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Fraser lutas por reconhecimento apartadas de lutas por redistribuição: deacoplamento entre política cultural e política social – dissociação se tornando polarização. Fraser ataca a questão, anunciando ser uma falsa antitese – justiça exige tanto redistribuição quanto o reconhecimento mas como combin !las" #spectos emancipat$rias de ambas as abordagens precisam ser combinados nada simples, questão fisol$fica difícil: diz respeito % dificuldade de integrar a justiça e a boa &ida. 'aradigmas da justiça, normalmente associados % noção de moralidade, podem lidar com dimens(es da diferença, ou ) necess rio &oltar!se % )tica" *acredita!se que as normas de justiça sejam uni&ersalmente &inculantes, e que se mant)m independentemente dos &alores subjeti&os. + reconhecimento, ao contr rio, depende de um contexto preciso, *anulando, a dimensão abrangente e instrumental do uni&ersalismo moral. '--.: par grafo / fraser: tenta unir – pata tal, rompe com o modelo de *identidade, do reconhecimento. 0este modelo, o que exige reconhecimento ) a identidade cultural de cada grupo. 1xige que o grupo crie uma identidade coleti&a que justifique o sentido de auto!afirmação. 1ste modelo de identidade ) problem tico, porque ao interpretar o não!reconhecimento como uma identidade defeituosa, enfatiza!se a estrutura psíquica sobre as instituiç(es e interaç(es sociais. 2gualmente, imp(e aos membros do grupo uma pressão moral indi&idual para se conformarem % cultura do grupo. !possibilidades de uma identidade drasticamente simplificada. #l)m disso, o modelo materializa a cultura 3in)rcia4 e ignora fluxos transculturais, com fronteiras muito nítidas. !formas repressi&as de comunitarismo. 'roposta da fraser: tratar o reconhecimento como uma questão de status – o que exige o reconhecimento não ) a identidade do grupo, mas o status dos membros do grupo como parceiros plenos na interação social. 0ão!reconhecimento significa a subordinação social – impedimento do sujeito em participar como membro ati&o da interação social. 5uperar subordinação – reconhecimento recíproco e igualdade de status. 6odelo e&ita essencializar as identidades. 7aloriza a interação transgrupal 8uem, como 9ant, defende uma ética deontológica, julga que a nossa prioridade enquanto agentes morais ) e&itar realizar certos tipos de actos : ou, como dizem alguns deontologistas, respeitar certos direitos. ética deontológica 8uem defende uma )tica deontol$gica, por oposição a quem defende uma ética consequencialista, pensa que agir moralmente não ) apenas uma questão de produzir bons resultados e e&itar maus resultados. +s deontologistas defendem que temos de&eres que nos obrigam a não realizar certos tipos de actos, de tal maneira que não podemos realiz !los mesmo quando a sua realização permitiria e&itar um mal maior. #firmam, por exemplo, que temos o de&er de não matar pessoas inocentes, querendo dizer com isso que ) errado matar uma pessoa inocente mesmo que mat !la seja a ;nica maneira de impedir que algu)m mate & rias pessoas inocentes. Ver dever, direitos, imperativo categórico. '< p--=: quatro quest(es para determinar a relação entre reconhecimento e redistribuição discutindo com ta>lor e honneth: ao in&)s de situar o reconhecimento na dimensão da )tica, fraser coloca na dimensão da justiça: em &ez de dizer!se que o não!reconhecimento acarreta imposiç(es subjeti&as de não realização pelan da subjeti&idade, fraser afirma que *) injusto que a alguns indi&íduos e grupos sejam negados o status de parceiros plenos na interação social, em função dos padr(es instituiç(es cuja construção menospreza suas características particulares. ! ) uma &iolação % justiça. 'luralismo de &alor: nenhuma concepção de boa &ida pode ser dominante. 6odelo de justiça aceito por aqueles que t?m diferentes noç(es do que implica a boa &ida. +utro &alor: coloca o injusto nas relaç(es sociais, não na interpressoalidade. 2mpedimento da participação na interação social – implica em injustiças distributi&as e&ita a psicologização. 6odelo de status: não!reconhecimento ) uma questão de obst culos nexternamente manifestos, moralmente indefens &eis, quer corrompam ou não a subjeti&idade dos oprimidos tratat como questão de justiça: direitos iguais para todos exercerem a estima social. 8ual a relação do reconhecimento – tratado como questão de justiça – % redistribuição" 0em todo o não!reconhecimento ) subproduto da m distribuição p-@. a teoria da justiça de&e ir al)m dos padr(es de &alor cultural para examinar a estrutura do capitalismo. Aistribuição e reconhecimento como dimens(es distintas e mutuamente não redutí&eis da justiça paridade: duas condiç(es: - condição objeti&a: distribuição dos recursos materiais de&e ser tal que assegure a independ?ncia da fala. @ condição intersubjeti&a: padr(es institucionalizados de &alores culturais expressam respeito igual para com todos os participantes. 'aridade participati&a: norma uni&ersalista holston: conhecer as narrati&as da cidade ) quase sempre experimental. #rquitetura e planejamento racional como soluç(es para a crise urbana do capitalismo. 2magin rio do planejamento dificuldades em reconhecer formas na sociedade estranhamento do social na arquitetura e nos m)todos de planejamento condiç(es para o estranhamento: -rejeição do poder redentor do modernismo – fracassos de seu m)todo ut$pico @icapacidade da arquitetura e planejamento de mo&erem!se al)m desta rejeição, pra desen&ol&er uma no&a imaginação social ati&a /preocupção exagerada com o formalismo est)tico desen&ol&er uma imaginação social diferente, que rein&ente os compromissos ati&istas do modernismo – reconhecer espaços de cidadania insurgente insurgente – no&as fontes de cidadania espaço de cidadania insurgente significa no&os formas metropolitanas do social ainda não absor&idas nas &elhas, nem liquidadas. 2nsurgente – etnografia modernista – ut$pica quatro aspectos para a teoria de futuros alternati&os: -baseado n tensão entre condiç(es sociais de exist?ncia e seu oposto imaginado @oposto baseado em causas ausentes / mudar condiç(es objeti&as e subjeti&as modernismo – não inclui entre seus pressuspostos para o planejamento, a ideia de conflito, ambiguidade e indeterminação como incluir o presente etonogr fico no planejamento" Bomprometer planejadores com as formas insurgentes do social introduzem na cidade no&as identidades que perturbam hist$rias estabelecidas contínua rei&enção do social