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APOSTILA DE

:
SAÚDE E SEGURANÇA DO
TRABALHO
E MEIO AMBIENTE
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
Agosto de 2009
INTRODUÇÃO
As empresas são centros de produção de bens materiais ou de prestação de serviços
que tem uma importância para as pessoas que a elas prestam colaboração, para as
comunidades que se beneficiam com sua produção e, também, para a nação que tem seus
fatores de progresso o trabalho realizado por essas empresas.
Nas empresas encontram-se presentes muitos fatores que podem transformar-se em
agentes de acidentes dos mais variados tipos. entre esses agentes podemos destacar os
mais comuns! ferramentas de todos os tipos" m#quinas em geral" fontes de calor"
equipamentos m$veis, ve%culos industriais, substâncias qu%micas em geral" vapores e fumos"
gases e poeiras, andaimes e plataformas, pisos em geral e escadas fi&as e port#teis.
As causas, entretanto, poderão ser determinadas e eliminadas resultando na
aus'ncia de acidente ou na sua redução, como ser# e&plicado mais adiante quando forem
abordados os (atores de Acidentes.
esse modo muitas vidas poderão ser poupadas, a integridade f%sica dos
trabalhadores ser# preservada além de serem evitados os danos materiais que envolvem
m#quinas, equipamentos e instalaç)es que constituem um valioso patrim*nio das
empresas.
+ara se combater as causas dos acidentes e se implantar um bom programa de
prevenção necess#rio se torna, primeiramente, conhecer-se a sua conceituação.
1) CONCEITO LEGAL ,de acordo com o artigo -./ da 0ei n./ 12-3 de 24 de 5ulho
de -..-6.
A789N:9 ; :<A=A0>; ? A@A909 @A9 ;7;<<9 N; 9B9<7C78; ; :<A=A0>; A D9<E8F;
A 9G+<9DA, +<;E;7AN; 09DH; 7;<+;<A0 ;A +9<:A<=AFH; (AN78;NA0 @A9 7AAD9
A G;<:9, ;A +9<A, ;A <9AFH;, +9<GAN9N:9 ;A :9G+;<I<8A, A 7A+A78A9 +A<A
; :<A=A0>;J.
2! CONCEITO PRE"ENCIONISTA:
KA789N:9 ? A ;7;<<LN78A 8G+<9E8D:A 9 8N9D9MIE90, 8ND:AN:NN9A ;A NH;,
<90A78;NAA 7;G ; 9B97C78; ; :<A=A0>;, @A9 +<;E;7A 09DH; +9DD;A0 ;A 9 @A9
97;<<9 <8D7; +<OB8G; ;A <9G;:; 9DDA 09DH;J.
iferença entre o 7;N798:; 09PA0 e o 7;N798:; +<9E9N78;N8D:A!
A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que no primeiro é necess#rio
haver, apenas lesão f%sica, enquanto que no segundo são levados em consideraç)es, além
das les)es f%sicas, a perda de tempo e os materiais.
#! CLASSI$ICAÇAO DOS ACIDENTES DO TRABALHO
a6 A789N:9 ; :<A=A0>; ;A D8G+09DG9N:9 A789N:9! ? a ocorr'ncia imprevista e
indese5#vel, instantânea ou não, relacionada com o e&erc%cio do trabalho, que provoca
lesão pessoal ou de que decorre risco pr$&imo ou remoto desta lesão.
b6 A789N:9 D9G 09DH;! ? o acidente que não causa lesão pessoal.
c6 A789N:9 9 :<AM9:;! ? o acidente sofrido pelo empregado no percurso resid'ncia para
o trabalho ou deste para aquela.
d6 A789N:9 8G+9DD;A0! ? aquele cu5a caracterização independe de e&istir acidentado.
e6 A789N:9 8N878A0! ? o acidente impessoal desencadeador de um ou mais acidentes.
INCIDENTE %&UASE ACIDENTE!: ? AG A7;N:978G9N:; NH; 9D9MA; @A9 9G
78<7AND:NN78AD 08P98<AG9N:9 8(9<9N:9D, +;9<8A <9DA0:A< 9G 09DQ9D R +9DD;A,
AN;D R +<;+<89A9 ;A +9<A N; +<;79DD; ;A A; G98; AG=89N:9.
DOENÇAS OCUPACIONAIS
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
“ Desenvolvendo Talentos ara um !ovo Temo"#
$
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente

8N:<;AFH;

No século BE8, 5# se descreviam as primeiras relaç)es entre trabalho e doença, mas
apenas em -.STT, no século 888, foi que se chamou atenção para as doenças profissionais,
quando o italiano =ernardino <amazzi publicou o livro e Gorbis Artificum iatriba ,UAs
oenças dos :rabalhadoresU6. Nesta obra, ele descreve, com e&traordin#ria precisão para a
época uma serie de doenças relacionadas com mais de VT profiss)es diferentes. iante.
disso, <amazzi foi cognominado o
U
+ai Gedicina do :rabalhoU, e, as perguntas cl#ssicas que
o médico faz ao paciente na anammese clinica foi acrescentada mais uma! U@ual a sua
ocupaçãoWU.
; advento da <evolução 8ndustrial ocasionou o surgimento das fabricas, as quais
passaram a empregar grande parte população, multiplicando as ocupaç)es e trazendo,
como conseqX'ncia, uma serie de problemas de saYde.. 7om isso, surge também a
necessidade de o medico entrar nas fabricas e dedicar atenção ao trabalhador e as
condiç)es de trabalho.
Na 8nglaterra, berço da <evoluta 8ndustrial, 5# em -13T apareciam os primeiros
médicos de fabrica.

CONCEITUAÇÃO
+ara a Gedicina do :rabalho, são de grande importância o diagnostico e a prevenção
das doenças ocupacionais.
+ode-se definir oença ;cupacional como sendo toda moléstia causada pelo trabalho
ou pelas condiç)es do ambiente em que é e&ecutado.
A 0egislação =rasileira define as doenças profissionais ou do trabalho no do ecreto
2.-S2, de TV de março de -..S, artigo -32, incisos 8 e 88, e do Ane&o 88, equiparando-a, para
todos os efeitos legais, ao acidente do trabalho. iz ainda, no artigo -32, par#grafo 2
o
do
ecreto 2.-S2, que, em caso e&cepcional, constatando-se que uma doença não este5a
inclu%da na relação constante do Ane&o 88 resultou de condiç)es especiais em que o trabalho
é e&ecutado e com ele se relacione diretamente, a previd'ncia social deve equipara-la ao
acidente do trabalho.
No ane&o 88, seguinte, reproduzimos a relação dos agentes patog'nicos causadores
de doenças profissionais. As doenças ocupacionais causadas por tais agentes, se presentes
nas atividades constantes da listagem ane&a, dispensam a necessidade de vistoria do local
de trabalho.
evemos frisar que, embora se5am causados pelo trabalho, inYmeros casos de
doenças ocupacionais não estão na relação acima. ;s mais importantes são os de
dermatoses ,doenças de pele6 ocupacionais, que correspondem a cerca de VTZ dos
atendimentos em serviços de assist'ncia medica a doenças profissionais, ou se5a, são
inYmeros casos de irritação, alergias etc., que não estão no Ane&o 8E do ecreto 2.-S2. >#
ainda os casos e bronquite em trabalhadores sens%veis, causadas por substancias qu%micas,
e que estão também, evidentemente, relacionadas diretamente com o trabalho e não
constam do ane&o. 9sses quadros podem ser classificados como doença profissional quando
ne&o entre a moléstia e o trabalho for estabelecido pelo médico.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
' ( CONCEITO E IMPORT)NCIA
A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de
trabalho, com o fim de descobrir, identificar riscos que poderão transformar-se em causas
de acidentes do trabalho e também com o ob5etivo pr#tico de tomar ou propor medidas que
impeçam a ação desses riscos.
A inspeção de segurança se antecipa aos poss%veis acidentes, mas quando repetidas,
alcançam outros resultados! favorecem formação e o fortalecimento do esp%rito
prevencionista que os empregados precisam ter" servem de e&emplo para que os pr$prios
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trabalhadores e&erçam, em seus serviços, controles de segurança" proporcionam uma
cooperação mais aprofundada entre os Derviços 9specializados e 78+A[s e os diversos
setores da empresa" dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder
pYblico ,no caso das inspeç)es oficiais 6 t'm interesse na segurança do trabalho.
MODALIDADES DE INSPEÇÃO
A6 8nspeção geral!
@uando abrangem #reas geograficamente distintas da empresa ou toda a empresa ,
com o ob5etivo de vistoriar de um modo geral os aspectos de segurança e da higiene do
trabalho.
=6 8nspeção +arcial
Dão aquelas que se limitam \ parte da #rea total , de determinadas atividades ou a
certos equipamentos ou m#quinas e&istentes, dividindo-se em !
=-6 8nspeção de rotina
Dão as mais comuns , estão sempre na ordem do dia das atividades de v#rias pessoas ,
como por e&emplo! técnicos de segurança , supervisores trabalhadores , pessoal de
manutenção e membros da 78+A:<.
=26 8nspeção peri$dica ] manutenção preventiva
Dão as efetuadas a intervalos regulares , de acordo com programas previamente
estabelecidos para cada caso . 9m alguns casos é institu%da por lei , como no caso de
caldeiras , fornos , e&tintores, pessoal de manutenção e membros da 78+A.
=36 8nspeção programada
? realizada seguindo uma determinada ordem de datas , hor#rios e locais.
=46 8nspeção eventual
Dão as efetuadas esporadicamente sem dias ou per%odos estabelecidos.
=V6 8nspeç)es oficiais
Dão as efetuadas pelos $rgãos governamentais do trabalho ou securit#rios.
=^6 8nspeção especial ] levantamento ocupacional
Dão as que requerem conhecimento e]ou aparelhos especializados , caracteriza-se por
levantamento profundos no ambiente de trabalho.
2* LE"ANTAMENTO DAS CAUSAS DOS ACIDENTES
Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. ;s
processos educativos, a repetição das inspeç)es, as campanhas e outros recursos se
prestarão a reduzir sensivelmente a ocorr'ncia de tais atos.
@uanto \s condiç)es inseguras, elas se tornam mais aparentes, mais vis%veis, mais
notadas porque são situaç)es concretas, materiais mais dur#veis que alguns atos inseguros
que, \s vezes, aconteceu em poucos segundos.
Co+d,-.es I+seg/01s _ +roblemas de iluminação, ru%dos e trepidaç)es em e&cesso, falta
de protetores em partes m$veis de m#quinas e nos pontos de operação, falta de limpeza e
de ordem, passagens obstru%das, pisos escorregadios ou esburacados, escadas entre
pavimentos sem proteç)es, condiç)es sanit#rias insatisfat$rias, ventilação deficiente ou
impr$pria, ferramentas desarrumadas, ferramentas defeituosas, substâncias altamente
inflam#veis em quantidade e&cessivas na #rea de produção, m# distribuição de m#quinas e
equipamentos, condutores de eletricidade com revestimento estragado, roupas muito
largas, colares, anéis, cabelos soltos em operaç)es com m#quinas de engrenagens m$veis,
calçados impr$prio, trânsito perigoso de material rodante, calor e&cessivo, res%duos
inflam#veis acumulados, equipamentos de e&tinção de fogo ,se estão desimpedidos, se
podem ser facilmente apanhados, se estão em situação de perfeito funcionamento6.
Atos I+seg/0os _ atos imprudentes, inutilização, desmontagem ou desativação de
proteç)es de m#quinas, recusa de utilização de equipamento individual de proteção,
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&
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operação de m#quinas e equipamentos sem habilitação e sem treino, operação de
m#quinas em velocidade e&cessiva, brincadeira, posição defeituosa no trabalho,
levantamento de cargas com utilização defeituosa dos mYsculos, transporte manual de
cargas sem ter visão do caminho, perman'ncia debai&o de guindastes e de cargas que
podem cair, uso de fus%veis fora de especificação, fumar em locais onde h# perigo de fogo,
correr por entre m#quinas ou em corredores e escadas, alterar o uso de ferramentas, atirar
ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros.
A presença de representantes da 78+A nas inspeç)es de segurança é sempre
recomend#vel, pois a assimilação de conhecimentos cada vez mais amplos sobre as
quest)es de segurança e higiene e medicina do trabalho vai tornar mais produtivo, mais
completo o trabalho educativo que a comissão desenvolve. Além disso, a renovação dos
membros da 78+A faz com que um nYmero sempre maior de empregados passe a
aprofundar os conhecimentos e&igidos para a solução dos problemas relativos a acidentes e
doenças do trabalho.
INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES
7abe \ 78+A investigar, participar, com o D9DG: quando e&istir da investigação dos
acidentes ocorridos na empresa.
Além disso, no caso de acidente grave a 78+A dever# reunir-se, e&traordinariamente,
até dois dias ap$s o infortYnio. A 78+A tem como uma de suas mais importantes funç)es
estudar os acidentes para que eles não se repitam, ou ainda evitar outros que possam
surgir.
+ara tal devem conhecer as causas dos acidentes, ou se5a, o que os faz acontecer,
para que possam então agir de modo a corrigir procedimentos, métodos e]ou situaç)es
inadequada \ prevenção de acidentes.
PROCURA DAS CAUSAS DOS ACIDENTES
:r's são os motivos que podem gerar a ocorr'ncia de um acidente. 7abe a 78+A
estar atenta para evitar o acidente, através da identificação e an#lise desses fatores que
são!
A:; 8ND9PA<;
7;N8FH; 8ND9PA<A
(A:;< +9DD;A0 9 8ND9PA<ANFA
'! ATO INSEGURO ( é a violação ,consciente6 de procedimento consagrado como correto.
