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UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS
Campus de Araraquara

PROGRAMA DE ENSINO
C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO : A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA, A CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO E O EDUCADOR CÓDIGO: PDE76 28 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 40 PRÁTICA: 20 TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 3 5 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 35 OUTRAS: O B J E T I VOS : I – Objetivos: Pretende-se que essa disciplina possibilite discutir o professor como um educador, na perspectiva do conhecimento acumulado sobre a investigação do ser humano enquanto ser desejante. Espera-se que os conteúdos e as discussões de experiências amparadas no conceito de extensão da clínica a partir de S Freud, W. Bion e D. Winnicott possam fundamentar a preparação profissional do professor como ofício implicado na constituição de sujeitos, o que funda o educador e, em especial, o educador da criança. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): Sigmund Freud – a psicossexualidade - educação e amansamento pulsional, Wilfred Bion - conhecimento, e pensamento - frustração e aprendizagem – o ambiente suficientemente bom - o cuidado, o acolhimento - educação como maturidade e saúde

Donald W Winnicott

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PROGRAMA DE ENSINO
Sandor Ferenczi - a comunicação extralúcida a transmissão do saber a prematuração o progresso traumático e a cognição/afeto (des) encontros entre a criança e o adulto o professor como educador: função terapêutica do ensino noção de infantil: fantasia e desenvolvimento

ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : – Metodologia de ensino: - aulas expositivas. - discussões orientadas. - supervisão de atividades extraclasse: entrevistas, observações, experiência com o cotidiano escolar de crianças e de professores. – Atividade prática: As aulas teórico-práticas consistirão em discussões sobre a experiência dos alunos junto a situações educacionais nas quais o docente da disciplina focalizará o fazer saber do professor.

B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Abrão, J. F. A história da Psicanálise de crianças no Brasil. São Paulo: Escuta, 2001. Bacha, M. N. A arte de formar: o feminino, o infantil e o epistemológico. Petrópolis: vozes, 2002. Barone, L. M. C. De ler o desejo ao desejo de ler: uma leitura do olhar da psicopedagogia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1993. Bion, W.R. O aprender com a experiência. Rio de Janeiro: Zahar, 1962. Birman, J. Ensaios de Teoria Psicanalítica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1993. 166p. Birman, J. Mal estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. Calligaris, C. et alli. Educa-se uma criança? Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1994. Chakur, Cilene R. de S. Leite (org). Problemas da Educação sob o olhar da Psicologia. Araraquara: FCL/Laboratório Editorial/UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2001. (Série Temas em Educação Escolar) Costa, J. F. Freud: ontem, hoje e amanhã. In: a Ética e o Espelho da Cultura. Rio de Janeiro. Rocco, 1994.
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PROGRAMA DE ENSINO
Ferenczi, S. Psicanálise IV. Obras Completas. São Paulo: Martins Fontes, 1992. __________ Psicanálise I. Obras Completas. São Paulo: Martins Fontes, 1991. Freud, S. Obras Completas. Trad. Luiz Lopes Ballesteros y de Torres. Madrid: Nueva Madrid, 1968. Herrmann, F. A psique e o eu. São Paulo: Hepsyché, 1999. Kupfer, M. C. Educação para o futuro – Psicanálise e Educação. São Paulo: Escuta, 2000. Laplanche, J e Pontalis, J. B. Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 1967. Mezan, R. A vingança da esfinge. São Paulo: Brasiliense, 1988. Oliveira, M. L. (orgs.) Educação e Psicanálise: história, atualidade e perspectivas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. _____________ “Des/obede/serás” – Sobre o sentido da contestação adolescente. Dissertação de Mestrado _ Psicologia Clínica – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1984. _____________ Escola não é lugar de brincar? In: Humor e Alegria na Educação. Valéria Amorin Arantes (org.) – São Paulo: Summus, 2006. ____________ Porque a psicanálise na educação: fragmentos. Perfil – Revista de Psicologia, Assis, n.9, p. 25-35, 1997. _____________ Rebeldia e Identidade – estudo psicanalíticos sobre uma contradição aparente .(Tese de Doutorado) .Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1992. Pait, H. Anéis de prata: alunos e professores na sociedade da comunicação in: Educar em Revista, Curitiba, PR. N. 01, J. 1993. Radino, Glória. Contos de Fadas e Realidade Psíquica – a importância da fantasia no desenvolvimento. Casa do Psicólogo, 2003. Vasconcelos, M. G. (org.) Criatividade: psicologia, educação e conhecimento do novo. São Paulo: Moderna, 2001. 128p. Winnicott, D. W. A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 1982. _____________ O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975. _____________ Tudo começa em casa. (Tradução Paulo Sandler) 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996 (Psicologia e Pedagogia).

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PROGRAMA DE ENSINO
C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : - elaboração de textos a partir de tema pesquisado, - discussão de experiências de atividade educacional - apresentação oral do tema pesquisado EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): - a investigação do psiquismo e a educação escolarizada e a atualidade dessa aproximação; - vertentes teóricas sobre o funcionamento psíquico do ser humano e suas relações como conhecimento para a formação do educador; - a representação de identidade e de realidade; - a extensão da clínica, a educação (escolar) e a constituição do sujeito. - a pedagogia e a aprendizagem infantil: a linguagem da paixão e a técnica humana

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Universidade de São Paulo. 5 . D. Letras e Ciências Humanas. tendo por base estudos das características principais da elegia em Roma. 4 Fichamentos. Metodologia de Ensino 1 Aulas expositivas. 2 Elegia latina: questões de gênero. a partir de estudos sobre a literatura latina. J. 4 A elegia e o epigrama. F. 195f. 1991. São Paulo. 2 Seminários. Conteúdo Programático O conteúdo dessa disciplina compreende os seguintes itens: 1 A elegia grega e a latina: confluências e divergências. 5 Leitura e análise de poemas selecionados dos três grandes elegíacos latinos: Tibulo. 1990. DEZOTTI. Lírica e lugar comum: alguns temas de horácio e sua presença em português. quer como gênero. Propércio e Ovídio. seja para a formação humanística do futuro profissional das Letras. O epigrama latino e sua expressão vernácula.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena Departamento Responsável: Lingüística Identificação da Disciplina Código: LNG1041 Nome da disciplina: A ELEGIA LATINA Seqüência aconselhada: ( ) Obrigatória Pré-requisito: LNG3370-Língua Latina I Créditos: 02 Teórica: 30 horas Número máximo de alunos por turma: 30 Objetivos Contribuir seja para a formação literária do latinista. quer em suas atualizações nos principais expoentes do acervo da literatura latina. Dissertação (Mestrado em Letras Clássicas) – Faculdade de Filosofia. (X) Optativa Carga Horária total: 30 horas Prática: Bibliografia ACHCAR. 3 Leituras programadas. São Paulo: Edusp. 3 A expressão métrica da elegia: o dístico elegíaco. 1994.

J. P. etc. ______. Oxford. p. B. 1997. NOVAK. 1991. ______. P. 1990. Oxford: Clarendon Press. Tese (Doutorado em Letras Clássicas) – Faculdade de Filosofia. T. Feist. Universidade de São Paulo. p. The classical tradition. OVÍDIO. HIGHET. S. 325f. da G. Pociña Perez. Alfa. 2 v. Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação 1 Provas escritas e/ou 2 Trabalhos de aproveitamento e/ou 3 Seminários de avaliação. p.. De metrificação e poesia latina.R. Seleção. 1984. tradução. 1992. VON ALBRECHT. v. 33-40. RAMOS.ed. serão aqueles estabelecidos nas coleções mais prestigiadas. Estudos de história da cultura clássica: cultura romana. 47. Letras e Ciências Humanas. s/d. Teubner. 1995. Paes. A elegia erótica romana.U. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1990. 1997. Tradução de M. Tradução de H. São Paulo. R. introdução e notas de J. 2003. Canto e encanto. Atividade de recuperação: provas escritas e/ou trabalhos de aproveitamento. do Nascimento e M. São Paulo. M. M. G. o charme da poesia latina: contribuição para uma poética da expressividade em língua latina. São Paulo: Martins Fontes. Poemas da carne e do exílio. PRADO. Obs. n. São Paulo: Cia das Letras. B. 47. ______. 99-109. tradução e notas. Loeb.: os textos de autores latinos. GAILLARD. São Paulo. São Paulo: Cultrix. O amor em Roma. tomados do acervo da Literatura Latina. M.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO GRIMAL. J. A. 272 f. São Paulo: Martins Fontes. v. v.. Letras e Ciências Humanas. NERI. 2003. Paris: Nathan. Ciência e poesia. Poesia lírica latina. Alfa. Barcelona: Herder. M. LIMA. 1951. E. 1997. 1. 1985. L. MARTIN. Elegias de Tibulo: introdução. 2. D. Estefanía e A. 1991. Poesia grega e latina. A desumana neutralidade da métrica.H. F. Ementa Estudo e caracterização da elegia latina e suas atualizações particulares nas obras de seus grandes expoentes. Universidade de São Paulo. 111-118. Dissertação (Mestrado em Letras Clássicas) – Faculdade de Filosofia. G. Uma estranha língua? Questões de linguagem e de método. tais como: Les Belles Lettres. Les genres littéraires à Rome. P. de Souza Nascimento. da.. n. 1997. São Paulo. Historia de la literatura romana: desde Andrónico hasta Boecio. M. Tradução castellana de D. São Paulo: Brasiliense. P. ROCHA PEREIRA. 1. 2. São Paulo: Edunesp. VEYNE. 6 . In: ______.

ARTEMIDORO. fichamentos e seminários. La clef des songes. Metodologia de Ensino Aulas expositivas. Warminster. 1989.II D. White. J. Bibliografia ARISTOTLE. historico-sociais e psicológicos. On sleep and dreams. introdução. Torrance. 1975. 1963. Il libro dei sogni. notas e glossário de David Gallop. Traduções disponíveis em espanhol. The interpretation of dreams. os símbolos culturais e a repercussão da obra em estudos literários. O sistema onirocrítico de Artemidoro. leituras e atividades extra-classe. 1975. CA: Original Books. Libri V. Conteúdo Programático As tradições onirocríticas. tradução e notas de Dario del Corno. inglês. leituras. e italiano – abaixo: ARTEMIDORO. Leipzig: Teubner. Paris: Vrin. tradução. O sonho em Homero e Artemidoro. desenvolvimento de um projeto especifico. ARTEMIDORUS. considerando o sistema onirocrítico do autor.C. Texto. ARTÉMIDORE.) Seqüência aconselhada: 1° e 2° semestres dos 3° e 4° anos ( ) Obrigatória (X) Optativa Pré-requisito: Não há Créditos: 02 Carga Horária total: 30 horas Teórica: 30 horas Prática: Número máximo de alunos por Turma: 30 Objetivos Propiciar uma leitura e uma interpretação da obra Oneirokritika. La interpretación de los sueños. Introdução. Festugière.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena Departamento Responsável: Lingüística Identificação da Disciplina Código: LNG9784 Nome da disciplina: A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS DE ARTEMIDORO DE DALDIS (SÉC. ARTEMIDORI DALDIANI. tradução e notas de Elisa Ruiz Garcia. as tradições onirocríticas gregas. de Artemidoro de Daldis. Madrid: Gredos. francês. 7 . Introdução. Onirocriticon. Tradução e notas de A. 1991. Onirocriticon. Tradução e notas de Robert J. 1990. UK: Aris & Phillips. Uma visão de mundo retratada no sonho e na onirocricia.

FOUCAULT. G. 1981. G. 1995. The interpretation of dreams & portents in antiquity. USA: Bolchazy-Carducci. V. Campinas: Educ. S. Il Sogno in Grecia. B. MENESES. La interpretación de los sueños. Estudios Clasicos. R. v. 2002. XXXIV. G. Universidade de São Paulo. O sonho e as sociedades humanas. D’O. 1988. VON GRUNEBAUM. Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação Seminários e trabalho escrito. 1992. 1978. Ementa Descrição geral da obra. São Paulo: Duas Cidades. Wauconda. 101: 63-75. LEWIS. M. O papel da psique e das paixões. M. Definição e classificação dos sonhos. JOHNSON. Os leitores modernos de Artemidoro. FREUD. Metáforas da vida cotidiana. Roma-Bari: Laterza. Rio de Janeiro: Francisco Alves. O cuidado de si. 2002.. Letras e Ciências Humanas. 1985. 3. Tradição onirocrítica e oniromântica na literatura grega. Rio de Janeiro: Graal.. São Paulo: Mercado de Letras. 1996. A. G. In: ______. GUIDORIZZI. Atividades de recuperação: avaliação escrita e/ou exposição oral. A. O sonho de Penélope. As metáforas na onirocricia. A. Tese (Doutorado em Letras) – Faculdade de Filosofia. Estado de la cuestión. 2002.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CAILLOIS. Os diferentes temas. Madrid: Biblioteca Nueva. Em sua História da sexualidade. N. FERREIRA. Obras completas. LAKOFF. A psique e as paixões na Oneirokritika de Artemidoro. Sonhar com os próprios prazeres. La literatura onirocritica griega hasta al siglo II d. M. O sistema onirocrítico. E. 8 . LOBO. Do poder da palavra.C.

BESIÈRE. Dino Buzzati tra fantastico e realistico. _______________ Il deserto dei Tartari. Milano-Roma: Trevis-Trecani-Tumminelli. 1992. 1993. (org.) . 1999. In: GIANETTO. N. Milano-Roma: Trevis-Trecani-Tumminelli. BIONDI. A. Milano: Mondadori.1992. Milano: Mondadori. 9 .15-59. Barnabo delle montagne.Il pianeta Buzzati. _______________ Sessanta Racconti. Modena: Mucchi Editore.1933. 16 ed. Milano: Mursia. D. Milano: Mondadori. 1966 ARSLAN. 1974. __________ Invito alla lettura di Dino Buzzati. ______________ Il segreto del bosco vecchio. Metodologia de Ensino Aulas expositivas Bibliografia BUZZATI. 1985 _______________ Il Colombre. A.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena Departamento Responsável: Letras Modernas Identificação da Disciplina Código: LEM 1056 Nome da disciplina: A NARRATIVA BUZZATIANA Seqüência aconselhada: 3º e 4º ano ( ) Semestral ( ) Anual ( ) Obrigatória ( X ) Optativa Pré-requisito: Língua Italiana II Créditos: 02 30 Teórica: Número máximo de alunos por turma: Carga Horária total: Prática: Objetivos Estudar a narrativa do escritor italiano Di no Buzza ti no período da dit adura fascista Conteúdo Programático A narrativa da época das publicações do romances de Buzzati O romances e os contos A obra prima: Il deserto dei Tartari. Paris: Larousse. Milano: Mondadori. Belluno: Mondadori. I Le récit fantastique.1935. – Fra Italia magica e surrealismo. 1995 _______________ La boutique del mistero. p.

Trad. NUNES. B. 1972. – Magic realism: a typology. Oxford. Paris: Seuil. RICOEUR. ELIADE.Temps et récit. Trad. de Manuela Torres. P. jan 29:1. . M – Aspectos do mito. Porto Alegre: Globo.O tempo na narrativa.75-81. Come leggere “Il deserto dei tartari di Dino Buzzati Milano: Mursia 1993. M. 1989. p.O tempo e o romance. In: Forum for moderrn language studies. 1993. 1988. 1983. A A. MENDILOW. Edições 70. São Paulo: Ática.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CARLINO. SPLINLER. . W. Flávio Wolf. . Critérios de avaliação da aprendizagem e atividades de recuperação Fichamentos Prova escrita do final do semeste Ementa Estudar a narrativa buzza tiana modelo fora dos pa drões da é poca 10 . Lisboa.

Psicopatologia x maturidade e saúde. Bion ao fenômeno educacional e suas matrizes clínicas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : L e t r a s MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: A P S I C ANÁ L I S E E A P E D A G O G I A: O I NF ANT I L E A E D U C AÇ ÃO D A C R I A NÇ A CÓDIGO: PDE76 01 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 – Quinta-feira -Manhã D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 2 5 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Problematizar a educação e a pedagogia a partir de diferentes abordagens em Psicanálise. . focalizando-se o conceito de infantil. ampliar e ressignificar a identidade profissional do educador. Freud. A partir da consideração do inconsciente na constituição do sujeito e de suas relações.A restrição da educação formal à pedagogia. W. O aprofundamento a respeito do caráter intersubjetivo do fenômeno educacional será o orientador das reflexões sobre o exercício profissional do educador em suas possibilidades e limites. 11 . . . . Além disso. Winnicott.Intersubjetividade e o fenômeno educacional: o ensinante e o aprendiz como sujeitos desejantes. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): . .Inconsciente na constituição do sujeito.Inconsciente. espera-se que possibilite ao educador a descoberta de conexões entre a Psicanálise e a educação que contribuam para a ação educativa promotora do desenvolvimento do educando. Klein. .A pedagogia sob a vértice da psicanálise. M. D. .Conhecimento e autoconhecimento na educação: a paixão de formar e o amor ao conhecimento.Contribuições de S.contextualização da psicanálise no campo da ciência. da escola enquanto promotora da construção do sujeito. expressão simbólica e escolarização. . Favorecer o exercício reflexivo sobre as práticas e concepções educacionais mediante os conhecimentos acumulados pela Psicanálise.

discussões orientadas. M.Assis. L. F. 25-35. 1999. Leda A. Trad. M. Psicanálise VI a IV. p. ou seja. São Paulo: Martins Fontes. L. Winnicott. 2001. desenvolvimento da capacidade de produzir conhecimento.Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. ano II. n. Luiz Lopes Ballesteros y de Torres. Assis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. M. Rebeldia e Identidade – estudo psicanalítico sobre uma contradição aparente . Álvaro Cabral. S. apresentação de trabalhos.(Tese de Doutorado) . trabalhos em grupos. Bion e o futuro da psicanálise. M. J. Rezende. 1992. O brincar e a realidade. Rezende. 25-37 Oliveira. v. Birman. M. Introdução à Teoria dos Campos. M. São Paulo: Via lettera. 1968. Herrmann. C. L. 1993 Klein. capacidade de transposição da teoria para a prática. B. 1989. Laplanche.2.. 1997. M. 2000. L. São Paulo: Martins Fontes. et alli.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. Perfil – Revista do Departamento de Psicologia Clínica. Souza. Obras Completas. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2. Educa-se uma criança? Porto Alegre: Artes e Ofícios. P. L. 1997. Ferenczi. A. Obras Completas. Mal estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. Trad.. Temas em Educação e Saúde. A. atualidade e perspectivas. Calligaris. São Paulo: Casa do Psicólogo. Vocabulário da Psicanálise. p. M. 2000. Carlos Rugênio M. J. 1982.) Psicologia. 1975. Herrmann. Dissertação de Mestrado _ Psicologia Clínica – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 2000. O paradoxo da psicanáli se: uma ciência pós -paradigmática. Araraquara: FCL-UNESP. hoje e amanhã. São Paulo: Papirus. W. “Des/obede/serás” – Sobre o sentido da contestação adolescente. C. Revista do Centro de Estudos. participação nas atividades ao longo do curso. Herrmann. 2003. F. Assessoria e Orientação Educativa “Dante Moreira Leite” da FCLUNESP-Araraquara. 12 . Lima. A. M. São Paulo: Ática. Macedo. Porque a psicanálise na educação: fragmentos. 1994. Trad. Faculdade de Ciências e Letras – UNESP. Rio de Janeiro: Ímago. Oliveira. (org. A. Problemática III: a sublimação. Educação para o futuro – Psicanálise e Educação. (orgs. Kupfer. leituras e discussão de textos. p. (org. Oliveira. de Moura. São Paulo: Casa do Psicólogo.9. São Paulo: Casa do Psicólogo. A. João Silvério Trevisan. L. nível de compreensão e elaboração do conteúdo. L. 1984. São Paulo: Escuta. F. 121-31 Oliveira.) Psicanálise e educação: ontem. J. Oliveira. seminários temáticos. (orgs) Psicanálise e Pedagogia. 53-62. Kupfer. Dossiê Psicanalítico e Educação. Machado. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Produção de textos. A.) Psicologia escolar em busca de novos rumos. M. Estilos da Clínica. Capacidade de análise. J e Pontalis. Revista sobre a infância com problemas.) Educação e psicanálise: história. S. M. 1967. B. p. São Paulo: Martins Fontes. A criança e o adolescente na atualidade e a psicologia da educação. (orgs. 1991. C. Laplanche. 2002. M. n. 1997 (Psicologia e educação). Educação terapêutica: o que a psicanálise pode pedir à educação. D. Madrid: Nueva Madrid. Campinas. Oliveira. 1999. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Freud. M.

Vertentes teóricas sobre o funcionamento do ser humano e suas relações como conhecimento indispensável à formação do educador.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A pesquisa psicanalítica e a problematização do conceito de infantil. 13 . Escolarização na perspectiva psicanalítica. Diálogo atual entre a Psicanálise e a educação escolarizada.

14 . pretende contemplar as várias competências ancoradas nos conhecimentos próprios do pedagogo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Edu caç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO : AÇ ÃO P E D AG Ó G I C A I NT E G R AD A I I CÓDIGO: PDE73 34 SERIAÇÃO IDEAL: 2º semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITO S: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 TEÓRICA/PRÁTICA: 02 PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Esta disciplina. permitindo ao aluno do Curso de Pedagogia atuar no cotidiano de Escolas de Ensino Fundamental e Médio da Cidade de Araraquara e Região a fim de implantar Projeto de Ação Pedagógica Integrada voltado para as especificidades aí identificadas. ministrada a partir de uma ação teórico-prática.

Rio de Janeiro: Zahar.. s. DIAS. W. Trad. N. 1989. França: Univ. C. M. Ágora. O fazer e o pensar de Supervisores e Orientadores Educacionais.. ERNY. DURAND. coordenação. DURAND. para o Esporte. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. BETTELHEIM. 4. B. Rio de Janeiro. L. Arlete Caetano. Elaboração de relatório final sobre a Ação Pedagógica Integrada. J. Ed. GRANT. Trad. Paris: Privat. 1989. A poética do espaço. Introduction a la modélisation des univers mytiques. 1982. funcionários. dinâmicas em grupo. Teorias de aconselhamento. Implantação de Programas de Hábitos de Estudo. Loyola BACHELARD. 1978. G. GARCIA. Trad. 1976. São Paulo: Ed. Etnologia da educação. Lisboa: Presença.ed. As estruturas antropológicas do imaginário. 1992. São Paulo: Ed. STEFFLRE. Projet de Recherche Concernat L´imaginaire Social.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. 3. 2. 15 . Antonio Roberto Blundi.. DUVIGNAUD. H. Sueli Aparecida Itman Monteiro (fins didáticos/FEUSP). ação téorico-prática desenvolvida junto ao cotidiano escolar. para o Trabalho e para o Direito Cidadão. B. São Paulo: Ágora Ed. para a Cultura. São Paulo: Martins Fontes. BUCHBINDER. Imaginaire et pedagogie. R. Implantação de Projetos de Ação Pedagógica Integrada onde sejam contemplados – Programas de aconselhamento e acompanhamento pedagógico para direção. S. Trad. McGraw-Hill do Brasil. P. d. A poética do desmascaramento. alunos e familiares ligados à Escola de Ensino Fundamental e Médio – Ações de encaminhamento das questões específicas de alunos a outros profissionais habilitados. Psicodrama: teoria e prática. 2. R. 1988. Paz e Terra. professores. François Rabelais de Tours. 1987. Avaliação dos resultados obtidos. de Orientação para a Saúde mental e física. Paris: L´Espace Bleu. Y. leituras e debates. para o Lazer. L´exploration de l´imaginaire. B. V. 1996. G. Hélder Godinho. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ALVES. A psicanálise dos contos de fada. DUBORGEL.

A escola como espaço de prazer. 1996. I. J. Apresentação de Relatório Final de Atividades. In: Von SINSON. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Execução de projeto estabelecido a partir de mapeamento e de construção de propostas de ação. Sonhos. Imaginação e o Estado da Cultura.) Na mira da violência: a escola e seus agentes. Luzes.) Formação de professor: narrando. A. HILLMAN. São Paulo: Vértice. 1988. MONTÁLVERNE CHAVES. Alma. SILVA. Vozes. sombras e crepúsculos nas vivências cotidianas de duas escolas de primeiro grau: sucessos. A. N.47. SANTANA. 1999 QUEIROZ. Faculdade de Educação. Trabalho. intervindo. 1989. concebendo-se o cotidiano da Escola de Ensino Fundamental e Médio como uma fonte para a compreensão e construção do saber educativo. São Paulo: Summus Editora. S. R. O. C. previamente elaborados na disciplina Ação Pedagógica Integrada I. (Org) Experimentos com histórias de vida. M. Entre Vistas: conversas com Laura Pozzo sobre Psicoterapia. São Paulo: Summus Editora. (Orgs. A. ITMAN MONTEIRO. M. v. (Org. 1994. Tese de Doutorado. 16 . C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Controle da freqüência e da participação às atividades teórico-práticas propostas. N. M. N. In: NEVES. 2000. A. Cadernos Cedes (Campinas). Brasília: Cortez. (Org. Relatos orais: do indizível ao dizível.) A Orientação Educacional: Permanência ou Mudança? Ed. LIMA E GOMES. I. 1999. fracassos. W.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO GUIMARÃES. Biografia. São Paulo: USP. evasões.. A Orientação Educacional e o Currículo. 1988. Atividade de recuperação: trabalho individual. Família Brasileira: a base de tudo. Amor. KAWASHITA. M. UNICEF. R. refletindo. Niteroi: Quartet. P. exclusões. I. O computador na escola: um olhar sobre o cotidiano – Dissertação de Mestrado – FEUSP – 2001.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Administração Pú blica I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA CÓDIGO: ADM9019 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x) E STÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 60 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS:50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : a) Estudar novas formas de participação . co-gestão e autogestão. 17 .

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO b) Refletir sobre as contribuições do Terceiro Setor para a construção da cidadania. “O Poder Transformador da Cultura”. 5. Estudar os conceitos de hetero-gestão. Um Passo Adiante”. Folha de São Paulo. S. 18 . Discussão de textos.) Ioschpe. 27 de setembro de 1993. Reflexões Sobre a Prática de Ensino-Pesquisa da Disciplina Optativa Administração Participativa. Reflexões sobre o Terceiro Setor. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1995. Rubem Fernandes. 16 de janeiro de 1997b. O Terceiro Setor e o Estado: substituição ou complementação das políticas estatais. SILVA. Maria da Glória. “Educação para a cidadania”. O novo associativismo e o Terceiro Setor. Oded. Nanci Valadares. “O Que É Terceiro Setor?” 3º Setor Desenvolvimento Social Sustentado (org. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : SILVA. 4. SOUZA. Autogestão: O nascimento das ONGs. Revista Serviço Social & Sociedade n. Felipe Luiz Gomes. Oded. 58 Ana XIX. O que são Organizações não Governamentais: conceito problemático. 6. 14 de junho de 1988ª GRAJEW. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : 1. 1999. de participação. GRAJEW. 2. GPHN. GUILHERM. Paulo Brasiliense. 3. 3. Reflexão crítica sobre o conceito de Terceiro Setor: um conceito complexo. Felipe Luiz Gomes. “ONGs. Aulas expositivas. co-gestão e auto-gestão: contribuições e limites. Folha de São Paulo. 1997. Primavera. 1976 Item 1 CARVALHO. Autogestão: uma mudança radical. Discussão da pesquisa de campo. 2. Participação e cidadania: conceito de cidadania. Herbert. Primavera 2000). Rio de Janeiro: Zahar. Folha de São Paulo. A natureza do Terceiro Setor e o desenvolvimento social sustentado. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. 1998. Alain et al. CÉSAR. (Texto Didático – Mimeo. Evelyn.

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PROGRAMA DE ENSINO
QUADROS, Teresinha. Mudanças na Economia Mundial e Impacto nas ONGs. Bahia: Análise e Dados, Salvador, SEI, v.7, n.4, p. 17-25 Março 1998. BOMBAROLO, Felix. Desafios para as Ongs na América Latina na Década de 90. RAM 206 v. 40, 1993. BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita. A Cidadania Ativa: Referendo, Plebiscito e Iniciativa Popular. São Paulo: Ática, 1991. MONTENEGRO, Thereza. O que é ONG. S. Paulo: Brasiliense, 1994. Parte 1 da p. 7 a 23. ANDION, Carolina. Gestão em Organizações da Economia Solidária: Contornos de uma Problemática – Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro 32 (1): 7-25, Jan/Fev. 1988. SIGNORI, Hebe C. (org.). Organizações Não Governamentais: Solução ou Problema? S.Paulo: Estação Liberdade, 1996. Prefácio – Item 1 – História e Gênese da Ongs. KURZ, Robert. Para Além de Estado e Mercado – Últimos Combates – Petrópolis: Vozes 1997 e FSP 3/12/1995. BORDIEU, P. Contrafogos, Rio de Janeiro: Zahar, 1998 – Item sobre Precarização. LIMA, Maria Elizabeth Antunes. Programas de Qualidade Total e seus impactos sobre a qualidade de vida no trabalho. RA-S.P., v. 29, n.4, p.64-72 out/dez. 1994.

C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : 1. Trabalho de Pesquisa de Campo: Valor: 40% da nota 2. Prova conceitual: Valor: 60% da nota global. Recuperação: Será oferecido regime de recuperação através de trabalho ou prova escrita, ao aluno que tiver média 4 e 70% de freqüência na disciplina.

EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A experiência da administração participativa em países industrialmente avançados, a co-gestão alemã, o participacionismo na França, Suécia e Itália. A administração participativa e a experiência brasileira. Participação, regulação de conflitos e estratégia de modernização administrativa. A questão participativa na Administração Pública.

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PROGRAMA DE ENSINO
CURSO: Letras

MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Ciências da Educação

IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: CÓDIGO: CED 7244 SERIAÇÃO IDEAL: 1° semestre – OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 4 não há não há semestral CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 4 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS:

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: 30 AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS:

OBJETIVO:  Identificar, conhecer e discutir princípios e fundamentos de procedimentos avaliativos na educação e na aprendizagem.  Identificar as funções da avaliação educacional tanto em nível do sistema educativo mais amplo quanto ao nível do micro-sistema que se produz em sala de aula.  Reconhecer e analisar os pressupostos téoricos e filosóficos subjacentes às propostas de avaliação oriundas das diferentes tendências sob as quais é visto o processo ensino-aprendizagem.
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PROGRAMA DE ENSINO
 Analisar e discutir as propostas de avaliações apresentadas para os sitemas de ensino no Brasil em seus diferentes níveis e modalidades.  Conhecer e interpretar a legislação educacional, no que se refere à avaliação, frente à realidade da prática educacional na educação básica (infantil e fundamental).  Reconhecer e analisar os diferentes aspectos do desenvolvimento (na educação infantil) e o desempenho da aprendizagem (no ensino fundamental) do aluno visando a busca de alternativas para a compreensão e superação dos problemas detectados.  Identificar elementos, na dimensão técnica e metodológica, adequados á avaliação que se deseja.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:  Avaliação educacional: bases históricas, teoria, concepções e fundamentos.  Natureza do processo educacional, discussão e análise dos pressupostos da prática escolar.  Da política educacional à sala de aula – as possibilidades para uma construção avaliativa? A avaliação do rendimento escolar do aluno na legislação educacional brasileira. A avaliação referenciada na realidade educacional brasileira.  Princípios básicos da estatística aplicada. Conceitos e fundamentos. Interpretação e análises de dados e gráficos pertinentes às estatísticas educacionais. Tendência da medida e avaliação do rendimento escolar.  A medida em psicologia e na educação: evolução e desenvolvimento histórico.  Os instrumentos de medida e avaliação educacional, do rendimento escolar e da aprendizagem.  Avaliação do rendimento escolar enquanto avaliação do produto da escolarização.  As propostas de avaliação de sistemas de ensino no Brasil: SAEB, SARESP, ENC, ENEM e Censo Escolar.  A avaliação do aluno (da aprendizagem) nas teorias pedagógicas, psicológicas e sociológicas.  Problemas de aprendizagem pela ótica da avaliação: a evasão e a repetência.  O significado das finalidades e objetivos educacionais na elaboração do(s) instrumento(s) avaliativos.  Bases e princípios da avaliação institucional e de programas educacionais.  Os instrumentos institucionais de avaliação empregados pelo SAEB, SARESP, ENC, ENEM e Censo Escolar.  Política educacional e avaliação e diretrizes educacionais

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PROGRAMA DE ENSINO
METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas e dialogadas; leitura e discussão do texto; trabalho individual e em grupo; seminários; estudos e pesquisas.

BIBLIOGRAFIA DE APOIO: AVALIAÇÃO do desenvolvimento do aluno. São Paulo. Secretaria da Educação, 1981. BLOOM, B. S.; HASTING, J. T. e MADAUS, G. F. Manual de avaliação formativa e somativa do rendimento escolar. São Paulo: Pioneira, 1985. GOLBERG, M. e PRADO, C. A prática da avaliação. São Paulo: Cortez, 1979. GOLBERG, M. A. e PRADO, C. Avaliação de programas educacionais: vicissitudes, contrivérsias, desafios. São Paulo, EPU, 1982. GRONLUND, N. C. A elaboração do teste de aproveitamento escolar. São Paulo, EPU, 1974. GRONLUND, N. E. O sistema de notas de avaliação do Ensino. São Paulo: Pioneira, 1979. LAFOURCADE, P. D. Planejamento e avaliação de ensino. São Paulo: IBRASA, 1980. LOURENÇO, F°. (org.). Teste e medida na educação: uma coletânea. Rio de Janeiro: FGV, 1976. MEDEIROS, E. B. Provas objetivas, discursivas, orais e práticas: técnica de construção. Rio de Janeiro: FGV, 1983. MELLO, G. N. Educação Escolar: paixão, pensamento e prática. São Paulo: Cortez, 1986. MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986. NOLL, V. J. Introdução às medidas educacionais. São Paulo: Pioneira, 1965. SCRIVEN, M. e STUFFLEBLEAM, D. Avaliação educacionalII. Petrópolis: Vozes, 1981. STONES, V. J. Avaliação como estrtégia como melhoria do processo educacional: mitos e possibilidades. Rio de Janeiro: ABT, 1980. THORNDIKE, R. L. e HAGEN, E. Teste y tenica de medicion en psicologia y educacion. México: Trilhas, 1970. TURRA, C. M. C. et alli. Planejamento de ensino e avaliação. Porto Alegre: PUC/EMMA, 1975. TYLER, R. Princípios básicos de currículo e ensino. Porto Alegre:Globo, 1975. VIANNA, H. M. Testes em Educação. São Paulo:Ibrasa, 1973. PERRENOUD, P. Avaliação entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
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suas relações os problemas da educação escolar em geral. estudos e pesquisas. As políticas atuais para avaliação nacional e internacional da educação. baseado na bibliografia do curso com o tema Avaliação Educacional no Brasil. O planejamento. 23 . Bases para um projeto de avaliação escolar. As funções da avaliação na educação. Procedimentos de avaliação no (e em) processos. a organização e a aplicação de instrumentos de medida. debates e aulas dialogadas. Programas internacionais de orientação e avaliação da educação. O papel. conforme notas estabelecidas. EMENTA Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino: A(s) medida(s) e avaliação educacional e do rendimento escolar. o aluno desenvolverá um trabalho escrito. Elaboração. as finalidades e os objetivos da educação escolar pela ótica da avaliação. Participação dem trabalhos de grupo. seminários e/ou micro-aulas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM: Desempenho em prova escrita. Bases estruturais e técnicas da avaliação da educação básica no Brasil. No caso de recuperação. na (da) escola em seus diferentes níveis e modalidades. Noções de avaliação institucional. para trabalho escrito indiidual ou em grupo.

a síndrome normal. 24 . – A construção da identidade.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: AUT ONOMI A E ID ENT IDADE NA ADO LESCÊ NCIA CÓDIGO: PDE73 42 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 1º Semestre/Noturno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Propiciar aos alunos uma reflexão crítica sobre a adolescência enquanto processo de reconstrução e de descoberta da identidade. inclusive pela literatura. – Processos de Identificação e dificuldades atuais. – O processo de luto. para essas disciplinas. a partir de contribuições das concepções sócio-culturais e desenvolvimentistas da Psicanálise em contraposição às abordagens que privilegiam a dinâmica relacional e familiar na adolescência. – A concepção de crise. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): – O caráter psicosocial da adolescência. Facilitar a análise da adolescência na atualidade a partir da transposição dos saberes acumulados. – Amor e cognição. – A aquisição da autonomia na adolescência.

1987. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Cia das Letras.1998. In: ______. Auto-estima e intersubjetividade. FREUD. D.). PRESSLER. E. Atividade de recuperação: 1) apresentação de um seminário específico sobre o assunto no qual o aluno teve um desempenho insuficiente. Infância e Sociedade (1950). SCHWARZ. Cultura e subjetividade na adolescência ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. Privação e delinqüência. Identidade. Rio de Janeiro: Rocco. desenvolvimento humano e moralidade. orientação de leitura e das discussões. L. Madrid: Nueva Madrid. Minha vida de menina. discussões dos textos em grupos. Adolescência e escolarização. Porto Alegre: Artes Médicas. apresentação de trabalho escrito. Zahar.. A. FERRARI. São Paulo: Casa do Psicólogo. O. São Paulo: Casa do Psicólogo. São Paulo: Cia das Letras. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Produção de saberes sobre a adolescência. 25 . juventude e crise (1968). H. O cisne. 1983. FRANK. Desejo e conhecimento. 1997. 1978. PUCSP. M. R. Duas Meninas. ___________ . H. LEVISKY. apresentação de seminário temático. G. H. (1967) Problemas psicológicos da adolescência: com ênfase especial na formação de grupos. KNOBEL. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Elaboração de texto sobre o tema. Rio de Janeiro: Zahar. Construção e conceito de autonomia. Adolescência. Record. "Des/obede"serás": sobre o sentido da contestação adolescente. Rio de Janeiro: Ed. OLIVEIRA. (1905) Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. H. 2000.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO – – – – Adolescência. 1989. BERGSSON. (Org. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico. ERIKSON. Rio de Janeiro: Zahar. A síndrome normal da adolescência. Adolescência: o segundo desafio (considerações psicanalíticas). 1972. Obras completas. e 2) prova sobre toda a matéria no final do curso. 1972. O diário de Anne Frank. 1996. M. R. 1984. debates sobre filmes. 1998. A. B. seminários sobre pesquisa com adolescentes e leitura de ensaios literários. S. nível de elaboração reflexiva sobre o conteúdo estudado. intersubjetividade e a crise de identidade dos pais.. M. DEUTSCH. KNOBEL. Reflexões psicanalíticas sobre a adolescência. WINNICOTT.. D. (Ed). São Paulo: Artes Médicas. L. São Paulo: Martins Fontes. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABERASTURY.1976. M. Experiência emocional e conhecimento. 1999. J. MORLEY.

CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 02 PRÁTICA: OUTRAS: TEÓRICA/PRÁTICA: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 30 (trinta) AULAS TEÓ RICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: 26 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Licenciatura Plena/Bacharelado DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Didática IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: AS FÁBUL AS DE ES OP O NA LI TER ATU RA I NFANTIL CÓDIGO: DDA903 7 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS:.

