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Faculdade de Tecnologia da Zona Leste

Documentos, embalagens e modais relacionados ao Comércio Exterior Brasileiro

Neste trabalho temos como objetivo conhecer e entender o uso dos documentos relativos a transporte marítimo, aéreo, rodoviário e seguro, as embalagens utilizadas no transporte internacional de alguns produtos e as malhas rodoviárias e ferroviárias de alguns países, além da extensão portuária brasileira.

São Paulo 2012

Faculdade de Tecnologia da Zona Leste

Documentos, embalagens e modais relacionados ao Comércio Exterior Brasileiro

Sistemática do Comércio Exterior Celli Azenha Mercedes Collazo

Sumário 1 1.1 1.1.1 1.1.2 1.1.3 1.1.4 1.2 1.2.1 1.2.2 1.2.3 1.2.4 1.2.5 1.2.6 1.2.7 1.2.8 1.3 1.3.1 1.3.2 1.3.3 1.4 1.4.1 1.4.2 Documentos no Comércio Exterior ....................................................................................... 1 Documentos Comerciais no Comércio Exterior ................................................................ 1 Faturas Comerciais (Commercial Invoices) .................................................................... 1 Fatura Pro Forma (Proforma Invoice)............................................................................ 1 Contrato de Câmbio ...................................................................................................... 2 Comprovante de Exportação......................................................................................... 3 Documentos de Transporte Marítimo .............................................................................. 4 Notice of Arrival – N.O.A ............................................................................................... 4 Notice of Readiness – N.O.R.......................................................................................... 5 Bill of Lading – B/L ......................................................................................................... 6 Mate’s Receipt / Cargo Certificate ................................................................................ 7 Cargo Manifest .............................................................................................................. 8 Statement of Facts – S.O.F. ........................................................................................... 9 Borderô de Exportação ............................................................................................... 10 Romaneio/ Packing List/ ............................................................................................. 11 Documentos de transporte Aéreo .................................................................................. 12 AWB (Air Waybill) ........................................................................................................ 12 MAWB (Máster Air Waybill) ........................................................................................ 13 HAWB (House Air Waybill) .......................................................................................... 15 Documentos de transporte Rodoviario ........................................................................... 16 Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC ....................................... 16 Manifesto de Cargas.................................................................................................... 16

1.4.3 1.4.5 1.4.6 1.4.7 1.4.8 1.4.9 1.4.10 1.5 1.5.1 1.5.2 1.5.3 1.5.4 1.5.5 1.5.6 1.5.7 1.5.8 1.6 1.6.1 1.6.2 1.6.3 1.6.4 1.6.5 2 3

Autorização de Carregamento e Transportes - ACT .................................................... 17 Documento Único de Transporte - DUT ...................................................................... 19 Nota Fiscal de Serviço de Transporte – Modelo 7....................................................... 19 Nota Fiscal Modelo 1 ou 1A ........................................................................................ 21 Nota Fiscal de Serviço de Transporte (Municipal) ...................................................... 22 Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP ......................................... 23 Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE .................................. 24 Documentos de seguro ................................................................................................... 25 Seguro de transporte de carga .................................................................................... 25 Seguro de responsabilidade civil de transportes de carga.......................................... 25 Seguros de responsabilidade civil do transporte de carga ......................................... 26 RCTR-C ......................................................................................................................... 26 RCTA-C ......................................................................................................................... 27 RCA-C ........................................................................................................................... 28 RCTR-VI ........................................................................................................................ 29 RCF-DC ......................................................................................................................... 35 Outros Documentos que podem ser solicitados ............................................................. 36 Certificado de Origem ................................................................................................. 36 Certificado de Origem Form A..................................................................................... 37 Certificado de Origem ALADI....................................................................................... 39 Certificado de Origem MERCOSUL .............................................................................. 40 Certificado de Qualidade............................................................................................. 41

Cotação................................................................................................................................ 42 Embalagens no Comércio Exterior ...................................................................................... 43

3.1 Marcação ............................................................................................................................... 43 3.1.1 Símbolos pictóricos da ISO ................................................................................................. 44 3.1.2 Símbolos de cargas perigosas............................................................................................. 45 3.1.2.1 Classe 1 - Explosivos ........................................................................................................ 45 3.1.2.2 Classe 2 - Gases ............................................................................................................... 46 3.1.2.3 Classe 3 – Líquidos Inflamáveis ....................................................................................... 46 3.1.2.4 Classe 4 – Sólidos Inflamáveis ......................................................................................... 46 3.1.2.5 Classe 5 – Oxidantes e Peróxidos Orgânicos ................................................................... 47 3.1.2.6 Classe 6 – Tóxicos e Substâncias Infecciosas................................................................... 47 3.1.2.7 Classe 7 – Substâncias Radioativas ................................................................................. 47 3.1.2.8 Classe 8 – Substâncias Corrosivas ................................................................................... 48 3.1.2.9 Classe 9 – Miscelaneous/Diversos................................................................................... 48 3.2 Embalagem Argentina ........................................................................................................... 48 3.2.1 Requerimentos Gerais de Rotulagem ................................................................................ 48 3.2.2 Propaganda/ Apelo ............................................................................................................ 48 3.2.3 Advertências....................................................................................................................... 49 3.2.4 Lista de Ingrediente ............................................................................................................ 49 3.2.5 Rotulagem Ambiental......................................................................................................... 49 3.2.6 Metrologia .......................................................................................................................... 49 3.2.7 Embalagens Pequenas e Outras Exceções ......................................................................... 50 3.3 Estados Unidos da América ................................................................................................... 50 3.3.1 Requerimentos Gerais de Rotulagem ................................................................................ 50 3.3.2 Itens de Rotulagem ............................................................................................................ 50 3.3.2.1 Marca: ............................................................................................................................. 50

3.3.2.2. Declaração de identificação: .......................................................................................... 50 3.3.2.3 Instruções para utilização: .............................................................................................. 50 3.3.2.4 Lista de ingredientes: ...................................................................................................... 50 3.3.2 MANUAL DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA 15 ....... 51 3.3.3 Nome e endereço do fabricante ou agente do fabricante................................................. 52 3.3.4 Número/código de lote ...................................................................................................... 52 3.3.5 Data de expiração............................................................................................................... 53 3.3.6 Requisito de idioma............................................................................................................ 53 3.3.7 País de origem .................................................................................................................... 53 3.3.8 Porcentagem alegada de ingredientes............................................................................... 53 3.3.9 Advertências....................................................................................................................... 53 3.3.10 Quantidade líquida ........................................................................................................... 54 3.3.11 Propaganda/ Apelo .......................................................................................................... 54 3.3.12 Embalagens Pequenas e Outras Exceções ....................................................................... 55 3.3.13 Embalagens Pequenas e Outras Exceções ....................................................................... 55 3.3.14 Tamanho Padrão .............................................................................................................. 55 3.3.15 Embalagem enganosa ...................................................................................................... 55 3.3.16 Conteúdo de Material de Embalagem ............................................................................. 55 3.3.17 Codificação de Material de Construção ........................................................................... 56 3.3.18 Aerossóis .......................................................................................................................... 56 3.4 Arábia saudita........................................................................................................................ 56 3.4.1 Considerações gerais .......................................................................................................... 56 3.4.3 Testes de comprovação de segurança e eficácia ............................................................... 57 4. Pesquisar a malha ferroviária e rodoviária brasileira ......................................................... 57

4.1 Malha Ferroviária Brasileira .................................................................................................. 57 4.2 5 6 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5 6.6 7 Malha Rodoviária Brasileira ............................................................................................ 59 Pesquisar a quantidade de portos brasileiros e o volume de movimentação (toneladas) . 61 Empresas da Malha Ferroviária Brsileira ............................................................................ 61 ALL – América Latina Logística ........................................................................................ 62 Transnordestina .............................................................................................................. 62 Vale .................................................................................................................................. 63 FCA .................................................................................................................................. 65 FTC ................................................................................................................................... 66 MRS ................................................................................................................................. 67 Pesquisar a malha ferroviária e rodoviária destes países: .................................................. 68

8 Pesquisar a quantidade de portos dos mesmos países e o volume de movimentação (toneladas). ................................................................................................................................. 68 8.1 8.2 9 Principais portos do mundo no ano de 2012 .................................................................. 68 Movimentação de contâineres de 20 pés ....................................................................... 68 Algumas Indagações ............................................................................................................ 69

Bibliografia .................................................................................................................................. 71

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Documentos no Comércio Exterior

1.1 Documentos Comerciais no Comércio Exterior 1.1.1 Faturas Comerciais (Commercial Invoices) Estudaremos dois tipos de fatura, uma que pode substituir um contrato de venda e compra, e outra que representará o faturamento de um embarque efetuado, sendo o documento de cobrança.

Modelo de Fatura Comercial Fonte: Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Paraná

1.1.2 Fatura Pro Forma (Proforma Invoice) O contato entre vendedor e comprador, ou seja, o primeiro passo para a realização de uma exportação/importação, pode ser iniciado através das mais variadas formas, como contato pessoal, telefônico, fax, e-mail, internet, feiras e exposições, etc. Feito o contato inicial entre as partes intervenientes, e acertadas as características sobre a mercadoria transacionada, sua embalagem adequada se o produto a necessitar, preço, quantidade, prazos e locais de embarque e entrega, termo de venda, condição de pagamento, enfim todos aqueles detalhes primordiais e necessários relativos à venda e compra, deve-se formalizar por escrito todos os termos e condições acertados, de modo que as partes envolvidas tenham a necessária segurança sobre o negócio realizado.
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Modelo de Fatura Pro-Forma Fonte:Aprendendo a Exportar

1.1.3

Contrato de Câmbio

O contrato de câmbio evidencia a troca de moeda estrangeira por moeda nacional, nas operações comerciais internacionais. A contratação de câmbio se faz através das mesas de câmbio das instituições financeiras autorizadas. É proibido o trânsito e o comércio de moeda estrangeira em nosso país, portanto, todo recurso em moeda estrangeira que entra no Brasil deve ser transformado em Reais num prazo de até 90 dias, sob pena de o valor da ordem de pagamento ser devolvido ao remetente em sua totalidade. Quando é recebida uma ordem de pagamento do exterior, ou ainda, decidindo-se a empresa pela tomada de um ACC, ou ainda, de um ACE, quando já em posse de documentos de embarque, deve-se entrar em contato com a mesa de câmbio e contratar, em tempo real, o fechamento do câmbio, através das taxas de mercado. As instituições financeiras normalmente utilizam as taxas reais de negociação, conquanto algumas instituições de menor expressão possuem um spread cambial maior, resultando numa pior taxa para a empresa exportadora, e aqui vale a lei da oferta e da procura. Haverá diferentes opções de fechamento e data de liquidação (data dos que os reais entram na conta do exportador, em outras palavras). Para depósito no mesmo dia do fechamento, o banco deduzirá da taxa de câmbio o correspondente a dois CDIs, para depósito no dia seguinte, desconto de um CDI e para depósito em dois dias, sem desconto algum. Isso porque o padrão de liquidação
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de nosso sistema financeiro é em dois dias (D+2), e portanto as instituições são autorizadas a deduzir estas pequenas parcelas (CDIs) caso as empresas optem em receber os fundos em reais antes desses dois dias. Imediatamente após o fechamento e recebimento do contrato de câmbio por e-mail, deve-se o quanto antes imprimir as vias necessárias, coletar as assinaturas dos diretores responsáveis pelo setor financeiro da empresa, previamente contratados com a instituição financeira, e encaminhar imediatamente ao banco, para formalização da contratação, especialmente em fechamentos para liquidação em D+0. É de suma importância que logo após o fechamento e coleta das assinaturas, uma das vias volte do banco com as devidas assinaturas para arquivamento junto ao processo da exportação, bem como lançamento dos detalhes nas planilhas de controle de aplicação e câmbio.

1.1.4

Comprovante de Exportação

É emitido pela repartição Alfandegária onde se der o despacho de exportação. Ele comprova que a exportação foi efetivada. Emitido ao final da operação de exportação; é o documento em que são relacionados todos os registros processados pelo SISCOMEX. Existem alguns documentos que podem comprovar uma exortação, em seguida veremos um deles, a DSE, Declaração Simplificada de Exportação.

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Modelo de DSE. Fonte: Sebrae.

1.2 Documentos de Transporte Marítimo 1.2.1 Notice of Arrival – N.O.A Aviso de previsão de chegada, emitido pelo navio, com periodicidade previamente acordada no Charter Party entre o afretador e o terminal. Ex.: 15, 10, 7, 5, 3, 2, 1.

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Modelo de Notice of Arrival Fonte: www.docstocchdn.com

1.2.2

Notice of Readiness – N.O.R

Complementando o N.O.A o comandante informa as partes envolvidas que seu navio chegou no ancoradouro e que se encontra apto e à disposição para exercer a operação prevista. É um documento importantíssimo para todas as partes envolvidas
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comercialmente com o navio, pois esta data celebra o compromisso prometido no Charter Party e será tomado como base de cálculo para prêmio ou multa conforme Lay-days acordado.

Modelo de Notice of Resdiness Fonte: Aprendendo a Exportar

1.2.3

Bill of Lading – B/L

Este é, sem dúvida, o documento mais importante no contexto comercial da operação. Confirma a carga a bordo e confere ao seu detentor o recebimento do frete. Nesse documento são expressos cláusulas e acordos internacionais resguardando direitos do transportador de ações da natureza que poderiam afetar as condições da carga a bordo, indicação de fóruns para quaisquer litígios, atos de pirataria, guerra ou sinistros e algumas condições estabelecidas no Charter Party. Contém dados detalhados da carga, exportador e importador. Garante ao comando do navio a isenção de responsabilidade sobre a quantidade e qualidade da carga a bordo.

