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INTRODUÇÃO

Rede é o compartilhamento de informações e serviços. Um trabalho em rede é possível quando pessoas ou grupos possuem informações ou recursos que desejam compartilhar. A rede de computadores oferece as ferramentas de comunicação que permitem aos computadores compartilhar informações e recursos.

1 Redes
1.1 - Redes de Computadores
Atualmente as redes de computadores incluem computadores e sistemas operacionais !de computadores" associados a todos os modelos de computação. Uma rede típica inclui mainframes computadores pessoais e v#rios outros computadores e dispositivos de comunicação. As redes de computadores se encai$am na definição geral de rede j# que compartilham dados eletr%nicos e serviços de computação.

As redes de computadores são normalmente classificadas por tamanho dist&ncia abrangida ou estrutura. 'mbora as diferenças estejam diminuindo rapidamente os tipos de rede mostrados a seguir são comumente usados( • Rede local !)A*" • Rede metropolitana !+A*" • Rede de longo alcance !,A*" !A )A* e a ,A* são os tipos mais comuns".
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Rede Local (LAN)
Uma rede local !)A*" refere.se a uma combinação de hard/are e meio de transmissão relativamente pequena. As )A*s normalmente não ultrapassam algumas de0enas de quil%metros em tamanho e tendem a usar apenas um tipo de meio de transmissão. Além disso uma )A* normalmente se restringe a um prédio ou a uma pequena #rea de prédios.

Rede Metropolitana (MAN)
Uma rede metropolitana !+A*" é uma rede maior do que a )A*. 'la é chamada metropolitana porque normalmente cobre a #rea de uma cidade !de apro$imadamente algumas de0enas a uma centena de quil%metros". 1ard/are e meio de transmissão diferentes são normalmente usados em +A*s porque elas devem cobrir com efici2ncia essas dist&ncias ou porque não necessitam acesso total aos locais entre os pontos da rede.

Redes Geograficamente Distribuída (WANs)
Uma rede de longo alcance !,A*" inclui todas as redes maiores do que uma +A*. As ,A*s interconectam )A*s que podem estar em lados opostos de um país ou locali0adas em outros países.

1.2 - Transferência de r!ui"os
Antes das redes de computadores serem implementadas com grande aceitação os usu#rios moviam fisicamente a mídia de arma0enamento de um computador a outro. 'sta pr#tica sem nenhuma efic#cia era chamada de 3ladrões de rede4 !porque os usu#rios carregavam os dados de uma m#quina para outra". 'm termos empresariais empregar pessoas para transportar a mídia arma0enada no computador custava caro e consumia muito tempo.

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6 serviço de arquivo em rede transfer2ncia de arquivos refere.se a qualquer serviço que grave recupere ou mova os arquivos para um cliente da rede. 'ste serviço permite que os dados sejam manipulados de maneira muito mais eficiente. 7or e$emplo suponhamos que sua organi0ação possui v#rios prédios locali0ados em diferentes partes de sua cidade. 8aso voc2 fosse transportar pessoalmente um arquivo em disquete de um prédio a outro este processo levaria horas. 9oc2 poderia economi0ar tempo e dinheiro utili0ando um serviço postal mas a demora envolvida em e$pedir a mídia arma0enada seria ainda bem grande. *o entanto um serviço de arquivo em rede poderia transportar eletronicamente o mesmo arquivo para v#rios benefici#rios através de uma rede de computadores em questão de segundos.

1.# - Custo
6 custo das cone$ões depender# muito do desempenho que se espera da rede. Redes de bai$o a médio desempenho usualmente empregam poucas estações com uma demanda de ta$as de dados e volume de tr#fego pequeno. :sso vai permitir o desenvolvimento de interfaces de bai$o custo a despeito de suas limitações para outras aplicações. Redes de alto desempenho j# requerem interfaces de custos mais elevados devido em grande parte ao protocolo de comunicação utili0ado e ao meio de comunicação.

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l.$ - Retardo de Transferência
6 retardo de transferência é na grande maioria dos casos uma vari#vel aleat<ria. *o entanto em algumas redes o maior valor que o retardo de transfer2ncia pode assumir é limitado.

1.% - Desempen&o
6 requisito 3bai$o custo4 leva freq=entemente ao sacrifício do desempenho. *o entanto uma rede deve proporcionar capacidade suficiente para viabili0ar as aplicações a que é destinada. *a pr#tica o conceito de 3alta velocidade4 em redes locais tem se tornado bastante relativo dados os avanços tecnol<gicos na #rea de transmissão de dados. 6s termos velocidade desempenho e retardo de transfer2ncia estão intimamente relacionados. A escolha adequada da arquitetura incluindo a estrutura de cone$ão o protocolo de comunicação e o meio de transmissão vão influenciar em muito no desempenho velocidade e retardo de transfer2ncia de uma rede.

1.' - Confiabilidade
8onfiabilidade pode ser avaliada em termos de tempo médio entre falhas !+edium >ime ?et/een @ailures . +>?@" toler&ncia a falhas degradação amena !gracefull degradation" tempo de reconfiguração ap<s falhas e tempo médio de reparo !+>>R . +edium >ime to Repair". 6 tempo médio entre falhas é geralmente medido em horas estando relacionado com a confiabilidade de componentes e nível de redund&ncia. Aegradação amena é geralmente dependente da aplicação. 'la mede a capacidade da rede continuar operando em presença de falhas embora com um desempenho menor. Reconfiguração ap<s falhas requer que caminhos redundantes sejam acionados tão logo ocorra uma falha ou esta seja detectada. A rede deve ser tolerante a falhas transientes causadas por hard/are eBou soft/are de forma que tais falhas causem apenas uma confusão moment&nea que ser# resolvida em algum nível de reiniciação. 6bviamente falhas de alguns componentes críticos ou destruição de programas não podem ser resolvidas sem recursos de redund&ncia mas essas não são de modo algumas Cnicas falhas possíveis. 6 tempo médio de reparo pode ser
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gica Uma rede deve ter a capacidade de suportar todas as aplicações para a qual foi dedicada mais aquelas que o futuro possa requerer F incluindo transmissão de vídeo vo0 intercone$ões com outras redes etc.Modularidade +odularidade pode ser caracteri0ada como o grau de alteração de desempenho e funcionalidade que um sistema !rede" pode sofrer sem mudar seu projeto original.( . 1. 'ssa característica é e$tremamente importante na economia de custo de equipamentos j# e$istentes.) .Compatibilidade Ae fundamental import&ncia a compatibilidade !ou interoperabilidade" ser# aqui utili0ada como a capacidade que o sistema !rede" possui para se ligar a dispositivos de v#rios fabricantes quer a nível de hard/are quer a nível de soft/are. 6s tr2s maiores benefícios de uma arquitetura modular são a facilidade para modificação a facilidade para crescimento e a facilidade para o uso de um conjunto de componentes b#sicos. Guando possível não deve ser vulner#vel H tecnologia prevendo a utili0ação de futuros desenvolvimentos quer sejam novas estações novos padrões de transmissão ou novas tecnologias de circuito integrado transmissão etc. 9#rias redes t2m incluídos em suas interfaces mecanismos de autoteste e diagn<stico para au$ílio na manutenção e na reali0ação de medidas de desempenho. E ainda valiosa por dar ao usu#rio uma grande fle$ibilidade e poder de barganha perante os fabricantes. l.+ensibilidade Tecnol. 1.diminuído com o au$ílio de redund&ncia mecanismos de autoteste e diagn<stico e manutenção eficiente. Algumas possuem até estações especiais para esses fins.* . I .

