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Cabeamento Estruturado As redes mais populares utilizam a arquitetura Ethernet usando cabo par trançado sem blindagem (UTP). Nessa arquitetura, há a necessidade de um dispositivo concentrador, tipicamente um Switch ou HUB para fazer a conexão entre os computadores. Em redes pequenas, o cabeamento não é um ponto que atrapalhe o dia-a-dia da empresa, já que apenas um ou dois hubs são necessários para interligar todos os micros. Entretanto, em redes médias e grandes a quantidade de cabos e o gerenciamento dessas conexões podem atrapalhar o dia-a-dia da empresa. A simples conexão de um novo micro na rede pode significar horas e horas de trabalho (passando cabos e tentando achar uma porta livre em um Switch).

Switch ou HUB

É fornecer ao ambiente de trabalho um sistema de cabeamento que facilite a instalação e remoção de equipamentos, sem muita perda de tempo. Dessa forma, o sistema mais simples de cabeamento estruturado é aquele que provê tomadas RJ45 para os micros da rede em vez de conectarem o hub diretamente aos micros. Podendo haver vários pontos de rede preparados para receberem novas maquinas. Assim, ao trocar um micro de lugar ou na instalação de um novo micro, não haverá a necessidade de se fazer o cabeamento do micro até o hub; este cabeamento já estará feito, agilizando o dia a dia da empresa.

Tomada RJ45

Além do uso de tomadas, o sistema de cabeamento estruturado utiliza um concentrador de cabos chamado Patch Panel, Painel de Conexões. Em vez de os cabos que vêm das tomadas conectarem-se diretamente ao hub, eles são
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conectados ao patch panel. Dessa forma, o patch panel funciona como um grande concentrador de tomadas.

Patch Panel

O patch panel é um sistema passivo, ele não possui nenhum circuito eletrônico. Trata-se somente de um painel contendo conectores. Esse painel é construído com um tamanho padrão, de forma que ele possa ser instalado em um rack.

Um rack

O uso do patch panel facilita enormemente a manutenção de redes médias e grandes. Em redes grandes é comum haver mais de um local contendo patch panel. Assim, as portas dos patch panels não conectam somente os micros da rede, mas também fazem a ligação entre patch panels e outros serviços como Telefonia,
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PABX. topologia. ao contrario de micros e de programas que se tornam obsoletos com certa facilidade.568B . 4 pares de 100 Ohms UTP. cabos. o cabeamento de rede não é algo que fica obsoleto com o passar dos anos. na maioria das vezes vale à pena investir em montar um sistema de cabeamento estruturado. bem como o uso de sistemas proprietários. desempenho)   Comercial Building Telecommunications Cabling Standard. Lógica. Controle de Acesso. colocar uma etiqueta informando onde a porta esta fisicamente instalada. Telefonia) é o projeto do cabeamento da rede. Elas direcionam os fabricantes para um conjunto de soluções próximas. Devemos lembrar sempre que. 2. 4 . a norma mais conhecida para cabeamento estruturado é a ANSI/TIA/EIA 568-A. fruto do trabalho conjunto da TIA (Telecommunications Industry Association) e a EIA (Electronics Industries Association). A tabela abaixo ilustra as normas mais utilizadas no Brasil. este possui uma pequena área para poder rotular cada porta. evitando as constantes alterações de produtos. a essência do cabeamento estruturado (Elétrica. Norma ANSI/TIA/EIA 568-A ANSI/TIA/EIA 569-A ANSI/TIA/EIA 570-A ANSI/TIA/EIA 606 ANSI/TIA/EIA 607 Tema Padrões de Cabeamento Infraestrutura Cabeamento Residencial Administração Aterramento Tabela 1: Normas para cabeamento estruturado. 2. 568B (Cabeamento em edifícios comerciais) . A Tabela 1 contém as normas observadas na instalação de cabeamento estruturado. O cabeamento deve ser projetado sempre pensado na futura expansão da rede e na facilitação de manutenção. isto é. CFTV.1. Cabeamento Backfone.Cabo par trançado sem blindagem.1 (generalidade. Alarmes e etc. Esta norma prevê os conceitos apresentados anteriormente e é complementada por outras normas. Normas e sistemas O cabeamento estruturado segue um conjunto de normas internacionais criadas para fiscalização e controle de todos os dispositivos de uma rede. Para uma melhor organização das portas no patch panel. Dessa forma. Os meios de transmissão reconhecida são: . Com isso. No Brasil.