Dão fatos comuns! a falta de uso de proteç)es individuais" a inutilização de
equipamentos de segurança" o emprego incorreto de ferramentas ou o emprego de
ferramentas com defeitos" o a5uste" a lubrificação e a limpeza de m#quinas em movimento"
a perman'ncia debai&o de cargas suspensas" a perman'ncia em pontos perigosos 5unto a
m#quinas ou passagens de ve%culos" a operação de m#quinas em velocidade e&cessiva" a
operação de m#quinas sem que o trabalhador este5a habilitado ou que não tenha
permissão" o uso de roupas que e&ponham a riscos" o desconhecimento de fogo" as
correrias em escadarias e em outros locais perigosos" a utilização de escadas de mão sem a
estabilidade necess#ria da manipulação de produtos qu%micos" o h#bito de fumar em
lugares onde h# perigo.
2! CONDIÇÃO INSEGURA * é o risco relativo a falta de plane5amento do serviço e
defici'ncias materiais no meio ambiente, tais como!
' Co+st0/-2o e ,+st131-.es e4 5/e se 3o613,71 1 e480es1:
a6 prédio com #rea insuficiente, pisos fracos e irregulares"
b6 iluminação deficiente"
c6 ventilação deficiente ou e&cessiva, instalaç)es sanit#rias impr$prias e
insuficientes"
d6 e&cesso de ru%dos e trepidaç)es"
e6 falta de ordem e de limpeza"
f6 instalaç)es elétricas impr$prias ou com defeitos.
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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(
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' M15/,+10,1:
a6 localização impr$pria das m#quinas"
b6 falta de proteção em m$veis e pontos de operação"
c6 m#quinas com defeitos.
' M1t90,1*80,41:
a6 matéria-prima com defeito ou de m# qualidade"
b6 matéria-prima fora de especificação.
' P0ote-2o do t01:13;1do0:
a6 proteção insuficiente ou totalmente ausente"
b6 roupas não apropriadas"
c6 calçado impr$prio ou de falta de calçado"
d6 equipamento de proteção com defeito.
' P0od/-2o:
a6 cad'ncia mal plane5ada"
b6 velocidade e&cessiva"
c6 m# distribuição.
' Ho0<0,os de t01:13;o:
a6 esforços repetidos e prolongados"
b6 m# distribuição de hor#rios e tarefas.
#! $ATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA * é o que podemos chamar de Kproblemas
pessoais do indiv%duoJ e que agindo sobre o trabalhador podem vir a provocar acidentes,
como por e&emplo!
' +roblemas de saYde não tratados"
' 7onflitos familiares"
' (alta de interesse pela atividade que desempenha"
' Alcoolismo"
' Aso de substâncias t$&icas"
' (alta de conhecimento"
' (alta de e&peri'ncia"
' esa5ustamento f%sico, mental ou emocional.
A investigação de acidentes não poder# nunca ter aspecto punitivo, pois o ob5etivo
maior não é Kdescobrir culpadosJ, mas sim causas que provocam o acidente, para que se5a
evitada sua repetição.
CONSE&U=NCIAS DO ACIDENTE
? o efeito do acidente, ou se5a, são les)es sofridas pelo homem e ainda os danos
materiais e equipamentos.
• 0es)es pessoais
• +erda de tempo
• anos Gateriais
- 0esão +essoal ou 0esão _ é qualquer dano sofrido pelo organismo humano, como
conseqX'ncia do acidente do trabalho.
- Natureza da lesão! é a e&pressão que identifica a lesão. 9&.! escoriação, choque elétrico...
- 0ocalização da lesão! indica a sede da lesão.
- 0esão com perda de tempo _ lesão pessoal que impede o acidentado de voltar ao
trabalho no dia imediato ao acidente.
NOTA: Essa lesão provoca morte, incapacidade total permanente, incapacidade parcial
permanente ou incapacidade temporária total.
- 0esão sem perda de tempo - é lesão pessoal que não impede o acidentado de voltar ao
trabalho no dia imediato ao do acidente
ANÁLISE DE ACIDENTES
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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:odo acidente traz informaç)es Yteis para aqueles que se dedicam sua prevenção.
Dendo um acidente não comum, raro, pode revelar a e&ist'ncias de causas ainda não
conhecidas, causas que permaneciam ocultas e que não haviam sido notadas pelos
encarregados da segurança. Dendo um acidente comum, sendo a repetição de um
infortYnio, 5# ocorrido, pode revelar poss%veis falhas nas medidas de prevenção que, por
alguma razão a ser determinada, não estão impedindo essa repetição.
A 78+A deve participar em v#rios aspectos relacionados com o estudo dos acidentes,
preocupando-se em analisa-los e elaborando relat$rios, registros, comunicaç)es e sugest)es
entre outras provid'ncias, conforme o determinado na N<-V, item V.-^ da +ortaria n./ 3.2-4,
de 1 de 5unho de -.S1, do Ginistério do :rabalho.
A descrição do acidente deve ser feita com os pormenores poss%veis, deve ser
mencionada a parte do corpo atingida e devem ser inclu%das as informaç)es do
encarregado. ; diagn$stico da lesão ser# estabelecido pelo médico. 7onstarão, ainda,
descriç)es de como se desenvolveram os fatos relacionados ao acidente e a causa ou as
causas que lhe deram origem. 9sta investigação tem a participação de membro da 78+A. A
78+A deve concluir ainda sobre a causa do acidente, as poss%veis responsabilidade
, principalmente atos inseguros 6 e propor medidas, a quem deva tom#-las, para evitar que
continuem presentes os riscos ou que eles se renovem.
7onvém ressaltar que o estudo de acidentes não deve limitar-se \quelas
considerados graves. +equenos acidentes podem revelar riscos grandes. +or outro lado,
acidentes sem lesão devem se estudados cuidadosamente, porque podem transformar-se
em ocorr'ncias com v%tima. +erceber, em fatos que parecem não ter gravidade, os perigos,
os riscos que em ocasião futura se revelarão fontes de acidentes graves, é capacidade que
os membros da 78+A devem desenvolver. isso depender#, em grande parte, a redução ou
a solução definitiva de muitos problemas na #rea de segurança do trabalho.
RISCOS AMBIENTAIS
Dão considerados riscos ambientais os agentes f%sicos, qu%micos, biol$gicos,
mecânicos e ergon*micos e&istentes nos ambientes de trabalho e capazes de causar danos
\ saYde do trabalhador em função de sua natureza, ou intensidade e tempo de e&posição.
GRUPO '
"ERDE
GRUPO 2
"ERMELHO
GRUPO #
MARRON
GRUPO >
AMARELO
GRUPO ?
A@UL
<8D7;D
(CD87;D
<8D7;D
@ACG87;D
<8D7;D
=8;0OP87;D
<8D7;D
9<P;N`G87;D
<8D7;D
A789N:9D
Ruídos
Vibrações
Radiações ionizantes
Frio
Calor
Pressões anormais
Umidade
Poeiras
Fumos
Névoas
Neblinas
Gases
Vapores
Substânias!
ompostos ou
produtos "uímios
em #eral
Vírus
$atérias
Protozo%rios
Fun#os
Parasitas
$ailos
&s'orço 'ísio intenso
(evantamento e
transporte manual de
peso
&)i#*nia de postura
+nade"uada
Controle rí#ido de
produtividade
+mposiç,o de ritmos
e)essivos
-rabal.o em turno e
noturno
/rran0o 'ísio inade"uado
1%"uinas e e"uipamentos
sem proteç,o
Ferramentas de'eituosas e
inade"uadas
+luminaç,o inade"uada
&letriidade
Probabilidade de in*ndio
ou e)plos,o
/rmazenamento
inade"uado
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
2ornadas de trabal.o
prolon#adas
1onotonia e
repetitividade
3utras situações
ausadoras do S-R&SS
'ísio e4ou psí"uio
/nimais peçon.entos
3utras situações de riso
"ue poder,o ontribuir
para oorr*nia de
aidentes5
GRUP3 6
V&R7&
GRUP3 8
V&R1&(93
GRUP3 :
1/RR3N
GRUP3 ;
/1/R&(3
GRUP3 <
/=U(
A legislação determina que os agentes nocivos devem ser 908G8NA;D ou
7;N(8NA;D no ambiente de trabalho.
Além disso imp)e \s empresas o pagamento do adicional de insalubridade, sempre
que os n%veis encontrados no ambiente de trabalho não este5am em acordo com as normas
emitidas pelo ministério do :rabalho. ; pagamento adicional não isenta as empresas de
fornecerem 9quipamentos de proteção 8ndividual e deverão ser esgotados todos os meios
dispon%veis para controle dos riscos ambientais, não se coadunando a pr#tica de
insalubridade e não cuidar para que os agentes agressivos se5am eliminados do ambiente.
Agentes agressivos inibem o trabalhador e fazem com que as empresas percam seus
valiosos recursos humanos com doença ou acidentes. eve-se, procurar estabelecer, no
caso da empresa possuir em sua fase de produção agentes agressivos, uma pol%tica de
recrutamento e seleção voltada para cuidar para que não ha5a agravamento de situação de
doença 5# e&istentes, através de e&ames admissionais realizados por médicos do trabalho, e
adotando-lhes sistemas de e&ames complementares para cada função da empresa.
A 78+A poder# em muito a5udar a combater tal situação, a partir do momento que
traz tais assuntos \s suas reuni)es e que passa a despertar maior interesse de quantos
militam na empresa para o problema.
Além disso, os membros da 78+A devem adotar uma postura maior de orientação
desses riscos ao trabalhador e o que representam para eles e suas fam%lias.
A verificação da empresa desses agentes no meio ambiente de trabalho, somente
pode ser feita com a utilização de instrumentos pr$prios , no caso de ru%do _ decibil%metro,
no caso de iluminamentos _ lu&%metro, etc.6 e por profissionais devidamente habilitados pelo
G:b.
A Associação =rasileira para +revenção de Acidentes _ A=+A, sempre que solicitada
poder# orientar a empresa em como proceder nos casos da suspeita de agentes agressivos
no meio de trabalho, podendo também ser solicitado au&%lio ao pr$prio Ginistério do
:rabalho através dos Derviços de Degurança e Gedicina do :rabalho e&istentes nas
delegacias regionais em todos os 9stados.
NR5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
o ;b5etivo
a 7onstituição
a ;rganização
as Atribuiç)es
o (uncionamento
o :reinamento
o +rocesso 9leitoral
as 7ontratantes e 7ontratadas
as isposiç)es (inais
DO OBAETI"O
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+
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
V.- A 7omissão 8nterna de +revenção de Acidentes - 78+A - tem como ob5etivo a
prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compat%vel
permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saYde do
trabalhador.
DA CONSTITUIÇÃO
V.2 evem constituir 78+A, por estabelecimento, e mant'-la em regular funcionamento
as empresas privadas, pYblicas, sociedades de economia mista, $rgãos da administração
direta e indireta, instituiç)es beneficentes, associaç)es recreativas, cooperativas, bem como
outras instituiç)es que admitam trabalhadores como empregados.
V.3 As disposiç)es contidas nesta N< aplicam-se, no que couber, aos trabalhadores
avulsos e \s entidades que lhes tomem serviços, observadas as disposiç)es estabelecidas
em Normas <egulamentadoras de setores econ*micos espec%ficos.
V.4 A empresa que possuir em um mesmo munic%pio dois ou mais estabelecimentos,
dever# garantir a integração das 78+A e dos designados, conforme o caso, com o ob5etivo de
harmonizar as pol%ticas de segurança e saYde no trabalho.
V.V As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão, através de
membros de 78+A ou designados, mecanismos de integração com ob5etivo de promover o
desenvolvimento de aç)es de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e
instalaç)es de uso coletivo, podendo contar com a participação da administração do
mesmo.
DA ORGANI@AÇÃO
V.^ A 78+A ser# composta de representantes do empregador e dos empregados, de
acordo com o dimensionamento previsto no @uadro 8 desta N<, ressalvadas as alteraç)es
disciplinadas em atos normativos para setores econ*micos espec%ficos.
V.^.- ;s representantes dos empregadores, titulares e suplentes serão por eles
designados.
V.^.2 ;s representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrut%nio
secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, e&clusivamente os
empregados interessados.
V.^.3 ; nYmero de membros titulares e suplentes da 78+A, considerando a ordem
decrescente de votos recebidos, observar# o dimensionamento previsto no @uadro 8 desta
N<, ressalvadas as alteraç)es disciplinadas em atos normativos de setores econ*micos
espec%ficos.
V.^.4 @uando o estabelecimento não se enquadrar no @uadro 8, a empresa designar# um
respons#vel pelo cumprimento dos ob5etivos desta N<, podendo ser adotados mecanismos
de participação dos empregados, através de negociação coletiva.
V.S ; mandato dos membros eleitos da 78+A ter# a duração de um ano, permitida uma
reeleição.
V.1 ? vedada a dispensa arbitr#ria ou sem 5usta causa do empregado eleito para cargo
de direção de 7omiss)es 8nternas de +revenção de Acidentes desde o registro de sua
candidatura até um ano ap$s o final de seu mandato.
V.. Derão garantidas aos membros da 78+A condiç)es que não descaracterizem suas
atividades normais na empresa, sendo vedada a transfer'ncia para outro estabelecimento
sem a sua anu'ncia, ressalvado o disposto nos par#grafos primeiro e segundo do artigo 4^.,
da 70:.
V.-T ; empregador dever# garantir que seus indicados tenham a representação
necess#ria para a discussão e encaminhamento das soluç)es de quest)es de segurança e
saYde no trabalho analisadas na 78+A.
V.-- ; empregador designar# entre seus representantes o +residente da 78+A, e os
representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.