Propriedade da narrativa fabular: um texto polissêmico. Trata-se particularmente de observar como as fábulas. com o nome de fábulas de Esopo ou como versões das fábulas “des t e autor” é uma metodolo gia de na tureza comparativa. no século VI a. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Compreensão da fábula como prática discursiva: propriedade da moral da fábula e suas relações com a situação de enunciação. Personagens da fábula. METODOLOGIA DE ENSINO: A metodologia de ensino que será adotada no estudo das fábulas de Esopo e daquelas que circulam. Fábula e provérbios populares. no campo da Literatura Infantil. Em seguida. com e sem a me diação da Litera tura Infantil. Moral da fábula: lugar de regulação da polissemia do texto narrativo. em primeiro lugar. de “Esopo”. Tipificação na narrativa e na moralidade: a identificação de suas relações. Como forma de verificar a variação do gênero fábula. o imaginário escolar. foc alizaremos o process o de leitura e de reconhecimento pelos leitores dos proc essos de instanciação de personagem. Caráter moralizante x moralidade nas fábulas. Examinaremos.. Ideologia das fábulas: um estudo comparativo. Estrutura dos textos fabulares.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO OBJETIVOS: Tem-se como objetivo na disciplina intitulada As fábulas de Esopo na Literatura Infantil apresentar as propriedades que definem o gênero discursivo fábula tal como ele se constituiu na Antigüidade Clássica.C. livros didáticos e livros paradidá ticos. Tema na/das fábulas. interessa -nos 27 . Por meio dos cont eúdos pr ogramáticos esta bele cidos. as fábulas de Montei ro Lobato. A relação entre personagens e tipos humanos. a fim de que possamos identificar o modo de leitura do texto de Esopo. Identificada a variação em tais processos. compararemos “o t exto primeiro” e os t extos que circulam em nossa cultura. sobremaneira. habitam o imaginário infantil que acreditamos ter influenciado. tempo e espaço na fábula. Mecanismos de construção do humano na moralidade: a construção de tipos. Mecanismos de construção do humano na narrativa fabular. para a partir dos fundamentos apresentados identificar e compreender as variações estruturais e semânticas a que este gênero discursivo esteve sujeito ao longo do tempo.

n. São Paulo: Martin Claret. Novas fábulas fabulosas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARROYO. COELHO. 1988. Rio de Janeiro: Nórdica. Nas pegadas da raposa: a construção da metáfora. p. Alceu Dias. 71p. p. FERNANDES. 314p. 4. São Paulo: Edusp. Millôr. LIMA. Marc. Bárbara Vasconcelos de. PEREZ. 1988. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Lúcia Helena.). Leonardo. 28 . 104p. Leitura. COELHO. São Paulo. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. n. São Paulo: Melhoramentos. 226p.ed. (Série Crítica & Teoria Literária). CARVALHO. Nelly Novaes. Um fábula de Millôr. A tradição da fábula. DEZOTTI. 1989. Fábulas de La Fontaine. 6. Millôr. n. Alceu Dias.22-27. Em pauta: Revista de Iniciação Científica da Universidade Estadual Paulista. Fábulas nuas e cruas. São Paulo: Estação da Liberdade. DEZOTTI. Millôr.ed. Rio de Janeiro: Record. Maria Celeste Consolin .ed. 1995. LIMA. Maria Celeste Consolin (Coord. Nelly Novaes. 214p. 1991. São Paulo: Parábola Editorial: 2005. 143p. 2006. v.). Maria Celeste Consolin (Org. 1984. 2000. Fábulas fabulosas. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira. FÁBULAS DE ESOPO (TEXTO INTEGRAL). A forma da fábula: estudo de semântica discursiva. n. In: Dezotti.17.4. A tradição da fábula: de Esopo a La Fontaine. 225f. São Paulo: Global. 1977. Panorama histórico da literatura infantil/juvenil: Das Origens Ilndoeuropéias ao Brasil Contemporâneo. 1968. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Letras. Araraquara. 2003. 111p. Significação.ed. Prefácio. 248p. 1999. Ciências Sociais e Educação. A fábula esópica anônima: uma contribuição ao estudo dos “atos de fábula”. Literatura infantil brasileira: ensaio de preliminares para a sua história e suas fontes.61-9.8). 2004.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO compreender as condições de produção da v ariação no modo de leitura de u m gênero.167-71.1991. A literatura infantil: visão histórica e crítica. 2003. GAZOLLA.rev. A tradição da fábula. 4. CORDOVANI. Brasilia: Edunb. CHAGALL. 207p. São Paulo: Ática. Tradução Pietro Nassetti. DEZOTTI. 100 fábulas fabulosas. FERNANDES. 1985. Maria Celeste Consolin. p.1. FERNANDES. Maria Celeste Consolin. (Textos. 5. Rio de Janeiro: Nórdica.1. Tradução Mário Laranjeira. São Paulo. DEZOTTI. 2003. Rachel. Glória Maria. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. São Paulo. Araraquara: FCL-Unesp.

Patativa do. João Melquíades F. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Ciências e Letras. Análise comparativa de fábulas de Esopo. QUINELATO. 31. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Ciências e Letras. 2005..ed. SOSSOLOTE. 200p. Investigações sobre a rivalidade nas fábulas gregas. 250p. Leitura e fichamento dos textos críticos apresentados. SMOLKA. 2002. Marianne Erps Fleming. Ilustrações de Manoel Victor Filho. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências e Letras. São Paulo: Ática. das que se encontram em livros didáticos e em livros paradidáticos. Araraquara. Feira de versos: poesia de cordel. Cássia Regina Coutinho. da. Tradução: Maria da Graça Tesheiner. 1999. Araraquara. Manuel Aveleza de. 1994. 1982. 29 . Araraquara. 2003. SOUSA. 32. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP. 2005. roman à thése. SULEIMAN. ASSARÉ. daquelas que foram produzidas por Lobato. 376p. Eliane. Fábulas. 468-89. As fábulas de Esopo: em texto bilíngüe grego-português. Leandra Antoneli da.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO LOBATO. Leandro Gomes de. SILVA. PAÑCATANTRA: fábulas indianas – livro I. São Paulo: Brasiliense. Araraquara. fable. 2003. 119p. Neide. BARROS. 2005. Araraquara. Fábulas de Lobato: a teoria e a prática de um gênero. 118p. 2003. Araraquara. Susan. n. 428p. 2004. Esopo: fábulas completas. São Paulo: Moderna. Le récit exemplaire: parabole. Monteiro. SILVA. Poétique. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP. A recepção do discurso alegórico da fábula. p. Rio de Janeiro: Thex. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Participação do aluno em sala de aula. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP. Paris. Maria Valíria Aderson de Mello Vargas. 1977. Humanitas/FFLCH/USP. 2.

C. Quer-se verificar o modo de leitura das fábulas esópicas. Quer-se compreender. a variação das condições de produção das fábulas ao longo do tempo é desconhecida dos professores do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.. a influência da Literatura Infanto-Juvenil nas práticas escolares de leitura das fábulas. sobretudo. 30 . Enfim. neste sentido. no século VI a. momento em que elas ganham o estatuto de gênero literário.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Na disciplina intitulada As fábulas de Esopo na Literatura Infantil. buscar-se-á investigar e compreender a história do gênero fábula. fazem com elas sejam concebidas como se sempre tivessem sido textos para crianças. Fica descartado. que convem revisitar. e o modo de recepção da fábula em nosso contexto sócio-cultural. o seu caráter filosófico e ideológico. Partimos da hipótese de que as representações construídas sobre este gênero de discurso.

no interior da unidade escolar. indisciplina. solidariedade e direitos humanos devem ser o pano de fundo das novas categorias a serem analisadas criticamente e introduzidas nas propostas curriculares nacionais. etc.. 31 . uso de drogas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Ciências da Educação IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: CIDADANIA E ÉTICA: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO CÓDIGO: CED 7260 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60h/a OPTATIVA (X ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 4h/a TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Oferecer subsídios para que os alunos possam desenvolver a capacidade para uma análise mais crítica sobre os valores transmitidos e vivenciados nas escolas. valores como respeito ao outro. Como contraproposta. Categorias como cidadania e ética englobam temas de relevância como violência. Análise de textos de diferentes autores que abordam esta temática no intuito de subsidiar as discussões.

Porto Alegre: Artes Médicas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1. Discussão sobre os novos mecanismos criados pela sociedade civil no intuito de resgate dos valores como cidadania e ética. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? São Paulo: Cortez. Entre o texto e o contexto. Saúde e Desenvolvimento. R. Drogas e drogadição no Brasil. 1987. 7. 2. Educação e exclusão da cidadania. Educação e emancipação. H. 1988. 5. aulas expositivas. 6. METODOLOGIA DE ENSINO: Análise de textos. o respeito ao outro.W. 32 . A. Na mira da violência. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Análise comparativa das leis de diretrizes e bases da educação do Brasil (1996) e da Espanha (1990). FERNANDES. CANIVEZ. Condição Humana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADORNO.M. 1992. T. A escola e seus agentes. Aprofundamento e discussão dos motivos da disseminação da violência nas unidades escolares. Contextualização e discussão teórica sobre a indisciplina no interior da escola. tendo como pressuposto a solidariedade. Análise de novos mecanismos de transformação de valores. P. V. CADERNOS Juventude. ARENDT. Educar o cidadão? Campinas: Papirus. Brasília. 1988. Rio de Janeiro: Forense Universitária. In: BUFFA. 1991. Araraquara: Cultura Acadêmica. 2000. Proposta de prevenção sobre o uso e abuso de drogas nas escolas. V1. realização de seminários. Análise das categorias Cidadania e Ética à luz da bibliografia pertinente. CADERNOS CEDES nº 47. BUCHER. Campinas. M. Análise sobre o crescimento do uso de drogas por parte dos jovens e sua influência no comportamento dos mesmos. ARROYO. agosto de 1999. 1995. 4. 3. discussões coletivas. E.

M.). São Paulo: Vértice. 1987. 1996. O. HIRSCHMAN. Vigiar e punir. São Paulo: Brasiliense. In Revista Cenários. 33 . de consumidor a cidadão. E. Porto Alegre: Artes Médicas. GUIMARAES. M. VAIDERGORN. SP FERREIRA. Uma questão para a educação. Araraquara. A. Educação e Cidadania em tempos de globalização. Drogadição hoje: indivíduo. J.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO FERNANDES. Drogas e sua influência no estudante.T. Petrópolis: Vozes. 2000. 1983.M. Campinas: Autores Associados. Campinas: Autores Associados. A. (org. N. Disciplina em unidades escolares. A dinâmica da violência escolar. KALINA. Cidadania. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Avaliação de textos escritos. 1999.) O direito a Ter direitos. (org. 1977. FOUCAULT. família e sociedade. Dinâmica da violência. Violência em unidades escolares.V.M. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. nº 1. MAFFESOLI. Propostas de prevenção sobre o uso de drogas. 1993. seminários e discussões. A. Valores para a cidadania. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Cidadania e ética.

Aristófanes. da G. Lisboa: Calouste Gulbenkian. A. FERNANDES. (Coleção Universidade). Oeuvres complètes. A Paz*O Misantropo. 1995. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. Ritual and Comedy. Conteúdo Programático 1 A Comédia Grega: Aristófanes. Aristófanes*Menandro. São Paulo: Perspectiva: 2001. 1986. MENANDRO. 1952. Menandro. Aristophanes. BOWIE. Tomo I. História da literatura grega. As Vespas.Gredos. 1993. 5 v. Myth. Tradução de J. Guinsburg et al. São Paulo: Perspectiva. 1996. Aristophanic comedy. As Aves. Cambridge: Cambridge University Press. comedia y tragedia. F. KURY. Fiesta. Rio de Janeiro: Ediouro. M. Aristófanes. DOVER. 2003. 1995. Porto Alegre: L&PM. P. Tradução de Pedro B. M. Lisístrata. Comedias. Gredos.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Departamento Responsável: Lingüística Identificação da Disciplina Código: LNG 8011 Nome da disciplina: COMÉDIA ANTIGA Seqüência aconselhada: a partir do 2º ano ( ) Obrigatória Pré-requisito: Não há Créditos: 02 Teórica: 30 horas Número máximo de alunos por Turma: 30 (X) Optativa Carga Horária total: 30 horas Prática: Objetivos Promover estudos sobre o gênero cômico na Antigüidade. ARISTOPHANE. História mundial do teatro. 2000. J. Dicionário de teatro. LESKY. As Rãs. Tradução de J. s/d. Metodologia Método indutivo-dedutivo. Tradução de Luis G Fernández. Tradução de Manuel Losa. R. ARISTOFANES. Lisboa: Editorial Inquérito Limitada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. LOBO VILELA. M. Peña. Aristófanes. PAVIS. A.M. ______. Berkeley: The University of California Press. s/d. 2 A Comédia Latina: Plauto e Terêncio. Bibliografia ADRADOS. 34 . Madrid: Ed. Madrid: Alianza Editorial. BERTHOLD. K. A. As Vespas. Paris: Les Belles Lettres. Madrid: Ed. 1984. Comedias. 1983.

M. Pluto. 1989. TEOFRASTO. Crítica do Teatro na Comédia Antiga. Os caracteres. ______. UnB. Fundamentos da literatura grega. Brasília: Ed. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado. Aristófanes. S. Os Acarnenses. Coimbra: INIC. D. As Aves. Coimbra: INIC. ed. São Paulo: Hucitec. Brasília: Ed. C. Coimbra: INIC. As Aves. A. 1989. 2000. O Díscolo. A Paz. As Mulheres no Parlamento. da R. ______.. ______. 1999. Os Cavaleiros. 35 . (Ed. G.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO PEREIRA. 1978. 1. Tradução de Mario da Gama Kury. 2 Provas escritas. Aristófanes. Aristófanes. 1988. Bilíngüe). J. Aristófanes. ed. 1967 ROMILLY. Aristófanes. Aristófanes. 1987. As Mulheres que celebram as Tesmofórias. As Nuvens. REALE. RAMALHO. UnB. 2. ______. ed. São Paulo: Humanitas. M. ______. 1988. Lisboa: Edições 70. Menandro. Atividades de recuperação: avaliação escrita e/ou exposição oral. 2000. 1984. 2. ______. Coimbra: INIC. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1988. ______. M. SILVA. São Paulo: EPU. SOUSA E SILVA. São Paulo: Difusão Européia do Livro. v. Aristófanes. Tradução de Daisi Malhadas e Haiganuch Sarian. ______. H. 1984. Coimbra: INIC. Aristófanes. Ementa Estudos sobre o gênero cômico antigo: de Aristófanes a Plauto e Terêncio. 1980. de F. Aristófanes. O dono da voz a voz do dono: a parábase na comédia de Aristófanes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. A. Estudos de história da cultura clássica: cultura grega. 2000. 5. Coimbra: INIC. Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação 1 Seminários orais.

As mil e uma noites  Sob o signo das Luzes: o conto de fadas a serviço da ironia e sátira  Romantismo: do encantamento à desorientação  Convergências entre maravilhoso e fantástico  Século XIX: entre a perspectiva didática e a crítica social  Revisão do gênero: narrativas para adultos ou para crianças? 36 . Jane Yolen (The River Maid). Friedrich Dürrenmatt (Der Tunnel). E. das Kätzchen). R. Wolfgang Goethe (Das Märchen). dentre as muitas obras que poderiam ser tratadas. La Mille et deuxième nuit). Robert Musil (Die Amsel).) que se desenvolveram já desde o séc. Jonathan Swift. George MacDonald (The Light Princess). Lewis (The Chronicles of Narnia). Gianfrancesco Straparola. “fantasy”. XVIII tendo como fonte de inspiração o conto maravilhoso popular. Stephen King (The Eyes of the Dragon). século XIX: Ludwig Tieck (Der Runenberg). Lord Dunsany (The King of Elfland's Daughter). Charles Kingsley (The Water Babies). Tolkien (The Hobbit. Maurice Maeterlinck (L’Oiseau bleu).UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena Departamento Responsável: Letras Modernas Identificação da Disciplina Código: LEM 7617 Nome da disciplina: CONTOS DE FADAS MODERNOS E OUTRAS FORMAS DO MARAVILHOSO Seqüência aconselhada: ( X ) Semestral ( ) Anual ( ) Obrigatória ( X ) Optativa Pré-requisito: não há Créditos: 02 Carga Horária total: 30 Teórica: 30 Prática: Número máximo de alunos por turma: Objetivos Serão analisadas diversas formas literárias (contos de fadas artísticos. John Ruskin (The King of the Golden River). poemas e peças teatrais. Michael Ende (Die unendliche Geschichte). Embora o destaque seja dado à narrativa curta. Hans Christian Andersen (A rainha da neve). J. D'Aulnoy (L’Oiseau bleu). séc. Hugo von Hofmannsthal (Die Frau ohne Schatten). Wilhelm Hauff (Zwerg Nase). etc. R. Oscar Wilde (The Selfish Giant). Assim. Novalis. Conteúdo Programático  Introdução geral: os contos de fadas como gênero literário e artístico  Precursores: Shakespeare. Charles Dickens (The Magic Fishbone). Théophile Gautier (La Morte amoureuse. a disciplina abordará uma seleção de textos dentre os seguintes . A. Gottfried Keller (Spiegel. C. XX até nossos dias: Franz Kafka (Die Verwandlung). Hermann Hesse (Augustus). Nathaniel Hawthorne (Feathertop). Voltaire (Le Taureau blanc). S. Hoffmann (Der goldne Topf). XVII e XVIII: Mme. Lord of the Rings).séc. Neil Gaiman (The Wolves in the Walls). Jean Giraudoux (Ondine). T. a disciplina também compreende a discussão de romances.

Heinz Wunderbares in der Dichtung der Aufklärung. Gordon.). 1981. Berkeley: University of California Press. MÜHLHER. A. Wolfgang. p. mágicos na literatura contemporânea Magia e estética Metodologia de Ensino 1. n. Metzler. Kohlhammer. Paderborn: Ferdinand Schöningh. 79. Oxford: Oxford University Press. Volker Dahergelaufene und Davongekommene. 2/3. Discussão e análise de textos 3. BROOKE-ROSE.Die goldene Bombe. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht. 1996. v. Zeitschrift für deutsche Philologie. v. HILLMANN. v. n. Stuttgart: W. Studies in Narrative and Structure. Das europäische Kunstmärchen. THALMANN. n. p.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO     Século XX: o maravilhoso transpassado pelo horror Romance de fantasia e outras formas: o maravilhoso e o mítico Pós-modernidade: elementos históricos. Hans. B. n. 1977. Space and Time in the Literary Fairy Tales of Novalis and Tieck. p. 1981. B. 1985. 544-559. Tübingen: Max Niemeyer. Jens. Fünfundzwanzig Kapitel seiner Geschichte von der Renaissance bis zur Moderne. Ludwig Tieck: das vergessene Genie. p. Ironisierte Abenteuer in Märchen von Musäus. SÖRING. Aufl. LEDERER. Darmstadt: Agora. 1979. 1938/40. 1981. Hans Goethes Kunstmärchen 'Der neue Paris' und 'Die neue Melusine'. T. 2. p. Specially of the Fantastic. 37 . Mitteilungen der E. Märchendichtung in Aufklärung und Romantik. Christine A Rhetoric of the Unreal. Hoffmann-Gesellschaft. 100-123. 59. Romantische Kunstmärchen und Erzählungen. p. (University of North Carolina Studies in the Germanic Languages and Literatures. Alison (Ed. KLOTZ. A. Stuttgart: J. 1985. 100. 1990. et al. T. RATH. Menschen im Märchen. Robert Leitmotiv und dialektischer Mythos in E. The Oxford Book of Modern Fairy Tales. 1970. The Kiss of the Snow Queen. TISMAR. 322-334. Stuttgart: J. PETZOLD. Hoffmanns Märchen 'Der goldne Topf'. Cambridge: Cambridge University Press. 1993. 1. Hartmut (Ed. Das englische Kunstmärchen im neunzehnten Jahrhundert. R. 65-96. Volker. 1. 76-113. p. Ihre poetologischen Imaginationen und Spielformen Deutsche Vierteljahrsschrift für Literaturwissenschaft und Geistesgeschichte. 1963. SCHIEBELHUTH. Chapel Hill: University of North Carolina. LINDEMANN. KLOTZ. Untersuchungen zum französischen und deutschen Feenmärchen Deutsche Vierteljahrsschrift für Literaturwissenschaft und Geistesgeschichte. STEFFEN.).). 43. v. Das Märchen und die Moderne. n. Klaus (Hrsg. Hans Christian Andersen and Man's Redemption by Woman. Kunstmärchen. In: ALEWYN. The Boundless Present. GEULEN. góticos. Expressionistische Märchendichtungen und Grotesken. Euphorion. Metzlersche Verlagsbuchhandlung. 4. 1969. Paderborn: Ferdinand Schöningh. 3/4. Wieland und Goethe. Aulas expositivas 2. Wege zum Wunderbaren. 1997 LURIE. Leituras contrastivas Bibliografia BIRRELL. Dieter. Hans. 5-31. 1. 1966. 1985. In: GEERKEN. Jürgen Die Verwirrung und das Wunderbare in Goethes „Unterhaltungen deutscher Ausgewanderten“. Marianne. 95). Formkräfte der deutschen Dichtung vom Barock bis zur Gegenwart. v. Wolfgang. 79-92.

Sophia. Halle: Stekovics. 1995. WÜHRL. assiduidade) . Critérios de avaliação da aprendizagem e atividades de recuperação Para fins de avaliação serão considerados: .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO VIETOR. Paul-Wolfgang. 1984. Geleitwort von HansJoachim Mähl. Geschichte. 1). Das Wunderbare in den Märchen von Goethe und Novalis. (Texte aus dem Novalis-Schloß.seminário . Heidelberg: Quelle & Meyer. Das deutsche Kunstmärchen.trabalho final: discussão de tópicos abordados ao longo do curso e comentário analítico sobre um ou mais contos de fadas Ementa Estudo dos contos de fadas modernos e outros gêneros que se desenvolveram a partir de elementos provenientes do conto popular.participação ao longo do curso (leituras efetuadas. 38 . Botschaft und Erzählstrukturen.caso haja um número reduzido de participantes .

 Estudar.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: EDUCAÇÃO DO PORTADOR DE DISMOTRIA CEREBRAL ONTOGENÉTICA: ESTIMULAÇÃO E TRATAMENTO. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): Unidade I – Conceito e caracterização das Encefalopatias Crônicas Infantis Não Progressivas e a Distrofia Cerebral Ontogenética. e aplicar os diferentes métodos e instrumentos de intervenção educativa.  Analisar e julgar as abordagens mais facilitadoras do processo educativo. CÓDIGO : PDE7369 SERIAÇÃO IDEAL: Diurno e Noturno – 1º Semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS :  Conhecer e compreender a DCO. Tarefas evolutivas da espécie.  Conhecer os quadros diagnósticos e seus respectivos prognósticos quanto ao desenvolvimento e aprendizagem. 39 . sua etiologia e sintomas. Unidade II – Classificação da DCO por comprometimentos (plegias) e funcionalidade (praxias).

M. Paralisia cerebral./1992. Tomas Filadoro. TORRE. PFEIFER L. maiojun. Integração dos Métodos Bobath e Peto para o tratamento educativo em crianças portadoras de paralisia cerebral. FERRARETO. Desenvolvimento psicomotor da mão. 1978. Possibilidades Educativas da intervenção precoce á inclusão escolar./1995. A presença é indispensável devido à natureza dos conteúdos. BOBATH. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : A avaliação será processual ou seja. As possibilidades de inclusão escolar. V. Temas sobre Desenvolvimento. L. Unidade IV – A interdisciplinaridade da intervenção educativa.3.5. Guia de deficiências e reabilitação simplificada. Peto. Kabat.8. 1994. Atividade de recuperação: prova escrita.8. Utilizar-seão diapositivos e filmes para complementar as apresentações e discussões. 1992. L.26. _____. 2. _____.-fev.. Bases do tratamento por estimulação precoce da paralisia cerebral. ZERBINATTI. Rio de Janeiro: Enelivros. I. O. Washington. v. Temas sobre desenvolvimento. NARDI. contínua.6. C. SCHWARTZMAN. Deficiência motora em pacientes com parálisis cerebral. In: Síndromes de Paralisis Cerebral. Escalas de Desenvolvimento: Portage. M. ano 2. J. S.-ago. A avaliação formal será realizada por provas escritas e orais. v.48.-abr. Abordagem por estudo de casos. n. 1973. mar. Desarrollo motor em distintos tipos de parálisis cerebral. Brunet-Lezine. M. B. n. n. Bobath. São Paulo: Memnon. 1982. Base neurofisiológica para tratamento de uma parálisis cerebral. Brasília: CORDE. R. _____. São Paulo: Memnon. SOUZA. v. 1998. Quadros diagnósticos e prognósticos. Aspectos psicossociais em crianças portadoras de paralisia cerebral.31. Paralisia cerebral: aspectos práticos. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. C. n./1993. maio-jun. _____. Temas sobre desenvolvimento. 1976. BOBATH. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Caracterização da Distrofia Cerebral Ontogenética enquanto encefalopatia crônica infantil não progressiva. S. Pep-R.. Buenos Aires: Editorial Médica Panamericana. jul. Comprometimento motor e aquisição de habilidades cognitivas em crianças portadoras de paralisia cerebral.ed. ALVES. J. R. jan./2000.-out. Temas sobre desenvolvimento. K. Estimulação essencial. a partir da leitura dos textos.. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : BOBATH. Equipamentos alternativos de adaptação para crianças com paralisia cerebral. Temas sobre desenvolvimento.6. set. M. Trad. Buenos Aires: Editorial Médica Panamericana. n. Os trabalhos de observação e intervenção também serão avaliados. I. Gesell. Temas sobre Desenvolvimento. 1984. Buenos Aires: Acoervil. Transtornos cerebromotores en el niño. SCHEWINSKY. A. 1976.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Unidade III – Métodos de tratamento e educação: Doman-Delacato. Prevenção e tratamento precoce das deficiências mentais e da paralisia cerebral. Educação condutiva (Método Peto). J. 40 .. Buenos Aires: Editorial Médica Panamericana. ano I. K. SAMARÃO BRANDÃO. WERNER D. RODRIGUES.13./1992. v. n. Poderá haver acompanhamento de sujeitos em atendimento. dialogadas. A. Buenos Aires: Editorial Médica Panamericana./1997.

OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 hs DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: TEÓRICA/PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: 41 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Didática IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: EDUCAÇÃO E LUTA DE CLAS SES NO BR ASI L CÓDIGO : DDA 147 8 SERIAÇÃO IDEAL: 2º sem.

A Política Educ acional pós -1964. As lutas ideológicas em torno da e ducaç ã o: “O Manifesto dos Pioneiros da Educação ” Expansão escolar e contenç ão da demanda: conflito e interesses das classes sociais no processo histórico. Política e ducacional: a ex pansão escolar do ensino público e do ensino privado. Análise da expansão escolar brasileira e a s políticas de formação de professores. 1995. Moaci Alves. A Constituição de 1946. 1998. Educaç ão: tem as polêmicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Titulo e discriminação das unidades): Evolução do Ensino no Brasil até 1930. LDB fá cil: leitura crítico com preensiva: artigo a artigo. A Lei nº 5692/71. A Educação escolar com a L DB nº 9 394/9 6. A Nova LDB nº 9394/96. A Lei de Diretrizes e B ases da Educa ção N acional. A Lei nº 4024/61. CARNEIRO. Rio de Janeiro: Vozes. qualida de do ensino e verbas para a educa ção escolar. Expansão de va gas. José Mario Pires. São P aulo: Martins Fontes. Educação e desenvolvimento brasileiro nos anos de 1930. 42 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO OBJETIVOS: Análise da expansão escolar brasileira e s ua relação com os interesses das classes sociais no Brasil. O ensino médio e o ensino profissionalizante na história do Brasil. Análise da expansão escolar brasileira e o desenvolvimento industrial brasileiro. METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas: debate Seminários: debate Exposição de f ilmes BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZANHA.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 197 8. Política educacional de formação de professores. I bitinga – SP : Humanidades. E duca ção popular e educa ção de adultos. de. ROMANELLI. São Paulo: Moraes. & GOES. Sã o Paulo: Corte z. Cul tura e sociedade no Brasil: ensaios sobre idéias e formas. Porto Alegre: L & PM. São Paulo: Loyola. Petrópolis. Carlos Nelson.A. O golpe na educação. 1991. História da Educação Brasileira: a organização escolar. Belo Horizonte: Oficina de Livros. São Paulo: Corte z Autores Associados. Formação de professores para o próximo milênio: novo locus? São Paulo: Annablume. Educação e desenvolvimento social no Brasil.Alves. Luiz Antonio. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Participação nas aulas e nos debates – 2.1985. História da Educa ção no Brasil. RIBEIRO. Vanilda P ereira. Otaíza de Oliveira. Maria Luísa Santos. PAIVA. GHIRALDELLI JUNIOR.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO COUTINHO. 1990. Gramsci. 198 3. Maisa Gomes Brandão.5 Prova escrita – 5. 1973. 20 00. 1981.1979. Rio de J aneiro.0 EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A expansão escolar no contexto da industrialização e sua relação com as classes sociais no Brasil. 43 . CUNHA. Expansão escolar e contenção da demanda: conflito e interesses das classes sociais no processo histórico. CUNHA. Pe da gogia e luta de classes no B rasil. Carlos Nelson. Rio de Janeiro: F. COUTINHO. L. Concepção dialética da educ ação: um estudo introdutório. GADOTTI. Moacir. 1981.5 Trabalhos de pesquisa – 2. Paulo. 1930 -1937. História da Educação. KULOC. 1990. ______.M..

política e influências teóricas: modernidade ou pós-modernidade 2. Gênero. Diálogos com a psicanálise e as teorias sociais: sujeito. alteridade 4.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado e Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA: ESTUDOS DE GÊNERO CÓDIGO: SOC1376 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: SEMESTRAL CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( X ) Introdução à Sociologia Não há DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 60 OBJETIVOS: Estudo das Teorias de Gênero nas Ciências Sociais e suas relações com o Feminismo e com as Teorias Sociológicas Contemporâneas. identidade. Políticas do corpo e da sexualidade 44 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Política e metodologias: gênero. raça/etnia 3. classe.

L. Delphy. Fraisse. BORDO. BUARQUE DE HOLANDA. R. M. N. 2004. Gênero e transformações sociais METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas. BUARQUE DE HOLANDA. 217-250. Pós-modernismo e as relações de gênero na teoria feminista. 1997. 2000. S. Collin. p. In Pós-modernismo e política. corpo. Rio de Janeiro: Rocco. Gênero. 45 . SCAVONE. Perrot. conhecimento. O corpo e a reprodução da feminilidade: uma apropriação feminista de Foucault. NICHOLSON. São Paulo: EDUNESP. 1994. Dar a vida e cuidar da vida. J. 9-41. Revista Estudos Feministas. H.). 72-98. Cadernos Pagu (11).UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5. Interpretando o gênero. L. Raça e gênero: o papel da analogia na ciência. (org.). R. In: JAGGAR. H. p. Rubin. assim como do diálogo que desenvolveram com a Sociologia e as demais Ciências Humanas. (org. L. Fraser. p. Butltler. discussão dos textos e seminários BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BUTLER. 8 (2). CFH/CCE/UFSC.. STEPAN. J. BORDO. A. S. 11-42. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Prova escrita e trabalho Atividade de Recuperação: EMENTA: Conhecimento das matrizes teóricas do feminismo e dos estudos de gênero (Beauvoir. 19-41. FLAX. In Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Record/Rosa dos Tempos. 1992. Saffioti). p. Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do “pós-modernismo”. Rio de Janeiro: Rocco. Feminismo e Ciências Sociais. Scott. 98: p.

principalmente no que tange à reformulação estética da lírica tradicional.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA : FACE DISFORME DA MODERNIDADE: O GROTESCO NA LÍRICA BRASILEIRA DO SÉCULO XIX CÓDIGO: LEM 783 4 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 h D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 30 h PRÁTICA: --TEÓRICA/PRÁTICA: --OUTRAS: --- N Ú ME R O MÁX I M O D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: sem limite AULAS PRÁTICAS: --AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: --O B J E T I VOS : A disciplina tem como propósito observar as manifestações do grotesco na lírica dos poetas brasileiros ligados aos postulados estéticos do romantismo a fim de evidenciar a ligação entre a categoria estética do grotesco e os elementos que caracterizam a lírica moderna. É conhecida importância do grotesco na configuração de uma nova poesia no cerne do romântico que deixaria frutos nas estéticas posteriores. Por conta disso. poder-se-ia tomar o grotesco como uma categoria que serve ao entendimento de muitas das idiossincrasias da poesia moderna. Ora. a literatura romântica brasileira atesta exemplos de poetas cuja marca de singularidade 46 OUTRAS: --- . inclusive nas vanguardas.

mesmo que suas obras não estejam inseridas no contexto estrito do romantismo – além dos românticos. W.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO deixada na tradição estética nacional deve-se em muito aos elementos grotescos presentes em sua obra.Álvares de Azevedo e Bernardo Guimarães: humour e aclimatamento da ironia grotesca. desenvolvimento das estéticas de fin-de-siècle e. Não parece gratuito o fato de que as características apresentadas por esses poetas podem ser observadas em toda a lírica moderna.Aulas expositivas . . .Teófilo Dias. .Cruz e Sousa: fin-de-siècle e estética do bizarro. 198? ALBERTI. anterior ou posterior a eles. as considerações a serem feitas incidirão sobre a obra de epígonos do romantismo. . cujas manifestações culturais são determinantes para o engendramento do romantismo.Grotesco e lírica: Românticos e estéticas de fin-de-siècle. Teoria da estética.Grotesco e romantismo . . e de poetas já às raias de práticas do século XX. particularmente Inglaterra. .A gênese de motivos grotescos em mitos ctônicos. O riso e o risível na história do pensamento. conseqüentemente. Rio de Janeiro: Zahar. 1999. São Paulo: Martins Fontes. T. . 47 . a disciplina buscará traçar paralelos entre as obras dos poetas brasileiros e manifestações do grotesco na literatura de outros países.Discussão e análise de textos em sala de aula B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ADORNO.Motivos grotescos no romantismo. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): .Pedro Kilkerry: grotesco via tortuosa ao novo. Tradução de Artur Morão.Augusto dos Anjos: teratologia e niilismo. simbolistas. Os poetas cujas obras serão consideradas na disciplina são tributários do romantismo.Estética romântica e grotesco no Brasil .História estética do grotesco: das artes plásticas à literatura. Como o grotesco possui uma história que transcende a literatura brasileira e o contexto da literatura e que se confunde com a própria história do romantismo. Fontoura Xavier e Wenceslau de Queirós: a lira anômala no parnaso. o que permite que eles sejam vistos como representantes de uma vertente profícua no fenômeno estético moderno. França e Alemanha. maturação do fenômeno grotesco na lírica. V. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : . .

G. JNL. W. Homo Aestheticus: a invenção do gosto na era democrática. La Littérature et le Mal. 1994. Tradução de Antonio Carlos Viana. São Paulo: Edusp/ FAPESP. Caldas. 1989. Tradução de José Martins Barbosa e Hemerson Alves Baptista. São Paulo: Imaginário. 1998. Paris: Librairie Nizet. BALAKIAN. DURAND. A educação pela noite e outros ensaios. Baudelaire critique d'art: étude et album. 1980. L. Estrutura da lírica moderna: metade do século XIX a meados do século XX . BATAILLE. São Paulo: Ensaio. Brasília: EDUNB / São Paulo: Hucitec. FRIEDRICH. Tradução de Antônio Ramos Rosa. 1985. L. BURWICK. BENJAMIN. Tradução de J. 1964. FOUCAULT. São Paulo: Perspectiva. Paris: Societé d'édition d'enseignement supériur. MEC. Paris: Gallimard. Curioni (texto) e Dora F. 1985. São 48 . L'esthétique de Baudelaire. Porto Alegre: L&PM. Erotismo e literatura. C. C. CASTEX. F. 197?.B. São Paulo: Ática. CAROLLO. Tradução de Marisa M. H. O Belo e Disforme: Álvares de Azevedo e a Ironia Romântica. Tradução de Plínio Augusto Coelho. 1993. 1987. São Paulo: Brasiliense. The Haunted Eye: Perception and Grotesque in English and German Romanticism. M. Escritos sobre arte. São Paulo: Ática. DURIGAN. Heidelberg: Winter. Psichologie des fleurs du Mal. 1989.A. M. L'imagination symbolique: Presses Universitares de France. A cultura popular na idade média: o contexto de François Rabelais. 1969. 1987. 1998. A. BAUDELAIRE. BOPP. A.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ALVES. Brasília: Livros Técnicos e Científicos. G. CANDIDO. Tradução de Yara Frateschi. A. P. G. Decadentismo e Simbolismo no Brasil: crítica e poética. FERRY. BAKHTIN. O Erotismo. 1957. J. _______. 1966. s/d. Genève: Libraire Dorz. O Simbolismo. A. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. FERRAN. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. da Silva (poesias). C. Lisboa: Portugália. Tradução de Eliana Maria de Melo Sousa. L.

1958. D. 198? MUECKE. São Paulo: 49 . K. 1983.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Paulo: Duas Cidades. 1986. Rio de Janeiro: Paz e Terra. P. J. HUYSMANS.) O Romantismo. São Paulo: Perspectiva. Paris: Armand Colin. Le désir d'emprise dans À Rebours de J. Mem Martins: Europa América. Méssage poétique du symbolisme. São Paulo: Perspectiva. 1965. São Paulo: Perspectiva. Analítica do Belo. 1982. Tradução de Claudio Willer. Parnase et Symbolisme. São Paulo. Paris: Gallimard. 1988. GOLDESTEIN. HUGO. La poesié depuis Baudelaire. GUINSBURG. K. 1991. Do Penumbrismo ao Modernismo: o primeiro Bandeira e outros poetas significativos. São Paulo: Perspectiva. O Grotesco: configuração na pintura e na literatura. EDUSP. O Maneirismo: o mundo como labirinto. MORIN. MARTINO. As conseqüências da Modernidade. I. MICHAUD. 1980. E. Abril Cultural. Paris: Librairie Armand Colin. Tradução de Rubens Rodrigues Torres Filho. À Rebours. H. LAUTRÉAMONT. LEMAITRE.. São Paulo: Mestre Jou. Paris: Nizet. Tradução de João Guerreiro Bofo e Adelino dos Santos Rodrigues. G. KAYSER. 1981. C. LIMAT-LETELLIER. Tradução de J. A. Do Grotesco e do Sublime. 1974. 1966. H. Tradução de Célia Berrentini. Guinsburg. Tradução de Walter H. Introdução à Modernidade: prelúdios. V. Tradução de Jehovanira Crysóstomo de Sousa. N. KANT. 1969. J. HOCKE. Vol 2. Tradução de Raul Fiker. W. Geenen. GIDDENS A. Tradução de Geraldo de Souza. 1978. 1990. Ironia e o irônico. O homem e a morte. Huysmans. 2003. LEFEBVRE. HAUSER. Paris: Lettres Modernes. Os cantos de Maldoror. vol 2. História social da literatura e da arte. São Paulo: Editora UNESP. G. (Org. São Paulo: Max Limonad. 1977. N. São Paulo: Ática.

Absurdas fantasias. MURICY. 1992. Trad. 1994. 1994 (Biblioteca Pólen). Petrópolis: Vozes. Os filhos do barro: do romantismo à vanguarda. O poema: leitores e leituras. G. 1989. São Paulo: Siciliano. e PAIVA. C. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura. PAZ. Tradução de Roberto Schwarz e Márcio Suzuki. OCTÁVIO FILHO. Rio de Janeiro: Departamento de Imprensa Nacional. 250). pref. Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação dos principais poemas. PRAZ. 1994. 1983. In: BOSI. Panorama do movimento simbolista brasileiro. D. 2001. _______. O Arco e a Lira. Espantosas realidades. TELES. A filosofia da composição In:______. M. 1956. Poemas e ensaios. Moretto e Guacira Marcondes Machado. 1995. 1952. M. 2002. Tradução de Olga Savary.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Perspectiva. Amor e erotismo. PEYRE. L. POE. 1962. Conversa sobre a poesia e outros fragmentos. manifestos. Tradução de Olga Savary. M. Tradução de Philadelpho Meneses. 1970. R. De Baudelaire ao Surrealismo. SODRÉ. O. sua evolução. São Paulo: Iluminuras. Globo. Cotia: Ateliê.. A escola byroniana no Brasil: suas origens. SCHLEGEL. E. A literatura simbolista. A. (Debates. O império do grotesco. A dupla chama. J. Tradução de Maria Helena Nery Garcez e Maria Clara Rezende Teixeira Constantino. de 1857 a 1972. RABELLO. Nova Fronteira: Rio de janeiro. A carne. RAYMOND. F. I. Tradução de Oscar Mendes e Milton Amado. prefácios e conferências vanguardistas. Poesia ingênua e sentimental. Viviane et al. R. _______. São Paulo: EDUSP. Rio de Janeiro: São José. decadência e desaparecimento. Rio de Janeiro: Mauad. 1997. PIRES. São Paulo: Iluminuras. Friedrich. Tradução Waldyr Dupont. a morte e o diabo na literatura romântica. Simbolismo e Penumbrismo. H. de A. São Paulo: Ed. Tradução de Fúlvia M. M. 1999. São Paulo: Cultrix / EDUSP. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1994. A. 50 . Campinas: Editora da Unicamp. de. e notas Victor-Pierre Stirnimann. SCHILLER.