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Modelo de Conhecimento de Embarque Fonte: FIESP

1.2.4

Mate’s Receipt / Cargo Certificate

Recibo de bordo que confirma a carga embarcada, com dados mais específicos sobre o peso/quantidade remarks de identificação. Neste documento o comandante poderá inserir observações (remarks) sobre aspectos visuais da carga que poderiam ser comprometedores quando da sua entrega ao recebedor no porto de destino, por exemplo: umidade, oxidação, vazamento, danos superficiais, etc. Tais remarks são extremamente indesejáveis, pois comprometem a liberação do B/L podendo até incidir na redução do valor do frete.

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Modelo de Mate’s Receipt Fonte: www.docstocchdn.com

1.2.5

Cargo Manifest

Manifesta a carga efetivamente embarcada no navio, em unidade de medida apropriada (exemplos: fardos, toneladas, litros, unidades, etc.) informando também dados do exportador e importador. Este documento permite ao comandante comprovar, quando solicitado, a legalidade da carga a bordo.
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Modelo de Cargo Manifest Fonte: http://navyadministration.tpub.com/

1.2.6

Statement of Facts – S.O.F.

Relatório de todos os acontecimentos relacionados à operação do navio desde a sua chegada, até sua saída, demonstrando de forma cronológica a duração de cada evento, ex.: eventuais momentos de paralisações e seus motivos, embarque ou descarga. É um documento de suma importância para contagem de tempo, que anteriormente acordado no Charter Party, será rateado pelas partes responsáveis, descontando-se então ações da natureza, tais como: chuvas, ventos, etc., e atos civis, como exemplo: greve. Permite ao operador portuário e ao comandante inserir observações (remarks) que possam protegê-los em disputas futuras, como exemplo: leitura de calado do navio em meio à oscilação do mar, o que poderia comprometer a quantidade da carga embarcada a ser apurada no porto de descarga.

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Modelo de Statement of Facts Fonte: http://www.streetrodderweb.com

1.2.7

Borderô de Exportação

É um protocolo fornecido pelo banco negociador de câmbio, no qual são relacionados todos os outros documentos a ele entregues.

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Modelo de Borderô de Exportação. Fonte: Aprendendo a Exportar

1.2.8

Romaneio/ Packing List/

Documento emitido pelo exportador para o embarque de mercadorias que se encontram acondicionadas em mais de um volume ou em um único volume que contenha variados tipos de produtos. É necessário para o desembaraço da mercadoria e para a orientação do importador quando da chegada dos produtos no país de destino. O Romaneio nada mais é do que uma simples lista relacionando uma descrição detalhada dos produtos a serem embarcados (volumes e conteúdos).

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Modelo de Romaneio/ Packing List. Fonte: Aprendendo a Exportar.

1.3 Documentos de transporte Aéreo 1.3.1 AWB (Air Waybill) Trata-se de um Conhecimento da companhia aérea, emitido diretamente por ela ou por seu agente para o exportador, em caso de cargas não consolidadas.

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Modelo de Conehcimento de Embarque Aéreo Fonte: Aprendendo a Exportar

1.3.2 MAWB (Máster Air Waybill) É o documento emitido para a companhia aérea em casos de cargas consolidadas pelo agente. Representa a totalidade da carga entregue por diversos embarcadores e consolidadas em um único embarque. O MAWB não é entregue aos embarcadores, pois estes receberão os HAWBs emitidos pelo agente para suas cargas individuais.

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House Air Waybill. Fonte: Aprendendo a Exportar

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1.3.3 HAWB (House Air Waybill) Trata-se do Conhecimento de Embarque emitido pelo agente de cargas e entregue a cada embarcador, correspondente a uma parte ou fração da carga total consolidada no MAWB.

Master Airway Bill Fonte: Intuitive Transport

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1.4 Documentos de transporte Rodoviario 1.4.1 Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS -MODELO 8 (A que se referem o inciso VII e o § 3º do artigo 124) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, Modelo 8, deverá ser emitido antes do início da prestação do serviço por transportador, sempre que executar serviços de transporte rodoviário Interestadual de Cargas. Observar que o conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas é obrigatório no transporte da mercadoria, e a lei não faculta sua emissão com fins específicos de receber o valor de frete correspondente.

Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas – CTRC Fonte: Chaparrau Despachante

1.4.2 Manifesto de Cargas MANIFESTO DE CARGAS - MODELO 25 ( A que se referem o inciso XX e o § 3º do artigo 124) Fundamentado no artigo 167 do Decreto 45.590/2000 do RICMS, a transportadora poderá emitir antes do início da prestação do serviço, em relação a cada veículo, manifesto de cargas, no caso de transporte de carga fracionada. Entende-se por carga fracionada a que corresponda a mais de um Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. O referido Manifesto de Cargas será emitido em duas vias, tendo a seguinte destinação: Operação Estadual: 1ª Via - Ficará em poder do transportador até o destino de toda a carga. 2ª Via - Poderá ser arrecadada pelo Fisco Estadual Operação Estadual: Será emitido no mínimo de 3 vias, coma seguinte destinação: 1ª Via - Ficará em poder do transportador até o destino da carga
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2ª Via - Poderá ser retirada pelo Fisco Estadual 3ª Via - Acompanha as mercadorias para controle do fisco do destino.

Modelo de Manifesto de Cargas Fonte: Boletim Contábil

1.4.3

Autorização de Carregamento e Transportes - ACT

Será emitida no transporte a granel de produtos químicos e petroquímicos, líquidos ou gasosos e na prestação efetuada diretamente do estabelecimento remetente ao destinatário conf. Pcat nº 28/2002. Nos demais casos somente seria possivel com autorização expressa por meio de Regime Especial. Informamos que a partir de 22.04.2002 através da Portaria Cat nº 28 de 22.04.2002 , todos os Regimes Especiais eventualmente concedidos que contrariem as disposições da referida Portaria estão revogados. Deverá ser emitida no mínimo 5 (cinco) vias, com a seguinte destinação: 1ª Via - Acompanhará o transporte e retornará ao emitente para emissão do Conhecimento de Transporte, devendo ser arquivada juntamente com a via fixa 2ª Via -- Acompanhará o transporte, para fins de controle do Fisco Paulista 3ª Via -Deverá ser entregue ao destinatário 4ª Via - Será entregue ao remetente
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5ª Via - Será arquivada para exibição ao fisco

Modelo de Autorização de Carregamento de Transporte Fonte: Secretaria da Fazenda do Brasil

1.4.4 Despacho de Transportes Nos termos do artigo 164 do RICMS/2000, a transportadora inscrita no Estado de São Paulo, que contratar transportador autônomo para terminar a execução de serviço de transporte de cargas, em meio de transporte diverso do original, cujo preço tiver sido cobrado até o destino da carga, poderá emitir o Despacho de Transporte em Substituição ao Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Observar que tal documento dependerá de autorização através da AIDF. Despacho de Transporte, para cada veículo, será emitido antes do inicio da prestação de serviço, no mínimo em 3 (três) vias, que terão a seguinte destinação: 1ª e 2ª via - deverão ser entregues ao transportador autônomo 3ª via - deverá ficar presa ao bloco, para exibição ao fisco.
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Modelo de Despacho de Transportes. Fonte:http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSuTDg6cUIB8WvDDdIPVMA kiT2TrShf9BP0tuRVhoqZjmGB60Nwxw.

1.4.5

Documento Único de Transporte - DUT

No Sistema Tributário Nacional vigente, o ICMS incorporou as operações relativas aos SERVIÇOS DE TRANSPORTES.Importante observar que, mesmo sendo de caráter estritamente Estadual, não impossibilitou que diversos contribuintes Industria e Comercio, conjugassem na mesma nota fiscal, os dados correspondentes as operações municipais. Tal procedimento veio facilitar muito o dia a dia do contribuinte, poupando-lhe tempo, pois quer que seja no âmbito Estadual, Federal ou Municipal, a Nota Fiscal sempre atenderá as respectivas legislações. Exemplo disto são as empresas que comercializam pneus e ao mesmo tempo alinham e fazem balanceamento, logo duas operações (Revenda e Serviços), ou seja, numa mesma Nota Fiscal abranger as duas operações. Diante deste fato porque não aplicar ao C.T.R.C (Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas) o mesmo processo, conjugando em um único documento os campos correspondentes aos ICMS e ao ISSQN. No contato que a PAULICON manteve junto a Divisão de Fiscalização da Prefeitura de São Bernardo do Campo, ficou muito clara e evidenciada a possibilidade de se igualar as Indústrias e Comércio que possuem a prestação de serviços em suas atividades, as transportadoras adotarem um documento único. Esta decisão evitará desperdício de tempo por ocasião de suas emissão. Portanto, sugerimos ás transportadoras a incorporarem no CTRC o campo para serviço (Transporte estritamente municipal = coleta e entrega no mesmo município) e desta forma num único formulário duas finalidades. ALERTAMOS NO ENTANTO QUE É NECESSÁRIO PEDIDO DE REGIME ESPECIAL JUNTO A SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA TER VALIDADE PLENA COMO DOCUMENTO FISCAL. 1.4.6 Nota Fiscal de Serviço de Transporte – Modelo 7

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Nos termos do artigo 147 do RICMS/ 2000 a nota Fiscal de Serviço de TransporteModelo 7, será emitida, antes do início da prestação de serviço, por transportador, sempre que executar, em veículo próprio ou fretado, serviço de transporte Interestadual ouIntermunicipal depessoas. A referida Nota Fiscal deverá ser emitida em relação a cada veículo e a cada viagem contratada. Atenção: Esta Nota Fiscal é de âmbito Estadual ( Transportes de Pessoas), não devendo ser confundida com a Nota Fiscal Série A (Âmbito Municipal).

Modelo de Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Fonte: Boletim Contábil

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1.4.7 Nota Fiscal Modelo 1 ou 1A De acordo com o artigo 125 do Decreto 45.490 do RICMS/2000, o contribuinte emitirá Nota Fiscal antes de iniciada a saída da mercadoria. Observar atentamente que a partir de 01.03.1996 as Series A-B-C e Única deixou de existir, passando a ser utilizada as Notas Fiscais Modelo 1ou 1A, portanto da mesma forma em que o transportador só pode aceitar para transporte a Nota Fiscal Modelo 1 ou 1ª, também só poderá emitir o mesmo modelo. SAÍDAS: 1ª Via - destinatário tanto nas operações Estaduais quanto nas Interestaduais 2ª Via - Fixa – Arquivo Fiscal 3ª Via - Operação Estadual = Não tem fins específicos Operação Interestadual = Acompanhará as mercadorias 4ª Via - Destinatário = Operação Estadual e Interestadual ENTRADAS: 1ª Via - Remetente 2ª Via - Fixa 3ª Via - Remetente 4ª Via – Remetente

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Modelo de Nota Fiscal Modelo 1 ou 1ª. Fonte: Site Contábil

1.4.8 Nota Fiscal de Serviço de Transporte (Municipal) Deverá ser emitida no mínimo de 2 (duas) vias, nas Prestações de serviço de Transportes, no âmbito Municipal, obedecendo a seguinte destinação: 1ª Via - Será entregue ao destinatário 2ª Via - Ficará presa ao bloco, para exibição ao fisco
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Modelo de Nota Fiscal de Serviço de Transporte de uso municipal. Fonte: Boletim Contábil

1.4.9 Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP Instituído pela Portaria CAT nº 10 de 20.02.1998 o CIAP - Modelo B, destina-se a apuração do estorno de crédito relativamente a bem do Ativo Permanente, por Saída ou Perda, quando ocorrer perecimento, extravio, deterioração ou alienação do bem antes de completado o qüinqüênio, contato da data da sua aquisição. O referido documento terá a sua escrituração simultânea ao registro de entradas.