V.-2 ;s membros da 78+A, eleitos e designados serão empossados no primeiro dia Ytil
ap$s o término do mandato anterior.
V.-3 Der# indicado, de comum acordo com os membros da 78+A, um secret#rio e seu
substituto, entre os componentes ou não da comissão, sendo neste caso necess#ria a
concordância do empregador.
V.-4 9mpossados os membros da 78+A, a empresa dever# protocolizar, em até dez dias,
na unidade descentralizada do Ginistério do :rabalho, c$pias das atas de eleição e de posse
e o calend#rio anual das reuni)es ordin#rias.
+rotocolizada na unidade descentralizada do Ginistério do :rabalho e 9mprego, a
78+A não poder# ter seu nYmero de representantes reduzido, bem como não poder# ser
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,
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desativada pelo empregador, antes do término do mandato de seus membros, ainda que
ha5a redução do nYmero de empregados da empresa, e&ceto no caso de encerramento das
atividades do estabelecimento.
DAS ATRIBUIÇBES
V.-^ A 78+A ter# por atribuição!
a6 identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com
a participação do maior nYmero de trabalhadores, com assessoria do D9DG:, onde houver"
b6 elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de
problemas de segurança e saYde no trabalho"
c6 participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de
prevenção necess#rias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de
trabalho"
d6 realizar, periodicamente, verificaç)es nos ambientes e condiç)es de trabalho
visando a identificação de situaç)es que venham a trazer riscos para a segurança e saYde
dos trabalhadores"
e6 realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fi&adas em seu
plano de trabalho e discutir as situaç)es de risco que foram identificadas"
f6 divulgar aos trabalhadores informaç)es relativas \ segurança e saYde no
trabalho"
g6 participar, com o D9DG:, onde houver, das discuss)es promovidas pelo
empregador, para avaliar os impactos de alteraç)es no ambiente e processo de trabalho
relacionados \ segurança e saYde dos trabalhadores"
h6 requerer ao D9DG:, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de
m#quina ou setor onde considere haver risco grave e iminente \ segurança e saYde dos
trabalhadores"
i6 colaborar no desenvolvimento e implementação do +7GD; e ++<A e de outros
programas relacionados \ segurança e saYde no trabalho"
56 divulgar e promover o cumprimento das Normas <egulamentadoras, bem
como cl#usulas de acordos e convenç)es coletivas de trabalho, relativas \ segurança e
saYde no trabalho"
l6 participar, em con5unto com o D9DG:, onde houver, ou com o empregador da
an#lise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos
problemas identificados"
m6 requisitar ao empregador e analisar as informaç)es sobre quest)es que
tenham interferido na segurança e saYde dos trabalhadores"
n6 requisitar \ empresa as c$pias das 7A: emitidas"
o6 promover, anualmente, em con5unto com o D9DG:, onde houver, a Demana
8nterna de +revenção de Acidentes do :rabalho - D8+A:"
p6 participar, anualmente, em con5unto com a empresa, de 7ampanhas de
+revenção da A8D.
V.-S 7abe ao empregador proporcionar aos membros da 78+A os meios necess#rios ao
desempenho de suas atribuiç)es, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas
constantes do plano de trabalho.
V.-1 7abe aos empregados!
a6 participar da eleição de seus representantes"
b6 colaborar com a gestão da 78+A"
c6 indicar \ 78+A, ao D9DG: e ao empregador situaç)es de riscos e apresentar
sugest)es para melhoria das condiç)es de trabalho"
d6 observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendaç)es quanto a
prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
V.-. 7abe ao +residente da 78+A!
a6 convocar os membros para as reuni)es da 78+A"
b6 coordenar as reuni)es da 78+A, encaminhando ao empregador e ao D9DG:,
quando houver, as decis)es da comissão"
c6 manter o empregador informado sobre os trabalhos da 78+A"
d6 coordenar e supervisionar as atividades de secretaria"
e6 delegar atribuiç)es ao Eice-+residente"
V.2T 7abe ao Eice-+residente!
a6 e&ecutar atribuiç)es que lhe forem delegadas"
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b6 substituir o +residente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus
afastamentos tempor#rios.
V.2- ; +residente e o Eice-+residente da 78+A, em con5unto, terão as seguintes
atribuiç)es!
a6 cuidar para que a 78+A disponha de condiç)es necess#rias para o
desenvolvimento de seus trabalhos"
b6 coordenar e supervisionar as atividades da 78+A, zelando para que os
ob5etivos propostos se5am alcançados"
c6 delegar atribuiç)es aos membros da 78+A"
d6 promover o relacionamento da 78+A com o D9DG:, quando houver"
e6 divulgar as decis)es da 78+A a todos os trabalhadores do estabelecimento"
f6 encaminhar os pedidos de reconsideração das decis)es da 78+A"
g6 constituir a comissão eleitoral.
V.22 ; Decret#rio da 78+A ter# por atribuição!
a6 acompanhar as reuni)es da 78+A, e redigir as atas apresentando-as para
aprovação e assinatura dos membros presentes"
b6 preparar as correspond'ncias"
c6 outras que lhe forem conferidas.
DO $UNCIONAMENTO
V.23 A 78+A ter# reuni)es ordin#rias mensais, de acordo com o calend#rio
preestabelecido.
V.24 As reuni)es ordin#rias da 78+A serão realizadas durante o e&pediente normal da
empresa e em local apropriado.
V.2V As reuni)es da 78+A terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de
c$pias para todos os membros.
V.2^ As atas ficarão no estabelecimento \ disposição dos Agentes da 8nspeção do
:rabalho - A8:.
V.2S <euni)es e&traordin#rias deverão ser realizadas quando!
a6 houver denYncia de situação de risco grave e iminente que determine
aplicação de medidas corretivas de emerg'ncia"
b6 ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal"
c6 houver solicitação e&pressa de uma das representaç)es.
V.21 As decis)es da 78+A serão preferencialmente por consenso.
V.21.- Não havendo consenso, e frustradas as tentativas de negociação direta ou
com mediação, ser# instalado processo de votação, registrando-se a ocorr'ncia na ata da
reunião.
V.2. as decis)es da 78+A caber# pedido de reconsideração, mediante requerimento
5ustificado.
V.2..- ; pedido de reconsideração ser# apresentado \ 78+A até a pr$&ima reunião
ordin#ria, quando ser# analisado, devendo o +residente e o Eice-+residente efetivar os
encaminhamentos necess#rios.
V.3T ; membro titular perder# o mandato, sendo substitu%do por suplente, quando faltar a
mais de quatro reuni)es ordin#rias sem 5ustificativa.
V.3- A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, ser# suprida por
suplente, obedecida \ ordem de colocação decrescente registrada na ata de eleição,
devendo o empregador comunicar \ unidade descentralizada do Ginistério do :rabalho e
9mprego as alteraç)es e 5ustificar os motivos.
V.3-.- No caso de afastamento definitivo do presidente, o empregador indicar# o
substituto, em dois dias Yteis, preferencialmente entre os membros da 78+A.
V.3-.2 No caso de afastamento definitivo do vice-presidente, os membros titulares da
representação dos empregados, escolherão o substituto, entre seus titulares, em dois dias
Yteis.
DO TREINAMENTO
V.32 A empresa dever# promover treinamento para os membros da 78+A, titulares e
suplentes, antes da posse.
V.32.- ; treinamento de 78+A em primeiro mandato ser# realizado no prazo m#&imo
de trinta dias, contados a partir da data da posse.
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--
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
V.32.2 As empresas que não se enquadrem no @uadro 8, promoverão anualmente
treinamento para o designado respons#vel pelo cumprimento do ob5etivo desta N<.
V.33 ; treinamento para a 78+A dever# contemplar, no m%nimo, os seguintes itens!
a6 estudo do ambiente, das condiç)es de trabalho, bem como dos riscos
originados do processo produtivo"
b6 metodologia de investigação e an#lise de acidentes e doenças do trabalho"
c6 noç)es sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de e&posição aos
riscos e&istentes na empresa"
d6 noç)es sobre a D%ndrome da 8munodefici'ncia Adquirida - A8D, e medidas de
prevenção"
e6 noç)es sobre as legislaç)es trabalhista e previdenci#ria relativas \ segurança
e saYde no trabalho"
f6 princ%pios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos"
g6 organização da 78+A e outros assuntos necess#rios ao e&erc%cio das
atribuiç)es da 7omissão.
V.34 ; treinamento ter# carga hor#ria de vinte horas, distribu%das em no m#&imo oito
horas di#rias e ser# realizado durante o e&pediente normal da empresa.
V.3V ; treinamento poder# ser ministrado pelo D9DG: da empresa, entidade patronal,
entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre aos temas
ministrados.
V.3^ A 78+A ser# ouvida sobre o treinamento a ser realizado, inclusive quanto \ entidade
ou profissional que o ministrar#, constando sua manifestação em ata, cabendo \ empresa
escolher a entidade ou profissional que ministrar# o treinamento.
V.3S @uando comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados ao
treinamento, a unidade descentralizada do Ginistério do :rabalho e 9mprego, determinar# a
complementação ou a realização de outro, que ser# efetuado no prazo m#&imo de trinta
dias, contados da data de ci'ncia da empresa sobre a decisão.
DO PROCESSO ELEITORAL
V.31 7ompete ao empregador convocar eleiç)es para escolha dos representantes dos
empregados na 78+A, até ^T dias antes do término do mandato em curso.
V.31.- A empresa estabelecer# mecanismos para comunicar o in%cio do processo
eleitoral ao sindicato da categoria profissional.
V.3. ; +residente e o Eice +residente da 78+A constituirão dentre seus membros, com no
m%nimo VV dias do inicio do pleito, a 7omissão 9leitoral - 79, que ser# a respons#vel pela
organização e acompanhamento do processo eleitoral.
V.3..- Nos estabelecimentos onde não houver 78+A, a 7omissão 9leitoral ser#
constitu%da pela empresa.
V.4T ; processo eleitoral observar# as seguintes condiç)es!
a6 publicação e divulgação de edital, em locais de f#cil acesso e visualização, no
m%nimo 4V dias antes da data marcada para a eleição"
b6 inscrição e eleição individual, sendo que o per%odo m%nimo para inscrição ser#
de quinze dias"
c6 liberdade de inscrição para todos os empregados do estabelecimento,
independentemente de setores ou locais de trabalho, com fornecimento de comprovante"
d6 garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição"
e6 realização da eleição no m%nimo trinta dias antes do término do mandato da
78+A, quando houver"
f6 realização de eleição em dia normal de trabalho, respeitando os hor#rios de
turnos e em hor#rio que possibilite a participação da maioria dos empregados.
g6 voto secreto"
h6 apuração dos votos, em hor#rio normal de trabalho, com acompanhamento de
representante do empregador e dos empregados, em nYmero a ser definido pela comissão
eleitoral"
i6 faculdade de eleição por meios eletr*nicos"
56 guarda, pelo empregador, de todos os documentos relativos \ eleição, por um
per%odo m%nimo de cinco anos.
V.4- >avendo participação inferior a cinqXenta por cento dos empregados na votação, não
haver# a apuração dos votos e a comissão eleitoral dever# organizar outra votação que
ocorrer# no prazo m#&imo de dez dias.
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
V.42 As denYncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na unidade
descentralizada do G:9, até trinta dias ap$s a data da posse dos novos membros da 78+A.
V.42.- 7ompete a unidade descentralizada do Ginistério do :rabalho e 9mprego,
confirmadas irregularidades no processo eleitoral, determinar a sua correção ou proceder a
anulação quando for o caso.
V.42.2 9m caso de anulação a empresa convocar# nova eleição no prazo de cinco
dias, a contar da data de ci'ncia , garantidas as inscriç)es anteriores.
V.42.3 @uando a anulação se der antes da posse dos membros da 78+A, ficar#
assegurada a prorrogação do mandato anterior, quando houver, até a complementação do
processo eleitoral.
V.43 Assumirão a condição de membros titulares e suplentes, os candidatos mais votados.
V.44 9m caso de empate, assumir# aquele que tiver maior tempo de serviço no
estabelecimento.
V.4V ;s candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração,
em ordem decrescente de votos, possibilitando nomeação posterior, em caso de vacância
de suplentes.
GA+AD 9 <8D7;D
Objetivos do mapeamento de riscos
; Gapeamento de <iscos tem dois ob5etivos b#sicos!
• <eunir as informaç)es necess#rias para estabelecer o diagn$stico da situação de
segurança e saYde do trabalhador nas empresas.
• +ossibilitar a troca e a divulgação de informaç)es sobre os riscos ambientais entre os
empregados, bem como estimular sua participação em medidas preventivas.
Assim sendo o Gapeamento de <isco não é meramente um cartaz para ser afi&ado na
parede, mas uma ferramenta importante para o plano de trabalho da 78+A. As informaç)es
nele contidas devem gerar medidas de prevenção a ter suficiente repercussão entre os
trabalhadores de modo a mant'-los alertas para conveni'ncia com o risco.
Etapas de Elab!a"# d Mapea$e%t de R&s's
'C et181: Co+;e6e0 o 80o6esso de t01:13;o
+ara conhecer o processo de trabalho, o cipeiro dever# fazer observaç)es no setor, levando
em conta quatro elementos fundamentais!
• E3e4e+to ;/41+o %os t01:13;1do0es! - quem são, quantos são, idade, se&o, 5ornada
de trabalho, treinamentos profissionais e treinamentos de segurança e saYde realizados.
• E3e4e+to de t01:13;o %1s 1t,D,d1des eEe06,d1s6 - as atividades]tarefas realizadas
no setor de trabalho, as mais freqXentes e as mais eventuais.