4 pares 100 Ohms UTP ou SC/TP (Screened Twisted Pair).Cabo óptico Multimodo 50/125 um ou 62.Cabo óptico Monomodo  Cabeamento Horizontal Os meios de transmissão reconhecida são:  Cabo par trançado sem blindagem. 5 .5/125 um ..

que não é recomendado para novas instalações. 6 . 4 pares 100 Ohms ou SC/TP e conector Categoria 5e associado.  Área de Trabalho No mínimo duas tomadas/conectores são necessárias por área de trabalho: . Cabo óptico Multimodo de 2 fibras 50/125 um ou 62.5/125  Cabo par trançado blindado 2 pares 150 Ohms UTP (STP-A).Primeira tomada (obrigatório):  Cabo trançado sem blindagem (UTP).

É permitido um ponto de transição ou consolidação.Cabo par trançado sem blindagem (UTP) 4 pares 100 Ohms ou SC/TP e conector Categoria 5e associado . 7 . Segunda tomada: .Cabo de 2 fibras ópticas 62.5/125 um e/ou 50/125 um e conectores ópticos Conectores ópticos   Cabo STP-A 150 ohms e.

3. 568-B .2. na faixa de frequência de 1 a 250 MHz.  Parâmetros de Desempenho de Transmissão Somente se o canal/enlace seguir os critérios de um desempenho de transmissão especificada pelo TBS-95   Parâmetros de Desempenho de Transmissão para Categorias Não padronizadas 2. * Next * Paradiafonia Categoria 6 (apenas para os cordões de manobra). . Os testes devem ser efetuados no cabo horizontal.3 (Fibras Ópticas) 2. 5e e 6. Todas as outras fibras internas devem suportar um raio de curvatura de 10 vezes o diâmetro externo do cabo sob nenhuma condição de carga e 15 vezes o diâmetro externo sob uma tensão de carga no cabo até o limite avaliado. Cordões de equipamentos devem ter o mesmo desempenho dos patch cords. taps e splices não são permitidos para soluções em UTP. * Perda de Retorno.3.A perda de inserção máxima para todos os tipos de conector é 0. Optical Fiber Cabling Components Standard Este padrão inclui requisitos de transmissão de cabos e componentes de fibras ópticas:  Desempenho de Conectores Ópticos Multimodo e Monomodo: . na conexão de hardware e nos cordões de manobra. 2.  Raio de Curvatura Mínimo e Força de Tensionamento  Os cabos de 2 a 4 fibras utilizadas para cabeamento horizontal devem suport raio de curvatura de 25 mm (1”) sob nenhuma condição de carga.2  Balanced Twisted Pair Cabling Components Inclui os requisitos de melhoria de desempenho para cabos UTP e correspondente conexão de hardware e conectores fêmea categorias 3. A perda de retorno máxima é – 20dB para cabos multímodos e – 26 dB para cabos monomodo.75 dB. desde que igualem ou excedam o mínimo de desempenho exigido. 8 .   Componentes como bridges.As Características a serem testadas são as seguintes: * Perda de Inserção.3. Os requisitos das Categorias 3 e 5e são aprovados pela ANSI/TIA/EIA 568-A e os requisitos da Categoria 6 são valores propostos em drafts contidos em adendos. Cabos para instalação externa devem suportar raio de curvatura de 10 vezes o diâmetro do cabo sob nenhuma condição de carga e 20 vezes o diâmetro externo quando se trata de tensão de carga no cabo até o limite avaliado.  Os cabos de 2 a 4 fibras para serem lançados através do caminho horizontal durante a instalação devem suportar raio de curvatura. Tomadas adicionais são permitidas. 568-b .

.No mínimo 2 tomadas de telecomunicações por área de trabalho deverão estar disponíveis.O comprimento máximo do duto entre curvas ou caixas de passagem é de 30 metros. . se a eletricidade for um dos serviços ser mantida.Os dutos deverão ser desenhados para acomodação de todos os tipos de cabos de telecomunicação (voz. 2. etc. dados. .). Quando este possuir um diâmetro interno maior do que 50 mm. o raio interno de uma curva deve ser de no mínimo 10 vezes o diâmetro interno do duto. . para facilitar o roteamento de cabos horizontais. imagem.O raio interno de uma curva deve ser de no mínimo 6 vezes o diâmetro do duto. 75 mm de altura e 64 mm de profundidade. . Projeto/ Infraestrutura  569A (espaços e caminhos) É dividida nos seguintes subsistemas:  Área de trabalho. . e na prática evite lances com mais de duas curvas de 90 graus.A posição das 2 fibras no conector e adaptador 568 SC devem ser referenciadas como posição A e posição B.. .  Conectores 568SC: . Portanto deverão ter capacidade para acomodação de 3 cabos UTP/STP com dimensões mínimas de ¾”. . .  Conectores SFF (Small Form Factor) .Utilize no mínimo dutos de 1”.O conector e adaptador Multímodo deve ser bege. . .A tomada ou outlet de telecomunicação presente na Work Area é o ponto no qual o equipamento do usuário final se conecta ao sistema de distribuição de telecomunicação. . .Pode ser usado em cross connect horizontal intermediário e principal.  Sala ou armário de telecomunicações.O TR não deverá ser suportado por teto falso. . Para cabos de F.Os dutos deverão ser dimensionados considerando que cada estação de trabalho é servida por até 3(três) equipamentos (cabos) e cada Work Area ocupa 10m2 de espaço útil.O.A iluminação do TR deverá possuir no mínimo de 540 LUX. 9  . pontos de consolidação e áreas de trabalho.Espaço onde os usuários utilizam os recursos de telecomunicação.Utilizar dutos particionados.Cabos para instalação externa devem atender um mínimo de 2670 N de força de tensão.A integridade de todos os elementos (fire-stopping) deverá ser mantida.4.No mínimo uma parede coberta com madeiras que permitam a fixação de hardwares de conexão.O conector e adaptador Monomodo deve ser azul.Caixas para outlets não deverão ser menores do que 50 mm de largura.  Percursos horizontais. . o raio interno da curva deverá ser de no mínimo 10 vezes o diâmetro interno do duto. .