O sublime romântico. São Paulo: Cultrix. T. 1993.apresentação de seminários e/ou entrega de fichamentos. . O Castelo de Axel: Estudo sobre a literatura imaginativa de 1870 a 1930. WILSON. 1994. Tradução de José Paulo Paes. EMENTA: Considerações sobre as manifestações da categoria estética do grotesco na lírica brasileira do século XIX e sua relação com o programa estético da modernidade. 51 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO WEISKEL.trabalho final ou prova. Tradução Patrícia Flores da Cunha. Rio de Janeiro: Imago. E. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Para fins de avaliação serão considerados: .

de modo especial.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Departamento Responsável: Lingüística Identificação da Disciplina Código: LNG1033 Nome da disciplina: FONÉTICA DE LABORATÓRIO Seqüência aconselhada: ( ) Obrigatória (X) Optativa Pré-requisito: Créditos: 02 Carga Horária total: 30 horas Teórica: 30 horas Prática: Número máximo de alunos por turma: 30 Objetivos Proporcionar uma complementação à formação básica dos alunos.2 Tabelas e gráficos.2 Análise acústica de segmentos fonéticos.1 Exercícios de análise acústica. Sendo um curso eminentemente prático e voltado.3 Apresentação de trabalhos de fonética instrumental.3 Programas de análise acústica: Praat. 3 Atividades práticas: 3. Elements of General Phonetics. SFS.1 Teoria acústica da fala. Bibliografia ABERCROMBIE. etc. 1. A fonética se serve não só das análises auditivas mas também de análises obtidas de registros instrumentais. 2. 52 . 3. 1. Metodologia de Ensino Os estudos fonéticos constituem uma base indispensável aos estudos lingüísticos de qualquer outro nível. 2.1 História das pesquisas instrumentais da fala. 3. para dados da Língua Portuguesa. Conteúdo Programático 1 As pesquisas instrumentais da fala: 1. 1967.2 Análise articulatória vs análise acústica. É preciso um treinamento especial para se poder comparar dados auditivos com registros instrumentais da fala e vice-versa. D. contribui para melhorar o conhecimento dos alunos a respeito da fala da Língua Portuguesa. 2 Fonética acústica: 2. Edinburgh: Edinburgh University Press. tendo também como objetivo despertar o interesse pelos estudos mais avançados de fonética e de fonologia.3 Análise acústica da prosódia da fala.

P. HALLIDAY. FANT.. LAVER.. A course in spoken English: intonation. A.). C. Oxford: Calendon Press. 1994. F. G. W. 1970. D. Cambridge: The MIT Press. 1981. G. MASSINI-CAGLIARI. FRY. fonética articulatória e fonética auditiva. Phonetic Symbol Guide. Cambridge: Cambridge University Press. Elementos de fonética do português brasileiro. 137-151. A. In: MUSSALIM. 1988. ______. 309-333. relatórios de leitura. by Ilse Lehiste. Atividades de recuperação: prova escrita. M. I. ed. A practical introduction to phonetics. 1992. A. 1967. M. 1977. São Paulo: Editora Cortez. C. Three Areas of Experimental Phonetics. London: Oxford University Press. p.. BENTES. Manual of Phonetics. ______. Fonética. (Org. The Principles of the International Phonetic Assocition. Speech Sounds and Features. Chicago: The University of Chicago Press. p. W. London: Secretary to IPA. Prosódia: algumas funções dos supra-segmentos. by Bertil Malmberg. Inc. HARDCASTLE. B. New York: Harcourt Brace Jovanovich. Campinas. LADUSAW. Preliminaries to Linguistic Phonetics. 23. Introdução à Lingüística: domínios e fronteiras. LADEFOGED. Cadernos de Estudos Lingüísticos. A. Cambridge: The MIT Press. IPA. 2001. Reading in Acoustic Phonetics. 1968. J. C. ______. LEHISTE.. 1975. Minimal Rules for Synthesizing Speech. Campinas. The physics of speech. CATFORD. Edinburgh: Edinburgh University Press. 105-146. Relação entre fonética acústica. p. 1967. Prática de leitura e de interpretação de dados instrumentais: palatogramas e dados acústicos. K. J. ______. L. p. et al. 53 . ______. Principles of Phonetics. 1973. J. Tese (Livre-Docência em Fonética e Fonologia) – Instituto de Estudos da Linguagem. PULLUM. CAGLIARI. LIBERMAN. Cambridge: The MIT Press. Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação O aproveitamento dos alunos na disciplina será feito através de monografias. A course in phonetics. Amsterdam: North-Holland Publishing Co. Fundamental Problems in Phonetics. ed. Cambridge: Cambridge University Press. 1986. LAVER. 1949. L.. 1971. trabalho de análise e de interpretação de dados e freqüência às aulas.. 185 f. 1970. A Handbook of Phonetics. K. G. 2000. A categorização dos sons da fala. Ementa Introdução à fonética acústica. 333-342.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CAGLIARI. n. Chicago: The University of Chicago Press. Oxford: Oxford University Press. Suprasegmentals. C. 1979. Universidade Estadual de Campinas. Oxford: Blackwell. 1982. University College. História da fonética de laboratório. The Articulatory Possibilities of Man.

D. Metodologia de Ensino 1 Aulas expositivas. procedimentos. Campinas. Tese (Doutorado em Lingüística) – Instituto de Estudos da Linguagem. Campinas. M. 2001. Através desse conhecimento. Campinas: Edição do Autor (Livraria Pontes). Tese (Livre-Docência em Fonética e Fonologia) – Instituto de Estudos da Linguagem. 1997. alguns processos fonológicos. 3 Sessões coletivas de transcrição fonética com falante de língua indígena. 5 Compreensão de transcrições fonéticas e análise fonológica de língua indígena brasileira. 2001.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Curso: Letras Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena Departamento Responsável: Lingüística Identificação da Disciplina Código: LNG9824 Nome da disciplina: FONÉTICA E FONOLOGIA DE UMA LÍNGUA INDÍGENA BRASILEIRA Seqüência aconselhada: ( ) Obrigatória (X) Optativa Pré-requisito: Créditos: 02 Carga Horária total: 30 horas Teórica: 30 horas Prática: Número máximo de alunos por turma: 30 Objetivos Ao final da disciplina.. ______. Universidade Estadual de Campinas. C. FARGETTI. 1990. 4 Exercícios. C. 4 Análise fonológica (fonêmica): princípios. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. CALLOU. 2 Alfabeto Fonético Internacional: apresentação e uso em transcrições. b) conhecer e utilizar com certa fluência o alfabeto fonético internacional (alfabeto do IPA). o português. Y. 1981. Iniciação à fonética e à fonologia. 185 f. Bibliografia CAGLIARI. 1982. Conteúdo Programático 1 Noções gerais sobre o aparelho fonador e seu funcionamento. L. o aluno deverá: a) ter boas noções de análise fonológica que lhe possibilitem entender o sistema fonológico de uma língua indígena brasileira e avaliar processos fonológicos observados em variado corpus. 317f. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para o modelo fonêmico. 3 Distinção básica entre Fonética e Fonologia. Elementos de fonética do português brasileiro. LEITE. alcançar uma postura de observador de sua própria língua nativa. 2 Pesquisa. Universidade Estadual de Campinas. 54 . Estudo fonológico e morfossintático da língua Juruna. c) distinguir e utilizar tipos diferentes de transcrição (fonética x fonológica).

______. Bibliografia complementar ADALBERT. 17. L.Para o conhecimento das línguas indígenas. Universidade Estadual de Campinas. III. Línguas brasileiras. 3 Relatórios de leituras. C. 2 Exercícios. R. 1977. São Paulo. Mana. 203-343. 2006.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ______. Belo Horizonte: Ed. 1971. 1988. 55 . (1. Porto Alegre: Kuarup. Piracicaba. 2. ______. 1947). Exercícios de fonética e fonologia. Campinas. Viagem ao Xingu.. 143. ______. Rio de Janeiro. NIMUENDAJU. v. Ann Arbor: The University of Michigan Press. através do estudo de uma língua indígena brasileira. Rio de Janeiro. 1948. W. Chicago: University of Chicago Press. PIKE. F. Washington. 124f. S. p. Dédalo. Anais…. COUDREAU. BENTES. n. VILLAS-BÔAS. 4 Prática de transcrição fonética. Céu e terra: relações em um mito juruna. P. K. n. 1988. M. p. Ann Arbor: The University of Michigan Press. v. C. ______. H. MARTINS (FARGETTI). O dois e seu múltiplo: reflexões sobre o perspectivismo em uma cosmologia Tupi. Xingu – o velho Káia conta a história de seu povo. São Paulo: Cortez. São Paulo: Loyola. 1970. Sistemas vocálicos em línguas indígenas brasileiras. A. Ementa Conhecimentos básicos de Fonética e Fonologia. A. Revista Impulso. 11-12. 1986. 1992. Universidade Federal do Rio de Janeiro.21-47. C. 2. Introdução à lingüística: domínios e fronteiras.219-227. MUSSALIM. Phonemics: a technique for reducing languages to writing. LIMA.(Orgs. Itatiaia. 1995. São Paulo: Contexto.. Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação 1 Provas escritas. Handbook of South American Indians. São Paulo: Contexto. Atividades de recuperação: prova escrita. In: SEMINÁRIO DO CELLIP. C. A parte do Cauim – etnografia juruna. 1989. 1. Tone Languages. C. 2003. ed. 1995. v. 1975.. Os índios juruna do Alto Xingu. n. 1996. 1977. Dissertação (Mestrado em Lingüística) – Instituto de Estudos da Linguagem. H. ed.43. 4. 107-121. C. Fonética e fonologia do português: guia de estudos e guia de exercícios. LADEFOGED. Tribes of the lower and middle Xingu river. Belo Horizonte: Itatiaia. Análise fonológica da língua Juruna. 2001.). RODRIGUES. FARGETTI. Londrina: UEL. Brasil: Amazonas – Xingu (pelo) Príncipe Adalberto da Prússia. A Course in Phonetics. p. SILVA. São Paulo: Edusp. 1992. T. bol. e O. Tese (Doutorado em Antropologia) – Museu Nacional. 2v. 2001. p. T. 480f. São Paulo: Edusp. 1972. v. Londrina.2.

Elementos da Música 6. a imaginação. Sensibilização Musical 2. Escuta Musical 3. Períodos Históricos e seus Compositores 7. porém. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. além de notações e teorias musicais. debates e discussões acerca do tema examinado. e vivências das atividades práticas. Danças e Brincadeiras 5. por se constituir em espaço destinado a incentivar também a sensibilidade estética. 56 . Parâmetros do Som 4. seminários.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: FUNDAME NTOS D E EDUC AÇÃO FORMAÇ ÃO DE PR OFESS ORE S MUSIC AL PAR A A CÓDIGO: PDE 7 547 SERIAÇÃO IDEAL: não há OBRIGATÓRIA ( ) OPT ATIVA ( x ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 ESTÁGIO ( ) CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA:04 OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 30 OUTRAS: O B J E T I VOS : A disciplina tem por objetivo fornecer subsídios para o professor analisar e compreender a função educativa da música para a aprendizagem e o desenvolvimento de crianças. Canções. bem como iniciá-lo no aprendizado dessa linguagem indo. Instrumentos de Orquestra e da Música Popular ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : As aulas serão desenvolvidas sob a forma de leitura e estudos dos textos básicos . e o potencial criativo dos alunos.

MORI. Rio de Janeiro: Kosmos Editora. Brasília: MusiMed. Tese (Doutorado). ed. ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA: erudita. A educação criativa: possibilidade para descobertas. I.. 3.) Campinas: Papirus. M. 1990. CASTANHO. 2000. Porto Alegre: Artes Médicas. Educação Musical: uma abordagem interdisciplinar das práticas musicais para compreender a heterogeneidade em sala de aula.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ALFAYA. WECHSLER. Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). Terminologia de uma nova estética da música. seminários e avaliações das atividades práticas propostas. 2001. Elementos Básicos das Estruturas Musicais.uma proposta para vivência dos elementos musicais. São Paulo: Art Editora. provas escritas. e CASTANHO. Frei P. Dicionário Musical. E. E.I. FAZENDA. 1997. L. Brasília: MusiMed. São Paulo: Cortez. 1996. e PAREJO. Metodologias e tendências.D. São Paulo. PUC. Música: a força virtuosa que falta à Educação. Solfejo curso elementar. 117p. S. (org. Contribuições do desenvolvimento expressivo-musical multimodal para o processo de formação do professor e sua prática pedagógica. 1976. E. GONÇALVES. PUC. S. folclórica e popular. O sentido histórico de nossa herança cultural. São Paulo. Brasília: MusiMed. C. 4. 2000. pedagogia musical e a escola. et al. O sentido da música na Educação: uma investigação interdisciplinar. M. (orgs) Campinas: Papirus.M. E. _________. G. PAREJO. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Relações entre educação musical. vols. ed. São Paulo: Copyright by autores. Rio de Janeiro: Enelivros. ed. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Avaliações específicas utilizando-se. H. A educação musical e o novo paradigma. 1999. MED. In Temas e Textos em Metodologia do Ensino Superior. ed. Teoria da Música. 1 e 2.A. SNYDERS. O. M. LACERDA. SINZIG. São Paulo: Ricordi. 2003. 1979. 2001. Z. Pedagogia musical brasileira no século XX. M. KOELLREUTTER. São Paulo: Fermata do Brasil. B. CAMPOS. Dissertação (Mestrado). Teoria elementar da música. 9..E. Diferentes possibilidades de recursos e procedimentos didáticos para o desenvolvimento de sensibilidades estéticas e artísticas e da comunicação não-verbal.C. O. A escola pode ensinar as alegrias da música? 3 ed. GARDNER. 2. PAZ. WILLEMS. Mentes que criam. São Paulo. para tanto. 1996. H. 2003. Porto Alegre: Movimento.A. In A virtude da força nas práticas interdisciplinares. M. Musicalizar. 1977. 1987. 57 . J. BIAGIONI. Dissertação [mestrado]. 1995. 2003.

do livro e das bibliotecas. CÓDIGO: LEM 775 7 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral (Primeiro semestre de 20 06) CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30h D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA E PRÁTICA: 2h OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA AULAS TEÓRICAS: AUL AS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS: 40 OUTRAS: O B J E T I VOS :  Realizar uma abordagem diacrônica e panorâmica da leitura.  Apresentar uma visão sintética da metodologia e das possibilidades de pesquisa em história da leitura.  Proporcionar aos alunos um conhecimento básico a respeito da história da leitura. do livro e das bibliotecas. DO LIVRO E DAS BIBLIOTECAS.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: HISTÓRIA DA LEITURA. 58 .

Campinas. – A estética da recepção e a ressurreição do leitor – Por uma história das bibliotecas.1989. (História & Reflexões) CHARTIER. Tradução Fúlvia M. Belo Horizonte: Autêntica. Queiroz. O aparecimento do livro.A escrita através dos tempos. A ordem dos livros. – A imprensa. 2003. Henry -Jean. BARATIN.Perspectivas tecnológicas do livro e da leitura. Marc. . 2000. UNESP. Robert. – As várias mortes do autor e do leitor. Peter (org. Lawrence. 59 . A conturbada histó ria das bibliotecas. O livro no Brasil. – Cânone e índex. MARTIN. Leitura. discussão coletiva de textos previamente distribuídos e atividades de pesquisa extraclasse. T.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 . 2002. São Paulo: EDUSP.) A escrita da história. – Trajetórias do livro na Europa e nas Américas. – Dos primórdios do livro. Márcia (org. In: BURKE. Brasília: Ed. Tradução Mary Del Priori. Tradução João Ver gílio Gallerani Cuter. André. O poder das bibliotec as: a memória dos livros no Ocidente.Morett o e Guacira Marcondes Macha do. – Uma disciplina multirreferencial e transdisciplinar .Pesquisas em História da Leitura. . 1992. São P aulo: Co mpanhia das L e tras. Tra dução Marcela Mort a ra. p. BATTLES. UFRJ. História & Livro e Leitura. GINZBURG. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. UNESP/HUCITEC. JACOB. BELO. São Paulo: Ed. São Paulo:Ed.Tradução A. a Guttenberg.Condições materiais da leitura na modernidade. Lucien. 2000. Roger. História e História da leitura. São Paulo:Planet a do Bra sil. HALLEWEL. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABREU. no mundo antigo.1992. 1994. DARNTON. o livro e as bibliotecas no Brasil. UnB. Christian.O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela Inquisição. L. 2 ed. Matthew. Carlo. Rio de Janeiro: Ed.199-236 FEBRE.). História da leitura. São Paulo: Mercado de L etras/FAPESP/ALB.

A palavra escrita: história do livro.A imprensa e o livro na Europa e nas Américas.Cânone e índex. 60 . Tradução Joha nnes Kretschmer. 3 ed. JOUVE. MARTINS. Síntese histórica do livro. 2 001.Pesquisas em História da Leitura. Wilson.São Paulo: Ed. A formação da leitura no Brasil. Traduçã o Carlos Vogt . . Tradução Brigit te H ervot.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 2005. São P aulo: Ed. São Paulo: Companhia das letras. 2 002. . Sobre a lei tura. Marcel. José Barbo za. Regina. . . Uma história da leitura. 2 ed. 2002. 34. São P aulo: Ática. . 1979. Marisa. da imprensa e da bibliote ca. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Duas provas bimestrais.A escrita através dos tempos. LAJOLO. .O livro no mundo antigo. . O ato da leitura: uma teoria do efeito es tético. 2. Tradução Pedro Maia Soares. PROUST. 199 9. Campinas: P ontes. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): . Exercícios a serem realizados extra-classe.Situação do autor e do leitor no tempo e no espaço. São Paulo:I BRASA. Vol. 3 e d. São Paulo: Ática. MANGUEL. MELLO. ZILBERMAN.A estética da recepção. 3 ed. A leitura. UNESP. . Alberto. ISER.Condições da leitura na modernidade. 1997. Brasília: INL. Vincen t. Wolfgang. 199 9.História das bibliotecas.

METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas e discussão da bibliografia. ANUAL/SEMESTRAL: Semestral. 4 Heráclito de Éfeso. CO-REQUISITOS: Não há. as origens do pensamento ocidental. 6 Empédocles. Zenão. os poetas líricos. Anaxímenes. da filosofia em geral. Anaximandro. espera-se que o aluno possa ter uma base filosófica mais sólida para ter maior compreensão dos aspectos abordados nas diversas disciplinas. 7 Platão. Anaxágoras e Demócrito. tendo como base a leitura e a discussão dos fragmentos da filosofia pré-socrática e a apreciação crítica da doxografia existente. 61 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: INTRODUÇÃO À FILOSOFIA GREGA: DOS PRÉ-SOCRÁTICOS A PLATÃO CÓDIGO: LNG 100 9 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) PRÉ-REQUISITOS: Não há. sem contar com o enriquecimento cultural que o estudo da filosofia traz para qualquer estudante de humanidades. CRÉDITOS: 02 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 02 horas TEÓRICA/PRÁTICA: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: ESTÁGIO ( ) CARGA HORÁRIA: 30 horas PRÁTICA: OUTRAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: O primeiro objetivo deste curso é tornar presente nos nossos cursos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1 Origens do pensamento grego: Homero. Hesíodo. voltados para as ciências humanas. O pensamento mítico e as cosmogonias. Começando por Tales e concluindo com Platão. 5 Parmênides. 3 Pitágoras e sua escola. 2 Tales de Mileto. Senófanes de Colofão.

Lisboa: Guimarães ed. São Paulo: DIFEL. Pegado. São Paulo: Edusp/DIFEL. DETIENNE. São Paulo: Hucitec. Madrid: Ediciones F. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A partir da leitura dos fragmentos da filosofia pré-socrática e da doxografia antiga e moderna. Beatriz R. São Paulo: Edunesp. LUCIANO.. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. O julgamento de Sócrates. Tradução de Ísis Lana Borges. 1978. 1996. G. A. España S. introd.ed. J. A origem da tragédia. doxografia e comentários. Diálogo dos Mortos. O Sócrates histórico e o Sócrates de Platão. Fragmentos.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORNHEIM. ______. HAVELOCK. Tradução de Andréa Daher. W. Prefácio a Platão.. dos. Dobránzsky. Os mestres da verdade na Grécia Arcaica. As origens do pensamento grego. W. O problema de Sócrates. M. L. São Paulo: Abril Cultural. Tradução de Maria M. v. México: Fondo de Cultura Económica. Tradução de Enid A. 2.. e notas. 1982. MOSSÉ. BURNET. Trad.-P. O processo de Sócrates. 1996. 1990. Tradução de Arnaldo Marques. V. RAVEN. LEGRAND. F. M. 1973. Introdução aos pré-socráticos. C. 1972. 3. São Paulo: Siciliano. de. NIETZSCHE. São Paulo: Loyola. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores.ed. Tradução e notas de Maria Celeste Consolin Dezotti. STONE. J. Tradução de Carlos A. Seleção de textos e supervisão do Prof..ed. Campinas: Papirus. G. 1991. J. 1972. F. REALE. Tradução de Lucy Magalhães. F. Os pré-socráticos. Campinas: Papirus. Os Filósofos Pré-Socráticos. E. E. 2. La teologia de los primeros filósofos griegos. 1984. 2. 2.ed. São Paulo: Editora Cultrix. Fonseca. Barbosa.ed. HEGEL. 1982. Rio de Janeiro: Paz e Terra. MAGALHÃES-VILHENA. 1988. OS PRÉ-SOCRÁTICOS.1. E. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Tradução de Mauro Gama. (Nova Cultural. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Introdução à história da filosofia. 1981. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1994. G. 1996). José Cavalcanti de Souza. Principium Sapientiae. A. Tradução de Álvaro Ribeiro. CONFORD. Tradução de Ordep José Serra. 1993. J. JAEGER. Tradução de Euclidy Carneiro da Silva. Tradução de Enid Abreu Dobránzsky. Mito e pensamento entre os gregos. Porto: Rés Ed. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Trabalho final escrito abordando um dos aspectos filosóficos vistos durante o curso. Os filósofos pré-socráticos. S.. Tradução de José Gaos. ______. As origens do pensamento grego. São Paulo: Companhia das Letras. 62 . o curso visa a despertar o aluno para as questões da origem da filosofia bem como suas conseqüências no pensamento contemporâneo. Maria A. São Paulo: Hemus. Tradução de Haiganhuch Sarian. DODDS. KIRK. F. C.. PENEDOS. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. G. Os gregos e o irracional. História da filosofia antiga. 1996. G. VERNANT. 1978. R. O despertar da filosofia grega. 1988. Tradução de Paulo Henriques Britto. 1984. E. Á. A. 1983. I. 1996. dos Santos. Tradução de Marcelo Perine.

presentes nos textos ficcionais canadenses. de Catharine Parr Traill “The Rivers that Mada a Nation”. às mudanças sociais e à noção de realismo. John Metcalf 63 . o contato com o novo continente . de Susanna Moodie. de Margaret Laurence “The Yeras in Exile”. a criação literária nos anos 60 e a “short story” Textos escolhidos: “The Charivari” e “The Fire” em Roughing it in the Bush”. de Frederick Philip Grove “The Snob”. a literatura das “prairies” . “Letter IX”. a representação da natureza . de Hugh MacLennan “A Call for Speed”. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): . em The Backwoods of Canada.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : B AC HA R EL A DO / LICENCIATURA PLENA D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA: I NTR ODUÇÃO À LIT ER AT URA ANGLO-C ANADENSE C OM Ê NFAS E NO TRABALHO DE ALICE MUNRO CÓDIGO: LEM 998 5 PRÉ-REQUISITO: Conhecimentos básicos da língua inglesa SERIAÇÃO IDEAL: a partir do 2º ano OPTATIVA (X) ESTÁGIO ( ) CRÉDITOS: 02 crédi tos CARGA HORÁRIA: 30 horas -aula (semestral) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 horas -aula OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Propiciar aos alunos o estudo da Literatura Anglo-Canadense por meio da discussão de questões ligadas à busca da identidade nacional. de Sinclair Ross “The Loons”. de Morley Callaghan “A Field of Wheat”. a formação da nação .

Ontario: Anansi. 1984. MARTIN. Rethinking Canada: The Promise of Women’s History. 1986. MOSS. John (ed). C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Notas de zero a dez obtidas a partir da participação em aulas. seminários. 64 . London: 1990 ATWOOD. 1998 HUTCHEON. 2001. Toronto: Anansi. J. The Oxford Companion to Canadian Literature. Coral Ann. Critical Essays on Margaret Atwood. Survival. Veronica. de Margaret Atwood “Sociology”.K. 1991. A Short Story of Canada. 1993 RICOU. de Katherine Govier “Letters of Other Worlds” e “Billboards”. New York: Arnold. “Heirs of the Living Body”. Toronto: Oxford University Press. Ontario: University of Waterloo Press. Laurie. de Alice Munro “Betty” e “True Trash”. MCCOMBS.2002 THIEME. The Canadian Postmodern – A Study of Contemporary English-Canadian Fiction. GLEASON.H. MORTON. FRYE. William. Alice Munro – Paradox and Parallel. STRONG-BOAG. NEW. PALMER. 1983. Vancouver. Press. Waterloo. 1993. 1972 BROWN. dis cu ss ã o e m gr u po . A History of Canadian Literature. 1981. s em i n ár io s B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ANDERSON. “Lives of Girls and Women”e “Something I’ve Meaning to Tell You”. (ed) Plotting Change: Contemporary Women’s Fiction. trabalhos de pesquisa. New York. Toronto: McClelland & Stewart. Mona. Paulina. 1996 TOYE. 1988. Russel & BENNET. trabalhos em grupo e participação em atividades extra-classe. EMENTA (Tópicos qu e caracterizam as unidades dos programas de ensino): Introdução à Literatura Anglo-Canadense por meio do estudo da narrativa de autores representativos com destaque para o trabalho de Alice Munro. Future Indicative – Literary Theory and Canadian Literature. Desmond. 1987. 1995 HOWELLS. An Anthology of Canadian Literature in English. provas escritas ou orais. Judith.Press. de Michael Ondaatje ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : A u l as e x po si t i v as . (ed) The Art of Alice Munro: Saying the Unsayable. Northrop. Manchester and New York: Manchester Univ. Toronto: Oxford Univ. Contemporary Women’s Fiction: Narrative Practice and Feminist Theory. Eleonora. a u l as di a l o ga da s . de Rudy Wiebe “The Jack Randa Hoitel”. Ottawa: University of Ottawa. 1993.R. Toronto: McClelland and Stewart. John. W. The Bush Garden – Essays on the Canadian Imagination. London: MACMILLAN. Strategies for Identity – The Fiction of Margaret Atwood. Donna. W. Toronto: Oxford Press. Hall & Company. Toronto: Oxford University Press. Alice Munro. A Reader’s Guide to the Canadian Novel. “Carried Away”. MILLER. MOSS. John (ed) The Arnold Anthology of Post-Colonial Literatures in English. Vertical Man/ Horizontal World: Man and Landscape in Canadian Prairie Fiction. Linda. London: 1989. RAO. 1982. Margaret. Canada: University of Alberta Press. New York: G. Linda.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO “Where is the Voice Coming from?.

O EPIG RAM A E O ROM ANC E EM ROM A CÓDIGO: LNG 979 6 SERIAÇÃO IDEAL: Não há OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 3 horas TEÓRICA/PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 20 AULAS PRÁ TICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Contribuir para a formação literária do profissional de ensino da escola média. considerada aí por intermédio dos maiores expoentes dos gêneros apontados no Conteúdo Programático.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: INTRODUÇ ÃO À L ITE RATU RA LAT INA: A EP OP ÉI A. levando-o a reconhecer e avaliar parte significativa da produção literária da Roma republicana e imperial. 65 .

ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : A. A.). Ciência e poesia. 6v. Tradução de P. 4. M. Farsalia. Introdução.. D. Cabral. Farsalia. Farsalia. CURTIUS. Madrid: Nacional. 1984. 2 v.33-40. 3. 2. E. Madrid: Editorial Gredos S. 2000. 1951. Tradução de C. LIMA. F. Lisboa: Estúdios Cor. B. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Virgílio ou o segundo nascimento de Roma. São Paulo: Hucitec. tradução e notas de Ruth Guimarães. P. Mariner. 1992. Rio de Janeiro: Tecnoprint. CORTE. Introduccion. E. Leão et al. O asno de ouro. della (Org. Introduccion.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. The classical tradition. G. p. HIGHET. A. A epopéia virgiliana e a época de Augusto. In: Uma estranha língua? questões de linguagem e de método. Madrid: Akal. ______. R. Tradução de João Bartolomeu Jr. 1978. Enciclopedia virgiliana. Oxford: Clarendon Press. F. 1995. O romance antigo (o Satyricon e os Metamorphoseon Libri XI). 1989. São Paulo: Edunesp. traducción e notas de Dulce Estefanía. D. São Paulo: Martins Fontes. 2 Seminários. MARMORALE. A poesia epigramática latina. Rónai e T. V. 1984-1991. Roma: Enciclopedia Italiana. H. 2 Fichamentos. Atividades extra-classe: 1 Leituras programadas. (Ediouro – Universidade de Bolso). História da literatura latina. Atividades em classe: 1 Aulas expositivas. traducción e notas de S. Lisboa: Edições 70. 1974. ______. 1996. (Clássicos gregos e latinos. s/d. Pimentel. LUCANO. A. Epigramas. 3). B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : APULEIO. s/d. Introduccion. A epopéia lucaniana e a época de Nero. PARATORE. História da literatura latina. traducción e notas de A. Redondo. E. Literatura européia e Idade Média latina. 66 . Edusp. de S. GRIMAL. MARCIAL.

Tradução de Carlos A. 67 . Pociña Perez. Bianchet. s/d. VON ALBRECHT. Tradução e posfácio de Sandra B. 1997. Nunes. D. Atividade de Recuperação: prova escrita e/ou trabalho de aproveitamento (toda a matéria). tradução de Miquel Ruas. Belo Horizonte: Crisálida.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO PETRÔNIO. de Castilho e Manuel Odorico Mendes. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo dos autores clássicos latinos mais representativos de cada gênero proposto (o épico. Historia de la literatura romana: desde Andrónico hasta Boecio. Barcelona: Herder. VIRGÍLIO. Tradução de Antônio F. Satyricon. 2 v. Introdução de G. Geórgicas e Eneida. Brasília. São Paulo: Gráfica Ed. Eneida. (Ediouro – Universidade de Bolso). São Paulo: Ed. Rio de Janeiro: Tecnoprint. 1983. 2004. Estefanía e A. Tradução castellana de D. UnB. A Montanha. ______. Satiricon. 1949. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Provas escritas e/ou trabalhos de aproveitamento. o da sátira menipéia e o epigramático). Leoni. ______. M. Brasileira.

1. 1.3 Plurilingüismo. 1. 68 .4 Diglossia.1 Variação fonética/fonológica.5 Línguas Pidgins e Crioulas.3 Variação sintática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1 Conceitos básicos: 1. METODOLOGIA DE ENSINO: O conteúdo será trabalhado por meio de: aulas expositivas. b) dominar os conceitos básicos em Sociolingüística.2 Variação morfológica.2 Norma & registro. c) despertar para a variação presente na língua portuguesa. seminários.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: INTR ODUÇÃO À SOCI OL INGÜ ÍSTIC A CÓDIGO: LNG 977 2 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA: 2 horas TEÓRICA/PRÁTICA: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: PRÁTICA: OUTRAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Levar o aluno a: a) refletir sobre as interrelações existentes entre língua e sociedade. trabalhos de pesquisa. 1. 2. 2 Variação lingüística: 2.1 Língua & dialeto. leitura e discussão de textos. 2.

(Org. 1985. Para compreender Labov. L.. 2001. Mimeografado. FAPESP.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FARIA.br/viiicnlf/anais/caderno14-15. São Paulo: EDUSP. (Org. M. Universidade de Évora. MONTEIRO. São Paulo: Ática. TARALLO. D. São Paulo: Ática.). S. 8. NARO. 1997. Acesso em: 29 out. V. (No prelo). Petrópolis: Vozes. v. M. Rio de Janeiro: Edorado Tijuca. TARALLO.. ALKMIN.. NEVES. J. J.). 1987. I. MATTOS E SILVA. PRETI. Campinas: Pontes. Para mim ou para eu? Para quem? Disponível em: <http://www. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: A avaliação será efetuada por meio de: avaliação escrita. seminários. SCHERRE. (Org. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A disciplina Introdução à Sociolingüística visa fornecer ao aluno os conceitos básicos de Sociolingüística e sua aplicabilidade na análise de fatos lingüísticos. F. Falares crioulos: línguas em contato. 69 .html>. T. P. Congresso Internacional .). F. F. 2005. A pesquisa sociolingüística.org. M. A. participação nas discussões em sala de aula. Fotografias sociolingüísticas. FONSECA.500 anos de Língua Portuguesa. Sociolingüística: os níveis da fala. M. TARALLO. Para a História do Português Brasileiro. 1974. ed. F. Sociolingüística. Primeiros Estudos. Garimpando as origens estruturais do Português Brasileiro. em especial da língua portuguesa. 1989. Portugal. São Paulo: Humanitas/FFLCH/USP. V. Tomos I e II. monografia final.filologia. 2000. 2. R.

2. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. "Paradigmas" de tradução: discussão de modelos e procedimentos.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: INTRODUÇÃO AOS CO NCEI TOS DE T RADUÇÃO E SUA INTE RFACE COM A T RADUÇÃO AUT OM ÁTICA CÓDIGO : LEM762 9 SERIAÇÃO IDEAL: a partir do 3º ano OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 horas -aula OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 20 OUTRAS: O B J E T I VOS : Levar os alunos de graduação a familiarizar-se com os conceitos básicos da tradutologia. visando à reflexão sobre a prática tradutória de textos em inglês por meio do estudo dos seus fundamentos lingüísticos e culturais e do seu desdobramento tecnológico materializado na tradução automática. A "Torre de Babel": enquadramento histórico. O tradutor. 70 . 3. cultural e profissional da tradução e do tradutor. a tradução e o computador: apresentação sumária dos temas que serão discutidos ao longo do curso. O ato de tradução: discussão do processo tradutório 4.

. 1987. _____ Tradução desconstrução e psicanálise. n. 19(?) VINAY. As (in)fidelidades da tradução: servidões e autonomia do tradutor. Trabalho em grupo. P. C. BALKAN. B. In: _____ Lingüística e Comunicação. FAPESP. Belgium: Acco. HUMPHREYS.L.. G. AUBERT. GENTLZER. Ática: São Paulo. CAMPOS. Stylistique comparée du français et de l'anglais. 1993. D.Campinas: Ed. STEINER. 1977.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5. Oficina de tradução: a teoria na prática. BERMAN. RODRIGUES. The position of translated literature within the literary polysystem. S. Da tradução como criação e como crítica.P.C. 1985. 1993 NEWMARK. G. UNICAMP. London: Blackwell. Lambert.H. Rio de Janeiro: Imago. F. 1986. São Paulo: Editora UNESP. BASSNETT. 1995. O.Tradução e Diferença. DERRIDA. Oxford: Oxford University Press.. 6. São Paulo: Cultrix. p. MEIJER. Translation Studies.P. L.. São Paulo: Ática. In: Ottoni. Broeck. 1990. & DARBELNET. P. H.. L. São Paulo: Perspectiva. 1977. Paris: Galimard. 1978. Cambridge: Cambridge University Press. Traducción: literatura y literalidad. 1993. Pesquisa dirigida. O que é tradução. 1989. Aspectos lingüísticos da tradução. R. Belo Horizonte: Editora UFMG. Carta a um amigo japonês.E. São Paulo: Ars Poética. D. L'épreuve de l'étranger. SADLER. Planning English sentences. T. 1998. (1977). In: Holmes.31-44. R.) Literature and translation. J. PAZ. p. 1976 VENUTI. O poder da tradução. 2000. After Babel. J. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Leitura de textos selecionados. (Ed. TradTerm. modelagem dos conhecimentos e especificação dos processos. Oxford: Pergamon Press. AUBERT. Barcelona:Trisquets Editores. London: Routledge. J. ARNOLD. Ö. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Fundamentos da tradução ARROJO. (Org) Tradução a prática da diferença.E. J. Machine translation: an introductory guide. Resolução de problemas. J.1981. A TA (tradução automática): traçado de sua história e amostra de seus produtos. S.) Rethinking translation. A. 1993. Contemporary translation theories. Logic in linguistics. CAMPOS. Desafios da tradução cultural (as aventuras tradutórias do Askeladden). São Paulo.C. Paris: Didier. S. F. Campinas: Editora da UNICAMP. São Paulo: Brasiliense. 2002. Approaches to translation. L-G. Van den (Eds. London/New York: Routledge. Cambridge: Cambridge University Press. _____ Torres de Babel. 1994. A face tecnológica dos estudos da linguagem: o processamento automático das 71 .. Tradução automática ALLWOOD. MILTON. l980. 1990. E. DAHL. JAKOBSON. J. 7. APPELT. 1977. PAES. R. Tradução: a ponte necessária. J. ANDERSSON.2.117-127. ZOHAR. R. O planejamento de sistemas de TA: apresentação dos tipos de sistemas. DIAS-DA-SILVA. In: Metalinguagem & Outras Metas. J. London: Methuem. Aulas expositivas e práticas. I. A TA sob análise: testes exploratórios de sistemas de TA e busca de refinamentos.H.. 1992. L.

