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* e Silva Duart Pedro

Texto

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LEAVE THE KIDS ALONE
No Escutismo, o adulto é o garante da educação integral das crianças e jovens da sua Unidade, sendo a sua intervenção, por princípio, subsidiária; ou seja, a acção pedagógica – para além de voltada para a criança ou jovem – deve estar centrada na própria criança ou jovem, chamado a ser, pela vivência do jogo escutista, protagonista do seu auto-desenvolvimento. in Programa Educativo do Corpo Nacional de Escutas

LEAVE THE KIDS ALONE

Na pedagogia educativa escutista, a relação entre pares assume um papel primordial; porém, a presença do adulto – e, portanto, a relação educativa que se estabelece entre ele e a criança ou jovem – constitui elemento essencial do método escutista. Cumpre, no entanto, no âmbito desta relação educativa, estabelecer a justa medida da presença e intervenção do adulto. Ora, este, na medida da idade e maturidade dos jovens, é chamado a recuar na intervenção de modo a propiciar espaço à participação e ao crescimento em autonomia, isto é, em liberdade e responsabilidade. Parafraseando São João Baptista, um Dirigente deverá dizer: é preciso que eu diminua para que eles cresçam…

ENVOLVIMENTO DO ADULTO

AUTONOMIA DO JOVEM
LOBITOS EXPLORADORES PIONEIROS CAMINHEIROS

Ou seja, a articulação entre a autonomia da criança ou jovem e o envolvimento, ou a intervenção, do adulto deve perspectivar-se de uma forma dinâmica, progressivamente decrescente e qualitativamente diferenciada, ao longo do percurso educativo da criança ou jovem através das Secções. Dependendo da Secção, há maior ou menor necessidade de “espaço”, mais ou menos graus de liberdade, formas diferentes de companheirismo e de partilha de cumplicidades. Mas, em todas as Secções é fundamental a permanência e a sensação de presença do adulto, que transmite segurança, que “está lá” sempre que for preciso e para o que for preciso, que está com as crianças ou jovens e com eles caminha nos bons [incentivando] e nos maus [orientando] momentos. É mister do adulto assegurar a preservação de um ambiente seguro e propício a uma autónoma vivência das actividades, bem como a conformidade da vida da Unidade com os ideais e valores escutistas e cristãos. Ao adulto cumpre garantir que em todas as iniciativas e actividades são cumpridas as nor-

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depois. Exploradores. deve a presença do adulto ser uma omnipresença? Não deve. Na medida da respectiva idade e maturidade. Pioneiros e Caminheiros devem beneficiar de ausências pedagógicas dos adultos que os acompanham nas Unidades. perfeitamente admissível e necessário que o adulto se ausente em certos momentos. Uma tribo de Caminheiros. que o adulto deixe a equipa descobrir e fazer sozinha o caminho entre os postos de um raid. estraté- gicas. espaços de participação e gestão comunitária das crianças e jovens. Ao Dirigente cumpre acompanhar à distância a organização. que poderemos denominar de ausências pedagógicas.mas de segurança legais ou em vigor na Associação. equipa ou tribo. Em função da idade e maturidade das crianças e jovens. actividades. programadas. indagar e sugerir questões de segurança. não o faz com desconhecimento do seu Chefe. quando parte só para um hike. sendo que o limite mínimo será a garantia do supracitado ambiente seguro. etc. rumos. Não se quer dizer com isto que o adulto nunca deve participar nas actividades das tribos ou clãs. entre outras. inteirar-se do plano final. Não se entenda esta postura – quando adequadamente exercida – por falta do adulto ou alheamento deste. Ausências não apenas nas reuniões de bando. que o adulto deixe a patrulha percorrer sozinha as ruas e praças durante o jogo de cidade. É caso para se dizer. não o faz sem que este esteja consciente dos propósitos. é natural. Estas ausências pontuais. bem como excluídos comportamentos e opções que acarretam riscos irrazoáveis e/ou não devidamente acautelados. mas igualmente em actividades concretas. … Leave the kids alone! * Secretário Nacional Pedagógico snp@cne-escutismo.pt Flor de Lis Agosto 2010 19 Foto: Maria Améllia Gama Foto: Flávio Lucas . Lobitos. que o adulto deixe o bando progredir no jogo de pista (ainda que observe de longe). Uma questão de equilíbrio coloca-se aqui: até onde deve ir a presença do adulto? Isto é. Mas. não pode! No quadro acima exposto de promoção progressiva da autonomia das crianças e jovens. o adulto deve saber ir pontilhando a sua presença com ausências estratégicas. a presença do adulto deve ter esta linha como limite máximo da sua efectividade. Sem aventureirismos nem dramas. são um imperativo na relação educativa do Escutismo. é importante que haja determinadas actividades das tribos ou dos clãs em que o adulto pode e deve não participar. deve também dar espaço para que se possa experimentar a actividade sem a sua presença física. ma non troppo. É natural. quer apenas dizer-se que é normal. que o adulto deixe a tribo fazer os seus hikes e – em momentos específicos – até realizar alguns dos seus acampamentos ou outras actividades sem a presença do adulto em campo. patrulha. caminhos.

