví#ios do #orpo e da alma0 Assim. :ue s4 #on:uistamos #om amor e sabedoria. libertar5se57 do mundo ilus4rio. os ví#ios da alma devem ser domados para :ue #on:uistemos a evolução espiritual ne#ess7ria para o "er#eiro $il%nio0 PERGUNTA:4 Entendemos que h$ outros vícios da alma importantes que n+o foram citados. somente a 6eli#idade do en#ontro de6initivo #om Deus0 1@) . o ciiíme e a co(i a0 mas. por e)emplo. ou por meio do guante impla#7vel da dor0 . para encerrar este capítulo. assistimos #om triste*a a uma multidão de en#arnados so6rendo dores morais intensas por dedi#arem atenção demasiada a :uestões passageiras e de #ulto ao ego0 Dese?ando en#ontrar a 6eli#idade de 6orma egoísta. mas no dia seguinte a es#ola humana nos #onvida ao #res#imento espiritual. sempre distan#iados da verdadeira vida.n#ia resulta somente em vit4rias0 'n6eli*mente. serenidade.n#ia espiritual0 A vida humana % um mundo de ilusões. onde as almas distan#iadas do 3risto travam uma batalha in#essante para atender aos e0#us dese?os e paiBões0 Iembramos mais uma ve* :ue a vida mal#rial % Gtil e deve ser entendida #omo uma es#ola para ad:uirirmos elevação espiritual e vivermos integralmente a Mida $aior0 A eBist. o :ue vemos são irmãos alienados :ue não #ompreendem o ob?etivo da vida e deiBam5se dominar por ela. es#ravi*am5se aos dese?os do mundo das 6ormas. amor e #ons#i.omente :uando o homem entender verdadeiramente o signi6i#ado da palavra EamorE e ad:uirir sabedoria para #ultiv75la. não haver7 mais dor nem so6rimento. pois as :uestões terrenas são transit4rias #omo a vida 6ísi#a0 2m dia a 6eli#idade e6%mera bate a nossa porta. os en#arnados lutam para sa#iar paiBões doentias :ue geram #ar5mas noveles#os0 3omo disse Jesus.n#ia do "odo0 A:uele :ue #ompreende as leis #4smi#as de volução 2niversal aprende a amar e liberta5se do #onven#iona5 lismo da vida humana0 Assim #omo os ví#ios do #orpo.#oer#itiva dos maus h7bitos :ue #ultivamos0 8 imperiosa a libertação da #onduta negativa :ue se enrai*ou #om pro6undidade nas almas displi#entes em evolução na "erra0 De nada valeria este trabalho :ue enalte#e a #hegada da Nova ra.n#ia espiritual % a base de tudo e a ess. deiBando de #ultuar os dese?os humanos para integrar5se nos eternos pro?etos do $ais Alto0 Nesse dia.

% ne#ess7rio bastante bom senso e #rit%rio do m%dium para saber identi6i#ar :uais in6ormações são de sua mente e :uais são de uma intelig. transmitindo diretamente o seu pensamento.sj volvimento dos sentidos e 6a#uldades. sendo :ue a mais 6re:Ge te ser7 a intuitiva. deiBarão de ser instrumentos para tornarem5se par#eiros atuan5tes no pro#esso de divulgação espiritual no mundo 6ísi#o0 1@F . a mediunidade se tornar7 uma ativida rotineira no #otidiano dos homens.EE A mediunidade na No3a Era PERGUNTA: 4 . a mediunidade deve evoluir para o bem e o progresso de todos0 ! #ontato mediGni#o intuitivo eBige um menor es6orço do Plano spiritual e promove um amadure#imento dos espíritos en#arnados :ue. por meio da :ual os homens per#ebem in6ormações espirituais #om #ontato puramente mental0 is um sinal do aper6eiçoamento da humanidade en#arnada. :ue deiX r7 de ser apenas um instrumento me#9ni#o dos espíritos p7 tornar5se #o5reali*adora da obra de edi6i#ação de um mun melhor na "erraL PERGUNTA: 4 Gostaríamos que nos fornecesses mi informa !es so(re a mediunidade intuitiva* HERME!: 4 A mediunidade intuitiva % a:uela em :ue espírito #omuni#ante transmite o seu pensamento diretamer C alma do en#arnado.n#ia alheia C sua0 PERGUNTA: 4 Por que os espíritos n+o se utili%am somente da mediunidade mec6nica. quando dominam o corpo físico do encarnado. que poderias nos falar so(re a me$ nidade& HERME!: 4 $ediunidade % a #apa#idade inerente todos os homens de per#eber a Mida 'mortal por meio do d. :ue en#obre a visão e os dem sentidos humanos. sem utili*ar5se do #orpo 6ísi#o do medium para materiali*ar as in6ormações do $undo $aior0 Nesse 6en4meno mediGni#o. ainda não se?a des#errado para :ue o#oí aE-rande RevelaçãoE0 Portanto. sem o risco de erros do m#dium& HERME!: 4 Assim #omo os homens. tanto espirituais #oi humanos0 ! atual est7gio de evolução da humanidade terre ainda eBige :ue o Ev%u de 'sisE. somente a:ueles :ue desenv vem as 6a#uldades mediGni#as #onseguem interagir diretarm te #om a Mida $aior0 PERGUNTA: 4 Podemos determinar qual ser$ o tipo mediunidade mais frequente no futuro& HERME!: 4 A mediunidade do 6uturo não estar7 restas #asas espiritualistasK 6ar7 parte da so#iedade #omo um toe pois o homem aprender7 a aproveitar os s7bios a#onselhanu tos do Alto em todos os ramos de atuação0 3om o natural avanço espiritual da humanidade "er#eiro $il%nio. e6etivamente.

n#ia :ue #ada um tem do inter#9mbio mediGni#o0 Assim #omo nos en#ontramos em di6erentes degraus de evolução espiritual rumo C Iu*.n#ia da intervenção dos espíritos em suas ideias0 $as podemos a6irmar :ue o homem ?amais age s40 .n#ia da #omuni#ação espiritual e saber dis#ernir o :ue % seu e o :ue % dos espíritos0 PERGUNTA: 4 Podemos afirmar. poderíamos #ham75los de Em%diuns inspiradosE. desbravarão os #ompleBos me#anismos da mente humana. por eBemplo. tanto do bem #omo do mal. :uando en#arnado. intuídos mediuni#amente pelo Alto. a mediunidade % uma 6a#uldade inata do ser humano0 !5:ue di6eren#ia #ada 6ilho de Deus. :ue não passa de uma mediunidade mal orientada e mal #ompreendida0 1@+ . surgir7 uma nova geração de #ientistas na 7rea m%di#a :ue. a intuir e inspirar as reali*ações humanas0 ! :ue di6eren#ia o m%dium intuitivo do inspirado % a #apa#idade de ter #ons#i. nesse aspe#to. veríamos :ue as unidades de tratamento psi:ui7tri#o 6i#ariam prati#amente va*ias0 m breve. mas nem todo m%dium ostensivo % um espírito avançado na #aminhada evolutiva0 Algumas ve*es. tamb%m estamos em variados domínios em rela #ão C 6a#uldade mediGni#a0 PERGUNTA:4 Podemos entender. auBiliando a humanidade por meio do mandato mediGni#o0 PERGUNTA: 4 Algumas pessoas apontam a mediunidade como sendo apenas uma doen a mental* . poderemos presen#iar a verdadeira 6a#e da es:ui*o6renia. pois na verdade eles não possuíam #ons#i.< Q 3hegar7 o dia em :ue os homens #ompreenderão :ue eBistem mais m%diuns do :ue lou#os nos hospí#ios0 ssas #riaturas são apenas pobres vítimas do atraso em :ue ainda vive a medi#ina psi:ui7tri#a0 3aso esses irmãos 6ossem elu#idados sobre a vida espiritual e #ompreendessem. resgatando #armas de vidas anteriores. no iní#io de seu tratamento.empre h7 espíritos.A mediunidade intuitiva #onvida o m%dium ao estudo e a assumir responsabilidades perante seu #ompromisso #om a P7tria spiritual. estabele#ido antes de reen#arnar0 . ele ter7 de responder pelas in6ormações :ue re#ebeK ao #ontr7rio do m%dium me#9ni#o. :ue pode des#ulpar5se alegando ser apenas Einstrumento dos espíritosE0 PERGUNTA: 4 Podemos entender que todos os homens que reali%aram grandes o(ras na hist2ria da humanidade foram m#diuns intuitivos& HERME!: 4 Na grande maioria dos #asos. espíritos ineBperientes são #ondu*idos C reen#arnação #om uma grande #apa#idade mediGni#a para #umprir uma provação. % a graduação e a #ons#i. ent+o. que um m#dium ostensivo # um espírito adiantado& HERME!: 4 "odo espírito adiantado. possui 6a#ilidade no inter#9mbio #om o $undo $aior. que todos os homens s+o m#diuns inspirados& HERME!: 4 3ertamenteL 3omo ?7 dissemos. analisando5a em #omunhão #om a realidade espiritual0 Nesse 6uturo :ue em algumas d%#adas se des#ortinar7 no meio 6ísi#o. ent+o. :ue seus dramas mentais são 6ruto de uma realidade ainda imponder7vel ao homem #omum.endo intuitivo. que di%es a respeito& A R$ .

acarretando doen as& A R$ . mas muito raramente a #ura de6initiva0 PERGUNTA: 4 A mediunidade pode a(alar a sa:de física. :uando em transe.< Q No iní#io do drama mental ainda não o#orreram danos de6initivos ao #%rebro 6ísi#o0 3aso os m%di#os tratassem a dis6unção mental #om es#lare#imento e re#ursos espirituais. vemos :ue os homens :ue a testemunharam. #ausando5lhe imen5 so desgaste ao #onverter esses ensinamentos para a linguagem humana0 2m eBemplo 6amoso de mediunidade in#ons#iente e :ue o#asionou pre?uí*os ao veí#ulo 6ísi#o % o #aso do 6amoso pintor Min#ent van -ogh. sem sobre#arregar o seu #%rebro. sendo :ue em muitas o#asiões se depara #om in6ormações ineBistentes no mundo 6ísi#o. a metodologia espírita no eBer#í#io da pr7ti#a mediGni#a0 3om os estudos ini#iados por Allan Tarde# nessa 7rea. eBer#e uma atividade mental pro6unda. essa en6ermidade mental.n#ia espiritual. portanto. #ausar uma perda dr7sti#a de 6luido vital. #ertamente. provavelmente não se desen#adearia0 Bemplo semelhante en#ontramos no g%nio da mGsi#a Iudkig van Beethoven. :ue #onseguia in#lusive ouvir as suas #omposições belíssimas atrav%s dos Eouvidos espirituaisE. e #om #ons#i. o#asionando um desen#arne prematuro0 is o motivo pelo :ual a Alta spiritualidade redu*iu a prati#amente *ero esse tipo de mani6estação mediGni#aL Apesar de a materiali*ação de espíritos ser um dos mais 6ant7sti#os meios de se #omprovar a eBist.< Q Oual:uer atividade mental ou 6ísi#a :uando eBe#utada de 6orma irregular pode #ausar danos por se tornar um es6orço repetitivo mal eBe#utado0 8 louv7vel.PERGUNTA: 4 7isseste que se os pacientes de clínicas psiqui$tricas fossem elucidados so(re a vida espiritual no início do tratamento teríamos menos casos de loucura no mundo* Esse recurso s2 # v$lido para pacientes com os primeiros sintomas da enfermidade mental& A R$ . ?7 de6inida por s%rios estudos0 ! m%dium. :ue lhe 6oi 6atal. evitariam. in#lusive. os danos mentais #ausados pela eBposição #ontínua do organismo 6ísi#o a energias mentais dese:uilibradas e aos medi#amentos humanos entorpe#entes0 !s #asos psi#4ti#os muitas ve*es são #ausados por dramas de en#arnações anteriores ou pela mediunidade indis#iplinada0 is a origem do problema na maioria dos #asosL 3om o passar dos anos. o homem p[de de6inir m%todos sensatos de eBe#utar o inter#9mbio entre os dois mundos sem E#ausar5lhe pre?uí*os0 "odo o trabalho mediGni#o deve respeitar hor7rios de iní#io e t%rmino. al%m de respeitar a sobre#arga m7Bima suportada por um m%dium. apenas a utili5 1&0 . tal a sobre#arga mental :ue so6reu0 . pode5se obter um abrandamento da en6ermidade mental. :ue vislumbrando os :uadros paradisía#os do Al%m terminou por enlou:ue#er.e ele tivesse trabalhado as suas in6ormações mediGni#as #om #rit%rio. assim #omo o piloto :ue dani6i#a o motor do autom4vel por dirigir de 6orma in#orreta0 Nesses #asos. os danos na m7:uina mental 6ísi#a se tornam irreversíveis. visto ter perdido a audição no iní#io da #onstrução de sua obra musi#al magní6i#a0 PERGUNTA: 4 Por que o m#dium de efeitos físicos # raro em nosso mundo& HERME!: 4 A mediunidade de e6eitos 6ísi#os % #ertain#n te a mais desgastante para o m%dium e a :ue mais pode lhe #ausar danos0 ! eBer#í#io in#onse:uente desse tipo de trabalho mediGni#o pode.n#ia dos limites do inter#9mbio entre os dois planos.

os en#arnados ?7 podem dete#tar #om a sua prim7ria aparelhagem m%di#a algumas das alterações o#orridas no veí#ulo 6ísi#o durante o transe mediGni#o. o elemento org9ni#o :ue estabele#e o elo de ligação #om o #ha#ra #oron7rio.omente nesse momento o 3%u des#er7 C "erra0 +E. est7 intimamente ligado ao 6un#ionamento org9ni#o do veí#ulo "ísi#o0 'n#lusive. portanto.G-". :ue % a #ons#ienti*ação espiritual0 'n6eli*mente. 6ato :ue ainda não o#orreu por #ausa da baiBa vibração espiritual da humanidade terrena e por:ue os homens ainda ne#essitam eBer#itar a sua #rença no 'nvisível0 A 6% no 3riador e na mensagem de Jesus e dos grandes avatares da "erra % um dos :uesitos ainda a serem #on:uistados para :ue a humanidade terrena d. ou se?a. os eleitos do 3risto serão premiados #om um inter#9mbio espiritual mais e6etivo e de nature*a in#ontest7vel pelos #%ti#os.im. :uanto na an7lise das alterações na #omposição sanguínea0 PERGUNTA: 4 A gl6ndula pineal. ho?e em dia. vivem da mesma 6orma :ue antes. ent+o. locali%ada no centro do c#re(ro.*aram #omo uma 6Gtil demonstração #ir#ense. o mais importante #entro de 6orça do #orpo psi#ossom7ti#o e a:uele :ue estabele#e #oneBão #om a 3ons#i.ugerimos :ue os m%di#os #omparem esses eBames aos de seus pa#ientes en:uadrados na patologia da es:ui*o6renia e reali*em um estudo mais apro6undado0 3ertamente en#ontrarão muitas semelhanças. % o #anal 6ísi#o de #ontato #om o $undo spiritual. transitam pela vida 6ísi#a em #ompleta alienação espiritual0 PERGUNTA: 4 Podemos crer. :uando em transe. mais precisamente no dienc#falo. possui alguma fun +o fisiol2gica para o interc6m(io medi:nico& HERME!: 4 Des#artes. sabiamente a6irmou< Ea gl9ndula pineal % a sede da almaE. pelo eletroen#e6alogra5ma0 "amb%m podemos en#ontrar variações #ardía#asK in#lusive.n#ia . a imensa maioria dos en#arnados :ue presen#iaram esses 6ant7sti#os trabalhos de materiali*ação de espíritos não se detiveram C mensagem de renovação espiritual re#omendada nesses mesmos trabalhos e. mas surgirão outras 6ormas mais e6i#a*es e modernas para :ue o en#arnado vislumbre a realidade espiritual0 A partir do iní#io de6initivo da Nova ra na "erra. tanto na avaliação das ondas mentais. o seu grande salto para um mundo melhor0 . que a mediunidade de efeitos físicos em (reve ser$ um fen2meno ainda mais raro& HERME!: 4 . a medi#ina pode dete#tar alterações org9ni#as pelos eBames de sangue e de urina0 . 6il4so6o 6ran#.Y1] pois a epí6ise. sem pro#urar ater5se ao seu Gni#o e real ob?etivo.uperior0 1&1 . #onhe#ido entre os orientais #omo o El4tus de mil p%talasE.A/ Q %averia alguma liga#ão entre a *isiologia 0umana e a mediunidade? A R$ . se?a ele intenso ou apenas momentos de #ontato espiritual puramente intuitivo0 PERGUNTA: 4 Poderias citar algum e)emplo& HERME!: Q 8 possível avaliar as alterações nas ondas mentais do m%dium.< Q "oda a obra de Deus segue um pro#esso l4gi#o e sensato0 !s milagres e 6atos assombrosos são entendidos #omo tal em ra*ão do des#onhe#imento humano sobre a amplitude da !bra Divina0 ! me#anismo mediGni#o. #omo tamb%m % #onhe#ida.s.

ainda % #omum entre os en#arnados0 $as podemos garantir5 vos :ue um m%dium :ue assim pensa ?7 não est7 mais em sintonia #om o mentor do :ual a6irma re#eber #omuni#ações0 !s espíritos autori*ados pelo 3risto para di6undir a revelação 1&2 . mas não 6oi assim em um passado ainda des#onhe#ido da hist4ria da "erra. e não por sua linhagem biol4gi#a0 Assim % em relação Cs mensagens e instruções mediGni#as0 !s en#ar5 nados devem avaliar sempre o #onteGdo e dele tirar as suas ilações0 'n6eli*mente. em nosso corpo físico.onhecimento. e não ser7 na humanidade do "er#eiro $il%nio. Y2] ditado pelo espírito Andr% Iui* ao m%dium 3hi#o Vavier0 @KB Cide tam(#m a o(ra T#cnica da "ediunidade. em geral. demonstrando aos #%ti#os uma interatividade entre a 6isiologia humana e a mediunidade atrav%s dessa pe:uena estrutura semelhante a uma ervilha. #omo di*eis. de . pois muitos acreditam ser melhores por rece(erem mensagens de espíritos elevados e reconhecidos pela hist2ria religiosa da Terra* . onde o autor afirma que o8corpo pineaT# v$lvula transmissora5receptora de vi(ra !es do corpo astral. e 9ercílio "+es. na Nova ra0 !s leitores poderão obter in6ormações mais amplas no brilhante livro E$ission7rios da Iu*E.om essa afirma +o. 7escartes quis di%er. regulando todo o flu)o de emiss!es do espírito para o corpo físico e vice5versa0 daí sua grande import6ncia para a mediunidade* Ramatís tam(#m esclarece aspectos ligados ao tema no livro Elucida !es do Al#m. em linguagem figurada. de liga +o medi:nica com o "undo Espiritual* Alguns estudos #ientí6i#os ?7 dete#taram uma atividade eletromagn%ti#a mais intensa na epí6ise de indivíduos #om notada #apa#idade mediGni#a. mas :ue possui not7vel #apa#idade energ%ti#a0 Atualmente. devemos #onhe#er a 7rvore por seus bons 6rutos0 Bistem grandes mestres na spiritualidade :ue são des#onhe#idos dos homens e deles poderemos sempre obter importantes mensagens de 6undo renovador0 PERGUNTA: 3 /sso suscita muitos melindres por parte dos m#diuns.@AB Nota do m#dium 5 . pu(licado pela Editora do . %po#a em :ue a humanidade estagnou em seu pro#esso evolutivo0 $uito nos entriste#e esse #omportamento :ue.* Torres Pastorino. :ue reativar7 as 6unções desse 4rgão tão importante para a esperada 6utura reintegração do homem #om o $undo spiritual. que di%es so(re isso& HERME!: Q 8 algo lament7vel e :ue nos lembra o triste período medieval. que a gl6ndula pineal # a8porta de entrada8 para a alma. ou se-a. sendo mais interessante o re:uinte da es#rita ou as 6rases de impa#to0 Assim. em que dedica amplo capítulo aos centros de for as et#ricas8ou8chacras8* A Nova Era PERGUNTA: 4 E quanto ao conte:do das comunica !es medi:nicas& .s pr2prios mentores nos di%em que o importante # a ess4ncia da mensagem* Por que a necessidade de afirmar que foi um espírito 8conhecido8 que ditou a mensagem& HERME!: Q Não h7 essa ne#essidade0 3onhe#emos a 7rvore pelos 6rutos. os homens ne#essitam identi6i#ar o espírito para dese?ar #reden#iar a mensagem #omo boa ou ruim0 $as % #omo dissemos. o elemento principal. a gl9ndula pineal se en#ontra :uase dormente nos homens. as mensagens são avaliadas super6i#ialmente.

a #ultuar eB#lusivamente o seu ego e a #aptar mensagens va*ias e in#onsistentes0 PERGUNTA: 4 . so6remos diariamente in6lu. al%m de desmorali*ar o m%dium.ão raros os m%diuns :ue se libertam dos grilhões ortodoBos. #ompromete o mandato mediGni#o. leva ao aniquilamento das tentativas de divulga +o de informa !es que fu-am . que acontece aos m#diuns que di%em rece(er mensagens de uma entidade e na verdade est+o cometendo animismo. gerando a anomalia mediGni#a :ue denominamos de Esíndrome das #omuni#ações repetitivasE0 Para tudo na vida % ne#ess7rio e:uilíbrio0 3omo di* o ad7gio popular< ENem tanto ao mar. assim #omo os demais ví#ios da alma.omos mais governados por espíritos do :ue podemos imaginarEK isto %. toda #omuni#ação espiritual possui uma :uota.ombras e reali*am um trabalho negativo na tentativa de 6a*er o bem0 !#orrem ainda #asos em :ue o m%dium apenas reprodu* #om suas palavras a #omuni#ação mental5intuitiva :ue re#ebe0 n#ontramos nessa situação uma #omuni#ação mediGni#a 6idedigna0 ! importante na :uestão do inter#9mbio espiritual % :ue os m%diuns tenham responsabilidade e dis#ernimento para serem int%rpretes de espíritos :ue pro#uram tra*er a Iu* ao mundo. estamos sempre ligados ao $undo spiritual0 Ningu%m est7 s4L A evolução % uma bus#a solit7ria da #ons#ienti*ação espiritual. nem tanto C terraLE ou ENem oito. oriunda da P7tria spiritual0 ! :ue muitas ve*es o#orre % :ue esses m%diuns distor#em as in6ormações segundo os seus interesses eNou suas limitadas visões de mundo0 is o perigoL "amb%m en#ontramos situações em :ue os mediadores são iludidos pelos espíritos das .s -$ repetitivas comunica !es reprodu%idas pelos m#diuns tradicionais* . nem oitentaLEPara atingirmos o su#esso em todas as 1&@ . negativa ou positiva. :ue deiBa de per#eber a sua postura e:uivo#ada.espiritual por todo o globo não se #oadunam #om esse tipo de #omportamento vaidoso e #ontr7rio a tudo :ue apregoamos0 A vaidade. as informa !es s+o fruto de sua imagina +o& HERME!: 4 m verdade. sin6oni*ando5se #om os elevados pro?etos das es6eras superiores para tra*erem revelações atuais e de suma import9n#ia para o pro#esso evolutivo da "erra0 ! preço pago por essa 6alta de liberdade e #ons#i. ou se-a. ho?e em dia % de senso #omum na P7tria spiritual :ue eBiste uma grande di6i#uldade em divulgar no plano 6ísi#o in6ormações :ue 6u?am aos paradigmas traçados pelas organi*ações espíritas tradi#ionais0 . pois in6ormações e:uivo#adas. #omprometem a #redibilidade do trabalho espiritual reali*ado abnegadamente por tantos irmãos dedi#ados0 PERGUNTA: 4 "as n+o podemos esquecer os casos em que o e)cesso de ortodo)ia. obs#ure#endo a visão do m%dium. :uando en#arnados. que di%es a respeito& HERME!: 4 Realmente.n#ia espiritual % a estagnação no pro#esso de divulgação de novos #onhe#imentos espirituais. por%m ?amais deiBamos de estar a#ompanhados no tra?eto a ser per#orrido0 3omo a6irmou Allan Tarde#< E. então.n#ias positivas e negativas em nossa #aminhada0 3laro :ue detemos o livre5arbítrio de seguir ou não esta ou a:uela intuiçãoL Portanto. ele passa. e não de espíritos perturbados :ue pro#uram semear #on6usão e in6ormações enganosas0 is o motivo da import9n#ia do estudo sistem7ti#o por parte dos m%diuns. principalmente por parte das grandes organi%a !es espíritas do ?rasil. tornando5 se es#ravo das paiBões humanas0 Ao inv%s de tra*er mensagens e energias renovadoras para o #res#imento espiritual da humanidade.