_____ Bridging the gap between linguistic theory and natural language processing.N. SELLS. C. Elaboração de relatório final sobre o curso. 23-27 September 2003. análise do desempenho qualitativo de um sistema de TA com vistas à busca de soluções para as deficiências encontradas. Translation. CSLI. PEREIRA. 6. Chicago: The University of Chicago Press. Lectures on contemporary syntactic theories. 1949. 5. 272p. NIRENBURG. 2. do tradutor e da tradução automática. 1998. 3. p. Os principais sistemas de TA comercializados. B. P.C. 2001. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): 1. Resolução de exercícios de análise de traduções. In: Locke. 1 CD. O computador. Discussão dos modelos e dos procedimentos técnicos de tradução.). Disponível em : http://www. MIT/Elsevier: 1995. STUBBS. SAMPSON. Produção de resenhas críticas de textos teóricos. Menlo Park. o processamento automático das línguas naturais e a TA (tradução automática). Caracterização panorâmica da tradução.N. Natural language processing in prolog. Interlingual machine translation: a parameterized approach. S. B. 10p. ‘Has machine translation improved? some historical comparisons’. Wokingham: Addison-Wesley Publishing Co. In: Bernard CARON (ed. 1995. San Mateo. Mass. A fidelidade e o significado no ato tradutório. USA. 1995.181-188 MT ARCHIVE Machine Translation Archive.J. Oxford: Oxford University Press. Araraquara. W. In: MT Summit IX. WEAVER. Tipologia dos sistemas de TA.B. Donald. Cambridge. New Orleans. Universidade Estadual Paulista. DORR. Machine translation: a knowledge-based approach. A. 1985. 4. 72 . G. VIEGAS. p. IN: F. F. W.Faculdade de Ciências e Letras. (Eds. dos seminários e/ou trabalhos escritos a partir da seleção apresentada de textos teóricos ou selecionados pelos alunos. Inc.. G. A formação e a atuação do especialista em tradução.. Grosz (eds. E. Oxford: Pergamon-Elsevier Science. Morgan Kaufmann Publishers. English for the computer. p. et al. 7. HUTCHINS.429-92. Pereira.J. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Participação das atividades propostas. SAINT-DIZIER..mt-archive.) 16th International Congress of Linguists.. A. Prolog and natural language analysis./New York: Technology Press of the Massachusetts Institute of Technology/John Wiley & Sons. J. SHIEBER.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO línguas naturais. M Words and phrases.1989. Natural Language Processing. Cambridge. Cambridge: Cambridge University Press. Tese (Doutorado em Letras) .N.info/ Acesso em: 18 set 2004. O tradutor e a tradução através dos tempos. (1995) Computational lexical semantics. 1987. Oxford: Blackwell. P.]. a montagem das bases de conhecimento e a especificação dos processos de TA. 1955.) Machine translation of languages: fourteen essays. et al.15-23. GAZDAR. S.. 1992.

estudos de meio. 73 . 7º ou 8º sem. periódico. 3) Organização: do espaço. nomenclaturas e fundamentos da Pedagogia Institucional Refletir e discutir as inter-relações da Pedagogia Institucional com a Pedagogia Inclusiva.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Psicologia da Educação IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LEITURAS EM PEDAGOGIAS INSTITUCIONAL CÓDIGO: PDE 7571 SERIAÇÃO IDEAL: 5º. interescolar. o conselho de cooperativa. dos subgrupos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (título e discriminação das unidades): 1) Conceito de pedagogia Institucional 2) Instrumentos : correspondência escolar. 6º. do tempo. OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 manhã DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 60 OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: 30 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 30 OUTRAS: OBJETIVOS: Conhecer conceitos.

n. techniques. Madrid: Editorial Popular PEN/IDEN. 140. Économica . 1988. mode demploi. Paris. OURY. FIGARI. 9102. n.321-322. Méthods. CDDP/CRDP. BOLLEN R. CROS Françoise Lyon. L’image de L’établissement. 211 p.R.D. EMENTA Estudo da possível articulação entre pedagogia institucional. Mars-avril 1991. octobre 1985. PPGEDU/UFRS.VASQUEZ. Une pratique danalyse d établissement scolaire. CROS Françoise Lyon. Aprender … sim. n 3. C. PPGEDU/UFRS.227-238. Le projet. Chronique Sociale. Aplicação de instrumentos da PI com crianças de idade escolar ( 7-8 anos) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Baptista. Education permanente. Administration et Éducation. Marc-Henri. 1987. La pédagogie institutionnelle em actes. 1989. 1998. BROCH. 1987. Paris. HOPKINS D. M. BROCH. ( mimeo) Baptista. MARQUELEZE. Marc-Henri. ( mimeo) BERGUER. p. MENDES – VEGUA.P. février-mars 1994. MEIRIEU. A. PERRENOUD. Exercício de um GET ( Grupo de Educação Terapêutico). Phillippe. P. 5-33 CDDP/CRDP. 1990.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO as monografias 4) Aplicações possíveis na educação inclusiva: O GET METODOLOGIA DE ENSINO Estudo de documentos e sistematização em documentos escritos. Pourquoi létablissement scolaire emerge-t-il aujourdhui? Cahiers pédagogiques. décembre 1988. Comment faire un projetv détablissement. 370 p. 1987.R. Cahiers Pédagogiques. Document daide à la conception du projet d école. La pratique de lauto – analyse de létablissement scolaire. F. C. mas como? Porto Alegre: Artes médicas. Mediação pedagógica em perspectiva: fragmentos de um conceito nas abordagens institucional. Ils ont voulu un projet detablissement. M. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A participação do aluno em todas as atividades e a aplicação prática dos instrumentos em situação escolar. n 96. n 25. Nîmes.. Rencontres pédagogiques. n 292/293. sócio-histórica e sistêmica. Animation et Éducation. política da inclusão e estratégias pedagógicas..J. p.D. 126p GET/NANTES. n 67. G. Guy. p. C. Hacia una pedagogia institucional. Pela Construção de um outro olhar sobre a escolarização de sujeitos com psicose infantil. Cycles pédagogiques et projets d’école: facile à dire! Cahiers pédagogiques. Janvier. Reconhecimento de realidades próprias para adequação de rotinas pedagógicas inclusivas através do idearia da pedagogia institucional 74 .. outils pour élaborer ds projets dans etablissements d enseijnement. INRP.

verbos do 1o. demonstrativos e indefinidos 5 . partitivos e “contractés” 2 .  Realizar a leitura e compreensão de textos em língua francesa C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1 .Pronomes pessoais: sujeito. complementos (átonos e tônicos) 75 .Adjetivos: possessivos. grupos nos tempos simples do indicativo e do subjuntivo 3 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LÍNGUA FRANCESA BÁSICA I CÓDIGO: LEM 765 4 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: nihil CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30h OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA E PRÁTICA: 2h OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AUL AS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS: 40 OUT RAS: O B J E T I VOS :  Apreender os postulados mínimos da gramática francesa.Artigos: definidos. indefinidos.Verbos: no condicional e nos tempos compostos 4 . 2o.Verbos: “avoir” e “être”.. e 3o.

Le français de A à Z. Leitura e interpretação de textos. Bescherelle . 1986.. Paris: Le Robert. C. Questões gramaticais. Paris: Hatier/Didier.. Estudo de vocabulário. Grégore. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas.La conjugaison pour tous.Pronomes relativos simples 7. . Chuilon. leitura e tradução de textos B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Revistas especializadas. Paris: Clé International. 1995. 76 . Le Nouveau Pe tit Robert 1 – Dictionnaire de la Langue Française .Grammaire pratique . Paris: Hatier. O.Do Francês ao Português: um itinerário.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 6 . 1993.Métodos e técnicas da leitura em língua estrangeira 8.. M. 1998. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Duas provas bimestrais EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estruturas básicas do francês. revistas e jornais diversos. .Grammaire progressive du français. et Thiévenaz.

5.6. 2. dentro de um processo comparativo entre a chamada gramática normativa tradicional e a gramática funcionalcognitiva.1 Emprego dos classificadores partitivos.2 Plural dos substantivos compostos.1 Emprego dos pronomes relativos.5 Substantivos: 2. 1.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LÍ NGU A POR T UGUESA: ES TUDOS GR AM ATICAIS CÓDIGO : LNG45 04 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 2 horas PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁT ICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Propiciar aos alunos uma reflexão sobre problemas gramaticais da língua portuguesa.1 Modelos de descrição gramatical. 2 Tópicos de gramática do português: 2.3 A gramática pedagógica.7. 2.1 Noções de sintaxe da oração simples e da oração complexa. 2.4 Estudo da concordância verbal.6 Pronomes: 2.3 Estudo da concordância nominal. 77 .5.2 Sintaxe. progressão tópica e progressão referencial. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1 Introdução: 1. 1.1 Funcionalidade dos substantivos abstratos.2 Níveis de análise lingüística. 2.7 Numerais: 2. 2. 2. 2.

1 Formação dos tempos verbais. 2. Guia de Usos do português: confrontando regras e usos. integrada à sintaxe e às situações de discurso. F.8. Letras. A. São Paulo: Ateliê. Iconicidade e descrição gramatical do português. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Duas provas e um trabalho em grupo. M. São Paulo: EDUNESP.7-15. de M. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo de tópicos de gramática do português. NEVES. ABREU. 2. 2. dentro do paradigma funcionalista-cognitivista. Dicionário de usos do português do Brasil. Gramática mínima para o domínio da língua padrão. 2000.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 2.2 Modos verbais e evidencialidade.8. 2003. Gramática funcional. H. Campinas. 1999. 78 . São Paulo: Ática. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas teóricas seguidas de aplicação prática em textos da mídia escrita e literários. 1997.1/2. Gramática de usos do português. São Paulo: EDUNESP. da S. 2. BORBA. S.9 Pontuação: fundamentação sintática e prosódica do uso da vírgula.8.8 Verbos: 2. 2003. v.3 Emprego dos particípios duplos. ______. 2002. em confronto com a visão tradicional. E.4 Funcionalidade da voz passiva. Descrição do funcionamento morfossintático de algumas classes de palavra. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABREU. A. Rio de Janeiro: Lucerna. São Paulo: Martins Fontes. BECHARA.8. p. 1999. ______. S. Moderna gramática portuguesa. n.18. Atividade de Recuperação: prova.

10. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. 9. A representação e os mecanismos representativos da linguagem humana. A arbitrariedade do signo lingüístico. muitas vezes. chegar a respostas para problemas reais de alfabetização. 6. A “inteligência das situações” e a representação (Wallon). A língua como “forma simbólica” (Cassirer). Ferreiro. Análise e interpretação de amostras de textos produzidos por crianças que manifestam dificuldades na aquisição e/ou uso do código lingüístico escrito. 5. explicitando seus mecanismos e enfatizando a importância de noções lingüísticas para que se possa avaliar tal processo cognitivo. A união entre o som e o sentido (Jakobson). 2. A transformação do esquema sensório . ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : 79 . 7. A unidade do pensamento verbal: o significado da palavra (Vygotsky).motor em conceito (Piaget). a representação do fonema pelo sinal gráfico.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LI NGÜÍ STICA E AQUIS IÇÃO D A E SCRIT A CÓDIGO: LNG 931 0 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 2 horas PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Fornecer aos alunos subsídios teóricos fundamentais para o entendimento da representação escrita da linguagem. 8. Perspectiva psicopedagógica de E. O valor distintivo dos fonemas. 4. A noção da dupla articulação da linguagem (Martinet). Ao detectar as operações cognitivo-lingüísticas envolvidas na aquisição da língua escrita pode-se. 3.

Campinas: Pontes.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Aulas expositivas. 1989. Do acto ao pensamento. Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem. Trabalho escrito. Pensamento e linguagem. 1975. MARTINET. e a noção de dupla articulação da linguagem de Martinet. seminários. In: Além da alfabetização. Lisboa: Moraes. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Cortez.52. 1994. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Seminários. A representação da linguagem e o processo de alfabetização. A produção de notações na criança: linguagem. In: Alfabetização em processo. CAGLIARI. S. Lisboa: Portugália. particularmente a idéia de Jakobson sobre o valor distintivo dos fonemas. In: Introdução à lingüística. e de conceitos lingüísticos. Ferreiro. Ática. ritmos e melodias. TOLCHINSKY. unidades estritamente funcionais. São Paulo: Martins Fontes. da relação do todo e as partes que o constituem. 1990. PIAGET. leitura de textos para discussão em classe. 1992. Ensaio sobre o homem. In: SINCLAIR. E. 1976. n. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Com base em conceitos de E. CASSIRER. A característica específica das línguas naturais humanas. com o objetivo de explicitar seus mecanismos subjacentes. MOUNIN. a respeito do princípio da combinatória. Aprender sons ou escrever palavras. J. s.d. H. 80 . JELMSLEV. São Paulo: Perspectiva. A passagem dos esquemas sensório-motores para os esquemas conceituais. FERREIRO. antes das letras. 1989. In: Problemas de Lingüística Geral II.. L. Lisboa: Iniciativas Editoriais. 1972. E. In: Lingüística sincrônica. R. In: A formação do símbolo na criança: imitação. 1987. 1977. L. Teberosky & Tolchinsky. imagem e representação. ______. Semiologia da língua. L.). JAKOBSON. A dupla articulação da linguagem. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Seis lições sobre o som e o sentido. A escrita. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : BENVENISTE. L. H. 1985. número. Rio de Janeiro: Zahar. C. 1971.. São Paulo: Scipione. A. WALLON. VYGOTSKY. Atividade de Recuperação: Trabalho escrito. jogo e sonho. o curso analisa as etapas do processo de construção da escrita. São Paulo. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. 1996. (Org. ______. Cadernos de Pesquisa. E. G. Alfabetização e lingüística. São Paulo: Cortez.

e a avaliar esta produção literária a partir de critérios estéticos de análise. sem perder de vista o contexto específico em que ela se manifesta.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatura I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO : LITE RATUR A AFRICANA DE E XPR ESS ÃO PO RTUG UE SA CÓDIGO : LTE 7 301 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 30 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : . Levar o aluno de Letras a conhecer. em termos panorâmicos. 81 . as literaturas africanas de expressão portuguesa.

3. mulatismo (sempre considerados nas suas formas de expressão portuguesa). SANTILLI. SARTRE.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): I. São Paulo: Ática. pesquisa bibliográfica. Trabalho monográfico. Orfeu Negro. A poesia e o conto de Moçambique. Manuel. debates. 1985. leitura e análise de textos poéticos e narrativos. Maria Aparecida. O contexto histórico. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ALBUQUERQUE. Literaturas africanas de expressão portuguesa.1975. In: ________. A cultura popular e a questão do II. 82 . FERREIRA. Manuel. O encontro das culturas européia e afro-negra. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Exame de um número significativo de textos produzidos nas ex-colônias portuguesas em África neste século. Trad. 1975. Crioulismo e mulatismo. Os conceitos básicos de formação da cultura africana: indigenismo. Guinsburg. São Paulo: Difel. Jean-Paul. Introdução 1. IV. A poesia e o conto de Angola. FERREIRA. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Participação em todas as atividades propostas em sala de aula. Orlando. 2. Lisboa: Seara Nova. Reflexões sobre o racismo. político e social das ex-colônias portuguesas na África. Estórias africanas: história e antologia. Africanidade. bilingüismo. Lobito: Capricórnio. 1985.1987. São Paulo: Ática. leitura e fichamento de textos teórico-críticos. ressaltando as relações entre a criação artística e o processo histórico de emancipação política. São Paulo: Ática. J. III. 1968. SANTILLI. Maria Aparecida. No Reino de Caliban: antologia panorâmica da poesia africana de expressão portuguesa. negrismo. de forma a evidenciar o caráter específico e diferenciado dessas literaturas. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. A poesia e o conto de Cabo Verde.

O curso propõe avaliar o s passos da construção dessa teoria e suas possibilidades de aplica ção.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LITERATURA ALEMÃ: SURREALISMO: TEORIA DA VANGUARDA CÓDIGO: LEM 4843 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OU TRAS: O B J E T I VOS : Discussão da Teoria da Vanguarda de P eter Bürger.a historicização das c ate gorias esté ticas. O E st eticismo. hoje . . o dos movimentos históricos de vanguarda. propõe uma reflexão sobre um outro suposto fracasso. quan do a própria obra já se tornou histórica. surgida do fracasso dos movimentos estudantis de final dos anos 60 e começo dos anos 70 na Alemanha. 83 .a autonomia da ar te. A obra. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): .

. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Adorno. Baitello Jr. Bürger. W. Erbschaft diesser Zeit. Suhrkamp.. M. Atividades de re cuperaçã o: Provas substit utivas ou Trabalhos EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A aborda gem teórica das van guardas liter árias à luz da teoria de Pet er Bürger. 1971. São Paulo. Benjamin. 1974. Dada Berlin Des/Montagem. Frankfurt. Teoria da Vanguarda. Theorie der Avantgarde. Athäneum Verlag. 1973.. Notas de literatura... E. Suhrkamp. Frankfurt. Vol.. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Seminários feitos pelos alunos. Uma das ativida des do curso será o exerc ício de traduç ão de text os para uso dos próprios parti cipan tes do curso. Brasiliense. SURREALISMUS.W.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO os movimentos históricos de vanguarda como autocrítica da ar te na socieda de burguesa. I. 1982. Diss. História do Surrealismo. trabalhos de tradução e trabalho final sobre alguns dos temas desenvolvidos durante o curso. São Paulo. 84 . PUC. 1985.. Tempo Brasileiro.. Bloch. Brasiliense. vanguarda e en gajamento ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Leitura de obras teóricas. análise de al gumas das manifestações das vanguar das históricas e das neo-vanguardas nos anos 60 e discussão de al guns aspect os do pó s modernismo. Obras Escolhidas. P. a obra de art e de v anguarda. P. 1962. P. T. Bürger. 1985. Norval. São Paulo. Serão utilizados textos em a lemão e traduções porventura existentes. Nadeau. Perspectiva. Bürger. Rio de Janeiro. Frankfurt. São Paulo. no prelo.

além de textos críticos selecionados. os alunos possam se familiarizar com os recursos técnicos mais freqüentes explorados por ambos os autores. Contexto histórico. Estilo. temas e técnica narrativa em Dickens 4. de Mark Twain. Charles Dickens: introdução / Great Expec tations : inserção na obra dickensiana 3. Caract erização de personagens e ponto de vista em Great Expec ta tions 85 . C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. procedendo-se então a uma análise comparativa de temas e caracterização de personagens. pela leitura dos textos originais dos romances Great Expectations. de Charles Dickens e The Adventures of Huckleberry Finn. político e social da Era Vitor iana inglesa 2.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : LETRAS MO D A L I D A D E : BACHARELADO/LICENCIATURA PL ENA D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : LETRAS MODERNAS I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LITERATURA COMPARADA EM LÍNGUA INGLESA: ROMANCE DO SÉCULO XIX: DICKENS E TWAIN CÓDIGO: LEM 768 1 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 OPTATI VA (X) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 50 OUTRAS: O B J E T I VOS : Pretende-se que.

Columbia: University of Missouri Press. a Boy. 1995. Dickens e Twain: Realismo.) Charles Dickens. TWAIN. leitura de trechos dos l ivros apontados B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : CONNOR. 1993. QUIRK. tra balho EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A disciplina pretende estudar os pontos de confluência e de divergência entre aspectos narrativos dos romances Great Expectations. Dickens e Twain: a personagem infant il 11. S. and a Man. The Adventures of Huckleberry Finn. Harmondsworth: Penguin. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Exercícios de verificação de leituras. Estilo. Caract erização de personagens e ponto de vista em Huckleberry Finn 9. 1996. temas e técnica narrativa em T wain 8. seminários. Coming to Grips with Huckleberry Finn. político e social do século XIX norte-americano 6. p rovas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5. Ed. 1965. educacional e ideológica que auxiliam a contextualizar as obras na tradição literária e histórica a que pertencem. C. do norte-americano Mark Twain (1835 -1910). M. Angus Calder. Contexto histórico. T. DICKENS. Ed. Considerações sobre influência e intertextualida de ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. (Ed. especialmente no tocante à caracterização de personagens. Mark Twain: introdução / Huckle berry Finn : inserção na obra do autor 7. confluên cia e divergência de t écnica narrativa 10. London: Longman. P erspectivas da educ ação na é poc a dos autores 12. Gerald Graff and James Phelan. Boston: Bedford Books. aos recursos estilísticos empregados. do escritor inglês Charles Dickens (1812-1870) e The Adventures of Huckleberry Finn. Essays on a Book. 86 . Great Expectations. e às intersecções de natureza sociopolítica.

2.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LI TER ATU RA E P INTU RA: UMA I NTR ODUÇÃO CÓDIGO: LEM 983 3 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (x) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Teoria da Lit eratura 1 CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 PRÁT ICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICA S: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Desenvolver no aluno a capacidade de reflexão crítica sobre as relações entre literatura e pintura. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): Unidade 1. a argu mentação teórica consistente e a proposição de hipóteses a respeito das possibilidade e/ou impossibilidade da comparação entre tex to e image m. Pressupostos teóricos 1.3.4. O text o e a imagem 1. Correntes da teoria e crítica literária e da teoria da arte 1. Movimentos literários e pic tóricos 1.1. O paradigma compara tivista 87 .

J. R. A ficç ão dos limites 1. JOBIM.1. 1986 . hideograma. a intenção e a leitura. 19 90. intenção e essência. Formas de repulsa do verbal na pintura: geometrismo. “action painting” cubismo. Formas de imagens verbais: me táfora. a retórica romântica na pintura. forma. O mundo das imagens: imagens gráficas. moldura. a crítica e a art e.1. M. abstracionismo. impressionismo e dissolução do referente. 1. perceptivas. Imagens verbais 1. M. Text. Unidade 3. J. autoria . o modelo t eórico e o pragma tismo. FOUCAULT. 1 992. G.3. Leituras: a t emporalidade da leitura e a sincronicidade da visão. “Literatura e Artes Visuais” São Paulo: Cultrix/Editora da Universidade de São 88 . L. A crítica e a obra de arte: a desejada objetivida de do crítico.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Unidade 2. Arco y l a Lira” México: Fon do de Cultura Económica. MARQUES. J. 1994. ARGAN. “Arte Moderna” São Paulo: Companhia das Le tras. Limites: os conceitos de cont exto. 1992 . “Iconology: Ima ge. conteúdo. BITTENCOURT. PRAZ. PAZ. “Limiares Críticos: ensaios de literatura comparada ” Belo Horizont e: Aut êntica. Unidade 4. A . a linguagem “natural” da pintura no neoclassicismo.3. a linguagem literária e a metalingua gem crítica e t eórica. 1987 . Ideology ” Chicago: The University of Chicago Press. Limites da imagem verbal: ekphrasis. “The Truth in Painting” Chica go: The University of Chicago Press. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas e discussões abertas so bre os textos de referência. MITCHELL. 1986 . “Doing Things with Texts: Essays in Criticism and Critical Theory” Norton. 1. W. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABRAMS. DERRIDA. óticas. “Palavras da crítica : tendências e conceitos no estudo da literatura” Rio de Janeiro: Ima go. espacialização. os modernismos e a paródia da referência. T. poesia concretista.3. “E. referência. 1991.2. 19 98. H. sinédoque. O . 1. GONÇALVES.2.2. surrealismo..1. o centr o e o marginal. as cat egorias do tempo e do espaço e o conhecimento. o contexto e a descontex tualização. “Laocoon te revisitado ” São Paulo: E ditora da Universidade de São Paulo. o t exto e o contexto. Retórica e linguagem na pintura: o paradi gma retórico renasc entista. o artista e as relações entre as art es. "Entre” a palavra e a imagem. G. 1. descrição 1. hieroglifo 1. M. mentais e verbais. Pintura e linguagem 1. “As palavras e as coisas: uma a rqueologia das ciências humanas” São Paulo: Martins Fontes. metonímia. N.

H. narrador. r itmo. formas. formas. f orma. alegoria. elipses e simbologia) para que as compara ções t enham vigor analítico e sustentação teórica. gêneros. personagens. “Conceitos fundamentais da história da arte” São Paulo: Martins Fontes. estilos e linguagens. figuras. temas. figura s de som e de sentido. 1996. seja ela em prosa (ritmo. serão também examinadas algumas análises comparativas. traço. Elementos da construção pictórica como cor. estrutura. WÖLFLIN. de forma a permitir a discussão das vantagens e problemas dos modelos teóricos comparativistas. bem como de imagens pictóricas de vários épocas. os alunos serão incentivados a buscar relações entre as duas formas de manifestação artística em vários níveis. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Trabalho final sob a orienta ção do Professor. luz. estilos. Para que os alunos consigam desenvolver o senso crítico de aprofundamento analítico e rigor teórico. rima. configuração espacial. 1982. escolas. tema e figura serão analisados em suas diferentes relações com elementos da construção literária. movimentos e concepções. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Partindo de análises de textos literários de várias naturezas. simbologia e figuras de retórica) ou po esia (metro. 89 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Paulo.

3. BORHEIM. G. O teatro grego. comédia y tragédia. 2. Ésquilo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. São Paulo: Perspectiva. A estrutura do gênero trágico. As origens do teatro: a tragédia e a comédia. ARISTÓTELES. Eurípedes. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. 6. A poética. R. Fiesta. centrando-se no gênero trágico. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ADRADOS. F. 90 . 5.__-___. Tradução de Eudoro de Souza. Sófocles. 1983. In: ______. 1969. O óbvio e o obtuso: ensaios críticos III. O sentido e a máscara. R. Madrid: Alianza. ÉDIPO REI – ANTÍGONA e/ou FILOCTETES. São Paulo: Ars Poética. 7. 4. A ORESTIA. O gênero épico e a lírica. 1992.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LI TER ATU RA GREG A: A TR AGÉD IA GR EG A CÓDIGO: LNG 744 1 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 2 horas TEÓRICA/PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Transmitir noções básicas sobre as origens do teatro grego. BARTHES. p. A. MEDÉIA e/ou HÉCUBA ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Método indutivo-dedutivo. 1990. O teatro grego: o espaço físico e o espetáculo.

Atividade de recuperação: prova escrita. v. D. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Seminários e trabalhos. Braga: Publicações da Faculdade de Filosofia. TAPLIN. 1995. GAZOLLA. LESKY. 1979. 1995 LESKY.-P. O teatro grego. SOARES. 1990. J.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO FREIRE. 1983/4. Tragédia grega. São Paulo: Ática. A. São Paulo: Martins Fontes. O teatro antigo. da Rocha. J. J. 1978. GRIMAL. VERNANT. A. Belo Horizonte. P. São Paulo: Ática. Para não ler ingenuamente uma tragédia grega. MALHADAS. R. H. O fogo grego. D. F. São Paulo: Perspectiva. Cotia: Ateliê Editorial.1. 1999. As dionisíacas urbanas e as representações teatrais em Atenas. M. VIDAL-NAQUET. JAEGER. 1989. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Fundamentos de literatura grega. História da literatura grega. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo da tragédia grega. v. 1987. GRIMAL. Gêneros literários. W. São Paulo: Perspectiva. Mito e tragédia na Grécia antiga. 1998. Paidéia: a formação do homem grego. 2001. 2. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.. p. Publicações do Departamento de Letras Clássicas da UFMG. KOTHE. LESKY. O herói. Ensaios de Literatura e Filologia.ed. A. MALHADAS. 5. 91 . Lisboa: Difel. 1984. P.67-80. Rio de Janeiro: Edições Loyola. 1985. Lisboa: Edições 70. Dicionário da mitologia grega e romana. Estudos de história da cultura clássica. Rio de Janeiro: Zahar. 1971. São Paulo: Perspectiva. 2003. ROMILLY. Brasília: UNB. Lisboa: Gradiva. A tragédia grega. Tragédia Grega: o mito em cena. O teatro grego. ROMILLY.ed. P. 1993. PEREIRA. Jabouille. ano. A. A. Tradução de V.4. O.

os personagens dos principais romances e contos de Pirandello e Svevo que podem ser chamados de anti-heróis. 92 . 2. O mito do super-homem em D'Annunzio e a exaltação da máquina no Futurismo. portanto. O curso procurará destacar.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LITERATURA ITALIANA: O ANTI-HERÓI NA NARRATIVA ITALIANA DO SÉCULO XX CÓDIGO: LEM 7052 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OU TRAS: O B J E T I VOS : Dar à comunidade acadêmica uma idéia sobre os personagens dos principais romances e contos do século XX. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. A crise da sociedade burguesa do século XX. no sentido de que eliminaram os últimos vestígios do personagem romântico.

C. Emilio Brentani de Senilittade Zeno Cosini de A Consciência de Zeno. _________ Cadernos de Serafino Gubbio operador. Mursia. _________ A Consciência de Zeno. Nova Fronteira. Serafino Gubbio e a alienação pela máquina.. A consciência da crise: Pirandello e Svevo. L. 1984.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 3. A. R. 1990. 5. SALINARI. 93 .J. Senilidade. La Linea Svevo-Pirandello. 1983 DE CASTRIS. 7. Miti e Concienza del decadentismo italiano. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : BARILLI. Vozes. O falecido Mattia Pascal. R. Bari. Cultrix. BOSI. O ser e o tempo da poesia. Laterza. PIRANDELLO. 1982. A. São Paulo. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. 1962. Fettrinelli. Milano. I. 4. Mattia Pascal e a revolta contra as "máscaras". 6. SVEVO. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Provas escritas Seminários Atividades de Recuperação: Provas Substitutivas EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Panorama geral da literatura italiana da primeira metade do século XX. Storia di Pirandello. Petrópolis. L.

A Itália no tempo de Machiavelli (século XVI). 3. 2. destino) em Machiavelli. Machiavelli e o Renascimento. Leitura e análise (temas. Conclusões. 4.O Príncipe . O pensamento político de Machiavelli através da leitura e análise da peça "La Mandragola" C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1.A Mandrágora. estrutura) da Mandrágora.Il Principe. 94 . Os conceitos de virtù (virtude) e de fortuna (sorte. La Mandragola 6. Machiavelli político . 7. 5. Machiavelli escritor.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: LITERATURA ITALIANA: NICCOLÒ MACHIAVELLI CÓDIGO: LEM 7044 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OU TRAS: O B J E T I VOS : O conhecimento das obras fundamentais de Machiavelli . motivos.

I.Bari.) – Literatura Italiana . 1971. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : GRAMSCI.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO M E T O D O LO G IA D E E NS I NO : Leitura. SQUAROTTI. 1989. "Note sul Machiavelli e sulla politica e sullo stato moderno.Pensamento Filosófico de Machiavelli 95 . EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Literatura Italiana. Ed. Ed.C. A.I. Seminários realizado pelos alunos. Laterza . G. Riuniti. EDUSP.Nova Stella . C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova escrita e/ou pesquisa que resultará em seminários (prova oral).Roma. S. RICCI. MACHIAVELLI Il Principe – introduzione di Raymond Aron/Nota introdutiva di F. (org. análise e interpretação dos textos indicados.note di Ettore Janni Bur Milano. Melotti . 1980. O "CINQUECENTO" (século XVI). Storia della Letteratura Italiana. 1985.B.

Investigação do papel do ensino na formação de cidadãos para o exercício da democracia em novos espaços mediados. 96 . CULT URA E EDUCAÇÃO CÓDIGO: PDE 7 563 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: CARGA HORÁRIA: OPTA TIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Provocar a reflexão sobre as várias relações entre mídia. Comunicação mediada e espaço público. cultura e educação. Estimular o pensamento autônomo dos alunos. Estimular a capacidade de expresão escrita e verbal. através da discussão de textos teóricos e da observação detalhada do mundo social. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. Mídia e Educação: para uma cultura democrática. e também a capacidade de diálogo e debate democrático de idéias.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: MÍDI A. 3. como Arendt e Simmel. Desafios das sociedades complexas: a partir de autores clássicos. Investigação da natureza do espaço público e dos modos de interação em uma sociedade mediada. investigação dos desafios de sociedades modernas e do papel do indivíduo nelas. 2.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Discussão de textos teóricos. e as grandes questões modernas a respeito do papel do indivíduo na sociedade moderna. participação em sala de aula e desejo de contribuir com suas visões pessoais para essa intricada questão. a partir do século XX. Mas quais seus desafios hoje? A escola prepara para a vida numa sociedade mediada? Que contribuição a escola pode dar ao enriquecimento do espaço comunicativo criado pelos meios de comunicação. como o rádio. o cinema e a comunicação eletrônica. A apresentação do eu na vida cotidiana Georg Simmel. Brasil em tempo de TV Heloisa Pait. O apoio online ao curso será usado para facilitar o debate intelectual e também para ilustrar os desafios éticos de uma sociedade mediada. cultura e educação em seus múltiplos aspectos. A educação em expansão ao longo da era moderna só faz sentido com a expansão correspondente da disponibilidade de textos. Anéis de Prata Georg Landaw. A condição humana Irving Goffman. A mídia e a modernidade Lucien Febvre. 97 . Sociologia Josh Meyrowitz. novos e tradicionais? Qual o novo papel do professor numa sociedade saturada de informação? Esse curso pretende analisar a relação entre mídia. exposição de trabalhos em andamento em sala de aula e no ambiente de apoio online ao curso. Hipertexto 2 C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Avaliação de participação em sala de aula e trabalho final original. Espera-se dos alunos leitura. a novas formas de comunicação. entre os quais o direito à participação pública e à privacidade. elaboração de trabalho investigativo. No sense of place John Thompson. estão ligadas ao texto impresso e. O aparecimento do livro Eugenio Bucci. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): O mundo moderno nasce com o surgimento do livro impresso. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Hannah Arendt.

8. Distúrbios neuróticos na infância. 2. Infância normal e patológica. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. 3. Distúrbios psiquiátricos na infância. Diagnóstico diferencial da deficiência mental e das psicoses na infância. 5. 6. Aspectos históricos dos cuidados à infância. 9. Saúde mental infantil. Introdução à psicopatologia infantil. Distúrbios neuro-psicológicos da criança. 4.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licen ciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: NOÇÕES DE P SIQUI AT RIA I NFANTIL CÓDIGO: PDE74 07 SERIAÇÃO IDEAL: Noturno – 1º Semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PR ÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Possibilitar que o estudante de pedagogia adquira em sua formação conhecimentos básicos do campo da psiquiatria que são importantes para sua atuação. 7. A Educação de crianças à luz da investigação psicanalítica. 98 .

São Paulo: E.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. 1996. Livraria e Editora Santos. GORAYEB. KRYNSKI.. Saúde mental no Brasil. São Paulo: Editora Arte & Ciência. freqüência.. U. P. F. H.trabalhos em grupo. S. como as neuroses. 1985. W. 1999. R. P. 1986. Temas de psiquiatria infantil. trabalho escrito individual. trabalhos em grupo. a hipercinesia e outras formas de parada ou desvio do desenvolvimento afetivo-emocional. 1973. Distúrbios psiquiátricos da criança. et alii. U. MOREIRA. R. as epilepsias. 99 .exibição e debate de filmes.. H. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu. São Paulo: E. 1977. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo dos distúrbios psicológicos e psiquiátricos da infância e sua relação com o processo ensinoaprendizagem. S. P. e cols. MARÇAL RIBEIRO. as psicoses. 1976. KLEIN. A educação de crianças à luz da investigação psicanalítica. GRÜNSPUN. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu. P. Psicanálise e pediatria. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova escrita. 1987. Saúde mental: dimensão histórica e campos de atuação. São Paulo: Editora Maltese. Psiquiatria da infância e da adolescência. Rio de Janeiro: Editora Zahar. Rio de Janeiro: EPUME. AUBIN. Atividade de recuperação: trabalho escrito. 1972. 1994. WINNICOTT. As psicoses da criança. participação em aula. H. Distúrbios neuróticos da criança. com ênfase no cotidiano escolar e no diagnóstico diferencial entre a deficiência mental e as psicoses infantis. F. M. Psicopatologia infantil. seminários. B. A criança e seu mundo. M. DOLTO. Rio de Janeiro: Zahar Editores. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ASSUMPÇÃO JR. Rio de Janeiro: Editora Zahar. MARÇAL RIBEIRO. Pretende-se levar ao aluno do curso de pedagogia os conhecimentos básicos de psicopatologia infantil que entendemos ser necessário ao professor. Esquizofrenia infantil. notadamente o autismo. W. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 1987. GRÜNSPUN. Rio de Janeiro: Editora Imago. 1985. R.

no sentido de que eliminaram os últimos vestígios do personagem romântico. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. 100 . A consciência da crise: Pirandello e Svevo. O mito do super-homem em D'Annunzio e a exaltação da máquina no Futurismo. 2.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: O ANTI-HERÓI NA NARRATIVA ITALIANA DO SÉCULO XX CÓDIGO: LEM 7745 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OU TRAS : O B J E T I VOS : Dar à comunidade acadêmica uma idéia sobre os personagens dos principais romances e contos do século XX. O curso procurará destacar. A crise da sociedade burguesa do século XX. 4. os personagens dos principais romances e contos de Pirandello e Svevo que podem ser chamados de anti-heróis. Mattia Pascal e a revolta contra as "máscaras". portanto. 3.

101 . São Paulo. 1962. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. Serafino Gubbio e a alienação pela máquina. _________ Cadernos de Serafino Gubbio operador. O falecido Mattia Pascal. Zeno Cosini de A Consciência de Zeno.J. SALINARI. Senilidade. I..UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5. Mursia. 1982. SVEVO. 6. C. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : BARILLI. A. L. R. Petrópolis. L. Fettrinelli. 1990. 1983 DE CASTRIS. Milano. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Provas escritas Seminários Atividades de Recuperação: Provas Substitutivas EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Panorama geral da literatura italiana da primeira metade do século XX. O ser e o tempo da poesia. 1984. Miti e Concienza del decadentismo italiano. _________ A Consciência de Zeno. Nova Fronteira. Cultrix. R. Laterza. PIRANDELLO. La Linea Svevo-Pirandello. Emilio Brentani de Senilittade 7. Vozes. Bari. A. BOSI. Storia di Pirandello.

As aulas serão dadas em inglês. discussões elicitadas por aspec tos t eó ricos ou liga das às o bras ficcionais.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E :Licenciatura Plena e B acharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L :Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA: O BILDU NGS ROM AN FEMI NINO NA L ITE RATU RA I NG LES A CÓDIGO: LEM 763 0 SERIAÇÃO IDEAL: a partir do 3 o ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Língua Inglesa 1 e 2 CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas -aula D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 horas -aula OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁT ICAS: 20 OUTRAS: O B J E T I VOS : A partir da conc eituação do gênero bildun gsroman e. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): O Bildungsroman O Bildungsrom an Moderno Problematiza ções O Bildungsroman Feminino Jane Austen: Emma Charlotte Bronte : Jane Eyre George Eliot: The Mill on the Floss Margare t Dra bble: Jerusalem the Golden ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. seminários. do bildungsroman feminino. bem como da análise de sua manifestação em romances de escritoras inglesas dos séculos XIX e XX. 102 . mais especificamente. levar o aluno a familiarizar -se com esse gênero literário na forma que tomou na I nglaterra.

Princeton: Princeton University Press. The Myth of the Heroine: The Female Bildungsroman in the Twentieth Century. Sandra M. 1979. The Madwoman in the Attic: The Woman Writer and the Nineteenth-Century Literary Imagination. W. trabalhos e partici paç ão nas discussões (os critérios podem nã o acontec er conjuntament e) EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Partindo de definições fundamentais de Bi ldungsroman ( K. Gerome H. SHOWALTER. New York. 1987. 1974. A Literature of Their Own: British Women Novelists From Brontë to Lessing. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Provas.Morgentern. Buckley e F. GILBERT. Bloomington: Indiana UP.Dilthey. Na seqüência serão considerados alguns trabalhos de críticas feministas (Abel. LANGLAND E: Fictions of Female Development. PRATT. Annis. New Haven: Yale University Press. Peter Lang. Marianne. seminários. que são considerados exemplos de Bildungsroman femininos e das diversas fases pelas quai s o gênero passou. Season of Youth: The Bildungsroman from Dickens to Golding. 103 . HIRSH. Elaine.. Elizabeth. J . Na eta pa se guinte serão lidos e analisados os romances menciona dos. 1983 . BUCKLEY.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABEL. LABOVITZ. 1977. Cambridge. Jost) que consideram este gê nero como a apresenta ção de desenvolvimento de uma p ersonagem masculina. Harvard University Press. de escritoras inglesas. Esther K. Hanover: UP of New England for Dartmouth Coll. Prat t e La bovitz) que dedicam -se a estu dar e definir o Bildungsrom an feminino. Susan. 1981. and GUBAR. Archetypal Patterns in Women’s Fiction. levantaremos a quest ão da ausência da prota gonista feminina na tradiçã o do B ildungsroman.

O conto intimista: Autran Doura do.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatura I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO : O CO NT O CO NTEMPO RÂNE O CÓDIGO : LTE 7 271 SERIAÇÃO IDEAL: 3º e 4º anos. Ot to L ara Rezen de e Lígia Fagundes Telles. O conto urbano: Rubem Fonseca. contempla ndo elementos teórico -críticos carac terísticos do gênero e dos autores escolhidos. O conto insólito: Clarice Lispec tor e Guimarães Rosa. Dal ton Trevisan e João Antonio. OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há. 104 . C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): O conto c ontemporâneo. ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Apresentar ao aluno contistas expressivos da ficção contemporânea no Brasil. O conto re gionalista: Bernardo Élis. Analisar con tos selecionados. CO-REQUISITOS: não ha.

Porto Ale gre: Merc ado Aberto. Trabalho escrito. 1997. São Paulo: Cultrix. 105 . 19 81. Deba tes. História concisa da litera tura br asileira. 1977. A. Atividades de recuperação: estudo orientado. a partir da análise de textos selecionados. PICCHIO.) A literatura no Brasil. História da literatura brasileira. Seminários. A. Conto brasileiro contemporâneo. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo de verten tes ex pressivas do conto contemporâneo no Brasil. 1985. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. O conto contem porâneo no Brasil. COUTINHO. L. 1995. (Org. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : BOSI. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova escrita. A. Rio de j aneiro: J.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas.S.Olympio. São Paulo: Cultrix. Seminários . HOHLFELDT. _______.

 Analisar de forma crítica e interdisciplinar a adequação científica das noções tradicionais do Direito. CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 40 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: 20 N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : ( a t é 6 0 ) AULAS TEÓRICAS: 60 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: O B J E T I VOS :  Estudar e analisar a Teoria Geral do Direito. ou seja. direitos de massa típicos de uma sociedade científica e tecnológica altamente complexa em suas relações. titularidade de todos. ANUAL/SEMESTRAL: 1º semestre de 2008 – Ves pertino. CO-REQUISITOS: Não há. 106 OUTRAS: . CÓDIGO: ADM 9 388 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATI VA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há. buscando demonstrar a necessidade desta teoria se re-adequar para poder atender as demandas e peculiaridades dos novos direitos. fundamentalmente. os de titularidade difusa.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Administração Pú blica I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: O ESTUD O D O DIR EIT O NA ATUAL IDADE: NOÇÕE S I NT R ODUTÓR IAS.