. todos os edifícios identificados no projeto deverão ter seus respectivos desenhos com a infraestrutura de telecomunicação totalmente desenvolvida. .O eletroduto de entrada deve ser de no mínimo 4” ou 100 mm para cada 5000m2 de área útil servida  Sala de equipamentos. . . .Para as áreas menores do que 100m2 utilizar gabinetes de parede.Para a interligação de salas de Telecomunicações dentro do mesmo pavimento.Os caminhos destinados a atender ao backfone entre edifícios deverão considerar os requisitos de distância e ambiente para suportar os diversos tipos de cabos.As tomadas de força deveriam ser colocadas nas paredes.Quando os telecommunication room não estiverem colocados verticalmente.Um eletroduto de no mínimo 1 ½” deverá estar disponível para interligação do Equipment Room ao ponto central de aterramento do edifício.Os caminhos de distribuição de backfone interno devem estar configurados na topologia estrela. deverão ser providos dutos interligando-os. utilizar gabinetes tipo armários (racks). . . . . . . 2m para até 500m 2. além dos ocupados. incluindo os dutos entre os edifícios.Sua dimensão deve ser baseada na área servida. a norma recomenda no mínimo 2 dutos de 4” de reserva.  Percursos verticais.Durante o estágio inicial de planejamento. . .Área de localização que permita expansões futuras e facilidade de movimentação para os equipamentos de grande porte. 8m para 800m2 e 3x3.As dimensões mínimas do TR devem ser de 3x2.07m 2 para cada 10m2 de espaço no Work Area e o tamanho não deverão ser menores do que 14m 2. . .8 metros em alturas conforme definido nas normas da ABNT.Deverá acessar o ponto principal de aterramento do edifício.Não instalar dutos em shafts de elevadores devido a ruídos eletromagnéticos. com 30 a 50% de umidade. . .Para dutos de passagem (sleeves). .Todos os dutos deverão ser protegidos contra fogo.Tamanho mínimo de duas tomadas de força (ex. Se a área estiver entre 100 e 500m2. 3x2.Se a área a ser atendida for maior do que 1000m2 ou o ponto (outlet) for mais distante do que 90m. 01 TR para até 1000m2. 10 .Temperatura e umidade controlada na faixa de 18 a 24 graus centigrados. .A área da sala de equipamentos ou SEQ deverá prover 0. em intervalos máximos de 1. 20 A – 120 V e/ou 13 A – 220 V) deverá estar disponível a partir de circuitos elétricos dedicados.. 4m para até 1000m2. .Suportes para cabos de Backfone do tipo gancho ou anel deverão suportar no máximo 50 cabos de 4 pares ou equivalentes em peso (UTP/STP ou fibras ópticas). ou seja. TR adicionais devem ser considerados.

 Instalações de entrada. etc. .  Informações gerenciais como instrumento de gestão e administração.  TGB (Telecommunication Ground Busbar).  Link Horizontal.  Classe 1: É direcionada para as necessidades de infraestruturas que são servidas por apenas uma Sala de Equipamentos (ER). Salas de Telecom. os quais possuem informações relevantes e que farão parte da estrutura dos registros.Fire-stopping (Proteção contra fogo) Para suportar a administração de todos os componentes é necessário que um conjunto de procedimentos seja estabelecido e considere:  A designação de identificadores (códigos) a todos os componentes da infraestrutura. 2. 606-A – Classes de Administração Quatro classes de administração são especificadas nesta norma e existem para acomodar a complexidade presente na infraestrutura a de telecomunicações.  TMGB (Telecommunication Main Ground Busbar). Facilidades de Entrada.Sistema de Aterramento de Telecomunicações .  A especificação dos elementos.6.5. Na Classe 1 os identificadores necessários estão relacionados com:  Espaço de Telecomunicações.  A emissão de relatórios contendo informações que suportem as operações e que apoiem a tomada de decisões que afetam a infraestrutura.Sistema de Backfone .Espaço de Telecomunicações (ex.). 2. 11 . 606-A (Administração do cabeamento) Os principais elementos de uma infraestrutura de telecomunicações genéricas para qual esta norma especifica como uns sistemas de administração são: .Cabeamento Horizontal .