pois o homem s4 se salva por seu pr4prio es6orço renovador em bus#a da Iu*0 !utro ponto 6undamental para evitarmos o ass%dio das "revas % a responsabilidade. e não apenas ador75los ou simplesmente #rer neles0 J7 % tempo de a humanidade en#arnada #ompreender :ue #rer ou adorar a Deus não a salvar7. aproveitando5se as in6ormações de #onsenso entre eles. geralmente não são persistentes e possuem pou#a pa#i. sem ?amais pres#indir do estudo ne#ess7rio para avançarmos #om os p%s no #hão. assim #omo 6e* Allan Tarde# na #odi6i#ação das obras b7si#as do spiritismo0 PERGUNTA: 4 Euais os cuidados que devemos tomar para n+o sermos enganados mediunicamente por espíritos das 'om(ras& HERME!: 4 ! #uidado b7si#o en#ontra5se na viv. devemos agir #om bom senso e liberdade. o homem vive em grave atraso #ientí6i#o e espiritual por separar esses dois pontos :ue deveriam estar sempre unidos0 A aproBimação da #i. :ue são muito perseverantes em seus ob?etivos0 !s m%diuns vaidosos ?ulgam tudo saber e a6irmam :ue nada mais ne#essitam aprenderK al%m do mais. raramente tomam para si as lições espirituais :ue re#ebem para divulgação0 is um grave e:uívo#o :ue #ontradi* as lições de humildade pro6eridas por JesusL PERGUNTA: 4 . 1&& . o estudo e a seriedade ao en#arar os trabalhos mediGni#os0 !s espíritos desvin#ulados da Iu*. sem :ue a #aminhada por um terreno des#onhe#ido des#ambe para o animismo imaginativo0 PERGUNTA: 3 .n#ia plena do vangelho do 3risto0 Ouando a6irmamos Eviv. duas largas bre#has psí:ui#as :ue permitem a obsessão espiritual por parte dos magos das . os :ue mais 6ra#assam são os m%diuns :ue deiBam5se dominar pela vaidade e pelo orgulho.situações.n#ia espiritual % #omo uma estrada es#ura repleta de bura#os traiçoeiros0 .nde estar$ o futuro das curas: na mediu5nidade aprimorada ou na ci4ncia su(limada& HERME!: 4 Bela perguntaL A resposta est7 nos dois pontos0 3omo ?7 dissemos. preparando a "erra para o est7gio evolutivo da Nova ra.omente a união dessas duas 6ontes do saber permitir7 ao homem ingressar no "odo. em :ue os #armas 6ísi#os não serão mais ne#ess7rios0 A mediunidade sem #i.n#iaE signi6i#a viver os ensinamentos. a melhor 6orma de trabalhar #om in6ormações mediGni#as % utili*ando5se de v7rios m%diuns de diversas #ulturas e ap4s reali*ar uma 6iltragem.omo nos certificar da veracidade de uma informa +o medi:nica& HERME!: 4 A mediunidade ainda % eBer#ida de 6orma empíri#a. e não utili*ando5se de m%todos #ientí6i#os.n#ia para #on#reti*ar o seu ob?etivo de desvirtuar m%diuns0 Mia de regra.n#ia #om as in6ormações espirituais permitir7 a #ura de6initiva de todos os males da humanidade. o :ue di6i#ulta a a#eitação e #redibilidade das in6ormações do Al%m5 tGmulo0 Iogo.ombras.n#ia % porta para a misti6i#ação e para #rendi#es populares0 A medi#ina sem #ons#i.

ri)$s e Co%es de Aruanda.N9E. mas sim de uma predisposição natural dos bons espíritos em a?udar.g:*A. . o m%dium liberta5se do seu inv4lu#ro 6ísi#o e avalia o #orpo astral do pa#iente. 6orti6i#ando a energia do m%dium para :ue ele atue melhor e #om menor desgaste0 Jesus. sendo raros os momentos em :ue não eBiste uma simbiose de ações0 PERGUNTA:4=esus tam(#m necessitou de au)ílio espiritual para reali%ar as suas curas& HERME!: 4 Não % uma :uestão de ter ou não ne#essidade. :ue #ientistas en#arnados visitem as salas de estudo do $undo $aior. todas pu(licadas pela E7/T. ou. em que o m#dium sai de seu corpo físico e viv4ncia diretamente os fatos no Plano Espiritual& HERME!: 4 3omo ?7 a6irmamos.libertando5se do ateísmo #ientí6i#o e das superstições :ue es#ravi*am a humanidade a 6alsas verdades0 PERGUNTA: 4 A cura espiritual pode ser considerada uma mediunidade por tratar5se de um processo de energi%a5 +o magn#tica do pr2prio m#dium& HERME!: Q Apesar de o m%dium utili*ar5se de sua energia magn%ti#a. Apometria 9o-e. a t%#ni#a #onhe#ida #omo apometria Y@] ?7 demonstra um avanço nos trabalhos de #ura e de desobsessão espiritual0 Nesses pro#edimentos. a mediunidade de pro-e +o astral. #omo se desen#arnado estivesse. #omo ?7 estudamos no #apítulo :uatro deste trabalho. os m%diuns do 6uturo serão mais par#eiros da spiritualidade e menos instrumentos0 3om o avanço natural da humanidade para o "er#eiro $il%nio. :ue termina por desen#adear as doenças 6ísi#as. uma 6alange de elevado :uilate espiritual #andidatou5se a auBiliar o Divino $estre durante a sua peregrinação pelo plano 6ísi#o0 PERGUNTA: 4 . de Ramatí'Vpsicografadas por Nor(erto Pei)oto.n#ia no plano 6ísi#o0 @IB Nas o(ras Apometria para /niciantes.. composta pelas o(ras: Evolu +o no Planeta A%ul. de Patrícia ?ar% e Geraldo Ct. o leitor poder$ conhecer tanto detalhes dessa t#cnica inovadora. a 6a#uldade de desdobramento espiritual ser7 muito importante para melhorias em diversas 7reas da evolução humana0 'n#lusive./"ENT. no 6uturo. como # mais conhecida. #om o ob?etivo de diagnosti#ar e intervir na en6ermidade #om uma atuação direta nesse #orpo intermedi7rio. onde poderão obter in6ormações para o avanço da #i. em todos os momentos de .nea de artigos e a trilogia 8Apometria e Um(anda8. sempre haver7 a presença de um espírito :ue estar7 #anali*ando energias imponder7veis do Plano spiritual por um mediador #om o ob?etivo de pro#essar a #ura0 3omo ?7 dissemos. colet. que podes nos di%er so(re a faculdade de desdo(ramento espiritual. entidade ar#ang%li#a regente da "erra e :ue mant%m #oesas e sintoni*adas as 6orças astrais de nosso mundo0 Al%m do mais.RA 7. o $undo spiritual interpenetra o 6ísi#o. :ue versa sobre as doenças0 A pro?eção astral permitir7. =ardim dos .ua vida messi9ni#a. como os resultados cpie ela tem proporcionado aos pacientes tra(idos em diversas casas espíritas* 1&( .. esteve sob o amparo e a inspiração do 3risto Planet7rio.

n#ia romper o seu Epa#toE #om o materialismo.n#ia0 Ao?e em dia. ini#iando5se. #omo p[de ser observado no livro Sob o Signo de Aqu!rio Q "arra#$es sobre viagens astrais. e as atividades de inter#9mbio espiritual serão em grande parte abordadas por meio desse m%todo mediGni#o0 'n#lusive. ?7 temos m%di#os psi:uiatras reali*ando estudos para de6enderem teses em universidades sobre a regressão de #ons#i. de6initivamente.n#ia de grande valor nas pr4Bimas d%#adas. o :ue nos di6eren#ia % o grau de desenvolvimento :ue possuímos de #ada uma delas0 Alguns irmãos dominam mais a mediunidade da psi#ogra6la.n#ia. os nossos trabalhos #om o m%dium :ue materiali*a estas nossas palavras geralmente são reali*ados por meio de pro?eção astral. o pro#esso de uni6i#ação do 3ristianismo embasado na #rença reen#arna#ionista. #ertamente. pela regressão de #ons#i. outros a mediunidade de #ura. mas isso % apenas 6ruto do maior interesse em en#arnações anteriores ou o dese?o de trabalhar mais intensamente #om esta ou a:uela 6a#uldade mediGni#a na en#arnação em :uestão0 A7 tamb%m os #asos de mediunidade de prova. assim #omo ainda o#orre #om a mediunidade de e6eitos 6ísi#os0 A 6a#uldade de desdobramento permite ao homem ingressar em um novo paradigma de rela#ionamento #om o $undo 'nvisível0 $as. PERGUNTA: 4 Eual # a melhor mediunidade& HERME!: 4 A:uela :ue produ* melhores 6rutos0 Não importa :ual se?a. ser7 um simples passo para :ue as in6ormações dos espíritos se?am a#eitas pelas demais religiões #ristãs. possibilita novas in6ormações para o es#lare#imento espiritual da humanidadeK a vid. 6orem atestados indis#utivelmente pela #i. desde :ue respeitados os m%todos saud7veis e #oerentes da Doutrina spírita ou de outros #entros de estudos espiritualistas :ue se dedi#am a estudar o inter#9mbio entre o plano 6ísi#o e o spiritual0 PERGUNTA: 4 Euando as demais religi!es crist+s aceitar+o a comunica +o entre encarnados e desencarnados& HERME!: 4 'sso o#orrer7 no momento em :ue os estudos sobre a terapia de vidas passadas.No dia em :ue a #i. todas elas s4 terão real valor se 6orem ali#erçadas na pr7ti#a #rísti#a :ue #onhe#emos no mundo o#idental pelo #4digo moral do vangelho de Jesus0 PERGUNTA: 4 G lícito o desenvolvimento de determinada mediunidade por pessoas que n+o nasceram com ela& HERME!: 4 "odos nas#emos #om todas as mediunida5des.n#ia a vidas anteriores0 Y&] !s estudos sobre trans#omuni#a5ção instrumental tamb%m a?udarão a trans6ormar a #omuni#ação interplanos em uma realidade #ientí6i#a no 6uturo0 Ap4s testi6i#ada a #rença da reen#arnação do espírito. todo o desenvolvimento espiritual % lí#ito. em :ue o m%dium % estimulado pelos mentores para eBer#er #om maior intensidade determinada modalidade de inter#9mbio mediGni#o para resgatar erros do passado0 Portanto. mas sim o bem :ue o m%dium reali*a por meio dela0 A mediunidade de #ura pode tra*er alívio e uma nova oportunidade de #res#imento ao pa#ienteK ?7 a de psi#ogra6la. haver7 um salto de progresso propi#iando melhores #ondições de vida C humanidade en#arnada0 A pro?e#iologia ser7 #ertamente uma 7rea da #i. :ue ser7 o me#anismo intermedi7rio para a 6utura união global de todas as 6raternidades espirituais do planeta0 1&/ .n#ia pode #omprovar a realidade da Mida 'mortal.

omente :uando a humanidade ingressar de6initivamente na real #ons#i. determinação e seriedade no #ultivo dos valores #rísti#os para obter a nossa as#ese evolutiva. isso % naturalL $as :uando o m%dium demora um longo tempo para re#uperar a sintonia. as portas 6i#am abertas para os magos das . o m%dium deve eBer#itar5se e re6letir sobre os seus resultados0 PERGUNTA: 4 'e a mediunidade # fruto do desenvolvimento do m#dium.s Dilhos da Estrelas 3 "em2rias de um capellno. #ertamente eBiste algum problema mais grave0 Oue esta in6ormação 1&) ./"ENT.RA 7.ombras #om o ob?etivo de 6a*er #om :ue o m%dium assimile a lição pela es#ola da dor. eBige um desenvolvimento s%rio e sistem7ti#o0 Assim #omo o piloto ne#essita de treinos para dirigir um veí#ulo #om per6eição...n#ia espiritual não ne#essitaremos mais de trabalhos de es#lare#imento mediGni#o aos re#%m5 desen#arnados0 PERGUNTA:4 9$ uma f2rmula específica para o(terem5se comunica !es medi:nicas fidedignas& HERME!: 4 Da mesma 6orma :ue ne#essitamos de dis#iplina. assim devemos pro#eder em relação C mediunidade. a hip2tese da reencarna +o # aquela que melhor pode nos a-udar a e)plicar as nossas ma%elas.N9E. #ontinuarão a en#ontrar di6i#uldades para libertarem5se da vida 6ísi#a.im. ensinando5nos que atrav#s da compreens+o de nossas vidas passadas podemos curar muitas dores atuais* PERGUNTA: 4 At# quando haver$ a necessidade de reuni!es de deso(sess+o para esclarecimento de desencarnados& HERME!: 4 ! #onsulente deve estar pensando :ue ser7 at% :ue o Gltimo eBilado se?a apartado do planeta "erraK mas não ser7 assimL As reuniões de desobsessão espiritual ainda serão ne#ess7rias para es#lare#er a:ueles :ue.@RB "aria Teodora Guimar+es # um desses profissionais* Em suas o(ras Cia-antes 3 9ist2rias que o tempo conta. terminam reali*ando uma pre?udi#ial obsessão espiritual aos seus 6ilhos0 . pu(licadas pela E7/T. #omo toda 6a#uldade. podemos #itar o #aso de mães amorosas :ue desen#arnam e não dese?am se a6astar de seus 6ilhos0 Apesar de serem boas almas. pois ela. apesar de não serem maus. rumo C espiritual0 3omo eBemplo. ele poderia vir a perder essa faculdade& HERME!: 4 Jamais perderemos os valores e 6a#uldades :ue #on:uistamosK isso seria #ontr7rio C Iei DivinaL ! :ue pode o#orrer % um blo:ueio eBer#ido pela Alta spiritualidade para :ue o m%dium re6lita sobre o mau uso :ue este?a 6a*endo de sua mediunidade0 8 #omum tamb%m o a6astamento dos mentores de Iu* para :ue o m%dium avalie a 6orma #omo est7 #ondu*indo a sua vida0 Nesses #asos. ?7 :ue negligen#iou a lição do amor e da sabedoria0 PERGUNTA:4A perda da mediunidade n+o pode ser somente uma tempor$ria que(ra na sintonia com os mentores& HERME!: 4 . a m#dica psiquiatra relata e)peri4ncias reais e fascinantes de e)ist4ncias anteriores de pacientes de terapia de vida passada* 'egundo a autora. . Tempo de Amar 3 A tra-et2ria de uma alma e .

ombras e :ue o seu es6orço para read:uirir e:uilíbrio % a melhor garantia de pa* em sua ?ornada0 Iembramos ainda :ue a mediunidade algumas ve*es % missão.sirva de advert.Bito das tare6as de inter#9mbio mediGni#o0 8 importante lembrar :ue um m%dium bem #apa#itado geralmente % #obiçado pelos espíritos das . dese?amos apenas in6ormar :ue a mediunidade do 6uturo ser7 um importante instrumento de desenvolvimento espiritual e humano para as pr4Bimas d%#adas0 a melhor 6orma de #ontribuirmos para :ue esse ob?etivo se?a al#ançado em breve % o estudo e a pes:uisa sistem7ti#a dos 6en4menos espíritas0 3om a an7lise #ientí6i#a da mediunidade e sua asso#iação aos estudos de terapia de vidas passadas e C trans#omuni#ação instrumental. mas em outras % uma prova 7rdua :ue eBige determinação e vigílias #onstantes0 PERGUNTA: 4 Eue :ltimas considera !es dese-arias fa%er so(re esse tema& HERME!: 4 ! tema EmediunidadeE % muito #ompleBo para analisarmos #om pro6undidade em um Gni#o #apítulo0 Portanto.n#ias :ue ainda o#orrem no meio 6ísi#o a respeito das novas t%#ni#as espirituais :ue re6letem o progresso tão estimulado por Allan Tarde#0 !s retr4grados. teremos nas d%#adas 6uturas uma base mais #onsistente para implantar a #omuni#ação inter5 planos #omo verdadeiro me#anismo de desenvolvimento humano0 ! estudo da Apometria deve ser tamb%m apro6undado e asso#iado de6initivamente C lida espírita para :ue al#an#emos plenos resultados0 8 pre#iso re6letir sobre as diverg. al%m de atravan#arem o progresso. sugerimos a leitura do vasto a#ervo de obras espíritas sobre este tema0 Neste #apítulo.n#ia para os m%diuns :ue se entregam sistemati#amente ao dese:uilíbrio0 A estabilidade mediGni#a % 6undamental para o bom . terminam minando as suas mais belas reali*ações0 1&F .

#orrente sanguínea.em Deus. Deus não % apenas o 2niverso. e não o e6eito0 le % o spírito Bom :ue habita e gera a vida em todas as dimensões do 2niverso0 Assim #omo o homem não % o seu #orpo.n#iaL ! #orpo de Deus #om seus planetas. assim #omo o 2niverso :ue o homem #onhe#e % apenas a mani6estação material da Nature*a Divina0 3omo ?7 dissemos.EG #eus e a e3oluç:o PERGUNTA: 3 Eue defini +o poderias nos dar de 7eus. atuam sobre uma lagarta ou uma estrela. em bus#a da evolução espiritual0 1&+ . o #orpo de Deus. #om seu nG#leo sendo #ir#undado por el%trons em uma in#essante 4rbita elípti#a.Ea:uilo :ue est7 em #ima. nada eBistiriaL PERGUNTA: 4 Poderíamos definir 7eus como sendo o pr2prio Universo em toda a sua infinita e)tens+o& HERME!: 4 Deus % a #ausa.eus 6ilhos dentro da eternidade.im0 3omo a6irmamos h7 mil%nios em uma importante en#arnação no gito pr%5din7sti#o. ba#t%rias. estrelas. dentro do limitado entendimento humano. mente. #omo % a6irmado na #odi6i#ação do spiritismo0 Para :ue 6i:ue mais #laro.riador /ncriado&1 HERME!: 4 Oual:uer de6inição :ue dermos de Deus ! diminuir7. supernovas. bura#os negros. 4rgãos.5Io0 $as poderíamos de6ini5Io #omo a 'ntelig. pois re6letem nada mais nada menos :ue o mesmo prin#ípio :ue rege o #orpo de Deus.n#ia . #ausa primeira de todas as #oisas. o 3riador % a #ausa. o 2niverso. :uando na verdade o 3osmo % tão5somente o 3orpo Divino onde . mas sim o espírito :ue lhe d7 vida. sentimos e #onhe#emos0 . aster4ides. nas in6ind7veis es#olas planet7rias do 3osmo0 PERGUNTA: 3 Poderias nos esclarecer mais so(re o corpo humano e o espírito imortal em rela +o a 7eus e ao Universo& HERME!: 4 ! #orpo 6ísi#o % um instrumento de mani6estação dos espíritos imortais na dimensão 6ísi#a.uprema. o $a#ro#osmo0 is o Prin#ípio da 3orrespond. podemos a6irmar :ue Deus % o 6ato gerador de tudo o :ue vemos. ou se?a. assim #omo os planetas o 6a*em h7 bilhões de anos em torno das estrelas :ue lhes irradiam o elemento ne#ess7rio C vida biol4gi#a em todos os seus aspe#tos e mati*es0 ! 2niverso.n#ia vital presente em toda a 3riação0 PERGUNTA: 4 'eria possível afirmar que o Universo # o corpo de 7eus& HERME!: 4 . e não o e6eitoL Jamais poderemos #rer se?a Deus o 2niverso 6ísi#o. mas a ess. re6lete per6eitamente o s7bio.eus 6ilhos mani6estam5se para libertarem5se da animalidade. #entros de 6orça e a unidade at4mi#a. se assemelha ao #orpo humano #om suas #%lulas. pois a linguagem humana % pobre demais para des#rev. #onstelações e gal7Bias. vírus. % #omo o :ue est7 embaiBoE0 "udo se #orrespondeL As mesmas leis :ue atuam sobre o homem. o . #oerente e l4gi#o Programa de volução :ue o 3riador traça para o progresso de .

istema .3aso identi6i#7ssemos Deus #omo sendo o pr4prio 2niverso. estaríamos diminuindo o 3riador. por não a#eitar e estudar essa possibilidade.ol possuem vida inteligente. atendendo a outros prop4sitos. mas em outras dimens!es.aturno0 Nos planetas seguintes do . prosseguiram e prosseguirão as suas ?ornadas em mundos 6ora do . assim #omo os atuais eBilados da "erra.aturno o baluarte das artes e JGpiter uma 6ant7sti#a es#ola 6ilos46i#a0 Y1] @AB . :ue se interpenetram nas diversas dimensões da vida invisível0 PERGUNTA:4 Pelo que afirmas.aturno e JGpiter o auge da evo lução dentro do nosso . que di%es a respeito dessa informa +o& HERME!: Q ssa tese possui 6undamento se avaliarmos a ne#ess7ria intensidade de radiação solar para a geração de vida biol4gi#a0 Ouanto mais a6astado do . ditado pelo espírito de sua m+e "aria =o+o de 7eus. não se atendo C l4gi#a anteriormente #itada0 A6irmamos :ue JGpiter e . pois as regras #4smi#as do 3riador são mais #ompleBas do :ue a limitada mente humana analíti#a pode #on#eber0 1(0 .olar0 PERGUNTA: 4 Alguns estudiosos espíritas defendem a tese de que quanto mais afastado do 'ol. sendo .olar. a evolução espiritual não segue a linearidade das disposições planet7rias0 !s atlantes :ue evoluíram para um mundo superior.hico Qavier psicografou. assim #omo o homem #onhe#e.istema .artas de uma "orta. os astr4nomos apenas per#ebem o limitado Euniverso 6ísi#oE. no início de sua atividade medi:nica. em dimensões superiores.aturno são as mais belas e per6eitas es#olas evolutivas do . onde o leitor poder$ desfrutar de descri !es preciosas so(re o magnífico panorama daqueles dois mundos superiores. mais evoluído # o planeta com seus ha(itantes* . #omprovando :ue a tese men#ionada nesta pergunta não deve ser seguida literalmente. o livro .istema . pois eBistem inGmeros Euniversos paralelosE ainda invisíveis aos olhos humanos :ue não possuem #apa#idade nem se:uer de vislumbrar o $undo spiritual.eus 6ilhos. o que impossi(ilitaria a capta +o desses sinais pela astronomia moderna* Estamos certos& HERME!: 4 BatamenteL A "erra % o Gni#o planeta no . sendo :ue temos em . :ue se assemelham aos veí#ulos de mani6estação de . #om eB#eção de $er#Grio.istema .olar temos es#olas evolutivas :ue seguem um pro#esso di6eren#iado de vida evolutiva não biol4gi#a.istema . :uanto mais outras dimensões tão sutis0 Assim #omo o m%di#o terreno não #onsegue identi6i#ar as doenças da alma agregadas ao #orpo perispi5ritual. enviadas do Al#m por essa irm+* 'n#lusive.olK mais :uintessen#iada dever7 ser a vida nesse mundo para :ue esta possa eBistir0 $as devemos entender :ue esse pro#esso evolutivo5biol4gi#o deve ser a#eito somente at% . podemos crer na e)ist4ncia de vida em diversos planetas.olar :ue vive na ter#eira dimensãoK mas.olar. podemos a6irmar :ue todos os planeias abrigados pelo . deiBando de vislumbrar as diversas dimensões do 3orpo Divino.