2 Princípios ambientais.1 Aspectos históricos. Conclusões. Introdução ao tema.  Pesquisa de novos textos referentes aos temas propostos. Os Direitos Humanos na perspectiva ambiental. 8.  Trabalhos individuais e em grupo dos temas tratados. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO :  Introdução conceitual. As correntes tradicionais do pensamento jurídico: do direito natural à corrente crítica dialética. com ênfase ao estudo de sua influência no universo jurídico. 5.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO  Visualizar e analisar as influências e implicações do contexto histórico. O Meio Ambiente como um novo direito: 5. 6. A Teoria da Geração de Direitos de Norberto Bobbio. 107 .  Exposição e discussão dos resultados dos estudos e das pesquisas. 4. 5. A Teoria do Contrato Natural de Michel Serres. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1.  Refletir o Meio Ambiente como um novo direito.3 Conceitos jurídicos.4 Instrumentos jurídicos de defesa do Meio Ambiente na esfera cível. A emergência dos novos direitos e novos sujeitos no cenário jurídico contemporâneo.  Exposição e discussão de temas centrais. 10. 9. social e econômico sobre o Direito. Educação Ambiental e Conscientização Ética. e 5. político. 2. demonstrando que a apropriação irresponsável dos recursos naturais é o fator de sustentação do modo de produção capitalista. 7.  Debates dirigidos. A gênese do pensamento positivista. 3. 5.

Direito Ambiental. 2003. e a Teoria do Contrato Natural.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO B I B L I O GR A F IA P R E L I MI NA R ( *) : BOBBIO. Textos avulsos. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Reflexão crítica acerca das correntes tradicionais do pensamento jurídico: do direito natural a corrente crítica dialética. Peter F. São Paulo: Saraiva. 1995. Educação Ambiental e Conscientização Ética. rev. Administrando em tempos de grandes mudanças. 2004. atual. A gênese do pensamento positivista no âmbito da ciência jurídica. 108 . Nicolao Dino de Casto e. São Paulo: Pioneira.. Antonio Augusto Cançado. Rio de Janeiro: Campus. Norberto. e ampl. trabalhos. Belo Horizonte: Del Rey. Direito Humano e Difuso de viver em um Meio Ambiente Não-Poluído. O positivismo jurídico: lições de filosofia do direito. participação em aulas e seminários. Proteção jurídica do meio ambiente. A Teoria da Geração de Direitos de Norberto Bobbio. Maria Helena. 1992. O estado atual do biodireito. 1993. __________. 1996. Direito ambiental brasileiro. DRUCKER. (*) A ser complementa da até o início das aulas C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M :  A avaliação será realizada por intermédio de provas. São Paulo: Ícone. TRINDADE. COSTA NETO. A emergência dos novos direitos e novos sujeitos no cenário jurídico contemporâneo. MACHADO. 2002. 12 ed. A era dos direitos. presença. São Paulo: Malheiros.. Porto Alegre: Fabris Ed. Paulo Affonso Leme. Direitos humanos e meio ambiente: paralelo dos sistemas de proteção internacional. DINIZ.

109 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA Learn.tiscali. Os programas de edição de serviços na rede. Religion and Mythology. Tabularium <http://home.jsp?c=35010. Os serviços de informação e de comunicação para Estudos Clássicos. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas. Alliance for lifelong learning. Papirology and Epigrapy. aulas em laboratório. Language. Ensinando e aprendendo com os recursos digitais. Philosophy. Paul Pietquin (Ed. Art and Archaeology. L’Abrégé du dictionnare Grec-Français. URL: http://www. demonstrações. Bailly. Universidades de Oxford. Greece: General resource. Music.). As ferramentas lingüísticas na rede. Literature. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades) O ferramental tecnológico: programas e Internet.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado e Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Lingüística IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: O ESTUDO E A PESQUISA DE LETRAS CLÁSSICAS NA ERA DIGITAL: OS RECURSOS DAS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CÓDIGO: LNG 981 6 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL TEÓRICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 2 horas NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 25 PRÁTICA: OUTRAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS Exploração e utilização dos recursos digitais das novas tecnologias e informação e comunicação no estudo das letras clássicas-grego. Stanford e Yale. Reference. Medicine.be/tabularium/bailly/index.html>. History.alllearn.org/er/tree. Seminários.

html>.ac. Selected Works.Leuven. The Hellenic Resources-Net Project . Huys. <http://socrates. <http://yourdictionary.<http://cental. ES) <http://clasicas.tiscali.uk/gr/grgall.htm. Teaching using Perseus. (U.kuleuven. para filologos clásicos e indoeuropeístas.hri. Ferramentas na rede: software e fontes.The electronic Gateway for learning ancient Greek.html>.berkeley.html>.mythorama. Etruscan and Roman Antiquities. Alfabetum Unicode.ucl.<http://www. Salamanca. (Ed.fr/anglais/collec/ager/ager_f.org/nodes/grclas. University of California Irvine. In Perseus Digital Library Project.htm.es/biblio. Serviços de comunicação na Internet. Callies. Greek and Roman Antiquities. Classical Greece.edu>.fr/alfagrec/>. Búsqueda bibliográfica. M.. Greek Language and Linguistics Gateway.com.) Perseus Digital Library Project: LSJ Dictionnary. <http://www. TrueType font) para idiomas antiguos. Department of Classical Studies. Pyak.be/beta2uni/>. http://perswww.htm>l. Lexilogos. Negre. Crane.com/caches_txt_fr/cache_index_mythes_fr. Mythorama.lexilogos.com/index. Dpto. GrecTel <http://francoib.mecd.be/~u0013314/greekg/advanced.html. Galleries <http://www.tufts. Tufts University. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Montagem e atualização de um serviço de informação em português para ensino e aprendizagem de letras clássicas. 1999-2004 The Regents of the University of California.mythorama. Greek. University of Southern Denmark (SDU) <http://visl. Mastronarde. 303 Forbush Mtn.htm>. Gregory R.tlg. Tufts University. Berkeley Language Center of the University of California. Ancient Greek Tutorials.com>.tufts. Thesaurus Linguage Graecae (TLG). British Museum. Juan José Marcos.perseus. M.)Beta Code to Unicode Converter.usal. Wullf.1995-2004. R. Alphabet grec. Serviços de informação na Internet. Gabaudan.html>.lexilogos. <http://www. NC 27514 <http://greek-language.es/~jmag0042/alphaspa. Fuente Unicode (TTF. de Filología Clásica e Indoeuropeo. Dictionnaire Grec.uci. U. Greek Grammar on the web. Mythologie greco-romaine. Xavier.edu/~ancgreek/ancient_greek_start. Chapel Hill. 110 . <http://guindo. Crane. 2000-2004 (inglês e francês) <http://www. Recursos en Internet.ac.sdu. Mythes et Legendes.chez.. Université Catholique de Louvain.com/index. de Salamanca. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino) Os recursos eletrônicos para Estudos Clássicos. A (org).htm> e http://www. Donald J.dk/. Atividades de recuperação: avaliação escrita e/ou exposição oral.htm>. CENTAL (Centre de traitement automatique du langage.edu/>.com/_mythes/indexus. García.html> <http://www.com/grec_langue_dictionnaires.<http://www.. F. Musée du Louvre.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Bayard. <http://www. Beard. Jeux Olympiques. V. Palmer. <http://www. Dr. Your Dictionary.thebritishmuseum.edu/Teaching.perseus.cnice. Gregory R. Morphological Analysis.fltr.louvre.php>. Berkeley. VISL-Visual Interactive Syntax Learning Institute of Language and Communication (ISK). P.U. (Ed).ac. K.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Ferramentas lingüísticas. 111 . Ferramentas de ensino e aprendizagem. Ferramentas de edição.

Conhecer o espaço do jogo no ambiente escolar. visando entender sua presença e ausência. Refletir sobre as contribuições e os limites do uso do jogo no espaço escolar. bem como o objetivo de seu uso neste ambiente. 112 . Conhecer o status que o jogo ocupou em diferentes momentos da história.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: O JOGO/BRINQUEDO E O PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO CÓDIGO: PDE75 55 SERIAÇÃO IDEAL: Não há OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: S emestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 TEÓRICA/PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 3 0 a l u n os AULAS TEÓRICAS: 60 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : 1. Conhecer em diferentes autores as conceituações sobre o jogo/brinquedo e suas implicações. 2. 4. 3.

Rio de Janeiro. 1978. O jogo simbólico na teoria de Jean Piaget. (Coleção Questão da nossa época. 2001. M. Petrópolis. Tradução de Marialzira Perestrello. M. 113 . 6. Dificuldade de aprendizagem no contexto psicopedagógico. Carmem Lucia. Arminda. Reflexões: a criança. (et al). F.5. 3. ASSIS. P. P. J.1 [13]. BROUGÈRE. Editora da Universidade de São Paulo : Nova Stella. Gilles. In Xisto. 43).F. A construção de noções lógicas e aritmética. 1984. 2. Porto Alegre : Artes Médicas. Campinas. 1955. 1986: 5. São Paulo. BOMTEMPO. A. HUSSEIN. W. v. Edda. Psicologia do brinquedo. A criança e seus jogos. Papirus.ed. 8. revisão técnica e versão brasileira adptada por Gisele Wajskop. BRENELLI. O jogo pelo jogo. Março de 1994. São Paulo : Summus. T. & LEIF. 1992. BENJAMIN. 1996. n. SP. ZANBERLAN. Jogos de regras em sala de aula : um espaço para construção operatória. RJ : Vozes.. ABERASTURY. O jogo como espaço para pensar. v. São Paulo : Cortez. O.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): I – A conceituaç ão do jo go/brinquedo em diferentes momentos da história e por diferentes autores II – As conce pções e os usos do jogo em diferentes culturas III – O jogo no espaço escolar : contribuições e limites ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas Leituras e discussão de textos Dinâmicas de grupo Oficina de jogos/brinquedos B I B L I O GR A F IA : 1.. L. BRUNELLE. a educação. Brinquedo e cultura. 2. R. A atividade lúdica na educação de crianças e adolescentes. 4. BRENELLI. Zahar. Z. 7. Pro-posições. 110pp. o brinquedo. R.

L.M. T. C. 1993 (b). . 12.M. 11. SP. Summus. Pioneira. v. Julho de 1996. Psicologia do jogo São Paulo : Martins Fontes. PRADO. LEME ZAIA. T. Vozes. Campinas : Papirus. LEME ZAIA. Texto mimiografado. 1993 (a). KAMII.C. RJ : Zahar. 1987. S. 15. 18. 1994. CHATEAU. 1994. KOTHE. HUIZINGA. KISHIMOTO. KISHIMOTO. 1990. Brinquedo e Cultura. 22. R. Trad.C. UNICAMP. A.7. São Paulo. 19. A intervenção pedagógica por meio de jogos e atividades específicas para a construção do raciocínio lógico. J. 14. A construção das estruturas operatórias concretas e de noções aritméticas por meio de jogos. J. n. Rev. Homo ludens : o jogo como elemento da cultura. Trajetória Cultural.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 9. 114 . Jogos em grupo na educação infantil: implicações da teoria de Piaget. A construção de estruturas concretas e de noções aritméticas. Edição Especial. J. Matemática. G. L. Comunicação – XII Encontro Nacional de Professores do Proepre. Belo Horizonte : Fundação Amae para a Educação e Cultura. L. M. O jogo e a educação infantil São Paulo : Pioneira. O jogo e a Educação Infantil. 1996. 16. D. MACEDO. Ed. M. 17. D. PASSOS. Faculdade de Educação. Casa do Psicólogo. SP. de. 1980. P. A produção do conhecimento na área da educação infantil: jogo e representação social da criança. KISHIMOTO. N. São Paulo : Perspectiva. 21. Campinas. 1989. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 13. Quatro cores. . de Guido de Almeida. ELKONIN. L. T. 23. A formação do símbolo na criança. A Jogos. Pensar é divertido.B. KISHIMOTO. PIAGET. Pro-posições. Ed. 24. KAMII. Senha e Dominó: oficinas de jogos em uma perspectiva construtivista e psicopedagógica. 1997. PETTY. 2(20).L. 2002. (Tese de doutorado) 10. Jogos tradicionais infantis.S. 20. O jogo e a criança. 1998. T . 1975. 1984. Pedagógica e Universitária. São Paulo. Coletânea AMAE. Ed. Trabalho apresentado na 16ª Reunião Anual da ANPED – Caxambu – MG. e DECLARK. CAMARGO.

N. ROSAMILHA. 115 . O papel do jogo nos processos de desenvolvimento e de aprendizagem. O espaço do jogo no ambiente escolar : aproximações. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. distanciamentos e seu status. São Paulo : Pioneira. 1979. Como o jogo e o brinquedo tem sido vistos durante os diferentes momentos da história por diferentes autores. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : AVALIAÇÃO Avaliação escrita Apresentação de trabalhos acadêmicos / Atividades em sala EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): As diferentes conceituações do jogo e do brinquedo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 25.

A Maquinária Gótica 4. O Gótico Romântico: Mary G. Shelley.Década de 1790 – Aperfeiçoamento do Gênero Terror: Ann Radcliffe Horror: Mathew Lewis .O Romance Gótico: Das margen s da cult ura da Ilustração Dramatiza ção de conflitos e incertezas 2. levar o aluno a familiarizar -se com esse gênero li terário na forma que to mou nas Ilhas Britânicas. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. O Percurso do Romance Gó tico: .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena e Bacha relado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L :Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA: O ROM ANCE G ÓTICO I NGL ÊS CÓDIGO: LE M 7 678 SERIAÇÃO IDEAL: a partir do 3 o ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas -aula D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 horas -aula OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 20 OUTRAS: O B J E T I V OS : A partir da conc eituação do t ermo “gótico ”e da localização do “romance gótico ” na cena inglesa da déca da de 176 0. O Belo e o Sublime: Edmund Burke 3. Charles R. por meio da compreensão da ”maquinária gótica” e do percurso do romance gótico através de três diferente fases. Maturin 5.1765-1790 – Fundamentação do gênero: Horace Walpole e Clara Reeve . Reverberações 116 .

Matthew G. London: Blackwell. 1989. Frankenstein. Rio de Janeiro: Francisco Alves. The Old English Baron. trabalhos e partici paç ão nas discussões (os critérios podem não ac ontec er conjuntament e) EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Partindo da origens do termo “gó tico”. Gothic Fiction. Horace. Melmoth the Wanderer. Conceição. 1989. A Carne. H. co m suas múltiplas significações. Mario. discussões elicitadas por aspec tos t eóricos ou liga das às obras ficcionais. Mary G. Fred. seminários. S. London: Routledge. In: WU. Gothic. Nova Alexandria. 1977. 1998. 2000. WALPOLE. SHELLEY. seminários. PRAZ.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. David S. 1973. A Morte e o Diabo na Literatura Romântica. REEVE. M. MONTEIRO. MIALL. London: Pearson Education. Rio de Janeiro: Caetés. Penguin. Duncan (Ed). Oxford. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Obras Teóricas: BOTTING. London: Penguin. O Horror Sobrenatural na Literatura. Oxford. 1985. MATURIN. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Provas. LOVECRAFT. Phillips. Campinas: Editora da Unicamp. Na aurora da Modernidade: A Ascenção dos Romances Gótico e Cortês na Literatura Inglesa. Oxford University Press. Ann. Gary: English Fiction of the Romantic Period. 2004. 1996. A Companion to Romanticism. The Italian. London. Charles R. KELLY. localizaremos o apare cimento do romance gó t ico na cena inglesa da déca da 117 . RADCLIFFE. 1999. 1996. The Monk. Paulo. London: Oxford University Press. 1996. Obras Ficcionais: LEWIS. Clara. Oxford University Press. O Castelo de Otranto.

Serão estudados os seguintes autores: Horace Walpole. No plano estético. que já fora anunciada no tra ta do de E dmund Burke Investigações Filosóficas sobre o Conceito de Sublime(1757). Contemplar-se-á a ”maquinária gótica” e seguir-se-á o percurso do romance gótico através de três diferente fases: “1765 a 1820 – Formação”. “Década de 1790 – Consolidação” e “O Gótico Romântico”. diante de mudanças sócio polític as. internas e ex ternas. Maturin 118 . nest e mesmo momento. Mathew Gregory Lewis . o início de uma “mutaç ão da sensibilidade” em relaç ão ao ide ário do N eoclassicismo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO de 1 760. Ann Radcliffe. identifica-se. Mary Shelley e Charles R.

passando pelo Realismo e pelo período da Ilustração Brasileira. Processo em que vão se compor e se articular. intelectuais. de modo complexo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropologia. 119 . pelo alto. política e cultura. do Romantismo. até chegar ao Modernismo e às Tendências Contemporâneas. no intento de "comandar". as transformações sociais do Brasil no sentido da modernização/ocidentalização. Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: POLÍTICA E CULTURA CÓDIGO: APF66 92 SERIAÇÃO IDEAL: 3º / 4º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF2018-História do P e nsamento Político CO-REQUISITOS: Não Há ANUAL/SEMESTRAL: 1º semestre: Noturno / 2º semestre: Vespertino CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Propiciar ao aluno uma visão perspectivada das principais correntes do pensamento e vertentes da literatura que vieram compor a "inteligência brasileira".

J. 1970.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. M. Jackson Inc.1. São Paulo: Cia das Letras. o pensamento autoritário dos anos 30. 1. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ADORNO. 4-8. I e II. dentro da vida. A. 4. P.. 1978. M. São Paulo: Edusp. Cultura e Civilização. MELLO E SOUZA. O positivismo na República. Cultura e Civilização: 1. HERF. M. A. São Paulo: Martins Fontes. A nova história cultural. 3.. a geração de setenta do século 19. 1988. ________. J. A idéia de Brasil Moderno. 1956. G. de A. D'INCAO. 3. São Paulo/Rio de Janeiro: Paz e Terra. Ensaios sobre Antonio Cândido. Editores. N. modernidade e pós-modernidade. GRAMSCI. MACHADO DE ASSIS. saberes globais e saberes locais. São Paulo. O.1 e 2. A. O processo civilizador. universalismo e localismo. a Interpretação das culturas na contemporaneidade. 1980. COSTA. Th. O positivismo e a realidade brasileira. Cultura brasileira ou cultura republicana? Estudos Avançados. jan. F. Linguagem da crítica e crítica da linguagem. A identidade nacional brasileira. 120 . 1993. Nacional. O nacionalismo e o nacional-popular na cultura brasileira: 3. O Estado-nação face ao multiculturalismo: 4. DEBRUN. São Paulo: Ed.2. 4-8. 2. 1992. M. Os sertões. a geração romântica. OLIVEIRA VIANNA. Os intelectuais e a organização da cultura. E. Belo Horizonte/São Paulo: Livraria Martins/Editora Itatiaia. J. o Iseb. NOGUEIRA.3. 2. a geração dos anos 20 e a Semana da Arte Moderna. jan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 3. MOTA. de.ed.3. In: Temas básicos de Sociologia. As desventuras do Liberalismo. 2. São Paulo: Brasiliense.2. Rio de Janeiro: Paz e Terra. São Paulo: Melhoramentos. Rio de Janeiro/São Paulo/Porto Alegre: W. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. A. L. São Paulo: Instituto Moreira Salles/Cia das Letras. CUNHA. A modernidade na selva. 4. ARANTES. Dialética da colonização. HUNT. A.2. aulas dialogadas. O occaso do Imperio. Trem fantasma. Tese de Doutorado. IANNI. 1991. F. São Paulo/Belo Horizonte: Martins Fontes/Itatiaia. C. SCARABÔTOLO. Ensaio. 1992. Dentro do texto. 1981./abr. 1992. BARBORSA. T.3./abr. 1973.2.1. E. HARDMAN. cultura e identidade nacional. Sentimento da dialética. Formação da literatura brasileira. 1992. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. C. J.ed. Belo Horizonte: Edições RBEP. São Paulo: Cultrix/Edusp. 2. é de 1902). 1990 e 1993. (1. São Paulo: Cia das Letras. Estudos Avançados. BOSI. Obras completas. ELIAS. O modernismo reacionário. A. v. 1974.1. USP. v. 1933. São Paulo: Ed. O processo formativo da cultura brasileira: 2. C. da. F. 1990. BASTOS. 1992. 4. 1990. Poemas completos. de. seminários e trabalhos em pequenos e grandes grupos. 1955. M. 1984. os CPCs. M. E. ANDRADE. O método crítico de Sílvio Romero. São Paulo: Cultrix.1. 1965.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ORTIZ. 1991. O espetáculo das raças. 1992. Rio de Janeiro: José Olympio. Cultura brasileira e identidade nacional. Estará. R. Primeiras estórias. São Paulo: Edusp. SAHLINS. R. G. Ao vencedor as batatas. 1993. 1985. Rio de Janeiro: Zahar. M. WHITE. Que horas são? Ensaios. ________. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo e reflexão sobre a produção cultural na sociedade contemporânea e a sua interrelação com a esfera da política. 1991. Orfeu estático na metrópole de São Paulo. 1990. 1992. Atividade de Recuperação: Trabalho individual a partir de um tema elaborado previamente pelo docente responsável pela disciplina. 1989. também. SEVCENKO. S. Mal-estar na Modernidade. M. H. São Paulo: Cia das Letras. J. R. SCHWARCZ. 121 . C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : A avaliação será contínua e concretizada através do resumo e fichamento de textos básicos. SCHWARZ. Um mestre na periferia do capitalismo/Machado de Assis. Meta-história. São Paulo: Cia das Letras. sendo levado em consideração o envolvimento e a participação do aluno nos trabalhos de grupos e nas aulas. São Paulo: Cia das Letras. São Paulo: Cia das Letras. São Paulo: Cia das Letras. 1977. ROUANET. P. 1992. ________. São Paulo: Brasiliense. ROSA. Estilo tropical. L. e de provas escritas no decorrer dos semestres. São Paulo: Duas Cidades. VENTURA. 1993. São Paulo: Duas Cidades. Ilhas da História. N.

III“Tradução de textos literários”. e s e centrará na tradução de tex tos teóricos os mais diversos (áreas de geologia. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): I“Um pouco de teoria da tradução para c hegar -se à prátic a”. medi cina e manuais. e abordará algumas correntes da teoria tradutória. Este tó pico será ministrado em 4 semanas (8 aulas). Este tó pico t erá a duração de 2 semanas (4 aulas). respeitan do suas par ticularidades. 122 . II“Tradução de tex tos técnicos e suas particularidades”. Este tópic o será ministrado em 6 semanas (12 aulas) e constará de leitura e tradução de tex tos literários de v ários gêneros e époc as. por ex emplo). Serão analisadas traduções já existentes e novas traduções propostas pelos alunos.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: PR ÁTIC A D E T RADUÇÃO EM LÍNGUA FR ANCES A CÓDIGO: LEM 104 4 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Língua francesa II CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral (diurno) CRÉDITOS: 02 CARGA H ORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓR ICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Dar aos alunos de língua francesa subsídios para traduzir diversos tipos de t extos para o português.

Rio de Janeiro. 1987. 1987. Estudo de diferentes tipos de tex tos e suas possibilidades de tra dução. G.1981. 1992 (Col. Avaliação. São Paulo. exercícios semanais e prova final. Ed. PAZ. P. São Paulo. 1990. Florianópolis. Trad. A t eo ria na prática. 1971. m. novas traduções propostas pelos alunos. R. Aspectos e problemas da art e de tra duzir. M.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO IV“Tradução de poesia”. 19 86. Campi nas. Rio de Janeiro. O. EDUS P/FAPESP. Pontes. A tradução vivida. Tradução ofício e arte. –––––––– ––. Traducción: literatura y literalidad. A tradução científica e técnica. 19 90. Ed. Oficina de tradução. ––––––––-. BARBOSA.Traduçã o. Brasiliense. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ARROJO. A pont e nec essária. A prátic a da t radução. São P aulo. Ática/Secre taria de Est ado da Cultura. 1975. São Paulo. e na seqüência. AUBERT. CAMPOS. Como fazer tradução. da UFSC. J. de Paulo Rónai. Vozes/Ibase. V- ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas teóricas e práticas. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo de textos t eóricos sobre tradução . F. G. Este tópico será ministrado em 2 semanas (4 aulas) e abordará diferentes traduçõ es de um mesmo poema. São Paulo. Tusquets Editor. Po ética da tra dução. Barcelona. 199 3. P. MAILLOT. Nova Fronteira. 123 . Nova Fronteira/Pró Memória/ INL. Os alunos deverão fazer uma tradução comen tada de um tex to e levantar problemas encontrados e soluçõe s propostas. Tradução: teoria e prá tica. RÓNAI. 199 4. Campinas. J. Ática. THEODOR. “Princípios”).O que é tra dução. Procedimentos técnicos da tra dução. E. 1986. Uma nova pro posta. levant ament o de problemas encontra dos durante a traduç ã o e soluções propostas. Mc -GrawHill. Leitura e tradução dos textos propostos. Cultrix. ET AL. COULTHARD. H. PAES. LARANJEIRA. As (In)fidelidades da tra dução – Servidões e autonomia do tradutor. H. Editora da UNICAMP. São Paulo. Escola de tradutores. 199 1. trabalhos escritos. São Pa ulo. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Serão utilizados um ou m ais dos se guinte s critérios: Seminários.

ABORDAGE NS T EÓR ICAS PR ÁTIC AS S OCIAI S : CÓDIGO: DDA 9 010 SERIAÇÃO IDEAL: 2º semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) a disciplina Estrutura e PRÉ-REQUISITOS: estar cursando ou ter cursado Funcionamento do Ensino Fundamental e Médio.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Didática IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: PRÁTICAS DISCURSIV AS. 124 . CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: semestr al CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 02 PRÁTICA: OUTRAS: TEÓRICA/PRÁTICA: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 30 (trinta) AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Analisar as práticas discursivas à luz do referencial teórico que vem sendo desenvolvido a partir dos fundamentos propostos por Michel Pêcheux.

A economia das trocas lingüísticas. Paris. 8. Constituição do sujeito-leitor. Tradução Maria da Glória Novak e Maria Luiza Neri. 10. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENVENISTE. Tradução Mateus S. 2. 2. 1976. São Paulo: EDUSP. P. METODOLOGIA DE ENSINO: Aula expositiva. (Coord. A escola conservadora: as desigualdades frente à escola e à cultura. 5. BOURDIEU. É. P.). BOURDIEU. Educação em Revista. Problemas de lingüística geral I. Polissemia e paráfrase na constituição do sujeito-leitor. Rio de Janeiro: Vozes. dez. Compreender e identificar os alcances e os limites das teorias elaboradas por Michel Pêcheux e por Pierre Bourdieu. 294p. p. v. 1990. Pesquisas e seminários. Tradução Cássia R. Avenir de classe et causalité du probable. n. 1974. Problemas de lingüística geral II. A economia das trocas simbólicas. 3. É. Campinas: Pontes. jan. práticas sociais à luz do referencial teórico elaborado por Pierre Bourdieu e colaboradores. ed. São Paulo: Brasiliense. 4. As contradições entre a cultura popular e o universo escolar: a violência simbólica. 1. Campinas: Pontes. Paradigma da reprodução. As noções de capital cultural. p. Revue Française de BOURDIEU. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. BOURDIEU.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Analisar as práticas discursivas. Leitura: prática discursiva.3-15. 125 . 387p. n. BOURDIEU. BENVENISTE. Provas individuais. 1988. 1974. 7. Sociologie.3-42. P. Coisas ditas. Tradução Eduardo Guimarães et al. P. 1997. habitus e estratégia. P. BOURDIEU. da Silveira e Denise Moreno Pegorim. Belo Horizonte. Constituição do sujeito e do sentido na linguagem. 6.15. São Paulo: Perspectiva. 1989. capital lingüístico. P./ mar. Tradução Aparecida Joly Gouveia. A relação com o saber: maneiras e estilo de classe. 1989. Soares de Azevedo et al. A miséria do mundo.

P. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. estrutura social e atividade humana na educação.1990. p. 1999. 1990. Educação e Sociedade.. Teoria e Educação. 46. Sobre a telev isão . p. J. Campinas: Editora da UNICAMP.221-245. Educação. Lingüística e comunicação. HAK.C. J. BOURDIEU. Tradução Maria Lucia Machado . BOURDIEU.1990. habitus e educação. Campinas: Editora da UNICAMP. Tradução Reynaldo Bairão. Estratégias familiares na produção social de uma qualificação política. Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. São Paulo: Cultrix. abr/jun. DEMO.. Em Aberto. Lisboa: Difel. PASSERON. 1. Introdução à Análise do Discurso. Porto Alegre. PASSERON.. L. GORDON. 1997 . Para onde vai a sociologia da educação na França? Revista Brasileira de 126 . p. CANÊDO. P. 1989. T. P. Tradução: Bethânia S. HARKER.9. K. Reprodução. n. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. ISAMBERT-JAMATI. Paris: Minuit. 1990. n. p. 1990. PASSERON. CHAMBOREDON. ago. H. 1969. 319p. produção cultural e reprodução social. 1.B. GADET. P. n.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO BOURDIEU. ENGUITA.. J. 1998. v. 1991. P. les étudiants et la culture.F. L. contradição. P. Petrópolis: Vozes. Guilherme João de Freitas Teixeira.W. N. P. 1994. R. Francisco Alves. BRANDÃO. O poder simbólico. Campinas. n.13 -31. Tradução Fernando Tomaz.. M. Rio de Janeiro: Zahar. Trad. Brasília. Reprodução. 39. p. n. Porto Alegre. Porto Alegre. F. Mariani. A profissão de sociólogo: preliminares epistemológicas..C.108-133. R. 96p.134-146.7992. 1975.C. Rio de Janeiro: Ed. 1964. Les héritiers. 1. Tradução Lucy Guimarães.). A Sociologia crítica e a educação: contribuição das ciências sociais para a educação.C. J. Teoria e Educação. BOURDIEU. 162p. V. Teoria e Educação. P. BOURDIEU. JAKOBSON. (Orgs. BOURDIEU. Contrafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. H.

59 -72. Araraquara: Faculdade de Ciência e Letras-Unesp.A. 1991. D. A vertente grega da gramática tradicional. Campinas: Pontes. 1997. Teoria e Educação./jun. 16. MUZZETI. 75f. 1988. Brasília. 334p.A.R. 1987. Porto Alegre. n. MARTINS. C. 192p. Le contexte de l’oeuvre litterárie: énonciation. Tradução Freda Indursky.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Estudos Pedagógicos. MUZZETI.B. 1984. n. Maria Helena de Moura. 1993.9. MAINGUENEAU. société. 157. v. MAINGUENEAU. 3.abr. Trajetória social. NOGUEIRA. n. Genèses du discours. 15. MUZZETI. v. M.9. Consenso ou conflito: contribuições das teorias sociológicas de Émile Durkheim e de Pierre Bourdieu. 209p. A pluralidade dos mundos e das condutas sociais: a contribuição de Bourdieu para a sociologia da educação. Bruxelles: Pierre Mardaga. L. NEVES. 46.R. Araraquara. n. n. MAINGUENEAU. 46. v. D. 1992. 1976. 174f. Paris: Hachette. Brasília. L. 1989.49-58. UNICAMP. MAINGUENEAU. 2001. D. L. São Carlos. dote escolar e mercado matrimonial: um estudo de normalistas formadas em São Carlos nos anos 40. M. Teoria e Educação. n.Universidade Federal de São Carlos. L. Novas Tendências em Análise do Discurso. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. 1990. São Paulo: Hucitec. set/dez.Universidade Federal de São Carlos. 1992. Porto Alegre. abr. Paris: Cendres.3-8. p. 1990. 1999. MALDIDIER. 127 ./jun. Trajetórias escolares de professoras primárias formadas em São Carlos nos anos 40. écrivain. D. Entrevista com Pierre Bourdieu. Tese (Doutorado em Educação) . L’inquiétude du dis cours. LÜDKE. Boletim do Departamento de Didática. NOGUEIRA.538-551. estratégias culturais e classes sociais: notas em vista da construção do objeto de pesquisa. 1986. M. Mimeografado. Dissertação (Mestrado em Educação) . A sociologia da educação do final dos anos 60 início dos anos 70: o nascimento do paradigma da reprodução. v. MUZZETI. Em Aberto. 67. Trajetórias escolares. Em Aberto. Initiation aux méthodes de l’analyse du discours. 1990. p. Paris: Dunod. p. A pluralidade das trajetórias escolares e das estratégias culturais de universitários das camadas populares.R. p. 1997.R. Brasília. 198p. Denise. São Carlos.

E. M. 1974. São Paulo: Cultrix. 1991. P. p.. Em Aberto. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 276p. E. Caxambu. Análise de discurso: princípios e procedimentos. (Org. A indeterminação da linguagem: inconsciência e manipulação. 179p. Langages. 9.). v. 1993 . Paris: Dunod. São Paulo: Cortez. Analyse automatique du discours. Traduação Cheline. ROMANELLI. Tradução Eni Pulcinelli Orlandi.. P. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. 1988. ZAGO. Brasília. M.). 2. p.9. 7-22. 1969. Paris. P. p. M. ONOFRE. PÊCHEUX. Araraquara. G. 1994.A. C. N. SAUSSURE. Mises au point et perspectives à propos de l’analyse automatique du discours. 68p. Campinas: Pontes. F. 1987. Rio de Janeiro: Vozes. A. 317p. O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas: Pontes.89-112. A Sociologia da educação entre o funcionalismo e o pós-modernismo: os temas e os problemas de uma tradição. de. 2000. Curso de Lingüística Geral. 100p. NOGUEIRA. ORLANDI. M.3 -12.1-38. IN: Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação. PÊCHEUX. PÊCHEUX. Campinas: Editora da UNICAMP. PORTES. Discurso e Leitura. (Org. SILVA. FUCHS. Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas: 1988.. Marília Blundi. Anais. T.ed.. P.) Sujeito e texto. Tradução Eni Pulcinelli Orlandi et al. (Orgs. ORLANDI. Família e escola: trajetórias de escolarização em camadas médias e populares. 1975.. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio.. ORLANDI. 118p. ORLANDI. 128 . 173p. n. P. PÊCHEUX.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 3. 37. E. 2000. 1988. ed. revista e aumentada. 46. p. n. São Paulo: EDUC. 1994. Gestos de Leitura: da história no discurso. E.T. 277p. Trajetórias escolares: os caminhos da ampliação dos horizontes. 1994. E. M. Campinas: Editora da UNICAMP. 16 . 1990. 1993. Campinas: Pontes. E. Dissertação (Mestrado em Lingüística e Língua Portuguesa) – Faculdade de Ciências e Letras. ORLANDI. Paes e Blikstein.

Educação e Realidade. v. P.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO abr. SOSSOLOTE. Cássia Regina Coutinho. Tese (Doutora do em Lingüística e Língua Portu guesa) – F aculdade de Ciências e Letras. WILLIS. 1986. jul. Produção cultural é diferente de reprodução cultural é diferente de reprodução social é diferente de reprodução. 146p. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Introdução aos estudos de Michel Pêcheux e de Pierre Bourdieu. 129 . SOSSOLOTE. 11. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Paricipação nas atividades propostas. Universidade Esta dual P aulista – UNESP. 4 28 f./jun. A recepção do discurso alegórico da fá bula. 2002. 2. Recuperação : não será oferecida./dez. 2000. orais. Cássia Regina Coutinho. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora. 200 3. p. Verficação de leituras programadas. visando a compreensão e a análise dos processos envolvidos nas práticas discursivas envolvendo o ato de leitura. Trabalhos escritos. Araraquara: FCL/Laboratório Editorial/UNESP. Tradução Tomaz Tadeu da Silva.3-18. 1990. O discurso de vulgarização da lingüística no aparelho escolar. n. Araraquara. 2 v. Porto Alegre. Provas escritas.

Formação de clas ses estímulos equivalentes 130 . C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): Subprodutos do erro nos desempenhos di scriminativos. Escolha de acordo com o modelo. Discriminação condicional.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatu ra Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: PR OG RAM AS INFOR MAT IZADOS P AR A AQUIS IÇÃO D A LEITU RA E E SCRIT A CÓDIGO: PDE75 92 SERIAÇÃO IDEAL: segundo em diante OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: inexistente CO-REQUISITOS: não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 4 CARGA HORÁRIA: 60 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 4 PRÁTICA: ____ TEÓRICA/PRÁTICA: ____ OUTRAS: ____ N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 5 0 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: ____ AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: ____ OUTRAS: ____ O B J E T I VOS : Identificar relações presentes no processo de aquisição da leitura e da escrita e adequar programas de computador para ensinar crianças com história de fracasso escolar.

W. Psicologia: teoria e pesquisa.J. Leitura e escrita como desempenhos discriminados.. 37.M. 1982. 325-346. A.5. 181-214. 5(1). 1-18. S. MESTRE SOFTWARE V 1.A. V. Stoddard. Sidman.C.G. 5-22. 1989. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): O Papel do erro na aprendizagem de discriminações condicionais. Medeiros.3. Souza. Ensino de leitura e escrita através do pareamento com o modelo e seus efeitos sobre medidas de inteligência. n. matching to sample: an expansion of the paradigm.. j.. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova escrita T r a ba l h o pr á ti c o – e n si n o de l e i tu r a e e s c r i t a pa r a c r i an ç a s c o m h is t ó ri a de f r a c a ss o e s c o l ar . T.S. & MclIvane.. Observações curiosas acerca do desempenho deficiente após a ocorrência de erros.. 12(1). D. & Tailby. Rossito. e Teixeira.L. 2000.G. pp. Conditional discrimination vs. leitura generalizada com compreensão. programação da aprendizagem da leitura e da escrita. 1986. L.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas Estudo de arti gos de pesquisa Execução de um programa informatizado para ensinar a escrita e a leitura. Estudos de Psicologia.T. Aquisição de leitura após história de fracasso escolar: equivalência de estímulos e generalização. Psicologia. S. 131 . . de Rose. J. Journal of the experimental analysis of Behavior. j. M. e de Rose.C. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : De Rose.

O aprofundamento a respeito do caráter intersubjetivo do fenômeno educacional será orientador das reflexões sobre o exercício profissional do educador em suas possibilidades e limites. EDUC AÇÃO E P EDAG OGI A CÓDIGO: PDE74 31 SERIAÇÃO IDEAL: 1º semestre Diurno OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 TEÓRICA/PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Problematizar a educação e a pedagogia a partir de diferentes abordagens em Psicanálise.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: PSIC ANÁLI SE . ampliar e ressignificar a identidade profissional do educadorEspera-se favorecer o exercício reflexivo sobre as práticas e concepções educacionais mediante os conhecimentos acumulados pela Psicanálise. Além disso. espera132 . Pretende-se a partir da consideração do inconsciente na constituição do sujeito e de suas relações.

ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. B. M. P. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): – – – – – Contextualização da psicanálise no campo da ciência. Pedro Tamen. Winnicott. 133 . W. L.Bion ao fenômeno educacional e suas matrizes clínicas.25-37. hoje e amanhã. LAPLANCHE. São Paulo: Via lettera. São Paulo: Martins Fontes. OLIVEIRA. Psicopatologia X maturidade e saúde. n. L. 1967. 1999. Intersubjetividade e fenômeno educacional: o ensinante e o aprendiz como sujeitos desejantes. 1996. O paradoxo da psicanálise: uma ciência pós-paradigmática. seminários temáticos.9. Trad. 2000. Faculdade de Ciências e Letras-UNESP-Assis. REZENDE. discussões orientadas. M. p. BIRMANN. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : FREUD. M. 1968.. Problematização da pedagogia sob a vértice da psicanálise. J. Por quê a psicanálise na educação? Revista do Departamento de Psicologia Clínica 'Perfil'. PONTALIS.. Araraquara: FCL-Unesp. OLIVEIRA. J. 6. Madrid: Nueva Madrid.) Psicanálise e educação: ontem. Conhecimento e autoconhecimento na educação: a paixão de formar e amor ao conhecimento. Mal estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. leituras e discussão de textos. Freud. J. (Org. M. Contribuições de S. D.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO se que possibilite ao educador a descoberta de conexões entre a Psicanálise e a educação que contribuam para a ação educativa promotora do desenvolvimento do educando. O inconsciente na constituição do sujeito. A restrição da educação formal à pedagogia. Vocabulário de psicanálise. – – – – Inconsciente e expressão simbólica e escolarização.ed. Obras completas. 2000. A. S.Klein. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

"Des/obede/serás": sobre o sentido da contestação adolescente. Tese de Doutorado. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Pesquisa Psicanalítica como crítica da e para a educação. OLIVEIRA. MACHADO. 134 . WINNICOTT. M. M. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Produção de textos. J. p. Trad. 1997. L. São Paulo: Martins Fontes. A criança e o adolescente na atualidade e a psicologia da educação.121-31.) Psicologia escolar: em busca de novos rumos. nível de compreensão e elaboração do conteúdo. A. LIMA. 1984.) Psicologia. Assessoria e Orientação Educativa "Dante Moreira Leite" da FCL-UNESP-Araraquara. Educa-se uma criança? Porto Alegre: Artes e Ofícios. desenvolvimento da capacidade de produzir conhecimento. 2000. M. A. 1982. M. Educação para o futuro: psicanálise e educação. Dissertação de Mestrado. Vertentes teóricas sobre o funcionamento do ser humano e suas relações como conhecimento indispensável à formação do educador. São Paulo. 1994. M. SOUZA. capacidade de transposição da teoria para a prática. REZENDE. Revista sobre a infância com problemas. João Silvério Trevisan. São Paulo: Escuta. A. ano II. (Orgs. F. M. M. v. 1975.. HERRMANN. 1999. Rio de Janeiro: Ímago. ou seja. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. n. Atividade de recuperação: prova escrita e/ou entrevista e/ou trabalho escrito. 1989. C. Estilos da Clínica. M. Carlos Rugênio M. Dossiê Psicanalítico e Educação.2. OLIVEIRA. C. p. apresentação de trabalhos. CONTARDO. Escolarização na perspectiva psicanalítica. participação nas atividades ao longo do curso. Leda A.. L. D. São Paulo. Álvaro Cabral. O brincar e a realidade. W. de Moura. Problemática III: a sublimação. P. Educação terapêutica: o que a psicanálise pode pedir à educação. Revista do Centro de Estudos. KUPFER. 1992.2. Herrmann. L. (Orgs. São Paulo: Papirus. São Paulo: Casa do Psicólogo. KUPFER. A.53-62. et al. KLEIN. Campinas. LAPLANCHE. trabalhos em grupos. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. M. São Paulo: Ática. A.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO OLIVEIRA.. Rebeldia e identidade: estudo psicanalítico sobre uma contradição aparente. M. Capacidade de análise. Trad. Temas em Educação e Saúde. Diálogo atual entre a Psicanálise e a educação escolarizada. 1993. 1997 (Psicologia e educação). F. CALLIGARIS. Bion e o futuro da psicanálise.

AUL AS PRÁTICAS: OUTRAS: 135 .  Verificar como a Natureza foi representada nos vários gêneros literários e na pintura durante o século XIX francês. em particular.  Apresentar um panorama da natureza vista no tempo. no espaço e no mundo das idéias.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: RE PRE SENTAÇÕES LIT ER ÁRI AS E PICT ÓRIC AS D A NATUREZ A NA FR ANÇ A D O S ÉCULO XIX. CÓDIGO: LEM 782 6 OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: nihil ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30h OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: TEÓRICA E PRÁTICA: PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS: O B J E T I VOS :  Refletir sobre a representação nas artes em geral e na literatura e na pintura.  Trabalhar as relações existentes entre Pintura e Literatura.

BARBOSA. o campo e a cidade. Luis Machado de.Aulas expositivas. O trajeto da palavra natureza. In: THOREAU. CABRAL. Língua.). ALBERTI. 1992. Literatura e Ensino. A representação da Natureza no romance francês do século XIX. BERQUE. tendo por base t extos previamente selecionados e distribuídos. Walden ou A vida nos bosques. Os jardins ou a natureza domesticada. de Aristóteles ao Romantismo. Sidney. Da pintura.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 01 02 03 04. 149-179. CABANNE. Política. (Repertórios) ARISTÓTELES. In: Diacrítica. In: BARBOSA. 1991. O envolvimento racional e interesseiro do homem com a natureza. UNICAMP. Les peintres de plein air: du romantisme à l’impréssionisme. Os tempos atuais e a crise da representação. Tradução Baby Abrão et al. 9-33. nº 6.Discussões. 2005. Araraquara: Cultura Acadêmica. Pintura e Literatura na França do século XIX. Augustin. . 1999. Estética e ecologia no Portugal finessecular – a proposta de Jaime Magalhães Lima. Araraquara: Faculdade de Ciências e Letras da UNESP. Poética. Ozíris. . Tradução Antônio da Silveira Mendonça. Campinas: Ed.05 06 07 09 10 A representação artística e literária. Pierre. (Estudos Literários) p. 2. 1998. Aveiro: Ed.). GAETA. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : . ______________. 2001. A paisagem. Paris: L’Amateur. 1995. Constituição de Atenas. Veiga (Org. São Paulo: Aquariana. 6. Sidney (Org. p. ed.Apresentação e debates de documentos áudio-visuais e midiáticos. 177-185. J. Henry D. Franca: Gráfica Ribeirão Preto. Ingrid. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ABREU. Introdução. São Paulo: Nova Cultural. 2004b. 136 . Tese em crítica e história do romance (Livre-docência). Religião e Natureza. Maria Ap. Leon Battista. Tempo. ed. In: BORGES FILHO. Tradução Astrid Cabral. Paris: Hazan. Organon. p. ______________. Gregório de Matos e Boileau: dois poetas seiscentistas contra a cidade. 2004a. Universidade de Aveiro. Les raisons du paysage: de la Chine antique aux environnements de synthèse. espaço e utopia nas cidades.Paulo e Virgínia de Bernardin de Saint-Pierre e o surgimento do romance burguês na Europa. A Natureza na Pintura e na Literatura Natureza.

São Paulo: Nacional. Ernest Robert. (2005) Dissertação (Mestrado em Estudos Literários) – Faculdade de Ciências e Letras. Entre ruas e veredas: o espaço e os caminhos da cidade e do campo em Les misérables de Victor Hugo. n. Araraquara.___. Simon. 2. 49) CURTIUS. (Théories de la littérature) HUISMAN. Lenira Marques. O insólito em Guimarães Rosa e Borges: crise da mimese/mimese da crise. RIBES.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CANDIDO. 1985. Paris: Bordas. Mito e ecologia em Horácio. (Biblioteca Pólen) GLAUDES. 2005. O contrato natural. 1990. São Paulo: Companhia das Letras. Tradução Beatriz Sidoux. MOSSER. SERRES. Dante. Alain. Tradução Teodoro Cabral e Paulo Rónai. RIBON. (sous la direction de) La représentation dans la littérature et les arts: anthologie. Pierre. (Linguagem e cultura. 1991. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1989. 1991. Keith. TRINGALE. São Paulo: Ática. Tese e antítese. Monique. 1992. Entre campo e cidade. François. Tradução Hildegard Feist. Toulouse: Presses Universitaires du Mirail. (Ensaios. La nature: Rousseau et les romantiques. MORETTO. Tradução Tânia Pellegrini. Paris: Hatier. DIDEROT. Campinas: Papirus. Tradução Magnólia Costa Santos. Bruno. São Paulo: Iluminuras. Compagnons du soleil: anthologie de grands textes de l’humanité sur les rapports entre l’homme et la nature. 21). Histoire des jardins: de la Renaissance à nos jours. PREVIDE. 2001. Denis. Fulvia. 29-56. SãoPaulo: Companhia das Letras. Joseph. L’idée de nature dans les temps modernes et dans le Romantisme. 1964. São Paulo: Hucitec/EDUSP. Tradução João Roberto Martins Filho. 1996. (Nova Fronteira Verde) THOMAS. 94) COVIZZI. Michel. UNESP. 137 . Paris: Éditions La Découverte/UNESCO. Araraquara: FCL/UNESP. UNESP. 1999. (Filosofar no presente) SCHAMA. Itinerários. Antonio. 2002. Paisagem e memória. Paris: Flamarion. 1978. (Profil Littérature. 1–54. KI-ZERBO. Les philosophes et la Nature. O homem e o mundo natural: mudanças de atitude em relação às plantas e aos animais (1500-1800). Literatura Européia e Idade Média Latina. 1991. Michel. Georges. 1996. 1980. COUPRIE. p. In. Da interpretação da natureza e outros escritos. p. Mauri Cruz. A arte e a natureza. Araraquara. TEYSSOT.

Raymond. le bois. . La Rochelle: Rumeur des Ages. ZOLA. (Passage à Parole) C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova e apresentação de monografia. São Paulo: Companhia das Letras. - 138 . 2000.Abordagem diacrônica da representação artística em geral e da pictórica e literária.A representação da Natureza na Pintura e na Literatura da França no século XIX. . . em particular.Relações entre Pintura e Literatura. no espaço e no mundo das idéias.A natureza vista no tempo. O campo e a cidade na história e na literatura. Tradução Paulo Henrique Brito. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): . 1994. Aux Champs: la banlieue. la rivière. Émile.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO WILLIAMS.

Diurno CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA (X ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Oferecer um sólido conhecimento sobre o fenômeno da comunicação a) identificando alguns dos enfoques diferenciados em seu tratamento na literatura especializada. d) trazendo como objeto imediato de análise as imagens midiáticas. 139 . c) dando atenção especial ao simbólico enquanto elemento de seu conteúdo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: CÓDIGO: SOC6033 SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 04 Não há Não há 2° semestre . b) enfatizando-a como mediação presente nas situações de interação social.

5. Sociedade de massas e classes sociais. Mac Luhan. mensagem e comunicação. o imaginário social. Jorge Zahar Editor. 2 – Aspectos da comunicação. 140 . 1998. elite. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: A avaliação se dividirá em dois momentos. Petrópolis.A ideologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Adorno. Ideologia e Cultura Moderna. as mensagens. A transmissão cultural. A dialética do esclarecimento. Atividade de Recuperação: prova substitutiva EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Código. 7 – O espaço midiático. M. Teoria Social Crítica na era dos meios de comunicação de massa.B. J. classe. 4 . cultura e controle social. Ideologia industrial cultural. Uma prova escrita e um trabalho de conclusão de curso. Significados e aproximações teóricas. Thompson. público e elite. os códigos. 6 – Violência e comunicação. Cultrix. M. T. Vozes. As formas simbólicas. Rio de Janeiro. Os meios de comunicação como extensão do homem. METODOLOGIA DE ENSINO: O curso articulará aulas expositivas com discussões em torno de material de programas e propaganda televisiva.Massa. Massa. Horkheimer. 1971.. 3 – A cultura. São Paulo. o espaço público.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1 – Comunicação. 1994..

a bibliografia sociológica sobre o tema 3. 3) definir os elementos indispensáveis para uma compreensão da situação de violência enquanto relação social. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado e Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA: CÓDIGO: SOC1333 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: SEMESTRAL CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 Não há Não há OPTATIVA ( X ) SOCIOLOGIA DA VIOLÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 60 OBJETIVOS: Oferecer aos alunos 1) um quadro do debate em torno do tema da violência.uma definição da situação de violência como relação social 141 . 2) especificar esse quadro no contexto sociológico.os vetores disciplinares da discussão em torno da violência 2. 4) avançar em profundidade na investigação do universo conceitual da situação de violência.

DURKHEIM. 1989. 19/10/2002. dos R. Y. Araraquara. P. Violência e Psicanálise. 1998. v. Petrópolis: Vozes. 4ª ed. na Faculdade de Educação da USP. SANTOS FILHO. Um estudo multidimensional sobre crianças e adolescentes. P. Este texto. práticas e políticas. & LUCKMANN. Rio de Janeiro: Graal. J. 1984.os elementos imprescindíveis para uma compreensão da situação de violência METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas: material áudio visual. tem como inspiração inicial a primeira aula dada pelo autor durante o curso Compreendendo Situações de Violência Sexual. CASTORIADIS. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1986. Dicionário Brasileiro Globo. jan. & GUIMARÃES. João Batista Toledo Prado pelas lições em torno do vocábulo latino a ser usado aqui. Préface au Suicide (1897). 1978. K. C. Londres: Routledge & Kigan Paul. apesar de toda elaboração posterior. 1995. 1957. Araraquara. GRANDE ENCICLOPÉDIA LAROUSSE CULTURAL. 14. V I. A violência. Élements d’une théorie sociale. Paris: PUF. F. The neurotic personality of our time. 2001. E. Agradecimento especial ao colega do Departamento de Lingüística. A construção social da realidade. J. Por que a violência? Por que a paz? In COSTA. A instituição imaginária da sociedade. In DURKHEIM. no dia 4/5/2005. F. p. 1975. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERGER. Apresentado originalmente no 1° Simpósio Internacional do Adolescente – Adolescência hoje: desafio. na Mesa Livre Experiências em situações de violência e projetos de vida. São Paulo: Globo. T. São Paulo: Nova Cultural.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 4. Notas sobre a socialização e a formação do homo violentus. dos R. M. 3-35. J. leituras e debates de textos. F. & LUFT. Livear/Cedro. 142 . Revista Uniara. Textes. n. COSTA. 1982. FERNANDES./fev. 9. MICHAUD. SANTOS FILHO. F. A violência nada infantil nos programas destinados às crianças.. J. A geografia da violência e algumas presenças em conflitos pela posse da terra. 87-100. J. Reforma agrária. SANTOS FILHO. HORNEY. C. São Paulo: Ática. Campinas. p. dos R.

A ação violência como agir segundo matrizes cognitivas interiorizadas no processo de socialização. 143 . Prova parcial e trabalho final Atividade de Recuperação: Prova síntese EMENTA: A situação de violência como um conceito descritivo caracterizador de relações sociais.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Resumos e fichamentos de textos.

constituição das classes e camadas sociais. criação dos mercados internos. criação da sociedade civil.Organização dos Estados-nacionais.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA: CÓDIGO: SOC1384 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: SEMESTRAL CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 Não há Não há OPTATIVA ( X ) SOCIOLOGIA HISTÓRICA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 60 OBJETIVOS: Fornecer um panorama das análises e explicações da sociologia e/ou Ciências Sociais do processo de transformações sócio-históricas do mundo moderno e contemporâneo.Transição para o capitalismo. relações capitalistas de produção. desenvolvimento das forças produtivas e acumulação de capital. 3. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. instauração dos direitos de cidadania e surgimento da democracia.Criação da Modernidade e o processo de transformações dele advindas. 144 .

Rio de Janeiro: Campus. ano 9. Origens sociais da ditadura e da democracia. C. DOBB. Rio de Janeiro: Zahar. A burguesia e a contra-revolução. 3ª ed. n. Estudos de Sociologia. 1996. GRAMSCI. M. São Paulo: Edusp. SKOCPOL. B. WALLERSTEIN.O processo das revoluções burguesas e suas especificidades nacionais. 1985. A. METODOLOGIA DE ENSINO: BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARENDT. 1996. Estados e revoluções sociais. TILLY. A revolução francesa. 1996. 1983. 1977. R. Manifesto do Partido Comunista. 1980. Lisboa: Martins Fontes. O capitalismo histórico. Revolução e a transformação das sociedades. 1979. 16. WEBER. O Risorgimento – notas sobre a história da Itália. 11ª ed. 1996. São Paulo: Pioneira. Lisboa: Presença. capital e estados europeus. 1985. A dinâmica do capitalismo. Evolução do capitalismo. Ecos da Marselhesa. M. EISENSTADT. K. MARX. 1° semestre de 2004. vol. A grande transformação. Rio de Janeiro: Rocco. 145 . S. 2002 (Cartas do Cárcere. Construção nacional e cidadania. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 1987. São Paulo: Ensaio.. HOBSBAWN.. BENDIX. Da revolução. SKOCPOL. F. São Paulo: Difel. 7-35. São Paulo: Grijalbo. Coerção. “A imaginação histórica da sociologia”. E. I. O. p. 1988. & ENGELS. 1975. SOBOUL. 1979.. F. São Paulo: Cia das Letras. A. MOORE. São Paulo: Brasiliense. BRAUDEL. T. São Paulo: Ática. MARX. 1987. Araraquara: Laboratório Editorial. H. POLANYI. K. N. K. 9ª ed. T. São Paulo: Edusp. 5). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 4. Rio de Janeiro: Zahar.

o surgimento de novas classes e camadas sociais. a instauração da cidadania e da democracia. o surgimento da sociedade civil. 146 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Atividade de Recuperação: EMENTA: Analisar o processo de transformações desencadeadas pela modernidade. a criação dos Estados Nacionais. as revoluções burguesas. envolvendo o desenvolvimento do capitalismo.

c) dando atenção especial à sua dimensão simbólica. b) enfatizando-a como mediação presente nas situações de interação social. d) trazendo como objeto imediato de análise as imagens midiáticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1ª aula: Apresentação do curso e introdução ao tema 2ª aula: Leituras no quadro da Filosofia 3ª aula: Leituras no quadro da Politicologia 4ª aula: Leituras no quadro da Antropologia 147 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: SOCIOLODIA DO CONHECIMENTO CÓDIGO: SOC6416 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 04 Não há Não há Semestral CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: PRÁTICA: OUTRAS: OBJETIVOS: Oferecer uma sólida discussão sobre o estatuto teórico do fenômeno da violência a) identificando alguns dos enfoques diferenciados em seu tratamento na literatura especializada.

assumindo os conteúdos da programação televisiva como objeto particular de trabalho. Vozes. três livros são considerados de estudo obrigatório: MICHAUD. Studies in the Theory of Ideology. Yves.atendimentos personalizados. Justificativa: Não é novo o reconhecimento do fato de vivermos “num mundo em que a circulação generalizada de formas simbólicas desempenha um papel fundamental e sempre crescente” (Thompson. John B. 3. 1982). 1998. 1984. São Paulo. Polity Press. John B. A violência. Significações aparentemente legítimas que “dissimulando as relações de força que estão na base de sua força. 2ª ed. faz-se necessário estudar a violência simbólica enquanto imposição de significações. 1995). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Além das leituras reivindicadas para cada uma das aulas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5ª aula: Leituras no quadro da Psicanálise 6ª aula: Uma abordagem sociológica 7ª aula: O símbolo. 4. 2. Petrópolis. METODOLOGIA DE ENSINO: 1. Tampouco é nova a afirmação que estabelece a utilização de formas simbólicas na (re) produção de relações de poder. É um campo de estudos e investigação que.aulas expositivas. No caminho aberto por esses dois pressupostos. acrescenta sua própria força.discussão de peças de propaganda e\ou trechos de programas de TV.discussão de leituras e fichamentos. Ideologia e Cultura Moderna. Seu eixo de investigação remete à pergunta sobre as condições de ancoramento da violência simbólica no imaginário social. Cambridge. Sua preocupação inicial é o enfrentamento teórico das formas como a primeira é veiculada pela segunda. Ática. Sua atenção prioritária remete às maneiras como a linguagem das imagens se insinua na experiência mediada. isto é. propriamente simbólica. 148 . 1989. as formas simbólicas 8ª aula: As imagens 9ª aula: A linguagem 10ª aula: A violência simbólica 11ª aula: A violência simbólica e a televisão 12ª aula: A violência simbólica e a televisão II 13ª aula: A violência simbólica e a televisão III 14ª aula: A violência simbólica e o imaginário social 15ª aula: A violência simbólica e o imaginário social II A questão do curso: O ponto de partida do curso são duas presenças empiricamente inevitáveis: a violência e a mídia televisiva.. THOMPSON. busca estabelecer os laços de solidariedade eventualmente existentes entre a violência simbólica e o imaginário social. THOMPSON. a essas relações de força” (Bourdieu.

149 .a qualidade do trabalho final. Atividade de Recuperação: prova substitutiva EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Violência. Imaginário Social.entrega de fichamentos e qualidade das leituras realizadas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Avaliação individual baseada na 1. Televisão. 3. 2.freqüência e participação.

da tradução automática. da geração automática de textos escritos.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TECNOL OGI AS DA LI NGU AG EM HUM ANA CÓDIGO: LEM 103 2 SERIAÇÃO IDEAL: não há OBRIGATÓRIA ( ) OPTATI VA (X) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: O UTRAS: O B J E T I VOS : .Apresentar realizações e potencialidades do campo de pesquisa interdisciplinar no âmbito do ensinoaprendizagem de línguas estrangeiras. . .Desenvolver a capacidade de mapeamento e resolução de problemas lingüísticos e de tradução. da simulação e teste de modelos lingüísticos. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. O universo do computador e o processamento automático da linguagem natural 150 .Introduzir a pesquisa em processamento automático das línguas naturais no universo de estudos dos alunos de Letras.Motivar o aluno para a realização de pesquisas no campo. .

). Morgan Kaufmann Publishers.2. APPELT.Resolução de problemas . 151 . (1985).1. Cambridge.2.2 A interpretação semântica 2.Pesquisa dirigida .Aulas expositivas e práticas B I B L I O GR A F IA : ALLEN. B. Text generation.2 software. Cambridge University Press. Republic of China.2 Modelos computacionais e linguagens de programação 3. Benjamin/Cummings Publishing Co. Taipei. IN: C.2 Busca de soluções 2. (1989). Araraquara.1. Proceedings of ROCLING II. Anais….1 O processamento sintático 2.2. Tese (Doutorado em Letras) . Curitiba: EPCPEF-SBIA. (1992) Machine translation: a knowledge-based approach. Addison-Wesley Publishing Co.1. Cambridge. (1989) Natural language processing in prolog. GAZDAR. 1996.1.4 Tradução automática ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : . Planning English sentences. Computational linguistics: an introduction.Faculdade de Ciências e Letras.3 Material informatizado para ensino-aprendizado de línguas 3. Menlo Park.2.2 Modelos linguísticos-computacionais 2.Trabalho em grupo . p41-9.R. 1. Cambridge.E.Pré-leitura de textos selecionados . DIAS-DA-SILVA. NIRENBURG. Princípios para a elaboração de modelos deprocessamento automático da linguagem natural 2.1. 272p. et al. 2. (1986). pp. D. Wokingham.2 A lingüística computacional 1. Universidade Estadual Paulista. et al.1 O computador 1. R. San Mateo. Cambridge University Press. (1988) Natural language understanding. K. e Simpósio Brasileiro de Inteligência Artificial.1 Mapeamento de problemas 2.1 O hardware. KAPLAN. GRISHMAN. CHEN (eds. Curitiba.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 1. Aplicações 3. In: Encontro para o Processamento Computacional de Português Escrito e Falado. (1985). Cambridge University Press. 1. 1-18.M.2 Léxicos e Thesaurus informatizados 3. J. R. S.-R.3 A representação do contexto e do conhecimento de mundo 2. McKEOWN. The Formal Architecture of Lexical-Functional Grammar.1 Interfaces em linguagem natural e simulação e teste de modelos lingüísticos 3. HUANG & K. 13.1 Modelos lingüísticos 2. G. _______ (1996) Uma Análise Lingüístico-computacional do Objeto Nulo do Português do Brasil. (1996) A face tecnológica dos estudos da linguagem: o processamento automático das línguas naturais.-J. 1996.1 O processamento automático da linguagem humana 1.C.

(1989) Lisp.K. o pesquisador do PLN concentra seus esforços na montagem de modelos computacionais que procuram emular tanto a competência como a performance lingüísticas humanas. ms. Não se pressupõe conhecimentos de programação de computadores. Wiley. S. (1987). B. (iii) sugerimos investigações exploratórias para que o aluno vivencie a dinâmica da pesquisa no campo. (s/d). F. WESCOAT. . (1985) Lectures on contemporary syntactic theories. Lexical Functional Grammar.P. Chicago. Somando o conhecimento produzido e acumulado no âmbito de disciplinas como a lingüística (frasal e textual). a ciência da computação e a psicologia cognitiva. & SHIEBER.Elaboração de Relatórios . The University of Chicago Press. Menlo Park. P.N. Reading.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO PEREIRA. WINSTON. Addison-Wesley Publishing Co. SELLS.. P. 152 . 45 p. ponto de partida das investigações do PLN. S. & ZAENEN.T.. (1990) Encyclopedia of artificial intelligence. Prolog and natural language analysis.. a partir deles. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : . A.H. (ii) percorremos alguns caminhos traçados por esses pesquisadores e. M. New York. (i) apresentamos uma introdução ao universo da inteligência artificial. SHAPIRO. ed.Seminários . Nesta disciplina.C. CSLI. & HORN.Pequeno projeto exploratório a ser desenvolvido ao longo do curso EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): O processamento (automático) das línguas naturais (PLN) é um campo de pesquisa interdisciplinar relativamente recente.

Familiarizar-se com a terminologia e conceitos fundamentais do autor(es) estudado(s).UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TE ORI AS DO DESENV OLV IME NTO EM OCIO NAL CÓDIGO: PDE 7 482 SERIAÇÃO IDEAL: 5 o semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPT ATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 1º semestre . Compreender o pensamento clínico e sua articulação com a construção das teorias do desenvolvimento emocional. 153 . o aluno esteja em condições de: Identificar as contribuições da psicanálise e da psicologia analítica para a compreensão do desenvolvimento emocional da criança. Reconhecer e observar os processos inconscientes e sua participação na formação da personalidade.Diurno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : O objetivo geral da disciplina é o estudo de teorias do desenvolvimento emocional da criança. a partir das contribuições da psicanálise e da psicologia analítica. Espera-se que ao final do curso.

Winnicott. afeto e pensamento. Psicanálise: 1. W. Madrid: Biblioteca Nueva. Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil. WINNICOTT. Sigmund Freud.1. 1976. R. C. 1984. 1. Rio de Janeiro: Imago.1. DOLTO. Rio de Janeiro: Zahar. Narrativa da análise de uma criança. Erich Neumann. ______. Amor. Donald W. M. Petrópolis: Vozes. O primeiro ano de vida. v.6. Digitado. a cada vez. 1972. 1962. A educação de crianças à luz da investigação psicanalítica. ______. 1988. F. Bion. Psicologia Analítica: 2. 1980. Porto Alegre: Artes Médicas. 2. Elementos em psicanálise. M. FORDHAM. Temas em Educação e Saúde. 154 .4. A. p. A criança: estrutura e dinâmica da personalidade em desenvolvimento desde o início de sua formação. 1967. um autor abordado. ______. OLIVEIRA. ______. ______. Rio de Janeiro: Imago. Rio de Janeiro: Imago. Atenção e interpretação. Projeto de atenção ao desenvolvimento do educador. São Paulo: Martins Fontes. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. 1980. M. KLEIN. et al. G. 1991. ______. Rio de Janeiro: Imago. Jung. Michel Fordham. D. São Paulo: Cultrix. 1. E. ______. JUNG. R. W. 2002. São Paulo: Cultrix. S. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. A criança como indivíduo. 1973.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1.5. As etapas decisivas da infância. SPITZ. Obras completas. René A. KLEIN. Conhecimento. B. BION. Françoise Dolto. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Bibliografia obrigatória: ASSIS. Rio de Janeiro: Imago. 2. São Paulo: Martins Fontes.2.2. Inveja e gratidão e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago. Araraquara. Araraquara. 1970. culpa e reparação e outros trabalhos. A disciplina será oferecida na forma de tópicos sendo. Rio de Janeiro: Imago. M. Carl G. 1980. M. Obras completas. 1. Melanie Klein. Leitura e interpretação de textos indicados na bibliografia básica. 1981. 1980. Psicanálise e pediatria. Rio de Janeiro: Imago. 1980. NEUMANN. Spitz. 1965. Da pediatria à psicanálise. A psicologia da educação.2. ______. A. 2. Rio de Janeiro: Imago. CEAO/UNESP. 1. FREUD. Aprendendo com a experiência.3.3. 1963.115-131. Rio de Janeiro: Imago. 1. Estudos psicanalíticos revisados. Wilfred R. 1999. 2000. L.

H. Fundamentos psicanalíticos. Atividade de recuperação: revisão da monografia. 1995. J. SEGAL. 1991. SOIFER. Rio de Janeiro: Imago. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Disciplina oferecida na forma de tópicos de estudo sobre as teorias do desenvolvimento emocional da criança. D. The piggle: relato do tratamento psicanalítico de uma menina. Rio de Janeiro: Imago. WINNICOTT. Rio de Janeiro: Imago. W. LAPLANCHE.. São Paulo: Difel. 1982. Rio de Janeiro: Imago. 1975. D. conforme as contribuições da psicanálise e suas derivações. 1987. BOWLBY. segundo tema de seu interesse. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Durante o curso o aluno deverá redigir e apresentar uma monografia.. J. PONTALIS. São Paulo: Martins Fontes.-B. Introdução à obra de Melanie Klein. 1984. O caso Dominique.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Bibliografia complementar: DOLTO. D. D. Rio de Janeiro: Imago. A. Winnicott. Limite e espaço: uma introdução à obra de D. O tratamento psicanalítico das crianças. 1989. H. R. F. J. Formação e rompimento dos laços afetivos. Porto Alegre: Artes Médicas. WALLBRIDGE. Vocabulário da psicanálise. 155 . São Paulo: Martins Fontes. As origens do caráter da criança. E. 1971. Enfoque no pensamento clínico como instrumento para compreensão da formação da personalidade e da construção de teorias sobre o desenvolvimento emocional. W. Rio de Janeiro: Zahar. Psiquiatria infantil operativa. A. Porto Alegre: Artes Médicas. FREUD. Jung e os pós-junguianos. a respeito da obra do autor estudado. 1981. SAMUELS. 1984. MADELEINE. WALLON. ZIMERMAN.

analisá-las criticamente e compreender as aproximações. professor e aluno. Pretende-se também que os alunos desenvolvam a capacidade de análise comparar as diversas teorias pedagógicas. professor e aluno. – O lema “aprender a aprender” como síntese da Pedagogia Escolanovista. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): Primeira Unidade: A Pedagogia Tradicional: – As relações entre educação escolar e sociedade. as diferenças e as divergências que possam existir entre elas. meios e fins. – A democracia liberal e a educação democrática.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Psicologia da Educaç ão I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TE ORI AS PED AGÓ GICAS CÓDIGO: PDE74 66 SERIAÇÃO IDEAL: 4º semestre OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 5 0 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Pretende-se que os alunos sejam capazes de analisarem as principais teorias pedagógicas que têm influenciado a formação de educadores. o pensamento educacional e as políticas educacionais. – As relações entre conteúdo e forma. 156 . – As relações entre conteúdo e forma. meios e fins. – O conhecimento: seu papel na formação do ser humano e sua transmissão pela escola. Segunda Unidade: A Pedagogia Escolanovista: – A crítica à pedagogia tradicional.

1959. deverão se constituir em instrumental metodológico de transmissão do conteúdo determinado no programa de ensino. C. 1996.ed. _____. C. 20). In: RODRIGO & ARNAY (Orgs. In: COLL.) O professor e o ensino: novos olhares. (Cadernos CEDES. N.2000. (Série Idéas. _____. MARCHESI.. – A crítica ao capitalismo e a questão da educação escolar. v. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento.21. meios e fins. PALACIOS. professor e aluno. p. N. A. professor e aluno. São Paulo: FDE. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : O princípio metodológico central será o de que os procedimentos e as técnicas a serem adotados (aulas expositivas. – Relações entre conteúdo e forma. Campinas: CEDES. (Org. L. A anatomia do homem é a chave da anatomia do macaco: a dialética em Vigotski e em Marx e a questão do saber objetivo na educação escolar. meios e fins. In: DUARTE.389-406. C.85-106.. 1994. COLL. p.) Desenvolvimento Psicológico e Educação.) Sobre o Construtivismo: contribuições a uma análise crítica. O que é Construtivismo? In: ALVES. 1951. J.. – A crítica às pedagogias limitadas aos horizontes da sociedade capitalista. A educação nova. MARCHESI. São Paulo: Companhia Editora Nacional. F. Porto Alegre: Artes Médicas.) Conhecimento cotidiano. Porto Alegre: Artes Médicas. – As relações entre conteúdo e forma. o fetiche da tecnologia e a Pedagogia Tecnicista. et al. 1994. 2.. 1998. Quarta Unidade: A Pedagogia Histórico-Crítica: – A Pedagogia Histórico-Crítica enquanto uma Pedagogia Marxista. (Orgs. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Bibliografia Obrigatória: BECKER. Um Marco de Referência Psicológico para a Educação Escolar: a Concepção Construtivista da Aprendizagem e do Ensino. R. A.. (Orgs.71. jul. 2000. A.) de acordo com as condições objetivas e subjetivas existentes.15-35. BLOCH. M. COLL. Quinta Unidade: O Construtivismo: – O Construtivismo e suas relações com a Pedagogia Escolanovista. Concepções afirmativas e negativas sobre o ato de ensinar. 157 .87-93. Campinas: Autores Associados. 1998a. Revista Educação e Sociedade (Campinas). 44). escolar e científico: representação e mudança. J. p. M.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Terceira Unidade: A Pedagogia Tecnicista: – A concepção tecnocrática de sociedade.) Construtivismo em revista. São Paulo: Ática. – A questão do conhecimento e a formação do indivíduo. debates sobre material previamente estudado etc. – Relações entre o Construtivismo e as concepções de mundo hegemônicas no capitalismo contemporâneo. volume 2: Psicologia da Educação. 1998b. COUSINET. Teses sobre o Construtivismo. DUARTE. DELVAL. Crescer e pensar: a construção do conhecimento na escola. p. – Eficiência e competência como princípios básicos da Pedagogia Tecnicista. – Relações entre conteúdo e forma. Filosofia da educação nova. J. n. (Org. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Porto Alegre: Artes Médicas. S. professor e aluno. meios e fins. _____. PALACIOS. – O modelo epistemológico construtivista e suas implicações pedagógicas.

1989. 1984. SAVIANI. 21.ed.ed. as principais questões relativas ao trabalho educativo. São Paulo: Cortez & UNIFRAN. G.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO FOSNOT. _____. SAVIANI. 1996. São Paulo: Casa do Psicólogo. Campinas: Autores Associados. D. A Pedagogia HistóricoCrítica. Campinas: Autores Associados.) Construtivismo: teoria. Rio de Janeiro: José Olympio. M. C. Lisboa: Livros Horizonte. 6. _____. limites e perspectivas. 2. Estudo de como são concebidas. São Paulo: Livros do Tatu & Cortez. Bibliografia Complementar: DUARTE. São Paulo: Cortez & Autores Associados. São Paulo: Cortez & Autores Associados. sendo tal nível estabelecido pelo docente levando-se em consideração as condições objetivas e subjetivas presentes no trabalho realizado em sala de aula. A Pedagogia Tecnicista. Educação: do senso comum à consciência filosófica. teoria do cotidiano e a Escola de Vigotski. Pedagogia progressista. A Reinvenção do Futuro: trabalho. A Nova Lei da Educação: trajetória. J. O Construtivismo. _____. C. 3. 1984. Educação e questões da atualidade. 1991. PIAGET. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A Pedagogia Tradicional. Porto Alegre: Artes Médicas. Rio de Janeiro: Forense. perspectivas e práticas pedagógicas. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : O critério principal para avaliação da aprendizagem será de que o aluno deverá apropriar-se do conteúdo ensinado num nível adequado. _____. In: FREITAS. Lisboa: Editorial Estampa.ed. 1997a. 2001. educação. N. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 1970. _____. 1997b. SUCHODOLSKI. _____. T. Psicologia e pedagogia. (Org. Os instrumentos para realização dessa avaliação deverão ser adotados também de acordo com essas condições. Para onde vai a educação? 8.ed. Educação escolar. SNYDERS. nessas teorias pedagógicas. podendo variar desde a realização de prova escrita até a realização de tarefas e trabalhos extra classe. 1974. Campinas: Autores Associados. 8. Escola e democracia. B Teoria marxista da educação. 1976 _____. São Paulo: Autores Associados. p. Coimbra: Livraria Almedina. política na globalização do capitalismo.ed. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Vigotski e o “aprender a aprender”: crítica às apropriações neoliberais e pós-modernas da teoria vigotskiana. Sobre a pedagogia (textos inéditos). A individualidade para-si (contribuição a uma teoria histórico-social da formação do indivíduo). 158 . _____. D. 1998. _____. Campinas: Autores Associados. Campinas. 1987. 1998. 3.167-85. 2001.ed. 1993. A Pedagogia da Escola Nova. Filosofia da Educação: crise da modernidade e o futuro da filosofia da práxis.ed.

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PROGRAMA DE ENSINO
CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Antropologia, Política e Filosofia IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS DE E PISTEM OL OGI A: EPIS TEM OLO GI A D AS CIÊNCI AS H UMANAS CÓDIGO: APF 931 4 SERIAÇÃO IDEAL: 4º/5º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( )

PRÉ-REQUISITOS: APF6013 – Filosofia II / APF 992 6 – Introduç ão à Filosofia CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60H/a

OBJETIVOS Explorando a constituição de teorias fundamentais das Ciências Humanas, levar os alunos à reflexão crítica sobre alguns problemas clássicos e contemporâneos do tema do curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Hegel e a dialética. 2. O destino da dialética: 1840-1923. 3. A dialética e o marxismo ocidental. 4. Os críticos da dialética; os pressupostos teóricos das críticas. METODOLODIA DE ENSINO Aulas expositivas e debates sobre textos de bibliografia básica Atividade de recuperação: trabalho indivual. BIBLIOGRAFIA ABBAGNANO, N. Quatro conceitos de Dialética. In: ABBAGNANO et allii. A Revolução da Dialética. Barcelona: Martins Roca, 1971. BREHIER, E. História da Filosofia (cap. Sobre Hegel). São Paulo: Mestre Jou, 1975. INWOOD, M. Dicionário Hegel, tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. RAMBALDI, Eurico. Dialética. Enciclopédia Einaudi, vol. 10. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1988, p. 84-142. RORTY, R. A Filosofia e o espelho da natureza. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1995
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PROGRAMA DE ENSINO
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM E ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO Provas escritas e trabalhos; Atividade de Prática como Componente Curricular EMENTA Filosofia e Ciência, Ciência e Epistemologia. A Epistemologia das Ciências Físicas e Naturais e a Epistemologia das Ciências Humanas. Correntes do Pensamento Epistemológico.

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PROGRAMA DE ENSINO
C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS DE FILOS OFIA DA L ITE RATUR A: O CÂNO NE, A CRÍTICA E O Í NDEX L ITE RÁRI OS CÓDIGO: LEM 7 769 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: Nihil CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: SEMESTRAL CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA:3 0 h OPTATIVA (X) ESTÁG IO ( )

D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS:

N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS:

O B J E T I VOS :  Propor uma reflexão sobre o cânone literário e suas fragilidades teóricas, apresent ar um panorama da c rítica literária no tempo e no espaço, destac ando a contribuição francesa e promover um deba te crítico acerca de problemas e equívocos apresentados pela tra diçã o critica, com a demonstração prá tica destes nas próprias teo rias ou na aplicação em textos literários, escolhidos, canônicos ou não. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): Primeira aula: Apresentação do curso, da bibliografia, do funcionamento das aulas e distribuição do
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PROGRAMA DE ENSINO
material. Aspectos do cânone literário. Panorama histórico da crítica. A crítica da crítica.

