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Os Brados da Cruz
Erwin W. Lutzer

SUMÁRIO
Contracapa.........................................................................3 Agradecimentos.................................................................4

Prefácio..........................................................................5 Introdução......................................................................8 1. Um brado por perdão............................................... 4 . Um brado de garantia..............................................3! 3. Um brado de compai"ão..........................................53 4. Um brado de ang#stia..............................................$5 5. Um brado de sofrimento..........................................8% $. Um brado de &it'ria.................................................!1 (. Um brado de resignação........................................1%$ )p*+ogo.......................................................................11(

CONTRACAPA
Desta vez, o renomado escritor Erwin Lutzer conduz os leitores à maior e mais empolgante das viagens: ao interior do coração de Jesus. Essa jornada percorre sete momentos singulares na vida de Cristo: suas ltimas palavras na cruz. Cada !rado não "oi pro"erido em vão. #epletos de signi"icado para todas as geraç$es, eles ainda guardam a mesma "orça de %uando "oram emitidos no Calv&rio. 'ão !rados %ue e(primem perdão, compai(ão, resignação e vit)ria. *cima de tudo, revelam a plena +umanidade de Cristo e seu e(emplo de vida em cumprir a vontade do ,ai at- o ltimo instante de vida. .s !rados vindos da cruz ainda são ouvidos em nossos dias. Clamam ao coração do +omem e %uerem

CD.. cuja morte na cruz me reconciliou com Deus e con%uistou meu coração.ara:so. mestre em *rtes pela Lo4ola 5niversit4 e doutor em Direito pela 'imon 9reenlea" 'c+ool o" Law.< mentiras so!re Deus. Lutzer . @. 6 !ac+arel em *rtes pela 2innipeg 7i!le College..ermita %ue as ltimas palavras de Jesus to%uem. %ue eu jamais me glorie. Escreveu v&rios livros. 0uando mel+or compreendermos o %ue ela deve signi"icar para cada um de n)s. por meio da %ual o mundo "oi cruci"icado para mim. a não ser na cruz de nosso 'en+or Jesus Cristo. 5m minuto depois da morte. cm C+icago. mestre em 8eologia pelo Dallas 8+eological 'eminar4.. pu!licados pela Editora ?ida. entre eles * serpente do .con%uist&/lo. meu amado 'alvador. . AGRA ECIMENTOS * Jesus. . E5*. = raz$es para con"iar na 7:!lia e * cruz de >itler.pastor/titular da 3ood4 C+urc+. surpreendam e trans"ormem sua vida. e eu para o mundo@ A9l B. De pastor para pastor. 0uem tem ouvidos ouça1 Erwin 2. .

mais leve.rometida. E o len+ador permitiu. progredindo mais rapidamente. "altava/l+e o e(ato comprimento %ue "ora cortado. a "im de entrar na a!undGncia do reino celestial. disse o peregrino. * cruz estava tão pesada %uanto antes. Então decidiu usar a cruz para tentar transpor o a!ismo.2 8ozer estava certo %uando disse: H*%uela parte . Dessa "orma. Ele logo avistou a 8erra . perce!eu %ue +avia um pro"undo a!ismo separando/o das gl)rias e(istentes do outro lado. mas por con"iar %ue somente Cristo .rometida. mas agora ele a suportava com a maior alegria. E então. peregrino seguiu em sua jornada. Em!ora tentasse com un+as e dentes colocar a cruz por so!re o pro"undo "osso. "ardo %ue carregava com alegria. * cruz estava mais curta.a 8erra . ao sermos redimidos. Era tudo um son+o. o peregrino acordou. sentou/se para descansar e notou %ue +avia um len+ador pr)(imo a ele. @3eu !om amigo@. logo notou %ue. mais pesada a cruz se tornava. E claro %ue não entraremos no c-u por carregar uma pesada cruz. Eo entanto. a!raçou a cruz junto ao peito. E a suportaria por todo o camin+o at. ao se apro(imar. *. Ea%uele momento. Entretanto. somos c+amados para carregar nossa cruz. 7em/ aventurados os %ue carregam todo o "ardo %ue l+es pertence. e seu "ardo. .PREFÁCIO >& uma +ist)ria so!re um peregrino %ue seguia seu camin+o rumo à 8erra . %uanto mais andava. com os ol+os c+eios de l&grimas. @eu poderia usar seu mac+ado para encurtar min+a cruzF@.rometida. 'entindo/se "atigado.capaz de nos dar a salvação. Ele levava a cruz de seu mestre.

Jelizmente. Eão +& %uem se sinta preparado a escrever um livro so!re a cruz.justamente a %ue nos torna in teis para o #eino de Deus. Este livro "oi escrito com a convicção de %ue.da cruz testemun+ar o prop)sito pelo %ual Deus criou o mundo. com todas as nossas necessidades. Eu poderia re"letir so!re as palavras de Jesus. . %ual%uer estudo so!re a cruz nos traz imensas recompensas pessoais.digno de nosso louvor. mas sejam os agradecimentos todos para o nico %ue .de nossa vida %ue resgatamos da cruz . 'e vocK sentir %ue "oi a!ençoado com a leitura deste livro. mas apenas ligeiramente alcançaria o %ue elas signi"icaram para ele no momento em %ue so"ria. ainda %ue parcial. Jelizmente.o"erecido a vocK como um presente diretamente de meu coração para o seu.o cerne de nossos pro!lemas@. Este livro . *%ui vemos uma e(posição dos atri!utos de DeusI e. 0uanto mais leve nossa cruz. *ssim. o con+ecimento. mais "raco ser& nosso testemun+o. %uanto mel+or compreendermos o %ue a cruz signi"icou para Cristo. se ol+armos cuidadosamente. mas teria di"iculdades em sondar seu signi"icado.tam!-m v&lidoI não temos de entender tudo para compreender algo. . . Devemos aprender %ue para ele a cruz signi"icou algo completamente di"erente dos conceitos sentimentais %ue muitas vezes acompan+am o s:m!olo usado em volta do pescoço. veremos a n)s mesmos. sinta/se encorajado e incentivado. * parte da cruz %ue sempre recusamos carregar . Eu poderia visualizar a cena. mel+or compreenderemos o %ue ela deve signi"icar para todos n)s. Estar ao p. *ssumi essa tare"a ciente de %ue poderia apenas sondar o mist-rio sem compreendK/lo por completo.na cruz %ue Deus opta por retirar a ira de so!re a%ueles %ue +umildemente crKem %ue Cristo levou so!re si todos os pecados. pecados e enganos.

'im. do Calv&rio monte. na cruz.da cruz.<D. . 8u os constitu:ste reino e sacerdotes para o nosso Deus. de onde rica "onte corre "ranca.. na cruz. e com teu sangue compraste para Deus gente de toda tri!o. povo e nação. sempre me glorio e descanso encontrarei salvo. al-m do rio.M. 5nimos nossas vozes com a de Jann4 Cros!4: 0uero estar ao p. l:ngua. sim.E eles cantavam um cGntico novo: @8u -s digno de rece!er o livro e de a!rir os seus selos. salutar. e eles reinarão so!re a terra@ A*p L. pois "oste morto.

* cruz . 9raças a seu prop)sito eterno. . eu "icava imaginando o %ue essas palavras poderiam signi"icar.. Osso signi"ica %ue a%ueles %ue não estavam l& morrerão por seus pecados. * cruz . ! @?ocK estava l& %uando cruci"icaram o meu 'en+orF@ 0uando criança.INTRODUÇÃO UMA !ORNA A NO INTERIOR CORA"#O E !ESUS Depois de terem zombado dele. Ea verdade. posso dizer %ue ele morreu por mim e. adeptos O . . ao ter perdoado meus pecados. dei/me conta de %ue eu estava l&. tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. 8odavia. se não estivesse l&. @se assentou à direita da 3ajestade nas alturas@ A>! .usada como pingente por atletas. não teria +oje salvação. não +& d vida de %ue eu não estava l& %uando cruci"icaram meu 'en+or1 Easci s-culos ap)s a morte de Jesus. perdi o acontecimento. Então o levaram para crucificá-lo. Osso pode ser comprovado pelo "ato de ser %uase imposs:vel ac+ar algu-m %ue diga algo negativo a respeito dela. à medida %ue crescia na compreensão de min+a "-.ois "oi no Calv&rio %ue Jesus se tornou judicialmente culpado por nossos pecados.or cerca de dois mil anos. 6 evidente %ue o autor do +ino tin+a a clara intenção de %ue respondKssemos de "orma a"irmativa. Eu tam!-m não estava l& %uando o colocaram no t mulo nem %uando @ressuscitou dentre os mortos@. Eo entanto.!astante mal/interpretada nos dias de +oje. Mateus 27.ND.

Esse indescrit:vel instrumento de morte e crueldade . 3in+a esposa e eu est&vamos sentados juntos. eu l+e disse: P 9raças a esta cruz.apenas um dos camin+os para c+egar a ele. P 8ra!al+o no serviço de assistKncia social. logo depois. não . . ?ocK pode imaginar o de!ate acalorado %ue tivemos nos vinte minutos seguintes.destruir seu signi"icado. ?eja isto. E(pli%uei %ue a cruz pode ser unida a outros s:m!olos em um colar. so!re a possi!ilidade de a cruz ser partil+ada com outras religi$es. ela virou os ol+os e respondeu: P 7em. cristianismo . Ela tomou a cruz em sua mão e mostrou %ue por !ai(o dela +avia uma estrela de Davi e.agora s:m!olo de união. Com!in&/la com %ual%uer outra religião. "ica . . dei(e/me apresentar/l+es uma mul+er de @trinta e poucos anos@ %ue encontrei em um avião a camin+o de Cleveland. mas nunca na realidade.mesmoF 'urpresa. como diz . . @escGndalo da cruz@. e notei %ue a mul+er sentada do outro lado do corredor usava um colar com uma cruz. 3uitos dos %ue usam a cruz no pescoço "icariam +orrorizadas se compreendessem seu verdadeiro signi"icado.do 3ovimento Eova Era e astros de roc". Ea e(pectativa de iniciar uma conversa.m. "iloso"ia ou ide&rio +umano . 0uanto mais compreendesse a cruz. um pingente %ue sim!olizava o deus +indu . temos realmente um 'alvador maravil+oso.aulo. *s pessoas com %uem tra!al+o vKem Deus de diversas "ormas.or e(emplo. mais claramente entenderia %ue ela precisava estar sozin+a. tolerGncia e espiritualidade de todos os gKneros. Desco!ri mais uma vez %ue o mundo. %uando a mensagem "oi reinterpretada para se ade%uar à mente moderna. +& muito desapareceu. de maneira geral. não creio %ue compreenda a cruz dessa maneira.

. %ue escreveu esta poderosa declaração: * cruz calou o +omem %uanto à graça e ao ju:zo. aca!ava com a v:tima nua. 8odo es"orço %ue .essoas assim não captam a mensagem central da cruz. assim. . isso signi"ica %ue somos pessoas de grande valor. sem perder o respeito pr)prio. sem direitos. *ssim.A+umanoD. procedimento. Eão apenas o "ato de Jesus ter morrido por n)s importante. Logo. 0uanto mais a massa compreende o %ue Jesus "ez e por %uK. sem respeito e sem re" gio algum. mas tam!-m a "orma %ue ele morreu. #ecordo/me de uma placa acima do ta!uleiro de um vendedor durante um evento no 7rasil: @Cruzes !aratas à venda@. .pro"undamente escandalizado pela mensagem da cruz. #aciocinam da seguinte "orma: @J& %ue Deus se dispQs a mandar seu Jil+o para morrer por n)s. não ser& o"ensiva para ningu-m. . devemos usar a cruz como meio de con"irmar nossa dignidade e re"orçar nossa auto/estima@. *lguns dos %ue %uerem ser recon+ecidos como cristãos interpretam a cruz como o mais alto tri!uto ao valor +umano. o ser +umano pode concluir %ue tem o direito de ser a!ençoado por Deus simplesmente pelo "ato de ser %uem . Era utilizada para e(ecutar os mais amaldiçoados. . a cruz não prova apenas o amor generoso de Deus para com os pecadores. mas tam!-m a intensidade de nosso pecado e de nossa re!elião contra ele. amar o pecado seria como amar a "aca usada para matar uma criança. como todas as torturas.or isso. à !eira do in"erno. mais a cruz . nem ser& estigmatizada como loucura.Qs a!ai(o todas as @divis)rias@ e dei(ou o mundo repleto de pecadores inde"esos. tremendo.desprezada.ara n)s. * cruz não era apenas uma "orma cruel de assassinato: ela +umil+ava as v:timas.uça com atenção cada palavra de sir #o!ert *nderson. . * cruz.

'im. acusa a natureza +umana. para n)s. a mensagem central do cristianismo não . jamais entenderemos a cruz. podemos apenas "icar com a ca!eça !ai(a e o esp:rito a!atido. Ela apenas vivi"ica os %ue primeiramente @matam@. *o contr&rio da crença popular.di":cil a!raçar a cruz %uando a satis"ação pessoal . incapazes de e"etuar nossa reconciliação com Deus. * cruz.S Eossa posição %uanto à cruci"icação deve ser a de nos identi"icarmos com o resto da natureza +umana. corretamente compreendida.puderem empreender por si mesmos ser& tão/ somente a negação da perdição e tam!-m a negação da graça divina %ue se inclina para a!enço&/los onde e como estiverem.so!erana.erante a cruz. >er!ert 7utter"ield escreveu: * cruci"icação.o 'ermão do 3onte nem as . E a incapacidade de adotar semel+ante atitude. não e(alta ningu-m %ue não ten+a sido primeiramente +umil+ado. est&vamos l& %uando nosso 'en+or "oi cru/ ci"icado. .. *lgu-m j& disse %ue.a causa de nossa a!surda "alta de condição de lidar com o pro!lema do mal. .. * menos %ue nos vejamos merecedores do vere/ dicto %ue . no caso dos acontecimentos do s-culo ((.ilatos deu a Jesus e a menos %ue nos vejamos dignos do in"erno. * cruz e(p$e a "utilidade de nosso sentimento de superioridade moral e "az/nos recordar %ue somos pecadores. . seja l& %ual "or nossa interpreta/ ção. Devemos dizer: @E)s o "izemos@. acusa/nos das mesmas coisas %ue pensamos ser virtudes nossas R.

par&!olas de Jesus %ue ilustram amor ao pr)(imo. * mensagem %ue trans"ormou o mundo do primeiro s-culo era %ue os seres +umanos são culpados, irremediavelmente culpados por pecados %ue não podem ser compensados. * cruz destr)i todo o orgul+o e aca!a com o valor "undamental do es"orço pr)prio. * cruz - a prova do grande amor de Deus, mas tam!-m revela monstruosidade. ,or incr:vel %ue pareça, os disc:pulos proclamaram %ue a +umil+ante e cruel e(ecução de Jesus "oi tam!-m o mais assom!roso "enQmeno salv:"ico de Deus. Eão - de admirar %ue isso "osse um o!st&culo para os religiosos e uma insensatez para os %ue se consideravam s&!ios1 E não "oi à toa %ue isso mudou o mundo deles. .utros interpretam erroneamente a cruz, consi/ derando/a uma !andeira a ser de"endida, e não um meio de e(ecução. >oje em dia, estamos a"undados no %ue podemos c+amar @cristianismo cultural@, doutrina %ue em!rul+a a cruz de Cristo na !andeira de %ual%uer nação. Eos Estados 5nidos, pessoas !em/intencionadas e%uiparam o son+o americano com o son+o de Deus para a nação. *ssim, e(iste um programa pol:tico cristão com matizes nacionalistas no %ue tange à de"esa, à li!erdade religiosa e aos !oicotes de diversos gKneros. Contudo, por mais v&lidos %ue sejam esses o!jetivos, identi"icados como iniciativas @cristãs@, "re%Tentemente o!scurecemos a mensagem %ue o mundo precisa ouvir com clareza e "irmeza. ,ergunte so!re a "- cristã a algum cidadão americano comum, e ele l+e dar& diversas respostas, muitas vezes "azendo menção a programas pol:ticos. ,oucos sa!em %ue a doutrina central do cristianismo %ue Cristo morreu na cruz para salvar os pecadores da destruição eterna. 'er& %ue nos es%uecemos P n)s, cristãos compro/ metidos P de %ue o poder de Deus - mais claramente visto na mensagem da cruz %ue em %ual%uer projeto pol:tico ou social %ue possamos inventarF * !usca do

ant:doto para nossas m:seras desgraças não seria o sintoma de %ue perdemos a con"iança no poder da cruz para a salvação do ser +umanoF 'er& %ue nos agarramos à cruz com a verdadeira convicção de %ue ela não apenas parte de nossa mensagem, compreendendo corretamente seu todoF E a%ui vem o alerta. ,. 8. Jors4t+e, ao "alar so!re a cruz como ponto central da o!ra de Deus pelos pecadores, escreveu: @'e vocK deslocar a "- da%uele centro, vocK p#s o prego no cai(ão da igreja. * igreja então sentenciada à morte, e - apenas uma %uestão de tempo at- %ue ven+a a "alecer@. * igreja s) pode viver e respirar na cruz. 'em isso, não +& vida ou razão para e(istir. .portunamente proclamada, ela - @o poder de Deus para a salvação@. .utros pensam na cruz com pro"undo sentimentalismo, mas sem esp:rito de arrependimento. Ea sala de espera de um +ospital, con+eci uma mul+er %ue meditava nos "erimentos de Jesus, tendo nas mãos um pingente de Cristo cruci"icado. P Ele so"reu tanto1 6 inacredit&vel1 P ela disse com l&grimas nos ol+os. Lem!rei/a pecados. de %ue Jesus so"reu pelos nossos

P 'im P ela respondeu P, mas por %ue tanto so"rimentoF 'o"rer por umas poucas mentiras %ue dizemos e por umas poucas coisas %ue "azemos de erradoF *%uela sen+ora P %ue Deus a a!ençoe P/ c+orou pelos so"rimentos de Jesus na cruz, mas não pelos pr)prios pecados, %ue o puseram l&. E(pli%uei/l+e da mel+or maneira %ue pude %ue, se compreendKssemos a santidade de Deus, não "alar:amos so!re @pe%uenas mentiras@ e @umas poucas coisas %ue "azemos de errado@. ,or um lado, a maioria das pessoas tem mais %ue umas

poucas e @pe%uenas@ transgress$es no curr:culo. ,or outro lado, o primeiro mandamento diz: H*me o 'en+or, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas "orças@ A3c ;U.N<D. Essas palavras condenam a todos n)s, pois por natureza nos mantemos preocupados com nossos interesses. 'e somente pensarmos em Deus como uma e(tensão de n)s mesmos, concluiremos %ue nosso pecado não - muito grave. #avi Vac+arias conta %ue uma nova convertida l+e escreveu dizendo %ue sempre %ue lK so!re a cruz cai de joel+os, pensando no amor de Deus. 3as %uando lK a respeito do in"erno, "ica zangada com Deus. Ela aparentemente não perce!e %ue não podemos entender a cruz, a menos %ue compreendamos o in"erno. 'em o in"erno, a cruz perde todo o signi"icado. . so"rimento de Jesus "oi terr:vel, pela simples razão de %ue nosso pecado $ terr:vel. E devemos ter sempre em mente %ue o so"rimento de Jesus não "oi somente ":sico P o pior não "oram as laceraç$es, a coroa de espin+os e os pregos. . so"rimento espiritual %ue ele suportou %uando a associação com o ,ai "oi interrompida por trKs +oras na cruz "oi o supremo so"rimento, agonia %ue vocK e eu jamais e(perimentaremos. 8en+a em mente %ue a cruci"icação P com todos os seus +orrores P era comum no primeiro s-culo. Estima/ se %ue os romanos cruci"icavam N< mil pessoas por ano. Era a "orma de e(ecução normalmente aceita para prisioneiros pol:ticos e criminosos de v&rias esp-cies. Esses +omens suportaram o mesmo so"rimento ":sico %ue Jesus. 3as o c&lice %ue o ,ai deu para Jesus !e!er signi"ica %ue ele levou so!re si nossos pecados. * grandeza da santidade do nosso 'alvador em contato com nossa ini%Tidade - o %ue importa no Calv&rio.

R. @Con/ tudo. para se certi"icar de %ue ningu-m %uestionaria sua justiça. . demons/ trando a sua justiça. so"rendo de acordo com o plano divino.aulo escreveu: @Deus o o"ereceu como sacri":cio para propiciação mediante a "-. ?isto %ue o sangue de animais era apenas sim!)lico. . . ele ver& sua prole e prolongar& seus dias.ara dei(ar claro. pelo seu sangue.. e a vontade do 'en+or prosperar& em sua mão@ AOs LN. ..S. em!ora o 'en+or ten+a "eito da vida dele uma o"erta pela culpa. e sim @Deus@.ai.UBD. de acordo com os planos do %ai.S no presente R. &esus se crucificou.ilatos@.s judeus@. Cristo morreu para pagar a d:vida por eles e por n)s.edro disse %ue ele "oi entregue nas mãos dos judeus @por prop)sito determinado e pr-/con+ecimento de Deus@ A*t U.A $IS#O E EUS SOBRE A CRU% * cruz estava acima de %ual%uer coisa para Deus . "oi um sacri":cio de aroma agrad&vel a Deus. * disposição demonstrada pelo Jil+o. nossa primeira resposta não dever& ser @. @como tam!-m Cristo nos amou e se entregou por n)s como o"erta e sacri":cio de aroma agrad&vel a Deus@ AE" L. Deus esmagou seu Jil+o. 'e "izermos a pergunta @0uem matou JesusF@. Deus apro(imou/se de +omens como *!raão. mas o valor do resgate ainda não +avia sido pago.aulo a"irmou %ue devemos levar uma vida de amor. Es%ueceu/se dos pecados para %ue pudesse ter comun+ão com eles. Ea -poca do *ntigo 8estamento. a "im de ser justo e justi"icador da%uele %ue tem ". . Deus agradou/se do sacri":cio de seu Jil+o..UND.em Jesus@ A#m N.ai.. Deus optou por salvar essas pessoas em con"iança. * o!ediKncia de Cristo como o Cordeiro de Deus "oi preciosa para o . Dessa "orma. e.<D.UD.UL. ou @. "oi da vontade do 'en+or esmag&/lo e "azK/lo so"rer. 3ois-s e Davi e de v&rios outros dos %uais os pecados ainda não +aviam sido de"initivamente removidos..

essa crueldade "oi perpetrada por +omens perversos. Deus não podia simplesmente dei(ar %ue o passado "icasse para tr&s. *inda assim. . Ele toleraria nosso castigo a "im de %ue pud-ssemos ser a!solvidos pelo . somente os %ue possuem a virtude de Cristo como cr-dito.UWD.3as Deus c+icoteou seu Jil+o. . ac+a di":cil entender %ue Deus não pode estender sua graça aos pecadores at. *ssim. Devemos aceitar como "ato o mist-rio de %ue a culpa pela morte de Jesus . 3as a resposta !:!lica . Deus .de pessoas m&s P e mesmo assim era plano de Deus. "re%Tentemente ouvimos dizer %ue Deus perdoa o ser +umano !aseando/se no seu amor. não no sacri":cio e(piat)rio. para e(pressar isso de modo mais positivo. en"iou pregos em suas mãos e p-sF 'em d vida %ue não. Ea cruz.u. a%ueles pecadores realizaram o prop)sito de Deus. e Deus seria apresentado como o Deus amoroso %ue -.ara:so. . poderão entrar na presença de Deus. "alando so!re todos os %ue conspiraram para cruci"icar Jesus. *t.esta: apenas os %ue "oram protegidos da ira de Deus pela morte de Cristo serão salvos. para a m tua satis"ação de cada caracter:stica. . a cruz ser& lem!rada. * mente moderna. antes do in:cio dos tempos.iper responde: @Ele "ez isso para solucionar a discordGncia entre seu amor por sua gl)ria e seu amor pelos pecadores@.ara:so.mesmo no . disse: @Jizeram o %ue o teu poder e a tua vontade +aviam decidido de antemão %ue acontecesse@ A*t C. .or %ue o . ao procurar justi"icar o pecado.ai "aria tal coisaF Jo+n . a santidade ine(or&vel colidiu com o amor. .ai e Deus Jil+o concordaram em um plano pelo %ual a ini%Tidade de todos n)s seria colocada so!re Jesus.ai. pecado seria apresentado +orr:vel como -.edro. "oi/me dito %ue era arrogGncia sugerir %ue um popular l:der de uma religião oriental Ao!viamente um !om +omemD "osse proi!ido de entrar no . >oje.%ue a santa justiça esteja saciada.ntem mesmo.

mas eles não possuem as marcas dos pregos. 'ue parecia ter estado morto( 3artin+o Lutero de!atia/se "re%Tentemente contra a incerteza e o Dia!o. *li&s. Ele estava ciente de %ue somos "acilmente iludidos por causa de uma +ist)ria so!re são 3artin+o. a "igura +ist)rica %ue +avia inspirado seu nome. um Deus %ue veio ao mundo so"rer por nossa causa. no centro do trono. HDepois vi um Cordeiro. mas a cicatriz permanece como lem!rança de nosso pecado e de sua graça. o %ue mil+$es não possuem . Ensinam/nos como @entrar em contato com a parte mais pro"unda de nosso ser@ e como ser espiritual sem ser religioso.0uando "oi permitido a João vislum!rar os c-us. 5m Cordeiro. 3as %uando ol+ou para suas mãos. ele c+orou. para %ue pud-ssemos ser reconciliados com o 8odo/. cercado pelos %uatro seres viventes e pelos anciãos@ A*p L. %ue parecia ter estado morto. os "uros desapareceram. .um Deus com "eridas.oderoso. .L. ele jamais sou!e se +avia encontrado Cristo ou o Dia!o.tão importante %ue trans"ormou o imut&vel. o c-u est& di"erente por causa @do Cordeiro %ue "oi morto@. venceu para a!rir o livro e os seus sete selos@. E(istem muitos @cristos@ nos dias de +oje. 3as em seguida lemos: Então um dos anciãos me disse: @Eão c+ore1 Eis %ue o Leão da tri!o de Jud&. Então. em p-. Esse ato "undamental de redenção .BD. * +ist)ria conta %ue são 3artin+o teve uma visão de Cristo. sangue se "oi. 8emos pro/ "essores e gurus %ue nos dizem como o!ter vida mais "eliz e produtiva. a "im de certi"icar/se de %ue l& estavam as marcas dos pregos. Eo entanto. por%ue não "oi encontrado algu-m %ue pudesse a!rir o livro %ue representava o titulo de propriedade do universo. a #aiz de Davi.

Eesses !rados. 0uando nos @agarramos à vel+a e &spera cruz@. * cruz . E redimido ao seu lado eu estarei. 'eus oponentes instaram com os romanos para %ue se li/ vrassem dele. Osa:as o descreveu: @'ua aparKncia estava tão des"igurada. vemos o lado +umano de Jesus. * cruz . %ue ele se tornou irrecon+ec:vel como +omemI não parecia um ser +umano@ AOs LU. 'uas "eridas não "oram tratadas para %ue as nossas "ossem.elas marcas dos pregos em suas mãos. Omagine/o despido e preso pelos pulsos a uma coluna no p&tio de . E então seus inimigos se sentiram vingados ao ver os pregos. eu +ei de recon+ecK/lo. E o ei(o %ue sustenta unidos os raios dos prop)sitos de Deus. .ilatos e então açoitado com c+i!atas . e os disc:pulos do Eovo 8estamento a proclamaram. 3as certamente não e(istem ltimas palavras tão importantes %uanto as pro"eridas por Cristo na cruz.o cerne de nossa mensagem e o coração de nosso poder para com!ater as trevas invasoras. 'uas a"liç$es "oram imensas para %ue as nossas "ossem levadas em!ora. eu +ei de recon+ecK/lo.. vemos seu coração e seu amor pelo povo %ue estava sendo salvo por ele.a do!radiça so!re a %ual gira a porta da +ist)ria. Eelas. como nos incentiva o con+ecido +ino. . Eingu-m e(perimentar& o "avor eterno de Deus se se desviar da cruz. Ele não pQde ser recon+ecido como a pessoa %ue era. Eu +ei de recon+ecK/lo. não o "azemos por mero sentimentalismo.s pro"etas do *ntigo 8estamento apontaram para ela.CD. c+eirar o sangue e ouvir os gemidos. Ele "oi v:tima de "alsas acusaç$es e de violKncia.Eu +ei de recon+ecK/lo. CLAMORES A CRU% *s ltimas palavras são sempre importantes.