>odos os projetos de rede derivam de tr2s topologias b#sicas( • ?arramentoJ • 'strelaJ • Anel. 'm primeiro lugar as ligações físicas podem ser de dois tipos( ponto a ponto ou multiponto.nos com diversas formas possíveis de utili0ação das linhas de transmissão. Ke os L . )igações ponto a ponto caracteri0am.1 . Ke os computadores estão conectados em uma fila ao longo de um Cnico cabo !segmento" a topologia é denominada como um barramento.se pela presença de apenas dois pontos de comunicação um em cada e$tremidade do enlace ou ligação em questão. 7onto a 7onto +ultiponto A forma de Utili0ação do meio físico que conecta estações d# origem H seguinte classificações sobre comunicação no enlace( • Simplex o enlace é utili0ado apenas em um sentidoJ • Half-Duplex o enlace é usado nos dois sentidos porém um de cada ve0J • Full-Duplex o enlace é usado nos dois sentidos e com transmissão simultanea.Lin&as de Comunica-. *as ligações multiponto observa.o Ao organi0ar os enlaces físicos num sistema de comunicação confrontamo.2 Topologias 2.se a presença de tr2s ou mais dispositivos de comunicação com possibilidade de utili0ação do mesmo enlace.

se endereçando os dados a um computador em particular e inserindo estes dados no cabo sob a forma de sinais eletr%nicos. 2. N .2 ./arramento A topologia de barramento também é conhecida como barramento linear. Comunica-. 7ara compreender como os computadores se comunicam em um barramento voc2 precisa estar familiari0ado com os conceitos( • 'nvio do sinalJ • Repercussão do sinal J • >erminador. 'nquanto essas tr2s topologias b#sicas são simples suas versões efetivas freq=entemente combinam recursos de mais de uma topologia e podem ser comple$as. 'ste é método mais simples e comum de conectar os computadores em rede.computadores estão conectados a segmentos de cabo que se ramificam de um Cnico ponto ou hub a topologia é conhecida como estrela.o no /arramento 6s computadores em uma rede de topologia de barramento comunicam. Ke os computadores estão conectados a um cabo que forma uma volta a topologia é conhecida como anel. 8onsiste em um Cnico cabo chamado tronco !e também bacMbone ou segmento" que conecta todos os computadores da rede em uma linha Cnica.

*ão h# uma medida padrão para o impacto do nCmero de computadores sobre qualquer rede específica. 6s computadores em um barramento apenas escutam os dados que estão sendo enviados na rede.se a rede. 'les não são respons#veis por mover os dados de um computador para o outro. Guanto mais computadores em um barramento mais os computadores estarão esperando para inserir dados neste barramento e mais lenta torna. Ke um OP . Apenas um computador por ve0 pode enviar mensagens.0n"io do sinal 6s dados da rede sob a forma de sinais eletr%nicos são enviados para todos os computadores na redeJ entretanto as informações são aceitas apenas em computador cujo endereço coincida com o endereço codificado no sinal original. A quantidade de atrasos na sede não est# relacionada apenas ao nCmero de computadores na rede. 6 barramento é uma topologia passiva. 6s dados são enviados para todos os computadores mas apenas computador de destino os aceita 8omo apenas um computador por ve0 poder enviar os dados em uma rede de barramento o desempenho da rede é afetado pelo nCmero de computadores ane$ados ao barramento. 'la depende de inCmeros fatores incluindo( • 8apacidades de hard/are dos computadores na redeJ • *Cmero de ve0es que os computadores na rede transmitem dadosJ • >ipos de aplicativos sendo e$ecutados na redeJ • >ipos de cabos utili0ados na redeJ • Aist&ncia entre os computadores na rede.

As e$tremidades de cabo abertas e$tremidades não conectadas a algo devem ser terminadas para evitar a repercussão do sinal. uma e$tremidade poderia ser conectada a um computador ou conector para aumentar o tamanho do cabo.o de Rede Ke o cabo for fisicamente cortado em dois ou se uma e$tremidade for desconectada ocorrer# uma interrupção no cabo. 8ada e$tremidade do cabo da rede deve ser conectada a algo. :sto é conhecido como 3caiu4 a rede. 6s computadores na rede ainda poderão funcionar como computadores aut%nomos mas enquanto o segmento estiver partido não poderão se comunicar uns com os outros. Repercuss. Ke o sinal tiver permissão para prosseguir sem interrupção continuar# repercutindo para frente e para tr#s ao longo do cabo impedindo que os outros computadores enviem sinais. 2nterrompendo a Comunica-. A absorção do sinal libera o cabo para que outros computadores possam enviar dados. 1 Terminador 7ara impedir que o sinal repercuta um componente chamado terminador é colocado em cada e$tremidade do cabo para absorver sinais livres. 7or e$emplo.computador falha isso não afeta o resto da rede. 'm qualquer das hip<teses uma ou mais e$tremidades do cabo não terão um terminador o sinal ser# repercutido e toda a atividade da rede ser# interrompida. 7ortanto o sinal deve ser interrompido depois que tiver tido a oportunidade de alcançar o endereço de destino adequado.o do +inal 8omo os dados ou sinais eletr%nicos são enviados a toda a rede eles viajam de uma e$tremidade a outra do cabo. OO . 'm uma topologia ativa os computadores regeneram os sinais e movem os dados ao longo da rede.

6 restante da rede continua a funcionar normalmente.se nos prim<rdios da computação com os computadores conectados a um computador mainframe centrali0ado. 6nde se tem v#rios computadores ligado centro!hub" fa0endo assim a topologia estrela.# . 8omo o sinal passa através de todos os computadores a falha em um computador pode ter impacto sobre toda a rede. OQ .2.lo para o seguinte. com cada computador est# conectado a um ponto central esta topologia e$ige uma grande quantidade de cabos em uma instalação grande de rede. 'ntretanto.0strela *a topologia de estrela os computadores são conectados por segmentos de cabo a um componente centrali0ado chamado hub. Ao contr#rio da topologia de barramento passiva cada computador atua como um repetidor para amplificar o sinal e envi#. Além disso se o ponto central falhar a rede inteira cai. *ão h# e$tremidades terminadas.nel A topologia de anel conecta os computadores em um Cnico círculo de cabos. 2. 'ssa topologia iniciou. 6s sinais viajam pela volta em uma direção e passam através de cada computador.$ . Ke um computador em uma rede de estrela ou o cabo que o conecta ao hub falhar apenas o computador com falha não poder# enviar ou receber mensagens da rede. A rede de estrela oferece recursos e gerenciamento centrali0ados. 6s sinais são transmitidos a partir do computador est# enviando através do hub até todos os computadores na rede.

% . O- . +4itc&es E onde estão ligados todos os hubs o s/itche fa0 o chaveamento das portas. 6 1ub é o componente central em uma topologia de estrela. 'le fica ligado direto ao servidor. A instalação física das redes tem sofrido uma forte tend2ncia na direção da utili0ação de hubs o que fisicamente corresponde H implantação de uma topologia em estrela. Assim costuma. 3ubs Um componente de rede que est# se tornando um equipamento padrão em um nCmero cada ve0 maior de redes é o hub. +étodos de acesso são necess#rios para regular o acesso a meios físicos compartilhados.3ubs e +4itc&es A topologia de uma rede ir# determinar em parte o método de acesso utili0ado.Rede de anel simples e$ibindo anel l<gico 2.se associar os métodos de acesso Hs topologias utili0adas.

se mais de um hub.3ubs 3íbridos 6s hubs avançados que acomodarão v#rios tipos diferentes de cabos chamam. 8ontudo com os hubs uma interrupção em qualquer um dos cabos ligados ao hub afeta apenas aquele segmento. Uma rede baseada em hub pode ser e$pandida conectando. 6 restante da rede continua funcionando. O5 .se hubs híbridos. Considera-5es sobre 3ubs 6s hubs são vers#teis e oferecem diversas vantagens sobre os sistemas que não fa0em uso deles. *a topologia de barramento linear padrão uma interrupção no cabo far# em que a rede caia.