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Modelo do CIAP Fonte: http://sgdocimg.lex.com.br/130%5C130693.jpg

1.4.10 Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais ( G.N.R.E) , aprovada pelo artigo 88 do Convênio SINIEF nº 06/89, será utilizada para pagamento de tributos efetuados em outras Unidades da Federação. A mesma deverá ser preenchida em 3( três) vias, com a seguinte destinação: 1ª Via - Secretaria da Fazenda do Estado 2ª Via - Contribuinte 3ª Via - Acompanhará o trânsito da mercadoria

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Modelo de GNRE. Fonte: http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRcZ_Kj4yYiCGbhB32V 3VTf6C7SwTS2c9wEGALjzLK_qgyjnsgg

1.5 Documentos de seguro 1.5.1 Seguro de transporte de carga Esta é uma apólice da modalidade conhecida como “seguro all risks”, isto é, seguro contra todos os riscos, contratada pelo proprietário da carga. Apesar do nome, derivado da cobertura ampla que oferece, o seguro de transporte de carga tem riscos excluídos, além de bens que não são cobertos. Isso significa que as seguradoras não indenizam prejuízos relacionados a esses casos. Entretanto, os principais danos à carga, causados por acidentes com o veículo transportador, roubo e furto e armazenamento, ou seja, eventuais prejuízos decorrentes da operação de transporte podem ser cobertos, dependendo do seguro contratado. 1.5.2 Seguro de responsabilidade civil de transportes de carga

Esse é o seguro obrigatório contratado pelo transportador para cobrir operações de transporte de cargas por vias terrestre, aérea ou sobre a água. Garante indenização para os danos causados a terceiros; no caso, os prejuízos sofridos pelo proprietário da carga. A cobertura abrange acidentes que possam ocorrer por culpa do condutor do veículo que transporta a carga. Diferentemente do seguro de transporte, o de responsabilidade civil obrigatório tem coberturas bem restritas, até mesmo porque o seu objetivo é indenizar prejuízos causados à carga de mercadorias devido a um acidente com o veículo transportador. Esse tipo de seguro não cobre roubo ou furto das mercadorias nem danos provocados por embalagens inadequadas ou por mau acondicionamento dos produtos. Riscos fortuitos ou de causa maior (exemplos: queda de raio, queda de barreira) também não são cobertos.
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1.5.3 Seguros de responsabilidade civil do transporte de carga Nessa categoria existem seguros obrigatórios e outros facultativos. Os compulsórios são os seguintes: 1.5.4 RCTR-C Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga garante ao transportador rodoviário o reembolso de indenizações que o transportador for obrigado a pagar por prejuízos causados às mercadorias transportadas sob sua responsabilidade, caso ocorra acidente rodoviário durante o transporte, como colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão. A cobertura é dada em todo o território nacional mediante a apresentação do conhecimento de transporte rodoviário*, nota de embarque ou de outro documento que comprove a contratação do transporte. * Documento numerado, emitido pelo transportador na data de carregamento ou de início da viagem, contendo informações sobre os bens ou mercadorias transportadas, tais como origem, procedência e destino, quantidade e espécie dos volumes, números dos documentos fiscais e respectivos valores, etc.

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Apólice de Seguro tipo RCTR-C. Fonte: BR Cargo.

1.5.5 RCTA-C Responsabilidade Civil do Transportador Aéreo de Cargas Garante ao transportador aéreo o reembolso de indenizações que ele for obrigado a pagar por perdas e danos
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sofridos pelos bens ou mercadorias de propriedade de terceiros durante o transporte. A cobertura desse seguro está relacionada a acidentes aéreos que venham danificar a carga.

Declaração de Seguro do tipo RCTA-C. Fonte: Logjet Transportes e Logística.

1.5.6 RCA-C Responsabilidade Civil do Armador – Cargas O transportador aquaviário tem a garantia de reembolso de indenizações que ele for obrigado a pagar por prejuízos causados às cargas sob sua responsabilidade. É o seguro obrigatoriamente contratado por transportadores marítimos, fluviais e lacustres, possuindo coberturas amplas e restritas. Pode ser contratado tanto para viagens nacionais quanto para internacionais.

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Modelo de Apólice de Seguro do tipo RCA-C. Fonte: SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).

1.5.7 RCTR-VI Seguro Responsabilidade Civil do Transportador em Viagem Internacional (Danos à Carga Transportada) A circulação dos meios de transporte no Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) tem a cobertura da carga transportada nesses países. Garante perdas ou danos sofridos pelos bens ou mercadorias de propriedade de terceiros que são transportados, da origem ao destino final, desde que causados por colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão do veículo transportador. Além dos seguros de responsabilidade civil obrigatórios, existem outros produtos dessa modalidade que podem ser contratados voluntariamente. Entre eles, destaca-se: Veremos abaixo um exemplo de apólice de seguro RCTR-VR:

Seguro de Responsabilidade Civil do Tranportador Rodoviário em Viagem Internacional Danos a Carga Transportada Condições Gerais Cláusula 1 – Objeto do seguro e risco coberto 1.1. O presente contrato de seguro tem por objeto, nos termos das presentes condições e do Convênio sobre Transporte Internacional Terrestre, reembolsar ao
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Segurado (até o limite do valor segurado) as quantias pelas quais, por disposição das leis comerciais e civis, for ele responsável, em virtude das perdas ou danos sofridos pelos bens ou mercadorias pertencentes a terceiros e que lhe tenham sido entregues para transporte, por rodovia para viagem internacional, contra conhecimento de transporte rodoviário de carga, ou ainda, outro documento hábil, desde que aquelas perdas ou danos ocorram durante o transporte e sejam causadas diretamente por: 1.1.1. Colisão e/ou capotagem e/ou abalroamento e/ou tombamento, do veículo transportador, compreendido na cobertura, conforme indicado em condição particular; 1.1.2. Incêndio ou explosão no veículo transportador, compreendido na cobertura, conforme indicado em condição particular. 1.2. Observado o critério de aferição da responsabilidade estabelecida nesta cláusula, acha-se, ainda, coberta a responsabilidade do Segurado pelas perdas ou danos sofridos pelos bens ou mercadorias, conseqüentes dos riscos de incêndio ou explosão nos depósitos, armazéns ou pátios usados pelo Segurado, em localidades fora do território do país que emitiu a apólice, ainda que os ditos bens ou mercadorias se encontrem fora dos veículos transportadores. 1.2.1. Para efeitos da presente cobertura, os depósitos, armazéns ou pátios usados pelo Segurado deverão ser cobertos e fechados. Na falta de lugares cobertos e fechados, será requisito para a manutenção da cobertura que as mercadorias ou bens se encontrem em lugares adequados e sob vigilância permanente. Cláusula 2 – Âmbito Geográfico As disposições deste contrato de seguro aplicam-se exclusivamente às ocorrências fora do território do país em que tenha sido emitida a apólice, podendo ser adotadas internamente, a critério de cada signatário do Convênio e por disposição especial e expressa em cláusula particular. Cláusula 3 – Riscos Excluídos 3.1. Está expressamente excluída do presente contrato de seguro a cobertura da responsabilidade pelas perdas, danos ou despesas provenientes direta ou indiretamente de: a) Dolo ou culpa grave do Segurado, seus representantes, prepostos e empregados. b) Radiações ionizantes ou quaisquer outros tipos de emanações decorrentes da produção, transporte, utilização ou neutralização de materiais físseis ou seus resíduos, bem como quaisquer eventos resultantes do emprego de energia nuclear, com fins pacíficos ou bélicos. c) Roubo, furto, extravio, falta de volumes inteiros e infidelidade, salvo pagamento de prêmio adicional e adoção de cláusula particular. d) Tentativa do Segurado, seus representantes, prepostos ou empregados em obter benefícios ilícitos do seguro. e) Atos de hostilidade ou de guerra, rebelião, insurreição, revolução, confisco, nacionalização, destruição ou requisição decorrente de ação de autoridade de fato ou de direito, civil ou militar, bem como, aqueles praticados intencionalmente por pessoa agindo, individualmente ou por parte de, ou em ligação com organização cujas atividades visem a derrubar pela força o governo ou instigar sua queda, pela perturbação da ordem política e social do país, por meio de terrorismo, guerra revolucionária, subversão ou guerrilha, tumulto popular, greve, lock-out e, em geral, toda e qualquer conseqüência dessas ocorrências.
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f) Multas e/ou fianças impostas ao Segurado, bem como despesas de qualquer natureza, decorrentes de ação ou processos criminais. g) Condução do veículo por pessoas sem habilitação legal própria ao veículo segurado. h) Utilização do veículo para fins distintos dos permitidos em seu licenciamento. i) Responsabilidades excedentes à legal e responsabilidades de correntes de outros contratos e convenções que não o de transportes. j) Terremotos, maremotos, tremores, erupção vulcânica, inundação súbita ou não, tornado, ciclone, raio, meteorito, furacão, alude, e, em geral, quaisquer convulsões da natureza, bem como queda de pontes ou de árvores. k) Caso fortuito ou força maior. l) Inobservância às disposições que disciplinem o transporte de carga por rodovia. m) Má estiva das mercadorias, mal acondicionamento, insuficiência ou impropriedade de embalagem. n) Desinfecções, fumigações, invernada, quarentena ou qualquer outra medida sanitária, salvo se exigidas pela ocorrência de qualquer dos riscos cobertos. o) Demora, ainda que decorrente de risco coberto. p) Flutuações de preço e perda de mercado, ainda que decorrentes de risco coberto. q) Vício próprio ou da natureza dos bens ou mercadorias transportadas, diminuição de peso ou perda natural, exsudação, ação da temperatura e demais fatores ambientais. r) Ação de mofo, bactérias, vermes, insetos, roedores ou outros animais. s) Choque dos bens ou mercadorias seguradas, entre si, ou com qualquer objeto, transportado ou não, salvo se em conseqüência de colisão, capotagem, abalroamento ou tombamento de veículo transportador. t) Quebra, derrame, vazamento, arranhadura, rachadura, amolgamento, amassamento, descolamento, contaminação, contato com outra carga, água doce ou chuva, oxidação ou ferrugem, mancha de rótulo, a menos que seja decorrente de risco coberto. u) Mal funcionamento ou paralisação de máquinas frigoríficas. Cláusula 4 – Bens ou mercadorias não abrangidas pela cobertura do presente contrato de seguro. O Segurador não responde por perdas ou danos decorrentes do transporte de: dinheiro, em moeda ou papel, ouro, prata e outros metais preciosos e suas ligas (trabalhadas ou não); pérolas, pedras preciosas e semi-preciosas, jóias, diamante industrial, manuscritos, quaisquer documentos, cheques, letras, títulos de crédito, valores mobiliários, bilhetes de loteria, selos e estampilhas; clichês, matrizes, modelos, croquis, desenhos e planos técnicos, bem como de mercadorias objeto de contrabando, comércio e embarques ilícitos ou proibidos. Cláusula 5 – Responsabilidade pelo transporte de Bens ou Mercadorias sujeitos a condições próprias A cobertura da responsabilidade decorrente do transporte dos bens ou mercadorias a seguir mencionadas fica sujeita a condições próprias, definidas em cláusulas particulares; a) objetos de arte, antiguidades e coleções; b) mudanças de móveis e utensílios domésticos; e
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c) animais vivos. Cláusula 6 – Começo e fim dos riscos 6.1. Os riscos assumidos no presente contrato de seguro, durante o transporte propriamente dito, têm início no momento em que: 6.1.1. O veículo transportador deixa o território nacional, quando se tratar de viagem de exportação do país em que foi emitida a apólice, cessando com a entrega dos bens ou mercadorias aos respectivos consignatários. 6.1.2. Os bens ou mercadorias são colocados no véiculo transportador, no local em que se inicia a viagem internacional de importação do país que emitiu a apólice, terminando com a entrada em seu território. 6.2. O Segurador não responde, em qualquer hipótese, por perdas, danos ou despesas que sobrevenham aos bens ou mercadorias após o 30º (trigésimo) dia corrido, a contar da entrega dos bens ou mercadorias ao Segurado, salvo em casos especiais, previamente acordados. Cláusula 7 – Condições de Transporte 7.1. O transporte de bens ou mercadorias deverá ser feito, por rodovia, em veículos licenciados, em bom estado de funcionamento e providos de equipamentos necessários à perfeita proteção da carga. 7.1.1. Para os efeitos do presente contrato de seguro, entende-se por “rodovia” a rota não proibida ao trânsito de veículos automotores pelas autoridades competentes, bem como os caminhos habilitados para os referidos veículos. 7.1.1.1. Não obstante o disposto no item 7.1.1., a cobertura deste seguro não ficará prejudicada, desde que não haja descarga das mercadorias seguradas, quando o tráfego pela rodovia sofrer interrupções por motivos de obras de conservação, desmoronamento de taludes ou por efeito de fenômenos da natureza e, ainda, por solução de continuidade, quando, por não haver pontes ou viadutos, devam ser utilizados serviços regulares de balsas ou embarcações congêneres adequadas, para transposição de cursos d‘água, bem como de trens ou aviões. Cláusula 8 – Prêmio Fica entendido e acordado que o pagamento do prêmio devido pela presente apólice será feito em dólares dos Estados Unidos da América, observada a legislação interna de cada país e de acordo com as disposições contidas nas condições particulares. Cláusula 9 – Importância segura e limite de responsabilidade A importância segurada e o limite máximo de responsabilidade assumidos pelo Segurador, por evento (acidente com o veículo transportador, incêndio ou explosão em armazém ou depósito) e por apólice, serão fixados nas condições particulares, de comum acordo com o Segurado. Cláusula 10 – Pluralidade de Seguros 10.1. Se o Segurado tiver contratado mais de um seguro, cobrindo o mesmo bem, contra o mesmo risco, com mais de um Segurador, deverá informar a cada um a existência de todos os seguros contratados, indicando o nome do Segurador e a respectiva importância segurada, sob pena de caducidade. Em caso de sinistro, cada Segurador participará proporcionalmente, em razão da responsabilidade assumida, para o pagamento da indenização devida. 10.2. O Segurado não pode pretender no conjunto um indenização superior ao valor dos danos sofridos.
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10.3. Se o Segurado contrata mais de um seguro com a intenção de enriquecimento ilícito, são nulos os contratos assim celebrados, sem prejuízo do direito dos Seguradores ao recebimento do prêmio de seguro devido. Cláusula 11 – Sinistro 11.1. No caso do sinistro coberto por esta apólice, o Segurado se obriga a cumprir as seguintes disposições: a) dar imediato aviso ao Segurador, por escrito, no prazo de até 3 (três) dias, corridos, contados da data de ciência do sinistro, a menos que comprove a impossibilidade de observância do prazo, decorrente de caso fortuito ou força maior; b) adotar todas as providências consideradas inadiáveis, e ao seu alcance, para resguardar os interesses comuns e impedir o agravamento dos prejuízos. No caso de paralisação do veículo por motivo de sinistro, o Segurado enviará ao local outro veículo para o devido socorro e transbordo de toda carga, prosseguirá viagem até o destino ou retornará à origem, à filial ou à agência mais próxima ou, ainda, recolherá a carga a um armazém, sob sua responsabilidade; c) prestar ao Segurador todas as informações e esclarecimentos necessários à determinação da causa, natureza e extensão do sinistro e das perdas ou danos resultantes, colocando a sua disposição os documentos referentes ao registro oficial da ocorrência e as perícias locais, se realizadas, bem como os depoimentos de testemunhas, manifestos, conhecimentos e notas fiscais ou faturas dos bens ou mercadorias transportadas; d) dar imediato conhecimento ao Segurador de qualquer ação cível ou penal proposta contra ele ou seus prepostos, no mais tardar no primeiro dia útil seguinte ao da notificação, remetendo cópia das contrafés recebidas e nomeando, de acordo com ele, os advogados de defesa na ação cível. 11.2. Embora as negociações e atos relativos à liquidação com os reclamantes sejam tratados pelo Segurado, o Segurador reserva-se o direito de dirigir os entendimentos se o quiser, ou intervir em qualquer fase do andamento das providências. 11.3. O Segurado fica obrigado a assistir o Segurador, fazer o que lhe for possível e permitir a prática de todo e qualquer ato necessário ou considerado indispensável pelo Segurador para fim de sustar, remediar ou sanar falhas ou inconvenientes, cooperando espontaneamente e de boa vontade para a solução correta dos litígios. 11.4. É vedado ao Segurado transigir, pagar ou tomar outras providências que possam influir no resultado das negociações ou litígios, salvo se para tanto estiver autorizado pelo Segurador. Cláusula 12 – Defesa em Juízo Civil 12.1. O Segurador assumirá ou não a defesa civil do Segurado. Entender-se-á que o Segurador assumiu defesa, se ele não se manifestar, mediante aviso, por escrito, dentro de dois dias úteis, contados a partir do recebimento da informação e documentação referente à ação. 12.2. Se o Segurador assumir a defesa, constituirá o(s) advogado(s), ficando o Segurado obrigado a outorgar-lhe(s) a competente procuração, antes do vencimento do prazo para contestar a ação e cumprimento dos demais prazos processuais previstos em lei. 12.3. Se o Segurador não assumiu a defesa, conforme previsto no item 12.1., poderá intervir na ação, na qualidade de assistente, dando as instruções necessárias. Nessa
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hipótese, o Segurado fica obrigado a assumir sua própria defesa, nomeando o(s) advogado(s), de comum acordo com o Segurador. 12.4. O Segurador reembolsará as custas judiciais e honorários do advogado de defesa do Segurado nomeado de acordo com ele, e do reclamante, neste último caso, somente quando o pagamento decorrer de sentença judicial ou acordo autorizado pelo Segurador na proporção, para a soma segurada fixada na apólice, da diferença entre esse valor e a quantia pela qual o Segurado vier a ser civilmente responsável, nos termos da Cláusula 1 – Objeto do seguro e risco coberto. 12.5. Na hipótese de o Segurado e o Segurador constituirem advogados diferentes, cada um assumirá individualmente os gastos integrais por tais contratações. Cláusula 13 – Isenção de Responsabilidade 13.1. Ficará o Segurador isento de toda e qualquer responsabilidade ou obrigação decorrente deste seguro, sem qualquer reembolso ao Segurado, que este ou seus representantes, prepostos ou empregados: a) transgredir os prazos, não fizer as comunicações devidas ou não cumprir quaisquer das obrigações que lhe cabem pelas condições do presente seguro; b) exagerar de má fé os danos causados pelo sinistro, desviar ou ocultar, no todo ou em parte, os bens ou mercadorias sobre as quais verse a reclamação; c) dificultar qualquer exame ou diligência necessária para a ressalva de direitos contra terceiros ou para redução dos riscos e prejuízos; d) praticar qualquer fraude ou falsidade que tenha influído na aceitação do risco ou nas condições do seguro. Cláusula 14 – Inspeções O Segurador poderá proceder, em qualquer tempo, às inspeções e verificações que considerar necessárias ou convenientes, com relação ao seguro e ao prêmio, e o Segurado assume obrigação de fornecer os esclarecimentos, os elementos e as provas que lhe forem solicitadas pelo Segurador. Cláusula 15 – Reembolso 15.1. Se o Segurador não liquidar diretamente a reclamação, poderá autorizar o Segurado e efetuar o correspondente pagamento, hipótese em que ficará obrigado a reembolsá-lo no prazo de 10 (dez) dias, corridos, a contar da apresentação da prova do pagamento. 15.2. O reembolso poderá ser acrescido das despesas de socorro e salvamento, armazenagem, guarda, reembalagem, outras que tenham sido feitas para salvaguardar os bens ou mercadorias, e as decorrentes de medidas solicitadas pelo Segurador. Cláusula 16 – Rescisão 16.1. O presente contrato de seguro poderá ser rescindido por quaiquer das partes, mediante prévio aviso dado por escrito. A partir do 15º dia corrido, contado da data do aviso, o contrato estará automaticamente cancelado, ressalvados os riscos em curso. 16.2. Fica, ainda, entendido que se o pedido de cancelamento for por parte do Segurado, o Segurador reterá o prêmio calculado de acordo com a Tabela de Prazo Curto, além do custo de apólice e impostos. Se for por iniciativa do Segurador, este reterá do prêmio recebido, a parte proporcional ao tempo decorrido, além do custo da apólice e impostos, sem prejuízo do disposto na Cláusula 13 desta apólice. Cláusula 17 – Sub-rogação
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Ao pagar a correspondente indenização, por motivo de sinistro coberto pela presente apólice, o Segurador ficará automaticamente sub-rogado, até o montante da indenização, em todas os direitos e ações que competirem ao Segurado contra terceiros, obrigando-se o Segurado a facilitar os meios ao pleno exercício desta subrogação. O Segurador não pode valer-se do instituto da sub-rogação em prejuízo do Segurado. Cláusula 18 – Prescrição Toda reclamação com fundamento na presente apólice prescreve nos prazos e na forma que a legislação de cada país signatário do Convênio estabelecer. Cláusula 19 – Foro competente O foro competente será aquele determinado nas condições particulares desta apólice.
Fonte:http://portal.sulamericaseguros.com.br/data/files/8A6180872001794D01200F4F37F971AE/RCTRVI_-_Responsabilidade_Civil_do_Transportador_Rodovi%C3%A1rio_em_Viagem_Internacional__Danos_a_Carga.pdf.