• E3e4e+to 41te0,13 %os ,+st0/4e+to e 41te0,1,s de t01:13;o! - as m#quinas e os
equipamentos do setor, as matérias-primas e os insumos utilizados, o estado de WWWW
• E3e4e+to 4e,o 14:,e+te %o 14:,e+te de t01:13;o! -as condiç)es do trabalho, a
organização do trabalho, arran5o f%sico ,0aa-out6 das instalaç)es, as relaç)es
interpessoais no trabalho.
2C et181: Ide+t,F,610 os 0,s6os 14:,e+t1,s eE,ste+tes
+ara cada setor da empresa a ser analisada, o cipeiro dever# utilizar um roteiro de
abordagem, alertando os riscos ambientais, encontrados.
#C et181: Ide+t,F,610 1s 4ed,d1s de 6o+t0o3e eE,ste+tes
9&istem quatro tipos de medidas preventivas!
• e proteção coletiva"
• e organização do trabalho"
• e proteção individual"
• e higiene e conforto.
>C et181: Ide+t,F,610 os ,+d,61do0es de s1Gde
; Gapeamento de <iscos sinaliza que os cipeiros precisam estar atentos a todas as
alteraç)es no desenvolvimento do trabalho. Nesse sentido, é importante fazer uma
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-%
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
reavaliação peri$dica das medidas preventivas adotadas, para que não percam a efici'ncia
com o tempo. A cont%nua monitoração dos cipeiros é uma medida de proteção fundamental
para a saYde dos trabalhadores.
9m primeiro lugar, os cipeiros devem checar com os funcion#rios se a empresa est#
realizando os e&ames médicos previstos no +7GD;. (eito isso, o pr$&imo passo é identificar
1s 5/e,E1s 41,s F0e5He+tesI os 16,de+tes do t01:13;o o6o00,dosI 1s doe+-1s
80oF,ss,o+1,s d,1g+ost,61d1s e os casos de 1:se+teJs4oK 9m outras palavras, é preciso
identificar os indicadores de saYde.
?C et181: Co+;e6e0 os 3eD1+t14e+tos 14:,e+t1,s
A letra KeJ do item 2 do Gapeamento de <isco, +ortaria n/ 2V].4, diz que Kos cipeiros devem
conhecer os levantamentos ambientais 5# realizados na empresaJ.
7onceitos e definiç)es
9m primeiro lugar, vamos esclarecer alguns conceitos e e&press)es usadas para definir
quest)es de riscos ambientais!
• I+s13/:0e - +alavra de origem latina, que significa tudo aquilo que origina doença, que
doentio. 9sta condição de insalubre é caracterizada por valores em que o limite de
tolerância foi ultrapassado.
• H,g,e+e do T01:13;o - ? a ci'ncia e a arte dedicada ao reconhecimento, \ avaliação e
ao controle dos fatores ambientais e agentes KtensoresJ originados no ou do local de
trabalho, podendo causar doenças, pre5u%zos \ saYde e bem-estar, um desconforto
significativo e insufici'ncia entre os trabalhadores ou entre cidadãos da comunidade.
• Mo+,to0,71-2o 14:,e+t13 - ? o levantamento e a avaliação dos agentes de riscos
e&istentes no local, inclusive das medidas de controle adotadas para combat'-los. Dua
periodicidade est# prevista no ++<A.
• L,4,te de to3e0L+6,1 - b a intensidade]concentração m#&ima ou m%nima, relacionada
com a natureza dos agentes de risco e o tempo de e&posição a ele, que não provoca
dano \ saYde do trabalhador, no e&erc%cio de sua função.
• I+d,61do0 :,o3Mg,6o de eE8os,-2o - ? a substância, o elemento qu%mico ou atividade
orgânica, cu5a concentração ou atividade em um fluido biol$gico tem em relação com a
e&posição ambiental. 9ste indicador é relevado nos e&ames médicos do +7GD; ,por
e&emplo, a presença de #cido hipYrico e metil-hipYrico na urina do pintor de paredes6.
NC et181: E31:o01-2o dos M18e14e+tos de R,s6os A4:,e+t1,s
epois de analisar os relat$rios e validar os riscos, o cipeiro 5# tem os dados necess#rios
para fazer o Gapeamento. ;s riscos devem ser representados por #rea, num arran5o f%sico
,0aa-out6 organizado em c%rculos, com as seguintes caracter%sticas!
U41 6o0 81d02o ,de+t,F,61+do 61d1 g0/8o de 0,s6os:
• risco f%sico! verde
• risco qu%mico! vermelho
• risco biol$gico! marrom
• risco ergon*mico! amarelo
• risco de acidentes! azul.
O +G4e0o de t01:13;1do0es eE8ostos 1os 0,s6os +o ,+te0,o0 do 6,06/3o
6o00es8o+ede+teK
A es8e6,F,61-2o do 1ge+te %8M eEe483o: 0/JdoI 8oe,01I ,+6O+d,o! t14:94 1+ot1d1
+o ,+te0,o0 do 6,06/3o 6o00es8o+de+teK
D,L4et0os 6o4 4ed,d1 80o8o06,o+13 P ,+te+s,d1de do 0,s6oI de 16o0do 6o4 1
8e06e8-2o dos t01:13;1do0esI o/ seQ1I 5/1+to 41,o0 o 6,06/3oI 41,o0 o 0,s6o %+2o
eE,ste4 41,s d,L4et0os 81d0o+,71dos!K
7oncluindo o Gapeamento, este dever# ser afi&ado nos setores analisados, de forma bem
vis%vel e em local de acesso para os trabalhadores. 7ada setor mapeado deve ter um
nYmero de identificação, que dever# ser o mesmo constante do relat$rio de levantamento
dos riscos por setor.
Re31tM0,o dos 0,s6os e+6o+t01dos
<esultados finais - Gapeamento de <iscos Ambientais
-6 ados dos relat$rios
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-&
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
26 <epresentação do Gapeamento de <iscos Ambientais
EPI – Equipamento de Proteção Individual
EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
Segurança Industrial: N!" – EPI # EPC Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva
“A empresa é obrigada a fornecer gratuitamente aos empregados, os EPI adequados ao risco
inerente à atividade que desempenham, em perfeito estado de conservação e
funcionamento”
A !orma "egu#amentadora !o $ da %ecretaria de %a&de e %egurança do 'inistério do (raba#ho
que disp)e sobre o uso do EPI, disp)e que*
a EPI é todo dispositivo de uso individua# destinado a proteger a integridade f+sica do
traba#hador , obrigat-rio o seu uso quando*

. As medidas de proteção co#etiva forem tecnicamente invi/veis ou não oferecerem
adequada proteção contra os riscos de acidentes de traba#ho e0ou doenças profissionais
e do traba#ho

1 As medidas de proteção co#etiva estiverem ainda sendo imp#antadas

2 Atender a situaç)es de emerg3ncia

b A recomendação ao empregador quando ao EPI adequado ao risco e4istente em determinada
atividade, é compet3ncia do %E%'( e da 5IPA
$%N&%' (E PE)EN*+O (E CO$,%-E . INC/N(IO
0C%-I'1% OIEN-%-I)%2
3N(ICE:
6 > PR&V&N?@3
656 Cuidados $%sios
658 +nstalações &létrias
65: &"uipamentos &létrios
65; +nstalações de G%s
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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-(
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
65< Cirulaç,o
65A (ava#em de Breas Comuns
8 > 1/NU-&N?@3 73 S+S-&1/ 7& S&GUR/N?/
856 &)tintores de +n*ndio
858 9idrantes e 1an#otin.os
85: +nstalações Fi)as de Combate a +n*ndios
85; +luminaç,o de &mer#*nia
85< /larme de +n*ndio
85A Portas Corta>Fo#o
85C Rotas de Fu#a
85D (i)eiras
85E P%ra>Raios
: > &FU+P&S 7& &1&RGGNC+/
; > C31$/-& / +NCGN7+3S
;56 Primeiras Provid*nias
;58 1étodos de &)tinç,o do Fo#o
;5: Classes de +n*ndio e /#entes &)tintores
;5; 3 Uso dos 9idrantes
;5< 3 Uso dos &)tintores
< > R3-&+R3 7& -&S-&S & V&R+F+C/?H&S
PE)EN*+O
/s ausas de um in*ndio s,o as mais diversasI desar#as elétrias! atmos'érias! sobrear#a nas
instalações elétrias dos edi'íios! 'al.as .umanas Jpor desuido! deson.eimento ou
irresponsabilidadeK et5
3s uidados b%sios para evitar e ombater um in*ndio! indiados a se#uir! podem salvar vidas e bens
patrimoniais5
CU+7/73S $BS+C3SI
N,o brin"ue om 'o#oL Um i#arro mal apa#ado 0o#ado desuidadamente numa li)eira pode ausar uma
at%stro'e5 /pa#ue o i#arro antes de dei)%>lo em um inzeiro ou de 0o#%>lo em uma ai)a de areia5
Cuidado om 'Ms'oros5 9abitue>se a apa#ar os palitos de 'Ms'oros antes de 0o#%>los 'ora5 3bedeça Ns
plaas de sinalizaç,o e n,o 'ume em loais proibidos! mal ventilados ou ambientes su0eitos N alta
onentraç,o de vapores in'lam%veis tais omo vapores de olas e de materiais de limpeza5
&vite usar espiriteira5 Sua utilizaç,o é inse#ura5
Nuna apoie velas sobre ai)as de 'Ms'oros nem sobre materiais ombustíveis5
N,o utilize a asa de 'orça! asa de m%"uinas dos elevadores e a asa de bombas do prédio! omo
depMsito de materiais e ob0etos5 S,o loais importantes e peri#osos! "ue devem estar sempre
desimpedidos5
/s baterias devem ser instaladas em loal de '%il aesso e ventilado5 N,o é reomendado o uso de
baterias automotivas5
+NS-/(/?H&S &(O-R+C/S
/ sobrear#a na instalaç,o é uma das prinipais ausas de in*ndios5 Se a orrente elétria est% aima
do "ue a 'iaç,o suporta! oorre supera"ueimento dos 'ios! podendo dar iníio a um in*ndio5 Por issoI
P N,o li#ue mais de um aparel.o por tomada5 &sta é uma das ausas de sobrear#a na instalaç,o
elétriaQ
P N,o 'aça li#ações provisMrias5 -ome sempre uidado om as instalações elétrias5 Fios desasados
"uando enostam um no outro! provoam urto>iruito e 'aísas5 C.ame um ténio "uali'iado para
e)eutar ou reparar as instalações elétrias ou "uando enontrar um dos se#uintes problemasI
R Constante abertura dos dispositivos de proteç,o Jdis0untoresK
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-)
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
R Fueimas 're"Rentes de 'usíveisQ
R /"ueimento da 'iaç,o e4ou dis0untoresQ
R Fuadros de distribuiç,o om dispositivos de proteç,o do tipo .ave>'aa om 'usíveis artu.o ou
rol.a5 Substitua>os por dis0untores ou 'usíveis do tipo 7iazed ou N9Q
R Fiações e)postas Ja 'iaç,o deve estar sempre embutida em eletrodutosK
R (âmpadas inandesentes instaladas diretamente em torno de material ombustível! pois! elas liberam
#rande "uantidade de alorQ
R +ne)ist*nia de aterramento ade"uado para as instalações e e"uipamentos elétrios! tais omoI
torneiras e .uveiros elétrios! ar ondiionado! et5Q
R &vite aterr%>los em anos dS%#ua5
/-&N?@3I toda a instalaç,o elétria tem "ue estar de aordo om a Norma $rasileira N$R <;6T da
/$N- J/ssoiaç,o $rasileira de Normas -éniasK
&FU+P/1&N-3S &(O-R+C3S
/ntes de instalar um novo aparel.o! veri'i"ue se n,o vai sobrearre#ar o iruito5 Utilize os aparel.os
elétrios somente de modo espei'iado pelo 'abriante5
+NS-/(/?H&S 7& GBS
Somente pessoas .abilitadas devem realizar onsertos ou modi'iações nas instalações de #%s5 Sempre
veri'i"ue possíveis vazamentos no boti0,o! troando>o imediatamente aso onstate a mínima
irre#ularidade5
3 boti0,o "ue estiver visualmente em péssimo estado deve ser imediatamente reusado5
Para veri'iar vazamento! nuna use 'Ms'oros ou .ama! apenas %#ua e sab,o5
Nuna tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos! omo era! por e)emplo5 Colo"ue os boti0ões
sempre em loais ventilados5
Sempre ros"ueie o re#istro do boti0,o apenas om mas m,os! para evitar rompimento da v%lvula interna5
/parel.os "ue usam #%s devem ser revisados pelo menos a ada dois anos5
Vazamento de G%s sem C.amaI
/o sentir .eiro de #%s! n,o li#ue ou desli#ue a luz nem aparel.os elétrios5
/'aste as pessoas do loal e proure ventil%>lo5
Fe.e o re#istro de #%s para restrin#ir o ombustível e o riso de propa#aç,o mais r%pida do in*ndio5
N,o .% peri#o de e)plos,o do boti0,o ao 'e.ar o re#istro5 Se possível! leve o boti0,o para loal aberto e
ventilado5
Vazamento de G%s om C.amaI
Fe.e o re#istro e #%s5 Retire todo o material ombustível "ue este0a prM)imo do 'o#o5
+n*ndio om $oti0,o no (oalI
Se possível! retire o boti0,o do loal antes "ue o 'o#o possa atin#í>lo5
&m todas essas situações! .ame os $31$&+R3S > tele'one 6E:5
C+RCU(/?@3I
1anten.a sempre desobstruídos orredores! esadas e saídas de emer#*nia! sem vasos! tambores ou
saos de li)o5
2amais utilize orredores! esadas e saídas de emer#*nia omo depMsito! mesmo "ue se0a
provisoriamente5
Nuna #uarde produtos in'lam%veis nesses loais5
/s oletas de li)o devem ser bem plane0adas para n,o omprometer o abandono do edi'íio em aso de
emer#*nia5
/s portas orta>'o#o n,o devem -er trinos ou adeados5 Con.eça bem o edi'íio em "ue vo* irula!