Segunda aula: Textos para discussão:O arco e a lira de Octavio Paz, e Estrutura da linguagem poética de Jean Cohen. Texto literário: Terceira aula: Texto teórico: Livro X da República de Platão. Texto literário: Excertos da Ilíada de Homero. Quarta aula: Texto teórico: Apresentação da Poética de Aristóteles (com acréscimos da Arte poética de Horácio e Do sublime). Texto literário: Inferno, de Strindberg Quinta aula: Texto teórico: As “leis” da Arte Poética de Boileau Texto literário: Trechos de Gaspard de la nuit de Aloysius Bertrand Sexta aula: Texto teórico:. Pólen de Novalis. Texto literário: Fedra de Jean Racine. Sétima aula: . Texto teórico: A poética de Dostoiéviski de Mikhail Bakhtin. Texto literário: capítulos finais de Crime e castigo e Irmãos Karamazov de F. Dostoiévisk Oitava aula: . Texto teórico: A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica de Walter Benjamin. Texto literário: Letras de canções de vários autores populares. Nona aula: . Texto teórico: O grau zero da escritura de Roland Barthes Texto literário: O iluminado de Stephen King

Décima aula: . Texto teórico: Altas literaturas de Leyla Perrone-Moisés Texto literário: O alquimista de Paulo Coelho Décima primeira aula: . Texto teórico: Margens da filosofia de Jacques Derrida
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Magia e técnica. BOILEAU. Rowling. São Paulo: Cultrix. Jacques. Décima terceira aula: . Tradução Joaquim Torres Costa e António M. Magalhães. Tradução Álvaro Lorencini e Anne Arnichaud. 1974. Mikahil. de excertos selecionados das obras teóricas e de trechos literários igualmente escolhidos. K. Obras escolhidas. Paris: Seuil. São Paulo: Brasiliense. Trata-se.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Texto literário: O código Da Vinci de Dan Brown Décima segunda aula: . Campinas: Papirus. COHEN. A angústia da influência. Oeuvres complètes. LONGINO. Jean. BENJAMIN. 1991. DERRIDA. seguidas de discussões de textos previamente indicados e preparados pelos alunos. Rio de Janeiro: Imago. BAKHTINE. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : A disciplina consistirá de aulas expositivas. Texto teórico: A narrativa trivial de Flávio Kothe. Tradução Sérgio Paulo Rouanet. Tradução Jaime Bruna. Texto literário: Harry Potter e a pedra filosofal de J. arte e política. 1997. La poétique de Dostoiévski. 1966. BLOOM. 1991. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ARISTÓTELES. K. 1970. Tradução Arthur Nestrovski. Nicolas. tendo por base os textos de apoio específicos referentes a ca da encon tro previsto. H. Margens da filosofia. L’art poétique. Walter. na sua maior parte. HORÁCIO. In: ___. 1994. São Paulo: Cultrix. 163 . Estrutura da linguagem poética. Texto teórico: A angústia da influência de Harold Bloom. Texto literário: O cão dos Baskervilles de Arthur Conan Doyle Décima quarta aula: Palestra de convidados e debates Décima quinta aula: Avaliação final e entrega de trabalhos. Paris: Gallimard. A poética clássica. segundo a sua serventia aos objetivos da disciplina.

por opção individual dos alunos. 1982. NOVALIS Pólen. O arco e a lira. São Paulo: Iluminuras. no momento seguinte. como terá experimentado o exercício crítico da crítica . Tradução Olga Savary. Brasília: Ed. além de trabalhar com a noção de cânone. contudo. a disciplina assumirá uma dupla articulação que se refletirá nas aulas a serem dadas: em um primeiro momento. discutir-se-á uma determinada perspectiva crítica da literatura e. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A disciplina propõe-se. analisar-se-á. Flávio. 1988. o aluno terá tido não somente a oportunidade de conhecer distintas abordagens críticas. a estabelecer um diálogo com algumas perspectivas críticas e teóricas da literatura servindo-se de uma abordagem diacrônica (com destaque. 164 . sobretudo os de origem francesa. com ela. Tradução Enrico Corvisieri. A proposta buscará também demonstrar os limites destes discursos críticos. desnudando seu pontos falhos. não obstante. uma obra literária canônica ou consagrada pelo mercado (best-sellers) capaz de se opor fortemente a tais perspectivas de análise.UnB. suas mistificações e dogmas que. Tradução Rubens Rodrigues Torres Filho. 1994. São Paulo: Nova Cultural. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1999. No final do curso. A narrativa trivial. passaram para a historiografia crítica da literatura como exemplos de cientificidade e de isenção analítica. Octavio. Para tanto. PLATÃO. para o século XX) para proporcionar um panorama amplo e esclarecedor dos vários movimentos e “escolas” críticas. Haverá também avaliações parciais ou cobrança de exercícios feitos em casa. com menos pontuação do que as modalidades de avaliação acima propostas. (Biblioteca Pólen) PAZ.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO KOTHE. A república. (Os pensadores) C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Monografia ou prova escrita.

comentário sobre a bibliografia. O DIABO NA LITERATURA: ESPECULAÇÕES SOBRE A REPRESENTAÇÃO DO MAL NAS ESCRITURAS SAGRADA E PROFANA.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Letras Modernas I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS DE FILOS OFIA DA L ITE RATUR A. 2º encontro: 165 . CÓDIGO: LEM 764 2 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: Nihil CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: SEMESTRAL CRÉDITOS:02 CARGA HORÁRIA: 30 h OPTATIVA (X) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 02 h OUTR AS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: A ULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS:50 OUTRAS: O B J E T I VOS :  Promover um de ba te crítico a cerca das representa ções do Dia bo na Liter atura C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1º encontro: Apresentação do curso. fixação dos métodos e prazos de avaliação . entrega de material.

A literatura e o mal. Rumo à estação Finlândia. E. As flores do mal [três poemas] Texto de apoio: PRAZ. In: ___. “Dante”. 8º encontro: Obra: Wolfgang Goethe. A educação pela noite e outros ensaios. Macbeth Texto de apoio: MUCHEMBLED. “Literatura satânica e cultura trágica”. O casamento do Céu e do Inferno Texto de apoio: BATAILLE. O dr. Quando despertamos dentre os mortos 166 . H. In:___. J. 6º encontro: Obra: John Milton. G. A carne. “Karl Marx: Prometeu e Lúcifer”. In: ___. 4º encontro: Obra: Dante Alighieri. J. De Cazotte à Baudelaire (1772-1861). Divina comédia [três cantos] Texto de apoio: CURTIUS. O diabo apaixonado Texto de apoio: MILNER. Macário Texto de apoio: CANDIDO. M. 5º encontro: Obra: William Shakespeare. E. 3º encontro: Obra: Ésquilo. In: ___. In:___. In:___. A. O Diabo. “William Blake”. R.Literatura européia e Idade Média latina. a morte e o diabo na literatura romântica. “A educação pela noite”. “As personificações hebraicas do mal”. Prometeu acorrentado Texto de apoio: WILSON. Le diable dans la littérature française. In: ___. O cânone ocidental. R. Paraíso perdido [primeiro canto] Texto de apoio: BLOOM. Fausto e seu pacto com o demônio: O Fausto histórico. “Du Diable boiteux au Diable amoureux”. 9º encontro: Obra: William Blake. “As metamorfoses de Satanás”. 11º encontro: Obra: Charles Baudelaire. Fausto [cinco cenas] Texto de apoio: MASON. o Fausto lendário e o Fausto literário. In:___. In: ___.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Obras: Gênesis e Livro de Jó Texto de apoio: RUSSELL. As percepções do Mal da antiguidade ao cristianismo primitivo. 10º encontro: Obra: Álvares de Azevedo. “O Satanás de Milton e Shakespeare”. 12º encontro: Obra: Henrik Ibsen. 7º encontro: Obra: Jacques Cazotte. Uma história do diabo: Séculos XII-XX. M.

A. R. Tradução Teodoro Cabral com a colaboração de Paulo Rónai. 1990. In:___. (2 v. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Além dos textos literários acima citados. a bibliografia básica teórica e crítica é a seguinte: BATAILLE. J. “Um esteta implacável”. 2003. MILNER. H. Paris: José Corti. MASON. E. base os textos de a poio espe cíficos referentes a cada encon tro previsto. “O inimigo íntimo: endemoninhando os hereges”. CURTIUS. BLOOM. Tradução Marcos Santarrita. Grande sertão: veredas Texto de apoio: SCHWARZ.) MUCHEMBLED. tendo por BAUDRILLARD. 1995. Literatura européia e Idade Média latina. Uma história do diabo: Séculos XII-XX. A educação pela noite e outros ensaios. M. In: ___. A sereia e o desconfiado. 167 . Rio de Janeiro: Objetiva. Tradução Maria Helena Kühner. J. Thomas Mann. “Doutor Faustus e Grande sertão”. R. 14º encontro: Obra: Guimarães Rosa. Os livros e a escola do tempo. J.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Texto de apoio: PAGELS. 2001. São Paulo: Ática. Le diable dans la littérature française. Campinas: Papirus. O cânone ocidental. Fausto e seu pacto com o demônio: O Fausto histórico. Rio de Janeiro: Bom Texto. A literatura e o mal. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro. o Fausto lendário e o Fausto literário. De Cazotte à Baudelaire (1772-1861). 1989. CANDIDO. 1989. Porto Alegre: L&PM. 1957. Um estudo sobre o poder que as forças irracionais exercem na sociedade moderna. Doutor Fausto Texto de apoio: ROSENFELD. O dr. 1965. E. Rio de Janeiro: Objetiva. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Leitura dos textos literários e subseqüentes aulas expositivas e discussões. 13º encontro: Obra: Thomas Mann. G. Tradução Estela dos Santos Abreu. A transparência do mal: Ensaio sobre os fenômenos extremos. A transparência do mal: Ensaio sobre os fenômenos extremos. R. 15º encontro: Obra: Apocalipse Texto de apoio: BAUDRILLARD. In: ___. As origens de Satanás. A.

Campinas: EDICAMP. 1996. Rumo à estação Finlândia. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Monografia a ser entre gue no fim do semestre . E. Tradução Waltensir Dutra. São Paulo: Perspectiva/EDUSP. Ensaios críticos. Rio de Janeiro: Campus. 168 . Tradução Philadelpho Menezes. São Paulo: Companhia das Letras. Um estudo sobre o poder que as forças irracionais exercem na sociedade moderna. sobretudo. 1996. colocandose em destaque obras ou trechos de autores representativos que exerceram um papel importante na constituição e evolução da figura diabólica no âmbito literário.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO PAGELS. A carne. 1991. PRAZ. E. na Bíblia). (Somma) SCHWARZ. O Diabo. R. J. WILSON. M. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A disciplina propõe-se a promover um debate reflexivo acerca de algumas facetas da figura diabólica e do mal na História da Literatura. A. 259). A sereia e o desconfiado. Campinas: EDUNICAMP. RUSSELL. Rio de Janeiro: Ediouro. As origens de Satanás. Tomando por base a figura do Diabo no pensamento judaico-cristão (fundamentada. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Escritores e atores da História. 1965. Tradução Paulo Henriques Britto. Tradução Ruy Jungmann. 1994 (Debates. Thomas Mann. 1986. As percepções do Mal da antiguidade ao cristianismo primitivo. (Repertórios). percorrer-se-á um trajeto diacrônico até o século XX. a morte e o diabo na literatura romântica. ROSENFELD.

C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropo logia. O cont emporâneo e o virtual 3. Imagem e Pensamento 169 . Filosofia e diálogos 2. Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS D E HIS TÓR IA D A FI LOS OFIA: F ILO S OFIA CONTEM PO RÂNEA – G ILL ES DEL EUZE CÓDIGO: APF1 151 SERIAÇÃO IDEAL: 3º/4º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF920 9-Filosofia CO-REQUISITO S: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 2º semestre: No turno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 h/a PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Proporcionar aos alunos o estudo e o co nhecimento dos tex tos clássicos da Filosofia Moderna que constituem instância de pr eparação e de recorrência para as Ciências Humanas.

B ento Pra do Jr. G. In: ------. Conversações. G. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Presença nas aulas. Alberto Alonso Munhoz. Atividade de recupera ção: Trabalho individual. et allii. 2 000.). O Iluminismo. DELEUZE. Trad. Filosofia Contemporânea. 1 996 (Coleção Tra ns). 1993 . B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ALLIEZ. Humanismo e Renascimento. E. O Pensamento Medieval. 170 . interpreta ção e discussão de tex tos. Rocha. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): História da Filosofia: Origens da Filosofia. Trad.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. O que é Filosofia? Trad. pr ovas e participa ção em discussão de t exto s.. da tradução Ana Lúcia Oliveira. São Paulo: E ditora 34. São Paulo: Editora 34. Trad. G. Filosofia e Ciência. DELEUZE. provas. São Paulo: E ditora 34. O Pensamento Grego. São Paulo: E ditora 3 4. (Org. Principais Tendências do século XIX. Coord. Filosofia Virtual. Heloísa B. S. 200 0. 1 997. O atual e o virtual. G. São Paulo: Editora 34. DELEUZE. Pe ter P ál Pelbar t. trabalhos escritos. Gilles Deleuze: uma vida filosófica. Crítica e Clínica. P eter Pál Pelbar t. DELEUZE.

Saber e Po der: arqu eologia da obra 3. Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS DE HISTÓRIA DA FILOSOFIA: FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA – MICHEL FOUCAULT CÓDIGO: APF1 178 SERIAÇÃO IDEAL: 4º/5º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF601 3-Filosofia III CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 2º semestre: No turno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 h/a PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Proporcionar aos alunos o estudo e o co nhecimento dos tex tos clássicos da Filosofia Contemporânea que constituem instânci a de pre paraç ão e de recorrência par a as Ciências Humanas. Itinerários discursivos 2. História e Litera tura 171 . Filosofia. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropo logia.

M. Filosofia e Ciência. Edições Loyola. trabalhos escritos. 2000 . 19 99. In: Conversações. G. Principais Tendências do século XIX. 2003. O Iluminismo. FOUCAULT.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. Michel Fouc ault – III. Atividade de recupera ção: Trabalho individual. pr ovas e p articipa ção em discussão de t exto s. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): História da Filosofia: Origens da Filosofia. São Paulo: Martins Fontes. A ordem do discurso.ed. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Presença nas aulas. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. Humanismo e R enascimento. P. 1971 (Communicação 3). Filosofia Contemporânea. 9. FOUCAULT. 172 . M. São Paulo. Tradução Salma Tannus Muchail. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : DELEUZE. S. Tradução Laura Fraga de Almeida Sampaio. O Pensamento Medieval. provas. e t allii. interpreta ção e discussão de tex tos. O homem e o discurso: a arqueolo gia de Michel Foucault.105-47. RONANET. p. tradução pet er Pál Pelbart. S ão Paulo: Editora 34. O Pensamento Grego.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropo logia. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e dis criminação das unidades): . Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS DE HISTÓ RIA D A FILOS OFI A: PAR ADIG MAS DAS CI ÊNCI AS SOCI AIS CÓDIGO: APF 621 8 SERIAÇÃO IDEAL: 3º/4º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF920 9-Filosofia CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMES TRAL: 1º semestre: No turno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 h/a PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Procurar. Desc artes e o Barroco .P. Hume e o Empirismo .Origem e o pensamento c onceitual – os pré-socráticos . Pla tão e Aristóteles .F.Sócrates. através do exame de conceitos e articulações na História da Filosofia e das Ciências.Locke. localizar o esta tuto epistemológi co das Ciências Humanas.Kant e os limites do conhecimento 173 . Bacon e o Renascimento .

Atividade de recupera ção: Trabalho e ava liação oral. Abagnano. O Pensamento Medieval. seminários e discussões sobre textos dos autores estudados. História da Filosofia. O Iluminismo. trabalh o escrito e seminários. Principais tendências do séc. F. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Origens da Filosofia. Brehier. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : Os pré-socráticos – Coleção P ensadores. Kant – Coleção Pensadores. Chat elêt e N. prova s escritas. Seminário da Fundação Gulbenkian – P ara Abrir as Ciências Sociais. Z. Filosofia Contemporânea. Filosofia e Ciência. Descartes – Coleção Pensadores. XIX. Aristóteles – Coleção Pensadores. O Pensamento Grego. Humanismo e Renascimento.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. 174 . Bacon – Coleção Pensadores. Platão – Coleção P ensadores. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Através de relatórios de discussão.

C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1. Leituras da Civilização Moderna: razã o e crise ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropologia. Civilização e Barbárie 2. Ciência e Cultura 3. 175 . provas. Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS DE HISTÓR IA DA FI LOS OFIA: TE NDÊ NCIAS DA FI LOS OFIA CO NTEMP OR ÂNEA CÓDIGO: APF1 194 SERIAÇÃO IDEAL: 4º/5º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF602 1-Filosofia III CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 1º semestre: notu rno / 2º semestre: vespertino CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 04 h/a PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁ TICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Proporcionar aos alunos o estudo e o co nhecimento dos tex tos clássicos da Filosofia Contemporânea que constituem instânci a de pre paraç ão e de recorrência par a as Ciências Humanas. interpreta ção e discussão de tex tos.

G. Mal-est ar na modernidade. Discurso sobre as Ciências e as Artes . São Paulo: Abril Cultural. Atividade de recupera ção: Trabalho individual. 2004. São Paulo: Companhia das Le tras. F. trabalhos escritos. Mach ado. SCHILLER. Tradução Roberto Schwarz e Mario Suzuki. 1978. Função da arte. São P aulo: Companhia das Letras. Machado.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : FREUD. São Paulo: Iluminuras. GUSDORF. Ronanet. Introdução e Not as Paul Asbouse -Bastide e Lourival G. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Presença nas aulas. pr ovas e participa ção em discussão de t exto s. Código e mensagem na dinâmica da vida cultural. S. 1993. 176 . Cultura e formas simbólicas. A agonia de nossa civilização . NOVAES. São Paulo: Convívio. S. Rio de Janeiro: Ima go. v ol. Tra dução Lourdes S. Mal-est ar da civilização. ROUSSEAU. A educação esté tica do ho mem numa série de cartas . 1973 (Coleção Os Pensadores. tradução de Homero Silveira. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Formas de Cultura e formas de vida social. 2002. da filosofia e da ciência na cultura. P. Adauto et allii. 1997. XXIV). Civilização e barbárie. J-J.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado e Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Lingüística I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICO S DE LÍ NGU A P OR TUGUES A: I NTR ODUÇÃO À FONÉT ICA E À FONOL OGI A CÓDIGO: LNG 930 9 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 ESTÁGIO ( ) CARGA HORÁRIA: 30 horas D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H O R ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 2 horas PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Estudar a organização do sistema de sons da Língua Portuguesa.3 Classificação das vogais.2 Processos Fonológicos. par análogo. par mínimo. arquifonema. 1.2 Classificação das consoantes. por exemplo. 2. dentro das propostas da abordagem estruturalista de Mattoso Câmara. entoação.1 Mecanismos de produção de fala. variação. do ponto de vista da sua produção. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Título e discriminação das unidades): 1 Noções básicas de Fonética Articulatória: 1. tessitura. 1. contexto. da articulação dos segmentos e do seu aproveitamento lingüístico. Discutir algumas questões fundamentais da Fonologia do português.1 Noções básicas: fonema. como estruturação silábica e acentuação. 1. 2 Fonêmica: a Fonologia dentro dos moldes estruturalistas: 2. Martinet). 3 Fonologia: discussão de questões fundamentais da Fonologia do Português. alofonia. a partir do modelo estruturalista de Pike (Fonêmica) e do estruturalismo europeu (Troubetzkoy. Analisar o sistema fonológico do Português.4 Elementos supra-segmentais: acento. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : 177 . neutralização. ritmo.

In: MUSSALIM. SILVA. A. 2002. 1981. (Org. Lisboa: Universidade Aberta.).. R. 1982. C. 1999. v. L. Campinas: Mercado de Letras. C. Elementos de lingüística geral. São Paulo: Cortez. M. 1999. leitura e discussão de textos da bibliografia básica. exercícios de análise fonêmica. N. São Paulo: Cultura Acadêmica. 15. S. C. M. p.. recursos audiovisuais. Campinas. Acento e ritmo.ed. 1995. Y. MATEUS. Principes de Phonologie. MASSINI-CAGLIARI. 4. DELGADO MARTINS. Lisboa: Editorial Caminho. Ouvir falar: introdução à fonética do português. debates. Petrópolis: Vozes. ______. Elementos de fonética do português brasileiro. Phonemics: a technique for reducing languages to writing. 1992. H. PIKE. M. 1971. 185f. MASSINI-CAGLIARI. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para o modelo fonêmico. LEITE. Araraquara: Laboratório Editorial/FCL/UNESP. 2001. Fonética e fonologia do português. A lingüística sincrônica. et al. L. K. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. São Paulo: Contexto. CÂMARA JR. exercícios de transcrição fonética e análise fonológica.105-146. ______. Tese (Livre-Docência em Fonética e Fonologia) – Instituto de Estudos da Linguagem. ______. M. 1988. Campinas: Edição do autor. 1990. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : CAGLIARI.ed. Discussão de questões fundamentais da Fonologia da Língua Portuguesa. ______. 4. A. privilegiando o modelo fonêmico de Pike e o estruturalismo europeu. provas. Introdução à lingüística. Fonética..ed.. Iniciação à fonética e à fonologia. T. J.1. Do poético ao lingüístico no ritmo dos trovadores: três momentos da história do acento. Paris: Édition Klincsiek. BENTES. Fonética. F. seminários. 1972. 1970. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estudo dos princípios básicos da Fonética Articulatória e da Fonologia do Português. CAGLIARI. fonologia e morfologia do português. Estrutura da língua portuguesa. São Paulo: Contexto. 178 . TROUBETZKOY. exercícios de transcrição fonética. D. 1985.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Aulas expositivas. MARTINET. 1971. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Ann Arbor: The University of Michigan Press. G. UNICAMP. 1997. Fonologia do português: análise pela geometria de traços. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Trabalhos. 12th edition. Lisboa: Sá da Costa. G. CALLOU.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatura I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS DE L ITER ATU RA BRAS IL EIR A: A OB RA DE M ACHADO DE AS SIS CÓDIGO: LTE 9 99 0 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: não há. do conto. da poesia.A condição humana no texto de Machado de Assis 4.Machado de Assis cultor das formas literárias do drama. CO-REQUISITOS: não ha. ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : 5 0 AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Apresentar criticamente aos alunos o texto de Machado de Assis C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1.As obras primas de Machado de Assis e a ficção moderna 179 . do romance e da crônica 3.Machado de Assis crítico literário 2.

1 970. 1981. História da literatura brasileira. São Paulo: Editora Cultrix. Mário. 1972. São Paulo: Editora Martins. CANDIDO. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Prova escrita EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidade s dos programas de ensino): Refletir com os alunos a dimensão do escritor Machado de Assis nos cenários nacional e internacional 180 . PEREIRA. Sob a face de um bruxo. Hélio de Seixas. In: ___. p. Luiz. In: ___. p. Antonio. O romance machadiano e o público da litera tura no século 19. História concisa da literatura brasileira. Aspec tos da literatu ra brasileira. Esquema de Machado de Assis. 2004.57 -11 8 GUIMARÃES. Rio de Janeiro: Edi tora José Olympio.13-3 2 COSTA LIMA. São Paulo: Editora Duas Cida des. Machado de Assis.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ANDRADE. p. Lúcia-Miguel.89 -9 5 BOSI. Dispersa demanda. Alfredo. 1972. 1973. Prosa de ficção – de 1870 a 1920. Vários escritos. In: ___. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Editora. São Paulo: Nankin Editora/Edu sp.

levando o aluno a identificar aspectos do drama moderno em textos produzidos entre 1890 e 1957. 3º e 2º anos OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Literatura Portuguesa I CO-REQUISITOS: não há. Fernando Pessoa: O marinheiro (1913). ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA:30 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 02 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 40 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Orientar a leitura crítica de peças de teatro. António Patrício: O fim (1909). C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. 181 . d’Axum e do Hymiar (1894). Eugénio de Castro: Belkiss: rainha de Sabá. de Maurice Maeterlinck. 4º. LEITURA COMPLEMENTAR: A intrusa (1890).UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatura I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS D E LIT ERATUR A P ORTU GUES A: “ASP ECTOS DO T EAT RO MOD ERNO” CÓDIGO: LTE 9757 SERIAÇÃO IDEAL: 5°.

FREUD.21. O público em cena (1931). (Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses). TEXTOS DE APOIO: ver Bibliografia: Cruz. O fim. v. 7. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ALMADA-NEGREIROS. CRUZ. Teatro. de Helena Barbas. 173p. O rei imaginário (1923). 417p. 1983. 1990. José Sobral de. Lisboa: 182 . Lisboa: Portugália. 1991. Porto Alegre: Centro de Arte Dramática da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. FREUD. Rio de Janeiro: Imago. Trad. Tradução de: Esthétique théâtrale. BARATA. CASTRO. ROUGEMONT. v. José Régio: Jacob e o Anjo (1937). 3. d. Poemas escolhidos. João e a máscara (1924). 2. França Amado Editor. Eu sou um homem de bem (1927). Belkiss: rainha de Sabá. do alemão e do inglês sob a direção geral de Jayme Salomão. Coimbra: F. Trad. 1972. Lisboa: Livraria Sam Carlos. Jacques. 1967. BORIE. Os dois (1929). ______. 1993. In: ___. LEITURA COMPLEMENTAR: Seis personagens à procura de um autor (1921). BORIE. José Oliveira. ______. Monique. História do teatro português. Simões. REBELLO. ______. de Manuel de Lucena. António. 124). 1996. 1986. BRANDÃO. A intrusa. PICCHIO. Mário ou Eu próprio – o Outro (1957). PIMENTEL. 1986. Rebello. Raul Brandão: O gebo e a sombra (1923). p. 9-48. PICCHIO. O mal estar na civilização. Poema dramático em prosa. O marinheiro.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO TEXTOS DE APOIO: ver Bibliografia: BARATA. (Biblioteca Breve. Luciana Stegagno. 1996. p. Lisboa: Editorial Comunicação. 56p. Almada-Negreiros: Deseja-se mulher (1928). 247p. Introdução à história do teatro português. (Obras Completas de António Patrício. Trad. CRUZ. O simbolismo no teatro português (1890-1990). 501p. 2 ed. 1985. 147-65. PICCHIO. Seleção e apresentação de Jorge Fazenda Lourenço. 231p. Estética teatral: textos de Platão a Brecht. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa: Guimarães Editores. João e a máscara: uma fábula trágica. Lisboa: Universidade Aberta. História do teatro português. (Obras Completas de Raul Brandão). Trad. (Obras de António Patrício). 2). Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. PATRÍCIO. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas. p. Duarte Ivo. MAETERLINCK. de Guilhermino César. Rãs (1939). 189p. d’Axum e do Hymiar. TEXTOS DE APOIO: ver Bibliografia: BORIE. BRANQUINHO DA FONSECA. Branquinho da Fonseca: A posição de guerra (1928). 193p. Obras completas: teatro. Eugénio de. Raul. ROCHA. Teatro. 1909. O doido e a morte (1923). REBELLO. António Patrício: D. VIÇOSO. s. SCHERER. Sigmund. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Pedro o cru. Maurice. Lisboa: Ulisseia. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas que estimulem a análise e a interpretação dos textos da dramaturgia portuguesa considerados no seu contexto histórico/social e estético/cultural. In: ___. 214p. PESSOA. D. António José. 1991. Lisboa: Secretaria de Estado da Cultura. Fernando. (Obras de Branquinho da Fonseca). Repertório básico de peças de teatro. de Luigi Pirandello. Martine de. 73-148. Lisboa: Assírio & Alvim. (Biblioteca de Autores Portugueses).

Tendências do teatro no final do século XIX: o drama simbolista e a ruptura com o modelo realista/naturalista. Porto: Brasília Editora. 183 . Fragmentos de uma dramaturgia. João Gaspar. Luigi. 1994. Coimbra: Almedina. Tradução de: Storia del teatro portoghese. Clara. 1985. um caso exemplar. PIRANDELLO. (Teatro Hoje. 3 ed. 1981. Vítor. PIMENTEL. José. 1969. In : ___. 219p. 100 anos de teatro português (1880-1980). RÉGIO. 2. 1-118.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Portugália. 189p. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Jacob e o anjo: mistério em três actos. 1969. VIÇOSO. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. João da Câmara. Ponta Delgada: Universidade dos Açores. O estilhaçar da identidade e o culto do fragmento: o “duplo” no teatro. Seis personagens à procura de um autor. 157p. 1972. Participação nas aulas. 277p. 22). 1992. Outras manifestações do “duplo”. 2 ed. Trad. de Brutos D. um prólogo e um epílogo. Lisboa: Cosmos. 42). 1984. (Obras Completas de José Régio). (Temas Portugueses). Máscaras de Narciso: estudos sobre a literatura autobiográfica em Portugal. (Temas Portugueses). Lisboa: Portugália. (Obras Completas de José Régio). Atividades de recuperação: estudo orientado. v. Três peças em um acto. 3. 6. Avaliação escrita. ______. Luiz Francisco. REBELLO. Tendências da literatura dramática nos finais do século XIX: D. Tradução de : Sei personaggi in cerca d’autore. Fernando Jorge Vieira. imagens e símbolos na ficção de Raul Brandão. 1999. Participação em seminários temáticos. ROCHA. G. 278p. (Cosmos Literatura. 1964. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): 1. p. Crítica VI: o teatro contemporâneo (1942-1982). Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Pedreira. Lisboa: Portugália. 3. Teatro I. A máscara e o sonho: vozes. SIMÕES. 307p. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : 1. 2. 413p. ______. 413p.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): 1 Noções básicas da pesquisa sobre o discurso: 1. do seu interesse sócio-cultural e histórico. 4 Pesquisa e ensino. 2 Análise de pesquisas da área: 2.1 Fundamentação teórica. propor uma reflexão sobre pesquisas já realizadas e a formulação de um projeto de pesquisa na área. 2. 1. 184 . levando à compreensão dos objetivos da área. da metodologia. 1. 1.1 Hipóteses e objetivos.4 Justificativa. 3 O projeto de pesquisa.2 Metodologia.2 Resultados obtidos. Visando à prática de pesquisa.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Lingüística IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS DE PESQUISA ACADÊMICA: REDAÇÃO ACADÊMICA EM ANÁLISE DE DISCURSO CÓDIGO: LNG9802 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA (X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: LNG3001-Língua Portuguesa I CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 2 CARGA HORÁRIA: 30 horas DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: TEÓRICA/PRÁTICA: 2 horas NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: 20 OBJETIVOS: PRÁTICA: OUTRAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: Introduzir o aluno na prática da pesquisa na área do discurso.3 Objetivos.

. J. Lingüística: perspectivas e aplicações. H. 2001. L. FIORIN. XXV Estudos Lingüísticos. trabalhos extra-classe. C. p. 2004. MARCHEZAN. 217-235. fichamentos e seminários. São Paulo. et al. p. revista de acordo com a ABNT e ampliada. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas. R. Curitiba. São Paulo: Musa. jan. FARACO. Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral. Gêneros textuais & ensino. 49. M. Confluência. BORGES NETO. Taubaté. (Gel – Grupo de Estudos Lingüísticos de Estado de São Paulo). SEVERINO. SP. H. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Noções básicas da prática da pesquisa na área do discurso. (Gel – Grupo de Estudos Lingüísticos de Estado de São Paulo). recepção. trabalhos extra-classe. 1997. G. MARCHUSCHI. L. 18-25. Campinas: UNICAMP. Rio de Janeiro: Lucerna. A. 2002. fichamentos e seminários. Introdução à lingüística: fundamentos epistemológicos. 4-17. A. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Provas bimestrais e semestrais. O pesquisador e seu outro: Bakhtin nas ciências humanas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMORIM. CAMACHO.. 2002. L. p.30. 2 Trabalhos individuais ou em grupo. São Paulo: Cortez. BRANDÃO. C. 22. Revista da ANPOLL. Prática na formulação de um projeto de pesquisa. F. 2002. R. 12. In: ONÍSIO. MUSSALIM. XXIII Estudos Lingüísticos./jun. ______. NEGRI. 2001. São Paulo. O pluralismo teórico na lingüística. leituras. A. ago. (GEL – Grupo de Estudos Lingüísticos do Estado de São Paulo). A. Introdução à análise do discurso. 1993. UNITAU. Rio de Janeiro. 185 . J. Discurso. O falante: que bicho é esse. P. Algumas reflexões sobre as tendências atuais da lingüística. Â. Assis. Estudo de pesquisas da área do discurso. N. São Paulo: Cortez. v. exercícios de aplicação. C. n. Metodologia do trabalho científico.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas. afinal? Revista Letras. ed. BENTES. J. produção. NBR 6023/2002. Rio de Janeiro. 2002. Estudos Lingüísticos. Emoção a toda prova: um caso de publicidade e teatro. Gêneros textuais e funcionalidade. p. 1994.

A teoria do romance histórico de G. Narrativa.  Ampliar o conhecimento da literatura e da crítica literária entre os graduandos.  Analisar narrativas representativas dos séculos XIX e XX. 3.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Licenciatura Plena/Bacharelado D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatura I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS DE T EOR IA LI TER ÁR IA: FICÇÃO E HI STÓ R IA CÓDIGO: LTE 77 24 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 30 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS :  Apresentar as principais propostas teórico -metodológic as que fundamentam o estudo das relações entre Ficção e Históri a. 2. história e so cieda de. em Portugal e no Brasil. 186 . sob a perspec tiva das relações entre Ficção e História. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades): 1. especialmente.Lukác s. 4. “Histórico” das relações entre literatura e história. Introdução ao estudo das relaçõ es entre literatura e história.

Dirce Côrtes. Belo Horizonte: Ed. 229-38. 27-52.) Romance histórico: recorrências e transformações. Laurent et al. ___________. Literatura e sociedade. O Rumor da Língua. Mimesis. 1979 (Poétique 27) LUKÁCS. COSTA LIMA. M. Luckács et la théorie du roman historique.ed. 1964. BOËCHAT. Rio de Janeiro: Ediouro. 1982 PLATÃO. 1986. São Paulo: Pespectiva. Uniletras. Companhia Editora Nacional. Verdade e mentira no sentido extramoral. 4a. Roland. Linda. Maria Teresa de. “Narrativa histórica e narrativa ficcional”. Lisboa: Apaginastantas. Benedito. 6. Georges. Le Roman Historique. p. Ponta Grossa. 9-35. Arte e Representação da Realidade no Romance Português Contemporâneo. 145-147. 2ª. Maria Aparecida. p.11: 109-118. Trad. 1965./ AUERBACH. Teoria. Jacques. da UFMG. Mikhail. 1988. Rio de Janeiro: Imago. Paris. Friedrich. 2. MENARD. Epos e o Romance. Arte Retórica e Arte Poética. Lisboa: Guimarães. “A obra literária como representação”. A representação da realidade na literatura ocidental. In: O arco e a lira. In: _____. As técnicas de au tentificação do discurso (ficcional). BAKHTIN. BARTHES. João (org. ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. debates. n. Lisboa: Ed. 1998. PAZ. Antonio. NIETSZCHE. A metaficção historiográfica: Análise de t extos brasileiros e portu gueses. Rio de Janeiro: Imago. CANDIDO.38-40. Maria Teresa de. São Paulo. Luiz. VII.) História literária – problemas e perspectivas. out. Paul. Coimbra: Almedina. 2001. “O discurso da história”. leitura e análise de textos poéticos e narrativos. COMPAGNON. ed. História. dez. n. In: _______. (Col.ed. O mundo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Uma teoria da paródia. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ARISTÓTELES. Walter. Paris: Payot. 1986. O romance revolucionário de André Malraux. 1983. Narrativa. BENJAMIN. ed. 1988.d. SANTILLI. p. 1972. Mímesis: desafio ao pensamento.Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2000. São Paulo: Atual. In: Questões de literatura e de estética (A teoria do romance) São Paulo: Edunesp – Hucitec. São Paulo: Quíron. Octavio. 1978. p. La nouvelle revue française. 187 . Clara Crabbé Rocha. (Livro X) RICOUER. 7a. Poética do Pós-Modernismo. HUTCHEON. Trad. UFMG. /s. In: RIEDEL. 1998.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO 5. Cecília et al. 1985. Ficção. Tempo e Narrativa. leitura e fichamento de textos teórico-críticos. (org. A República. 1991. 2000. FREITAS. WHITE. Erich. Hayden. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Literatura e senso comum. 1979. “Romance e História”. In: ____. In: ___________. 2000. Intertextualidades. de José Laurênio de Melo. Sobre o conceito de História. Campinas: Papirus. 236 p. Teoria e política da ironia. Ficção & História. Trad. HEGEL. Literatura e História. 1989. Meta-história: a imaginação histórica do século XIX. Belo Horizonte: FALE/UFMG. Da utilidade e desvantagem da História para a vida. Antoine. In: BARRENTO. ed. São Paulo: Brasiliense. Belo Horizonte: Ed. ___________. 1985. Os Pensadores) NUNES. Estética. 70. 1994. 2a. FREITAS. O demônio da teoria. São Paulo: Abril Cultural. Constança Marcondes Cesar. Obras completas. JENNY. pesquisa bibliográfica. Poesia e História.

O romance histórico. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Narrativa. 188 . história e socieda de. A me t aficção historiográ fica. Edusp. Relações entre ficção e história: abordagem teórico metodológica. Prova. 1992 C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Participação em todas as atividades propostas em sala de aula.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO São Paulo.

6.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Literatu ra I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS DE TEORIA LITERÁRIA: POESIA NOS SÉCULOS XIX E XX CÓDIGO: LTE 92 77 SERIAÇÃO IDEAL: 4º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: Não há CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: semestral CRÉDITOS: 02 CARGA HORÁRIA: 30 OBJETIVOS: Estudar os vários aspectos do poema em prosa: história. 3. 189 . Modernismo. O poema em prosa no Brasil. crítica e análise-interpretação. O poema em prosa em outras literaturas. além de instrumental de análise. Refletir sobre a importância do poema em prosa na configuração da lírica moderna. Poesia lírica. Relações do poema em prosa com formas narrativas breves como o conto e a crônica. Propiciar ao aluno. 2. Gêneros literários. Modernidade: Romantismo. teoria. 5. Poema em prosa. O poema em prosa e suas raízes francesas. Contemporaneidade. 7. Refletir sobre a penetração do poema em prosa nas várias literaturas ocidentais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Poesia e prosa. Narrativa poética. Simbolismo. 4. sob o prisma contraditório do poema em prosa e de outras formas literárias híbridas (narrativa poética). subsídios crítico-teóricos para a compreensão da lírica moderna. desde o Romantismo. Prosa poética.

25 pontos. Seminários. a nota final será obtida por média aritmética simples: se o aluno conseguiu 18. 2. Uso de multimeios.12. “O poema em prosa” e “A prosa poética” (Yves Stalloni) 24/04/07 – Análise de poemas 08/05/07 – Análise de poemas 15/05/07 – Poema em prosa (França) 22/05/07 – Narrativa poética (França) 29/05/07 – Apresentação crítica de Água viva. Fernando Pessoa e Bernardo Soares 20/03/07 – Texto: “Poesia e prosa literária” (Salvatore D’Onofrio) / Análise de poemas 27/03/07 – Textos: “Poesia e magia: a nova teia do poema em prosa” e “Pela volúpia do vago: algumas reflexões sobre o poema em prosa no Brasil” (Antônio Donizeti Pires) 03/04/07 – Texto: “Repercussões do poema em prosa nas literaturas brasileira e hispano-americana” (Antônio Donizeti Pires) / Análise de poemas 10/04/07 – Texto: “O concerto dissonante da modernidade lírica: narrativa poética e poema em prosa” (Antônio Donizeti Pires) / Análise de poemas 17/04/07 – Análise de poemas / Textos de apoio: “O poema em prosa” (Massaud Moisés). Debates a partir de textos crítico-teóricos. divide-se esse total por 2: o resultado. elaborado a partir do seminário apresentado em sala. Trabalhos escritos. de Clarice Lispector 05/06/07 – Apresentação crítica de Tu não te moves de ti. Seminário em grupo – 10 pontos. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: 1. de Hilda Hilst 12/06/07 – Seminários 19/06/07 – Seminários 26/06/07 – Seminários 03/07/07 – Seminários / Entrega do trabalho final escrito / Considerações finais / Encerramento Autores e obras: Gaspard de la nuit – Aloysius Bertrand O spleen de Paris (Pequenos poemas em prosa) – Charles Baudelaire Iluminações / Uma estadia no inferno – Arthur Rimbaud Canções sem metro – Raul Pompéia Missal / Evocações – Cruz e Sousa Poliedro – Murilo Mendes Porta giratória – Mario Quintana Encontros necessários – Marcello Rollemberg Memórias inventadas: a infância – Manoel de Barros O roubo do silêncio – Marcos Siscar Galáxias – Haroldo de Campos Água viva – Clarice Lispector Tu não te moves de ti – Hilda Hilst 190 . O aluno será reprovado por faltas. e levando em consideração os aspectos teóricos e analíticos do curso – 10 pontos. Programa: 06/03/07 – Apresentação do curso / Análise de poemas 13/03/07 – Textos: Charles Baudelaire. será sua nota final. O total perfaz 20 (vinte) pontos. 9. ainda que tenha obtido a média exigida pela UNESP. Até o dia 03/07/07 – Entrega de trabalho escrito.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas. Análise e interpretação de poemas em prosa e narrativas breves.

