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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

PLANO DE CURSO[2013.2]
DISCIPLINA:POLÍTICA VI CARGA HORÁRIA: 80H STATUS: OBRIGATÓRIA PROFESSOR: RANULFO PARANHOS

1. EMENTA
A Ciência Política no Brasil e na América Latina. Diferentes enfoques sobre a modernização e o desenvolvimento. Estudos em política regional.

2. OBJETIVOS
Analisar criticamenteos fenômenos políticos envolvendo Brasil e América Latina, considerando estudos da Ciência Política contemporânea.

3. METODOLOGIA
Aulas expositivas , com leituras prévias dos textos. Utilização de recursos audiovisuais (todos os slides apresentados nessa disciplina serão disponibilizados para os alunos.
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4. AVALIAÇÃO
4.1 Elaboração de um artigo (≅4.000 palavras, espaçamento 1,5, folha A4) com temas correlatos aos conteúdos previsto nesse Programa. 4.2 Apresentação de seminários.

5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO2
5.1 - Escolha Racional e Teoria dos Jogos
DOWNS, Anthony (1999). Uma teoria econômica da democracia. Edusp, São Paulo pp. 171-202. GREEN, Donald P. e SHAPIRO, Ian (2000). Teoria da Escolha Racional e Ciência Política: um encontro com poucos frutos? Perspectivas, São Paulo, 23, 169-206. MUNCK, Gerard (2000). Teoria dos Jogos e Política Comparada: Novas Perspectivas, Velhos Interesses. Dados, nº. 03, vol. 43. OLSON, Mancur (1999). A Lógica da Ação Coletiva. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, pp. 11-78. TSEBELIS, George (1998). Jogos Ocultos. São Paulo: Edusp, pp. 17-96. TSEBELIS, George (2009). Atores com poder de veto: como funcionam as instituições políticas . Rio de Janeiro, Ed. FGV, pp. 15-98 Complementar ALMOND, G. (1993). “La teoría de la elecciónracional y lascienciassociales”. In: ALMOND, G. Unadisciplinasegmentada. Escuelas e corrientes en lascienciaspolíticas. México: Fondo de CulturaEconômica. BAERT, Patrick (1997). Algumaslimitações das explicações da escolharacionalnaciênciapolítica e nasociologia. Rev. Brasileirade CiênciasSociais vol. 12 n. 35. São Paulo, Feb. DAVIS, Morton 91973). Teoria dos jogos: umaintroduçãonão-técnica. São Paulo: EDUSP. ELSTER, Jon (1994). Peças e engrenagens das CiênciasSociais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará PIZZORNO, A. (1988). “Algumtipodiferente de diferença: umacrítica das teorias da escolharacional”. In: FOXLEY, A.
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A participação dos alunos nas discussões em sala de aula é sempre um item importante no quesito metodologia de avaliação. Este conteúdo programático poderá ser alterado ao longo do curso.