assim como temos os nossos corpos astrais intermedi$rios.n#ia humana nos in6orma :ue os bura#os negros são #orpos #4smi#os de eBtrema densidade gravita#ional. :ue são dis#os girat4rios lo#ali*ados no #orpo et%ri#o :ue possuem a 6inalidade de inter#ambiar energias entre os nossos diversos #orpos intermedi7rios0 $as não vamos a:ui nos ater ao assunto.endo assim. são raramente per#ebidas por a:ueles :ue não possuem sensibilidade para tal0 Desde os primeiros anos da d%#ada de sessenta do s%#ulo passado. avaliaram o impa#to o#orrido para estudos em sua pr4pria dimensão0 Ademais. interpenetram5se poderosas energias :ue transitam entre os v7rios universos paralelos0 A 6inalidade desses 6ant7sti#os #entros de "orça % a de eBpandir e #on#entrar energia. geradas pelos pensamentos anti#rísti#os dos en#arnados na "erra. as #onstantes eBplosões energ%ti#as.n#ia humana estudar o 2niverso tridimensional0 1(1 .s grandes trabalhos anuais de higieni*ação do planeta para redu*ir a #arga t4Bi#a eBpelida pelas mentes dese:uilibradas da atual humanidade0 3aso essas medidas pro6il7ti#as não 6ossem tomadas. segundo os cientistas. o#orreriam inimagin7veis dese:uilíbrios geol4gi#os e #lim7ti#os no e#ossistema da "erra e muitas pessoas desen#arnariam por #ausa da saturação da aura do planeta #om #argas energ%ti#as eB#essivamente negativas0 PERGUNTA: 4 A teoria dos universos paralelos # muito interessante* 'e eles s+o os corpos de 7eus. em graduação inimagin7vel aos #ientistas da "erra0 8 bom ilustrar :ue o#orrem diversos 6en4menos em nosso planeta. pelo 6ato de a eBpansão de lu* e as ondas magn%ti#as serem as Gni#as 6ormas da #i. as energias puri6i#adoras e t4Bi#as transitam entre o #orpo espiritual e o 6ísi#o atrav%s dessas Eportas divinasE. esses habitantes vivem em dimensões superiores0 ! a#onte#imento :ue #itaste o#orreu no 2niverso da ter#eira dimensãoK portanto. ade:uando os elementos #4smi#os C dimensão em :ue eles penetrarão0 A #i. % #laro. e)plos+o de de%enas de (om(as nucleares* . dos :uais nenhuma mat%ria ou energia. os t%#ni#os siderais respons7veis pela evolução da "erra reali*am ao menos tr. denominados pelos #ientistas humanos de Ebura#os negrosE do 2niverso0 m meio a esses grandiosos #entros energ%ti#os do #orpo de Deus. JGpiter % um planeta onde os habitantes dedi#am5se muito ao estudo #ientí6i#o. perguntamos: como eles se intercomunicam& HERME!: Q !s nossos #orpos astrais e 6ísi#os se inter#omuni#am pelos #entros de 6orças.PERGUNTA: 4 9$ alguns anos o planeta =:piter rece(eu o impacto de v$rios meteoros que. nem mesmo a lu*. eles nada so6reram0 $as esse evento 6oi para eles uma grande oportunidade de estudo0 Por meio de avançada aparelhagem. em dimensões superiores e at% mesmo in6eriores. mas. em ra*ão da nature*a deste trabalho0 3omo ?7 vos eBpli#amos no #apítulo :ue aborda as en6ermidades. % muito di6í#il a dete#ção dos bura#os negros. prin#ipalmente lo#ali*ados nos #entros das gal7Bias.omo os ha(itantes daquele mundo rece(eram essas e)plos!es nucleares& 9ouve muitas mortes& HERME!: Q 3omo ?7 dissemos. 6ormando a mat%ria e a anti5mat%ria. mais #onhe#idos entre os orientais por E#ha#rasE. #onsegue es#apar0 ! #ampo gravita#ional #riado torna5se tão 6orte :ue não % possível nenhum tipo de radiação es#apar0 3omo o#orre a absorção de toda a radiação luminosa. :ue não são dete#tados pela astronomia humana por estarem em outra 6aiBa vibrat4ria0 'n#lusive. os universos dimensionais se inter#omuni#am pelos seus #ha#ras #4smi#os. lo#ali*adas sobre os sete prin#ipais pleBos do #orpo 6ísi#o0 . da mesma 6orma. corresponderiam a uma li(era +o de energia semelhante .

at# mesmo interpenetrando5se* Estamos certos& HERME!: 4 $as não % o :ue o#orre em relação C vida espiritualXL stamos ?untos neste instante reali*ando este trabalho de despertamento #ons#i. mas #om uma #on#entração energ%ti#a menor0 As pr4prias mani6estações mediGni#as de materiali*ação espiritual. pode ele multipli#ar inde6inidamente o al#an#e divino por essas diversas dimensões :ue se interpenetram. pode5se entender por dimensão espiritual as diversas 6aiBas vibra#ionais invisíveis aos olhos 6ísi#os0 PERGUNTA: 4 . #onsiste apenas de um universo semelhante ao da vida humana.om essas tuas afirma !es podemos imaginar que aqui mesmo na Terra podem e)istir diversas civili%a !es vivendo em variadas dimens!es. se o homem #r. al#m do espiritual.ua grande*a divina em poemas e #anções0 3om essa limitada re6leBão.omo entender esse tr6nsito em outras dimens!es por parte dos espíritos mais evoluídos& E necess$rio Hmssar tam(#m pelos (uracos negros para isso& HERME!: 4 !s bura#os negros são ne#ess7rios para tro#as de energia entre as dimensões. ser ilimitado o poder divino. #ertamente iriam se impressionar0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er se h$ na Terra um outro nível dimensional. e não para a#esso de espíritos0 ! perispírito interpenetra o #orpo 6ísi#o humano por todos os seus poros. :ue % imensamente superior ao 2niverso 6ísi#o in6inito :ue o homem #onsegue #ompreender0 PERGUNTA: 4 7esculpe por insistirmos.Portanto. dentro de suas #on#epções. mas n+o respondeste a nossa pergunta* E)istem outras dimens!es evolutivas na Terra& HERME!: 4 3omo a6irmamos no pre67#io de nosso ter#eiro trabalho. que somos da terceira dimens+o& HERME!: 4 ! homem de 6% impressiona5se #om a grande*a de Deus e do 2niverso #riado por le e enalte#e a . desde o prin#ípio de sua 6ormação. tanto na dimensão material #omo na espiritual. estudadas no #apítulo anterior. in#lusive dentro de suas pr4prias #asas. evoluindo assim como n2s. pois le não se limita somente a este 2niverso in6inito :ue assombra a humanidade pelas astron4mi#as dist9n#ias entre as estrelas0 ! !nipresente 3riador administra e d7 vida aos diversos universos paralelosK algo :ue multipli#a inde6inidamente essa grande*a tão de#antada pelos humanos0 Iogo. demonstrando o poder assombroso da $ente Divina. o#upamos relativamente o mesmo espaço. mas o grande 6luBo de energias tra6ega pelos d la#ras prin#ipaisK assim o#orre em relação ao #orpo de Deus0 1(2 . sem :ue um tome #onhe#imento do outro. viveram na "erra. mas em dimensões di6erentes0 3aso os homens es#ravi*ados ao #onven#ionalismo da vida humana imaginassem #omo % #omum o tr9nsito de espíritos. mas ainda possuem uma pobre e limitada #ompreensão da imensidão do 3riador. esse pro#esso de #ompa#tação e eBpansão de energia 6a#ulta a #omuni#ação entre os diversos universos paralelos0 At% mesmo não % novidade :ue a dimensão 6ísi#a nada mais % do :ue energia livre0#ondensada0 A vida espiritual. desde povos prim7rios at% avançadas #ivili*ações0 Iogo. tão ins4lita para os in#r%dulos. sendo :ue o m%dium est7 na dimensão material e n4s na espiritual0 Na verdade. EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE.n#iaL. #on#lui :ue nada pode ser maior :ue Deus0 A:ueles :ue assim pensam estão #orretos. seguem a Iei 34smi#a de 3on#entração de nergia para :ue se?am per#ebidas pelos limitados #in#o sentidos humanos da ter#eira dimensão0 PERGUNTA:4 .

omo sem possível interagir com o outro lado do Universo com essns dist6ncias assom(rosas& HERME!: 4 A velo#idade da lu* % entendida pelos #ientistas humanos #omo o meio mais r7pido de se via?ar no espaço sideral0 eles estão #orretos. temos a vida 6ísi#a no nível de #ondensação energ%ti#a YZiie o homem #hama de ter#eira dimensão0 J7 em JGpiter. pois essa % uma verdade in#ontest7vel para a evolução dos 6ilhos de Deus na "erra0 PERGUNTA:4=$ penetraste em outros universos paralelos para estudo.4 o :ue muda % o nível de #ondensação de energia para 6ormar o :ue o homem entende por mat%ria0 Na "erra. est+o a milhares de anos5lu% da Terra* . em gal$)ias distantes da nossa. dentro dos limites 6ísi#os0 $as. al#m da dimens+o espiritual em que vives& HERME!: 4 . mas dentro de nossas limitações0 A vida #riada por Deus % in6initaK temos algum adiantamento em relação ao est7gio espiritual :ue vive a "erra atualmente. mas em dimensões di6erentes0 .im. mas % importante :ue os en#arnados tenham uma #ons#i.omo e)plicar o contato dos m#diuns com a dimens+o espiritual& HERME!: 4 EA:ueles :ue tiverem olhos para ver. as viagens inte5respa#iais são reali*adas pela velo#idade do pensamento. ao seu devido tempo0 PERGUNTA: 4 .5las0 !s m%diuns são os primeiros lampe?os dessa #on:uista0 m breve o homem se reintegrar7 Cs demais #ivili*ações do 2niversoK basta :ue abandone o seu materialismo doentio. pois não dese?amos nos apro6undar muito nos temas :ue ainda não 6oram bem #ompreendidos pela humanidade. obviamente. o terrí#ola ainda despreparado para enBergar essa realidade não #onsegue per#eb. disse5nos Jesus0 As demais dimensões do 2niverso sempre estiveram ao al#an#e do homemK ele % :ue ainda não se :uali6i#ou para per#eb. o nível de #ondensação % bem in6erior. verãoE.5la0 PERGUNTA: 4 N+o temes que o leitor creta que essas afirma !es se-am fictícias& HERME!: 4 . imortal e impere#ível. mesmo por:ue não % o ob?etivo desta obra0 tamb%m não estamos reali*ando este trabalho para nos intitularmos os donos da verdade0 ! leitor possui o direito de 6a*er o seu ?uí*o sobre as nossas eBposiçõesK ele s4 não pode negar a import9n#ia do 6o#o prin#ipal deste estudo< al#ançar a re6orma moral :ue o vangelho do 3risto nos ensina. sua 6alta de 6% e. in6eli*mente."odos os universos são eBatamente iguais.n#ia solar menor0 A vida est7 l7L $uito mais bela e abundante do :ue na "erra. onde tempo e dist9n#ia não eBistem0 1(@ . mas ainda h7 est7gios in6initamente superiores a serem #on:uistados0 ntendemos a vossa #uriosidade sobre esse tema. mas pre6erimos não nos apro6undar nesse instigante assunto :ue 6oge ao 6o#o do presente trabalho0 m estudos 6e#hados nos apro6undaremos.im. na realidade espiritual. o :ue resulta em uma vida mais leve e :ue ne#essita de uma in#id.n#ia mais ampla sobre a realidade :ue os #er#a0 Não deveis preo#upar5vos. ad:uira as virtudes #rísti#as :ue o elegerão a viver na "erra renovada da Nova ra0 PERGUNTA: 4 Algumas estrelas. mas.

-amais tendo um momento inicial& HERME!: 4 is uma prova de :ue não #onseguimos #ompreender o :ue est7 a#ima de nossa #apa#idade evolutivaL 3omo tudo ao redor dos homens 6oi #riado em determinado momento. uma viagem intergal7#ti#a para espíritos #om real poder mental não leva mais :ue alguns pou#os segundos0 $as. n4s somos a EparteE0 Deus % o ar:uiteto :ue #on#ebe a grande #onstrução. #om os elementos do lo#al de destino. regendo a . :uando este 6or ne#ess7rio0 Iogo.ua 3riação0 Deveríamos nos a?oelhar diariamente e agrade#er a Deus. espiritual e intele#tual para realmente sermos dignos de re#eber o título de E6ilhos de DeusE0 PERGUNTA: 4 O que 7eus espera de n2s& HERME!: 4 le #ria os . #omeça a nossa ?ornada milenar na bus#a de sabedoria e amor0 $as a ineBperi. :ue em determinado momento da #ronologia imortal desprendeu Dele e ad:uiriu individualidade0 is o momento de nosso nas#imento espiritualL Nesse eBato instante. as regras para a nature*a de Deus estão 6ora do nosso entendimento limitado0 stamos inseridos num 2niverso #on#ebido em determinado momento pelo Pai0 J7 le est7 dentro e 6ora.eu amor e sabedoria in#ompar7veis identi6i#am #om pro6undidade o sentido da vida. pois le est7 6ora da 3riação e de . tal a magnitude dos n:meros. 6i#a di6í#il #ompreender algo :ue 6oge ao padrão de entendimento de seres ainda aprisionados ao #on#eito de tempo e espaço0 A #riatura ?amais poder7 #ompreender plenamente o 3riador. at% :ue despertamos para a #ons#i. :uando muito.ua magní6i#a obra0 ! Pai nos ama #om real intensidade. sempre infinitos* Por e)emplo: # difícil crer que 7eus -amais teve princípio* A no +o de eternidade at# # mais f$cil de aceitar e entender* "as como algo pode ter e)istido por todo o sempre.omos uma #entelha de .er.eu magní6i#o . os #idadãos do 2niverso :ue ?7 ven#eram a batalha #ontra a animalidade em :ue ainda se debate o homem #omum nos dias atuais0 PERGUNTA: 4 A grande%a do Universo # tamanha que tudo nos parece fic +o.n#ia e a 6ra:ue*a de #onvi#ções nos leva aos e:uívo#os :ue desen#adeiam os #armas :ue 6lagelam os homens0 Por longos mil%nios. re#onstruir7 um novo veí#ulo de mani6estação astral. o seu #orpo perispiritual se desmateriali*ar7 e. automati#amente. a#ima de tudo e de todos. :ue le plasmou na . sabemos empilhar ti?olos sem imper6eições :ue #omprometam a estrutura #ompleta :ue des#onhe#emos0 PERGUNTA: 4 E por que 7eus nos criou& HERME!: 4 Por amorL ! . mas ainda não temos a mínima #apa#idade de am75Io de 6orma semelhante0 A nossa meta % ad:uirirmos progresso moral.ua obra0 le % o E"odoE.eus prin#ípios universais.PERGUNTA: 4 Poderias ser mais claro& HERME!: 4 Ouanto mais o espírito imortal evoluir rumo ao 3riador. voltamos a lembrar< esse pro#edimento s4 % possível a espíritos angeli*ados.n#ia espiritual Yob?etivo deste trabalho] e nos libertamos dos laços de dor e so6rimento das ?ornadas 6ísi#as0 Ap4s essa batalha #ontra os instintos in6eriores. de #oração. pela oportunidade :ue le nos o6ertou de eBistirmos e podermos #ontribuir em . n4s somos oper7rios :ue. maior ser7 o seu poten#ial mental0 Basta a ele mentali*ar o planeta ou a estrela do 2niverso a :ue dese?a deslo#ar5se e.eus 6ilhos puros e ignorantes0 . ou se?a. 1(& . 6i#amos #olhendo o dese:uilíbrio de nossos atos insanos.

ini#iamos o período de 6eli#idade eterna.abedoria. #omo n4s no passado. por #onseguinte. respons7veis pela evolução dos mundos do 2niverso0 !s espíritos iluminados sentem5se honrados por terem evoluído na mat%ria assim #omo todos os seus irmãos0 3aso #ontr7rio. que di%es a respeito& HERME!: Q 3aso assim 6osse. em :ue o espírito individuali*a5se para as suas primeiras en#arnações no reino #hamado EnominalE0 3om o despertar da ra*ão e da emoção. 6inalmente.ua obra e ad:uirimos. o homem moderno ?7 pode #ompreend. em :ue o espírito imortal prossegue a sua evolução #omo dedi#ado auBiliar da obra de edi6i#ação do amor pelo 2niverso. pro#ura ad:uirir o amor e a sabedoria espiritual para avançar ao est7gio dos an?os e. parte. em outros mundos0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er mais so(re a Cerdade 7ivina* . #ompreendemos 6inalmente o ob?etivo grandioso de .eus 6ilhos.omo sa(er se realmente estamos no rumo correio para alcan armos a perfei +o dese-ada por nosso Pai& E)istem diversas religi!es defendendo diversas 8verdades80 como identificar a Cerdade de 7eus& HERME!: 4 A verdade absoluta somente a Deus perten#eK os espíritos em evolução na "erra ainda não possuem #apa#idade para #ompreend.5 1(( . dos espíritos #riadores. est7gio em :ue vive a "erra0 A #entelha espiritual individuali*ada no 3osmo surge simples e ignorante para avançar do instinto animal primitivo C #on:uista da ra*ão e da emoção no mundo dos homens0 Ap4s essa vit4ria. passando por todos os est7gios prim7rios de despertamento espiritual. eles seriam tão reprov7veis #omo a:ueles :ue obt. o maior espírito a pisar o solo terrestre na dimensão em :ue viveis. na #on6iguração dos ar#an?os. a sabedoria aliada ao amor< as duas EasasE dos an?os do . nos diversos mundos do 3osmo.m #argos pGbli#os sem mere#imento nas organi*ações humanas0 'n#lusive Jesus.n#ia espiritual. ainda vivem uma vida me#9ni#a e alienada.eus 6ilhos durante a ?ornada evolutiva0 Podemos a6irmar #om #onvi#ção :ue todos os 6ilhos do 3riador seguem eBata5mente o mesmo pro#esso evolutivo. pelos mais distantes planetas do 2niverso0 Ao nos aproBimarmos da Merdade Divina. dos t%#ni#os siderais. onde a verdade relativa ade:ua5se gradualmente ao progresso das humanidades planet7rias0 PERGUNTA: 4 Poderias ser mais claro& HERME!: 4 No passado. muito valori*a a batalha :ue reali*ou para iluminar5se h7 milhares de anos. sem -amais encarnarem no mundo físico* . pois permitiria #ondições di6eren#iadas aos . Deus era identi6i#ado #omo um an#ião de longas barbas bran#as sentado sobre as nuvens do #%uK ho?e em dia. tornar5se a personi6i#ação de Deus. então. Deus não seria a .uprema Justiça e . o 3riador estabele#e Ediretri*es de #res#imento espiritualE.enhor0 PERGUNTA: 4 Algumas religi!es e seitas defendem a ideia de que os arcan-os e an-os s+o entidades que evoluem em uma linhagem . nos libertamos das en#arnações 6ísi#as e #omeçamos a trabalhar pela libertação da:ueles :ue. o espírito ini#ia o seu pro#esso de libertação dos grilhões da animalidade.5la nem mesmo em sua 6orma mais super6i#ial0 A#reditamos :ue seria um grande #ho:ue emo#ional e ra#ional #aso o homem #omum a#essasse a Merdade Absoluta oriunda do Pai0 Para evitar esse dese:uilíbrio no pro5 #esso edu#ativo de . em todas as dimensões do E#orpo de DeusE0 Ao ad:uirirmos #ons#i.

ap4s a mensagem redentora dos s7bios iluminados :ue des#eram ao solo 6ísi#o. pois le % movimento. $aom% e o maior de todos os avatares. boroastro. Trishna. a EparteE ? amais poder7 de6inir o E"odoE0 Assim sendo. at% :ue #hegue Ea noite de BrahmaE. as #riaturas em evolução :ue #ometerem um ato dessa nature*a serão gravemente responsabili*adas0 Iogo. 3on6G#io. alçando5! aos limites da per6eição dentro do universo em :ue estar7 inserido0 Podemos a6irmar :ue os 6ilhos de Deus podem atingir a per6eição dentro de paradigmas pr%5estabele#idos. um pe:ueno intervalo na hist4ria eterna da vida universal. at% :ue o espírito em apren5 di*ado atin?a est7gios superiores :ue lhe permitam pro#urar a verdade por si s40 PERGUNTA1 4 Eueres di%er que quanto mais compreendermos a Cerdade 7ivina. entre tribos primitivas. :ue a divulgam de a#ordo #om a #apa#idade evolui i v7 da humanidade por interm%dio de seus representantes no planeta0 is o trabalho reali*ado na "erra por AntGlio. ?7 não % mais possível a#eitar tal #omportamento0 Nas so#iedades #ivili*adas :ue ?7 re#eberam essas revelações espirituais. -$ que n+o temos no +o so(re a Cerdade A(soluta e vivemos apenas verdades relativas& HERME!: 4 A verdade relativa em :ue vivem os homens est7 sempre sob o #ontrole dos orientadores espirituais da "erra.lo #omo a 'ntelig. JesusL No passado.n#ia . assim #omo as 6olhas e os 6rutos não podem representar as 7rvoresK ou se?a. a Merdade Absoluta ?amais poder7 ser #ompreendida plenamente. ele % entendido #omo in6inito. por:ue a #riatura para isso teria de igualar5se ao 3riador0 ! :ue o#orre % o aper6eiçoamento da #riatura :ue o 6ar7 #ompreender mais e mais a !bra do 3riador. isso representa apenas um singelo momento da ERespiração DivinaE. o :ue % plenamente per6eito não ne#essita evoluir0 ! :ue evolui % o 2niverso. maior ser$ a nossa responsa(ilidade& 1(/ . podemos entender :ue novas verdades são estipuladas dentro da #apa#idade de entendimento dos homens. mas para os homens en#ar#erados na mat%ria representa um assombroso período :ue #ompreende bilhões de anos terrenos0 PERGUNTA: 4 N+o poderíamos estar equivocados na (usca da <u%. mas ?amais poderão dominar amplamente a !bra de Deus. momento em :ue o universo 6ísi#o se retrai para ser re#onstruído em outra dimensão0 Para Deus. de a#ordo #om a evolução dos povos. pois somente le % Ye sempre ser7] Absoluto0 Nada p7ra na vida 3riada por Deus. o #orpo de Deus. e esta era uma verdade a#eita nos planos superiores para esses povos0 "anto :ue os guerreiros :ue matavam os seus oponentes e se alimentavam de seus #orpos não eram punidos por esse ato0 ra uma verdade a#eita para a:ueles espíritos prim7rios0 Ao?e em dia.uprema do 2niverso0 $as ser7 :ue ?7 #hegamos a identi6i#ar plenamente a realidade absoluta do 3riador e . $ois%s. 7eus tam(#m est$ constantemente evoluindo& HERME!: 4 Deus % Absoluto. o #anibalismo era uma virtude. evolução e progresso na mais pura a#epção da palavra0 PERGUNTA: 4 Eueres di%er que assim como n2s. Buda. :ue est7 em #onstante eBpansão0 Por esse motivo.eus ob?etivos mais amplosX 3ertamente :ue nãoL Pois ?amais a #riatura poder7 #ompreender plenamente o 3riador.