Dei(ou claro para o coração puro %ue a prerrogativa da autoridade .nde estava Deus %uando me encontrava solit&ria e so"rendoF ..nde estava Deus %uando. praticamente. 'imão de Cirene . @*o ter o grande nervo central per"urado. "ormam/se !ol+as de sangue."orçado a ajud&/lo. e ele sente @uma dor e(cruciante. Leia atentamente as palavras de 7rooYe Joss 2escott: * so!erania demonstrada por Cristo na cruz uma nova so!erania. E então.. *gora. mas. a coroa de espin+os . %ue os repetidos golpes trans"ormam em "eridas.F@.pressionada contra sua ca!eça. como a de mil+$es de agul+as %uentes. e seus e(ecutores !atem longos pregos %uadrados contra seus pun+os. *compan+e/me em meus estudos e con+eça a +ist)ria de uma jovem %ue "oi violentada pelo pai e. jogada nas ruas aos catorze anos de idade.. Jesus ainda era #ei.= *%ui est& uma resposta para os %ue perguntam: @. %uando começa a cam!alear.nde ele . >umil+ou a petulGncia do "also +ero:smo. #ei divino ad%uiriu dom:nio eterno ao morrer. ela perguntou: @.B 3esmo em agonia. Envolveu com uma dignidade %ue não perece a integridade do sacri":cio.S cada movimento do corpo sentindo essa terr:vel dor@. Destruiu para sempre a ")rmula da lei do mais "orte. tendo aceitado a Cristo como 'alvador. Ele tenta carregar a cruz.%ue tKm !olas de c+um!o e lascas de ossos nas pontas. e o sangue mistura/se ao ca!elo emaran+ado. . Ele então . 3as ele p$e de ponta/ca!eça nossa visão de majestade. Eo Calv&rio. ele e(perimenta @a dor mais intoler&vel %ue um +omem poderia e(perimentar R.. X medida %ue l+e golpeiam o corpo.servir de "orma mais a!rangente.colocado so!re a pr)pria cruz. suas roupas são arrancadas. a!alando o sistema nervoso@.

alco)latra. mas podemos nos identi"icar com suas "eridas. não temos como repetir sua e(periKncia. mas tam!-m a cura para nossas mais pro"undas m&goas. mas parece %ue ele estava ausente %uando mais precisei dele@. Certamente ele tomou so!re si as nossas en"ermidades e so!re si levou as nossas doençasI contudo n)s o consideramos castigado por Deus. 3as podemos ser con"ortados com a "irme convicção de %ue as piores injustiças da +umanidade "oram levadas em conta. nossos "ardos emocionais tam!-m são trans"eridos para os om!ros dele. levei/a por uma jornada no interior do coração de Jesus. 9entilmente. * cruz "oi o maior ato de Deus para nos alcançar.creditada a n)s P.ai. . Ela disse ainda: @'ei %ue Deus . e . Eo so"rimento da cruz. ocorre uma permuta pelos nossos pecados P nossos pecados são creditados a Cristo.a%ui %ue nos identi"icamos mais intimamente com Cristo. não en/ contramos apenas o perdão.C. Osso não signi"ica viver emocionalmente tran%Tilos. 3as ele "oi transpassado por causa das nossas transgress$es. e sua justiça . Con"orme aprenderemos. *ssim como na cruz. assim como não podemos viver livres do pecado.estava %uando meu pai. por Deus atingido e a"ligido.!viamente. nos acordava às trKs +oras da man+ã e espancava/nos impiedosamente em nossa camaF@. "oi esmagado por causa de nossas ini%TidadesI o castigo %ue nos trou(e paz estava so!re ele. Cristo "oi a!andonado para %ue "Qssemos acol+idos. Ele e(perimentou o in"erno para %ue pud-ssemos e(perimentar o c-u. . e pelas suas "eridas "omos curados AOs LN.meu . Ele tomou so!re si nossas en"ermidades.LD.

Eo entanto. * cruz lem!ra %ue nossa auto/condenação deve ter um "im. *lguns ac+am %ue estão "azendo um "avor a Deus %uando se recusam a aceitar seu perdão.capaz de salvar todos . #ece!er o perdão de Deus e estendK/los aos outros . raciocinando %ue ele est& tão !ravo %ue pre"ere não os ver de "orma alguma. em vez de l+e dar às costas.essoas assim insultam a Deus. Lamenta por não nos apro(imarmos dele. Dietric+ 7on+oe""er estava certo %uando disse %ue a culpa .W Ele "oi preso por mim. Eão ten+a d vida. alma e esp:rito.s %ue %uerem tudo neste mundo enganam multid$es %ue caem v:timas da teologia da prosperidade. Ele . ele nos redimiu por inteiro P corpo. %ue aguarda a ressurreição. ainda %ue ten+amos de so"rK/la. em!ora ten+a sido comprada. Entristece/se por termos es%uecido dele. C+ora ao ver nossa o!sessão por %uerer mais e mais.tanto privil-gio %uanto responsa!ilidade. seria um erro presumir %ue podemos ser curados a %ual%uer momento e %ue temos o direito de @reivindicar a nossa cura@. * 7:!lia dei(a claro o "ato de %ue não vemos a consumação de nossa redenção nesta vida. Devemos aceitar com ousadia o %ue Deus nos o"erece. rece!emos o perdão pelos nossos pecados e o Esp:rito 'anto como um adiantamento da gl)ria "utura. rejeitado por mim e surgiu em novidade de vida por mim.uma "erida de amor a!erta. 3as o c-u ainda não . Eão devemos pensar %ue Deus nos vK como n)s nos vemos.Ele morreu para %ue tam!-m "Qssemos "isicamente curadosF 'im. . "erido por mim. *nseia pela nossa presença@.a%ui. Eesta vida. Ele sente dor com nosso distanciamento e se preocupa.um :dolo %ue algumas pessoas se recusam a a!andonar. ainda deve aguardar. ele tam!-m ad%uiriu para n)s um novo corpo. * cura ":sica. #ic+ard Joster escreveu: @>oje o coração de Deus . *ssim como derrotou a morte. . pois vivem como se a morte de Cristo não "osse o !astante para seus pecados. J& não precisamos "icar lem!rando o passado.

devido a superstiç$es. On"elizmente. mas um +omem rico considerava/se mais %uali"icado. Então . colocou/o em segurança e então desapareceu na escuridão. 5m s&!io insistiu em adotar o garoto. 'a!emos o %ue . Ea Z"rica. 3eu computador su!lin+a. um jovem descon+ecido dirigiu/se ao centro do c:rculo e insistiu em %ue tin+a precedKncia na adoção da criança. computador %ue estou usando não recon+ece a palavra @%ue!rantamento@. com uma lin+a vermel+a ondulada todas as palavras %ue conten+am erros de gra"ia. Eo dia seguinte. c+egamos ao "im da !usca ego:sta e rejeitamos para sempre a noção de %ue somos dignos de cooperar com Deus em nossa salvação. Ele tomou um garotin+o das c+amas. mas não e(perimentamos o %ue!rantamento. imediatamente. e matando todas as pessoas de uma "am:lia. *lgumas vezes ele tam!-m su!lin+a palavras corretamente gra"adas. mas a lin+a vermel+a s) aparece nas palavras %ue não estão registradas no programa. palavra %ue nos lem!ra %ue na cruz se aca!a toda auto/e(altação. 'uas "eridas "oram a prova de seu amor. 5nem/se nele dor e amor. a tri!o reuniu/se para decidir o %ue "azer com o garoto.estar %ue!rado. muitos de n)s tam!-m não recon+ecem essa palavra. p-s e mãos vem um amor %ue "az irmãos. 5m estran+o "oi visto correndo para dentro da casa em c+amas. e(ceto uma.os %ue optarem por crer. a coroar o #edentor. e somos apresentados ao mist-rio da vontade providencial de Deus para n)s. um incKndio devastou um case!re. Ea cruz. visto %ue so!revivera ao incKndio. . Com o decorrer da discussão. 8alvez. De sua "ronte. %uei/ mando r&pida e intensamente. deduziram %ue se tratava de uma criança especial.

*%ui. . 'e voltarmos nossa atenção para os !rados dele. com suas cicatrizes.s !rados de Jesus revelam os mais pro"undos anseios de seu coração. Era o +omem %ue salvara o menino e por isso insistia em %ue a criança era sua por direito. mas tu cam!aleaste atteu trono 3as com nossas "eridas. 5m Deus com "eridas1 Jesus não se calou na cruz. Junte/se a mim em uma jornada %ue nos "ar& e(clamar: @?eja como ele nos amava1@ . nosso 'alvador. %ueimadas pelo "ogo da noite anterior. somente as "eridas de Deus podem "alar. encontramo/nos em solo sagrado. Da mesma "orma. E nen+um Deus possui "eridas. senão somente tu. vemos o ltimo ato de so"rimento altru:sta. mas tu eras "raco.s outros deuses eram "ortes. Eles cavalgavam.mostrou/l+es as mãos. reivindica/ nos para si. .

incondicional e completo.1. UM BRADO POR PERDÃO )%ai. + HComo perdo&/lo se não posso con"iar neleF@.NCD. pois não sabem o 'ue estão fazendo) *ucas 2 . perdoa/l+es. pedindo/l+e novamente perdão. Eão era a primeira vez %ue a enganara nem a segunda. Jesus "re%Tentemente perdoava os %ue necessitavam de miseric)rdia. @Jil+o. 'endo +onesto ao con"essar o %ue "izera. em %ue nossas d vidas so!re o perdão são respondidas com taman+a clareza.ai. pois seus ouvintes sa!iam %ue somente . ele esperava %ue o perdão "osse imediato. primeiro !rado do 'alvador "oi por perdão para os inimigos. @.LD. . pois não sa!em o %ue estão "azendo@ ALc UN. 'uas declaraç$es causavam uma avalanc+e de controv-rsias. %uando vocK "oi o o"endidoF Deve vocK perdoar algu-m determinado a destru:/loF 8alvez não +aja lugar semel+ante à cruz. *gora ele voltava. "alando so!re o marido. mas a terceira. os seus pecados estão perdoados@. Durante seu minist-rio. perdão soa maravil+osamente aos ouvidos. Como perdoar algu-m %ue continua %ue!rando as promessasF .or %ue perdoar algu-m %ue não pede o perdãoF E por %ue deveria ser vocK a perdoar. perguntava uma mul+er A%ue con+eci em um cruzeiro pelo Cari!eD. *"inal. disse Jesus ao paral:tico A3c U. a esposa era cristã1 . at%ue ten+amos de perdoar. perdoa-lhes.

o Jil+o sentiu em si todo o castigo de nossos pecados.ai. *t.na natureza.mesmo o cometido contra o semel+ante -. a cruz "oi deitada no c+ão. por-m. 0uando a multidão c+egou ao lugar c+amado @Caveira@ ALc UN. seu coração preocupava/se com os %ue +aviam instigado e cometido o maior crime da +ist)ria. Em seu primeiro !rado na cruz. Em!ora preso injustamente e tendo so"rido danos pessoais. 'acri"icado como o Cordeiro de Deus. mas pediu ao . Jesus.ai. em ltima pecado contra Deus. Como veremos mais adiante. não e(erceu essa prerrogativa di/ vina.Deus podia perdoar pecados. !radou: @3eu Deus( Meu Deus( . Jesus c+amou Deus de @.. e ele "oi posto so!re ela.NCD.mesmo o .ai@ en%uanto era tra/ tado injustamente.ai. Joi nesse momento %ue começou a oração.@ ALc UN. 8odos os disc:pulos o a!andonaram Acom e(ceção de . . te(to grego registra %ue ele "icou repetindo: @. sem d vida.or %ue me a!andonasteF@ A3c . Ele podia c+amar Deus de @.L. por%ue credenciais de divindade. Ele. mas escol+eu suspender seus direitos divinos.ai@. perdoa/l+es.ai %ue "izesse o %ue ele. %uando a luz do 'ol "oi interrompida. era Deus. Ea%uele momento. a!riu mão de sua posição de autoridade. em meio à agonia. 3as. Jesus e(plicou %ue autoridade para perdoar pecados. tão som!rio %ue teve repercuss$es at. ele sa!ia %ue podia contar com a presença e as !Knçãos do . possu:a detin+a Ea cruz. Odenti"icou/se tão completamente conosco %ue.NCI gri"o do autorD. e at. E o "aria novamente em seu ltimo suspiro: @. 8am!-m sa!ia %ue a oração pelos inimigos seria ouvida. *inda assim.. recusou/se a assumir o papel de divindade.NND. pecado an&lise. "oi esse seu momento mais som!rio. temporariamente. nas tuas mãos entrego o meu esp:rito@ ALc UN. +avia "eito anteriormente.ai retirou dele sua a!ençoada presença. Ele orou para %ue o imperdo&vel "osse perdoado.CBD.

Esses so"rimentos não ocultaram a "ace da%uele a %uem ele %ueria agradar. . Omplorou para %ue seus inimigos não so"ressem as conse%TKncias dos pr)prios atos de maldade. .odemos nos identi"icar com ela. pastor da 3ood4 C+urc+. 0uando o +omem deu o pior de si. "icou satis"eito em dizer @.ai@. Ele orou en%uanto a cruz era !ai(ada no !uraco com um tranco. . mas por miseric)rdia.. em determinados momentos. 2arren 2iers!e. %ue "omos a!andonados por Deus. Cristo sa!ia %ue podia con"iar no . não ap)s suas "eridas terem sarado. %uando a a"lição era mais aguda..S ele não est& em parte alguma nesta situação@.. 3as o . sendo a segunda pessoa da 8rindade. 'im.a!alada pela perversidade dos pe/ cadores ou pela "ra%ueza dos santosF@. Jesus orou. 5ma mul+er cujo marido +avia tentado destru:/la.João. Dizemos a n)s mesmos %ue pai algum seria mero espectador en%uanto o "il+o estivesse so"rendo injustamente. %uando a dor era mais intensa. Joi nesse momento. colocando os %uatro "il+os contra ela. 3as se salvar dessa maneira não "azia parte dos planos "irmados na eternidade.ai de Jesus Cristo "icou "irme ao presenciar a mais a!soluta perversidade. E orou. em %ue os nervos ainda estavam e(tremamente sens:veis e a dor era inconce!:vel.. per/ guntava: @'ua ". mas en%uanto estavam sendo a!ertas. 'endo assim.ai. %ue mais tarde voltou à cena do crimeD. pois todos n)s sentimos. disse: @De "orma alguma vejo Deus R.ai poderia tK/lo poupado da%uela injustiça. Ele sa!ia %ue o . %ue ele.a!alada. apesar de seus direitos pessoais terem sido insolentemente ignorados e de insultos terem sido pro"eridos contra ele. *s injustiças dos inimigos e a traição dos amigos não a!alaram a con"iança %ue tin+a na presença do . não por justiça. podia ter escol+ido descer da cruz.ai. algumas vezes nossa ". *li&s.alavras de perdão sa:am de seus l&!ios en%uanto os pregos eram cravados em seu corpo. mesmo %uando a maldade parecesse "ora de controle.

povo e nação@ A*p L. Eo 9etsKmani.ai. l:ngua. ac+eguemo/nos para escutar mais atentamente o %ue est& sendo dito.ai@ en%uanto estamos sendo cruci"icadosF 'er& %ue podemos orar pelo perdão dos %ue estão tentando nos destruirF 'er& %ue temos "su"iciente para dei(ar o ju:zo nas mãos de nosso .o "im. . não seja como eu %uero. mas. em!ora este tivesse tentado adicionar alguns ingredientes na poção.u estaria amaldiçoando os %ue o cruci"icaramF Eão. ele tin+a uma palavra de perdão para seus inimigos: @.. Ele sorveria do c&lice do so"rimento at.MD.ai celestialF [*mados.U. 'er& %ue podemos dizer @. c&lice +avia sido entregue a Jesus pelo seu . seus l&!ios apenas se moviam. mas dei(em com Deus a ira.ai e consistia na tare"a de comprar @para Deus gente de toda tri!o.ai. mas sim como tu %ueres@ A3t UB. ele orou: @3eu . Eessas palavras.ai. Então. vemos o autocontrole do >omem %ue tin+a o poder de destruir. Ele podia perdoar por%ue estava tratando dos as/ suntos de seu . Ea cruz.a vingançaI eu retri!uirei. nunca procurem vingar/se.NMD. . optou pelo perdão. UMA S&PLICA POR PER #O Cercado pelo esc&rnio e en"ra%uecido pela perda de sangue. se "or poss:vel. a"asta de mim este c&liceI contudo.MD. Eão se tratava de uma investida de 'atan&s. c&lice compraria o perdão para a%ueles por %uem ele agora orava. diz o 'en+or@ A#m . Osso signi"icava %ue o Jil+o seria cruelmente cruci"icado e se tornaria @pecado@ por toda a +umanidade. orou pelos criminosos. em vez disso. pois est& escrito: [3in+a . %ue ele estava tentando dizerF Estaria gemendo de dorF Estaria murmurando palavras de autocomiseraçãoF .v:tima do maior crime da +ist)ria. 8alvez escutemos nosso nome sendo mencionado na s plica. perdoa/ . . est& a esperança de nossa salvação.

Ele consigo leva cinco "eridas %ue sangram #ece!idas no Calv&rio.assemos à "rase seguinte da oração: @. @8ampouco dei(a este pecador resgatado morrer1@N .UD.erdoa/l+e. por meio da mensagem deles.=. e pelos transgressores intercedeu@ AOs LN..U. o+.NCD.U<. @. .ilatos .ai. pois não sa!em o %ue estão "azendo@ ALc UN. Ele orou em voz alta para %ue sou!-ssemos %ue est&vamos inclu:dos na oração. Delas se derramam e"icazes oraç$es 0ue imploram veementemente por mim. #ogo tam/ !-m por a%ueles %ue crerão em mim.D. Esteja certo de %ue ele nunca se es%uecer& de n)s.apenas por eles. para %ue todos sejam um. *pesar de ser pessoalmente puro.ai. intercedendo por n)s. como tu est&s em mim e eu em ti. ele estava levando so!re si os pecados destes e implorando %ue seu sacri":cio tam!-m pudesse ser aplicado a eles. para %ue o mundo creia %ue tu me enviaste ASo . ele se lem!rara de n)s: 3in+a oração não . * oração iniciada na%uela noite continuou na cruz. D& na%uele momento. perdoa/l+e@. elas clamam.UD. J& na noite anterior. Eles ignoravam o delito %ue estavam cometendoF 6 l)gico %ue não1 Judas sa!ia %ue +avia tra:do o amigoI ... ele "oi @contado entre os transgressores@ AOs LN. e ainda +oje ele se encontra à direita do .mesmo isso "oi cumprimento de pro"ecia: @Ele levou o pecado de muitos.. *t. no jardim do 9etsKmani.l+es.@. 0ue eles tam!-m estejam em n)s. perdoa/ l+es.ai.

mas não de tudo %ue +aviam "eito.or alguma razão. . .sa!ia %ue +avia condenado um +omem inocenteI o 'in-drio sa!ia %ue +avia su!ornado testemun+as "alsas para sustentar as acusaç$es.WD. concordou. Een+um deles ignorava os crimes dos %uais eram culpados. pois.. .volunt&rio e su!versivo. pois. @8odo a%uele %ue pecar com atitude desa"iadora R. Deus avaliava o comportamento +umano pela postura do coração e pelo n:vel de con+ecimento. se o tivessem entendido. mas não eram tão s-rios %uanto a deso!ediKncia premeditada e desa"iadora..L..ara alguns. cometido conscientemente. . o ap)stolo.LD. teriam recon+ecido Jesus como o 3essias.especialmente perverso. Estavam conscientes do %ue +aviam "eito. a rejeição a Cristo "oi uma deso!ediKncia volunt&ria. . . o 'en+or da gl)ria. pecando sem intenção R. não sa!iam %ue estavam cruci"icando o Jil+o de Deus.. mas ignoravam a monstruosidade de seus crimes.. cometido pela nação de Osrael na rejeição persistente e deli!erada ao 3essias. ..@ ALv L. +avia diversos graus de responsa!ilidade. crime deles era muito maior do %ue poderiam imaginar.S trar& ao 'en+or um carneiro do re!an+o.N<D. . tal pecado de natureza . Compare isso com o pecado cometido na ignorGncia: @0uando algu-m cometer um erro. devido ao valor in"inito da%uele a %uem condenaram. não teriam cruci"icado o 'en+or da gl)ria@ A. Jesus "alou de um pecado imperdo&vel. visto %ue o povo possu:a variados n:veis de con+ecimento. .S insulta o 'en+or..!viamente. . 'e eles sou!essem o %ue agora est& claro. 3esmo na -poca do *ntigo 8estamento.aulo. Ele disse %ue o co/ n+ecimento estava oculto para n)s e acrescentou: @Een+um dos poderosos desta era o entendeu. *ntigo 8estamento di"erencia o pecado cometido na ignorGncia do delito cometido deli!eradamente.ecados dessa natureza necessitavam de sacri":cio.Co U. e ser& eliminado do meio do seu povo@ AEm .

perguntam/me se os %ue pertencem a outra religião e jamais ouviram "alar de Cristo serão salvos. os planos de Deus para as eras vindouras. o %ual e(plicaria claramente e.!aseada no con+ecimento. *l-m do mais. * culpa dos %ue cruci"icaram a Jesus era real e o!jetiva. .mesmo os pecados cometidos na ignorGncia precisam de perdão. em detal+es. .arecem estar mais preocupadas com os %ue jamais ouviram "alar dele %ue com a pr)pria resposta com relação a Deus. a despeito de %uanto a compreendessem. Compare o con+ecimento deles com o nosso. Jre%Tentemente. Jesus não disse: @Eles não sa!em o %ue estão "azendo. ?ocK pode adivin+ar %uem venceu a discussão. Eles não sa!iam %ue a ressurreição de Jesus se seguiria à cruci"icaçãoI não sa!iam %ue a igreja %ue trans"ormaria o mundo se originaria no . ainda assim. Certamente.Eão nos es%ueçamos do "ato de %ue at. 3as. se não tivessem medo da verdade. são pecados. ?ocK alguma vez avançou o sinal vermel+o @por ignorGncia@F 5m amigo meu discutiu com um policial. tentando provar %ue não +avia notado %ue o sinal estava vermel+o. Eão temos id-ia da grandeza de nosso pecado por%ue não compreendemos a grandeza de nosso Deus. Eormalmente.desculpa na presença de Deus. Deus jamais re!ai(a seus padr$es de justiça ao n:vel de nossa ignorGncia.desculpa em nossa sociedade e tam!-m não . essa pergunta "ormulada por pessoas %ue possuem !ons con+ecimentos acerca de Cristo e podem avaliar suas %uali"icaç$es. por isso dei(e/os ir em paz@. o pecado demonstra nossa ignorGncia. 3as se a responsa!ilidade .s pecados cometidos na ignorGncia. * ignorGncia não . os %ue nasceram em nossa cultura passarão por uma condenação muito maior %ue os %ue nunca ouviram "alar de Cristo. +oje em . os %ue cruci"icaram a Jesus deveriam sa!er disso P e saberiam.entecosteI não sa!iam %ue seria escrito o Eovo 8estamento.

ai dar tudo %ue seu amado Jil+o l+e pedia. temos menos desculpas %ue em %ual%uer outra -poca. Ele "ora criado em uma !oa "am:lia cristã e +avia "re%Tentado escolas cristãs.inY escreveu %ue pessoas assim estão @cegas para a pr)pria loucura@. maravil+as. * culpa dele maior %ue a de seu mel+or amigo na "aculdade. de modo %ue sempre agradava ao . Eão temos nen+uma razão para dar as costas ao 'alvador.dia. Joram perdoados todos por %uem .ai. am!os estão c+eios de motivos para !uscar a Cristo e am!os estão desprezando a salvação. perdoa/l+es. optou por rejeitar a Jesus. 'e a mensagem transmitida por anjos provou a sua "irmeza.C A RESPOSTA ' ORA"#O E !ESUS @.@ Essa oração "oi respondidaF 8en+o certeza de %ue Jesus rece!ia a!solutamente tudo %ue pedia. Con+eci um jovem %ue. o Jil+o sempre con+eceu a vontade do . %ue cresceu sem pais cristãos. mas com di"erentes n:veis de responsa!ilidade. audaciosamente.ai. *rt+ur . como escaparemos. diversos milagres e dons do Esp:rito 'anto distri!u:dos de acordo com a sua vontade@ A>! U. sem igreja e sem modelo moral. *o con/ tr&rio de n)s. se negligenciarmos tão grande salvaçãoF R.S Deus tam!-m deu testemun+o dela por meio de sinais. e toda transgressão e deso!ediKncia rece!eu a devida punição. %ue nos dei(ou testemun+os )!vios de sua autenticidade.. pois não sa!em o %ue estão "azendo.U/CD. *m!os são culpados..

atamente o %ue estavam "azendo.Jesus orou.LCD.. mas Deus o ressuscitou dos mortos R. 3uitos morreram em seus pecados. @e agora. uma %uestão de di":cil compreensão . clama en%uanto a vingança de Deus so!re os :mpios .. mas a%ueles por %uem "oi "eita a oração rece!eram o perdão. Ea verdade..L Eesse ponto. para %ue o perdão pudesse vir da mesma pessoa %ue orou por isso. %ue provavelmente era o respons&vel pelo supl:cio na cruz.or causa de seu sermão. Devemos . *lguns dos soldados presentes ao p.cumprida. . R.uçam a pregação: @?ocKs mataram o autor da vida.ULD P muitos "oram perdoados. 8alvez %ueiramos argumentar %ue eles não ignoravam o %ue estavam "azendo. irmãos.=D.or incr:vel %ue pareça. escreveu 7on+oe""er. a vingança de Deus "oi retirada. o inocente..solucionada: Jesus Cristo. "icou pro"undamente pertur!ado com a escuridão. somente ele. eu sei %ue vocKs agiram por ignorGncia.da cruz "oram perdoados. . o terremoto e a ruptura do v-u do 8emplo. . . pode pedir perdão para os :mpios@. Dentre os judeus de Jerusal-m %ue pediram a cru/ ci"icação P os %ue diante de .ilatos gritaram: @0ue o sangue dele caia so!re n)s e so!re nossos "il+os1@ A3t U=. e(clamou: @?erdadeiramente este era o Jil+o de Deus1@ A3t U=. . cerca de U mil pessoas aceitaram a Jesus como o 3essias. Jesus estava orando para %ue sua morte "osse e"icaz so!re %uem devia ser.S *gora. centurião. 6 claro %ue não %uero com isso dizer %ue todos os envolvidos na cruci"icação "oram perdoados.S *%uele %ue suportou a vingança. !em como os seus l:deres@ A*t N. Certamente imaginamos %ue tais pessoas não eram as %ue Jesus tin+a em mente...osicionando/se contra a opinião popular. Espero vK/lo no c-u. . @*gora encontramo/nos como pecadores aos p-s de sua cruz@. pois pareciam sa!er e.L.edro acreditava %ue elas ignoravam a total e(tensão da pr)pria culpa.

