EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS

SANTO INÁCIO DE LOIOLA

EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS
Tradução do autógrafo espanhol

Tradução por Vital Cordeiro Dias Pereira, S.J. Organização e Notas por F. de Sales Baptista, S.J.

3ª edição

LIVRARIA A. I. – BRAGA

TEXTO ORIGINAL Aprovação Pontifícia
"...Aprovamos, louvamos e corroboramos, com o patrocínio do presente escrito, os Documentos e Exercícios mencionados, e todas e cada uma das coisas neles contidas, com a nossa autoridade, a teor das presentes letras, e com nossa ciência certa; exortamos muito no Senhor a todos e cada um dos Fiéis de Cristo, de ambos os sexos, em qualquer lugar do mundo onde se encontrem, a que usem tão piedosos Documentos e Exercícios, e queiram devotamente com eles instruir-se..." ( Paulo III, no Breve "Pastoralis Officii" de 31 de Julho de 1548 )

TRADUÇÃO
Imprimi potest: José Carlos Belchior, S.J. Provincial Lisboa, 1. 1. 1999 Imprimatur: † Eurico Dias Nogueira Arcebispo Primaz 25 .1.1999 Dep. Legal: 1854/83 ISBN 972-571-241-2

© LIVRARIA APOSTOLADO DA IMPRENSA Largo das Teresinhas, 5 – 4714-504 BRAGA Tel.: 053-20 12 20; Fax: 053-20 12 21

bem como as ressonâncias pessoais. Bartolomeu Ferrão. pusemos apenas o essencial ao fundo das páginas e passamos para o fim do livro. Francisco de Sales Baptista. ao tempo. já em Paris. Resta-nos agradecer. pelo grande latinista P. * Reservamos para o Vocabulário final a indicação de pistas para o aprofundamento dalguma ou outra palavra mais significativa para a compreensão dos Exercícios Espirituais. Foi a pensar nelas. sobretudo as que fazem os Exercícios Espirituais completos do mês inteiro. em cidades espanholas (Alcalá. NOTA A ESTA EDIÇÃO Por amável anuência do Tradutor. o português P. Inácio de Loiola.INTRODUÇÃO No solar de Loiola onde nasceu (1491). nova distribuição gráfica do texto original e as suficientes notas explicativas que a justificassem. * Omitimos. feita pelo seu secretário. p.. Barcelona. Queríamos destacar particularmente a Ângela Maria Burguete que nos cedeu toda a cópia do livro já preparada em disquete e ao Rui Nunes. introduzimos. com a mesma numeração. para que seus companheiros usassem o método por ele e outros experimentado. mas uma cópia. e do Flos Sanctorum. 1952. Vital Cordeiro Dias Pereira. Em 1535. que traduzimos e. apresentamos ao público. S. em Roma. O que mais o interessava. É esta cópia. Paulo III. André Frúsio. acima referida. S. para melhor evidenciar a distribuição da matéria. S. No dia 31 de Julho de 1548. aprovou o livro dos Exercícios Espirituais. * Títulos ou subtítulos adicionais que indiquem suficientemente a sua estrutura. É sabido que o livro dos Exercícios Espirituais é um manual mais para ser praticado que para ser lido. AAS. comummente conhecida por «Vulgata». S. ali mesmo redigido. a manusear e consultar o livrinho escrito por Santo Inácio. e uma tradução. anotou para uso particular. como. Inácio continuou a corrigir. e sem alterar também em nada o texto original. * Para o mesmo fim. onde. não o original espanhol que não se conserva. Muito obrigado. mas a todos os que mais de perto nos ajudaram na sua realização. após a sua conversão. anteriormente. conservamos ao longo de todo o texto os lugares paralelos já introduzidos na edição anterior. Mesmo depois da aprovação pontifícia. a pedido de S. pela terceira vez. Lisboa. * Notas de rodapé. elaborada. convalescente da ferida heróica recebida no cerco de Pamplona (1521). realizadas tanto em Paris. Moveu-nos a isso a necessidade sentida de iniciar as pessoas. 31 de Julho de 1998 P.J. com razão. mas imenso livro dos Exercícios» (Pio XII. na festa de S. Francisco de Borja. Foi em edições posteriores que se começou a introduzir uma numeração. S. devido à sua grande divulgação. nesta edição. Por isso o Autor não se preocupou com distribuir logicamente a matéria por capítulos e numerações classificadoras. notas puramente interpretativas dos textos. Para não sobrecarregar o texto. pelo Breve «Pastoralis Officii». que empreendemos este trabalho. que apresenta 32 correcções. Inácio entregou-se à leitura da Vida de Cristo do cartuxo Ludolfo de Saxónia. o seu desenvolvimento (Notas complementares). Aproveitando este precedente.). apenas estruturais. e depois de experiências apostólicas. viveu uma experiência espiritual cujo núcleo viria a constituir o livro dos Exercícios Espirituais. oito anos antes da sua morte. e por isso. designada por «Autógrafo espanhol». mas duas versões latinas: a «Versio Prima». junto do rio Cardoner. apostas pelo Santo. 29)..J. no ano de 1541. À aprovação pontifícia apresentaram não uma cópia espanhola. pela primeira vez. teve uma «iluminação maravilhosa» (Agosto de 1522). quanto possível. assistente técnico de todo o trabalho em computador. fez o Santo a primeira tradução latina (Versio Prima ou Antiqua) do seu «minúsculo. que justifiquem as divisões adoptadas. principalmente. A última redacção teria sido levada a cabo. para o acto. a estabelecer espaços. é que nos atrevemos a introduzir nesta edição: * Espaços que destaquem unidades ou capítulos do livro. com algumas correcções. Retirado em Manresa. na mesma língua.J . com a sua letra. Salamanca. a destacar títulos.. duque de Gandia. do dominicano Tiago de Voragine. ocorrida no mesmo ano. não só ao Tradutor que nos permitiu esta distribuição mais didáctica do texto original. terminados os estudos e já sacerdote.

SANTO INÁCIO DE LOIOLA 1491 – 1556 EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS Tradução do autógrafo [Primeira parte] [Anotações Orientadoras] ..

entende-se todo o modo de examinar a consciência. 3e também acerca das adições. de contemplar. necessariamente.1) 2 . 6 – 1Sexta. 4Fala-se de consolação e desolação em [316324].JHS 1– 1 Anotações(1) para tomar alguma inteligência dos exercícios espirituais que se seguem. Muito aproveita. 4contudo não se entenda que cada semana tenha. pedindo conta de cada uma destas coisas em particular. para orientação «tanto de quem dá os Exercícios como de quem os recebe» (EE 1. Como em todos os exercícios espirituais seguintes usamos dos actos do entendimento. ou com os seus santos. exercícios espirituais. descobrindo-lhe as astúcias do inimigo da natureza humana. e para ajudar. de adições em [73-90]. de orar vocal e mentalmente. nos actos da vontade. não se mostre com ele duro nem desabrido. a saber. se chamam exercícios espirituais. 2muito o deve interrogar acerca dos exercícios. quando a pessoa que contempla toma o fundamento verdadeiro da história. 7requere-se. alguns são mais lentos para achar o que buscam. nem é agitado de vários espíritos. como acontece que. 3se requer. ao que recebe os exercícios. conforme adiante se dirá. se os faz nos seus devidos tempos e como. da nossa parte. 4porque não é o muito saber que sacia e satisfaz a alma. 3a terceira. como uns são mais diligentes que outros. e assim em todas as outras semanas seguintes. 3 Porque. mas o sentir e gostar as coisas internamente. a Ressurreição e Ascensão. sete ou oito dias. assim como passear. 5Porque. outras vezes. 2 – 1Segunda. prolongá-la. 6assim também. 2advirtamos que. para corresponder às quatro partes em que se dividem os Exercícios. mas brando e suave. discorrendo somente pelos pontos. Inácio. segundo a necessidade que notar naquele que os recebe acerca das desolações e astúcias do inimigo e também das consolações.6]. algumas vezes. Por este nome. assim de sua pessoa como de tudo o que tem. a Paixão de Cristo nosso Senhor. Quando. encurtar a semana e. quando discorremos. A pessoa que dá a outrem modo e ordem para meditar ou contemplar. 8 – 1Oitava. entrar neles com grande ânimo e liberalidade para com o seu Criador e Senhor. 5 – 1Quinta. na primeira semana. quando excitamos os afectos [50. buscando as coisas segundo a matéria proposta. e fazendo-o preparar e dispor para a consolação que há-de vir. que é a consideração e contemplação dos pecados. e acha alguma coisa que faça declarar um pouco mais ou sentir a história. O que dá os exercícios. caminhar e correr são exercícios corporais. 2dando-lhe ânimo e forças para ir adiante. oferecendo-lhe todo o seu querer e liberdade. de meditar. 2para que sua divina majestade. pouco mais ou menos. discorre e raciocina por si mesma. e mais agitados e provados de diversos espíritos. 7 – 1Sétima. 8Mas [os Exercícios] concluir-se-ão. contrição. tais como consolações ou desolações. para tirar de si todas as afeições desordenadas 4e. e dos da vontade. Dado que para os exercícios seguintes se tomam quatro semanas. se sirva conforme a sua santíssima vontade. depois de tiradas. maior reverência do que quando usamos do entendimento para entender. é-lhe de mais gosto e fruto espiritual do que se quem dá os exercícios explicasse e desenvolvesse muito o sentido da história. o que dá os exercícios. 3 quer pelo próprio raciocínio quer porque o entendimento é iluminado pela força divina. se as faz com diligência. quando falamos vocal ou mentalmente com Deus nosso Senhor. inclusive. da mesma maneira todo o modo de preparar e dispor a alma. a vida de Cristo nosso Senhor até ao dia de Ramos. a segunda. com breve ou sumária explicação. em trinta dias. acrescentado mais tarde por S. 2 Porque. a quarta. 4 – 1Quarta. a que se juntam três modos de orar. 2a saber: a primeira. o que os há-de dar como o que os há-de receber Primeira Anotação. Se o que dá os exercícios vê que o que os recebe está desolado e tentado. lágrimas por seus pecados. e de outras operações espirituais. buscar e achar a vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma. assim. 3 – 1Terceira. 2poderá expor-lhe as regras da primeira e segunda semana que são 1 São uma espécie de Directório. dor. deve narrar fielmente a história dessa contemplação ou meditação. advertir que não vêm à alma do exercitante algumas moções espirituais.

16 – 1Décima sexta. 6de maneira que o motivo de desejar ou ter uma coisa ou outra seja só o serviço. nem a um estado ou modo de viver mais que a outro. se motive ao contrário daquilo a que se sente mal afeiçoada. Ao que toma os exercícios na primeira semana. que o mesmo Criador e Senhor se comunique à alma a Ele devotada. a escolher continência. 2Porque. seja mais meritória que a que se faz sem ele. embora fora dos Exercícios. por isso. lícita e meritoriamente possamos mover todas as pessoas. sempre que o espírito fique satisfeito em pensar que esteve uma hora inteira no exercício. se é pessoa que não tenha sido versada em coisas espirituais. 2e quanto mais o conhecer de carácter ligeiro. que não quere esse ofício ou benefício nem outra coisa qualquer. para que não só se habitue a resistir ao adversário. há-de estar durante uma hora. assim no tempo da desolação é muito difícil completá-la. e a criatura com o seu Criador e Senhor. 3e assim. 9 – 1Nona. e a quanta ajuda ou estorvo poderá encontrar no cumprimento daquilo que quisesse prometer. como o fiel da balança. quando a pessoa se exercita na vida iluminativa que corresponde aos exercícios da segunda semana. ordenando seus desejos. deve sempre estar alguma coisa mais além da hora completa. quem dá os [Exercícios] não propenda nem se incline a uma parte nem a outra. que se farão cada dia. Para isso. é mais conveniente e muito melhor. 3Porque o inimigo costuma. 13 – 1Décima terceira. empregando todas as suas forças. para agir contra a desolação e vencer as tentações. estando no meio. tanto mais o deve prevenir e admoestar. 12 – 1Duodécima. na segunda. 2procure. 17 – 1Décima sétima. Quando o que dá os exercícios pressente que aquele que os recebe é combatido e tentado sob aparência de bem. impedimentos em prosseguir no serviço de Deus nosso Senhor. 2Porque. É de advertir que. que provavelmente tenham capacidade. e se é tentada grosseira e abertamente. pobreza e castidade. não pouco. 4 porque. quando o exercitante anda nos exercícios da primeira semana. 6deixe agir o Criador imediatamente com a criatura. como no tempo da consolação é fácil e leve estar na contemplação a hora inteira. vida religiosa ou qualquer outro modo de perfeição evangélica. e dispondo-a a seguir pelo caminho em que melhor o pode servir no futuro. 2se por ventura essa alma está afeiçoada e inclinada desordenadamente a uma coisa. comumente. o inimigo da natureza humana tenta mais sob aparência de bem. para que o Criador e Senhor opere mais seguramente na sua criatura. 15 – 1Décima quinta. como se. 2mostrando. então é o momento próprio para lhe falar das regras da segunda semana já referidas. 14 – 1Décima quarta. 10 – 1Décima. não lhe mudar a sua afeição anterior. e antes mais que menos. 5a saber. 2 mas que trabalhe de tal modo na primeira. 3contudo. etc. meditação ou oração. É muito proveitoso que o que dá os Exercícios. não pela honra e glória de Deus nosso Senhor. 3o que dá os Exercícios não lhe deve explicar as regras dos vários espíritos da segunda semana. Se o que dá os [Exercícios] vê que quem os recebe anda consolado e com muito fervor. 3Porque. a honra e a glória de sua divina majestade. é muito conveniente que. o prejudicariam as da segunda. enquanto busca a divina vontade. nenhuma coisa boa esperasse achar. é-lhe proveitoso não saber coisa alguma do que há-de fazer na segunda semana. por exemplo. instando em orações e outros exercícios espirituais e pedindo a Deus nosso Senhor o contrário. mas por seus proveitos próprios e interesses temporais. por serem matéria mais subtil e demasiado elevada para que a possa compreender. O que dá os Exercícios não deve mover ao que os recebe mais a pobreza nem a promessa dela do que a seus contrários. 4deve inclinar-se ao contrário. mas. É também de advertir que. sem querer perguntar nem saber os . deve-o prevenir que não faça promessa nem voto algum inconsiderado e precipitado. vergonha e temor pela honra do mundo. O que dá os Exercícios há-de advertir muito ao que os recebe que. nem pela salvação espiritual das almas. sendo-lhe proveitosas as da primeira semana. se sua divina majestade. 4e embora uma boa obra que se faz com voto.para conhecer os vários espíritos: [313-327] e [328-336]. a saber. na qual se supõe fazer voto de obediência. nos Exercícios Espirituais. tais como trabalhos. a pessoa que se exercita. tentar fazer que se encurte a hora da contemplação. ainda que justamente alguém possa mover a outrem a entrar na vida religiosa. uma vez que em cada um dos cinco exercícios ou contemplações. 5deve-se atender muito ao carácter e à capacidade da pessoa. virgindade. 5De maneira que. 4abraçando-a no seu amor e louvor. 11 – 1Undécima. mas ainda a derrotá-lo. 3e não tanto na vida purgativa que corresponde aos exercícios da primeira semana. se está inclinada a buscar e a ter um ofício ou benefício. para alcançar aquilo que busca.. 2Portanto.

por via de regra. se hão de aplicar tais exercícios. letras ou engenho que têm. juntamente. e. 6depois. 4 Portanto àquele que se quer ajudar para se instruir e chegar a certo grau de contentar a sua alma. não pouco merece diante de sua divina majestade. mais se dispõe para receber graças e dons da sua divina e suma bondade. siga-se o mesmo processo que mais adiante e amplamente nos próprios exercícios se declara. 9o terceiro é que.pensamentos pessoais ou pecados de quem os recebe. 10E quanto mais assim se une. 19 – 1Décima nona. 2neles. os preceitos da Igreja. 5depois. para aí habitar o mais secretamente que puder. em todas as três meditações. 8Assim mesmo. melhor de oito em oito dias. 7Dêem-se-lhe. tanto mais se aproveitará quanto mais se apartar de todos os amigos e conhecidos. até que se confesse de seus pecados. tomar o sacramento [da eucaristia] de quinze em quinze dias. 4Faça. depois. para servir e louvar a Deus nosso Senhor. se o deseja. [238-248]. exponha-se-lhe para que é criado o homem. para que mais se possa ajudar e aproveitar. . 3porque. pela manhã. pela mesma ordem que seguem. se puder. dêem-se-lhe todos os exercícios espirituais. para buscar com diligência o que tanto deseja. em cada manhã. o exame particular e depois o exame geral e o modo de se confessar e de receber o sacramento [da eucaristia]. tome uma hora e meia para se exercitar. pode dar-se-lhe o exame particular [24-31] e. o exame geral [32-43] 5e. 7 o segundo é que. de quem não se espera muito fruto. 8usa das suas potências naturais mais livremente. estando assim apartado. mas pondo todo o cuidado numa só coisa. 2para que não se dêem a quem é rude ou de compleição delicada. segundo e terceiro pecado [45-53]. faça a das penas que correspondem aos pecados [65-72]. durante três dias. por espaço de uma hora. 3Do mesmo modo. para se conservar no que conseguiu. dar-lhe alguns exames de consciência e maneira de se confessar mais amiúde do que costumava. coisas que não possa descansadamente levar e com elas aproveitar. da casa onde morava e tomando outra casa ou quarto. segundo o maior ou menor aproveitamento. à mesma hora. os cinco sentidos. 3mudando-se. à mesma hora. a saber. sem temor de que os seus conhecidos lhe sejam causa de impedimento. e as obras de misericórdia. 18 – 1Décima oitava. a saber. por exemplo. ao apartar-se uma pessoa de muitos amigos e conhecidos assim como de muitos negócios não bem ordenados. A quem está mais desembaraçado e deseja aproveitar em tudo o possível. 20 – 1Vigésima. quanto mais a nossa alma se acha só e apartada. as dez adições [73-90]. outros três dias. de oito em oito dias. 6recomendando-lhe também a confissão de seus pecados. tanto mais apta se torna para se aproximar e unir a seu Criador e Senhor. a meditação do processo dos pecados [55-61]. Quem estiver ocupado em cargos públicos ou negócios de que convém ocupar-se. e não tendo o espírito repartido por muitas coisas. durante meia hora. 5Desta separação seguem-se. 3 Pode dar-se-lhe também. e. 4de maneira que esteja em sua mão ir cada dia à missa e a vésperas. depois. Declare-se-lhes cada mandamento e também os pecados mortais. 11Não avance com matérias de eleição nem quaisquer outros exercícios dos que estão fora da primeira semana. e de qualquer preocupação terrena. 8para os mistérios de Cristo nosso Senhor. além de outros muitos. conforme quiserem dispor-se. 2se é instruído ou inteligente. conforme a idade. 10e. 2seja informado fielmente das várias agitações e pensamentos que os vários espíritos lhe trazem. assim se devem dar a cada um. e falta tempo para fazer tudo. 7Esta maneira é mais própria para pessoas mais rudes ou sem letras. durante outros três dias. três proveitos principais: 6O primeiro é que. 9é mais conveniente dar-lhe alguns destes exercícios leves. o modo de orar sobre os mandamentos. 12sobretudo quando com outras pessoas se pode obter maior proveito. lhe pode dar alguns exercícios espirituais convenientes e conformes à necessidade da tal alma assim agitada. em servir a seu Criador e aproveitar à sua própria alma. se o que dá os exercícios vir que quem os recebe é de débil compleição ou de pouca capacidade natural. Segundo a disposição das pessoas que querem fazer exercícios espirituais. a meditação do primeiro. etc. pecados mortais. por espaço de meia hora.

para que. se salve. 4 «Princípio e fundamento». para que o ajudem a conseguir o fim para que é criado. subentenda-se: «para buscar e achar a Vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma» (EE 1. da nossa parte. honra que desonra. 6de tal maneira que. PRINCÍPIO E FUNDAMENTO DE TODOS OS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS] 23 – 2 1 Princípio e Fundamento(4) O homem é criado para louvar. 1 PRIMEIRA SEMANA [A. Só mais tarde. 7 mas somente desejemos e escolhamos o que mais nos conduz para o fim para que somos criados.4). riqueza que pobreza. não queiramos mais saúde que doença. e. mediante isto. entendendo-a bem. 5 2 Com esta portada começava o livro. prestar reverência e servir a Deus nosso Senhor e. vida longa que vida curta. Pelo que. 4e se não basta. mais se ajudem e aproveitem. inquira como a entende. corrija-o com amor. 4Donde se segue que o homem tanto há-de usar delas quanto o ajudam para o seu fim. . se a entende mal. e consequentemente em tudo o mais. busque todos os meios convenientes. é necessário fazer-nos indiferentes a todas as coisas criadas. necessária sobretudo em ambientes de desconfiança e inquisição como os do tempo do Autor. 3e as outras coisas sobre a face da terra são criadas para o homem. como o que os recebe. em tudo o que é concedido à liberdade do nosso livre arbítrio. S. 3 Advertência prévia de diálogo e bom entendimento entre quem faz os Exercícios e quem os orienta. 3se a não pode salvar. salvar a sua alma.[Segunda parte] [Exercícios Espirituais] 21 – EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS(2) PARA SE VENCER A SI MESMO E ORDENAR A SUA VIDA SEM SE DETERMINAR POR AFEIÇÃO ALGUMA QUE SEJA DESORDENADA 22 – Pressuposto(3) Para que tanto o que dá os Exercícios Espirituais. 2se há de pressupor que todo o bom cristão deve estar mais pronto a salvar a proposição do próximo que a condená-la. e tanto deve deixar-se delas. Inácio lhe antepôs as Anotações de orientação para quem recebe e quem dá os Exercícios (EE 1-20). escrito em Manresa (1522-1523). quanto disso o impedem. e não lhe está proibido.

emendar-se até ao segundo exame que fará. de novo. 29 – Terceira [adição] . 31 – 1Nota. a saber: os dois exames do dia presente com os outros dois exames do dia passado. na primeira linha do g = tantos pontos quantas forem as vezes que tenha incorrido naquele pecado particular ou defeito. na semana presente. de bom ou mau. . 6 Exame só de um ponto em particular que a pessoa se propõe aperfeiçoar dia a dia. Mesmo assim. 30 – Quarta adição. 3o que se pode fazer mesmo diante de muitas pessoas. 2e fará. Compreende três tempos e examinar-se duas vezes Primeiro tempo. começando desde a hora em que se levantou até à hora e momento do presente exame. sem que notem o que faz. com diligência. começando desde o primeiro exame até ao segundo. pedir a Deus nosso Senhor o que se quer. a segunda-feira. se há emenda. faça o primeiro exame. EE 43). 4e faça. a saber. pedindo conta à sua alma daquele ponto particular proposto de que se quer corrigir e emendar. o segundo mais pequeno. logo ao levantar. Pela manhã. da primeira linha para a segunda. deve propor guardar-se. Conferir o segundo dia com o primeiro. durante o dia (cf. de um dia para o outro. 2Em seguida. Como a primeira linha do g= significa o primeiro exame e a segunda linha o segundo. e assim sucessivamente. o terceiro. ponha a mão no peito. a terça-feira. se emendou. Note-se que o primeiro g= grande que se segue significa o domingo. também de hora em hora. proponha. a saber: do primeiro exame para o segundo. Trata-se de um conjunto de exercícios «rudimentares». Cada vez que a pessoa cair naquele pecado ou defeito particular. doendo-se de ter caído. que Santo Inácio usava como primeira iniciação à prática religiosa. 25 – 1Segundo tempo. 5e depois. G g g g g g g 32 – 1 Exame Geral de Consciência(7) para se purificar e para melhor se confessar 5 Título sugerido pela Anotação 18. à noite. 7 Iniciação ao discernimento da culpabilidade moral subjectiva. Depois da refeição da noite. graça para se recordar de quantas vezes caiu naquele pecado particular ou defeito e para se emendar no futuro. na segunda linha do mesmo g= tantos pontos quantas as vezes que tenha incorrido naquele pecado particular ou defeito. 26 – 1Terceiro tempo. Depois da refeição do meio-dia. e verificar se. fará o segundo exame. veja. e verificar se se emendou. fazem parte integrante duns EE completos como elementos de confronto com o Princípio e Fundamento (PF).[B. Conferir uma semana com a outra. PRIMEIROS «RUDIMENTOS»(5) DE CONFRONTO COM O PF] 24 – 1 Exame Particular(6) e quotidiano. 27 – 1Seguem-se quatro adições para mais depressa tirar aquele pecado ou defeito particular 2 2 Primeira adição. daquele pecado particular ou defeito que se quer corrigir e emendar. 28 – Segunda [adição] . em comparação com a semana passada. 3percorrendo hora por hora ou tempo por tempo. Distingue-se do exame de tudo em geral que aconteceu.

4Reverência entendo. nunca é ocioso. como quando se jura pelo mesmo Criador e Senhor e se profere o seu nome. concede-se mais aos perfeitos que aos imperfeitos jurar pela criatura. quando ao pronunciar o nome do seu Criador e Senhor. de uma meretriz pública. como se um religioso falasse de guerras e comércio. Quando o pecado oculto se descobre a alguma pessoa para que ajude a levantar a que está em pecado. 41 – 1Não dizer palavras para difamar ou murmurar. e. uma e outra vez. a saber: um que é propriamente meu. porque o facto de querer nomear a Deus nosso Senhor. 4 Segunda. mas quando é de alguma importância para o proveito da alma ou do corpo ou de bens temporais. e torname a vir. pelas razões seguintes: 3 Primeira. ao jurarem pela criatura. e a pessoa lhe dá atenção. ainda que no juramento em vão. pelo maior dano das duas pessoas. pela criatura que pelo Criador.[a) Elementos de discernimento] Pressuponho haver em mim três pensamentos. necessidade e reverência. 2Esta segunda maneira é de mais merecimento que a primeira. consideram. 6porque os perfeitos. 5Portanto. 2Mas sendo recta a intenção. se um pecado venial. 3Necessidade entendo. venialmente. demorando-se um pouco nele. 38 – 1PALAVRAS. pelo maior espaço de tempo. 34 – 1A Segunda maneira de merecer é quando me vem aquele mesmo mau pensamento e eu lhe resisto. a não ser com verdade. como ao querermos nomear o Senhor e Criador de todas as coisas. pela maior intensidade. 3nem o falar alguém de coisas que estão fora do seu estado. de duas maneiras se pode falar do pecado ou falta de outrem. 42 – 1OBRAS. e pecado quando se dirigem a mau fim ou se fala inutilmente. 40 – 1Não dizer palavra ociosa. É que. vem. quando o pecado é público. nem se ordena a tal intenção. ao jurar pela criatura. e é maior por três razões: 2a primeira. presença e potência. 33 – 1PENSAMENTOS. contudo. 3e outros dois que vêm de fora: um que vem do bom espírito e o outro do mau. porque se descubro um pecado mortal que não seja público. 36 – Há duas maneiras de pecar mortalmente: A primeira é quando se dá consentimento ao mau pensamento. o facto de querer nomear a criatura não nos faz estar tão atentos nem advertidos para dizer a verdade ou para afirmá-la com necessidade. 2ou recebendo alguma deleitação sensual. 3 Primeira. a terceira. 2Não jurar. a segunda. necessidade e reverência. quando vem o mesmo pensamento de pecar mortalmente. 8 Terceira. Quando queremos jurar por alguma criatura. 2é mais difícil jurar devidamente. pela assídua contemplação e iluminação do entendimento. assim. segundo a sua própria essência. de uma sentença dada em juízo. pecamos mais jurando pelo Criador que pela criatura. não quando se afirma com juramento qualquer verdade. É que na frequência do jurar pela criatura. traz consigo mais acatamento e reverência que o querer nomear uma coisa criada. com consideração. tendo. 2Tomando por objecto [de exame] os dez mandamentos e os preceitos da Igreja e as disposições 2 . até que o pensamento se vai vencido. como. e eu resisto sempre. 4Mas. e fica vencido. 35 – 1Peca-se venialmente. Por palavra ociosa entendo a que não me aproveita a mim nem a outrem. 2De sorte que falar de tudo o que é proveitoso ou com intenção de aproveitar à alma própria ou alheia. 37 – 1A segunda maneira de pecar mortalmente é quando se põe em acto aquele pecado. ao corpo ou a bens temporais. por exemplo. 4 Segunda. ou de um erro público que infecciona as almas com quem conversa. 3 Primeira. 2Há duas maneiras de merecer no mau pensamento que vem de fora. por exemplo. ou havendo alguma negligência em rejeitar o tal pensamento. meditam e contemplam mais estar Deus nosso Senhor em cada criatura. que sai da minha pura liberdade e querer. se um defeito. se há-de temer mais a idolatria nos imperfeitos que nos perfeitos. estão mais aptos e dispostos para prestar acatamento e reverência a seu Criador e Senhor do que os imperfeitos. em tudo o que se disse. mostro o meu próprio defeito. 39 – 1É de advertir que. nem pelo Criador nem pela criatura. 7e. Resisto-lhe prontamente. se lhe tributa a honra e reverência devidas. há mérito quando as palavras se ordenam a bom fim. para o pôr logo em prática conforme consentiu. e. algumas conjecturas ou razões prováveis de que a poderá ajudar. ou para o executar se pudesse. com verdade. peco mortalmente. não é tão fácil prestar reverência e acatamento ao Criador. um pensamento de cometer um pecado mortal.

e depois das obras. 6 Quarto. para quem voluntariamente a quiser fazer. EE 4). pela mesma ordem que se disse no exame particular [25]. como é aqui a dos pecados. 47 – 1O Primeiro preâmbulo é composição. 7 Terceiro. com a vista imagi-nativa e considerar estar a minha alma encarcerada neste corpo corruptível 6e todo o composto neste vale. 7 Quinto. 2 Compreende. Segundo. 3Entendo por disposições dos Superiores. acções e operações sejam puramente ordenadas para serviço e louvor de sua divina majestade. EE 19-20). o qual é visível. assim como contemplar a Cristo nosso Senhor. [C. será maior ou menor pecado. terá maior proveito e mérito. É que. dos pensamentos. propor emenda. estando mais bem confessado e disposto. consequentemente. tudo o que se põe em prática contra alguma destas três partes. SEGUNDO E TERCEIRO PECADO. na contemplação ou meditação visível. 63. 5 Segundo. EE 4. e libertar-se deles. 4fazendo-a. próprios da primeira «semana» ou etapa de uns Exercícios Espirituais completos (Cf. o lugar material onde se acha aquilo que quero contemplar. entre brutos animais. Para quem está capacitado e deseja ir mais além dos primeiros «rudimentos» (Cf. [b) Método] 43 – 1MODO DE FAZER O EXAME GERAL.2. cf .2. «CONSIDERAÇÃO E CONTEMPLAÇÃO DO PECADO»(8)] 45 – 1 O PRIMEIRO EXERCÍCIO É MEDITAÇÃO COM AS TRÊS POTÊNCIAS SOBRE O PRIMEIRO.1-4). propõe mais estes «exercícios» de oração. por exemplo. vendo o lugar. com sua graça. três pontos principais e um colóquio 46 – A Oração preparatória é pedir graça a Deus nosso Senhor para que todas as minhas intenções. a composição será ver. 3a composição será ver. 5Na invisível. 4 Terceiro. depois de uma oração preparatória e dois preâmbulos. 4Digo o lugar material. ao ser causa de outros agirem. Consta de cinco pontos O Primeiro ponto é dar graças a Deus nosso Senhor pelos benefícios recebidos.dos Superiores. Embora quem se confessa cada ano não esteja obrigado a fazer confissão geral. terá maior proveito e mérito do que antes teria. hora por hora ou período por período. bulas de cruzadas e outras indulgências. 6alcançando agora mais conhecimento e dor deles. Digo 8 Título sugerido pelo próprio S. pedir graça para conhecer os pecados. Inácio (Cf. pedir perdão. 2Aqui é de notar que. assim como um templo ou monte onde se acha Jesus Cristo ou Nossa Senhora. conforme o que quero contemplar. conforme a sua maior ou menor importância. logo a seguir à consideração básica do «Princípio e fundamento» [23]. 3 Primeiro. se acharão três. depois das palavras. como desterrado. desde a hora em que se levantou até ao exame presente. ou ao agir nós contra tão piedosas exortações e disposições de nossos superiores. mas ainda a conservar-se em aumento de graça. pela maior dor actual de todos os pecados e faltas deliberadas de toda a sua vida. pedir conta à alma. Como nos exercícios espirituais se conhecem mais interiormente os pecados e a malícia deles que no tempo em que se não dava assim às coisas interiores. 4porque não pouco se peca então. 5primeiro. confessando-se e tomando o Santíssimo Sacramento. fazendo-a aqui. das faltas. se acha mais apto e mais preparado para receber o Santíssimo Sacramento. Pai Nosso 3 2 44 – 2 1 Confissão Geral com a Comunhão Na confissão geral. 9 Esta confissão geral se fará melhor imediatamente depois dos exercícios da primeira semana. entre outros muitos proveitos. com a vista da imaginação. como as que se concedem em ordem a obter a paz. 8cuja recepção ajuda não somente a não cair em pecado. a Deus nosso Senhor. 62. .

trazendo à memória a gravidade e malícia do pecado contra o seu Criador e Senhor. a saber. e os dois preâmbulos já ditos. 52 – 1Terceiro [ponto]. ou período por período. o pecado particular de cada um que por um pecado mortal tenha ido para o inferno. E dizer um Pai Nosso. discorrer mais em particular com o entendimento e. propriamente. pedir pena. a convivência que tive com outros. 5e quantas vezes eu mereceria ser condenado para sempre por tantos pecados meus. exercitar as três potências sobre o pecado de Adão e Eva. 4Digo trazer à memória o pecado dos anjos: como sendo eles criados em graça. ora confessando-se culpado por algum mal feito. discorrer com o entendimento mais em particular. usando também da vontade como está dito. 2E. mudando-os. algumas vezes. discorrer pelo que se me oferecer. lágrimas e tormento com Cristo atormentado [203]. como está dito. e que Eva foi criada da sua costela. 2 54 – 1O colóquio faz-se. 3trazendo em comparação de um pecado dos anjos. cinco pontos e um colóquio A Oração preparatória seja a mesma [46. fizeram tanto tempo penitência. e o de muitos outros. tantos pecados meus. 2Digo fazer outro tanto sobre o terceiro pecado particular. ora comunicando as suas coisas e querendo conselho nelas. 1 55 – SEGUNDO EXERCÍCIO É MEDITAÇÃO DOS PECADOS e compreende. e assim a morrer por meus pecados. eles comeram e por isso pecaram. depois. sem a justiça original que tinham perdido. e logo. 51 – 1Segundo [ponto]. o que devo fazer por Cristo. fazer outro tanto sobre o terceiro pecado. o ofício em que vivi. depois. sem conta. e quanta corrupção veio ao género humano. o de nossos primeiros pais: como. O Primeiro preâmbulo será a mesma composição [47]. ou um servo a seu senhor: ora pedindo alguma graça. 4Aqui será pedir vergonha e confusão de mim mesmo. não querendo servir-se da sua liberdade para prestar reverência e obediência a seu Criador e Senhor. 3se é de Paixão. 5e como. mover mais os afectos com a vontade. o entendimento discorrendo. e acabar com a vontade. segundo a matéria proposta. sem se mudar. 2depois. a saber. assim em colóquio. o que faço por Cristo. 49 – Nota. 49]. Antes de todas as contemplações ou meditações. e de vida eterna a morte temporal. para o que aproveitam três coisas: – 2a primeira. fazer outro tanto. se a contemplação é de ressurreição. sobre o mesmo. considerando ano por ano. Imaginando a Cristo nosso Senhor diante de mim e pregado na cruz. foram para o inferno. 5caindo em soberba. 2O pedido deve ser conforme a matéria proposta.todo o composto de alma e corpo. 3discorrer com o entendimento como. pedir gozo com Cristo gozoso. passaram da graça à perversidade e foram lançados do céu ao inferno. trazer à memória todos os pecados da vida. 3Digo trazer à memória o segundo pecado. 53 – 1Colóquio. . depois da oração preparatória e dois preâmbulos. falando. vendo quantos foram condenados por um só pecado mortal. considerar o lugar e a casa onde habitei. viveram. a vontade. 2 trazendo à memória como. fazer um colóquio: como de Criador veio a fazer-se homem. a segunda. depois. 3e vendo-o a Ele em tal estado e assim pendente na cruz. que foi o dos anjos. em pecar e agir contra a bondade infinita. querendo recordar e entender tudo isto para mais me envergonhar e confundir. 4sendo-lhes proibido que comessem da árvore da ciência. e como eles. indo tanta gente para o inferno. sendo tantas as vezes que eu o mereci por tantos mais. toda a sua vida em muitos trabalhos e muita penitência. do mesmo modo. 6e assim. assim como um amigo fala a outro. a terceira. devem-se fazer sempre a oração preparatória. 48 – 1O Segundo [preâmbulo] é pedir a Deus nosso Senhor o que quero e desejo. 4 O Segundo [preâmbulo] é pedir o que quero: será aqui pedir acrescida e intensa dor e lágrimas por meus pecados. a saber. 3 2 56 – 1O Primeiro ponto é o processo dos pecados. depois que Adão foi criado no campo damasceno e posto no paraíso terreal. vestidos de túnicas de peles e expulsos do paraíso. 50 – 1O Primeiro ponto será exercitar a memória sobre o primeiro pecado. interrogar-me a mim mesmo: o que tenho feito por Cristo. por um pecado. depois. 6e. que para lá foram por menos pecados do que eu. pelo tal pecado. tal pessoa foi justamente condenada para sempre.

com acrescido afecto.57 – Segundo [ponto]. 6 Terceiro [colóquio]. considerar toda a minha corrupção e fealdade corporal. a sua omnipotência à minha fraqueza. que sendo a espada da justiça divina. 61 – [Colóquio]. como têm estado a interceder e rogar por mim. outro tanto ao Pai. 3Depois do que. criando novos infernos para sempre penar neles. contra quem pequei. para que. 2os anjos. para que. sem divagar. 1 O QUARTO EXERCÍCIO 64 – FAZ-SE RESUMINDO ESTE MESMO TERCEIRO 2 2 Disse «resumindo». considerar quem é Deus. para que eu sinta interno conhecimento dos meus pecados e aborrecimento deles. estrelas e elementos. discorra assiduamente pela reminiscência das coisas contempladas nos exercícios passados. quanto sou eu em comparação com todos os homens. 59 – 1Quarto [ponto]. para que mo alcance do Pai. 4a terceira. mesmo que não fosse proibido. Depois disto. notando e fazendo pausa nos pontos em que tenha sentido maior consolação ou desolação ou maior sentimento espiritual. que posso ser? 4Quarto. o comprimento. com a vista da imaginação. e os céus. peixes e animais. pedir conhecimento do mundo. Depois disto. uma Avé-Maria. e fazendo os mesmos três colóquios. considerar que coisa é tudo o criado. aparte de mim as coisas mundanas e vãs. me emende e me ordene. a composição. considerar-me como uma chaga e um abcesso. aves. para que me alcance graça de seu Filho e Senhor para três coisas: 2a primeira. largura e profundidade do inferno. 4e a terra. para que o entendimento. que coisa são os homens. 2Segundo. Pai Nosso 1 62 – O TERCEIRO EXERCÍCIO É A REPETIÇÃO DO PRIMEIRO E SEGUNDO. propondo emenda. guardado e rogado por mim. Depois disto. 5 Segundo [colóquio]. . em comparação com Deus: pois eu só. 60 – 1Quinto [ponto]. fazendo três colóquios Depois da oração preparatória e dois preâmbulos. um Pai Nosso. para que o mesmo Senhor eterno mo conceda. farei três colóquios. diminuindo-me por exemplos: Primeiro. buscando razões e dando graças a Deus nosso Senhor porque me deu vida até agora. segundo os seus atributos. Acabar com um colóquio sobre a misericórdia. como não se abriu para me tragar. da maneira que se segue: 63 – 1Primeiro colóquio a Nossa Senhora. tantas maldades e peçonha tão repugnante. 3os santos. discorrendo por todas as criaturas. donde saíram tantos pecados. comparando-os aos seus contrários em mim: 2a sua sapiência à minha ignorância. a sua bondade à minha malícia. cinco pontos e um colóquio 2 A oração preparatória seja a costumada [46]. depois da oração preparatória e dois preâmbulos. sol. Alma de Cristo. exclamação admirativa. lua. a sua justiça à minha iniquidade. para o futuro. considerando a fealdade e a malícia que cada pecado mortal cometido tem em si. com a sua graça. aborrecendo-a. como me têm deixado com vida e conservado nela. ponderar os pecados. em comparação com todos os anjos e santos do paraíso. para que sinta a desordem das minhas operações. Compreende. aborrecendo-o. como me têm suportado. 3Terceiro. 3 Primeiro preâmbulo. é aqui ver. frutos. 3a segunda. 58 – 1Terceiro [ponto]. 65 – 1 O QUINTO EXERCÍCIO É A MEDITAÇÃO DO INFERNO. 5Quinto. considerar quem sou eu. outro tanto ao Filho. será repetir o primeiro e segundo exercício.

