Produto 05: Relatório Produto 06: Arquivo organizado com documentação recolhida. Produto 07: Relatório de atividades.

Produto 03/04: Relatório contendo analise e conclusões derivadas da leitura dos materiais conceituais e metodológicos. Apresentação: Este é o 4° produto da consultoria para a Sistematização da Metodologia do Programa UPPSocial. Consiste em apresentar os documentos principais de concepção do Programa elaborados para subsidiar as atividades gestão integrada do Programa, além

A UPP Social visa o aprimoramento da gestão municipal na promoção da urbanização, do fortalecimento da cidadania e do desenvolvimento local nos territórios e comunidades pacificadas. O programa inicia sua atuação em cada território pela articulação de ações do setor público, que consolidem os avanços trazidos pela pacificação, e revertam os legados da violência e da exclusão territorial. Por meio de canais de interlocução direta com a comunidade, da realização de diagnósticos e pesquisas, do acompanhamento de indicadores sociais e da experiência de atuação de órgãos públicos, o programa busca qualificar as demandas específicas de cada território, legitimando e potenciando desta forma as ações, especialmente do poder público. O ciclo de ação do programa se completa com a realização, baseada no diálogo com as comunidades e nas principais necessidades identificadas A UPP Social promove um modelo de gestão capaz de orientar ações e investimentos dos órgãos da Prefeitura, dos governos estadual e federal, do setor privado e da sociedade civil, otimizando esforços para atuar com prioridade e eficiência no desenvolvimento social, econômico e ambiental dos territórios pacificados. Desta forma, busca produzir melhores resultados ao combater a sobreposição de iniciativas e o desperdício de recursos.

Os elementos definidores da metodologia para a implementação da UPP Social são:

inovação e existência de mecanismos de monitoramento e avaliação. o projeto incidirá na melhoria da gestão pública. Além dos impactos positivos nas comunidades beneficiadas pela UPP Social. através da consolidação de uma rotina de atuação dos agentes de gestão pública. Trata-se. pois o ONU – HABITAT também contribuirá para o aprimoramento da metodologia de implantação da UPP Social através da elaboração de ferramentas de gestão para o monitoramento das ações do Programa e armazenamento de informações. Gestão Participativa: parcerias com atores locais. RESULTADOS E PRODUTOS ESPERADOS DO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO Os resultados esperados agrupam-se em cinco componentes estratégicos: PLANEJAMENTO E GESTÃO  Diretrizes de Gestão da UPP Social Elaboradas: Ter contribuído para um melhor Planejamento e Gestão do programa: estabelecimento de metas. setor privado e sociedade civil. Aprendizado Contínuo: flexibilidade. Função Integradora: compartilhamento de diretrizes de atuação e articulação entre ofertas e demandas. 2.      Caráter Intergovernamental: integração de esforços de secretarias e outros órgãos públicos estaduais e municipais. monitoramento e avaliação de resultados. 2. portanto. Transitoriedade: meta de integração plena das áreas ao conjunto da cidade e transitoriedade do programa. de forma a promover o desenvolvimento local dos territórios pacificados e possibilitar a sua plena integração ao conjunto da cidade. PRODUÇÃO DE BASES DE INFORMAÇÕES TERRITORIAIS  Gerenciamento de Informações da UPP Social mais efetivo e eficaz: Ter apoiado a estruturação e a execução do componente de Informação do programa: elaboração dos diagnósticos territoriais. gestão do conhecimento. OBJETIVO GERAL DO PROJETO O objetivo geral do projeto é fortalecer as capacidades de gestão municipal da UPP Social para complementar as ações de segurança pública. supervisão das equipes locais e monitoramento das ações.2. .1. de uma iniciativa que combina atuação em territórios específicos com o desenvolvimento de métodos e ferramentas para o aprimoramento da ação do setor público na gestão urbana. sem ascendência hierárquica sobre os atores envolvidos. Gestão em Rede: unidade coordenadora.