Na Classe 4 os identificadores necessários estão relacionados com:  Identificadores requeridos na Classe 3. Identificação em cores 12 .  Registros dos caminhos (pathways) interelacionados com os demais registros incluindo aqueles utilizados na planta externa são altamente recomendados.  Registro do Edifício.  Registros dos caminhos (pathways) interelacionados com os demais registros.  Classe 3: é direcionada para as necessidades de infraestruturas distribuídas entre vários edifícios (Campus) e inclui os elementos da planta externa.  Localização do Fire-stopping.  Pares dos cabos de backfone ou fibra óptica.  Classe 4: é direcionada para as necessidades de infraestruturas distribuídas entre vários Campus (multi-sites).  Registro do Backfone Externo (backfone interbuilding).  Pares dos cabos de backfone ou fibra óptica. sendo recomendada a administração de caminhos e espaços de telecomunicação.  Registro dos Campus e dos Edifícios. Na Classe 3 os identificadores necessários estão relacionados com:  Identificadores requeridos na Classe 2. Na Classe 2 os identificadores necessários estão relacionados com:  Identificadores requeridos na Classe 1.  Backfone Interno (backfone intrabuilding). Classe 2: Provê esquema de administração para infraestruturas de telecomunicações e comporta a necessidade de informações para o único edifício contendo um ER e uma ou mais Salas de Telecomunicações (TR).

pois em qualquer loja de informática existe esse cabo para venda. O scanner está programado para realizar todos os testes requeridos pelas normas (ANSI/EIA/TIA ou ISO/IEC) e compará-los aos valores padrões. Todas as conexões ópticas também devem ser testadas.1. 3. A sua baixa imunidade à interferência eletromagnética. Testes de Certificação Essa modalidade é a mais básica das certificações. Opcionalmente. Também é importante que os testes sejam realizados de acordo com a categoria do cabeamento instalado. Para cada ponto testado é gerada uma página de relatório que detalha o resultado da análise e exibe um status. A atenuação aumenta diretamente com o comprimento do cabo e a frequência. Vantagens  Preço. podem-se realizar testes com OTDR. que pode ser "PASSA" ou "FALHA". Desvantagens  Comprimento. não incluindo a conexão de equipamentos.  Facilidade. que irão documentar fielmente a instalação. para se testar todos os pontos instalados da rede.  Velocidade. chamado de cable scanner. sendo fator preocupante em ambientes industriais. utilizando na construção do par um fio com bitola maior. ele pode ser facilmente passado por dentro de conduítes embutidos em paredes. Sua principal desvantagem é o limite de comprimento do cabo que é de aproximadamente 100 metros por trecho. Atualmente esse cabo trabalha com uma taxa de transferência de 100 Mbps.  Interferência. e se tratando de perda de sinal. 13 . e se tratando de cabeamento de rede. Como ele é bastante flexível. o mesmo terá uma atenuação menor que um condutor de mesmo comprimento com bitola mais fina. 2. Mesma com a obrigação da utilização de outros equipamentos na rede. a relação custo beneficia se torna positiva. medido em dB.6. é expressa em valor negativo. deve ser entregue como parte da documentação. Consiste em utilizar um aparelho. Certificações Usualmente a amplitude do sinal eletromagnético diminui à medida que se propaga através de um meio. ou seja. Definições e Acrônimos & Abreviações encontrado na norma EIA/TIA-568-A e são descritos a seguir: Canal: meio de transmissão fim a fim entre dois pontos no qual existem equipamentos de aplicações específicos conectados. A atenuação no cabo está diretamente relacionada com a bitola do fio. ou até mesmo para o próprio usuário confeccionar os cabos. Os valores limites de atenuação permitidos por norma.6. Link: meio de transmissão entre dois pontos. É muito desejável que 100% dos pontos testados exibam o status "PASSA". De nada adianta testarmos um cabeamento Categoria 6 utilizando o scanner configurado para teste em Categoria 5e. Ela é medida em decibéis (dB). O teste requerido por norma é o de atenuação óptica.2. feito com um conjunto Power Meter & Fonte de Luz. Segundo a ANSI/EIA/TIA.  Flexibilidade. é um teste obrigatório em toda instalação de cabeamento. procede da mesma forma. A facilidade com que se podem adquirir os cabos.2. O resultado da perda óptica de cada link de fibra.