Ajudar os nossos escuteiros a atingir os vários Objectivos Educativos propostos para cada uma das seis áreas de desenvolvimento – Espiritual. facilmente reconhecerá que este vem reforçar o desafio e missão do CNE – contribuir para o desenvolvimento integral das crianças e jovens – na medida em que determina um reforço do envolvimento e do investimento de cada Animador no desenvolvimento de cada uma das suas crianças ou jovens. devemos estar conscientes de que estas alterações. para além de exigirem algumas actualizações a nível estrutural. cada escuteiro deve estar no centro do seu próprio desenvolvimento. Intelectual. Porém. é no Sistema de Progresso que se concentram as inovações mais significativas. Mas este novo Programa Educativo exige que mudemos totalmente a nossa maneira de actuar perante os nossos escuteiros? Não. várias são as alterações que devem merecer a nossa atenção e empenho na sua implementação. mas exige de nós um esforço de aprofundamento da nossa relação com as crianças e jovens e um aperfeiçoamento das práticas que temos vindo a utilizar nos últimos anos. Dirigentes. no planeamento e no desenvolvimento de Oportunidades Educativas. vão exigir igualmente uma nova atitude e uma nova energia da nossa parte! Quem já contactou de perto com as principais alterações introduzidas pelo novo Programa Educativo. Na realidade. cabendo aos Dirigentes a tarefa de o acompanhar nesse processo. Física e Afectiva – vai exigir de cada Dirigente. de cada Animador e de cada Equipa de Animação. nomeadamente os Dirigentes dos Agrupamentos Piloto.eira* lo Oliv Gonça Texto : Novo Programa Educativo: um novo desafio para o Dirigente? Novo Programa Educativo: um novo desafio para o Dirigente? É já no início do próximo ano escutista que o CNE vai implementar a nível nacional as orientações consagradas no novo Programa Educativo. devemos garantir que cada escuteiro. começando pelos Lobitos mais novos e terminando com a Partida dos Caminheiros/Companheiros mais velhos. Carácter. Nós. Social. Para alcançar determinado objectivo educativo. colaborando na procura. de forma 20 Flor de Lis Agosto 2010 . uma dinâmica reforçada de interacção. de trabalho e de envolvimento com cada escuteiro. Neste novo Programa Educativo.

