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A angústia no Ser-para-a-Morte em Ser e Tempo, de Matin Heidegger Apresento a seguir uma sinopse do trabalho que pretendo

desenvolver. Introdução trabalho, que re!ebeu o t"tulo provis#rio de $A Angústia no Ser-para-a-Morte em Ser e Tempo, de Martin Heidegger$, investigar% a relação entre o !on!eito Angústia e Ser-para-a-Morte na &iloso&ia de Martin Heidegger, tendo !omo obra !entral Ser e Tempo. A ideia ser% trabalhar o papel dos !itados &en'menos na e(ist)n!ia do dasein e na sua !onstante bus!a pelo seu modo de ser ao pro*etar-se no mundo, traçando paralelos !om outros &en'menos que o leva ao distan!iamento do ser-em-si e, !onsequentemente, ao não entendimento da &initude de sua e(ist)n!ia.

Investigação do estudo +omo *% dito na introdução, o trabalho e(aminar% os !on!eitos A,-.STIA e S/0-1A0AA-M 0T/ na &iloso&ia do alemão Martin Heidegger, tendo !omo partida a obra Ser e Tempo, na qual o pensador !olo!a a questão do sentido do ser sob um novo prisma, repudiando a meta&"si!a o!idental, que at2 então tentou de&inir o S/0. 1or2m, essa meta&"si!a *amais !hegou a questão !entral da obra de Heidegger3 o sentido do ser. 1ara tal, o te(to ser% desenvolvido a partir da de&inição de 4AS/I, !omo o ser-a" e seu entrosamento !om o mundo e o tempo. Sendo que o mundo s# 2 para o dasein e o dasein 2 para o mundo5 e o tempo 2 o !en%rio que possibilita o a!onte!imento dos &en'menos vividos pelo dasein. 6 pre!iso uma de&inição !omple(a que identi&ique a situação original do dasein, bem !omo sua !ompreensão e a sua dis!ursividade 7linguagem8. Ação essa que permite ele tanto se perguntar !omo responder a respeito do sentido do ser. Sendo o que o di&eren!ia dentre os demais entes. Ap#s a de&inição de 4AS/I,, a proposta 2 partir para a apresentação de todos os modos de ser identi&i!ados por Martin Heidegger, na !itada obra, para se !hegar 9 de&inição e an%lise do úni!o modo de ser, entendido pelo &il#so&o, !omo um modo de ser privilegiado3 a A,-.STIA. ,o entanto, ser% ne!ess%rio di&eren!iar a angústia 'nti!a de angústia ontol#gi!a. A primeira tem uma !ausa identi&i!ada, &ruto do intramundano, da de!ad)n!ia das atividades da !otidianidade e 2 !ur%vel por meio de &erramentas apresentadas pelo mundo te!ni!ista que tem !omo &inalidade prin!ipal :!oisi&i!ar:o homem e lev%-lo 9 impessoalidade e, !onsequentemente, 9 &uga do simesmo, sem *amais !onseguir entender o seu verdadeiro modo de ser. 1ortanto, essa 2 uma angústia &alsa. ;% a angústia ontol#gi!a vem do nada, do va<io, que vem do ser enquanto ser. /sse ser% o &o!o prin!ipal do estudo, *% que, segundo o pensador, 2 a angústia ontol#gi!a que possibilita ao dasein entrar em !ontato !om o ser-a". 6 determinante para o es!lare!imento da angústia ontol#gi!a !omo um modo de ser privilegiado apresentar os !aminhos e !onsequ)n!ias que o dasein pode seguir ao en&rentar esse

Immanuel. . por permitir ao dasein o entendimento do seu modo de ser e possibilitar o ser humano a viver autenti!amente. 1assa. ele toma !ons!i)n!ia do verdadeiro modo de ser e sua verdadeira ligação !om o mundo e o mundo !om ele. tamb2m. H/I4/--/0. ele passa a atuar em um mundo irreal. A ideia da &enomenologia. uma &orma de angústia rara devido 9 !otidianidade te!ni!ista. seguindo a vontade do seu ser. Martin. . A morte s# e(iste quando não h% mais e(ist)n!ia.as !on!lusCes. =m mundo !oordenado pela moralidade e legalidade que não re&lete a sua vontade de ser.para a autenti!idade. /dmund. então. que sua e(ist)n!ia ter% um &im. dasein 2 despertado para a realidade que 2 um ser &inito. /sse &im. passa a !ompreender o !ar%ter temporal do ser e. o dasein abre-se ao mundo e possibilita o !ontato !om o seu modo de ser verdadeiro. o que o levar% a um modo de vida aut)nti!o. assumindo-se. +om isso. 2 despertado para a morte. +on!eito de Angústia. S. . A verdadeira angústia desperta a morte !omo o &en'meno temporal mais signi&i!ativo na e(ist)n!ia humana. que o dasein tome !ons!i)n!ia da &initude de sua e(ist)n!ia. 9 e(ist)n!ia. o seu verdadeiro sentido e o !olo!a em !ontato !om o ser-a". Soren. >B8. H=SS/0F. !hegaremos a outro !on!eito importante na &iloso&ia de Heidegger3 o S/0-1A0A-A-M 0T/. p. que perten!e ao poder-ser.na qual ele vive . / essa !ons!i)n!ia de que se 2 umser-para-a-morte leva o daseina questionar todo o seu ser. a entender que a morte 2 mais um &en'meno da pr#pria e(ist)n!ia e não o &im dela. h% uma distração do dasein para aquilo que realmente ele 2 e. u se*a. assim. GI/0G/--A04. o dasein trans&orma a angústia ontol#gi!a em angústia 'nti!a ao lhe determinar uma !ausa. pois 2 pre!iso !ompreender que a morte não 2 o &im &"si!o da vida. E0/=4. !omo um ser-para-a-morte. ao propor viven!iar a angústia ontol#gi!a. o pensador apresenta ao dasein uma nova &orma de e(ist)n!ia que o levar% a sair da inautenti!idade . 0e&er)n!ias Dibliogr%&i!as3 E0/=4.o !aso de abraçar a angústia ontol#gi!a 7o nada. H/I4/--/0. Euturo de =ma Ilusão Mal-/star da +ivili<ação +aminho da Finguagem. o va<io8. portanto não pode ser sentida. o nada. S. +onstantemente. 1ois quando odasein viven!ia a plenitude da angústia ontol#gi!a. seguindo a sua vontade de ser. isto 2. o trabalho apresentar% o viven!iar da angústia ontol#gi!a !omo uma importante ação terap)uti!a. A angústia ontol#gi!a permitir%. Martin. assim. Aolume II. Ser e Tempo. 1assa a assumir !ontratos so!iais. GA. então. +r"ti!a da 0a<ão 1ura. Heidegger a&irma em sua obra Ser e Tempo3 $o &im do ser-no-mundo 2 a morte. /.T.esse !aso. . Mas a morte não 2 apresentada pelo pensador !omo algo negativo. então. limita e determina a totalidade !ada ve< mais poss"vel do 4asein$ 7>?@?a.va<io.

ser e o ..=.ean-1aul. .ada. Aontade de 1ot)n!ia. . Denedito. SA0T0/. Eriedri!h. ./S. Heidegger e Ser e Tempo.I/THS+H/.