Certificação de obra Esse tipo de certificação é o mais completo. servidores e ativos de rede são conectados a ele por Patch Cords. Switches É o concentrador da rede. há ainda as versões modulares que podem ultrapassar 400 portas. com prazos que variam de 15 a 25 anos.  Todas as práticas de projeto e instalação do fabricante foram seguidas.  Vistoria à obra realizada por um auditor independente que irá atestar que a solução implantada segue as recomendações das normas pertinentes e do fabricante envolvido.  Todos os materiais utilizados são fabricados pelo fornecedor escolhido. que não precisa pagar nada a mais por ela. A certificação de obra não é obrigatória.para comprovar a procedência dos materiais. passando pelo distribuidor e pelo integrador.impressa ou em mídia . 8. 12. Uma obra certificada desta maneira recebe uma garantia estendida do fabricante. antes mesmo delas serem implantadas. mas também as aplicações que serão suportadas pela infraestrutura de cabeamento. Toda a cadeia de fornecimento torna-se ciente da obra. estabelecendo um elo entre o cliente final e o fabricante. para que uma obra seja certificada.Exija de seu instalador uma cópia . que a reconhece como legítima e confere o seu selo de garantia de desempenho. garantindo o desempenho e a compatibilidade. mas muito desejável do ponto de vista do cliente final. Além disso. Guarde esses testes para posterior consulta caso seja detectada alguma falha. memorial descritivo. o distribuidor e o fabricante da solução de cabeamento. Para esse tipo de certificação ser possível. todos os usuários. a qual deverá cobrir não apenas os materiais e a mão de obra envolvida. garantindo a qualidade do projeto e da instalação. O auditor deve ser credenciado pelo fabricante em questão e deve possuir sólidos conhecimentos na área de cabeamento estruturado. pois demonstram que o desempenho do cabeamento corresponde ao esperado. A certificação de obra vai além. 14 .de todos os testes realizados após a finalização da obra. pois abrange todo um procedimento especial. testes de certificação. São encontrados com 4. Os testes de certificação são primordiais. todos os produtos de cabeamento da instalação devem ser fornecidos pelo mesmo fabricante. Podemos perceber que os dois tipos de certificações são importantes. Geralmente o procedimento de certificação de obra inclui:  Geração de uma documentação completa da obra que inclui plantas. formulários e até mesmo cópias das Notas Fiscais de compra . Os testes ópticos poderão ser utilizados para sabermos se novas aplicações são compatíveis com a nossa infraestrutura. Se a obra for certificada. que pode envolver o integrador.  O instalador contratado é reconhecido pelo fabricante e está em dia com seus treinamentos. você terá certeza de que:  Todas as normas nacionais e internacionais aplicáveis forma cumpridas. a mesma deve ser instalada por um integrador credenciado pelo fabricante e que esteja em dia com os treinamentos do fabricante. 4. 24 e 48 portas na versão mais simples. 16.

000 ou 10.000 Mbps). criando um conjunto de redes de sobreposição. Normalmente é enviada pelo cliente uma planta baixa do local com escala para cálculo da metragem dos cabos e quantidade de usuários. Espelhos. Patch Panels e o tamanho necessário do Rack de Telecomunicações. em uma das linhas. ele direciona o pacote para a rede de próxima em sua viagem. Em seguida. 100. portanto o roteador é tipicamente um dispositivo da camada 3 do Modelo OSI. Os roteadores são os responsáveis pelo "tráfego" na Internet. 5. Com essas informações. o roteador lê a informação de endereço no pacote para determinar o seu destino final. Podem ser gerenciáveis ou não gerenciáveis. é possível determinar quantos metros de cabo UTP. RJ45 Fêmea. Switches Simples Switches Modular Projeto de Cabeamento de Rede: Um Projeto de Cabeamento de Rede consiste em dimensionar e calcular a quantidade de cabeamento e acessórios de rede para implantação da mesma. E.Trafegam nas mais diversas velocidades (10. 15 . Um roteador é conectado a duas ou mais linhas de dados de redes diferentes. usando a informação na sua política tabela de roteamento ou encaminhamento. Um pacote de dados é normalmente encaminhado de um roteador para outro através das redes que constituem a internet work até atingir o nó destino. 1. Roteadores É um dispositivo que encaminha pacotes de dados entre redes de computadores. quantidade de Switches. Patch Cords. Quando um pacote de dados chega.