os homens indiferentes . que di%es& HERME!: 4 J7 respondemos algo sobre esse assunto em #apítulo anterior0 A:ui estamos apenas a6irmando :ue o espírito #ons#iente de seus erros para #om as diretri*es de evolução da "erra % EmaisE respons7vel :ue o alienado0 'sso não isenta os :ue a6irmam ignor75la de sua responsabilidade. temos v7rias in6ormações :ue nos es#lare#em ser o veí#ulo astral um #orpo muito mais #ompleBo :ue o de #arne0 Algumas obras espíritas narram. v7rias pessoas desen#arnariam vítimas de depressão por sentirem5se in#apa*es de atingir o novo est7gio para o :ual não possuiriam e:uilíbrio espiritual.n#ia do seu ato ad:uirir7 um #arma maior do :ue a:uele :ue % alienado para essas verdades0 PERGUNTA: 4 'endo assim. que di%es so(re isso& HERME!: 4 A verdade deve ser revelada aos povos gradualmente. teve de abster5se de 6alar abertamente sobre esse ensinamento por #ausa dos pre#on#eitos ra#iais e %tni#os da %po#a0 'maginem se um ?udeu na %po#a de Jesus a#eitaria a ideia de reen#arnar. tal a sua pro6undidade0 3aso Deus autori*asse a divulgação de um nível superior da Merdade . de a#ordo #om a sua #apa#idade de entendimento. a pr4pria #ons#i.n#ia.s Cerdades Espirituais poder+o alegar que desconhecem essas regras divinas ao ingressarem no "undo "aior. impossibilitando ao homem alegar :ue as des#onhe#e0 R ?ustiça humana % possível a omissão e o enganoK entretanto. a 6isiologia do #orpo astral em #on?unto #om os #ha#ras #om uma pro6undidade inal#anç7vel C mentalidade da so#iedade da %po#a de Tarde#0 !utro eBemplo :ue podemos #itar % a pr4pria #rença da reen#arnação do espírito.n#ia 6alar7 mais alto C:uele :ue pretende enga5 nar aos outros e a si pr4prio0 PERGUNTA: 4 Eual o e)emplo.eus ensinamentos0 . os mais EespertosE tentariam utili*ar os re#ursos superiores para satis6a*er as suas paiBões e dese?os de poder0 1() . h7 dois mil anos. na EpeleE de um samaritanoL PERGUNTA: 4 Algumas pessoas poderiam afirmar que a tese da verdade relativa constitui uma falsidade ou at# mesmo uma mentira. em outra eBist. ou. dentro das religi!es. que poderias citar so(re essa quest+o da verdade relativa& HERME!: 4 ! pr4prio spiritismo nos apresenta eBemplos da evolução da verdade relativa0 Ouando Allan Tarde# #odi6i#ou as obras b7si#as espíritas em meados do s%#ulo de*e5 nove. a6irmou :ue o perispírito era um #orpo vaporoso :ue servia de ligação entre o espírito e o veí#ulo 6ísi#o0 Ao?e. #ondenado e desrespeitado por a:ueles :ue não #onseguiram enBergar a bele*a de . aos olhos de Deus nada 6i#a obs#uroL Al%m do mais. senão somente #ausaria distGrbios e in#ompreensão0 2ma prova da di6i#uldade de se di6undir novas verdades est7 na ignominiosa #ru#i6i#ação de Jesus0 ! $estre dos mestres des#eu ao pre#7rio plano 6ísi#o para Eatuali*arE a verdade da humanidade e 6oi ata#ado. ainda h7 a:ueles :ue não #ompreendem o #4digo libertador do vangelho de Jesus0 8 #omo ?7 vos dissemos< a verdade deve ser revelada gradualmente para :ue não enlou:ueça a humanidade. então. pois acreditam que a verdade # uma s2* . pois as revelações divinas sempre estiveram ao al#an#e dos homens em toda a hist4ria da humanidade. ap2s a sua morte* . passados dois mil anos. a#eita ho?e em dia por todo espiritualista es#lare#ido0 Jesus.HERME!: 4 8 evidenteL A:uele :ue pre?udi#a o seu semelhante tendo #ons#i.uprema C nossa despreparada humanidade. ho?e em dia.

6orne#erão novas metas a serem al#ançadas para a Nova ra0 $as tudo deve #hegar ao seu tempoL Não devemos in6ormar a:ui o :ue somente no 6uturo o homem #ompreender70 PERGUNTA: 4 Podemos concluir que a evolu +o infinita # orientada pelo progresso da verdade relativa em dire +o a Cerdade A(soluta do . bus#am intuitivamente a Merdade Absoluta de Deus0 Assim são as religiõesL "odas #aminham em direção a Deus. que di%es a respeito& HERME!: 4 A pre#7ria #apa#idade de #ompreensão do homem em relação C magnitude da !bra do 3riador desperta essas #renças0 Assim #omo o matuto não #onsegue entender a #i. #omo são entendidas pelos diversos povos e agremiações se#t7rias. ou se?a. o eBílio planet7rio % ne#ess7rio para :ue os :ue ?7 estão prontos para um avanço da verdade relativa não 6i:uem estagnados por #ausa dos espíritos #apri#hosos :ue negam5se a evoluir.PERGUNTA: 4 Poderias dar5nos um e)emplo mais claro& HERME!: 4 3aso um 6umante 6osse noti6i#ado de :ue deveria imediatamente abandonar o #igarro por determinação superior. os avatares do 6uturo. sob a orientação do 3risto Planet7rio e de Saint Germain. se novas Merdades spirituais 6ossem pre#ipitadamente estipuladas C atual humanidade da "erra sem um período natural de amadure#imento espiritual0 . este se dispusesse #omo0 um belo #astelo de #artas0 #omo diria o 6amoso #ientista Albert instein< EDeus não ?oga dadosE. o a#aso não eBisteL 1(F .endo assim. mas utili*ando5se das pe#uliaridades inerentes C evolução e ao entendimen5lo heterog%neo de #ada povo e #rença da "erra0 PERGUNTA: 4 A uni+o das religi!es ent+o se dar$ naturalmente por uma identidade de ideais e maior equilí(rio evolutivo dos futuros eleitos da Terra& HERME!: 4 Per6eitamenteL 3on#luístes muito bem0 Nada a#onte#e por a#aso0 "odo e6eito possui uma #ausa0 ! a#aso s4 eBiste para as mentes despreparadas0 PERGUNTA: 4 Dalando em acaso. pois o tempo de amadure#imento espiritual para o atual est7gio evolutivo da "erra ?7 se esgotou0 PERGUNTA: 4 E qual # a verdade relativa que atende a nossa capacidade evolutiva atualmente& HERME!: 4 EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoE e ENão 6aças a ele a:uilo :ue não gostaria :ue te 6i*essem0E PERGUNTA: 3 E nos s#culos futuros& HERME!: 4 3ertamente. talve* ele entrasse em estado de pro6undo dese:uilíbrio por não ter ainda #ondições de libertar5se desse ví#io primitivo sem um período gradual de adaptação0 Assim o#orreria. estes são simpl4rios demais para #ompreenderem ra*oavelmente a !bra de Deus. ao #air. :ue 6oge C sua #ompreensão0 A6irmar :ue o 2niverso % obra do a#aso seria o mesmo :ue lançar um baralho ao ar e.n#ia avançada dos homens.riador& HERME!: 4 BatamenteL As verdades relativas. alguns estudiosos materialistas afirmam que o Universo # o(ra do acaso e que 7eus n+o e)iste* .

o mi#ro#osmo. ou se-a.X 8 not4rio :ue s4 eBe#utamos uma tare6a #om per6eição :uando entendemos a sua 6inalidade. evoluírem0 n:uanto o homem alienado es#ravi*a5se C vida 6ísi#a.(ra 7ivina com as leis da física. o mundo das ilusões. alguns 6atos o#orridos em .e de e6eitos mira#ulosos ou assombrosos. :ue pare#em estabele#er um pa#to #om seus 6i%is #om o ob?e5tivo de distan#iar as :uestões sa#ras da vida pro6ana0 A vida humana.eus 6ilhos para avançarem. demonstrando a #apa#idade assombrosa da 'ntelig. #om #onvi#ção.A disposição dos astros no 2niverso % per6eitamente plane?ada.uas pr4prias leis para #riar a vidaX 'sso seria um atestado de mau plane?amentoL !s homens insistem em :uerer en#ontrar 6en4menos mira#ulosos na !bra Divina0 !s milagres renetem apenas o des#onhe#imento dos homens para #om as leis de Deus0 Jesus 6oi #onsiderado o mais 6abuloso milagreiro da hist4ria da humanidade por:ue manipulou #om habilidade as leis #riadas por Deus0 m nenhum momento.ua missãoK apenas utili*ou5. termo t+o propagado entre as religi!es orientais& HERME!: 4 ! Ainduísmo e o Budismo tratam esse tema #om muita pro6undidadeK ao #ontr7rio das religiões o#identais. progredirem. alcan aria o pro5 gresso e a felicidade mais rapidamente& HERME!: 4 NaturalmenteL Deus #riou os . -$ entendidas e e)plicadas pelos cientistas* . o #orpo de Deus0 "alve* o :ue intrigue os homens de mente estreita se?a o 6ato de o 3riador sempre respeitar as leis naturais do 2niverso #riado por le. % uma #4pia per6eita do ma#ro#osmo. #res#erem. perde grandes oportunidades de tornar5se uma pessoa melhor0 is o motivo pelo :ual abordamos. o homem.n#ias milenares desregradas. :uando o m%dium estiver mais amadure#ido e puder reali*ar tal tare6a #om aprimora5mento. que achas& HERME!: 4 Por :ue Deus deveria burlar as . a import9n#ia da #on:uista da #ons#i. torna5se o EmacaE.e das 6orças universais #om maestria0 Al%m disso. sem deiBar5se in6luen#iar por sua admiração eB#essiva e impression7vel pela obra do grande Rabi da -alil%ia0 PERGUNTA: 4 No capítulo inicial e no decorrer do tra(alho. :ue #orrompam essas s7bias leis universais0 PERGUNTA: 4 'im> Talve% a descren a dos homens ocorra por causa da similaridade da .aso o homem compreendesse que ele n+o # apenas a 8m$quina física8 que lhe serve de veículo. falaste muito so(re o convencionalismo da vida humana. assim #omo s4 #on:uistamos a 1(+ . o mundo das ilus!es. da cegueira espiritual dos espíritos em evolu +o na Terra*Esse conceito seria o 8maVa8. se não sabemos #omo. nem por :u.uprema0 3omo ?7 a6irmamos.n#ia . :uando #ompreendida a sua 6inalidade.ua messi9ni#a passagem pela "erra 6oram narrados #om eB#esso de entusiasmo0 PERGUNTA: 4 Poderíamos dissertar so(re os fen2menos reali%ados por =esus& HERME!: 4 Não neste trabalhoL speramos poder abordar a missão de Jesus 6uturamente. mas :uando utili*ada para atender aos #apri#hos in6antis da humanidade e Cs impositivas tend. le derrogou as leis da nature*a para #umprir a .S :ue aprisiona os espíritos em evolução por mil%nios nas en#arnações primitivas de eBpiações e provas0 PERGUNTA: 4 . a#reditando :ue ela % o E"odoE.n#ia espiritual0 3omo evoluir. torna5se instrumento de evolução. mas sim um espírito imortal em evolu +o. ?amais utili*ando5.

pois o homem est7 ligado a uma Egrande m7:uinaE Yo mundo dos sonhos da vida transit4ria] e não se d7 #onta de :ue essa vida não retrata a 6inalidade de nossas eBist.n#ias0 Assim #omo. o homem s4 evoluir7 verdadeiramente :uando #ompreender :ue % um espírito imortal em peregrinação pela es#ola da vida 6ísi#a para al#ançar o progresso. os homens est+o ligados inconscientemente a uma m$quina e vivem uma vida virtual. a 6alta de espiritualidade blo:ueia os sentidos inatos do homem para identi6i#ar a Mida 'mortal :ue o #er#aL PERGUNTA: 4 As ora !es que dirigimos a 7eus s+o perce(idas e atendidas por Ele ou estamos muito distantes do . #on6orme 6or melhor para a nossa evolução0 $as. mas uma an7lise apurada dos 6atos nos mostra :ue trata5se de uma grande realidade nos dias de ho?e. #ultuando alu#inadamente o #onven#ionalismo da vida humana e o ime5diatismo materialista0 A alienação da humanidade % tal :ue o homem a#redita ser o $undo spiritual Yse % :ue ele realmente a#redita :ue eBisteL] um lugar bu#4li#o e #om uma entediante n%voa a #obrir os p%s das Ealmas penadasE0 $as a realidade % bem outra. sem 6anatismos e sem hipo#risia. não % ne#ess7rio #arregar esse pesado 6ardo 6ísi#o.6% verdadeira ao #ompreendermos as s7bias leis divinas0 . o EmacaE % abordado #omo 6i#ção. e :ue a vida humana % apenas um p7lido re6leBo da Mida $aior0 PERGUNTA: 4 9$ algum tempo esteve em carta% nos cinemas um filme que a(orda uma vis+o semelhante . le . pois o e:uilíbrio % tudo0 !s tempos são #hegadosL 8 ne#ess7rio abandonar o mundo das ilusões e #ompreender de6initivamente :ue a #rença espiritual apenas 6ormal ou seu total despre*o são atitudes e:ui5 vo#adas :ue nos aprisionam por s%#ulos C dor e ao so6rimento das en#arnações prim7rias0 Devemos despertar para a verdadeira vida. distantes e alienados da verdadeira vida. e repousar :uase o mesmo tempo em :ue permane#e em atividade0 Assim #omo o su?eito rude não #onsegue per#eber a bele*a e o per6ume das 6lores. que nos di1es a respeito dessa vis+o& HERME!: 4 A#reditamos :ue tal 6ilme retrata bem a realidade dos homens0 Ali. chamado 8"atri)8.n#ia material % apenas um est7gio provis4rio #om vistas ao progresso :ue ser7 des6rutado na vida eterna0 J7 % tempo de o homem #ompreender :ue o "odo % mental. obviamente. a humanidade atual vive es#ravi*ada ao seu Emundo dos sonhosE.endo assim. e não para atender aos seus ví#ios de #onduta0 !s espíritos en#arnados na "erra devem abandonar as #renças espirituais super6i#iais e apro6undarem5se verdadeiramente nesses #on#eitos. da :ual viemos. #omo ?7 narramos em nosso primeiro trabalho EA Aist4ria de 2m An?oE0 !s planos astrais são repletos de bele*a e #on6orto para :uem os 6a* por mere#erK al%m do mais.riador para que Ele nos perce(a e atenda& HERME!: 4 Deus % onipresente em toda a 3riação e ouve todas as nossas sGpli#as auBiliando5nos em nossa #aminhada rumo C Iu*. os homens estão entorpe#idos em seus #asulos vivendo uma eBist. pois a eBist. teoria do 8maVa8dos orientais* N esse filme. sendo qu4 a humanidade vive apenas uma vida vegetativa e ilus2ria* .e utili*a de nossos irmãos EmaioresE para nos auBiliar diretamente0 1/0 . :ue ne#essita ser alimentado #onstantemente.n#ia arti6i#ial. onde todos os seus sonhos e anseios s+o reprodu%idos em suas mentes como em um filme. nesse 6ilme. utili*ando5se da vida humana para aproBimar5se de Deus. assim #omo o 2niverso.

por Jesus e pelos demais espíritos de alto :uilate espiritual de nosso mundo0 3ertamente. o :ue importa % a viv. por estarmos atendendo ao ob?etivo da 3riação< evoluirmos rumo C per6eição divinaL A oração. #ada ser en#ontra5se inserido em determinada verdade relativa estabele#ida por sua pr4pria #ons#i.n#ia em Deus. a oração % um poderoso instrumento de ligação #om o Pai. nem mesmo o v7#uoL PERGUNTA: 3 Eual seria o melhor m#todo para conta5tarmos com 7eus& . nossas pre#es são administradas pelo 3risto Planet7rio. o 3riador est7 mais pr4Bimo de n4s do :ue podemos imaginarL 'n6eli*mente.om uma conduta correia ou por meio de uma ora +o fervorosa& HERME!: Q 3omo ?7 a6irmamos nesta obra. não #onseguem absorver integralmente a sintonia de pensamento do Plano spiritual0 ssas notas servem apenas para engrande#er a visão :ue #ada um possui do 3riador. e não simplesmente a #rença no 3riador e na vida imortal0 3ertamente. :ue alguns #onsigam absorver mais e outros menos sobre os assuntos trans#endentais a:ui tratados0 !s pr4prios m%diuns. :uando reali*adas #om real interesse de promover o bem #omum e atendendo eB#lusivamente aos desígnios do 3riador0 PERGUNTA: 4 Eual seria a conclus+o para este capítulo& HERME!: 4 n#erramos este #apítulo #omo #omeçamos0 ste assunto não se esgotou e não se esgotar7 ?amaisL ! :ue talve* tenha5se esgotado % a #apa#idade de entendimento humano ante alguns #on#eitos humildemente eBpostos por n4s0 3omo ?7 6oi dito. trans#revendo mensagens a respeito da nature*a de Deus. mas a pr7ti#a #rísti#a % o meio mais per6eito para nos aproBimarmos de Deus.n#ia e um #onse:uente #res#imento espiritual0 1/1 . permitindo uma dilatação relativa de #ons#i. a oração e a pr7ti#a #rísti#a são meios #omplementares para a #on:uista da evolução espiritual.n#ia0 8 natural. :uando sin#era e sintoni*ada #om o Alto. nos permite entrar em plena sintonia #om os planos de Iu* e assim produ*irmos atos e pensamentos de a#ordo #om a Montade Divina0 Assim sendo. o homem ainda possui pou#a evolução para sentir e #ompreender a presença de Deus0 !s s7bios antigos a6irmavam :ue ao #hegarmos em determinado est7gio de evolução % possívelEto#ar o rosto de DeusE0 is o estado de #ontemplação no :ual per#ebemos a 6orça do Prin#ípio Mital do 2niverso a reger as nossas vidasL Iembrai5vos sempre< sem Deus nada eBistiria. portanto.Por esse motivo.

demonstraste grande interesse em ressaltar a import6ncia da educa +o para a evolu +o.omente assim a humanidade romper7 os paradigmas :ue limitam o seu poten#ial h7 s%#ulos0 8 lament7vel observarmos as novas gerações apenas memori*ando #onhe#imentos. sem a ne#ess7ria re6leBão e o real entendimento do #onteGdo estudado0 A reprodução pura e simples de #onhe#imento es#ravi*a. teremos uma so#iedade alienada e distan#iada do progresso em todas as 7reas0 PERGUNTA:4 . % o #aminho mais #urto para a evolução espiritual0 8 por meio do #onhe#imento e da re6leBão sobre o a#ervo de verdades legadas pelos grandes edu#adores na hist4ria da humanidade :ue o espírito en#arnado pode ad:uirir sabedoria e per#orrer a sua #aminhada evolutiva pelo #aminho mais sensato e tran:uilo0 3ertamente. a Alta spiritualidade intensi6i#ou a reen#arnação de espíritos in#omuns para re#uperar o atraso desen#adeado pela humanidade terrena nos s%#ulos anteriores0 3omo ?7 a6irmamos em outras oportunidades. pois muitas ve*es trata5se apenas de EverdadesE estabele#idas #om a 6inalidade de eBer#er poder e dominação0 A verdadeira edu#ação est7 em apresentar o #onhe#imento e #onvidar o aluno a pensar sobre ele para :ue #hegue Cs suas pr4prias #on#lusões por meio de uma re6leBão sadia0 . libertando o edu#ando da prisão dos #on#eitos pr%5moldados :ue o impedem de pensar por si mesmo e al#ançar a auto#ons5#ienti*ação0 Atualmente os moldes edu#a#ionais estão voltados para m%todos me#9ni#os de a#Gmulo de #onhe#imento. os espíritos em evolução em nosso mundo ainda não estão preparados para tal salto te#nol4gi#o promovido pelo Alto. o :ue est7 gerando diversas di6i#uldades para 1/2 .EH A educaç:o para o Terceiro Milénio PERGUNTA: 4 Nos primeiros capítulos deste tra(alho. mas isso s4 o#orreu por #ausa da ne#essidade de preparar o mundo 6ísi#o para a Nova ra0 Nesse período :ue #itaste. em ra*ão do espantoso atraso da humanidade na:uele período0 'n6eli*mente. sem entenderem a 6inalidade do #onteGdo apresentado0 .omente o real entendimento da apli#abilidade do #onhe#imento o torna Gtil e proveitoso0 n:uanto os ?ovens apenas Ede#oraremE os #on#eitos sem re6letirem e pensarem sobre o seu #onteGdo. so(retudo durante o s#culo vinte& HERME!: 4 A humanidade realmente evoluiu signi6i#ativamente nesse período.omo e)plicar. #om a Gni#a intenção de serem aprovados nos testes. que mais poderias nos di%er so(re esse importante tema& HERME!: 4 A edu#ação. parte dessa etapa da Aist4ria 6i#ou #onhe#ida entre os homens #omo a E'dade das "revasE. da humanidade* . en:uanto a re6leBão sobre ele libertaL 8 ne#ess7rio o rompimento #om a reprodução me#9ni#a do saber. os m%todos pedag4gi#os devem ser revistos. a #ivili*ação da "erra ?7 deveria ter al#ançado o atual est7gio em :ue se en#ontra h7 muitos s%#ulos0 ! planeta amargou um longo período de vida eBtremamente primitiva para os ob?etivos traçados para a Ees#ola5"erraE por #ausa da relut9n#ia dos espíritos rebeldes em evoluir0 'n#lusive. ent+o. em sua de6inição mais ampla. o progresso alcan ado em praticamente todas as $reas do conhecimento humano. tanto física como espiritual.