B 'er& %ue Deus perdoou essas pessoas sem %ue tivessem pedido perdãoF Eão1 * oração não "oi "eita a "avor dos %ue não %ueriam ser perdoados. prenunciando o dia em %ue n)s. mas dos %ue !uscaram o perdão. orado pelo inundo como um todo. um dia passariam a "azK/lo AJo . e sim de %ue ele orou por a%ueles %ue. Eão possu:mos nen+uma evidKncia de %ue Jesus ten+a.ULD. 3as na so!erana graça de Deus. .=D. em vez disso. seremos rece!idos nos c-us. E as convers$es dos gentios tam!-m "oram as @prim:cias@. utilizando o sangue de Cristo para a o!ra mais gloriosa de sua salvação eterna@.CD.entecoste. %ue per"azem L mil pessoas A*t C. 8am!-m lemos %ue um grande n mero de sacerdotes con"essou a Jesus como 'en+or A*t B. em!ora ainda não "izessem parte de sua "am:lia. alguma vez.=. Eão se tratava de uma oração gen-rica. *s convers$es %ue ocorreram U mil anos atr&s "oram os @primeiros "rutos@. 'e Jesus tivesse descido da cruz. a oração dele não poderia ter sido respondida. o sangue de Cristo "oi. e sim de uma oração espec:"ica por a%ueles %ue Deus salvaria. os gentios.somar esse n mero aos N mil %ue responderam à mensagem do dia de .MD. signi"icando %ue assumiriam a responsa!ilidade pela morte de Jesus pelas geraç$es "uturas. %ue co!ria todos os %ue participaram da cruci"icação. aplicado so!re o coração deles1 Jim Eance o!serva %ue Deus @virou as palavras deles ao contr&rio. 8udo isso em resposta a oração de Jesus1 3edite so!re a miseric)rdia divina1 Deus não res/ ponsa!ilizou a%ueles criminosos pela morte de seu amado Jil+o1 ?&rios deles proclamaram: @0ue o sangue dele caia so!re n)s e so!re nossos "il+os1@ A3t U=. os %uais anunciam o dia em %ue Osrael ser& salvo.

imposs:vel perdoar. todos os pecados são perdo&veis. 'a!emos o %ue %ueriam dizer. Ele. podemos encontrar pelo menos algumas respostas às nossas d vidas so!re perdão. pois às vezes o ser +umano sente uma perda de "orma tão pro"unda. 3as o %ue o +omem não pode perdoar. os pais "re%Tentemente sentem %ue l+es . %ue perdoar "ica al-m de sua capacidade. o 'en+or da 9l)ria. podiam c+egar ao . um rapaz. por onde os torturadores. logo. os %ue desejavam crer. Deus pode.a respons&vel pela morte da criança. !em como uma multidão de outros iguais a ele. 5m +omem %ue +avia estuprado %uatro mul+eres escreveu/me perguntando se poderia ser perdoado. Ele.mesmo o assassinato do Jil+o de Deus "oi @perdo&vel@ para os %ue !uscaram o perdão.RESPOSTAS 'S NOSSAS &$I AS Ea oração de Jesus. Jesus construiu uma ponte de perdão.ai@. todos os pecados são imperdo&veis. * oração de Jesus "oi respondida. 3as a resposta -: @'im@. %ue não precisava de . por%ue a cruz . o %ue resultou no a"ogamento de nove pessoas. deve se contentar com o perdão de Deus %uando l+e "altar o perdão do +omem.o pr)prio Deus nos su!stituindo. um su!marino americano emergiu e !ateu em um pes%ueiro japonKs. 3as para os %ue o rejeitam.. Ele pode ser perdoado por Deus. %ue aconteceu "oi imperdo&vel@.não. ainda %ue as v:timas %ue tiveram a vida destru:da jamais o perdoem. E(istem pecados @imperdo&veis@F * resposta . Clarence Cran"ord escreveu: @Com essa oração pro"erida na cruz.= Deus não responsa!ilizou pelo assassinato de seu precioso Jil+o. arrependidos. pois. Eão e(iste pecado imperdo&vel para os %ue se ac+egam a Cristo em !usca de perdão. * cruz pode reparar o irrepar&vel. se at. 3eu primeiro impulso "oi dizer: @Eo %ue depender de mim. não1@. Eo dia M de "evereiro de U<<. Joi noticiado %ue os pais de uma das v:timas. declararam: @. 0uando a !a!& .

E ainda %ue Deus nos perdoasse por causa de Cristo. por %ue dever:amos agir de maneira di"erenteF . Essas são as orientaç$es de Cristo para %uando nossos inimigos "izerem conosco o %ue "izeram com ele. *inda assim. pois não sa!em o %ue estão "azendo@. Jesus ensinou aos seus disc:pulos: @.CCD. Eão sa!emos se irão !uscar o perdão de Deus ou o nosso perdão. Devemos perdoar os %ue não nos pedem perdãoF ?isto %ue Deus não perdoa os %ue se recusam a l+e pedir perdão.sempre tentado a pensar %ue Deus não leva a s-rio o pecado. morreu por todos. . * cruz . a mul+er respondeu: @Eu diria a Deus %ue ele deveria maneirar@. não compreenderemos o Evangel+o. * colina da Caveira. não "osse pela morte dele. atravessamos o a!ismo %ue nos separa de Deus. cuja correta punição seria o in"erno. e. devemos orar pelos %ue não pedem nosso perdãoF 'im. mas di"erentemente dele. 0uando ele perguntou o %ue ela "aria se as o!ras %ue realizava não "ossem !oas o su"iciente. estar:amos condenados.a ponte de amor do #edentor.or%ue. Eela.odemos orar como Jesus: @. "az/nos lem!rar %ue Deus não tem como @maneirar@.perdão. 'e vocK . ao conceder o perdão. 'e não entendermos isso.!viamente. 5m amigo contou/me como pregou o Evangel+o a uma mul+er em um avião. Ele nos perdoa por miseric)rdia imerecida para conosco. não sa!e/ mos como nossa oração ser& respondida. Jesus orou pelos seus inimigos antes %ue eles se tornassem amigos. * marcante santidade divina e(igia um castigo enorme. caso ten+am errado conosco. %ue graciosamente providenciou o perdão para os %ue crKem. ol+e para o Calv&rio. Então. descon+ecemos a reação da%ueles por %uem oramos. . ainda %ue não ten+a sido . não seria essa sua "unção ou o!rigação.rem por a%ueles %ue os perseguem@ A3t L. como era c+amado o Calv&rio.erdoa/l+es. %ue se considerava correta o su"iciente para ir ao c-u.

a parte caluniada ainda pode optar por @perdoar@..@perdoando@. não revidavaI %uando so"ria. @0uando insultado. *ssim . mesmo %uando o perdão não pedido. com justiça. se ele se arrepender. depositamos diante de Deus nosso amargor e entregamos os advers&rios a ele.UND. aguardando o veredicto . con"iando em Deus para o @acerto de contas@. *t.sempre a reconciliação. desde %ue a injustiça seja passada para Deus.=.uma certeza. . Eos relacionamentos +umanos.pedido. ou seja.Yla+oma e assassinou . onde est& a justiçaF Como optar pelo @perdão@ para um +omem %ue merece um destino pior %ue a morteF Como a!rir mão da ira %ue. . a m&goa e a raiva aca!am destruindo a alma +umana e entristecendo o Esp:rito 'anto. Ele não sentiu necessidade de ajustar as contas na%uele momento e entregou seu pro!lema ao Juiz do 5niverso. ao entregar a %uestão a Deus. mesmo %uando se pede perdão. e sete vezes voltar a vocK e disser: [Estou arrependido[. 3as.e U. Eão +avia motivo algum para %ue os parentes das v:timas l+e concedessem o perdão %ue ele não %ueria ou pedira. * nica "orma de livrar/se de sua cont:nua in"luKncia . a reconciliação jamais . autor do delito j& causou dor su"iciente. !usca compensação ou vingançaF Jesus tam!-m nos ajuda nesse ponto. perdoe/l+e.onde sa!emos. morreu sem ser perdoado por Deus e pelos +omens.CD.or-m. o!jetivo do perdão .o esp:rito de Jesus. . serão recompensados com sa de e esta!ilidade emocional.N. mas entregava/se à%uele %ue julga com justiça@ A. não "azia ameaças. a união de dois coraç$es amargurados. o +omem %ue e(plodiu o pr-dio em . Caso contr&rio. Jesus pode perdoar sem desistir do desejo de justiça. os %ue "oram capazes de @perdoar@. 'e pecar contra vocK sete vezes no dia. 8imot+4 3c?eig+. 3esmo assim.BW pessoas. @'e o seu irmão pecar. entre os so!reviventes. perdoe/ l+e@ ALc . repreenda/o e.

Jesus disse aos disc:/ pulos %ue eles deveriam estar dispostos a perdoar di/ versas vezes P @setenta vezes sete@ P se %uisessem compreender o perdão divino. e outros semel+antes a eles.um processo longo e "re%Tentemente di":cil. e os %ue maltrataram a Jesus e rejeitaram seu perdão P criminosos P ainda não "oram levados à justiça."inal. pois não podemos ver o coração +umano. mais uma vez.ai. Devemos perdoar todos os %ue nos pedem perdãoF E. Jesus contentou/se em aguardar por esse dia. * mul+er pode perdoar o marido ad ltero. prestação de contas etc.nde o pecado não . 8oda a nossa vida deve ser . mas isso não a o!riga a acreditar cegamente em seu modo de vida. 'im. 3as est& c+egando o dia em %ue estarão diante do . aconsel+amento psicol)gico. mesmo %uando duvidamos da sinceridade.levado a s-rio. pois não +avia +esitação em sua ". o perdão rece!ido de "orma leviana.na justiça do . #ecuperar a con"iança de algu-m . . Dois mil anos se passaram. devem entregar a m&goa a Deus. podemos acreditar em suas raz$esF * resposta . n)s tam!-m podemos con"iar na%uele %ue julga com justiça. ser distinguido da reconciliação.ara %ue isso aconteça. * mul+er a!andonada pelo marido por causa de uma amanteI a adolescente %ue teve a in"Gncia rou!ada ao so"rer a!usos do paiI o irmão %ue "oi passado para tr&s na +erança por um parente inescrupuloso P esses.ai da%uele %ue "oi tão cruelmente martirizado.sim. Eo entanto P e isto importante P o perdão deve. ser& necess&rio algum tempo. *t. Devem contentar/se com a certeza de %ue casos assim ainda serão julgados no verdadeiro e supremo tri!unal. .mesmo o arrependimento sincero deve ser atualizado pela disciplina e com uma entrega di&ria a Deus.

a morte de Jesus "ez %ue a resposta a essa oração se tornasse uma realidade. primeiro !rado da cruz ecoa a nica palavra sem a %ual não podemos ser salvos: perdão.caracterizada pelo arrependimento. *"ortunadamente.livremente concedido aos %ue o rece!em +umildemente. ele . . 8anto na%uela -poca %uanto agora. Een+um ato de arrependimento em si garante uma vida de o!ediKncia a partir do perdão. .

em Cristo no in:cio da vida. ter:amos posto os dois ladr$es pr)(imos um do outro e Jesus mais a"astado. 'im. especialmente so!re a morte iminente. mas não sei como. *o %ue ele respondeu: P Eu sei %ue ten+o. antes tarde do %ue nunca.+ 8odos n)s ac+amos di":cil conversar com %uem est& à !eira da morte. vocK tem de aceitar a Jesus como seu 'alvador. 'e "Qssemos o centurião respons&vel pela cruci"i/ cação. como tam!-m %uis %ue lessem a 7:!lia para ele. 8eria sido muito mel+or se ele tivesse con+ecido a ".e voc$ estará comi/o no para0so. Deus deu/me o privil-gio de l+e mostrar @como@. "elizmente. Eu sei 'ue tenho. mas estava .mesmo aos %ue estão no limiar da morte. e nas poucas semanas %ue l+e restavam ele não apenas teve a certeza de %ue iria para o c-u. soldado romano provavelmente não tin+a a menor id-ia do motivo pelo %ual ajeitara as cruzes na%uela posição. De!rucei/me so!re sua cama e sussurrei %uase %ue diretamente em seu ouvido: P Doutor.concedida at. 0uando o +omem %ue +avia sido meu m-dico estava prestes a morrer devido a um cGncer. a graça de Deus . evitando "alar no assunto so!re o %ual o amigo mori!undo gostaria de conversar. *s en"ermeiras contam %ue amigos e parentes adotam um c)digo de silKncio. .) *ucas 2 . mas não sei como( Ea%uela tarde. mas.2. eu sou!e %ue não era +ora para super"icialidades. UM BRADO DE GARANTIA )-o.

Ele desceu para %ue pud-ssemos su!ir com ele em novidade de vida. Eo nascimento. um ladrão @osso duro de roer@ %ue. 5m deles. se juntou aos inimigos de Jesus para ridiculariz&/lo: @Ogualmente o insultavam os ladr$es %ue .cumprindo uma antiga pro"ecia: @Ele R.ela man+ã. mas "oi considerado um deles. merece especial consideração.S "oi contado entre os transgressores@ AOs LN. Deus decretou %ue ele. Eão permita %ue ningu-m diga %ue Deus se manteve "ora da ru:na de nosso mundo decadente. Jesus não apenas morreu entre criminosos.ensemos nessa +ist)ria. cruci"icado. por ter rece!ido a promessa de %ue devemos participar se "ormos morar no c-u com nosso 'en+or. *%ui. de in:cio. SUA SITUA"#O * "ic+a desse +omem mostra %ue se tratava de um criminoso pro"issional.. deveria morrer entre os mais pro"anos.UD. e nisso est& a essKncia do Evangel+o.ara:so por Jesus1 . na morte. e agora. *%ui +& esperança para o pior e maior dos pecadores. %ue era o mais santo. %ue poderão um dia encontrar a morte de "orma repentina. "oi cercado por animais. em particular. voltemos ao %ue est&vamos e(aminando. encontramos segurança para os %ue estão morrendo de cGncer nas en"ermarias de +ospitais e tam!-m esperança para o "orte e para o saud&vel. ele estava sendo.. com justiça.. "oi rece!ido no . 0ueria demonstrar a intensidade da vergon+a %ue seu Jil+o estava disposto a suportar. 3as. Deus tin+a suas raz$es para decretar %ue Jesus "os/ se cruci"icado entre dois !andidos. *o anoitecer. por criminosos. 0ue dia teve a%uele ladrão1 . Eossa atenção volta/se para os dois +omens cruci/ "icados ao seu lado.

não assaltamos !ancos nem arrancamos !olsas de vel+in+as %ue camin+am pela rua. de !om grado. ') %ue. pois estava morrendo@. ele representa todos n)s. o %ual vocK. 3as a +onestidade e(ige a admissão de %ue todos n)s rou!amos a Deus. Em vez de glori"icar a Deus. Eão sa!emos %ual dos dois era o mais pecador. e sim em prol de outra. . Esse +omem não tin+a nen+uma e(pectativa. se nos atrair para o nico %ue pode nos .inY comenta: @Ele não tin+a como tril+ar as veredas da virtude. ver:amos %ue não somos muito mel+ores %ue o ladrão %ue se juntou aos amigos %ue estavam zom!ando de Jesus. involuntariamente. vocK jamais tra!al+ou para essa empresa. 'e par&ssemos de "azer comparaç$es entre n)s mesmos e sujeit&ssemos nosso +ist)rico diante da "ace de Deus. 'upon+a %ue vocK "oi nomeado por uma empresa de Eova \orY a "im de representar os interesses da empresa em C+icago. mas am!os podiam ter constado na lista dos mais procurados de Jerusal-m. +a!ilidade de gan+ar din+eiro.CCD. Esse e(emplo nos descreve de maneira e(ata. 'ua atitude era semel+ante à de seu parceiro no crime. amigos e ainda assim glori"icamos a n)s mesmos em vez de glori"ic&/lo. talentos. Deus nos d& a vida.ode/ r:amos rejeitar tal id-ia. na verdade. muito tarde para esperar %ue suas !oas aç$es so!repujassem as m&s. Era muito tarde para um novo começo. pois tin+a um prego atravessado nos p-s. 'endo tão ruim. . 8odos os meses. a impossi!ilidade não uma maldição.+aviam sido cruci"icados com ele@ A3t U=. Eão tin+a como realizar nen+uma !oa ação. suspenso do outro lado de Jesus. argumentando %ue não somos ladr$es. pois lin+a um prego atravessado nas mãos. vivemos para n)s mesmos e. Eão tin+a como virar a p&gina e seguir vivendo uma vida mel+or.U Eo entanto. assina e em!olsa. escritor *rt+ur . mandam/l+e seu c+e%ue. servimos os interesses ego:stas de 'atan&s. Osso não seria rou!oF.

ai.capaz de salvar a si mesmo1@ A3t U=. . pois não sa!em o %ue estão "azendo@ ALc UN. 0uando os trKs +omens "oram pregados na cruz. e ele perce!eu a estupidez e a cegueira do pr)prio coração. mas não . %ue eles %uerem dizer com [salvou os outros[F@. o ladrão não tin+a motivo algum para acreditar %ue se encontrava na presença da 3ajestade.ai o perdão para outras pessoas. #econ+eceu %ue tam!-m precisava de perdão. *l-m disso. ele ouviu Jesus orar: @. 9)lgota era o lugar onde morriam os criminosos. 0uando as cruzes "oram erguidas e "incadas nos !uracos. Ele então ouviu a in"eliz a"irmação da multidão: @'alvou os outros.a%uele dia. pois somente um +omem %ue con+ecesse a Deus podia suplicar ao . *s palavras "oram ditas para desa"iar e ridicularizar Jesus. o criminoso começou a ponderar so!re a zom!aria %ue "izera e começou a perce!er %ue podia estar justamente na presença do 'alvador. Ele não pQde es%uecer a%uelas palavras. Eão era lugar para encontrar a Divindade. em primeiro lugar. Con"orme a multidão ia repassando suas palavras e seus milagres. Ea verdade. não temos como ser salvos. esse +omem P %ue Deus o a!ençoe1 P teve o coração trans"ormado. pregando/o na parte superior da . SUA NOTÁ$EL () E muito prov&vel %ue o ladrão não tivesse visto Jesus at. perdoa/ l+es.CUD. L& na cruz.NCD.odemos supor %ue.ajudar. se não estivermos inde"esos. O que o fez mudar de idéia? .ilatos escreveu o %ue algu-m c+amou @pan"leto evang-lico@. mas o ladrão pensou: @. * oração penetrou em sua consciKncia. . ele pensou %ue Jesus "osse apenas outro criminoso.

cruz. De %ual%uer "orma. não como um rei. Era +a!itual escrever o crime do cruci"icado em uma placa para %ue os passantes pudessem ver o motivo da e(ecução. . mais provavelmente. a placa o acompan+ou. aparentemente ele mesmo precisava ser salvo1 Jesus estava suspenso como uma v:tima inde"esa.no coração da%uele +omem. pois implorou: @Jesus. 0uando vocK precisa de salvação. mas sim %ue esse +omem se dizia rei dos judeus@ AJo . . 3as . não mudou de opinião. em um raro enlevo de coragem. *lguns protestaram: @Eão escrevas [. Ea verdade. tK/la ouvido em meio à zom!aria. 0uando vocK precisa de salvação. 'eu %uei(o estava apoiado no peito. o ladrão creu1 5m 3essias %ue podia ser assassinado pelos inimigos não era o %ue os judeus procuravam. apesar de tudo. .CUI gri"o do autorD. Deus "ez nascer a ". !om senso nos diz %ue o 'alvador deve estar acima do destino dos mortais. e a placa "oi posta no lugar. não recorre a algu-m na mesma situação.NWD. agora acreditava %ue Jesus era o #ei. 0uando Jesus des"ilou pelas ruas de Jerusal-m. lem!ra/te de mim %uando entrares no teu 1eino) ALc UN. #ei dos Judeus[.D. 0ue visão c+ocante1 E. J& na cruz.ense nisso1 Ele creu em um momento no %ual Jesus estava aparentemente sem condiç$es de salvar %uem %uer %ue "osse. . e(ceto %uando reunia "orças su"icientes para levantar a ca!eça e respirar. o ladrão pode ter lido a "rase ou.U.ilatos.ilatos escreveu: @Este . corpo de Jesus estava em colapso. *s es/ peculaç$es acerca do 3essias diziam %ue ele a"ugentaria . Onacreditavelmente.s cravos +aviam rasgado seus p-s e mãos. 0ue salvador usaria uma coroa co!erta de sangueF 0ue salvador teria a !ar!a arrancada pela raizF .M. não recorre a algu-m %ue esteja morrendo em desgraça.o #ei dos Judeus@ ALc UN.

Eão se justi"icou nem apresentou desculpas. na%uele dia. Ele não pediu para ser +onrado .. *o mesmo tempo em %ue o sangue escorria do corpo de Cristo. nem estando so! a mesma sentençaF E)s estamos sendo punidos com justiça. uma vez despertada. a ".escoava do coração de seus seguidores. . *inda assim.mesmo os %ue acreditavam nele tiveram d vidas. ele creu.or mais improv&vel %ue "osse. *rt+ur . Esp:rito 'anto atraiu seu coração delin%Tente para o +omem da cruz do meio. esta!elecendo um reino. Ele +onestamente admitiu %ue estava so"rendo @com justiça@. eles "icaram pasmados. . o ladrão creu1 . E.CUI gri"o do autorD. 0uando Jesus e(plicou aos seus disc:pulos %ue deveria ser cruci"icado. voltou/se e disse a Je/ sus: )*embra-te de mim %uando entrares no teu #eino@ ALc UN. at. antes do terremoto e antes %ue o v-u do 8emplo "osse rasgado em dois. Eão se pode ac+ar a resposta a essa pergunta pela an&lise psicol)gica do indiv:duo.C<. estava tendo o %ue merecia. * resposta . . ou seja.C.inY nos desa"ia com esta pergunta: @Como e(plicar o "ato de esse ladrão mori!undo ter aceitado um +omem cruci"icado e sangrando como seu DeusF@. pois o julgamento estava pr)(imo. 'ua consciKncia.os romanos %ue ocupavam a terra.do ladrão começou %uando ele repreendeu seu parceiro no crime: @?ocK não teme a Deus. * jornada de ". Lutando com cada palavra. ladrão acreditou antes %ue as trevas ca:ssem so!re a terra.D.@ ALc UN. dizia/l+e %ue temesse a Deus. alimentar multid$es ou trans"ormar &gua em vin+o. Ele creu sem ter provas da ressurreição ou da ascensão de Jesus Cristo. E ele creu. Ele creu sem ver Jesus andar so!re as &guas.encontrada na miseric)rdia imerecida de Deus.. m&(imo %ue podia "azer era esperar %ue seu compan+eiro do outro lado tam!-m admitisse os pr)prios pecados.

Eão . #ec+açou o crescente clamor de vozes %ue poderia tK/lo desviado do camin+o. "ato de Jesus ter ou não descido ao >ades. Ea noite anterior. algu-m %ue a "am:lia e con+ecidos "icariam "elizes em es%uecer.era corajosa. 'eu pedido "oi modesto P )*embra-te de mim@ P. encontro entre eles ocorreria na'uele mesmo dia. 3as o ladrão não se importou com a opinião dos outros.rei. mas %ue +onra seria ser lem!rado por Deus.s agitadores o insultavam: @'e vocK . . . 'ua ".CND. Jesus "izera uma promessa semel+ante aos seus amigos mais pr)(imos: @'e eu "or e l+es preparar lugar.ediu apenas para ser lem!rado. e muito. *c+ava %ue o esc&rnio e a rejeição seriam insuport&veis. Onacreditavelmente.. Era um p&ria na sociedade. SEU MARA$IL*OSO (UTURO Jesus e(cedeu. 5m amigo meu disse %ue s) aceitaria a Cristo como seu 'alvador se "osse morar longe da "am:lia e dos amigos. como . ladrão "oi contra o consenso. onde est& seu reinoF@. .ND. desça da cruz1@. E ainda: @'e vocK . para %ue vocKs estejam onde eu estiver@ AJo . .rei. * multidão caçoava de Jesus.MD. * "rase @vocK estar& comigo@ descreve a comun+ão da %ual des"rutariam. as e(pectativas do ladrão arrependido. ') admitiria crer em segredo.C. . Ele creu.de admirar %ue se diga %ue o in"erno est& c+eio de @covardes e incr-dulos@. o ladrão rece!eu a mesma promessa %ue os disc:pulos1 Ele estava tão seguro nos !raços de Jesus %uanto estaria se tivesse servido ao 'en+or desde a juventude. voltarei e os levarei para mim. @Eu l+e garanto: >oje vocK estar& comigo no para:so@ ALc UN. * maior !Knção para o cristão encontra/se no "ato de %ue Deus nos c+amou @à comun+ão com seu Jil+o Jesus Cristo@ AOCo .%uando Cristo entrasse em seu #eino.

diante da cruz. *%ui não +& lugar para teorias so"isticadas ou jogos de palavras. ajuda para se apro(imar de Jesus. Ele não era !atizado. a %ual não considerada con"i&vel por muitos. e sim nos escritos de uma suposta pro"etisa.de!atido por te)logos. 'purgeon escreveu %ue @esse +omem %ue "oi seu ltimo compan+eiro na terra@ "oi tam!-m seu @primeiro compan+eiro nos port$es celestiais@. tão digna de con"iança %uanto o +omem %ue a assinava. Jesus ainda controlava os port$es do .L . . *lguns colegas P %ue Deus os a!ençoe1 P acreditam no @sono da alma@. "oi por um curto per:odo. Ele não pediu à 3aria. pois +avia prometido ao ladrão %ue estariam juntos na%uele mesmo dia. Jesus disse: )-o.ara dar mais Kn"ase à promessa.ensina o 2redo dos apóstolos. 'e "ez isso. Jesus morreu antes do ladrão e estava pronto para recepcion&/lo no local de +a!itação eterna. estava com ele na eternidade.ara:so.urgat)rio. ladrão esteve com ele na condenação e. 'e o Cristo agonizante pQde dar ao ladrão a promessa de salvação eterna.o dia da ressurreição. Era uma nota promiss)ria e(pedida pelo 7anco do C-u. dei(e/me apontar os seguintes "atos so!re a salvação do ladrão: Ele não "ez uma parada no . Ele não rece!eu os ltimos ritos da Eucaristia.e vocK estar& comigo no para:so@ Agri"o do autorD. 3as essa doutrina não est& "undamentada nas Escrituras. %ue estava em p. conceito %ue de"ende a id-ia de %ue a alma dorme inconsciente at.ara:so. Eaturalmente. Ele tin+a o poder de "azer promessas e julgar o . pense no %ue o Cristo vivo pode "azer1 *inda %ue eu corra o risco de ser mais claro do %ue deveria. algumas +oras mais tarde. a camin+o do . . Jesus iniciou com a "rase @Eu l+e garanto@. 'uspenso em aparente desamparo.

* terra tremeu. seu destino estava assegurado. e as roc+as se partiram@ A3t U=. *inda %ue a ". ao meio/dia. !radar: @3eu Deus1 3eu Deus1 . ondas de d vida co!riram sua "-. @0uem crK no Jil+o tem a vida eternaI j& %uem rejeita o Jil+o não ver& a vida.utros. aparentemente.CBD. %ue aca!ara de encontrar. @Ea%uele momento. por-m mais tarde.NBD. Ele ouve o 'alvador. as trevas se espal+aram por toda a terra.L. ocorreu um terremoto. a promessa de Jesus ainda era v&lida. Jesus +avia "alado. mas a ira de Deus permanece so!re ele@ AJo N. Depois disso. e as pedras se partiram ao meio.D. Jesus jamais desempen+ou o seu papel de #ei de "orma tão autKntica %uanto na%uele momento. . 8alvez. não conseguia controlar o caos so!re a terraF Com ou sem d vidas. passaram por enorme a"lição emocional com a apro(imação da morte. seu 'alvador não o pudesse salvar1 Como poderia conduzir pecadores à presença do pr)prio Deus. no "im. Ele ouvira a promessa dos l&!ios de Jesus. e isso era tudo %ue importava.do ladrão +ouvesse desa/ parecido na%uelas trKs +orr:veis +oras. 5m mission&rio . de alto a !ai(o. %ue nem se%uer conseguem lem!rar %ue con"iaram em Cristo como 'alvador. SUA () ) TESTA A Colo%uemo/nos na situação do ladrão %ue agoniza/ va. o v-u do santu&rio rasgou/se em duas partes. se este o +avia a!andonadoF Como podia "alar com autoridade so!re o c-u. %uando.or %ue me a!andonasteF@ A3t U=. *o ver a escuridão e ser sacudido pela terra %ue tremia so! siI ao ouvir o !rado de agonia da mesma pessoa em %uem +avia aca!ado de depositar sua con/ "iança. Con+eço cristãos %ue so"rem do mal de *lz+eimer.culpado. com as "aculdades mentais em pleno "uncionamento.