1 Desenhar o pré-projeto (em versão impressa e digital) com indicação de ferramentas de gestão para o monitoramento das ações do programa e armazenamento de informações gerais e por território. Produto 01: Pré-Projeto para metodologia de Gestão do Programa UPP Social. no marco do Programa Cidades Mais Seguras e a da Rede Global de parceiros do ONU-HABITAT. Diretor de Projetos Especiais do IPP. O relatório consolidado está estruturado em seções que seguem a lógica dos cinco componentes estratégicos e dos dez principais produtos definidos no Documento de Projeto. ter organizado Fóruns Locais com a participação e atores locais e ter formulado Planos Locais de Ação visando a melhor qualificação e articulação de ofertas e demandas setoriais da sociedade civil e dos setores público e privado. e das Gerencias de Gestão Territorial e Institucional (Tiago Borba e Daniela Mothci). e incorporando os aportes e a retroalimentação da Coordenação de ONU-HABITAT e as equipes de consultores contratados pelo Projeto. durante os meses de junho e julho foram definidos os principais componentes da Metodologia de Gestão do Programa. ter apoiado tecnicamente a articulação e mobilização de atores. a saber: .GESTÃO LOCAL  Implantação e desenvolvimento do Programa UPP Social nos territórios pacificados: Ter desenvolvido mapas de informações e ações nos territórios. Sob a coordenação de José Marcelo Zacchi. APOIO A PROJETOS LOCAIS  Projetos Locais formulados por organizações das comunidades pacificadas: Ter apoiado técnica e financeiramente a elaboração e implementação de Projetos Locais formulados por organizações nas comunidades pacificadas. COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE DA UPP SOCIAL  Gestão do Conhecimento aprimorada: Ter facilitado a divulgação da UPP Social e o intercâmbio de experiências entre a Cidade do Rio e outros municípios a nível nacional e internacional. Atividades 1.

. modelo de atuação e a estrutura de gestão. essa ampliação de cobertura e qualificação deverá se sustentar numa lógica de articulação entre as demandas das comunidades e as ofertas dos diversos agentes públicos e privados. No enfoque do Projeto.(1) (2) (3) (4) (5) Marco lógico. O Modelo de atuação definido tem como objetivo a ampliação de cobertura e a qualificação das ações desenvolvidas pelos diversos agentes públicos. privados e comunitários nos territórios das favelas do Rio de Janeiro. dos programas e metas que visam concretizar as políticas publicas dirigidas para essas comunidades. Conceito Chave Dissolução de fronteiras e acesso a bens e serviços públicos com cobertura e qualidade convergentes com os oferecidos na cidade como um todo. que se sustenta em um conhecimento e uma gestão de informações mais precisa e abrangente das dinâmicas socioeconômicas. e em novas dinâmicas na definição e monitoramento das diretrizes. As fases da implantação. urbanísticas. caracterizadas por processos históricos de exclusão que agudizaram-se nas últimas duas décadas pelas dinâmicas perversas impostas pelo controle armado territorial exercido pelas fações do crime organizado. modelo de atuação e a estrutura de gestão: O Marco Lógico define a visão e o conceito chave nos quais se sustenta a atuação do Programa: Visão Efetivar a integração plena das áreas beneficiadas ao conjunto da cidade. ambientais e político-institucionais desses territórios. O Roteiro de ação no território.  Marco lógico. O quadro estratégico: eixos e focos de ação. O Cronograma de implantação.