Porém. as Competências e as Atitudes adequadas. amigos e colegas de escola. poderá compreender melhor a evolução que cada escuteiro está a sofrer e intervir de forma mais eficaz no seu desenvolvimento. planeando oportunidades educativas mais estimulantes e motivantes para a criança/jovem. * Email: enp@cne-escutismo. De igual modo. mas. o ambiente que os rodeia – família. amigos. que nos concentremos em cada um dos nossos escuteiros e tenhamos uma atitude de os ajudar a evoluir e a desenvolver-se cada vez mais. é necessário o Dirigente acompanhá-lo.pt Flor de Lis Agosto 2010 21 Foto: Junta Regional de Lisboa . como é fácil de prever. que envolva cada vez mais o próprio escuteiro nos processos e nas decisões. o Dirigente deverá procurar conhecer cada vez melhor a família. cada jovem. a música. cada escuteiro poderá encontrar a sua própria forma de demonstrar tais capacidades. aproveitando as actividades e método escutistas que praticamos nas nossas secções. façamos mais e melhor pelas nossas crianças e jovens. As Patrulhas e toda a dinâmica relacionada com o seu funcionamento. tantos quantos os escuteiros da sua secção.permanente e consistente. Dirigentes. Este novo Programa Educativo deve ser encarado como um novo estímulo para que nós. pede-se que seja cada vez mais observador e atento à progressão de cada escuteiro. a escola. demonstra possuir os Conhecimentos. escola e comunidade. também. de forma a poder partilhar com ele esse caminho. catequistas e professores. Desta forma. e este poderá ser um dos maiores desafios para o Dirigente. pois também esses poderão constituir oportunidades educativas para o seu desenvolvimento individual. devem ser vistos como ferramentas que ganham uma nova importância na implementação deste novo Programa Educativo. Ao Dirigente. é diferente de todos os seus companheiros. ainda que não se realizem durante as actividades escutistas regulares. as suas habilidades e as suas dificuldades. os hobbies. Mas envolvendo os seus pares. assim como poderá definir o seu próprio caminho de progresso individual. passar para fora da nossa Sede. Sozinho. sem estas ferramentas. os Conselhos de Guias. É necessário. conhecer as suas virtudes e os seus defeitos. os seus familiares. e compreender o escuteiro enquanto pessoa pertencente a uma comunidade. os grupos de amigos. Que procuremos aprofundar a nossa relação com eles. o Dirigente terá mais dificuldade em ajudar o escuteiro a evoluir e a desenvolver-se. o desporto e todas as outras actividades e meios sociais em que cada escuteiro se insere. Os Dirigentes devem estar disponíveis para caminhar vários e diferentes caminhos. Cada criança. os Conselhos de Pais e o próprio contacto mais informal os familiares. elementos de patrulha e guias. das nossas actividades e rotinas. nomeadamente no que ao Sistema de Progresso diz respeito. igualmente.

confundem o Método do Projecto como uma das maravilhas do Método Escutista. Outros... Ter dirigentes adultos em todas as secções é. mas se não fizermos uma correcta avaliação. este pequeno artigo tem o objectivo de recentrar o nosso papel de Adulto em cada uma das fases. mas a questão principal é: “Onde e como pode o Adulto intervir nas fases do Projecto?” Vamos por partes: Na Idealização/Escolha. mas decidi colocar esta introdução para clarificar estes conceitos. Bem sei que. O Escutismo necessita de Adultos para que possa existir Relação Educativa elemento/ adulto. ou se a preparação for descurada. ou mesmo se não celebramos o projecto com a dignidade que merece. apesar de uma intervenção decrescente ao longo das secções. Ao longo deste tempo como Dirigente. Antes de mais. o Método do Projecto é semelhante ao que era feito anteriormente. este fica mais “pobre”! Sim. estes dois pontos são óbvios. então. pois os elementos já são “adultos”.* ancês Rui Fr Texto : O papel do Adulto no Método do Projecto O papel do Adulto no Método do Projecto Neste novo Programa Educativo. Como? Vamos ver. todos sabemos isso. não fazendo parte do Método Escutista. No entanto. mas não o é. ouvi e li que muita gente considera que. dos 6 aos 22 anos. essencial para que o Método do Projecto realmente seja aplicado. As fases do projecto são as seguintes: • • • • • Idealização/Escolha Enriquecimento Preparação Realização Avaliação/Celebração Um projecto para ser vivido do início ao fim. tem de passar por todas estas fases a 100%. uma das componentes do Método Escutista. É importante percebermos que. 2. Uma grande realização é fantástica para todos. o Adulto tem de existir nas unidades. em algumas secções mais velhas. para muitos. acho importante referir que: 1. não são necessários dirigentes. possam organizar as suas actividades. O Método do Projecto. é uma ferramenta pela qual o CNE optou para que os seus elementos. o adul22 Flor de Lis Agosto 2010 .