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3 – América Latina e Política Comparada ALMOND. G. p. Vol. M. (1972). MARSH. New York. pp. (1998). Opinião Publica. 68. Accountability horizontal e novas poliarquias. soberania popular e accountability. 37-62. FundaçãoKonrad Adenauer e Unesp. Otavio (2006).Accountability e Neo-Institucionalismo ARATO. Rio de Janeiro. MARCH. Barry R. BRINKS. RevistaBrasileira de CiênciasSociais. R. 121-142 . Rev. n. Fátima. e PÉREZ-LIÑÁN. e TAYLOR. GOODIN. pp. Guillermo (1998).Madrid. São Paulo. CEDEC. James G e OLSEN. Editora da UNB. A última instância: as instituições são a causa primordial do desenvolvimento econômico? Novos Estudos CEBRAP (72): 59-77. FUKUYAMA. Rio de Janeiro.11. MAINWARING. (2006). (1999). 5.193-223. Rio de Janeiro: Zahar. pp.ComportamentoouInstituições?AEvoluçãoHistórica do CiênciaPolítica. David e SOTKER. Novos EstudosCEBRAP.2. J. Neo-institucionalismo: fatoresorganizacionaisnavidapolítica. Rev. Teoria e institucionalização dos sistemas partidários após a terceira onda de democratização. 1 e 2). 2 . Cebrap . (2005). O'DONNELL. MELO. Engenharia constitucional. Giovani (1996). Presidencialismo e Governabilidade nas Américas. 131-143. Neo-institucionalismo: fatores organizacionais na vida política. 49. M.Nuevo manual de CienciaPolitica. Instituições e accountability nateoriademocráticacontemporânea: consideraçõessobrequalidade e eficáciademocrática. outubro. São Paulo. LIJPHART. no. Francis (2005). 795 a 832. 25-38. 15-65. O'DONNELL. Sociol. In: MARSH. Johan P. Adam (2005). “Institucionespolíticas: perspectivas de laelecciónracional”. Scott e TORCAL.25.58. 2005. nº55/56. HALL. 2008. Classificando Regimes Políticos na América Latina. Desenvolvimento e política e aspiraçõessociais. n. v. B. pp. Representação. 2 pp. “La convergencia entre lasteorías del Estado”. Robert E. Poliarquias e a (in)efetividade da lei na América Latina. PERES. G. PRZEWORSKI. (2003). OLSEN (2008). 1 n. (2001). n. Madrid: Istmo. 1945-1999. Rio de Janeiro. Hans-Dieter. As três versões do neo-institucionalismo. MIGUEL. pag. [online]. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. Rosemary C. Lua Nova(44). DemocraciasAndinas: ChegandoTarde à Festa? DADOS. Rio de Janeiro. p. pp. Impasses da accountability: dilemas e alternativas da representaçãopolítica. (2008). 17 – 70 (Cap. S. 4. G. 23. Paraná Eleitoral v. Paulo Sérgio (2008). 44. Arendt (2003). São Paulo: Lua Nova.31. Luís Felipe (2005). (2001). Fabiano (2004). v. 51.16. Neo-institucionalismo da 5. 53-71. Polit.2 . vol. MAINWARING. vol.
 WINGAST. SARTORI. 249-286. Lua Nova. Editora FGV. Pinter. D. pp. 2006. 15-45. Gabriel e POWELL. AMORIM NETO. [online]. Governabilidade e RepresentaçãoPolíticanaAmérica do Sul.. Complementar GUY PETERS. n. Teoria y métodos de la cienciapolítica. Construção de Estados: governo e organização no século XXI. São Paulo: Rocco. Mariano. A. no 4. COUTINHO. Peter A. Diego de Freitas (2012). Polit. Uma Teoria de Política Comparada. Sociol. David (1995). and J.MACPHERSON.Institutional theory in political science: the new institutionalism. Andrew (2002). Carlos Ranulfo. Gerry (Orgs). Bingham. P. O’DONNELL.. pp. SANTOS. Modelos de Democracia: Desempenho e Padrões de Governo em 36 Países . Dados. e KLINGEMANN. Revista de Sociologia e Política 16(31): 121-142. ANASTASIA. São Paulo: Vértice. MARCH. RODRIGUES.

Guillermo (2011). Jogos Ocultos. REPOL RevistaEstudos de Política. 03. 25-38. no. and J. Democracia. Rev. Fábio W. (1998). capital social e percepções sobre corrupção: uma investigação quantitativa em nível mundial. Instituições e accountability nateoriademocráticacontemporânea: consideraçõessobrequalidade e eficáciademocrática. Cultura política. São Paulo pp.) A democracia Brasileira: Balanço e perspectiva para o século 21. 1178. O'DONNELL. pp. Lua Nova. Teoria dos Jogos e Política Comparada: Novas Perspectivas. (Orgs. agência e estado: teoria com intenção comparativa . Timothy J. REIS. Editora da UNB. Elites parlamentares na América Latina. 2 pp. São Paulo. MARCH. HALL. Rio de Janeiro. A transição e consolidação da democracia – a experiência do sul da Europa e da América do Sul. R.POWER. Júlio (2003). São Paulo: Lua Nova. et al. pp. Complementar ANASTASIA. e GONZALEZ. ARATO. Campina Grande. A última instância: as instituições são a causa primordial do desenvolvimento econômico? Novos Estudos CEBRAP (72): 59-77. Impasses da accountability: dilemas e alternativas da representaçãopolítica. SILVA Jr. soberania popular e accountability. Democracia. Engenharia constitucional. LINZ. OLSEN (2008). pp. 115-142. DARNTON. Velhos Interesses. RODRIGUES.21. CARDOSO. Dependência e desenvolvimento na América Latina . Sociol. Uma teoria econômica da democracia. Adam (2005). PRZEWORSKI. Robert e DUHAMEL. Diego de Freitas (2012). MIGUEL.15-45. P. José A. (2012). Revista de Sociologia e Política 16(31): 121-142. 5º 03/out TSEBELIS. As três versões do neo-institucionalismo. Belo Horizonte. Gerard (2000). Olivier (2001). CEDEC. J. pp. 51-69. Alfred (1999). Teoria da Escolha Racional e Ciência Política: um encontro com poucos frutos? Perspectivas. G. 15-98. Juan J. DOWNS. 131-143. e STEPAN.” In: Melo. nº. “Dilemas da Democracia no Brasil. Atores com poder de veto: como funcionam as instituições políticas. Anthony (1999). 6º 10/out 7º 17/out 8º 24/out 9º 31/out NOVEMBRO Encontro Data Conteúdo 3 . O'DONNELL. e SHAPIRO.193-223. George (2009). 169-206. Rosemary C. pp..25. Edusp. 1. Carlos R. Revista de Sociologia Política n. Donald P.. MUNCK. Mancur (1999). nº55/56. Peru e Venezuela. p. 171-202. n. (2003). E e FALETO.58. 6. Peter A. Andrew (2002). Saéz. Rio de Janeiro: Record. OUTUBRO Encontro Data Conteúdo TSEBELIS. Dados. Representação. George (1998). [online]. 43. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Manuel A. pp. SARTORI. vol. Paraná Eleitoral v. A Lógica da Ação Coletiva. Ian (2000). CALENDÁRIO DE AULAS ENCONTROS: 20 SETEMBRO Encontro Data Conteúdo 1º 2º 3º 4º 05/set 12/set 19/set 26/set Apresentação da Disciplina OLSON. FGV. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Polit. Lua Nova (44). G. (2007).) (2009). Luís Felipe (2005). GREEN. 17-96. Accountability horizontal e novas poliarquias. e TAYLOR. UFMG. no 2. Outsiders e regimes democráticos: os casos do Brasil. São Paulo: Edusp. vol. Neo-institucionalismo: fatores organizacionais na vida política. 23. Enzo (2004). São Paulo: paz e Terra. Giovani (1996). Belo Horizonte: Argvmentvm. pp. São Paulo: Paz e Terra. Fernando H. 1 n. Ed. (Org. Fátima et al.