. so"rimento agora era suport&vel. no "im.%ue passou v&rios anos no tra!al+o de evangelização en"rentou uma morte torturante em "unção de um cGncer.W<<D.=N. Ea%uele dia. 3as todos %ue o con+eciam davam testemun+o de seu pro"undo amor a Deus e ao Evangel+o. 'uas ltimas palavras "oram: @'into/me aprisionado@.não tin+a como cumprir a promessa P isso não importa. poeta %ue amava a Deus e se converteu em tenra idade. 'uas "alsas esperanças e seus son+os não realizados aca!aram com sua "-. nas tuas mãos entrego o meu esp:rito@ ALc UN."oi indu!itavelmente restaurada. E.ai. Cowper tentou se suicidar. escreveu: Deus age de "orma misteriosa Eas maravil+as %ue realiza. isso . *s con"us$es de seu estado mental não invalidavam a promessa de Jesus. Durante seus acessos de depressão. %uando "al+ou. Deus +avia "alado.tudo %ue importa. e. . Ele acreditava apai(onadamente em Cristo. Ele morreu acreditando %ue +avia sido a!andonado por Deus. %uando ele escutou a oração "inal de Jesus P @. 2illiam Cowper A. ele estaria com Jesus no .B *inda assim. so"ria de pro!lemas mentais. acreditava estar condenado. Certa vez. sua ". acreditou estar mais @condenado %ue Judas@.ara:so. na%uela mesma noite. Essa e(traordin&ria +ist)ria traz/nos algumas liç$es. ao entardecer.CBD P./. e sua promessa %ue vale. Dei(e %ue o ladrão desanimeI %ue ten+a receioI %ue ven+a a pensar %ue a%uele em %uem +avia depositado sua ". pois seu terr:vel dia logo teria um "im. E.

para %ue nele nos torn&ssemos justiça de Deus@ AUCoL. para %ue vocK e eu pud-ssemos ser contados com os redimidos.o CristoF 'alve/se a si mesmo e a n)s1@ ALc UN. o Escol+ido[@ ALc UN. .D. @Ele não sentia %ual%uer arrependimento pelos seus pecados. Jesus "oi contado com os transgressores. o nosso pecado. ou seja. apenas a a"lição de estar so"rendo as conse%TKncias de seus atos@.o Cristo de Deus. pro!lema desse ladrão .s ladr$es tiveram a mesma oportunidade. am!os estarão separados para sempre. E se Jesus tivesse ouvido a oração dele e salvado a si mesmo e aos outros doisF Ele teria cancelado o plano de Deus e não poderia salvar ningu-m mais.rei. Ele so"reu o %ue não merecia. não com a pr)(ima. mas apenas um "oi salvo. 3esmo assim. e n)s tivemos o %ue não merec:amos.NMI arcD. 3esmo en%uanto vocK lK estas palavras. *m!os ouviram as palavras de Jesus: @. se . salvando os trKs %ue estão sendo cruci"icados +ojeF@.ai.%ue ele se importava apenas com esta vida. um est& na presença de Deus. "oi considerado transgressor tanto por Deus %uanto pelo +omem. outro ladrão disse: @?ocK não . .U. @Deus tornou pecado por n)s a%uele %ue não tin+a pecado. e o outro.LI"+ES TRANS(ORMA ORAS Lem!remo/nos de %ue am!os os ladr$es oraram. em um . . cada um com seu destino. ou seja. Esse ladrão %ueria estender a vida na terra por mais alguns dias ou anos. Em!ora "osse pessoalmente puro. *m!os ouviram o %ue diziam os inimigos de Jesus: [@'alvou os outros[.= Jesus morreu para %ue o ladrão perdoado pudesse estar no .ara:so e para %ue vocK e eu possamos estar com ele no "uturo. +omem agonizante pensou: @'e Jesus . por %ue dei(aria de e(ercer sua so!erania. diziamI [salve/se a si mesmo. perdoa/l+es@. sua justiça. *m!os sa!iam %ue Jesus estava sendo ridicularizado por a"irmar ser o #ei dos judeus. .NLD.

5m puritano. poucos. Eo entanto. .o dia para crer em Cristo. com perspic&cia "alou: @Esse caso est& registrado para %ue ningu-m se desespere. Em ltima an&lise. en%uanto o outro o ridicularizou. estão os %ue crKem. mas logo antes de morrer. . naç$es e culturas estão divididas pela cruz. muito poucos são salvos nas ltimas +oras ou dias de vida na terra. os %ue optam por se justi"icar.or "im. caro leitor. 2arren 2iers!e o!serva %ue o ladrão não "oi salvo na ltima oportunidade. .s seus pecados estão perdoados@. Eão podemos traçar uma lin+a separando as pessoas mais ou menos !oas das mais ou menos m&s. ao comentar a conversão do ladrão %ue ocorreu no momento de sua morte. *lguns vKem o ladrão como e(emplo de @conversão no leito de morte@. somente a%uele %ue ningu-m poderia imaginar@. c-u e o in"erno não são lugares distantes. do outro. e con+eço pessoas %ue acreditam %ue algum dia tam!-m crerão. o mundo não .lugar de isolamento. estão pr)(imos de n)s. determinados a entrar na presença de Deus por conta pr)pria. Eles estão se/ parados por%ue um pediu ajuda a Cristo. e sim na primeira. *%uela "oi a primeira oportunidade para acreditar em Cristo. Eão ouviu o 'ermão do 3onte nem as palavras %ue Cristo disse ao paral:tico: @. +oje . %ue os separou não "oi a intensidade do mal %ue praticaram nem o distanciamento %ue tin+am de Cristo. tristeza e terror. . 8odas as raças. Ele não estava presente %uando Jesus trans"ormou &gua em vin+o nem %uando Jesus acalmou a tempestade ou alimentou as multid$es. De um lado.dividido geogr&"ica. 8udo depende de como nos comportamos com Jesus. Esses ladr$es representam toda a raça +umana. econQmica ou racialmente. E(istem duas grandes raz$es para não perdemos tempo em aceitar a Cristo como nosso #edentor pessoal.

impelido a se a"astar mais e mais dele.mesmo o pior dos pecadores. so"rendo indiz:vel agonia.!viamente. 5ma de min+as estro"es "avoritas diz: . a %uestão não est& no taman+o de nosso pecado.ND. Ele . .. ele zom!a de Jesus em seu ltimo suspiro1 Como a maioria das pessoas. ou nosso coração atra:do mais para perto de Cristo ou . Ea verdade. 2illiam Cowper. em!ora atormentado pelas d vidas. se o ladrão pQde ser salvo. 'egunda: a maioria dos %ue rejeitam o Evangel+o %uando estão saud&veis continuar& rejeitando %uando c+egar a +ora da morte.a prova de %ue um ato de ". . ladrão %ue não se arrependeu comprova essa teoria. Eem todos rece!em aviso. por incr:vel %ue pareça.de admirar %ue o escritor de >e!reus ten+a perguntado: @Como escaparemos. Eem todos morrem de doenças terminais ou permanecem conscientes depois de um acidente de carro. Con"orme "icamos mais vel+os. ?eja/o l& na cruz. 3il+$es de pessoas morrem de "orma repentina. ainda assim. sem ter ao menos um minuto para pensar so!re seu relacionamento com Deus. a %ual determina nosso destino. J& o ladrão arrependido nos d& a esperança %ue todos !uscamos. não +& escape. 6 imposs:vel permanecer neutro. E. *inda %ue tivesse muitos pecados.rimeira: não sa!emos a +ora em %ue morreremos.pode salvar at. compreendeu %ue. Eão . 'eu amigo o ajudara a ter consciKncia de seus grandes pecados. morreu da mesma "orma %ue viveu. Ele sa!e %ue est& a ponto de morrer. Ele escreveu um +ino intitulado 3here is a fountain fdled 4ith blood 5-á uma fonte cheia de san/ue6. tornou/se uma testemun+a da imerecida graça de Deus. se negligenciarmos tão grande salvaçãoF@ A>! U. todos n)s podemos ser salvos tam!-m. mas em nossa disposição para crer.

tam!-m podemos ser !em rece!idos na eternidade. 7asta trans"erirmos nossa con"iança para a%uele %ue guarda as c+aves do . o vil ladrão.ara:so. da mesma "orma %ue ele. E)s. . ac+ou na cruz a mais per"eita redenção na graça de Jesus.*gonizante. contrito. perdão dado ao ladrão lem!ra/nos %ue +& mais graça no coração de Deus %ue pecado em nosso passado. .

2illiam 7arcla4 escreveu: @>& algo de in"initamente comovente no "ato de %ue Jesus. na agonia da cruz.. * consciKncia de %ue a eternidade est& à espera li!erta a mente de %uase todos os pensamentos de ansiedade. 'e +& um momento no %ual se espera %ue o +omem pense somente em si. . *o retornar.27: arc Esteja certo disto. seus pais o encontraram discutindo a Lei com os mestres ALc U. @isso o "az concentrar/se maravil+osamente@. . Joi mencionado pela ltima vez %uando Jesus "icou para tr&s em Jerusal-m aos doze anos de idade. Jesus tomou providKncias com relação a sua mãe.7 Eis a0 tua mãe.. . eis a0 o teu filho 5. escreveu 'amuel Jo+nson.. pensou nos outros. estava morto +avia um !om tempo. continuou sendo um dedicado primogKnito. suspenso na cruz.. E se os espasmos de morte "orem particularmente dolorosos. Ele. .) &oão !8. tin+a a o!rigação de cuidar dela. Jos. %ue era pai de Jesus no aspecto legal. %uando um +omem sa!e %ue ser& en"orcado em duas semanas@.sai de cena. 'endo o "il+o mais vel+o na casa de uma vi va.29. *ntes %ue a presença de Deus se a"astasse e as trevas se espal+assem so!re a terra. at. UM BRADO DE COMPAIXÃO )Mulher. *p)s esse epis)dio. sen+or.a +ora da morte.odemos presumir %ue Jos-. pensasse na solidão de sua mãe durante o tempo em %ue l+e seria tirado@.o "im.3.natural %ue a v:tima se concentre e(clusivamente em suas neces/ sidades mais imediatas.CBD. Jesus. no momento em %ue estava em jogo a salvação do mundo. apesar de 3aria ser mencionada diversas vezes durante o minist-rio de Jesus.

. 0uando lemos %ue os soldados dividiram suas roupas @em %uatro partes R..a de %ue Jesus ol+ou para a mãe %uando os soldados começaram a disputar a t nica.. C+arles 'windoll c+ama a atenção para o "ato de +aver uma aparente associação entre as palavras de Jesus e o %ue "aziam os guardas. Jesus passou a conversar com ele e com sua mãe.erto da cruz de Jesus RestavaS sua mãe@ AJo .UND. Em!ora estivesse sentindo uma dor indescrit:vel. pois a natureza de sua relação seria . disseram uns aos outros.UCD. isso não %uer dizer %ue as rasgaram. Omediatamente ap)s os soldados lançarem a sorte pela t nica de Jesus.or %ue na%uele momentoF Ela +avia estado l& o tempo todo. Ele j& não poderia mais cuidar dela. piedade e nostalgia. J& vimos %ue João voltou para estar ao p. mas %ue dividiram as %uatro peças entre si. os soldados sorteavam a roupa de !ai(o dele.. 'windoll escreve: @. assistindo e c+orando. * seguir vKm as palavras de Jesus a 3aria e João. *s palavras gentis %ue agora sa:am de seus l&!ios eram c+eias de amor. 5ma tradição diz %ue 3aria entregou essa t nica a Jesus %uando ele saiu de casa. %ue se encontrava pr)(ima dali com mais trKs mul+eres.S 3as %uando eles tocaram na t nica.s +omens judeus normalmente vestiam cinco peças de roupa.S restando a t nica@ AJo . 3as tin+am de decidir %uem "icaria com a %uinta veste.or %ue ele não a +avia recon+ecido ou "alado com elaF 8eria sido por causa da t nica sem costuraF Creio %ue sim.En%uanto Jesus "alava. M. a t nica sem costura. @[Eão a rasguemos[. .da cruz e assistir ao so"rimento e à morte de seu 3estre.M..M.ULD. [?amos decidir por sorteio %uem "icar& com ela[@ AJo .N * tese de 'windoll . tocaram algo muito pr)(imo de seu coração P a veste %ue 3aria +avia "eito para ele@. 'uas vestes e(ternas não tin+am %ual%uer signi"icado R. Essa t nica era normalmente entregue ao "il+o pela mãe. 8alvez a +ist)ria seja verdadeira. lemos: @.

como se ela "osse sua mãe. João rece!eu a missão de cuidar de 3aria. não estava se re"erindo a si mesmo. o ancião. colo%uemo/nos no lugar de 3aria. Ela teria de @adotar@ João como "il+o. @*: est& a sua mãe@ AJo .M. João iria preenc+er da mel+or "orma poss:vel o vazio e a dor provocados pela morte de Jesus. Ele "alou com o %uei(o apoiado no peito.M.NLD.UND. 'imeão. 3aria estava perdendo um "il+o. Ele es"orçou/se para ser ouvido e tentava ol+ar na direção de João.N. "icou tão entusiasmada %uanto temerosa. Escutemos atentamente cada palavra. respondeu ao anjo 9a!riel: @0ue aconteça comigo con"orme a tua palavra@ ALc . %ue "oi escol+ida para dar à luz ao Jil+o de Deus. Ele mal +avia conseguido e(pressar essas palavras. *p)s a visita do anjo. @o disc:pulo a %uem Jesus amava@ AJo . mas gan+ava outro.0 est& o seu "il+o@ AJo . mas envergon+ada.UBD. ela e Jos. O AMOR E M#E . com os ol+os "i(os no c+ão.or alguns instantes. . *p)s o nascimento de Jesus. Eessa +ora ele usou a palavra @"il+o@ re"erindo/se a João.NWD. E(pressando "idelidade e o!ediKncia.U=D. L&. %uando outro gemido dei(ou seus l&!ios ressecados. 'entia/se +onrada. pro"etizou %ue uma espada traspassaria a alma dessa mul+er ALc U.. ).alterada para sempre. *pesar de ele ser "il+o de 3aria.levaram o !e!K ao 8emplo.

as c+acotas e o desprezo %ue o a"ligiam. %ue nunca deso!edecia. Logo se deram conta de %ue não tin+am como culp&/lo por suas travessuras1 3aria con+ecia sua per"eição. indu!itavelmente. na cruz. . * pe%uena "am:lia escapou para o Egito. .odemos apenas imaginar as tens$es e(istentes nas relaç$es "amiliares. mas ela certamente sa!ia %ue "ora por causa de seu "il+o %ue os soldados entraram nas casas e mataram os !e!Ks na "rente das "am:lias. mas agora tin+a de suportar os mal/entendidos.. 9randes privil-gios trazem grandes a"liç$es. 'ou!e tam!-m %ue ele era perseguido como um camundongo por um "alcão.B/. Como 'imeão estava certo1 'e "osse para ter um "il+o. Ela ouviu a zom!aria. * primeira vez em %ue a espada "oi cravada em seu coração "oi %uando !e!Ks inocentes "oram massacrados nas cercanias de 7el-m. comum e imper"eito1 . os anos de con"lito e então a morte %ue l+e partiria o coração. na%uele momento. nunca pecava. 3aria e seu "il+o "oram a causa de tudo isso. * região inteira "icou em prantos. devido ao medo %ue >erodes tin+a do 3essias A3t U. a espada partiu o coração de . * espada penetrou novamente %uando ela e sua "am:lia ouviram os !oatos de %ue seu "il+o +avia sido conce!ido de "orma ignominiosa. ela deveria ter tam!-m uma espada.6 l)gico %ue. resumindo. a injustiça disso tudo pesava/l+e na alma. nunca mentia P. as o"ensas e as ameaças. E como sa!ia %ue ele era inocente P per"eito em todos os sentidos P.or "im. 'ou!e %ue tentaram empurrar seu "il+o de um pen+asco em Eazar-.WD. Omagine como deve ter sido criar Jesus em um lar judeu. Ela sa!ia %ue seu "il+o estava realizando uma missão divina.s outros "il+os. sentiam/se sempre in"eriores ao irmão mais vel+o. Ela não tin+a como prever o nascimento em uma manjedoura. ela não tin+a como prever o %ue tudo a%uilo %ueria dizer.

"oi como se uma espada tivesse retal+ado seu coração de mãe. Jamais uma morte desumana trou(e tanta tristeza@. 0uando o soldado. per"urou o lado de seu "il+o. suportando uma dor intoler&vel. Ela sa!ia %ue ele tin+a poder para descer da cruz e sa!ia das legi$es de anjos %ue estavam à disposição. penetrando/o pro"undamente. e um novo relacionamento celestial estava para começar. em!ora "osse ridicularizado e tratado como criminoso. Ela. %ue o +avia em!alado em seus !raços. . 3aria so"reu em a!soluto silKncio. agora via a coroa de espin+os sendo colocada nele. Era sempre perigoso demonstrar ser a "avor de um +omem %ue os romanos considerassem digno de cruci"icação. por "im. agora via/as per"uradas por cravos. Jesus +avia "alado dessa +ora. pois. %ue +avia !eijado a testa da pe%uena criança. Disse *rt+ur 2. Ele não mais seria seu "il+o. ?ia a coroa de espin+os. Ela. Ela.s laços terrenos estavam des"eitos. %ue o +avia amado desde o nascimento. Jicou e assistiu a tudo. mas não podia aliviar a dor do "il+o com algum medicamentoI ouvia o esc&rnio. Como mãe. Eão desmaiou. passava a am&/lo ainda mais na morte. 3as ela "icou ao seu lado. 3as %uando ele disse @*: est& o seu "il+o@ e meneou a ca!eça na direção de João. . mas não tin+a como calar a multidão.a mul+er %ue os artistas retratam com um l:rio !ranco entre as mãos. mas seu 'alvador. não se curvou. Ela "icou diante da cruz.inY: @Eunca um nascimento +umano trou(e tanta alegria.3aria. não saiu correndo. ela entendeu %ue ele a preparava para a morte. . %ue segurara as pe%uenas mãos en%uanto ele aprendia a andar. mas não l+e "oi permitido retir&/losI via os mac+ucados. o momento do %ual não +avia escapat)ria. Ela. restava/l+e apenas "icar ao seu lado. agora via/o contorcer/se sozin+o no dep)sito de li(o de Jerusal-m. Ela . ela o con+ecia mel+or. mas não podia removK/laI via os cravos.

. Ela não estava l& para ajud&/lo a comprar a redenção. juntamente com os outros pecadores. a espada "oi cravada no alvo mais sens:vel. meu =alvador) ALc . poderia ter simplesmente implorado por miseric)rdia. da mesma "orma %ue "izera nas !odas. Ea verdade. . mas ela mesma estava sendo redimida pelo "il+o. Ela teria. de !om grado. Eo lindo poema denominado 2<ntico de Maria. Ele a c+amou @mul+er@. *pesar de não conseguir entender.CB. trocado de lugar com ele. João re"eriu/se a 3aria como a mãe de Jesus. mas o pr)prio Jesus jamais usou essa palavra. . Ela tam!-m precisava do perdão %ue seu "il+o estava comprando na%uele momento. o %ue era ainda mais tentador. mas não tin+a como ajud&/lo a e(ecutar a redenção da +umanidade. 3as ela não iria inter"erir no mist-rio da vontade divina. ela diz: @3in+a alma engrandece ao 'en+or e o meu esp:rito se alegra em Deus. O E.C=I gri"o do autorD.EMPLO O (IL*O Jesus estava plenamente consciente da dor %ue +a/ via causado à sua %uerida mãe. Eão %ueria desrespeit&/la. não +& registro de %ue ele a ten+a c+amado de @mãe@.u. e ela. mesmo assim assumiu seu lugar ao p. mas ela precisava lem!rar %ue ele era divino.or mais admir&vel %ue "osse como mãe. uma mãe deste mundo.da cruz. talvez para nos lem!rar %ue ela "ora apenas o ve:culo +umano pelo %ual ele entrou no mundo. . composto logo depois %ue desco!riu estar gr&vida. ela podia amar. em Can&. argumentado %ue o %ue ele dizia não era verdade e %ue deveria ser a!solvido por %uest$es psicol)gicas. Ela conseguiria li!ert&/lo se tivesse ido às autoridades. 'im.mas j& "oi sugerido %ue o l:rio !ranco estivesse salpicado com o sangue de um coração partido.

ara "alar claramente. ele a con"iou a um novo @"il+o@. eles "ugiram por%ue estavam escandalizados.edro desco!riu.mesmo a morte. 3uitos tKm convicç$es pro"undas.or outro lado. entre os %ue "oram tocados pelo Esp:rito 'anto no dia de . vemos %ue @todos os disc:/ pulos o a!andonaram e "ugiram@ A3t UB.ap)s o miraculoso nascimento virginalF AEles são mencionados em 3t . . lemos: @Eem os seus irmãos criam nele@ AJo =..entecostes A*t . 3as a "al+a dos disc:pulos tam!-m "oi uma %uestão . em detrimento de nossos princ:pios e at.NLD.I arcD.N..CD. .or %ue Jesus não con"iou sua mãe aos seus meio/ irmãos P os "il+os %ue 3aria dera a Jos. Eão raro. 0uando seu minist-rio j& +avia começado. .LBD.es%uise nas p&ginas da +ist)ria e "icar& surpreso com o enorme valor %ue damos à vida ":sica. .D . sa!emos %ue. mas na região da 9alil-ia. 8en+o. . . * palavra @es/ candalizado@ signi"ica @c+ocado@.LL. sua cruci"icação e sua ressurreição "izeram com %ue mudassem de id-ia.seja a!alada P "oi o %ue .LD. eles não estavam em Jerusal-m. RESPONSABILI A E E ISC-PULO 0uando Jesus "oi preso. re"letido so!re o %ue 'atan&s disse a Deus: @5m +omem dar& tudo o %ue tem por sua vida@ AJ) U. tal como ele previra A3t UB.mesmo de nossa alma.CD..odiam atter pensado %ue o amor %ue sentiam por Jesus suportaria %ual%uer tempestade e at.or um lado.edro pensava dessa "orma A3t UB. na%uele momento. Jelizmente. João. "re%Tentemente. %uando cresceram.o !astante para %ue nossa ". não conseguiam aceitar %ue o irmão mais vel+o "osse o 3essias. pois estavam no cen&culo. Ea%uela +ora. eles desertaram por%ue sentiam vergon+a dele. pouca coisa j& . mas não o su"iciente para so"rer por causa delas.N. por-m.ortanto.

%ue os disc:pulos "izeram com essa animadora .S a "im de %ue seja dei(ado s). so!re o 3essias. Ele pre"eria viver longe da cruz.dado por a%uele %ue l& "oi suspenso por nossa culpa.NWD. 8rKs dias mais tarde. E continuou: @.edro entrou e reparou na disposição organizada da mortal+a. concedeu/l+e gloriosa +onra %uando retornou. Osa:as.WD. João aprendeu %ue %uando algu-m se apro(ima da cruz rece!e nova responsa!ilidade. .re"iro assim. .inY escreveu: @Cristo não deve ter o menor socorro ou consolo de nen+uma criatura R.. predisse o seguinte: @'ozin+o pisei uvas no lagar@ AOs BN. não ten+o de viver de acordo com esse padrão irrealista@. Eingu-m pode se ac+egar à cruz sem vK/la como lugar de devoção a!negada. cristão carnal deve retornar à cruz para rece!er sua incum!Kncia. o Jil+o do +omem se envergon+ar& dele %uando vier na gl)ria de seu .edro e João "oram os primeiros a correr para o sepulcro. sou!e %ue Jesus +avia ressurgido dentre os mortos. Então João entrou. . para com!ater a ira de Deus e dos +omens@.de providKncia divina. desperce!ido em meio à massa %ue "re%Tenta o !u"K religioso dos dias de +oje.ai com os santos anjos@ A3c W. e lemos %ue @ele viu e creu@ AJo U<.. Era apropriado %ue João tivesse o privil-gio de cuidar de 3aria. E(ortei/o a vir com seus medos e culpas.L 0uando voltou. Osto -. Em vez disso. ?iemos à cruz por desistir de nossos planos e am!iç$es e para aceitar o manto %ue nos . .ND. pois dessa "orma não sou posto em um pedestal. E lem!rei das palavras de Jesus: @'e algu-m se envergon+ar de mim e das min+as palavras nesta geração ad ltera e pecadora. j& %ue ele +avia compreendido o amor de Cristo mel+or %ue %ual%uer outro ap)stolo. *rt+ur . Oncentivei/o a voltar para a cruz %ue ele dizia tK/lo resgatado. 5m e(ecutivo disse/me certa vez: @Eingu-m na empresa em %ue tra!al+o sa!e %ue sou cristão@. Jesus não repreendeu João por este +aver partido.