mora ou trabal.a! prinipalmente os meios de esape e as rotas de 'u#a5
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
“ Desenvolvendo Talentos ara um !ovo Temo"#
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
(/V/G&1 7& BR&/S C31UNS
&vite sempre "ue %#uas de lava#em atin0am os iruitos elétrios e4ou en'erru0em as bases das portas
orta>'o#o5
N,o permita 0amais "ue a %#ua se in'iltre pelas portas dos elevadores! pois isso pode provoar sérios
aidentes5
$%N&-EN*+O (O SIS-E$% (E SE4&%N*%
&U-+N-3R&S 7& +NCGN7+3I
3s e)tintores de in*ndio devem ser apropriados para o loal a ser prote#ido5
Veri'i"ue onstantemente seI
P aesso aos e)tintores n,o est% obstruídoQ
P manVmetros india pressurizaç,o J'ai)a verde ou amarelaKQ
P aparel.o n,o apresenta vazamentoQ
P 3s bios e v%lvulas da tampa est,o desentupidosQ
P (eve "ual"uer irre#ularidade ao on.eimento do respons%vel para "ue a situaç,o se0a rapidamente
sanada
/ rear#a do e)tintor deve ser 'eitaI
P +mediatamente apMs ter sido utilizadoQ
P Caso este0a despressurizado JmanVmetro na 'ai)a vermel.aK
P /pMs ser submetido a este .idrost%tioQ
P Caso o material este0a empedrado5
-ais proedimentos devem ser veri'iados pelo zelador e 'isalizado por todos5
1esmo n,o tendo sido usado o e)tintor! a rear#a deve ser 'eitaI
P /pMs 6 JumK anoI tipo espumaQ
P /pMs : Jr*sK anosI tipo PMs Fuímio Seo e B#ua PressurizadaQ
P SemestralmenteI se .ouver di'erença de peso "ue e)eda <W Jtipo PM Fuímio Seo e B#ua
PressurizadaK! ou 6TW Jtipo C38KQ
&svazie os e)tintores antes de envi%>los para rear#aQ
Pro#rame a rear#a de 'orma a n,o dei)ar os loais desprote#idosQ
/ époa de rear#a deve ser aproveitada para treinar as e"uipes de emer#*nia5
3 Corpo de $ombeiros e)i#e uma inspeç,o anual de todos os e)tintores! além dos testes .idrost%tios a
ada ino anos! por 'irma .abilitada5 7evem ser rearre#ados os e)tintores em "ue 'orem onstatados
vazamentos! diminuiç,o de ar#a ou press,o e venimento de ar#a5
9+7R/N-&S & 1/NG3-+N93S
+1P3R-/N-&I Para rear#a ou teste .idrost%tio esol.a uma 'irma +7XN&/5
3s .idrantes e man#otin.os devem ser mantidos sempre bem sinalizados e desobstruídos5
/ ai)a de in*ndio ontémI
P Re#istro #lobo om adaptador! man#ueira adu.ada Jenrolada pelo meioK ou zi#ueza#ue! es#ui.o
re#ul%vel Jdesde "ue .a0a ondiç,o ténia para seu usoK! ou a#ul.eta! duas .aves para en#ate e esto
mMvel para aondiionar a man#ueira5
P man#otin.o deve ser enrolado em YoitoY ou em amadas nos arretéis e pode ser usado por uma
pessoa apenas5 Seu abri#o deve ser de .apa met%lia e dispor de ventilaç,o5
Veri'i"ue seI
aK / man#ueira est% om os aoplamentos enrolados para 'ora! 'ailitando o en#ate no re#istro e no
es#ui.oQ
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
bK / man#ueira est% desonetada do re#istroQ
K estado #eral da man#ueira é bom! desenrole>a e .e"ue se n,o tem nMs! 'uros! tre.os des'iados!
resseados ou des#astadosQ
dK re#istro apresenta vazamento ou est% om o volante emperradoQ
eK 9% 0untas amassadasQ
'K 9% %#ua no interior das man#ueiras ou no interior da ai)a .idrante! o "ue provoar% o apodreimento
da man#ueira e a o)idaç,o da ai)a5
/-&N?@3I Nuna 0o#ue %#ua sobre instalações elétrias ener#izadas5
P Nuna dei)e 'e.ado o re#istro #eral do barrilete do reservatMrio dS%#ua5 J3 re#istro #eral do sistema de
.idrantes loaliza>se 0unto N saída do reservatMrio dS%#uaK5
P Se 'or preiso 'azer reparo na rede! erti'i"ue>se de "ue! apMs o término do serviço! o re#istro
permaneça aberto5
P Se a bomba de pressurizaç,o n,o der partida autom%tia! é neess%rio dar partida manual no painel
entral! "ue 'ia prM)imo N bomba de in*ndio5
P Nuna utilize a man#ueira dos .idrantes para lavar pisos ou re#ar 0ardins5
P 1anten.a sempre em ordem a instalaç,o .idr%ulia de emer#*nia! om au)ílio de pro'issionais
espeializados5
+NS-/(/?H&S F+U/S 7& C31$/-& / +NCGN7+3
/s instalações 'i)as de ombate a in*ndios destinam>se a detetar o iníio do 'o#o e res'ri%>lo5
3s tipos s,oI
aK 7etetor de 'umaçaQ
bK 7etetor de temperaturaQ
K 7etetor de .amaQ
dK C.uveiro autom%tioI redes de pe"uenos .uveiros no teto dos ambientesQ
eK 7ilZvio I #era um nevoeiro dS%#uaQ
'K Cortina dS%#uaI rede de pe"uenos .uveiro a'i)ados no teto! alin.ados para! "uando aionados! 'ormar
uma ortina dS%#uaQ
#K Res'riamentoI rede de pe"uenos .uveiros instalados ao redor e no topo de tan"ues de #%s! petrMleo!
#asolina e %lool5 Geralmente s,o usados em %reas industriaisQ
.K 9alonI a partir de posições tomadas pelo 1inistério da SaZde! o Corpo de $ombeiros tem
reomendado a n,o utilizaç,o desse sistema! uma vez "ue seu a#ente é omposto de CFC! destruidor
da amada de ozVnio5
+(U1+N/?@3 7& &1&RGGNC+/
/ iluminaç,o de emer#*nia! "ue entra em 'unionamento "uando 'alta ener#ia elétria! pode ser
alimentada por #erador ou bateria e aumuladores Jn,o automotivaK5
/ iluminaç,o de emer#*nia é obri#atMria nos elevadores5
Faça onstantemente a revis,o dos pontos de iluminaç,o5
$ateriasI
/s baterias devem ser instaladas aima do piso e a'astadas da parede! em loal seo! ventilado e
sinalizado5
Providenie a manutenç,o periMdia das baterias! de aordo om as indiações do 'abrianteQ devem ser
veri'iados seus terminais JpMlosK e a densidade do eletrMlito5
/(/R1& 7& +NCGN7+3
3s alarmes de in*ndio podem ser manuais ou autom%tios5 3s detetores de 'umaça! de alor ou de
temperatura aionam automatiamente os alarmes5
3 alarme deve ser audível em todos os setores da %rea abran#ida pelo sistema de se#urança5
/s veri'iações nos alarmes preisam ser 'eitas periodiamente! se#uindo as instruções do 'abriante5
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
/ edi'iaç,o deve ontar om um plano de aç,o para otimizar os proedimentos de abandono do loal!
"uando do aionamento do alarme5
Sistema de Som e +nter'onia
3s sistemas de som e inter'onia devem ser inluídos no plano de abandono do loal e devem ser
veri'iados e mantidos em 'unionamento de aordo om as reomendações do 'abriante5
P3R-/S C3R-/>F3G3
/s portas orta>'o#o s,o prMprias para isolamento e proteç,o das rotas de 'u#a! retardando a
propa#aç,o do 'o#o e da 'umaça5
&las devem resistir ao alor por AT minutos! no mínimo Jveri'i"ue se est% a'i)ado o selo de on'ormidade
om a /$N-K5 -oda porta orta>'o#o deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas5
Seu 'e.amento deve ser ompleto5 /lém disso! elas nuna devem ser tranadas om adeados ou
'e.aduras e n,o devem ser usados alços! un.as ou "ual"uer outro arti'íio para mant*>las abertas5
N,o se es"ueça de veri'iar onstantemente o estado das molas! maçanetas! trinos e 'ol.as da porta5
R3-/S 7& FUG/
Corredores! esadas! rampas! passa#ens entre prédios #eminados e saídas! s,o rotas de 'u#a e estas
devem sempre ser mantidas desobstruídas e bem sinalizadas5
+1P3R-/N-&I Con.eça a loalizaç,o das saídas de emer#*nia das edi'iações "ue adentrar5
SM utilize %reas de emer#*nia no topo dos edi'íios e as passarelas entre prédios vizin.os na total
impossibilidade de se utilizar a esada de in*ndio5
/s passarelas entre prédios tem "ue estar em paredes e#as ou isoladas das .amas5
(&1$R&>S&I é sempre aonsel.%vel 7&SC&R5
(+U&+R/S
/s portas dos dutos das li)eiras devem estar 'e.adas om alvenaria! sem possibilidade de abertura!
para n,o permitir a passa#em da 'umaça ou #ases para as %reas da esada ou entre andares do
edi'íio5
PBR/>R/+3S
3s p%ra>raios deve ser o ponto mais alto do edi'íio5 1assas met%lias omo torres! antenas! #uarda>
orpos! painéis de propa#anda e sinalizaç,o devem ser interli#adas aos abos de desida do p%ra>raios!
inte#rando o sistema de proteç,o ontra desar#as elétrias atmos'érias5 3 p%ra>raios deve estar
'unionando ade"uadamente5 Caso ontr%rio! .aver% invers,o da desar#a para as massas met%lias
"ue estiverem em ontato om o abo do p%ra>raios5
3s p%ra>raios podem ser do tipo FR/N[(+N ou G/+3(/ 7& F/R/7/\5 3 tipo Radioativo4+Vnio tem sua
instalaç,o ondenada devido N sua ar#a radioativa e por n,o -er e'ii*nia ade"uada5 / manutenç,o
dos p%ra>raios deve ser 'eita anualmente! por empresas espeializadas! on'orme instruç,o do
'abriante5 O preiso observar a resist*nia V.mia do aterramento entre elétrodos e a terra Jm%)imo de
6T o.mK! ou lo#o apMs a "ueda do raio5
E5&IPE (E E$E4/NCI%
/ e"uipe de emer#*nia é a $ri#ada de Combate a +n*ndio5 ] uma e"uipe 'ormada por pessoas
treinadas om on.eimento sobre prevenç,o ontra in*ndio! abandono de edi'iaç,o! pronto>soorro e
devidamente dimensionada de aordo om a populaç,o e)istente na edi'iaç,o5
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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$.
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
Cabe N esta e"uipe a vistoria semestral nos e"uipamentos de prevenç,o e ombate a in*ndios! assim
omo o treinamento de abandono de prédio pelos moradores e usu%rios5
/ relaç,o das pessoas om di'iuldade de loomoç,o! permanente ou tempor%ria! deve ser atualizada
onstantemente e os proedimentos neess%rios para a retirada dessas pessoas em situações de
emer#*nia devem ser previamente de'inidos5 / e"uipe de emer#*nia deve #arantir a saída dos
oupantes do prédio de aordo om o YPlano de /bandonoY! n,o se es"ueendo de veri'iar a e)ist*nia
de retardat%rios em sanit%rios! salas e orredores5 3 sistema de alto>'alantes a0uda a orientar a saída de
pessoasQ o loutor reebe treinamento e preisa se empen.ar para impedir o pânio5 / relaç,o e
loalizaç,o dos membros da e"uipe de emer#*nia deve ser on.eida por todos os usu%rios5
CO$,%-E % INC/N(IOS
PR+1&+R/S PR3V+7GNC+/S
3 pereber um prinípio de in*ndio! aione imediatamente o alarme e a0a de aordo om o plano de
evauaç,o5 (o#o a se#uir! .ame o Corpo de $ombeiros pelo -&(&F3N& 6E:5
/ uma ordem da &"uipe de &mer#*nia! enamin.e>se sem orreria! para a saída indiada e desça
JN@3 SU$/K pela esada de se#urança5 NUNC/ US& 3S &(&V/73R&S5
Se tiver "ue atravessar uma re#i,o em .amas! proure envolver o orpo om al#um teido mol.ado
n,o>sintétio5 +sso dar% proteç,o ao seu orpo e evitar% "ue se desidrate5 Prote0a os ol.os e a
respiraç,oQ s,o as partes mais sensíveis! "ue a 'umaça provoada pelo 'o#o pode atin#ir primeiro5 Use
m%sara de proteç,o ou! no mínimo! uma toal.a mol.ada no rosto5
1O-373S 7& &U-+N?@3 73 F3G3
9% tr*s meios de e)tin#uir o 'o#oI
/ba'amentoI
Consiste em eliminar o omburente Jo)i#*nioK da "ueima! 'azendo om "ue ela en'ra"ueça até apa#ar>
se5 Para e)empli'iar! basta lembrar "ue "uando se est% 'ritando um bi'e e o Mleo liberado entra em
ombust,o! a .ama é eliminada pelo aba'amento ao se oloar a tampa na 'ri#ideira5 Reduziu>se a
"uantidade de o)i#*nio e)istente na super'íie da 'ritura5 +n*ndios em estos e li)o podem ser aba'ados
om toal.as mol.adas de pano n,o>sintétio5 &)tintores de C38 s,o e'iazes para provoar o
aba'amento5
Retirada do 1aterialI
9% duas opções de aç,o na retirada de materialI
aK Retirar o material "ue est% "ueimando! a 'im de evitar "ue o 'o#o se propa#ueQ
bK Retirar o material "ue est% prM)imo ao 'o#o! e'etuando um isolamento para "ue as .amas n,o
tomem #randes proporções5
Res'riamentoI
3 res'riamento onsiste em tirar o alor do material5 Para isso! usa>se um a#ente e)tintor "ue reduza a
temperatura do material em .amas5 3 a#ente mais usado para ombater in*ndios por res'riamento Sa
%#ua5
C(/SS&S 7& +NCGN7+3 & /G&N-&S &U-+N-3R&S
Fuase todos os materiais s,o ombustíveisQ no entanto! devido a di'erença na sua omposiç,o!