(2007). Otavio (2006). (2012). Otavio (2006). POWER. José A. Editora FGV. Classificando Regimes Políticos na América Latina. ALMOND.) A democracia Brasileira: Balanço e perspectiva para o século 21. Construção de Estados: governo e organização no século XXI.. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. 51-69. Manuel A. pp. 4. Cultura política. Rio de Janeiro. 51. MAINWARING. pp. M. “Dilemas da Democracia no Brasil. São Paulo. Presidencialismo e Governabilidade nas Américas. SANTOS. (2005).. Outsiders e regimes democráticos: os casos do Brasil. Campina Grande. D. Francis (2005). COUTINHO. Rio de Janeiro. pp.” In: Melo.. REPOL RevistaEstudos de Política. Opinião Publica. 15º 12/dez 16º 19/dez JANEIRO Encontro Data Conteúdo 17º 18º 09/jan 16/jan AMORIM NETO. FundaçãoKonrad Adenauer e Unesp. 115-142. Júlio (2003). Revista de Sociologia Política n. 17 – 70 (Cap. no 4. DemocraciasAndinas: ChegandoTarde à Festa? DADOS. Mariano. Timothy J. Uma Teoria de Política Comparada. UFMG.21. Gabriel e POWELL. pp. capital social e percepções sobre corrupção: uma investigação quantitativa em nível mundial. Dados. Carlos Ranulfo. Teoria e institucionalização dos sistemas partidários após a terceira onda de democratização. (2001). Rio de Janeiro. (Org. Cebrap . Fabiano (2004). Guillermo (1998). 795 a 832. Poliarquias e a (in)efetividade da lei na América Latina. (2006). e GONZALEZ. et al.2. Arendt (2003). AMORIM NETO. Vol. SILVA Jr. 1 e 2).10º 11º 07/nov 14/nov FUKUYAMA. Fátima. REIS. 1. vol.11. Rio de Janeiro. Ajustes 4 . Rio de Janeiro: Zahar. 37-62. 49. Presidencialismo e Governabilidade nas Américas. Rio de Janeiro. Carlos R. pp. 12º 21/nov 13º 28/nov DEZEMBRO Encontro Data Conteúdo 14º 05/dez O'DONNELL. MELO. Saéz. Novos EstudosCEBRAP. Bingham. 17 – 70 (Cap. BRINKS. vol. n. pag. 1945-1999. A. 2006. 2005. 15-65. Editora FGV. (1972). São Paulo. 249-286. Scott e TORCAL. MAINWARING. São Paulo: Rocco. 1 e 2). Peru e Venezuela. LIJPHART. Belo Horizonte. Modelos de Democracia: Desempenho e Padrões de Governo em 36 Países. pag. v. 44. pp. Fábio W. e PÉREZ-LIÑÁN. S. no 2. Governabilidade e RepresentaçãoPolíticanaAmérica do Sul. ANASTASIA.