$I$EN O PERTO A CRU% 'e estiv-ssemos l&. o prop)sito de todas as geraç$es seria consumado.not:ciaF ?oltaram para casa AJo U<. montando um magn:"ico %uadro das carac/ ter:sticas divinas. eu os enviei ao mundo@ AJo . ou ter:amos. *li. na%uele momento. 0ue pensamentos devem ter passado pela mente de João ao se lem!rar da -poca em %ue acompan+ava Jesus na terra e da alegria de cuidar de sua mãe1 'e "or verdade %ue Deus criou o mundo para %ue Jesus pudesse salv&/lo.erto ou a uma distGncia con"ort&velF 'er& %ue a tur!a nos teria intimidado. 3as at. dei(ado %ue os "uriosos agitadores sou!essem %ue -ramos seguidores do +omem %ue estava suspenso na cruz do meioF 8er:amos "icado por perto. seus irmãos e irmãs. Jesus não negligenciou as o!rigaç$es para com sua "am:lia na terra. somos convidados a assumir o lugar de Cristo no mundo. disse: @*ssim como me enviaste ao mundo.WD. a %ue distGncia "icar:amos da cruzF . de !om grado. ele estava. realizando a o!ra para a %ual o mundo "oi criado.<D. assim como João. *i. não pode ser meu .. Osso signi"ica %ue João correu para casa a "im de contar a 3aria %ue seu "il+o +avia ressuscitado. na noite anterior. *nos mais tarde. sua mul+er. todos os des:gnios de Deus iriam se reunir.. ele ensinou aos seus disc:pulos: @'e algu-m vem a mim e ama o seu pai. sua mãe. ainda %ue a cruz nos custasse o mesmo %ue custou a CristoF Ea cruz. e at. 8anto o amor %uanto a justiça de Deus seriam e(i!idos à vista de todos.sua pr)pria vida mais do %ue a mim.mesmo em um momento como esse. na cruz do meio. seus "il+os. 0uando Cristo orou.=. *lgum tempo antes disso. %uando viu a Jesus como o 'en+or so!erano. Jesus revelaria o livro de *pocalipse a João.

a mim o "izeram@ A3t UL. Jesus "ez uma espantosa declaração.. Con+ecendo a pro"unda miseric)rdia %ue +avia no coração da primeira esposa. e %uem são meus irmãosF[ R.C<D. 0uando l+e perguntavam como "orma tão carin+osa os "il+os respondia: @. suas mãos. se sujeitava a educar de do marido ad ltero. 0uando o div)rcio "oi conclu:do.or incr:vel %ue pareça. .U=I gri"o do autorD. 'omos seu corpo. ele sa!ia %ue a segunda esposa não seria capaz de cuidar de seus "il+os. 3ães solteiras precisam de pais su!stitutos para seus "il+os. Eossos pais precisam do mesmo cuidado carin+oso %ue proporcionar:amos à 3aria. amor de Deus me ela aceitou o desa"io. vocK dir&. %ue vocKs "izeram a algum dos meus menores irmãos. doente e o incapacitado precisam ser visitados e cuidados com o mesmo esp:rito %ue o pr)prio Cristo os assistiria. pediu %ue ela os adotasse e educasse como se "ossem dela. seus p-s. ?ocK teria tomado conta de 3aria se Jesus l+e tivesse pedidoF @3as .NN/NLD. min+a irmã e min+a mãe[@ A3c N.min+a mãe. ela deu a graça de perdoar e .claro1@. [@0uem . >& algum tempo. o vol vel marido casou/se novamente e teve v&rios "il+os com a nova esposa.. . 0uando adoeceu com cGncer. 'omos irmãos.S Então ol+ou para os %ue estavam assentados ao seu redor e disse: *%ui estão min+a mãe e meus irmãos1 0uem "az a vontade de Deus. li a +ist)ria de uma mul+er %ue +avia sido a!andonada pelo marido por causa de outra mul+er.C. este .disc:pulo.UB.meu irmão. 0uando Jesus "oi interrompido por um +omem %ue %ueria l+e dizer %ue sua mãe e seus irmãos procuravam por ele. E a'uele 'ue não carre/a sua cruz e não me se/ue não pode ser meu disc0pulo) ALc . irmãs e mães de Jesus1 *s vi vas necessitam %ue o "il+o de outra pessoa tome conta delas. @Digo/l+es a verdade: . 3as como podemos ter certezaF 8emos essa mesma oportunidade todos os dias.

acima de tudo. . ele o convida a vir e morrer. sinal incon"und:vel da presença de Cristo. ou pode ser uma morte como a de Lutero. tivessem o privil-gio de governar no #eino %ue estava por vir. estava diante da cruz na%uele dia Aela .mencionada como irmã de 3aria em Jo .s gemidos de Cristo na cruz devem preenc+er os ouvidos de todos os %ue ministram a . %ue tiveram de dei(ar a casa e segui/lo. 3as sempre a mesma morte P a morte em Jesus Cristo. 'alom-.ode ser uma morte semel+ante à dos primeiros disc:pulos. mãe de João e 8iago. Como . Joi ela %uem pediu %ue seus "il+os. Ea%uele dia.alavra nesta -poca de lares des"eitos. ela aprendeu %ue não podia +aver ego:smo ao p. Omagino Jesus dizendo: @3ul+er. e depois: @Crianças.ULD. *catemos o pedido de Jesus %uando ele nos disser @8ome meu lugar at. manten+a/me pr)(imo à cruz. L&. %ue teve de dei(ar o monast-rio e partir para o mundo. .M. a morte do vel+o +omem ao ser . Dietric+ 7on+oe""er escreveu: 0uando Cristo c+ama um +omem. a: est& sua mãe@. "luindo do calv&rio.da cruz.%ue eu volte@.aceitar os "il+os dele como se "ossem meus@. +& uma preciosa "onte na %ual todos tKm acesso P uma corrente %ue cura."&cil cantar: Jesus. E muitos j& desco!riram %ue os laços espirituais são ainda mais "ortes %ue os laços de sangue na "ormação de relacionamentos. a: estão seus "i/ l+os@. 8iago e João. * compai(ão e(ercida com o sacri":cio do pr)prio ser -.

@0uanto a mim. a não ser na cruz de nosso 'en+or Jesus Cristo. 3as o in"erno tam!-m estava l&.S 'omente o +omem %ue est& morto para os pr)prios desejos pode seguir a Cristo. *ssim como os soldados. aguardando o t-rmino do supl:cio. "oram e(atamente as pessoas mais pr)(imas de Cristo %ue o rejeitaram de maneira mais determinada. temos apenas uma pergunta: @Como conseguirei ser suas mãos e seus p-s neste mundoF@.s %ue amavam a Jesus estavam a!solutamente desesperados.. e eu para o mundo@ A9l B. %ue eu jamais me glorie. 3as não . 8omemos nosso lugar ao lado dos %ue se curvam +umildemente e aceitam a responsa!ilidade %ue a cruz coloca so!re cada um de n)s. com o coração a!erto. sua indi"erença e suas trevas. L& estando.s %ue o odiavam alegravam/se com a vingança. . Em alguns momentos.CD. Do outro.s c-us pairavam so!re a cruz. . * cruz esmaga toda a auto/e(altação..c+amado R. . Con+ecem Jesus P alguns aprenderam so!re ele no pr)prio lar ou na igreja.. 0ue contraste se podia ver do lado de "ora de Jeru/ sal-m na%uele dia1 De um lado. e(istem os %ue ainda apostam a vida à som!ra da cruz. aguardando o pagamento pelos nossos pecados. com sua crueldade. a redenção era comprada para os %ue Deus iria redimir.a pro(imidade da cruz %ue nos tornam "i-is. os soldados matavam o tempo com jogos tediosos. . por meio da %ual o mundo "oi cruci"icado para mim.

"omos salvos. ?emos sua maior iniciativa para nos alcançar.ai. como c+amado. . devemos "azer uma pausa a "im de nos certi"icar de %ue não temos uma compreensão errQnea do relacionamento e(istente entre o .CBI 3c . disposto a so"rer conosco e por n)s. UM BRADO DE ANGÚSTIA )Meu Deus( Meu Deus( %or 'ue me abandonaste>) Mateus 27.or %ue me a!andonas/ teF@A3t U=. *ntes de meditar nessas palavras. e a graça. e.ai e o Jil+o. Esse !rado de a!andono. temos raz$es para acreditar %ue +ouve um verdadeiro encontro entre Deus e o +omem. @3eu Deus1 3eu Deus1 . pr)prio Deus veio para o lado do a!ismo em %ue est&vamos. com toda sua maravil+a.4. 3as nesse momento o so"rimento do Criador "oi envolto por trevas.s primeiros trKs !rados da cruz "oram emitidos à luz do dia. Como vamos "alar do Deus Jil+o o"erecendo sacri":cio a Deus . com um grito de ang stia. .L. 6 ele %ue nos "az adentrar o mist-rio de nosso Deus so"redor. seu mais "orte desejo de nos resgatar. a imut&vel santidade de Deus e seu amor ilimitado entraram em con"lito. Eela. poder:amos ter a impressão de um . . ocorreu apropriadamente no meio das sete "rases.+9 'omente na cruz podemos ver o amor de Deus de maneira a!solutamente clara.NCD. seu amor irrompeu so!re o mundo com !ril+o e claridade incon"und:veis.or "im. encontramos o pecado com todo seu +orror. Ea cruz. Eo 9)lgota.

assim..ai . podemos considerar o Jil+o amoroso. Essa noção des"az/se diante do amor de Deus.ai não impQs ao Jil+o um supl:cio %ue ele estava relutante em aceitar nem o Jil+o convenceu o .ai de uma salvação %ue ele estivesse relutante em conceder. pode distorcer nossa compreensão do 8odo/.ai e o Jil+o tiveram juntos a iniciativa da salvação.ai.=WD. e o .@ AJo N.. vers:culo mais con+ecido da 7:!lia nos ensina %ue @Deus tanto amou o mundo.!ondoso "il+o convencendo um pai relutante a "azer algo com relação ao pro!lema da +umanidade.CD. Jo+n 'tott escreveu: Logo. 8emos acesso à salvação por%ue nosso . . 3as não .. a o!ra salvadora de Cristo começou no coração do . ou Jesus convenceu a Deus.. Entretanto.oderoso. .. ou mesmo em con"lito entre si R. est& escrito %ue @"oi da vontade do 'en+or esmag&/lo e "azK/lo so"rer@ AOs LN. E Vacarias disse %ue Cristo veio @por causa das ternas miseric)rdias de nosso Deus@ ALc .ai.. . . e"etivamente. a imagem de um Deus col-rico. %ue nos ama. e(igindo cada centavo de pagamento de um Cristo su!misso. 3ais à "rente.um Deus redentor. não devemos "alar de algo como: @Deus castigou à Jesus.BD.. o %ual concorda de m& vontade. pois ele nos amou desde a "undação do mundo.S . * 7:!lia. Ea verdade. por Deus atingido e a"ligido@ AOs LN. 'e não "ormos cautelosos.<D. JazK/lo seria coloc&/los um contra o outro. como se agissem de maneira independente um do outro. Cristo não morreu para %ue o . .ai se tornasse amoroso. diz %ue Cristo "oi @castigado por Deus. cruel e insens:vel.

O MIST)RIO AS TRE$AS De acordo com a tradição judaica. Era uma odiosa necessidade.ara %ue Deus nos a!ençoe. Em outras palavras. não a ruptura na unidade "undamental e(istente entre o . . %uando derramou sua ira so!re o Jil+o.WDI por "im. Logo. do meio/dia às trKs +oras da .correu uma interrupção no seu relacionamento. ele deve dar as costas a si mesmo.. E)s. para %ue nossa redenção "osse comprada. "oi por%ue am!os concordaram em %ue deveria ser assim. devemos nos apro(imar da cruz maravil+ados. Eão podemos deturpar a 8rindade ao "alar desse !rado.or %ue me a!andonasteF@. Então. apro(imamo/nos da cruz e ouvimos o !rado de Jesus. Jesus clamou @3eu Deus1 3eu Deus1 .ai deu às costas ao Jil+o na cruz. 'em nen+uma d vida. entendemos %ue isso %uer dizer nove da man+ã.e N. pois morreu @o justo pelos injustos. a 8rindade não "oi dividida em duas.ai e o Jil+o.ai e a vontade do Jil+o com!inam em um amor a!negado e per"eito. 'e o . mais uma vez. . Ea cruz "oram convergidas todas as "orças do universo: o homem "ez sua parte assassinando o Jil+o de Deus e mostrando a maldade de seu coraçãoI =atanás "ez a parte dele esmagando a semente da mul+er e demonstrando rid:cula +ostilidadeI &esus realizou uma o!ra.U . as trevas co!riram a terra. ou seja. %uando lemos %ue Jesus "oi cruci"icado na terceira +ora. %uando o .* vontade do . @E +ouve trevas so!re toda a terra.ai e o Jil+o se separaram em @essKncia@ e @ser@. mas não devemos pensar %ue o . o per:odo da ma/ n+ã começa às seis +oras.ai a!andonou o Jil+o. mas na se(ta +ora. ao meio/dia. ele "icou pendurado por trKs +oras so! o sol da man+ã. para conduzir/nos a Deus@ A. Deus "ez a parte dele demonstrando sua justiça e seu amor.

as trevas estenderam/se so!re o mundo como uma manta.D. Ea%uele momento. adult-rio.tarde@ A3t U=. devemos a!ominar o pecado %ue causou a morte de Jesus.CLD. a!uso de menores. E por %ue se "ez noite ao meio/diaF * escuridão est& sempre associada ao castigo de Deus devido a um grande pecado. alcoolismo. Eada mais ade%uado %ue manter enco!erto aos ol+os +umanos o momento em %ue @Deus tornou pecado por n)s a%uele %ue não tin+a pecado@. o mundo mergul+ou nas trevas. em uma acepção mais pro"unda. . Com o 'ol a pino. partil+amos com eles da mesma condenação. imediatamente antes de o cordeiro da .ense nisto: legalmente culpado de genoc:dio. Eela. vieram trKs +oras de escuridão.&scoa ser imolado.&scoa "oram @trevas tais %ue RpodiamS ser apalpadas@ A]( . Ea%uelas +oras de trevas. atividades +omosse(uais. Eão se tratava de um eclipse. assassinato. pois "oram nossos pecados %ue puseram Jesus na cruz. a luz retornou. Jesus tornou/se legalmente culpado pelos nossos pecados e por eles "oi julgado. E. . *ssim como a!ominamos a "aca usada para assassinar uma criança. Lem!re/se de %ue. vemos o ju:zo de Deus so!re os +omens perversos %ue trataram seu Jil+o com desprezo e crueldade.<. 'omente %uando ele morreu. estaremos amando o mesmo mal %ue "ez a%ueles pregos serem atravessados nas mãos e nos p-s de nosso 'alvador.ai contra o Jil+o.U. *p)s trKs +oras de luz. no Egito. Ela representa o ju:zo do . * escuridão "oi esta!elecida por causa da culpa de todos n)s. 3as ainda +& outro motivo para a escuridão. . a ltima praga antes da . 'e viermos a amar o pecado. ganGncia e coisas semel+antes. sol +avia sido escondido por um ato so!renatural divino.

3as não devemos "urtar o verdadeiro signi"icado dessas palavras. *ntes disso. Jesus se dirige ao .ai aumentava o +orror..ai como @Deus@. o grande criador.ai1 Eo jardim do 9etsKmani. morreu . O MIST)RIO A PERGUNTA @3eu Deus1 3eu Deus1 . Calvino estava certo %uando disse %ue a alma de Cristo tin+a de sentir todos os e"eitos do ju:zo.S 'e a alma dele não tivesse sido a"etada . o . Esse !rado .N *gora podemos investigar mais detal+adamente o relacionamento entre o . *nalisemos a %uestão. mas suport&/lo sem a presença do . Jesus teve um Deus %ue o "ortaleceu.ai não o dei(ava s). . @'e Cristo tivesse en"rentado apenas a morte ":sica.ai e o Jil+o.ai. 'omente a%ui.ai a!andonou o Jil+o. o Jil+o "oi tentado a a!andonar o .7em %ue o 'ol se escondeu nas trevas Encerrando toda sua gl)ria 0uando Cristo. mas %ue Jesus apenas se sentiu a!andonado.de tão di":cil aceitação para n)s %ue muitos acreditam %ue o . Ea cruz. *gora.. isso teria sido in til R.elo +omemI pelos pecados de suas criaturas. em todo o evangel+o. Ea%uele momento. ele podia c+amar doze legi$es de anjos %ue o teriam salvado rapidamente.ai e o Jil+o. Essa mudança de tratamento signi"ica %ue!ra de comun+ão entre o .ai não parecia estar agindo como um pai. Eo 9etsKmani.ai l+e dava as costas.ai não a!andonou realmente o Jil+o. o mesmo Deus l+e deu as costas. so"rimento do Jil+o j& era terr:vel.or %ue me a!andonasteF@ 0ue di"erença das e(periKncias anteriores com o . Ea cruz. o . a"irmara %ue o . o . Eo 9etsKmani.

pelo castigo, seria somente salvador de corpos@. ,or conse%TKncia, @ele pagou um preço muito maior e mais elevado ao so"rer os terr:veis tormentos de um +omem condenado e a!andonado@. Eão se engane: tratava/se de verdadeiro a!andono por parte do ,ai. @*!andonado.@ 6 uma palavra "orte. 5m +omem a!andonado por seus amigos. 5ma esposa a!andonada pelo marido. 5ma criatura a!andonada pelo criador. 5m "il+o a!andonado pelo pai. . Jil+o era amado pelo ,ai desde a eternidade. * presença do ,ai era seu nico prazer. * ocultação da "ace do ,ai era o gole mais amargo do c&lice de tristeza %ue ele decidiu !e!er. 3as, ele so"reu apenas como +omem, ou tam!-m so"reu como DeusF 'er& %ue a natureza divina se manteve indi"erente en%uanto o ,ai aceitava o pagamento %ue l+e era "eito na%uele dia de trevas em Jerusal-mF Dennis Egien argumenta %ue um Deus %ue não pode so"rer - um Deus %ue não pode amar. 'e Deus não pudesse sentir a dor de seu povo, ser:amos tentados a dizer %ue Deus - indi"erente aos nossos pro!lemas. @Deus so"re@, escreveu Dennis Egien, @por%ue %uer amar@. 8alvez 7on+oe""er estivesse certo %uando escreveu da prisão: @'omente o Deus %ue so"re pode RnosS ajudar@. 'e apenas a natureza +umana de Cristo so"reu na cruz, então não +ouve verdadeira Encarnação. Ea verdade, isso levaria à conclusão de %ue apenas um +o/ mem morreu na cruz, e não um Deus/+omem. Ele não podia so"rer como +omem sem %ue sua natureza divina tam!-m so"resse. 8am!-m não posso acreditar %ue o ,ai ten+a permanecido indi"erente e impass:vel. Como pais, sa!emos %ue se v:ssemos nosso "il+o morrer, ele não seria o nico a so"rer. Da mesma "orma, nosso ,ai celestial sentiu a dor do Jil+o amado. Deus teve de l+e dar as costas, para %ue ele so"resse o castigo por nossos pecados.

Eão se es%ueça de %ue o ,ai não "oi "orçado a so"rer por circunstGncias al-m de seu controle. Deus escolheu so"rer. Ele escolheu redimir a +umanidade pelo so"rimento de seu Jil+o. . ,ai escol+eu ser aceito por algumas pessoas e ser rejeitado por outras. Ele so"reu por%ue estava disposto a isso. 8in+a diante dele um n mero in"inito de poss:veis mundos P nos %uais não +avia degradação, pecado ou necessidade de redenção. *inda assim, escol+eu esse plano, apesar de toda injustiça e dor. 'omos c+amados a crer %ue, da perspectiva da eternidade, seu plano era o mel+or. 'e n)s, %ue somos pecadores redimidos, consi/ deramos aterradora a id-ia de ser a!andonados por Deus, pense no so"rimento do Jil+o, %ue por toda a eternidade +avia estado ao lado do ,ai. Omagine/o sendo a!andonado1 'ua santidade estava em contato com todo tipo de impureza. *inda assim, vemos em seu !rado con"iança e esperança. Ele disse: )Meu Deus1Meu Deus@. Ele ainda c+amava o ,ai de )Meu Deus@. . ,ai ainda l+e pertencia. * agrad&vel comun+ão +avia terminado, mas o Jil+o estava a!solutamente cQnscio de %ue a presença do ,ai retornaria. * retirada da presença do ,ai não signi"icava a retirada de seu amor. Eo "im do escuro t nel, +avia luz. ,oucas +oras depois diria: @,ai, nas tuas mãos entrego o meu esp:rito@ ALc UN.CBD. @Joi um clamor de agonia, mas não de descon"i/ ança@, escreveu ,inY. @Deus +avia se apartado dele, mas note como sua alma ainda se apega a Deus@. * ang stia não pQde ser traduzida em palavras. Eão - de admirar %ue Lutero, ao contemplar esse te(to, ten+a "icado a"lito com esse mist-rio, e(clamando: @Deus a!andonando Deus. Een+um +omem pode compreender isso1@. 8odavia, as trevas lem!ram/nos do +orror e do mist-rio. 5m mist-rio %ue +omem algum pode entender.

O

MIST)RIO

O SIL.NCIO

@3eu Deus1 3eu Deus1 ,or %ue me a!andonasteF@ . clamor ecoa pelo c-u silencioso. Dois mil anos antes, Deus solicitou a *!raão %ue matasse seu "il+o Osa%ue so!re um altar erguido no monte 3ori&. Eo entanto, %uando a "aca "oi erguida, Jeov& interveio. @Eão to%ue no rapaz R...S Eão l+e "aça nada. *gora sei %ue vocK teme a Deus, por%ue não me negou seu "il+o, o seu nico "il+o@ A9n UU.;UD. E assim, a vida de Osa%ue "oi poupada. 3as a voz pro"erida no monte 3ori& estava agora silenciosa, no Calv&rio. Então, por %ue o Jil+o foi a!andonado pelo ,aiF .s anjos, sem d vida, !uscaram uma resposta, pois tKm pro"undo interesse nos assuntos relativos à nossa salvação Al,e ;.;UD. .s "ariseus, %ue se encontravam a !oa distGncia da cruz, não tin+am capacidade de res/ ponder a isso. .s sacerdotes não tin+am como com/ preender, nem os soldados romanos. . mesmo ocorre +oje em dia. 3uitos não compreendem por %ue Deus es%ueceria %uem %uer %ue seja, %uanto mais o pr)prio Jil+o, a %uem ele encarecidamente amava. ,ara %ue a essKncia de toda a per"eição "osse a!an/ donada pelo ,aiI para %ue a%uele %ue - a plenitude de Deus não pudesse ver a "ace do ,ai P para isso deve +aver uma !oa razão. E encontramos essa razão no salmo UU. @3eu Deus1 3eu Deus1 ,or %ue me a!andonasteF ,or %ue est&s tão longe de salvar/me, tão longe dos meus gritos de ang stiaF 3eu Deus1 Eu clamo de dia, mas não respondesI de noite, e não rece!o al:vio1 3u, por?m, ?s o =anto, ?s rei, ?s o louvor de @srael) A'O UU.;/ NI gri"o do autorD. . ,ai a!andonou o Jil+o por%ue sua santidade o e(igia. . pro"eta Eaum "ez uma pergunta %ue precisava ser respondida: @0uem pode resistir à sua indignaçãoF

Ele poderia apenas ter se sacri"icado por outra pessoa. seu "uror se derrama como "ogo. pois o in"erno . ele estava rece!endo o %ue era devido a n)s. Omagine Jesus co!erto com o mal. "oi amaldiçoado em nosso lugar. 3as Jesus se sacri"icou por muitos. Jalando claramente. @Cristo nos redimiu da maldição da Lei %uando se tornou maldição em nosso lugar. mas o . mais e(atamente.ecados indescrit:veis estavam em contato com santidade e justiça in"initas. e as roc+as se despedaçam diante dele@ AEa . Dessa "orma. então teve de resumir em apenas trKs +oras uma eternidade no in"erno.ND.u. o .0uem pQde suportar o despertar de sua iraF . .BD. Eão seria poss:vel Aapenas especulandoD. 8en+a em mente %ue Jesus era considerado por seus inimigos um grande pecador. Eão +avia como trans"erir o pecado sem trans"erir o castigo. .. 'upon+amos %ue Jesus "osse apenas um +omem P um +omem per"eito.ai viu/o como a%uele %ue levava so!re os seus om!ros os pecados de muitos. 'omente Jesus podia suportar a ira %ue n)s tão amplamente merec:amos. %ue seu so"rimento na cruz "osse em certo sentido @eterno@F Ele certamente suportou o so"rimento do in"erno. o +orror do %ue ele e(perimentou est& al-m de nossa compreensão.ai ardeu so!re o Jil+o %uando "oi "eito o acerto de contas. 6 ser a!andonado por Deus. ?isualize seu pecado no peito de Jesus. consi/ derando %ue Jesus morreu para salvar da eternidade no in"erno todos os %ue viessem a crer nele.ai o consi/ derou ainda pior. para %ue "Qssemos li!ertos. mas nada al-m disso.. pois est& escrito: [3aldito todo a%uele %ue "or pendurado num madeiro[@ A9l N. .ai contra o pecado. 'omente Jesus podia resistir à indignação do . Da mel+or "orma %ue pudermos. * ira do . devemos compreender %ue "oi um so"rimento in"inito para o in"inito Jil+o de Deus.escuridão e desamparo. ele "oi considerado culpado de crimes +ediondos. 'e "oi assim.

*ssim como os in:%uos são lançados nas @trevas e(te/ riores@. 5m +omem. prendeu/a em uma vara e o"ereceu a ele.s judeus presentes deviam sa!er %ue o !rado @3eu . O MIST)RIO O CORA"#O *UMANO ?amos. %ue . *"inal de contas. * multidão %ue zom!ava tornou/se triste e in%uieta durante as trKs +oras de trevas. Osso e(plica por %ue ele teria pre"erido não !e!er desse c&lice.ai@. so"reu nas mãos de 'atan&s. *t. *s trevas ":sicas sim/ !olizavam a separação entre Cristo e o . talvez a%uele "osse o Jil+o de Deus. as %uais eram compreens:veis para as pessoas em torno da cruz. em um ato de compai(ão. ?ejamos se Elias vem salv&/lo@ A3t U=. o Jil+o suportou as trevas de nosso in"erno. nervosamen/ te. . disseram: [Ele est& c+amando Elias[@ A3t U=. Ele "oi a!andonado nas trevas e(teriores para %ue pud-ssemos camin+ar na luz. em!e!eu/a em vin+o e vinagre. tomou uma esponja. 0ual "oi a reação delesF @0uando alguns dos %ue estavam ali ouviram isso.C=D. mais uma vez. Eão acredito %ue ten+am con"undido as palavras de Jesus. Era de imaginar %ue estivesse tremendo de medo. 3as agora so"ria nas mãos de Deus. solidão e a!andono da parte de Deus. . com sarcasmo: @Dei(em/no. .CMD.luz. 3as os outros apenas disseram. reconstituir a cena no 9)lgota. so"rera nas mãos dos +omens.*gora podemos compreender mel+or por %ue o @meio/dia@ se tornou meia/noite.mesmo 3ateus registra a versão em aramaico das palavras de Jesus. coment&rio so!re Elias "oi "eito para escarnecer. pensando. *o longo de toda a vida. 'tott escreveu: @Eosso pecados o!scureceram o !ril+o de sol da "ace de seu . se a luz do 'ol algum dia iria retornar.l+e para a%uelas +oras na cruz e estar& ol+ando para o in"erno: escuridão.ai. Em determinados momentos.

assim como na%uela -poca. E.. +omens e mul+eres endurecem o coração ao deparar com o %ue parece e(tremamente )!vio aos %ue estão a!ertos para a verdade. como outra prova da "idedignidade das Escrituras. 0uando o anjo da morte via o sangue.@ A]( . 0uando o sangue "oi passado nos um!rais das casas no Egito. mas para Deus. * morte de Cristo "oi um @sacri":cio de aroma . Jeov& disse: @0uando eu vir o sangue. LI"+ES TRANS(ORMA ORAS Eão podemos ousar dei(ar para tr&s esse sincero !rado dos l&!ios de nosso 'alvador sem apreciar suas implicaç$es para nossa compreensão e adoração.ai. . "oi posto l& para o !em das "am:lias. Eão "azia a menor di"erença se os mem!ros da "am:lia tivessem cometido pecados grandes ou pe%uenos. * principal "inalidade da cruz não era para n)s.Deus1@ era uma citação de 'almos UU..U. mas apedrejavam os condenados à pena capital. . a cruci"icação e não o apedrejamento era o tipo de morte pro"etizada para o 3essias. no %ue se re"ere a CristoF@... %ue teria sido necess&rio para %ue a%uelas pes/ soas recuperassem o !om senso e aceitassem a Jesus como o Jil+o de DeusF Então sou o!rigado a perguntar: @. a casa estava isenta do ju:zo. 0uanto mais claro isso "ica. restante desse salmo descreve detal+adamente o supl:cio da cruci"icação. mas . Jesus derramou seu sangue por n)s. >oje. .ainda mais verdadeiro dizer %ue ele derramou seu sangue pelo . mais duro tem de ser o coração do +omem para não aceitar. passarei adiante. 'im. %ue ..s judeus não usavam a cruci"icação. *s credenciais de Cristo estão dispon:veis a todos os %ue tiverem interesse. mas tam!-m "oi posto por Deus.ND.necess&rio para %ue as pessoas %ue con+eço caiam em si.

aulo diz %ue Cristo morreu para demonstrar a justiça de Deus A#m N. Em um de meus +inos "avoritos. Dei(ou seu lugar no tri!unal.M Conta/se a +ist)ria de um +omem %ue "oi levado ao juiz por%ue dirigia em alta velocidade seu ve:culo. cravo %ue penetra a mão de Jesus passa pela mão de Deus. estar:amos perdidos.ai.agrad&vel a Deus@ AE" L. como Jo+n .ai por a%ueles %ue aceitariam a d&diva da vida eterna. C+arles 2esle4 utilizou/se de palavras %ue não podem ser superadas %uanto à compreensão da cruz e sua amplitude teol)gica: .a%uele momento.ULD. .. Deus manteve comun+ão com os santos do *ntigo 8estamento.justo. Lutero dizia %ue se não "osse verdade %ue Deus morreu por n)s. mas o +omem não tin+a din+eiro para pagar. inclinou/se. tirou uma nota de cem d)lares e colocou/a so!re a mesa. mas somente um +omem. 'endo assim.or pura compai(ão.seu lugar.livre para ir@. Joi planejado por Deus . . o so"rimento do Jil+o "oi planejado pelo . "azendo vista grossa para suas transgress$es.UD. . o juiz "ez o %ue não tin+a a o!rigação de "azer. su!iu os degraus at. * multa "oi de cem d)lares. pegou a nota de cem d)lares %ue +avia depositado e disse ao r-u: @. ou mesmo depois dele. nem mesmo os de seus amigos mais :ntimos Ap. Deus Jil+o pagou a Deus . e(. * lança espetada em Jesus transpassa a Deus. apesar de não ter +avido acerto de contas pelos seus pecados. *!raãoD. Disseram/me %ue em uma igreja italiana e(iste uma pintura da cruci"icação com uma enorme "igura inde"i/ nida por tr&s da imagem de Cristo. Então Jesus teve de morrer para demonstrar %ue Deus . Ele não podia negligenciar os pecados. assumiu o lugar do r-u.oderia parecer %ue ele +avia a"rou(ado seus crit-rios. Então voltou a pQr a !eca.iper escreveu: @Jamais +ouve so"rimento semel+ante at. Da mesma "orma. pQs a !eca de lado.ai e aceito pelo Jil+o@.!rigado1 ?ocK . . pois com sua apavorante crueldade "oi um so"rimento planejado.

