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3 DE MONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (DVA) 3.1 Demonstração o Va!or A "#"ona o em o$tros %a&ses

A Demonstração Este tOpico trata de do estudos Valor Adicionado ,ue abordam surgiu o surgimento na d écadada deDVA 70 do e século sua u tili@ação passado em pelaoutros necessidade pa.ses. A intenção de publicar não éinformações fa@er uma lista para eGausti-a os stakeholders de pa.ses ,ue da utili@am empresa.ou Em >& utili@aram 975! o "omit# a $estor dos %adrões demonstração em estudo! "ont&beis mas traçar da 'nglaterra um panorama ( sobreAccounting sua criação Standards e situação atual. Steering Committee )A**"+ ( publicou um documento intitulado The Corporate Report ,ue recomend a-a a

publicação Apesar de refer#ncias de uma demonstração anteriores serem ,ue e-idenciasse encontradas como na literatura os benef.cios cont&bil gerados sobre -alo pelo r esforço de -enda da adicionado )por empresa eGemplo! eram *uo>anen! di-ididos 95<! entre eempregados! 9all! 9N4+!pro-edores foi apOs a de publicação capital! go-erno do e rein-estimento Corporate Report )/EE01 pela $2A3! A**" ,ue 944! emergiu p. 751 a67%877D1 pr&tica de di-ulgação 9:2"6E;;1 da DVA. ";:99! As primeiras 99<! p. = +. foram di-ulgadas no 2eino :nido em meados da década de 970 )%7B$1 DVAs /'M"6E;;! =005! p. 75+. A estrutura da DVA apresenta duas partes com ob>eti-os diferentes? uma parte mostra ,uanto a organi@ação Bo 2eino :nido! gera a Demonstração de ri,ue@a! edo a Valor outra Adicionado mostra como >& te-e essaascensão ri,ue@a é e decl.nio. distribu.da "onforme entre os fatores >& mencionado! de produ em ção. 7 975! total a de A**" ri,ue@a publicou mostrado o documento na primeira,ue parte recomenda-a! de-e! n ecessariamente! entre outras ser igual ao coisas! a demonstração total de ri,ue@a de -alor distribu.da adicionado. da segunda "om isso! parte. muitas Essaempresas igualdade passaram -em da a teoria publicar a econAmica DVA. Entretanto! relacion no ada final a -alor da década adicionado. seguinte! di-ersas empresas deiGaram de publicar a DVA )67%877D! 9:2"6E;; e ";:99! 99<+.
Bo 9rasil! os primeiros estudos dessa no-a demonstração foram desen-ol-idos no Departamento de "ontabilidad e e Atu&ria da Caculdade de Economia! Administração e "ontabilidade da 9urcHell! "lubb e 6opPood 945! (p. 590D599+ estudaram o anos! conteGto e as teorias sociais da :ni-ersidade de *ão) %aulo CEAD:*%. Bos Eltimos oito a Demonstração do Valor Adicionado acabou tendo um aumento de -ulto e importFncia. *em medo de errar! podeDse afirmar contabilidade ,ue par a parte o sEbito interesse napor DVA na demonstração década de cont&bil 970. foi 7ssua autores tr#s boa do impulso tomado mais essa inclusão delinearam no c&lculo de eGcel#ncia empresarial utili@ado pela C'%E"AC' ( Cundação 'nstituto de %es,uisas "ont&beis! arenas para entender o mo-imento social por tr&s do pro cesso de adoção da DVA no 2eino Atuariais e Cinanceiras ( para a escolHa das empresas com os melHores desempenHos nos setores em ,ue a ati-id ade econAmica é di-idida para a edição de I/elHores e /aioresJ! d a 2e-ista :nido. EGame. K...L "laro ,ue tal aumento não pode ser atribu.do apenas a um Enico moti-o1 certamen te o entendimento pelas empresas do tipo de informação de ,ue poderiam passar a dispor! além do apoio dado pela "V/ ( "omissão de Valores /obili&rios! ,ue passou a incenti-&Dlas a A primeira aren a é definida processo cont&bil. publicação do o di-ulgarem! de formapelo espontFnea! esse de tipopadroni@ação de demonstração! inclusi-eA citando! teGtualmente modelo di- ulgado pela C'%E"AC'! são fatores ,ue também muito contribu.ram para esse Corporate Report foi uma resposta dap.A**" Q ameaça de inter-enção go-ernamental ao comportamento. )*ABM7*! =005! 5+.

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processo de padroni@ação cont&bil. A proposta de DVA colocada no relatOrio continHa Assim! cap.tulo est&e di-idido ,uatro partes? a primeira uma conteGtuali@ação algumaseste inconsist#ncias! o A**"em encomendou ,uatro estudos fa@ sobre a demonstração Qs do uso da DVA parceiras. em outros pa.ses. A segunda parte trata da teoria econAmica de -alor adicionado organi@ações e da igualdade entre produto! renda e consumo. A terceira parte mostra a estrutura da DVA e como são tratados atualmente os in-estimentos sociais reali@ados pelas Acco empresas. %or 7s relatOrios ap resentados por ambos! The Institute of Chartered untants in En fim! gland a and Eltima parte conclu.ram trata dos em diferenciais e limitações da demonstração! conforme foram discutidos fa-or da demonstração de -alo r adicionado! mas adicionaram uma ressal-a ,ue a na literatura pIpadroni@ação es,uisada. de pr&ticas é condição necess&ria para ,ual, uer eGig#ncia formalJ )2ensHall
Wales )2ensHall et al .! 97 9+ e The Institute of Chartered Accountants in Scotland )/orleR! 974+ et al .!

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979! p. 5 4+ e também Ip ara conferir comparabilidade Q Demonstração do Valor Adicionado e ainda resguardar a confiabilidade dos usu&rios da demonstraçãoJ )/orleR! 974! p. < +. 7 estudo preparado por The Institute of Cost a nd Management Accountants foi nota-elmente meno s entusi&stico e apresentou o -alor adicionado como apenas mais uma adição para a sacola de ferramentas gerenciais ,ue poderia ser bem empregado em coneGão com sistemas de remuneração dos emp regados e relaçõ es pEblicas )"oG! 979+. A , uestão da padroni@ação não fo i le-antada no relatOrio . 7 estudo da The Association of Certified Accountants in-estigou a necessidade de informações dos potenciais usu&rios da demonstração de -alor adicionado e re-isou as pr&ticas corporati-as anteriores na &rea discutindo pol.ticas de mensuração e e-idenciação )$raR S /aunders! 94 0+. Coram identificadas duas abordagens para mensuração do -alor adicionado e! embora o estudo tenHa afirmado ,ue Iconceitualmente seria dese>&-el ,ue fosse adotada uma abordagem consistente de uma maneira ou da outraJ )p. =4+! ele também argumentou ,ue a demonstração do -alor adicionado d e-eria ser Icolocad a fora das restriçõ es estabelecidas por con-ençãoJ com o intuito de facilitar seu Idesen-ol-imento imaginati-oJ de acordo com as necessidades da decisão dos potenciais usu&rios )p. 57+. )9:2"6E;;1 ";:991 67%877D! 0 . 945! p. 59=! tradução li-re+

A segunda arena é definida pela gestão macroeconAmica. Durante o per.odo de 97< a 979! o cHamado Labour Go ernment ! foi marcado por proeminentes e recorrentes pol.ticas de

renda. Coram fiGadas normas para aumento de sal&rios! atrelandoDo ao aumento de produti-idade. 'sso criou um importante papel para o -alor adicionado ,ue passa a compor os es,uemas de remuneração dos empregados. %or conseguinte! a DVA passa a ser uma importante ferramenta de comunicação entre a empresa e seus colaboradores.

A terceira arena é definida pelas relações industriais e pela e-idenciação de informações. A década de 970 foi marcada por um per.odo de Idemocracia industrialJ. 7s sindicatos ficaram mais fortes e a relação empresaD empregados passou por uma redefinição na distribuição de poder. "om isso! sindicatos e empregados passam a eGigir maior -olume de informações! e o lucro assumiu uma conotação mais negati-a. Besse conteG to! a DVA se a>usta-a melHor Qs necessidades de e-idenciação dos r esultados par a a sociedade.