1.5.8 RCF-DC Responsabilidade Civil Facultativa do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga A contratação desse seguro garante riscos contra roubo de cargas transportadas. A cobertura abrange roubo por ameaça grave ou violência, e também o chamado desaparecimento de carga (quando o veículo transportador é levado pelos bandidos). A complexidade do seguro de transportes decorre da grande variedade de cargas, tipo de transporte, mercadoria, embalagem, perecibilidade, destino, período coberto, tipo de cobertura (completa, parcial, etc.), frequência de ocorrências e valores indenizados. Quanto menores forem a frequência e os valores indenizados menor será a taxa de seguro.

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Apólice tipo RCF-DC Fonte: BR Cargo.

1.6 Outros Documentos que podem ser solicitados 1.6.1 Certificado de Origem É o documento providenciado pelo exportador, É emitido pelas Federações de Agricultura, da Indústria e do Comércio, por Associações Comerciais, Centros e Câmaras de Comércio. O importador o utiliza para comprovação de origem da mercadoria e habilitação, isenção ou redução do imposto de importação, em decorrência de disposições previstas em acordos internacionais, ou em cumprimento de exigências impostas pela legislação do país de destino. Os certificados fornecidos mediante a apresentação de cópia da Fatura Comercial e documentos de análise previstos em cada acordo internacional.

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Modelo de Certificado de Origem. Fonte: Aprendendo a Exportar.

1.6.2 Certificado de Origem Form A O Certificado de Origem Form A é o documento por meio do qual o governo do país exportador beneficiário do SGP atesta que os produtos nele relacionados foram produzidos em consonância com as regras especificadas pelo outorgante no âmbito do Sistema. É emitido como prova documental de origem exclusivamente para a solicitação das preferências tarifárias do SGP, mediante pedido por escrito do exportador ou de seu representante autorizado. Os Estados Unidos, o Canadá e a Nova Zelândia são os únicos outorgantes que dispensam a apresentação do Form A. O DEINT é a autoridade governamental competente pela administração do SGP no Brasil, e a competência para a emissão, com a devida chancela governamental exigida pelos outorgantes, foi delegada ao Banco do Brasil, conforme a Circular SECEX no 5/2002.
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O formato do certificado segue as especificações definidas pela UNCTAD (Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento). No Brasil, é emitido um conjunto de três vias do Certificado de Origem Form A. A Via I do Certificado cujo o fundo segue um padrão guilhochado verde, tornando visíveis quaisquer falsificações por processos mecânicos ou químicos, deve ser apresentada à alfândega do país importador para que se possa solicitar o benefício tarifário do SGP. A emissão do Form A em favor de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (EPP’s) é gratuita, de acordo com o Decreto no 3.474, de 19 de maio de 2000, e a Lei no 9.841, de 05 de outubro de 1999.

Modelo de Certificado de Origem Form A. Fonte: Sebrae.

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1.6.3

Certificado de Origem ALADI

Regime de Origem da ALADI foi aprovado pela Resolução n.º 78, de 24/11/1987 e consolidado pela Resolução n.º 252, de 4/8/1999. Esse Regime é mais flexível que o estabelecido pelo Mercosul. Nos casos em que o requisito de origem é o valor agregado, é permitido que os produtos tenham 50%, no mínimo, de conteúdo nacional para todos os países, exceto para os de menor desenvolvimento econômico, que poderão ter 40%. No Regime de Origem do MERCOSUL é necessário que o produto apresente 60% de conteúdo regional.

Modelo de Certificado de Origem ALADI. Fonte: Sebrae.

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1.6.4

Certificado de Origem MERCOSUL

Visando uma inserção mais competitiva na economia internacional, os fundadores do Mercosul formalizaram no Tratado de Assunção seus modelos de desenvolvimento, caracterizado pelo incentivo à abertura econômica e aceleração dos processos de integração regional. O Tratado de Assunção estabeleceu mecanismos para a formação de uma Zona de Livre Comércio e de uma União Aduaneira. O principal objetivo era criar meios para ampliar as dimensões dos mercados nacionais, condição essencial para acelerar o processo de desenvolvimento econômico com justiça social. Este objetivo deve ser alcançado com base nos princípios de gradualidade, flexibilidade e equilíbrio, mediante o eficaz aproveitamento dos recursos naturais disponíveis, a preservação do meio-ambiente, o melhoramento das interconexões físicas, a coordenação das políticas macroeconômicas e a complementação dos diversos setores da economia. Em destaque no Tratado também a necessidade de promover o desenvolvimento científico-tecnológico e modernizar as economias para ampliar a oferta e a qualidade dos bens e serviços disponíveis, a fim de melhorar a qualidade de vida de seus habitantes. Também ficou expresso no documento que o Tratado deve ser considerado como um novo avanço para o desenvolvimento progressivo da integração na América Latina. O formulário do Certificado de Origem MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) deverá ser apresentado ante a autoridade aduaneira confeccionado mediante qualquer processo de impressão, sempre que sejam atendidas todas as exigências de medida, de formato (ISO/A4 - 210 x 297mm) e numeração correlativa. De acordo com a normativa jurídica ou administrativa de cada Estado Parte e com a prática existente em cada um deles, os formulários de Certificados de Origem poderão ser prénumerados. O mesmo não será aceito, entre outras versões em fotocópia ou transmitidos por fax. Para que as mercadorias objeto de intercâmbio possam beneficiar-se dos tratamentos preferenciais pactuados nesses acordos, o exportador deverá fazer com que os documentos de exportação sejam acompanhados do Certificado de Origem adotado pela MERCOSUL, comprovando previamente perante a Entidade Certificadora que as mercadorias vendidas cumprem com os requisitos de origem preestabelecidos nos respectivos acordos firmados entre os países membros.

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Modelo de Certificado de Origem Mercosul. Fonte: Sebrae.

1.6.5

Certificado de Qualidade

Quando uma sociedade envia um produto a um cliente, pode ser necessário certificar determinadas propriedades do produto. Por exemplo, uma sociedade química pode ter de certificar que um produto contém determinados ingredientes nas proporções adequadas. Ou, ainda, que o produto não foi danificado por calor ou umidade durante o armazenamento no depósito ou carregamento. As propriedades químicas ou físicas a serem certificadas podem ter sido registradas como resultados de controle ou documentadas como características para o lote. Um cliente pode fazer solicitações específicas para a qualidade, que podem tomar a forma de especificações específicas de cliente (tolerâncias) ou levar a controles de qualidade adicionais. O certificado de qualidade atesta que as especificações de cliente foram atendidas.
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Além dos certificados específicos de cliente, nos quais a estrutura é adaptada às necessidades do cliente, existem certificados genéricos, adequados para a utilização por um conjunto mais amplo de clientes. Um certificado é um documento que pode ser criado automática ou semiautomaticamente para um item de remessa. Em determinados casos, um certificado pode ser solicitado ad hoc de um local para o qual não existe relação cliente/fornecedor. Isso também significa que não existe uma remessa. Nesse caso, um certificado pode ser criado diretamente para um lote de controle ou um lote.