Os «preâmbulos» são a preparação próxima. o segundo. por minhas faltas. propondo exemplos: 2como se um cavaleiro se achasse diante de seu rei e de toda a sua corte. por espaço de uma Avé-Maria. pouco mais ou menos. 4lembrando para exemplo. coisas amargas. o terceiro. 68 – Terceiro [ponto]. pedir o quero: será aqui pedir interno sentimento da pena que padecem os condenados. 71 – 1Fazendo um colóquio a Cristo nosso Senhor. como que em corpos incandescentes. os grandes fogos e. reconhecer-me um grande pecador e que vou. 2º «repetição» cada vez mais «resumida» só das consolações ou desolações sentidas na meditação anterior (EE 62-64). Acabar com um Pai Nosso. 3 Depois disto. 69 – Quarto [ponto]. com o gosto. 3º repetição final em forma de «aplicação de sentidos» (EE 65-71). assim como lágrimas. com o olfacto. resumindo o exercício que tenho de fazer. comparecem ante seu juiz temporal. blasfémias contra Cristo nosso Senhor e contra todos os seus Santos. que seja antes do almoço. tristeza e o verme da consciência. uma hora antes do jantar. alaridos. acreditando. comparecer diante do sumo e eterno Juiz. assim. tocar. pela manhã. Nas outras «semanas» será mais claro. 2o quarto. 70 – Quinto [ponto]. algemado. prantos. 10 São acrescentos aos «preâmbulos» da oração. e já merecedores de morte. conforme a idade. umas porque não acreditaram na sua vinda. antes da vinda [de Cristo]. não dando lugar a outros pensamentos. outras. à meia-noite. 5E. sentina e coisas em putrefacção. quando despertar. ou com outros. dar-lhe graças. cheirar. como vimos no modelo do primeiro dia. para que. durante a sua vida. disposição e temperamento ajudem a pessoa que se exercita para fazer os cinco exercícios ou menos(9). gostar. com a vista da imaginação. antes ou depois da missa. 9 Reparar no escalonamento não só por horas. não agiram segundo os seus mandamentos. também por métodos diferentes de oração sobre um mesmo tema: 1º «meditação» de cada tema (EE 45-61). se do amor do Senhor eterno me esquecer. o segundo.4 5 Segundo [preâmbulo]. [INDICAÇÕES TÉCNICAS] [a. porque não me deixou cair em nenhum destes grupos. gritos. 4E. sempre a entendo em todas as quatro semanas. O primeiro exercício se fará. com os ouvidos. as almas. no segundo exercício. como até agora tem tido sempre de mim tanta piedade e misericórdia. com estes pensamentos. 74 – 1Segunda. conforme a matéria proposta. 3 Esta distribuição de horas. logo ao levantar-se. pondo fim a minha vida. advertir logo no que vou contemplar no primeiro exercício da meia noite. à hora de Vésperas. como os encarcerados e algemados. vestir-me. as «adições» aos preâmbulos são a ambientação remota. Escalonamento da oração diária] 72 – 1Nota. antes de adormecer. . 2Fazer três grupos: o primeiro. em suma. isto é. a saber: como os fogos tocam e abrasam as almas. o quinto. enxofre. ouvir. o terceiro. trazer à memória as almas que estão no inferno. Ambientação da oração] 1 73 – Adições(10) para melhor fazer os exercícios e para melhor achar o que deseja 2 A Primeira adição é: depois de deitado. [b. ao menos o temor das penas me ajude a não cair em pecado. mas. preso com cadeias. envergonhado e confundido de muito ter ofendido aquele de quem antes recebeu muitos dons e muitas mercês. fumo. com o tacto. 67 – Segundo [ponto]. 66 – Primeiro ponto será ver. excitando-me a confusão de tantos pecados meus. depois da sua vida neste mundo. a que hora tenho de me levantar e para quê. 3E assim mesmo. pensar.

4ou chorar muito sobre eles ou sobre as penas e dores que Cristo nosso Senhor passava na sua Paixão. observarei como me correram as coisas na contemplação ou meditação. por ventura. 3A externa. a não ser para rezar. 84 – 1A segunda [maneira] é sobre o modo de dormir. flagelando-se ou ferindo-se e outras formas de aspereza. nem se siga enfermidade notável. nem se siga enfermidade notável. o tempo que estiver no quarto. de três maneiras. mas temperança. para vencer-se a si mesmo. etc. examinarei a causa donde procede. da mesma maneira. como. quanto mais e mais. a não ser que. para o mesmo fim. e se prostrado. etc. que no ponto em que achar o que quero. ressurreição. E também não é penitência tirar o supérfluo de coisas delicadas ou moles. ora sentado. é castigo dos pecados cometidos. outra vez. 78 – 1Sexta. andando sempre a buscar o que quero. ou para solução de alguma dúvida em que a pessoa se acha. a qual se divide em interna e externa. ora prostrado em terra. e quanto mais e mais. 83 – 1A primeira [maneira] é sobre o comer. 2levantado o espírito ao alto. até que me satisfaça [254]. ora de joelhos. depois de acabado o exercício. trazendo cilícios ou cordas ou barras de ferro sobre a carne. se mal. 88 – 1A segunda [nota] é para advertir que a primeira e segunda adição se hão de fazer para os exercícios da meia noite e da manhã. 86 – 1Nota.75 – 1Terceira. se bem. mas que não penetre nos ossos. trazendo mais na memória a morte e o juízo. excepto ao receber ou despedir a pessoa com quem falar. tenha hábito vicioso de dormir demasiado. 87 – 1A primeira nota é que as penitências exteriores se fazem principalmente para três efeitos: – primeiro. contando que não se arruine a pessoa. principalmente. arrepender-me-ei. refrear a vista. E. – 2segundo. 77 – 1Quinta. pratica-se. não querer pensar em coisas de prazer ou alegria. e não doutra maneira que cause enfermidade notável por dentro. 2E. 2Pelo que. privar-me de toda a claridade. sem ter ânsia de passar adiante. ora de pé. parece que é mais conveniente flagelar-se com cordas delgadas que dão dor por fora. 3E. para que a sensualidade obedeça à razão e todas as partes inferiores estejam mais sujeitas às superiores. para me emendar daí em diante. do mesmo modo. e não para os que se farão noutros tempos. por espaço de um quarto de hora. a saber: quando tiramos o supérfluo. de joelhos. ou sentado ou passeando. não rir nem dizer coisa que provoque o riso. o impede qualquer consideração de gozo e alegria. darei graças a Deus nosso Senhor e farei. de maneira que cause dor e não enfermidade. como de glória. 81 – Nona. 2e a quarta adição nunca se fará na igreja. – 3A segunda. e fazer uma reverência ou uma genuflexão. não passarei adiante. por espaço de um Pai-Nosso. 2A interna é doer-se de seus pecados. para sentir pena. 2penitência é quando tiramos do conveniente. E. O que parece mais prático e mais seguro na penitência é que a dor seja sensível na carne. porque. pôr-me de pé. considerando como Deus nosso Senhor me olha. a saber. ler e comer. contanto que não se arruine a pessoa. melhor. para buscar e achar alguma graça ou dom que a pessoa quer e deseja. não é penitência. 80 – Oitava. ora deitado de rosto para cima. e uma vez descoberta. . a um passo ou dois do lugar onde tenho de meditar ou contemplar. 76 – 1Quarta. se deseja ter interna contrição de seus pecados. por exemplo. 3nem muito menos se tire do sono conveniente. 2mas Ter antes em mente o querer sentir dor e pena. com firme propósito de não cometer esses nem quaisquer outros. 82 – 1Décima adição é sobre a penitência. dor e lágrimas pelos nossos pecados. ou fruto da primeira. – 3terceiro. dando-lhe dor sensível. maior e melhor. para chegar à justa medida. 79 – Sétima. fechando janelas e portas. aí repousarei. entrar na contemplação. 2Mas é penitência quando no modo [de dormir] se tira do conveniente. a qual se dá. para satisfação dos pecados passados. a saber. 85 – A terceira [maneira] é castigar a carne. 2 Advertiremos em duas coisas: – A primeira é que se acho o que quero. etc.

pensando que o corpo a possa suportar. há-de contentar-se com comer como eu.. outras vezes. 2 e. 90 – A quarta [nota] é que o exame particular se faça para tirar defeitos e negligências nos exercícios e adições. me siga também na glória. mas pronto e diligente em cumprir sua santíssima vontade. 2de maneira que nos mudemos. rei eterno. há-de trabalhar comigo.que ajuda a contemplar a vida do rei eterno» (EE 91) – tal como essa vida vai revelar. Será aqui pedir graça a nosso Senhor para que não seja surdo ao seu chamamento.. 3quanto é coisa mais digna de consideração ver a Cristo nosso Senhor. como a teve nos trabalhos. 4 Segundo [preâmbulo] é pedir a graça que quero. 93 – 1Segundo [ponto]. durante a noite. muitas vezes. vilas e aldeias por onde Cristo nosso Senhor pregava. para que seguindo-me na pena.diante doutras pessoas. se algum não aceitasse a petição de tal rei.. ao qual e a cada homem. e outros dois ou três. assim. 96 – Segundo [ponto]: Considerar que todos os que tiverem juízo e razão oferecerão todas as suas pessoas ao trabalho. chama e diz: 4Minha vontade é conquistar todo o mundo e todos os inimigos. 2 E quanto ao primeiro ponto. muitas vezes é proveitoso fazer mudança no comer. como por exemplo em casa. Reparar como este rei fala a todos os seus. 3do mesmo modo há-de trabalhar comigo. pelo contrário. vendo o lugar. etc. deixamos de fazer penitência. 95 – 1A Segunda Parte deste exercício consiste em aplicar o exemplo precedente do rei temporal a Cristo nosso Senhor. dá a sentir a cada um o que lhe convém. fazemos demasiada. não. Considerar o que devem responder os bons súbditos a rei tão liberal e tão humano. por conseguinte. consolações. como Deus nosso Senhor conhece infinitamente melhor a nossa natureza. 89 – 1A terceira [nota] é que. dois ou três dias. por amor dos sentidos e por juízo erróneo de que a pessoa não a poderá tolerar sem notável enfermidade. quão digno seria de ser vituperado por todo o mundo e tido por perverso cavaleiro. PARÁBOLA DE INTRODUÇÃO AO SEGUIMENTO DE CRISTO(11)] 91 – 1O 2 3 Chamamento do Rei Temporal ajuda a contemplar a vida do Rei Eterno Oração preparatória seja a costumada [46]. 92 – Primeiro ponto. no dormir. e noutros modos de fazer penitência. depois tenha parte comigo na vitória. como lágrimas. portanto. e diante dele todo o mundo universal. III e IV «semanas»). mas em particular. Pôr diante de mim um rei humano. penitência. quem quiser vir comigo. quem quiser vir comigo. e vigiar. e o mesmo se diga na segunda. conforme aos três pontos expostos. e assim entrar na glória de meu Pai. 94 – 1Terceiro [ponto]. SEGUNDA SEMANA [A. Será aqui ver. 4e. 5e. 97 – 1Terceiro [ponto]: Os que mais se quiserem afeiçoar e assinalar em todo o serviço de seu rei eterno e senhor 11 É a introdução a uma contemplação interpelativa da vida de Cristo – «chamamento. eleito pela mão de Deus nosso Senhor. muitas vezes. porque a alguns convém fazer mais penitência e a outros menos. se consideramos tal apelo do rei temporal a seus súbditos. nas tais mudanças. durante o dia. terceira e quarta semana.-se-nos nas três etapas seguintes (II. dizendo: 2Minha vontade é conquistar toda a terra de infiéis. etc. 3e também porque.. etc. fazendo. em particular. Primeiro preâmbulo é a composição. 4para que. e assim com beber e vestir. sinagogas. etc. a quem prestam reverência e obedecem todos os príncipes e todos os homens cristãos. com a vista imaginativa.. . quando a pessoa que se exercita ainda não acha o que deseja. 5portanto.

assim actual como espiritual.universal. depois. que é aqui como as três pessoas divinas observavam toda a planície ou redondeza de todo o mundo. e todas as gentes em tanta cegueira. 102 – 1Primeiro preâmbulo é recordar a história do assunto que tenho de contemplar.» 3E. a saber. vendo que todos desciam ao inferno. . particularmente. mudando [nestes] a forma segundo a matéria proposta. Consta da oração preparatória. na cidade de Nazaré. que a segunda pessoa se faça homem. 2mas ainda. agindo contra a sua própria sensualidade e contra o seu amor carnal e mundano. depois. 107 – 1Segundo [ponto]: ouvir o que dizem as pessoas sobre a face da terra. 2que eu quero e desejo e é minha determinação deliberada. E. com vosso favor e ajuda. a costumada [46]. ver nossa Senhora e o anjo que a saúda. assim em trajes como em gestos: 2uns brancos e outros negros. CONTEMPLAÇÃO DA VIDA FAMILIAR DE JESUS(12)] 101 – 1 Primeiro Dia A PRIMEIRA CONTEMPLAÇÃO É DA ENCARNAÇÃO. será aqui pedir conhecimento interno do Senhor que. 4º dia: 136-157). [B. uns sãos e outros enfermos. vendo o lugar. uns em paz e outros em guerra. E reflectir para tirar proveito de tal vista. primeiro. o que dizem as pessoas divinas. Pedir o que quero. Convém aqui notar que esta mesma oração preparatória. como falam umas com as outras. uns nascendo e outros morrendo. na sua eternidade. Para a segunda semana. etc. a saber: «Façamos a redenção do género humano. ver e considerar as três pessoas divinas. sem a mudar. 3imitar-vos em passar todas as injúrias e todo o desprezo e toda a pobreza. chegada a plenitude dos tempos. os livros da Imitação de Cristo ou dos Evangelhos e de vidas de santos. pela manhã ao levantar e uma hora antes de almoçar ou jantar. 3E. contanto que seja vosso maior serviço e louvor. para salvar o género humano. etc. como juram e blasfemam. 4terceiro. 99 – Primeira nota. umas e outras. para tirar proveito de suas palavras. no qual estão tantas e tão diversas gentes. a saber. e também daqui por diante. 106 – 1Primeiro ponto é ver as pessoas. 100 – Segunda [nota]. 104 – Terceiro [preâmbulo]. farão oblações de maior estima e valor. 2e como. Aqui será ver a grande extensão e redondeza do mundo. Este exercício se fará duas vezes ao dia. e como morrem e descem ao inferno. 2assim como os mesmos três preâmbulos se hão-de fazer nesta semana e nas outras seguintes. Gabriel a nossa Senhora [262]. se determina. na província de Galileia. 3segundo. por breves momentos. como observam toda a face e redondeza da terra. 12 É o próprio Santo Inácio que adopta intencionalmente esta divisão da vida de Cristo em vida «sob a obediência de seus pais» (ou vida familiar) e vida «em puro serviço de seu eterno Pai» (ou vida pública ) (EE 135). três preâmbulos e três pontos e um colóquio 2 Oração preparatória. por mim. as palavras do anjo e de nossa Senhora. etc. a casa e aposentos de nossa Senhora. muito aproveita ler. em tanta diversidade. uns chorando e outros rindo. dizendo: 98 – 1Eterno Senhor de todas as coisas. assim. diante da vossa infinita bondade. 103 – 1Segundo [preâmbulo]. como [que] no seu assento real ou trono da sua divina majestade. 105 – 1Nota.49]. se fez homem. é enviado o anjo S. como está dito no princípio [46. criando entre estes dois blocos o clima para o discernimento e «eleição» de quaisquer opções a tomar (EE. eu faço a minha oblação. para que mais o ame e o siga. E reflectir. 4se Vossa Santíssima Majestade me quiser escolher e receber em tal vida e estado. depois. e diante da vossa Mãe gloriosa e de todos os santos e santas da corte celestial. 2Assim mesmo. Composição. as da face da terra. cheia de homens.2Assim mesmo. não somente oferecerão suas pessoas ao trabalho.

a habitual [46]. Nesta repetição e em todas as seguintes. 114 – 1Primeiro ponto é ver as pessoas. de sede. 116 – 1Terceiro [ponto]: observar e considerar o que fazem. e se tal caminho era plano ou se por vales ou encostas. como é caminhar e trabalhar. matar. e nossa Senhora humilhando-se e dando graças à divina Majestade. 119 – Nota. depois. reflectir. a saber. para ir a Belém pagar o tributo que César impôs em todas aquelas terras [264]. com todo o acatamento e reverência possível. se era grande. o que fazem as pessoas divinas. pequeno. a saber. 111 – 1Primeiro preâmbulo é a história. considerando o comprimento. 117 – Acabar com um colóquio. 109 – 1Ao fim. e o Menino Jesus depois de já ter nascido. ao fim. como se presente me achasse. e com um Pai nosso. onde a pessoa tenha sentido algum conhecimento. 4E. 3E. 3depois. e tudo isto por mim. baixo.108 – 1Terceiro [ponto]: depois. com a vista imaginativa. ou à Mãe e Senhora nossa. 115 – Segundo [ponto]: observar. como na contemplação precedente. advertir e contemplar o que falam. assim mesmo. os contempla e os serve em suas necessidades. 110 – 1A SEGUNDA CONTEMPLAÇÃO É DO NASCIMENTO 2 Oração preparatória. alto. tirar algum proveito. se fará a repetição do primeiro e segundo exercício. assim recém-encarnado. pensando o que devo dizer às três Pessoas divinas ou ao Verbo eterno encarnado. o anjo cumprindo o seu ofício de legado. 2 Assim mesmo. 112 – 1Segundo [preâmbulo]. composição vendo o lugar. ver nossa Senhora e José e a serva. assentada numa jumenta. e será aqui como desde Nazaré saíram nossa Senhora. e [rezando] um Pai nosso [62]. observar o lugar ou gruta do nascimento. 1 118 – A TERCEIRA CONTEMPLAÇÃO SERÁ A REPETIÇÃO do primeiro e do segundo exercício 2 3 Depois da oração preparatória e dos três preâmbulos. consolação ou desolação. etc. e. reflectindo. reflectir em mim mesmo para tirar algum proveito. depois. a saber. 2e José e uma serva. reflectindo em mim mesmo. de injúrias e afrontas. ao cabo de tantos trabalhos de fome. fazendo também um colóquio. 2pedindo. se há-de fazer um colóquio. etc. para que o Senhor venha a nascer em suma pobreza 2e. 2fazendo-me eu um pobrezinho e escravozito indigno que os observa. será aqui ver. o caminho desde Nazaré a Belém. a largura. notando sempre algumas passagens mais importantes. para mais seguir e imitar a nosso Senhor. grávida quase de nove meses. e como estava preparado. tirar algum proveito espiritual. se observará a mesma ordem de proceder que nas repetições da primeira semana. dizendo um Pai nosso. 120 – A QUARTA CONTEMPLAÇÃO SERÁ [OUTRA] REPETIÇÃO da primeira e da Segunda da mesma maneira que se fez na repetição anterior 1 121 – A QUINTA [CONTEMPLAÇÃO] . 3e. levando um boi. mudando a matéria e conservando-se a forma. ir para o inferno. de calor e de frio. como ferir. 113 – Terceiro [preâmbulo] será o mesmo e da mesma forma que na contemplação precedente. o que fazem o anjo e nossa Senhora. 2Assim mesmo. como se pode piamente meditar. observar o que fazem as pessoas sobre a face da terra. realizar a santíssima Encarnação. para morrer na cruz. para tirar algum proveito de cada uma destas coisas. conforme em si sentir.

com o tacto. por espaço de uma hora. anteriores notas 8. 82]. 2Reflectir em si mesmo e tirar proveito disso. 72. 2é melhor que. métodos a usar. conforme a pessoa que se contempla. ainda que forte. O primeiro exercício da Encarnação se fará à meia noite. 78. 125 – Quarto [ponto]: tocar. porque alguns pedem penitência e outros não. o que falam ou podem falar. reflectindo em si mesmo. meditando e contemplando em particular as suas circunstâncias. se hão de mudar a segunda. se a pessoa que faz os Exercícios é idosa ou débil. 2estando. 5 E na décima adição. uma contemplação. 133. 10). começando da sua Encarnação até ao lugar ou mistério que vou contemplando. para que a consideração de um mistério não estorve à consideração do outro [11]. 3 E a sexta será: trazer à memória. 159]. da alma e das suas virtudes e de tudo. Escalonamento da oração] 128 – 1Segunda [nota]. a infinita suavidade e doçura da divindade. 131 – 1Quinta nota. e a mesma ordem se terá em tudo o que vai seguir. É de advertir que. à hora de vésperas. quanto sentir que [isso] lhe pode aproveitar e ajudar para achar o que deseja. 117]. abraçar e beijar os lugares que essas pessoas pisam e onde se sentam. e outra antes de almoçar. não leia nenhum mistério que naquele dia ou naquela hora não haja de fazer. sempre procurando tirar proveito disso. por exemplo. . ficou de alguma maneira debilitada da primeira semana. a sétima e a décima [74. para os dias seguintes apenas dá as habituais indicações técnicas (Cf. 123 – Segundo [ponto]: ouvir. [a. e. o que se exercita deve haver-se conforme os mistérios que contempla. e tirando algum proveito desta vista. sobre elas. a vida e mistérios de Cristo nosso Senhor. ou se. 148. Nesta segunda semana. a sexta. não se levantando à meia-noite. o segundo. desejando conhecer mais o Verbo eterno encarnado para mais o servir e seguir. frequentemente. usar de boas temperaturas ou diversas. nesta Segunda semana. ao amanhecer. o terceiro. 126 – Acabar-se-á com um colóquio. e com um Pai nosso.SERÁ APLICAR OS CINCO SENTIDOS sobre a primeira e segunda contemplação 2 Depois da oração preparatória e dos três preâmbulos. Em todos os exercícios. 129 – 1Terceira [nota]. com o olfacto e com o gosto. pôr diante de mim a contemplação que tenho de fazer. o esquema do primeiro dia (temas com seus tópicos ou «pontos». se tomará o equivalente da 13 Explicado pormenorizadamente. o quarto. para toda esta semana e as outras seguintes. com o ouvido. da maneira seguinte: 122 – Primeiro ponto é ver as pessoas. pela manhã. É de advertir. 124 – 1Terceiro [ponto]: aspirar e saborear. aproveita passar os cinco sentidos da imaginação pela primeira e segunda contemplação. ao menos algumas vezes. e o quinto. como costuma. 2 Na segunda será: logo ao despertar. excepto no da meia noite e no da manhã. e depois a aplicação de sentidos antes de jantar. tirar disso algum proveito. faça. 3e. [b. 4 E a sétima será que a pessoa que se exercita tanto se deve guardar de ter obscuridade ou claridade. 9. [INDICAÇÕES TÉCNICAS(13)] 127 – 1Primeira nota. Ambientação da oração] 130 – 1Quarta [nota]. orientação da oração com a sua intenção própria ou «graça a buscar» e «colóquio» final). que só tenho de ler o mistério da contemplação que imediatamente tenho de fazer. uma repetição à hora de vésperas. 79. 2de maneira que. com a vista imaginativa. com muito cuidado. e outra à hora da missa. à hora da missa. em cada um dos cinco exercícios [12. antes da hora de jantar. por então. como na primeira e segunda contemplação [109. 6De maneira que se façam todas as dez adições. em todas as dez adições que se expuseram na primeira semana.

vivendo ele em obediência a seus pais. desde este segundo dia até ao quarto inclusive. antes de entrar agora na contemplação igualmente interpelante da sua vida pública. para melhor achar o que deseja. . Santo Inácio faz uma paragem para nos alertar. Tomar por PRIMEIRA E SEGUNDA CONTEMPLAÇÃO A APRESENTAÇÃO NO TEMPLO [268]. para alguma introdução a isso. para a luta interior de apelos que o confronto destes dois tipos de vida fará surgir. para se entregar a puro serviço de seu Pai eternal. MEDITAÇÃO [DA PARÁBOLA] DE DUAS BANDEIRAS. 133 – 1Nota. que consiste na guarda dos mandamentos. quando ficou no templo. em seguida. que é de perfeição evangélica. COMO O MENINO JESUS ERA OBEDIENTE A SEUS PAIS EM NAZARÉ [271]. 3assim como também para o segundo. 136 – 1 Quarto dia. ao amanhecer. e aplicar os sentidos. 2tomando só uma contemplação. a de Cristo. sumo capitão e Senhor nosso. mudar. deixando a seu pai adoptivo e a sua mãe natural. antes de jantar. neste quarto dia. 5 E assim. 132 – 1 Segundo Dia. [C. e assim. e depois COMO O ACHARAM NO TEMPLO [272]. 134 – Terceiro Dia. no primeiro exercício seguinte.segunda adição [74]. Algumas vezes aproveita. da maneira que se segue: 2logo que me recorde que é hora do exercício que tenho de fazer. à hora da missa. e outra. 3resumindo um pouco o exercício que tenho de fazer e. ainda que o que se exercita esteja robusto e disposto. 4juntamente com a contemplação da sua vida. a habitual [46]. da mesma maneira que se fez no dia precedente. mortal inimigo da nossa natureza humana. fazendo a terceira adição. a do inimigo da natureza humana. começaremos agora a investigar e a pedir em que vida ou estado de nós se quer servir Sua Divina Majestade. para chegar à perfeição em qualquer estado ou vida que Deus nosso Senhor nos der a escolher. entrarei no exercício. veremos a intenção de Cristo nosso Senhor e. porei diante mim aonde vou e diante de quem. à hora da vésperas. antes de ir a ele. e repetir sobre elas. outra. a de Lúcifer. depois. 2 Oração preparatória. 2 e sobre estas duas contemplações se farão DUAS REPETIÇÕES e a APLICAÇÃO DOS CINCO SENTIDOS. em contrário. 6e como nos devemos dispor. uma. e a FUGA COMO EM DESTERRO PARA O EGIPTO [269]. INTRODUÇÃO AO DISCERNIMENTO DE APELOS(14)] 135 – 2 1 Preâmbulo para considerar estados Considerado já o exemplo que Cristo nosso Senhor nos deu para o primeiro estado. fazer as DUAS REPETIÇÕES e a APLICAÇÃO DOS CINCO SENTIDOS. 14 Terminada a contemplação interpelante da vida familiar de Jesus em Nazaré.

148 – 1Nota. se sua divina majestade for servido e me quiser escolher e receber. 3 E o dos BINÁRIOS. e. em lugar humilde. 141 – 1Segundo [ponto]. 6e destes três escalões induzam a todas as outras virtudes. para que mo alcance do Pai. ao contrário.137 – Primeiro preâmbulo é a história. opróbrio ou desprezo contra a honra mundana. e depois. 3De maneira que o primeiro escalão seja de riquezas. não menos à pobreza actual. o terceiro de soberba. humildade contra a soberba. estados nem pessoas algumas em particular. 5 Terceiro colóquio. outra vez. ESTE EXERCÍCIO se fará à meia noite. e dizer um Pai nosso. 2 acabando sempre com os três colóquios. e ajuda para deles me guardar. 144 – Primeiro ponto. apóstolos. onde o sumo capitão general dos bons é Cristo nosso Senhor. porque destas duas coisas se segue a humildade. em figura horrível e espantosa. debaixo da sua. que envia a esta expedição. e destes três escalões induz a todos os outros vícios. o terceiro. Será aqui como Cristo chama e quer a todos debaixo de sua bandeira. 3e. como que numa grande cátedra de fogo e fumo. não menos na pobreza actual. se farão DUAS REPETIÇÕES. a grande soberba. depois disto. 147 – 1Um colóquio a nossa Senhora para que me alcance graça de seu Filho e Senhor. onde o caudilho dos inimigos é Lúcifer. Considerar o sermão que lhes faz e como os admoesta a lançar redes e cadeias. etc. 15 Repare-se no escalonamento dos temas de oração deste dia. pobreza contra riqueza. Considerar como faz chamamento de inumeráveis demónios e como os espalha. e. 138 – 1Segundo [preâmbulo]. 2e conhecimento da vida verdadeira que mostra o sumo e verdadeiro capitão. Imaginar assim como se se assentasse o caudilho de todos os inimigos naquele grande campo de Babilónia. primeiro a suma pobreza espiritual. algo diferente dos outros (EE 148). pela manhã. composição. . à hora da missa e à hora de vésperas. o segundo de honra. Pedir o mesmo ao Filho. Será aqui ver um grande campo de toda aquela região de Jerusalém. 2e assim por todo o mundo. a Nossa Senhora. à hora antes de jantar(15). a maior parte das vezes. 2e primeiro em suma pobreza espiritual. uma Avé Maria. formoso e gracioso. como costuma. que se segue. que é Cristo nosso Senhor. 142 – 1Terceiro [ponto]. e. depois disto. 2encomendando-lhes que queiram ajudar e trazer a todos. para que eu seja recebido debaixo de sua bandeira. vendo o lugar.. a uns numa cidade e a outros noutra. considerar como Cristo nosso Senhor se apresenta num grande campo daquela região de Jerusalém. para que ele mo conceda. não deixando províncias. considerar o sermão que Cristo nosso Senhor faz a todos os seus servos e amigos. e Lúcifer. e graça para o imitar. em passar opróbrios e injúrias. lugares. Pedir o que quero. e os envia por todo o mundo a espalhar a sua sagrada doutrina por todos os estados e condições de pessoas. 5de maneira que sejam três os escalões: o primeiro. deste mesmo. o segundo. discípulos. se há de imaginar do sumo e verdadeiro capitão. 145 – Segundo [ponto]. e. 4segundo. 3segundo. 146 – 1Terceiro [ponto]. 143 – Assim. depois. se sua divina majestade for servida e os quiser escolher. 4 Segundo colóquio. 139 – 1Terceiro [preâmbulo]. ao Filho e ao Pai. pelo contrário. dizer Alma de Cristo. 2outro campo na região de Babilónia. contanto que as possa passar sem pecado de nenhuma pessoa nem desprazer de sua divina majestade. ao desejo de opróbrios e desprezos. e será aqui pedir conhecimento dos enganos do mau caudilho. 140 – Primeiro ponto. considerar como o Senhor de todo o mundo escolhe tantas pessoas. Pedir o mesmo ao Pai. para mais nelas o imitar. 2que primeiro hão-de tentar com cobiça de riquezas. para que mais facilmente venham a vã honra do mundo e.

149 –

1

No mesmo Quarto Dia, faça-se a MEDITAÇÃO [DA PARÁBOLA] DE TRÊS BINÁRIOS DE HOMENS, para abraçar o melhor.

2

Oração preparatória, a habitual [46] .

150 – 1Primeiro preâmbulo é a história de três binários de homens: cada um deles adquiriu dez mil ducados, não pura ou devidamente por amor de Deus, 2e querem todos salvar-se e achar em paz a Deus nosso Senhor, tirando de si o peso e impedimento que têm, para isso, na afeição à coisa adquirida. 151– 1Segundo [preâmbulo], composição, vendo o lugar: será aqui ver-me a mim mesmo, como estou diante de Deus nosso Senhor e de todos os seus santos, para desejar e conhecer o que seja mais grato à sua divina bondade. 152 – Terceiro [preâmbulo], pedir o que quero. Aqui será pedir graça para escolher o que for mais para glória de sua divina majestade e salvação de minha alma. 153 – O Primeiro binário quereria tirar o afecto que tem à coisa adquirida, para achar em paz a Deus nosso Senhor e saber-se salvar, e não põe os meios até à hora da morte. 154 – 1O Segundo [binário] quer tirar o afecto, mas de tal modo o quer tirar que fique com a coisa adquirida, de maneira que venha Deus ali aonde ele quer, 2e não se determina a deixá-la para ir a Deus, ainda que este fosse o melhor estado para ele. 155 – 1O Terceiro [binário] quer tirar o afecto, mas de tal modo o quer tirar que também não tem afeição a ter a coisa adquirida ou não a ter, 2mas somente deseja querê-la ou não a querer, conforme Deus nosso Senhor lhe puser na vontade, e a si lhe parecer melhor para serviço e louvor de sua divina majestade; 3e, entretanto, quer fazer de conta que tudo deixa afectivamente, esforçando-se por não querer aquilo nem nenhuma outra coisa, se não o mover somente o serviço de Deus nosso Senhor; 4de maneira que o desejo de melhor poder servir a Deus nosso Senhor o mova a tomar a coisa ou a deixá-la. 156 – Fazer os mesmos três colóquios que se fizeram na contemplação precedente das Duas Bandeiras [147]. 157 – 1Nota. É de notar que, quando nós sentimos afecto ou repugnância contra a pobreza actual, quando não somos indiferentes a pobreza ou riqueza, 2muito aproveita, para extinguir o tal afecto desordenado, pedir nos colóquios (ainda que seja contra a carne) que o Senhor o escolha para a pobreza actual; 3e que ele assim o quer, pede e suplica, contanto que seja para serviço e louvor da sua divina bondade [16].

[D . CONTEMPLAÇÃO DA VIDA PÚBLICA DE JESUS(16)]
158 –

Quinto Dia.
CONTEMPLAÇÃO SOBRE A PARTIDA DE CRISTO NOSSO SENHOR DESDE NAZARÉ AO RIO JORDÃO, E COMO FOI BAPTIZADO [273].

159 – 1Primeira nota. ESTA CONTEMPLAÇÃO se fará uma vez à meia-noite, e outra vez pela manhã; e sobre ela DUAS REPETIÇÕES, à hora de Missa e de Vésperas;
16 Logo a seguir ao quarto dia, dia de introdução ao discernimento de apelos, começa a contemplação da vida pública de Jesus (EE 158162) e, simultaneamente (EE 163; cf.135,4), o trabalho das «eleições» ou discernimento de opções a tomar na vida, para o qual se dá adiante um bloco de orientações (EE 163-l89)

e, antes de jantar, aplicar sobre ela OS CINCO SENTIDOS; 2 antes de cada um destes cinco exercícios, antepor a habitual oração preparatória [101] e os três preâmbulos [102-104], conforme sobre tudo isto está declarado na contemplação da Encarnação e do Nascimento, 3e acabar com os três colóquios dos Três Binários [156,147], ou segundo a nota que vem depois dos Binários [157]. 160 – Segunda nota. O exame particular, depois do almoço e depois do jantar, se fará sobre as faltas e negligências tidas nos exercícios e adições deste dia; e assim também nos dias que se seguem. 161 –
1

Sexto Dia.
CONTEMPLAÇÃO COMO CRISTO NOSSO SENHOR FOI DESDE O RIO JORDÃO AO DESERTO, INCLUSIVE [274], seguindo em tudo a mesma forma do quinto [dia].
2

Sétimo Dia.

COMO SANTO ANDRÉ E OUTROS SEGUIRAM A CRISTO NOSSO SENHOR [275].
3

Oitavo Dia.
4

O SERMÃO DA MONTANHA, QUE É SOBRE AS OITO BEM-AVENTURANÇAS [278].

Nono Dia.

COMO CRISTO NOSSO SENHOR APARECEU AOS SEUS DISCÍPULOS SOBRE AS ONDAS DO MAR [280].
5

Décimo Dia.

COMO O SENHOR PREGAVA NO TEMPLO [288].
6

Undécimo Dia.

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO [285].
7

Duodécimo Dia.

O DIA DE RAMOS [287]. 162 – 1Primeira nota. Nas contemplações desta segunda semana, conforme cada um quiser dispor do tempo ou conforme lhe aproveitar, pode prolongar ou abreviar. 2Se prolongar, tome os mistérios da Visitação de nossa Senhora a santa Isabel, os Pastores, a circuncisão do Menino Jesus, e os três Reis, e também outros. 3E, se abreviar, tirar mesmo dos que estão propostos. Porque isto é [só] dar uma introdução e modo para, depois, melhor e mais completamente contemplar.

[E. ELEIÇÃO DE OPÇÕES A TOMAR(17)] [a. Momento de a iniciar]
163 – Segunda nota. A matéria das eleições começará, desde a contemplação de Nazaré ao Jordão, inclusive, que é o quinto dia, conforme se declara adiante (169-189). [b. Princípio e fundamento de «humildade»(18)]
17 Uma vez que os Exercícios Espirituais são para «buscar e achar a Vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma» (EE 1,4), criadas as condições é agora o momento de discernir e eleger essa Vontade: quer acerca do estado de vida (EE 163-188), quer acerca doutras opções para a santidade de vida dentro desse estado (EE 189). 18 «Antes de entrar em eleições» ou discernimento de opções, é fundamental tomar o pulso às disposições de humilde sujeição («humildade») não só à Vontade de Deus mas à «verdadeira doutrina» (EE 139,2) ou autêntica maneira de humilde sujeição do próprio Jesus Cristo à Vontade do Pai (Cf. Fil 2,5-11).

164 – 1Terceira nota. Antes de entrar nas eleições, para a pessoa se afeiçoar à verdadeira doutrina de Cristo nosso Senhor, 2aproveita muito considerar e advertir nas seguintes TRÊS MANEIRAS DE HUMILDADE, considerando sobre elas, aos poucos, durante todo o dia, 3 e também fazendo os colóquios, como adiante se dirá [168]. 165 – 1A Primeira maneira de humildade é necessária para a salvação eterna, a saber: que assim me abata e assim me humilhe, quanto em mim seja possível, para que em tudo obedeça à lei de Deus nosso Senhor, 2de tal sorte que, nem que me fizessem senhor de todas as coisas criadas neste mundo, nem pela própria vida temporal, eu nem esteja a deliberar se hei-de infringir um mandamento, quer divino quer humano, que me obrigue a pecado mortal. 166 – 1A Segunda [maneira de humildade] é [uma] humildade mais perfeita que a primeira, a saber: se eu me acho em tal ponto que não quero nem me apego mais a ter riqueza que pobreza, a querer honra que desonra, a desejar vida longa que curta, 2sendo igual serviço de Deus nosso Senhor e salvação da minha alma; e, a tal ponto que, nem por tudo o criado, nem que me tirassem a vida, eu não esteja a deliberar se hei-de cometer um pecado venial. 167 – 1A Terceira [maneira de humildade] é [uma] humildade perfeitíssima, a saber: quando, incluindo a primeira e a segunda, sendo igual louvor e glória da divina majestade, 2para imitar e parecer-me mais actualmente com Cristo nosso Senhor, 3eu quero e escolho antes pobreza com Cristo pobre que riqueza; desprezos com Cristo cheio deles que honras; 4e desejo mais ser tido por insensato e louco por Cristo que primeiro foi tido por tal, que por sábio ou prudente neste mundo. 168 – 1Nota. Assim, para quem deseja alcançar esta terceira humildade, muito aproveita fazer os três colóquios dos Binários, já mencionados [156; 147], 2pedindo que nosso Senhor o queira escolher para esta terceira maior e melhor humildade, para mais o imitar e servir, se for igual ou maior serviço e louvor para sua divina majestade.

[c) Preâmbulos de abordagem]
169 –
2 1

Preâmbulo
para fazer eleição

Em toda a boa eleição, quanto é da nossa parte, o olhar da nossa intenção deve ser simples, tendo somente em vista o fim para que sou criado, a saber, para louvor de Deus nosso Senhor e salvação da minha alma; 3e assim, qualquer coisa que eu eleger deve ser para que me ajude para o fim para que sou criado, não subordinando nem fazendo vir o fim ao meio, mas o meio ao fim. 4Assim, acontece que muitos elegem primeiro casar-se, o que é meio, e em segundo lugar, servir a Deus nosso Senhor no casamento, quando servir a Deus é fim. Assim também, há outros que, primeiro querem ter benefícios e, depois, servir a Deus neles [cf. 16; 157]. 5De maneira que estes não vão direitos a Deus, mas querem que Deus venha direito às suas afeições desordenadas e, por conseguinte, fazem do fim meio e do meio fim; de sorte que o que haviam de pôr primeiro, põem por último. 6Porque, primeiro, havemos de propor como objectivo querer servir a Deus, que é o fim [179] e, em segundo lugar, tomar um benefício ou casar-me, se mais me convém, que é o meio para o fim. 7Assim, nenhuma coisa me deve mover a tomar os tais meios ou a privar-me deles, senão somente o serviço e louvor de Deus nosso Senhor e a salvação eterna de minha alma.