E. Em todas as fases descritas. Viva os grandes projectos e vivam grandes projectos! * Email: enp@cne-escutismo. sabendo que as fases estão lá. O adulto. uma das fases essenciais do projecto.pt Flor de Lis Agosto 2010 23 Foto: Tiago Vaz . definir objectivos pedagógicos. o que começou nas suas mentes. auxiliar com ideias soltas mas sem nunca condicionar a criatividade. “espremida” esta fase. para que seja um projecto pedagógico na sua totalidade. sendo aqui que este pode intervir mais na concepção do projecto.. Após a Escolha. Mas essa não presença nunca pode ser confundida com ausência e falta de acompanhamento.to deve estar atento aos projectos que estão a ser elaborados pelos elementos nos pequenos grupos. sim. um bom método de avaliação. O elemento tem de se sentir confortável. o adulto tem um papel essencial no Enriquecimento. atenção. o adulto deve acompanhar as equipas de trabalho que se formam no projecto. pois a integridade e a melhoria pedagógica da actividade passa por ele. O Conselho de Guias (CG) tem aqui um papel fundamental. de forma a que os pontos a melhorar sejam tidos em conta no novo projecto. o adulto não é mais um elemento a viver a aventura. O Adulto também educa quando não está presente. Durante a Realização da actividade.. é... vamos respeitá-las. Mas. outras ideias soltas dos outros projectos não escolhidos. mas o mais importante é todos entenderem que. o Adulto responsável para que toda a actividade prática tenha sucesso. É aconselhável analisar relatórios de actividades anteriores para ler as avaliações anteriores. o Adulto tem de ter em mente que. no entusiasmo do momento. Está presente! A sua presença deve ter sempre uma intencionalidade educativa forte. para que o projecto escolhido passe a ser realmente de todos e para todos. verificar onde é que o progresso pessoal pode ser avaliado. Na Preparação da actividade. deixem de pensar de forma metódica. Tanto ajuda a organizar os momentos da alimentação.. tem de deixar sumo para futuros projectos. deve alertar os guias para quando a preparação está a fugir muito do projecto escolhido e posteriormente enriquecido. por isso. é importante nunca esquecer que o projecto é dos elementos que o idealizaram e escolheram. terminou em beleza. A nossa tarefa é acompanhar cada uma das fases e não deixar que estes. o projecto é coordenado por eles... momentos do imaginário. pode motivar os elementos do CG a incluir actividades. Criar. bem como está presente num Conselho de Guias.. é essencial. até nas ausências pedagógicas que podem estar planeadas.. vivido por eles e avaliado por eles. ou não! Mas terem a noção clara do porquê de terem acontecido falhas e como fazer para evitar situações semelhantes. Na Avaliação/Celebração. Aqui. não esquecendo o projecto escolhido.. juntamente com os guias. mesmo quando está “sozinho”. o Relatório escrito e bem documentado é quase obrigatório. para que este realmente aconteça. não deve fazer o trabalho pelos elementos. estes devem passar pelas dificuldades de organização.