MHe reports issued bR botH tHe 'nstitute of "Hartered Accountants in England and 8ales )2ensHall et al .! 979+ and tHe 'nstitute o f "Hartered Accountants in *cotland )/orleR! 974+ co nclude in fa-our of -alue added reporting but ad d tHe ca-eat tHat I*tandardi@ation of practice is a necessarR precondition to anR formal re,uirementJ )2ensHall et al .! 979! p. 54+ so as Ito bring comparabilitR to Value Added *tatements and so safeguard tHe confidence of readers in tHe *tatementJ )/orleR! 974! p. < +. MHe stud R prepared for tHe 'nstitute of "ost and /anagement Accountants Pas notablR less entHusiastic and presented -alue added as >ust one more addition to tHe Titbag of management tools PHicH maR be usefullR emplo Red in connection PitH emploRee paRment sRstems and public relations )"oG! 979+. MHe issue of standardi@ation Pas not raised in tHe report. MHe Association of "ertified AccountantsU studR in-estigated tHe information needs of potential users of -alue added statements and re-iePed eGisting corporate practice in tHe area before discussing measurement and disclosure policR )$raR S /aunders! 940+. MPo approacHes to tHe measurement of -alue added Pere identified! and altHougH it Pas stated tHat IconceptuallR it Pould seem desirable tHat a consistent approacH be adopted one PaR or tHe otHerJ )p. =4+! it also Pas argued tHat -alue added reporting sHould be Iplaced outside tHe restrictio ns establisHed bR con-entionJ in order to facilitate its Iimaginati-e de-elopmentJ according to tHe decision re,uirements of its potential users )p. 57+.

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ue a redução no interesse pela DVA coincidiu com a mudança do go-erno britFnico em 979 .ram a -ertente social em suas an&lises! mas sua #nfase eGclusi-a Qs . 7s autores definem o per. 7 mercado IaceitaJ as r esponsabilidades adicionais e responde com maior en-ol-imento com a comunidade. 45+.a-ers ) 995a! p. 9 5+. Eles afirmam .tica de go-erno mudou! as relações industriais passaram a ser condu@idas de outra maneira! e a possibilidade de inter-enção do go-erno nas pr&ticas cont&beis tornouDse uma possibilidade remota. A pol..odo.ue uma tentati-a de condu@ir uma mudança uni-ersal de fato )%7B$1 /'M"6E. 7 A**" mudou seu foco e acabou remo-endo o tema -alor adicionado da agenda de discussões. Esses autores colocam a necessidade de uma no-a roupagem para a relação empresaDsociedade no final desse per. 7 papel das tr#s arenas referenciadas por 9urcHell! "lubb e 6opPood ) 945+ parece ter sido mais significante para descre-er a DVA como produto do tempo e lugar na agenda da.ue 9urcHell! "lubb e 6opPood ) 945+ ino-aram as pes.uestões sociais le-ouDos a desconsiderar asp ectos cont&beis importantes! >& .ue não é -alori@ado o conteEdo das informações tra@idas pela DVA nem sua relação com as eGpectati-as e necessidad es dos usu&rios )p. 7 relatOrio anual reflete isso em ampla e-idenciação de es.nimo! e o go-erno transfere para o mercado funções tradicionais relacionad as ao bemDestar da sociedade.ueles .odo como uma época de IreDempoderamentoJ do capital com o apoio do Estado! pois ocorre a transição para o Estado /. $raR! 0ouH R e . Ainda segundo os autores! o go-erno apro-ou leis . %ong e /itcHell )=005+ também analisaram o IfenAmenoJ DVA no 2eino :nido.uemas de distribuição de ações! consultas aos empregados! treinamento! oportunidades igu ais e maior en-ol-imento com a comunidade! en.ue inclu.ue gerou transformações no A**".ue incenti-a-am a e-idenciação de informaçõ es sobre o emprego de deficientes e estimula-am maior participação dos empregados nas decisões e na propriedade da empresa. N DN7+ relacionam o conteGto pol. A partir de então! as empresas pararam! descompassadamente! de publicar a DVA.tica+ do .ue decidem sobre as e-idenciações corporati-as )decisão pol.N= 9urcHell! "lubb e 6opPood ) 945+ perceberam .! =005! p.uisas acad#micas sobre o assunto por.tico do 2eino :nido nas décadas de 970! 940 e 990 com os padrõ es de e-idenciação social das companHias britFnicas.uanto as . "om isso! as tr#s arenas discutidas foram repentinamente rompidas e transformadas.

N5 antigas &reas de confron to do relatOrio ( demonstração do -alor adicionado e informações para os sindicatos ( Isilenciosamente desapareceramJ. 95D 9<+.ueles .ue as empresas são relutantes em e-idenciar informação de -alor adicionado! ou mesmo a demonstração do -alor adicionado! de modo a KVL betPeen 979 and 99 ! total :0 "*2 K"orporate *ocial 2eportingL rose bR o-er four times! emploReeD related disclosure fell from ap proGimatelR 90 per cent of total to about 74 per cent! and communitR and en-iron mental reporting rose from ap proGimatelR 0 per cen t to 5= per cent of total disclosure.-el muito baiGo.ses.! =005! p. .ram de aproGimadamente 90 por cento do total para cerca de 74 por cento! e informações sobre relação com a comunidade e meio ambiente aumentaram de aproGimadamente 0 para 5= por cento do total do relatOrio. 7 estudo concluiu .-el perceber a mudança nessas proporçõ es ao longo do tempo )%7B$1 /'M"6E. Essa aus#ncia de apoio parece ter contribu.uatro -e@es! e-idenciações relacionadas aos empregados ca. 7 ob>eti-o do trabalHo era comparar o papel da informação I-alor adicionadoJ nos relatOrios e an&lises cont&beis desses pa.ueles . "ustomerDrelated disclosure remained at a -erR loP le-el..uado para resol-er as disputas de nature@a trab alHista. MHe onlR area o f "*2 PHicH fell sRstematicallR Pas tHe disclosure of tHe -alue added statement.s. 6aller e *toloPR ) 994 + fi@eram um estudo comparati-o entre Crança e AlemanHa. Ao eGaminar a distribuição de -alor adicionado para empregados! geralmente! esse parecia ser o grupo de stakeholder mais fa-orecido da empresa. Eles analisaram os relatOrios anuais de 995 das 00 maiores empresas de cada pa.ue caiu sistematicamente foi a e-idenciação da demonstração do -alor adicionado. 95+..ue -olun tariamente publicaram a DVA )administradores das empresas+ nem da. A Enica &rea do "*2 .ue supostamente seriam os maiores interessados )outros empregados e suas representaçõ es sindicais+. KVL entre 979 e 99 ! a totalidade do :0 "*2 K2elatOrio *ocial "orporati-o no 2eino :nidoL aumentou em .! =005! p.AVE2*! 995a! p.do significati-amente para o desaparecimento dessa demonstração )%7B$1 /'M"6E. )$2A31 07:631 . Então! a e-idenciação da distribuição do -alor adicionado não seria necessariamente uma estratégia para estimular a cooperação entre os stakeholders ! ao contr&rio! seria uma propensão para fomentar conflitos de interesses entre eles! pois além de conHecer as participações relati-as no -alor adicionado! ainda seria poss.ue esse era um mecanismo ade. As informações contidas na DVA não suger em . 'nformações relacionadas Q relação co m os clientes permaneceram em um n. 'sso em nada a>udaria em negociações sindicais e ainda poderia ter um refleGo ruim para a administração na a-aliação dos acionistas. 7 conteEdo da DVA no 2eino :nido não ofereceu a atrati-idade necess&ria par a obter apoio nem da. N=! tradução li-re+ .