170 –

[Preâmbulo]
para tomar conhecimento de que coisas se deve fazer eleição e compreende quatro pontos e uma nota
1

2

Primeiro ponto. É necessário que todas as coisas das quais queremos fazer eleição sejam indiferentes ou boas

de maneira que não esteja mais inclinado nem afeiçoado a tomar a coisa proposta do que a deixá-la. sem afeições desordenadas. achar-me indiferente [23]. ao seguirem a Cristo nosso Senhor. o sacerdócio. como o tomar benefícios ou deixá-los. 176 – O segundo [tempo é] quando se recebe suficiente clareza e conhecimento por experiência de consolações e desolações e por experiência de discernimento de vários espíritos. um ofício ou benefício a tomar ou deixar. S. como são o sacerdócio. procure fazer boa vida na sua eleição. 179 – 1Segundo [ponto]. como. «repetição» afectiva das moções do Espírito. É preciso ter como objectivo o fim para que sou criado.13). como meio. 2e. sem afeição alguma desordenada. aproveita em fazer a eleição devidamente. ou qualquer outra coisa compreendida no âmbito de eleição mudável. 178 – 1Se no primeiro ou segundo tempo não se faz eleição. porque não se pode desatar. aos três passos ou «tempos» em que são escalonadas as horas de oração diária sobre qualquer tema: reflexão discursiva. 2e. . «aplicação de sentidos» intuitiva ou contemplativa (Cf. Eleição de estado de vida] [«Tempos» ou estados de alma(19)] 175 – 2 1 Três tempos para fazer sã e boa eleição em cada um deles O primeiro tempo é quando Deus nosso Senhor move e atrai a vontade de tal modo que. 4porque toda a vocação divina é sempre pura e límpida. muitos nisto erram. considerando primeiro para que nasceu o homem. para louvar a Deus nosso Senhor e salvar a sua alma. por ser eleição desordenada e oblíqua. além disso. devida e ordenadamente. como é o matrimónio. 3mas que esteja no meio. como o fiel da balança. quem tiver desejo que de si saiam frutos notáveis e muito agradáveis a Deus nosso Senhor. mas sim aperfeiçoar-se naquela que fez. 2não há motivo para. 174 – 1Nota. a alma devota segue o que lhe é mostrado. 3Disse tempo tranquilo. Se alguém fez. [1. 3essa eleição não parece que seja vocação divina. sem mistura vinda da carne nem de outra afeição alguma desordenada. Simplesmente aqui. Mateus. e não condescendeu com a carne nem com o mundo. o matrimónio. quando a alma não é agitada por vários espíritos e usa de suas potências naturais. 177 – 1O terceiro tempo é tranquilo. afim de seguir aquilo que julgar ser para mais glória e louvor de Deus nosso Senhor e salvação de minha alma [169]. Na eleição imutável. quanto puder.em si mesmas e que militem dentro da Santa Mãe Igreja hierárquica. o tomar bens temporais ou renunciar-lhes. fazendo de oblíqua ou de má eleição vocação divina. livre e tranquilamente. escolhe. 19 Correspondem. apresentados na ordem inversa. de novo. É de advertir que. seguem-se dois modos para a fazer neste TERCEIRO TEMPO [177]. Paulo e S. sem duvidar nem poder duvidar. e não sejam más nem contrárias a ela. notas 9. arrependendo-se. O Primeiro modo para fazer sã e boa eleição compreende seis pontos: 3 2 O primeiro ponto é propor diante de mim a coisa sobre a qual quero fazer eleição. nem mais a deixá-la que a tomá-la . etc. na «eleição». eleição de coisas que estão no âmbito de eleição mudável. mais ou menos. afim de ser ajudado no serviço de seu Senhor e salvação de sua alma. 172 – 1Terceiro [ponto]. se não se fez a eleição devida e ordenadamente. fazer eleição. 3Assim fizeram. a saber. 173 – 1Quarto [ponto]. por exemplo. uma vida ou estado dos que a Igreja aprova. 171 – 1Segundo [ponto]. não há mais que eleger. etc. 2então. que é para louvar a Deus nosso Senhor e salvar a minha alma. uma vez feita a eleição. por exemplo. desejando isto. se essa eleição mudável não se fez sincera e bem ordenada. Há umas coisas que caem sob o âmbito de eleição imutável. 2Só é de atender a que. 2há outras que caem sob o âmbito de eleição mudável. Com efeito.

só para louvor de Deus nosso Senhor e salvação de minha alma. no modo de fazer a presente eleição. e não conforme moção alguma da sensibilidade. para glória e louvor de Deus nosso Senhor e salvação de sua alma. sinta primeiro em si. conforme a maior moção racional. 8do mesmo modo. com ter o cargo ou benefício proposto. [2. 20 Feita a «eleição» ou opção de estado de vida. 3Fazer o mesmo na segunda parte. 184 – 1 O Segundo modo para fazer sã e boa eleição compreende quatro regras e uma nota [338-341] 2 3 A Primeira [regra] é que aquele amor que me move e me faz eleger tal coisa desça do alto. que o amor maior ou menor que tem à coisa que elege é unicamente por seu Criador e Senhor. à oração diante de Deus nosso Senhor. Pedir a Deus nosso Senhor queira mover a minha vontade e pôr em minha alma o que devo fazer. quantas vantagens ou proveitos para mim se seguem. Depois de assim ter discorrido e reflectido. guardarei a regra que para o outro proponho. Eleição de outras opções para a santidade de vida dentro do seu estado(20)] 189 – 1 Para emendar e reformar a própria vida e estado É de advertir que. 135. 23. e. pelo contrário. quanto à coisa proposta. 6Para vir e chegar a este fim. 5a saber: ordenando o seu mundo. a saber. para que então me ache com inteiro prazer e gozo. ir. 181 – 1Quarto [ponto]. 187 – 1A Quarta [regra] é. sobre todos os aspectos do assunto proposto.6). com o meu entendimento. em lugar de fazer eleição. 183 – 1Sexto [ponto]. regulando-me por ela. e desejando-lhe eu toda a sua perfeição. Tomadas as regras sobreditas para minha salvação e quietude eterna. 3quando não há lugar ou muito pronta vontade para fazer eleição das coisas que caem sob eleição mudável [170-172]. como a deve ensinar. de forma que quem elege. trata-se agora de discernir outras opções a tomar em ordem à santidade de vida dentro desse estado: «ordenando o seu mundo. atendendo e considerando como me acharei no dia do juízo. como se estivesse em artigo de morte. ver para onde a razão mais se inclina.180 – 1Terceiro [ponto]. farei a minha eleição e oblação a Deus nosso Senhor. fazendo eu da mesma maneira. para que sua divina majestade a queira receber e confirmar. Feita a eleição ou deliberação. se for para seu maior serviço e louvor. 185 – 1A Segunda [regra] é imaginar um homem a quem nunca tenha visto nem conhecido. vida e estado para glória e louvor de Deus nosso Senhor e salvação da sua própria alma» (EE 189.7. pensar como então quereria ter deliberado sobre o assunto presente. 2 . com a palavra e com o exemplo. assim. tomá-la agora. Considerar. Cf. vida e estado. 182 -1Quinto [ponto]. ver as vantagens e proveitos em o não ter. deve considerar e ruminar muito. 186 – A Terceira [regra] é considerar. com muita diligência. considerar também os inconvenientes e perigos que há em tê-lo. dar forma e modo para emendar e reformar a própria vida e estado de cada um. conforme ao sexto ponto do primeiro modo de fazer eleição [183]. considerar o que eu lhe diria que fizesse e elegesse para maior glória de Deus nosso Senhor e maior perfeição de sua alma. em tudo. 7quanta casa e família deve ter. a regra que então quereria ter tido. 2e. como a deve reger e governar. que mais seja para seu louvor e glória. faça a minha determinação. e escolhendo conforme a sua santíssima e beneplácita vontade. 2e oferecer-lhe essa eleição. 188 – Nota. raciocinando. a forma e a norma de proceder que então quereria ter tido. para os que estão constituídos em prelatura ou em matrimónio (quer abundem muito em bens temporais quer não). conforme está declarado [164-188]. por meio dos exercícios e modos de eleger. do amor de Deus. se deve fazer a deliberação sobre o assunto proposto. 4aproveita muito. deve a pessoa que a fez. 2e. 2e.4. 2discorrendo bem e fielmente. 2e. os inconvenientes e perigos em o não ter. e também.9-10.

(cf. 196 – Quinto [ponto]: considerar como a divindade se esconde. enviou dois discípulos a Jerusalém. que nos colóquios devemos argumentar e pedir. 194 – 1Primeiro ponto é ver as pessoas da ceia. conforme me acho tentado ou consolado. que é aqui como Cristo nosso Senhor. está declarado [54]. como se vê pela correspondência mútua de graças e de andamento. é COMO CRISTO NOSSO SENHOR FOI DESDE BETÂNIA A JERUSALÉM ATÉ A ÚLTIMA CEIA. como antes. e lhes fez um sermão. e quanto para despender com os pobres e com outras obras pias [337-344]. será aqui considerar o caminho desde Betânia a Jerusalém. 2 Segundo [ponto]: ouvir o que falam. será aqui dor. se estreito. É de advertir. 197 e 233-234). A PRIMEIRA CONTEMPLAÇÃO. se era grande. 197 – Sexto [ponto]: considerar como tudo isto padece por meus pecados. se duma maneira ou se doutra. segundo o passo que se contempla. 2e como. quanto deve tomar para sua família e casa.9-11. vendo o lugar. se era largo. embora separadas em duas «semanas». ele mesmo foi a ela com os outros discípulos. 10Porque pense cada um que tanto aproveitará em todas as coisas espirituais.49]. e. três preâmbulos. porque por meus pecados vai o Senhor à Paixão. Inácio que divide intencionalmente a contemplação da Paixão de Cristo em dois tempos: 1º passo a passo (EE 190204. e tirar também algum proveito. maior louvor e glória de Deus nosso Senhor. 2a saber. 2Assim mesmo o lugar da ceia. de igual modo. à meia noite. e em parte.1-2 e 4-5).3 e 6). estão ordenadas uma à outra como um todo indissociável. etc. se pequeno. 209. e conforme desejo ter uma 21 A «contemplação» da Paixão de Jesus e a da sua Ressurreição. compreende a oração preparatória. 191 – 1Primeiro preâmbulo é recordar a história. seis pontos e um colóquio Oração preparatória. 209. aqui. quanto sair de seu próprio amor. começar com muita força e esforçar-me por me condoer. segundo a matéria proposta. sentimento e confusão. 22 É o próprio S. EE 203 e 221. desde Betânia. à estrutura da semana. 192 – 1Segundo [preâmbulo]: composição. 208. um escalonamento muito parecido ao do esquema diário de oração. assim.de seus bens. a saber. TERCEIRA SEMANA [Seguimento de Cristo no Mistério Pascal(21)] [A. reflectindo em mim mesmo. como poderia destruir os seus inimigos e não o faz. 193 – Terceiro [preâmbulo]: pedir o que quero. e como deixa padecer a sacratíssima humanidade tão crudelissimamente. CONTEMPLAÇÃO DA PAIXÃO PASSO A PASSO] 190 – 1 Primeiro Dia(22). (Cf.. se plano. e que devo eu fazer e padecer por ele. 195 – 1Quarto [ponto]: considerar o que Cristo nosso Senhor padece na humanidade ou quer padecer.1-8. procurar tirar algum proveito delas. em tudo e por tudo. e trabalhar assim nos outros pontos que se seguem. 2º toda por junto (EE 208. depois. Marca. tirar algum proveito. a habitual [46. 3 Terceiro [ponto]: observar o que fazem. querer e interesse. Nota 23) 2 . depois que Judas foi vender o seu Senhor. com um Pai nosso. 195-196 e 223-224. lhes lavou os pés e deu seu Sacratíssimo Corpo e Precioso Sangue a seus discípulos. INCLUSIVE [289]. 198 – Terminar com um colóquio a Cristo nosso Senhor e. entristecer e chorar. ao fim. e. 2e. depois de ter comido o cordeiro pascal e ter ceado. 9não querendo nem buscando nenhuma outra coisa senão. 199 – 1Nota. etc. a preparar a ceia e.

se mudarão. cf. 5e Judas lhe deu a paz. pena interna de tanta pena que Cristo passou por mim(23). a habitual [46]. INCLUSIVE [290] 2 Oração preparatória. três vezes. conforme a matéria exposta. 223-224) 24 Explicados. ainda que bons e santos. morte e ressurreição de Jesus. quebranto com Cristo quebrantado [48. desde o monte Sião.157. 199. nosso Senhor. mas antes. 4e. . para o vale de Josafat. Ambientação da oração] 206 – 1Terceira nota. por me entristecer e me condoer de tanta dor e de tanto padecer de Cristo nosso Senhor. 4e depois que. disposição e temperamento ajudem à pessoa que se exercita. antes de jantar. desde o momento em que nasceu até ao mistério da Paixão em que. fez oração ao Pai. 2deixando oito deles numa parte do vale. pode fazer três colóquios. 3e. 221. e S. [INDICAÇÕES TÉCNICAS] [a. Escalonamento da oração] 204 – 1Primeira nota. 200 – 1 SEGUNDA CONTEMPLAÇÃO. pondo-se em oração. à sua voz. na meditação das Duas Bandeiras [147] com a nota que se segue aos Binários [157]. fará. onde celebrou a ceia. e despertou os seus três discípulos. pôr diante de mim aonde vou e a quê. 203 – Terceiro [preâmbulo] é pedir o que quero. e os outros três noutra parte do horto. Segundo a idade. 202 – Segundo [preâmbulo] é ver o lugar. e Cristo a pôs em seu lugar. 3 antepondo sempre a oração preparatória e os três preâmbulos. se APLICARÃO OS SENTIDOS sobre as duas sobreditas contemplações. desde o monte Sião ao vale de Josafat. e depois pela encosta acima para a casa de Anás. com suas intenções. a segunda e a sexta adição [74.3]. 5trazendo frequentemente à memória os trabalhos. o esquema dos dias com seus temas e escalonamento diário da oração (208-209). ou. não visa apenas a confirmação das graças alcançadas na primeira e segunda «semanas». 233-237) e de novos horizontes a explorar na vida espiritual (EE 195-197. 5pela mesma forma que está dito na segunda semana. cf. 2 A segunda adição será: logo ao despertar. o levam pelo vale a baixo. me encontro [78. Pedro cortou a orelha a Malco. para os restantes dias apenas dá as indicações técnicas (EE 205-207). um pouco. cada dia. conforme quero sentir dor ou gozo da coisa que contemplo. e será aqui como Cristo nosso Senhor desceu com os seus onze discípulos. e depois que. se a matéria ou a devoção o move. se farão DUAS REPETIÇÕES sobre a primeira e segunda contemplação. e assim mesmo o horto. sua um suor como gotas de sangue. o que é próprio pedir na Paixão: dor com Cristo doloroso. conforme quero dispor de mim a uma ou a outra parte. nos pontos e no colóquio. pode fazer um só colóquio a Cristo. se era largo. em parte. a contemplação que quero fazer. 2 e à hora da Missa e à das Vésperas. cfr. 201 – 1Primeiro preâmbulo é a história. se de uma maneira. 130]. Nesta terceira semana. 3finalmente pedindo aquilo que mais eficazmente desejo acerca de algumas coisas particulares. e. mas marca uma etapa de novas graças a atingir (EE 203. ter-se-á a mesma forma de proceder. conforme for o mistério [74]. outro ao Pai.147. 130]. desta maneira. se comprido. 6sendo preso como malfeitor.virtude ou outra. enquanto me levanto e visto. resumindo. depois. ao presente. depois de feita a oração preparatória com os três preâmbulos já mencionados. os cinco exercícios ou menos. 72](24). da mesma forma que está dito e declarado na segunda semana [119. como sempre ao princípio de cada «semana». será DESDE A CEIA AO HORTO. um à Mãe. 159. induzir-me a mim mesmo a dor e a pena e abatimento. procurando não fomentar pensamentos alegres. outro ao Filho. 78. se de outra. aqui será considerar o caminho. 3esforçando-me. Nesta SEGUNDA CONTEMPLAÇÃO. que se teve na PRIMEIRA CONTEMPLAÇÃO DA CEIA. métodos e colóquios (EE 190-204). pela manhã. 23 A «contemplação» do Mistério Pascal da paixão. os temas de oração do primeiro dia. lágrimas. [b. 205 – Segunda nota. como os de ressurreição e de glória. caíram os inimigos. fadigas e dores que Cristo nosso Senhor passou. 4 A sexta adição se mudará.

de manhã. de manhã. 4 e depois. a contemplação será DESDE O HORTO À CASA DE ANÁS INCLUSIVE [291]. 7 Quinto Dia. O exame particular sobre os exercícios e adições presentes se fará como na semana passada [160]. 6 e. conforme está já dito [204]. e. AS DUAS REPETIÇÕES e a APLICAÇÃO DE SENTIDOS. DE HERODES A PILATOS [295]. as REPETIÇÕES e [a APLICAÇÃO DOS] SENTIDOS. DE CASA DE CAIFÁS A PILATOS INCLUSIVE [293]. e. fazendo a contemplação dos mistérios até metade dos da mesma casa de Pilatos. as duas REPETIÇÕES e [a APLICAÇÃO DE] SENTIDOS [204]. DA CASA DE PILATOS ATÉ SER PREGADO NA CRUZ [296]. DA CASA DE ANÁS À CASA DE CAIFÁS INCLUSIVE [292]. e. OS OUTROS MISTÉRIOS QUE FICARAM DA MESMA CASA.207 – Quarta nota. depois. de manhã. e. depois. 8 Sexto Dia. 2 e. como está dito [204]. e as REPETIÇÕES e [a APLICAÇÃO DE] SENTIDOS. 3 Terceiro Dia. à meia noite. à meia-noite. à meia-noite. . no exercício da manhã. DESDE O SEPULCRO INCLUSIVE ATÉ À CASA PARA ONDE NOSSA SENHORA FOI. de manhã. DESDE O DESCIMENTO DA CRUZ ATÉ AO SEPULCRO INCLUSIVE [298]. 5 Quarto Dia. DESDE QUE FOI LEVANTADO NA CRUZ ATÉ QUE EXPIROU [297]. pela mesma forma que já está dito [204]. depois. DE PILATOS A HERODES INCLUSIVE [294]. à meia-noite. 208 – 1 Segundo Dia. à meia-noite.

menos mistérios [cf. na terceira «semana». como mais lhe parecer que poderá aproveitar-se. o sermão que Cristo fez [aos discípulos]. 211 – 1Segunda [regra]. 2De maneira que a parte principal do 25 Regras de discernimento para outras «eleições» ou opções a tomar em ordem à «reforma» de vida ou projecto de santidade que se vem amadurecendo desde a segunda «semana» (EE 189). em lugar das DUAS REPETIÇÕES e [da APLICAÇÃO] DE SENTIDOS. metade de toda a Paixão. consolações e divinas inspirações. a casa de Caifás. muitas vezes sentirá mais as luzes interiores. . a dos discípulos. um dia inteiro. a casa de Anás. e no que traz dano. não fazendo repetições nem a aplicação de sentidos. e procure imitá-lo. e. se vê sem tanta força corporal nem [tanta] disposição para os exercícios espirituais. Enquanto a pessoa come. cinco exercícios distintos. Nos alimentos deve ter-se a maior e mais inteira abstinência. porque assim o apetite em desordenar-se como a tentação em instigar são mais prontos nesta parte. por outra parte. depois de acabada a Paixão. e no terceiro dia. em cada contemplação. É de notar que. 4 [C. a soledade de nossa Senhora. toda a Paixão junta. na quarta. distinto mistério de Cristo nosso Senhor. CONTEMPLAÇÃO DE TODA A PAIXÃO POR JUNTO] 9 Sétimo Dia. e como bebe. para o rejeitar. tratando-se de delicados. faça. 5de maneira que. habituando-se a comer alimentos ordinários. porque não é alimento sobre o qual o apetite se costuma tanto desordenar. 3 Assim mesmo. à hora de vésperas. ou em que a tentação insista como a outros manjares. CONTEMPLAÇÃO DE TODA A PAIXÃO JUNTA. a casa de Pilatos. pode fazer. ACHEGAS PARA A «REFORMA» DE VIDA(25)] 210 – 1 Regras para se ordenar doravante no comer 2 Primeira regra é que do pão convém menos abster-se. 11Considere-se assim mesmo. no exercício da meia noite e da manhã. e onde e como ficou sepultado. todo aquele dia. 6 e depois de acabada assim toda a Paixão. por duas razões: 2a primeira. a outra. 10 e. 212 – 1Terceira [regra]. à meia-noite.214). facilmente virá a julgar o que mais convém ao seu sustento corporal. e como fala. 209 – 1Nota. considere que vê a Cristo nosso Senhor comer com seus apóstolos. na terceira. no segundo dia. à hora da missa. 3a segunda. [porque] se a pessoa. a Ceia. como o corpo sacratíssimo de Cristo nosso Senhor ficou desatado e apartado da alma. o horto. e como olha. Foram situadas aqui. somente a Ceia. outro dia.depois de sepultado seu Filho. depois. No beber parece mais conveniente a abstinência do que no comer pão. pode ter-se de duas maneiras: uma. [B. tome. Guardando-se de não cair em enfermidade. o lava-pés. considerar. em pequena quantidade. toda a Paixão. Pelo contrário. a outra metade. a saber. 214 – 1Quinta [regra]. na hora antes do jantar. quem se quiser alongar mais na Paixão. num exercício ou em diversos. e assim nas outras contemplações e mistérios. 213 – 1Quarta [regra]. 2e assim a abstinência nos alimentos. 162]. na tal abstinência. mais depressa alcançará a justa medida que deve ter em seu comer e beber. há-de tomar. Cf. a mostrar-lhe a justa medida que lhe convém. em cada um dos exercícios. quem quiser abreviar mais a Paixão. o mais frequentemente que puder. o dom do Sacramento [da Eucaristia]. porque. cada dia. com tanta dor e aflição. quanto mais uma pessoa tirar do conveniente. para evitar desordem. 2portanto deve reparar-se muito no que traz proveito para o admitir. e. tome. tomando estes meios e dispondo-se assim. 2na segunda. de manhã. na primeira contemplação. talvez por aproximação com a «contemplação» do Senhor à mesa da Última Ceia (EE 190-198.

tão miraculosamente. para o almoço ou para o jantar seguintes. e. ou da vida de santos. assim como o quarto.5). 224 – Quinto [ponto]. EE 226. e um Pai nosso. métodos e tópicos a explorar (EE 222-224) e colóquios a desenvolver (EE 225). A estrutura da «semana» e o esquema dos dias devem corresponder aos da etapa anterior (Cf. Santo Inácio dá explicação pormenorizada só do primeiro dia: os temas de oração com suas intenções (EE 221). oratório. ou noutra hora em que não sinta apetite de comer. São os elementos que marcam orientação à etapa. depois do almoço ou depois do jantar. a quantidade que convém que coma. considerar como a divindade. apareceu a Sua bendita Mãe. CONTEMPLAÇÃO DA RESSURREIÇÃO APARIÇÃO POR APARIÇÃO] 218 – 1 PRIMEIRA CONTEMPLAÇÃO(26). 3para que assim alcance maior equilíbrio e ordem sobre a maneira de se haver e governar [à mesa]. muito aproveita que. para mais vencer qualquer apetite desordenado e tentação do inimigo. a alma bem-aventurada desceu aos infernos. depois que Cristo expirou na cruz. 221 – Terceiro [preâmbulo]: pedir o que quero. expõe a seguir a sua organização diária e semanal (EE 226-228). estando a atenção fixa em tais coisas. 27 Explicada a orientação a dar à oração. também unida com a divindade. 2de onde tirou as almas justas. ou de alguma piedosa consideração. observando as suas diversas partes. QUARTA SEMANA [A. e veio ao sepulcro. assim sucessivamente. tópicos e colóquios (EE 218-225). pelos verdadeiros e santíssimos efeitos dela. [INDICAÇÕES TÉCNICAS(27)] 26 Como sempre. cada dia. em particular. que é aqui como. e será aqui pedir graça para me alegrar e gozar intensamente de tanta glória e gozo de Cristo nosso Senhor. 220 – Segundo [preâmbulo]: composição. 222 – O primeiro.entendimento se ocupe na consideração de nosso Senhor. assim na maneira de comer como na quantidade que come. por nenhum apetite nem tentação. 216 – 1Sétima [regra]. e. 215 – 1Sexta [regra]. reparar no ofício de consolar que Cristo nosso Senhor traz e compará-lo com o modo como os amigos se costumam consolar uns aos outros [54]. ressuscitado. Outras vezes. Para tirar desordem. ver a disposição do santo sepulcro e o lugar ou casa de nossa Senhora. que será aqui. 219 – 1Primeiro preâmbulo é a história. 223 – Quarto [ponto]. coma menos. 225 – Terminar com um colóquio ou colóquios. Guarde-se sobretudo de que não esteja todo o seu espírito posto no que come. 2determine consigo. 2mas seja senhor de si. a habitual [46]. etc. na santíssima Ressurreição. . enquanto come. 217 – 1Oitava [regra]. aparece e se mostra agora. nem ao comer vá apressado pelo apetite.2. segundo e terceiro pontos sejam os habituais.1). porque nesta «semana» manda reduzir as horas de oração (EE 227. em corpo e alma. 2Porque. tomará menos deleitação e menos sentido no alimento corporal. COMO CRISTO NOSSO SENHOR APARECEU A NOSSA SENHORA [299] 2 Oração preparatória. segundo a matéria proposta. pode tomar outra consideração. e a menor na sustento corporal. vendo o lugar. 3e não ultrapasse esta. se é tentado a comer mais. que parecia esconder-se na Paixão. e o corpo ficou separado da alma e com ele sempre unida a divindade. quanto à intenção. mas antes. ou de algum assunto espiritual que tenha de tratar. os mesmos que tivemos na Ceia de Cristo nosso Senhor [194]. Apresenta apenas um tema de «contemplação» para o dia.

em todas as dez adições.3. pela manhã. a sétima e a décima. [aplicações dos] cinco sentidos. de frescura. a mesma forma e maneira de proceder que se observou em toda a semana da Paixão. porque estes sempre se hão-de cumprir. e do mesmo modo quanto a honras ou riquezas. à hora de Vésperas. por esta primeira contemplação da Ressurreição. observe a temperança e a justa medida em tudo. como melhor achar. em número certo. etc. trazer à memória e pensar em coisas que causem prazer. se mudarão a segunda. é mais conveniente que nas outras três passadas. [204. como. . e no inverno. na medida em que a alma pensa ou conjectura que isso a pode ajudar. Geralmente. o segundo.2. 208-209]. em lugar da primeira repetição. em toda a semana da Ressurreição. Nesta quarta semana. 4 A sétima. Nas contemplações seguintes proceda-se em todos os mistérios da Ressurreição até à Ascensão inclusive [299-312]. sejam os mesmos. em tudo o que resta [227]. 2de maneira que. a pessoa que contempla pode tomar mais ou menos pontos. reconhecendo-o inteiramente. 5 E assim. EE 226). antes de entrar na contemplação.9-11. 233 – Segundo [preâmbulo]: pedir o que quero. usar de claridade e de temperaturas agradáveis. em tudo. à contemplação de toda a Paixão junta. encurtar ou alargar os mistérios. alegria e gozo espiritual. pôr diante de mim a contemplação que tenho de fazer. 28 Em relação à estrutura-tipo da Terceira «semana». que estão abaixo. notando e fazendo pausa nas partes mais importantes e onde haja sentido maiores moções e gostos espirituais. 3 De sorte que. a sexta.226 – 1Primeira nota. a saber. como. se um tem ciência. lá (EE 208. da maneira que abaixo se segue [226. fazer quatro exercícios e não cinco. os pontos que há-de tomar. a dê ao que a não tem. convém atender a duas coisas. de sol ou de calor. vice-versa. 229 – 1Quarta nota. para se alegrar em seu Criador e Redentor. será aqui pedir conhecimento interno de tanto bem recebido. 232 – Primeiro preâmbulo é a composição. por exemplo três ou cinco. 3-4]. 2O primeiro. 4e quanto aos cinco pontos. o terceiro. dos anjos. A primeira é que o amor se deve pôr mais nas obras que nas palavras. aqui. 3 Oração habitual [46]. que deve servir de orientação para a da Quarta (Cf. Ainda que em todas as contemplações se deram pontos em número determinado. pode regular-se pela maneira de fazer da semana da Paixão. 231 – 1A segunda é que o amor consiste na comunicação reciproca. preveja e determine. a pessoa que é amada à pessoa que ama. 209. 228 – 1Terceira nota.. em dar e comunicar a pessoa que ama à pessoa amada o que tem ou do que tem ou pode. em lugar da segunda repetição. siga-se e tenha-se. logo ao despertar. por exemplo. 2 no restante. querendo-me sensibilizar e alegrar por tanto gozo e alegria de Cristo nosso Senhor [221]. em vez da penitência. para que eu. um ao outro.6). no verão. [B. e dos santos a intercederem por mim. e assim em tudo reciprocamente. se não houver justo impedimento. 227 – 1Segunda nota. logo ao levantar. sejam as mesmas [229]. 3 A sexta. se regule quanto aos preâmbulos. que é aqui ver como estou diante de Deus nosso Senhor. aplicando os cinco sentidos sobre os três exercícios do mesmo dia. conforme a matéria proposta. nesta quarta semana. etc. e. a contemplação para alcançar amor corresponde. amar e servir a sua divina majestade. 2 Para o que muito aproveita que. à hora da Missa ou antes do almoço. 205. 2 A segunda será. e as adições. CONTEMPLAÇÃO GLOBAL EM CHAVE DE AMOR(28)] 230 – 2 1 Contemplação para alcançar amor Nota: primeiro. 3o quarto antes do jantar. a não ser em preceitos de jejuns ou abstinências que a Igreja mande. 5 A décima. possa. por exemplo nas repetições. a glória.

a saber. repouse. e dizer um Pai Nosso. assim.. assentando-se ou passeando. reflectir em mim mesmo. em quanto pode. E também como faz de mim seu templo. para melhor os guardar e para maior glória e louvor de sua divina Majestade. dando-lhes ser. também pedir graça e ajuda para doravante me emendar. a saber.. disponde de tudo. quando uma pessoa vier a pensar num mandamento no qual acha que não tem hábito nenhum de pecar. acho faltas minhas. a minha memória. EE 226). aqui. davam-se Regras de comer em ordem à «reforma» das refeições à luz da Ceia do Senhor (Cf. a misericórdia. 240 – 1Uma oração preparatória: como por exemplo. um pouco. a bondade. as três potências da alma. os Três modos de orar estão para a Quarta «semana» como as Regras para ordenar-se no comer estavam para a Terceira : Lá. a Vós. pedir vénia e perdão delas. pedindo perfeita inteligência deles. 2e. 2Mas. a justiça. o mesmo Senhor deseja dar-se-me. 242 – 1[Primeira nota]. pelo modo que está dito no primeiro ponto. quanto tem feito Deus nosso Senhor por mim e quanto me tem dado do que tem e. como o meu limitado poder vem do sumo e infinito poder do alto. convém considerar e pensar. 3E se. 3E o mesmo se observe nos pecados mortais. 3Reflectir igualmente em mim mesmo. pedir graça a Deus nosso Senhor. reflectindo em mim mesmo. [etc. por exemplo. com muito afecto: 4Tomai. sentidos e fazendo-me entender. 237 – 1Quarto [ponto]. conforme a pessoa acha que tropeça mais ou menos num mandamento. desta mesma maneira se faça em cada um de todos os dez Mandamentos. todas as minhas coisas e a mim mesmo com elas. depois disto. 235 – 1Segundo [ponto]. isto é. nos homens o entender. o restituo. nos céus. da fonte as águas. atender como todos os bens e dons descem do alto. ou por outro que julgar melhor. 3E. vida. com muita razão e justiça. Dai-me o vosso amor e graça. de minha parte. antes de entrar na oração. É de notar que. Nota 24). etc. e recebei toda a minha liberdade. 2 29 Dentro do paralelismo intencional das duas últimas «semanas» dos Exercícios (Cf.2. considerando aonde vou e a quê. EE 238. . assim deve deter-se mais ou menos na consideração e exame dele. nos animais. etc. reflectir em mim mesmo. 2Por exemplo. para que possa conhecer no que faltei aos dez mandamentos. com muito afecto. Senhor. à vossa inteira vontade. nas plantas o vegetar. 3Esta maneira de orar consiste mais em dar forma. 239 – 1Primeiramente. 2 Terminar com um colóquio e um Pai nosso [ACHEGAS PARA A REFORMA DE VIDA(29)] 238 – 1 Três Modos de Orar PRIMEIRO [MODO DE ORAR] sobre mandamentos. nos frutos. segundo seu desígnio divino. como o tenho guardado e em que tenho faltado. como está dito. o que eu devo. Tudo é vosso. o espírito. e bem assim. oferecer e dar a sua divina majestade. vegetação e sensação. etc. nas plantas. dão-se Modos de orar em ordem à «reforma» da vida de oração. que esta me basta. acabar. para maior intimidade com Deus (Cf. Da mesma maneira se fará sobre cada ponto que segue. 5Vós mo destes. 2 ponderando. Senhor. nos elementos. 130. Depois. faça-se o equivalente à segunda adição da segunda semana [131. Depois. como quem oferece. e os cinco sentidos corporais. a piedade. procede à semelhança de quem trabalhasse. 4E. o meu entendimento e toda a minha vontade. mesmo vocal. 236 – 1Terceiro [ponto]. etc. 2e. considerando.] A primeira maneira de orar é sobre os dez mandamentos e os sete pecados mortais [=capitais]. sendo eu criado à semelhança e imagem de sua divina majestade. 258]. como melhor lhe parecer. consequentemente. 75]. não é necessário que se detenha tanto tempo. 241 – 1Para o primeiro modo de orar. tudo o que tenho e possuo. modo e exercícios com que a alma se prepare e tire proveito deles e para que a oração seja aceite do que dar uma forma ou maneira de fazer oração. tal como do sol descem os raios. nos animais o sentir. redenção e os dons particulares. neste tempo. conservação. considerar como Deus habita nas criaturas: nos elementos dando-lhes o ser.234 – 1Primeiro ponto é trazer à memória os benefícios recebidos de criação.3). no primeiro mandamento. em mim dando-me ser. 2tendo como norma demorar nesta consideração o tempo de quem reza três PaiNossos e três Avé-Marias. considerar como Deus trabalha e opera por mim em todas as coisas criadas sobre a face da terra. 2E esta mesma adição se fará ao princípio de todos os modos de orar [250.

comece a contemplar na palavra que se lhe segue imediatamente. no uso dos sentidos. Nas três potências da alma. encomende-se na oração preparatória a sua divina majestade e. Terminada esta. 246 – 1Terceiro. segundo a maneira habitual. 244 – 1Segundo. de forma que. acusando-se neles e pedindo graça e ajuda para se emendar no futuro. como se disse na segunda regra [254]. Depois de terminar a reflexão. diga uma Ave Maria. conforme costuma. far-se-á conforme a pessoa a quem se dirige a oração. uma hora em todo o Pai Nosso. para melhor evitá-los. por um certo tempo. 247 – 1Quarto. estando de joelhos ou sentada. a nossa Senhora. e antes era de mandamentos que se hão-de guardar. conforme a matéria proposta [257]. se numa palavra ou duas do Pai Nosso se detiver durante uma hora inteira. sobre os cinco sentidos corporais. à pessoa a quem orou. para que lhe alcance graça de seu Filho e Senhor para isso e. 254 – 1A segunda regra é que. 253 – A primeira regra é que estará. sem andar vagueando com eles. vocal ou mentalmente. comparações. observe-se a mesma ordem e regra que nos mandamentos. faça-se a oração preparatória. num ou em muitos dias. quando quiser voltar à oração. acabada a oração. da maneira já dita. sempre se exercite numa delas. 2 Modo. boa matéria para pensar e gosto e consolação. como já se disse. dirá o resto do Pai Nosso da maneira habitual. diga: Pai. Nos cinco sentidos corporais ter-se-á sempre a mesma ordem. 252 – 1O segundo modo de orar é que a pessoa. depois da adição [239]. se há-de fazer o mesmo com a Avé Maria e. gostos e consolação em considerações pertinentes a essa palavra. a oração preparatória e o colóquio [239-243]. Quem quer imitar. diga uma Avé-Maria ou um Pai-Nosso. em poucas palavras. assim. mudando-se a matéria. 2não se preocupe com passar adiante. com as outras orações. com santos exercícios. conforme ache melhor disposição e encontre mais devoção. 3mudando só a matéria que aqui é de pecados que se hão-de evitar. tendo os olhos fechados ou fixos num lugar. fazendo a adição. 257 – Segunda nota é que. Acabado este. uma Alma de Cristo e uma Salve Rainha. depois de ter considerado em cada sentido. a Cristo nosso Senhor. . proponha e procure a pessoa. dirigindo-se. se fará neste segundo. 2 E esteja na consideração desta palavra.3]. adquirir e ter as sete virtudes a eles contrárias. 4Guarde-se igualmente a ordem e a regra já indicadas e o colóquio [241-243]. tanto tempo quanto ache significações. pela maneira já indicada [240]. 250]. considerem-se os seus contrários. 3E faça da mesma maneira em cada palavra do Pai nosso ou de qualquer outra oração que desta maneira quiser orar. ainda que se acabe a hora naquilo que acha [76. um Credo. É de advertir que acabado o Pai Nosso. sobre todos os Mandamentos. 249 – SEGUNDO MODO DE ORAR é contemplar a significação de cada palavra da oração 250 – A mesma adição que se fez no primeiro modo [239]. 256 – Primeira nota. 251 – A oração preparatória [240]. 248 – 1Nota. se a pessoa que contempla o Pai Nosso achar. noutro dia. numa palavra ou em duas. 2e. sobre os pecados mortais [= capitais]. no uso de seus sentidos. depois de ter considerado em cada sentido. 2Sobre os sete pecados mortais [238]. E. depois. diga a palavra ou palavras já oradas. 255 – 1A terceira [regra] é que. na oração preparatória encomende-se a ela. sobre as potências da alma. 245 – [Nota]. dirá uma Avé Maria. lhe peça as virtudes ou graças de que julga ter mais necessidade. 2há-de acabar-se com um colóquio a Deus nosso Senhor. 258 – 2 1 TERCEIRO MODO DE ORAR será por compasso [de respiração] A adição será a mesma que no primeiro e segundo modo de orar [239. Para melhor conhecer as faltas cometidas nos pecados mortais. 2e quem quiser imitar.243 – 1Segunda nota. 2 Modo.

a saber.). Gabriel. 4 Segundo: confirma o anjo o que disse a Nossa Senhora. como está explicado [258].A oração preparatória será como no segundo modo de orar [251. dando como sinal a concepção de S. a maior parte das vezes. O terceiro modo de orar é que. por exemplo. Escreve São Lucas no capítulo primeiro. seguindo a mesma maneira da respiração por compasso.28. 162. se atenda principalmente à significação dessa palavra. Avé Maria. 263 – 1VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA A ISABEL 30 Série de elementos que não têm lugar fixo no andamento dos Exercícios. conceberás em teu ventre e darás à luz um filho». Credo e Salvé Rainha. 5e. concebeu um filho em sua velhice».31/ 36/ 38] 2 O primeiro ponto é que o anjo S. 3e. 226. quem quiser deter-se mais na oração por compasso. 262 – 1ANUNCIAÇÃO A NOSSA SENHORA. MISTÉRIOS DA VIDA DE CRISTO(31)] 261 – 2 1 Mistérios da vida de Cristo Nosso Senhor Nota. em todos os mistérios seguintes. pode dizer todas as orações sobreditas ou parte delas. . mas que o orientador deve ir explicando e aplicando quando lhe parecer oportuno (Cf. se acharão três pontos. lhe anunciou a concepção de Cristo nosso Senhor. 6com a mesma forma e regra procederá nas outras palavras do Pai Nosso. em cada mistério. etc. João Baptista. e as outras orações. [Terceira parte] [Elementos complementares ] (30) [A. ou à diferença entre tanta alteza e tanta baixeza própria. cheia de graça. 4 3 259 – A primeira regra é que no dia seguinte. EE 9. 209. 3«Entrando o anjo onde estava Maria. cumpra-se tudo em mim segundo a tua palavra». 10. 260 – A Segunda [regra] é que. 5 Terceiro: Respondeu ao anjo nossa Senhora: «Eis aqui a serva do Senhor. É de advertir. tua parenta. que todas as palavras que estão inclusas em parêntesis [aspas]. saudando a nossa Senhora. e assim sucessivamente proceda nas outras orações. a cada alento ou respiração. dizendo uma palavra do Pai Nosso ou doutra oração que se reze. e as outras orações. 31 Conjunto alternativo e complementar de Mistérios da vida de Cristo a propor para oração. dizendo-lhe: «E olha que Isabel. 240]. ou à pessoa a quem reza. ou noutra hora que deseje orar. e não as que estão fora. ou à baixeza de si mesmo. as rezará como costuma. saudou-a dizendo-lhe: Avé. se há de orar mentalmente. Alma de Cristo. para neles se meditar e contemplar com maior facilidade. diga a Avé Maria por compasso. durante o tempo duma respiração à outra. são do próprio Evangelho. de maneira que se diga uma só palavra entre uma respiração e outra. como costuma.. 26-38 [Lc 1.

vieram adorar a Jesus.41-42/ 46-55/ 56] 2 Primeiro. para reconhecer sujeição a César. 15-20 [Lc 2. e. de Galileia a Belém. incenso e mirra».21 [Lc 2. e bendito seja o fruto do teu ventre». Senhora e seu esposo José vão de Nazaré a Belém: «Subiu José. estando no ventre de sua mãe. Senhora.21-40 [Lc 2. 21] Primeiro. porque hoje nasceu o Salvador do mundo». Segundo. adoraram-no e ofereceram-lhe presentes: oiro. glorificando e louvando ao Senhor». «Maria ficou com Isabel quase três meses e. 10-11/ 16/ 20] 2 Primeiro. 5 Segundo. 6 Terceiro. 3 Segundo. 4 Terceiro. antes que fosse concebido no ventre materno». como lhe tinha chamado o Anjo. «Deu à luz seu Filho primogénito e envolveu-o com panos e pô-lo no presépio». 2 . regressou a sua casa». 1 266 – A CIRCUNCISÃO Escreve São Lucas no capítulo segundo. João Baptista. «Foi-lhe posto o nome de Jesus. receberam aviso que não voltassem a Herodes. Circuncidaram o Menino Jesus. 4 Terceiro. e oferecem por ele «um par de rolas ou dois pombinhos». Adoraram-no e ofereceram-lhe presentes: «Prostrando-se por terra. 264 – 1 NASCIMENTO DE CRISTO NOSSO SENHOR Diz São Lucas no capítulo segundo. com Maria. dizendo: «A minha alma engrandece o Senhor». sua esposa e mulher já grávida». 1-14 [Lc 2. sentiu a visita que fez Nª. por outro caminho. Restituem o Menino a sua Mãe que sentia compaixão pelo sangue que de seu filho saía. 3 Segundo. O nascimento de Cristo nosso Senhor manifesta-se aos pastores pelo anjo: «Anuncio-vos uma grande alegria.22-24/ 27-29/ 38] Primeiro. Senhora alegrou-se o menino no seu seio. 1-12 [Mt 2. Nª. 4 Terceiro.Diz São Lucas no capítulo primeiro. Quando Nª. José e o Menino posto no presépio». cheia do Espírito Santo. «Apareceu uma multidão do exército celestial que dizia: Glória a Deus nas alturas». regressaram à sua região». Senhora canta o cântico. Senhora visitou Isabel. depois. «Regressaram os pastores. 265 – 1 2 OS PASTORES Escreve São Lucas no capítulo segundo. 4 Terceiro.2b/ 11bc/ 12] Primeiro. 3«Ao ouvir Isabel a saudação de Nª. 2 268 – 1PURIFICAÇÃO DE NOSSA SENHORA E APRESENTAÇÃO DO MENINO JESUS Escreve São Lucas no capítulo segundo. 3 2 267 – 1 OS TRÊS REIS MAGOS Escreve São Mateus no capítulo segundo. Isabel exclamou com um grande brado e disse : Bendita sejas tu entre as mulheres. guiando-se pela estrela. 4e. «Enquanto dormiam. Os três reis magos. dizendo: «Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo». para ser apresentado ao Senhor como primogénito. Trazem o Menino Jesus ao templo. 39-56 [Lc 1. 3 Segundo. Nª. S.4-5/ 7/ 13-14] Primeiro. Os pastores vão a Belém: «Vieram com pressa e acharam Maria.