entretanto. Uma queda de tensão na rede elétrica pode causar apenas uma leve oscilação na iluminação. O administrador pode fazer a configuração estática das rotas para a propagação dos pacotes ou pode configurar o roteador para que este atualize sua tabela de rotas através de processos dinâmicos e automáticos. atribuindo e controlando métricas de roteamento. em um provedor de acesso) é chamado um roteador núcleo.1. e geralmente transmitem o sinal de internet através de conectividade sem fio e 4 cabos banda larga.Funcionamento Os roteadores mais modernos necessitam de um cabo de banda larga ligado a um modem como entrada. se não for encarado corretamente. o conhecimento das rotas será automaticamente atualizado sempre que novas informações forem recebidas através da rede. os equipamentos dedicados ao roteamento são atualmente bastante especializados. a mesma queda de energia pode ser devastadora para os dados e para o hardware de rede. Os roteadores encaminham os pacotes baseando-se nas informações contidas na tabela de roteamento. Essa atualização é feita com a troca de informações entre roteadores vizinhos em uma rede. 6. toda vez que houver alteração na rede que possa vir a afetar essa rota. microcomputadores eram usados para fornecer roteamento. Roteadores modernos de grande porte assemelham-se a centrais telefônicas. Depois que o administrador fizer a configuração através de comandos para iniciar o roteamento dinâmico. o administrador deve refazer a configuração manualmente. Protocolos de roteamento Tipos Entre meados da década de 1970 e a década de 1980. Um 16 . O problema de configurar rotas estáticas é que. geram perda de dados. 6. Ruído elétrico O ruído está sempre presente nas edificações. todos os pontos de rede conectados pertencem à mesma rede. e o uso de hack também pode afetar geralmente com hardware extra para acelerar suas funções como envio de pacotes e encriptação IPsec. Eles utilizam tabelas de rotas para decidir sobre o encaminhamento de cada pacote de dados recebido. em consequência. especificando os endereços e domínios de roteamento. Um roteador é usado normalmente para conectar pelo menos duas redes de computadores. poderá causar problemas sérios para a rede de computadores. Já a obtenção de rotas dinamicamente é diferente. cujas tecnologias atualmente estão sendo convergidas. mas existe uma variação especial usada para encaminhar pacotes em uma VLAN. Rede elétrica Os problemas de energia elétrica são as maiores causas de falhas nas redes de computadores e. e que no futuro os roteadores podem até mesmo substituir por completo. Eles preenchem e fazem a manutenção dessas tabelas executando processos e protocolos de atualização de rotas. Nesse caso. Apesar de computadores pessoais poderem ser usados como roteadores. Um roteador que conecta um cliente à Internet é chamado roteador de ponta. Um roteador que serve exclusivamente para transmitir dados entre outros roteadores (por exemplo.

tais como raios. Esse problema é muito comum. 17 . Aterramento físico. suas características e eficácia devem satisfazer às prescrições de segurança pessoal e funcional da instalação. Podem ser causados por diversos fatores. Uma queda de voltagem pode drenar a energia que um computador necessita para funcionar e causar o congelamento do sistema. 7. motores. evitando que as portas lógicas detectem o início e o fim das transmissões de dados. segurança para seus usuários. panes inesperadas resultando na perda de dados. transmissores. Oscilações e ruído São conhecidos como interferência eletromagnética (EMI) e interferência de rádio frequência (RFI). cada.ruído elétrico vindo de um monitor de vídeo ou de uma unidade de disco pode ser suficiente para gerar erros em uma rede local de computadores.2. 8. 6. Aterramento 7. 6. Estas tomadas contêm um ou dois conectores RJ-45.2. Isto ocorre pela adição de voltagens indesejadas aos sinais de dados. equipamentos industriais. pois se trata de um item de segurança para a rede elétrica e. Aterramento elétrico Todo equipamento eletrônico necessita de um sistema adequado de proteção. Cabeamento Residencial Uma instalação típica de cabeamento estruturado consiste em tomadas para o usuário com conectores do tipo RJ-45. Finalidade do aterramento É evitar que as estruturas metálicas expostas dos equipamentos eletrônicos se energizem com uma voltagem de risco para os usuários. arquivos corrompidos ou parte do hardware do computador. Também conhecidos como queda e aumento de voltagem essas variações dos níveis de voltagem ocorrem por curto período de tempo. o que pode ocorrer devido a uma falha interna do dispositivo. O ruído elétrico quebra a suavidade da onda senoidal esperada para a energia elétrica. principalmente. Subtensões e sobretensões. montadas na parede ou ainda em caixas no piso. podendo ser intermitentes ou constantes. Ele é um item obrigatório nos projetos de redes de computadores.1.3. 7. O aterramento físico consiste em interligar a carcaça metálica de equipamento a um ponto de potencial de zero volt. O aterramento da rede elétrica é um item que deve ser observado com extrema atenção.