'm uma topologia de barramento estrela e$istem v#rias redes em topologia de estrela vinculadas em conjunto a troncos de barramento linear. /arramento 0strela 6 barramento estrela é uma combinação entre as topologias de barramento e de estrela. O. . Ke um computador cai isso não afeta o restante da rede.6utras vantagens das topologias baseadas em hub incluem( • Alteração ou e$pansão dos sistemas de fiação conforme a necessidade. 6s outros computadores poderão continuar a se comunicar. 6aria-5es das principais topologias Atualmente. muitas topologias em atividade são combinações de barramento estrela e anel. Ke um hub é desativado todos os computadores naquele hub ficam incomunic#veis. +uitos hubs ativos cont2m capacidades de diagn<stico para indicar se uma cone$ão est# funcionando ou não. Ke um hub estiver vinculado a outros essas cone$ões também são interrompidas. ?asta conectar em outro computador ou outro hubJ • Utili0ação de portas diferentes para acomodar uma variedade de tipos de cabeamentoJ • +onitoração centrali0ada da atividade e do tr#fego da rede.

'strela @#cil de modificar acrescentar novos computadores. Desvantagens . 0ado falha a rede falha. Rede pode ficar lenta 8om tr#fego intenso.nel estrela 6 anel estrela !algumas ve0es chamado anel ligado em estrela" parece igual ao barramento estrela. 7roblemas difíceis de serem isolados. tador pode afetar o restante da rede. OD . Rompimento dos ca. Ke o ponto centrali. Anel Acesso id2ntico para todos os computadores. bos pode afetar mui. @#cil de ampliar. +ídia barata e f#cil de trabalhar. @alha em um dos computadores não afeta o restante da rede. tos usu#rios. +elecionando uma topologia 1# muitos fatores a serem considerados quando se determina qual topologia melhor se enquadra Hs necessidades de uma empresa. @alha de um compu. A tabela a seguir fornece algumas diretri0es para selecionar uma topologia. Topologia ?arramento Vantagens Uso de cabos com economia. >anto o anel estrela como o barramento estrela são centrali0ados em um hub que contém o verdadeiro anel ou barramento. Aesempenho uniforme a despeito de muitos usu#rios. 7roblemas difíceis de serem isolados. +onitoração e gerenciamento centrali0ados. Kimples confi#vel. 6s hubs em um barramento estrela são conectados por troncos de barramento linear enquanto que os hubs do anel estrela são conectados em um padrão estrela pelo hub principal.

R# um sinal digital caracteri0a.se esse tipo de informação de digital.# Transmiss.o de 2nforma-5es #. R# informações geradas por fontes sonoras apresentam variações contínua de amplitude constituindo se no tipo de informação que comumente denominamos de anal<gica.gico e Digital 6s termos anal<gico e digital correspondem de certa maneira H variação contínua e discreta respectivamente. 6 sinal é construído através de uma seq=2ncia de intervalos de tamanho fi$o iguais a T segundos chamados intervalo de sinali0ação durante os quais a amplitude do sinal permanece fi$a caracteri0ando um dos símbolos digitais transmitidos.1 . 'sses termos são freq=entemente utili0ados no conte$to de comunicação de dados para qualificar tanto a nature0a das informações quanto a característica dos sinais utili0ados para a transmissão através de meios físicos. 8hama.se pela presença de pulsos nos quais a amplitude é fi$a. Kinal anal<gico.1s Termos nal. OI . Kinal digital. 8omputadores por e$emplo são equipamentos que arma0enam processam e codificam informações em bits que correspondem a dois níveis discretos de tensão ou corrente representando os valores l<gicos 3P4 ou 3O4.

se Banda Passante o intervalo de freq=2ncias que compões este sinal./anda 7assante Aenomina. A largura de Banda desse sinal é o tamanho da sua banda passante. *a sinali0ação em banda base o sinal é simplesmente colocado na rede sem se usar qualquer tipo de modulação aparecendo diretamente na rede e não como deslocamentos de freq=2ncia fase ou amplitude de uma portadora de alta freq=2ncia.2 . As redes de banda base podem usar a sinali0ação an#loga ou digital mas a digital é muito mais comum. Kinali0ação em banda base vem sendo adotada nos projetos de redes por não necessitar de modems e por possibilitar a transmissão em alta velocidade.#. /anda base 6s sistemas de banda base usam a capacidade total do meio de transmissão para um Cnico canal. OL .

la em um sinal digital antes da transmissão.# .division multiple$ing !@A+".7CM A transmissão digital vem substituindo a anal<gica sempre que possível inclusive na pr<pria rede telef%nica com a instalação de novas centrais e cabos de fibra <tica. 6s dispositivos capa0es de codificar informações anal<gicas em sinais digitais são denominados 86A'8K !86AerBA'8oder". 6s canais mCltiplos são criados dividindo./anda larga 6s sistemas de banda larga usam a capacidade do meio de transmissão para fornecer canais mCltiplos. '$emplo de dois canais ponto a ponto dedicados. #. 7ara utili0armos as vantagens da transmissão digital devemos codific#. 8ada canal ponto a ponto é denominado um canal dedicado quando é previamente alocado H comunicação dos dois dispositivos permanecendo a eles alocado por todo o tempo. A informação de vo0 é como vimos originalmente anal<gica. ON . A principal ra0ão para a utili0ação das redes em banda larga de um Cnico canal é a possibilidade com um pequeno custo inicial de instalar uma rede que mais tarde caso haja necessidade de e$pansão poder# ser trocada por uma rede em banda larga com toda sua capacidade evitando todo o custo de instalação e fiação que não é despre0ível.se a banda passante do meio usando a tecnologia chamada frequencS.

6 ruído é um dos maiores limitantes do desempenho de sistemas de comunicação.$ Ta8a de Transmiss. Ruídos podem ser classificados em quatro tipos( ruído térmico ruído de intermodulação crosstalM e ruído impulsivo. Guando sinais de diferentes freq=2ncias compartilham um mesmo meio físico !através de multiple$ação na freq=2ncia . 6 ruído térmico é uniformemente distribuído em todas as freq=2ncias do espectro !sendo por isto freq=entemente citado como ruído branco" e sua quantidade é função da temperatura. 6 ruído térmico é provocado pela agitação dos elétrons nos condutores estando portanto presente em todos os dispositivos eletr%nicos e meios de transmissão.se obter um ruído denominado de ruído de intermodulação. 'ste mal QP . que veremos mais adiante neste capítulo" pode. A intermodulação pode causar a produção de sinais em uma fai$a de freq=2ncias que poderão perturbar a transmissão de outro sinal naquela mesma fai$a.o M98ima de um Canal Ruídos 'm qualquer transmissão o sinal recebido consiste no sinal transmitido modificado por v#rias distorções impostas pelas características do meio físico adicionadas de outras distorções inseridas durante a transmissão devido H interfer2ncia de sinais indesej#veis denominados ruídos. #.*esta seção e$aminaremos a principal técnica utili0ada por 86A'8K denominada 7ulse 8ode +odulation !78+".