com a participação de toda a equipe selecionada inicialmente. Um primeiro evento de formação e treinamento foi realizado no final do mês de junho. Gestão Institucional. contribuindo à integração dessas comunidades na cidade.Modelo de Atuação Diretrizes e Monitoramento Metas Gestão Territorial Demandas Ações Ofertas Gestão Institucional Informação Bases de Dados e Conhecimento Os quatro componentes estratégicos do Programa (Gestão Territorial. inspirado no principio da formação no trabalho (on-the-job training). com o objetivo de conseguir uma primeira familiarização dos integrantes com os enfoques e alinhamentos básicos do Programa e com o roteiro e rotinas de atuação nos territórios. . Institucionalização e funcionamento dos espaços de formação continuada Um elemento destacado no processo de estruturação da Equipe do Programa tem sido o desenvolvimento de um plano de formação continuada. Gestão de informações e Conhecimento e Definição Compartilhada de Diretrizes e Metas) se inter-relacionam num ciclo de gestão que se organiza e retroalimenta ao redor de um objetivo central: Ampliar e melhorar o acesso a bens e serviços públicos para as comunidades que moram nos territórios pacificados.

Logo do inicio dos trabalhos. para o refinamento do mapeamento inicial realizado. num processo de treinamento sob a coordenação e orientação metodológica de um assessor especializado.Uma segunda atividade orientada à capacitação das equipes de gestão territorial e de gestão de informação na metodologia de Diagnósticos Rápidos Participativos iniciou-se no mês de outubro e estendera-se ate o final do mês de novembro. Produto 03: Mapeamento Rápido Participativo para cada território. a construção das Guias dos Territórios (uma das peças chaves do Almanaque UPP Social) passou a ser concebido como um processo incremental.3. Atividades 3. resultando selecionado o especialista Francesco Nortarbartolo. as quais se organizam em versões sucessivas das Guias de cada Território.  GESTÃO LOCAL Implantação e desenvolvimento do Programa UPP Social nos territórios pacificados: . A assessoria está em andamento desde inicio do mês de outubro e se desenvolve de acordo ao seguinte Enfoque e Plano de Trabalho: 2. e quatro comunidades foram selecionadas como territórios piloto para a aplicação da metodologia. Adicionalmente. Enquetes. Uma seguinte atividade de formação. tanto na DIC quanto nas diversas Secretarias e órgãos da Prefeitura. quem apresentou uma proposta baseada na experiência desenvolvida na Comunidade de Borel. Estudos Especializados). Essas informações são acrescentadas e validadas progressivamente com as entidades competentes e a participação das comunidades. Um processo seletivo de consultores especializados em metodologias participativas para a construção de diagnósticos territoriais foi desenvolvido no mês de agosto. que parte da coleta e organização da informação secundaria disponível sobre os territórios de intervenção. focada no reforço das capacidades dos integrantes da Equipe do Projeto para a moderação e facilitação de processos grupais foi desenhada e será implementada nas primeiras semanas de janeiro e fevereiro do ano 2012. assim como dos processos de coleta e analises de informações primarias desenvolvido pela Equipe do Projeto e da Direção de Informações da Cidade (DRP. com decorrer do Projeto vai se incrementando e qualificando através de novos processamentos e analises das informações secundarias. A equipe de consultores foi dividida em duas partes.1 Realizar o mapeamento participativo (em versão impressa e digital) por território.

2.4. Essa primeira matriz permitiu analisar a cobertura territorial dos diferentes programas municipais. Gerente de Gestão Institucional. A Matriz inicial de ações da Prefeitura para cada território foi elaborada e publicada numa versão impressa. seus estados de avanço. e os volumes de recursos investidos ou alocados em cada território. e incorporando a retroalimentação da equipe de gestão institucional. Atividades 4. Sob a coordenação de Daniela Mothci. ter apoiado tecnicamente a articulação e mobilização de atores. . projetos) em curso em cada território pacificado. o que compreende o glossário das ações e programas da Prefeitura e os Mapas de ações do poder público. Um produto complementar desenvolvido foi o Glossário de Programas da Prefeitura. do setor privado e das entidades da sociedade civil para cada um dos territórios objeto da intervenção do Programa. ter organizado Fóruns Locais com a participação e atores locais e ter formulado Planos Locais de Ação visando a melhor qualificação e articulação de ofertas e demandas setoriais da sociedade civil e dos setores público e privado. foram definidas e está sendo utilizado o conjunto de processos de trabalho e ferramentas para a gestão institucional.1 Monitorar permanentemente as ações (programas. ter apoiado tecnicamente a articulação e mobilização de atores. Produto 04: 01 Matriz inicial de ações para cada território.  GESTÃO LOCAL Implantação e desenvolvimento do Programa UPP Social nos territórios pacificados: Ter desenvolvido mapas de informações e ações nos territórios. ter organizado Fóruns Locais com a participação e atores locais e ter formulado Planos Locais de Ação visando a melhor qualificação e articulação de ofertas e demandas setoriais da sociedade civil e dos setores público e privado. Produto 04: 01 Matriz inicial de ações para cada território.Ter desenvolvido mapas de informações e ações nos territórios.