dependendo.. assim. o aparecimento de uma rotina que contenha as principais tarefas deste órgão e que possa evoluir para um bom nível de autonomia e empenho. onde. Como sabemos. Assim. É um espaço de Partilha e Decisão dos Guias. deve ser um dos principais objectivos dos Animadores. Proporcionando. das secções etárias em causa. como Animadores.lho * Carva Hugo Texto : O papel do dirigete no conselho de Guias O papel do dirigente no conselho de Guias Com a introdução do novo Programa Educativo no CNE. o Papel do Dirigente/Animador no Conselho de Guias? Antes de mais e acima de tudo. e tendo em conta que o Método Escutista nos propõem trabalhar em Sistema de Patrulhas. o papel dos Animadores durante um Conselho de Guias deverá ser sempre de retaguarda. com a devida autonomia. Num Grupo onde não existe tradição ou preparação dos Guias para realizar os Conselhos de Guias.. garantindo o funcionamento correcto das reuniões. Mas qual é. motivando a participação 24 Flor de Lis Agosto 2010 . então. acompanhamento e validação do Progresso dos Elementos do seu Grupo. então. Dado que um dos principais objectivos do novo Sistema de Progresso é centrar-se no indivíduo. estes assumem as decisões necessárias para a implementação do Projecto que o Grupo elegeu. se possível. criar espaços de formação e de habituação à realização destes conselhos. o Bom Funcionamento do Conselho de Guias. o Conselho de Guias reafirmou-se de forma visível como o principal motor da vida de um Grupo. deve tentar garantir que os mesmos tenham uma periodicidade fixa e adequada ao ritmo de trabalho do Grupo. o Conselho de Guias não é um espaço onde o Chefe de Unidade dá informações sobre as decisões da Equipa de Animação. o Dirigente deve zelar pela motivação e realização dos Conselhos de Guias e. os Guias e o Conselho de Guias passam a ter um papel essencial de motivação. claro. É. fundamental que seja uma das nossas grandes preocupações.

privilegiados em poder pertencer ao mesmo.” (quanto baste) para que o Conselho de Guias tenha. tentando lembrar os Guias do Caminho Correcto ou alertando para os perigos que possam estar ocultos nas decisões por eles tomadas. são “ingredientes” que certamente irão ajudar nesta tarefa. como também é típico nas receitas. simbologia e ainda mais de um espaço próprio e específico para o Conselho de Guias. não consigo receitar a quantidade correcta de “dirigente” que deve ser introduzido no Conselho de Guias.empenhada e activa de todos os seus membros. Este é um dos desafios mais importantes para a Equipa de Animação. os Animadores devem assumir o Direito de Veto a qualquer decisão do Conselho de Guias. Têm o Papel de facilitar e promover o correcto funcionamento do Conselho de Guias. uma forma de aprendizagem que deve ser valorizada. Podemos. restrito e “místico”. Os Animadores devem promover uma relação especial com os Guias do seu Grupo e o Conselho de Guias deve ser um momento reservado. não há receitas! E. diria que os Animadores deverão ser uma espécie de “consciência” do Conselho de Guias. após diversas tentativas de apelo e alertas aos membros do Conselho de Guias e deverá ser sempre muito bem fundamentado. de facto. intervindo quando necessário ou solicitado e proporcionando um “ambiente” especial onde todos os membros se sintam bem em participar activamente. As intervenções dos Animadores devem ser sempre encaminhadoras.pt Flor de Lis Agosto 2010 25 Foto: Telmo Domingues . Mas. No entanto. Dado que os Animadores não têm direito de Voto no Conselho de Guias. como tal. concluir que os Animadores não são membros “normais” de um Conselho de Guias e também não são meros espectadores. onde os elementos se sintam. Como conclusão deste aspecto. A existência de um imaginário. O Escutismo é um ambiente seguro de aprendizagem e o erro é. diria que deveríamos ter “Dirigente q. Infelizmente. sempre que a mesma ponha em causa a segurança física ou o bem-estar psicológico dos Elementos do Grupo. como sempre nos é dito nas formações do CNE. Há um outro aspecto essencial que compete aos Animadores e que deverá servir de base ao trabalho feito pelo Conselho de Guias. de facto. O uso desta ferramenta “regulamentar”. estes devem. garantindo que todos os Guias compreendam perfeitamente as razões que levaram ao Veto por parte da Equipa de Animação. ao atingir este passo.b. então. também. sendo que. por princípio. um funcionamento mais motivado e melhor dos membros deste conselho. deverá ser feito em último recurso. Estes devem garantir que todos os Assuntos são tratados e que os mesmos são ponderados devidamente. um sabor especial! :) *Email: enp@cne-escutismo. consegue-se. mesmo que nem sempre estas sejam as mais acertadas. certamente. aceitar e zelar pelo respeito das decisões do Conselho de Guias.