O anjo avisa José para que volte a Israel: «Levanta-te e toma o Menino e sua Mãe e vai para a terra de Israel».1-2b-Mt 4.6. Marcos no capítulo sexto: «Porventura não é este o carpinteiro?».13/ 14/ 15a] 2 Primeiro. Ana. reinava na Judeia. e antes da morte deles. Partiu para o Egipto: «e. 3 2 272 – 1A VINDA DE CRISTO AO TEMPLO. ele.49b] 2 Primeiro. aclamava o Senhor e falava dele a todos os que esperavam a redenção de Israel». deixa [partir] o teu servo em paz». QUANDO TINHA 12 ANOS Escreve São Lucas no capítulo segundo. partiu para o Egipto». Era obediente a seus pais. subiu de Nazaré a Jerusalém. levantando-se. depois de haver-se despedido de sua bendita Mãe. 273 – 1COMO CRISTO FOI BAPTIZADO Escreve São Mateus no capítulo terceiro. respondeu: «Não sabeis que me convém estar nas coisas que são de meu Pai?». 2b-3] Primeiro. reputando-se indigno de o baptizar. 19-23 [Mt 2. vindo ao Templo. dizendo: «Agora.13/ Mc 1.3-Mt 4.13-17 [Mc 1. de doze anos de idade.42/ 43b/ 46. 1 2 274 – COMO CRISTO FOI TENTADO Escreve São Lucas no capítulo quarto. e querendo-se escusar. 3 Segundo. «tomou-o em seus braços». nosso Senhor. avisou o anjo a José que fugisse para o Egipto: «Levanta-te e toma o Menino e a sua Mãe. «vindo depois. como parece indicar S. «Veio o Espirito Santo e a voz do Pai desde o céu. disse-lhe Cristo: «Faz isto. 3 Segundo. do qual estou muito satisfeito». Cristo. Senhor. 271 – 1A VIDA DE CRISTO NOSSO SENHOR DESDE OS DOZE ANOS ATÉ AOS TRINTA Escreve São Lucas no capítulo segundo. perguntando-lhe seus pais onde tinha estado. Simeão. de noite. 4 Terceiro. idade e graça».1-2a/ Lc 4. veio para a terra de Israel. S. Esteve lá até à morte de Herodes.9/ Mt 4.16-17-Mc 1.». filho de Herodes.11b] . 270 – 1COMO CRISTO NOSSO SENHOR VOLTOU DO EGIPTO Escreve São Mateus no capítulo segundo. 4 Terceiro. acharam-no. Segundo. 13-18 [Mt 2. Cristo nosso Senhor. e sentado no meio dos doutores. veio desde Nazaré ao rio Jordão. 41-50 [Lc 2. retirou-se para Nazaré. disputando no templo. e. 1-11 [Lc 4. 4 Terceiro. 3 Segundo. afirmando: «Este é meu Filho amado.10-11] Primeiro. «Progredia em sabedoria.14-15/ Mt 3.9b-Mt 3. porque assim é necessário que cumpramos toda a justiça.48. e assim matou os inocentes. 1 3 269 – A FUGA PARA O EGIPTO Escreve São Mateus no capítulo segundo. onde estava S.9a-Mt 3.1-13 e Mateus no capítulo quarto. Passados três dias. João Baptista.19b-20a/ 21/ 22-23] 2 Primeiro. Parece que exercia a arte de carpinteiro. 4 Terceiro. 4 Terceiro. Porque Arquelau. Herodes queria matar ao Menino Jesus. e foge para o Egipto». Cristo nosso Senhor ficou em Jerusalém e não o souberam seus pais.51-52/ Mc 6. por agora. João baptizou a Cristo nosso Senhor. Levantando-se. 3 Segundo. 50-52 [Lc 2.Segundo.16.

1-48 [Mt 5. João no capítulo primeiro [Io 1. Chamou aos outros apóstolos. 16-20]. 4 A terceira. de cuja vocação especial não faz menção o evangelho. e creram nele seus discípulos». 9].3-6. Segundo. Segundo. «Vieram os anjos e serviram-no».2 3 Primeiro. deita-te daqui abaixo. 27-32]. declarando o preceito de não matar.15a/ 15b/ 16] Primeiro. e manifestou a sua glória. onde jejuou. 9 a terceira. 3 Segundo.21. 275 – 1O CHAMAMENTO DOS APÓSTOLOS [Vita Christi/ Jo 1. Depois de ter sido baptizado. 13-25 [Jo 2.43– Mt 9. Marcos no primeiro [1. como os apóstolos eram de rude e baixa condição. casa de comércio». A primeira a um certo conhecimento de Jesus. 43-44] e a Mateus. não perjurar e de amar os inimigos: «Eu vos digo que ameis a vossos inimigos e façais bem aos que vos odeiam» 2 . os limpos de coração. foi ao deserto.16/ Mt 5. como diz S. 3 A segunda a seguirem dalguma forma a Cristo. a dignidade à qual foram tão suavemente chamados. Aos pobres que vendiam pombas. prostrado em terra.27. não fornicar. Exorta-os a que usem bem de seus talentos: «Assim brilhe a vossa luz diante dos homens. 4 Terceiro. 3 2 2 277 – 1 COMO CRISTO LANÇOU FORA DO TEMPLO OS QUE VENDIAM Escreve São João no capítulo segundo. 8 a segunda. 4 Terceiro. três vezes: «Chegando-se a ele o tentador disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus.5/ 7-8. os que passam fome e sede pela justiça. a seguirem para sempre a Cristo nosso Senhor: S. como está no primeiro capítulo de S. os mansos. mas cumpridor. O que consta por S.17. os pacíficos e os que padecem perseguições». dizendo: «não têm vinho».2/ 3. 35-42]. João [Jo 1. 1-12 [Jo 2. à parte. Derrubou as mesas e dinheiros dos banqueiros ricos que estavam no templo. 18-20] e S.34-lc 6.27] 3 2 Primeiro. tudo isto que vês te darei se. quarenta dias e quarenta noites. manda que estas pedras se tornem em pão. André. como o próprio diz no capítulo nono [Mt 9. Segundo. 7 E também três outras coisas se hão de considerar: A primeira. A Mãe declara ao Filho a falta de vinho. Três vezes parece que foram chamados S. Pedro e S. os dons e graças pelos quais foram elevados acima de todos os Padres do Novo e Antigo Testamento. 4 Terceiro. 6 Terceiro. das oito bem-aventuranças: “Bem-aventurados os pobres em espírito. 5 Segundo.33.8-10/ Mt 5. mansamente disse: «Tirai estas coisas daqui e não queirais fazer da minha casa.9/ Vita Christi] Primeiro. 278 – 1O SERMÃO QUE FEZ CRISTO NO MONTE Escreve São Mateus no capítulo quinto. os que choram. «Converteu a água em vinho. Foi tentado pelo inimigo. com intenção de voltarem a possuir o que tinham deixado. Foi convidado Cristo nosso Senhor com seus discípulos para as bodas. com um açoite feito de cordas. 276 – 1O PRIMEIRO MILAGRE [DE JESUS] REALIZADO NAS BODAS DE CANÁ [DA] GALILEIA Escreve São João no capítulo segundo. Lançou fora do templo todos os que vendiam.11] Primeiro. Mostra-se não transgressor da lei. A seus amados discípulos fala. e mandou aos serventes : «Fazei tudo o que ele vos disser». os misericordiosos. Lucas no capítulo quinto [Lc 5. Mateus no capítulo quarto [Mt 4. 1-11. me adorares». 4 Terceiro. Chamou a Filipe. para que vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus».

Os discípulos. 2 283 – 1COMO CRISTO NOSSO SENHOR DEU DE COMER A CINCO MIL HOMENS Escreve São Mateus no capítulo 14. fala Cristo em sua defesa.279 – 1COMO CRISTO NOSSO SENHOR FEZ ACALMAR A TEMPESTADE DO MAR Escreve São Mateus no capítulo oitavo. começou a afundar-se. Estando detrás do Senhor. com lágrimas os começou a banhar e. mas Cristo nosso Senhor salvou-o e repreendeu-o pela sua pouca fé e. Chama Cristo a seus amados discípulos e dá-lhes poder de expulsar os demónios dos corpos humanos e curar todas as enfermidades. 3 Segundo. portanto. andando sobre as águas. sede prudentes como serpentes e simples como pombas». começou a fazer oração sozinho. homens de pouca fé?» 4 Terceiro. nosso Senhor. 3 Segundo. e os discípulos pensavam que fosse um fantasma. aos quais repreende. pregareis. o que recebestes gratuitamente. Ensina-lhes o modo como hão de ir: «Não queirais possuir ouro nem prata. se fez o mar tranquilo. 4 Terceiro. entrando na barca. com os cabelos de sua cabeça. sentado à mesa. foi ter com ele. dai-o gratuitamente». os enxugava. vai-te em paz». e. e os beijava.37/ 38/ 39ss.7] Primeiro. 4 Terceiro. e com perfume os ungia. 22-23/ 24-26/ 27-32] 3 2 Primeiro. por sua ordem.15/ 18-19/ 20] 2 Primeiro. assim. Entra a Madalena.47. do que se maravilharam os homens. . Pedro. 281 – 1 2 COMO OS APÓSTOLOS FORAM ENVIADOS A PREGAR Escreve São Mateus no capítulo décimo.50] 2 Primeiro. despertaram-no os seus discípulos. porque amou muito». Estando Cristo nosso Senhor no monte. 4 Terceiro. 4 Terceiro. S. A barca era batida pelas ondas. em casa do fariseu onde está Cristo nosso Senhor. e abençoou e partiu e deu a seus discípulos os pães. como já se fizesse tarde. 3 Segundo. dizendo: «Muitos pecados lhe são perdoados. trazendo um vaso de alabastro cheio de unguento. Dizendo-lhes Cristo: «Sou eu. «Comeram e fartaram-se e sobraram doze cestos». mandou que lhe trouxessem pães. dizendo: «Quem é este a quem o vento e o mar obedecem?» 1 280 – COMO CRISTO ANDAVA SOBRE O MAR Escreve São Mateus no capítulo 14. 1-15 [Mt 10. não temais». E deu-lhes a matéria da pregação: «Quando fordes. dizendo: Já está próximo o reino dos céus». pela pouca fé que tinham. e ordenou que se sentassem à mesa. Estando Cristo nosso Senhor dormindo no mar. 3 Segundo. Mandou aos ventos e ao mar que acalmassem e.1/ 16/ 8c-9. E disse à mulher: «a tua fé te salvou. Como o fariseu acusasse Madalena. Cristo. Atemorizados. despedida a turba. levantou-se uma grande tempestade. cessou o vento. Ensina-lhes a prudência e a paciência: «Olhai que vos envio como ovelhas para o meio de lobos. e os discípulos à multidão. acalmando. Segundo. rogam a Cristo que despeça a multidão de homens que com ele estavam.24/ 25-26a/ 26b-27] Primeiro. dizendo-lhes: «Porque temeis. andando sobre a água. mesmo a seus pés. 24-33 [Mt 14. 13-23 [Mt 14. 23-27 [Mt 8. 282 – 1A CONVERSÃO DA MADALENA Escreve São Lucas no capítulo sétimo. Jesus dirigiu-se para ela. mandou que seus discípulos fossem para a barca e. duvidando. depois. 36-50 [Lc 7.

1-11 [Mt 21. juntamente com Lázaro. Liturgia. João 13. 1-13 [Mt 17. 3 Segundo. 4 Terceiro. começando por S. Judas murmura. o leproso. Estava. Ao ouvirem esta voz. com medo. dizendo: «Eu sou a ressurreição e a vida. e Cristo nosso Senhor tocou-os e disse-lhes: «Levantai-vos e não temais. coberta com os vestidos dos apóstolos. a ninguém digais esta visão. Mc 11. Comeu o cordeiro pascal com os seus doze apóstolos.41-42. Lavou os pés aos discípulos.18/ Jo 13. se alguém vos disser alguma coisa. capítulo 11.8. tu lavas-me a mim os pés ?».7/ Jo 12. e. outra vez. e os seus vestidos como a neve. 3 Segundo. 3 Segundo. Maria derrama o perfume sobre a cabeça de Cristo. Dizendo S. a Cristo nosso Senhor. 289 – 1 A CEIA Mateus 26. Filho de David! Bendito o que vem em nome do Senhor.21. e a sua face resplandecia como o sol. O que crê em mim.3-4/ 25/ 35. e logo os deixará».284 – 1A TRANSFIGURAÇÃO DE CRISTO Escreve São Mateus no capítulo 17. Madalena. dizendo: «Porque molestais esta mulher por ela Ter feito uma boa obra para comigo ? ». caíram. até os de Judas. 286 – 1 2 A CEIA EM BETÂNIA Mateus. transfigurou-se. dizendo: «Salvanos. Saem a recebê-lo. considerando a majestade do Senhor e a sua própria baixeza. Acabada a pregação. deteve-se [Jesus] ainda dois dias. 4 Terceiro. Montou sobre a jumenta. os discípulos. Tomando em sua companhia Cristo nosso Senhor a seus amados discípulos Pedro.6-Jo 12. O Senhor manda buscar a jumenta e o jumentinho. Antes de o ressuscitar.26-28.11b-19.37] 2 Primeiro.1-17 [Mt 26. cada dia. 3 Segundo. Este. Ressuscita-o. até que o Filho do Homem ressuscite [dos mortos]». Depois de o ter sabido. não querendo consentir. para .10] Primeiro.1b. depois de ter chorado e feito oração. Pedro que fizessem três tendas. dizendo: «Desatai-os e trazei-mos.4-Mt 26.1-2/ 3/ 4-9] 2 Primeiro.1/ Mt 26.1-15/ Jo 13. com as faces em terra. capítulo 19 [Vita Christi. e por isso disse: «Eu dei-vos o exemplo. soou uma voz do céu que dizia: 5«Este é o meu filho muito amado. vem para fora». 3 2 287 – 1 DOMINGO DE RAMOS Mateus. capítulo 21. estendendo sobre o caminho os seus vestidos e ramos de árvores. Falava com Moisés e Elias.47. dizia: 4«Senhor. 4 Terceiro. a enfermidade de Lázaro. 4 Terceiro. capítulo 26 [Mt 26. mas S. ouvi-o». Segundo.2-3 / 7 / 8-9] Primeiro. Mc 14. Pedro não sabia que naquilo dava [Jesus] exemplo de humildade. dizendo: «Para quê este desperdício de perfume ?" Mas Jesus defende.43] Primeiro. O Senhor ceia em casa de Simão. Lc 19. Jo 13. Salva-nos no mais alto dos Céus»! 288 – 1 2 A PREGAÇÃO NO TEMPLO Lucas. porque não havia quem o recebesse em Jerusalém.1-44 [Jo 11. 21. viverá». ainda que esteja morto.17. pede a uma e a outra que creiam.27] 2 Primeiro. ensinando no templo. Tiago e João. Mt 21. 285 – 1A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO João. e a maneira de o ressuscitar foi ordenando: «Lázaro. 3 Segundo. voltava a Betânea. Pedro. Mt 26. para que o milagre fosse mais evidente. respondei que o Senhor precisa deles. aos quais predisse a sua morte: «Em verdade vos digo que um de vós me há-de vender». Marta e Maria fazem saber.

ensinando.52.que façais como eu fiz». E suou sangue tão copiosamente que diz S. Marcos. e batiam-lhe. dizendo coisas semelhantes.39b. foi levado a Anás. Acabada a ceia. 23. quando. Lc 22. enquanto eu vou ali orar». S. mas o manso Senhor disse-lhe: «Mete a tua espada no seu lugar». Lc 22. 3 Segundo. Mt 26. Levam-no atado desde a casa de Anás à casa de Caifás.32 / Mt 26. passe de mim este cálice.10-11a.50.65. 4 Terceiro.51 / Mt 26.38. atado. Judas sai para vender a Cristo nosso Senhor. dizendo: «Pai. Mc 14. olhado pelo Senhor.17. eu estava convosco no templo.48-49.63-64. dizendo: «Tomai e comei». capítulo 26 e Marcos. e sarou a ferida do servo.22] Primeiro.44 / Mt 26. Jo 18.49. 5 Terceiro. Lc 23. 5 Terceiro.68. Aos que o prendiam.38b. deixando os oito em Getsemani. 292 – 1 2 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CASA DE ANÁS ATÉ À CASA DE CAIFÁS INCLUSIVE [Jo 18.26-27. E blasfemavam contra ele. e prender como um ladrão. Instituiu o sacratíssimo Sacrifício da Eucaristia. que o tinha seguido de longe. Mc 14. Mt 26. Chegou a tanto temor que dizia: «Triste está a minha alma até à morte». Acompanhado de S. 293 – 1 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CASA DE CAIFÁS ATÉ À DE PILATOS INCLUSIVE Mateus. 3E. contudo não se faça a minha vontade. onde S. caíram em terra os inimigos.4-6 / Jo 18.45. o negou uma vez.67.4 / Jo 18. foi para o monte das Oliveiras com os seus discípulos.56. os que o tinham preso burlavam dele. Pedro o negou duas vezes e. 291 – 1 2 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE O HORTO ATÉ A CASA DE ANÁS. estando em agonia. onde S.37. e não prendestes». disse: «Sentai-vos aqui. Mt 27. Mc 14.34.2 / Jo 18. Lc 23. como grandíssimo sinal do seu amor.15 [Mt 26. 26.40] . Desamparado dos seus discípulos. e davam-lhe bofetadas. Lucas: «Seu suor era como gotas de sangue que corriam em terra». disse: «Saístes para prender-me como a um ladrão. Mc 14. O Senhor. ao Senhor. acabada a ceia e cantando o hino. Pedro feriu um servo do Pontífice. Lucas 22. toda aquela noite. mas a tua». e perguntavam-lhe: «Profetiza-nos quem é o que te bateu». Pedro. capítulo 14 [Mt 26. 4 Segundo. Além disso. orava mais longamente. O Senhor deixa-se beijar por Judas. João. INCLUSIVE Mateus. orou três vezes. Esteve Jesus.13.64-65] 2 Primeiro.55. S. Jo 18.36. Lc 22. 26. cada dia.24.61-62 / – / Lc 22. Lc 22. Mc 14. e cobriam-lhe a cara. 3 Segundo. dizendo-lhe: «É assim que respondes ao Pontífice ?». se se pode fazer. cheios de medo e. e a Cristo deram uma bofetada. saiu para fora e chorou amargamente.2. 26. dizendo: «A quem buscais?».44] Primeiro. Marcos. Pedro. Tiago e S. Lc 22. com paus e armas. 4 Terceiro.1. 1 290 – MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CEIA ATÉ AO HORTO INCLUSIVE Mateus. E.30. Lucas. o que já supõe seus vestidos estarem cheios de sangue. 15 [Lc 23.

Mc 15. João. manou água e sangue. disse que estava desamparado. e deram-lhe fel e vinagre. 295 – 1 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CASA DE HERODES À DE PILATOS Mateus. Pilatos disse: «Eu não acho culpa nenhuma». 297 – 1MISTÉRIOS PASSADOS NA CRUZ. dizendo: «Tu que destróis o templo de Deus. 3 2 296 – 1 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CASA DE PILATOS ATÉ À CRUZ INCLUSIVE João 19 [Jo 19.32.45 / Mt 27. Segundo. interrogou-o longamente.5-6a] Primeiro. João a sua Mãe.51-52 / Mt 27. uma e outra vez. e à Mãe a S.13-16a / Mt 27.39-40-Mc 15. 15. dizendo: «Crucifica-O. 19 [Lc 23. Jo 19. Tomou Pilatos a Jesus e açoitou-o.46. foi constrangido Simão Cirineu para que a levasse atrás de Jesus. rei dos Judeus». 26. depois de os Judeus o haverem negado por seu rei. Lc 22. dizendo «Não temos outro rei senão César».26-27.7 / 8-10 / 11] 2 3 Primeiro. Foi-lhe preferido Barrabás. sentado como juiz. rei dos Judeus». examinado. os Pontífices davam gritos.38. Herodes. e os soldados fizeram uma coroa de espinhos e puseram-lha sobre a cabeça e vestiram-no de púrpura e aproximavam-se dele e diziam: «Deus te salve. 4 Terceiro. Blasfemavam contra ele. e não a podendo levar. entregou-lhes Jesus. Crucificaram-no no meio de dois ladrões e puseram esta inscrição: «Jesus Nazareno. mas a Barrabás». foram divididos os seus vestidos. baixa da cruz».11b-12 / Jo 19. Herodes. João. Lucas. Jo 19. E. perdoou ao ladrão.34.18.30. [Lc 23. Herodes torna-o a enviar a Pilatos. Jo 19.51-52. disse: «Tudo está consumado». pois antes eram inimigos. 23-27 [Lc 23. dizendo: «Encontrámos a este que deitava a perder o nosso povo e proibia pagar tributo a César».34] Primeiro. as sepulturas abertas.23-24-Mt 27. 3 Segundo. João. curioso. Levava a cruz às costas. 4 Terceiro. 19. Mc 15. 23. desprezou-o.46. ferido com a lança o seu lado. tetrarca da Galileia Segundo. encomendou a S. Pilatos. galileu. Mc 15.34.26 / Lc 23. ainda que os escribas e os sacerdotes o acusavam constantemente. vestindo-o com uma veste branca. Trouxe-o para fora à presença de todos: «Saiu pois Jesus fora. para que o crucificassem. disse com voz alta: «Tenho sede». pelo que se fizeram amigos. Toda a multidão dos Judeus o leva a Pilatos e diante dele o acusa.28.33-36. Marcos. logo que o viram. coroado de espinhos e ves-tido de púrpura. Jo 19. 6 Terceiro. 2 2 . um ladrão: «Gritaram todos dizendo: Não soltes a este. Depois de Pilatos o ter. a Herodes. disse: 4«Pai em tuas encomendo o meu espírito». Mt 27.21.1-3 / Jo 19. E disse-lhes Pilatos: "Eis aqui o homem». e ele nenhuma coisa lhe respondia. 5 Segundo. e davam-lhe bofetadas. o véu do templo rasgado em duas partes de cima abaixo. com a sua guarda. O sol ficou escurecido. as pedras quebradas.33b. 1 294 – MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CASA DE PILATOS ATÉ À DE HERODES. Disse sete palavras na cruz: 3Rogou pelos que o crucificavam. 4 Terceiro.43. Lc 23.35. crucifica-O». 4 Terceiro.19] Primeiro. Mt 27. Lc 23. 3 Segundo. Pilatos enviou Jesus.2 Primeiro. Jo 19.

Apareceu a Maria que ficou perto do sepulcro. e apareceu a Simão».35] Primeiro. no caminho. dizendo-lhes: «Deus vos salve». SUA PRIMEIRA APARIÇÃO [Vita Christi] 2 Primeiro. 3 Segundo. depois de idas as outras. Jo 20.13-24 / 25-26 / 29-33.6b / Mc 16. 3porque a Escritura supõe que temos entendimento. mãe de Tiago e Salomé ao sepulcro.11-18] 2 Primeiro.1-10] 2 Primeiro. Entrando no sepulcro.9 / Mt 28. Cristo nosso Senhor apareceu-lhes. No último capítulo de São Lucas [Vita Christi. Lc 24. Repreende-os. 1-11 [Vita Christi . Marcos. Lucas. desapareceu. querendo anunciar aos discípulos a ressurreição do Senhor. ao dar-lhes a comunhão. Mc 16. falando de Cristo.65-66] 2 3 Primeiro. Pedro nestas coisas. não está aqui». Aparece aos discípulos que iam para Emaús. até que. ainda que se não diga na Escritura.9-12.298 – 1 MISTÉRIOS PASSADOS DESDE A CRUZ ATÉ AO SEPULCRO INCLUSIVE No mesmo capítulo [Jo 19. mostrando pelas Escrituras que Cristo tinha de morrer e ressuscitar: «Ó ignorantes e tardos de coração para crer tudo o que disseram os profetas! Não era necessário que Cristo padecesse e assim entrasse na sua glória?» 4 Terceiro. muito de manhã. porque ali me verão». e elas aproximaramse. Tendo ouvido das mulheres que Cristo estava ressuscitado. Vêem a pedra levantada e o anjo que diz: «Buscais Jesus de Nazaré. Jesus disse-lhes: «Não temais. 303 – 1 QUINTA APARIÇÃO. Foi levado o corpo ao sepulcro e ungido e sepultado. Segundo. ide e dizei a meus irmãos que vão para a Galileia. 4 Terceiro. e mais nada. Foi tirado da cruz por José e Nicodemos. Pedro depressa ao sepulcro.40-42 / Mt 27. Vão. detém-se ali. 4 Terceiro. último capítulo [Vita Christi.8 / Mt 28.10] Primeiro. com temor e grande gozo. Pensando S. Maria.9-Jo 20. A pedido deles. 300 – 1 SEGUNDA APARIÇÃO. como está escrito: «Também vós estais sem entendimento?». Segundo. Mt 28. se tem como dito. em presença de sua Mãe dolorosa.1-3 / Mc 16.38-39 / Jo 19. capítulo 16. Lc 24. 4 Terceiro. 1 2 302 – QUARTA APARIÇÃO. 3 2 . Saem as Marias do sepulcro. Maria Madalena. 3 Segundo.4. ao dizer que apareceu a tantos outros. viu só os panos com que fora coberto o corpo de Cristo nosso Senhor. 1 301 – TERCEIRA APARIÇÃO São Mateus. Foram postos guardas. prostraram-se a seus pés e adoraram-no. apareceu-lhe Cristo e por isso os apóstolos diziam: «Verdadeiramente o Senhor ressuscitou. e esteve com eles. foi S. 299 – 1 A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NOSSO SENHOR. último capítulo [Vita Christi. E eles. já ressuscitou. Apareceu à Virgem Maria.34. dizendo: «Quem nos levantará a pedra da porta do sepulcro?» 3 Segundo. 4 Terceiro. o que.

4 Terceiro.7a] 2 «Apareceu depois a São Tiago».18 / 19] Primeiro. Segundo. João reconheceu Jesus. dizendo: «Meu Senhor e meu Deus». Jo 21. estando no meio deles. Segundo. e veio ter com Cristo. capítulo 20 [Vita Christi. ser-lhes-ão perdoados». e não queiras ser incrédulo. Mt 28. e disse a S. 20.1-6 / 7 / 9-10.12-13. dizendo-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Jesus aparece a sete dos seus discípulos que estavam pescando. Lc 24. São Tomé. disse: «Se não o vir não acreditarei». e lançando a rede. cf.24-25 / 26-27 / 28-29] Primeiro. Deu-lhes a comer parte de um peixe assado. 307 – 1 3 2 NONA APARIÇÃO Mateus. 4 Terceiro. 306 – 1 2 OITAVA APARIÇÃO João. Os discípulos. Apareceu-lhes Jesus. capítulo 15. 4 Terceiro. «não podiam tirá-la.7 [1Cor 15. àqueles a quem perdoardes os pecados. mas fiel». dizendo: «Ide e ensinai todas as gentes.15-17] Primeiro. Pedro. Tomé: «Mete aqui o teu dedo e vê a verdade. por toda a noite. Os discípulos estavam reunidos «por medo dos Judeus». Por este milagre. Pedro: «É o Senhor». Cristo aparece-lhes e diz: «Foi-me dado todo o poder na céu e na terra». sobre a caridade.regressando. Pedro deitou-se ao mar. incrédulo. 3 2 305 – 1 SÉTIMA APARIÇÃO João. estando as portas fechadas. Disse-lhe Cristo: «Bem. não tinham apanhado nada. Segundo.33ss / Jo 20. excepto Tomé. estando as portas fechadas. baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo». 304 – 1 SEXTA APARIÇÃO João. e.16 / 17. 3 2 308 – 1 DÉCIMA APARIÇÃO Primeira epístola aos Coríntios. porque estava ausente na aparição precedente. e diz a S. 1 309 – UNDÉCIMA APARIÇÃO Primeira epístola aos Coríntios. pela grande quantidade de peixes». S. examinando-o. os quais. 1 310 – DUODÉCIMA APARIÇÃO [Vita Christi] .6 [1Cor 15. daí a oito dias. Dá-lhes o Espírito Santo. disseram aos discípulos como o tinham conhecido na comunhão. e um favo de mel. por ordem de Jesus. último capítulo [Vita Christi. e disse-lhe: «apascenta as minhas ovelhas».-aventurados os que não viram e creram». e encomendou as ovelhas a S.19 / 22-23] Primeiro. Enviou-os por todo o mundo a pregar. primeiro.6a] 2 «Depois foi visto por mais de quinhentos irmãos juntos». 3 Segundo. disse: «A paz esteja convosco». último capítulo [Vita Christi. por ordem do Senhor. vão ao monte Tabor. 4 Terceiro.24-29 [Vita Christi. capítulo 15. S. Jo 20. três vezes. Tomé acreditou. Aparece-lhes Jesus.

3E também. fé e caridade e toda a alegria interior que chama e atrai às coisas celestiais e à salvação de sua própria alma. Act 1.9 / Act 1. de vossos olhos é levado para o céu. 4 Finalmente. 2como obscuridade da alma. e são mais próprias para a Primeira Semana. Estando eles a olhar para o céu. 1.49 / Lc 24. o modo de agir é contrário ao da primeira regra. e uma nuvem fê-lo desaparecer aos seus olhos. Chamo consolação. Nas pessoas que vão de pecado mortal em pecado mortal. S. 316 – 1Terceira [regra] . REGRAS PARA VÁRIOS DISCERNIMENTOS(32)] 313 – 1 Regras para de alguma maneira sentir e conhecer as várias moções que se causam na alma: 2 as boas para as aceitar e as más para as rejeitar.11] Primeiro. quer por outras coisas directamente ordenadas a seu serviço e louvor. chamo consolação todo o aumento de esperança. de esperança e de amor. 4e. mandou-lhes que em Jerusalém esperassem o Espírito Santo prometido. fazendo-lhes imaginar deleitações e prazeres sensuais. I. quer seja pela dor se seus pecados ou da Paixão de Cristo nosso Senhor. Depois de ter aparecido aos seus Apóstolos. 314 – 1Primeira Regra.12). Desolação espiritual. como piamente se medita e se lê na vida dos Santos. para que não se vá para a frente. achando-se [a alma] toda preguiçosa. 317 – 1Quarta [regra] . 2Porque então é próprio do mau espírito morder. Levou-os ao monte das Oliveiras e. com a qual vem a alma a inflamar-se no amor de seu Criador e Senhor. . apareceu. 2e quando. 4 Terceiro. muitas vezes. porque estais a olhar para o céu? Este Jesus que. facilitando e tirando todos os impedimentos. tíbia. Paulo.8/ Credo / 1Cor 15. 2para mais as conservar e fazer crescer em seus vícios e pecados. «Capacidade natural para julgar rectamente» (Real Academia Espanhola). e como que separada de seu Criador e Senhor. inclinação a coisas baixas e terrenas. virá do mesmo modo que o vistes ir ao céu». inquietação proveniente de várias agitações e tentações 3que levam a falta de fé. 2 [ B. em presença deles.10. das quais lançar mão para se orientar em diversos passos e situações dos Exercícios Espirituais. entristecer e pôr impedimentos. Consolação espiritual. aos discípulos e conversava com eles. 32 Conjunto de regras. quando derrama lágrimas que a movem ao amor do seu Senhor.50-Act 1. depois de os ter de lá tirado. lágrimas. quando na alma se produz alguma moção interior.8 [1Cor 15. nenhuma coisa criada sobre a face da terra pode amar em si mesma. para que ande para diante na prática do bem. 3Apareceu também em alma aos Santos Padres do Limbo. perturbação.2 Apareceu a José de Arimateia. inspirações e quietude. 315 – 1Segunda [regra] . 3E é próprio do bom [espírito] dar ânimo e forças. a não ser no Criador de todas elas. elevou-se. Chamo desolação a todo o contrário da terceira regra. Nas pessoas que se vão intensamente purificando de seus pecados. inquietando com falsas razões. capítulo 15. 4Porque assim como a consolação é contrária à desolação. costuma ordinariamente o inimigo propor-lhes prazeres aparentes. 3 Segundo.3-4-Lc 24. depois da Ascensão: «Finalmente apareceu-me a mim como a um aborto». dando-lhes muitas provas e sinais e falando-lhes do Reino de Deus. 311 – 1DÉCIMA TERCEIRA APARIÇÃO Primeira epístola aos Coríntios. 79. e tornado a tomar o seu corpo. consolações. Tomás – «Suma Teológica». todas elas de discernimento sob diversos aspectos. e subindo de bem em melhor no serviço de Deus nosso Senhor. dizem-lhes os anjos: «Homens da Galileia. 3Com estas pessoas o bom espírito usa um modo contrário: punge-lhes e remorde-lhes a consciência pelo instinto da razão(33). 1 312 – ASCENSÃO DE CRISTO NOSSO SENHOR Actos. consequentemente. triste. aquietando-a e pacificando-a em seu Criador e Senhor. sindérese: Sentido moral que leva ao bem e afasta do mal (Cfr. 33 Litt.1-12 [Vita Christi. durante quarenta dias. da mesma maneira os pensamentos que provêm da consolação são contrários aos pensamentos que provêm da desolação.7] 2 Apareceu a S.

6porque conclui que não poderá levar a cabo a maldade começada. suas palavras frívolas e sua intenção depravada. é próprio do inimigo enfraquecer e perder ânimo. 3porque o Senhor lhe subtraiu o seu muito fervor. ainda que o não sinta claramente. as tentações do inimigo. 2Pelo contrário. 4E para que não façamos ninho em propriedade alheia. elevando o nosso entendimento a alguma soberba ou vanglória. solicita a filha dum bom pai ou a mulher dum bom marido. 5quando a pessoa que se exercita nas coisas espirituais enfrenta. 327 – 1Décima Quarta [regra] . 4Da mesma maneira. quando a filha descobre ao pai. falando com má intenção. mas estar firme e constante nos propósitos e determinação em que estava. O que está em consolação pense como se haverá na desolação que depois virá. e tome novas forças para então. para nos mostrar de quanto somos capazes e até onde nos alargamos no seu serviço e louvor. O que está consolado procure humilhar-se e abater-se quanto puder. assim. se puser as diligências contra essa desolação. dando em fuga com suas tentações. que. E assim. 2 Porque. 5mas pesa-lhe muito. O que está em desolação trabalhe por manter-se na paciência que é contrária às vexações que lhe advêm. mas que tudo é dom e graça de Deus nosso Senhor. [nos guia e aconselha] o mau.318 – 1Quinta [regra] . com cujos conselhos não podemos tomar caminho para acertar. 2por exemplo insistindo mais na oração. ante a condescendência. 2Porque assim como é próprio da mulher. amor intenso. por nossas faltas. quer e deseja que sejam recebidas e tidas em segredo. 319 – 1Sexta [regra] . preguiçosos ou negligentes em nossos exercícios espirituais. nunca fazer mudança. e forte. O que está em desolação considere como o Senhor o deixou em prova. 3A terceira. pelo contrário. nem com uma tão grande malícia. fazendo o diametralmente oposto. ou na determinação em que estava na consolação antecedente. ficando-lhe contudo graça suficiente para a salvação eterna. 7não há besta tão feroz sobre a face da terra. no tempo da desolação. depois de assentar arraiais e examinar as forças ou a disposição dum castelo. 3e. Uma vez que no tempo de desolação não devemos mudar as resoluções anteriores. nas suas potências naturais. sem tanto dispêndio de consolações e grandes graças. quando a alma as descobre ao seu bom confessor ou a outra pessoa espiritual que conheça seus enganos e maldades. quando o inimigo da natureza humana vem com as suas astúcias e sugestões à alma justa. Porta-se também como um namorado frívolo. 323 – Décima [regra] . 3e. no dia anterior a essa desolação. pelo contrário. para nos dar verdadeira informação e conhecimento. sem essa graça ou consolação. se o homem começa a fugir e perde a coragem. 324 – 1Undécima [regra] . assim como um homem frívolo. se afasta de nós a consolação espiritual. como o inimigo da natureza humana. o grande amor e a graça intensa. para que resista às várias agitações e tentações do inimigo. porque facilmente deduz que não poderá realizar a empresa começada. e tome forças no seu Criador e Senhor. em examinar-se muito e em alargar-nos nalgum modo conveniente de fazer penitência. ao serem descobertos seus evidentes enganos. atribuindo a nós a devoção ou as outras formas de consolação espiritual. Em tempo de desolação. quer que as suas palavras e insinuações fiquem secretas. 2A segunda. assim como. que sempre lhe fica. 320 – 1Sétima [regra] . perder ânimo e pôr-se em fuga. aproveita muito reagir intensamente contra a mesma desolação. o que está em desolação pense que pode muito com a graça suficiente para resistir a todos os seus inimigos. ou a mulher ao marido. na meditação. 4Da mesma maneira. na consolação. 322 – 1Nona [regra] . o combate pela parte mais fraca. sem medo. 2Porque. pensando para quão pouco é. na desolação. a vingança e a ferocidade da mulher é muito grande e se torna desmedida. 6E. com que sintamos internamente que não depende de nós fazer vir ou conservar devoção grande. 2Porque. quando o homem lhe mostra rosto firme. 325 – 1Duodécima [regra] . O inimigo porta-se como uma mulher: fraco ante a resistência. 3da mesma maneira o inimigo da natureza . assim como um capitão e chefe dum exército. pelo contrário. quando briga com um homem. como se disse na Sexta regra. lágrimas nem nenhuma outra consolação espiritual. a ira. 2e pense que será depressa consolado. 326 – 1Décima Terceira [regra]. muito lhe desagrada. se a pessoa que se exercita começa a ter temor e a perder ânimo em sofrer as tentações. nos guia e aconselha mais o bom espírito. 321 – 1Oitava [regra]. 2pois pode [fazê-lo] com o auxílio divino. na prossecução de sua perversa intenção. Comporta-se também como um chefe militar para vencer e roubar o que deseja. querendo ficar no segredo e não ser descoberto. Três são as causas principais por que nos achamos desolados: A primeira é por sermos tíbios. em campanha.

3em que a alma fica quente e favorecida com o favor e os restos da consolação passada. assim o anjo bom como o mau. e são mais convenientes para a Segunda Semana 329 – 1Primeira [regra] . procurou fazê-la descer da suavidade e gozo espiritual em que estava. 333 – 1Quinta [regra] . de porta aberta. produzir moção na alma. antes de se lhes dar pleno crédito e de se porem em prática. até trazê-la à sua intenção depravada. pode consolar a alma. entrar com o que se acomoda à alma devota e sair com o que lhe convém a si. quando é contrária. tranquilidade e quietude que antes tinha. entram silenciosamente. conhecida e notada. inclinando a tudo bem. com ruído e agitação. trazendo a alma aos seus enganos encobertos e perversas intenções. trazendo-a toda ao amor de sua divina majestade. 3e aos que vão de mal em pior. cardiais e morais. em suas moções. 6e quando é semelhante. apresentando razões aparentes. o tempo próprio dessa consolação do tempo que se lhe segue. Naqueles que progridem de bem em melhor. de seus habituais enganos. meio e fim são inteiramente bons. a quem Deus dá essa consolação. 330 – 1Segunda [regra] . 328 – Regras para o mesmo efeito com maior discernimento de espíritos. trazer pensamentos bons e santos. 3ou a enfraquece. por provir só de Deus nosso Senhor. ou menos boa que aquela que a alma antes propusera fazer. 4Para que. como em casa própria. como gota de água que penetra numa esponja.humana. procurar sair-se. se guarde. sem nenhum prévio sentimento ou conhecimento de algum objecto pelo qual venha essa consolação. Devemos estar muito atentos ao decurso dos pensamentos. 335 – 1Sétima [regra]). Se o princípio. daí por diante. Só a Deus nosso Senhor pertence dar consolação à alma sem causa precedente. examina todas as nossas virtudes teologais. subtilezas e contínuas falácias. acomodados a essa alma justa. É próprio de Deus e dos seus anjos. Quando o inimigo da natureza humana for sentido e conhecido pela sua cauda serpentina e pelo mau fim a que induz. 5Porque. muitas vezes. 332 – 1Quarta [regra] . por seu próprio raciocínio [feito] de relações e deduções de conceitos e juízos. ou distractiva. como dissemos [330]. 2Deste é próprio lutar contra a alegria e consolação espiritual. os mesmos espíritos tocam-nos de modo oposto. 4e por onde nos acha mais fracos e mais necessitados para a nossa salvação eterna. 2e o mau [anjo] toca agudamente. Quando a consolação é sem causa. e. com tal experiência. fazendo a sua ronda. tirando toda a tristeza e perturbação que o inimigo suscita. entram com ruído e comoção. 2 331 – 1Terceira [regra] . 4é claro sinal que procede do mau espírito. sair. e para ulteriormente trazê-la à sua perversa intenção e maldade. 4Porque. 6E. mediante seus actos de entendimento e vontade. Com causa. por aí nos ataca e procura tomar-nos. com muita vigilância e atenção. ou pelo bom espírito ou pelo mau. dar verdadeira alegria e gozo espiritual. 3e o mau anjo para o contrário. e o princípio deles. de maneira perceptível. acaba nalguma coisa má. é necessário examiná-las muito bem. 2 Digo: sem causa. para fins contrários: o bom anjo para proveito da alma. 2aproveita à pessoa que por ele foi tentada. 2isto é. tirando-lhe a sua paz. deve observar e distinguir. ou perturba. 2Mas se o decurso dos pensamentos que traz. 337 – No ministério de distribuir esmolas devem-se guardar as regras seguintes . neste segundo tempo. afim de que cresça e suba de bem em melhor. 334 – 1Sexta [regra] . que se disfarça em anjo de luz. leve e suavemente. inimigo do nosso proveito e salvação eterna. como quando a gota de água cai sobre a pedra. pouco a pouco. 5forma diversas resoluções e opiniões que não são dadas imediatamente por Deus nosso Senhor. depois. 336 – 1Oitava [regra] . [isto é]. é sinal do bom anjo. pouco a pouco. ou inquieta. o bom anjo toca-lhes a alma doce. 3e como. Porque é próprio do Criador entrar. É próprio do anjo mau. 2contudo a pessoa espiritual. embora nela não haja engano. 4A causa desta diversidade está na disposição da alma ser contrária ou semelhante à dos ditos anjos. verificar logo o decurso dos pensamentos que ele lhe trouxe. portanto.