Certificado de Qualidade ISO 9001. Fonte: Hicasa, Hierros y carbones S.A.

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Cotação 

Cotação real de frete e seguro de 60 caixas de sapato para Chile – Capital. Peso total: 100kg.

As medidas das caixas são 10cm de altura, 20cm de largura e 32cm de comprimento;  Cada caixa tem 0,64m³ de volume, multiplicando por 60, temos 38,4m³ como volume total da nossa exportação para o Chile;  Utilizaremos o Incoterm CFR (Cost and Freight);  O texto a ser utilizado para o envio de emails para o frete marítimo: Bom Dia/ Boa Tarde/ Boa Noite, Somos da empresa X e estamos cotando frete marítimo de sapatos na caixa (as medidas das caixas são 10cm de altura, 20cm de largura e 32cm de comprimento e o peso total é de 100kg) para o Chile, para o Porto de Valparaíso utilizando o CFR com a entrega prevista para a primeira semana de agosto. (Nome da Empresa) (Nome do Responsável pela cotação)
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(Telefones) O texto a ser utilizado para o envio de emails para o frete rodoviário para o porto de Santos no estado de São Paulo: Bom Dia/ Boa Tarde/ Boa Noite, Somos da empresa X e estamos cotando frete rodoviário de sapatos na caixa (as medidas das caixas são 10cm de altura, 20cm de largura e 32cm de comprimento e o peso total é de 100kg) sem seguro para o Porto de Santos com a entrega para a primeira semana de agosto. (Nome da Empresa) (Nome do Responsável pela cotação) (Telefones) 3 Embalagens no Comércio Exterior 

A embalagem correta e apropriada para cada tipo de carga faz toda a diferença em qualquer modalidade de transporte e ela deve sempre se adequar ao produto e não o produto a embalagem. O principal objetivo da embalagem é proteger as características da carga e preservar a qualidade das mercadorias nela contidas. 3.1 Marcação A marcação tem uma importância particular na distribuição física, pois constitui a identificação de cada unidade de carga. Neste item, devemos sempre lembrar dos quesitos: legibilidade, localização, informação, conformidade, etc. Além disso, deve-se considerar os símbolos pictóricos internacionais e de cargas perigosas.

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3.1.1 Símbolos pictóricos da ISO

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3.1.2 Símbolos de cargas perigosas 3.1.2.1 Classe 1 - Explosivos

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3.1.2.2 Classe 2 - Gases

3.1.2.3 Classe 3 – Líquidos Inflamáveis

3.1.2.4 Classe 4 – Sólidos Inflamáveis

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3.1.2.5 Classe 5 – Oxidantes e Peróxidos Orgânicos

3.1.2.6 Classe 6 – Tóxicos e Substâncias Infecciosas

3.1.2.7 Classe 7 – Substâncias Radioativas

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3.1.2.8 Classe 8 – Substâncias Corrosivas

3.1.2.9 Classe 9 – Miscelaneous/Diversos

3.2 Embalagem Argentina 3.2.1 Requerimentos Gerais de Rotulagem De acordo com o Ato de Lealdade Comercial nº 22.802, de 11 de Maio de 1983, todos os produtos cosméticos devem conter uma indicação visível do tipo de produto, país de origem, qualidade, pureza ou mistura e o conteúdo neto, no visor principal da embalagem, rótulo ou caixa. Entretanto, existe uma exceção específica para produtos cosméticos e de higiene considerados “de luxo”, sob os quais estas informações requeridas podem ser fornecidas em outro lugar que não o visor principal. O uso de colantes em rótulo de produtos importados é permitido. Requerimentos de rotulagem para produtos cosméticos são estabelecidos na Disposição ANMAT 374/ 2006, Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes de 23 de Janeiro de 2006, publicados no Jornal Oficial de 1 de Fevereiro de 2006. Este substituiu a Dispositivo ANMAT nº 1110/ 99 e fornece o período de 1 ano de venda direta (terminando em 2 de Fevereiro de 2007) para produtos que não cumprem com os novos requerimentos de embalagem. A frase “producto de tocador” não é mais requerida no rótulo de produtos. Não existe proibição do uso simultâneo de outro idioma, com tanto que ao idioma estrangeiro seja dado igual ou menor destaque que o idioma espanhol e que o texto traduzido para o espanhol seja igual ou texto original.

3.2.2 Propaganda/ Apelo Nenhum apelo terapêutico pode ser feito em relação a qualquer produto cosmético, nem indicar usos ou aplicações diferentes daqueles mencionados no depoimento
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juramentado para registro do produto. Qualquer propaganda ou rotulagem que possa causar erro ou confusão em relação à natureza, origem, qualidade, pureza, mistura ou quantidade de produtos pré-embalados é proibida. Além disso, a oferta de prêmios sujeitos à sorteios ou competições, nos quais a compra de mercadorias é requerida para participação, é também proibida pelo Ato de Lealdade Comercial. Propagandas devem cumprir com a Resolução nº 20/ 2005 do Ministério da Saúde e com a Disposição 4980/ 2005, Anexo I, Normas Gerais e o Anexo V, Normas Especiais para Pré-aprovação de Propagandas de Produtos Cosméticos não é mais requerido. De acordo com a ANMAT 1108/99, apelos específicos feitos a uma propriedade do produto que implica testes prévios, tais como “dermatologicamente testado”, “nãoirritante”, “nãosensibilizante”, “não-fototóxico”, “hipoalergênico”, “segurança comprovada clinicamente”, “oftalmologicamente testado”, “fator de proteção solar SPF)”, “resistente á água” (se apropriado), “repelente” e outros apelos onde testes específicos são sugeridos devem ser comprovados e a documentação do teste atual ou dados apropriados da literatura científica deve ser submetida juntamente com a petição de registro de peorduto. A ANMAT 4510/ 2000 lista os únicos apelos aceitos para produtos cosméticos para o tratamento da celulite. A Disposição 345/ 2006, a qual internaliza a Resolução Mercosul 07/ 2005 permite o uso de apelos antigamente proibidos para produtos tais como cremes dentais antiplaca, xampu anti-caspa, creme anti-celulite, produtos para a pele com acne entre outros. 12 MANUAL DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL PARA A 3.2.3 Advertências Frases de advertências são prescritas pela ANMAT 374/ 2006 e são em geral muito similares àquelas requeridas pela lei dos EUA e da União Européia. Elas devem aparecer no idioma espanhol tanto na embalagem primária como secundária. Ênfase especial é dada à advertência “Mantener fuera Del alcance de los niños” (manter fora do alcance de crianças). 3.2.4 Lista de Ingrediente A rotulagem de todos os ingredientes é requerida pela ANMAT 374/ 2006. Os ingredientes devem ser listados em ordem decrescente de concentração percentual na embalagem secundária, utilizando nomenclatura INCI como publicado no CTFA International Cosmetic Ingredient Dictionary and Handbook ou no Inventário INCI Europeu. Dupla rotulagem (CTFA/ Inventário Europeu) é permitida. 3.2.5 Rotulagem Ambiental Não existe requerimento para rotulagem ambiental. 3.2.6 Metrologia A lei 19.511 estabelece o uso do sistema métrico na Argentina. De acordo com o Regulamento 100/ 83 do Ministério da Economia, o conteúdo neto na rotulagem deve ser expresso no sistema métrico. Dupla rotulagem (métrica/ usualmente utilizada nos EUA) é aceita.

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3.2.7 Embalagens Pequenas e Outras Exceções Se não existe espaço suficiente para incluir advertências (precauções) e instruções para o uso, estes podem ser inclusos em um encarte. “Ver folheto adjunto” deve ser indicado na embalagem primária. 3.3 Estados Unidos da América 3.3.1 Requerimentos Gerais de Rotulagem A rotulagem de produtos cosméticos e de medicamentos OTC é regulada sob a FDCA e a FPLA. Os requisitos gerais de rotulagem para os produtos cosméticos encontramse no Título 21 CFR Parte 701. Os requisitos gerais de rotulagem para produtos medicamentosos encontram-se no Título 21 CFT Partes 201 e 330. O rótulo de um produto cosmético-medicamentoso precisa cumprir com os requisitos da FDA tanto para produtos cosméticos como para medicamentos OTC. Os requisitos específicos de rotulagem para os medicamentos OTC sob Monografia encontram-se na respectiva Monografia de Medicamento OTC. Regulação da sinalização do país de origem é encontrada no Título 9 CFR Parte 134. Rotulagem do país de origem é requerida pelo Departamento de Comércio Americano e é reforçada pelo Serviço Aduaneiro Americano (U.S. Customs Service). Medicamentos OTC devem ser rotulados de acordo com o Drug Facts Rule encontrado no 21 CFR 201.66. A FDA editou um Guideline for Industry, Labeling OTC Human Drug Products (Guia para Indústria, Rotulagem para Produtos Medicamentos OTC para Humanos),o qual pode ser baixado do site da FDA (www.fda.gov). Um resumo dos requerimentos gerais de rotulagem de cosméticos e cosméticos considerados medicamentos OTC, está disponível nos Anexos 3 e 4. 3.3.2 Itens de Rotulagem 3.3.2.1 Marca: Não exigida para produtos cosméticos e medicamentos OTC. 3.3.2.2. Declaração de identificação: Exigida tanto para produtos cosméticos como para medicamentos OTC. A declaração precisa aparecer no painel principal de identificação na embalagem secundária para produtos cosméticos e no painel principal de identificação tanto na embalagem secundária como na primária para medicamentos OTC. 3.3.2.3 Instruções para utilização: Exigidas nos medicamentos OTC, e apenas se for necessário para produtos cosméticos. 3.3.2.4 Lista de ingredientes: Exigida tanto para produtos cosméticos como para medicamentos OTC. A inclusão dos ingredientes na rotulagem de produtos cosméticos é exigida nos Estados Unidos desde 1976. Nas embalagens secundárias dos produtos no mercado varejo (amostras grátis ou produtos profissionais e maquilagem para o teatro estão isentos) precisa constar uma lista de todos os ingredientes contidos em um produto cosmético na ordem descendente da sua predominância. Existe uma exceção para fragrâncias e
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aromatizantes, que podem ser indicados por uma designação genérica de “fragrância” ou “aromatizante” em vez de utilizar seu nome. Além disso, se a FDA conceder um status de segredo comercial a outros ingredientes, tais ingredientes seriam isentos das exigências de inclusão, porém, a frase and other ingredients [e outros ingredientes] aparece obrigatoriamente no final da declaração de ingredientes. A rotulagem fora da embalagem (uma etiqueta, fita ou cartão) pode ser utilizada em certas situações onde a embalagem possui espaço insuficiente para um rótulo, ou se for um recipiente decorativo. Os ingredientes precisam ser identificados pelo seu nome estabelecido. A principal fonte de nomes estabelecidos para ingredientes de produtos cosméticos é o Dicionário e Manual 3.3.2 MANUAL DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA 15 Internacional de Ingredientes Cosméticos da CTFA (Dicionário CTFA) e é reconhecido oficialmente como tal pela FDA (veja 21 CFR 701.3(c)(i)). Estes nomes estabelecidos são conhecidos como nomes INCI (Ingredientes Cosméticos da Nomenclatura Internacional) e são, na sua maioria, nomes quase químicos, criados a partir do latim ou da nomenclatura científica que é padrão no mundo inteiro. O Comitê de Nomenclatura Internacional CTFA recebe solicitações e designa novos nomes INCI que são então acrescentados a subsequentes edições do Dicionário CTFA. Nomes triviais devem ser disponibilizados em inglês. Corantes sintéticos orgânicos devem ser indicados pelo seu nome US FDA. Dupla rotulagem com nomes triviais em latim e números CI para corantes é admitido. É importante notar que o Dicionário e Manual Internacional de Ingredientes Cosméticos CTFA não trata de questões de segurança, e a presença ou ausência de um ingrediente no Dicionário CTFA não implica na aprovação ou rejeição pela FDA ou pela CTFA da utilização do ingrediente em um produto cosmético.