E-raert e 2iaHiD9elTaoui ) 994+ também estudaram a utilidade do -alor adicionado e afirmam . 7s autores colocaram ainda a .ualidade da informação de -alor adicionado em relação ao lucro e ao fluGo de caiGa.ue! dado o baiGo custo relati-o aos benef. .ue H& superioridade na . /eeT e $raR ) 944+ estudaram a utilidade da DVA para as companHias norteDamericanas e propõem .ue o resultado é espantoso po r.uestão da auditoria da Demonstração do Valor Adicionado? >ustamente pela ade.ue o uso dessa demonstração como informação suplementar poderia e-idenciar implicações mais amplas da ati-idade corporati-a.uação aos *CA"s! não Ha-er& no-os problemas para os auditores nem aumentar& o potencial de reclamações de neglig#ncia contra eles.ue AlemanHa e Crança são internacionalmente consideradas como pa. Apesar das limitações dos estudos )esses estudos serão mais detalHados no tOpico =. ( =! cu>o conteEdo tra@ a necessidade das informações cont&beis serem rele-antes! confi&-eis e compreens.ue o conceito de -alor adicionado tem um papel consider&-el na contabilidade financeir a.ue tra@ a necessidade das informações cont&beis serem articulad as entre si.ses em .uação da DVA aos padrõ es cont&beis americanos ) *CA"+ e relataram a ade.ue a compõem.N< ser compar&-el com outras empresas. 9ao e 9ao ) 949+! 0arpiT e 2iaHiD9elTaoui ) 949+! 9annister e 2iaHiD9elTaoui ) 99 +! 2iaHiD9elTaoui ) 995+! 2iaHiD9elTaoui e CeTrat ) 99<+! 2iaHiD9elTaoui e %icur ) 99<+! 9ao e 9ao ) 99N+! 2iaHiD9elTaoui ) 997+! 9ao e 9ao ) 994+ e 2iaHiD9elTaoui ) 999+ reali@aram estudos sem a publicação da DVA! isto é! os trabalHos calcularam o -alor adicionado com base nas remuneraçõ es dos fatores de produção )sal&rios! di-idendos! >uros! aluguéis! impostos e lucros retidos+.uação ao *CA" n Statement of !inancial Accounting Concepts o. 7s autores mostramDse surpresos e afirmam . 5 . Eles também a-aliaram a ade. E ainda .<+! a maior parte deles conclui .ricos comparando -alor adicionado! fluGo de caiGa e lucro foram condu@idos com empresas norteDamericanas.ue o custo de publicar a DVA pode ser imaterial dada a disponibilidade de todas as informações . Di-ersos estudos emp.cios potencialmente muito maiores mostrados em seu artigo! emitir relatOrios de -alor adicionado ou e-idenciar os dados necess&rios para calcular o -alor adicionado parece ser uma melHoria ao atual sistema de publicação americano.-eis ao usu&rio! e ao *CA" no .

7 autor mostra a importFncia da DVA! mas critica a informação fornecida por ela! pois! por muitas -e@es! a DVA não ser auditada como as demais demonstrações financeiras! as companHias podem fornecer apenas as Iboas not. 5+ pes. Em =005 concluiu . Coram obser-adas 0 empresas de capital aberto por pa. para indicar responsabilidade social por parte da companHia1 <.uase -inte anos! mostra a baiG a rele-Fncia nos E:A da di-ulgação de informações de -alor adicionado até a. Em 994! aproGimadamente metade das companHias listadas na 9olsa de Valores de Xoanesburgo publica-a a DVA! -oluntariamente! como parte integrante das demonstrações financeir as! e esta proporção -inHa crescendo de maneira sustent&-el )VAB *MADEB! 994! p. Em 994! na Wfrica do *ul! concluiu . 7li-eira )=004+ pes. Van *taden )=000! p. ==5+. <<1 VAB *MADEB! =005! p.ue o alto n.ciasJ! omitindo as m&s! o . A Wfrica do *ul é o Enico pa.s incenti-a a publicação da demonstração e H& di-ersos estudos acad#micos sobre a DVA.s.ses! e apenas . para condicionar as eG pectati-as dos empregados. para ser usada como for ma de comunicação com os empregados1 =. uais elas publica-am a DVA. *ão elas! em ordem de importFncia? .uisou >unto a uma amostra de 9< empresas sulDafricanas as cinco principais ra@ões pelas . A DVA foi encontrada em 9 dos 50 pa.s . para ganHar pontos na p remiação anual para relatOrios financeiros1 5.-el de publicação da DVA na Wfrica do *ul! apesar de não ser Etil aos usu&rios como concluiu anteriormente! é suportado pela Meoria da . Van *taden .uisou uma amostra de 50 pa.uipara ao 9rasil atualmente com relação Q di-ulgação da DVA.ricos relacionados! %icur )=007+! apOs um inter-alo de .ses )%'9 total da amostra era :*Z 54!= trilHões de dOlares no ano =00N+ . para f acilitar negociações salariais e acordos coleti-os e 5.ue mais de 50Y dos usu&rios da contabilidade entre-istados não pretendiam usar a DVA para obter informações.egitimidade e pela Meoria da Economia %ol.uela data. Esse pa.N5 Apesar dos estudos de /eeT e $raR ) 944+! da recomendação da American Accounting Association ) 990+ e dos estudos emp.ue se e.ue adotam ou permitem as normas internacionais elaboradas pelo 'A*9 com o ob>eti-o de -erificar se eG iste di-ulgação da DVA.uestiona a utilidade da DVA em dois artigos ) 994 e =005+.tica da "ontabilidade.ue torna a informação n ão confi&-el.

'VE'2A1 =004! p.s. .s! informação ..50 4 D D 4 Crança =.5 7 5 D D 5 [ndia 47 <. < 5! adaptado = .NN 5Y das empresas analisadas di-ulgaram a demonstração. 4N D D *ri . Das empresas . "om isso! o 9rasil tem um diferencial por impo r a di-ulgação da DVA Qs companHias de capital aberto. A Mabela 5 mostra um resumo dos pa.antagens e des-antagens da publicação da DVA.imf.ue publicaram a demonstração! 7NY o fi@eram no relatOrio anual e =<Y! no 2elatOrio *ocial.odo. = Coi . /uitas pes. : .ue a pr&tica n ão corresponda Qs eG pectati-as de seus trabalHos! defendem a di-ulgação das informações de .org]eGternal]pubs]ft]Peo]=009]0 ]Peodata]Peoselgr.<55.ue foram enco ntradas DVAs.ue o conteGto social é importante para entender a di-ulgação da demonstr ação no pa.9 <. %ercebeDse! com essa re-isão da literatura internacional! . 7s relatOrio s analisados pela autora se referiam ao ano =00N! e os -alores de %'9 coletados referemDse ao mesmo per.77 D D 'nglaterra =.uisas de-erão se reali@ar dora-ante para compro-ar as .=94 5 D D 5 9rasil . \ -&lido notar! conforme colocado no estudo de 9urcHell! "lubb e 6opPood ) 945+! . Ta'e!a 3 ( N)mero e DVAs en#ontra as %or t"%o e a%resentação *I+ .55 = D D = Tota! 1-.--.ses em . Re!at/r"o Re!at/r"o e *a &ses (em 0S1 An$a! S$stenta'"!" a e 2orma 3r45"#a Tota! e DVA m"!67es) Wfrica do *ul =5 7.89..49< N D 7 AlemanHa =.049.ualidade e a utilidade dessa informação para a so ciedade.N09 D D /alta N.alor adicio nado e enfati@am a . Entretanto! é interessante perceber .=40 7 D D 7 Man@Fnia <. As informações foram o btidas no site do Cundo /onet&rio 'nternacional acessado em 05]09]09 )Http?]]PPP.ue se>am apenas r eplicações de estudos internacionais e não considerem o conteGto brasileiro.=40 D D = = 'lHas /aur.05< D D %eru 9 =.:.50N D D %ortugal 9 5.anTa = 4. C7BME? 7.N99 D = D = 'rlanda == =. inclu.ue! atualmente! a pr&tica de e-idenciar a demonstração de -alor adicionado não é comum.<<= D D Bepal 9.=7 .944 D D Wustria 5= 5.da a coluna co m o %roduto 'nterno 9ruto de cada pa. Assim! de-em ser e-itados estudos futuros .ue -&rios d esses autores! ainda .ue não consta-a no teGto original.aspG+.cio N.8 3.07 D D 9otsuana .