3e. 3Conforme a isto. tê-la agora [187]. porque é um verdadeiro erro. 345 – As Notas seguintes ajudam a discernir e compreender os escrúpulos e as insinuações do nosso inimigo 346 – 1Primeira [nota] . 3Por isso pode reformar-se no que se refere à sua vida e estado. 2A primeira é que o amor que me move e me faz dar a esmola. Quando alguém se sente inclinado ou afeiçoado a algumas pessoas às quais quer distribuir esmolas. examinando e verificando. para a maior glória de Deus nosso Senhor e maior perfeição de sua alma. 342 – 1Quinta [regra] . vem-me de fora um pensamento de que pequei e. 2detenha-se e reflicta bem sobre as quatro regras precedentes [184-187]. a segunda ao ministério e serviço do templo. 347 – 1Segunda [nota] . o da primeira nota. pelas regras acima mencionadas. e que na causa por que as amo. guardando as proporções e tendo em conta a condição. imagina. Chama-se vulgarmente escrúpulo o que provem do nosso próprio juízo e liberdade. e conformar-se quanto puder com o nosso Sumo Pontífice. enquanto por um lado duvido e por outro não duvido. nem mais nem menos. por exemplo. e tomavam a terceira para sustento de si mesmos e de sua família. durante algum tempo. deve muito aborrecer-se. em grande maneira. 2e regulando-me por ela. parece-me a mim que não pequei. como se estivesse em artigo de morte. 3E. acontece que alguém. modelo e regra nossa. em parte. não é de pouco proveito para a alma que se dá a exercícios espirituais. Ana que dividiam os seus bens em três partes. 343 – 1Sexta [regra] . 2Pelo contrário. Joaquim e S. para este ministério. no estado matrimonial. isto é propriamente um juízo erróneo e não propriamente um escrúpulo. transpareça Deus. ou depois de ter pensado ou dito ou feito qualquer outra coisa. Se eu faço a distribuição a parentes ou amigos ou a pessoas a quem tenho afeição. em todos os estados de vida. que procedimento desejaria eu que ele seguisse. 2Assim. que é Cristo nosso Senhor. por seu próprio juízo. 6a primeira davam aos pobres. 2A regra que então desejaria ter tido. do amor de Deus nosso Senhor. 5Assim. 340 – 1Terceira [regra] . no cargo da minha administração.338 – 1Primeira [regra] . purifica e limpa essa alma. Gregório: «É próprio das almas boas ver falta onde não há nenhuma». Ainda que não há culpa em tomar os bens de Deus nosso Senhor. 341 – 1Quarta [regra] . Pelas razões já expostas e por muitas outras. Considerando como me acharei no dia de Juízo. tenha totalmente tirado e afastado a sua afeição desordenada. há lugar para dúvida de culpa e excesso. a saber: quando eu livremente imagino que é pecado aquilo que não é pecado. 4A mesma consideração se deve fazer. 339 – 1Segunda [regra] . a forma e medida que quereria então ter seguido. pensar bem como então quereria ter usado deste ofício e cargo de distribuir esmolas. desejando-lhe eu toda a perfeição. é sempre melhor e mais seguro. nível social e estado das pessoas. guardarei a mesma regra e a medida que desejaria que ele seguisse e que julgo ser a melhor [185]. separando-a muito de toda a aparência de pecado. procedendo eu assim. Depois de ter pisado aquela cruz. conforme a essas regras. para os distribuir. o mais possível. quando a pessoa é chamada por nosso Deus e Senhor. ao tratar da eleição [184-187]. não dê a esmola. a saber. a sua afeição. até que. conforme a palavra de S. por outro lado. à luz delas. no cargo e estado que tem. Agostinho) determina e manda que a mobília do bispo seja comum e pobre. 2 Contudo sinto nisto perturbação. . 2contudo no cálculo e quantidade do que háde tomar e aplicar a si mesmo do que tem para dar a outros. mas o segundo. Quero imaginar um homem a quem nunca tenha visto nem conhecido. segui-la-ei nos actos da minha distribuição [186]. [32. O primeiro escrúpulo. temos o exemplo de S. na sua maneira de distribuir esmolas.351] 348 – 1Terceira [nota] . no que se refere às despesas pessoais e domésticas. Isto é que é propriamente um escrúpulo e uma tentação que o inimigo me sugere. desça do alto. 2e. Quero considerar. o terceiro Concílio Cartaginês (no qual esteve S. deverei atender a quatro coisas das quais se falou. o da segunda nota. 2restringir e reduzir. que pecou. depois de ter pisado casualmente uma cruz de palha. 3de forma que eu sinta primeiro em mim que o amor maior ou menor que tenho a essas pessoas é por Deus. 344 – 1Sétima [regra] .

não somente internas. indulgências. 4Se a alma é grosseira. que seja para glória de Deus nosso Senhor. Bernardo responder ao inimigo: «nem o comecei por ti. Louvar os ornamentos e os edifícios das igrejas e também as imagens e venerá-las pelo que representam. Louvar a assistência frequente à missa. por exemplo. devemos ter o espírito preparado e pronto para obedecer em tudo à verdadeira Esposa de Cristo. 356 – Quarta [regra] . o povo viria a irritar-se contra os seus superiores. 352 – Para o verdadeiro sentido que devemos ter na igreja militante. vigílias. então deve elevar o pensamento para o seu Criador e Senhor. numa palavra ou pensamento sem importância. não se devem fazer de coisas que nos apartam dessa perfeição. 2por exemplo. e se algum caso fazia antes. 3E assim. [170] 354 – Segunda [regra] . de modo nenhum para os criticar. 2É de notar que. procura torná-la ainda mais delicada. Deposto todo o juízo próprio. para totalmente se tranquilizar. etc. na igreja e fora dela. na presença de simples fiéis. bulas da cruzada e velas acesas nas igrejas.15] 357 – 1Quinta (regra). trazendo-lhe razões aparentes de vanglória ou de outra coisa. 358 – [Sexta regra]. falar contra ela. como de ser comerciante ou de casarse. 359 – [Sétima regra] . como. venerando-as a elas e rezando-lhes a eles. de obediência. em conformidade com a Igreja. pobreza e castidade e de outras perfeições de superrogação. deve agir de maneira diametralmente oposta a essa tentação. 350 – 1Quinta [nota] . se vê que uma alma não consente em pecado mortal nem venial nem sequer em aparência de pecado deliberado. e muito mais. e também as penitências. 2Porque. procurará que muito menos ou nenhum faça agora. O inimigo observa muito se a alma é grosseira ou delicada.. 2a saber: se o inimigo quer embotá-la. até ao extremo.349 – 1Quarta [nota] . a alma procure consolidar-se no meio termo. Louvar muito a vida religiosa. 3então o inimigo. Quando essa boa alma quere dizer ou fazer alguma coisa. o inimigo procura engrossá-la mais. jubileus. Louvar os votos religiosos. nosso Senhor. etc. 351]. mas também externas. das quatro têmporas. [18] 355 – 1Terceira [regra] . Louvar finalmente todos os preceitos da Igreja. mesmo que a conduta de alguns não fosse tal [como deveria ser] . quando vê que não a pode fazer cair em coisa que pareça pecado. a alma deve procurar tornar-se mais delicada. em cada mês. e muito melhor. Louvar a confissão ao sacerdote e a recepção do Santíssimo Sacramento. de oito em oito dias. procurará que faça pouco dos mortais. 351 – 1Sexta [nota] . salmos e longas orações. para mais a perturbar e arruinar. sexta e sábado. e com as tradições dos nossos maiores. A alma que deseja progredir na vida espiritual. 5por exemplo: se antes não fazia caso dos pecados veniais. e. 2e também a determinação de horas destinadas para todo o ofício divino e para toda a oração e todas as horas canónicas. e não louvar tanto o matrimónio como nenhuma destas. e como S. peregrinações. Se é delicada. e igualmente cantos. tendo prontidão de espírito para buscar razões para os defender. 362 – 1[Décima regra] . 361 – [Nona regra] . guardem-se as regras seguintes 353 – Primeira [regra] . 2e lhe vem de fora um pensamento ou tentação para não dizer nem fazer essa coisa. Louvar estações. para a levar ao excesso. Devemos ser mais prontos para aprovar e louvar tanto as directrizes e recomendações como o comportamento dos nossos Superiores [do que para os criticar]. [82] 360 – [Oitava regra] . uma vez no ano. 4De maneira que assim como é prejudicial falar mal dos . como as da quaresma. que é a nossa santa Mãe a Igreja hierárquica. nem por ti o acabarei». a virgindade e a continência. Louvar as relíquias dos Santos. 3e também se o inimigo procura afiná-la. procura fazê-la imaginar pecado onde não há pecado. [14. deve sempre proceder de maneira contrária à do inimigo [319. Louvar constituições sobre jejuns e abstinências. quer temporais quer espirituais. ou ao menos não lhe é contrária. 3e se vê que [essa palavra ou acção] é para seu devido serviço. como os votos se fazem sobre coisas que se aproximam mais da perfeição evangélica. ou em pregações públicas ou em conversas. com as condições requeridas e devidas. originaria mais críticas e escândalo do que proveito.

que nos deu os dez mandamentos que é dirigida e governada a nossa Santa Mãe Igreja. [41] 363 – 1[Undécima regra] . Tomás. na sua ausência. devemos estar sempre dispostos a que o branco. não só se aproveitam da exacta inteligência da Sagrada Escritura e dos Santos Doutores positivos. Agostinho e S. acreditar que é negro. como são mais modernos. 2De maneira que da fé e da graça pode falar-se. Jerónimo. por puro amor. se falar. 2Porque não somente o temor filial é coisa piedosa e santíssima. Para em tudo acertar. devemos contudo louvar muito o temor de sua divina Majestade [65]. nosso Senhor. FIm ALMA DE CRISTO Alma de Cristo santificai-me Corpo de Cristo salvai-me Sangue de Cristo inebriai-me Água do lado de Cristo lavai-me Paixão de Cristo confortai-me Ó Bom Jesus ouvi-me Nas vossas chagas escondei-me Não permitais que me separe de Vós . 3E. já está determinado. nosso Senhor. e com muita insistência. uma vez que se sai dele. nosso Senhor. etc. se a Igreja hierárquica assim o determina. 2Porque creio que entre Cristo. ao falar muito da fé. da graça que se gere o veneno de suprimir a liberdade. ajuda muito a sair do pecado mortal. mover os afectos. 3mas não de tal forma e com tais modos. esposo. 2não demos ao povo ocasião de ser desleixado e preguiçoso nas obras. 2contudo deve-se ter muito cuidado no modo de falar e de se expressar sobre todas estas coisas. que as obras e o livre arbítrio sofram algum prejuízo ou sejam tidos por coisa de nenhuma importância. com ajuda da graça divina. sobretudo nos nossos tempos tão perigosos. [2] 365 – 1[Décima terceira regra]. 3Porque é pelo mesmo Espírito e Senhor nosso. S. Da mesma forma.. 368 – 1[Décima sexta regra] . como acontece. 4Porque os doutores escolásticos. Também não devemos falar tão abundantemente nem com tanta insistência. assim pode ser proveitoso falar da sua má conduta às pessoas que lhes podem dar remédio. para maior louvor de sua divina majestade. algumas vezes. Habitualmente não devemos falar muito de predestinação. Devemos evitar fazer comparações entre os que estamos vivos e os bem aventurados de outrora. facilmente se chega ao temor filial que é totalmente aceite e agradável a Deus. 366 – 1[Décima quarta regra] . 370 – 1[Décima oitava regra]. mas mesmo o temor servil. as coisas necessárias à salvação eterna. e não é por eu fazer bem ou mal que pode acontecer outra coisa. de alguma maneira e algumas vezes. por exemplo: 2«Este sabe mais que Santo Agostinho. para em tudo amar e servir a Deus. cânones e constituições da nossa Santa Mãe Igreja. 364 – 1[Duodécima regra] . 2assim é mais próprio dos escolásticos. devemos acautelar-nos de que. quer antes da fé ser informada pela caridade quer depois. é outro ou mais que São Francisco. sem alguma distinção e explicação. e refutar e explicar mais todos os erros e todos os sofismas. sua esposa. Embora seja muito verdade que ninguém se pode salvar sem ser predestinado.Superiores. ao dizer: 2«se tenho de me salvar ou condenar. porque assim como é mais próprio dos doutores positivos. 3definir ou explicar para os nossos tempos [369]. que eu vejo. S. em bondade. Porque não pouco nos enganamos neste ponto. nosso Senhor. quando outra coisa melhor e mais útil não se pode conseguir. quando dizemos. Boaventura e o Mestre das Sentenças. 3E assim relaxam-se e descuidam as obras que conduzem à salvação e ao proveito espiritual de suas almas. 367 – 1[Décima Quinta regra] . e a Igreja. é outro São Paulo. por ser inseparável do amor divino. em santidade. ajudam-se também dos concílios. Gregório. faça-se de maneira que o povo simples não venha a cair nalgum erro. diante do povo humilde. tais como S. 5mas ainda iluminados e esclarecidos pela graça divina. não há senão um mesmo Espírito que nos governa e dirige para a salvação das nossas almas. quanto seja possível. mas se. 369 – 1[Décima sétima regra] . e sem ter a fé e a graça. etc. Louvar a doutrina positiva e escolástica. tais como S. etc». Embora devamos estimar sobretudo o serviço intenso de Deus.

Amen. Apêndices .Do inimigo maligno defendei-me Na hora da minha morte chamai-me E mandai-me ir para Vós Para que vos louve com os vossos Santos Por todos os séculos dos séculos.

6. – «DE TAL MANEIRA QUE. servindo Sua Divina Majestade nos combates do Reino.82.. porém. subentenda-se. Também se poderia exprimir a frase em forma passiva. buscar e achar a vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma» (EE 1. 235. DA NOSSA PARTE.1-2. 4). 4. Cf. quando começou a ensinar a fazer Exercícios completos de um mês inteiro. 1. edição brasileira dos Exercícios Espirituais. STh. Integrada.) – «PELO QUE. – «E. O fim dos Exercícios é abrir as pessoas à Vontade divina (EE 1. Finalmente. Este pequeno «directório» inicial é completado depois por Notas colocadas oportunamente ao longo do livrito e pela série de Regras apresentadas na terceira parte (EE 313-370). livre e aberto a tudo o que for providência. fazendo corte ao Senhor com todo o esplendor do louvor.-NOS INDIFERENTES A TODAS AS COISAS CRIADAS»: subentenda-se. etc. muitas pessoas deles se acercassem com alguma desconfiança..3. MEDIANTE ISTO. ensinam o fiel a sentir com a Igreja. reverência e serviço litúrgicos. e. e até de generosidade para escolher unicamente o que mais ajude para o fim que se pretende. EE 234. Para isso é fundamental. 3. E. É isso que resume esta página fundamental. como sugere Santo Ireneu: o homem criado é «a glória viva. – «E AS OUTRAS COISAS SOBRE A FACE DA TERRA». – «SÃO CRIADAS»: ou permitidas. esta Regra tem também um grande valor ecuménico no diálogo com os irmãos separados e com os fiéis doutras religiões. É uma aliança. em que Ele e nós ganhamos.5. Simplesmente. é que se sente a necessidade desta indiferença ou liberdade interior. XVI. ela. QUANTO DISSO O IMPEÇAM»: quer sejam agradáveis quer desagradáveis (saúde ou doença. 14-15. Certa nuvem de mistério.. tratando-se de pessoas. ante um método ainda pouco divulgado como o dos Exercícios.12. 6-10. II. As Anotações referentes ao exercitante (3. também motivo da criação em S. uma aliança de família alargada entre o Senhor e o vassalo. logo à partida.. 81-91). « A razão de ser desta suposição é principalmente de ordem histórica. Cf. convém acrescentar algumas observações. cf. Agir.11.3-4). mas connosco. na mentalidade daquele tempo. etc. A Anotação 1 explica melhor este título. Na criação. como adiante. portanto. Cria uma forte solidariedade social e cumplicidade de interesses. a veneração viva. NÃO QUEIRAMOS MAIS SAÚDE QUE DOENÇA. na dialética interna dos Exercícios. nesse caso transpareceria melhor o amor com que Deus o criou. como adiante: saúde ou doença. Gen. Para compreender melhor o texto. etc. no presente. quando começou a ensinar os primeiros companheiros jesuítas a dar Exercícios a outros. PRESTAR REVERÊNCIA E SERVIR A DEUS NOSSO SENHOR» : Santo Inácio exprime o fim do homem em termos de virtude da religião e não de virtude da caridade como o faz o primeiro Mandamento da Lei. É na criação deste estado de alma. numa linha contemplativa. 2) a aliança providencial de meios que nos oferece para isso. Vatic. facilitava as suspeitas» (F. Act. RIQUEZA . que está a maior graça desta consideração. Realizando a glória de Deus realizamos a nossa.17.Tomás. Posteriormente os discípulos do Santo escreveram outros Directórios que prolongam e enriquecem estas Anotações. – «PARA LOUVAR. a inaciana. esta. 3) as condições de liberdade interior necessárias para saber tirar partido de meios tão sedutores uns e desagradáveis outros. saber: 1) quais são os projectos que essa Vontade divina tem connosco. SALVAR A SUA ALMA»: a relação de vassalagem inclui. 1968. era natural que. Sobre o amor que isso significa. Rio de Janeiro. QUANTO O AJUDEM PARA O SEU FIM. LG. – «EM TUDO O QUE É CONCEDIDO À LIBERDADE DO NOSSO LIVRE ARBÍTRIO (=LIVRE CAPACIDADE DE ESCOLHA) E NÃO LHE ESTÁ PROIBIDO»: no contraste de coisas. esta regra faz contraponto com as Regras para sentir com a Igreja (EE 352-370): aquelas. ensina a Igreja a sentir com o fiel. LEME LOPES. não se trata.26-31). para além do interesse nas relações de bom entendimento dentro dos Exercícios e dentro da Igreja. E TANTO DEVE PRIVAR-SE DELAS. em que proliferavam Movimentos heréticos e semi-heréticos e em que os iluministas («los alumbrados» ) perturbavam as almas.NOTAS COMPLEMENTARES Completam as do fundo das páginas e têm a mesma numeração 1. EE 235. depois de tiradas. as referentes ao director (1-2. 39.) – «PARA O AJUDAREM NA PROSSECUÇÃO DO FIM PARA QUE É CRIADO»: sendo de aliança o projecto.ad 1 et 2. nota 9). sedutoras umas e desagradáveis outras. das relações de vassalagem da parábola do Rei temporal (EE 91-98) que foi o núcleo irradiante dos Exercícios e de toda a espiritualidade inaciana. 2. se são más (doença. O acto criador. que desde o princípio os circundou. A espiritualidade beneditina também polariza o fim do homem nesse louvor. no discernimento respeitoso dos seus carismas (Cf. 13. de novo: saúde ou doença. sendo d’Ele a Vontade e a proposta. Esta perspectiva de relações com Deus Criador é uma repercussão. Ele é até o principal comprometido com toda esta abundância providencial de meios.1-2. que Santo Inácio propõe a longa consideração antes de passar a quaisquer outros «exercícios». teológicas e supõem-se uma à outra (Cf. não por quaisquer critérios. É NECESSÁRIO FAZERMO.16. Numa época tal como a do séc. o serviço vivo de Deus Criador».27-28).20) escreveu-as o Santo provavelmente em Paris (1528-1535). Aí se diz explicitamente que os Exercícios são para ordenar a sua vida. reverência e serviço. a nível de Princípio e Fundamento.etc. é um acto mais amoroso do que o próprio acto gerador humano (Cf.II-II. 4. dum projecto de Deus sobre nós. desonra. 1Cor 13.. 12). 1719) escreveu-as provavelmente já na Itália (1536-1538). Ambas as maneiras são bíblicas. – «DONDE SE SEGUE QUE O HOMEM TANTO HÁ-DE USAR DELAS. porque a criação é um acto contínuo (Cf. Deus também se compromete. É um projecto comum. numa linha activa. – «O HOMEM É CRIADO»: «é». mas segundo a Vontade de Deus : «preparar e dispor a alma para tirar de si todas as afeições desordenadas e.

E ASSIM POR DIANTE EM TUDO O MAIS»: convém enumerar mais alternativas reais e concretas da nossa vida. O próprio cuidado com que Santo Inácio repete continuamente este escalonamento de métodos nos horários de oração sobre quaisquer temas. preceitos da Igreja. 221).388 nota de Nadal). mas também o método para o estimular. 11. n. intuitivo. mostra bem que é este o seu método: Cf. A «contemplação» da vida de Cristo. para que o Chefe. 3º «aplicação de sentidos». 161. 6. Este conjunto foi. Nesse aspecto. controlar e avaliar ao longo de toda a campanha. Este escalonamento é que é o método propriamente inaciano de oração e não os vários métodos que usa. métodos. O seu interesse vai até cuidar não só o ambiente exterior.22. 78) incluindo mesmo a de penitência (EE 82-89) ou de bem-estar (EE 229). 2) ou se podem distribuir. cinco sentidos e obras de misericórdia (Cf. ao passar revista ao grupo no fim do dia. Três modos de orar. EE 238-248). tomando só um tema para cada dia. Donde se conclui que estes temas não são para esgotar num só dia: 1) ou se podem repetir ciclicamente em diversos tons e modalidades. na sua consciência. É tal a importância que se dá a esta «liturgia» que se manda fazer dela repetida avaliação e controle (EE 90. 10. Para a controlar. o seu escalonamento horário. 132-134. 74. sobre o que é ou não matéria de pecado.38-46. em dias sucessivos. isto é. Nenhum deles. Compreendia. gestos e atitudes (EE 75. estudo que apresentamos sobre o assunto (cf. esgota a oração sobre qualquer tema.425. como ensina a Anotação 19. 6. «A oração tipicamente inaciana». F. Directório inaciano: Calveras. 80).26). sozinho. EE 313-370). 5. Para os restantes dias. sem mais explicações. EE 5). mas também a sintonia interior (EE 73. É o que dá maior dinamismo à vida espiritual (Cf. A finalidade era levá-las ao menos «a instruir-se dos seus deveres» e a frequentar a confissão e comunhão «de oito em oito dias». As Adições são uma espécie de «liturgia» da oração pessoal. Cf. tomados isoladamente. Os escuteiros. desejar e escolher até o que mais ajuda. pecados capitais. um a um. Por isso se faz passar cada tema de oração por estes vários métodos que o vão explorando ao longo do dia a diversos níveis: discursivo. Directório oficial. 3) ou até acrescentar-lhe outros semelhantes. 130-139. uma introdução ao discernimento da culpabilidade moral subjectiva (Cf. finalmente os colóquios a desenvolver (Cf. 136-157. EE 32-42). usam um princípio semelhante: fazer cada dia uma boa acção. IV. de Sales BAPTISTA. 22 (Dez. Os conhecimentos de moral objectiva. in ITAICI – Revista de espiritualidade inaciana. embora diga que a «semana» se possa e deva prolongar por mais dias (EE 4). I.1995) pp. Notas 13. mas também dos lugares e espaços (EE 73. Tudo o que na nossa história pessoal ainda não foi assumido. o primeiro escalão dos EE que Santo Inácio. É uma iniciação ao progresso espiritual. Compreende não só o propósito a realizar. 7. e a «repetição» dessas moções está ordenada a sedimentar numa intuitiva «aplicação de sentidos» final. é para encontrar a . II. palavras e obras. são dados por conhecidos. a juntar a outras mais adiantadas sobre aspectos diferentes da vida interior (Cf. assim como a Liturgia vai adaptando as ambientações aos tempos litúrgicos. Não basta que uma coisa seja má. como sugere a conhecida Nota da edição Vulgata dos EE. os métodos a usar.QUE POBREZA. por exemplo. Não é um tratado de moral. 81) da oração pessoal. na sua pedagogia. assim como EE 78 (Cf. constituem um primeiro grau de Exercícios Espirituais. dão um nó no lenço quando a fazem. nem sequer de catequese moral elementar. E. é que dizemos que são umas regras de discernimento principiante. uma «instrução dos seus deveres» acerca dos mandamentos. organizando à base dele os três passos das cinco horas de oração ( 1º «meditação». – «SOMENTE DESEJANDO E ESCOLHENDO O QUE MAIS NOS CONDUZ AO FIM PARA QUE FOMOS CRIADOS»: da nossa parte. HONRA QUE DESHONRA. Directório inaciano: Calveras. 229). em sintonia com os temas (EE 78) e mistérios contemplados (Cf. 2º «repetição» e «resumo». escalonamento horário. III. É isso que se ensina aqui a discernir. EE 72 e Nota 9) 9. cometendo uma falta objectivamente má. n. 73-79. por propósitos ou campanhas periódicas. 226 [Cf. 3. luz e sons (EE 79. verifique se a fizeram ou não. EE 249-260). uma introdução à prática religiosa pelo exame habitual de consciência (EE 43) e pela frequência semanal da confissão e comunhão (EE 44). O mais comum é seguir a indicação da Anotação 19: tomar um dos temas ou suas modalidades para cada dia. Em cada etapa ou «semana». e. custe ou não custe. todos os dias que for necessário.428). também estas regras adicionais as vão ajustando às diversas etapas ou «semanas» da caminhada dos Exercícios Espirituais Cf. Exame geral de pensamentos. 206. Segundo a Anotação 18. afectivo. À semelhança da Liturgia da oração pública da Igreja. proposta a partir desta segunda etapa dos Exercícios Espirituais. 75). Santo Inácio só explica pormenorizadamente o esquema do primeiro dia: os temas de oração com a respectiva graça a intentar e pedir. Directório inaciano: Calveras.4-6 (Cf. segundo a mesma Anotação 18: uma iniciação à oração mental a partir da oração vocal (Cf. de facto. O que pretende é ensinar as pessoas a discernir se pecaram ou não subjectivamente. Nesta «semana» não indica mais temas que os do primeiro dia. ainda simples leigo. 8. A prova disso é que nenhum desses métodos é dado por completo isoladamente: a «meditação» discursiva está ordenada a ser completada por uma afectiva «repetição» das consolações ou moções do Espírito nela suscitadas. 208-209. 206-207. este conjunto de regras cuida não só das posições (EE 76). começou a dar a pessoas «rudes» ou pouco instruídas na fé e sem prática religiosa. 126-127)]. para pecar quando a faço.387). EE 128. indica apenas os temas. aproveitado e integrado no nosso crescimento. é preciso que a faça com plena advertência da sua maldade e pleno consentimento nisso. EE 130. 160). n. 158-159. que estejam a bloquear a nossa liberdade interior e a nossa abertura a tirar partido delas. n. VIDA LONGA QUE BREVE. como se encontram distribuídos aqui (Cf.

quer nos seguintes (EE 128-129): 1º «contemplação» de cada tema de oração. 148. 156. a parábola dos Três Binários. Retira apenas uma das «repetições» (EE 129). 17..3). reduz ao dos temas de oração (Cf. Cf. como pano de fundo. 185. das consolações ou desolações antes sentidas.5. numa espécie de oração de horto como a de Jesus. 159. manda fazer os colóquios próprios das «repetições» afectivas (EE 147.6). se for necessário (Cf. 3º a «aplicação de sentidos» final nunca dispensada. se devem ir ponderando a par da «contemplação» da vida do Senhor. na perspectiva da vocação à maior santidade. apresenta a «meditação» do outro tema (Três Binários) (148. É. quer do estado de vida (EE 163-188). por outro. Cf. como se explica no n. isto é. Cf. Além disso. quer no primeiro dia (EE 101-125). 135.4. quer do projecto de santidade de vida dentro desse estado (EE 189).. no escalonamento da oração sobre quaisquer temas. para o discernimento dos critérios. com suas lutas e seus discernimentos. como por maior ocupação em discernimentos a fazer (Cf. EE 158. mas também para nos sentirmos interpelados e segui-lo.1). a «buscar e achar a Vontade divina. é que marca a estrutura desta «semana»: vida familiar de Jesus (EE 101-134). É.4). é também nesta altura que deve começar a amadurecer outras opções necessárias «para emendar e reformar a própria vida e estado» (135. em vez de repetir consolações nesses colóquios. Estes três colóquios prolongam-se mesmo por todas as «contemplações» da Paixão do Senhor. Mas no fim da «meditação» discursiva tanto de um como do outro tema. EE 53. Cf. Essa é apenas a primeira Vontade de Deus a descobrir. 61.4. A redução de horas de oração tanto pode ser por cansaço (EE 129. não dispensa estes três passos: 1º «contemplação» de cada um dos dois temas de oração. como por exemplo a do modo de partilhar riquezas (EE 337-344. a verdade e a vida que espera de nós em resposta. 130). EE 164-168) 13. o exercitante pergunta: «Senhor. 2º duas «repetições» das consolações ou desolações aí sentidas (148. 2º uma «repetição». 63). para a santidade. começa : 1º com duas «meditações» sobre o primeiro tema (Duas Bandeiras). há-de despertar respostas. Mas. tb. Como todos os grandes convertidos. que nunca se interrompe (Cf. Por isso a «contemplação» da sua vida deve ser orientada não só para o conhecer e amar. E que.resposta ao desejo de ser melhores e de começar vida nova com que terminamos a primeira etapa (EE 53. que se faz a eleição de qualquer outra vocação : «antes de entrar em eleições. O trabalho das «eleições» ou discernimento de opções a tomar.135. que queres que eu faça?» (Cf.6). clima interior e motivações que usa o Espírito de Cristo nos seus apelos e os que usa o Espírito do Mundo nos seus. Cf. 156-157. precisamente. São uma verdadeira introdução à descoberta da vida interior. separados pelo alerta de discernimento de apelos que provocam (4º dia). 189. É uma meditação comprometida da vida de Cristo. a cujo chamamento é preciso «pedir graça para que eu não seja surdo» (EE 91. a diversos níveis de eco interior: de simples razão (EE 96) ou de verdadeira paixão (EE 97-98). E quem já resolveu essa «eleição». uma vez ouvidos esses apelos. 147). caso alguém queira prosseguir em «eleição» de opções de maior santidade (EE 199. é feito simultaneamente com a «contemplação» da vida do Senhor.3. vida pública de Jesus (EE 158-162). Mais adiante. EE 135. 3º em vez da «aplicação de sentidos» final. manda lutar contra desolações ou repugnâncias (EE 157).1. e da sua vida pública. é que irá mostrar-nos agora o caminho. 161. que depois será completada com Regras esclarecedoras (por exemplo EE 313-370) e «exercícios» práticos (EE 163-189). Mesmo quando diminui as horas de oração.2-5. em ordem à maior glória de Deus e à sua própria santidade (EE 189. 189). quer de outras opções de pormenor dentro desse projecto.2). no decurso desse trabalho. EE 104. EE 163). introdução ao discernimento de apelos (EE 135-157). começaremos agora a investigar e a pedir em que vida ou estado Sua Divina Majestade se quer servir de nós» (EE 135. a qual não se deve interromper entretanto. 16. mas siga. na disposição da sua vida.2-3) Cristo. Repare-se. em vez de reduzir ao número de «repetições». eleição de opções a tomar (EE 163-189). no confronto de apelos da vida familiar do Senhor. «caminho. uma vez descoberta essa Vontade divina primordial.6. Não esqueçamos que os Exercícios Espirituais se destinam. aliás.2. uma vez mais. verdade e vida» das nossas vidas (Jo.6. até conseguir a liberdade interior e abertura total à Vontade de Deus.4: «juntamente com a contemplação da sua vida. Santo Inácio apresenta duas Parábolas: a parábola das Duas Bandeiras. 3º grau de humildade EE 167-168). por um lado. 12.1-7) e pode-se diminuir uma hora de oração «conforme o que cada um quiser empregar» aparte nessa ocupação (EE 162.» (Cf. é preciso continuar a investigar todas as outras implicadas na santificação desse estado de vida já . pois. que se desencadeia o discernimento para uma «eleição» segundo a Vontade de Deus. os quais.14. É para colocar-nos nesse clima e nessa perspectiva que esta Parábola nos põe a «contemplar» a vida de Cristo não numa atitude de encanto puramente admirativo. 14. EE 158-159. todas as orações devem terminar «com os três colóquios solenes dos Três Binários ou segundo a nota que vem depois dos Binários» (EE 159. Para dar tempo a este trabalho. 3º repetição final em forma de «aplicação de sentidos» (EE 128)..4. mas de entusiasmo verdadeiramente comprometido a segui-lo. Para se orientar na luta interior de apelos contrários. Parte do suposto que tal contemplação há-de despertar inevitavelmente apelos. logo nas duas primeiras horas. passa a haver só um tema de oração por dia. porque é a base de todas as outras. no entanto.9). na terceira «semana». que é a Vocação de todas as vocações (EE 1. Não só ame. ou até simplesmente de ordenar-se no comer (EE 210217). ao menos.1). 339.. É essa graça que constantemente se irá intentar e pedir em todas as «contemplações» da sua vida: «conhecimento interno do Senhor para que mais o ame e siga» (Cf. Só que. Cf. 15. 113. 2º duas «repetições» das consolações ou desolações sentidas nas contemplações anteriores. Nota 16). A finalidade dos EE não é só a escolha do estado de vida em que Sua Divina Majestade se quer servir de nós. A «contemplação» destes dois blocos da vida de Cristo. em vez de interromper a «contemplação» da vida do Senhor. para a salvação da alma». 161). Em vez de lançar os dois temas de oração do dia.1-2). 62-63).4). para o discernimento do grau de liberdade interior em que me encontro para optar por uns ou por outros.

«antes de entrar em eleições» (164. 1995) p. pois.2. na solidariedade de bens com os pobres (EE 338-344). Gal.6. A Vocação à santidade é a vocação de todas as vocações: salvar a alma com a maior glória para Deus (Cf. dá Santo Inácio várias Regras auxiliares: as de ordenar-se no comer (EE 210-217). S. Por aqui se vê que os três tempos ou passos da oração diária se ordenam a amadurecer estados de alma («tempos») em que se possa dar o discernimento e «eleição» da Vontade de Deus. etapa em que isso se decide (Cf. 20. Há.2-3. INÁCIO. na perspectiva da mais alta santidade – o 3º grau de humildade (EE 164-168) – que é feito o discernimento e «eleição» do próprio estado de vida ou vocação. Este projecto de santidade. a segunda «humildade» é necessária para a santidade («é mais perfeita»). A «contemplação» da Paixão nos EE está ordenada à da Ressurreição. 174.6. 3º «ruminação» do desenlace final em Jesus (morte). EE 23¸185). a 2ª conversão (a conversão do simples estado de graça ao de progresso na santidade) lança-nos na via iluminativa.5. teologicamente — na própria vida de Cristo «caminho. essencial ao sistema inaciano (Cf. EE 135. a terceira «humildade» é necessária para a plena identificação com Cristo («é perfeitíssima» Cf. portanto. 22 (Dez. cf. quer a perda da simples identificação e solidariedade com a maneira de humilde sujeição do próprio Filho de Deus encarnado (3º grau= EE 167). in Espiritualidade Inaciana – Semana de Estudos em Fátima 1991. a um por um. pense que depressa será consolado» (EE 321). Como se vê.1-7). 21.. na prática. quer a perda dum simples agrado (2º grau= EE 166). Já se apontava para isso na Parábola introdutória à contemplação da vida de Cristo (EE 93. Tal escalonamento da oração é. curiosamente. 1992 : pp. os tópicos característicos que se mandam ponderar nas «contemplações» da Ressurreição (EE 223-224) são expressamente confrontados com os respectivos das «contemplações» da Paixão (EE 195-196).10-11). os Exercícios Espirituais poderiam terminar com a segunda «semana». adición. aliás. É para dar tempo a estes discernimentos e opções do projecto de santidade que os EE se prolongam por outra «semanas» para além da «eleição» do estado de vida ou vocação. a vida de testemunho e apostolado. ver F.. na ed. a própria maior prova de amor do Senhor na Paixão (EE 197) é apresentada como desafio ao trato de amizade por obras que será pedido na «contemplação para alcançar amor» (EE 230-237. honras e até a própria vida antes que desviar-se duma Vontade divina em que esteja em jogo quer a perda da sua amizade (1º grau= EE 165). É. «Linhas de força dos Exercícios Espirituais». podem ser muito úteis. 173.O. F.6-10). A graça que se pede como intenção de cada «contemplação» da Ressurreição (EE 221) é posta em contraponto com a que se pede nas da Paixão (EE 203). a 3ª conversão (a conversão do progresso na santidade ao de plena identificação com Cristo até ao extremo do seu mistério pascal) lança-nos na via unitiva (Sobre as três conversões na dinâmica dos EE. Deve atingir todos os aspectos que interesse «reformar» ou aperfeiçoar: a vida familiar ou comunitária. 2º «repetição» de «toda a Paixão junta» nas duas primeiras horas do último dia (EE 208. o uso dos bens e das responsabilidades (Cf. dentro do estado de vida de cada um.3-4).5-11). 208. como o reverso e o verso do mesmo mistério – o Mistério Pascal. EE 189. não deve ser elaborado por nossa cabeça. também me siga na glória» (95. etc). mas à luz da Vontade de Deus: «deve-se considerar e ruminar muito. que se escolhem as vocações ou estados de vida. como teve nos trabalhos» (93. verdade e vida» das nossas vidas – aquela lei experiencial da nossa vida interior apontada nas Regras de discernimento: «Aquele que está em desolação. A própria estrutura da «semana» está. Por outras palavras.6) que se usaram para discernir o estado de vida em que Sua Divina Majestade se queria servir de nós (Cf. 41). A.2. 22. 233).19-20). A. in Espiritualidade Inaciana – Textos da Semana de Estudos em Fátima 1991.4. de Sales BAPTISTA. Vê-se isso na contraposição de graças a intentar e de tópicos a meditar numa e noutra.63-81 e bibliografia aí indicada). 18. uma íntima travação de complementaridade na «contemplação» do reverso e verso do Mistério Pascal. «Linhas de força dos Exercícios Espirituais».2-4) Verifica-se assim.9). A primeira «humildade» é necessária para a salvação (para não cortar a amizade com Deus). é na perspectiva da Vocação à santidade. com o auxílio dos (mesmos) exercícios e modos de eleição» (EE 189. «A oração tipicamente inaciana» in ITAICI – Revista de espiritualidade inaciana. EE 226. com suas respectivas «repetições» e «aplicação de sentidos» (EE 204. organizada em três passos muito parecidos aos do escalonamento diário da oração: 1º «contemplação» dos mistérios. Braga. F. mas é preciso não as ter ao que é simples apego (2º grau) e até estar afeiçoado a tudo o contrário de reivindicações legítimas se for preciso para se solidarizar com Cristo (3º grau = Fil. «em vez das repetições e da aplicação de sentidos».2-4. 178. 19. 189.5): «seguindo-me na pena. de Sales BAPTISTA. Adaptadas aos problemas próprios de cada estado de vida.1). Directório autógrafo. «para que depois tenha parte comigo na vitória. na rectificação de vida militante em Igreja (EE 352-370). não basta não ter afeições desordenadas ao que é pecado grave (1º grau). A humilde sujeição mostra-se. 95.O. na disponibilidade a deixar e a perder tudo o que for preciso para não se desviar dessa Vontade divina : a ficar sem todas as riquezas. 1992). .23. em Maria (soledade) e nos Discípulos.. 171.assumido (EE 135. Se se parasse na escolha do estado de vida. nas restantes horas do dia (EE 208. Por isso estes três graus de «humildade» correspondem às três grandes conversões da vida espiritual que abrem caminho às três vias ou etapas da santidade: a 1ª conversão (a conversão do estado de pecado ao estado de graça) lança-nos na via purgativa.4-5. 2. n. de Sales BAPTISTA.. até a estrutura das duas «semanas» é desenhada em fiel paralelismo (Cf. e Notas 22 e 26). III. em todos os seus graus.5). «para tirar de si todas as afeições desordenadas» (EE 1. BAC6. Cf. Braga. 163-188). Para discernimento da Vontade de Deus nestes aspectos. 2. que são os caminhos próprios de cada um para ela. «aquele que está em consolação pense como se haverá na desolação que depois virá» (EE 323).