"ueimam de 'ormas di'erentes e e)i#em maneiras diversas de e)tinç,o do 'o#o5 Convenionou>se dividir
os in*ndios em "uatro lasses5
Ve0a -/$&(/ 7& C(/SS&S / S&GU+RI
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$-
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-/$&(/ 7& C(/SS&S 7& +NCGN7+3 & 73S /G&N-&S &U-+N-3R&S 1/+S US/73S
C(/SS&S 7& +NCGN7+3 -+P3S 7& &U-+N-3R&S BGU/ PR&SSUR+=/7/ GBSC/R$XN+C3
&SPU1/ P^FU_1+C3 S&C3
Y/Y7e super'íie e pro'undidade planosI li)o! 'ibras! papéis! madeiras et5 S+1&)elente e'ii*nia
N@3N,o tem e'ii*nia N@3+nsu'iiente N@3N,o tem e'ii*nia
Y$Y7e super'íie FueroseneIGasolina! Mleos! tintas! #ra)a! #ases! et5 N@3N,o tem e'ii*nia S+1$oa
e'ii*nia S+1^tima e'ii*nia 0o#ar indiretamente S+1^tima e'ii*nia
YCY&"uipamentos elétrios ener#izados N@3N,o tem e'ii*nia S+1^tima e'ii*nia N@3Peri#oso!
onduz eletriidade S+1$oa e'ii*nia! ontudo! pode ausar danos em e"uipamentos dani'iados
Y7Y1ateriais piro'MriosI1otores de arro5 N@33bs5I poder% ser usado %#ua em Zltimo aso Jse n,o
.ouver PFSK N@3 N@3 S+1
C313 3P&RB>(3S aK Pu)e a trava! rompendo o larebK /perte o #atil.oK 7iri0a o 0ato N base do 'o#o
aK Retire o #rampobK /perte o #atil.oK 7iri0a o 0ato N base do 'o#o aK Vire o aparel.o om a tampa para
bai)obK 7iri0a o 0ato N base do 'o#o aK Pu)e a trava! rompendo o lare ou aione a v%lvula do ilindro de
#%s Jpressuriz%velKbK /perte o #atil.o ou empun.e a pistola di'usoraK /ta"ue o 'o#o
&F&+-3 Res'riamento /ba'amento /ba'amento e Res'riamento /ba'amento
3 US3 73S 9+7R/N-&S
S,o neess%rias! no mínimo! duas pessoas para manusear a man#ueira de um .idrante5 / man#ueira
deve ser aondiionada na ai)a de .idrante em 'unç,o do espaço disponível para manuse%>la! a 'im de
'ailitar sua monta#em para o ombate ao 'o#o5
3 US3 73S &U-+N-3R&S
+nstruções para o uso de e)tintor de %#ua pressurizada5 Repare se no e)tintor tem tudo o "ue est%
desritoI
65 &ti"ueta /$N-
85 &ti"ueta de advert*nia
:5 &ti"ueta indiativa de operaç,o
;5 Reipiente
<5 $io e0etor
A5 3ri'íio para alívio de press,o
C5 -ampa om 0unta de vedaç,o interna
D5 Cilindro e #%s
E5 &ti"ueta indiativa de lasse
65 &ti"ueta /$N-
85 &ti"ueta de advert*nia
:5 &ti"ueta indiativa de operaç,o
;5 Reipiente
<5 -ubo si',o
A5 1anVmetro
C5 Gatil.o
D5 7i'usor
E5 1an#ueira
6T5 /lça de transporte
665 -rava de se#urança
685 &ti"ueta indiativa da lasse
+1P3R-/N-&I
65 3 e)tintor de %#ua pressurizada é indiado para apliações em in*ndio YC(/SS& /YQ
85 Por serem ondutoras de eletriidade! a %#ua e a espuma n,o podem ser utilizadas em in*ndios de
e"uipamentos elétrios ener#izados Jli#ados na tomadaK5 / %#ua e a espuma podem provoar urto>
iruitosQ
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:5 3 e)tintor de %#ua pressurizada n,o é indiado para ombate a in*ndio em %lool ou similar5 Nesse
aso! o a#ente e)tintor indiado é o PM Fuímio5
&)tintores de &spuma
/ espuma é um a#ente indiado para apliaç,o em in*ndios YC(/SS& / e C(/SS& $Y5 3s e)tintores
t*m prazo m%)imo de utilizaç,o de ino anos! dentro da validade da ar#a e4ou do reipiente5
+nstruções para uso do &)tintor de &spuma
65 (eve o aparel.o até o loal do 'o#oQ
85 +nverta a posiç,o do e)tintor JFUN73 P/R/ C+1/K
:5 7iri0a o 0ato ontra a base do 'o#o
3bs5I Se o 0ato de espuma n,o sair! revire>o uma ou duas vezes! para reativar a mistura5
G%s CarbVnio
3 #%s arbVnio! também on.eido omo diM)ido de arbono ou C38! é mau ondutor de eletriidade
e! por isso! indiado em in*ndios YC(/SS& CY5 Cria ao redor do orpo em .amas uma atmos'era
pobre em o)i#*nio! impedindo a ontinuaç,o da ombust,o5
O indiado também para ombater in*ndios da YC(/SS& $Y! de pe"uenas proporções5
+nstruções para o uso do &)tintor de C38
65 Retire o pino de se#urança "ue trava o #atil.o
85 /perte o #atil.o e diri0a o 0ato N base do 'o#o5
PM Fuímio Seo JPFSK
3 e)tintor de PM Fuímio Seo é reomendado para in*ndio em lí"uidos in'lam%veis JYC(/SS& $YK!
inlusive a"ueles "ue se "ueimam "uando a"ueidos aima de 68T` C! e para in*ndios em
e"uipamentos elétrios JYC(/SS& CYK5
3 e)tintor de PM Fuímio Seo pode ser pressuriz%vel
+nstruções para uso do &)tintor de PM Fuímio Seo Pressuriz%vel
65 Pu)e a trava de se#urança para tr%s ou #ire o re#istro do ilindro Jou #arra'aK para a es"uerda!
"uando o e)tintor 'or de PM Fuímio om press,o in0et%vel
85 /perte o #atil.o
:5 7iri0a o 0ato ontra a base do 'o#o prourando obrir toda a %rea atin#ida om movimentaç,o r%pida5
O-EIO (E -ES-ES E )EI6IC%*7ES
&stes s,o os uidados b%sios "ue vo* deve tomar para evitar o 'o#o e estas s,o as provid*nias
neess%rias em aso de in*ndio5
Para obter in'ormações mais detal.adas "uanto N se#urança de seu edi'íio! proure o C3N-RU! ou o
Serviço de /tividades -énias do Corpo de $ombeiros5
Vo* reeber% toda a orientaç,o para prevenç,o e manutenç,o dos sistemas de proteç,o ontra
in*ndios5
&FU+P/1&N-3S+NS-/(/?@3>S&RV+?3 V&R+F+C/?H&S &-&S-&S P&R+37+C+7/7&
Rotas de Fu#a 7esobstruç,o 7i%ria
Portas Corta>Fo#o Fe.amento 7i%ria
(ubri'iaç,o! alibra#em! vedaç,o! o)idaç,o Semestral
Pressurizaç,o4&)aust,o Funionamento 1ensal
+nstalaç,o &létria Veri'iaç,o #eral 1ensal
Car#a +n*ndio Fuanto a materiais manipulados4estoados Jindustrial4omerialK 7i%ria
P%ra>Raios Veri'iaç,o #eral /nual
/pMs reparos re'ormas Semestral
Sinais de orros,o e apMs desar#as atmos'érias Corri#ir de imediato
+luminaç,o de &mer#*nia Funionamento! alaramento! balizamento Semanal
Funionamento do sistema por uma .ora -rimestral
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$%
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
7eteç,o FunionamentoI baterias e mediaç,o Con'orme indiaç,o do 'abriante
/larme Funionamento e audibilidade Semanal
Car#a de baterias ou #erador -rimestral
&)tintores Veri'iaç,oI obstruç,o! lare! manVmetro! vazamentos! bios e v%lvulas 7i%ria
Rear#aI apMs utilizaç,o! se despressurizado! material empedrado e apMs teste .idrost%tio 7e imediato
1esmo se n,o usadoP -ipo espuma /nual
P -ipo pM "uímio e %#ua /nual
Se .ouver di'erença de peso "ue e)edaIP <TW tipo pM "uímio e %#ua /nual
P 6TW tipo C38 /nual
-este .idrost%tio Fuinzenal
9idrantes Funionamento! re#istro de real"ue! re#istro #lobo! es#ui.o! man#ueiras 1ensal
+nstalações Fi)as /utom%tias JSPR+N[(&RK 7epende do tipo Con'orme indiaç,o do 'abriante
MEIO AMBIENTE
89 Id:ias para voc; Salvar o $undo
1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe
interessam.
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na
comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois
universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na
qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e
eventos positivos.
6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
. !rie not"cia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas,
redes de rádio e TV.
#. Planeje sua fam"lia
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a
ONU, a diferença será de um filho por casal.
$. %&o 'olua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e
lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa
provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
1(. Preserve a )iodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos
para aves.
11. Seja coerente
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“ Desenvolvendo Talentos ara um !ovo Temo"#
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize
materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a lim'o
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. *oicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem
espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. +leja e co)re
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade.
Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Se'are o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões
diferentes. Faça a coisa certa.
16. +nsine as crian,as
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais
redondo daqui para frente.
1. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo
vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.
Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001
A ecologia vem preocupando pensadores e governos há muitos séculos, mas somente, nos últimos
anos passou a ser tema de importância coletiva, até mesmo como uma ciência da moda.
momentos de sua evolução poderiam, ser classificados pela preponderância da economia utilitarista ,
por milênios , onde o radicalismo do lucro exclusivo colocou os homens como instrumento de uso dos
recursos ambientais e de si mesmo . Para combater este radicalismo, através da crise, no início da
década de 60 iniciaram-se movimentos ecológicos que também se caracterizaram pelo radicalismo, e
através da ecologia imobilista da crítica e denúncia, sem propor ou viabilizar soluções.
Hoje, mesmo ainda existindo correntes da economia utilitarista ou da ecologia imobilista,
especialmente nos países em desenvolvimento, a conservação da natureza , através do uso racional
e sustentado dos recursos naturais e meio ambiente ,é representado pela ecologia ativa, de soluções,
onde o principal elemento é ser humano, tanto como fator de desequilíbrio e conseqüente ajuste,
como também de objeto para a manutenção de sua qualidade de vida.
Mas, para podermos compreender a verdadeira ecologia, temos que superar nosso desconhecimento
sobre o tema, até mesmo em relação aos princípios fundamentais e aceitar a condição básica de que
a solução inicia-se em nossa própria pessoa , desde a postura pessoal, até a crítica coletiva
consciente.
+ o -ue vem a ser +!O.O/IA0
Em 1866 , um cientista alemão chamado E. Haeckel utilizou pela primeira vez a palavra ¨ ecologia ¨.
Sendo uma palavra originária da Grécia, é fácil entendermos seu significado dividindo-a da seguinte
forma:
+!O 1 2a)itat lu3ar de 4ida de um Or3anismo
.O/IA = +studo e5ou !i6ncia
Podemos então dizer de forma simples que a ecologia é a ciência que estuda as relações entre os
seres vivos e o lugar onde eles vivem (habitat), e em conseqüência, as influências que uns causam
aos outros.
Com esta definição, fica clara a compreensão que temos a frente um vasto campo de conhecimento,
e que na realidade não se compõe de uma ciência isolada, mas está presente em todas as nossas
ações e disciplinas de estudo. Pode se limitar aos seus conceitos específicos, mas sua magnitude fica
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
clara nas relações com a física, química, botânica e nosso dia a dia, principalmente com a
economia e relações sociais.
Mesmo não sendo especialista em nenhuma área específica, podemos dar nossa parcela de ajuda,
especialmente quando nos consideramos "ser vivo" a se relacionar com o resto do universo e nesta
equação simples o "eu", ir garantir a importância de "nós", e o universo pode ser visto como a
somatória dos nossos "ecossistemas".
A +colo3ia deve ser entendida como al3o 'essoal 'ara o )em coletivo
Não somente os animais e vegetais relacionam-se entre si e o ambiente em que
vivem,homem também faz parte desta comunidade.
Infelizmente, ao longo do tempo, o homem provocou mudanças nos diversos ecossistemas, a
maior parte das vezes, de uma maneira negativa.
Contudo, devido à sua inteligência e habilidade, possui também capacidade suficiente para
solucionar os problemas que ele mesmo criou, gerando soluções, propondo modelos e
aplicando estes conceitos.
Sendo assim, a ecologia deve ser entendida como algo pessoal, através de uma verdadeira
participação. Cada um de nós pode lutar por ela de uma forma positiva, agindo nos diversos
ecossistemas.