Entre os conceitos b&sicos a partir dos . 5+ apresenta o eGemplo eGposto na Mabela <.5.pio cont&bil das partidas dobradas.s é medir o seu %ro $to .s en-ol-e produtos e ser-iços para serem consumidos pela sociedade )consumo final+ ou utili@ados na produção de outros bens e ser-iços )consumo intermedi&rio+. <7+. A produção é a principal ati-idade econAmica a ser medid a! uma -e@ .lia+ =50 =00 50 *o ma N00 550 =50 C7BME? 37*6'7"A1 994! p. Assim! o primeiro passo para a-aliarDse o desempen Ho de um pa.s. K.. A "ontabilidade Bacional é o instrumento utili@ado para reali@ar essa mensuração e o fa@ por meio do princ. Ta'e!a .lia =00 00 00 Vare>ista )-ende mob.. A produção de um pa. 7 c&lculo do produto nacional por meio da soma dos produtos e ser-iços finais obter& o mesmo -alor do c&lculo pela soma dos -alores adicionados em todas as etapas da produção.s.. . )$2E/A:D1 VA*"7B"E..s inclui apenas os bens e ser-iços destinados ao consumo final ou utili@a o conceito de -alor adicionado. 50+. 7 -alor adicionado em determin ada etapa de produção é Ia diferença entre o -alor bruto produ@ido nessa etapa )igual a -endas mais acréscimo de esto. %ara eGplicar o conceito de -alor adicionado! 3osHioca ) 994! p.uais é desen-ol-ida a "ontabilidade Bacional! estão os conceitos de produto e renda.ue refletir& a capacidade de satisfação das necessidades dos membros da sociedade. Va!or A "#"ona o A macroeconomia estuda os mercados em con>unto! isto é! estuda os mercados de modo agregado. \ a &rea da economia respons&-el por mensurar a ati-idade econAmica de um pa.N7 3.7*1 M7BEM7 X^B'72! =00=! p.L A partir do produto! podemos a-aliar o crescimento econA mico de um pa.ues+ e os consumos intermedi&riosJ )*'/7B*EB1 "3*BE! =007! p. ( E>em%!o e ?a!or a "#"ona o ao !on@o a #a e"a %ro $t"?a Est4@"o a *ro $ção Ven as A<$"s"ç7es Va!or A "#"ona o %ro priet&rio de terras )-en de &r-o res + 50 0 50 %ro priet&rio de madeira 00 50 50 %ro dutor de mo b. Assim! para e-itar o pro blema da dupla contagem! o produto do pa. Este co rresponde a soma a<$"!o <$e 5o" %ro $=" o em $m %a&s $rante eterm"na o %er&o o e tem%o .

=0=+. <7+.sicas! pois .uando pagos a pessoas >ur.ue@a econAmica de Z=50! mas é poss. /as . "omo no eGemplo de 3osHioca ) 994+! o -alor adicionado pelo produtor de mob.ual a proporção da distribuição entr e os fatores de produção_ 7 propriet&rio pode ficar com 90Y e pagar apenas Z 0 para o artesão! ou pode di-idir meio a meio! depende do acordo r eali@ado entre as partes.N4 7 eGemplo estuda o processo produti-o de um mO-el.lia! isto é! ser& necess&rio trabalHo! . IA igu aldade entre produto e renda decorre do fato .lia! suponHa .ue consegue adicionar aos seus produtos.lia eG tremamente artesanal! sem utili@ar nenHum outro recurso além da madeira! ainda ser& necess&r io um esforço de transformação da madeira em mob. 7 processo todo gerou ri. %or conseguinte! o produto nacional pode ser mensurado pela Otica do produto ou pela Otica da renda )e ainda pela Otica do consumo+.lia. %ortanto! uma empresa gera mais ri. *upondo a produ ção de mob. *al&rios! >uros! lucros e alu gu éis remuneram! respecti-amente! trabalHo! capital de empréstimo! capital de risco e propriedade f. A produção en-ol-e matériaDprima )bens e ser-iços de consumo intermedi&rio+ e fatores de produção. *ão considerados fatores de produção? terra! capital e trabalHo )$2E/A:D1 M7BEM7 X2. BotaDse ainda a igualdade entre a soma dos -alores adicionados em todas as etapas e o -alor das -endas na Eltima etapa da cadeia produti-a.lia! no -are>o! para um consumidor final. A adição de -alor >ustificaDse pela necessidade de custear os esforços de produção ou -enda en-ol-idos em cada etapa.ue a madeira? eGiste adição de -alo r. Ainda no caso do produtor de mob.ue! em cada etapa da produção! eGiste um acréscimo de -alor. %ercebeDse .lia tem maior -alor . MemDse! então! o conceito de renda? remuneração dos fatores de produção.ue a empresa depende apenas do capital in-estido pelo propriet&rio e do trabalHo do artesão respons&-el por transformar a madeira em mob.! =007! p.uanto maior o -alor .ue fornece a madeira e termina com a -enda da mob. A produção se inicia no culti-o da &r-ore .ue de-e ser remunerado! por isso a mob.lia foi Z 00! capital e trab alHo de-em ser remunerados com essa .-el identificar a parcela gerada por cada etapa do processo.dicas! tais -alores são contabili@ados nos lucros das empresas )*'/7B*EB1 "3*BE! =007! p.ue@a .sica de bens de capital. %ara e-itar a dupla contagem! são considerados na "ontabilidade Bacional apenas >uros e aluguéis pagos a pessoas f.uantia total.

ue são propriet&rias e! em troca! recebem das empresas u ma renda! ou se>a! uma remuneração sob a forma de dinHeiro1 .tulo 5.uema b &sico apresentado ainda não inclui in-estimentos! depreciação! a participação do go-erno e as transações com outros pa. Entretanto eGistem diferenças metodolOgicas no c&lculo do -alor adicionado pelo '9$E e no c&lculo da DVA. A 'lustração N mostra o fluGo circular da ati-idade econAmica de uma sociedade.lias cedem Qs emp resas os fatores de produção de . *e todas as entidades produti-as do pa. Esses fatores são indispens&-eis no c&lculo do produto nacional e serão mais bem eGplicados no cap. Catores de produção )MrabalHo e capital material+ = Empresas *al&rios e . ( 2!$>o@rama em%resasA5a m&!"as C7BME? %A:. as fam. com a renda recebida em troca da utili@ação! na produção! dos fatores de .nuas representam o fluGo de bens e ser-iços e as linHas pontilHadas representam o fluGo monet&rio e ainda eGplicam a numeração da figura? 1.AB'1 92A$A! =007! p. %aulani e 9raga )=007! p.N9 de . = + eGplicam .ue as linHas cont. 7 conceito de -alor adicionado usado na elaboração da DVA é o conceito econAmico apresentado.u ela etapaJ )$2E/A:D1 M7BEM7 X2. = . =05+.s elaborassem essa d emonstração! a soma da ri.lias co mpram das empresas os bens e ser-iços por estas produ@idos1 .ue o -alor adicionado em cada etapa produti-a corresponde >ustamente Q remuneração dos fatores en-ol-idos na. as fam. 7 es.ucros )Z+ < Cam.. as empresas comb inam esses fatores num processo denominado processo de produção e obt#m! como resultado! um co n>unto de bens e ser-iços1 3.ue@a gerada seria o produto nacional. .lias con so mem os bens e ser-iços.! =007! p.ue são propriet&rias! as fam.ses! importações e eGportações. 'sto é! a metodologia cont&bil de c&lculo do -alor adicionado apresenta algumas diferenças da metodologia econAmica..lias 2enda despendida )Z+ 5 9ens e *er-iços Cinais I!$stração .