seus estados de avanço. do setor privado e das entidades da sociedade civil para cada um dos territórios objeto da intervenção do Programa. Era 10 formas de se dizer a mesma coisa – por isso os tutoriais. por exemplo. Sob a coordenação de Daniela Mothci. passa informações pingadas. Tem outras que se avançou pouco.1 Monitorar permanentemente as ações (programas. Para direcionar ainda mais o olhar deles. Essa primeira matriz permitiu analisar a cobertura territorial dos diferentes programas municipais. relação de equipamentos . projetos) em curso em cada território pacificado. por tema. e incorporando a retroalimentação da equipe de gestão institucional. e os volumes de recursos investidos ou alocados em cada território. Matriz de ofertas:  A matriz de ofertas é 70% ou 80% confiável. tem partes que a gente ainda não conseguiu resolver. Saúde. A Geo/Rio. revisam a matriz. A Matriz inicial de ações da Prefeitura para cada território foi elaborada e publicada numa versão impressa. o que compreende o glossário das ações e programas da Prefeitura e os Mapas de ações do poder público. Um produto complementar desenvolvido foi o Glossário de Programas da Prefeitura. foram definidas e está sendo utilizado o conjunto de processos de trabalho e ferramentas para a gestão institucional. para receberem o material mais mastigado e com o olhar que a gente gostaria que eles tivessem desse relatório. guia de referência da GI tutoriais das secretarias: como foram construídos? padrão de demandas . Diferente da SMH. Tem secretarias que foi refinando as informações e foi tendo confiança naquilo que era repassado. Tem partes que temos tranquilidade. Gerente de Gestão Institucional. por status de atendimento.Atividades 4. Relatórios de Gestão “Relatório de monitoramento das demandas” (proposta de mudança de nome do “relatório de gestão”): quantidade de demandas por território. trazem novidades do que tem de planejamento etc.

fazer cruzamentos estatísticos. uma nova demanda entrando a GI recebe um email.Os mapas são um instrumento que facilita mt o diálogo com as secretarias. DOCS GI Matriz de Ações_SMSDC_dez12 Relação de Equipamentos SMSDC_dez12 Tutorial SMSDC_nov12 Relatório de Gestão_SMSDC_14mar12 Análise do Instrumento de Boas Praticas_SMSDC_8nov12 Agenda de Trabalho_SMSDC_14mar12 1. pediam muito.É um instrumento de gestão e diálogo com as secretarias.Instrumento de boas práticas agenda de trabalho com os pontos focais. Queremos adaptar isso para as secretarias. Talvez um resumo semanal dessas notificações e está previsto relatórios mensais. Atualmente. Guia de Referência da GI Arquivo: Guia de Referência GI_07nov12 Documentos de registro e/ou produtos gerados pela GI no seu fluxo de trabalho Arquivos: Matriz de Ações_SMSDC_dez12 Relação de Equipamentos SMSDC_dez12 Tutorial SMSDC_nov12 Relatório de Gestão_SMSDC_14mar12 Análise do Instrumento de Boas Praticas_SMSDC_8nov12 Agenda de Trabalho_SMSDC_14mar12 2. SIG (instrumento partilhado) . se há mudança na demanda tb recebemos automaticamente. agenda de trabalho com as secretarias Mapas (instrumento partilhado) . Tabular informação. .

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