2º duas «repetições» das moções do Espírito antes sentidas. Na terceira «semana» retoma essa graça não só como intenção dos temas (EE 203) e como súplica de colóquios solenes (EE 199. Não é por acaso que estas Regras ocupam. Gagliardi. tanto de cada passo como de cada etapa ou «semana» dos EE. Não porque não se possam usar noutra altura ou. 23. Note-se a amplidão de perspectivas da terceira «semana» : «conforme me encontro tentado ou consolado» (1ª semana). E.1). . ou da Segunda. mas respeitando sempre o mesmo esquema. EE 229. aparece e se manifesta agora tão maravilhosamente. Sobretudo se repararmos que estas Regras de discernimento não se referem à penitência. como EE 109) .3). 3º ou a repetição «em diversos (exercícios). diz que as da primeira «semana» correspondem às da via purgativa e as da segunda às da via iluminativa (EE 10).Esta estrutura pode ter variantes. correspondentemente. Por exclusão de partes e por indicação das graças e tópicos acima apontados. neste caso. naturalmente para preparar o seu «exercício» já na quarta «semana» (Cf.. INÁCIO. portanto. É fácil de verificar que o primeiro tópico a considerar. um à Mãe.6b).4).. continua agora o discernimento de outras opções a tomar para aperfeiçoar esse projecto.. em dias sucessivos (209.4-5). por pura solidariedade (EE 167-168 e Nota 18). quebranto com Cristo quebrantado.. mesmo. na terceira «semana».. não excluindo portanto uma «ruminação» final à maneira do primeiro esquema (Cf. na estrutura da terceira «semana». as quais S.23. e não apenas por duas horas dum só dia (209. como mais lhe parecer que poderá aproveitar» (209. reparar como nunca esquece e sempre insiste no mesmo escalonamento da oração: 1º «contemplação» de cada mistério. Querendo alongar a «semana» (EE 209.1-3). «conforme quero dispor de mim a uma ou outra opção» (eleição). Estas Regras são as únicas deslocadas do bloco de elementos complementares (EE 238-370) para as colocar num lugar certo dos Exercícios Espirituais – aqui. Aliás.. No esquema diário. e não apenas nas últimas horas. como.69-77 e citações autorizadas de Nadal. 3º a «ruminação» final no último dia todo. b) Segundo seja a intenção alternativa escolhida pelo exercitante. o lugar correspondente ao que as da Reforma de vida ocupam na segunda (Cf. é próprio das «repetições» decisivas (Cf. outro ao Pai. mas à temperança : a penitência tira mesmo ao necessário.2. Como nunca esquece também a adaptação do horário à saúde e cansaço de cada exercitante (EE 205. (EE 199. na meditação das Duas Bandeiras com a nota que se segue aos Binários» (EE 199. 208). ao explicar as lutas e crises características das quatro «semanas». EE 208. 2º a «repetição» de «toda a Paixão junta em um só exercício» (209. outro ao Filho. na primeira semana EE 72. na Segunda. 156-157. Senhor (com seu Espírito consolador) traz. ouvir o que dizem. 3ª e 4ª semana). corresponde à noite escura do espírito ou desolação espiritual (EE 322. o próprio Santo Inácio. pode fazer três colóquios. Feita. essas «contemplações» são um aprofundamento da 1ª conversão (I Semana). toma-se : 1º a «contemplação» mais pormenorizada de cada mistério. Senhor padece na humanidade ou quer padecer.. aí referidas). que parecia esconder-se na Paixão.. EE 129 e 133.3º). III. propõe também colóquios alternativos «conforme me encontro tentado ou consolado. 25. a intenção que marca a orientação característica das «contemplações» da Paixão. É esta.» (EE 196). La Palma.. O «ordenar-se no comer» pode ser um dos aspectos a ter em conta. sem interrupção de nenhumas «repetições» nem «aplicações de sentidos» (209. EE 189). «Linhas de força dos Exercícios Espirituais» in Espiritualidade Inaciana – Semana de Estudos em Fátima 1991. Directório autógrafo. » (EE 224). «conforme quero sentir dor ou gozo da coisa que contemplo» (aderir ao mistério pascal. A. Ao necessário. conforme quero dispor de mim a uma ou outra parte». mas dá também tópicos para a meditar nos mistérios da Paixão : aos habituais tópicos da «contemplação» dos mistérios da vida de Cristo na segunda «semana (ver as pessoas. acrescenta outros: «considerar o que Cristo N.6a). 1992: pp. nos mistérios da Ressurreição manda «considerar como a divindade. sentimento e confusão. ou. lágrimas. (Cf EE 199) (Cf. Braga. e que o segundo tópico (EE 196). «se a matéria ou devoção o move. Polanco. neste caso. EE 62-63. a um por um.2) : « Desta maneira. sim : a temperança tem de ser um comportamento habitual de perfeição. aliás. e à via unitiva. na ed. ou «pedir dor com Cristo doloroso. conforme desejo Ter uma virtude ou outra. É nestes tópicos acrescentados que aparecem mais claramente os novos horizontes a explorar na terceira e quarta «semanas». tanto do primeiro dia como dos restantes.4-5). ao excesso. 2º a «repetição» de «toda a Paixão junta» dividida por dois dias. essas correspondem às da via unitiva. etc. 24. F. ao passo que a temperança tira apenas ao excesso. é pela intenção que Santo Inácio indica para cada tema ou conjunto de temas de oração («pedir o que quero») e pelas graças que pede nos colóquios solenes das «repetições» (a Maria.. «conforme desejo Ter uma virtude ou outra» (2ª semana). Por onde se conhece o intento. essas «contemplações» já são um aprofundamento do 3º grau de «humildade» que consiste na plena identificação com Cristo até aos extremos do seu mistério pascal. é certo. 167-168). pode fazer um só colóquio a Cristo» (como alguns da primeira «semana» EE 53.10-11). nem sempre a vida espiritual exige que se corte. na Quarta. é aproveitada agora a motivação da terceira «semana». Desta segunda intenção diz expressamente : «o que é próprio pedir na Paixão» (EE 203).2º) . Querendo encurtar a «semana» (209. na segunda «semana». Para a penitência já foram apontadas regras de discernimento no contexto da primeira «semana» (EE 82-89).» (EE 195) e «como a divindade se esconde. de Sales BAPTISTA. a «eleição» do estado de vida (EE 163-188) e iniciada a do projecto de santidade de vida dentro desse estado (EE 189). corresponde à noite escura dos sentidos ou desolação da sensibilidade (EE 322. EE 227). nos sofrimentos que Cristo padece na humanidade (EE l95). BAC6). toma-se : 1º a «contemplação» sucessiva de todos os mistérios. com suas respectivas «repetições» e «aplicação de sentidos». para encontrar o justo equilíbrio na temperança. S. Suarez.O.. porque por meus pecados vai o Senhor à Paixão» (EE 193) e. Não menciona as da terceira e quarta «semanas». verdade e vida» a seguir. João da Cruz descreve como crises típicas da passagem à via iluminativa. pena interna de tanta pena que Cristo passou por mim» (EE 203) e. etc. não dava ainda temas para a contemplar no próprio Cristo como «caminho.» (EE 223) e «reparar no ofício de consolar que Cristo N. a outra. 3º «aplicação de sentidos» final (EE 204. pela mesma forma que está dito na segunda semana.4-5). ao Filho e ao Pai). uma.5). reparar no que fazem). Mas lá. explicava já a graça deste 3º grau de «humildade» e aconselhava a pedi-la (EE 167168. c) Na segunda «semana». cf. a) Para as «contemplações» da Paixão propõe duas intenções alternativas : ou «pedir dor. n. Adición final.

Cf. 26. 3º «aplicação de sentidos» final. como eram as dos primeiros cristãos (Cf. 2º é anteposta aos Três modos de orar. como achar melhor» (EE 228. uma vez que põe tanta ênfase em que a Quarta «semana» se deve pautar pela Terceira «em toda» e «em tudo» (EE 226).20-22). EE 204.deixar de usar se não houver necessidade. 16. 2º «repetição» das moções do Espírito aí sentidas. Lucas conta o Pentecostes.11. 5. às manifestações de poder e de milagres de que se fala em 1Cor. graça menos «própria de pedir na Paixão». quer se repitam os mistérios um a um. ou da outra vertente da kenose (Fil. como se reduzem as horas de oração. conforme se queiram ou não explorar estes horizontes do 4º e 5º pontos: «terminar com um colóquio ou colóquios.4 e sgs. Act.4-5. Como na Paixão (Cf.3 e 6). 209. tomá-los todos seguidos.4-5. De facto.2-4. Act. pede-se gozo com Cristo gozoso: «alegrar-me e gozar intensamente com tanta glória e gozo de Cristo N. pois o esquema da Quarta deve corresponder-lhe: « siga-se em toda a semana da Ressurreição a mesma forma e maneira que se teve em toda a semana da Paixão» (EE 226. 225. Refere-se.9-11). No 5º ponto. portanto. em consequência da identificação com Cristo que já tenha exercitado na Terceira «semana». 204. como lá a Paixão (Cf. as nossas refeições assumem exigências de ágape ou confraternização de preparação para a Eucaristia. por ser no contexto da contemplação do Senhor à mesa da Última Ceia que elas encontram a melhor inspiração e desafio (Cf. c) Os tópicos ou pontos. da maneira que adiante se diz (EE 226. levando e tendo (quanto à forma da oração) a mesma forma e maneira. que marca o tom a todas as outras. Ora. 1Cor. para contemplar mais mistérios em menos tempo («encurtar ou alongar mistérios»). como se indica adiante: «o 4º.3). 12. a pessoa que contempla pode pôr mais ou menos pontos. d) Mas quem quiser ir mais longe. 2.62). em consequência. Cf. (EE 226.1). Mas. 1. sem interrupção diária de «repetições» ou «aplicações de sentidos».. Jo. que se teve em toda a semana da Paixão (quanto a intenção.45). pedia-se «dor com Cristo doloroso». quer todos duma vez só ao fim. 208. nesses dois pontos ou tópicos somos convidados a explorar as alegrias e «moradas» que Cristo glorioso quer partilhar connosco já nesta vida.5. 14. EE 214-216). 209. talvez. a) A intenção desta primeira «contemplação» da Ressurreição (EE 221). como se permite na Paixão (EE 209. podem-se reduzir aos da Segunda «semana»: «ainda que em todas as contemplações se deram. – A estrutura da «semana». Aliás. E. apesar .2.3.9-11. corresponde perfeitamente à que se considerava mais própria da Paixão (EE 203). – No esquema diário. via iluminativa (EE 147. João no seu Evangelho (Cf. e) Os colóquios são também alternativos. como veremos a seguir. 165). Lá.1. cf. Sabido é que os três colóquios solenes são sempre a pedir graças de conversão a uma nova etapa ou «via» de progresso espiritual : via purgativa (EE 63. pela posição que ocupa. etc.. 209). só S. manda reparar no «pentecostes» de carismas ou manifestações do Espírito de Cristo através de prodígios que a sua divindade antes escondia: «como a divindade aparece e se manifesta agora tão milagrosamente na santíssima Ressurreição.. No 4º ponto.22-23). à elevação espiritual e ao testemunho a manter à mesa das nossas refeições (Cf. Já na Terceira «semana» se deixava lugar a uma intenção mais virada para a Primeira «semana» (EE 193. (mas) notando e fazendo pausa (como é próprio das repetições) nas partes mais principais e onde tenha sentido maiores moções e gostos espirituais» (EE 227. reduzirá as «contemplações» da Ressurreição aos três primeiros pontos comuns a essa «semana» (EE 106-108). De facto. como em repetições. nesse caso.. Situadas neste confronto intencional com a Ceia do Senhor. segundo a matéria proposta» (EE 225).22 e lug. ela devia incluir sempre algo correspondente a uma «repetição» de toda a Ressurreição junta. cinco sentidos. Senhor» (EE 221). Nota 24). Simplesmente aqui. 2 Cor. 199.1-13. um aprofundamento do reverso do 3º grau de «humildade» (EE 167-168. do outro lado do Mistério Pascal. a sua posição corresponde à da contemplação de toda a Paixão junta : 1º é proposta logo a seguir à contemplação da Ressurreição passo a passo. em qualquer caso. EE 228. à dignidade. Santo Inácio não conta ou contempla o Pentecostes nos EE. Cf. «o que é próprio pedir na Paixão» (EE 203).2. A orientação desta quarta «semana» está subordinada à da terceira.par.167-168). Deve-se ser coerente com a alternativa escolhida na Terceira «semana». Aqui. dever-se-ia reservar um dia para «repetir» toda a Ressurreição junta. Como S. EE 225). dos quatro evangelistas. cf.1-8).4-5). Sobretudo se repararmos que ultrapassam a simples temperança e se estendem até à maneira de estar. 208. da qual é complemento indispensável : deve ter as correspondentes alternativas de intenção.2.166). parece ser a «Contemplação para alcançar amor» que desempenha esse papel.5. porque já o inclui logo a seguir à Ressurreição. pelos verdadeiros e santíssimos efeitos dela» (EE 223). através do seu Espírito Consolador. aplicando os cinco sentidos sobre os três exercícios do mesmo dia. pode-se seguir o escalonamento ordinário da oração nos três passos habituais: 1º «contemplação» de cada mistério do dia. Cf. A «semana» da Ressurreição deve modelar-se pela da Paixão : «Nas contemplações seguintes proceda-se por todos os mistérios da Ressurreição até à Ascensão inclusive(299-312). Nota seguinte).6). Gal. a «repetição» e a «aplicação de sentidos» podem ser condensadas numa só. mas. Cf. 20. E em tudo o que resta (quanto ao escalonamento da oração) pode orientar-se pelo modo da semana da Paixão. então.4247. sem nenhuma transição. antes da ceia. b) Mas não exclui a alternativa doutras intenções apenas relacionadas com a Primeira e Segunda «semanas». 2. isto é. certamente.. na estrutura da «semana». – Também se pode. acrescentará os pontos que apontam para a comunhão com Cristo gozoso na sua Ressurreição: o 4º e 5º pontos (EE 223-224).1). de tópicos e de colóquios. quem se quiser ficar na simples confirmação das graças visadas na Segunda «semana». Cf. encurtar ou alongar mistérios. etc. 48. EE 214). e 53). como lá se faz de toda a Paixão (Cf. Nesta perspectiva. como se dá a entender com a possibilidade de reduzir os tópicos ou pontos aos três da Segunda «semana» (Cf. Naturalmente. E também se podia acrescentar: «o que é próprio pedir na Ressurreição».3. 159. 27. 156-157.1-2) e de omitir os colóquios solenes próprios das graças de viragem (Cf. 204.4-5. tópicos e colóquios) (226.. manda reparar nas graças e dons mais íntimos – nos «frutos» e «bem-aventuranças» que o Espírito de Cristo derrama nos corações : «reparar no ofício de consolar que Cristo (através do seu Espírito Consolador) exerce» (EE 224. para quem não se sinta movido a exercitar-se na via unitiva da plena identificação com Cristo doloroso e gozoso no seu Mistério Pascal.).1. deve incluir as mesmas variantes que as da «semana» da Paixão (EE 208209. via unitiva (EE 199.7. a Quarta «semana» será. Jo. três ou cinco.16.

. 252. do que dar forma ou modo algum de orar» (EE 238.18. da oração discursiva. EE 252. 3ª e 4ª Sem. principalmente um método de purificação activa («forma. semana a semana. da oração afectiva própria da «repetição» das consolações e moções do Espírito (Cf. 258). A. Dir. Catic. Cf. 4º finalmente. 3ª e 4ª Semana).. 122.1) e «reagir intensamente contra a desolação» (EE 319. EE 252. MHSI. EE 322.3-5). Introd... trato da Sua amizade de trabalhos comigo (EE 236. ou falta de intimidade. Conjunto alternativo. modo e exercício»). 31.2). EE 62-63. Também a contemplação de toda a Paixão junta é para alcançar amor: para avaliar melhor «a largura e o comprimento. É. modo e exercícios para que a alma se disponha e aproveite neles e para que a oração seja aceite. quer na Quarta «semana» duns Exercícios Espirituais completos (Cf. considerando com muita razão e justiça o que eu devo da minha parte oferecer e dar a Sua Divina Majestade» (EE 234. Há quem veja neles. Nela. Meditaciones. É sabido que uma das causas da desolação. um exercício de maior intimidade na oração da vida (1º modo).1). precisamente. MI. 258). Nela coincide Santo Inácio com a mesma definição de oração que dá Santa Teresa: «Oração é um trato de amizade com Alguém que sabemos que nos ama». . LA PUENTE. que não tem correspondente nos pontos da Ressurreição senão nela: em nenhuma das contemplações da Ressurreição aparece tão clara como nesta «contemplação» a exigência de correspondência a tanto bem recebido. 254). 28. Aqui. trato da Sua amizade de companhia comigo (EE 235. Em relação à estrutura total dos EE. Gener. como a contemplação de toda a Paixão junta estava para a Terceira (Cf. É natural que nestes três Modos de orar. EE 238. b) Desenvolvendo o que inicia a intimidade na oração. o Terceiro Modo. n. como se pode ver já no Primeiro Modo. em vez de se contemplar toda a Ressurreição junta. «e com isto. 90. é certo. um modo de aprender a reflectir e «meditar». como o Princípio e Fundamento estava para a religião (ou vassalagem) nas mesmas quatro «semanas». parece ser a resposta ao desafio do 6º ponto das contemplações da Paixão (EE 197. pois..1). EE 223-224). E expressamente para provocar ao amor recíproco na mesma moeda (EE 230-233). se contemplam esses efeitos divinos e dons consoladores doutra maneira: na vida. «para alargar-nos nalgum modo conveniente de fazer penitência» (EE 319.. O seu intento de purificação activa do que impeça a intimidade da oração vêse. II. o 4º ponto. II. o 2º ponto corresponde ao amor de Cristo descoberto na intimidade da sua vida ao longo da Segunda semana (EE 104). reflectir em mim mesmo.1). A estrutura da contemplação está concebida segundo essa reciprocidade de trato de amizade entre Deus e nós na vida: trato da Sua amizade de dons comigo (EE 234. de qualquer tipo que ela seja. 29. esta contemplação está para o amor em todas as quatro «semanas».1). Estes Modos de orar ou de “rezar”. É. fazem parte.1-2) e da minha amizade de companhia com Ele (EE 235. mas sobretudo no Segundo e no Terceiro (Cf. trato da Sua amizade de intimidades comigo (EE 237. também. são as nossas faltas (Cf..18-19).). 258) (Cf. 254.. para preparar caminhos à intimidade da oração («para que a oração seja aceite»). mas ensina a descobrir por toda a parte esse «pentecostes» de «tanto bem recebido» (EE 233) com olhos maravilhados de ver que «todos os bens e dons descem do alto» (EE 237. com todas aquelas manifestações da Divindade em carismas e dons consoladores (Cf. que datam dos tempos de Manresa e que têm lugar. porém. o 3º ponto.1). são úteis para uma reforma da vida de oração.2). dos mistérios da Ressurreição.3. como diz expressamente Santo Inácio do primeiro modo : «esta maneira de orar é mais dar forma. a altura e a profundidade» do amor de Cristo (Ef 3.. 254.. 3º não é uma repetição expressa. quer desenvolvendo o que a inicia (Cf. até. GAGLIARDI. ao amor descoberto nas consolações de Cristo ressuscitado na Quarta «semana». também. da oração de simplicidade própria da «aplicação de sentidos» (Cf.. com todas as manifestações de carismas milagrosos do Espírito de Cristo e dos seus dons consoladores (Cf. o 1º ponto corresponde ao amor de Deus descoberto já na primeira «semana» (criação e redenção). 30.3). Esta «contemplação». purificação activa das paixões (pecados capitais: EE 244-245). assim entendidos. cf.3).de ter sido introduzida nos EE posteriormente a eles. Embora não deixe de ser já.3). a) Purificando o que a impede. Ora. GAGLIARDI.: Doc. um método para «examinar-se muito» — como nessa desolação se recomenda (Cf EE 319. o Segundo Modo. embora escrita provavelmente no período de estudos em Paris (1528-1535). SC 11. Comm. É o «Cântico dos cânticos» dos Exercícios Espirituais. ao amor descoberto nos «trabalhos» da Paixão. pois. 45. na oração litúrgica (3º modo) (cf. pois são uma educação para a sua intimidade : quer purificando o que a impede (Cf. uma contemplação para aprender a namorar com Deus na vida. Simplesmente entendendo esse trato transposto da intimidade contemplativa para a da vida activa «mais em obras que em palavras» (EE 230. quer nuns Exercícios Espirituais abreviados (Cf. 322. Completa-se assim. EE. propõe-se esta contemplação. EE 223-224).5). São as purificações clássicas dos tratados de espiritualidade. purificação activa do espírito (potências da alma: EE 246).3). EE 4. Cf.. porque são outra maneira de propor a oração sobre a vida de Cristo : em vez de «ver» as pessoas. de facto. o projecto de santidade da vida que se vem amadurecendo desde a Segunda «semana» (EE 189). De facto. Quase todos estes elementos foram sendo aperfeiçoados pela experiência e só mais tarde acrescentados ao bloco primitivo dos EE propriamente ditos (EE 21-260. a partir de simples formulas catequéticas e de orações vocais.2) — para saber «por que faltas nossas se afasta de nós a consolação espiritual» (EE 322. como dos EE completos de quatro «semanas» (EE 4.6-11). A «contemplação para alcançar amor» está para a Quarta «semana». para redobrar de fidelidade (EE 318.1) e da minha amizade de intimidades com Ele (EE 237. como os mais adiantados que sabem usá-los como rampa de lançamento para maiores intimidades depois de uns Exercícios Espirituais completos. se encontrem à vontade.1-2) e da minha amizade de dons com Ele (EE 234. cf.IX). Nota 2).2). este é. tanto os principiantes na vida de oração. Comm.3). 48. 124. tanto dos EE mais rudimentares (EE 18. pelos temas escolhidos: purificação activa de tudo o que seja pecado (mandamentos: EE 241-243). purificação activa dos sentidos (sentidos corporais: EE247-248). como se exigia também nas contemplações da Paixão: «que devo eu fazer e padecer por Ele?» (EE 197). GAGLIARDI. La Puente vê nestes três modos de orar uma iniciação aos três primeiros passos da oração de intimidade: aproxima o Primeiro Modo.5). Por isso. Nota 27). é anteposta aos Três modos de orar.. na oração mental (2º modo).2.1-2) e da minha amizade de trabalhos com Ele (EE 236.

205.9).2.1.1.7.3). 342. afectar (3. penitência +.2. 314. claridade (79.6.1. 322.-se. 213. 11. 157. 239. 317. — diferentes de obras materiais: cf. 234.1.1-3. São uma forma intermédia entre «meditação» propriamente dita e «contemplação» evangélica à maneira ali explicada (Cf. 153.4.5. quer para se orientar na escolha de estado de vida à luz da Vontade de Deus (EE 175-188.1. 369. 83. quando segundo as orientações do Princípio e Fundamento (23). acções (Cf.1-4. 157. 335.2.8. 21. ajudam a fazer a passagem da «meditação» para a «contemplação» de pessoas. 226. 154. 320. mesmo em tempo de IV «semana». 213. 342.1. 63.2) que marca a viragem decisiva para a salvação ou 1ª conversão: a conversão do pecado à graça (165.1).1.6.1. Afeições – a si próprio e às coisas criadas: a.1.1).3.1.3.1. 221. cf.2. 243. 252. 23. 229.129.2. contrapostos a intenções+ íntimas e a «operações»+ espirituais: 46.2.1. Casanovas. 4.2. descansadamente (18. 73. 46.3. 246.7.1.2. 209. 205. ou a provação. provar (4. 153. longo (19.1. que se obtém só por «consolação» ou moção do Espírito. à verdadeira doutrina de Cristo: 164. — do exame particular.1. querer e interesse» (189.2). 89. 177. EE 106-108) : abrem caminho a ambas.1. 217.1.1).18.2. Cf. 133. 16. Agitações – inquietude de variedade de inspirações e pensamentos: 17.1.1.2. 310).5. 130.2. 27.1). ou o empenho. cadeias (74. 160. 172. 17. porque oferece maior número de mistérios evangélicos a contemplar do que os propostos ao longo das «semanas». 173. Achar – o que busca. ordenar +. 370.1. 329.3. alaridos (67).1.162163). 179. 4.72.5. 84. para a II. capacidade do «sujeito» (14. 77. actos (3.2.1. 83.1.1. 157. 18. 217.1.1.4.2. 330. quer para se aperfeiçoar segundo a mesma Vontade de Deus em pormenores desse estado de vida que interessem para a sua santidade (EE 189) : no aproveitamento lúcido da acção do Espírito em nós (EE 313-336). do mundo+ : três graças em que culmina a contemplação do pecado nas «repetições» da primeira semana. 97.6.7.3.1. inclinar (15.2).2.4.1. 173.4. na solução de escrúpulos (EE 345-351). vários espíritos+ Alegria – por motivação psicológica: 78. abreviar+.5. 130.3.2.2.1). ou da compleição.3. inquietar (315. (cf. em razão da idade. na IV. 72.2. agitar (4. 165.3-5. para quem tenha dificuldade de só «contemplar» dessa maneira. 19. sensual (35.1).2. 340. 130-131.1).4. a. 18. 279).1).6. 72. 333. — a voluntária: ajuda para discernir a justa medida da temperança. 166. 12.1.3-4. 189. 18. 363.2). 150. 76. oblação +. 153. 174. pode revestir os mais diversos graus de mútua correspondência. 209.205. Cf. quanto sair do seu amor próprio.1.2. graça para que «sejam puramente ordenadas para serviço e louvor de sua divina majestade» na oração. Conjunto complementar. 52. Cf. 254.2.1.2.1-6. da debilidade. 207. 229). 4.3. propõem-se aqui pontos de reflexão. 257.3).1. 342.2.1. 172. encurtar (4. 258. apetite (212.1. 16. obedecer (87.3). 213.2. 313-336).1-3. 155. 294. os exercícios são para «preparar e dispor a alma para tirar de si todas as a. 244. graça a intentar e pedir nas contemplações da Ressurreição da IV «semana».4. 254. 15. .2.«ouvir» o que dizem.3.6.3). como ordená-las.1. I. penitência +. 213.2.2. Todas estas Regras são de discernimento.4. quitar ou tirar (1. 62. Cf. 252. 205. Abreviar – as «semanas»: 4.1. desordenadas.5. 342.2. da desordem e do mundo. 150. «tanto se aproveitará em todas as coisas espirituais.1).1. 16.4.2.2.4. estrepito (335.2).1). Cf. 250.1.2. 234. 85. 333.2. nas posições a tomar na nossa acção militante na Igreja (EE 352-370). namorado (326.3) cf.2. 166. 172. 248. carnal (97. 333. 14.1. 60. 329.2. 155. 63. 87. 179.4-7. 18. 130. Cf. desordenadas e.2.1. no uso das riquezas que nos estão confiadas (EE 337-344. 213.1. na II. 235. ânsia (76). cf.2-3. 327.1.5.5.3. — a. 130. 234.1-2.4.1.4. 226. temperança +. ou da disposição.1). da desordem das minhas operações+.5. 86. 206. 1. dispõe para receber inspirações e consolações divinas.2. 155. VOCABULÁRIO Indicam-se os números marginais e respectivos versículos A Aborrecimento – dos meus pecados+.1. 206.3. Adições aos preâmbulos — da oração: «acrescentos» de ambientação remota aos «preâmbulos» da entrada imediata na oração : para a I «semana». carne (157. depois de tiradas. e por súplica.1. 6. 226.2.6. 229. 89.1.6. Cf. acabar (4. 169. 162. 73-90. 182. 168. abstinência +.8). mais por obras que por palavras: 230.1. 342.3. cf.1.6.1. comodidades (229).2.2. importância. 129.5. 4. na III.7. supõe «conhecimento+ interno» do pecado.227. 206-207.3. dormir (73.4. 44. buscar e achar a vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma».2. 229). alcançar (11. preâmbulos +. aborrecer (63.2.5.1-2. quando contra essas orientações .1.2). 216.6. 150. 209. 18. 90. condição (14. 256.2. 154. 229. afeiçoar (338.8. que «não depende de nós fazer vir ou conservar»: 316. 335.1. — o número de horas de oração : na I «semana»+. 87. segundo o fruto+. 44.1.2. leve (13.6. despertar (74.2.2.3.2.2. 27-30. e deve louvar-se.2.5).4. 179. 142.1.1.2. inquietude (317.2. 182.3. ordenadas. 230.10.1. são graças necessárias para a «primeira maneira de humildade» (165. para a III. 369. 348.3.2. deseja ou quer: 1. Acções – atitudes ou comportamentos exteriores.5). 32. 267.1.1-3. 63. 90.1. 147. ou do temperamento. 162.2-3.1.2). se não houver justo impedimento 229. 71. 359. cf. 278.1.3. palavras. 44. 355.2. Cf amor +. como se propõe no bloco primitivo dos EE (EE 101-109).3.2. 37.2). 72.5. 20.3.2. Cf.3.1.10. Cf. 97.7.3. 231. 6.1. 63.1. 23.1.1).2. 164. pp. 89. para a IV. 129. 315. obras +. 135. 202. 16. 237. «reparar» no que fazem. 2.1.6. Ad amorem – método de oração ou «trato de amizade» entre Deus e o homem.8. 61.1.2. 210-213.1).1.1). 166. — por moção de Dom: em forma de consolação espiritual. afecto (50.1-2. alongar+ Abstinência — a prescrita pela Igreja: deve cumprir. consolação+ Alongar – as «semanas» ou etapas dos EE: 4.

sua importância para «a Segunda e mais perfeita humildade».3. 199.4. 210-217: elemento da «Reforma» ou projecto de santidade dentro de qualquer estado de vida (cf 189). 320.2. 140. 214.4.2. abstinência+. 236. 297. 326.2. 53. 4.1. 122-125. conhecer-lhe os enganos. 265. 61.3.1.1.1.1.1. 335. 54.1.4. 335. piedade (71. 65.1. 139.4. 316. cf. 59. 136. 138. 329. 121-126: supõe.6.2.1. Cf.1.2. embora claramente se não sinta»: 320.3.4.2.4. 338. 322. 144. 325. 268. 122-125. 208-209. 151. 269.1.2.3.1.2. Cf.1.4. 343.2.2.3.3.4. 157. 159.3.4.1. 275. — simples virtude sem consolação: 368. das virtudes. 333. 150. 22. 137.3). 65. 237. 60. não lhe ser surdo.2. 97-98. 65. 204. 95.4. animar (235. 16. castelos (91. que o tema de oração já foi primeiro «meditado» ou «contemplado» e. 118. 330. 225. 274. 15.1.1. 330.4.7. 47. Cf.6. maiores (351. C Cânticos – salmos.1-2. 330. 224.2. 3. 237.1. — O método é tanto mais perfeito.3. 300. 273). 315. 262. 60.1. 4. 225). 216. 91. tanto para o director. 365.5.4. oblação +. 96-98.1-3. 135. achar +.2.3.1. 109. 230 – 237. a concretizar em colóquios solenes e insistentes.3.1.3. 307. 1. 196.1-2.1.3.2). amor e temor filial. caridade+. querer (cf. 156-157. 270. 191. 370.2..2.2. 315. — colóquios a pedir graças decisivas: 63.1-3.1. 199. misericórdia (18. 350.3. 94.1.1. 235.4. em que consiste e como se mostra.1).2. 237.1. amar (104. 324. 7. regras+ . 71. 295.1.4. 159. graça a intentar e pedir em todas.1. 329. 155. 263.1).4-5.3. 324. 190. 220.: devem louvar-se. 139.1. 327. responder (94.2. 135. Cf. 156.3.1. 281. anélito (258. 335. carnal: 97. cf.1.1. dos cristãos (307) Binários – parábola de avaliação da indiferença+: 149-156. inimigo (7. 281. 75. 199.2. 284.1). 5. 306. 128. penitência+. obras+ Ânimo – alma: 12. cf.3. 167. o espírito de amor nos exercícios. modo de os purificar para isso. 331. 323.4).1.2.4.1. 53. 189.4-5.2). 189.1.3. 112. cf.2).1.1. momento oportuno de a meditar.6.5-6. 112. 118-121.3. demónio (141. 317. 283. atrair (175.1. ligação à parábola das Bandeiras. 238.1.3.2). 10. 17-19. 338. 125.2-4.3.4. 135.2.2. 316.1.1).1. 124. Anjo – Bom: 58. Buscar – cf.1 Causa – 16.6. 22.Amor – sensual: 89. amigo (20. caudilho (138.3. 297. 97. Caridade – forma de consolação ou «fruto do Espírito»: quando intensa ou crescida. 52.2. 327. 234. 2. 327. 156-157. 114.4 – Mau: 50.1.8. 87. 64.3.4.2). 343.4. 316. 236.1. 283.2.1. misericórdia (18. carnal (97. 117.7. graça a intentar e pedir. largura .2.4.1 Cheirar – na aplicação de sentidos: «cheirar e gostar com o olfato e com o gosto».5. 50. 252.4.4) . 103.2.2). 166.1. adversário (13.3. 54. por isso.1. 199. 198.3.8.1.2.2. Anotações – notas de orientação. Cf. 327) Baptismo – de Cristo (158. 281. 93. 300. 342.2.5.3.3). 334. bondade (20. 15. lúcifer (136.2. 363. 257. infinito (52.1. 292. 320. 290. 148.2). 232.2. 230-231. 157.1). 281. — no trato de amizade com Deus: contemplação para alcançar amor. 237. cf. 152. (Cf. sempre. 274.10. 226. 106.1).2.5. «fumo e enxofre» no inferno. 15. 173. 140.2. estorvo (14). 347. etc.2.3. 260.5). 91. 231.2.5. cf. 234. da alma. 139.2. 217. 71. beber (93. quanto mais espirituais forem as coisas sentidas. 16.2. 102.2. — alguns colóquios especiais: 53.1. como se faz: 47. 284.4. 126.3. 107. 359.1. amante (231.4. 10.2. 353. 183. 42. 76.2. 316. 363. vir (32. 156.3.1. 244.4. 334.1. 101.7.3.2. 231. exercitante+. 93. 338..9.1). como para o exercitante. Comer e beber – Regras de temperança e dignidade. proveito +. comunicar (231. 97. 289.1.4. 188. cantar (263. 3.4. 289.1. sabedoria (59. 11-13. terminam a oração (45.4.2.4.2. 336.2.2. 275.3. alma (79 vezes).3.1.1. 157.1. 141-142.1. 98.1.4. justiça (59. imaginação+. 237. virtude (2.1. 71.6.2.3). 16. chamar (95.1. comer (51.7).3. «a suavidade da divindade. 291.2.3. 246.1.1).2). 133-134. 146.3. 344. 11.3.5.2. 98. 274.5.1.2. 338.1). 164. 336. amor+ Carne – corporal: 85. 124. liberalidade (5. 1. 237. insistência nas graças dos colóquios solenes. 349.147.1.1. 6-10. jejum (229. 204. B Bandeiras – parábola de introdução ao discernimento de apelos: 136-147.1.3. 223).7.6).1-4.10 — espiritual: por acto de consolação+ ou dom: 316. 61. por acto de virtude ou esforço «com auxílio divino que sempre nos fica.3. 149. causar (86. 147.2. 316. façam-se dela duas «meditações»+ e duas «repetições»+. 124.3.4. desejo+. 108.2).1. 65-70. 353. 62. Aplicação de sentidos — método de oração pelos cinco sentidos imaginativos ou espirituais.1.3. 184. 237. 147 (cf. Cf.2). 148.2.1. 55. 351. 313.3.3. 137. 138. 282. 142. 124.1). lugar (56. 95.».1-2.1. 338. 138. besta (325. omnipotência (59.1.2.1.4. 148. — do mundo+ ou demónio: 137. — colóquios alternativos: 199. 322.2.3. 315.4).1. às vezes. 124.3. cf. 104. 331.1. requerem maior reverência que a reflexão. 61.3. completadas por «notas» ao longo dos exercícios e «regras».2.1. 1. superiores (42.4. Autoridades – Cf. estorvar (127). 191. 151.1.3.2.1. 8. 147.2-3. 154. 146. 306.3. 278. 333. cf. Cf. 351. 140. moção+ Chamamento – de Cristo: 91. 285. 86.3.2). jerárquica (170.2 266.3. 172.5. 113.2.2). 345. divindade (124. demoradamente «repetido» nas suas moções ou interpelações espirituais.4) Colóquios na oração – como se fazem: 54. 332. resumo +.1.3. 77. 61.157. capitão (327.4. 20. 327.2.1. 362.1).1. temperança+ Composição de lugar – modo de prender a imaginação ao assunto.3.3. fruto (60. 227. campos (51.4).2). 184. 156-157. lágrimas +.3.2.1. 314. fruto +. 365.3). espíritos+.3.4.3. 159. 312.4. demandar +.1-3.1. 14. afeição +.1. 202. 361.4. vocação+. 77.1. 138.3).2. oblação+.1. 71.5. 195.2.1).2.1-5. 54. 79. 304. 15. 361.2. 192.5.45. 370. 89.1).1. 273.3. 325.5.1. 137. 141. 169.3. 155.3. 238. vontade+).2. 68. 221.2. cf. e quanto maior for o proveito espiritual tirado de cada sentido aplicado. 347. 20.2.3. 320. graças desta graça da «vida verdadeira» de Cristo.2. — valentia ou entusiasmo: 5.2). 355. 334.3. 325.5.1.1. 61. 213. 62-64. 233.1. dar (43. que marca a viragem para a santidade ou 2ª conversão: a conversão do simples estado de graça à vida de «perfeição em qualquer estado ou vida».2.2). cf.2. falar (3. 247-248 Cf.5. 232. forças (7.3. 331.1). 273.7. director+.1. algumas em especial.3).2.4. cf.2.3-4. sentidos+ Atributos – cf. 109.3.2).1. 168. a aplicação de cada sentido deve visar não só o gosto espiritual mas sempre o «proveito espiritual» a tirar daí. 139. 12.4. «reflectindo em si mesmo e tirando proveito disso». 71. governar (189.

159. 115.2). 44. 366.5.1. 84.7.4. 87.1).3).1. contemplar (1. cf. 91. 257. 203.3.4).1.8. 236. 196. advertir (74.6. 120. 49.2. 350. 336.2.3. 122.1. Cf.1.4. fartar (2.2.3.4. caridade+. 127.1.2.2). 60. circunstância (122).1.6. 315. 195.3.2.5-6.5-7.1. tibieza (317. 334. 208.4. 58.1-2.4 39.1-4. 48.4) Cf.1. querer (cf.3). animais (47. 153. 197.4.3. 231. 241.1-2. vingadoras das ofensas feitas ao criador.1.8-10.3.1.3. 248.3-4.2. 38.2-3.5. 20. 206. 137. 316. 202. 50.3.2. 206.1.1. 135. 230. imaginação+ Comunhão – «comunhão solene» de conversão: 44. 151. 106. 203. 42.2.3. 199. buscar+. 104 (109.2.3.1.2.2). confessor (326. 238-248. 13.4 (61. 15. 23.2.1. dirigir (251.2.2. 243. 139.4.2. 275.2. 324.1-3. 303. 114.1. 47.3). 13-14.1. 169.1.6.3. 331-336 Contemplação – método de oração sobre cenas bíblicas «vendo» as pessoas.1.7.2. 235. amigo (224. 76. 275. 7. 235. 289. 55.1.1. 65. 326. das tais palavras.1.1.1-3). 208. 114.3. 118. 316.2. 44. 74.2. 44. 203 (199.7. 329. interno+.1. 255. 291. resistir (13.1. 346. 316. 199.2). diametrum (325.1.1). — anual: 354.1.1-2 e 46 e 169. 167-168).2. aumento (44.1-2.7.2. 164.3. corte (74. 16.5. contrição+. 114.2. 333.1.1-4).1.Cf.1.4.1-2. 235).1). 55. 150.4.1. 25.3).2. 186.2.1.3. 217. 339. 241.2. 315. 272.9.5. 347. 226.1.2. 11. 20. 229. 139.5.2.1. 174.1. eleição+.1-2.1.1. emenda+.2. difere da graça actual ordinária que é um «auxilio divino que sempre nos fica ainda que claramente o não sintamos». 10. 297.5.5). 223.1.1. Cf. 322. — porque por meus pecados vai o Senhor à Paixão: 193. — noção: moção interior ou interpelação «que não depende de nós fazer vir ou conservar.1. Cf. 63.2.5.4. 230. 322.1.1. 47.3. 177. 104. confessar (18. eleição+. 162. 126. 163.1. 91.2.6.2.1.1.10. 208. mistérios (19. 42. 87. 294. 87.1.4.2.2.2.1. na IV: 221.1.1.2-3. crescido (cf. caminho (112. eucaristia+. 133.1.2.1.3. causa+.1. quer de males.4. exclamação (60. 326. 316.1.4.2. do mau espírito: 314. sacramento (18.10. 221.1.1. 317.1-7. 331. 221.4.1. 228. 20. 226. 321.2. quietude+. 135.1). 233 (230-231. 165.1-2.3. 327.1. 322. 102. 4. Cf. 53.1. 32. 162. penitência+. 154.1. 34.3. 124. 209.1. 89. 144. 331.5. 324.1.1. 4.7. 106. Cf.4. 116.2. 39. 287). 94. 330.2.2. graça a intentar e pedir na I «semana». 112. 322. 233.4. fruto dos exercícios da primeira semana. desejos+. cf. 323. experiência (176.1). 23.3. 77. 129.1.2.4. 234. 62. vontade+) Desconfiança – «infidencia» ou falta de confiança: forma de desolação (317.5. 55. 18.3. 324. 113. perdão (43. na II: 91.1. 107. 316.2. 19.4).11.1.2.1.1. 192.4.1). 146. 98.3.1.1.1.6. 316.6. e das tais acções. 209. 48. sentir+ Consolação – 6. 209. por estas «demandas» se escalona o percurso de cada «semana» de EE e se avalia a sua devida realização (4. 193.1. 221.2.2. ilucidar+ — interior: 44.7.1. 185.2). atrair (175.9. 108. dor+.4).9. 101.1.6.2. 254.4).2.3. 219. 51. 235. pena+. Contrição – graça a buscar na I «semana» (4.1. 176.3. notícia interna (213.1.4 (96-98).1.1. 193.1. 54. 179. procurando sempre «tirar proveito da tal vista».2. 234.6. 118.5.1. 168. 336. 91. 60.3). 65.1). 245.1.1. pedir: 16.1.2.1.4.3.2. 166. rosto (325. 176.1. 44. adições+.3. Cf.2. 334. 19.1. 359. contra. 65.1.2. fruto de «graça intensa» ou Dom do Espírito Santo e não de esforço de pura virtude (322.1.1. metendo-se nas cenas «como se presente se achasse».1-3.1-5).1.1.1. 23.3.1..1. 87. 44.3. 24-71.4. 200. 39. arrepender (77. modos de a preparar. ilucidar+.2.1.1) Contrário – 15. 209.3.1. achar+. Cf. 27.5. 224.1. 295. fruto+.3.4. 237.1).1.2). graça a intentar e pedir na III «semana».2.4. 313.1. esforçar (195. 130. 47.3-4).1.1. forças (7. mas que tudo é Dom». 240.1-4 (45). contentar (18). 75. 208. cf. 20. «demandar» ou intentar (25. 127.2. 351. 190. 333. 75.1. 166).2. 152. 155. cf.1. coisas e acontecimentos). 322.1. 33. 102.1.3) Criaturas – 15. 98.3.2. 139.3. 104.1. 330. 335.4. 114-116. 298.4.3.2. 76.2-3). interna+.2.1.2). 43. 203. 39. 130. 202.1. vergonha+ Conhecimento – 44.1. «mirar» ou olhar (93.5. 23. — como combatê-los: 24-31.1. 139.5.2.1.4. 157.1.3. 59.2. 315. 315. 147. claridade (176). 324.1. Cf.2). ou devoção 44. 214.5.1. criadas (pessoas. 331. 147. 324. 50. 12.2.4. 249.1.1). 130. 342.1.3.1-2. 63. 252.3.4. 16. 39. 350. inspiração (213. 20. 63.8. discernimento+. 236. 43. — interno: dos meus pecados (63.4.1.7-8.6. crucificar (295. 109.4. 59. 63. 116. 296-298. 316. 19. 329. 121.1. 228. 318. 199. 112.1.2.1.1-6 (23. 60. 115. 38.1.1. intenso+. 23.2.1. 324.2.5-7.2.1. 48.1. 339. na I Semana: 23.1-2. 230-237.2).2. do Senhor (104. 296. 8.2. «com causa precedente». 193.(65. confundir (50.1. cf. 65. 23. Criador e Redentor (229.1. 325. 213.1.1.3.9. comungar (303.1. 118.1.1. 130.10. 240.6.4. — frequente recomendada. — geral de conversão. 323. 354. 323-324. 245. 351. 152. 165). Confissão – anual obrigatória.8.1. 180.5.2.5-7.4.2.4. 261.3.4). 166. de tanto bem recebido (233.4. considerar (38. 42. 213.2). 169. 135. quer à ponderação de bens. 12. 151. quer da significação de cada palavra duma oração vocal.2. 38.6. 89. 167.1. 2.3.2. 297. 315.1-8. 132. 199.1.3-7. 32. 130. 117. 130. 152 (156-157. Criador e Senhor (5.4).2. 215.1. 230-231). 304.3. 194.1).2-6.1.3. 73. 322. encomendar (248.3.1. 47. 43. — as principais são.4).1.1. 19. 89. 48. 158.3. 296.4.2. 143. 177.3.3. 326. 213. 89.2.5. 116.1-4.2. 261. 90. 203.1.1. «reparando» no que fazem.4.2.4.1). 48. gosto+. lugar nos planos de Deus.1. consolar (14. desejar (16. 17. 320.6. 162. aves (60). 181. sentir+ Criador – Criador (15. 195.2).1-4.5. 42. na III: 193 (197. Cf.1.1. lágrimas+.3. 293.1. 164. 108.1. oração+. 240.1.2.2. 213. preâmbulo indispensável da oração: é o que marca a intenção do tema — «o que quero e desejo» (23. 317. 233). notícia (170.1). Confusão – de me sentir um privilegiado da misericórdia de Deus: 48. 155.2. Demanda – graça a intentar e pedir em cada tema de oração. 18. 208. 368.1. firme (318. 114.4. 354.3. 206)..1.1.2. cf.2. 48. 83. 156. 306. 236) Cruz – 53. 316.1.3. 321.3.6.1.3. 331.2.4-7. 14. 115.4.4. 258.3.3. 135. 204.1). 282.1.1. 135.1. 39. 82. 13. — frequente: 18.1. 180. 184.2.6.1.1-2. indiferença+. 358.1.2. 161.3.2. encadear (74.3). intenso. 19. buscar+.5.6. 74.3.1.1-5 (23. 89.1.1. 48. 322. 317. 314.1).1.1. 249-257. 90. lágrimas+.1.1. elementos (60.2. 60. 106.1. 290.5. conhecer (8. ânimo+. 332. «ouvindo» o que dizem. intenso+). 235. 329. 330.4. 113).2).3.1.1. 320.1. 292.1.1. 184.1) .3).1-7.1.5). contemplação (2. 340. cf.1-3.2. 297. 39. 187. suspenso (53) D Defeitos – diferentes de pecado+ ou falta: 41.7.4-5 (71. 112). 133.4-5. 16.1-3. 254.4-5. 179. 133. 168. 110.4. — aplicação: pode-se aplicar também. 146.3) Desejos – ordená-los (16. — modalidades: 316.5).2.45 (53. interno (2. — procedimento: 8. 185. Senhor e Criador (39.3.4.4. 224.2.4. espíritos+. 199. 354.3). tirar (1.1.2.1-2.1.1. 145. interno+. 334.1.1) . 330. 106-108. 315. — origem : do bom espírito: «sem causa precedente».