Se necessário. pois quando mudanças são feitas no layout. e também prevê a implementação de tecnologias futuras. vídeo. As colunas frias estão posicionadas na parte frontal dos racks e gabinetes e as colunas quentes na parte traseira.Cada cabo vindo dessas tomadas para o usuário é então trazido para o modem ou roteador usando cabos de quatro pares de fios trançados (cabeamento horizontal).1. Cabeamento para Datacenters Os Racks e gabinetes devem ser instalados em linha e de maneira alternada formando linhas onde eles estejam posicionados de maneira frontal e reversa. utilizando-se do mesmo cabo para transportar várias tecnologias de comunicação ao mesmo tempo. assim serão criadas colunas quentes e frias. sem necessidade de mudar o cabeamento.  Vida Útil: o cabeamento tipicamente possui a maior expectativa de vida numa rede. 9. Isso permite maior flexibilidade. podendo estes cabos ser UTP ou STP. rede. o serviço provido para as tomadas correspondentes pode ser mudado bastando configurar os patch-cords devidos no painel.  Facilidade de Administração: as mudanças de aplicações. não é preciso re-cabear o recinto. O cabeamento estruturado permite a maximização dessa vida útil. Na maioria dos casos. ao invés de focar na posição final do usuário. em torno de 15 anos. um adaptador é usado na tomada para converter ou compatibilizar o serviço. A filosofia de "floodwiring" consiste em instalar tomadas no recinto de acordo com uma densidade. usam-se cabos Categoria 5e para o cabeamento horizontal. Vantagens e Benefícios Podem-se citar alguns benefícios proporcionados pela utilização de cabeamento estruturado. manutenção e expansão são feitas por simples trocas de patch-cords ou instalação de poucos equipamentos adicionais. ou área do recinto. em lugar de cabeamento convencional:  Flexibilidade: permite mudanças de layout e aplicações. sejam voz. no cabo horizontal trafegam todos os serviços. Se os requerimentos de uso mudar. diferentes das utilizadas no período da instalação. controle ou outras aplicações. Todos os racks e gabinetes devem ser identificados na parte frontal e traseira. 8. No sistema de cabeamento estruturado. Para as salas com 18 .

Backbone: No Backbone podem ser instalados cabos de fibra óptica ou cabos metálicos. os cabos ópticos devem estar por cima dos cabos de cobre. se pode utilizar cabo com fibras ópticas monomodo (SM) ou multímodo (MM) e na opção metálica é recomendado o uso mínimo de Categoria 6. onde também não deve ser menor que 150 mm de profundidade. Além do desempenho de transmissão é importante observar também o grau de propagação a chama (flamabilidade) que todo cabo possui. Conneting hardwares. que são pontos de entrada para erros e perdas de bits em altas velocidades de transmissão. Em fibra óptica. seguem abaixo algumas possíveis tecnologias que podem ser aplicadas por nossos projetistas e instaladores credenciados em projetos de Data Center. Infraestrutura para o caminho do cabo: Primeiramente. Os cabos de fibra óptica e os cabos metálicos devem ter caminhos distintos para facilitar a administração. A separação dos cabos de telecomunicação e de energia deve seguir as normas vigentes do país quanto à separação física. deve-se suportar taxas de transmissão de 1Gbps/10Gbps para distâncias de até 100 metros. Cabos Metálicos: A norma indica para o uso de cabos metálicos. recomendado 300 mm. Para a segurança das informações é importante que o público e usuários não tenham acesso às calhas e dutos de passagem da Data Center. Para suporte a taxas de 10Gbps ou superiores é recomendado a utilização de cabeamento blindado (F/UTP). É importante considerar a escolha de um cabo que suporte as novas tecnologias e serviços futuros e não somente o cumprimento da demanda atual da rede. tem um melhor desempenho para transmissões a 10Gb até 100 Metros.1. Equipment cords e Zone Area cords devem atender os requisitos das normas EIA/TIA 568B-2 e EIA/TIA 568 B.10). deve-se considerar a emissão de gases tóxicos e o grau de fumaça emitido pelos cabos. de múltiplas camadas (layers) e o piso deve ter pelo menos 150 mm de profundidade. Piso Elevado: O cabeamento instalado em pisos elevados deve ter bandejas ventiladas. Teto Falso ou Forro: Também dever prover o cabeamento por bandejas ventiladas em múltiplas camadas. as Datas Centers devem atender aos requisitos da norma TIA-569-B como um edifício comercial qualquer. O uso de cabos de Categoria 5e não é recomendado para um Data Center porque é uma tecnologia antiga e sua taxa de transmissão é mais limitada. Os Cabos. são eliminados/minimizados com a blindagem. Nos Estados Unidos é recomendado o atendimento a NFPA-70 / 569-B adjunto C.3. Recomenda-se o uso de cabos com um grau de flamabilidade CM para as áreas de cabeamento em que não se ultrapassa mais de um piso. cada rack deve ter uma identificação baseada em coordenadas linha x coluna do piso (600 x 600 mm). pois as interferências eletromagnéticas. Tecnologias Aplicáveis Para a instalação e execução de um novo Data Center. Para redes já existentes onde se pretende aproveitar o cabeamento para a conexão de alguns links a 10Gbps e de acordo com o boletim técnico TSB155 da EIA/TIA568B. A nova categoria de cabling metálico (EIA/TIA 568B-2. além disso. denominada Categoria 6A.piso elevado. se recomenda também que 19 . a Categoria 6 ou superior. Patch cords. minimizar danos aos cabos de menores diâmetros e se possível. 9. Cabeamento Horizontal: As tecnologias aplicadas podem ser seguidas por fibra óptica o par metálico.