LD.or mim. Eão ten+o medo dessa "rase. Ele "oi condenado para %ue pud-ssemos dizer: @. meu Deus. morresses por mim( . Lem!remo/nos de %ue ele "oi a!andonado por Deus para %ue "Qssemos aceitos por ele. agora j& não +& condenação para os %ue estão em Cristo Jesus@ A#m W. *garremo/nos a essa promessa: @Eunca o dei(arei. então Deus morreu.morteF 3aravil+oso amor1 Como . meu Deus. visto %ue o Jil+o "oi separado do .aulo assegurou/nos de %ue nada nos separaria do amor de Cristo A#m W. morresses por mimF Aue tu. 3as se a morte "or de"inida como separação Apara n)s.N. como uma repulsiva serpente.odemos esconder/nos atr&s dos muros de sua graça e . @Ele penetrou nas terr:veis trevas@. 8.inY.. . . %ue o persegui at. não posso seguir vivendo sem isso.D. E ainda: @RDeusS ou aplicava o castigo ou o assumia. @para %ue pud-ssemos andar na luzI !e!eu do c&lice da ang stia para %ue !e!Kssemos do c&lice da alegriaI "oi a!andonado para %ue "Qssemos perdoados1@. mas ele suportou a picada por n)s. agarrou/se a ele. Jesus atravessou as trevas para %ue tiv-ssemos luz.poss:vel 0ue tu. escreveu .NL/NMD.E ser& poss:vel %ue eu possa tirar proveito do sangue do 'alvadorF Ele morreu por mim. ..ai. 'o"reu os tormentos do in"erno para %ue des"rut&ssemos o c-u com ele. +omens maliciosamente +ostis@. %ue causei sua dorF . se por morte entendemos algum tipo de ani%uilação. Deus morrendo pelos +omens e por tais +omens P +ostis. Deus não pode morrer. a separação entre o corpo e o esp:ritoD.!viamente. Jors4t+ escreveu: @Deus morrendo pelo +omem. Ele "oi amaldiçoado para %ue "Qssemos a!ençoados. Escol+eu a ltima opção@. pecado. nunca o a!andonarei@ A>! . .ortanto.

ara os %ue morrem em Cristo. pecado sempre e(ige pagamento. @'em a cruz@. . . .aulo descreveu a terr:vel e(periKncia %ue espera os %ue não se a!rigam so! a o!ra de Jesus na cruz: @Eles so"rerão a pena de destruição eterna. @+averia uma "erida para a %ual não e(iste curativo. ?iveu em trevas. vocK não pode morrer no escuro@. eu morrerei no escuro@..MD. uma dor para a %ual não e(iste !&lsamo@.. Ela disse: @Eão pai. a separação da presença do 'en+or e da majestade do seu poder@ AU8s . pediu à "il+a para assoprar a vela %ue estava so!re a mesa. 'e o . ?ive na luz. pois eles rece!eram a justa recompensa pelos seus atos.or %ue me a!andonasteF@. 3as ele respondeu: @'im. .de admirar %ue nos su!metamos a ele.de espantar %ue o sirvamos.sa!ermos %ue estamos a salvo da ira. as trevas j& passa/ ram. *"astem/se de mim vocKs. Ele morreu da maneira %ue viveu.u Jesus arca com nossos pecados. ou devemos suportar nossa rejeição por toda a eternidade. o c-u permanecer& em silKncio. morre na luz.ai desviou o rosto de seu amado Jil+o %uando este "oi considerado pecador.Jo .a "onte de toda !eleza e !ondade. Eão .u somos salvos pela sua rejeição. Com a apro(imação de seus momentos "inais. 8ente imaginar a separação eterna dele. morreu em trevas. escreveu 'purgeon. %ue praticam o mal1@ A3t =. Jico satis"eito com o .a origem da vida e do amor. 'e os %ue estão no in"erno clamarem @. . Cristo dir&: @Eunca os con+eci.UND. %ue .de espantar %ue o adoremos.LD. podemos ter certeza de %ue ele desviar& seu rosto de %ual%uer pecador %ue comparecer perante seu tri!unal por m-ritos pr)prios. Eão . Eão .luzI nele não +& treva alguma@ A. 5m +omem %ue não tin+a nen+uma consideração por Deus estava à morte em um pe%ueno a!rigo. @Deus . ou arcamos n)s. da%uele %ue .

poss:vel 0ue tu. morresses por mimF . meu Deus."ato de C+arles 2esle4 não ter recuado em sua ousada a"irmação: 3aravil+oso amor1 Como .

Een+um de n)s jamais +avia e(perimentado. selvagem e a!rasadora. Como .) &oão !8. 'u!estimamos a %uantidade de &gua %ue precisar:amos para a escalada de trKs +oras. durante seis +oras. seguindo seu tortuoso camin+o para cima.2B Omagine a Zgua da ?ida dizendo: @8en+o sede@.nipotKncia estivesse sedentaF Como .poss:vel %ue o Criador dos rios e dos oceanos tivesse os l&!ios ressecados. passando pela prisão e pelos julgamentos perante *n&s e Cai"&sI a noite passada nas masmorras. UM BRADO DE SOFRIMENTO )3enho sede. em sueco. %ue . Como .um longo processo de desidratação. . so! um calor de %uase . 3as essa sede não pode ser comparada com a sede da cruci"icação.poss:vel %ue a . Contaram/me %ue.or volta de . %uando estudava em Osrael.5. as palavras sede e fo/o são an&logas.s %ue realmente j& sentiram sede dizem %ue ela pode %ueimar como o "ogo na !oca. eu e alguns amigos su!imos at.poss:vel %ue a%uele %ue acalmou o mar com sua palavra ansiasse por . pela "ace de uma montan+a muito alta. onde Jesus suou a ponto de derramar gotas de sangue. Então. uma sede tão de!ilitante.MBW.o topo da "ortaleza de 3assada. * começar no 9etsKmani.<< graus. . Omagine a tril+a %ue o antigo +istoriador Jose"o descreveu como um @rastro de co!ra@. com uma nova s-rie de julgamentos ao longo da man+ãI o açoitamento e a o!rigação de carregar a cruz P um so"rimento dessa natureza esgotaria os l:%uidos de seu corpo. ele "icou pendurado na cruz sem ter acesso a %ual%uer l:%uido. nem tornamos a e(perimentar depois da%uilo.

Eu 'ou1@ AJo W. *inda assim. evang-licos. Ele não era apenas uma mani"estação de Deus. n)s. alma e esp:rito. *s gotas %ue ele ansiava tornaram/se duc+as de !Knçãos para n)s. *gora ensina/nos como morrer. *pesar de grande parte de nossa sociedade ter di"i/ culdade para acreditar %ue Jesus era Deus. %uando "icou c+eio de compai(ão. era tam!-m +omem.LWD. mas não realizou nen+um por si mesmo. como o!serva o 2redo niceno. . sedento em %uestão possui todo o poder. Ele "ez milagres pelos outros. %ue "oi criança. recusava/se a criar &gua para matar a sede. !e!eu e "icou cansado. *gora. com corpo +umano.algumas gotas de re"rig-rioF . c+orou. Ele comeu. >& algo de censur&vel em Jesus tornar/se completamente +umano. Ele j& nos +avia ensinado como viver. na cruz. lutamos para aceitar a +umanidade dele por completo. Ele recusou/se a trans"ormar pedras em pão %uando estava "aminto no deserto. a ponto de "icar sedento e cansado. seus seguidores. Como . @8en+o sede@. mas @verdadeiro Deus de verdadeiro Deus@. com as duas naturezas unidas em uma nica pessoa. a 7:!lia nos assegura %ue ele cresceu. dormiu. d. Ele se encolerizou com a injustiça e. possui uma in/ "inidade de signi"icados.aremos para re"letir so!re o %ue essas palavras signi"icaram para ele e so!re o %ue signi"icam para n)s. a todos os %ue tKm desejos não realizados. Como Deus. Esta simples "rase. A *UMANI A E E !ESUS * sede prova %ue ele era realmente um +omem. ele podia dizer: @Eu l+es a"irmo %ue antes de *!raão nascer. * de"inição do Concilio de CalcedQnia ACL. Ele "ala a todos os %ue tKm sede.CD a"irma %ue Cristo era @verdadeiramente Deus e ver/ dadeiramente +omem@. nos c-us e na terra. *inda assim.

*%uela era a sede de um +omem %ue estava morrendo. e todos os meus ossos estão desconjuntados. * agonia de Jesus "oi pro"etizada por Davi: @Como &gua me derramei.LD.s anjos.. não apenas como o m-dico %ue con+ece uma doença. * sede %ue Jesus tin+a da presença de Deus deve ter sido maior %ue a sede por &gua. l+e teriam trazido &gua. Ele con+ece o signi"icado da palavra @dor@.or %ue Jesus não criou uma pe%uena corrente de &gua no interior de sua !oca sedentaF . mas ele suportou a desidratação. Deus .C. so! o calor ardente da ira de Deus@.. .s anjos não sentem sede. * min+a alma tem sede de Deus. . @.=.. Ele teve sede para %ue "Qssemos salvos da sede eterna.rem-dio e"iciente. de !om grado.M.U * sede de Jesus e(pressava seu anseio de tornar a ter comun+ão com o . * provação a %ue "oi su!metida sua alma a"etou seu corpo à medida %ue interagiam durante o so"rimento. à !eira da morte@ A'O UU.or %ue se . mas como o +omem com laceraç$es e a !oca ressecada. ap)s trKs +oras de terr:vel separação. 0uando poderei entrar para apresentar/me a DeusF@ A'l CU.. do Deus vivo. . a min+a alma anseia por ti.inY disse: @'ua [sede[ era a conse'C$ncia da agonia de sua alma.UWD. A SUBMISS#O E !ESUS .ai.UUD. e a min+a l:ngua gruda no c-u da !ocaI dei(aste/me no p). Davi escreveu: @Como a corça anseia por &guas correntes. mas o esp:rito oprimido resseca os ossos@ A. 3eu coração se tornou como ceraI der/ reteu/se no meu :ntimo. 3eu vigor secou/se como um caco de !arro.UD. ) Deus. Eão podemos dei(ar de pensar %ue sua sede não se resumia ao desejo ":sico de !e!er &gua. coração !em disposto .ai não sente sede. podia dizer: @8en+o sede@ AJo .+omem.v .

Jesus disse: [8en+o sede[@ AJo .U. era vinagre %ue devia ser. teria sido "&cil para um soldado colocar uma esponja na ponta de uma vara e segur&/la diante de sua !oca. Ele o "ez para %ue as Escrituras pudessem se cumprir. para %ue isso acontecesse: @3ais tarde. Jesus talvez ten+a sido cruci"icado a apenas meio metro do c+ão. Ele não !radou @8en+o sede@ para %ue sua sede devastadora pudesse ser saciada. Então Jesus. 3as est& escrito: [. soldado não podia ter/l+e dado &gua nem vin+o novo. Esse vinagre era o vin+o !arato dos soldados. mas isso não . Então em!e!eram uma esponja nela. para %ue a Escritura se cumprisse. 9rant: @Ele tem so!re si a terr:vel sede da cruci"icação. 2. ?&rios s-culos antes.incomodou em dizer @8en+o sede@. ciente de %ue esse detal+e não poderia ser ignorado. 5m soldado atendeu ao c+amado de Jesus..%ue ainda +avia uma pro"ecia a ser cumprida. . ocorreu de acordo com a pro"ecia. cum/ prindo a pro"ecia. inclusive o tipo de !e!ida a ele o"erecida. mas serviu para cumprir a pro"ecia.N Cada detal+e. e para matar/me a sede deram/ me vinagre[ P isso levou/o a "alar@.UWD.mesmo +oje: . clamou. @Estava ali uma vasil+a c+eia de vi/ nagre. Davi +avia escrito: @. Logo.D.useram "el na min+a comida e para matar/me a sede deram/me vinagre@ A'l BM.os l&!ios de Jesus@ AJo . imagino %ue sim1 3as ele ensinou %ue temos este privil-gio at. Escreveu J.UMD. 'er& %ue ter:amos dado &gua a Jesus se estiv-sse/ mos l&F 'im. sa!endo então %ue tudo estava consumado. colocaram a esponja na ponta de um caniço de +issopo e a ergueram at.. *inda não l+e +aviam o"erecido vinagre.M. usado apenas para mol+ar os l&!ios.o su"iciente para "orçar seus l&!ios ressecados a "alar.M. %uando l+e "altavam poucos minutos para morrerF * %uestão . 'e a pro"ecia pedia vinagre.

o estaremos "azendo para o pr)prio Jesus1 * su"ocante sede de Jesus diz/nos %uanto ele era su!misso à . mereçamos o c&lice da ira de Deus. disse %ue não sa!ia como encarar o "uturo sem o din+eiro %ue era seu por direito. Devemos perguntar/nos se estamos preparados para ser tão su!missos a ele como ele "oi ao .mesmo sede su"ocanteF . .ai1 #ece!am como +erança o #eino %ue l+es "oi preparado desde a criação do mundo. como est& . Ele a!raçou o plano com %ue ele e o .ois eu tive "ome.preciso muito para rom/ pemos nossa comun+ão com Deus. con"orto do %ual des"rutamos ..C<D. Eo entanto. Jesus se su!metia ao %ue %uer %ue estivesse escrito.ai. a necessidade de ignorar a re"eição.. muito em!ora. . %ue vocKs "ize/ ram a algum dos meus menores irmãos. tendo sido passado para tr&s em sua +erança. a mim o "izeram A3t UL.?en+am. J& reparamos %ue não .ai +aviam concordado. e vocKs me deram de !e!er R.S Digo/l+es a verdade: .aiF Eossa sede por Deus . dor ":sica P tudo isso nos "az perguntar se Deus não nos a!andonou. 'e dermos um copo de &gua "resca a um mem!ro da "am:lia de Jesus. 3urmuramos %uando não dispomos de &gua.mais valioso para n)s %ue a vontade do .utro "icou "urioso por l+e ter sido negada a assistKncia m-dica %ue acreditava merecer. Jesus era su!misso à vontade do .NL. !enditos de meu .alavra de Deus. 5ma vi va recente me disse não sa!er como seguir em "rente sem o marido.NC.ai. 5ma ligação de/ sagrad&vel. e vocKs me deram de comerI tive sede. 5m +omem.tão grande %uanto nossa sede ":sica so! sol a!rasadorF 8odos n)s j& "omos privados de algo essencial. at. nada pode se comparar à privação de &gua durante a cruci"icação. Estamos dispostos a so"rer necessidades não satis"eitas.

principalmente %uando sou eu %ue estou so"rendo. *ssim.ois tam!-m Cristo não agradou a si pr)prio. sem pecado. j& não precisamos "icar matutando nisso. A COMPAI. apro(imemo/nos do trono da graça com toda a con"iança. como est& escrito: [. * gl)ria do .aulo escreveu: @Cada um de n)s deve agradar ao seu pr)(imo para o !em dele. Eão . mas sim algu-m %ue. mas.s insultos da%ueles %ue te insultam ca:ram so!re mim[@ A#m .ai o"uscava todo so"rimento. a dor da injustiça e. a "im de edi"ic&/lo.um princ:pio !&sico da teologia. Eão "azia di"erença se isso l+e era agrad&vel ou se trazia tormentos.alavra de Deus. ainda assim ela não satis"az meu coração.ND. 3as o %ue realmente %uero sa!er . a "im de rece!ermos miseric)rdia e encontrarmos graça %ue nos ajude no momento da necessidade A>! C. Eão temos um sumo sacerdote %ue não possa compadecer/se das nossas "ra%uezas. por-m.BD.L. dor ou injustiça.. . 'ei %ue Deus me vK e %ue ele sa!e todas as coisas P isso .L. J& li os mel+ores escritores %ue tentaram conciliar o so"rimento neste planeta com o amor e o cuidado de Deus pelo mundo.#O E !ESUS J& passei incont&veis +oras tentando encontrar uma resposta inteligente para o pro!lema do mal. a dor da sede. E %uando deparo com uma resposta %ue "az sentido para min+a mente. mas a de Deus. como n)s..se Deus sente min+a dor. Estando ao p. tam!-m.nossa vontade %ue importa. . Jesus sentiu a dor da rejeição.registrado na .U.da cruz. passou por todo tipo de tentação. .

mediante o so"rimento. por %ue estar:amos isentosF A SE E/ O SO(RIMENTO E $OC. 8odos n)s nascemos sedentos. Deus entrou em nosso so"rido mundo. per"eito. o!viamente.ara ser mais e(ato.ai.ai. curioso . como . 'entimo/nos a!andonadosF Ele "oi a!andonado pelo . .a sede. Eossa dignidade "oi o"endidaF Ele "oi cruci"icado sem roupas. %ue %uer %ue estejamos passando +oje. a vontade do . .ai tin+a de incluir so"rimento. o Jil+o de Deus sem pecado. !e!eu nossa &gua e sentiu nossa dor. Jesus.*%ui vemos a prova de %ue Jesus não se mantin+a à parte do so"rimento comum da +umanidade. assim como entramos neste mundo trazendo conosco a sede ":sica. comeu nossa comida. era.. 5m dos primeiros sinais de vida . @*o levar muitos "il+os à gl)ria.do con+ecimento de %ual%uer mãe de primeira viagem.ai. por causa de %uem e por meio de %uem tudo e(iste. o autor da salvação deles@ A>! U. convin+a %ue Deus. tornasse per"eito.<D. podemos estar certos de %ue Jesus passou por tudo isso e ainda mais. 'entimo/nos como se estiv-ssemos em meio às trevasF Ele tam!-m sentiu. Cristo entrou em nosso mundo e participou de nosso so"rimento. tam!-m .%ue ele s) podia ser per"eito em sua o!ra pela o!ediKncia à vontade do . 3as. . Estamos passando por dores ":sicasF Lem!remo/nos de sua sede ardente. Ele camin+ou em nosso planeta. 'e Jesus precisou so"rer para cumprir inteiramente a vontade do .

.utros ainda preenc+em a vida com prazeres.. . e sim at.UCD. mas apenas contaminam o +omem e o mant-m a"astado da verdadeira &gua.B. @Eles me a!andonaram.utros vivem à !ase de medicamentos. tem miseric)rdia de mim e manda %ue L&zaro mol+e a ponta do dedo na &gua e re"res%ue a min+a l:ngua. %ue . * %uestão não . a mim. . %ue comia das migal+as da mesa do rico. . mas com o Deus %ue nos criou. mas agora %ue estavam na eternidade. 8odos esses !e!edouros dão a "alsa ilusão de sustento. Eos idos do s-culo ^?O. !endito seja. o rico "oi para um lugar de tormentoI L&zaro. cisternas rac+adas %ue não retKm &gua@ AJr U.S traz consigo uma sede voraz e insaci&vel@. L&zaro. 'e pudessem "alar. Ea verdade. *lguns decidem e(tinguir essa sede com &lcool. pois "omos criados para seu prazer. 0uanto mais a!astada a sociedade.ai *!raão.possu:mos a sede espiritual em!utida na alma. %ue as pessoas %ue estão no >ades Aem algum momento serão . 0uando am!os morreram. por%ue estou so"rendo muito neste "ogo@ ALc . se(o. >avia um mendigo c+amado L&zaro. >enr4 'cougal escreveu: @* alma do +omem R. para um lugar de consolo.. mais essas cisternas rac+adas seduzem os desatentos. não apenas com as outras pessoas.. tentando so!reviver pelo est:mulo cont:nuo das sensaç$es do corpo. ele disse a *!raão: @. din+eiro ou poder.ND.se temos sede P pois todos temos P. por%ue não conseguem suportar a dor do pr)prio vazio.ra.compreens:vel.L 'omente %uando nos entregamos a Deus essa sede pode ser saciada.%uando teremos sede. Jicamos especulando so!re como se sentem os %ue estão no in"erno. estava na compan+ia de *!raão. 8emos dentro de n)s sede de comun+ão. . o rico não tivera tempo para L&zaro %uando estiveram juntos neste mundo. a "onte de &gua vivaI e cavaram as suas pr)prias cisternas. o %ue diriamF Jesus contou uma +ist)ria %ue demonstra como a sorte do rico e do po!re podem ser invertidas na eternidade.

Ele suportou a sede do in"erno para %ue o "ogo "osse arre"ecido para n)s.uma erva venenosa.s tormentos do in"erno são representados por uma violenta sede. Eão os a"ligir& o sol. recusou/ se a !e!er@ A3t U=. Ele sorveu o c&lice da ira para %ue !e!Kssemos do c&lice das !Knçãos.=D. lemos: @Eunca mais terão "ome. depois de prov&/lo.NN. 'o!re os %ue estão nos c-us. Eesse conte(to. Jesus so"reu com os l&!ios ressecados para %ue pud-ssemos !e!er das "ontes da salvação. Disse 3att+ew >enr4: @. pois o Cordeiro %ue est& no centro do trono ser& o seu . 'ão os in"lamados desejos de l:%uidos dos %uais o corpo precisa. 6 lem!rarmos da Zgua da vida %ue poder:amos ter des"rutado na terra e %ue poderia ter/nos levado ao c-u.B. nunca mais terão sede. E Deus en(ugar& dos seus ol+os toda l&grima@ A*p =.B @On"erno@ são os grandes desejos %ue não podemos satis"azer. e sua alma jamais tornar& a sentir sede@. . 2arren 2iers!e disse: @>avia trKs c&lices no Cal/ v&rio@. .= 8ome agora um gole da &gua da vida. na %uei(a do +omem rico %ue suplicava por uma gota de &gua "resca em sua l:ngua. Jesus !e!eu do c&lice da morte para %ue pud-sse/ mos !e!er do c&lice da vida..NCD. e ir& des"rut&/la para sempre.um lago de "ogo.lançadas no in"ernoD dizem> *tormentadas pelo "ogo. lugar de sede eterna e ine(tingu:vel.. @C+egaram a um lugar c+amado 9)lgota. . @Con+eça o Cristo sedento na cruz. .astorI ele os guiar& às "ontes de &gua viva. * palavra @"el@ tem diversos signi"icados. gritam: @Estou com sede1@. in"erno . Estar:amos todos condenados a essa sede eterna se Cristo não tivesse so"rido na cruz@. primeiro l+e "oi o"erecido %uando c+egou à cruz. sem %ue nem uma gota l+e seja poss:vel. Jelizmente. nem %ual%uer calor a!rasador. e l+e deram para !e!er vin+o misturado com "elI mas ele. %ue %uer dizer lugar da Caveira.

possivelmente )pio. Esse c&lice contin+a vin+o misturado com "el, um sedativo %ue visava aliviar a dor. Era o c&lice da caridade, %ue ele recusou. . segundo c&lice "oi o da compai,ão. Como j& vimos, %uando Jesus clamou @8en+o sede@, um soldado em!e!eu uma esponja em vinagre, prendeu/a em uma vara e ergueu/a at- ele. *parentemente, a esponja mida apenas l+e tocou os l&!ios. 3as +ouve ainda o terceiro c&lice, na%uele dia no 9)lgota P o da ini'Cidade, %ue Jesus !e!eu at- o "im. @3eu ,ai, se "or poss:vel, a"asta de mim este c&liceI contudo, não seja como eu %uero, mas sim como tu %ueres@ A3t UB.NMD. Então, %uando ,edro pu(ou da espada para de"ender seu 3estre, Jesus repreendeu/o: @9uarde a espada1 *caso não +averei de !e!er o c&lice %ue o ,ai me deuF@ AJo ;W.;;D. Era a taça da ira de Deus, c+eia at- a !orda. Osso e(plica por %ue ele se recusou a !e!er o lenitivo: %ueria !e!er todo o c&lice, sem desperdiçar uma nica gota. Esse era o c&lice %ue ele temia, e ainda assim decidiu lev&/lo aos l&!ios. Era o c&lice da ini%Tidade, !e!ido inteiramente, por vocK e por mim. 8:n+amos a morte e a maldição em nosso c&lice. . Cristo, ele estava c+eio para ti1 3as sorvestes at- a ltima gota som!ria, E agora est& vazio para mim. Eo in:cio de seu minist-rio, esse Jesus, %ue agora estava sedento, !radou: @'e algu-m tem sede, ven+a a mim e !e!a. 0uem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior "luirão rios de &gua viva@ AJo =.N=,NWD. Ele podia prometer &gua viva à mul+er %ue encontrou no poço, por%ue sa!ia %ue iria levar so!re si a sede da%uela

mul+er. @0uem !e!er desta &gua ter& sede outra vez, mas %uem !e!er da &gua %ue eu l+e der nunca mais ter& sede. *o contr&rio, a &gua %ue eu l+e der se tornar& nele uma "onte de &gua a jorrar para a vida eterna@ AJo C.;N,;CD. Jesus em sua sede e dor En%uanto o sangue escorria por suas "eridas Desejava ainda mais gan+ar nosso amor: .uça/nos, santo Jesus1 E, ainda sedento por n)s, em miseric)rdia 8oda a sua o!ra sagrada cumpriuI ,ara satis"azer seu amor: .uça/nos, santo Jesus1 0ue ansiemos por con+ecer seu amorI 9uie/nos por nossos in"ort nios e pecados ,ara onde "luem as &guas curativas: .uça/nos, santo Jesus1 ;< Eão - de admirar %ue possamos ler no ltimo convite %ue aparece na 7:!lia: @. Esp:rito e a noiva dizem: [?em1[ E todo a%uele %ue ouvir diga: [?em1[ Auem tiver sede, ven+aI e %uem %uiser, !e!a de graça da &gua da vida@ A*p UU.;=I gri"o do autorD. .s %ue se ac+egam ao %ue um dia teve sede jamais voltarão a sentir sede.