1. 217.2. 99.2.1). 234.2.1.2. 275.1. 327.4.1-2.3). 324.1.1.2.3.1). 208. 10. 323. amanhecer (88.1.1.3). vitupérios (94.2.3. 165.1. «comer» ou almoçar (25.2).1.3-5. 342. 10.2). 251.4-5). — procedimento: 7-10. aspirar e gostar a suavidade e doçura da divindade.1. 228.23. 333. — origem: do bom espírito: sem causa precedente da nossa parte.1.2.2. 22.2. 214. impedimentos (315.4.2.3).2. 166. Cf.2. 326. 167. 238.3.2. 135.1.6.2. 267. Cf. 107.2. 332.1. 322. determinar (21.259.2. — pelos pecados: «crescida e intensa dor e lágrimas pelos meus pecados».4.3. mudar (16.3). 9. 4.3). 129. espíritos+. 38. indulgências (42. 200.1.4). 344. cf.1). 102.1.1. 128.4. turvação (317.5. 318.1. 116.2).3. 206.2).6). convir (89. 327.5.2.1.1). 339.1.1. 72.4. 227. praticar ou explicar (8.3. 335. 12.10.3.4. 213.2-4. Deus e Senhor (1 vez: 343. 237.2.6.2).5.2. 87.1. escuridão+. ambos frutos a conseguir na III semana.1. 160. 132.1. 5. 133.1). 178. 245.5).1. 185. eleição+ Deus – Deus (25 vezes). 237. 335. louco (167. inconsiderado (14. impedir (23.2.4.1. 363. 328-336. 364. graça a conseguir na I semana. 357.3.8. 322. 146. 44. 342. 146. etc.2. 216. 131.7. 128. 152. 237. 89. vida eterna (63. 72. precipitar (14. 214.4.1. 86.4. estações (358). levantar (24.3.4. 89. 164. 176. é para acompanhar sobretudo o que se refere aos exercícios espirituais.2. 206. 342.1.1-2.1. inquietação (315. espíritos+. 322. 295. 84. 297. 358. escuridão+. 319.3.1).4. 106. 203.1. afeições+. 30.3. 17.2.4). 20. — desejo. cf.2. cf.3.2. lágrimas+. 189. 127.5. missa+. Desonra – 23.4. oferecer (5.1. 147.3. 252.4. operações+.3.3.2.10. 358. 209.3. 1. 318.1. cf.2. 161.4.2.2.2).3.1.2.1. 228.1).6-9. 193.3.1. 195. 322. 7. 333. 367. ordem a conseguir antes de qualquer eleição. 115. disposição (1.1.2. 171.1.3.3.1. abreviar+.4.3. 43. 4. 174.2. 206.4).1. 8. dispostos (39.1. 242.2). 61.4.1. 58.1).4.1.5.4.2). preparar-se.1.2. advertir ou atender (3.2).2. 322. 76.6). «mirar» ou reparar (14. 147.7.7. 317.2. guardar (60. 327. horas+). 2.3.5.1).1. 87.1).1. esconder (196.3.1).6.6.1. consentir (36. medida (186.5.4. 224.1. 323. 239.1. — do sentir em Igreja militante. 20. 344.1. por virtude: 23. 316.1.1). Pai +.5. contrição+. 345-351. 164.2.1.3. 134. diferente de confessor ou director espiritual.3. 369.2.1. 65. 74.5). 362. 19. (cf. 313-327. discernimento+.1.1.1).3.11.2.1. 229. inclinar (15.4. 234.2.3). cf.1. 343.2.2.1. 40. 213.1. 157.4.2.9. horas+.1. manhã (18.3. 329.1. 109.7.8. costumar (314. relíquias (336.3. 292. 57. 267. 43. 19. 39.3). 203. Cf. 206. 17. 199.10. 261. 335.2.3.2. 116.3. Cf. 322.1. 193. 327. 77. forças (7. dispor de mim (199. 233.2. crescido amor e graça intensa. oração+. facilitar (315. 96. 258.3.1. 320. 87. 21. — meios: cf.1. alongar+.2-3. 217.4.1. morder (314. 315. 111.1). discernir (336.1.8.1.2. — das moções interiores dos diversos espíritos.8).2.1. 211. exame+. 322. 15. 208. discreção (176.1.2).3. fácil (13. 19. 344.2.1. 183. 153.1. cf. 155.2).1.4 (cf. 86. 368.3.2.1).2.2. 155. 107. 189. 245.2).2).5.6.3.3. 179.3.1.2. 205. 112. 78. 370.2. 166. 336.2. enganos+. «cear» ou jantar (26. 2. 352-370. 127.1.2. 203.2-3. 333. 62.2). 339. 106.1. 22. ânsia (76. enfraquecer (325. 60. Devoção – Devoção: por esforço de virtude. Criador +. néscio (303.3. 256. — de escrúpulos. 13. 95. 175. 318-321. 229. 358. 182.3).7. dormir (73. 234. 317.1.1. 314. 337-344.10. Deus nosso Senhor (58 vezes). 317. cf. eleição+. 262.1) — da culpabilidade subjectiva.8. 9. 338.4. Discernimento – cf. 213.2. 329.7. 349. 332. conforme (5. 88.1. 13. 164.1. 213.3. 177.5.4.3. impedimento (9. 339. 15.1. entrar (5.1.2.2.1. 180.4.1). 133.1. dar (1. 217.1. 172. 331. 56.4.1.1) Dor – sensível na carne (85.2. 336.1.1. 342. 151. (238).4. 147. 133.2. 181. causa+.1.1. Director dos Exercícios – «o que dá os exercícios».1. 169. 55. com causa precedente da nossa parte.1. 252.1.1-2. 223. 186.3). 340.1. — «das minhas operações»: 63.4.1. 182.1. 114.2. 367. 179. 320. 17. bens e dons (233. 89.3). 166.1.2.1.1.2. 334. fruto a conseguir na I semana.3). 99.3). confirmar (183.3). provar (4.2. 118. cf.1.3.1).1. pia (42. 18.4. por identificação com Cristo desonrado: 98.1.2. 53. 98. 292.6.2. 179.3).4.1. 14. — noção: estado de alma em que «o Senhor lhe abstrai o seu muito fervor. opróbrios (146. 318. 20. — por Cristo: porque por meus pecados vai à Paixão. 129.1. 15. 139.1. causa+.3. 6. 190.1-2. 215.1. candeias ou velas (358).1. 17. 29.1. cf. 209.6).1.1.3).3. 77.1.3. 163. 185.1. 158. desolar (7. 16.1).3).2. — da temperança e dignidade à mesa. sinal (289.1).2. ordem+ — das afeições: cf. fervor (14. atributos+.2 .1.1. 17. 148.1.1.1.2. ficando-lhe contudo a graça suficiente para a salvação eterna». 12. 102. 341. 4-5. 315.Desolação – 6.5.1. distinção (368. 74.3. 128. 215.1-2. que não depende de nós fazer vir ou conservar. penitência+.3.3).2. 159.1. 349. cf. 180. tristar (315.3.3. 168. 333. 74. cf.3. 349.4. duvidar (87. 102. injúrias (98. 333. 330. 189.5. 135.2.3.2. 329.1.5.2).2. 312.9. cf.3). 325-327. eleição+.2. 328. 187. 157.4). cf.2. 12-13.1. 79. 319.2. 324. 129.5. 72. 292. moção+).2.4).3. essência (39.2. cf. 189.5.2).2.1.1. 1. Sua Divina Majestade (26 vezes).2.2.4. 129. 169.2). afrontas (116. 179.2.2).1. 205.3. 167. divino (1. 167.1. 7.3.2.5.1).1. blasfémias (67.3). 235. 235. 209. propor ( 24.3.1. 99. bem (10. 29. 204. — «disponde a toda a vossa vontade». aborrecimento+. do mau espírito: 315. 72. 93. 335.4. 182.1. enganos+.1.1. 208. 320.1.7. 98.3. ainda que claramente a não sinta». tristeza (69. Dia – de exercícios: 4. — indiferença.1.1. 24. — devoções: expressões da devoção. 210-217.1.1.3. 147.1. 16.1).6. 370. 172. 133. 101.3.1.1). 102. 130. 19. 25.2. 20.1.3. 187.1. 252.2. intenso+.1. 115. 172. 10).1. 343. pena+. burlar (292.4-5.4).2. 354. 199.3.1. 315. 16.6). 320. 44. 255. vésperas (cf. 212. 55.5. achar-se (20.4). por fruto do Espírito.9. 78.1.1). Cf. 240.2.1.4. orações (355.1-2.3 «a qual sempre lhe fica.2.1. 25.1.1. 148. 333.1.2. 318.4.2. 74.3. 135.3. 318.2. 228. 150. — espiritual ou interior (4. comer+ Determinação ou decisão – 98.2.1-2. 290. 16. 210. 310.4.1.3. 217. experiência (176. 317. 162.6-8.1.1). 334. 268. — do comer e beber: 210.3). 334.4.1.1.3. 336.1.1. indiferença+ Divindade – considerar como a divindade se esconde (196. 124. 95. 318. 370.5. conjecturar (41.4.1.1. imediato (15.1.1. 217.3.1.2.1). 131.1).2.2. 32-42.8.2.1. 108.2. 154.3. 142. 321.5. 332-336. 212. bofetadas (291.1.1-2.2. 227.1. 195. 213. Dom – 74.3. 28. dispor-se (18.1. agitação+.1. . propósito (82. oblação (97. 275.2.5.1). 248. governar ou reger (189.4.3. devoto (15. doer (27.2.2.1. 217.2.2.2. 212. idolatria (39.2.1.1.2). 213. 229.1. 159.4). 181.1.3.1.1. investigar (135.5. 148. 324.1. 20. 88. 208.6.1. 365. 322.4. 82. meios (22. 8. 333. 160.1.2.3).5.2. . 325. 365. 18. 366.3). 230.3). adições+. 46.2. desordenar (1. 199.1. cf. — da imparcialidade e isenção na administração de bens alheios.2. 319.4-6.2. 213.2).3.2.1-2. Cf. 228. 139.2. 148-149. ou por solidariedade de sofrer só porque Ele sofre.2. noite (28.2.2. 131.1.4). 314.2).5.2). 227.2.3-4. 334.5.6. — e como se manifesta milagrosamente e pelos verdadeiros e santíssimos efeitos dela (223. 347.2). 335. 175. 12.1.1.5. graça ou Dom (20. cf.2).3).2. 160. 188.2. 76. 330. 280.1.3. 93.2.2.2. cf. 169.3. 341.4. 78. 183. 169. 347. 227. menosprezos (146. 159.7. 241.2.1. Dispor – preparar e dispor (1. 72.4. 133. 237. tíbio (317.3-4.3. — modalidades: 317. 316.3 Desordem – 63.3.5. (cf. 340. 129. 39.1. 320.1. 114.3. 93.4. 99.1.3. guiar (267. 87. 315. 324.1.2. 44. 108.

1.1-3. 286). cargo (341. 278). 177.4.4. prelatura. comunhão+.2-4. erro.3. 349.2.2. 178.7. cf.1. 172.6. « anjo de luz». cercear (344. cf.7. 40. — elementos: 1. 180.4) — forma de controle duma falta em particular. 2. cf.1). (cf.5. 357. 135.6. 189.2. distinção (360). 319.3. 196.4. 337-351. 7. 189 (Cf. 135.4. 344.1. — condições: indiferença+. entender ( 3. — a de santidade de vida dentro de qualquer estado. 172. 314.4. 275.2.2. 169.56.3. 243.4.3. 8.1. 172.2. espalhá-la (145) .5. 336.2. 15. 30.4. «para que a alma se prepare e aproveite» melhor os EE.2. 348. 178. arbítrio (369. 332. 207).4.1-2. 5.6. 188). vantagens (86. 355. 174.8.4).1. 293.1. 344. 39. 4. imutáveis (171.2.3. 343. 17.1-8.4.2). 9.2. família. 163. 13. desolação+) Esmolas – de bens próprios: 189. (cf.2-3). cf. — diferença de tentações descaradas.1. 43.2.2).135. 338. 337-334. exercitar. 64.3.2.2.1. graça a intentar e pedir antes de qualquer eleição. (cf consolação+).1).2. 338.1. 345.1). excusar (273. 199. 238.3).5. 322. 43. — discernimento: cf. — Mau: 32. 41. 18.1. eleger (15. 317.2. 6. 9. quantidade (212.4. Cf.1.2).2.4. aparência. abraçar (149. 75.2.6. — forma de discernimento da culpabilidade subjectiva. cf. 171. 15 vezes). 293.2-3. cauda serpentina. evangélico. 3. 63. 189. virgindade.3.5. 343. 24-31.1).2. 365. 316.4. 19.1). 200. 345-351.6. 326.3.1.175-177. 8. 307. 135. 28.2-3. 336. 269. 147.2. completos fora de retiro (na vida corrente). casa (189. 184.3.2 fumo.3.2.2. 3.3.2. 345.3. 244-245. 223. como se combate (cf.3.5. 204.6. 246 e dos sentidos corporais.1. 289). 141.1. caminho (318.3). determinação+.2).3. 10. 343.3. Cf. (cf.4). 32.4. 189. — estados de espírito: cf. liberdade+.1. 173.1.1. persuasões. propósitos+. 26. 209. 357.1.1). (Cf. 173.2). 342. 166. 189.3. — forma de avaliação da oração (77).2.3. 363. 168.10.4. 182. 179.1). discernimento+. 146. 19.5.2.1.2). 18. Espírito Santo – 263. ilusões.4. 172. 89. (cf. deixar (15.1). 98. 189. 20. . — regras especiais para discerni-los. 172.2. 169188): é a primeira e a base de todas as outras (cf.1. 14. tomar (14.5.3. — Outras eleições para a santidade de vida (171. 317. 155. alongar+). 179. 171.2). 171. 320. 135. 189. falácia. 24. 273. 247.4-7. 313. afastar (322.3. 332. 140. 135.1-2.1. espírito bom (cf. 314.5.1.3. 241-243. agitação+. — mutáveis e imutáveis: mutáveis (171. anjos+.1.10. 15. casar.3. 315. 50. 363. 23. lícito (15.4.3.2. 342.2.4. 4. subtileza 329. 326. 214. 337-334).2.1).2. mas também das paixões.1.1.1. 163.6. 20.5.7. 8.8. — . 181. 299.2.1. 189. descobrir.1-2. 312. — nosso espírito ou alma: 239.2. 350. 326. — anotações orientadoras: para quem os dá.3. examinar (1.4-10). 315.2. 211. 242. formar (332.2. marido.2) Espíritos – Bom: 32. — modalidades de organização: rudimentares.1.1. Deus+.3.2. 340. razão+. 214. 357. alvedrio (23. 135. 98.4.1.4. puro.2.2).1. 270. humildade+ Cf. 189.1 (cf.4.1).1). 11.3-4.1.1. 2. acertar (318. 178. prelúdio. 46. aceitar (94. Exercícios – noção: 1.1.3.6. 336.4). coligir.1).2. carne (157. 344. 189.2. 318.8-10. admoestar (142.2. 224.1. 322.6. 356. 334. 14.1. 350. 210-217. casamento. 238. 328.2.1. oblação (183.2. admitir (211. sacerdócio. como o mau espírito tenta ocultá-los.4. 189.8.3). 228.2.2). ou em proveito próprio.3. Cf.4.4. 61. perverso. 169. 40. 17. — divisão em «semanas» ou etapas: 4.7. milagrosamente (223.2). como se devem distribuir sem quaisquer apegos. 135.2. 20. 344.2).Doutrina – caminho de vida: «afeiçoar-se à verdadeira doutrina de Cristo»(164).2.2. vida (1. 329.3).4.1.4. imutável (171.6. 334.7. 154. exercícios.1.1. Cf.2. consciência (1.1. 367).2. 215. discernimento+. 326. ceia (190.1. 326.3). casamento (169.2.7. 6. 19. 12.2.3. — modalidades: cf. 216. 135.4. 69.1. 43. 357.2. 363. 154.2.6).3. falso. 297.6). 177.8.4.7. 326. hábito (84.1. Escrúpulos – notas sobre. 92. 9. 20. 326. namorado. 235.5. confessor.3.3.1. 19. mandamentos+. 10.1. 234. emendar (24. 15.3.3. 238. 77.4. 51.3. 320. 2. 332. 335.1.2. pregar (91. 354. 29.2.1.adelgaçar (349.1-8.5).4.3. Escuridão – forma de desolação ou noite escura na alma.2.5. 1-3. (Cf.1. 348.1) Estados – de vida: 15.2). — forma de exame das faltas em geral.4-5). reforma+ Enganos – «conhecimento dos enganos do mau caudilho e ajuda para deles me guardar». 306. 43. 268.2. 318.2.1.1).1).3). espécie. 189. 281. 25.1.1).3. 135.1.2. pai. 336.2. — simples virtude sem consolação. 343. 326. 328-336 Entendimento – potência da alma. 320. 169. 336. 173. 344.4-6. 362. Emenda – 28.3). 24. 169. 9.2). 177. como concluir-se (183. — matéria de teologia: escolástica e positiva. 278. em particular a parentes e amigos sem quaisquer «sobrinhismos».1. 191. como fazê-la no terceiro tempo. 344.1. cf. 18.6. 312. 157.2. 341.1. em crises afectivas e outras. 1. 185. abreviar+. 189. 145. tempos+.1.4. (cf.2-3. declarar (2. se purifique das faltas que «afastam de nós a consolação». guardar (240. 330.2.1. 18. Exame – forma de oração (238-248): modo de purificação activa não só dos pecados. limite (177.8.1. 326.2.2. ofício (16.6.6.2.3. 326.3.1.2.2-3.3.5. Eucaristia – 289. 317.1-3. viver (15.1. prepara-se com as meditações da vida de Cristo. completos em retiro. 364. 176. 41.4.1-10. voto+). 351. 7.3. E Eleições – «da vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma (santidade)» (1. 332.3. 18.1. 307. 16.8-12.2.1.2. 18. 241. 29. 352-370). 181. 188. 163-168). 344. 68. 5052.2.1-4).1. 281.1. 10. 86 vezes. 346.2. vocação +. 10. 50.2. matrimónio. Cf. 165.1-2. 152. «tempos» ou estados de alma em que se pode fazer.1.2. quando começar as meditações para esta eleição. 150. 189. secreto. 25.1. astúcia. 167.5. — Vários ou diversos (4.4.2. 348. resumidos em menos dias.2. cf.1. como a passou Cristo na Paixão.1. 169.3. descer.3.2). consolador.2. 349. ordem+. 172. 335. missa (20.2). 234.1. 178.4. 18. conceitos.2).2.5. 10. — a de estado de vida (135. 21.1. 217.1. 7. 189.2.1-2.7.4. 314.1. e para quem os recebe. 180. leves.4. 32-42. sacramento. 343. 304. 187. 194. aspecto a considerar na «Reforma» ou projecto de santidade em qualquer estado de vida. inteligência+.1. 155.4.1. 192. escrutínio (242). 135. 139. 351.2.2. esperar (11. inconvenientes (181. cair (171. 356. 356.2. deliberar (98.2.3.1. 222.4.6). espíritos+). 336. 161. 318. 1.6. 357. 344. 172. 315. quando começá-la. 52. 160.3. purgar.3. 329.3.4-5.4. 177. 210-217. 32. 260. (cf. 344. 339. 159.1. 163-168). das potências da alma. 163.4. 240. 171.1.2.2. 18. engrossar (9.3.3. — de bens alheios sob nossa administração: 337-344.2. 189. «para que a oração seja aceite».1.2-4.2. Esperança – forma de consolação ou «fruto do Espírito»: quando intensa ou crescida.2. 365. cf. atenuar (350.2. 178.3-4. 178-188. 183.6. 333. — função na oração de meditação. 15.1). religião.

2.2. Cf Jesus Cristo +. 169. 20.1.1.1. 221.1.2.1. 295. 252. 10.3. cf.7. doutrina+. 262.2. 163.4. quantas horas de oração por dia.3). 235.1. 54. 243.1. 152.2.1.1.4. 336. 146.4.2. — em qualquer tipo de oração: «fazendo pausa onde sentir maiores gostos espirituais». Cf.1-2.3). Adão (51.1. 104. 99.5. ajuda (14.3.4.5. 227.1-2. 139.5.4. 322.1. 322. — na aplicação de sentidos: 124. achar+. «honra e glória de Deus» (16.1.2.3-4. 240. espírito+).1.2.2. do Espírito: (cf. 285. — com Cristo gozoso na ressurreição: 48. alongar+. 92. 139. gente (51. 199.1. 369.5.1. 43.1. 51.1.2. salvação+.2.4. III e IV «semanas» dos EE : 102. 234. «se achar gosto não tente passar adiante». 254.1.5.4). Cf.2.1.4. 257. Fruto – natural: 60. 284.2-3.4. 82.4. conceder (23. 128. vésperas+. 266.1. semanas+.1.3. princípio (333. «glória de Deus» (152.1.3. 147.1. 105. Filho – contemplado em Jesus Cristo: 208.4. 148. 278. 366. alma (cf ânimo+. 133.1. 334. conferir (30). 295. 169.3). proveito+. 229. 133. Gostar – «gostar as coisas internamente».1. fale-se dela de maneira que não pareça diminuir a liberdade.1.4-5. 107.5.5.1. G Glória – de Deus: fim que o homem deve Ter sempre como objectivo em toda a sua vida.2.1.3). 320. 35. 362.1.1. 199.5). 229.2.2. dar graças (43.7. 148. 118. 149. 53. Cf.3.4.11.3. 128. 102. — invocado como mediador nos colóquios decisivos: 63. 206. 81. 124. 227. 196. 254.2. — condições: indiferença a tudo o que não conduza ao fim para que somos criados. 159.1. Honra – de Deus: 16.1.4.1. 201.1.1).2.1. 307.4. 205.1. 48. 165.2. 102. 87. 288. 111.2). — sobrenatural: 2. 189. 20. matéria (4. 166.2. glória+. 23.1-2).1. 204. 12. (cf.5. 334.1.2.5. 43. Cf.3. 108. moção+ H História – assunto qualquer ou passagem bíblica a expor para meditação ou contemplação: 2.1. cf.2.4.1.7.1).5-6. objecto (42. 103.2. sábio (167.3.3. F Fé – forma de consolação ou «fruto do Espírito»: quando intensa ou crescida. 191. Cf. 325. 307.8. suavidade (124.1. 135. 314. 229. 148.5. gozar (199.2. 128.2. 333. serviço+.1). 61.2).7. 180. 167. Cf.1). — actual: auxílio divino que nunca nos falta. 281.5. 131. 316.4. 71.3. 339. 259.1. abreviar+.3.5. 168. preferência até pelo que mais conduza a esse fim. 369.2.3. 102. «fique aí enquanto achar gosto». 72.2).1.3.3).3.2. 209.6.5.1. Cf.2. 159.1. consolação+. ao amanhecer. 243. glorificar (265. receber (1.3).1.3.1. cf. cátedra (140).7). 240. 368.5.2.3. 326. 15.2).1). espaço (19. 179.1. 165. 95. 208. 256. 7. 61. cf. 23.2. 264. Cf. 320. 243. 221. alongar+. 325.1. 229. 174.3. 166.1. quer da oração.1.2. 234. «glória do céu» (95.2).1.1. 77.3. 370.1.10.1.1. 9. quer imprevista em acontecimentos e situações da vida. 204.1. 18. 133. 234. 204. 227. demanda+. 104.7.2. 198. 72. pessoas (67 vezes). à hora de jantar.1). 49.1-3.1.4. justiça.3.2. satisfazer (2.2.5. 273.1. 231. 10. 227. 11. 88.1. fonte (237.4-5) Cf. 98.3. — resumo duma passagem bíblica. 89. Exercitante – «o que recebe os exercícios». 320. 326. 236. 281.2.1. 76. deve-se expor fiel e sobriamente. Graça – habitual: 44. 248.6). 169. 227. outras formulações: «louvor e glória de Deus» 167. 165.2.4. 23.1. à hora de missa. 131.2.128.1.8.3.5.3. prazer (78. 23.2.2. 77. 219.7.8. 209.209. 281. 205. 273. cf.6.2. humano (7. 9.1.2.2. 89.5. 204. 281.3). 189.1.4.2). 274. cf. quer apaixonadamente preferida por pura identificação com as mesmas sujeições que Cristo passou por nós.1.5. 264. conduzir (23. 329. 185.1. 284.2).3). 20.2. dias+.3. 245.4. 147. 244. arriba (184. 301. 88. 240. 334. 156-157.3. 23. 39.1. exercitar (6.1. 248.3. 74. 38. 23.5. 146. Horas – de oração (horário): escalonamento diário ao ritmo da liturgia: à meia noite.4).1. 369. 276. 75. 187.2. 19.1. 13.1. 282. 325. 53.1.1.4. gosto+) . — do homem: 78. 94.2. 262.3). 19.1. cf. 247. Senhor».2. — do homem: 9.1. 133. 2.2). 129. 229.2. 73. 334) Gozo – «graça para me alegrar e gozar intensamente de tanta glória e gozo de Cristo N.1. «glória.1-2.4. 74. 23. 46.4. na Encarnação.2. 304.1.1.2.1. 221. 365.5.133.2.3. 367. 102. 166.adaptação: cf. 313.2. «maior glória» (185.1. 225.2.4.4.8. 221. cf.3.2.5.3. 159.1).4.1. 275.1.4-5.1). — de duração da oração: uma hora inteira em cada exercício.2. Senhor». 369. crer (71.8. — do homem: «glória vã» (322. 17. 106. 354. humanidade+. 233. 148. findar (351.1. 221. 136.2-3.1-2.1).2. 128. 2.6. 348.3. 129. 284.1. 167.9. favor (98. 119.1. 227.3. credo (253. 195.5.3. horas+. Fundamento – base de todos os Exercícios: 23.8.1. quer manifestada por quaisquer mandamentos graves.3). 46. 72.4. 179.2. 130. 22.1. — simples virtude sem consolação: 279. 146. 189. 98. 255.1.1.4. dar-se (44. 148. prossecução (23. 338.5. 10.1.4.7.1.3.2.3.1.4.3.2. ganhar (18).1. 369.1.2-4. 183.4.1. 50. 99.1. 252. 107.3).128. 18. 287. cf. — de Cristo (95.1.4. 147. 129. 18. 63.1. 263.2) Humildade – sujeição à vontade divina: 164-168.1. 13.2. 276. auxílio (320.3.1.2.2. 254.3. doçura (124). 229. 25. 44.1. 325.3.2.1. 196. 142.1.3. 265. 351. 159.1.2. 137. 334. Homem – Homem Deus: cf. 177.6.4). 72. Fim – do homem e das coisas. 109. fruto da identificação com Cristo nos trabalhos da sua vida e Paixão.3. — homem humano: na sua relação a Deus (19.3. quer de quaisquer eleições.2.4.1.2. diferença de Dom ou «fruto do Espírito».1.2-3. 91.5. abreviar+. dia+. missa+ Humanidade – de Cristo: na Paixão.5.1. 324.1. «pensar em coisas de glória» (78. 128.1. 44.2. 322. humano (92.2. 226.2.1. 129.1. 204.4.2.5.4. paixão por ser consortes da .3.1.4. graça a buscar na 4ª Semana. louvor de Deus e salvação»189. 351. adições+.2).1.6. Cf. 179. 142. 129. 129.3.1.3. 74. 331. 150. oração+.9. 271. 339. 303. 276.1.1. 278).1. — de liturgia: 20. 195.2. 348.4. 69.4. 58.2. 187.7.1. consolação+. 320. tomado apenas como 1º preâmbulo de preparação imediata para as contemplações da vida de Cristo na II. até ao ponto de se «alegrar e gozar de tanta glória e gozo de Cristo N.2.1).4. 63.6. gosto (2. 303. 289.1.1.2.3.9. soberba (50. 14. 18.1.2). 190.3º. 72.3. prudente (167.2. 240.3-7. acabamento. 51.2.10. 12. 5. 147. 150. 209.1. 72. 8.1. 254. 280.4.1. 327.7. cf. 241. 305. à hora de vésperas.2.4. 355. 258.6).

109. Cf.3. entendimento+.1.3.1).2. vida (1. 166.2.3. 358.3). Rei (5 vezes). 339. 140.4.3. 322. 108.2. Imaginação – na composição de lugar: modo de a prender ao tema de oração. 334. 135.2.3.1. 290). 179. saber (2. 87.3. 46. corresponde ao segundo grau de humildade. 177.2. 310. 39. 213. 179.3).1. 169. sobretudo nos momentos de eleição de opções a tomar. 184. louvor (15.5. (cf.4. (cf. (cf. temor+. abaixar ou baixar (165.5. 183. 219. 303. 143. indiferente (23. «Mãe Jerárquica».1. 213. oração preparatória+. desonra+. inclinar (15.4.5. «Senhor universal» (2 vezes). 273-288).1.1). glória+. Filho+ Juízo – Julgamento em tribunal: humano. 178.1. — contemplação confrontada da Paixão e Ressurreição na sua vida pascal. 365.3. 78. 101-134.2. – pela Paixão de Cristo: 48. 130.6.2.2. Intenso – 37.1. 333. pobreza+.2. 180. diferente de seguir+. 316.2. 92. igual (166.4. 316. 352– 370. 60. 331.1.1.3.2. 327). cantar (263. divino). 124. 316. 332. 332.3).7. interior: 44.3.1).sorte de Cristo.4. 46. 98.1.1. 22.2. Esposa de Cristo 365. 285. 186.8. 336.4.2. 53.3.2.4). livre (20. temor que não deve ofuscar a misericórdia de Deus.3. 170.3.2).2. 342. 324. 195. 60. 158-162.3.3. 365. atitudes de verdadeiro sentido militante.1.1 (cf 165-168).2.1. 343. 139.4.1. 86.2. Intenção – 40. imaginativa.1. obediência+.4. 289-312). forma de desolação: 317. desonra+. 195. 102.4).1. 157. inteligência+.3.2).3-4.2).2. 181. 53.1. 82. 121-126. 47. 50. espalhar (141. entendimento+.1.1.1.4. 325. «Jesus Cristo» (1 vez: 47.2. Cristo (42 vezes).6). crescido (55. Cf.3.2. — na aplicação de sentidos: modo de a elevar na consideração dos temas. Cf. 135. temor+. 195. imagem (235. «com falsas razões para não ir por diante».1-2). 322.3-4.2) ornamentos (360. 319. 322. cf. 153. 331. 346. 74). 145). 16. 361. 104.5.1.1).4.1. 369. Ilucidar – por virtude divina: 2. 65. 91. 108.1.1. 4. 282. – julgamento interior: 89. condenar (22. 240. 333.1. J Jesus Cristo – A Pessoa: sua divindade. 315. 337.1. — graça a demandar e pedir em todas as contemplações.2. – bom senso: 96. 203. desolação+ Inteligência – faculdade da alma: Cf. 94. 340.1) Liturgia – cf. 91-99. — Contemplação da sua vida: familiar. 335.104.2.4.1).1. 74. Iluminativa – via ou caminhada da vida espiritual: 10.2.1).2. 52.2.2. 86.2. mandamentos+. 324. 360. ofício divino (355. arbítrio (369). 78. «Cristo nosso Senhor» (73 vezes).1. 326.6). razão+. 289. intenção de Cristo e a do «inimigo da natureza humana» nos apelos interiores. generosidade(5. 51. «Verbo encarnado» (2 vezes).3.3.5. humildade+.2. 248.3. ilucidar+. 135.2. turvação+.2. 155. 37 e das palavras.1. 47. 284.3).1).5.3. 234.1.4. 258.3.1. 23.3-4.1). 63.6. 147.2.2.2.3. 351.2. 218-237. 137.3. 98. 84. 96-98.3. Imitar – a Cristo: 98. — disposição básica.1.2.1.2.2. 339.5.1.1.2). 139. 209. – pelos pecados: 4.3. 189. 325. 106.4. 355. 157. — aplicações: no uso livre das criaturas.3. confusão+. 262-272). — o que a Igreja admite e pratica: 354.2.5.3). 66. horas+ canónicas (355.2.1.1. cf.1. 281. 122. regra (344). 368. 146. 164.2. 301. — por raciocínio próprio: 2. Majestade (2 vezes). contrição+. 355. 16. negro (106. 320. sua humanidade.2.5.1).1.1.1. (cf.4.3. 40.3. 315. 21.1. maneira de organizar a meditação. — contemplação bifurcada da sua vida familiar e da sua vida pública. Indiferença – noção: cf.3.1.2.2.1.1. 130. chorar (87. 359. 195-196. 146. 177. 167.5. sua condição de vida. entender (1. 135. 177.1).1.1.1.1. 324.3.2-4. encarcerar (47.3-4. 190-209. 345.4. 346.4). morte+. 175. — modalidades: cf.2. cf. I Igreja – Comunidade: 177.7. cf. honra+. 41. 155. Mãe dos fiéis. 165. 336.1.1. Cf.1-2. 316. semana+). pascal. 289. 23.1.3. 363. Cf. homem.1.1. prelatura (189) – Templo: 88.2). — efeitos: 146.2.4).2.1. 46. 346.2. 351.1.2.1.1. (cf. 71. 221. 323.2 (cf.2. 89. 196. 41. força (7.1.8.1.3. 182.1. 144. 369.1). 169. 322. 214.1. cf. 350. ambientação para sentir a graça da meditação dos pecados. Inquietação – « de várias agitações e tentações». 223-224. 215. 42. pobreza+. 359.1. imaginar. 363. 23.2. pública. induzir (142. 334.1.5. Redentor (1 vez).1. 167.1.2.4-7.1-2. 44.2. cf contrário+. juiz (74. cf. 23. 106. Cf.3. «Filho e Senhor» (3 vezes).3. 315.3). 56. 333.1).9.1. 331.1.1.5. L Lágrimas – forma de consolação ou fruto do Espírito Santo: 89.4-5. importância na moralidade das acções. saúde (23. 206. cf. clareza (176. riqueza+. 84.3.2.1.1. Sumo Capitão (4 vezes). Igreja+ .164. 292. instruir (18. 282. 72.1). 356.4. — necessidade: na eleição de qualquer vontade de Deus. são (41.3. teste de indiferença antes de eleições conscienciosas. 40. 221. 38. Inferno – meditação para motivar-nos para o temor de Deus. 95.2) Interno – interno: 2. 370. pés (191.2).1. missa+. 369. 166.2. 9. 142. 74. meio+. 358.1. 55. 51.4.109.2. peso (15.3. cf.2. 189.6. 112. 83. estrutura jerárquica. cânticos (355).4.2.1.4.4.3. 69. 139.5. 179. (cf.4. 322. humano.2.4).102.5. 364. cf.1. 169. 203. 285.1. 41. 326.1. 223.4. 55. 317.2.5.6. 325. ministérios. 360. 195.1. 170. estados+.1.5. 91. 281.4. fogo (140). humilhação ou humilhar-se (75. 363. 89. 142. 353.5. 55. 187. 179.4.1). 213.6. 53. 32. 334. 362. morrer (53. 168. ou divino.5. enfermidade (23. 52. 65-71.2. agitação+. salmos (355.2.1. 196.4.2). Verbo encarnado. 14. 329. 315. 168. 106.2). inferno (50.1.2. «Senhor nosso» (2 vezes). julgar (213. 48. vésperas+ Louvar – a Deus: 20.1.1. exemplar (344). 341.5.1.3. 65.1). quaresmas(359).3.1.4. 167. 179. 65. 320. 353. 357.1.2. 100.1-2.1. 78.1. 74.1.3. 23. 114.1.1. enfermidade (23. 60.3. 296. 285.6. 168. (cf. cristão (22). 165. liberdade+. 179. 104.3. 285). Cf. — compreensão das coisas: 1.3. 295. morte (78. 49. 203.3.3.5.2. 278.3.1. 363. Graça para que as minhas intenções «sejam puramente ordenadas para serviço e louvor de sua divina majestade»: em cada oração.2. 233.5.2. 136-157). 167. intenso+ Liberdade – 5. 320.5.1.2. 314. 341. (cf.1.6. 116. 169. 365.2. 98. quando for necessário. 344.2.1. 240.2.3. 172.3. — nomes de Cristo: Jesus (22 vezes). Cf.