por%m #omportam5se #omo 6eras a#orrentadas0 1/@ . libertando as gerações 6uturas dos ví#ios #omportamen5tais. eBaltamos neste momento uma mudança emergen#ial de #ons#i. :ue se tornar7 uma elevada es#ola evolutiva no seio do 3osmo0 PERGUNTA: 4 Eual a ra%+o de tua preocupa +o com a forma +o educacional dos -ovens& HERME!: 4 !s ?ovens são a base da trans6ormação de uma so#iedade0 is o momento propí#io para plantar #on#eitos novos.mantermos o e:uilíbrio astral do planeta0 . #ulturais e edu#a#ionais da atual humanidade. mas sendo um indigente no :uesito sabedoria0 Assim. vemos moços diplomados :ue dominam a #i. tanto humanas #omo espirituais0 A natural a:uisição de #onhe#imento 6a* #om :ue o homem se liberte da alienação e do #ulto materialista e ego#. os h7bitos #ulturais retr4grados e a pr7ti#a anti5#rísti#a serão banidas do mundo no "er#eiro $il%nio.n#ia edu#a#ional nos propi#ia seríamos sempre seres in#ompletos e #om redu*ida #apa#idade de atuar em nome do 3risto0 ! amor nos impulsiona Cs boas intenções. mas % 6rio e distan#iado dos valores espirituais :ue envolvem o #onhe#imento em um halo de sabedoria :ue nos #ondu* ao bem viver0 Ao?e em dia. :ue ?7 vive o seu #repGs#ulo na hist4ria evolutiva de nosso planeta0 Podemos a6irmar #om #onvi#ção :ue ser7 por meio de novos padrões edu#a#ionais :ue a humanidade da Nova ra surgir7 na "erra. espiritual.ntri#o das so#iedades atuais0 3omo disse5nos Jesus< E3onhe#ereis a verdade e a verdade vos libertar70E A re6orma edu#a#ional das pr4Bimas d%#adas tornar7 livre o homem moderno da alienação e da ignor9n#ia. mas somente #om a #on:uista da sabedoria aliada ao #onhe#imento atingiremos o progresso :ue tanto alme?amos em todas as 7reas. o ?ovem #hega C idade adulta #om abund9n#ia de #onhe#imento. rompendo #om as amarras ideol4gi#as atrasadas :ue ainda es#ravi*am o homem0 2tili*ando5se de novos #on#eitos edu#a#ionais. mas sem a sabedoria :ue a #ons#i. en#ontrando a:uilo :ue sempre pro#urou. a 6im de :ue os eleitos possam reen5#arnar na Nova ra #om um nova base edu#a#ional e #ultural0 !s ?ovens devem ser instruídos #om m%todos renovadores de ensino para :ue possam estabele#er os ali#er#es b7si#os da "erra do "er#eiro $il%nio. mas ?amais a#hou na vida humana transit4ria< a pa* e a 6eli#idade0 PERGUNTA: 4 N+o encontraríamos apenas no amor a reforma espiritual para a Nova Era& HERME!: 4 8 ilusão pensar assimL ! amor % o 6undamento para a re6orma espiritual.n#ia terrena.n#ia. da harmonia e da espirituali*ação0 Ao #ompreender :ue o seu reino não % deste mundo. trans6ormando radi#almente os h7bitos e os #ostumes so#iais0 PERGUNTA: 4 Podemos entender que o mal # fruto da falta de educa +o e consci4ncia espiritual& HERME!: 4 3ertamenteL ! homem atual domina par#ialmente o saber. te#nol4gi#o e intele#tual para :ue a "erra prossiga o seu #urso evolutivo0 Por esse motivo. pois o maior mal % o da ignor9n#ia0 $entes lG#idas e :ue en#ontraram a sabedoria l4gi#a da vida #riada por Deus rompem o elo #om o #rime e #om a maldade por #ompreenderem :ue o #aminho para a 6eli#idade en#ontra5se no rumo da pa*. o homem eBpande5se em todos os sentidos.omente #om o inevit7vel eBílio planet7rio haver7 uma per6eita #ompatibilidade nos #ampos moral.

em :ue milhões de pessoas podem ser atingidas instantaneamente0 'n6eli*mente. assim #omo em relação a todas as melhorias :ue o homem #on:uistou. o homem e a nature*a espiritual. in6eli*mente.n#ia dos programas televisivos. pois uma sociedade alienada # mais f$cil de ser dominada do que aquela que pensa por si s2* . estamos tamb%m diante de uma :uestão de sintoma. tornando5se indi6erentes C re6leBão :ue leva aos verdadeiros valores espirituais0 Do :ue vale deter o #onhe#imento da 6usão nu#lear. pois limitam a sua #apa#idade #riativa. #omprovando #om essas s7bias palavras :ue a humanidade vive ho?e um est7gio evolutivo5espiritual in#ompatível #om o avanço te#nol4gi#o #on:uistado graças Cs intervenções do Alto0 PERGUNTA:4 Entendemos a tua preocupa +o em promover a refle)+o e a an$lise so(re o conhecimento. a televisão tornou5se um instrumento de alienação. que di%es a respeito& HERME!: 4 Realmente. 6oi #ru#i6i#ado mais por estimular pro6undas re6leBões na so#iedade da %po#a do :ue por ter a6rontado os prin#ípios religiosos primitivos da so#iedade ?udai#a0 $as a so#iedade dos eleitos da Nova ra estabele#er7 uma nova relação entre os líderes so#iais e a #omunidade. se não #ompreendermos as leis :ue regem tal 6en4meno e se não tivermos moral para utili*75lo para o bem #omumX Iembramos a:ui as palavras do inigual7vel #ientista Albert instein. o grande so#i4logo sideral. mas # difícil imaginar pessoas humildes e com pouca instru +o reali%ando refle)!es profundas como sugeres* 1/& . #om o ob?eti5vo de en#ontrar. ?7 :ue :uanto mais medío#res e alie5nantes maior o índi#e de re#eptores sintoni*ados0 PERGUNTA: 3 . estimulando o progresso intele#tual e libertando o homem #omum de seu servilismo hipn4ti#o aos instrumentos manipuladores de massas. pois en#ontramos 4 eBemplo do atraso evolutivo dos atuais habitantes da humanidade avaliando o nível de audi. mas # not2rio que os detentores do poder material assim n+o dese-am.4#rates pagou alto preço por tentar re6ormular #on#eitos0 Jesus. que podes di%er so(re a televis+o e os demais meios de comunica +o& HERME!: 4 "rata5se de um 6ant7sti#o sistema de propagação do #onhe#imento em grandes nG#leos popula#ionais. blo:ueando5lhe o progresso humano e espiritual0 $as. respostas C lu* da verdade0 !s ?ovens apenas de#oram os #on#eitos ensinados por seus mestres. estimulando a humanidade a tornar5se a #uida dia mais bitolada ante o mundo e a realidade :ue a #er#a0 A programação televisiva de massas atro6ia a mente e blo:ueia a #riatividade das pessoas0 Podemos di*er :ue os programas geralmente #ausam severos danos mentais C humanidade.$uitas ve*es.n#ia % uma 6erramenta de libertação :ue assusta a:ueles :ue dominam as so#iedades do mundo0 ! grande 6il4so6o grego . #ometem #rimes atro*es e depois es#ondem5se atr7s do diploma para não responder por seus atos ne6astos0 is por:ue insistimos sobre a import9n#ia de 6iloso6ar sobre o mundo. o #onhe#imento assimilado #om #ons#i. :ue disse< E"riste %po#aL 8 mais 67#il desintegrar um 7tomo do :ue um pre#on#eitoE.ompreendemos as tuas pondera !es. #omo por eBemplo os meios de #omuni#ação. mais pre#isamente a televisão0 PERGUNTA: 4 .

de espíritos #om personalidade 6orte e #om grande poder mental. geralmente. mas ainda distan#iados da Iu*0 . como devemos entender a quest+o de o homem modificar o conte)to social em que vive& .n#ia. que di%es a respeito desse tema& HERME!: 4 "odo 6ilho de Deus % uma individualidade no #onteBto so#ial em :ue vive0 A maior d7diva :ue re#ebemos do 3riador % o direito ao livre5arbítrio. #ertamente eles teriam #ondições semelhantes de re6letir e #res#er #omo 6ilhos de Deus0 A humanidade. pois o homem % 6ruto de seu meio e do pro#esso edu#a#ional :ue lhe % o6ere#ido0 3ertamente. somos livres para de#idir os rumos de nossas vidas0 3aso #ontr7rio.n#ias :ue lhe propi#iaram maior eBperi.n#ia #ultural perni#iosa de seus antepassados. capacidade intelectual e espiritual da atual humanidade* . o :ue possibilitar7 :ue in6lua diretamente na #ons#i. os espíritos :ue reen#arnam em 6amílias sem a#esso C edu#ação. di6i#ultando5lhes o #ontato #om o saber0 $as nada impede :ue venhamos a mudar os nossos destinos #om uma atuação perseverante na bus#a de nossos ideais.endo assim. em geral. #omo. algumas ve*es.n#ia #oletiva0 . somos in6luen#iados pelo meio em :ue vivemos0 :uanto mais prim7rios 6ormos em relação ao meio. seríamos tão5somente rob[s teleguiados pela $ente Divina0 $as. pois não eBistem in?ustiças na vida #riada por Deus0 PERGUNTA: 4 "as h$ formadores de opini+o que condu%em as massas populares por caminhos equivocados* N+o disseste que eles seriam almas evoluídas& HERME!: 4 A6irmamos :ue os espíritos :ue in6luem no meio so#ial são mais avançados. por eBemplo. ent+o encontramos uma situa +o de fatalismo* . #ertamente. os espíritos em evolução na "erra são sus#etíveis ao meio em :ue vivem0 3aso esses irmãos humildes :ue #itastes tivessem a#esso a uma edu#ação de :ualidade e 6ossem libertos da in6lu. o 6atalismo ?amais eBistir70 ! :ue pode o#orrer são situações desen#adeadas pelo #arma ao :ual estamos atrelados. que di%es& HERME!: 4 ntendemos :ue o :ue di*eis % apenas um pre#on#eito.n#ia :ue os espíritos :ue ainda engatinham na #aminhada evolutiva0 Devemos entender :ue todo o espírito evoluído geralmente % um 6ormador de opinião. em ra*ão de suas diversas viv. ou se?a. mais so6reremos sua in6lu. eBistem espíritos mais ou menos evoluídos :ue se desta#am ou 6ra#assam em relação ao meio por suas #ara#terísti#as espirituais0 $as.Talve% esses programas que citaste se-am e)atamente os mais afins . mas nem todos os 6ormadores de opinião são almas angeli*adas0 PERGUNTA: 4 'e # assim t+o f$cil transformar o homem pela educa +o. mais ser7 ele uni 6ormador de opinião. % um rebanho ne#essitando de um bom pastor para #orrigir5se e trans6ormar5se para melhorar0 PERGUNTA: 3 'e o meio influi tanto em nossas vidas. tanto positiva #omo negativa0 Ao passo :ue :uanto mais avançado 6or o espírito. homem opera transforma !es no meio ou ele # apenas fruto deste& E se o homem # resultado da conviv4ncia social.ão irmãos #om uma maior bagagem espiritual. e não angeli*ados0 "rata5se. rompendo #om os laços #7rmi#os :ue semeamos no passado. por que a Alta Espiritualidade n+o providenciou ainda essa renova +o educacional para salvar aqueles que futuramente ser+o e)ilados por falta de valores crísticos& 1/( .

e sim se #onvida a re6letir sobre ela0 . a#reditamos ser melhor :ue ele se Ees#ravi*eE a dogmas religiosos. e não apenas m7:uinas de #onhe#imento0 PERGUNTA: 3 E o que nos di%es so(re as aulas de religi+o& HERME!: 4 ! #onhe#imento espiritual % muito mais do :ue apenas aulas dogm7ti#as de religião0 !s edu#adores deveriam trans6ormar as suas aulas em eBposições 6ilos46i#as. pois o homem moderno avançou para o #on#eito de 6% ra#io#inada.n#iaL. pois os 6en4menos espirituais serão mani6estados #laramente a todos0 $as somente a:ueles :ue #on:uistaram a 6% poderão presen#iar esse grande momento. :ue pode a#arretar 1// .omente uma an7lise sin#era de suas #onse:u.im.e assim 6osse. assim seriaL $oral não se ensina. do :ue man5ter5se alienado e sub?ugado ao #ulto da vida humana.n#ias para si e para o bem #omum % :ue modi6i#a o homem0 A simples palavra perdão e a imposição religiosa para prati#75lo não sensibili*a o homem.n#ia e maturidade espiritual. aliando o #onhe#imento amplo das religiões Cs situações do #otidiano e ao #onhe#imento humano em geral0 .HERME!: 4 1alamos anteriormente :ue no 6uturo a 6% não ne#essitar7 ser provada. mas a re6leBão sobre a generosidade e as #onse:u. % ne#ess7rio :ue 6açamos por mere#. por terem sido eleitos para isso0 Da mesma 6orma. viveríamos #on6orme a #rença de :ue re#ebemos Egraças divinasE0 N4s podemos garantir5vos :ue isso % apenas 6ruto de mentes :ue ainda não se #ons#ienti*aram de :ue evoluir signi6i#a orientar as nossas vidas para o progresso0 PERGUNTA: 4 'e a humanidade fosse educada segundo os preceitos filos2ficos que a(ordam a amplia +o incessante da compreens+o da realidade teríamos alcan ado uma maior eleva +o moral& HERME!: 4 . a edu#ação plena e satis6at4ria estar7 C disposição da:ueles :ue se elegeram para re#eb.n#ias sublimes desse ato envolve e emo#iona o espírito0 Junto aos estudos #ientí6i#os. ?amais a#eitando in6ormações :ue não possuam l4gi#a e #oer. pois liberdade sem #ons#i.5la no de#orrer deste #i#lo evolutivo :ue est7 se en#errando0 Jesus mesmo nos disse< EA #ada um ser7 dado segundo as suas obrasE e ENão deis p%rolas aos por#osE0 Para termos direito Cs benesses da Nova ra.n#ia % poder sem direção0 n:uanto o homem não ad:uire #ons#i. mas essa mesma 6% medieval espirituali*ou muitas almas e inibiu o instinto ani5 mal :ue ho?e em dia est7 a solta es#ravi*ando a:ueles :ue se ?ulgam independentes e livres da imposição religiosa anti:uada0 3ertamente o ideal % a liberdade #ons#i. libertas do se#tarismo religioso. os edu#adores deveriam sempre despertar nos alunos os valores espirituais para :ue eles se tornassem s7bios. teríamos uma menor evasão es#olar em relação a essa mat%ria e os ?ovens seriam mais humanos e 6raternos #om os seus semelhantes0 A so#iedade atual eBige in6ormações modernas e :ue evoluam assim #omo a humanidade est7 evoluindo0 3on#eitos #omo E#%u e in6ernoE e dogmas se#ulares devem ser repensados e eBpli#ados de 6orma atual # #oerente.5 las0 A evolução eBige es6orçoK se assim não 6osse.n#ia0 A Nova ra PERGUNTA: 4 Eueres di%er que as aulas religiosas ultrapassadas em nada acrescentam em nossa evolu +o espiritual atualmente& HERME!: 4 ! homem moderno ridi#ulari*a a #rença religiosa dis#iplinada e muitas ve*es in6antil.

% per6eitamente a#eit7vel a avaliação #ientí6i#a dos 6en4menos naturais pela 4ti#a espiritual0 Não iremos utili*ar re#ursos espirituais empíri#os para #omprovação #ientí6i#a. o atraso determinado pela visão materialista e a alienação são uma rotina h7 s%#ulos0 m todas as situações da vida devemos ter e:uilíbrio e bom senso0 Não dese?amos a:ui de6ender :ue todas as :uestões humanas devem ser impregnadas de #on#eitos espirituaisK apenas sugerimos :ue se ve?a as :uestões humanas #om olhos espirituais0 ! edu#ando :ue trabalha #om #i. 6ar7 #om :ue os #on#eitos imortais retornem C sala de aula0 . aliados C ne#essidade de integrar valores espirituais C atual humanidade. ele ser7 sempre um #ientista limitado0 Da mesma 6orma. o espiritualista deve pro#urar não entorpe#er5se demasiadamente #om in6ormações espirituais. #omo o#orreu na %po#a medieval0 1/) . 6oram #riados por Deus.n#ia terrena. ao inv%s de es#ravi*75lo.4 :ue. mas sim uma asso#iação #om a realidade espiritual e meta6ísi#a0 Apesar de os #ientistas #%ti#os negarem essa possibilidade. dessa ve*. mas # not2rio que e)iste uma ideia no meio pedag2gico de que as quest!es espirituais devem ser separadas do conhecimento t#cnico e científico* . eles retornarão #om um pro6undo #ar7ter 6ilos46i#o. onde a dor. ?amais a humanidade evoluir7 para os pre#eitos da Nova ra en:uanto mantiver o $undo spiritual apartado do 6ísi#o0 !s dois planos 6a*em parte de um s4 #onteBto0 Alguns edu#adores pre6erem manter o #ampo espiritual a6astado da realidade da vida humana. na verdade. sempre são improdutivosL PERGUNTA: 4 "as ent+o como unir ci4ncia e religi+o& HERME!: 4 Não se trata de uma união #om as religiões se#t7rias. que di%es& HERME!: 4 3omo a6irmamos no de#orrer deste trabalho. mas aE4ti#a espiritualEser7 melhor empregada para #ompreendermos os 6en4menos naturais :ue. pois somente a real a#eitação da Mida 'mortal 6ar7 #om :ue o homem rompa os paradigmas :ue o limitam C vida primitiva :ue ainda leva0 As grandes #on:uistas da humanidade s4 serão atingidas :uando Deus 6or #olo#ado C 6rente das reali*ações humanasK #aso #ontr7rio. libertando o homem. o mundo perseguira o destino :ue vive at% os dias de ho?e. em ambos os #asos. mas tamb%m não deve ver o mundo restrito Cs barreiras 6ísi#asK de outro modo.#omportamentos anti#rísti#os :ue arrastarão os imprevidentes C Edor e ao ranger de dentesE por longos períodos0 PERGUNTA: 4 Entendemos a import6ncia de aliar o conhecimento espiritual ao humano. :ue en#ontra5se sem rumo.n#ia não pode 6ugir ao imperativo da realidade #ientí6i#a. :ue % spírito e terno0 !s m%todos para al#ançar essa interação ?7 estudamos no #apítulo :ue aborda a mediunidade0 PERGUNTA:4 Eual ser$ o primeiro passo para essa integra +o espiritual na educa +o escolar& HERME!: 4 ! avanço de pes:uisas #ientí6i#as no #ampo meta6ísi#o e sua natural a#eitação nas diversas 7reas da #i. es:ue#endo5se da realidade da vida 6ísi#a0 ! eB#esso e o radi#alismo. alegando :ue religião % uma :uestão de 6oro íntimo0 $as não deve ser assim.

com a educa +o& HERME!: 4 3ertamente nãoL 3entramos as nossas in6ormações nos ?ovens por #ausa da 6a#ilidade de adaptação da:ueles :ue ainda não estão aprisionados ao #omodismo e C preguiça de mudar0 3aso os adultos se predisponham a modi6i#ar5se. 6ísi#a. leitura* .e as nossas ações estiverem voltadas para esse sublime ensinamento.n#iaL da vida en#arnada0 . :ue % uma das 6ormas mais importantes de ampliar #ultura e ad:uirir sabedoria0 Ademais. os espíritos atualmente en#arnados na "erra 6a*em parte de um grupo pou#o 6amiliari*ado #om a bus#a do saber0 3ertamente. torna5se difícil estimular os -ovens . não permitindo um repensar de suas vidas0 1/F . ho?e em dia os ?ovens sentem5se pou#o estimulados C leitura. como afirmaste no capítulo anterior. % mais 67#il :ue os ?ovens mudem a mentalidade do mundo do :ue os idosos. ao a#ordar. espiritual e humano. per#ebemos a bele*a do pro#esso de evolução espiritual no :ual estamos inseridos0 PERGUNTA: 4 7iante de tantas verdades relativas. mas não devemos esmore#er.4 #remos em Deus verdadeiramente :uando realmente #ompreendemos a magnitude e a bele*a da vida #riada por le0 Assim % #om tudo na vidaL Não eBistem dois pesos e duas medidas0 As leis universais são as mesmas em todas as latitudes do 3osmo e em todas as situações da vida humana e espiritual0 dIogo. :ue geralmente empa#am nas suas tradições e #on#eitos. que # t+o importante para a forma +o profissional& HERME!: 4 . eBpli#ativo e voltado plenamente para a re6leBão e apli#abilidade do estudo0 PERGUNTA: 4 . mas somou te :uando demonstram esses ensinamentos apli#ados na vida humana % :ue o ?ovem desperta para a maravilhosa arte de dominar o #onhe#imento0 3omo dissemos na primeira resposta deste #apítulo< EA reprodução pura e simples de #onhe#imento es#ravi*a. mas v$rios educadores alegam ser muito difícil despertar nos alunos um maior interesse pelo estudo* Nos dias de ho-e. em que a sociedade # t+o din6mica e escravi%ada pela televis+o. que di%es a respeito& HERME!: 4 . ne#essitamos mudar a base #ons#i. #olherão os mesmos belos 6rutos dos ?ovens0 3omo a nossa tare6a abrange a #oletividade da "erra.n#ia divina nos mostra :ue Eo #aminho.endo assim. ao ven#ermos passo a passo as nossas imper6eições. estaremos galgando os degraus rumo C Iu* de Deus0 PERGUNTA: 4 '2 os -ovens podem adquirir essa capacidade de transforma +o espiritual. utili*ando uma linguagem moderna e estimulante. os ?ovens s4 se interessam por :uími#a. e entendemos :ue a vida humana % uma es#ola. matem7ti#a e as demais mat%rias tradi#ionais :uando eles #onseguem vislumbrar a sua apli#abilidade0 !s pro6essores eBpõem 64rmulas e #on#eitos na lousa. a verdade e a vidaE en#ontram5se na m7Bima do 3risto Planet7rio :ue nos di*< EAma ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoLE . pode re6letir e per#eber avanços em sua #aminhada. pois este % o motivo de nosso viver< trabalhar para nos tornarmos pessoas melhoresL 1eli* da:uele :ue. a tare6a dos pedagogos % trabalhosa e pou#o 6ruti6l#ante. pois. a #ada novo dia. e sim pro#urar despertar nos ?ovens o interesse pelo progresso intele#tual. en:uanto a re6leBão sobre ele libertaLE A edu#ação es#olar do "er#eiro $il%nio ser7 orientada para um m%todo pedag4gi#o mais inte5rativo.PERGUNTA: 3 .omo estimular os -ovens a valori%arem e se interessarem pelo ensino tradicional.im.oncordamos com as tuas coloca !es. como sa(er se estamos tendo avan os em nossa caminhada& HERME!: 4 A verdade #on#eituai % relativa. mas a ess.

est+o presos . difus+o de novos conceitos pedag2gicos* <ogo. inclusive. o #arinho e a atenção do pro6essor. pois as m7:uinas não possuem personalidade e não podem legar aos alunos os valores :ue 6ormam o #ar7ter0 3omo eBemplo disso. 6amiliar e so#ial0 PERGUNTA: 4 E o que poderias falar5nos a respeito da educa +o familiar& HERME!: 4 Para os espíritos em pro#esso #omum de evolução espiritual nada % mais importante do :ue bem edu#ar os seus 6ilhos.s suas vaidades e aos seus paradigmas.Biste um s7bio ditado oriental :ue nos di* :ue para puri6i#ar a 7gua % ne#ess7rio esva*iar a vasilhaK s4 assim ela poder7 re#eber o lí:uido renovado0 As #rianças ?7 são vasilhas va*ias prontas para a#olher o lí:uido puro e #ristalino da verdade trans#endentalL sse % o motivo pelo :ual a6irmamos :ue os pais devem ter a responsabilidade de não legarem aos seus 6ilhos os seus maus eBemplos. que pensas so(re a utili%a +o de recursos de inform$tica na educa +o& HERME!: 4 A #i. e :ue ha?a tamb%m um real interesse em se atuali*arem0 m todas as 7reas humanas a resist.n#ia dos #omputadores ?7 deveria estar di6undida entre os homens 6a* s%#ulosL $as o atraso evolutivo da humanidade terrena. podemos #itar a 6rie*a e o desrespeito ao pr4Bimo de alguns ?ovens :ue passam eB#essivas horas na 6rente de um EvideogameE ou #one#tados C E'nternetE0 !s #rimes ?amais são obras do a#asoL Ouando algo est7 errado em nosso meio so#ial devemos repensar os nossos m%todos de edu#ação es#olar. assim não permitiu0 Iogo. o que poderias nos di%er a respeito dos professores& HERME!: 4 Realmente. -$ testemunhamos e)emplos concretos nesse sentido* G comum vermos esfor os na transforma +o educacional. compreendemos a import6ncia da reforma dos processos pedag2gicos e. :ue as m7:uinas reali*em atividades #om um grande volume de dados. o :ue seria eBtremamente penoso se eBe#utado pela mente humana0 ! :ue ressaltamos % :ue os edu#adores ?amais devem permitir :ue a eB#essiva utili*ação de re#ursos #omputa#ionais venha a desumani*ar o ensino0 Nada substitui o #ontato humano. somos totalmente 6avor7veis a utili*ação da in6orm7ti#a para melhor instruir os edu#andos0 Ainda mais :ue o natural aumento popula#ional e o avanço te#nol4gi#o eBigem. pois a sua maior missão % 6ormar #om dignidade as suas #rianças para :ue elas ad:uiram valores espirituais.n#ia C mudança % o maior empe#ilho para :ue as trans6ormações se e6etivem0 ! leitor deve #ompreender :ue. tornando5se um o(st$culo . intele#tuais e so#iais0 Assim. #ontinuarem aprisionados aos seus #on#eitos anti:uados e #ultuando o seu ego0 8 ne#ess7rio um gesto de humildade dos edu#adores no sentido de re#onhe#er :ue não são os donos da verdade. mas enquanto isso os transmissores do conhecimento. pois pior do :ue nada de Gtil ensinar % eBempli6i#ar aos 6ilhos ví#ios e atitudes negativas para a sua 6ormação0 PERGUNTA:4 Por tuas palavras. a ponta do sistema. #ada ve* mais. na 6ase adulta. no #ampo da edu#ação tamb%m teremos de aguardar uma modi6i#ação gradual para os #on#eitos :ue a:ui eBpomos0 PERGUNTA: 4 . assim #omo em todas as trans6ormações para a Nova ra. de nada adianta os pes:uisadores re6ormularem #on#eitos pedag4gi#os :uando os pro6essores. :ue #itamos anteriormente. elas poderão #ontribuir plenamente para um mundo melhor0 1/+ . algumas ve%es.