7as o -ue é um +!OSSIS8+7A0
Ecossistema é uma comunidade (conjunto) que possui elementos físicos (ar, água, solo, rocha, etc.)
e elementos vivos (animais e vegetais, dos grandes até os microscópicos).
Em um ecossistema, os elementos físicos e os elementos vivos estão unidos numa mesma área,
coexistindo num processo de dependência. Por exemplo, em uma floresta, a energia do sol permite
que os vegetais vivam. Isto é de importância comprovada pelo fato de que os animais herbívoros
(que se alimentam exclusivamente de vegetais) morreriam de fome caso não existissem os vegetais.
A natureza é muito interessante. Alguns animais alimentam-se somente de vegetais e outros,
alimentam-se de outros animais. Todo este processo forma um ciclo que inicia da terra e retorna a
ela.
Podemos então considerar como ecossistema, uma floresta, um lago, um rio, uma casa e seus
moradores, uma rua...O UNIVERSO!
Você observou que existem diversos ecossistemas e que a ecologia estuda todos eles. Então se
queremos o bem da ecologia, nada melhor do que "DESENVOLVER OS ECOSSISTEMAS", começando
pelo seu próprio ecossistema.

+cossistema Indiv"duo
Uma pessoa é um ecossistema, (até pode ser discutível), mas nela existem elementos vivos e
elementos físicos.

E, como indivíduo, precisa ter o seu próprio ecossistema em equilíbrio para sentir-se bem. Podemos
escolher diversos caminhos mas devemos primeiro cultivar a saúde mental e física.
Pensamentos negativos e que fazem você sentir mal consigo mesmo não levam a parte alguma. Você
já observou pessoas alegres que procuram encarar os problemas da vida como desafios e/ou como
processos naturais de amadurecimento?
Elas vivem intensamente e suas ações ou palavras sempre são positivas.
Cultive sua saúde mental. Aceite o fato de que pessoas e situações difíceis são na verdade como
"professores" que ensinam você a evoluir cada vez mais. Leia, pesquise, estude, converse, faça parte
de sua comunidade e dos acontecimentos. Participe intensamente!
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Ao falar em saúde física, o primeiro pensamento que nos vem à cabeça é o exercício do corpo, cujo
benefício é indiscutível. Os velhos conselhos de não beber ou fumar e comer em excesso, ainda são
muito úteis. Além disso, a visita ao médico e ao dentista certamente poderão evitar inúmeros
aborrecimentos.
Previnir é o mel9or :emédio
A nossa camada de Ozônio está cada vez mais enfraquecida, expondo-nos a raios solares nocivos.
Selecione os horários para tomar banhos de sol. De manhã, até às 10:00 horas,e à tarde, a partir
das 15:00 horas, não esquecendo , é claro, de utilizar um protetor solar adequado. Seja cuidadoso
com a qualidade de seus alimentos, água e
tudo quanto você precisa para se alimentar, bem como sua higiene e saúde/
!onserve sua 2i3iene Pessoal
Tome banho todos os dias. Banhos freqüentes ajudam a prevenir doenças da pele, coceiras, caspas,
espinhas, etc.
Pessoas doentes, mesmo os bebês, devem tomar banhos todos os dias.
• Escove os dentes todos os dias, após cada refeição e cada vez que comer doce.
• Sempre lave as mãos com sabão, quando levantar de manhã, após ter ido ao banheiro e
antes de comer.
• Não cuspa no chão. Quando você tossir ou espirrar, cubra a boca com a mão ou um
lenço. Depois lave a mão, troque o lenço e lave-o com freqüência.
Planeje sua ;am"lia
Se nós pararmos para pensar sobre o aumento da população no mundo todo, vamos ficar
preocupados
Os produtos que a natureza criou, como as árvores, animais, água, entre outros, estão sendo
explorados com muita rapidez. Precisamos estudar meios de fazer com que a população cresça de
uma maneira tal que sempre exista alimento para todos.
Este equilíbrio populacional só pode ser feito através do planejamento familiar, de acordo com sua
expectativa e seus recursos.
Mesmo que a humanidade, no futuro, não venha a sofrer de fome ou de doença, sua qualidade de
vida continuaria diminuindo devido aos problemas psicológicos provados pela super população e, da
mesma forma que o corpo humano convive com suas próprias reações e relações, nós vivemos em
ecossistemas próprios, onde nossa menor unidade social talvez seja o: +cossistema casa.
+cossistema !asa
Cuidar do menor habitat (lugar de vida de um organismo ou indivíduo) do ser humano desenvolvido,
pode ser um meio de lutar positivamente pela ecologia, transformando o seu ecossistema casa num
exemplo de excelente qualidade de vida, ajudando assim, a conservar o meio ambiente.
Práticas simples podem ser adotadas para que isto aconteça:
<7anten9a sua !asa .im'a=<
A limpeza constante do local onde moramos, além de nos proporcionar bem estar físico e psicológico,
evita inúmeros aborrecimentos, como o aparecimento de ratos, aranhas, baratas, pó excessivo,
doenças, etc.
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Não deixe animais domésticos lamberem crianças ou subirem nas camas. Cachorros e gatos podem
ser muito bonitinhos, mas nem por isso deixam de transmitir doenças como por exemplo, a
toxoplasmose entre outras.
Limpe a casa sempre. Esfregue e lave o chão, paredes e debaixo dos móveis. Tape possíveis buracos
e brechas no chão ou parede, onde percevejos, escorpiões ou barbeiros podem se esconder.
!om're 7ateriais Ade-uados
Você já ouviu falar de materiais biodegradáveis? Procure utilizá-los, ajudando desta maneira a
conservar a natureza. Isto porque os tais produtos biodegradáveis são aqueles que se desdobram em
matéria orgânica, não vindo deste modo a poluir rios e solos, assim como acontece com plásticos, ou
alguns outros produtos industrializados.
Como exemplo, podemos citar os detergentes: compre sempre aquele que tem em seu rótulo
"CONTÉM TENSOATIVO BIODEGRADÁVEL". Existe um produto químico cuja sigla é CFC(CLORO-
FLÚOR-CARBONO). Este gás prejudica a camada de Ozônio da atmosfera. Como esta camada trata-
se de um filtro que nos proteje de uma excessiva carga de raios solares, vale dizer que o CFC está
destruindo nosso escudo de defesa. Procure comprar produtos somente aerosóis que tenham em seu
rótulo a inscrição: <%&o 'ossui !;!<.
Uma atitude simples e pessoal onde você estará ajudando a conservar nossa camada de Ozônio, que
além de outros benefícios, impede uma catastrófica super exposição de raios solares em nosso
planeta.
;a,a :ecicla3em
Reciclagem é um termo usado para definir um processo que, se utilizado, permite o reuso de um
material que antes poderia ser considerado inútil.
Então, não jogue fora aquilo que você puder reutilizar. Aproveite tudo o que você puder. Acompanhe
aquela filosofia de separar corretamente o lixo imprestável daquele que não é tão lixo assim. O
papel, por exemplo, mesmo usado, pode ser reciclado numa fábrica especializada, vindo então, a ser
colocado à venda para novamente ser utilizado, economizando milhares de árvores. Da mesma
forma, latas, plásticos, borrachas, vidro, couros, tecidos e metais.
+conomi>e +ner3ia
Não é novidade, hoje em dia que, todos os países possuem problemas com o excessivo gasto de
energia.
O Brasil possui ainda uma grande vantagem em relação a outros países, devido ao potencial
hidrelétrico de seus rios, que com sistemas adequados, podem produzir energia. Contudo, se o Brasil
não desenvolver sistemas diferentes para produzir energia, mais e mais hidrelétricas terão que
surgir, inundando áreas imensas e causando problemas ao homem e à natureza.
Se cada cidadão procurar fazer a sua economia, não utilizando luz em excesso, nem tampouco
utilizando eletrodomésticos sem disciplina, muito será conseguido. Pode parecer um esforço ínfimo,
diante das dimensões de um país, mas o importante é a soma desta economia em milhares de casas.
Pensar o que irá fazer, antes de abrir a geladeira, para manter aberta a porta o mínimo de tempo,
corta pelo meio o gasto de energia. Ligar o aquecedor à gás 10 minutos antes do banho, ao invés de
deixá-lo ligado o tempo todo, reduz o gasto de gás em 1/3.
+vite 'oluir sua !asa
Os fumantes que nos desculpem, mas precisam ter consciência de que a fumaça de seus cigarros
afeta a saúde dos não fumantes (além de sua própria saúde).
Dentro de casa, se você sentir necessidade de fumar, e outros não fumam, procure fazê-lo ao ar
livre, não prejudicando desta maneira as pessoas que convivem com você.
O barulho também é uma forma de poluição, que não age apenas sobre o aparelho auditivo, mas
também sobre o coração e os vasos sanguíneos. Podem causar tonturas, redução da visão, excitação
anormal do sistema nervoso, alterações do ritmo cardíaco e da pressão arterial.
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$+
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Quando precisar causar poluição sonora, procure proteger as pessoas que moram com você.
Feche as portas, diminua um pouco o volume do aparelho de som ou TV, ou então, use um
fone de ouvido. Ah, os vizinhos também ficarão agradecidos...
%&o seja +3o"sta==
Mantenha os poços, reservatórios, fontes e chafarizes limpos. Não deixe animais se
aproximarem dos lugares fornecedores d'água.
Verifique se o sistema de esgoto de sua casa está adequado. Problemas nesta área, costumam dar
muita dor de cabeça, doenças e até epidemias.
!uide de seus Animais ?omésticos
Muitas pessoas possuem animais dentro de casa. Procure tratá-los com carinho e atenção. Leve com
freqüência ao veterinário e procure alimentá-los sempre com rações adequadas. Os animais
domésticos devem ser tratados como seres amigos e companheiros, onde nosso respeito à natureza
se traduz em tratá-los bem.
!uide )em da @rea 4erde da sua !asa
Se você possui espaço em seu terreno, que tal implantar um jardim bem bonito? Projete-o você
mesmo, estude sobre cada tipo de vegetal que irá plantar e mãos à obra!
Na primavera o seu jardim ficará florido, as folhas bem verdes e estará proporcionando vida a
diversos tipos de animais pequeninos (micro flora e micro fauna). Além de embelezar a sua casa e
fortalecer o solo, também estará ornamentando sua rua.
Possuindo área na parte posterior sua casa, não perca a oportunidade de fazer uma pequena horta.
Ela certamente lhe trará muitas alegrias, economia e uma alimentação saudável.
Imagine-se levando à mesa hortaliças que você mesmo plantou e colheu com todo carinho e isto
tudo da maneira mais natural possível, sem o uso desordenado de herbicidas, agrotóxicos. Legal não!
Tantos outros exemplos poderiam ser enumerados, o limite é sua criatividade, e com certeza você irá
procurar, desenvolvendo seu sistema ecológico estável e saudável, um verdadeiro lar, que pode e
deve transmitir este espírito ao ecossistema vizinho, a outros lares, ou ao ecossistema rua.
+cossistema :ua
As árvores são públicas e se na sua rua existirem árvores, elas trarão muitos benefícios, como
sombreamento, decoração, diminuição da poluição sonora, proteção contra os ventos, ação sobre o
bem estar físico e psicológico dos moradores e transeuntes.
Além disso, irá purificar o ar. Sendo assim, se sua rua não possue árvores, peça à Prefeitura de sua
cidade para arborizá-la, ou plante você mesmo. Se sua rua possui árvores ajude a cuidar delas. Não
permita a depredação delas. Se observar alguém tomando esta atitude, procure explicar todos os
benefícios que uma rua bem arborizada pode trazer.
4oc6 'ode ajudar na lim'e>a de sua :ua
Não coloque o lixo de sua casa, muito antes do lixeiro passar. Se o lixo ficar muito tempo na rua, ele
pode ser revirado por animais e também servir de foco de atração de insetos.
Se ao caminhar pela calçada, precisar jogar fora algum tipo de lixo, procure alguma lixeira, não jogue
na rua. Ao observar algum tipo de problema nas instalações de esgoto na sua rua, não espere outra
pessoa chamar a Prefeitura. Faça isso você mesmo.
As águas de esgoto são altamente perigosas já que contém resíduos de matéria fecal, tornam-se
imediatamente acessíveis às moscas, à população local e principalmente às crianças que brincam na
rua.

Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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+vite 'oluir sonoramente a sua ruaA verificando o )om funcionamento do
esca'amento de seu 4e"culo
Se encontrar animais perdidos na sua rua, procure saber se ele tem dono. Se não
tiver, você pode chamar a Sociedade protetora dos Animais, ou então a Prefeitura.
Não deixe de observar a época de vacinação da Raiva. Tome cuidado!
As práticas evoluíram do conceito familiar, para o conceito de grupo social ou urbano, então vamos
ajudar nosso ecossistema cidade.
B
+cossistema !idade
Com o progresso industrial, a poluição do ar está aumentando dia a dia, principalmente nos centros
urbanos e industriais. Isto não é um problema das indústrias ou ecológico, é uma simples decisão e
relação econômica do uso de equipamentos anti-poluentes.
Una-se para que todos não aumentem a poluição sonora, hídrica ou eólica e participem então de sua
diminuição.
!uide da @rea 4erde de sua !idade=
Ajude a educar o povo a cuidar dos parques e das praças, participe, dê sua opinião. Quando
necessário for a intervenção de uma autoridade, chame a Prefeitura.
Incentive os !olé3ios a ensinarem +duca,&o Am)iental
Você melhora um país educando o seu povo. Uma educação que passa pelo conhecimento pessoal
das coisas, com o ensino informal e chega ao seu auge através do respeito às leis e normas, as
condições primordiais urbanas, para que o convívio coletivo não chegue ao extremo dos crimes ou
atritos.