A .uação )=+.do entre os stakeholders .fica por parte do '9$E no sistema de contas nacionais brasileiro.uação apresentada por /orleR ) 979! p. Beste caso! o lado es. S D " ` W a I a #i a T a R a #ep )=+ .` Di-idendos M ` Mributos 2 ` .5 deste cap.uca mante-eDse -&lido também. <7+.uca ) 99N+ fa@ uma conciliação das duas metodologias e apresenta todas as diferenças.uestão da depreciação ser& discutida no item =. Em geral! a Demonstração do Valor Adicionado apresenta o -alor adicionado em função das suas -endas. A base de mensuração é um dos principais pontos a ser co nciliado.uação mostra a formação do -alor adicionado! e o lado direito mostra como o -alor adicionado foi distribu.uerdo mostra o -alor adicionado bruto e o lado direito! sua distribuição.uação ) + eGpressa a distribuição do -alor adicionado l.uisição de materiais e ser-iços Dep ` Depreciação 8 ` *al&rios ' ` Xuros Di.da gratuitamente! as participações dos empregados no s lucros! >uros no minais e receita e despesa de aluguel! também merecem atenção especial pois t#m tratamentos diferenciados. 7utros itens tais como a produção distribu. A Demonstração do Valor Adicionado pode ser resumida na e. )DE . N 9+? S D " D #ep ` W a I a #i a T a R ) + onde? * ` Vendas 9 ` A. Apesar da alteração no modelo de c&lculo do %'9 pelo '9$E em =000! .:"A! 99N! p. 7 conceito de -alor adicionado utili@ado na economia adota o conceito de produção.uando foi incorporada a estrutura de matri@ insumoDproduto recomendada pela 7B:! os conceitos por tr&s da metodologia manti-eramDse os mesmos. A e. %ara conciliar! a prOpria contabilid ade da empresa pode dar as informações necess&rias para o c&lculo do -alor adicionado a partir do -alor da produção .uido! como é utili@ado no 9rasil..70 De .tulo.uerdo da e. %ortanto! o trabalHo d e De . /erecem atenção ainda! os itens co mo por eGemplo! a pro-isão para de-edores du-ido sos! .ucros retidos 7 lado es.ue apresenta a Depreciação )Dep+ como distribuição de -alor! conforme e. ue é registrada pela Demonstração do Valor Adicionado e não possui orientação espec. Mambém eGiste DVA .

Bas e.uelas empresas . A seguir! ser& discutida a estrutura da DVA com foco nos pontos mais di-ergentes com relação Qs demonstrações eGpostas em outros pa. A possibilidade de calcular o -alor adicionado pelo método aditi-o -iabili@ou o estudo da DVA em pa.ue não t#m como pr&tica a elaboração e di-ulgação dessa demonstração! como os E:A )-e>a os trabalHos de 2iaHiD 9elTaoui! por eG emplo+.ue ainda não aderiram! estamo s .ei nb. Até então! as empresas . o 09 apro-ado pela "V/ com a Deliberação n. %ara co nHecimento! o modelo de DVA do "%" est& eG posto no AneGo E.uisição de materiais e ser-iços de terceiros+. "omo o estudo emp. "om isso! eGplicaDse a igualdade das duas partes da DVA? formação do -alor adicionado e distribuição do -alor adicionado.ses.b 557]04.<0<]7N a obrigato riedade d a di-ulgação da Demonstração do Valor Adicionado e de informações de nature@a social e de produti-idade.uerdo )diferença entre -endas e a. ue as companHias abertas -#m! cada -e@ mais! aderindo Q di-ulgação de informações de nature@a social! principalmente a DVA! e! dentro desse car&ter -olunt&rio de di-ulgação! o b>eti-ando orientar e incenti-ar a. N.cio "ircular "V/]*B"]*E%] no 0 ]00! a "V/ sugeriu a utili@ação de modelo elaborado pela Cundação 'nstituto d e %es.A2]"V/]*B"]*E% nb.uações apresentadas! o método aditi-o é eGposto do lado direito )soma da remuneração dos fatores de produção+! e o método subtrati-o é eGposto do lado es. Bo 7f.rico desta tese utili@a relatOrios ref erentes a =007! este tOpico analisa a estrutura da DVA conforme os modelos usados na época. =<]9= . Além disso! fe@ incluir no antepro>eto de reformulação da . A "V/! em seu 7C["'7D"'2":.7 De-ido Q identidade macroeconAmica entre produto e renda! a formação do -alor adicionado pode ser calculada pelo método aditi-o ou pelo método subtrati-o. 3. 0 ]=00N emitido em fe-ereiro de =00N! incenti-a-a a di-ulgação -olunt&ria da DVA e sugeria a utili@ação do modelo C'%E"AC'? Dentro dessa -isão! a "V/ -em incenti-ando e apoiando a di-ulgação -olunt&ria de informações de nature@a social! tendo! inclusi-e! >& em 99=! apoiado e estimulado a di-ulgação da DVA! por meio do %arecer de 7rientação "V/ nb. "onsiderando .ses .3 Estr$t$ra a Demonstração o Va!or A "#"ona o A Demonstração do Valor Adicionado foi regulamentada recentemente no 9rasil com o %ronunciamento Mécnico "%" n.uisa "ont&beis! Atuariais e Cinanceiras da :*% )C'%E"AC'+.ue publica-am DVA o fa@iam pelo modelo C'%E"AC' ou pelo modelo do "onselHo Cederal de "ontabilidade )"C"+.

= 2eceitas financeiras 5.72 AD'"'7BAD7 )4 ` 7+ AD'"'7BAD7 4.= %ro-isão para de-edores du-idosos 2e-ersão])"onstituição+ .= 'mpostos! taGas e contribuições *al&rios e encargos 4.5 2esultados não operacionais = 'B*:/7* ADc:'2'D7* DE ME2"E'27* = 'B*:/7* ADc:'2'D7* DE ME2"E'27* )inclui '"/*! '%'! %'* e "o fins+ =.ui-al#ncia patrimonial 5.= 7utros custos de produtos e ser-iços -endido s =.5 .< Xuros sobre capital p rOprio e di-idendos 7.= %ro-isão para de-edores du-idosos ( .5 . 2esultado da e.72 AD'"'7BAD7 .0 0]05. 59+ e "C" )=005! p.72 AD'"'7BAD7 2E"E9'D7 E/ M2AB*CE2gB"'A M2AB*CE2gB"'A N.A EBM'DADE )5(<+ %27D:f'D7 %E.72 AD'"'7BAD7 92:M7 ) ( =+ < 2EMEBdeE* 5 2EMEBdeE* <. Vendas de mercadoria! produtos e ser-iços .ui-al#ncia patrimonial e di-idendos de in-estimento a-aliado ao custo N. . %essoal e Encargos 7.ucro s retidos ] pre>u. 7 modelo C'%E"AC' não era o Enico modelo de DVA em uso no 9rasil em =007.72 7 D'*M2'9:'dh7 D7 VA.< Xuros sobre capital prOprio e di-idendos 6onor&rios da diretoria 4.@o do eGerc.ucros retidos]pre>u.< %erda ] 2ecuperação de -alo res ati-os =. 7 cuadro 5 mostra a estrutura das contas no modelo "C" em comparação ao modelo C'%E"AC'.7= apresentando um modelo simp lificado de Demonstração do Valor Adicionado )baseado em modelo elaborad o pela C'%E"AC'+ com instruções para o seu preencHimento.= "ustos das mercadorias e ser-iços -endidos =. B$a ro 9 ( Mo e!o 2I*ECA2I > Mo e!o C2C e DVA MODELO 2I*ECA2I MODELO C2C .= Mributos Cederais Estaduais /unicipais /enos? incenti-os fiscais 7.5 Bão operacionais .72 AD'"'7BAD7 M7MA. 2E"E'MA* 2E"E'MA* .5 Xuros e aluguéis "omissões sobre -endas 4. 2esultado de e.5 /ateriais! energia! ser-iços de terceiros e =.[c:'D7 %27D:f'D7 %E. Vendas de mercadoria! produtos e ser-iços .= 2eceitas financeiras 5. Depreciação! amorti@ação e eGaustão 5.< %erda na reali@ação de ati-os 5 VA.72 AD'"'7BAD7 .cio Conte? Adaptado de *ABM7* )=005! p.5 Energia! ser-iços de terceiros e outras outros despesas operacionais =.@o do eGerc.5 Cinanciadores Xuros Aluguéis 7. A norma brasileira de contabilidade )B9" M 5.5 Aluguéis e roRalties 7 VA. 7D4+ .[c:'D7 < VA. Empregado s 4. Entre os demais esta-a o modelo do "onselHo Cederal de "ontabilidade )"C"+! apro-ado pela 2esolução n o . A N VA.cio %articipação dos empregados nos lucros %lanos de aposentadoria e pensão 7.72 AD'"'7BAD7 2E"E9'D7 E/ 5 VA.72 AD'"'7BAD7 M7MA. A D'*M2'9:'2 )5 a N+ D'*M2'9:'2 4 D'*M2'9:'dh7 D7 VA. /atériasDprimas consumidas =.7]=005+! apro-ada por essa 2esolução! tra@ia um modelo muito semelHante ao modelo C'%E"AC'. Depreciação! amorti@ação e eGaustão 5 VA.A EBM'DADE N VA. /ateriais consumid os =.