6. UM BRADO DE VITÓRIA
)Está consumado() &oão !8. D 8odos n)s nascemos com uma data de vencimento. 3eu amigo 7randt 9ustavson e sua esposa, 3ar4, estavam em um cruzeiro %uando ele "icou doente e desem!arcou no porto mais pr)(imo para "azer e(ames. Joi/l+e recomendado %ue voasse de volta para os Estados 5nidos o mais r&pido poss:vel, para %ue o diagn)stico "osse con"irmado: cGncer no ":gado e no pGncreas. .s m-dicos deram/l+e dois meses de vida, e estavam certos. 7randt, sempre realista, escol+eu usar as semanas %ue l+e restavam na preparação de sua empresa para uma transição imediata e para planejar o "uneral. Ele não perdeu tempo pes%uisando algum rem-dio e()tico %ue l+e prometesse cura. *"inal de contas, se Deus não %uisesse %ue ele morresse, teria impedido %ue tivesse cGncer. 7randt "icou "eliz em sa!er %uando morreria, pois pQde dar e rece!er amor de seus "amiliares e amigos. Ele morreu, sem lamentaç$es, tendo terminado seu tra!al+o. ?ocK e eu podemos não ser su"icientemente a"or/ tunados a ponto de sa!er e(atamente %uando "aremos a transição desta vida para a pr)(ima. 3as, prontos ou não, a morte nos alcançar&, gradual ou repentinamente. Ea%uele dia, eis a pergunta inevit&vel: @'er& %ue terminamos o %ue Deus %ueria %ue "iz-ssemos, ou vivemos de acordo com nossos desejos, dando apenas r&pida atenção a DeusF@ 0uantas oportunidades desperdiçamos e %uantas tare"as dei(amos inaca!adasF E o %ue "izemos - o %ue ser& posto à prova no dia do Ju:zoF ,or mais %ue desejemos nos isentar, seremos c+amados a prestar contas. 6 claro %ue esperamos poder dizer %ue terminamos o

%ue Deus nos deu para "azer. *ssegurei/l+e de %ue Jesus morreu sem se arrepender de nada.ai "oram pagos por outra pessoa. pud-ssemos entrar no c-u. seguiu/se ime/ diatamente ao !rado de agonia. 3as somente Jesus pQde dizer essas palavras de "orma a!solutamente verdadeira. Eão precisou de mais tempo para pregar mais um sermão.L. Eessas palavras. Ele tin+a apenas NN anos. mas +avia cumprido suas responsa!ilidades ao p. a despeito de nossa o!ra incompleta. Ele alcançou os crit-rios de Deus para %ue pudesse compensar nossas de"iciKncias. a convicção de %ue nossos d-!itos para com o . @Est& consumado@. ressuscitar e su!ir aos c-us. a terr:vel e(periKncia de ser separado da presença do . encontramos a certeza de nossa salvação.CBI 3c . .!viamente.NCI Jo . Ele morreu com a certeza de %ue sua missão +avia sido eterna e per"eitamente cumprida. 5m +omem %ue estava à morte disse/me: @?ivi para mim mesmo durante toda a min+a vida.UW.or %ue me a!andonasteF@ A3t U=. @8en+o sede@. Eão +avia mais nada %ue ele pudesse "azer por Deus na carne. e agora terei de de"rontar/me com Deus@. o se(to !rado.N<D. curar mais um paral:tico ou multiplicar mais um pedaço de pão.M. Em!ora ele tivesse encerrado de "orma traum&tica seus dias na terra. 0ual%uer outra coisa estaria al-m de seu c+amado. a dolorosa missão de ser tratado como pecador P tudo isso j& era passado. 3as essa conclusão j& +avia sido determinada antecipadamente. Ele completou sua o!ra para %ue. * &rdua responsa!ilidade do so"rimento. para %ue ele pudesse perdoar o %ue lastim&vamos. 3orreu sem um nico arrependimento.ai.da letra. pro"erido logo ap)s o !rado de ang stia: @3eu Deus1 3eu Deus1 . morreria com a satis"ação de sa!er %ue o prop)sito de sua vinda "ora cumprido com sucesso. devemos viver toda a nossa vida em "unção . 6 claro %ue Jesus ainda tin+a de ser sepultado.

Eão temos como compreendK/la. %ue signi"ica @terminar. como aprendeu o ladrão agonizante. est& claro %ue %uando ele disse @Est& consumado@. o termo englo!ava toda a nossa salvação. mesmo os %ue não tKm !oas o!ras para apresentar podem rece!er o dom da vida eterna. pois não consigo compreendK/la@. não era seu "im.L. ?ocK pode usar essa palavra ap)s pagar suas contas ou completar uma corrida.pro"unda. restante do Eovo 8estamento preenc+e os espaços em !ranco e revela o %ue precisamos sa!er so!re o %ue "oi realizado durante a%uelas seis +oras na cruz. Eão. pois não consigo alcanç&/ la. %ue ecoaria por vinte s-culos. Em outras palavras. Ela .. Jesus deu o maior !rado de vi/ t)ria em toda +ist)ria da +umanidade.. * palavra grega tetelestai vem do ver!o telco.S Ela -. servo %ue tivesse completado sua tare"a a teria usado para comunic&/lo ao seu mestre. incomensur&vel.. mas devemos tentar. signi"ica %ue vocK terminou o %ue começou a "azer.L< e 3c .apenas uma palavra em grego: tetelestai.N=D. 'igni"ica a conclusão !em/sucedida de um procedimento. 0uis %ue todo o mundo ouvisse a%uela palavra em especial. mas o in:cio de um novo cap:tulo em sua e(istKncia eterna. 'purgeon. Em resumo. com sucesso. Ela . . pregador do s-culo ^O^. . * "rase @Est& consumado@ . Ele não disse @6 o "im@. completar. Ele pronunciou a palavra em voz alta Aisso pode ser veri"icado nas passagens an&logas de 3t U=. /rosso modo. *inda assim. o %ue "oi @terminado@ ou @completado@. realizar@. * vida dele na terra estava encerrada. *o gritar 3etelestai(. Ele a"irmou %ue +avia completado. não como um . C+arles >. mas. de "orma espec:"ica. uma grande e poderosa o!ra. não nos diz. #epare %ue o ver!o possui sujeito oculto.elevada. por%ue isso iria signi"icar %ue ele +avia sido morto e derrotado. disse %ue essa nica palavra @precisaria de todas as outras palavras %ue j& "oram ou poderiam ser "aladas para ser e(plicada R.de Deus.

um incQmodo.N.I Jo . provavelmente. e seu travesseiro era. com tudo em seu lugar ALc M. SEU SO(RIMENTO ESTA$A CONSUMA O Eão devemos nos es%uecer de %ue Jesus nasceu para so"rer.ai.CMI arcD. Jelizmente. con"orme o cronograma "irmado entre ele e seu . conspiraram para jog&/lo de um precip:cio. *inda %ue seus amigos mais :ntimos o aceitassem.aiF@ ALc U. um agitador possu:do pelo demQnio. 'e Jesus não o tivesse conclu:do. Eão limitemos essa palavra a apenas parte da missão. na pior. Eazar-."racasso. por%ue o tempo ainda não +avia c+egado AJo =. em 7el-m.=.s cidadãos de sua cidade natal. estar:amos condenados. 3as agora estava terminado. . E esses @neg)cios@ iam al-m de pregar e curar: inclu:am o pagamento do preço de nossa redenção. . mas como o cl:ma( de um plano eterno. Ele iniciou sua jornada so!re a terra em um +umilde est&!ulo. mas não conseguiram. . na mel+or das +ip)teses. *s autoridades religiosas %ueriam apedrej&/lo.BD. 6 claro %ue temos de perguntar de maneira mais espec:"ica: @. vejamo/la como o cumprimento do grande plano salv:"ico de Deus. a sociedade em geral considerava/o. e. 'eu !erço "oi uma manjedoura. ele concluiu o %ue começou. . 'uas atri!uiç$es e(igiam so"rimento. Com doze anos de idade "oi ac+ado no 8emplo e disse: @Eão sa!eis %ue me conv-m tratar dos @neg)cios@ de meu . %ue estava consumadoF@.utros %ueriam marginalizar seu minist-rio em e(pansão com "alsas acusaç$es e ridicularizaç$es. roteiro +avia sido escrito antes de seu nascimento em 7el-m. e agora a cortina estava a ponto de se "ec+ar. "eito de pal+a. * rejeição magoa.s poderes seculares de #oma não davam a menor .CD.

%ue estava so! constante controle e vigilGncia. Lem/ !ramos dos cortes em sua carne. apesar de a%ueles %ue o seguem so"rerem por diversas raz$es e de "ormas distintas. E. 3as. Eles o viam apenas como uma ameaça à esta!ilidade da sociedade judaica. seja um "ardo emocional . Jelizmente. nem os governantes se sentiam ameaçados por suas a"irmaç$es. . 'a!iam %ue era perigoso ser amigo de algu-m %ue era odiado e %ue +avia sido condenado e cruci"icado. na esperança de não serem os pr)(imos convocados para um compromisso no 9)lgota. seu so"rimento +avia c+egado a um termo. mas nessa e(teriorização de amor +avia amarga traição. temos a esperança de %ue algum dia nosso so"rimento tam!-m terminar&. 'entiram prazer em "azK/lo passar por uma s-rie de julgamentos de "ac+ada. e então realizar o tra!al+o sujo de cruci"ic&/lo. Lem!ramo/nos de como cam!aleou so! o peso da cruz. %uando "oi amarrado a um poste e c+icoteado. . mas recuaram %uando o compromisso se tornou custoso. . não %ue o veredicto "osse justo. Judas !eijou sua "ace. trou(e tristeza. 3as agora estava terminado.ai e na sede e(cruciante. %uando Jesus mais precisava. Ondependentemente do %ue iremos en"rentar P seja nossa morte iminente. J& os disc:pulos declaravam lealdade.importGncia às suas crenças. %ue importava era %ue as autoridades judaicas "ossem apaziguadas. agora estava terminado. vemos as longas pontas dos espin+os apertadas contra a ca!eça de Jesus. Ea cena do crime. 3as agora estava terminado.s outros disc:pulos Acom e(ceção de JoãoD "ugiram para se esconder. * covardia deles. * injustiça d)i.ensamos na separação do . #ecordamos a cruci/ "icação com sua dor e crueldade.

tormento era uma parte necess&ria do prop)sito maior de Deus. Ele .U 8odos os detal+es +aviam sido levados a ca!o @de "orma completa e irresist0vel) .U. . O SACRI(-CIO ESTA$A CONSUMA O Ea -poca do *ntigo 8estamento. . . Como disse 2arren 2iers!e. Ea verdade.termos suportado tudo com a "irme convicção de %ue o so"rimento . Ele viera ao mundo para @RsalvarS o seu povo dos seus pecados@ A3t . e n)s tam!-m devemos sa!er. o %ue sim!olizava o "ato de %ue o tra!al+o nunca terminava. +avia terminado. mas não podiam puri"icar a consciKncia. os sacerdotes do *ntigo 8estamento não podiam sentar %uando estavam e(ercendo suas "unç$es. . Eão "oi apenas o so"rimento de Jesus %ue c+egou a um "im. 8odos sa!iam %ue o animal não podia su!stituir o ser +umano.s %ue morreram na ". . o povo %ueria sa!er %uando os sacri":cios terminariam. os sacerdotes o"ereciam sacri":cios. * missão para a %ual ele +avia se preparado. Eo *ntigo 8estamento. @ele tomou min+a "alKncia e co!riu/a com sua li%uidez@.acreditavam %ue ainda +avia um ltimo pagamento a ser "eito pelos seus pecados. Eossa salvação agora estava assegurada. dizemos %ue suas "eridas terão um "im..D. a pessoa %ue so"re de uma doença terminal P a estes. Ele estava se re"erindo à o!ra realizada pelo seu so"rimento. >avia uma intermin&vel corrente de sacri":cios.intermin&vel P. so"rimento não era uma "inalidade em si mesmo. pagamento dele co!riu o d-!ito %ue eu tin+a. os %uais puri"icavam o povo de "orma cerimonial. Jesus sa!ia disso. * mul+er a!andonada pelo marido. um dia poderemos dizer: @Est& consumado1@. em sua jornada do c-u à terra. mas Jesus "oi tanto sacerdote %uanto sacri":cio. a criança a!usada pelo pai. %ue importa .parte do plano divino.

no dia da E(piação. 'im. pecado dei(ou uma marca carmesim. para ani%uilar o pecado mediante o sacri":cio de si mesmo@ A>! M.@0uitado@. . Como disse 'purgeon. Ea cruz. Jesus pagou por tudo. @mas agora ele apareceu uma vez por todas no "im dos tempos. animal então era solto no deserto. isto . e não em mim. . os pecados do povo eram legalmente trans"eridos para o !ode.L 0uando.maculado por motivos ego:stas. sou aceito por causa dos m-ritos de Jesus. esperando %ue eu pagasse as prestaç$es. a justiça de Deus "oi plenamente satis"eita %uando nosso su!stituto celestial pagou o elevado preço de nosso resgate. Ea *ntigTidade.<. . do ponto de vista legal. ten+o vestes novas e uma "ic+a limpa no c-u. 3in+a natureza pecaminosa "ica me atraindo para o pecado. Jalando de "orma "igurativa. %uando o preço da compra era acertado e não "icava nen+um valor em a!erto. 9raças a Jesus. mas não sobre mim.UBD. Osso signi"ica %ue meus pecados estão em Jesus. Eão +& mais nada %ue possa ser imputado a n)s. meu tra!al+o .. @dos RmeusS pecados e ini%Tidades@ A>! . escrevia/ se 3etelestai no comprovante de venda. e(iste pecado dentro de mim. a despeito do trovão da lei e do raio da justiça.o ltimo centavo. @pois estamos a salvo so! a cruz@. * ele tudo devo.C Ele pagou o saldo de nosso pecado at. e at. o sumo sacerdote colocava a mão so!re o !ode e con"essava os pecados da nação so!re o animal. para nunca mais ser visto.mesmo em meus mel+ores momentos. Osso sim!olizava o %ue Deus iria "azer. *s virtudes de Jesus "oram creditadas em min+a conta com K(ito. podemos permanecer con"iantes. 3as.=D Deus jamais se lem!rar&.não se limitou a dar uma entrada. * justiça de Deus gastou toda a sua munição.

Ele diz a Deus. muito em!ora não tivesse sido e(ecutada. no Calv&rio. Ele a removeu.a morte@ A#m B. nosso acusador. Deus est& l& e con+ece mel+or %ue n)s a e(tensão de nosso pecado e de nossa culpa. Como eu %ueria %ue uma cGmara de v:deo tivesse registrado o drama %ue ocorreu no mundo espiritual. e %ue nos era contr&ria. "ez deles um espet&culo p !lico.B A ERROTA E SATANÁS @Est& consumado1@ Esse !rado signi"icava %ue a semente da mul+er +avia triun"ado so!re a repulsiva serpente. triun"ando so!re eles na cruz ACl U. Deus os vivi"icou com Cristo. Ele lem!ra a Deus %ue @o sal&rio do pecado . de modo !astante convincente. Dia!o estava l&. e. Leia as palavras de . %ue as e(plicarei em !reve: 0uando vocKs estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne.aulo. * sentença "ora pro"erida. pregando/a na cruz.U.UND. %ue pro"anar:amos as moradas celestiais . Dia!o. %ue consistia em ordenanças. Jesus a"irmou: @C+egou a +ora de ser julgado este mundoI agora ser& e(pulso o pr:ncipe deste mundo@ AJo . Cristo estava l& e n)s est&vamos l&.D. Ele nos perdoou todas as transgress$es. . na%uele dia. e cancelou a escrita de d:vida.LD.N. Omagine um tri!unal. Deus estava l&.0ue ele lavou. . 5ma !atal+a c)smica "oi travada.N/.. tendo despojado os poderes e as autoridades. dei(ando tudo !ranco como a neve. aparece para argumentar contra n)s.

ele seria injusto. . 'omente ele con+ece a e(tensão de nosso pecado e a severidade da pena aplic&vel. 'e Deus ainda esperasse %ue pag&ssemos algo ap)s Jesus saldar nosso d-!ito. !em como os pecados secretos %ue s) eram con+ecidos pelo Deus onisciente. . Eosso d-!ito "oi inteiramente pago.aulo para nos ajudar a compreender a morte de Cristo a nosso "avor... Ele diz %ue o 8odo/. Esse "oi o repert)rio de imagens usado por . seu crime era proclamado pu!licamente. o %ue colocariam em d vida a +onestidade e a santidade de Jeov&. %uando um criminoso era cruci"icado. o #ei nos Judeus@. * lista de transgress$es era escrita em uma ta!uleta. a %ual era pregada so!re o +omem agonizante. 'e ele tem de so"rer eternamente pelo seu pecado.caso "Qssemos admitidos em seus dom:nios sagrados.M. somos culpados de grandes transgress$es. o castigo %ue merec:amos "oi cancelado. +avia um %uadro no %ual nossos pecados estavam listados. Cristo entra na sala. Ea%uele tempo. os pecados %ue cometer:amos U mil anos mais tarde estavam registrados l&.cometido.determinado pela grandeza da%uele contra %uem . acima das palavras de . tanto %ue jamais ser& e(igido pagamento adicional. * lista inclu:a tudo %ue 'atan&s +avia dito a nosso respeito. Ele %uis %ue imagin&ssemos %ue. J& vimos %ue . maligno tam!-m argumenta %ue devemos rece!er a mesma pena %ue ele.ilatos "ez %ue o aviso @Jesus nazareno.MD.CD. "osse pregado na cruz AJo . por %ue ser:amos isentos. indicando o crime pelo %ual Jesus era acusado. se tam!-m pecamosF 'e o taman+o do pecado .ilatos. .oderoso poderia ser acusado de se associar com +omens impuros. Em!ora ainda não tiv-ssemos nascido.aulo diz %ue as ordenanças %ue nos eram con/ tr&rias "oram pregadas @na cruz@ ACl U. 0uando Jesus disse @0uitado@.

raio e o trovão ocorrem ao mesmo tempo.Deus destruiu os argumentos de 'atan&s ao nos declarar perdoados. e(iste um intervalo entre a vit)ria de Cristo so!re 'atan&s e a derradeira eliminação do inimigo derrotado. mas o resultado da luta j& est& de"inido. apesar de ter sido derru!ado por a%uele %ue maior %ue ele. para %ue. tenta nos destruir com o medo. Eão +& d vida %uanto ao des"ec+o. Deus. ele tam!-m participou dessa condição +umana.in til. . lutamos contra 'atan&s nos dias de +oje.. 9raças à derrota de 'atan&s. @tendo despojado os poderes e as autoridades. ?imos o raio e tão/somente aguardamos o estrondo. 'e 'atan&s não pode nos destruir com a culpa.C. tanto a vit)ria %uanto o julgamento do Dia!o j& aconteceram na cruz.. o Dia!o.ND.LD. e li!ertasse a%ueles %ue durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte@ A>! U. somente de nosso ponto de vista. ..arece %ue. derrotasse a%uele %ue tem o poder da morte. mas isso . mudamos de reino. Do ponto de vista de Deus.LD.. isto -. 'im. por sua morte. .. *ssim como 'aul "oi despojado de seu trono e ainda perseguiu Davi por dez anos. mas vemos o raio antes de ouvir o estrondo. @pois ele nos resgatou do dom:nio das trevas e nos transportou para o #eino do seu Jil+o amado@ ACl . "ez deles um espet&culo p !lico@ ACl U. ?isto %ue os "il+os são pessoas de carne e sangue. 'atan&s nos persegue. em especial o medo da morte. Joi demonstrado %ue as acusaç$es eram "raudulentas.

odemos e(ultar na segurança de nossa salvação. lemos: @Ele nos perdoou todas as transgress$es@ ACl U. se não camin+armos o!edientemente. Ea passagem de Colossenses j& reproduzida a%ui. 6 claro %ue ainda precisamos con"essar nossos pecados. mas para conservar a comun+ão com o . ..S por%ue. assentou/se à direita de Deus R. 3as para os %ue crKem. por%ue "omos a!solvidos completamente e para sempre.<.oderoso. Escreva seus pecados em um livro cont&!il e registre @0uitado@ do lado.mesmo os pecados "uturos estão perdoados. nem mesmo l&grimas podem ser acrescidas à o!ra realizada por Jesus. como seria de esperar. pois a aceitação permanente da parte de Deus est& assegurada.. at. *inda %ue possamos c+orar %uando nos arrependemos de nossos pecados. não ter:/ amos como ter certeza de nossa salvação. %ue. E. @0uando este sacerdote aca!ou de o"erecer. seus pecados "oram legalmente cancelados. 0uantos de nossos pecados estavam no "uturo %uando Cristo morreuF Eaturalmente. E o %ue acontecer& com os pecados %ue vocK cometer& aman+ã e depois de aman+ãF * resposta. todos eles. 5m a!orto: @0uitado@ Jornicação: @0uitado@ 8raição: @0uitado@ 9anGncia: @0uitado@ .U.PECA ORES SEGUROS E 0UE IR#O PARA O C)U 6 certo %ue os crentes não devem nen+uma justiça a Deus.. ele aper"eiçoou para sempre os %ue estão sendo santi"icados@ A>! . para sempre.CD... seremos disciplinados. por meio de um nico sacri":cio. pois esta completa. para os %ue crKem em Cristo.ai. 'e não "osse assim. um nico sacri":cio pelos pecados.ND. não para manter a condiEão de "il+os do 8odo/ .

. não temos a menor id-ia da %uantidade de pecados %ue cometemos.de estran+ar %ue leiamos: @8odos pecaram e estão destitu:dos da gl)ria de Deus@ A#m N. %ue nos salva de pecados reais. conde EiYolaus Ludwig von Vinzendor" A. Eão causa surpresa o "ato de Jesus +aver ensinado %ue o n mero de salvos ser& relativamente pe%ueno1 8emos uma tendKncia tão grande a acrescentar nossa !ondade ao %ue Jesus "ez %ue . .s %ue tomam para si a o!ra de Cristo tKm a segurança de %ue seu destino eterno est& garantido.largo.#esponsa!ilidades a!andonadas: @0uitado@ Comportamento criminoso: @0uitado@ Ego:smo: @0uitado@.ois. E. temos um 'alvador real. . o seu Deus. seremos salvos e sa!emos disso. vocK pode adicion&/lo. *lgu-m escreveu: 'o!re uma vida %ue não vivi 'o!re uma morte %ue não morri * morte de outro P a vida de outro Deposito a min+a alma eternamente.UND.di":cil compreender o milagre da graça. Jelizmente.N=D.=<N/ . o!viamente. e o camin+o para a destruição .=M.estreito. 'e não mencionei seu pecado. camin+o para o c-u . . se cremos %ue Jesus "ez tudo %ue era necess&rio para %ue nos apresent&ssemos diante de Deus e aceitamos %ue ele morreu por n)s. %uando dei(amos de seguir a seguinte ordem: @*me o 'en+or. de toda a sua alma e de todo o seu entendimento@ A3t UU. de todo o seu coração. ?erdade seja dita. nosso maior pecado . pois não po/ demos nos recordar de todos nem recon+ecK/los como pecados. Eão .D tem as palavras %ue nos servem neste momento: .o ego:smo.

Com a !arreira de nossos pecados derru!ada. 0uarenta dias mais tarde. lemos: @Ea%uele momento.. Em vez de ser restrito ao sumo sacerdote. Jesus "oi posto em um sepulcro %ue pertencia a Jos. *%uele era o Jil+o em %uem o . desco!riram %ue a pedra +avia rolado e %ue o corpo de Jesus não estava l&1 3ais tarde. e as roc+as se partiram@ A3t U=. Depois disso. sou completamente a!solvido: Do pecado e do medo.ai se @agradava@. não apenas por causa de %uem -.Corajoso serei na%uele grande dia. ele revelou/se a eles. agora podemos nos apro(imar mediante o sangue de Cristo A>! . partindo do monte das . .<. L& ele reina. camin+o para Deus agora estava a!erto. o v-u do santu&rio rasgou/se em duas partes. então podemos estar certos de %ue o . %ue entrava no 'anto dos 'antos apenas uma vez por ano. Logo ap)s o Jil+o ter dado o !rado "inal.ai concordou com o Jil+o em %ue a penitKncia +avia sido realizada. o acesso a Deus agora era poss:vel a todos os %ue c+egassem por meio de Cristo.D. e eles se deram conta de %ue ele +avia ressuscitado dos mortos. .ois so!re %uem recair& min+a acusaçãoF Destas.liveiras. O PAGAMENTO (OI ACEITO 'e o !rado 3etelestai( era a satis"ação dada pelo ser/ vo ao seu mestre so!re a situação de sua tare"a.. * terra tremeu. Essa "oi a prova.ND. de %ue o .UUI E" . 3as.de *rimat-ia. da culpa e da vergon+a. . de alto a !ai(o. %uando os disc:pulos visitaram o local onde "ora posto. mas tam!-m por causa do %ue ele realizou.ai +avia aceitado o sacri":cio do Jil+o.L. Jesus su!iu aos c-us. caso "osse necess&rio ter uma.

!radaria: )Gão est& consumado1@. Eão dispomos de nen+uma evidKncia de %ue ele ten+a aceitado a Cristo. * %uestão %ue vocK tem diante de si não . Deus não %uer nosso m-rito. . *"irmamos isso com a mesma segurança %ue "alar:amos de um santo comprometido com a o!ra de Deus.+ilip #4Yen nos adverte %ue assim como não podemos adicionar as letras cl à palavra amor sem alterar seu sentido A%ue nesse caso passa a ser clamorF. . a não ser rece!er esse dom gratuito. por toda a eternidade. 8imot+4 3c?eig+ não estava al-m da salvação. 'e vocK. Eão +& mais nada %ue possamos "azer.o pagamento "eito por Cristo %ue salva. não nosso estilo de vida.!viamente. *ssegurei/l+e %ue seria como estar a cem anos/luz do 'ol. da mesma "orma. 'e tentarmos acrescentar algo à o!ra de Jesus P rituais. penitKncias ou peregrinaç$es P. mas o valor do sacri":cio o"erecido por Jesus. 'eu castigo duraria para sempre. jamais rece!eu Jesus como seu 'alvador pessoal. Jesus "ez em seis +oras o %ue nen+um ser +umano seria capaz de "azer durante toda a eternidade.MEU APELO A $OC.destru:/la por completo. meu amigo. . recomendo %ue o "aça neste instante. *crescentar algo à d&diva de Jesus . * .a grandeza de seu pecado. tam!-m "oi salvo. e ele jamais poderia dizer: @Est& consumado1@. 3as. * santidade divina o cegaria. em um in"erno de +umil+ação e so"rimento individual. no "im. não podemos acrescentar ao %ue Jesus "ez nossas !oas intenç$es ou !oas o!ras. na verdade n)s a estaremos diminuindo. 5m +omem disse/me com segurança assom!rosa: @0uero comparecer na presença de Deus contando com meu +ist)rico@. Em vez disso. n)s. e ele seria lançado. . mas se o "ez.mel+or %ue vocK viva uma vida decente em vez de uma vida criminosa. e sim nossa disposiEão de aceitar o pagamento "eito por Cristo a nosso "avor.

* !oa not:cia . pela simples razão de %ue somente ele pode satis"azer suas e(igKncias. ele .ara morrer. ele "oi levantado @Est& consumado@.e(altadoI *leluia1 0ue 'alvador1 Jelizmente.justiça de Deus junto aos %ue rejeitam seu Jil+o jamais ser& satis"eita. "oi o seu !radoI *gora no c-u.or %ue vocK iria acrescentar seu centavo "alsi"icado ao caro resgate pago por Cristo na tesouraria de DeusF@. .%ue não precisamos ajustar o "arrapo %ue vestimos para trans"orm&/lo nas "inas vestes de lin+o da justiça de Jesus.M Eão admira %ue cantemos: . 'purgeon perguntou: @. os %ue con"iam em Cristo tKm a certeza de %ue @est& consumado@.

.ai. os cristãos locais oram por uma @!oa morte@.ter a oportunidade de reunir a "am:lia em torno de si nos ltimos momentos e ter "orça para dar a todos um ltimo @incentivo@. convida/nos a nos juntarmos a ele no mundo vindouro. mas somente os seres +umanos possuem esp:rito. nunca mais veremos a morte com os mesmos ol+os. na cultura a"ricana. *s trevas "oram dissipadas para sempre. @7oa morte@ .a parte mais no!re de nosso ser. Com a morte.. nosso esp:rito partir&. para cuja agrad&vel presença retornaria.ai. colocando/se em segurança so! os cuidados dele.transmitida %uando o %ue est& morrendo declara sua ". @!oa morte@ não signi"ica morrer sem dor ou dignamente ou mesmo ter de necessariamente morrer em idade avançada. seja para a luz do eterno dia. o so"rimento estava aca!ado e ele agora podia "inalmente entregar seu esp:rito nas mãos do . %ue torna poss:vel a comun+ão com Deus. UM BRADO DE RESIGNAÇÃO )%ai.. * ".%ue vocK e eu . esp:rito .s animais possuem alma.+9 Joram as ltimas palavras. %ue nos precedeu e mostrou o camin+o. seja para as trevas da noite eterna. nas tuas mãos entre/o o meu esp0rito) *ucas 2 . *o contr&rio do %ue possamos pensar. Jesus entregou seu esp:rito ao . Ele nos dei(ou de +erança uma @!oa morte@. . E a !oa not:cia . 0uais seriam nossas ltimas palavrasF 'e nos in"ormarmos so!re como Jesus morreu.a %uem est& vivo. 5m mission&rio contou/me %ue. para %ue levem uma vida piedosa e se preparem para a reunião no c-u. Ele.