que devemos entender por 8espírito comum8& HERME!: 4 spírito #omum % todo a:uele :ue est7 inserido no padrão mediano de evolução da "erra0 Nesse nível. mas a sua missão prin#ipal en#ontra5se no trabalho abnegado C evolução da humanidade0 PERGUNTA: 4 . e n+o para atender aos caprichos humanos* Estamos certos& 1)0 . al%m disso. toda a humanidade0 Nada impede :ue essas almas #om #ons#i. e não #omo #riaturas alienadas em relação ao programa evolutivo #riado por Deus0 PERGUNTA:4 Pelo que afirmas. 6ilhos de um Gni#o e soberano Pai0 Jamais devemos dar eBemplos Cs nossas #rianças de desrespeito e des#onsideração #om a:ueles :ue não 6a*em parte de nosso nG#leo 6amiliarK e. :ue ainda estão su?eitos C imposição #oer#itiva do instinto de preservação da esp%#ie0 J7 os espíritos em evolução na "erra.'n6eli*mente. os pais que negligenciam a educa +o dos filhos ser+o severamente responsa(ili%ados quando retornarem ao Plano Espiritual& HERME!: 4 A mais importante missão de um espírito #omum % edu#ar os seus 6ilhos.n#ia de nossos ?ovens sobre a imortalidade da alma e as su#essivas en#arnações na mat%ria.omo deveria ser o comportamento dos pais para a (oa forma +o de seus filhos& HERME!: 4 8 ne#ess7ria uma libertação de6initiva dos #on#eitos de Elaços de sangueE. a#eit7vel somente entre os animais.n#ia superior tenham 6ilhos.n#ia propi#iar uma boa edu#ação C sua prole0 J7 os espíritos :ue poderíamos determinar #omo Ein#o5munsE. se en:uadram em um pro#esso evolutivo superior :ue eBige a ade:uação ao #on#eito de E6amília universalE. os espíritos ainda estão mais voltados para o seu nG#leo 6amiliar do :ue para a grande 6amília universal0 Iogo. devemos 6ormar a #ons#i. o :ue ainda vemos #om grande intensidade na "erra % o desleiBo dos pais :ue. por não 6a*erem parte de nossa 6amília. apresentando diariamente Cs suas inde6esas #rianças todo tipo de in6ormação e #omportamento daninho C 6ormação de seu ?ovem #ar7ter0 PERGUNTA: 4 Pelo que afirmas. al%m de não pro#urarem #orrigir os seus maus h7bitos e #omportamentos anti#rísti#os. onde somos todos irmãos. seriam os mission7rios de todas as 7reas :ue trabalham in#ansavelmente pelo bem #omum. podem ser irmãos muito amados de en#arnações anteriores0 J7 % tempo de os homens vislumbrarem o mundo #om Eolhos espirituaisE. % missão b7si#a e prin#ipal de sua eBist. ainda não promovem uma boa 6ormação 6amiliar. #omo 6ilhos seus. adotando para si. preparando5os para uma vida digna e honrada0 !s pais :ue negligen#iam essa sagrada missão serão seriamente responsabili*ados no $undo $aior pelo seu desleiBo e imaturidade espiritual0 PERGUNTA: 4 . os pais deveriam promover um processo educacional voltado para o cultivo dos valor#s espirituais da crian a. :ue demonstram #laramente a nature*a de nossas relações #om o mundo0 A:ueles :ue despre*amos.

dedi#ando parte de seu tempo livre para #onversar #om os 6ilhos. lembrando a todo instante :ue a maior missão dos espíritos en#arnados % a 6ormação de seus 6ilhos0 . mas ?amais re6letem sobre o #on?unto de in6ormações edu#a#ionais :ue legaram. os pais #horam e lamentam. mesmo sendo (em5educados pelos pais e professores. uma ve* por semana :ue se?a. #ons#i. ao inv%s de atenderem aos #apri#hos in6antis típi#os das #rianças. e:uilíbrio e 6eli#idade 6amiliar0 Ap4s o 6ilho entregar5se Cs drogas. ou deiBaram de legar. por seu desleiBo e indis#iplina0 A #ada um % dado segundo as suas obras e seremos sempre #hamados a responder sobre :ue proveito tiramos e sobre o :ue 6i*emos #om os EtalentosE :ue re#ebemos de Deus0 ! espírito relapso. muitas ve*es maldi*endo a Deus por tanta triste*a 6amiliar0 $as pou#os são a:ueles :ue pro#uram espirituali*ar5se para melhor atuar no pal#o da vida humana0 ! estudo do vangelho no lar.omo fica a situa +o desses pais& HERME!: 4 ! 3riador ?amais nos o6erta uma #ru* :ue não teríamos #ondições de #arregar0 Iogo. o :ue 6a#ilita a assimilação natural de novos #on#eitos0 3aso os pais tivessem a maturidade de abandonar as telenovelas de#adentes e sua rotina materialista. continuam a comportar5se de forma conden$vel& HERME!: 4 3ertamente en#ontram5se em uma situação lament7velL A lei natural nesses #asos nos di*< EA :uem mui 'o 6or dado. para :ue seu herdeiro tivesse um #omportamento e:uilibrado diante da vidaL PERGUNTA: 4 "as e)istem filhos re(eldes que os pais n+o conseguem educar* .im0 !s pais. at% :ue eBplodem por 6alta de unidade 6amiliar e entendimento 6raterno0 PERGUNTA: 4 'e o mal # fruto da falta de educa +o e consci4ncia espiritual. o pior mal % a ignor9n#ia. ou so6rer uma irreversível distorção de #ar7ter. :ue despre*a as b.nçãos divinas. mas elas são o #opo dS7gua :ue poderia sa#iar5lhes a sede eterna de pa*. pro#urando re6letir sobre os ensinamentos do mais s7bio psi#4logo do mundo C lu* dos problemas :ue vivemos.HERME!: 4 . #ertamente. tra*. ?amais atende a #apri#hos in6antis e daninhos para a 6ormação do #ar7ter de seu pr4prio 6ilho0 3omo dissemos anteriormente. ressaltando a 1)1 .m a oportunidade de estudar #om nobres mestres serão gravemente responsabili*ados. muito ser7 pedidoLE sses ?ovens :ue re#ebem amor e atenção dos pais e obt.empre podemos 6a*er algo mais0 a:ui lembramos a import9n#ia de ad:uirir sabedoria espiritual para melhor atuar na es#ola da vida0 !s homens #omumente despre*am as leituras e in6ormações espirituais. resultados espantosos e poderia reverter situações tr7gi#as :ue vão sendo a#umuladas diariamente. devem reali*ar a 6unção pela :ual o 3riador lhes legou a orientação espiritual de seus 6ilhos0 ! verdadeiro e amoroso pai ama e edu#a. seria importante desde cedo instruí5los so(re a realidade espiritual& HERME!: 4 3ertamenteL Na in69n#ia ini#iamos a 6ormação de nosso #ar7ter e estamos libertos de pre#on#eitos. em que situa +o se encontram aqueles que. devemos nos es6orçar sempre mais. pois a#arreta dores e trag%dias sem :ue o seu autor tenha.n#ia do #aos :ue est7 plantando para o 6uturo0 Ouantos pais lamentam a dor pela perda do 6ilho. #olher7 no 6uturo o des#aso e o abandono por não ter tido dignidade para usu6ruir e agrade#er ao Pai pelas oportunidades de #res#imento :ue re#ebeu0 PERGUNTA: 3 Para melhor educar os nossos filhos.

vida humana* . que di%es a respeito& HERME!: 4 Não eBiste uma #onse:u.n#ia sem uma ação geradoraL ! mundo vive o #aos so#ial :ue presen#iamos em de#orr. o espírito reen#ar5nado ainda est7 sus#etível a mudanças0 Nesse período. de tanta maldade e tanta desgraça no mundo. poderíamos evoluir pelo #aminho do amor e da sabedoria.n#ia espiritual. % a dona de #asa orgulhosa :ue a#redita :ue seus 6ilhos são melhores :ue os outros ?ovens da mesma idadeK mais adiante.n#ias negativas de vidas passadas ainda não a6loraram0 ntão % o melhor momento para a edu#ação e 6ormação de #ar7terL PERGUNTA: 4 /sso se aplicaria mesmo em casos de espíritos e)tremamente atrasados que viessem a reencarnar em um grupo familiar& HERME!: 4 3ada #aso tem a sua pe#uliaridade0 $as.import9n#ia dos valores morais C lu* da #ons#i. e nos #asos de irmãos ainda muito atrasados lhes permitiria um sensível avanço em direção Cs es6eras superiores0 ! melhor ou pior resultado depende tanto da perseverança e dedi#ação dos pais :uanto do :uilate espiritual do 6uturo 6ilho :ue re#eberão em seus braços0 PERGUNTA: 4 . #ertamente eles 6ormariam 6ilhos ador7veis. mas infeli%mente vemos que os homens em sua quase totalidade ainda s+o plenamente escravos da mat#ria e do culto . #abendo a n4s mesmos sermos mestres e aprendi*es0 -randes eBemplos podem nos mostrar o #aminho.n#ia do :ue a6irmaste na pergunta0 n:uanto se aborda o por:u. a boa 6ormação edu#a#ional poderia gerar um 6ant7sti#o avanço em :ual:uer #aso0 m espíritos ?7 pr4Bimos da Iu*. #omo o 6e* Jesus. a união de todos esses #omportamentos anti#rísti#os retorna em poderosas EondasE de desgraças em ra*ão do a#Gmulo #7rmi#o5so#ial gerado pela so#iedade0 Ouanto mais #alamidades surgirem. #ertamente. % um empres7rio :ue s4 pensa em seus lu#ros e em propi#iar eB#lusivamente luBo e #on6orto material aos seus 6ilhos. permitiria uma melhor base para a reali*ação de sua missão no mundo 6ísi#o. mas somente uma re6orma íntima 1)2 . en#ontramos os pais :ue ensinam seus 6ilhos a levarem vantagem em tudo.n#ia.ompreendemos a l2gica e a (ele%a de tuas palavras. mesmo :ue isso #ause dor e so6rimento Cs vítimas de seus atos0 Por 6im. respons7veis e verdadeiramente humanos0 Na 6ase da in69n#ia e da adoles#. o seu #ar7ter ainda não est7 6ormado e suas tend. pois os dramas di7rios são instrumentos de edu#ação espiritual por meio da dor0 3omo ?7 a6irmamos. sem edu#75los para valores espirituaisK ali. mas #abe a #ada um de#idir :ual estrada dese?a per#orrer< a estrada da Iu* ou das "revasL m breve #hegar7 o dia em :ue o #omportamento alienado e materialista de ho?e ser7 visto #omo uma triste p7gina do passado0 PERGUNTA: 4 G possível reali%ar a educa +o dos sentimentos& HERME!: 4 Jamais outrem poder7 edu#ar os nossos sentimentos. mais devemos re6letir sobre #omo estamos #ondu*indo as nossas vidas. por:ue nesse #aso o pro#esso % de auto5edu#ação. o homem não se aper#ebe de :ue o seu #omportamento do dia5a5dia e a 6orma #omo #ondu* a sua vida são energias :ue alimentam essa egr%gora do mal0 A:ui.

eriam muitos a serem #itados. ?7 % possível presen#iar uma :uebra nas tradições e nos #ostumes típi#os de #ivili*ações primitivas0 'n#lusive. devem ser sentidosL A teoria apenas es#lare#e. ele aproveita para #ultuar lendas primitivas #om 6ins #omer#iais0 8 realmente muito triste termos de assistir a 6igura 6i#tí#ia do EPapai NoelE substituir a imagem ines:ue#ível de Jesus nos lares do mundo o#idental0 PERGUNTA: 4 . reali*armos uma verdadeira re6orma íntima. nota5se #laramente o :uanto a humanidade estagnou em seu pro#esso evolutivo e :uanto o desinteresse sobre as re6leBões trans#endentais #ontagiou o homem o#idental0 . :ue ainda % desumana. em todos os instantes da vida0 PERGUNTA: 4 Entendemos que para ingressar na Nova Era a humanidade dever$ reali%ar uma verdadeira revolu +o em seus h$(itos e costumes* N+o estamos certos& HERME!: 4 Realmente os 6uturos eleitos #onstruirão uma so#iedade :ue nas gerações 6uturas ser7 bem di6erente do :ue vemos atuaímente0 A natural reen#arnação sistem7ti#a de eleitos imprimir7 Cs so#iedades dos diversos países do mundo uma gradual trans6ormação nos #ostumes de seus povos0 Ao?e em dia. al%m dos diversos :ue são espe#í6i#os a #ada povo0 "odas as tradições :ue não engrandeçam o homem no #ampo moral. que poderias nos falar so(re o Natal. irm+o acha uma a(erra +o o culto ao 8Papai Noel8& HERME!: 4 Não diríamos uma aberração. se não 6osse triste. que ho-e em dia # cultuado como uma festa e)clusivamente materialista& HERME!: 4 'n6eli*mente. mas não 6a* assimilar esse #onhe#imento da alma0 ! s7bio aprende #om o ensinamento :ue re#ebe e #om a re6leBão sobre o seu #onteGdoK portanto.omente a atual humanidade. para edu#ar os sentimentos. #omo di* a pr4pria palavra. mas % lament7vel :ue os homens substituam a mais importante mensagem da hist4ria da humanidade por um #onto de 6adas0 . o dia #omemorativo do nas#imento de Jesus 6oi deturpado para atender aos interesses #omer#iais0 m ve* de o homem utili*ar essa data sagrada nos planos superiores para religar5se ao 3risto. pa#tua #om essas pr7ti#as #ru%is e in6eli*es0 1)@ .poder7 edu#ar os nossos pr4prios sentimentos. pois se a mensagem de Jesus % substituída por tais lendas. :ue. #ertamente a #riminalidade e a marginalidade seriam bem menores nos dias atuais0 PERGUNTA: 4 Eue outros costumes e tradi !es dei)ar+o de e)istir na Nova Era& HERME!: 4 . espiritual e intele#tual serão gradualmente abandonadas pela so#iedade da Nova ra0 2m r7pido eBemplo :ue podemos #itar são as 6estividades :ue impõem torturas a animais inde6esos0 Jamais a so#iedade dos eleitos a#eitar7 :ual:uer tipo de agressão aos nossos irmãos menores0 . ou se?a. devemos estudar sin#eramente o inigual7vel #4digo moral do vangelho do 3risto e apli#75lo no dia5a5dia. o 6ato de o homem tro#ar o nas#imento de Jesus pelo #ulto ao EPapai NoelE e seu retorno ao $undo $aior pelo E3oelhinho da P7s#oaE0 Memos nessa pr7ti#a uma 6uga do #ompromisso de edu#ar as #rianças sobre os valores imortais. os #ultos e 6estividades serão substituídos por outros :ue se #oadunem #om os reais valores espirituais a serem #ultivados na Nova ra0 PERGUNTA: 4 .e Jesus 6osse #onvidado pelos pais a entrar nos lares e nos #orações das #rianças do mundo.eria ir4ni#o.

serão transladados para um novo mundo. onde deverão #orrigir as imper6eições espirituais :ue negligen#iaram na "erra0 ! atual momento do plano 6ísi#o da "erra % de #aos e de uma #on#entração muito grande de espíritos :ue estão obtendo a Gltima #han#e para tentarem se eleger para a Nova ra0 A grande maioria desses espíritos en#arnados :ue pa#tuam #om o mal ?7 se en#ontra reprovadaK portanto. associado . festas. divers!es etc*. a 6eli#idade envolver7 o nosso ser. o e#ossistema do planeta respirar7 aliviado pelo 6im da indGstria da #arne. mais sentimos a vida em uma plenitude superior0 voluir % 4timo. sendo plenamente feli%es& HERME!: 4 Amados irmãos. como convencer os nossos irm+os de que na Era de Aqu$rio poderemos (rincar e sorrir despretensiosamente. na Nova ra esse #en7rio se modi6i#ar7. sendo a#eita somente at% os dias atuais por #ausa do baiBo padrão vibrat4rio dos atuais espíritos em evolução :ue peregrinam pela vida 6ísi#a0 !bviamente. a partir do nas#imento das novas gerações0 J7 estão en#arnados em solo 6ísi#o os primeiros trabalhadores da ErenovaçãoE. nível educacional. tra*endo5nos pa* e harmonia eternas0 Ao?e em dia.risto na Nova Era* Poderias dissertar a respeito disso& HERME!: 4 3omo a6irmamos durante todo o de#orrer deste livro. :ue % tão pre?udi#ial :uanto a indGstria petroleira :ue tamb%m en#errar7 as suas atividades de6initivamente nas gerações 6uturas0 PERGUNTA: 4 . ou se-a. pois os espíritos eleitos possuirão uma #onteBtura perispiritual mais re6inada :ue os 6ar7 naturalmente despre*ar a *oo6agia0 'n#lusive.PERGUNTA: 4 Algumas pessoas podem alegar que um n:mero infinitamente maior de animais s+o sacrificados nos matadouros para a alimenta +o dos homens* . ?amais pere#er70E PERGUNTA: 4 /nformaste neste capítulo que a educa +o do Terceiro "il#nio ser$ (em diferente da atual* Nela n+o haver$ espa o para as tolas crendices atuais e as festas primitivas que ainda cultuamos0 citamos o carnaval como mais um e)emplo* No futuro. as trans6ormações para a Nova ra pro#eder5se5ão gradualmente. os homens são muito sisudos e mali#iosos0 -eralmente riem de #oisas :ue 1)& . a 4nfase estar$ (asicamente no intelecto e no desenvolvimento espiritual. desestimulando os en#arnados de boa vontade a #rerem no mundo melhor :ue #ertamente nas#er7 no 6uturo da humanidade nas pr4Bimas d%#adas0 1açamos a nossa parte na #onstrução desse novo mundo e #reiamos nas palavras do 3risto :ue di*< EA:uele :ue #rer em $im. mas as trans6ormações a#onte#erão a partir da de6initiva mudança de in:uilinos da "erra0 A:ueles :ue ad:uirirem o Eselo #rísti#oE reen#arnarão na "erra renovada do "er#eiro $il%nio0 J7 os :ue possuírem a Emar#a da bestaE. ser7 na Nova ra :ue a alegria e a 6eli#idade estarão presentes #om plena 6orçaL Ouanto mais evoluímos. pois 6a* #om :ue nos sintamos #ada ve* mais leves e livres dos 6ardos típi#os da vida humana primitiva0 Por estarmos libertos dos #armas :ue a#arretam dor e so6rimento. como faremos para que nossos irm+os creiam que nesse novo período da hist2ria da humanidade teremos alegrias. intelectual e espiritual da humanidade como um todo # realmente muito (ai)o* '2 podemos aceitar as transforma !es que sugeres com a -ustificativa do e)ílio planet$rio e da consequente reencarna +o dos eleitos do . cultural. se rebelam #ontra tudo o :ue % belo e nobre. vida humana* 'endo assim. que di%es a respeito& HERME!: 4 8 de senso #omum :ue a alimentação #arnívora % #ondenada pela Alta spiritualidade da "erra. in#ons#ientemente.