8rosstalM é um ruído bastante comum em sistemas telef%nicos. 6 ruído impulsivo é em geral pouco danoso em uma transmissão anal<gica. 'm transmissão de vo0 por e$emplo pequenos intervalos onde o sinal é corrompido não chegam a prejudicar a inteligibilidade dos interlocutores. 'ste efeito é provocado por uma interfer2ncia indesej#vel entre condutores pr<$imos que indu0em sinais entre si.o e Modula-. >oda ve0 que h# uma mudança de imped&ncOa numa linha sinais serão refletidos e voltarão por esta linha podendo corromper os sinais que estão sendo transmitidos. QO . *a pr#tica a banda passante necess#ria para um sinal é em geral bem menor do que a banda passante dos meios físicos disponíveis.o Kempre que a banda passante de um meio físico for maior ou igual H banda passante necess#ria para um sinal podemos utili0ar este meio para a transmissão do sinal. #. +eio @ísico com banda passante maior do que a banda passante necess#ria para o sinal.% Multiple8a-. *a transmissão digital o ruído impulsivo é a maior causa de erros de comunicação.funcionamento acontece devido a defeitos em componentes do sistema ou devido a sinais com pot2ncia muito alta. Guem de n<s ainda não teve a e$peri2ncia de ser perturbado durante uma conversação telef%nica por uma conversação travada por terceirosT E o fen%meno que comumente chamamos de Ulinha cru0adaU. 0cos 'cos em linhas de transmissão causam efeitos similares ao ruído.

T:cnicas de Modula-. +odulaçHo por 8haveamento da Amplitude !Amplitude KhiftVeSing . A+"J +odulação por @req=2ncia !@requencS +odulation . 7+"J *o caso específico do sinal modulador ser um sinal digital essas técnicas tomam as seguintes denominações( • AKV"J • @KV"J • +odulação por 8haveamento de @ase !7hase Khift VeSing . @+"J • +odulação por @ase !7hase +odulation .o >odas as técnicas de modulação envolvem o deslocamento do sinal original doravante denominado sinal modulador de sua fai$a de freq=2ncias original para uma outra fai$a. QQ . 6 valor desse deslocamento corresponde H freq=2ncia de uma onda denominada portadora. +odulaçHo por 8haveamento da @req=2ncia !@requencS KhiftVeSing . '$istem tr2s técnicas b#sicas de modulação( • • +odulação por Amplitude !Amplitude +odulation .7KV".

re!<ência 6s canais mCltiplos podem ser criados em um Cnico segmento do meio através da multiple$ação. 6nde a banda passante do meio instalada for suficiente a multiple$ação torna possível usar novos canais sem ter que instalar um novo meio. A multiple$ação por divisão do tempo !>ime Aivision +ultiple$ing . Multiple8a-.se porções de cada sinal Q- . 6 equipamento que multiple$a e desmultiple$a é chamado de multiple$ador ou mu$. A multiple$ação se refere a diversas tecnologias que permitem que v#rios dispositivos se comuniquem simultaneamente sobre um Cnico segmento de meio de transmissão. Guando isso ocorre v#rios sinais podem ser transportados por um Cnico caminho físico intercalando. >A+" se beneficia do fato de que a capacidade !em quantidade de bits por segundo" do meio de transmissão em muitos casos e$cede a ta$a média de geração de bits das estações conectadas ao meio físico. A multiple$ação também pode ser usada para transmitir um canal digital de alta velocidade usando diversos canais menos velo0es. 7or e$emplo pode.Multiple8a-.se ligar dois mainframes através de uma cone$ão de alta velocidade composta por diversas ligações de meio de alta velocidade. 7or e$emplo é possível agrupar muitos canais de bai$o tr#fego para preencher um meio de banda passante alta.o no Tempo 7odemos compartilhar um meio físico por v#rias estações não s< pela multiple$ação na freq=2ncia mas também pela multiple$ação no tempo.o na .

6s multiple$adores usam os métodos abai$o para permitir que diversos dispositivos se comuniquem simultaneamente.DM 36 @A+ usa freq=2ncias separadas para estabelecer mCltiplos canais dentro de um meio de base larga.Aivision +ultiple$ing !Ktat>A+" . A multiple$ação no tempo pode ser classificada em síncrona ou assíncrona. @requencS.Aivision +ultiple$ing !>A+" Ktatistical >ime.4 Q5 . 6s sinais de dados são acrescentados aos sinais de linha e são removidos na e$tremidade oposta do segmento do meio por outro mu$.no tempo. 7ara isto o mu$ cria sinais especiais de linha de banda larga que operam em diferentes freq=2ncias.Aivision +ultiple$ing !@A+" >ime.

6 >A+ Assinrono resolve esse problema alocando de forma din&mica os intervalos de tempo para ativar os dispositivos com base no primeiro a chegar primeiro a ser atendido ou de acordo com a prioridade. TDM ssíncrono 6s sistemas >A+ síncronos convencionais utili0am a banda passante se muitos dos intervalos de tempo não forem usados. Q. TDM +íncrono *o >A+ síncrono !ou simplesmente >A+" o domínio do tempo é dividido em intervalos de tamanho fi$o > chamados framesJ cada frame é subdividido em * subintervalos !tW .. tn" denominados slots ou segmentos que formam uma partição dos frames que por sua ve0 formam uma partição do tempo infinito. .6 @A+ é usado em )A*s de banda larga para separar tr#fegos de direções diferentes no cabo e fornecer serviços especiais como cone$ões dedicadas entre m#quinas. Um campo de controle identifica os propriet#rios dos dados de cada intervalo para que o mu$ receptor possa dividir adequadamente todos os sinais individuais..

QD .Redes 3íbridas Um sistema é denominado uma rede híbrida quando possui canais dedicados eBou chaveados conforme descrevemos no >A+ síncrono e possui canais multiponto nos quais o acesso dentro do canal é feito através de >A+ assíncrono.

Comuta-.$ Comuta-. 'sta seção discutir# as seguintes técnicas de comutação de dados( • 8omutação de circuitoJ • 8omutação de mensagem J • 8omutação de pacote. Ae forma semelhante aos trens que se deslocam nos trilhos da ferrovia as informações podem ser enviadas enquanto viajam através de diversos canais de comunicação. 'stabelecimento do circuito( antes que estações possam se comunicar um circuito fim a fim tem que ser estabelecidoJ isso significa a determinação e alocação de urna rota entre as estações onde em cada enlace um canal é alocado e permanece dedicado a essa cone$ão até a hora da descone$ão do circuito.o de Circuitos A comunicação via comutação de circuitos pressupõe a e$ist2ncia de um caminho dedicado de comunicação entre duas estações. A comunicação via comutação de circuitos envolve tr2s fases( O. QI .o As redes interligadas e$tensas podem ter diversos caminhos ligando os dispositivos emissor e receptor.

Kinais de controle devem ser propagados por todos os n<s intermedi#rios do circuito de forma que todos os caminhos sejam desalocados. Comuta-. Ao invés disso se uma estação deseja transmitir uma mensagem !uma unidade l<gica de informação" ela adiciona o endereço de destino a essa mensagem que ser# então transmitida pela rede de n< em n<. Aescone$ão do circuito( ap<s um certo período de tempo a cone$ão pode ser encerrada em geral pela ação de uma das estações envolvidas. *ote que esse caminho QL . >ransfer2ncia de informação( urna ve0 estabelecida a cone$ão os dados podem ser transmitidos e recebidos pelas estações envolvidas. -.o de Mensagens *a comutação de mensagens não é necess#rio o estabelecimento de um caminho dedicado entre as estações. Aesvantagem( • Kujeitos a longos atrasos na cone$ão.Q. 9antagens( • 8anal de transmissão dedicado com ta$a de dados garantidaJ • 7raticamente nenhum atraso no acesso ao canal depois de estabelecido o circuito. 'm cada n< a mensagem inteira é recebida e o pr<$imo caminho da rota é determinado com base no endereço contido na mensagem.