UN. a alma e o corpo de vocKs sejam preservados irrepreens:veis@.ai no .ai. Eles %uerem %ue compreendamos %ue a morte de Jesus não "oi o "im. ou mel+or.. no momento da #essurreição. atando o "orte ca!o do navio a uma roc+a ao longo da costa. @8emos essa esperança como Gncora da alma. * cada dia. onde Jesus.M.nossa integridade %ue preservada. Dei(e as tempestades retal+arem as velasI dei(e o assoal+o rangerI dei(e as rajadas de vento tentarem nos tirar do curso P os salvos c+egarão seguros ao porto.ara onde "oi o esp:rito de Jesus %uando ele morreuF 'eu esp:rito P com todos os seus desejos. em . mas o in:cio de um novo relacionamento. . Então.o sim!olismo usado pelo autor de >e!reus. para tam!-m encontrar o ladrão %ue c+egaria no "im da%uele mesmo dia. aspiraç$es e a"etos P "oi para o . Esse . nosso esp:rito ser& levado em segurança para o . por tr&s do v-u. estaremos prontos %uando c+egar nossa +ora. "irme e segura. Era seu esp:rito +umano. o navio aportava.U<D. %uando .aulo.8essalonicenses L. nen+um autor do Eovo 8estamento se contenta em dizer simplesmente %ue Jesus morreu. . o esp:rito do Deus/+omem voltando à presença e à comun+ão com Deus.o porto. Curiosamente. Ele morreu com con"iança e "oi recompensado. 'e aprendemos com nosso 3estre. 'eu esp:rito se reuniria com o seu corpo trKs dias mais tarde. . o !atedor au(iliava o navio para %ue entrasse no porto em segurança. 8odos dizem %ue seu esp:rito "oi para as mãos de Deus. %ue nos precedeu.podemos morrer com a mesma segurança.ara:so. . e mais adiante nosso corpo ser& ressuscitado. com um guinc+o. a %ual adentra o santu&rio interior. * semel+ança de Jesus. entrou em nosso lugar@ A>! B. Ele pulava do !arco e ia at. Eos tempos antigos. %ue vK Jesus como algu-m %ue "oi para o c-u preparar o camin+o para n)s.or isso. suplica @0ue todo o esp:rito.

suas ltimas palavras "oram: @.. ELE MORREU NA PRESEN"A O PAI *%ui na terra.ai %uanto a se alegrar nas mãos dele. Do in:cio ao "im. Jesus morreu en%uanto meditava nas Escrituras. durante as ltimas trKs +oras. Então e(clamou: @Eas tuas mãos encomendo o meu esp:ritoI tu me remiste. 'eu ltimo !rado e(pressou a con"iança de %ue ele seria !em rece!ido nas es"eras celestiais.CMI arcD. durante as primeiras trKs +oras na cruz. 0uando o rei Davi "oi caluniado e perseguido. *s mãos %ue l+e +aviam trazido so"rimento.ai. o Jil+o s) se preocupou com uma coisa: "azer a vontade do . J& vimos %ue. E signi"icativo %ue essas ten+am sido as ltimas palavras de Jesus. ciente de %ue o 'en+or os protegeria no momento de di"iculdade. ele so"reu nas mãos dos +omens. 'en+or. Ele morreu com a certeza de %ue Deus tomaria conta do %ue .ai e tornou/se pecado por a%ueles %ue acreditariam nele. nas tuas mãos entrego o meu esp:rito@ ALc UN. mas agora ele estava voltando para a gl)ria e para uma comun+ão mais :ntima com o . Eote %ue Jesus estava comprometido tanto a so"rer nas mãos do . Deus da verdade@ A'l N.aiF@ ALc U. . ele e(ortou todos os %ue o podiam ouvir a serem "ortes. agora traziam alegria e al:vio. Jesus viveu na presença do .ai.LI arcD.ai estavam conclu:dos. en%uanto estava em seu corpo ":sico.ai.ai e cumpri/la.CBD. so"reu nas mãos de Deus. e. Ele "ez %ue os disc:pulos con+ecessem o nome do . *s primeiras palavras de Jesus de %ue se tem not:cia são: @Eão sa!eis %ue me conv-m tratar dos neg)cios de meu . 'en+or era seu re" gio e não o envergon+aria.somos pu(ados um pouco mais para perto do porto por a%uele %ue provou ser mais "orte %ue a morte. Eada "oi dei(ado por "azer. *gora %ue os @neg)cios@ do . E "oi a essas mesmas mãos %ue ele con"iou o seu esp:rito.

apresentado como #ei..mais ade%uada ao evangel+o de 3ateus. 3ateus não registra as ltimas palavras de Jesus. Eão nos devia causar surpresa o "ato de %ue sua morte "oi um ato volunt&rio. .W.<. @Eão sa!e %ue eu ten+o autoridade para li!ert&/lo e para cruci"ic&/loF@. mas Jesus assegurou %ue o governador estava enganado. poder de .ilatos pensava %ue estava no controle. clamando outra vez com grande voz. cumprindo seu papel de @Cordeiro de Deus. Essa e(pressão . entregou o esp:rito@ A3t U=. Jesus "oi cruci"icado e(atamente no dia em %ue o cordeiro da . Ele tin+a o esp:rito so! controle.UMD. %ue tira o pecado do mundo@ AJo . Jesus ainda era #ei.D.ai. onde ele .ilatos.. Jesus estava sempre no controle.BI araD. Jesus respondeu: @Eão terias nen+uma autoridade so!re mim.L<I arcD. *%uele %ue declarou %ue nen+um +omem poderia l+e tirar a vida morreu com +ora marcada e da maneira determinada. Estava no controle %uando adormeceu no !arco. ELE MORREU SOB OS CUI A OS O PAI 3esmo em seu ltimo suspiro. .&scoa iria ser sacri"icado AJo .U.%ue o @entregou@ voluntariamente ao .UWD. mas simplesmente diz: @E Jesus.&scoa deveria ser sacri"icado era @ao pQr/do/sol@ P de acordo com a tradição judaica. .l+e con"iava.. deu seu ltimo !rado.. perguntou . %uando os soldados vieram prendK/lo. se esta não te "osse dada de cima@ AJo . at. 'omente aconteceria o %ue +avia .M. Como #ei. uma escol+a "eita por ele. Xs trKs +oras da tarde. ver!o pode ser traduzido por @ceder@ ou @li!erar@. algo entre trKs e seis +oras da tarde A@crep sculo@I ]( . Eo *ntigo 8estamento. a instrução e(pressa so!re o momento em %ue o cordeiro da .ilatos era uma d&diva de Deus %ue podia ser retirada a %ual%uer momento. 'ua vida não l+e "oi arrancada pelos so"rimentos da dor.

ELE MORREU NAS M#OS O PAI @. mas um compromisso. poder das mãos1 . nem devido a uma penosa doença. 3ãos perversas cravaram pregos em suas mãos e p-s.CBD. Jesus morreu de acordo com os prop)sitos da providKncia divina. João tam!-m registra %ue Jesus @rendeu o esp:rito@ AJo . 6 e(atamente dessa maneira %ue morreremos. não por causa dos capric+os de +omens covardes.ai e o Jil+o. .M. disse: @C+egou a +ora1 Eis %ue o Jil+o do +omem est& sendo entregue nas mãos de pecadores. por%ue seu sangue j& +avia sido derramado. Ele continuou sendo seu pr)prio 3estre. Eão ser& con"orme a vontade do cGncer.. 3ãos perversas o es!o"etearam. 'ua morte não "oi um incidente.sido acertado entre o . Ele entregou o esp:rito ao .. 3orreremos so! a zelosa mão dos cuidados da providKncia de Deus. *os cansados disc:pulos no 9etsKmani. as pro"ecias +aviam sido cumpridas e o plano traçado estavam "inalizados. não sendo vencido pela morte. vocK e eu.ai.N<I araD. . .assaremos pela cortina de acordo com o rel)gio de Deus.CL. nas tuas mãos. Jesus disse %ue seria entregue nas mãos dos +omens. 3ãos perversas dilaceraram suas costas. 3ãos perversas "ormaram a coroa de espin+os. pondo/a so!re a "ronte de Jesus.@ 0ue magn:"ico signi"icado est& encerrado nessa e(pressão1 .UND.or diversas vezes. nem por causa do trajeto irregular na rodovia devido a em!riaguez. 3ãos perversas o empurraram.edro disse %ue Jesus "oi cruci"icado por @+omens perversos@ A*t U. não con"orme o cronograma de uma sorte aleat)ria. Levantem/se e vamos1 *: vem a%uele %ue me trai1@ A3t UB.ai.

Da mesma maneira.a morada do racioc:nio. mais "acilmente nos sentiremos seguros ao l+e con"iar nosso esp:rito P o lugar em n)s %ue .a%uele momento ningu-m +avia se importado com as injustiças contra eleI sa!endo %ue os disc:pulos +aviam..)!vio %ue %ueremos ser enterrados. . "oi elevado a uma posição de autoridade.ai para rece!er seu esp:rito. ele pode contar com o . >aja o %ue +ouver. das preocupaç$es e dos sentimentos. Jesus ensina/nos %ue a morte . dos desejos.3as c+ega o momento em %ue as mãos dos +omens não podem "azer mais nada. e +oje espera %ue seus inimigos sejam postos como ta!lado para seus p-s. tam!-m seremos !em rece!idos no santu&rio da presença do . como prova de nossa crença na ressurreição. na maior parte. 0uanto mais intimamente camin+amos com Deus. Eas mãos do .poss:vel morrer ainda jovem e j& ter cumprido a vontade de Deus.. . Estamos nas mãos de Deus. estamos na verdade as mãos de Deus. não estamos. @.ragas e mortes "lutuam ao meu redor.ai. e as mãos de Deus detKm o derradeiro poder de decisão. nas mãos de incidentes ou de en"ermidades aparentemente aleat)rias. . Ele tam!-m nos lem!ra %ue . entregou/se nas mãos de Deus. Cercado pelos %ue o odiavamI consciente de %ue at. 'im. o esp:rito pode voltar em segurança para casa. Jesus entregou/se voluntariamente nas mãos dos pecadores e. Ondependentemente da%uilo %ue acontece com nosso corpo. meu "uturo est& nas tuas mãosI livra/me dos meus inimigos e da%ueles %ue me perseguem@ A'l N. desertado P nessas circunstGncias. em ltima an&lise. voluntariamente. ele perce!eu %ue mesmo %uando estamos nas mãos de +omens perversos.LD. 0uando Davi estava sendo perseguido pelos inimigos.a porta pela %ual somos admitidos na presença do #ei.ai.

e elas jamais perecerãoI ningu-m as po/ der& arrancar da min+a mão. eu não posso morrerI Eem uma nica seta pode me atingir *t. pecado +avia sido derrotado.aulo estava pensando nisso %uando escreveu: @. mas sim: @Ele c+egou@.assim %ue "unciona.maior do %ue todosI ningu-m as pode arrancar da mão de meu . e elas me seguem.n)s atrav-s dos s-culos.poderoso para guardar o %ue l+e con"iei at. . Jesus disse aos seus disc:pulos: *s min+as ovel+as ouvem a min+a vozI eu as con+eço. s-timo clamor. Jesus ouviu l+e dizerem para @salvar a si mesmo@. a morte mostrara/se impotente.a%uele dia@ AU8m . c+ega at.. %uando morre um cristão. por%ue sei em %uem ten+o crido e estou !em certo de %ue ele .UD. tam!-m estamos nas mãos do Jil+o.<.ai.ai e a do Jil+o estão entrelaçadas.%ue o Deus de amor considere correto. E .ai estão em +armonia. 'e estamos nas mãos do . %ue as deu para mim.s %ue crKem c+egam ao lar preparado por Jesus. esse grito de vit)ria.*t.%ue ele esteja satis"eito. eles não dizem @Ele partiu@.ai somos um AJo . . pois a mão do ... 8ran%Tiliza/nos sa!er %ue estamos nas mãos de am!os. Eo in:cio de seu minist-rio.ai.. 3eu . junto do . .U=/N<D. . .ai. 6 certo %ue . E(iste uma tri!o na Z"rica em %ue.ai. *s mãos do Jil+o e do . mas ele perseverou e então voltou para o lar. Eu e o . Eu l+es dou a vida eterna.

*s mãos %ue atualmente estão estendidas nos convidando a rece!er sua miseric)rdia são as mesmas %ue lançarão os impenitentes no poço da solidão.. . Eis o por%uK .<.cair nas mãos do Deus vivo1@ A>! . Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre1 E ten+o as c+aves da morte e do >ades@ A*p .. do desespero e do "astio do so"rimento eterno. %ue tin+a motivos para "alar com autoridade: @Eu sou o . de acordo com a realidade moderna. 5ma mul+er entrevistada concordou %ue ele teria a compan+ia de pessoas como >itler e 'talin. apenas uma curva. Em um avião. mas "ico com Jesus.. todo a%uele %ue não se colocar so! a proteção da justiça de Cristo aca!ar& sendo separado dele e en"rentar& um tormento consciente. Eão acredito %ue a alma so!reviva ao corpo. . Então respondi: P . Ela estava a!solutamente correta. 8en+o de escol+er entre sua visão. ir& para as mãos de Deus a "im de ser julgado. 8emos de insistir em %ue %ual%uer pessoa %ue não acredite %ue a alma so!reviva ao corpo est& em con"lito com Jesus. *s mesmas mãos %ue "alam de esperança e con"orto tam!-m evocam terror e castigo.rimeiro: vocK me colocou em um pro!lema da%ueles. Eão "i%ue o"endido. *ntes %ue 8imot+4 3c?eig+ "osse e(ecutado.ara resumir. mas .=.errado pensar %ue somente os criminosos serão punidos por toda a eternidade. algu-m me disse: P Eão acredito em vida ap)s a morte.rimeiro e o _ltimo. ele disse %ue teria muita compan+ia no in"erno.N. se recusam a cometer imoralidades e jamais "oram acusadas de um crime. in"erno estar& c+eio de pessoas %ue pagam seus impostos. Estamos avisados: @8err:vel coisa .o fim da estrada. e a opinião de Jesus. 'ou *%uele %ue ?ive.WD.D.LI"+ES PARA UMA TRANS(ORMA"#O E $I A * morte não . 'egundo: se seu esp:rito não "or para as mãos de Deus a "im de ser protegido.

em .ai.seu . sa!ia %ue nen+um +omem pode nos con"iar às mãos do Dia!o.CD. o %ual tu salvaste@. se nos rendemos às mãos de Deus. 'en+or Jesus Cristo. 'omente os %ue crKem em Jesus podem con"iar inteiramente seu esp:rito ao . e então. * dor entorpecia seu corpo. Ele estava des"igurado. em tuas mãos entrego o meu esp:rito[@. o !ispo encerrou a cerimQnia dizendo: @E)s agora con"iamos sua alma ao Dia!o@. *s pessoas ao seu redor o insultavam. Estamos preparados para o c-u %uando a!raçamos a Cristo como nosso 'alvador. mas uma c+egada segura. *s +orr:veis crostas dos "erimentos e as convuls$es da desidratação dei(aram/no irrecon+ec:vel. 3as >us contestou: @Con"io meu esp:rito em tuas mãos. sa!endo %ue pertencia a Cristo e %ue Cristo pertencia a ele. 8alvez vocK esteja pensando: @?ou viver como %uiser. * ti rendo meu esp:rito. %ue era seguidor de Cristo e con+ecia as !oas/novas do Evangel+o. no ltimo minuto. 'eu corpo estava mac+ucado e ensangTentado. certamente ser& imposs:vel aceit&/lo como . 0uando Jo+n >us "oi condenado pelo Concilio de Constança. 'e Deus não . negando/l+e a serena contemplação %ue todos %ueremos em nossos ltimos momentos. >us "oi %ueimado em uma estaca..ai con"orme a morte "or se apro(imando.L. . por um momento.ai o a!andonou. vocK morrer& e(atamente da maneira %ue viveu. e %ue @são poucos os %ue a encontram@ A3t =. e. a presença do . #eveja mais uma vez as circunstGncias nas %uais Jesus "alou essas palavras.C.ai agora.ai. Eão se engane %uanto a estar ou não nas protetoras mãos de Deus. Eão1 Com rar:ssimas e(ceç$es. direi: [. vitorioso. >us.or "im. .de Jesus ter dito %ue o camin+o para a vida eterna era estreito. Deus não nos promete uma tran%Tila passagem pela tril+a da morte. aceitando o %ue ele "ez na cruz por n)s.

Li a +ist)ria de um "azendeiro %ue "oi apan+ado por uma m&%uina agr:cola e "eito em pedaços. em casa ou cercados por amigos. . Eo c-u. graças à ressurreição. nosso corpo decadente ressurgir& em novidade de vida.ois ele morreu não apenas para levar nossos pecados em!ora. por sua morte. por-m.%ue. . . Eo entanto. mas para provar %ue a morte não domina so!re os %ue depositaram sua ". o Dia!o. amigos e parentes %ue t:n+amos a%ui. seu esp:rito "oi conservado.r)(imos da morte. morrem violentamente. seremos as mesmas pessoas %ue somos na terra. para %ue. mas levaremos nossas lem!ranças para a pr)(ima vida.so!re o nico %ue a su!jugou. alguns realmente morrem paci"icamente em um %uarto de +ospital. . J& vi +o/ mens "ortes de"in+arem. 8emos a convicção de %ue o esp:rito so!revive ao corpo. derrotasse a%uele %ue tem o poder da morte.ois se aceitarmos o Cristo %ue l& "icou pendurado por n)s. 3ultid$es de pessoas. a ponto de a "am:lia não ter permissão para ver o corpo. E )!vio %ue o pecado ser& removido. c+egaremos em segurança ao nosso destino. a cruz nos ser& mais preciosa do %ue nunca. ele tam!-m participou dessa condição +umana. J& vi pessoas tão des"iguradas por acidentes de autom)veis. en/ %uanto o cGncer l+es devastava o corpo. isto -. ?isto %ue os "il+os são pessoas de carne e sangue. e li!ertasse a%ueles %ue durante toda a vida . * promessa . e. 8am!-m estaremos l cidos acerca de nossos v:nculos sentimentais. c+egando aos CL %uilos.*inda assim.utros perdem/se no oceano ou morrem anonimamente em selvas distantes. jamais c+egaremos realmente a morrer. independentemente de %uão tur!ulenta "or a morte.

rece!e o meu esp:rito@ A*t =.LD.estiveram escravizados pelo medo da morte A>! U.. esperando tam!-m por n)s. algo agrad&vel@. 8rata/se da nica passagem do Eovo 8estamento em %ue lemos %ue Jesus estava @em p-.isto.. pronto para rece!er seu servo Av. orou: @'en+or Jesus... 0uando D. EstKvão. 3ood4 morreu.ai. o primeiro m&rtir cristão. L. 0uando as pedras começaram a ser lançadas. LLD.C.LMD.C @. nas tuas mãos entrego o meu esp:rito.@ . ele disse: [* terra recuaI os c-us se a!rem para mim R. 3uitos santos morreram com as ltimas palavras de Jesus nos l&!ios. à direita de Deus@.S 'e a morte . Ele est& l&.

. E. *credito %ue a cruz %ue rece!emos se re"ere aos pro!lemas %ue não ter:amos se não "Qssemos cristãos. 'e eu "osse discursar so!re o %ue signi"ica carregar a cruz. mundo o odiou e tam!-m ir& nos odiar. . carregar a cruz signi"ica suportar nos om!ros as di"iculdades %ue temos por ser seguidores de Jesus. escreveu 2. independentemente do . * realidade pura e simples . %ue Jesus %ueria dizer %uando a"irmou %ue pre/ cis&vamos carregar nossa cruzF Ele certamente não estava se re"erindo às en"ermidades comuns ou aos pro!lemas normalmente associados à vida em si. se eles parecessem mais salvos1@. Eietzc+e.s não/ salvos tam!-m passam por todas essas e(periKncias. .rc+ard. mundo o matou e tam!-m tentar& destruir todo a%uele %ue %uiser espal+ar a mensagem de Cristo por meio de palavras e aç$es.EP!"OGO LE$AN O A CRU% PARA O MUN O 6 necess&rio uma igreja cruci"icada para apresentar um Cristo cruci"icado perante os ol+os do mundo@. o "amoso ateu. * menos %ue a vivamos. . o mundo não ter& nen+uma razão para acreditar. Eão traz %ual%uer !ene":cio apregoar %ue todos n)s precisamos pregar a mensagem de Cristo. 3eu apelo a vocK simplesmente este: visto %ue Jesus morreu de tal "orma por vocK. pela vida dos seguidores de Cristo.u. .%ue a mensagem do Evangel+o deve ser comprovada diante do mundo. de "orma mais positiva. . assim se re"eria aos cristãos: @Eu poderia acreditar em seu 'alvador. não seria l)gico %ue escol+Kssemos viver nossa vida somente para sua gl)ria. outro livro seria produzido.

ele o convida a vir e morrer R. devemos seguir a Cristo em suas "ra%uezas.. para %ue possamos ser "ortes.o "im terr:vel para uma vida %ue "ora "eliz e temente a Deus. trans"ormou o mundo pelo so"rimento. ter:amos a capacidade de trans"ormar o mundo.S 'omente o +omem . não deveria tam!-m sK/lo para n)sF Jesus não salvou o mundo por meio de seus mila/ gres. 3ilagres jamais serão permanentes. mas %uando %uis realizar a o!ra maior P a grande o!ra da redenção P somente o so"rimento trou(e o resultado desejado. *t. %ue todo +omem deve e(perimentar. * cruz não . Devemos depositar nossos son+os mais caros aos p-s de nosso 'alvador cruci"icado@. +omem se lança nos !raços de Deus e desperta no 9etsKmani. cristianismo . ?isto %ue Cristo morreu pelo %ue acreditava. mas ela nos encontra no in:cio de nossa comun+ão com Cristo.. rendemo/nos a um Cristo %ue est& unido à sua morte P entregamos nossa vida à morte. Cristo usou esse poder para trans"ormar a vida de algumas poucas pessoas.o convite a a!andonar os v:nculos com este mundo. Disse Dietric+ 7on+oe""er: @. 'endo assim. . *o adentrar o discipulado. Jesus. E dessa "orma tudo começa. * morte do vel+o +omem ocorre em "unção de seu encontro com Cristo.a religião do so"rimento. na verdade.mesmo L&zaro teve de morrer segunda vez.posta so!re todos os cristãos. 0uando Cristo c+ama algu-m. . . Omaginamos %ue se tiv-ssemos o poder de realizar milagres. não dever:amos seguir seus passosF 7on+oe""er tam!-m escreveu: * cruz . primeiro so"rimento de Cristo.custo envolvidoF Considerando %ue a cruz "oi para ele um instrumento de so"rimento.

@Lem!rem/se das palavras %ue eu l+es disse: Een+um escravo .testemun+a perene do "ato de %ue o %ue o +omem odeia. . o mundo deveria "icar surpreso. Durante o +olocausto. Ele tomou a ladeira %ue o levaria das alturas às pro"undezas. no "im.o %ue +& de mais precioso para Deus. tam!-m perseguirão vocKs.%ue est& morto para si mesmo poder& seguir a Cristo.sinal indispens&vel em uma vida resgatada. . 'e o representarmos !em. . outras am!iç$es e outra interpretação da vida.L. Devemos viver como se "Qssemos de outro pa:s. 'e me perseguiram.ara eles. Ela . ou seja. tam!-m o!edecerão à de vocKs@ AJo . com outro c)digo de valores.para n)sF@. Deus ama. "azendo escGndalo a cada insulto %ue rece!emos P reais ou imagin&rios P.U<D. a disposição de ser identi"icado com os po!res. * descida de Cristo do c-u à terra representa o maior de todos os atos de !enignidade. 'e o!edeceram à min+a palavra. seguiremos seus passos. . * disposição de nos identi"icarmos com Cristo em nosso lar. no tra!al+o e em locais a"ins .ver Jesus. 'e "ormos tão ego:stas %uanto o mundo P se in/ sistirmos "uriosamente em nossos direitos. os p&rias e os a"litos. desconcertado. sem ter como não reparar. tanto o!edecido %uanto desprezado. * cruz representa a grande @mudança de valores@. Lem!re/se de %ue. o %ue o mundo realmente precisa . mundo não "ica impressionado %uando o espina"ramos com !ase em nossos interesses. não seremos di"erentes da cultura em %ue estamos inseridos. o +omem odeia. Dietric+ 7on+oe""er perguntou aos seus compatriotas alemães: @0uem Jesus Cristo . *ssim como Jesus era tanto amado %uanto odiado. * escol+a do so"rimento. devemos esperar o mesmo. e o %ue Deus ama.maior do %ue o seu sen+or. *o nos ver.

MW<.ara n)s. c+ega a pensar em suic:dio. 3as temos ainda nosso vereador. Devemos estar dispostos a morrer para %ue os outros possam viver. no in:cio da d-cada de . . >avia então as @corridas de !e!Ks@ P jovens rapazes %ue sa:am procurando crianças a!andonadas. lavavam o corpo e . . o presidente. de tão acossado pela cul/ pa. o pre"eito e o motorista de t&(i. * população de nossos !airros po!res. %ue as adotavam como se "ossem delas. Jesus Cristo poderia ser: * criança a!ortada e o adolescente assustado %ue não sa!e o %ue "azer. 0uando encontravam um cad&ver A%uase sempre uma v:tima da pesteD. as mães %ue amamentavam se reuniam na praça da cidade. !ispo 'amuel. . Eos dias de +oje. . %ue desa"iava %ual%uer e(plicação.s cristãos. uma vez %ue não e(istiam mamadeiras.or e(emplo: na%ueles dias não e(istiam os procedimentos do a!orto. E. . contou ao dr. Elas então eram trazidas às amas/de/leite.eram os judeus. todos a%ueles a %uem criticamos sem pensar duas vezes são Cristo para n)s.recisamos assumir nossa posição e aceitar o papel de servos. >oje. desprezados. então as crianças indesejadas eram simplesmente a!andonadas na rua para morrer.ridicularizada. . %ue morreu em meio a um tiroteio junto com *nwar 'adat do Egito. * mãe solteira %ue precisa de algu-m %ue pro/ porcione a seu "il+o um v:nculo masculino. . #a4 7aYYe como o cristianismo con%uistou a Z"rica do Eorte nos primeiros s-culos: graças ao amor dos cristãos. eram "re%Tentemente re/ crutados como li(eiros. +omosse(ual %ue. interno de um pres:dio. * criança mestiça %ue . essas pessoas são Jesus Cristo para n)s.

em vista da ressurreição.l+e davam um enterro decente. E para parecer mais salvos.a cruz.s pagãos "icavam impressionados com esses ine(plic&veis atos de amor. . não apenas como meio de salvação. mas como estilo de vida. temos de seguir nosso #edentor at. . De "ato. argumentando %ue atmesmo os in:%uos mereciam um sepultamento digno. 'omente então poderemos trazer esperança ao nosso mundo "erido. Dei(emos nossas armas de lado e a!racemos a cruz. se temos a e(pectativa de %ue as pessoas creiam em nosso 'alvador. teremos de parecer @mais salvos@.