#ompreenderem isso.denominaríamos de Ehumor das . radiantes. ainda aprisionados ao EmacaE da vida 6ísi#a. ao #ontr7rio dos Ean?osE :ue riem por bondade e amor0 Oueridos irmãos. se evoluir e atingir novas es6eras 6osse A Nova ra ruim. a ra de A:u7rioL 1)( . :ue #hega a ser ineBpli#7vel na pre#7ria linguagem humana0 Atualmente % muito di6í#il para os en#arnados.ombrasE. os espíritos de Iu* não retornariam persistentemente para propagar aos :uatro #antos do mundo a bele*a do EReino dos 3%usE. de 6orma :ue a nossa 6eli#idade não o6enda e pre?udi:ue a nada e a ningu%m0 is aí. uma pe:uena amostra de #omo ser7 a Nova ra. tal a sua hipnose pelo mundo das 6ormas0 $as bus:uemos em nosso íntimo situações em :ue nos sentiríamos muito alegres. #om essa re6leBão íntima e sin#era.

neste #i#lo :ue est7 se en#errando0 AntGlio. narramos o pro?e5to de preparação para a reen#arnação de Jesus entre os egíp#ios no livro EAPhenaton Q A Revolução spiritual do Antigo gitoE0 'n6eli*mente. sendo elaborado de 6orma #lara e 67#il para atender ao povo simplesK ao mesmo tempo. que nos di%es a esse respeito& HERME!: 4 J7 a6irmamos :ue bilhões de espíritos eleitos pelos prin#ípios do vangelho de Jesus aguardam a #hegada da Nova ra para reen#arnar na "erra e prosseguir em sua ?ornada evolutiva0 tamb%m de6endemos o e:uilíbrio em todas as situações da vida0 A des#rença espiritual. Trishna. tal a amplitude das singelas par7bolas e m7Bimas de Jesus0 m suas sublimes 67bulas.n#ia. 6a*endo #om :ue esse plano divino se trans6erisse para o povo de 'srael. a #on6iança. $ois%s e tantos outros avatares vieram antes do sublime Jesus preparando o terreno entre diversos povos para :ue o 34digo do Amor Divino 6osse o6ertado aos homens de 6orma per6eita e #lara0 'n#lusive. o Rabi da -alil%ia ensina ao povo #omo al#ançar o Reino de Deus e. % a síntese de todos os ensinamentos :ue o ante#ederam. trata5se de um #4digo moral #om 6ant7sti#os ensinamentos se#retos :ue deslumbram os estudiosos espiritualistas modernos. o respeito e as demais virtudes enalte#idas pelo $estre dos mestres trans6ormaria a "erra em um o7sis de bem5aventuranças.n#ia espiritual0 ! homem sensato :ue sentar5se C mesa de estudos #om o real interesse de #ompreender a mensagem de Jesus. Buda. portanto.EH O cIdi9o moral do E3an9el6o de %esus PERGUNTA: 4 Afirmaste neste tra(alho que o Evangelho de =esus # o c2digo moral mais perfeito da humanidade* Poderias nos tra%er maiores esclarecimentos so(re a sua import6ncia para a nossa ascese evolutiva& HERME!: 4 ! vangelho de Jesus % o -rande Pro?eto de di6i#ação spiritual da humanidade terrena0 2m 6ant7sti#o trabalho de preparação 6oi reali*ado para :ue h7 dois mil anos des#esse C "erra o -overnador spiritual de nosso planeta. pelos #aminhos do amor e da sabedoria. boroastro. :ue assimilou a #rença no Deus lni#o pelos ensinamentos de $ois%s0 ! vangelho de Jesus. assim #omo o 6anatismo religioso. a toler9n#ia. #aso o homem a#eitasse 1)/ . a indulg. a terra de Temi não esteve C altura para re#eber essa d7diva. pois a humanidade a cada dia se encontra mais distanciada do Evangelho de =esus* /sso quando n+o ocorre ao contr$rio: o fanatismo doentio de certas cren as* . pois ali en#ontrar7 um per6eito #4digo moral para a libertação dos males da "erra0 A sabedoria espiritual. a pa*. são dois eBtremos da mesma situação< a 6al. ir7 surpreender5se. o amor. elu#ida o resumo das leis espirituais irrevog7veis para se ad:uirir uma e6i#a* evolução espiritual. libertando5se dos #armas #orretivos :ue es#ravi*an? os in#autos0 ! vangelho de Jesus % #ertamente o #4digo moral mais adapt7vel a todas as #ulturas do mundo e aos diversos níveis de es#lare#imento dos 6ilhos de Deus em evolução na "erra0 !s ensinamentos do 3risto5Jesus possuem o poder trans6ormador para angeli*ar de6initivamente a humanidade terrena preparando5a para ingressar na Nova ra :ue ?7 surge no hori*onte da vida humana0 PERGUNTA: 4 N+o # o que nos parece. aos s7bios espiritualistas de todas as %po#as. APhenaton.

apresentou ao seu povo um Deus Jeov7. tamb%m. :ue se #omportam de 6orma mes:uinha e inve?osa0 3omo dissemos na resposta anterior. pois esse era o nível de evolução da humanidade na:uela %po#a0 Buda e Trishna 6oram 6il4so6os :ue dissertaram sobre importantes prin#ípios espirituais a serem seguidos. Jesus sinteti*ou todos os s7bios ensinamentos dos :ue o pre#ederam e viveu5os integralmente.em dGvida. en:uanto os seus demais irmãos e #olaboradores vibraram intensamente pelo . na verdade. le não 6oi adorado por todos. rompeu os pre#eitos so#iais e religiosos de sua %po#a.n#ia de seu vangelho. guerreiro e impiedoso. que di%es a respeito& HERME!: 4 3ada -rande $estre da hist4ria da humanidade adaptou os seus ensinamentos C #ultura em :ue viveu0 Ademais. temos na mensagem do 3risto5Jesus o mais per6eito #4digo moral a ser seguido na "erra0 le realmente % o #aminho. em ra*ão de sua insensate*0 PERGUNTA: 4 "as alguns seguidores de outras religi!es poderiam questionar essa superioridade dos ensinamentos de =esus so(re os dos demais avatares* . 6oi eleito para a reali*ação do papel prin#ipal. por eBemplo. mas dentro dos limites suport7veis pela politeísta #ultura oriental em :ue estavam inseridos0 J7 Jesus. a libertou dos laços da animalidade #om um roteiro trans6ormador :ue abalou os ali#er#es #ulturais e religiosos da %po#a0 3abe ao homem des#obrir esse divino tesouro :ue est7 ao al#an#e de todos a:ueles :ue possuem boa vontade0 1)) . #om os demais instrutores do $undo $aior0 Jesus. pois esse era o seu papel< edu#ar o povo rebelde :ue estava sob a sua responsabilidade0 Trishna teve de ade:uar os seus ensinamentos C #ultura politeísta e C in?usta estrutura so#ial da índia0 assim o#orreu. no entanto. promovendo uma revolução de #on#eitos na so#iedade ?udai#a :ue terminou por desen#adear sua repulsiva #ru#i6i#ação0 Ao #ontr7rio dos demais avatares. $ois%s #omportou5se algumas ve*es de 6orma #ruel. a verdade e a vida e todos :ue o seguirem #hegarão ao Pai0 PERGUNTA: 4 Poderias esclarecer5nos melhor a respeito da superioridade dos ensinamentos de =esus so(re os dos demais instrutores espirituais da humanidade& HERME!: 4 -ostaríamos de es#lare#er :ue não en#aramos essa :uestão da superioridade do vangelho sobre os demais #4digos morais da humanidade #omo se 6osse uma #ompetição0 Na verdade.eu su#esso e reali*aram #om amor e responsabilidade as suas tare6asK ao #ontr7rio do :ue vemos entre os homens. todos os emiss7rios do 3risto :ue des#eram C #rosta terrestre 6i*eram parte de um -rande Plano Divino0 3ada um 6oi respons7vel por determinada tare6a0 Jesus. #omo o espírito mais eB#elso. podemos a6irmar :ue eles estiveram mais intimamente ligados ao padrão evolutivo da %po#a em :ue peregrinaram pela "erra em missão0 $ois%s. :ue eBigia igualdade entre os homens e #onduta digna0 ! mais s7bio dos homens reali*ou a mais 7rdua tare6a< a renovação do espírito guerreiro e arrogante para o espírito do amor e da pa*L m sua mensagem. mas sim re?eitado por a:ueles :ue perderiam privil%gios em de#orr.essas simples diretri*es de #onduta0 $as não % o :ue o#orre #om a grande maioria dos homens at% este limiar da Nova ra. desde o seu nas#imento at% seu retorno ao $undo $aior0 No vangelho de Jesus en#ontramos o resumo da Iei 34smi#a de Deus em todas as latitudes do 2niverso e um #4digo libertador de6initivo para a evolução humana no atual est7gio evolutivo da "erra0 . reali*ou uma tare6a :ue superou a missão de apenas instruir a humanidade0 le.

novos ensinamentos implí#itos nas singelas par7bolas do vangelho0 1ato :ue os maravilhar7 e os 6ar7 #rer ainda mais na mensagem do Divino 'nstrutor da "erra0 PERGUNTA: 4 Poderíamos sa(er como # a tua rela +o com o nosso "estre amado =esus& HERME!: 4 3ertamenteL 8 uma relação de admiração e agrade#imento por le ter5 nos permitido #olaborar em . por que a humanidade. despre%a os ensinamentos do Evangelho eHou mant#m apenas uma cren a falsa e superficial& HERME!: 4 volução espiritual % algo :ue se #on:uista. a:ueles :ue não ostentam e não são EgrandesE na vida humana0 3omo nos di* 1ran#is#o de Assis< E8 morrendo para a vida humana :ue renas#emos para a Mida ternaE0 Jesus nos alerta< E!s humildes serão eBaltados e os eBaltados serão humilhados0E 1)F . portanto. re#omendamos :ue o vangelho de Jesus se?a lido diariamente.omente o es6orço in#essante em bus#a da Iu* 6a* #om :ue lapidemos nossa #ons#i. maior % nosso #arinho por a:uele :ue % #ertamente o mais nobre 6ilho de Deus :ue ?7 en#arnou na 6a#e de nosso planeta0 Ihe somos eternamente gratos pelo auBílio espiritual :ue le ?amais nega a :uem Ihe estende os braços. em . nas d%#adas 6uturas.n#ia rumo a um entendimento superior da vidaK motivo pelo :ual a humanidade em evolução na "erra ainda não #ompreendeu a mensagem de Jesus0 $as não devemos nos es:ue#er de :ue um terço da humanidade planet7ria. pois . se eleger7 para #ontinuar na "erra do "er#eiro $il%nio0 'sso #omprova5nos :ue a evolução espiritual % al#ançada pelos humildes.ua augusta presença.eu amparo divino0 speramos poder servir sempre #om amor e dedi#ação R:uele a :uem devemos denominar #omo sendo o mais per6eito eBemplo a ser seguido pela humanidade0 PERGUNTA: 4 'e a mensagem de =esus possui tal for a.risto5=esus& HERME!: 4 A mensagem de Jesus % um #4digo libertador de almas0 "rata5se de ensinamentos :ue a #ada novo est7gio evolutivo se apresentam #om novas nuan#es0 ! estilo in#on6undível de Jesus #onvida C re6leBão e a um novo entendimento a #ada leitura0 Por esse motivo. nos envolvemos em um sentimento magní6i#o de bem5estar e pa* e nos sentimos plenamente #apa*es de reali*ar as mais belas obras0 is o motivo pelo :ual os .eus dis#ípulos a tudo largaram para segui5Io. :ue o homem ainda não #ompreendeu integralmente a mensagem do 3risto0 ! homem #omum apenas se #onsola #om as magní6i#as mensagens do 3risto sem absorv.5las0 os estudiosos e ini#iados ainda des#obrirão. :ue #orresponde ao grupo de en#arnados e desen#arnados.PERGUNTA: 4 Gostaríamos de sa(er se a humanidade -$ compreendeu integralmente a mensagem tra%ida pelo . ou se?a. como um todo. e não uma d7diva divina0 . pois a #ada nova 6ase de nossas vidas en#ontramos um nova #ompreensão para as imorredouras palavras do inigual7vel Rabi da -alil%ia0 Podemos a6irmar.eu magnetismo envolve :ual:uer ser em nobres ideais0 $esmo P[n#io Pilatos impressionou5se #om essa energia nos momentos :ue ante#ederam a ignominiosa #ru#i6i#ação do mais eB#elso espírito :ue ?7 des#eu C "erra0 Ouanto mais evoluímos em amor e sabedoria. pedindo o .ua obra de redenção espiritual da humanidade terrena0 Re#ebemos sempre #om grande alegria os #onvites para nos #on6raterni*armos #om o 'nigual7vel 'rmão0 .

torna5se uma alma eman#ipada. pois 6a* #om :ue o homem não lute mais pelos interesses pe:uenos das 1)+ . aguardam a Nova ra para #ontinuar o seu pro#esso evolutivo na "erra0 !s atuais en#arnados são #onsiderados os Etrabalhadores da Gltima horaE. pois. essas belas 67bulas entedia5seK ?7 o :ue pro#ura a Iu*. :ue estudamos no #apítulo anterior. obtendo a sua de6initiva al6orria espiritual0 A 6rase de 1ran#is#o de Assis :ue #itamos h7 pou#o YE8 morrendo para a vida humana :ue se renas#e para a vida eternaE] ainda % in#ompreendida pelos homens. % 6undamental para uma trans6ormação a valores superiores. assimilaram as virtudes #rísti#as ne#ess7rias para en#ontrar a 6eli#idade e a pa*0 Ao?e. :uando sintoni*a5se #om a Merdade terna em todas as situações do #otidiano. os limites da vida material deiBam de eBistir e ele se desprende das amarras do #onven#ionalismo da vida humana. se 6orem reprovados.omente :uando o homem des#obrir o tesouro :ue % o vangelho de Jesus en#ontrar7 a 6eli#idade :ue tanto pro#uraL . muitos ainda insistem em en#ontrar des#ulpas para não ade:uarem5se aos ines:ue#íveis ensinamentos legados por Jesus0 "emos #onvi#ção de :ue o homem não vive o vangelho prin#ipalmente por não ter uma real #ons#i. o vangelho deiBar7 de ser apenas um livro sagrado sobre #on#eitos :ue todos deveríamos seguir para tornar5se uma 6onte libertadora :ue ir7 sa#iar a sede de toda a humanidade0 'n6eli*mente. reunirem5se no grupo dos ElobosE.onhecereis a Cerdade e a Cerdade vos li(ertar$8& Eual # a for a dessa frase& HERME!: 4 Dissestes bemL Não se trata apenas de uma 6rase. nos dias atuais. #omoveram5se ao ler esses #ontos singelos e galgaram a Iu*0 Ao?e. no de#orrer dos s%#ulos.ssas almas dis#retas. na verdade. #itados na par7bola de Jesus :ue narra sobre Eos trabalhadores e as diversas horas de trabalhoE0 Mivem ho?e as suas Gltimas en#arnações antes do -rande Juí*o.n#ia de sua import9n#ia e apli#abilidade no dia5a5dia0 A edu#ação espiritual.4 nesse instante ele libertar5se57 das dores e so6rimentos gerados por uma vida distan#iada da Iu*0 As par7bolas do Etesouro es#ondido e da p%rolaE são uma prova do :ue a6irmamos0 ! homem sonolento :ue l. mas de um mantra libertador0 ! espírito es#lare#ido ao ouvir essa m7Bima sente no 6undo da alma o #onvite do $estre dos mestres para a libertação do mundo das ilusões em bus#a da real 6inalidade da vida0 ! indivíduo. no de#orrer dos s%#ulos. mas % #hamado a tudo #onhe#er0 :uando assim pro#ede. renova5seL $uitos irmãos nossos. o homem nada sabe. mas ela % a porta para essa liberdade. meta tão perseguida pela humanidade atual na tentativa de en#ontrar pa*0 . elas apenas aguardam :ue seus irmãos :ue se en#ontram na "erra para a sua Gltima #han#e antes do eBílio planet7rio a#ordem para a mensagem renovadora de Jesus e EsalvemE as suas pr4prias almas do eBpurgo inevit7vel :ue ?7 est7 se pro#essando neste período de transição planet7ria para a Nova ra0 PERGUNTA: 4 Gostaríamos que e)pusesses alguns ensinamentos do Evangelho que testificam ser este o c2digo li(ertador da humanidade* Poderias atender5nos& HERME!: 4 m breve. a 6im de tentarem se en:uadrar no grupo dos Emansos e pa#í6i#os :ue herdarão a "erraE. ou. do E?oioE e dos Ees:uerdistasE do 3risto0 Mede :ue apenas abordando algumas :uestões 6undamentais para a evolução espiritual ?7 dissertamos sobre diversos ensinamentos libertadores do vangelho de JesusL PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er so(re a m$)ima 8.

pois eles não #ompreenderiam #on#eitos muito apro6undados0 $as as in6ormações espirituais de todas as latitudes do globo in6ormam :ue a "erra ?7 est7 ingressando em um novo esl7gio evolutivo e :ue somente a:ueles :ue 6orem Eo trigoE da semeadura de Jesus #ontinuarão na "erra.paiBões humanas e #ome#e a dedi#ar5se ao pr4Bimo e C sua evolução #omo 6ilho de Deus0 ssa sentença nos #onvida a su6o#ar as nossas paiBões e permite :ue EnasçaE o an?o :ue vive dentro de n4s0 J7 % tempo de a humanidade #ompreender :ue deve reali*ar uma evolução #ons#i. aqueles que fossem maus.n#iaL0 !s espíritos em evolução na "erra estão ingressando em um est7gio :ue naturalmente se distan#iar7 do #omportamento animal primitivo :ue levaram nos s%#ulos passados0 A #ada nova d%#ada a humanidade #on:uistar7 uma maior #apa#idade mental. mas v4 a trave no teu8& 1F0 . seriam queimados na fornalha* Algumas pessoas n+o identificam nesse ensinamento uma alus+o ao e)ílio planet$rio* . :ue poderíamos #hamar at% mesmo de EvirtuaisE0 As pr4prias atividades pro6issionais humanas serão menos braçais e muito mais mentais0 ! domínio das 6a#uldades intele#tuais permitir7 um grande avanço aos 6ilhos da ra de A:u7rio. seriam encaminhados ao celeiro de 7eus. =esus nos narra que. entrai na sintonia trans6ormadora desta m7gi#a m7Bima< E3onhe#ereis a Merdade e ela vos libertar7LE PERGUNTA:3 Na par$(ola 8do -oio e do trigo8. avançando em terrenos menos materiais. estamos sintoni*ados #om o Alto e envoltos em Iu*0 3om a pre#e no #oração não h7 espaço para o pessimismo e a depressão. aqueles que fossem (ons. que di%es a respeito disso& HERME!: 4 J7 a6irmamos :ue Jesus não p[de 6alar mais #laramente em sua passagem pelo mundo por #ausa dos pre#on#eitos e da 6alta de entendimento da %po#a0 3omo estudamos antes. ou se-a. signi6i#a a meditação e a re6leBão sobre os nossos atos do #otidiano #om o ob?etivo de identi6i#armos se não estamos abrindo Ebre#has psí:ui#asE :ue irão permitir o ass%dio de espíritos ainda es#ravi*ados ao mal0 3om o ensinamento evang%li#o de orar e vigiar estaremos #ertamente livres de in6lu.n#ias espirituais obsessivas e poderemos atestar :ue os nossos atos e pensamentos ou são in6luen#iados pelos s7bios mentores espirituais :ue nos a#ompanham ou são 6rutos de nosso pr4prio livre5arbítrio0 PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er a respeito da m$)ima:8N+o te preocupes com o cisco no olho de teu semelhante. o trigo. ap2s a sele +o espiritual. a verdade relativa deveria ser apenas a seguinte< os bons seriam re#ebidos no 3%u pelo Pai e os maus :ueimados no 6ogo eternoL Jesus não podia 6ugir demasiadamente da #rença vigente entre os hebreus. :ue ?7 terão #on:uistado o est7gio do Eama ao teu pr4Bimo #omo a ti mesmoEL 'rmãos. legou C humanidade um #4digo de sintonia #om os planos espirituais superiores0 !rando. pois estamos em sintonia #om Deus0 J7 a re#omenda5 ção da vigília. en:uanto Eo ?oioE sei5KS] eBilado para o mundo onde Ea dor e o ranger de dentesE ser7 uma #onstante0 PERGUNTA: 4 Podes tra%er5nos maiores esclarecimentos so(re o ensinamento 8orar e vigiar8& HERME!: 4 Ouando Jesus alertou os seus dis#ípulos sobre a import9n#ia de orar e vigiar. e o -oio.

HERME!: 4 sse % mais um belo ensinamento de Jesus :ue nos 6a* uma s%ria advert;n#ia sobre o Eví#io da almaE, #onhe#ido #omo maledi#;n#ia0 !s homens invigilantes #ostumam #ondenar as atitudes alheias, mas raramente avaliam as suas pr4prias 6alhas de #omportamento0 3om essa m7Bima mar#ante, Jesus #omplementou outro importante ensinamento< ENão ?ulgueis para não serdes ?ulgadosE0 .omente a Deus #abe a tare6a de avaliar os nossos atos0 3omo abordamos no #apítulo sobre os Eví#ios da almaE, eis um dos #omportamentos anti#rísti#os mais #omuns entre os homens e :ue a#arreta muitas trag%dias e #armas entre a humanidade ainda es#rava do Emundo das 6ormasE0 PERGUNTA: 4 "as a -usti a dos homens necessita -ulgar e condenar os criminosos, sen+o haver$ um caos na ordem social* N+o estamos certos& HERME!: 4 Antes de ?ulgar % ne#ess7rio edu#arL 3ertamente, irmãos ainda sintoni*ados #om o #rime devem ser a6astados do #onvívio so#ial para o devido ree:uilíbrio0 $as o grande problema é :ue as so#iedades distan#iadas da sabedoria espiritual não #onseguem reedu#ar os seus #riminosos, intensi6i#ando ainda mais em seus #7r#eres o estímulo C pr7ti#a do #rime0 De nada adianta aprisionar sem e6etuar um real e 6raterno programa de reabilitação e sem o6ere#er melhores oportunidades de vida e trabalho C:ueles :ue são marginali*ados nas so#iedades da "erra0 Podemos garantir5lhes :ue boa parte dos #riminosos de toda a hist4ria da humanidade seriam re6ormados moralmente #om uma honesta e sin#era pr7ti#a e eBempli6i#ação #ristã0 ! pr4prio Jesus, :ue viveu integralmente as suas lições sublimes, re#uperou v7rios #riminosos na %po#a em :ue iluminou as "revas do mundo #om sua eBtraordin7ria sabedoria espiritual0 Jamais obteremos bons resultados se não vivermos os ensinamentos :ue de6endemosL PERGUNTA: 4 Eueres di%er, ent+o, que se tivessem encarnado na Terra mais espíritos do quilate de =esus o e)ílio planet$rio seria evitado& HERME!: 4 !s respons7veis por nosso #res#imento espiritual somos n4s mesmos0 3ertamente :ue um nGmero mais intenso de espíritos elevados promoveria um aper6eiçoamento maior no nível espiritual da humanidade, redu*indo o 6uturo nGmero de eBilados0 $as, se a presença de almas sublimes 6osse atestado de melhoria espiritual, Jesus não terminaria os .eus dias no mundo 6ísi#o suspenso em uma #ru* in6ameL A humanidade re#ebe em seus braços a:uilo :ue planta0 Assim % a Iei para as individualidades e tamb%m para a #oletividade0 ! :ue podemos a6irmar % :ue não houve um erro se:uer no Programa Divino de volução da #ivili*ação terrena0 PERGUNTA: 4 E o que tens a nos di%er so(re a pena de morte& HERME!: 4 A pena de morte % um atestado da in#ompet;n#ia da humanidade para resolver os problemas gerados por si mesma0 $atar para punir % apenas enviar o problema para o Plano spiritualL A s7bia Iei Divina do 3arma 6ar7 #om :ue esse espírito reen#arne, no 6uturo, no mesmo #on?unto 6amiliar e so#ial da:ueles :ue lhe negaram a oportunidade de #orreção0 .omente o amor libertaL nganam5se a:ueles :ue a#reditam estar se livrando do #riminoso pela pena de morte, por:ue #ontinuamos ligados pelos laços imortais C:ueles a :uem não nos harmoni*amos na esteira in6ind7vel dos s%#ulos at% :ue o amor prevaleça0 isso o#orrer7 mesmo :ue essa harmonia demore mil anos para #hegarL