Para reduzir o tempo de instalação e a ocupação de espaços físicos.os cabos sejam do tipo LSZH (Low Smoke Zero Halogen – Baixa Emissão de Fumaça e Baixa Emissão de Gases Halogêneos). para que se evite a intoxicação de pessoas e danos aos equipamentos presentes no ambiente. é recomendada a utilização de cabos ópticos de construção flat (“ribbon fiber”) juntamente com produtos pré-conectorizados com conectores MPO (“Multi-fiber Push On”). em frequências elevadas. falhas em software. tais como degradação de desempenho. pois este tipo de fibra tem características de atenuação e desempenho superiores que as fibras convencionais suportando enlaces de até 550 metros com taxa de transmissão de 10GB. que desapareceria frente a testes em um ambiente real onde objetos metálicos próximos ao cabo poderiam causar desbalanceamento nas linhas de transmissão. outros parâmetros poderiam variar do ambiente de teste 20 . Caso os sinais sejam perfeitamente balanceados. já que a fiação utilizada nos teste nunca é exatamente igual à utilizada no mundo real.801). A fim de suprimir as emissões de EMI. Isto é particularmente verdadeiros para cabos UTP -. os condutores se aproximam ainda mais do comportamento de uma antena. Cabos UTP fornecidos por fabricantes interessados em conseguir o selo de conformidade do CEC podem possuir um balanceamento perfeito para a extensão testada.Electromagnetic Interference) gerada pelos equipamentos elétricos está acabando com os planos dos projetistas de redes de instalar cabos UTP que acomodem tráfego LAN de alta velocidade. O maior problema levantado pelas novas regulamentações que entraram em vigor no início de 1996 diz respeito ao par trançado não blindado Categoria 5. nem sempre a aquisição de equipamentos aprovados para um determinado tipo de cabo garante emissões de EMI abaixo do permitido. Proteção ao EMI Uma nova diretiva cujo objetivo é estabelecer um padrão europeu único para controle de interferência eletromagnética (EMI -. pesquisas concluíram que as emissões de EMI da maioria dos equipamentos elétricos estão bem abaixo de níveis que poderiam ser considerados prejudiciais à saúde. a norma ANSI/TIA 942 indica o uso de cabos com fibras ópticas multímodo otimizadas a laser tipo MM 50μm OM3 (ISO/IEC 11. estes cabos utilizam somente o efeito de cancelamento balanceado no quais sinais de polaridade oposta são enviados pelo cabo. Em geral. 10. Para a utilização de fibras multímoda.cabos compostos de 4 pares trançados de fios de cobre com impedância característica de 100 Ohms. Cabos Ópticos: Podem ser monomodo ou multímodo. sejam eles finos filamentos em uma placa de circuito ou extensões de cabos. que surgira até então como o meio de transmissão de mais baixo custo capaz de comportar tráfego de alta velocidade como Fast Ethernet ou ATM. Quando a emissão de EMI ultrapassa determinados limites ela pode causar uma série de problemas que nunca são notados de imediato. o que explica porque os problemas de emissão de EMI se agravam em redes que operam em altas velocidades. corrupção de dados. Cada parte de um equipamento eletricamente carregado transmite e recebe EMI porque todos os condutores têm a potencialidade de agir como antenas de rádio. no entanto que. protegidos por um revestimento de PVC. No entanto. Deve-se observar. apesar de indesejável. Para a interligação de diversos pisos (mais de 1) é recomendado à utilização de cabos CMR (Riser). eles se cancelam mutuamente eliminando a tendência do cabo de agir como uma antena de rádio. Além disso.

Derfler. incluindo projeto. 11. Por fim. o hardware do seu PC geralmente tem uma vida útil de 5 anos. 21 . Jr. Outra estatística diz que em torno de 40% dos funcionários de uma empresa mudam de lugar uma vez por ano. Estatísticas Atualmente. uma má instalação dos cabos também poderia provocar futuras perturbações no balanceamento e criar níveis mais altos de EMI.para o mundo real. No entanto. você terá que viver 15 anos ou mais com seu cabeamento de rede” (Frank J. tais como conectores e comprimento do cabo. cerca de 70% dos problemas que acontecem em uma rede de computação deve-se a problemas do cabeamento. E os custos para implantação completa de uma rede de computação estão aproximadamente divididos da seguinte forma: 32% para as estações de trabalho8% para o hardware de rede 54% para o software 6% para o cabeamento. e de acordo com pesquisas. E Les Freed). “Os softwares costumam passar por uma evolução a cada 2 ou 3 anos.

CONCLUSÃO DO GRUPO 22 .