75. 273. – como se organiza. casamento (169. 119.2. 95. 95. 190.1. 313.2. 142.2. 357).1. 290. 247. 320.2. — discernimento de mérito nelas: 14. natural (18.1-2.1. lei (165. 208.1. 241. Oblação – de si mesmo. 4. 20. 276.4). 317.1.3. oração+.1. defesa (361).9. 141.2. em Exercícios na vida corrente. 103.1. 344.4. 223. ausência (362.1. 107. 2. 122. 114.2. 254. 219. 344).2) modo (1.1.2. 236. 135. 128. 322. 317. mundano (97. exame+.1.2.3.3.1.3.1. 97. 165.1-2. 94. 236. 65.3. reminiscência (64. 273.2. 135. 4. 173. desolação+. 356.78. vão (39. horas+.2. 250. 78. — por voto: 14. 167.3. 297.1.4. Cf.2). 130. 46-54. 199. 47.2.8. 186. 156.3.1.3. 46-54. 146.5.4. 53.1.3. 189.2). 172.2. 243.4).1. 78. 263. vontade+. 128. Memória – função na oração de meditação. 266. 220.1. 63. exame+.3. 330.4. 147.1. 220. 229.1.7. 317. 88. constituições (359. semana+. 106.2.3.1.1).2. 39.11.1.5.1. obscuridade (130. cf.2). 334. 102.2. 188.6. 124. 238. 164. 63. 252.1. 195. 56.1.3. 123.1.1. erros acerca delas. 248.1). 298. 188. 1. mover.1.3. terra ( 23.5. 258. medida (186. terreno (20. 219. ponderar (57.5.1.2.2. 2. 363.4. 208.1. regra Moção – sensual. Cf. 368. 165. 96.1. 268. 291.1. 19.2.3. Matrimónio – estado de vida: 171. 235.2.2.2. 165.3.1.3.4.1.2.2.3. — 3. – Sentir com a Igreja acerca deles: 365. 153. mandar (229.1.4. maneira (121. 107.1.3.7. 108. 269.3. (cf.2). Maria – Títulos: Maria. 334. 340.10. lei (278.3.2.4. casar (169.4.1.2-3.2-3. Igreja+ . Mãe. Cf. 114. Cf. 20. dia+. 340.2. 264.1. família (189. — seu inimigo: 7. 298. 177. 153. 162. 169.1.2). 316.3.1.5. 148. 184. 260.4.4).1.1.4). 260). 16. 320. 2.2.2.2). 93. 109.3-4. recordar (25.3.1. 230. — equilíbrio ou medida: 15. soberba (142. cf. 316.1. em forma de graça donal ou «graça intensa» que o Senhor retira na desolação. 98.5. 249-257. 42.2. 205.3. 182. — do homem: 74. 219. e de exame e perfeição.1-2.2.3.5. 60.1.2. 180. 199. 102. – na vida dos cristãos: modelo a imitar.1. 208. 95.3. 146. 181. 244. 177. 135. 78.4) . 329. Natureza – humana: 89. 253. 185. espírito+.2.1. 246.4. 270. costumes (362.1 . exemplo de como se faz. 148.2. 317. 248.2. —espiritual.1.2.2.1. 155. 113. motivo. 3. 325.3.1.1-4. mirar ou atender (14. 357. 39. 116. 344. 350. 18.2). — na ambientação da oração.1.1. deter-se ou demorar-se (242.2.4.2. 197. 268.1. 214. 307. 340.6. 180. 18.1. 12.3. oferecer (5. comparações (252).1.3.3.2.2 (cf.3.3. 106. graça+). 307. 106. 3. 146. — modalidades: de assuntos ou temas.2.4 O Obediência – por virtude: 50.3. temor+.1.3.3. 14. maiores ou superiores (42.2. 108.3. – Exame deles: Cf.2. 74.2.2. 145. 168.1.1. 43. 102. — papel na vida de Cristo: na vida familiar.2).6. na vida pública.2).2.2. 290.2.2. oração+.2. 215. reflectir (106.1. 227. 107.1.3.3. 63. 132. 234. cf. 238.2.5. 275.1. 297. 229. 351. 252).7). 178. 270.2. 196. nos Exercícios rudimentares. Morte – de Cristo: 53.2. 15.3). 184.8.3. 135. paixão+. 96.3.2. consolação+. 111-112. 186. 256.3. mundo (9. 147.8. 131.2. 253. medianeira privilegiada nos momentos decisivos da vida espiritual.3.1).2.6.2. 108. 278. 299. 112.1.2.2. 50-52. 177.4.2. 226.3. cf. 319. 142. 286. 265. 136. 274. 206.4. considerar (38.5.6. 23.1.2. 206. 367.1. – condições. 357).4. entendimento+.7.2. 106.1).3-4. 322.1. abreviar+. as meditações desta hora. 19. Cfr. alongar+. 269. Cf. 268. 80. 145. 186. 47. 25. como contemplá-lo. 16.2).2).5). 261.1.7-9.4). 131).1. 127.1. 255.2.4. 78. Virgem Maria.1.2).4. 71.1. 226.3. 234. 264.1. 322.3-5. 63. 19.5. pontos+. 43. 353. 338. 49.4.1.2. meditação (2.4. 53.2. 213. 131.1. 227. 310.8. 339. 179. 177. .1.1. demanda+. indiferença+. 194.2.1.1.4.4).1. do mau espírito. 115. 186.1.2.6. Cf.1.1.1. circunstância (122).3.3.1.1. 58.2. 199.7. Mundo – mundo criado: 95. 361.1. 267.1.1) .2. 116.1. 274. 153. sepultura.3. Cf. 97. 199.1.3. em forma de graça actual ou «graça suficiente» necessária para a salvação.7). 234. às vezes – 129. 33. ambientação para sentir a graça da meditação dos pecados. 182. 189.5.1. 298. 93.1. em Exercícios completos 20.1.1. 340. (cf. 237. 363.1). 258. Meio – meios: 22.4.4.1. 241. cf obrar (15.3. 141. 218.1. secundário (169. potência+. 351.55-61. 227.3. 6. Mãe e Senhora nossa. 297.3. 181. cf.1. 242.1. — racional. 326. discorrer (2. 161.1. 182. 92.3.3.1.2) Obras – discernimento de pecado nelas: 37. obrigar (44. 236. ruminar+. 116. Mês – de Exercícios: é a experiência completa. 269. 234. contrição+. 47. 119. 276. 108. 6.5).3.5. cf.5. 249. 320. 162. 64.5.5.1.4-5.3.5.3.2.2. 36.3.5.1339.2.5. 189. ordem (2. 208. 71. 56.1. 252. 285. forma (105. 208. teste de indiferença.3. 229. 326. 234. 11. mandamento+. 320. 234. 20. 289. 183. 4.3.1).1. Cf. recomendações da Igreja jerárquica (362. adições+. 362. 178.3. — do Senhor: 114. Meditação – método de oração com as três potências da alma (memória.2.3. Nome – de Deus: 38.5-7. 136.3-4. 149. 208. 266.3. 187. mandamento (71.1.4. 157.3. 50. 267. 336.8. deixando apenas a graça suficiente para a salvação eterna. Método – cf. 94. entendimento e vontade): 45. 40. 362. 278.2. 206.4. 239.1.3. 159. 262. 165. Noite – exame: 28.4.1. Ofício – profissão ou responsabilidade: objecto de discernimento e eleição.1. a qual nunca se retira nem mesmo na desolação.1. Nossa Senhora. 262. 263.1.10.1. 289.2). 60.3. 18. súbdito (94. 278.4.8.5.3. 42.6. ainda que claramente a não sintamos.1.4. 59. 265.2. 39. — oração: 72. da significação de cada palavra.6. 344). 271. 134. 76. 57. 55. 74.2. 18.3. consideração (4. 11.1.6.1. sobretudo antes de eleições consciencienciosas.1-7.3. 351.1. 369.M Mandamentos – Orar sobre eles: 238– 243. 77. 71.3. N Nascimento – nosso: seu sentido.4.1). do bom Espírito. 287.2.1.4. 5. 189.2.2).1. 229.4. no mistério pascal.4). meditar (1. 111.1. 169. (cf.1. 75. 258. 50.1. 75. 142.3. discurso (19.3. preceito (18. 175.1. 4.8. 108.1-4).2.8.1. 327. 239.3.4. 325.1.2.3. 340). mental (1. 106. — mundo mundanizado: conhecimento e aborrecimento. 299.1.2-3. cf. 264. 303. podem omitir-se. 52.1.5.3.7. 16. 300. 51. 110-117.2. 316. 263. 116. nos Exercícios leves. Cf. Dos vários espíritos. 235.5. 84. 10.1.8. 98. 262.1.3. 204.2. memória+. 362. 18. 209. 315. 167.4. 135.

6. 245. 263. corte (74.1. «reflectindo em si mesmo» e «tirando disso algum proveito».3). 240. 268. 20. evitar (212. 157.5-7. 24.4). me emende e me ordene» (63. dando-se conta como Jesus costuma «falar» aos seus.2. vício (84. caso (349. falar (303. 208. ou em qualquer oração deles. — falta venial: cf. 335. 197.2.2).5-6. 370.6.6).2. 46. 322. 160. 36. pais humanos: 51.2). 278. 321.1). 135. Ouvir – na contemplação evangélica. 40. 262. 58. iniquidade (59.4. 200.2-3.2. ambientação para a oração. 35. 241.1-8. 238248.3).4. 95.1. orar+. 293. 109.3. — operações de actuação exterior : graça para que «sinta a desordem das minhas operações.3.4. — discernimento da culpabilidade subjectiva neles: 32-42.1).3. Cf. 240. 330. 297. fadigas (206. 208.2). 180. morte+. 370.1. 242.2. 194-197.3. 227.1: «reparando».4.1.4-6. 165. resumo+.4).2. faltar (240. 367. pontos+ a considerar no tema. cálice (290). Orar – três modos 238-260: – por exame: 238-248. – por compasso de respiração: 258—260. 153.11).2. 278.2. 316.1.1. 349.1. 290. passar (76. contemplação por junto. grosseiro (9.2. 169. 326. 316.4.2).1.2. 304. 41. trabalhos (9.1) Pausa – importância na oração. preâmbulos+ .5).3. pecar (10 vezes).2-3. 282.4.2. 18.4). obras+.2. 72.2.2.2).5. 173.1. 333. 172. 244. 101.2. 137.1.4. 264. 326.1. — celestial. 358. 139.1-2). Cf. 362. 331.1). 7.2.4. 100. 115. tropeçar (242). — exame deles: 43. voz (67. 60.5). 40. 134.4. 316. — Mental: — estrutura: oração preparatória+.1.2.1. mal (36. 150. 241.3.2.1.4. 244.5. 362.5.2. 239. — lugar nos Exercícios: 1. colóquios alternativos para uma ou outra graça.2.5-6. 283. 62. horas+. 43.2.1.4).3. 361.3).4. — «consideração e contemplação dos pecados» na sua maldade e consequências para uma verdadeira conversão: 45-72. escutando a Deus como amigo que «fala» com outro amigo. chamamento+. 210. não sendo surdo aos «apelos» do Senhor.3). 245. estrépito. apostolado com elas.1. contemplação+.5.1.2.9-11.2.3. 258.2).2. 1. 142.5. 367.6. 241. Cf. comparações (50.2.2. 316. mortal (33.2. 58.4.4.1).3. 1. 165. 37. cometer (33. 95. 366. 199. cf. 105.1) Paz – forma de consolação+. 226. 206.3. 221.1). requer-se maior reverência que quando usamos dos do entendimento (3. 316.3. – por significação das palavras: 249-257. Cf. murmurar (286. 101-126.5. 116. semana+).2.1.4). 168.2.6. 206-207.3. — método da sucessão progressiva de métodos sobre o mesmo tema ou temas de oração: 45-71.1. 38-41.9. 209. ou em qualquer opção a tomar neles. 91. — na vida: discernimento de culpabilidade nelas. 46. ocasião (368.5. 150. 349.4.2).1. fealdade (57.5. cruz+.5).1.4.4-5.1. guardar (24.3. 65. 177.1. 258. — ambientação prévia: cf. repetição+.2.3.1: ouvir o que falam ou podem falar.5).2. Ordenar – a vida: 21. 57.3. tranquilo. 12-13.3.2). 316. quando usamos dos actos da vontade. Deus +. 50.3-4.2.1.1.2.1. 98. graça para que «sejam puramente ordenadas para serviço e louvor de sua divina majestade» (46. 51.1. jurar (38.3).1.1).2-3). 48. 217. 209.2. intenção+ Oração – Vocal (por fórmulas): cf. corrupção (51. anjos+ (50. ordem (214. 273.1.1).4. repetição+ . 349. 355. 136-149. Pecados – pecado mortal: cf.2.1. 368.4. — métodos separados: cf.2.1.4.1. 313.2). 57. 25.3. 349.5.169. 368.4. frio (116). «advertindo» e «contemplando» como falam. 254. 331.1-3.1. 190-204. 278. 253.4.9.4. povo (293.1.1. Pecados capitais (244-245). caminhar (116).1.2). 158-159. 71. 198. 297. 189. 65.3.3). desterrar (47. 199. 19. 93. — frutos a demandar: 4.3. venial (35. Potências da alma (246).2. quebranto (203.1. falar (93.4. gravidade (52. 245. pedir (16.4-5.1.2.1 Cf. pecador (74. 335.1.5.1.3. 152. 269. 367.4.1. 149. cf.5. 57.4). 39. — os vários aspectos da vida: 16. 295. 238. — comportamento na desolação: 317-322.1. afeições+. 74.3. 273.1). 261. 123. público (19. 107. 87. puro (46. 60.1. preâmbulos+. 46. 4.3.3. 348. repousar (76.1. 227.1.4). trabalhar (11.5).2.1.2. 343. 197.3. 165.1.2) : o. 172.2. 242. 199. ouvindo a alegria interior que «chama» e atrai para as coisas celestiais. 193. matar (108.2.2. Oração preparatória – pedir graça para que «todas as minhas intenções. acções e operações sejam puramente ordenadas a serviço e louvor de sua divina majestade».1).4. exame delas. — paixões desordenadas: 18. 106. 303. 215. 54. Cf. malícia (44. Paixão – de Cristo: 4.1. 326. 312.1.2). 208.1. 107. «dando ouvidos».4.3).4.4.4. 362. contemplação por passos. 332). 91. 241). 59. ouvindo a Cristo que «chama» para a sua bandeira. ministério litúrgico. vocal (1.123. 135. meditação+. adições+. Cf. 204.4-5.1). 351. 257. 51.2. 206. Paraíso – terreal. (cf. 44.2. 314. ruminar+.2.2.3.4. 233. 369. 91. 147.3. 44. tormento (48. 87.4-5. falta (41. 24-31. 193.4. exemplo (58. 132-133.1. — na aplicação de sentidos. 63.3.1.1.1-2.1.4.1. 307. padecer (195. fome (116.2. 46.1.2. 341.1.9.2.1. 255. 160. pecado (95 vezes). 55. orar+. 362.2-3. 264. 97. santos (3.3.3. 349.4. cf.1.7.1). — oração em forma de exame sobre eles: 18.2).5).1. cf. ao orar vocal ou mentalmente. 333.1. 201. 134.2).7.2.3.3). 355.1-5.1. .2. (cf. 196. 96. 322.2). 58.2.3. 206.2).4. rogar (60.5. Adão (51).3. 82-89. é a renovação do «princípio e fundamento» de qualquer busca da vontade de Deus.5. rezar (79.3.3.2. Cf.3. 43.1.2. 204. que é o fim que se pretende nos EE.4-6.3. 203. especialmente em distribuir esmolas (340. 54.1. 281. cf. preparatória (45. 304.1. 136. 209.5).3. palavra+. a fim de que aborrecendo-a.4.2.4. P Pai – Deus Pai: 63.3. quietude+.3.2. Cf. 166.4. 297. 236.3. 279. 121.8. celestial (98.1-9. 310. 362. 67. 159.1. 194. 25.6.1.2. 55. 257. culpa (54. 54.2.1. 236. céu (50. 368. 58. 314.3. 254. 232. 307. 170. 333.2. mentais e espirituais. 107. 118.3. 203. 193.2).3.4. 151. 284.4. 90.2. colóquio+ ou colóquios finais.1. cair (25. maldade (58.2. 49.5. 52.2. 206. 201.1. 115.3).1.1. 249.3.1.2. 23. 252.2.1. 272. 65. 3. 278. nunca pode faltar. 82. infamar (41. exame+.3. 59.1.56. 110. afeições+ . 35.2-3.4. 345-351).2. 272.1-2.2. ofensa (74. (cf. 107.5.3).7.3. devoção+.1. 174.1.4.2 Operações – de exercício espiritual (1.1. calor (116).3.3. 63.1-2. 218.2-3. dor+.1-2. 62. 271. 209.5. objecto da I Semana ou etapa dos EE.2). 58.2. 297.1.5. preguiça (317. pacificar.1. 208.1. aplicação de sentidos+.2 214.3.1. 41.1.3.1.2.1. desordem+ Palavras – na oração: 107. 223.2.2.1. 278. Sentidos corporais (247-248). e na consolação: 323-324. 27. 340. pena+. corrigir (22.2. 52.4. negligência (35. 190-204.2.2). 4. 297. 208. 326.4. — ponto culminante de graças a atingir para uma verdadeira conversão: 63.2. 150.4. 325.1. 161. 322.12.1. 273. 128.2. 123. sobre Mandamentos (238-243).1. — modo de combatê-los: 18. 244. 316.7.1.1.2. graças alternativas a demandar e pedir.2. 190.3. 147. 98.5. 311. 284. grelha de pontos a considerar para qualquer delas. 175. 148. 48. 275.1). 60.2. 58.3. 282.2-3.3. 46.1. significação (258. 93.1. 204. cf. 41. colóquio+.1.2).

2.2. vigília (93. conferir (29. 359.1.1. 157. maior (3.2. Cf.2. humildade+. (confissão): 18.10. 65. — também actual ou real: 146. 66.3.2. 65.1). 100.1. 40. raciocínio (2.3. 343. 56.6.350.5.1).4).1. promessa (14.1. 209. 22. 334.173.6.1. 105. 177.2.2.1.1. Q Quietude – forma de consolação+: 188.2. 211.2. 205. 350. de escrúpulos neles. 333. 82. 357. 75.1).1. 116. modo de as purificar «para que a oração seja aceite». 172.2. R Razão – razão: 87. critérios de discernimento e prudência. 182.1.1. 170.6. 174. 227. 130.4. 60.4.3. 44. 56. notas (72. lágrimas+. 181.3. dor+. — espiritual: 146.3.4. 369.2. 147.7.5.2. conduzir (23.3.1-2. estrela (60. 204. 33-37. cf. 281. — proposta: 22. 359. 96.3). 146.4. 32.7. Potência – divina: 39. já durante as meditações anteriores.2. emenda+. 307. humildade+.1.1.2.1.1.1.5. 348. 101. — sacramento da virtude e obras da p. 235.3.2. 318. não os pontos em que «não lhe vêm algumas moções espirituais à sua alma. 190. voluntária ou por voto. tais como consolações ou desolações.2.4. 222.2. 8. 43. diligência (6.4. 267) . 66.1-2. 121. por acontecimento providencial.4. — a matéria são só «os pontos em que tenha sentido maior consolação+ ou desolação+ ou maior sentimento espiritual» (62.4.1.1.8. 41. Preâmbulos – de preparação imediata para a oração: 45.2. Cf.2. 189.2. humildade+ .1). 89.1-2.2. 83. riqueza+. aquietar (316. pior (335. 73.3. 204-207.3. possível (20. reger (189. 135. 362.2. 214. 261.4).2). 277. 206.2-3.4.3).8. 179.3. 321. 173. — em estado de «religião»: 15. perfeição+. 367.3. 321. 82. entendimento+.1.2. notar (31. 244. 278.1.2. 230-231. 157.5.1. 50. mutável (171.2. 133.2. 22. Repetição – método de oração: sempre sobre um tema já antes meditado (62-63) ou contemplado (118-120). 259-260. Paixão+ Penitência – virtude (interna): 48.2).3. 187.1.2.1-4. 40.1.1. 227. 344. 165 (cf.1.1.4.1. Cf. 24.2.3.2.2. 2. 281.3.1. adiante (9. 83. 167. 320. 236. cf. 361. 367. 339. 226. adições+. pobre (114. 334. 84. 37.4.1. 345-351. Cf. 172.2.2. 49. 41. 256-257. desordem+). 184188.1. 333. 85).3.1. 159.4. 26.9. remorder.3.3. 247.4. perfeito (39.1. 314.1. 105.2. 89.3.1. 9. 86. Cf. 199. aumento (44.4). 173.3. 242-243. — cf. 177. 186. 344.2. 369.1.2.2.2.6.1.4.2.4.2. açoitar (277. 181. 23. são: 1º a composição de lugar+. 55.1. 318. 83. 95.2.1. 65.1. — humana: forças gerais.2. corpo (38. 97.3. 334.3. 89.1.1). 342. 179. bem determinados.2. 340. 365.12. 62. 199. declarar (2.6.2).3.2.10. satisfação. 168. — de orientação: nas eleições.1.1. 25.3).3).1.6). 15.5. 183.2.9. 40.1. 84.2.. 2º a «demanda»+ ou graça a intentar e pedir naquela oração. 228. grau (18. 144. 229. 304.4.2. 226. 339.4.2.2. 209. 278. 45. aí me . 226-229.2.1.1-2. 72. 329.4).2. 114. 166.1. 157.1.1.7-8).4. 261). 362.1. 357. 98. 74.1.1.2. 246. 9. 297.6. 185. paz+ .3.4.9. — de preparação para a eleição: 169. 114.1.1). Cf. 254. Pontos – tópicos de oração: breves.1.1. 324. 243. 44.1.2. 44. 271. finalidade.1.1.1). noutros exercícios.2).1.2. 188. 194.2.3.2. 314.3. 342. matéria (4. 14. 133. privar-se (79.3).3. 168.2.2.4. 246.2. 30. 320.2. crescer (331. 180. 317.2.3.2. raciocinar (2.2.1. 189.1).8). 213. objectivo (169. 258.1. 78. — tópicos de exame: 43. 18. 20.2). 278.1.5. 109.5.2. esmola (337. modalidades. 241. 157. 334.4.4. 140.1.2. 348.1. cordas (86. 87. 195.4. comer e beber (93. diferença da temperança.8.1.1-2). 189. 44. 245. 237. Cf. cf. 183.2.1.2.4.1.1).1). 363.1. 241. Reforma – de vida.1-2. 133.4. 38. 169. 209.1. 333. 336.4.1. 181.2). 159-160. 211. 190. 237.1.2.18. 55. determinação (98. 122. trabalhar (236. merecer (20. potências da alma. 87. 199.5. 319. 44.2.4. 39. 332.1.4. 228. 44.2). Purgativa – via ou caminhada da vida espiritual: 10.2. fruto+.1.2. 33. pensar (12.2. meritório (14. cilício (85). na contemplação dos mistérios da vida de Cristo acrescenta-se mais um – «a história+ da coisa que tenho de contemplar» (102) — o qual passa sempre para primeiro lugar.2). Perfeição – «em qualquer estado de vida»: 135. 274. aproveitar (5.1.1.3. 19. 345. contrição+ .1.3. 319.1.2.3. 277). 319.5. 348.5. 78. 17. 162-164.1. 165. 121. 204.4-5. 174. habitar (56. na oração: 241.3.1.1.2.3.4.1. 98.3.3. cercear (344).1. 124. 234. aspereza (85.1. quando se devem explicar. voto+ Proveito – 16.5.1.1.1. 95. 225. 194.7.3. 62.5-6. 206. Regras – de discernimento: Cf. 244.3. 203. — em estados de vida imutáveis: 171-172.1. nem é agitado de vários espíritos» (6.3.1. 162.5.1. 167. 50.12. 83. 370. 116.1. 20. conservar (18.2. 315. barras (85).1.1.2. 178. 246.4.4.2. limpar.1. discernimento+. 118. 316.1).2.1. por isso.23.6). 47.1.2. semana+).2. cf.2. 17.8. 14. 123. 238.1. diminuir (58.1.2. 354.6.3.7.5. 253-257. 8385. graça +. cf. racional (182.3. proveito +.1. vontade+. 363. 302.3.1).4.3. subir (9.2.2.4).3.1. 321.2.3. 212.4. 48.2.1.2). 363.1. 11.2. 130.1-2. escalão (146. 164. 32. 182.2. imperfeito (39.2.1. .1-2. 47. presteza (27.1.1. 87. 118.1. 331. 114. 62.2. 4.3.3. Cf. chegar (18. 17. 82. 106.1.1. 51. 359.6). 62. reforma +. 240.2. provar. regular (186. 262.4.1.2. 318. 135. 254. 18. juízo (96. 127131. 238.2.2. 60. das inspirações ou espíritos deles. 91.1.3.2). mérito (40.5.6.1. 157.1.2). 99-100. Cf. 275. 204.1.2.1. 23.1. «no ponto em que achar o que quero. 125. — obras da virtude (externa): 51. jejuar (229.1. 351. 119.2. indulgência (358.6. 235.4). 84. 48.4.2.2). 178.2. 61. vestir (93. 333. Pensamentos – discernimento: de culpabilidade ou mérito neles. 182. 226.5.4.1. 217.3.4. 314.5. 189.2. 326. 295. Propósito – decisão: 24. 169.3. 157.3.2.1). 242.1).1.6. por Cristo: 48. 76.1. 229. 47. piedade (71. 294. mudar (16.1.1.1. — em simples opções mutáveis: 171.5. 166. 45.2.4.1. 17.3. memória+. calor (116.2.1). frutos a tirar. arrazoar (61. 213. 74.2. 105.2). 78.3).5.1. — marcas gráficas: 25. — importância na ambientação da oração.1.1.10.Pena – pelo pecado: no inferno.1-2. 119. 178. afeições+. 237. Cf.8.1.3). 234.7. 229).3. 32. 323. — graus de perfeição: 164-168.1. 322. 47.1.4.1. 65. Pobreza – com Cristo pobre: 167-168.6).2.9.1. ajudar (1. 226.2.2).4. 146. 322.2.3. 319. que é sempre a mesma (49. 91. 10.1).1.1-2) Perdão – pedido: 43. 18.2.3.1.1. 189. 9.6.3.5.1.2. 148. 338. 213.3 — razões da razão: 37. (cf. Cf.1). castigar (82. 20.1 Presença – de Deus: renovada ao começar da oração.1-2 cf.5.3.1.1. danificar (9.3. 98.3. 189. 115. 92.3. corresponde ao primeiro grau de humildade.4).8. 227. 107. 34. 108.295. 106.1. 248. (cf. 65.4.1. 139.1. 86-90. 101.1. 20. 167. 229.5.1. além da oração preparatória+ (46).3 .4-5.2. 105). 238. estipêndio (322). purgar.5. 185. flagelar (85).3).4. 122.2.7.3).3. 130. 331. 174.7. 42.3).6.2. 19.2.1.8. 18. 315.3. Cf.1. 315. 147. 20. 91.1. 89).1). — dado: 282.2. 315.

275. cf. IV (230-237).2.2.2. Ressurreição+.2.4. salvar.2.5. 241. 23. interno+). «sem divagar».1. 197. 135-157.4.1.1-2.3. Ruminar – Cf. 263.95. 187.1.2. 351.1.6. 118.6.1.1.6.1. é de mais gosto e fruto espiritual» (2.3. 120. 146.1.2).2. 79).2.5.1. horas+.repousarei. III (199.1. 78. 118. S Salvação – perfeição ou saúde espiritual: 1. 239. Cf.4).1.2. 40.1. cf.4. 183. 228. repetição (62. 334.2.5.4.2. 73. 227. «amar e servir».5). 238-260. 164.3. 48.4. 231. Reverência – 3. todos os temas de oração.4).7.2. 177. sensível. 20.4.1. sem Ter ânsia de passar adiante.1.2.2. 289. 223.1.1. 342. adições+ .1). — ambientação para a oração. 305. 98.1).2. fim que o homem deve Ter como objectivo em toda a sua vida.1. 185. gozo+. 10. 88. 161. — paralelismo da contemplação da Ressurreição (IV semana) com a da Paixão (III semana). sensual. 119. 23.4).3. 226.1. cf. 208. 10.7. 146. cf. 234.3. cf. 226. 189. 46.1.3) .1. 65. 150. mesmo que se esgote a hora naquilo em que se encontra» (254.2. 129. 189. imitar e seguir. demanda+.1. 275.1.1). – importância: este modo de oração ocupa lugar central na I semana (62-63.2. 114. mas o sentir e gostar as coisas internamente». Sentidos – corporais: 18.1). 322. 352-370. 226.1. 234. 195-197 e 223-224) — contemplação por aparições. riso (80.1. 208. Cf. 63. 209.4-7). 85. primeiro meditados ou contemplados. 281. na II (118-120.1.4.4.8.3.5). 4.8. 177.1. vitória (93.3) nesses pontos em que tenha sentido moções ou interpelações do Espírito.1.5.3.2. sentimento. 4. 226.1-3. consolação+.1. 106. 189. redenção.3). 102. 281. 195.3. 202. 166. Semanas – Etapas em que se dividem os Exercícios: 4. 229.4.1-2. 100.5.3. 204. cf. fazenda (344.1.3.3.1. 41.1.1. 366. 95. adições+. a alegria.2). apartar (20.2.1.1.2.1.2.2. (cf. 177. notícia (213.1.3.2.1).4. sensualidade.3.4. 155. 72). casa (189.1. 335.6). alegria+.2.4-5.1. 334. ponderar (57. 159. (cf.1.1-5.2.3) e porque «não é o muito saber que sacia e farta a alma. 157.10.6. 72.4.3. 340. Resumo – método de oração: 64. 4. 184. passam. 147-148.2). notar (62. 145. — grelha alternativa de pontos a considerar.1. 322. 322. 257. 62.2. 112. 155. 78. 367. 236.1. 20.5. 239.2. «servir-se» de nós (Deus). 357.1-4) e combater (157. Riqueza – necessidade da indiferença ou liberdade interior frente a ela: 23. 193. 20. regras de discernimento do sentido de Igreja. 248. 233.2. 316. 208-209) e na IV (226. 75.1. 133.3. 204. 64. 86. bens (38.2. 313. 89.1.2. — com a Igreja : 352. II (91-99.1.1. para as discernir (322.4.234.4).2.1. 39. perfeição. 342.2.10.3).4.2. «imitar e servir» 168. — coroação de todas: 230-237.2.1. e de colóquios. 135.1.5. 109.2.1.3. cerrar (252. 166. Jesus Cristo+. comparações.3.1. 10. oração+.2.2.2.2. — O método é «reparando» e «fazendo pausa» (62.1. 330. — Fundamento de todas: 23. e gosto e consolação. 218-225. 227.1. 226.2.4. até que me satisfaça» (76.1) — a si mesmo: cf. 320. prostrar (76. 135.3.1.2. 62. 154.2). 39.1.3. 2.2.1. 164. 63.1. 72. 199. abundar (189. 208. 225. 357. IV (218-228 e 299-312. pecado+. ajudar (14.3.1). 342. 333. escravozinho (114. embaraçar (19. 189.5.3.2. 107. 50. acatamento (38. 314.16.2) — imaginativos: 121. distribuir (337.1. Ressurreição – de Cristo: 4. 344).3).1.3.1-7. escândalo.6. 322.1.2. 146. dia+. 132. 97. 233.7. cavaleiro (74. 306.2. serviço (92.1.2.3.2.1-7. 316.3).2. 16.3.1). alongar+.6. 291.5. 178. — modo de os purificar. 95.1.1.6. 338.6.2.1.3. 208-209. outras formulações: «servir e louvar» 20. 268. 96.3.1. memória+. 167.2.2.1. sensar. quarto (20. 268. Seguir – a Cristo: 95. amar e seguir.2. 344).2).2. 235. cf.3.1. 20. 146. 316.3.2) -— ao próximo: cf.3. com que captamos os «frutos do Espírito»: a suavidade e doçura da divindade». sobretudo para militantes em quaisquer ministérios e movimentos. 277. satisfaz mais que o muito saber. 131.2. sentir+. 157. 128). 116. 169.2. cf. 46.2). 206.2. 101-129.4. abreviar+.2.3. 227. 167-168). «para que a alma se aperfeiçoe e aproveite neles e para que a oração com eles seja aceite». 226.3. 152. 16. 98. 135.2.2. 230-237 (cf 226.1. é neste clima das «repetições» que se recomendam os colóquios solenes a pedir as graças culminantes de cada etapa ou «semana» dos EE (63.2.4. 2. 189.9-11.3). considerar (38. aos poucos (100. 171. Cf. aplicar (343. 340.1.3.3.9. 236.2.3. súbdito (94. 166.3.4). acercar (20. 338.3. 347.3).1. casa (20. 181.2. as desolações. 267.5. também (175-176.1.1).3.4.1. 89. 299-312. ler (79. adquirir (150.3.4. 185.2. — razões: a consolação. 38. (cf 203 e 221. 157. 134.1-2). 146. 339.4. 163-188. 179.1-7.2.3. — como se organizam: I (23.1. . 153.2). 183. 15.1).2.1.2). 193. — meta de cada uma: I (63. não procure passar adiante.2.3.1. 158-162. 168.2.1.3). 8.6. 238. 147.1.6.2.1.5). na III (204.4. servo (54. cf. 94.2.2).2. divindade+.1-5. porque «não é o muito saber que sacia e farta a alma. 196. III (190205. 223. 2. repousar (76.1. 129. (cf. 94. 128.2.5.2.2. 181. 289.3.11.4. porque quando «o entendimento é elucidado pela virtude divina. cf. diferença (258. 327.3).5.4-5) e que também se preparam discernimentos para uma boa eleição da Vontade de Deus (176) Cf. servil (370. 87. 173. exemplo (95. 210-217.2.5.3. 4. 367.2. 165. 227. 135. 45-72. 289.5. ouro (267. — graça a demandar e pedir. 155.3.5.7.1. 188.1.2).7. 167-168.1.4. 104. 208. ruminar+ Retiro – «apartar-se de todos os amigos e conhecidos e de toda a solicitude terrena».4.3. Paixão+. pausa (62. 144.1. 130. 227. 23.2.1. 186.4. ajudar (1.3. num segundo tempo. 2. 27.1.3). 152. 155. 364.2.3). 35. 79. «servir e seguir» 130. 157. 159.2). 342. —internamente : com gosto e consolação.1.1. 130.1.2. 132.1. mas o sentir e gostar as coisas internamente» (2.5. 248. — salvação da alma: 169. 227. II (147. servir e seguir.3.2. com intuição e discernimento.3.2.1.7.2). negócio (19.6). 316. 315. 141.2.1.2.5.5. 179.2.5).2. (cf.2). dentro de qualquer estado de vida.124.3.3. benefício (16.3. 362) Servir – a Deus: 15.4).2. 320. 227. Sentir – com simples pressentimento: 6. 247.2.1. vender (191.1.10.2.1. 262. 209.5. são elementos a considerar para a «Reforma». 304. 169. 221. cf. 177.1). com qualquer outro sentimento espiritual.3. 118. glória+. 169. cf. 78. 234.1. súbdito (94. com conhecimento interno. 206. 235. 323-324). 257.7-8). 5. 365. 281.2. 114.1. 189 (cf. 59.197 e 233. 109. possuir (234. e se «achar só numa palavra ou em duas tão boa matéria que pensar.4.4.1.1.3. 277.4.2. 247-248. 153.7. 118.2. 316. 363.2. 339. 175. — espirituais.3. 168.4. 142. 142. 274.4320. por duas «repetições» destas (72. 318321). 134.3. aparecer (161.2. miraculoso (223. 192. 181. 343. 344. 363. 189. 275.2.7. 179.1-9. 204. 230-237.2. 135.3). 345. 44.1.3.4. 75. mercadoria (40.1.2 (cf. 182. — contemplação por junto «ad amorem». 205.2.2. 189. 169. a paz.1. 238. 209. 132-134.2. 213. modo de a simplificar e tornar mais intuitiva.4).1.3.7. 226. cf. cf. 92. 214. 47.5) ou ao menos uma (129. 148. 97.2). repetição+. 165.2). 39. administração (340.2. 166.1.1.2.4).

2.5). 88.1.2.1. de invocar o seu nome. Cf. actos da vontade. escritura sagrada (299.1-3. 269. 61.1-3. 2.1. 356. 341. Cf.3.1.1. cf.1. 26. 135. as contrárias aos vícios. 94.1.2.6).2.2.2 (cf. — na contemplação: «ver as pessoas» e «reflectir em si mesmo para tirar algum proveito» 106.2. 258.1.3). 146.1. virgindade (15.2. 259. (cf.6. 44. 139. cavaleiro (74.3. 70.4. enganos+ .4. 319.1. abrir (60.12.3.2). 34. 357. 50. 347. 84. 271. 242. 291.1.1. cf. (cf.3. inteligência+.1.1-4. 152.3. tacto (70. 87.1.2. combater (327. 176. sentir+ Trindade – pessoas divinas: modo de as contemplar. Teologia – positiva e escolástica: 363. 87. 320.1.2.3.1.4. 314. 329. 289. 350. — condições: de liberdade e prudência.3. pobreza+ .3.2. 324.3.2.5.1. aplicação de sentidos+.6. 102.2. 180.6. 162. 3. 92.1. 363.2) Suavidade – de Deus: 124. 65. 54. 199.1. 333.2. 260.2-3.2.2).1.3.2. 44. 369. 95. 34.8. 102.2. 351).3). 256.5. 55. disposições para eles.4 . 21.3.1. — de trato humano: 7. Ver – na composição de lugar: «ver com a vista imaginativa».2. Cf.1.1. — não divina: 172.1.3.1. 193. 317. 20.1.1.1. 292. 213.1.4-6. 65. 217.1-3. 319. a «divina virtude» que as infunde.2.3. 189.3.5.2). 326. 353.2).1. 325.2. mãos (27. 297. 75. 98. 2.5. mesmo em Exercícios plenos de completo retiro.2. Cf. 91. 47. a oração que as obtém. 106.1-4.2. 273.1. 114.1. atar (74.3.2.1). 345. 327. estados+. cânones. instar (16. 280. — na aplicação de sentidos: ver ou «com a vista imaginativa. 139.3. 214.3.2. 73.2.10. ou com os olhos do coração «alguma coisa que faça declarar ou sentir um pouco mais a história» que se contempla.5. 154. notícias (213.2.3. Vocação – divina: 95.3. 229. 91. liturgia+ Vícios – os que induzem a outros.1).3).1. 24. fugir (325.1.2.1. 301.3. o bom espírito toca a alma. 221.1. 124.4.2. ferocidade (325). 275. 50.4.14. V Vencer – 13.1.1.3. 51. 335. 93.9. 142.1. beijar (125.3. 56.4.2.4.1.1. 2.4. castidade (14.1. 363.1) Vida – de Cristo: 4. extinguir 157.1. 355.1.1). 23. 245.2. Turvação – forma de desolação+: 317. 106. 241.2. facilitar (315). 206. — de Deus: 1.1.2.2.3. 363.3.5.1. Tocar – «nos que procedem de bem em melhor. 24.2).7. beber (93.1. determinação. envergonhar (74.1.2. interno conhecimento+ (63. de estado.2.1).4. advertir (74. abraçar (15.1.3). 164.115. ou com luz interior «quando o entendimento é elucidado por virtude divina».2. inferno+. 14. 340.3.1.3. de indiferença livre e tranquila.2.1.1).1. sentir+.2. 194. eleições+.5. as estratégicas.2-3.4. 209. 112.1-3. — «vergonha e temor»: pela honra do mundo: 9. 5.4).1). de moção clara. 242.1. 33. doutrina+ (145.1. aumentam o mérito. 351.4. 79.2). confusão+. 336.3.1.2.1). pecados capitais. 177. 25.6.1. — do homem: temporal. 363).1. 217.2.3.2. cf corte (74.3. 178.1. Cf. 22.1. 330. 326.1. 351.2. 104. instar (16.1.2. 327.1. 137. 353.3.1). 340). 9.1. cf.3.1-3.. meditando e contemplando» e «tirando algum proveito do que vê». 167. escrúpulos+ ).1. 71. 363. 248.1.1.1.1. 175. irradiação delas. 229. espiritual. 14. 52.1. cardeais e morais.1.3. contra. contemplação+. 95.3. — de estados de alma: de consolação. juízo+ .2.4. 177. 33.2. 214.1. 268.1.4.4. são de louvar. dispor+. 39.4). 331.4. cf. 43. (cf. 48.3). 130.3.4.4.1. 92. Vergonha – «vergonha e confusão»: graça a intentar e pedir como 1º passo para a conversão do pecado à graça. 13.2. 194. pronto (22.1).1.1.4. grato (151. estados+ Vontade – do homem: potência da alma.1.4). 51.2. 146.3. 215. 33.3.3. 214. estados+.2. Temperança – diferença da penitência: 83. 14.2.1. 210. 98. 50.1. 342.2.2. 149. querer (5. admirar (60.1. 175.1. 213.3. 51. 168. 356). 165.1-2.2. 50.1.1.3.2.2. 109. 335. 324.1). 334.3.1.2. 47. 44.4).4.1.1). 33. 166. — de «outras perfeições»: 14. 357) . 285.2.2. 135. 114.3. Virtudes – teologais.3.5.1.2. de desolação. cf. 290. 282. quanto mais espirituais forem as coisas que toco ou me «tocam». 44.4-6. com escrúpulos. 48.4.1. 104. 233. 76.1.1.4.3.4.2.2.2.1. 51. chamamento+ . 334.4.3. 100.5.1.1.5. tentar (7. 327.1.2. 252.5. 153. 333. sustentação (213. 53. 139.2. atenção ao que o bom espírito mais me «toca».1.4.1. 108.4. 18.2.1. 16. inspiração. 34.3.1. 370.1. 155. 172. 203. cf. — de duração: 37. 23.4) .2.3.2. reverência+. 334. morte+ (186.3.1. comer+. 217.4). claridade (176. 169. 244.3). 107. 91. 180. 187. 205. 275.1). 234.1. 370. 348.4 ou para conseguir o 1º grau de humildade. 25. 350.3. 18. 257. resistir 13. extinguir (157). 93. Tentações – «grosseira e abertamente»: 9.2.3.1.6.5 — filial: 370. 2.2.1-3.2. 71. 362. diametrum (325.1. 10. 252. 94.2. de alternância de consolações e desolações. 229. 326. Cf.2.2.1. doutor (272. olho (169. 344. 303. 78.2). 255.4.4.2).1-2. 277. 261. composição de lugar+. bater (10. 10. 180. 252.1. cf. horas+ . 13.4.1. 212.2. 172. — servil: 370.1. hábitos. continência (15.2. obediência (14.1.1.4.3 .3. Tempo – de horário: 6. 38-39. 237.2. 189.1. 53. 162. . tentador (274. 211.2.1). 274. 310. dos santos. 116.4.3.1.2. 336. 122. são sempre duma coisa melhor.4.4. 3.2. 199. Cf. 166. 233. suavemente» 335. 147.1. «mirar» ou olhar ou reparar (58. 155.3. 142.1.5. 52. 349.2. sua função na oração de meditação. derrotar (13). mal (16. contrário+. de capacidade.2. 238.4. 150. T Temor – graça a intentar e pedir na primeira semana: 65. 363.18.5. 281. 157.4.1.1. 327.6.5. — de estados de eleição: 175. e de falar com elas. 97. Votos – de «religião» ou profissão religiosa: 14.2.1-3. ilucidar+. — sob aparência de bem: 10.2. 305.6. 178.1.3. Cf. 357. — na aplicação de sentidos: 125.2. 32.2. 330. conhecer interiormente (44. 318.2.1-2 Vésperas – liberdade de nelas participar.1.2.2.3. 139. 135. 322. 169. 130.3. — modo de combatê-las: 13. 183. 361. 224.1. 165. 339.4. 60. 235. 234. 186. 15.2. 48. 23.1-2).1. 102.2.1.1. 326. 320.1. 335. 199. mais frutuosa é esta «aplicação de sentidos». Cf.4.6..2.8. 56. 357.1).1.5.1.4.2.3. 170. 189.5. 195.4.

I. – BRAGA E IMPRESSO NA ENCANOR – LOMAR – BRAGA PARA A LIVRARIA A.EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS FOI COMPOSTO NA EDITORIAL A. O. NO MÊS DE JUNHO DO ANO DA GRAÇA DE 1999 .