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A:ueles :ue so6rem a dor de serem vítimas de #rimes devem re6letir sobre a EIei de Ação e ReaçãoE0 !s en#arnados no mundo 6ísi#o podem ter a #erte*a de :ue não o#orrem in?ustiças na vida #riada por Deus0 Para todo o e6eito sempre h7 uma #ausaL PERGUNTA: 4 E a par$(ola do 8(om samaritano8, que refle)!es nos tra%& A R$ .< Q Nessa par7bola, Jesus adverte os homens de :ue não basta memori*armos os teBtos sagrados para atingirmos a evolução espiritual0 Assim #omo o samaritano #aridoso dessa par7bola, a:ueles :ue viverem naturalmente os prin#ípios redentores do vangelho serão os eleitos do 3ristoK en:uanto os 6alsos de6ensores da moral e da Iei de Deus serão a6astados do mundo de pa* e harmonia :ue ser7 a "erra0 Para o $estre dos mestres, o :ue vale não são os #redos nem os 6ormalismos, mas sim os bons sentimentos, por:ue são eles :ue eBempli6i#am e edi6i#arão o Reino de Deus na "erra0 A:ueles :ue vivem apenas um 6ormalismo religioso, sem uma real re6leBão e viv;n#ia #rísti#a, não serão EsalvosE do inevit7vel eBílio planet7rio0 PERGUNTA: 4 E quais s+o as tuas considera !es so(re os ensinamentos 8(usca e achar$s8e 8pede e o(ter$s8& A R$ .< Q Nesses ensinamentos, temos a revelação #rísti#a do amor in#ondi#ional do Pai aos .eus 6ilhos0 Jamais estaremos desamparados por:ue o 3riador vela pelos nossos destinos mesmo :uando estamos a6astados do #aminho da Iu*0 Ao a6irmar :ue :uem bus#a a#ha e :uem pede obt%m, Jesus nos demonstra :ue a 6% no $undo spiritual e em nosso poten#ial #omo 6ilhos de Deus torna a tudo possível0 ! amor de Deus C .ua 3riação 6i#a ainda mais #laro no ensinamento :ue di*< EOual de v4s % o pai :ue, se o 6ilho pedir um peiBe, lhe dar7 uma serpenteX !u se pedir um ovo, lhe dar7 um es#orpiãoX !ra, se v4s, sendo maus, sabeis dar boas d7divas a vossos 6ilhos, :uanto mais o vosso Pai #elestialL le #ertamente dar7 #oisas boas aos :ue Ihe pediremLE !u se?a, sempre :ue nos entregarmos sin#eramente nos braços de Deus seremos so#orridos0 'n6eli*mente, o :ue o#orre % uma 6alsa dedi#ação e a#eitação das mensagens espirituais0 .omente :uando o homem se despir de seu orgulho e vestir a tGni#a da humildade entrar7 de6initivamente em #ontato #om a 6eli#idade e a pa* oriundas eB#lusivamente do 3riadorL PERGUNTA: 4 E o que nos di%es so(re esta frase de =esus: 8Tom#, tu me viste e creste, mas (em5aventurados s+o aqueles que n+o me v4em e cr4em em "im*8& HERME!: 4 Jesus, ao #ontr7rio do :ue muitos pensam, não de6ende a 6% #ega nessa m7BimaK enalte#e a:uele :ue ?7 est7 em sintonia #om o Plano spiritual, pois :uem #r; sem ver % por:ue ?7 sente em si a vibração universal do $undo 'nvisível0 ! ini#iado não pre#isa mais de #omprovações sobre a vida espiritual, por:ue ele ?7 #ompreendeu, por suas re6leBões, :ue a vida não % s4 mat%ria, mas sim um grande plano edu#ativo #riado pelo Pai para :ue #resçamos0 n:uanto o #%ti#o pro#ura provas para a eBist;n#ia de Deus, o s7bio sente a presença divina em tudo e em todos0 A visão e a audição espiritual estão a#ima do mundo das 6ormasL PERGUNTA: 4 Podemos entender em tuas :ltimas palavras uma e)plica +o para as m$)imas:8Euem tiver olhos para ver que ve-a8e 8Euem tiver ouvidos para ouvir que ou a8&

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HERME!: 4 BatamenteL Ouando Jesus 6alava ao povo, ele tentava 6a*;5lo ver :ue os sentidos humanos são limitados e ?amais poderão servir de instrumento para #ompreendermos integralmente a Mida $aior0 .omente a:uele :ue tiver olhos e ouvidos espirituais poder7 sintoni*ar5se #om o -rande Plano do 3riador0 Iembrai5vos< % ne#ess7rio libertar5vos dos paradigmas da vida humana para #ompreender a vida imortalL .omente a:uele :ue pro#ura enBergar mais al%m trans6orma o mundo, por:ue v; o :ue os outros não #onseguem vislumbrar0 A:uele :ue alme?a a sabedoria, deve ser humilde para #ompreender :ue ainda nada sabe, tal a grande*a do 2niverso #riado por Deus, mas ao mesmo tempo deve estar em #onstante bus#a, sem limitações, abrindo os seus olhos para enBergar al%m da ter#eira dimensão0 PERGUNTA: 4 E o que podes nos di%er so(re a par$(ola da *igueira est#ril8, que segundo palavras de =esus nos di1/ 'a1 tr2s anos que venho (uscar fruto nesta figueira e não o a(0o3 corta5a, pois, pelo pé. Por que est$ ela ainda ocupando a terra&8 "as outro, ent+o, lhe responde: 8'enhor, dei)e5a ainda este ano, enquanto eu a escavo em redor e lhe lan o esterco0 se com isto der fruto, (em est$, e se n+o, vir!s a cort$5la depois ? HERME!: 4 3om essa narração aleg4ri#a, Jesus pretendeu advertir aos homens sobre a import9n#ia deEdar 6rutosE, ou se?a, evoluir espiritualmente para não ser E#ortadoE das en#arnações 6uturas na "erra, :ue #orresponde ao eBílio planet7rio tão abordado neste trabalho0 Jesus #olo#a5se #omo o homem :ue iria adubar a terra para ver se ela 6ruti6i#ariaK uma alusão ao seu trabalho de es#lare#imento espiritual da humanidade0 3aso o homem não absorvesse a mensagem do .eu vangelho, o .enhor, então, poderia E#ort75laE, ou se?a, promover o eBílio dos rebeldes no 6inal do atual #i#lo evolutivo da "erra0 !s espíritos em peregrinação pelo mundo 6ísi#o devem #ompreender :ue não haveria sentido em Jesus des#er C "erra para 6alar par7bolas sem #oer;n#ia0 m toda a .ua mensagem eBiste in6ormações simb4li#as :ue advertem os 6ilhos de Deus sobre a import9n#ia de sua renovação espiritual0 $ensagem semelhante en#ontramos nas palavras de Jesus :ue nos di*< E u sou a verdadeira #epa e v4s os ramos0 "odo ramo :ue não der 6rutos o Pai o arran#ar70E PERGUNTA: 4 E o que nos di%es so(re estas m$)imas do Grande "estre: 8.s sadios n+o precisam de m#dico, mas sim os doentes8 e 8'e teu inimigo te convidar a andar um quil2metro com ele, anda at# dois8& HERME!: 4 A harmonia e o amor são sintonias espirituais :ue nos desobrigam dos #armas0 Jamais nos libertaremos dos elos de eBpiação e provas, #om sentimentos negativos #omo o 4dio e a repulsa0 Jesus, portanto, nos es#lare#e ser ne#ess7rio nos aproBimarmos das pessoas #om as :uais temos di6i#uldade de rela#ionamento, pois são ?ustamente elas :ue ne#essitam de amparo e são a porta de reti6i#ação dos males :ue geramos em en#arnações passadas0 Nesses ensinamentos, o sublime Rabi da -alíl%ia trouBe5nos pro6undas lições do Programa de volução 2niversal0 A:ueles :ue tiverem olhos para ver :ue ve?amL PERGUNTA: 3 Euerido amigo, poderias nos falar so(re a m$)ima:8Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ningu#m vai ao Pai sen+o por mim8& HERME!: 4 Jesus sempre trouBe para .i a responsabilidade de .eus ensinamentos, #olo#ando na .ua personalidade o #aminho a ser seguido para a evolução dos homens0 .endo

1F@

eria impossível em um Gni#o #apítulo dissertar sobre toda a obra de Jesus0 'sso seria trabalho para um livro inteiro. #ondu*em C Iu* e nos aproBimam do Pai0 PERGUNTA: 4 As tuas e)plica !es so(re esses ensinamentos de =esus n+o s+o assim t+o inici$ticas* inclusive. #olo#ou5se #omo o #aminho. elu#idar os en#arnados sobre o importante momento evolutivo vivido pela humanidade terrena. talve* #on6undissem a:ueles :ue dese?amos apenas despertar0 $as não h7 por:ue preo#upar5vosL No 6uturo. a6irmando :ue o homem s4 #hegava a Deus por .le o espírito respons7vel pela evolução planet7ria e sabendo :ue o povo da %po#a dependia de líderes e 6iguras em :uem se espelhar. ou se?a.eu interm%dio0 Al%m do mais. :uando na verdade le s4 dese?ava #entrar em . a verdade e a vida. não haveria no mundo tanta dor e so6rimento e ho?e em dia ?7 teríamos na "erra o mundo novo :ue s4 ser7 possível ap4s o eBílio planet7rio0 PERGUNTA: 4 .eus irmãos0 Ouando o $estre a6irmava :ue ningu%m ia ao Pai senão por interm%dio Dele. alguns estudiosos -$ chegaram a conclus!es semelhantes* /magin$vamos que nos informarias um pouco mais so(re o c2digo secreto do Evangelho que atender$ aos anseios de evolu +o dos espíritos eleitos para viver na Terra da Nova Era* N+o era esse o teu o(-etivo neste capítulo& HERME!: 4 A humanidade ainda engatinha espiritualmente neste momento de#isivo de sua hist4ria evolutiva0 ste livro possui a missão de despertar os espíritos em evolução na "erra para o grave momento por :ue passam0 Portanto.omo :ltima pergunta deste tra(alho. a 6inalidade para a :ual 6oi es#rito. a 6im de obteringresso para reen#arnar na nova "erraL 1F& . o mais breve possível.uas mensagens irrepreensíveis o pro#esso de evolução espiritual de . de uma vida inteiraL ! nosso ob?etivo #om este estudo 6oi o de apresentar alguns pontos importantes da EBoa NovaE do $estre dos mestres para :ue os homens #ompreendam a pro6undidade da mensagem renovadora do 3risto0 3aso os homens de todas as %po#as houvessem parado em alguns instantes de suas vidas para re6letir e meditar sin#eramente sobre a mensagem redentora do vangelho. e. #omo os nossos trabalhos anteriores.eus ensinamentos libertam. #odi6i#aremos um livro :ue ter7 por ob?etivo reali*ar um estudo eB#lusivo dos ensinamentos de Jesus. neste 6inal de trabalho.eu eBemplo e em . Jesus estava #onstantemente mediuni*ado pelo 3risto Planet7rio. entendemos ser mais importante neste momento tra*er interpretações do vangelho :ue auBiliem a re6leBão e a re6orma interior0 Bpli#ações mais apro6undadas. segundo a 4ti#a da Nova ra0 PERGUNTA: 4 Euais seriam as tuas :ltimas considera !es so(re este capitulo& HERME!: 4 . gostaríamos que nos falasses so(re a e)pectativa da Alta Espiritualidade da Terra so(re a pu(lica +o desta o(ra* 'eria possível informar5nos& HERME!: 4 ste livro. mas na verdade re#ebeu as E"7buas da IeiE do 3risto Planet7rio da "erra0 ssas #on#epções 6i*eram #om :ue Jesus 6osse divini*ado por algumas religiões. tem a 6inalidade b7si#a de es#lare#er a humanidade sobre as trans6ormações :ue o#orrerão na "erra0 Nossa eBpe#tativa % :ue ele possa #umprir. en#ontramos uma a6irmação velada de :ue . #ertamente. :ue % o representante m7Bimo de Deus na "erra0 Assim o#orreu tamb%m #om $ois%s :ue a6irmava 6alar #om Deus.

pela evolução espiritual e libertação de tudo :ue o es#ravi*aL 1F( . se #on:uista0 Jamais a re#ebemos sem es6orço e dedi#açãoL Ouanto mais #edo abandonamos o mundo das ilusões e das lamentações para nos dedi#ar ao es6orço de nos melhorar. mais #edo #on:uistamos a 6eli#idade e a pa* eterna0 A#reditamos. :ue este livro possui um #onteGdo es#lare#edor e auBiliar7 os peregrinos na vida 6ísi#a e no entendimento dos me#anismos da vida #riada por Deus0 Oue #om nossas singelas #olo#ações possa o homem moderno #ompreender a import9n#ia de se espirituali*ar e assim tirar um melhor proveito de sua vida 6ísi#a. pois sabedoria se ad:uire.speramos ter #ontribuído para a mais breve angeli*ação dos leitores. por 6im.

ent:rias E Bausto de re#eber os 6luidos venenosos da ignomínia e da ini:uidade de seus habitantes. #omo se prova o ouro0E 1ro2eta Jacarias E000 e vi um novo 3%u e uma nova "erra.O'O ?rases para re2le7:o E m toda a "erra duas partes da humanidade pere#erão0 1arei passar pelo 6ogo a ter#eira parte. #om as divinas verdades do 3onsolador. :ue ser7 visto em pleno dia0 !s astr4nomos interpretarão os e6eitos desse #orpo de outro modoK por isso. o pr4prio planeta protestar7 #ontra a impenit. passar7 em nosso #%u um novo #orpo #eleste. organi*ada para a guerra e vivendo para a guerra.ol 6i#ar #ompletamente e#lipsado. o EmonstroE. por:ue o primeiro 3%u e a primeira "erra ?7 se 6oram0E %o:oD O Apocalipse EOuando o . mas o 6uturo nas#er7 dos seus es#ombros para viver um novo #i#lo da humanidade0E EmmanuelD na obra Emmanuel 1F/ . #omo se puri6i#a a prataK e a provarei. os progressos de6initivos do homem espiritual0E EmmanuelD 9$ 7ois "il Anos EA luta est7 travada0 A #ivili*ação em #rise.n#ia dos homens. depois da seleção natural dos espíritos e dentro das #onvulsões renovadas da vida planet7ria. h7 de #air inevitavelmente. na pa* e na ?ustiça. organi*aremos para o mundo um novo #i#lo evolutivo. e a puri6i#arei. #onsolidando. ningu%m ter7 provisões em 6a#e da penGria0E NostradamusD As .E1 . rasgando as entranhas em dolorosos #ata#lismos0E E000 e :uando as instituições terrestres rea?ustarem a sua vida na 6raternidade e no bem.

de modo :ue este possa progredir por interm%dio dos pou#os evo5 luídos :ue pertençam a um plano biol4gi#o superior0E 1ietro $baldiD Profecias EPodemos adiantar ainda :ue nos planos espirituais mais pr4Bimos da "erra se organi*am nG#leos devotados ao bem e C verdade. E000 est7 iminente rigorosa seleção por parte da Provid. sob a %gide do .E stamos nos aproBimando do "er#eiro 6e#hamento de #i#lo evolutivo da humanidade000E $irame*. depois da grande #ei6a em :ue o planeta ter7 de renovar os seus indivíduos0E EmmanuelD Reformador EReveste5se a hora atual de nuvens ameaçadoras0 Não nos iludamos0 ! amor ilumina a ?ustiça.n#ia.enhor. de maneira a preparar5se a mentalidade evang%li#a esperada para o mil%nio 6uturo. 'iloso*ia Espírita $il%nio. ele deve a#eitar as duras leis deste plano0 $as desde :ue. :uantos m7rti5 res se sa#ri6i#aram para :ue o mundo evoluísseX $as o homem #ontinua perten#endo ao plano biol4gi#o animal0 Por isso. para #onservar em seu seio apenas os mansos e os pa#í6i#os0E HK deVi9oD "em2rias de Um 'uicida E! triim6o do vangelho de Jesus seria obra da santa aliança dos homens de boa vontade0 ssa luta duraria vinte s%#ulos #ompletos. mas a ?ustiça % a base da Iei $iseri#ordiosa0 ! mundo atormentado atravessa um angustioso período de avaliação0E EmmanuelD 7outrina e Aplica +o 1F) . neste ponto. entre os espíritos e os homens perten#entes aos nG#leos terrenos. eBpulsando para mundos in6eriores os in#orrigíveis desde h7 dois mil anos. a maioria :ue per5 ten#e a esse tipo biol4gi#o dever7 ser a6astada do planeta. ele demonstrou não :uerer avançar. por:ue o planeta so6rer7 em breve o seu parto de valores. tempo :ue 6altaria para :ue a humanidade deste planeta mudasse de #i#lo evolutivo0E Hilarion de Monte NeboD 9arpas Eternas EOuantas vo*es espirituais se levantaram.

na transição para o mil%nio pr4Bimo. de vida primitiva. Apocalipse EMem aí o planeta #hupão. Evangelho 'egundo o Espiritismo 1FF . a Nova Jerusal%m000E %o:oD . podereis ir para outro mundo :ue não valha mais do :ue a "erra e :ue talve* se?a pior do :ue ela0E Allan *ardecD <ivro dos Espíritos EAtingistes o tempo do #umprimento das #oisas anun#iado para a trans6ormação da humanidade0E Allan *ardecD . ini#iaremos a segunda0 2ma promessa :ue nos liga e :ue eBe#utaremos0E MaoméD . muito maior e mais pesado :ue a "erra.alcor+o E eu. João. ne#ess7rio % se?am dela eB#luídos os espíritos endure#idos no mal e :ue possam a#arre5 tar5lhe perturbações000 A 6raternidade ser7 a pedra angular da nova ordem so#ial0E Allan *ardecD A G#nese EPergunta< Q "ornar a viver na "erra #onstitui uma ne#essidadeX Resposta< Q NãoK mas se não progredistes. vi a santa #idade.ão #hegados os tempos preditos da renovação da huma5 nidade0 As instituições ar#ai#as a6undarão em ondas de sangue0 8 pre#iso :ue o mundo velho se?a destruído para :ue uma era nova se?a aberta ao progresso0E Allan *ardecD .ENa:uele dia.(ras P2stumas E"endo de reinar na "erra o bem. para onde irão todos os espíritos :ue ainda não possuem sentimento de 6raternidade0E -6ico La3ierD Revista Espírita Allan Sardec ENestes momentos de #rise eBisten#ial por :ue passa nossa humanidade. este?amos sempre vigilantes em nossa #aminhada000 $uitos espíritos ?7 estão impossibilitados de reen#arnar na "erra0E &e@erra de Mene@esD Revista Reformador E. enrolaremos o #%u #omo se enrola um per5 gaminho0 #omo ini#iamos a primeira #riação.

Evangelho 'egundo o Espiritismo E.apiens0 mbora não se?a possível situar tal evento em termos de dist9n#ia em anos. por sua pr4pria #ulpa e ne#essidade eBpiat4ria. :ue somente serão re#uperados em outras penosas situações em orbes in6erioresE0 #i3aldo 1K ?rancoD 'e)o e .ideral ter7 de #lassi6i#75los no Al%m #omo eBilados em poten#ial. #om a liberação seBual. dispensados de novos testesLE RamatísD "ensagens do Astral E ntretanto. entre as :uais a egíp#ia.abemos :ue v7rias #ivili*ações do passado. trans6erindo5 se de mundo de provas e eBpiações para mundo de regeneração0 A #han#e de :ue des6rutam %5lhes valiosa. 6or?aram5se sob o impulso evolu#ionista dos espíritos #apelinos emigrados ao nosso orbe. re#al#itrantes no mal e na soberba. serão arro?ados em planetas de est7gio evolutivo semelhante ao da "erra ao tempo do Pithe#antropus re#tus e do Aomo . voltando ao vosso mundo para submeter5se Cs provas mais a#erbas na mat%ria e revelar5se C direita ou C es:uerda do 3ristoK no entanto. nos t. #assar5lhes57 outros ense?os. podemos assegurar :ue muitos milhares de espíritos terrestres. não penseis :ue os da SdireitaS do 3risto se?am a:ueles :ue apenas se #olo#am rigorosamente sob uma insígnia religiosa ou uma dis#iplina ini#i7ti#aK eles serão re#o5 nhe#idos prin#ipalmente pelo seu espírito de universalidade 1F+ . a israelita. por:uanto não sendo aproveitada #on6orme dever7.n#ia da Iei de 3ausa e 6eito.m advertido de :ue os tempos são #hegados000E #i3aldo 1K ?rancoD "oldando o Terceiro "il#nio EA denominada mudança de #omportamento dos anos sessenta. em reiteradas a6irmações. a 6im de des6rutarem da oportunidade de renovação antes da grande depuração :ue eBperimentar7 o planeta.(sess+o E$uita gente :ue est7 desen#arnando atualmente ainda poder7 reen#arnar5se. #u?o 6inal estamos vivendo0 Nossos ben6eitores espirituais. podemos asseverar :ue isso o#orrer7 ao t%rmino do #i#lo evolutivo. :uase todos em est7gios eBpiat4rios0 Por mera de#orr. tem muito a ver #om a inspiração e #hegada desses espíritos :ue estão retornando C "erra. muitos estão partindo atualmente da "erra em tal estado de degradação :ue a Direção .ENão ouvis ?7 se agitar a tempestade :ue deve dominar o velho mundo e tragar no nada a soma das ini:iiidades terrestres0E Allan *ardecD . a ariana. a hindu.

a $im o 6i*estes0E Na:uele tempo. disse Jesus aos seus dis#ípulos< Ouando o 1ilho do homem vier na sua gl4ria #om todos os seus An?os. o rei dir7 aos :ue estiverem C sua direita< SMinde. no Reino do Pai0 A:uele :ue tiver ouvidos de ouvir. e os lançarão na 6ornalha do 6ogoK l7. estando vestidos #om tra?es modernos. benditos de meu PaiK re#ebei #omo herança o reino 1+0 . mas em dis#ord9n#ia ainda #om a sua índole.ol. de6orma ou destr4i o seu organismo 6ísi#o no 6ogo das paiBões violentas e destruidoras deve re#eber. mas apenas reini#iam o aprendi*ado. mas não evoluíram do animal para o homem. um #orpo des#on6ort7vel e primitivo. :ue % arran#ado e :ueimado no 6ogo. haver7 prantos e ranger de dentes0 ntão. #omo o pastor separa as ovelhas dos #abritosK e #olo#ar7 as ovelhas C sua direita e os #abritos C sua es:uerda0 ntão.los. sentar5se57 no seu trono glorioso0 "odas as nações se reunirão na sua presença e ele separar7 uns dos outros. 6ar5se57 no 6im do mundo0 ! 6ilho do homem enviar7 os seus an?os e estes reunirão e levarão para 6ora de seu Reino todos os :ue são #ausa de es#9ndalo e de :ueda. os ?ustos brilharão #omo o .n#ia #om a rude*a do seu p%ssimo #omando0E RamatísD "ensagens do Astral ENa realidade. RJ5RI E! :ue 6i*estes a um dos meus irmãos mais pe:ueninos.6raterna e de simpatia para #om todos os es6orços religiosos bem5 inten#ionados0E RamatísD "ensagens do Astral EAs almas eBiladas da "erra para um mundo in6erior não involuem. a 6im de reti6i#ar os desvios perigosos C sua pr4pria 6eli#idade0E RamatísD "ensagens do Astral EA alma :ue arruina. pela Iei de 3ompensação. ouça0E %esusD Evangelho "ateus AI. em #orrespond. os eBilados da "erra serão a:ueles :ue per5 deram os p. no vosso orbe0E RamatísD "ensagens do Astral E! :ue se 6a* #om o ?oio.

Evangel0o 4ateus 56. preparado para o diabo e os seus an?os0 Por:ue tive 6ome e não me destes de #omerK tive sede e não me destes de beberK era peregrino e não me re#olhestesK estava sem roupa e não me vestistesK estive doente e na prisão e não me 6ostes visitarS0 ntão tamb%m eles lhe hão de perguntar< S. :uando % :ue te vimos #om 6ome ou #om sede.enhor. tamb%m a mim o deiBastes de 6a*erS0 stes irão para o suplí#io eterno e os ?ustos para a vida eterna0E Jesus. para o 6ogo eterno. 78-9: 1+1 . :uando % :ue te vimos #om 6ome e te demos de #omer. ou sem roupa e te vestimosX Ouando % :ue te vimos doente ou na prisão e te 6omos verXS0 o rei lhes responder7< S m verdade vos digo< Ouantas ve*es o 6i*estes a um dos meus irmãos mais pe:ueninos. e não te prestamos assist.enhor. peregrino ou sem roupa.:ue vos est7 preparado desde a #riação do mundo0 Por:ue tive 6ome e destes5me de #omerK tive sede e destes5me de beberK era peregrino e me re#olhestesK e não tinha roupa e me vestistesK estive doente e viestes visitar5meK estava na prisão e 6ostes ver5meS0 ntão. a mim o 6i*estesS0 Dir7 então aos :ue estiverem C sua es:uerda< SA6astai5vos de mim. ou #om sede e te demos de beberX Ouando % :ue te vimos peregrino e te re#olhemos. os ?ustos lhe dirão< S. malditos. doente ou na prisão.n#iaXS ele lhes responder7< S m verdade vos digo< Ouantas ve*es o deiBastes de 6a*er a um dos meus irmãos mais pe:ueninos.