Assim uma mensagem caminha de n< em n< pela rede utili0ando apenas um canal por ve0 sendo arma0enada e retransmitida em cada n<. Guando o tr#fego se toma alto em uma rede de comutação de circuitos pedidos de novas cone$ões podem ser recusados devido H falta de recursos ou caminhos livres.se observar algumas características na comutação de mensagens em relação H comutação de circuitos( O.pode se encontrar ocupado pela transmissão de uma outra mensagem e ainda outras mensagens j# podem estar esperando para serem transmitidas por esse mesmo caminho. Q. As mensagens são sempre aceitas em uma rede de comutação de mensagens o tempo de transfer2ncia é que aumenta devido Hs filas que as mensagens encontrarão em cada n< de comutação da rede. *esse caso a mensagem espera numa fila até que chegue a sua ve0 de ser transmitida e o caminho esteja liberado quando então a transmissão se inicia. 9antagens( • 6 arma0enamento tempor#rio de mensagens pode redu0ir o congestionamento de tr#fegoJ QN . 7ode. 6 aproveitamento das linhas de comunicação é maior j# que os canais podem ser compartilhados por v#rias mensagens ao longo do tempo devido ao fato de não haver alocação dos canaisJ mensagens são transmitidas por demanda.

Aesvantagem( • 6s pacotes podem ser perdidos mais facilmente e$igindo a retransmissão. 9antagens( • 6 custo efetivo porque os dispositivos não necessitam de grandes quantidades de arma0enamentoJ • +enor atraso na transmissãoJ • Uso otimi0ado de banda passante de linM. -P . )ogo vemos que cada pacote deve conter a informação de seu destino !endereço de destino" de forma a possibilitar o roteamento correto. Comuta-. Aado que pacotes caminham de n< em n< pela rede sendo arma0enados e retransmitidos sucessivamente. Um e$emplo onde todos os pacotes de uma mensagem seguem por uma mesma rota até o destino.• +ensagens de bai$a prioridade podem ser atrasadas para que as mensagens de alta possam ser enviadas primeiro.o de 7acotes A comutação de pacotes é semelhante H comutação de mensagens. 'm cada n< um pacote inteiro é recebido e o pr<$imo caminho da rota é escolhido. Aesvantagem( • Aeve >er dispositivos de arma0enamento!discos" grandes para conter mensagens potencialmente longas.

Ktart OO PP Ktop OO PP OO O8aracter 8om I bits !OPP OOPP" O bit start!O" e Q bits stpo !OO" %.o +íncrona e ssíncrona %. :sso pode ser obtido através de um dos seguintes métodos( • 'nvio de strings de bits especiais !caso sejam orientados por bits" ou um ou mais caracteres de controle !geralmente chamados de KX* ou KX*8 caso sejam orientados por caracter" • Uso de um canal separado que é dedicado ao clocM Ambos os métodos indicam o bit que inicia um bSte ou frame. Ae posse desse mecanismo a cada caracter teremos anulado toda a defasagem que por ventura tenha se acumulado no caracter anterior pois começamos a marcar novamente o meio dos bits a partir do início do primeiro bit do caracter corrente. Assim o receptor reconhece o momento em que ele deve iniciar o recebimento de dados e a contagem de bits para preencher um bSte ou trame. -O .o +íncrona 6s métodos de transmissão síncrona e$igem que os dispositivos de comunicação tenham um clocM de transmissão.1 Transmiss.Transmiss.2 .% Transmiss. 7or esse motivo a transmissão assíncrona ser# caracteri0ada pela transmissão de caracteres delimitadores por bits especiais denominados bit de start e bit de stop.o ssíncrona 7ara o funcionamento correto da recepção precisamos de um mecanismo que permita a detecção precisa do início da recepção de um caracter uma ve0 que não queremos aí introdu0ir um erro de fase.

7orem o conjunto de circuito transmissorBreceptor mais comple$o é mais caro. +esmo não havendo dados a serem transmitidos o transmissor envia caracteres especiais para manter o sincronismo. -Q . +ais eficiente que a assíncrona tem mais velocidade e melhor detecção de erros.*ela e$iste um tempo fi$o de transmissão entre um caracter e outro ou seja a transmissão é sincroni0ada e os caracteres agrupados em blocos.

se a 3PPPOPOOO4 71+2=>1 D1+ TR?+ 7R2M02R1+ /2T+ PPP PPO POP POO OPP OPO OOP *U) A)' K7 P Y 7 Z K61 A8O [ O A G a K>\ A8Q 3 Q ? R b '>\ A8] 8 K c '6> A85 ^ 5 A > d '*G *AV _ .se o total de bits 3O4 se for par acrescenta.. J V e M @@ @K g ) h l 8R bK . Ke for 3PPPOPOO4 acrescenta.o de 0rros 7aridade A forma mais simples de redund&ncia para detecção de erros é pelo bit de paridade ao final de cada caracter de um quadro.se a paridade 3O4 e chega.se o bit de paridade 3P4 caso seja impar 3O4 como s< tem 5 bits 3O4 ele acrescentar# um bit 3P4 e ficar# com 3OOOPPPOP4.' T:cnicas de Detec-. g ?K 8A* ! L 1 \ h 1> '+ " N : X i )@ KU? c ( R d j 9> 'K8 . ' U e A8V KX* ` D @ 9 f ?') '>? a I b . j + k m K6 RK m n * o n K: UK B T 6 . Ke o transmissor desejar por e$emplo transmitir o caracter 3OOOPPPO4 conta. o 71+2=>1 D1+ @A TR1 BLT2M1+ /2T+ OOO p q r s t u v / $ S 0 f i l p A') PPPP PPPO PPOP PPOO POPP POPO POOP POOO OPPP OPPO OPOP OPOO OOPP OOPO OOOP OOOO -- .

A perda de energia é um par&metro importante quando se discute não s< a ta$a m#$ima de transmissão mas também a dist&ncia m#$ima permitida qualquer que seja o meio de transmissão. A perda de energia aumenta com o aumento da dist&ncia até chegar a um ponto onde o receptor não consegue mais reconhecer o sinal.1 .( Meios . A transmissão no par trançado pode ser tanto anal<gica quanto digital.7ar Tran-ado *o par trançado dois fios são enrolados em espiral de forma a redu0ir o ruído e manter constantes as propriedades elétricas do meio através de todo o seu comprimento.o +eios de transmissão diferem com relação H banda passante potencial para cone$ão ponto a ponto ou multiponto limitação geogr#fica devido H atenuação característica do meio imunidade a ruído custo disponibilidade de componentes e confiabilidade.ísicos de Transmiss. (. A desvantagem do par trançado é a sua susceptibilidade H interfer2ncia e ruído incluindo crosstalM de fiação adjacente. -5 .

7ares Tran-ados Re"estidos 1oje em dia a maioria dos cabos >7 não é revestida mas algumas formas de pares trançados revestidos !K>7" ainda e$istem. -. . As redes de acordo com as especificações de cada fornecedor tem seus pr<prios requisitos e$clusivos de instalação incluindo restrições de conectores e de tamanho. 9#rias especificações de meio de transmissão de 8omputadores Apple e :?+ usam cabo K>7 7or e$emplo a :?+ emprega uma especificação de tipo para diferentes qualidades e configurações de K>7. 6 K>7 é um cabo isolado composto de um fei$e de pares cobertos por uma proteção de l&mina de metal.