7.75 Além da estrutura semelHante! os dois modelos d eterminam o uso do regime de compet#ncia e a e-idenciação de forma comparati-a dos eGerc.7. As informações co nt&beis contidas na Demonstração do Valor Adicionado são de responsab ilidade técnica de contabilista registrado no "onselHo 2egional de "ontabilidade. a .fico para bancos . A 2esolução "C" n o . Bo grupo de receita bruta e outras receitas! de-em ser apresentados? a+ as -endas de mercadorias! p rodutos e ser-iços! incluindo os -alores dos tributos incidentes sobre essas receitas! ou se>a! o -alor correspondente Q receita bruta! dedu@idas as de-oluções! os abatimentos inco ndicionais e os cancelamentos1 .3. "aso a entidade elabore Demonstrações "ont&beis "onsolidadas! a Demonstração do Valor Ad icio nado de-e ser elaborada com base nas demonstrações consolidadas! e não pelo so matOrio das Demonstrações do Valor Adicionad o indi-iduais. . 5.<.. )"C"! p.= ( %ro-isão para de-edores d u-idosos ( 2e-ersão]"onstituição 'nclui os -alores relati-os Q constituição]baiGa de pro-isão para de-edores du-idosos.ue não ser& abordado neste trabalHo.5. A Demonstração do Valor Adicionado de-e ser consistente co m a demonstração do resultado e conciliada em registros auGiliares mantidos pela entidade..5 ( Bão o peracionais 'nclui -alores considerados fora das ati-idades principais da empresa! tais como? ganHos ou perdas na baiGa de imobili@ados! ganHos ou perdas na baiGa de in-estimento s etc.=. 7s conceitos do modelo C'%E"AC' e do modelo "C" são muito semelHantes. )C'%E"AC'! =007! p.7.7.5. Vale ressaltar .7. 5. 7s subtOpicos a seguir tratam do conteEdo de cada grupo da DVA! abordando as instruções da C'%E"AC' )*ABM7*! =005! C'%E"AC'! =007 e "V/! =00N+ e do "C" )"C"! =005+. 5.<+.5.cios corrente e anterior! como nas demais demonstrações cont&beis. + K. .L 5. A Demonstração do Valor Adicionado de-e ser ob>eto de re-isão ou auditoria se a entidade possuir aud itores eGternos independentes . .L 5.=. <5+ tra@ também um modelo de DVA espec.<.ue re-isem ou auditem suas Demonstrações "ont&beis.. .5+ .0 0]05 determina ainda? K. )"C"! p. ( 2E"E'MA* )soma dos itens .1 Re#e"tas 7 item de receitas representa o total das receitas geradas pela empresa dedu@ido da pro-isão para perdas por -endas a pra@o.7. 5. ( Vendas de mercadorias! produtos e ser-iços 'nclui os -alores do '"/* e '%' incidentes sobre essas receitas! ou se>a! corresponde Q receita bruta ou faturamento bruto. A Demonstração do Valor Adicionado de-e conter representação percentual participati-a.5.5. 50=+.5.ue *antos )=005! p. 3..<.

%arteDse! desse modo! das receitas brutas e subtraiD se o -alor dos bens ad.uid o! não de-endo ser classificados tais -alores como retenções do lucro do per.uisição de-e ser subtra.! eGceto os decorrentes do item 5.s! mas sua produção. )"V/! =00N+.odo. cuando acontece a perda do esto.:"A! 99N! p.da do -alor adicionado bruto para se calcular o -alor adicionado l. A "V/ defende o uso da mensuração por -endas pela simplicidade e pela possibilidade de conciliação com a Demonstr ação do 2esultado do EGerc.=+.ue foi incorporado ao produto final alienado ou ser-iço prestado! para .4! a seguir K-alores adicionado s recebidos em transfer#nciaL1 c+ os -alores relati-os Q constituição )re-ersão+ de pro-isão para créditos du-idosos1 d+ os resultados nãoDdecorrentes das ati-idadesDfim! como? ganHos ou perdas na baiGa de imobili@ado! in-estimentos! etc.uestão de conceito. ..ue agrega -alor ao produto ou ser-iço! mas se a -enda não ocor rer o -alor adicionado não se reali@a. De-eDse destacar! ainda! .cio )D2E+.ue torna mais simples a elaboração da DVA e mais f&cil seu entendimento! uma -e@ . De-e ser tratad a neste item uma diferença entre o conceito econAmico e o conceito cont&bil de -alor adicionado. <7+.ue pode Ha-er remuneração do tr abalHo ! mas o capital! ao menos o capital prOprio! acaba não recebendo a remuneração! e isso pre>u dica a economia.ue a opção de usar as -endas não é uma . 7 conceito de -alor adicionado utili@ado na economia adota o conceito de produção.7. %ara conciliar! a prOpria contabilidade da empresa pode dar as informações necess&rias para o c&lculo do -alor adicionad o a partir do -alor da produção.7. %odeDse -erificar! no mod elo abaiGo Kmodelo C'%E"AC' de DVAL! a utili@ação do critério de c&lculo do -alor adicionado com base nas -endas! o . )DE .pios cont&b eis utili@ados nas demonstrações cont&beis tradicionais! po ssibilitando sua conciliação com a demonstração do resultado. Assim! o i-alor adicionado total a distribuirU e-idenciado na DVA não ser& eGatamente igual ao -alor adicionado calculado pela economia . A diferença entre os dois métodos est& nos -alores de esto.4 a seguir.uestão de facilidade! mas uma .ue! assim! o -alor adicionado fica relacionado com os princ.ue a depreciação d e ati-os a-aliados p elo custo de a. \ o processo produti-o . Em geral! a Demonstração do Valor Adicio nado apresenta o -alor adicionado da empresa em função das suas -endas. Bo c&lculo do %'9 pelo '9$E! não são computadas as -endas do pa. )"C"! =005! p.uiridos de terceiros .7< b+ as outras receitas decorrentes das ati-idades afins nãoDco nstantes da letra IaJ deste item! acima! ou não constantes do item 5.ue se conHeça o -alor efeti-amente gerado pela companHia.ues iniciais nem finais! os -alores adicionados serão iguais pelas duas metodolo gias+. 'sso mostra .= .s.= .ues iniciais e finais )isto é! se não Hou-er esto.ue compõe o %'9 do pa. "onforme >& colocado! a principal diferença entre os dois conceitos est& na base de mensuração.