As cidades devem ser limpas e arejadas, com boa estrutura viária, atendimento às pessoas e suas
necessidades elementares, áreas verdes, parques, lazer, saúde e principalmente uma boa
perspectiva de futuro. E as cidades se estruturam em unidades geo-políticas, como o: ecossistema
município e estado.
+cossistema 7unic"'io e +stado
Precisamos cuidar das nossas nascentes de água - se assim o fizermos, estaremos impedindo o
aparecimento de diversas doenças, tanto para o ser humano quanto para os animais e plantas, além
de que a água doce e potável é um bem cada vez mais raro, e é fundamental nos processos de vida
e industriais.
Para que as nascentes de água permaneçam em bom estado, é preciso que não haja lançamento
indiscriminado de despejos urbanos e industriais. Que as vegetações próximas aos cursos de água
sejam protegidas e ensine-se às pessoas que moram perto das nascentes a não usá-las como lixeira.
A poluição de esgotos, por exemplo, ocorrem sempre que os detritos domésticos, brutos ou
parcialmente tratados, são jogados nos rios, lagos ou riachos.
Proteja a @3ua do seu 7unic"'io. +la é 4ida=
Você reconhece a água poluída pelo seu forte cheiro e coloração diferente da natural.
Peça a criação de cinturões verdes, a cada lance da cidade, para termos sempre vegetação para
proteger nossas águas e ao mesmo tempo alimentá-las.
Precisamos participar, sabendo por exemplo, quais são os maiores problemas ambientais de um
estado. Você sabe?
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Podemos enumerar os principais problemas e o modo que você deve agir para ajudar a melhorar o
meio ambiente do seu estado.
1.A3ricultura
A agricultura pode se transformar num problema ambiental se for mal conduzida. Se alguns
agricultores utilizarem pesticidas, fungicidas, herbicidas, de uma maneira errada e talvez
desnecessária, isto pode causar graves aborrecimentos. Na verdade, pequena quantidade desses
produtos acabam com as pragas e ervas daninhas. O restante polui o meio ambiente. Eles podem
ficar atuantes no solo e na água durante muitos anos, afetando gerações de seres vivos.
2.Ctili>a,&o dos Solos
Quando o solo é mal utilizado, é fácil ocorrer a sua poluição e erosão, fazendo com que percamos o
bem mais precioso da humanidade.
Técnicas adequadas para sua utilização envolvem um plano de curva de nível, uso correto de
produtos químicos, análise da vocação da área (agricultura, pecuária, floresta, etc).
Infelizmente os solos vêm sendo poluídos e destruídos de diversas maneiras: pelo lixo, esgotos
domésticos, resíduos industriais, erosão, desmatamento, queimadas...
O lixo é um dos principais poluentes do solo.
A erosão também é um problema muito sério, eliminando um recurso que necessitará milhões de
anos para se repor, ou com custo inviável de reposição pelo ser humano.
3.?estrui,&o das ;lorestas
O desmatamento deixa o solo exposto aos ventos e às chuvas, além de deixá-lo sensível à erosão.
Os animais sofrem e perdem seu ecossistema de vida com o desmatamento, onde as aves são as
mais atingidas, sem contar os grandes mamíferos.
Em nome do progresso, o homem está destruindo indiscriminadamente imensas florestas, sem
pensar nas conseqüências destas ações. As florestas são importantes para manter a qualidade do ar,
do solo, da água, a umidade e temperatura do planeta.
Muitas vezes somos obrigados a derrubar árvores para obter papel, móveis, etc. este problema pode
ser resolvido de um modo simples: devemos plantar mais árvores do que derrubamos.
A floresta é um recurso natural renovável, economicamente viável, precisa ser manejada de forma
sustentada pelo homem.
4.Dueimadas
Sempre escutamos no noticiário esta palavra. As queimadas são perigosas, pois podem causar
incêndios, destruindo florestas inteiras, empobrecendo o solo, vindo então a diminuir a quantidade de
seres vivos e alimentos.
As queimadas são muito utilizadas nos pastos e restos de cultura, geralmente acabam causando
sérios problemas devido a falta de cuidado das pessoas; quanto a "incorporação", embora trabalhosa,
é segura e rentável.
Pessoas que fumam dentro das florestas ou em áreas de vegetação em época de seca, ou pessoas
que fazem acampamentos nesta mesma época, precisam ter muito cuidado para não causar
incêndios sem querer.
Você pode ajudar valorizando e ajudando a preservar os Parques e Unidades de Conservação de seu
estado, conversando com as pessoas sobre a queimada, o desmatamento e a correta utilização do
solo. Não com intuito de deixá-las assustadas, mas para mostrar que se cada pessoa fizer um pouco
em favor da natureza, começando pelo ecossistema indivíduo, muita coisa pode mudar...para
melhor!
Mas nossa ajuda pode ir muito além, até nosso: Ecossistema País.
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%-
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+cossistema Pa"s
Se todos os estados estiverem atuando plenamente na sua política de meio ambiente, com suas
populações conscientes de sua participação, com os políticos preocupados em elaborar leis que sejam
boas, tanto para o progresso quanto para a ecologia, poderemos ter uma união entre o estado. Com
esta aliança forte, teremos um país com o meio ambiente saudável, onde todas as pessoas
entenderão o que é Ecologia, e saberão que fazer para ajudá-la.
A preocupação das condições ambientais de um estado precisam ser cuidadas de forma coletiva pelo
País, e posteriormente pelas nações. A população de um Estado pode causar conseqüências no
Estado vizinho, e este dano não será menor por estar longe de nós. Nossa consciência não deve
possuir limites de fronteiras físicas ou geo-políticas. E a união de todos os países melhorar o nosso
Ecossistema casa.
+cossistema 8erra
Uma ação conjunta de todas as nações, elaborando uma equilibrada distribuição de alimentos, uma
utilização consciente dos recursos naturais, um desenvolvimento científico-tecnológico, que não
agrida o meio ambiente, fará muito pelo PLANETA.
Podemos viver com moderação, piedade, justiça, todos unidos - povos dos mais diferentes países
com um objetivo em comum: melhorar cada vez mais a vida do Planeta Terra!
7el9orar cada ve> mais a vida do Planeta 8erra=
Os problemas do planeta precisam ser analisados com respeito aos povos e suas peculiaridades, mas
com o espírito coletivo. Nações podem ser desenvolvidas e reduzir suas florestas, enquanto outras
mantém áreas naturais, desde que o benefício e o custo sejam adequadamente distribuídos.
A pobreza e a fome é uma questão de distribuição, antes de qualquer debate de capacidade de
produção, se olharmos a terra como um planeta único.
É preciso conhecimento de escala e tempo da realidade de cada um.
Nossa dimensão em alguns casos é muito pequena para determinados projetos, mas em outros, está
muito maior do que as pequenas crises que criamos.
O mar precisa ser integrado e cuidado com os Continentes e o ar, mantendo a integridade de sua
redoma de vida em nosso planeta.
Esforços de guerra podem ser substituídos por esforços de desenvolvimento. A morte trocada pela
vida. O desespero pela vida.
Garantir a todos os homens, mulheres, animais, plantas, um futuro comum, e a preparação para o
Ecossistema final mais próximo que conhecemos: ecossistema universo.
+cossistema Cniverso
%ES SO7OS O C%I4+:SO= Tornando o Planeta Terra saudável, você estará melhorando tudo que
existe, o sistema solar, o macrocosmo, o cosmo, o mundo!
Todos nós podemos aprender a consertar os erros do passado, fazendo tudo o estiver ao nosso
alcance, mas fazendo mesmo!
Agindo nos diversos ecossistemas, todos podemos não somente saber o que é +!O.O/IA , mas
podemos viver junto com ela, aprendendo, participando, ensinando e finalmente ajudando nosso
Universo de uma forma positiva e ativa, sabendo consertar o que nos foi dado por DEUS, aplicando o
princípio que o mais importante é o <%ES<, e que a terra não é uma herança de nossos país, e sim,
um empréstimo de nosso filhos!
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%$
Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
Cm 'ouco de 2istFria
Jean J. Rousseau, afirmava que o homem primitivo vivia feliz, em perfeito equilíbrio com a Natureza,
pelas técnicas de conservação e práticas conservacionistas, garantindo a saúde do ambiente que o
rodeava. As primeiras comunidades, cedo desenvolveram práticas de um bom uso da terra, porém
em número muito reduzido. Ex: Hebreus (Bíblia, ano sabático), Fenícios, Incas, Egípcios, alguns
povos do Sudeste Asiático. Usos de irrigação, drenagem, terraços, descanso de um ano após uso
contínuo de 6 anos, etc...
Algumas crônicas da Idade Média dão conta das primeiras leis de preservação diante da crescente
onda de urbanização e problemas de contaminação decorrentes.
123 - Inglaterra - Lei: Redução do fumo nas cidades.
13(6 - Inglaterra - Lei: Executaram o 1º homem por queimar carvão na cidade de Londres.
16(( - Mundo: 500 milhões de pessoas - hoje beiramos os 6 bilhões.
Não careciam de muitos recursos energéticos, nem dispunham de equipamentos capazes de grandes
alterações ambientais.
15(( - Navegadores: Europeus, iniciaram suas descobertas, viagens e conquistas, começando então,
o início da erosão de solos pela destruição de fauna e flora naturais na América, notadamente no
Brasil, África e Austrália.
166( - Grandes extrações de madeira para combustível, finalidades industriais, fizeram surgir na
França, Inglaterra, ações destinadas a conservação de Bosques.
1(( - Século 18: Nos Estados Unidos da América, Tomas Jefferson, lançou as primeiras idéias de
conservação do ambiente, manejo ambiental e conservação da vida selvagem.
1#3# - N. América: O ensaista e artista George Catlin, lançou as primeiras idéias e proposta de
criação de Reserva Indígena e vida natural.
1#6( - N. América: George Perkins Marsh, publicou o 1º livro sobre conservação <2O7+7 +
%A8C:+GA<.
1#2 - N. América: O estado da Califórnia, constituiu o parque nacional no vale do Yosemite e o
Congresso N. Americano, proclamou a região do Yellowstone em Wyoming como parque nacional,
sendo assim a 1ª vez no mundo onde um governo nacional assumia as funções de preservação,
proteção e administração de tais áreas.
1$24 - URSS: A Rússia estabelecia seu 1º sistema extensivo de grandes reservas naturais
chamando-as de <GAPO4+?%IH<.
1$33 - EUA: Aldo Leopold escreveu nos EUA o 1º livro sobre conservação e manejo da vida
silvestre. Apoiou-se nos estudos realizados na Grã-Bretanha, por Charles Sutherland sobre
ecologia animal.
1$45 - Após a 2ª Guerra: Alteram-se os processos de conservação ambiental. A explosão
populacional exerce uma grande pressão sobre os recursos naturais e a própria terra. Na
busca de produção de alimentos próximos às áreas de consumo, começam a usar
agrotóxicos, pesticidas, sintéticos de grande eficiência e um cem número mais de práticas,
inicialmente com ótimos resultados, pois não só aumentavam a produção de alimentos, como
também davam cabo a endemias provocadas por mosquitos e outras pragas. Rapidamente, foram
sendo observados alguns efeitos e conseqüências sobre o meio ambiente.
$62 - EUA: Rachel Carson, publicou o livro "Primavera Silenciosa", onde alertava a todos sobre os
riscos dos pesticidas sobre o meio ambiente.
1$( - Brasil e Mundo: O problema ambiental passa adquirir dimensão internacional, com
permanente inter relacionamento de oceanos, rios, lagos, florestas e o próprio ar, mostrando
sintomas de contaminação e em situação de não poderem mais ser controlados sem uma grande
cooperação internacional.
O Agrotóxico despejado no Rio Ijui, no Rio Grande do Sul, não é mais um problema só Gaúcho, é
também um problema Argentino quando sabemos estarem destruindo a flora e fauna do Rio da
Prata, além de outros prejuízos causados a região agrícola de Corrientes.
O Mercúrio de garimpo, destrói o alimento do Pantaneiro e Paraguaio, embora tenham sido
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
“ Desenvolvendo Talentos ara um !ovo Temo"#
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Saúde e Segurança do Trabalho e Meio Ambiente
despejados no Alto Piquiri ou São Lourenço. Os venenos que a indústria joga no Reno, não afetam
nunca um só país. Chernobyl, conseguiu atingir até o Brasil, embora ocorresse o problema na URSS.
Tantos são os exemplos que seria um desperdício de tempo enumerá-los.
Muitas conferências internacionais têm sido realizadas para tratar do assunto. Nenhuma delas abriu
mão da necessidade de tratados e convenções a níveis internacionais governamentais, definindo um
poder regulador sobre o ambiente em escala mundial.
As organizações mundiais para a saúde e a organização metereológica mundial, iniciaram programa
de controle mundial dos níveis de contaminação. A Unesco, patrocinou um programa científico de
grande envergadura, para enfrentar a problemática do <2O7+7 e a *IOS;+:A<. Além de uma
conferência internacional sobre problemas ambientais, realizados em Estocolmo em 1972...
Finalmente a Assembléia Geral das Nações Unidas, estabeleceu um programa para o meio ambiente,
baseado nas ações sugeridas na conferência de Estocolmo.
Ainda resistem porém, muitos governos em dar recursos e delegar autoridades às organizações
internacionais, para que possam diante os problemas ambientais, alcançar soluções e resultados
eficientes e globais.
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A +ner3ia
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A +conomia
A Sociedade
A 4ida

Fonte: Engº. Florestal Luciano Pizzatto
Engª. Inezita M. Sampaio
Engª. Estefânia Denardi
Professor : Rogério Agnaldo de Faria
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