A espuma é envolvida pelo segundo condutor um tubo de malha de fios !alguns contém uma capa de l&mina condutora".L e Rb.P ohms !usado em especificações de 'thernet fino"J • Rb. -D ..N de I.Cabo Coa8ial 6 cabo coa$ial !geralmente chamado de 3coa$4" é feito de dois condutores que compartilham um ei$o comum daí o nome !3co4 m 3a$ial4". 9#rios dos padrões de cabo coa$ial são de uso comum em rede de computadores. Um cabo coa$ial é constituído de um condutor interno circundado por um condutor e$terno tendo entre os condutores um dielétrico que os separa.2 . 6 condutor e$terno é por sua ve0 circundado por outra camada isolante.L de .OO de . ohms !usado em >9 a cabo".P ohms !usados nas especificações de 'thernet"J • Rb..(. 6s tipos mais comuns atendem a um dos seguintes padrões de ohm e tamanho !ohms são uma medida da resist2ncia do cabo a correntes elétricas diretas ou alternadas"( • Rb. *ormalmente o centro do cabo é um fio de cobre s<lido relativamente rígido ou fio torcido envolvido por espuma pl#stica isolante.

ibra Ctica 6 cabo de fibra <tica é feito de um vidro condutor de lu0 ou nCcleo pl#stico revestido por mais vidro chamado de revestimento e um revestimento e$terior rígido. 7ortanto os cabos maiores de fibra <tica podem carregar mais condutores do que cabos de cobre do mesmo tamanho o que os tornam ideais para ambientes com limite de espaço.(. *as configurações de cabos rígidos o fio é completamente revestido pelo env<lucro pl#stico e$terno. 6 revestimento de vidro é projetado para refratar a lu0 de volta para o nCcleo. -I . 8ada fio do nCcleo e do revestimento é coberto por um env<lucro rígido ou fle$ível. As fibras <ticas são bem menores e mais leves do que os fios de cobre.. As configurações de cabos fle$íveis usam um gel líquido ou outro material entre o fio e o env<lucro protetor.# . 6 nCcleo central fornece o caminho da lu0 ou guia de onda ao passo que o revestimento é composto de diferentes camadas de vidro refletor. 'm ambos os casos o env<lucro proporciona ao cabo a força necess#ria para proteger a fibra contra mudanças e$cessivas de temperatura dobras estiramentos ou ruptura.

Kuporta banda passante muito alta F dependendo do modo e da dist&ncia F de OPP mbps a n Qgbps. -L . 'm contra partida os cabos e os hard/ares são relativamente caros as cone$ões necessitam uma instalação comple$a e fabricação de alta precisão e as configurações e instalações são comple$as.6s cabos de fibra <tica tem imunidade contra interfer2ncia e quebra de sigilo de fora do cabo.

a.ponto são sempre associadas a modems mas este termo pode ser usado para descrever qualquer sistema onde dois dispositivos estejam diretamente conectados ao outro. -N . 6utro e$emplo é a ligação entre duas antenas de microondas.o ao Meio As redes são estruturadas utili0ando cone$ões ponto.ponto é uma ligação direta entre dois dispositivos.se uma ligação ponto. Liga-5es Multiponto 'm ligações multiponto o meio de transmissão deve ser casado em seus e$tremos terminando por uma imped&ncia igual a sua imped&ncia característica de forma a impedir refle$ões.a.a. Guando um 78 é conectado diretamente a uma impressora cria.a.) Liga-.ponto.ponto e de mCltiplos pontos. 9oc2 pode usar seus conhecimentos sobre os tipos de cone$ão de rede para entender como estas são fisicamente instaladas. As topologias como o anel a estrela e a topologia parcialmente conectada se utili0am de ligações ponto a ponto. 'stes dois tipos de cone$ão descrevem o nCmero de dispositivos conectados a um Cnico cabo ou segmento de meio de transmissão. Liga-5es 7onto a 7onto Uma cone$ão ponto. Atualmente as cone$ões ponto.

*os ambientais atuais de )A* as cone$ões de mCltiplos pontos ligam v#rios dispositivos nas topologias celular estrela e barramento descritas na pr<$ima seção. As cone$ões de mCltiplos pontos compartilham a mesma banda passante para que a capacidade total seja dividida entre todos os dispositivos conectados H mídia. 5P . escravos.Uma cone$ão de mCltiplos pontos !também chamada multiponto" é uma ligação entre tr2s ou mais dispositivos.mestre a uma série de terminais. 1istoricamente as cone$ões de mCltiplos pontos são usadas para conectar um computador. *as ligações multiponto deve ser levada em consideração a característica unidirecional da fibra <tica. Liga-5es em Redes de .ibra Ctica @ibra <tica pode ser usada tanto em ligações ponto a ponto quanto em ligações multiponto. Aevido a perdas elevadas em ligações multiponto e a refle$ões <ticas as configurações ponto a ponto são mais usadas atualmente. A topologia em barra comum pode e$igir assim o uso de duas fibras.

6s níveis são( Eí"el ( F 7L2C =>1G Eí"el ' F 7R0+0ET =>1G Eí"el % F +0++>1G Eí"el $ F TR E+71RT0G Eí"el # F R0D0G Eí"el 2 F C1ETR1L0 D0 L2E3 H0nlaceIG Eí"el 1 F . 8ada nível oferece serviços ao nível seguinte. Uma arquitetura importante no conte$to de intercone$ão de redes heterog2neas é a Arquitetura :nternet que baseia. 1 Modelo 1+2 da 2+1 9isando efetuar uma divisão das diversas partes da rede que compõem uma transmissão para que se possa >er etapas definidas que permitam a integração dos diversos componentes a :K6 !:nternational Ktandard 6rgani0ation" criou o modelo 6K: !6pen KSstems :nterconection".J+2C1. 5O .* r!uiteturas de Rede 1rganiDa-5es 2nternacionais de 7adroniDa-.o A :nternational 6rgani0ation for Ktandardi0ation !:K6" definiu o modelo denominado Reference +odel for 6pen KSstenis :nterconnection !6K:" que propõe uma estrutura com sete níveis como refer2ncia para a arquitetura dos protocolos de redes de computadores. 9#rias propostas de padroni0ação foram geradas nas Cltimas décadas porem o padrão 6K: da :K6 aponta como o modelo escolhido para sistemas de comunicações a nível de padroni0ação mundial. A coe$ist2ncia de redes heterog2neas !locais metropolitanas e de longa dist&ncia" fe0 com que se tomasse necess#rio definir uma arquitetura voltada para a intercone$ão dessas redes.se na família de protocolos >87B:7 descrita e comparada com o modelo 6K:.

Eí"el 1 F . As especificações mec&nicas e elétricas para a utili0ação do meio de transmissãoJ -. A camada define( O . 6s dispositivos de conectividade de rede mencionados abai$o estão geralmente associados H camada de )inM de Aados do 6K:( • ?ridgesJ •1ubs inteligentesJ 7lacas de interface de rede !que inclui placas de interface de rede adaptadores e assim por diante" A tabela a seguir mostra uma lista com os t<picos sobre a tecnologia de rede e os métodos que serão abordados junto com esta camada do +odelo de Refer2ncia 6K:. 'ntretanto as implementações dos protocolos da camada @ísica são meio de transmissão específica.J+2C1 As implementações do protocolo da camada @ísica do 6K: coordenam as regras para a transmissão de bits. As estruturas de rede físicasJ Q. 5Q . 6s hard/ares de conectividade de rede abai$o são normalmente associados H camada @ísica do 6K:( • 8oncentradores hubs e repetidores que reativam os sinais elétricosJ • 8onectores de meio de transmissão que fornecem interface mec&nica para interconectar dispositivos ao meio de transmissão. A tabela abai$o lista os métodos e t<picos de tecnologia de rede que serão abordados com esta camada do +odelo de Refer2ncia do 6K:( Eí"el 2 F 0EL C0 HL2EK D0 D D1+I 8omo a maioria das outras camadas a camada de )inM de Aados acrescenta suas pr<prias informações de controle H frente do pacote de dados. A codificação de transmissão de bits e regras de sincroni0ação. 'ssas informações podem incluir um endereço de origem e destino !físico ou de hard/are" informações sobre o tamanho do frame e uma indicação dos protocolos da camada superior envolvidos. A camada @ísica não inclui uma descrição da mídia.