Se um produto cosmético for também um medicamento, a declaração de ingredientes deve obrigatoriamente indicar primeiro os ingredientes ativos de acordo com os seus nomes da Pharmacopoeia EUA (USP), seguidos dos ingredientes não ativos na ordem descendente da sua predominância e de acordo com os seus nomes INCI. É obrigatório que o ingrediente ativo de um produto cosmético-medicamentoso também apareça no recipiente interno. A formatação específica destas informações é indicada em 21 CFR 201.66 assim como no documento Orientação para a indústria publicado pela FDA. Note que um ingrediente a ser utilizado tanto como ingrediente ativo de um medicamento e como ingrediente de produto cosmético poderá ter diferentes nomes USP e INCI. Um exemplo é o ácido p-aminobenzóico (um filtro solar). Quando utilizado em uma formulação destinada a proteger a pele contra queimaduras do sol, ele é ingrediente ativo de medicamento e o nome USP estabelecido para medicamentos é Aminobenzoic Acid. Por outro lado, quando utilizado para proteger os corantes de uma
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formulação contra degradação por raios UV, é utilizado o nome INCI, PABA. Se existirem tais diferenças, são anotadas no Dicionário CTFA. Os ingredientes com concentração inferior a 1% poderão ser enumerados no final em qualquer ordem. Além disso, os aditivos corantes nos produtos matizados também poderão ser enumerados aleatoriamente após as palavras: may contain…[pode conter...]. A utilização do símbolo +/- conforme utilizado na UE sem as palavras may contain... não é aceitável, mas a combinação do símbolo e das palavras pode ser utilizada. Enquanto a maioria dos nomes INCI seja idêntica no Dicionário CTFA e no Inventário de Ingredientes Cosméticos da UE, existem diferenças notáveis entre os requisitos da enumeração dos ingredientes nos Estados Unidos e na UE na nomenclatura dos aditivos corantes, para ingredientes comuns ou “triviais”, e ingredientes botânicos. Os corantes são enumerados na UE pelo número CI (Índice de Cores), por exemplo CI 45380, e nos Estados Unidos, pela designação abreviada U.S. FDA, por exemplo Red 21. O nome comum em inglês é utilizado nos EUA para ingredientes comuns ou “triviais”, por exemplo Water, Beeswax [Água, Cera de abelha], e o nome Pharmacopoeia da UE em latim é usado na UE, por exemplo: Água, Cera Alba. Os nomes de ingredientes botânicos precisam ser indicados pelos seus nomes comuns em inglês, pela parte da planta e tipo de preparação (extrato, destilado, sumo, pó, ou óleo) para o mercado dos EUA, por exemplo: Peach Flower Extract [Extrato de Flor de Pêssego]. No mercado da UE é exigida a utilização do Nome Binomial em Latim (gênero, espécie), por exemplo: Prunus Persica. Os nomes INCI para ingredientes botânicos foram revisados para a última edição do Dicionário para cumprir com os requisitos tanto dos EUA como da UE, por exemplo: Prunus Persica (Peach) Flower Extract [Extrato de Flor de Prunus Persica (Pêssego)]. Onde existem diferenças, é permitido incluir rotulagem dupla para que um só rótulo possa ser utilizado para ambos os mercados. No entanto, não há regulamento sobre como apresentar uma lista dupla de ingredientes, portanto, a apresentação em si é a critério do fabricante.

Qualquer um dos nomes poderá aparecer primeiro e um dos nomes poderá aparecer em parênteses, por exemplo: Water (Água), Red 21 (CI 45380). 3.3.3 Nome e endereço do fabricante ou agente do fabricante Exigido tanto para produtos cosméticos como para medicamentos OTC tanto no recipiente externo como no interno. O endereço poderá ser omitido se for possível encontrá-lo na atual lista telefônica ou guia da cidade. 3.3.4 Número/código de lote A identificação do lote não é exigida para produtos cosméticos, no entanto, poderá ser conveniente com relação a boas práticas comerciais. É exigida para medicamentos OTC (é possível encontrar detalhes em 21 CFR 211.188).
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3.3.5 Data de expiração Exigida apenas para medicamentos OTC, quando constarem na sua rotulagem instruções de dosagem e apenas se não forem “estáveis por um mínimo de três anos, conforme sustentarem os dados de estabilidade.” 3.3.6 Requisito de idioma Todas as declarações exigidas serão obrigatoriamente em inglês. Qualquer outro idioma também poderá ser utilizado, contanto que todas as informações exigidas também apareça nesse idioma. Para produtos destinados a serem comercializados na Comunidade de Porto Rico e em territórios dos EUA onde o idioma predominante é outro que inglês, o idioma predominante poderá ser substituído no lugar do inglês, com a exceção da declaração do país de origem (veja abaixo). 3.3.7 País de origem Os produtos importados para os EUA devem obrigatoriamente conter uma declaração em inglês que indique o país de origem no recipiente externo com os seguintes dizeres: Made in (nome do país em inglês) ou Product of (nome do país em inglês) ou dizeres com outro sentido semelhante que claramente identifique o país de origem. Se o país de origem for um país signatário do NAFTA, a declaração poderá aparecer em inglês, francês ou espanhol. 3.3.8 Porcentagem alegada de ingredientes A declaração de porcentagem de ingredientes ativos é exigida nos recipientes interno e externo de medicamentos OTC. 3.3.9 Advertências Conforme exigidas ou necessárias tanto para produtos cosméticos como para medicamentos OTC. Os produtos cosméticos que possam ser nocivos quando usados inadequadamente, ou que possivelmente não sejam utilizados de acordo com as instruções nos rótulos, devem conter nos seus rótulos advertências apropriadas e instruções adequadas para a sua utilização inócua. Certos produtos obrigatoriamente devem conter na sua rotulagem advertências ou declarações de cautela prescritas pela regulamentação (veja 21 CFR 740). Quando uma advertência específica for exigida pela lei, a declaração não poderá ser parafraseada, mas será utilizada exatamente como aparece no regulamento aplicável. Os produtos cosméticos em recipientes pressurizados (produtos de aerossol), produtos de banho de espuma para crianças, e tinturas para cabelo são exemplos de produtos que exigem tais declarações. Advertências para medicamentos OTC são prescritas nas Monografias OTC individuais conforme a categoria do produto (por exemplo, Filtros solares, Protetores da Pele, Anti-transpirantes, etc.), assim como nas seções correspondentes de 21 CFR 201 e 21 CFR 330. Certos estados criaram legislação que talvez exija advertências específicas. Por exemplo, a Lei de Execução da Pureza de Água Potável e de Substâncias Tóxicas da Califórnia de 1986, geralmente conhecida como Proposição 65 exige, entre outras coisas, que qualquer um que expõe uma pessoa a um produto químico que “no conhecimento do estado” causa câncer ou danos ao sistema reprodutivo obrigatoriamente fornecerá uma advertência. Há outros estados atualmente no processo de criar legislação semelhante.
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3.3.10 Quantidade líquida A declaração de quantidade líquida do conteúdo dos produtos cosméticos precisa ser expressa tanto no sistema normal dos EUA como no SI (Système International d’unités), normalmente conhecido como sistema métrico. Qualquer um dos dois poderá ser declarado em primeiro lugar. Existem requisitos específicos para o tipo, o tamanho, e a posição dos dizeres nas embalagens. A regulamentação que controla a rotulagem da quantidade líquida encontra-se em Título 21 CFR 701.13. As unidades de pesos e medidas normais para os EUA são a libra e onça avoirdupois para produtos cosméticos sólidos, semi-sólidos e viscosos. Para líquidos, nos Estados Unidos, usa-se onças fluidas conforme cálculos baseados no galão dos EUA definido no 21 CFR 701(b) como 231 polegadas cúbicas a 68 °F (20 °C). Existe uma leve diferença entre a medida de volume no sistema dos EUA e o sistema Imperial usado no Reino Unido e em certos outros países. A medida de volume pode ser expressa como quart, pint e onças fluídas. 3.3.11 Propaganda/ Apelo A propaganda é regulada pelo FTC. O padrão de verificação é se um uma propaganda é enganosa ou falha. Nenhuma licença pré-comercialização é requerida para propaganda de cosmético e propaganda comparativa é permitida. A National Advertising Division (NAD) (Divisão Nacional de Propaganda) do Council of Better Business Bureaus (BBB) (Conselho de Agências para Melhores Negócios) monitora a acurácia e a veracidade da propaganda nacional. O NAD investiga reclamações sobre apelos falsos ou enganosos e determina se os apelos anunciados são comprovados. O NAD não possui autoridade legal, mas possui métodos para persuadir os anunciantes a cumpri-los. O FTC tem ampla autoridade legal para regular apelos de propaganda sob Seção 5 do FTC Act, o qual “proíbe atos ou práticas mentirosas ou enganosas que afetem o comércio”. O principal método pelo qual o FTC regula propaganda é investigando individualmente propagandas que tenham motivos para acreditar serem falsas, enganosas ou falhas. Fabricantes devem ser capazes de substanciar os apelos de propaganda e os dados de comprovação devem estar disponíveis na ocasião que o apelo é feito. É importante notar que, em virtude dos apelos, mesmo na ausência de um reconhecido ingrediente “ativo”, um produto pode ser classificado como medicamento. Produtos intencionados a serem vendidos como cosméticos que fazem apelos de medicamentos são classificados como sendo enganosos e estão sujeitos à ação de execução da FDA. Apelos ambientais são geralmente sujeitos à mesma autoridade legal que outras propagandas e apelos de rotulagem. A nível federal, apelos ambientais são regulados pelo FTC sob o 1992 FTC Guidelines for the Use of Enviromental Marketing Guidelines (Guia do FTC para o Uso do Guia de Marketing Ambiental). Estados geralemente regulam apelos ambientais sob suas leis de prática de comércio ilegais, as quais frequentemente incluem um Little FTC Act (Pequeno 18 MANUAL DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Ato do FTC), ou sob legislações especiais promulgadas para regular certos tipos de apelos ambientais.
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3.3.12 Embalagens Pequenas e Outras Exceções Isenção de certos requerimentos de embalagem para certas embalagens pequenas de produtos cosméticos são encontrados no 21 CFR 1.24 (c) (1) – (2) e no 21 CFR 701.13 (e). Estes se aplicam à embalagens que contém menos que ¼ de onça por peso (avoirdupois) ou menos que 1/8 de onça fluída. Isenções relacionadas à rotulagem de ingredientes cosméticos são encontradas em 21 CFR 701.3 (p). Medicamentos OTC devem ser rotulados de acordo com o Drug Facts Rule encontrados no 21 CFR 201.66. Embora existam cláusulas para algumas aprovação prévia da FDA é requerida caso a caso como fornecido no 21 CFR 201.66 (e). Ato do FTC), ou sob legislações especiais promulgadas para regular certos tipos de apelos ambientais. 3.3.13 Embalagens Pequenas e Outras Exceções Isenção de certos requerimentos de embalagem para certas embalagens pequenas de produtos cosméticos são encontrados no 21 CFR 1.24 (c) (1) – (2) e no 21 CFR 701.13 (e). Estes se aplicam à embalagens que contém menos que ¼ de onça por peso (avoirdupois) ou menos que 1/8 de onça fluída. Isenções relacionadas à rotulagem de ingredientes cosméticos são encontradas em 21 CFR 701.3 (p). Medicamentos OTC devem ser rotulados de acordo com o Drug Facts Rule encontrados no 21 CFR 201.66. Embora existam cláusulas para algumas isenções, aprovação prévia da FDA é requerida caso a caso como fornecido no 21 CFR 201.66 (e). 3.3.14 Tamanho Padrão Não existem requerimentos para que cosméticos sejam embalados em tamanhos padronizados ou quantidades prescritas nos EUA. 3.3.15 Embalagem enganosa A FDA e vários estados publicaram leis que proíbem embalagens enganosas. 3.3.16 Conteúdo de Material de Embalagem A FDA não possui especificações para o uso de material reciclado na embalagem de cosméticos. Entretanto, o FDCA requer que as embalagens de cosméticos e componentes de embalagem sejam seguros e incapazes de adulterar o produto contido dentro do recipiente. “Componentes de embalagem” incluem rótulos, adesivos, corantes, tintas, pigmentos, estabilizadores ou qualquer outro aditivo na embalagem. Não existem restrições quanto ao tipo de plástico ou resina utilizado na embalagem. Alguns estados aprovaram leis limitando o conteúdo de quatro metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio e crômio hexavalente) na embalagem. Todos os materiais de embalagem, incluindo plástico, ferro, alumínio, vidro e papel estão sujeitos a limites de metais pesados. A Diretiva Europeia 94/62/EC sobre Embalagem e Descarte de Embalagem está harmonizada com os limites dos EUA para metais pesados.

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3.3.17 Codificação de Material de Construção Em 1988, A Society of the Plastics Industries (SPI) adotou seu Voluntary Plastic Container Coding System (Sistema de Codificação Voluntário de Recipientes de Plástico) a fim de identificar os plásticos mais comumente usados e facilitar a classificação para reciclagem. A maioria dos estados adotou alguns formulários do Sistema de Codificação de Resinas do SPI. O Congresso propôs uma lei federal para estabelecer o código de resinas SPI como sendo uniforme, um padrão nacional; entretanto estas tentativas não tiveram sucesso até o momento. 3.3.18 Aerossóis De acordo com o 21 CFR 701.13 (h) (1), cosméticos em recipientes autopressurizados devem declarar a quantidade de produto, incluindo o propelente que será expelido. Regulações federais não tratam se a declaração da quantidade líquida deve ser por peso ou volume; entretanto, a maioria dos estados requerem que os aerossóis sejam rotulados por peso. Existe um número específico de advertências que podem ser requeridas (21 CFR 740.11) para cosméticos em recipientes auto-pressurizados. Todos os produtos, independentemente do propelente utilizado, deve ser rotulado com a seguinte advertência: “Warning: Avoid spraying into eyes. Contents under pressure. Do not store at temperature above 120 °F. Keep out of reach of children.” (Advertência: Evite pulverizar nos olhos. Conteúdo sob pressão. Não perfure ou incinere. Não armazenar a temperatura acima de 120 °F. Manter for a do alcance de crianças)” 3.4 Arábia saudita 3.4.1 Considerações gerais As normas SSA sobre recipientes metálicos para aerosol (Metal Aerosol Dispensers) e sobre produtos específicos (tais como xampu, perfume e creme dental) contém especificações de rotulagem. Produtos de perfumaria não podem ser embalados em recipientes maiores do que 250 cc e não devem conter mais do que 90% de etanol em volume, exceto para produtos em aerosol. Adicionalmente, produtos de perfumaria que contenham menos do que 8% de óleo essencial devem ser acondicionados ou em recipientes de aerosol ou em frascos equipados com uma bomba de spray não removível. Não há restrições na quantidade de matéria prima na embalagem do produto, e não há exigências quanto à indicação do material de construção da embalagem. 3.4.2 Aerossóis O propelente não deve causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente. Devem estar de acordo com as regulamentações publicadas pela SASO.