=07D=04+.dos no custo dos produtos! mercadorias e ser-iços -endidos1 b+ demais custos dos prod utos! mercadorias e ser-iços -endidos! eGceto gastos com pessoal prOprio e depreciações! amorti@ações e eGaustões1 c+ despesas operacionais incorridas com terceiros! tais como? materiais de consumo! telefone! &gua! ser-iços de terceiros! energia1 d+ -alores relati-os a perdas d e ati-os! como perdas na reali@ação de esto.5 D /ateriais! energia! ser-iços de terceiros e o utros )inclui -alores relati-os Qs a. consumido s de-erão ser considerado s os impostos )'"/* e '%'+ inclu.odo o -alor l. Ins$mos a <$"r" os e ter#e"ros 7s insumos ad.uestão dos custos das mercadorias não -endidas. )se no per. .cio! além dos fatores de produção capital e trabalHo! necess&rio para a geração de receita.N. =.ues ou in-estimentos! etc.5.uestão dos impostos! tratada na eGplicação dos modelos C'%E"AC' e "C" a seguir! e a . Esta Eltima .uiridos de terceiros podem ser tradu@idos como sacrif. Bos -alores dos custos dos produtos e mercadorias -endidos! materiais! ser-iços! energia! etc.= D "ustos das mercado rias e ser-iços -endidos )não inclui gastos com pessoal prOprio +. =+. A diferença entre receitas e insumos ad. "omo a contabilidade respeita o regime de compet#ncia e considera a receita por sua reali@ação! o custo incorrido na produção de mercadorias ainda não -endidas fica acumulado no esto.7.=..ues e in-estimentos! etc. Duas considerações imp ortantes de-em ser ressaltadas? a .dos na a. Bos -alores constantes dos itens IaJ! IbJ e IcJ acima! de-em ser considerados todos os tributos inclu.uisição! recuper&-eis ou não.. 5. D /atériasDprimas consumid as )inclu.ue é consumida a cada per. a =.ue e! portanto! não compõe o item de insumos ad.dos no momento das compras! recuper&-eis ou não .uido+ é a depreciação! isso é! Iparcela dos bens de capital .endidas.uestão é conse.u#ncia da diferença de base de mensuração do -alor adicionado! produção e -endas! citada no item anterior. %ois! também no conceito econAmico! a diferen ça entre o %'9 e o %'.75 3.< D %erda]2ecuperação de -alores ati-o s 'nclui -alo res relati-os a -alor de mercado de esto.uiridos de terceiros é o Valor Adicionado 9ruto! item 5! apresentado nos modelo C'%E"AC' e "C".7.odoJ )$2E/A:D1 M7BEM7 X^B'72! =007! p.=.das no custo do produto -endido+.uido for positi-o de-er& ser somado+.uiridos de terceiros! de-em ser apresentados? a+ materiais co nsumidos inclu. 50=+.uiridos de terceiros )nem a distribuição de -alor adicionado pela mão de obra empregada na produção+. = ( 'B*:/7* ADc:'2'D7* DE ME2"E'27* )soma dos itens =.<+ =.3. )C'%E"AC'! =007! p. Assim! é classificada neste grupo a maioria das despesas e dos custos das mercadorias .. Bo grupo de insumos ad. )%roduto 'nterno . )"C"! =005! p. 7 conceito de -alor adicionado bruto é mais prOGimo do %'9.uisições e pagamento s a terceiros+.. =. =. 5.

7li-eira )=004+ encontrou essa estrutura em = das << DVAs analisadas e em 7 dos N pa.3 Retenç7es *ão consideradas retenções as despesas do per.sica produti-a.do entre os fatores d e pro dução o -alor adicionado l.ue fa-orece o método do -alor adicionado brutoj+. /oreo-er! distributing 00 percent of 5 Depreciation .7N 3.uestão pol#mica sobre a estrutura da DVA.ue H& uma série de argumentos em fa-or da primeira abordagem! e o mais persuasi-o é o fato de os ati-os fiGos .pio da continuidade! pois o rein-estimento é necess&rio para compensar a perda da capacidade f. %ortanto! H& duas maneiras de tratar a depreciação? )i+ como retenção! neste caso é distribu.ses com DVA.ue@a criada durante o per.ses! a DVA apresenta depreciação! amorti@ação e eGaustão como lucro retido! ou se>a! como uma forma de distribuição de -alor adicionado.do entre os fatores de produção o -alor adicionado bruto e a depreciação é acrescida ao lucro retido da companHia! como tr atado n a proposta inicial do Corporate Report )/EE01 $2A3! 944! p. Entretanto! esses autores afirmam . 79+ argumentam . Essa abordagem tem a -antagem do -alor adicionado não ser afetado pela sub>eti-idade en-ol-ida no método de depreciação adotado pela empresa! conferindo comparabilidade e consist#ncia Q DVA.3.uisições de materiais! mas tamb ém! supera-alia a ri. Em outros pa.uiridos e recursos minerais ou florestais+ por seu uso no decorrer da -ida Etil econAmica )C'%E"AC'! =007! p.odo. Além disso! distribuir 0 0 por cento do -alor adicionado bruto pod eria e-entualmente redu@ir seu patrimAnio )isso derruba o argumento do in-estimento para manutenção 5 )/EE01 $2A3! da capacidade produti-a . 59D<51 "C"! =005+1 )ii+ como distribuição! neste caso é distribu.sicos! direitos ad.. The /eeT e $raR ) 944! p.uiridos de terceiros! como os materiais e ser-iços tratados no item anterior.ue estão sendo depreciados terem sido ad. represents an input cost and not treating it as sucH is not onlR inconsistent PitH Ho P tHe otHer inputs are treated but also o-erstates tHe PealtH created during tHe period.odo com depreciação! amorti@ação e eGaustão .uido! como mostrado nos modelos brasileiros )C'%E"AC'! =007! p. 79+. De fato! essa é uma . 50=1 *ABM7*! =005! p. A depreciação representa u m custo de a. 944! p.uisição e não trat&Dla como tal é! não apenas inconsistente com o tratamento dado Qs outras a. 79+.ue representam o custo dos ati-os imobili@ados )respecti-amente! bens f. == +.ue a segunda abordagem é consistente com o princ.

ustosa )=007! p. tHe firmUs gross -alue added Po uld e-entuallR deplete its capital base )tHu s turning tHe pH Rsical capital argument fa-oring tHe gross metHo d on its Headj+. 7s modelos C'%E"AC' e "C" mais uma -e@ são muito semelHantes.alores somados ao -alor adicionado l..ui-al#ncia poder& representar receita ou despesa1 se despesa de-er& ser in formado entre par#nteses.cios operacionais. *ão in-estimentos reali@ados no passado . 59+.<+ reali@aram o primeiro estudo emp.ue Ia discussão sobre a depreciação poderia ser resol-ida atra-és do aprimoramento de seu c&lculo e não da re-isão de seu conceitoJ )p. D 2esultado de e. Esse autor entende . <+. N ( VA.uando não se tratar da ati-idade principal da empresa! pois o modelo "C" fa@ menção eGpl.cita a isso! e o modelo C'%E"AC' não. 2odrigues! /ello e .ui-al#ncia patrimo nial )inclui os -alores recebidos como di-idendos relati-os a in-estimentos a-aliad os ao custo+ 7 resultado de e. 3.77 *antos )=005! p.ue! teoricamente! o %'9 tem relação com o -alor adicionado bruto! e o %'.uido -ão demonstrar o total dos recursos gerados )":B6A! =00=! p.uido )/A2M'B*! 995! p.=+ N. <9+.72 AD'"'7BAD7 2E"E9'D7 E/ M2AB*CE2gB"'A )soma dos itens N.. Esses .rico no 9rasil em busca de e-id#ncias sobre a melHor forma de e-idenciação da depreciação! mas não encontraram resultados conclusi-os de-ido Q limitação do tamanHo da amostra.ue o problema da sub>eti-idade do método de depreciação adotado pode ser e-itado se a contabilidade le-ar em consideração os -alores de mercado de seus ati-os )e essa é a tend#ncia da contabilidade mundial+ e conclui . A partir da obrigatoriedade da DVA! o estudo poder& ser ref eito! mas é importante reconsiderar a HipOtese adotada! >& . é .uestão da consist#ncia do método adotado no modelo C'%E"AC' com os conceitos cont&beis. .ue estão sendo recompensados agora! como é o caso das receitas finan ceiras! dos ganHos com participações acion&rias! do aluguel de imO-eis para rend a! etc. e N.ue teria relação com o -alor adicionado l. Va!or a "#"ona o re#e'" o em trans5erCn#"a 7s -alores recebidos em transfer #ncia repr esentam -alores . A diferença est& apenas nas receitas de aluguéis ou ro$alties ! .3.<9+ corrobora com os autores citados e também coloca a .ue a empresa recebe de terceiros! mas não representam sacrif..