'sta função é semelhante Hquela que a camada de )inM de Aados reali0a através do endereçamento do dispositivo físico. A camada de Rede e$ecuta este processo através da comutação endereçamento da camada de Rede e roteamento de algoritmos. A camada de Rede descreve métodos de movimentação de informações entre diversas redes independentes !e geralmente diferentes" chamadas de redes interligadas. As funções da +A8 são descritas na seção sobre acesso ao meio. A subcamada de logical linM control !))8" estabelece e mantém a ligação da transmissão de frames de dados de um dispositivo para outro. A camada de Rede também é respons#vel por assegurar que as rotas de dados estejam corretas em uma rede interligada composta por redes diferentes. 6s t<picos e métodos da camada de Rede são aplic#veis pelas seguintes ra0ões( • Kuas redes separadas de forma l<gica devem ter endereços de rede CnicosJ • A comutação determina como fa0er cone$ões ao longo da rede interligadaJ • 9oc2 pode implementar o roteamento para que os computadores e os roteadores determinem o melhor caminho de dados na sua rede interligadaJ 5- .A subcamada de media access control !+A8" controla o modo como os transmissores compartilham um Cnico canal de transmissão. 'ntretanto o endereçamento da camada de )inM de Aados opera em uma Cnica rede. Eí"el # F R0D0 6 objetivo principal da camada de Rede é mover dados para locali0ações específicas.

TR E+71RT0 A camada de >ransporte destina. ' controla a transferencia de dados entre os computadores garantindo a entrega da mensagem !bloco de dados" impedindo duplicações. Eí"el ' F 7R0+0ET =>1 A camada de Apresentação converte os dados para um formato comum !sinta$e de transfer2ncia" que possa ser entendido por cada aplicativo da rede e pelos computadores no qual eles são e$ecutados. A camada de Kessão pode ser comparada a telefonistas e a serviços de au$ílio H lista telef%nica. >udo isto usando os dados fornecidos pelo *ível de Rede. 'la organi0a mensagens de nível mais alto em segmentos e entrega. A camada de Apresentação pode também comprimir ou e$pandir criptografar ou decodificar dados.• Kua rede implementar# níveis diferentes de serviços de cone$ão dependendo do nCmero de erros previstos na rede interligada. 55 .os de modo confi#vel H Kessão ou processos mais altos da camada. As sessões de comunicação são controladas através de mecanismos que estabelecem mantém sincroni0am e gerenciam o di#logo entre entidades de comunicação. @req=entemente esta camada também ajuda as camadas superiores a identificar e se conectar aos serviços disponíveis na rede. 'm outras palavras as seis camadas inferiores incluem tarefas e tecnologias que genericamente suportam os serviços de rede enquanto a camada de Aplicação fornece os protocolos necess#rios para reali0ar as funções específicas dos serviços de rede. Eí"el $ . Eí"el % F +0++>1 A camada de Kessão facilita a comunicação entre fornecedores e solicitantes de serviços. Eí"el ( .7L2C =>1 A camada de Aplicação inclui todos os t<picos e funções específicas para cada serviço de rede.se a ocultar a comple$idade da estrutura da rede de computadores para o processo da camada superior.

'stes padrões chamados de especificações LPQ possuem diversas #reas de responsabilidade incluindo( • 7lacas adaptadoras de redeJ • 8omponentes de rede de #rea estendidaJ • 8omponentes utili0ados para criar redes de cabo de par trançado e coa$ial.ord7erfect ou Guattro 7r< mas as tecnologias que permitem que o soft/are do usu#rio tire proveito dos serviços da rede. 'mbora os padrões LPQ do :''' publicados na verdade fossem anteriores aos padrões da :K6 ambos estavam em desenvolvimento quase ao mesmo tempo e compartilhavam informações que resultaram em dois modelos compatíveis. 5. . A camada de Aplicação não inclui pacotes de soft/are do usu#rio como o . 6 7rojeto LPQ definiu padrões para os dispositivos físicos de uma rede q a placa de interface e os cabos .o 2000 )L2 8om o objetivo de elaborar padrões para redes locais de nasceu o 7rojeto :''' LPQ que ficou a cargo de um comit2 instituído em fevereiro de ONLP pela :''' 8omputer KocietS. o :''' percebeu que havia uma necessidade de definir certos padrões de )A*.6s serviços que os protocolos da camada de Aplicação suportam incluem os serviços de banco de dados arquivos impressão mensagens e aplicações. 6 comit2 LPQ publicou conjunto de padrões adotados como padrões nacionais americanos American *ational Ktandards :nstitute !A*K:". o :''' lançou o que ficou conhecido como 7rojeto LPQ nome dado devido ao ano e m2s em que iniciou ! ONLP @evereiro". Modelo )L2 *o final dos anos IP quando as )A*s começaram a surgir inicialmente como uma ferramenta de trabalho em potencial. 7ara e$ecutar essa tarefa. 'sses padrões foram posteriormente revisados e republicados como padrões internacionais pela :K6 a designação :K6 LPQ.1 1 7adr. os quais são de responsabilidade das camadas @ísica e de 9ínculo de dados do modelo 6K:. *.

LPQ.LPQ. >al divisão teve como objetivo permitir a definição de v#rias opções de +A8 que podem então ser otimi0adas para as diferentes topologias de redes locais mantendo uma interface Cnica a da camada ))8 para os usu#rios da rede local.As especificações LPQ definem a maneira como as placas adaptadoras de rede acessam e transferem dados pela mídia física. As tr2s restantes são tratadas em uma camada separada chamada +edium Access 8ontrol !+A8". 'ssas quatro funções são fornecidas pelo nível de enlace do R+."( rede em anel utili0ando passagem de permissão como método de acessoJ 7adrão :''' LPQ. lsto inclui cone$ão manutenção e descone$ão dos dispositivos da rede.!:K6 LLPQB-"J rede em barra utili0ando 8K+AB8A como método de acessoJ 7adrão :''' LPQA !:K6 LLPQB5"( rede em barra utili0ando passagem de permissão como método de acessoJ 7adrão :''' LPQ. 'sta é uma apresentação da relação entre alguns dos principais padrões :''' LPQ e o R+. A primeira função e as sub.Q .D 5D 'nlace @ísico LPQ.. Categorias )L2 do 2000 6s padrões de )A* que os comit2s LPQ defictiram se encai$am em lQ categorias que podem ser identificadas pelos nCmeros LPQ a seguir( 6s outros protocolos da subcamada +A8 para diferentes tecnologias de redes locais são( 7adrão :''' LPQ. 6K: :''' LPQ..D !:K6 LLPQBD"( rede em barra utili0ando o Aistributed Gueue Aual ?us !AGA?" como método de acesso.6K:.6K:. !:K6 LLPQB.O ))8 +A8 LPQ.funções a ela relacionadas são agrupadas pelo :''' LPQ na camada )ogical )inM 8ontrol !))8"..5 LPQ.

O é um documento que descreve o relacionamento entre os diversos padrões :''' LPQ e o relacionamento deles com o modelo de refer2ncia 6K:.6 padrão :''' LPQ. 5I .