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3.4.3 Testes de comprovação de segurança e eficácia Cada embarque de produto deve estar acompanhado por um Certificado de Conformidade de acordo com a norma relativa ao produto assim como o padrão microbiológico, quando aplicável. 4. Pesquisar a malha ferroviária e rodoviária brasileira 4.1 Malha Ferroviária Brasileira O Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial, com 8.511.965 km2, a quinta maior população mundial, com 192.304.735 habitantes (até o início do ano de 2010), e com o oitavo maior Produto Interno Bruto do mundo com 1,481.547 trilhão de dólares (dados do FMI, em outubro de 2009). Entretanto, mesmo com o gigantesco potencial econômico, político e social, o Brasil possui somente 29.706 quilômetros de extensão de malha ferroviária, com ligações ferroviárias com a Argentina, a Bolívia e o Uruguai. Nos países nos quais existem dimensões territoriais continentais comparados com as extensões territoriais brasileiras, as malhas ferroviárias são muito maiores. A atual malha ferroviária brasileira encontra-se em condições precárias, encontrandose sucateada e esquecida pelo Governo Federal e principalmente pelas empresas privadas, que pouco investem na área de transportes. As conseqüências do sucateamento da malha ferroviária brasileira são inevitáveis. Teoricamente, o sistema ferroviário brasileiro poderia muito bem transportar muito mais cargas e passageiros, considerando a enorme extensão territorial brasileira, e os custos que podem ser muito menores do que se forem transportados por rodovias, hidrovias, e por transportes aéreos. Na prática, o sistema ferroviário brasileiro infelizmente transporta poucas cargas e passageiros, sendo considerado grande desperdício nacional de gastos. Nos países nos quais existem dimensões territoriais continentais comparados com as extensões territoriais brasileiras, as malhas ferroviárias são muito maiores. A malha ferroviária nos outros países do mundo, em comparação:       A França contém cerca de 35 mil quilômetros de malha ferroviária (1,17 vezes maior que a malha ferroviária brasileira); O pequeno Japão contém cerca de 43 mil quilômetros de ferrovias (cerca de 1,4 vezes maior); Na China são cerca de 60 mil quilômetros (pouco mais de 2 vezes maior); Na Índia são cerca de 63 mil quilômetros (cerca de 2,12 vezes maior); Na Rússia são cerca de 85 mil quilômetros (cerca de 2,8 vezes maior); Nos Estados Unidos são cerca de 226 mil quilômetros de extensão (cerca de 7,6 vezes maior).

Lembrando sempre que a França e o Japão são países ricos e desenvolvidos, com maior malha ferroviária que o Brasil, mas com tamanho de estados brasileiros.
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Através dos poucos e esquecidos 29.706 quilômetros de extensão de malha ferroviária, o Brasil transporta somente 23% da carga da Economia do país, sendo que a média dos outros países grandes países como o Brasil é de cerca de 40%. Para se ter uma idéia, a Rússia (que é o maior país do mundo em extensão territorial) com 85 mil quilômetros de extensão ferroviária, transporta cerca de 80% da carga da Economia. O transporte de cargas e passageiros no Brasil é extremamente dependente da atual e também em más condições malha rodoviária brasileira, levando-se em conta algumas exceções. Alguns estudiosos crêem que o custo de implantação do Sistema Ferroviário é muito alto, e, portanto o Governo Federal não deveria investir nesta importante e indispensável área econômica para o desenvolvimento econômico-social brasileiro. Entretanto, o custo transporte rodoviário é maior ainda, levando-se sempre em consideração, a instalação de policiamento ao longo das rodovias, as emergências quando há acidentes, além do custo de congestionamentos incluindo a poluição nas cidades maiores. Investir no Sistema Ferroviário nacional significa descentralizar e aliviar a sobrecarga do transporte de cargas e pessoas, das já defasadas Rodovias e Aeroportos brasileiros. Referência Bibliográficas: STEFANI, Celia Regina Baider – O sistema ferroviário paulista- um estudo sobre a evolução do transporte de passageiros sobre trilhos;Universidade de São Paulo/ Faculdade de Filosofia , Letras e Ciências Humanas/Departamento de Geografia; São Paulo, 2007 http://www.transportes.gov.br/bit/inferro.htm http://fredthiens.blogspot.com/2007/10/triste-malha-ferroviria-brasileira.html http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=747 http://www.antonioermirio.com.br/artigos/transp/05fol641.htm Extraído e adaptado de: http://www.webartigos.com/artigos/o-atual-estado-da-malhaferroviaria-brasileira/50069/#ixzz1wmevqk4s. A seguir vemos um mapa da malha ferroviária brasileira.

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A seguir vemos um mapa da malha ferroviária brasileira.

Mapa da Malha Ferroviária Brasileira. Fonte:http://1.bp.blogspot.com/kyx0ZJRu3W0/T4tIMuRDp5I/AAAAAAAAA2U/ FvHar9oglWM/s1600/ferroviasnetzn8.jpg.

4.2 Malha Rodoviária Brasileira Possuindo cerca de 1.355.000 quilômetros de rodovias por onde passam 56% de todas as cargas movimentadas no país, as estradas são as principais transportadoras de carga e de passageiros no tráfego brasileiro. Desde o início da república os governos sempre priorizaram o transporte rodoviário em detrimento ao transporte ferroviário e fluvial. O Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1960), que concebeu e construiu a capital Brasília, foi outro incentivador de rodovias. Kubitschek foi responsável pela instalação de grandes fabricantes de automóveis no país (Volkswagen, Ford e General Motors chegaram ao Brasil durante seu governo) e um dos pontos utilizados para atraí-los era, evidentemente, o apoio à construção de rodovias. Hoje, o país tem instalado em seu território outros grandes fabricantes de automóveis como Fiat, Renault, Peugeot, Citroën, Chrysler, Mercedes-Benz, Hyundai e Toyota O Brasil é o 7º mais importante país da indústria automobilística. Dos mais de 1.300.000 quilômetros da rede rodoviária nacional, 30% está muito danificado pela falta de conservação e apenas 140 mil quilômetros estão pavimentados.
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Parte considerável das ligações interurbanas no país, mesmo em regiões de grande demanda, ainda se dão por estradas de terra ou estradas com pavimentação quase inexistente. Durante a época de chuvas, grande parte das estradas, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, enche-se de buracos, sendo comuns, ainda que em menor quantidade, deslizamentos de terra e quedas de pontes, provocando muitas vezes prejuízos para o transporte de cargas bem como acidentes e mortes. As rodovias do país que se encontram em boas condições, exceto algumas exceções, fazem parte de concessões à iniciativa privada, assim, embora apresentem extrema qualidade, estão sujeitas a pedágios. A Rodovia dos Bandeirantes e a Rodovia dos Imigrantes são exemplos deste sistema. O transporte rodoviário de passageiros do país compreende uma rede extensa e intrincada, sendo possíveis viagens que, devido à sua duração, em outros países, só são possíveis por via aérea. Mapa das rodovias no estado de São Paulo.

Mapa das Rodovias no estado de São Paulo. Fonte: Wikipédia

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Pesquisar a quantidade de portos brasileiros e o volume de movimentação (toneladas)

Mapa dos Portos Aquaviários dos Brasil. Fonte: Portos do Brasil.

A seguir veremos um comparativo da movimentação dos 14 principais portos brasileiros nos anos de 2008 e 2009 e também sua variação. A unidade usada é o TEU (Twenty Feet Equivalent Unit) que é o tamanho padrão de contêiner intermodal de 20 pés.

Tabela da movimentação portuária brasileira. Fonte:Logística Descomplicada.

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Empresas da Malha Ferroviária Brsileira

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A seguir veremos as áreas de cobertura das principais empresas ferroviárias no ramo da logística de cargas, associadas à Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários 6.1 ALL – América Latina Logística

Mapa de abrangência da ALL. Fonte: Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

Neste mapa vemos a abrangência da América Latina Logística, desde o centro-oeste brasileiro até a Argentina, com mais de 21.300 km de linhas férreas. 6.2 Transnordestina A Transnordestina é uma ferrovia brasileira com o objetivo de ligar o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, emPernambuco, além do cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, num total de 1.728 km. O projeto é elevar a competitividade da produção agrícola e mineral da região com uma moderna logística que une uma ferrovia de alto desempenho e portos de calado profundo que podem receber navios de grande porte. Basicamente sua função geo-econômica e geopolítica é escoar a produção agrícola e mineral do Piauí do Sul por apenas dois portos do Nordeste Setentrional (Pecém) e Oriental (Suape) em detrimento do litoral norte-piauiense, beneficiando apenas partes de dois municípios nordestinos em detrimento de todo o resto da região excluída do projeto, reproduzindo a nível macro-regional o mesmo que ocorre a nível inter-regional onde São Paulo se sobrepõe a Fortaleza (por exemplo) e esta vai descontar geopoliticamente num jogador geopolítico e geoeconômico menor (neste caso o Piauí).

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Mapa de abrangência da Transnordestina. Fonte: Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

6.3 Vale O transporte ferroviário tem papel fundamental nas operações da Vale. Operamos aproximadamente 10 mil quilômetros de malha ferroviária no Brasil e temos acordos e projetos para usar linhas em países da África. Além de minério, nossas ferrovias transportam também insumos e produtos siderúrgicos, produtos agrícolas, combustíveis e materiais de construção e produtos florestais. Nossa operação ferroviária é segura e eficiente. A Estrada de Ferro Vitória a Minas, por exemplo, é considerada uma das ferrovias mais produtivas do Brasil. A Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) pertence ao sistema multimodal de logística da VALE. Com 905 quilômetros de malha ferroviária de bitola métrica, a EFVM foi inaugurada em 18 de maio de 1904 e incorporada ao sistema logístico da Vale na década de 40. Conectada às ferrovias Centro-Atlântica e MRS Logística, ao Complexo Portuário de Tubarão, ao Terminal de Vila Velha, ao Cais de Paul, Codesa e ao Porto de Barra do Riacho, em Aracruz, no Espírito Santo, a EFVM é estratégica por interligar o Sudeste e o Centro-Oeste do país. Por ano, pelos trilhos da ferrovia passam mais de 110 milhões de toneladas de produtos tais como aço, carvão, calcário, granito, contêineres, ferrogusa, produtos agrícolas, madeira, celulose, veículos e cargas diversas. O Porto de Tubarão, em Vitória, no Espírito Santo, é o destino de grande parte dos produtos transportados pela EFVM. A integração ferrovia-porto confere ainda mais eficiência ao trabalho da VALE. O Controle de Tráfego Centralizado (CTC), localizado em Tubarão, supervisiona todas as operações da ferrovia. Seu painel contém a representação esquemática da linha férrea, por meio da qual os operadores localizam os trens e decidem quais rotas devem seguir. Em Tubarão, também está localizado o único pátio ferroviário totalmente sinalizado da América Latina, o Hump-Yard. Com mais de 100 quilômetros de linhas, permite a classificação dos vagões por gravidade, por meio de um sistema totalmente computadorizado. A EFVM está apta a planejar, organizar e gerenciar as estratégias complexas que compõem um sistema intermodal.
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O transporte pode ser feito em trens unitários ou de cargas combinadas, no qual a composição é dividida entre vários clientes e suas mercadorias. Os clientes da Vitória a Minas acompanham toda a operação de transporte de suas cargas diretamente em seus computadores, interligando-os a ferrovia através do Sistema de Informações a Clientes (SIC). E podem ainda ter implantados projetos de EDI - Troca Eletrônica de Dados. Ciente da importância de uma inovação tecnológica permanente, a EFVM projeta e testa novos tipos de vagões tais como: plataformas articuladas, cegonheiros, gôndolas com caixa em aço-inox, vagões-tanque em fibra de vidro, para transporte de produtos químicos, e o intermodal "road-railer", um vagão equipado com truques rodoviários e ferroviários. Além de cargas, diariamente circula na EFVM um trem de passageiros em cada sentido entre Vitória e Belo Horizonte, transportando cerca de um milhão de pessoas por ano. A ferrovia possui também programas voltados para as comunidades vizinhas a ferrovias como o "Educação nos Trilhos", parceria da Fundação Vale do Rio Doce com o Canal Futura, o "Projeto Olha o Trem", de segurança ferroviária, e o "Trem da Cidadania". Os investimentos crescentes na expansão e a contínua melhoria da EFVM reiteram o compromisso da Vale com o desenvolvimento do sistema ferroviário nacional e posicionando a empresa como a melhor opção para o transporte de cargas do Brasil, reduzindo o custo logístico e auxiliando no crescimento do nosso país.

