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— Pedro Barradas Nº15- As Invasões Francesas — Rui Barradas Nº 18- A Luta entre Liberais e Absolutistas

6ºA
Professora: Licínia Almirante Novembro de 2013

o encerramento de todos os Portos Europeus aos navios britânicos. . a resistir aos ataques de Napoleão. as tropas napoleónicas. em 1807. entrarem no país e iniciarem a primeira de três invasões. Os revolucionários desejavam instaurar o fim do poder. Em novembro de 1806 Napoleão ordenou. Napoleão foi responsável por muitas vitórias e pela invasão e anexação de diversos Territórios Europeus. Por esta razão. Essa ordem ficou conhecida por Bloqueio Continental mas Portugal recusou-se a fechar os seus portos aos Ingleses.Em 1789 ocorreu em Paris uma revolução que pôs fim ao regime absolutista em França. no entanto. A Inglaterra era. A Revolução Francesa defendia novas ideias políticas. comandadas pelo general Junot. Durante o conflito que se seguia destacou-se o comandante das tropas francesas-Napoleão Bonaparte. O Bloqueio Continental Alguns reis de França não aceitaram as ideias revolucionárias e declararam guerra a França. a liberdade de escolha política e igualdade perante a lei para todos os grupos sociais. um país que continuava.

juízes e comerciantes. Com a Família Real seguiram também muitos nobres. O governo de Portugal ficou entregue a uma Junta de Regência. pessoas ligadas à administração.A Partida da Família Real para o Brasil Em consequência das Invasões Francesas. a Família Real pariu para o Brasil. A resistência aos invasores e a intervenção inglesa A reação popular às tropas napoleónicas A primeira invasão francesa No final de novembro de 1807 as primeiras tropas invasoras francesas chegaram a Lisboa. . onde permaneceu até 1821.

em Lisboa. vencendo-os nas batalhas de Roliça e de Vimeiro. Substituiu a bandeira portuguesa pela francesa no Castelo de S. O auxílio da Inglaterra A segunda invasão francesa Perante os avanços franceses e a dificuldade da população em lhes resistir. cerca de 50 000 soldados. comandada pelo marechal Soult. Portugal pediu o auxílio a Inglaterra. Mas Napoleão não desistiu de dominar Portugal e. comandado pelo general Massena.Junot. João. deu-se uma segunda invasão. que comandava o exército napoleónico. Passou a governar em nome de Napoleão. A terceira invasão francesa Em 1810 Portugal foi novamente invadido pelo exército francês. em 1809. Ordenou às suas tropas. . que se espalhassem por todo o País. Um exército constituído por Ingleses e portugueses combateu os franceses. Jorge. tomou de imediato algumas medidas que revoltaram a população portuguesa: Dissolveu a Junta de Regência nomeada pelo Príncipe Regente D.

onde tinham sido construídos fortificações para a defesa da capital do Reino. mas como estes não desistiram. foram vencidos mais uma vez nas Linhas de Torres Vedras. Primeiro derrotou os franceses na batalha do Buaço. Derrotados.Wellington organizou a defesa dos tropas luso-ingleses e evitou que os invasores chegassem a Lisboa. . os franceses iniciaram a sua retirada definitiva.

Miguel. Miguel ficava como regente até à maioridade de D. Os librais eram: os que defendiam a monarquia constitucional. de 1826. filho segundo de D. advogados…) Os absolutistas eram: defensores da monarquia absoluta. A rainha D. e o príncipe D. Por isso estes grupos sociais não eram favoráveis ao novo regime liberal. mas realizada por D. dos quais faziam parte muitos clérigos e nobres. obrigando-se a aceitar a carta constitucional (Constituição que substitui-o a de 1822. João VI nunca tinham aceito a mudança e. Carlota Joaquina. . comerciantes. por membros da burguesia (Proprietários. juízes. A carta era uma constituição mais moderada do que a de 1822 e ampliava os poderes do rei. Maria. a favor d absolutismo. Pedro e não pelos deputados). agravou mais a instabilidade politica e reforçou as diferenças entre os absolutistas. logo que assumiu o governo. médicos. começou a perseguir os librais.Rivalidades entre Liberais e absolutistas A constituição de 1822 tinha retirado muitos privilégios a nobreza e o clero. Miguel. dissolveu as cortes. chefiados por D. Miguel. maiormente. A morte do rei em 1826. D. D. com o apoio da nobreza e do clero eles começaram a conspirar contra a monarquia constitucional. constituídos. Apesar de ter jurado a carta constitucional.

D. e dirigia-se para sul. estendeu-se a todo o país. em Santarém. A monarquia constitucional triunfou e manteve-se até 1910. entre as freguesias de Perafita e Lavra. o qual pôs fim à guerra entre liberais e absolutistas que durou cerca de dois anos. D. Na praia onde desembarcaram os liberais no dia 8 de julho de 1832. Em 1834. Maria II que se deslocou propositadamente ao local.A guerra civil D. com tropas comandadas pelo duque da terceira. D. Pedro abdicou do trono brasileiro e juntou-se aos exilados que se encontravam na ilha terceira. no porto. morreu D. onde foi derrotado nas batalhas de Asseiceira.a Convenção de Évora Monte-. . Pedro. Entretanto. A guerra civil. os liberais abriram outra frente de luta no Algarve. em Rua Maior. que opôs os portugueses uns contra os outros. Miguel levantou então o cerco das tropas de D. Miguel foi obrigado a assinar um acordo de paz. Nas suas pedras podem ler-se os nomes de alguns soldados e dos seus comandantes. Pedro. à frente dos quais vinha D. Pedro IV e o trono foi definitivamente entregue a D. Miguel foi posteriormente expulso de Portugal. Depois destas derrotas. A primeira pedra para a sua construção foi colocada por D. e Almoster. no concelho de Matosinhos. Maria II. existe um obwlisco comemorativo desse acontecimento.