A arquitetura baseia.1L r!uitetura da 2nternet TC7M27 6 desenvolvimento da arquitetura :nternet >87B:7 foi patrocinado pela Aefense Advanced Research 7rojects AgencS !AAR7A". ' Rede b ' ' ' ' 6nde b é o gateway.rede.orientado H cone$ão fornecido pelo :nternet 7rotocol !:7". ' ' Rede O b ' Rede Q b Rede 5 Rede . As aplicações podem usar o serviço orientado H cone$ão fornecido pelo >87 !serviço de circuito virtual" ou o serviço não. • 1 7rotocolo 2nternet H27I é uma implementação da camada de Rede de comutação de pacotes sem cone$ão que reali0a o endereçamento e a seleção de rotas. *o nível de aplicação os usu#rios usam programas de aplicação para acessar os serviços disponíveis na inter. 8ada pacote !também chamado de datagrama :7" é colocado com um header do :7 e transmitido como um frame pelos protocolos da camada inferiorJ 5L .se principalmente em( um serviço de transporte orientado H cone$ão fornecido pelo >ransmission 8ontrol 7rotocol !>87" e em um serviço de rede não. As aplicações interagem com o nível de transporte para enviar e receber dados.orientado H cone$ão fomecido pelo User Aatagram 7rotocol F UA7 !serviço de datagrama não confi#vel " são( 7rotocolos 2nternet As seções abai$o dão um resumo dos protocolos :nternet mais importantes. 6 :7 também fragmenta pacotes em parte menores se necess#rio e os recompõe em uma estação intermedi#ria !normalmente um roteador" ou no host de destino.

Kem estar carregado pelo overhead de fa0er e desfa0er cone$ões contrololar o flu$o de dados e reali0ar outras funções do >87 o UA7 normalmente transfere dados mais r#pido que o >87J • 1 ddress Resolution 7rotocol H R7I . 8omo o :7 não tem cone$ões ele não pode detectar as condições da rede interligada como rede congestionada ou falha no caminho. 6 :8+7 é usado para notificar o :7 e os protocolos das camadas superiores sobre os erros no nível da rede e problemas no controle de flu$oJ • 1 Transmission Control 7rotocol HTC7I é o principal protocolo de transporte :nternet. 6 envio do datagrama é reali0ado atribuindo um identificador de cone$ões chamado de porta a cada cone$ão de circuito virtualJ • 1 Aser Datagram 7rotocol HAD7I como o >87 oferece serviços de transporte. 6 UA7 simplesmente aceita e transporta datagramas. 'ntretanto a porta é apenas um ponteiro para um processo local e não uma cone$ão de circuito virtual.ile Transfer 7rotocol H. *o entanto o UA7 não é orientado por cone$ões e não confirma o recebimento de dados. 6 >87 reali0a essa tarefa atribuindo nCmeros de seq=2ncia no nível do bSte. A entrega de datagramas do UA7 também é reali0ada atribuindo o endereço de uma porta.• 1 2nternet Control Message 7rotocol H2CM7I trabalha com o :7 para fornecer informações de controle de erros e outras. 6 AR7 usa pacotes de broadcast ou uma tabela de cache de pesquisas anteriores para determinar o endereço de :7 e$igido pelos protocolos da camada de )inM de AadosJ • 1 . Aceita mensagens de qualquer tamanho de um protocolo da camada superior e oferece transporte full. 7or e$emplo as camadas superiores de protocolo :nternet oferecem :7 com dados e um nome de n< de destino. Além disso o @>7 pode ser usado para 5N . 7ara economi0ar tempo e otimi0ar o uso das bandas passantes de transmissão o >87 pode ainda combinar v#rias conversações de camadas superiores ao mesmo tempo em cada segmento. 'sses protocolos :nternet usam uma combinação de endereços de um dispositivo físico do n< e da rede l<gica para formular um endereço de :7. 6 AR7 determina endereços de :7 numéricos com base no nome de um dado n<.T7I permite que um usu#rio transfira arquivos entre dois computadores da rede. 6s nomes de n<s l<gicos podem também ser atribuídos para se referir ao mesmo n< !para facilitar a interação entre as pessoas". 6 @>7 também oferece uma variedade de logins inspeção de diret<rios manipulação de arquivos e$ecução de comandos e outras funções de controle de sessão.duple$ orientado por cone$ãoJ 6 >87 aceita flu$os de dados parte o flu$o em segmentos e passa o segmento para o :7 como o :7 não tem cone$ão o >87 deve fornecer sincroni0ação de seq=2ncia para cada segmento.

mover arquivos entre sistemas operacionais locais diferentes pois oferece uma estrutura de pedido de arquivo genérica independente dos sistemas operacionais locaisJ • 1 +imple Mail Transfer 7rotocol H+MT7I é um protocolo de roteamento de correio eletr%nico que usa o >87 e o :7 para rotear mensagens de correio entre hosts da rede.se usar uma interface de correio local !aplicação do usu#rio"J • 1 Remote Terminal 0mulation HT0LE0TI permite que usu#rios acessem os aplicativos com base em host na rede com 78s funcionando como terminais burros. 6 K+>7 não oferece uma interface com o usu#rio do correio local. 7ara gravar mensagens estabelecer cai$as de correio e entregar correspond2ncia a usu#rios locais deve.rede. 6 soft/are >')*'> permite que um computador simule um terminal. 6 >')*'> foi uma das aplicações de rede mais usadasJ • 1 Domain Eame +Nstem HDE+I é um sistema de banco de dados distribuído que fa0 a resolução do endereçoBnome para as aplicações do cliente. . A arquitetura :nternet >87B:7 não fa0 nenhuma restrição Hs redes que são interligadas para formar a inter.P . 7ortanto qualquer tipo de rede pode ser ligada bastando para isso que seja desenvolvida uma interface que compatibili0e a tecnologia específica da rede com o protocolo :7. 6s servidores A*K mantém a estrutura hier#rquica de nome para que hosts individuais possam usar nomes l<gicos para a identificação de pessoas. Assim como o @>7 o >')*'> oferece conectividade entre sistemas diferentes !por e$emplo A6K e 9+K".

Compara-. 6s serviços do nível de rede 6K: relativos H intercone$ão de redes distintas são implementados na arquitetura :nternet >87B:7 pelo protocolo :7.rede. 7ara tal foi desenvolvido um conjunto específico de protocolos que resolveu o problema de forma bastante simples e satisfat<ria. .6K: relativos H transmissão de dados em uma Cnica rede não são abordados na arquitetura :nternet >87B:7 que agrupa todos esses serviços na camada intra.o entre as r!uiteturas 1+2 e 2nternet TC7M27 Arquitetura 6K: Aplicação Apresentação Kessão >ransporte Rede 'nlace @ísico >ransporte :nter.rede.rede e o nível inter.Rede :nterface de Rede Arquitetura :nternet Aplicação :ntra.O .rede é uma das principais ra0ões de seu sucesso. A arquitetura :nternet >87B:7 se limita a definir uma interface entre o nível intra.Rede Arquiteturas 6K: e :nternet >87B:7 A arquitetura :nternet >87B:7 foi desenvolvida com o objetivo de resolver um problema pr#tico( interligar redes com tecnologias distintas. 'm outras palavras nessa arquitetura s< e$iste uma opção de protocolo e serviço para esta subcamada do nível de rede( o protocolo :7 cujo serviço é datagrama não confi#vel. 6s níveis físico de enlace e os aspectos do nível de rede do R+. 6 fato de um sistema utili0ar ou não o protocolo :7 foi usado inclusive para distinguir os sistemas que 3estão na :nternet4 dos que não estão. 'sta infle$ibilidade da arquitetura :nternet >87B:7 no nível inter.