7 t.nimo do 'B** e uma outra . Ele representa as despesas da empresa com pessoal considerando todos os -alores .ue compõem a distribuição. 7s -alores adicionad os recebidos )dados+ em transfer#ncia a outras entid ades correspondem? a+ ao resultado positi-o ou negati-o de e. %or eGemplo! se uma pessoa contribui por de@ anos e depois nunca mais contribui! ela não receber& aposentadoria! nem ter& direito a receber o -alor pago! ou ainda! uma pessoa .7.ui-al#ncia patrimonial1 b+ aos -alores registrados como di-idendos relati-os a in-estimentos a-aliados ao custo1 c+ aos -alores registrados como receitas financeiras relati-os a .ue ser& igual Q soma dos lucros retidos com todas as remunerações .7. )"C"! = 005! p.dos os encargos com férias! 5b sal&rio! C$M*! alimentação! transporte! etc.ue n ão compõe o resultado da empresa! é apenas uma troca de passi-os+ é! na realidade! um tributo . 3.= D 2eceitas financeiras )incluir todas as receitas financeiras independentemente de sua origem+.ue aparecem na DVA da empresa . 5. /uitas -e@es são -alores .74 N.ue contribui .ueles .ue reali@ou a transfer#ncia como distribuição de -alor adicionado.ue beneficiam diretamente os empregados.uais. IBesse item de-erão ser inclu.=.ue aparecem a seguir? empregados! capital de terceiros e capital prOprio! e! ainda! a distribuição de -alor adicionado para o go-erno.! apropriados ao custo do produto ou resultado do per.< K2eceitasL1 e d+ aos -alores registrad os como receitas de aluguéis ou roRalties! .4. 50=+.ue de-em classific&Dlas conforme descrito no item 5.tulo desse grupo é bastante eG plicati-o e trataDse do r esultado de um in-estimento! conforme >& eG plicado. A parcela de 'B** . ApOs esse grupo! a DVA apresenta o IValor Adicionado Motal a DistribuirJ . =D5+.3.ue sO beneficiar& diretamente o empregado em casos definidos pelo go-erno.odo )não incluir encar gos com o 'B** ( -e>a tratamento a ser dado no item seguinte+J )C'%E"AC'! =007! p.ue contribui durante .uer operações com instituições financeiras! entidades do grupo ou terceiros! eGceto para entidades financeiras .u in@e anos com o -alor m.9 *essoa! e en#ar@os (em%re@a os) A distribuição de -alor adicionado aos empregados é sempre o primeiro item entre a.uando se tratar de entidade . 505+. %or isso! não é considerado neste item o 'B**.ue não tenHa como ob>eto essa ati-idade.ue é despesa da empresa )a parcela do empregado não aparece em nenHum lugar por.=. )C'%E"AC'! =007! p.

.=.. Bo componente relati-o Q distribuição do -alor adicionado! de-em constar? a+ colaboradores ( de-em ser inclu.ue de '"/*! por eGemplo! e tributo sobre as -endas aparece pelo -alor completo destacado na nota fiscal emitida.ue o modelo C'%E"AC' neste . Então! o 'B** é um tributo . Ba DVA! de-er& aparecer neste item a tributação real! como eGplicam os modelos.cio fiscal da compra de produtos com desta.uestão dos impostos de -alor agregado! pois o -alor computado neste item é diferente da forma como os tributos são colocados na D2E.L..odo! eGceto os encargos com o 'B**! *E*'! *E*"! *EBA'! *EBAM! *EBA" e outros assemelHados.4N+. 3.uido no benef.7.do s sal&rios! férias! 5b sal&rio! C$M*! seguro de acidentes de trabalHo! assist#ncia médica! alimentação! transporte! etc.79 sete anos também com o -alor m. )"C"! =005! p. Im%ostosD ta>as e #ontr"'$"ç7es (o$ tr"'$tos) A distribuição de -alor adicionado para impostos! taGas e contribuições! na DVA! representa a parcela da remuneração dos fatores de produção .. Então! não é poss...nimo receberão o mesmo -alor de aposentadoria ao se aposentarem por idade. Apesar de Igo-ernoJ não ser um fator de produção! a parte do -alor adicionado entregue ao Estado é considerada uma forma de distribuição da renda! tanto na -isão econAmica .L1 d+ acionistas K.uando ela mantém produtos em esto.L1 e+ participação dos minorit&rios nos k.cio direto ao trabalHador.ue! ela pode acumular créditos de '"/*.ucros retidosk K. 7s modelos C'%E"AC' e "C" eGplicam todos os tributos a serem alocados neste item e destacam a .3.. *e a empresa não ti-er esto.ues inicial nem final! o -alor ser& o mesmo! mas .ue o go-erno usa para eGercer suas funções de Estado! no caso! distribuição de renda e não um benef....-el identificar na D2E a tributação real do produto.. Besta demonstração! o custo dos produtos aparece l.ue é entregue para financiamento do go-erno.uesito! mas o conteEdo é o mesmo discutido anteriormente? 5. 5D<+. .L1 f+ retenção de lucro K.! apropriados ao custo do produto ou ao ser-iço -endido ou ao resultado do per. 'sso pode ser eGplicado pela prOpria função de Estado de redistribuição de renda )*M'$'Mf! =000! p..9. 7 modelo "C" d& instruções um pouco mais detalHadas .uanto na DVA. Ca@em p arte desse con>unto! também! os -alores representati-os de comissõ es! gratificações! participações! planos pri-ados de aposentadoria e pensão! seguro de -ida e acidentes pessoais1 b+ go-erno K.L1 c+ agentes financiadores K.

uiridos de terceirosk.40 4.. 5+ afirma . 505+.pio! ou! ainda! de um %a.dos impostos! taGas e contribuiçõ es! inclusi-e as contribuições de-idas ao 'B**! *E*'! *E*"! *EBA'! *EBAM! *EBA" e outros assemelHad os! imposto de renda! contribuição social! '**! "%/C! todos os demais tributos! taGas e contribuições.L1 f+ retenção de lucro K.9.ue a demonstração se>a refer#ncia também na decisão de co ncessão de incenti-os fiscais.uida dos incenti-os fiscais recebidos.s )"%"! =004b+. 7s -alores relati-os ao '"/* e '%' de-erão ser considerados como o s -alores de-idos ou >& recolHido s aos cofres pEblicos! representando a diferença entre os impostos incidentes sobre as -endas e os -alores considerados dentro do item = ( 'nsumos ad. Bo componente relati-o Q distribuição do -alor adicionado! de-em constar? a+ co laborad ores K..= ( 'mpostos! taGas e contribuições Além das contribuições de-idas ao 'B**! imposto de renda! contribuição social! todos os demais impostos! taGas e contribuições de-erão ser inclu..ue os originou! por eGemplo! da :nião! do Estado ou do /unic.L1 b+ go-erno ( de-em ser inclu.ucros retidosk K..7. A carga tribut&ria apresentada aparece l.ue! para uma melHor e-idenciação da carga tribut&ria! Io ideal seria especificar os impostos conforme suas compet#ncias segundo a unidade federati-a ..L. 7 modelo apro-ado pelo "%"! em -igor! atualmente! no 9rasil! pre-# essa e-idenciação em sua estrutura! com eGceção de tributação gerada por outro pa.ue não forem pagos em decorr#ncia de incenti-os fiscais de-em ser apresentados na Demonstração do Valor Adicionado como item redutor do grupo de tributos1 c+ agentes financiadores K.uiridos de terceiros. "omo os tributos são! normalmente! contabili@ados no resultado como se de-idos fossem! e os incenti-os fiscais! ...L1 e+ participação dos minorit&rios nos k.. 5..L1 d+ acionistas K..7! %E2E'2A e ..uido! os tributos .'/A! =0 0N1 $A.. Essa informação! a carga tribut&ria total da empresa! sO é fornecida na DVA.dos neste item. *em dE-ida! a maneira como a tributação da empresa é tratada na DVA é um diferencial da demonstração.. )C'%E"AC'! =007! p.7! =0071 *ABM7*! 9991 *ABM7* e 6A*6'/7M7! =005+. . 7s -alores relati-os a '"/*! '%'! %'*! "ofins e outros assemelHados de-em ser considerados os -alores de-idos ou >& recolHidos aos cofres pEblicos! representando a diferença entre os impostos incidentes sobre as -endas e os -alores considerados d entro do item k'nsumo s ad. E estudos brasileiros >& analisaram a carga tribut&ria setorial! usando a distribuição de -alor adicionado para o go-erno )por eGemplo! $A. "osen@a )=005! p. )"C"! =005! p.s estran geiroJ.=. 5D<+. 2odrigues XEnior )=005+ mostra a utilidade da DVA como meio de mensuração dos efeitos sociais e econAmicos decorr entes dos incenti-os fiscais e sugere ..uando reconHecidos em conta de reser-a no patrimAnio l.