Mapa de abrangência da EFVM. Fonte: Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

A Estrada de Ferro Carajás (EFC) integra o sistema multimodal de logística da VALE, a maior empresa de logística e a maior investidora privada em infra-estrutura de logística do Brasil. A EFC liga o interior do Pará ao principal porto marítimo da região Norte, o Porto de Ponta da Madeira, em São Luis, no Maranhão Inaugurada em 1985, a EFC é atualmente a ferrovia mais moderna e produtiva do Brasil e uma das melhores do mundo. A ferrovia tem 892 km em linha singela, bitola de 1,60m. Ao longo dos trilhos, os vagões da EFC transportam mais de 60 tipos de produtos diferentes, com destaque para cimento, madeira, combustíveis, veículos, produtos siderúrgicos e
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agrícolas, e, principalmente, para a soja produzida no sul do Maranhão, Piauí, Pará e Mato Grosso, além do minério de ferro e manganês. Com um moderno sistema de monitoramento da malha ferroviária, o Centro de Controle Operacional da EFC gerencia todas as operações, mantendo contato com o maquinista durante o trajeto e controlando a movimentação dos trens, o que assegura segurança as nossas operações. Além disso, o centro é capaz de localizar trens em circulação e de verificar os estados dos alarmes e as restrições operacionais. Com isso, a EFC garante máxima eficiência, segurança, pontualidade e confiabilidade nos serviços de logística integrada prestados aos clientes. A Estrada de Ferro Carajás realiza ainda o transporte de passageiros com eficiência e pontualidade. O trem passa por 22 municípios (19 do Maranhão e 3 do Pará), beneficiando milhares de famílias por ser, em muitas delas, o único meio de transporte do qual dispõem. Circulando desde 1986, transporta, em média, 1.500 passageiros por dia. A ferrovia possui também programas voltados para as comunidades vizinhas a ferrovias como o "Educação nos Trilhos", parceria da Fundação Vale do Rio Doce com o Canal Futura, o "Projeto Olha o Trem", de segurança ferroviária, o "Trem da Cidadania", em parceria com o Governo do Maranhão, entre outros programas de sucesso. O investimento crescente na Estrada de Ferro Carajás reforça o compromisso da VALE com a logística de transportes no Brasil.

Mapa da Estrada de Ferro de Carajás. Fonte: Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

6.4 FCA A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) iniciou suas atividadse em 1 de dezembro de 1996, após o processamento de desestatização da malha da Rede ferroviária Federal S.A. (PFFSA) e originou-se a fusão de três superintendências:   SR2, com sede em Belo Horizonte, originária Viação Férrea Centro- Oeste e parte da Estrada de Ferro Central do Brasil; SR8, com sede em Campos e originária da antiga Estrada de Ferro Leopoldina;
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SR7, com sede m Salvador e originária da antiga Viação Férrea Leste Brasileiro. Originalmente a FCA foi consorciada pelos grupos Mineração Tacumã Ltda. (empresa controlada pela Vale), Ralph Partners, Railtex International Holdings Inc, Interférrea S.A. - Serviços Ferroviários e Intermodais, Judori - Administração, Empreendimento e Participações S.A., Companhia Siderurgia Nacional (CSN), Gruçai Participações S.A., Tupinambarana S.A. e Varbra S.A., muitos dos quais vindos de grandes empresas nacionais e participação estrangeira. A concessão foi fixada em cerca de R$316 milhões. Voltada exclusivamente para a operação ferroviária de cargas, a FCA passou a desenvolver sua logística focada, principalmente, em granéis como a soja, derivados de petróleo e álcool combustível. A partir de agosto de 1999, a Companhia Vale do Rio Doce passou a ser líder do grupo de controle da Ferrovia Centro-Atlântica, fortalecendo o processo de gestão e recuperação da empresa. Em setembro de 2003, autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a Vale assumiu o controle acionário da FCA, com 99,9%. Desde que assumiu a operação da malha Centro-Leste, a FCA tem colocado em prática um sólido plano de investimentos em recuperação da via permanente (linha férrea), aquisição/recuperação de locomotivas e vagões, melhorias tecnológicas e de segurança, meio ambiente e qualificação profissional. De 1997 até 2005, a empresa já investiu mais de R$2 bilhões.

Mapa de abrangência da FCA. Fonte: Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.

6.5 FTC
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A Ferrovia Tereza Cristina - FTC opera uma malha de 164km de extensão, em bitola métrica, localizada no Estado de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Imbituba, Laguna, Capivari de Baixo, Tubarão, Jaguaruna, Sangão, Içara, Criciúma, Siderópolis, Forquilinha, Morro da Fumaça e Urussanga. A privatização foi realizada em novembro de 1996. A FTC originou-se da malha formada pela SR9 (Tubarão) da RFFSA. A FTC é uma companhia de capital fechado, tendo como principais acionistas a Santa Lúcia Concessões Públicas S.A., Administração e Empreendimentos Vasone Ltda., Apply Comércio e Empreendimentos Ltda, entre outros. A área de atuação da FTC compreende a região carbonífera e o pólo cerâmico, localizados na região de Criciúma, Sul de Santa Catarina, interligando-se ao município de Capivari de Baixo, onde está situado o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda ? Tractebel Energia, e ao Porto de Imbituba. A FTC possui características de negócios bastante específicas por atender quase exclusivamente a um único setor, o carbonífero, além de se constituir em uma malha isolada das demais ferrovias do sistema nacional. 6.6 MRS A MRS Logística S.A. - MRS originou-se da antiga Malha Sudeste da RFFSA (SR3 Juiz de Fora e SR4 - São Paulo), compreendendo 1674 km de extensão, sendo 1632 km de bitola larga (1,60 m) e 42 km de bitola mista. Suas linhas se distribuem pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, região de maior densidade industrial do país, com uma participação média aproximada de 65% do PIB brasileiro. A MRS interliga as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, importantes pólos econômicos nacionais e principais centros consumidores brasileiros. Possui acesso direto aos portos de Sepetiba (RJ), Santos (SP), Rio de Janeiro e Guaíba (RJ), fator que acentua sua competitividade nos segmentos destinados à exportação e importação. Sua área de influência favorece a atividade ferroviária, na medida em que concentra empresas siderúrgicas, cimenteiras e de mineração, além de uma importante área de produção agrícola. Atua nos mercados de agricultura, automotivo, carga geral, construção civil, contêineres, industrial, de mineração, petroquímico e siderúrgico. Por sua privilegiada localização geográfica, a MRS está desenvolvendo e operando Rotas Expressas com horários pré-definidos de chegada e saída, atendendo as principais cidades e mercados da região sudeste. Através da utilização de trens expressos, a empresa prepara-se para servir de maneira mais ampla o mercado de carga geral, disponibilizando um serviço regular e confiável. A empresa desenvolve ainda novos serviços de transporte intermodal e faz a interface com as ferrovias Centro-Atlântica (FCA), Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e FERROBAN.

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A MRS vem realizando expressivos investimentos na aquisição e recuperação do material rodante (locomotivas e vagões), em suas linhas, nos sistemas de comunicação, no desenvolvimento tecnológico e na qualificação de seus recursos humanos em busca de ganhos de produtividade; prestação de serviços com maior regularidade e confiabilidade; redução no índice de acidentes. Como conseqüência, vem obtendo incremento significativo nos volumes transportados, ano a ano, e cumpre integralmente as metas estabelecidas no Contrato de Concessão. 7 Pesquisar a malha ferroviária e rodoviária destes países: a. EUA: 6.545.839 km de malha rodoviária. 228.513 km de malha ferroviária. b. Canadá: 1.409.000 km de malha rodoviária. 58.345 km de malha ferroviária. c. Países baixos: 136.827 km de malha rodoviária. 3.016 km de malha ferroviária. d. Europa*: 7.280.000 km de malha rodoviária. 131.414 km de malha ferroviária. e. China: 3.860.823 km de malha rodoviária. 66.239 km de malha ferroviária. f. Japão: 1.207.867 km de malha rodoviária. 20.035 km de malha ferroviária. *Dados referente à toda a Europa, e aos países membros da União Européia, respectivamente. 8 Pesquisar a quantidade de portos dos mesmos países e o volume de movimentação (toneladas). 8.1 Principais portos do mundo no ano de 2012

8.2 Movimentação de contâineres de 20 pés a. China: 129.610.695 containers anuais, b. Japão: 18.059.697 containers anuais. c. Brasil: 8.121.324 containers anuais. d. Estados Unidos: 42.189.521 containers anuais. e. Canadá: 4.812.868 containers anuais. f. Holanda: 11.330.647 containers anuais.
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g. Zona do Euro: 73.232.906 containers anuais. 9 Algumas Indagações 9.1 Divisão da matriz de transporte nos países pesquisados Estados Unidos    Transporte Rodoviário: 1.889.923 milhões de toneladas – km. Transporte Ferroviário: 2.468.738 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 50.746 milhões de toneladas – km.

Canadá    Brasil   China    Japão    Transporte Rodoviário: 334.667 milhões de toneladas - km. Transporte Rodoviário: 20.432 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 8.380 milhões de toneladas – km. Transporte Rodoviário: 3.718.882 milhões de toneladas - km. Transporte Ferroviário: 2.451.185 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 17.441 milhões de toneladas – km. Transporte Ferroviário: 267.700 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 976 milhões de toneladas – km. Transporte Rodoviário: 129.600 milhões de toneladas – km. Transporte Ferroviário: 322.741 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 2.011 milhões de toneladas – km.

Países Baixos (Holanda)   Transporte Rodoviário: 72.765 milhões de toneladas - km. Transporte Aéreo: 5.028 milhões de toneladas – km.

Europa (União Européia)    Transporte Rodoviário: 28.035 milhões de toneladas - km. Transporte Ferroviário: 7.669 milhões de toneladas – km. Transporte Aéreo: 30.754 milhões de toneladas – km.

Unidade de medida utilizada multiplicando o volume transportado através do modal pela distância transportada da carga. 9.2 Container, sua história e utilização
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Durante séculos de comércio internacional, os seus precursores, chineses, árabes e europeus, não haviam conseguido criar uma forma não só de evitar as enormes perdas no transporte com as quebras, deteriorações e desvios de mercadorias, como também de agilizar e reduzir o custo das operações de carga e descarga. Somente em 1937, o americano Malcom Mc Lean, então com pouco mais de 20 anos, motorista e dono de uma pequena empresa de caminhões, ao observar o lento embarque de fardos de algodão no porto de Nova Iorque, teve a idéia de armazená-los e transportálos em grandes caixas de aço que pudessem, elas próprias, serem embarcadas nos navios. Com o tempo, Mc Lean aprimorou métodos de trabalho e expansão de sua companhia, a Sea-Land (depois Maersk-Sealand), tornando-a uma das pioneiras do sistema intermodal, abrangendo transporte marítimo, fluvial, ferroviário, além de terminais portuários.

9.3 Para pequena empresa qual é a melhor solução para entrega de produto no exterior. Intermodalidade ou Multimodalidade? Será melhor utilizar a multimodalidade principalmente para produtos leves e/ou em pouca quantidade, pois assim será possível cortar custos,na maioria das vezes sai mais barato utilizar um modal até um certo ponto e outro dali em diante. 9.4 Operadores logísticos brasileiros que operam multimodalidade Há 401 operadores de transporte multimodal no Brasil habilitados na Agência Nacional de Transporte Terrestre - ANTT. Dentre eles temos, Companhia Vale do Rio Doce, Norgistics Brasil Operador Multimodal LTDA, Rapidão Cometa Logística e Transporte S/A, ALL - América Latina Logística e Maersk Logistics Brasil LTDA, Petrobrás Distribuidora S.A. e Companhia Siderúrgica Nacional.

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Modelo de CIAP em: http://sgdocimg.lex.com.br/130%5C130693.jpg; Modelo de GNRE em: http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRcZ_Kj4yYiCGbhB32V3VTf6C7Sw TS2c9wEGALjzLK_qgyjnsgg; Informações básicas sobre seguros no transporte em: http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=324#como_funcio na; Modelo de RCF-DC em: http://www.transportadorabr.com.br/apolice.asp; Modelo de RCTA-C em: http://www.logjet.com.br/docs/rcta-c.jpg; Modelo de RCA-C em: http://www.susep.gov.br/download/normasaudpub/AP132006 .pdf, página 29; Modelo de Apólice de Seguro do tipo RCTR-VI em: http://portal.sulamericaseguros.com.br/data/files/8A6180872001794D01200F4F 37F971AE/RCTR-VI__Responsabilidade_Civil_do_Transportador_Rodovi%C3%A1rio_em_Viagem_I nternacional_-_Danos_a_Carga.pdf; Volume do Paralelepípedo em:http://www.mundoeducacao.com.br/matematica/volumeparalelepipedo.htm; Tamanho da Caixa de Sapato em: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081112150043AAt96Xx; ADIMA em: http://www.foods-adima.com.br/index2.php?pag=ver_noticia&codigo=181; SEBRAE em: www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/.../NT00038C46.pdf; Mapa da Malha Ferroviária Brasileira em: http://1.bp.blogspot.com/kyx0ZJRu3W0/T4tIMuRDp5I/AAAAAAAAA2U/FvHar9o glWM/s1600/ferroviasnetzn8.jpg; Mapa dos Portos Aquaviários do Brasil em: http://www.portosdobrasil.gov.br/sistema-portuario-nacional; Definição de TEU em: http://www.guialog.com.br/dicionariot-z.htm; Tabela com os dados da movimentação portuária de 2008 e 2009 em: http://www.logisticadescomplicada.com/movimento-dos-portos-brasileiros/; Principais empresas de transporte ferroviário do Brasil em: http://www.antf.org.br; Mapa de abrangência da ALL em: http://www.mzweb.com.br/all/web/conteudo_pti.asp?idioma=0&tipo=27059&sub menu=1&img=27022&conta=45&son=27025; Artigo e mapa Transnordestina em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transnordestina; Mapa de abrangência da FCA em: http://www.fcasa.com.br/clientes-e-servicos/cobertura-geografica/; Mapa das rodovias no estado de São Paulo em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Mapa-rodoviario-sp-original.jpg; Transporte Rodoviário Brasileiro em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transporte_rodovi%C3%A1rio_no_Brasil; Modelo de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas em: http://chaparraudespachante.blogspot.com.br/2011/07/ctrc.html;
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