TRUESDALE. Le poème en prose de Baudelaire jusqu’à nos jours. Coimbra: Almedina. JOHNSON. Oberlin: Oberlin College Press. 1956. Princeton: University Press.. BRANDÃO. ed. New York/Providence: White Pine Press/Providence College Press. 92). M. 1º semestre de 2003. n. 1996. 1979. p. A estética do poema em prosa. 1982 (Poétique. Algumas consequências da diferença anatómica dos textos. 1994. 2004 (2 volumes). FERNÁNDEZ. R. Anthologie du poème en prose. selección y notas). In: BRADBURY. São Paulo: Ática. L. 191 . p. 12. 2. FRIEBERT. The party train: a collection of north American prose poetry. Araraquara. 1993. fevereiro de 2005. (Ed. In:______. 1976 (Ensaios. 41 – 55. 1971. El poema en prosa en Hispanoamérica: del modernismo a la vanguardia. 1998... M. B. 28). Madrid: Hipérion. 271 – 277. Forma breve: o poema em prosa. Itinerários. 253 – 320. Sobre os espelhos. (Estudio crítico y antología). ECO. Poética em ação. G.. 111 – 133. BRAYNER. 1959. In:______. O signo da poesia e o signo da prosa. (Introduction. G. M. M. S. 1989. (Estudio preliminar. MACHADO. p. R. 14. n. 230 – 239. p. Antología del poema en prosa en México. YOUNG. São Paulo: Companhia das Letras. n. O discurso da poesia. Modernismo: guia geral. S. S. & McFARLANE. Paris: René Julliard. R. W. 22). Minneapolis: New Rivers Press. 232 – 249. (Orgs. Para uma teoria do poema em prosa. I. R. Barcelona: Editorial Gustavo Gili. A poética lírica do modernismo. de O. Tempo e espaço na narrativa poética. México: Fondo de Cultura Económica. VINZ. 1995. São Paulo: Duas Cidades. BERNARD. (Eds. D’ONOFRIO.). The best of the prose poem: an international journal. Estrutura da lírica moderna. JAKOBSON. The lyrical novel. G. São Paulo: Perspectiva/EDUSP. FRIEDRICH. Teoria do texto. Labirinto do espaço romanesco: tradição e renovação da literatura brasileira: 1880 – 1920. CHAPELAN. (Estudio crítico y antología).).). 1990 (Estudos. 2000. D. HOUGH. Aveiro. São Paulo/Lisboa. JOHNSON. Paris: Nizet. Inimigo rumor. 1946. C. p. Rio de Janeiro/Brasília: Civilização Brasileira/INL-MEC. p. HELGUERA. A tradição sempre nova. DÍAZ-PLAJA. Models of the universe: an anthology of the prose poem. J. S.. H. U. El poema en prosa en España. choix et notes). 1978. P. 1989. FREEDMAN. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2. J. Notas marginais sobre a prosa do poeta Pasternak. In:______. et al.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALEXANDER. São Paulo: Ática.

julho de 1980. O concerto dissonante da modernidade lírica: narrativa poética e poema em prosa. M. n. O poema em prosa nas literaturas portuguesa e brasileira. T. Temporis(Ação). (2 v. Y. p. Contemporaneidade. STALLONI. A poesia sem o verso. n. a. VICENTE. p.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO MILLIET. RODRIGUES. 1968. p. V. SANDRAS. Lisboa. Pela volúpia do vago: algumas reflexões sobre o poema em prosa no Brasil. Tradução Elisa Angotti Kossovitch. p. 19 – 29. 2002. S. 65 – 81. 155 – 180. 125 – 131. Pela volúpia do Vago: O Simbolismo. Lisboa: Ática. 1995. Paris: Dunod. revista e atualizada. O poema em prosa na literatura portuguesa. 2006. Brasília. In:______. PESSOA. A narrativa no poema em prosa.. 192 . p. PIRES. MURPHY. SPINA. VI. Três conferências. Rio de Janeiro: MEC (Serviço de Documentação). ago/dez 2005. p. Revista Letra. 1. São Paulo: Cultrix. Páginas de estética e de teoria e crítica literárias. S. Poema em prosa. v. TODOROV. L. Araraquara. Introdução de Afrânio Coutinho. F. Le récit poétique. Autores e obras significativos. Colóquio Letras. 37 – 54. 36. 12. Tradução e notas Flávia Nascimento. Rio de Janeiro. A. ______. MOISÉS. EMENTA: Poesia lírica. São Paulo: Martins Fontes. 35 – 70. 23 – 34. Os gêneros do discurso. TADIÉ. 4. X. p. Itinerários. 1966. Itinerários. 1998. n. 455 f. D. n. Rio de Janeiro: Ediouro. J. As Iluminações. 2000. 111 – 125./dez. O poema em prosa. Introdução à poética clássica. Araraquara. Araraquara. n. In:______. O poema em prosa: conceituação e antologia. 1992. M. M. PLACER. A.-Y. Repercussões do poema em prosa nas literaturas brasileira e hispano-americana. A tradition of subversion: the prose poem in English from Wilde to Ashbery. 16ª ed. São Paulo. p. jan. Água viva. 2001. 1998. 1995. 78). 2. S. UNESP. dezembro/fevereiro 1997/1998. p. In:______. ______. 199 – 215. M. n. 2. 1978. A. Goiás. Poesia e magia: a nova teia do poema em prosa. p. ROLLEMBERG. Modernidade. São Paulo: Martins Fontes. 178 – 181. 24.) Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências e Letras. Onde está a poesia em prosa no Brasil?. Sobre a poesia. Revista USP. 1955 (Os Cadernos de Cultura. Os gêneros literários. Paris: PUF. Massachusetts: Massachusetts Press. v. 1980. Lire le poème en prose. A criação literária: prosa II. janeiro/junho de 2003. Rio de Janeiro: Difel. ______. ______. 56.

A questão da Modernidade. Origens da idéia de modernidade. 193 . Política e Filosofia I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO : TÓPICOS ESPECI AIS DE EPIS TEMO LO GI A: A MODER NIDAD E E SU AS AMBI GUIDAD E S CÓDIGO: APF11 86 SERIAÇÃO IDEAL: 3º/4º ano OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: 2º ano CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: 2º semestre diurn o CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 4 h/a PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS: N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICA S/PRÁTICAS: OUTRAS: O B J E T I VOS : Proporcionar aos alunos o estudo e o co nhecimento dos tex tos clássicos da Filosofia Moderna que constituem instância de reflexão e de preparaç ão para as Ciências Humanas. C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discrimi nação das unidades): 1. Modernidade e as figuras da Razão. 2. 3.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plena D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Antropo logia.

Décimo-Primeiro Prelúdio: o que é a Modernidade. Trad. (Coleção Debates. p. C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Presença nas aulas. Barbosa de Almeida. LEFEBVRE. São Paulo: Perspectiva. B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : ARENDT. provas. pr ovas e participa ção em discussão de t exto s. 24). 1972. Atividade de recupera ção: tra balho individual. 194 . trabalhos escritos. In: Introdução à Modernidade – Prelúdios. A tradição e a Época Moderna. H. A Epistemologia das Ciências Humanas. 197-275. Trad. (Série Rumos da Cultura Moderna. p. 1969. interpreta ção e discussão de tex tos. Jehovanira Chrysóstomo de Souza. 43-63. nº 64). H.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas. Mauro W. In: Entre o Passado e o Futuro. Rio de Janeiro: Paz e Terra. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Filosofia e Ciências. Correntes do Pensamento Epistemológico. v.

5. A fabricação da ciência. Modelos de investigação científica. G. H. 1994. Política e Filosofia IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓ PICOS ES P ECIAIS DE E PIST EMO LOG IA: FIL OS OFIA DA CIÊ NCIA CÓDIGO: APF 981 0 SERIAÇÃO IDEAL: 3º/4º ano OBRIGATÓRIA ( ) O PTATIVA ( X ) ESTÁGIO ( ) PRÉ-REQUISITOS: APF6013 – Filosofia II / APF 992 6 – Introduç ão à Filosofia CO-REQUISITOS: Não há ANUAL/SEMESTRAL: Semestral CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60H/a OBJETIVOS Proporci onar aos alunos o estudo e o conhecimento dos textos clássicos da Filosofia Moderna que constituem instância de refl exão e de pre paraç ão para as Ciências Humanas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4. As formulações críticas: ciência e tecnologia. Tradução Álvaro Lorencini. 4. interpreta ção e discussão de tex tos. A. GRANGER. São Paulo: Unesp. G. O racional e a objetividade das ciências na contemporaneidade. 2002 195 . 1994.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Antropologia. 1999. GRANGER. A ciência e as ciências. 6. O irracional.-G. Tradução Beatriz Sidon. São Paulo: Unesp. Grandes debates da ciência – dez das maiores contendas de todos os tempos. São Paulo: Unesp. Tradução José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Unesp.-G. Tradução Roberto Leal Ferreira. provas. A figura do Observador. METODOLODIA DE ENSINO Aulas expositivas. HELLMAN. BIBLIOGRAFIA CHALMERS.

pr ovas e participa ção em discussão de t exto s. Atividade de recupera ção: tra balho individual EMENTA Filosofia e Ciências. 196 . trabalhos escritos. A Epistemologia das Ciências Humanas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM E ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO Presença nas aulas. Correntes do Pensamento Epistemológico.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: CÓDIGO: SOC7706 TÓPICOS ESPECIAIS EM ESTRUTURA SOCIAL: SOCIOLOGIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: Não há Não há 1° semestre – N 2° semestre . 197 .N CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Fornecer um panorama da realidade histórico-social do Brasil contemporâneo.

2ª ed. Cidadania e história VII. COSTA. Os donos do poder. México. 1990.. O Brasil Nação.). COSTA. São Paulo. Capitalismo. São Paulo. Estado e sociedade VI. A República Velha . São Paulo. Paz e Terra. Industrialização e desenvolvimento capitalista IX. Edgard. Edgard. 2ª ed. 1985. Rio de Janeiro. São Paulo. 1995. Empresário. 1972. Edgard. CANO. tomo III. São Paulo. São Paulo. 8 a 11. Difel. Desequilíbrios regionais e concentração industrial no Brasil. Civilização Brasileira. Movimentos sócio-políticos METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas. Grijalbo. 1990. 1974. 1976. Belo Horizonte. 1977. Paz e Terra. Edgard. FERNANDES.. São Paulo. Raças e classes sociais IV. Da Monarquia à República. Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil. A revolução burguesa no Brasil. Rio de Janeiro. Estado e Capitalismo: 1930-45. 2ª ed. São Paulo. 1985. 1975/84. vols. João Cruz. CARDOSO. Sociologia e história II. Desenvolvimiento de la ciudadania en Brasil. Florestan. COUTINHO. 1985. São Paulo. 3ª ed. Belo Horizonte. Emília Viotti da. Revolução burguesa V. 1996.. Difel. agricultura e relações sociais VIII. Oficina de Livros. Fondo de Cultura Económica. Globo/EDUSP. Difel. Topbooks. Manoel. Difel. Capitalismo e escravidão III. A classe operária na revolução burguesa.. DEL ROIO. CARDOSO. Difel. São Paulo. Mudanças sociais na América Latina. DRAIBE. História geral da civilização brasileira. CARVALHO. Fernando Henrique. Bóris (org. 1972. A República Nova (1930-1937). José Murilo de. 1977. Carlos Nelson. Zahar.. São Paulo.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): I. Sonia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONFIM. DINIZ. A República Liberal (1945-1964) I e II. Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. Imperialismo e dependência X. Marcos. CARONE. Política e revolução XII. Difel. Wilson. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. CARONE. 1978. 2ª ed. Cultura e ideologia XIII. CARONE. Relações e conflitos de trabalho XI. Difel.I. FAORO. Rumos e metamorfoses. 1975. O Estado Novo (1937-1945). 1974. Cultura e sociedade no Brasil. Eli. CANO. 198 . Oficina de Livros. Raimundo. Global. 1976. Difel. FAUSTO. CARONE. Rio de Janeiro. 1969. Pequena história da República. Fernando Henrique.

SKIDMORE. Campus. Francisco. n. Cia das Letras.. Paz e Terra. 1972. São Paulo. 1985. São Paulo. 4ª ed. Nova Fronteira. 2ª ed. São Paulo. 1972. 2ª ed. SCHWARTZMAN. Fernando. Civilização Brasileira. VIANNA. 1977. São Paulo.. A consciência conservadora no Brasil. Rio de Janeiro. SCHWARZ. PRADO JR. Clientelismo e política no Brasil do século XIX. Paz e Terra. 1979. São Paulo. Sociedade e política no Brasil. Brasiliense. Raízes do Brasil. São Paulo. 1976. Celso (org. São Paulo. Rio de Janeiro. Carlos Guilherme. VIANNA. Ática. 1975. FURTADO. Bases do autoritarismo brasileiro. GOMES. São Paulo. Luiz Werneck. O cativeiro da Terra. IANNI. São Paulo. SOARES.. TAVARES. São Paulo. Burguesia e trabalho. Civilização Brasileira. 3ª ed. Latifúndio e proletariado. Trajetória política do Brasil (1500-1964). Paulo.. Capitalismo e revolução burguesa no Brasil. Brasiliense. 1979. SILVA. Brasiliense. 1986.. José de Souza. Duas Cidades. Vozes. Rio de Janeiro. José Olympio. SODRÉ. Francisco de. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. Graal. 1972. Belo Horizonte. 2ª ed. MELLO. São Paulo. GNACCARINI. Nélson Werneck. Polis. 7ª ed. Sérgio Buarque de. 1993. Angela de Castro. São Paulo.). Capitalismo autoritário e campesinato. Petrópolis. São Paulo. RODRIGUES. MARTINS. São Paulo. 1981.. Rio de Janeiro. José Honório. Indústria brasileira. SEGATTO. 1977. Paz e Terra.. Ática. São Paulo. 1990. Otávio Guilherme. São Paulo. Brasil: tempos modernos. 199 . Celso. José Cézar. VELHO. 8ª ed. Nacional. Duas Cidades. Rio de Janeiro. Octávio. 1982. SUZIGAN. 1980.. GORENDER. OLIVEIRA.. Acumulação de capital e indústria no Brasil. 1985. 1975. Jacob. 1979. Nélson Werneck. 1978. SANTOS. O escravismo colonial. Estado e planejamento econômico no Brasil (1930-1970). Coronelismo. José Antonio. 1974. UERJ. Wilson. 3ª ed. Reforma e revolução.. Liberalismo e sindicato no Brasil. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Caio. 12ª ed. 5ª ed. 15ª ed. Oficina de Livros. 1977. NOVAIS. São Paulo. 2ª ed. 1973. 1978. Brasil: de Getúlio à Castello (1930-1964). Alfa-Omega. 1975. FURTADO. IGLÉSIAS. PRADO JR.. Brasiliense. SODRÉ. Octávio. Formação econômica do Brasil. Gláucio Ary Dillou. GRAHAM. Thomas. Casa-grande e senzala. 1995. 1976. José Olympio.. OLIVEIRA. MOTA. 1982. História econômica do Brasil. São Paulo.. IANNI. Luiz Werneck. Ao vencedor as batatas. Rio de Janeiro. Seleções CEBRAP. Difel. Ideologia da cultura brasileira (1933-74). 4ª ed. Brasiliense.. 8ª ed.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO FREIRE. Victor Nunes. Hucitex. A revolução passiva. São Paulo. Renan. A Revolução Brasileira. Formação histórica do Brasil. HOLANDA. A economia brasileira: crítica à razão dualista. São Paulo. Brasiliense. PRADO JR.. Gilberto.. Sérgio. 1972. O capitalismo tardio. José de Souza. Petrópolis. LEAL. Rio de Janeiro. Difel.. Conciliação e reforma no Brasil. Maria da Conceição. 1952. 1997. Os camponeses e a política no Brasil. Roberto. 12ª ed. Unicamp. Caio. 1977. 1976. Caio. A economia da dependência imperfeita. Simon. Francisco de. 1976. Richard. 1. Vozes. Ordem burguesa e liberalismo político.. MARTINS. enxada e voto. O ciclo da revolução burguesa no Brasil. Rio de Janeiro. São Paulo. Campus. 1977. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Anfa-Omega. Evolução política do Brasil. 1988. Rio de Janeiro. João Manuel Cardoso de. 1997. Ciências Humanas. Wanderley Guilherme dos. Rio de Janeiro. 1978. MERCADANTE. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808). Brasiliense.

a questão da transformação social. Francisco. Rio de Janeiro. 1955. José Olympio.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO VIANNA. EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Estrutura e dinâmica da sociedade brasileira contemporânea: interpretações clássicas do Brasil. O populismo na política brasileira. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Provas e trabalhos. Instituições políticas brasileiras. Oliveira.. sujeitos da ação sócio-política (sociedade civil e Estado). Atividade de Recuperação: trabalho escrito. Rio de Janeiro. 1978. 2ª ed. WEFFORT. Paz e Terra. organização social da cultura. 2 vols. 200 .

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PROGRAMA DE ENSINO
C U R SO : Letras MO D A L I D A D E : Bacharelado/Licenciatura Plen a D E P A R TA ME N TO RE S P ON SÁ VE L : Administração Pú blica

I D E N T I F I CA ÇÃ O : DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS ESPECIAIS EM FINANÇAS PÚBLICAS: CONTROLE SOCIAL DO GASTO PÚBLICO CÓDIGO: ADM 1123 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( )

PRÉ-REQUISITOS: não há. CO-REQUISITOS: não há. ANUAL/SEMESTRAL: 2º semestre - Diurno CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60

D I S T R I B U I ÇÃ O DA C AR GA H OR ÁR I A SE MA N AL : TEÓRICA: 60 PRÁTICA: TEÓRICA/PRÁTICA: OUTRAS:

N Ú ME R O MÁX I MO D E A L UN OS P O R T UR MA : AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS PRÁTICAS: AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: OUTRAS:

O B J E T I VOS : Aprofundar o conhecimento sobre os mecanismos e instrumentos de controle da despesa pública consagrados pela democracia representativa e discutir as propostas recentes de novas formas e canais de participação da sociedade nos processos decisórios orçamentários e de políticas públicas.

C O NT E Ú D O P RO GRA MÁ T I CO (Titulo e discriminação das unidades):
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PROGRAMA DE ENSINO
1. Objetivos e mecanismos de controle social da despesa pública 2. Requisitos para o controle social da despesa pública 3. Controle social da despesa pública no Brasil 3.1. Antes da Constituição de 1988 3.2. A partir da Constituição de 1988 3.3. Perspectivas

ME T O D O LO G IA D E E NS I NO : Aulas expositivas, seguidas de debate, pressupondo a leitura prévia e seminários sobre os principais temas abordados; seminários sobre temas selecionados em decorrência dos debates ao longo das aulas.

B I B L I O GR A F IA B Á S IC A : COSTA, Alan Gonzaga da. Siafi e as finanças governamentais: uma abordagem holística. In: Secretaria Tesouro Nacional, Finanças Públicas – Monografias III Prêmio Tesouro Nacional, 1999, p. 573-614.

MAWAD, Ana Paula de Barros. Sistema de informação e cidadania: um desafio na gestão de recursos. In: Secretaria Tesouro Nacional, Finanças Públicas – Monografias VI Prêmio Tesouro Nacional, 2002, p. 511-549. NUNES, Selene Peres Peres Nunes e NUNES, Ricardo da Costa. Instituições orçamentárias: uma agenda para reformas após a Lei de Responsabilidade Fiscal. In: Secretaria Tesouro Nacional, Finanças Públicas – Monografias V Prêmio Tesouro Nacional, 2001, p. 637710.

PIRES, Valdemir. Controle social da despesa pública: quadro atual e perspectives no Brasil. Piracicaba: mimeo, 2005. PIRES, Valdemir. Orçamento participativo: o que é, para que serve, como se faz. Baureri: Ed. Manole, 2001. SERRA, José. Orçamento no Brasil. 2a. ed. São Paulo: Ed. Atual, 1994. Observações:

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PROGRAMA DE ENSINO
1. A disciplina pressupões o conhecimento da bibliografia indicada nas disciplinas Finanças Públicas e Administração Financeira e Orçamentária Pública. 2. A esta bibliografia será acrescida a indicada para cada um dos seminários. 3. Ao longo da disciplina serão indicados portais e sítios da internet para consulta e levantamento de textos e dados.
C R I T ÉR IO S D E A VA L IA ÇÃ O DA A P R EN D I ZA G E M : Seminário - 50% Prova escrita - 50% Recuperação: Será oferecida atividade de recuperação através de prova escrita.

E ME N T A : (T ó pi c o s qu e c a r a c t e r i zam a s un i da de s do s pr o gr a m as de e n s in o ) : Controle da des pesa pú blica: conc eito, mecanismos e instrumentos. Controle d a despesa pública no Brasil: qua dro atual e perspec tivas.

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PROGRAMA DE ENSINO
CURSO: Letras

MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA

IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA DAS DIFERENÇAS SOCIAIS: SEGURANÇA URBANA E DEMOCRACIA CÓDIGO: SOC7277

SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 04 Não há Não há 2° semestre - Diurno CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( )

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS:

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS:

OBJETIVOS: Estudo das novas teorias e temáticas de proteção da cidadania através de identificação de grupos de risco e de práticas alternativas geradoras da segurança dos cidadãos.

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PROGRAMA DE ENSINO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): I – Ideologia da Segurança Pública 1.1. O caráter doutrinário da segurança pública e o Direito Penal brasileiros 1.2. O conceito de Segurança Pública e o Plano Nacional de Segurança Pública do Governo Federal 1.3. Maioridade penal e menoridade 1.4. Infância e Juventude como categorias jurídicas

II – Teorias da Segurança Pública 2.1. As teses do Fórum Europeu de Segurança Urbana 2.2. As teses do Fórum Latinoamericano de Segurança Urbana e Democracia 2.3. A tese do Direito Penal mínimo e a disputa pela hegemonia nas práticas de segurança urbana.

III – Experiências de Segurança Urbana na América Latina 3.1. A busca de políticas de Segurança Urbana para as mulheres no México 3.2. As políticas de trânsito e a segurança urbana na cidade de Bogotá, na Colômbia 3.3. A projeção de uma cidade segura: Valparaíso, no Chile 3.4. A experiência de desenvolvimento da Segurança Urbana na cidade de Rosário, na Argentina 3.5. A formação das representações populares para uma política de segurança urbana e a disputa pela hegemonia na cidade de Buenos Aires 3.6. A Segurança Urbana, os direitos dos jovens e o mapa de riscos da cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo 3.7. A experiência da produção do mapa de delitos na cidade de Marília, Estado de São Paulo: o projeto GUTO.

METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas teóricas, seminários expositivos e elaboração de caderno de campo em bairros periféricos na cidade de Araraquara.

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PROGRAMA DE ENSINO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALTER. Revista Internacional de Teoria, Filosofia y Sociologia del Derecho. Ano I, n. 0. México, Nueva Época, 2001. CACCIA-BAVA JÚNIOR, A. Solidariedade, sociabilidade e ética política: temas clássicos ou contemporâneos? In:D'Incao, M. A. (org) Sociabilidade: espaço e sociedade. São Paulo, Grupo Editores, 1999, p.277-301. CANCLINI, N. G. Culturas populares en el capitalismo. México, Grijalbo, 2002. CARDENAS, R. et alli Avances y Perspectivas de la Participación Política de las Mujeres. In: CARTA DE RELACIÓN: revista trimestral de la Fundación por la Socialdemocracia de las Américas, A. C., ano II, número 5, octubre-diciembre, 2001. DURSTON, Limitantes de ciudadanía entre la juventud latinoamericana. Revista Iberoamericana de Juventud N°1, Madrid, 1996; editada por la Organización Iberoamericana de Juventud. Disponível em www.cinterfor.org.uy CHILLAN REYES, Y La Ley de la Juventud en Colombia. (Madrid), no.4, en. 1998. p.100-108. En: Revista beroamericana de Juventud

PROCÓPIO, A. O Brasil no mundo das drogas, 2a edição. Rio de Janeiro, Vozes, 1999. SANTOS, B. S. (Org) Democratizar a democracia: os caminhos da democracia participativa. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002. SOARES, L. E. Meu casaco de general: quinhentos dias no front da segurança pública do Rio de Janeiro. São Paulo, Cia das Letras, 2002. SOARES, L. E. Meu casaco de general: quinhentos dias no front da segurança pública do Rio de Janeiro. São Paulo, Cia das Letras, 2000. ZAPATERO, J. L. R. et alli Una Política al Servicio de Cambio. In: CARTA DE RELACIÓN: revista trimestral de la Fundación por la Socialdemocracia de las Américas, A. C., ano II, número 6, enero/marzo 2002.

Documentos básicos de leitura: CACCIA-BAVA JÚNIOR, A. Os jovens, os direitos sociais e a segurança urbana na cidade de Ribeirão Preto. Projeto de Pesquisa, FCL/UNESP, Câmpus de Araraquara, 2002. Construir equidad desde la infancia y la adolescencia en Iberoamérica. CEPAL, UNICEF, SECIB .En colaboración con: FNUAP, OIT, OPS/OMS, PNUD, UNESCO IICA, OEA, OEI, OIJ. JUVENTUD Y MINORIDAD1 Centro Interamericano de Investigación y Documentación sobre Formación Profesional (Cinterfor/OIT) webmaster@cinterfor.org.uy Manifesto das Cidades: Segurança e Democracia, 2000.. Disponível em www.urbansecurity.org Manifesto de Nápoles, 2000. Disponível em www.urbansecurity.org

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relatórios de pesquisa de campo. a segurança urbana como base de uma nova hegemonia.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO Normas de Juventud propiamente dichas Dictadas en especial desde 1983 y que toman a la Juventud como un todo. como un concepto con identidad propia. en Constituciones Provinciales (Córdoba: art. prova.: arts. V. a estruturação da segurança armada privada. de la juventud) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Seminários. 26. a crise do monopólio estatal do exercício da violência. 207 .g. Atividade de Recuperação: prova oral EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): A doutrina de Segurança Pública no Brasil. a participação popular/comunitária na definição de segurança urbana.

quanto no que refere-se a construção de "identidades sociais". tanto na dimensão dos espaços fabris e naquela perspectiva das instituições sociais de representação sindical. 208 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: CÓDIGO: SOC6556 TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA DAS INSTITUIÇÕES: SINDICALISMO SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 04 Não há Não há 1° semestre .Diurno CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: Fornecer instrumentos para estudo do processo de trabalho nas sociedades contemporâneas.

1983. A condição humana. R. Processo de trabalho. outros serão indicados durante as aulas. J.. discussão em classe de textos selecionados e realização de seminários.T. 1988. M. representação e modernidade "consciência operária": modernização. Apud F. Brasiliense. Movimento sindical: cidadania. gestão e práticas sindicais METODOLOGIA DE ENSINO: O curso desenvolve-se através de aulas expositivas.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): I. Injustiça: as bases sociais da obediência e da revolta.H. Apresentação II. H. São Paulo. A rebeldia do trabalho (o confronto operário no ABC paulista: as greves de 1978/1986). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALMEIDA. 1987. Rio de Janeiro. "Difícil caminho: sindicatos e política na construção da democracia". 209 . REIS e O'DONNELL A democracia no Brasil: dilemas e perspectivas. Vértice. vanguardas da classe operária e sindicato III. ANTUNES. São Paulo. Ensaio/EDUNICAMP. Rio de Janeiro. BARRINGTON MOORE. 1988.W. representação e tendências recentes IV. Forense Uni. ARENDT. Além dos textos já assinalados nesse programa. Sindicato.

nº 17. O sindicato nos anos 80. e SADER.C. conhecimento e trabalho de terceiro". sindicalismo e reconversão industrial no Brasil nos anos 90". n. M. OFFE. Marcia P. OLIVEIRA. L. Brasiliense. WEFFORT. Zahar. HASENBALG.P. 17. "Trabalhadores e cidadania. 3 vols. 1989.LIPIETZ. PAOLI. A. 1984. Crítica da modernidade. 1992. n. HASENBALG. PAOLI. FFLCH. 1991. F.A. 1994. THOMPSON. Novos Estudos CEBRAP. A vicência operária da automação micro eletrônica. n. Brasiliense. out. Rio de Janeiro. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais. v. Rio de Janeiro. L. In: CARDOSO. Experiência do mundo público na história do Brasil moderno". julho 1990. N. C. 1988. A. Brasil. A.).A.A. Graal. MARONI. Porto Alegre. (org. Discrição e desigualdades raciais no Brasil. nº 13. BURAWOY. RODRIGUES. Revista Trabajo. 1992. Rio de Janeiro. F. A. Alain. E. BRAVERMAN. “Estado. R. e GUIMARÃES. E. São Paulo. Rio de Janeiro. n. J. CEDEC. 10. "O negro na indústria: proletarização tardia e desigual". 20.S. Cadernos CEBRAP. 1982. Problemas estruturais do estado capitalista. GUIMARÃES. E. Rio de Janeiro.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO BOITO.J. "Além de Braverman. A. nº 8. "Ideas falsas y abiertas sobre el posfordismo". mimeo. LPM. e LEITE. "As transformações dos regimes fabris no capitalismo avançado". ANPOCS. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais. E. recessão e tecnologia no Brasil". VIANNA. Barcelona. Rio de Janeiro. 1987. Estudos Avançados. 1986.C. julho 1989. ANPOCS. vol. R. C. out. 1987. PAOLI. CARVALHO. Paz e Terra. E. "Atualizando uma bibliografia: novo sindicalismo. HOBSBAWN. cidadania e fábria". São Paulo. 1992. 1990. Novos Estudos CEBRAP. L. BIB. 210 .. "Projeto de primeiro mundo. In: Novos Estudos CEBRAP. depois de Burawoy: vertentes analíticas do processo de trabalho". M. M. 32. FAUSTO. Mundos do trabalho. São Paulo. USP.S. ano 6. B. SOUZA-LOBO. Revista Brasileira de História. Lua Nova. 7. 1972. Pensando a classe operária: os trabalhadores no imaginário acadêmico. CARVALHO. n. ano XI. Rio de Janeiro. THOMPSON.S. Paz e Terra. São Paulo. n."Sonhos mortos. "Trabalho. e GUIMARÃES.A. novos sonhos (fordismo. Tradicción. 1991. Edi Critica. A. (org. 1991. 1987. CASTRO. R. revuelta y consciencia de clase. e SADER.C. 1990. 5. C. Rio de Janeiro.W.P. E.C. 1979. ano 5. "O surgimento do anti-valor". Conflito industrial e sindicalismo no Brasil. In: Espaço e Debate. R. 1966. 1991. D. In: 16ª Reunião Anual da ANPOCS. CASTRO. 7. São Paulo. n. CUT: os militantes e a ideologia. Rio de Janeiro. In: Ciências Sociais Hoje. trabalhadores e burguesia (1920-1945)”. 1977. N.) A aventura antropológica. Vozes. A formação da classe operária inglesa. 6. 1979. Tempo Brasileiro. São Paulo. n. LEBORGNE. "Trabalho: a categoria chave da Sociologia?" Revista Brasileira de Ciências Sociais. Paz e Terra. n. n. M. Doutorado em Ciências Sociais. H. São Paulo. A classe operária tem dois sexos. Tecnologia e trabalho industrial. 27. C. Paz e Terra. OFFE. 22. "O Fordismo no Brasil". 4. DIFEL.A. CARVALHO. 1991. TOURAINE. 1990. Trabalho e capital monopolista. "Sobre classes populares no pensamento sociológico". 1984. 22. "Participação e conflito industrial em Contagem e Osasco". A estratégia da recusa (análise das greves de maio de 1978). RODRIGUES. Rio de Janeiro.

e 3.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: A avaliação constará de: 1. então. dois trabalhos escritos. 211 . a serem entregues ao final de cada unidade. também. apresentação de relatórios individuais. Atividade de Recuperação: prova oral EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Esse curso trata da instituição do sindicato e do mundo do trabalho. situar-se a questão da organização sindical. 2. para. apresentação de seminários individuais. a dimensão do mercado. Parte-se de uma visão perspectiva dos estudos do processo de trabalho capitalista e da indicação de seus principais re-enfoques. Incorpora-se. indicando-se algumas operações das desigualdades/identidades na construção de identidades sociais.

da constituição do moderno Estado brasileiro e da formação dos partidos políticos.Diurno CARGA HORÁRIA: 60 OPTATIVA ( x ) ESTÁGIO ( ) DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL: TEÓRICA: 60 TEÓRICA/PRÁTICA PRÁTICA: OUTRAS: NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA: AULAS TEÓRICAS: 50 AULAS TEÓRICAS/PRÁTICAS: AULAS PRÁTICAS: OUTRAS: OBJETIVOS: O objetivo desta disciplina é o estudo das relações de poder. 212 .UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CURSO: Letras MODALIDADE: Bacharelado/Licenciatura Plena DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: SOCIOLOGIA IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA OU ESTÁGIO: TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA POLÍTICA: BRASIL REPÚBLICA CÓDIGO: SOC6599 SERIAÇÃO IDEAL: OBRIGATÓRIA ( ) PRÉ-REQUISITOS: CO-REQUISITOS: ANUAL/SEMESTRAL: CRÉDITOS: 04 Não há Não há 1° semestre . possibilitando ao aluno uma reflexão crítica sobre as mudanças ocorridas nas bases de sustentação do poder. especialmente da tradição autoritária de dominação.

O Modelo Político Brasileiro e outros ensaios. Difel. O governo Vargas a) o governo provisório e o Estado de compromisso b) o Estado Novo. A Revolução de 1930 a) as bases sociais da revolução III. CARONE. Maria Victoria de Mesquita. Fernando Henrique. São Paulo. Campinas: Editora da UNICAMP. 1982. O Governo Kubitschek. O Governo Jânio Quadros. Rio de Janeiro. Ed.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e discriminação das unidades): I. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALMINO. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1993. BENEVIDES. Bertrand-Brasil. Élide Rugai e MORAES. São Paulo: Brasiliense. O Golpe de 1964 a) análise da crise estrutural e institucional METODOLOGIA DE ENSINO: Aulas expositivas. BENEVIDES. 1988. O Pensamento de Oliveira Vianna. CARDOSO. Edgar. De Dutra e Juscelino Kubitschek a) a redemocratização e os partidos políticos b) o nacionalismo como centro de polarização ideológica V. o projeto econômico IV. 1980. 1975. 1979. Desenvolvimento Econômico e Estabilidade Política. 1979. Fernando Henrique. Maria Victoria de Mesquisa. São Paulo: Brasiliense. 213 .). In: História Geral da Civilização Brasileira (Tomo III) O Brasil Republicado . João. O Estado Novo (l937-1945). João Quartim (orgs.Liberdades individuais. Difel. seminários e projeções de vídeos. Os Democratas Autoritários . De Jânio Quadros a João Goulart a) a renúncia de presidente e o acirramento dos conflitos VI. A Primeira República a) os governos militares b) os governos civis II. BASTOS. 1956-1961. de associação política e sindical na Constituinte de 1946. "Dos Governos Militares a Prudente . São Paulo.Campos Sales". CARDOSO.Estrutura de Poder e Economia (1889-1930).

SEGATTO. São Paulo. 1981. FAUSTO. Rio de Janeiro. São Paulo. 1982. Civilização Brasileira. OLIVEIRA. 1982. Rio de Janeiro. “O Golpe de 37 e o Estado Novo”. A Legitimação do Estado Autoritário perante as classes subalternas. Revista Civilização Brasileira. Textos Brasileiros de Filosofia. José Antonio. Luciano. São Paulo. David V. 1987. A Gênese de uma Intelligentsia. René Armand. Petrópolis.Ideologia e Poder. São Paulo. FUNDAÇÃO Cinemateca Brasileira. Sônia. São Paulo. Ática. GARCIA. Planejamento no Brasil. 1985. Departamento de Imprensa e Propaganda 1938-1946. “História do ISEB”. O Brasil Republicano. UnB. Edusp/FDE. Estado e Partidos Políticos no Brasil (1930-1964). momentos decisivos. FAUSTO. Assis. LAFER. In: LAFER. Perspectiva. In: Temas de Ciências Humanas. ação política. 1964: A conquita do Estado. 1981. In: MOTA. Thomas. Ideologia da Cultura Brasileira (1933-1974). Os partidos políticos no Brasil. Nelson Werneck. poder e golpe de classe. São Paulo. Brasiliense. Civilização Brasileira. 3ª ed. Brasil em Perspectiva. Edições Loyola. vol. Boris. julho de 1966. Rio de Janeiro. Stanley F. 1994. Difel. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Brasil: de Getúlio a Castelo (1930-1964). Octávio. 1981. n. EDUSP. Bolivar. Boris. Uma interpretação. Fundação Cinemateca Brasileira/Imprensa Oficial do Estado.). A classe operária na Revolução Burguesa. DRAIBE. 1960. Paz e Terra. 1984. MOTA. 1977. SOLA. Paz e Terra. Carlos Guilherme. Oficina de Livros. São Paulo. Estado novo: Ideologia e Propaganda Política. SOUZA. Ed. São Paulo/Rio de Janeiro. 1 e 2. ROIO. Rio de Janeiro. Fomação e Problema de Cultura Brasileira. Rumos e Metamorfoses: um estudo sobre a constituição do Estado e as alternativas da industrialização no Brasil. Difel. Estado Novo. Da Monarquia à República. Belo Horizonte. (org. os intelectuais e a política no Brasil . um auto-retrato. Rio de Janeiro. 1976. n. SCHWARTZMAN. O planejamento no Brasil: observações sobre o Plano de Metas (l956-1965). São Paulo. Estado Novo . LAMOUNIER. Roland. Lourdes. vol. 8. Brasília. Estado e Planejamento Econômico no Brasil (1930-1970). 1930-1960. Zahar. 1983. Celso. Simon (org. Cine Jornal Brasileiro. Rio de Janeiro. Alfa-Omega. Nelson Jahr. São Paulo. "Causas da Derrocada de 1º/04/64". n. 2. A revolução de 1930 .). Betty Mindlin (org. DREIFUSS.historiografia e história. História do Brasil.). 1982. São Paulo. Tempos de Capanema. 1981. 1977. MARTINS. COSTA. Marcos Del. 1990. 1982. Campello de. 2. Lúcia Lippi et alli. 214 . Maria do Carmo C. São Paulo. Emília Viotti da. Instituto Superior de Estudos Brasileiros. 1975. tomo III. História Geral da Civilização Brasileira. Carlos Guilherme (org. Rio de Janeiro. SCHWARTZMAN. TAVARES. 1985. Rio de Janeiro. Ciências Humanas.1920 a 1940. MEC.). Brasília.. Breve História do PCB. Formação de um pensamento político autoritário na Primeira República. 4. Universidade de Brasília. Simon et alli. 1985. A política de alianças do PCB: 1928-1935. São Paulo. O Brasil e as grandes potências. SKIDMORE. IANNI. 1979. Rio de Janeiro. 1977. CPDOC/FGV. bn. Brasiliense. Paz e Terra. HILTON.UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO CORBISIER. Ed. jun. 1984. SODRÉ. FLEISCHER.

UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS Campus de Araraquara PROGRAMA DE ENSINO TOLEDO. Paz e Terra. Caio Navarro de. 1978. O significado da Revolução de 30. Oliveira. Rio de Janeiro. a luta por um partido de massas (1922-1974). 1985. Nacionalismo e “desenvolvimentismo”. O papel do moderno na política brasileira. São Paulo. São Paulo. Presença. Instituições Políticas Brasileiras. Moisés. ISEB: Fábrica de Ideologias. Liberalismo e Sindicalismo no Brasil. vol. a configuração do novo Estado e sua apropriação autoritária do que era efetivamente novo na sociedade civil. Atividade de Recuperação: trabalho EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades dos programas de ensino): Como interpretar o advento da República. A democratização do pós-guerra e os partidos políticos. 1987. jan. 5. Ática. II. Revista de Política e Cultura. WEFFORT. VIANNA. Hucitec. Itatiaia. Caetés. Francisco. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Prova escrita. O acirramento dos conflitos e a deflagração do golpe. VIANNA. n. trabalho individual sobre os vídeos apresentados. Luiz Weneck. Luiz Werneck. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. participação nas aulas e seminários. São Paulo. Ed. 1982. O partidão. 1980. Paz e Terra. Ed. VINHAS. Belo Horizonte. 215 . VIANNA. 1978. São Paulo. da USP e EDUFF. O populismo na política brasileira.