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2º SEMINÁRIO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA – PSE

PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ E PREVENÇÃO DAS VIOLÊNCIAS

Objetivo do PSE
• O Programa Saúde na Escola (PSE) vem contribuir para o fortalecimento de ações na perspectiva do desenvolvimento integral e proporcionar à comunidade escolar a participação em programas e projetos que articulem saúde e educação, para o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens brasileiros.
• Essa iniciativa reconhece e acolhe as ações de integração entre saúde e educação já existentes e que têm impactado positivamente na qualidade de vida dos educandos.

Componente II Promoção da Saúde e Prevenção
• 5 – Linha de ação: Promoção da Cultura

de Paz e Prevenção das Violências

• Ação: realizar atividades no cotidiano da escola abordando as temáticas da diversidade sexual, bullying, homofobia, discriminação e preconceito da família e da comunidade.

Secretaria Municipal de Educação
• Proposta Curricular – Quadro de Saberes Necessários - QSN • Seminários de Sexualidade e Diversidade – Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas - SPE • Curso “Sexualidade Humana” – SPE • Curso “Escola Protetora: direitos humanos e prevenção de violências contra crianças e adolescentes” • Curso “ Diversidade e Direitos Humanos: saberes e práticas necessários à construção da igualdade”

respeitando as características físicas.: cuidado com o corpo. agressão verbal. homofobia. orientação sexual e outras características individuais ou sociais. étnicas etc. crença religiosa. drogas etc. violência doméstica. bullying.(35) • Aprender a conviver e relacionar-se. física e psicológica) presenciada ou vivida (por exemplo: violência doméstica. de gênero. classe social. exploração sexual. sociais. pedofilia.). culturais.(33) • Lidar com situações adversas e iniciar a resolução de conflitos pelo diálogo.)(47) • Conscientizar-se e sensibilizar-se contra toda discriminação baseada em diferenças de raça/etnia. perceber suas atitudes e atitude dos outros etc. apelidos.: perceber as diferentes formas de relacionarse. gênero. com mediação do adulto. (ex.(88) .(86) • Perceber a importância e a necessidade de relacionar-se eticamente com os outros.Saberes do QSN • Ampliar o autocuidado com a integridade física e emocional (ex. não aceitando qualquer forma de violência (verbal. entre outras).

PCN’s • Professor Mediador de Conflitos • Feira de Cidadania – parceria com Polícia Militar • Caminhada pela Paz – 22/09 .Secretaria Estadual de Educação • Parâmetro Curricular Nacional .

PELA CULTURA DE PAZ NAS ESCOLAS ESTADUAIS PMEC PROFESSOR MEDIADOR ESCOLAR E COMUNITÁRIO .PROJETO PMEC.

PROJETO PMEC. .PELA CULTURA DE PAZ NAS ESCOLAS ESTADUAIS Fechar os olhos para a violência de dentro e fora da escola só dificulta as relações entre professores e alunos e traz reflexos negativos à aprendizagem.

NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO: 2417 PMECS 2094 ESCOLAS .

sobre o papel da família no processo educativo.ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR MEDIADOR I – Adotar práticas de mediação de conflitos no ambiente escolar e apoiar o desenvolvimento de ações e programas de Justiça Restaurativa. ou responsáveis. . II – Orientar os pais dos alunos. III – Analisar os fatores de vulnerabilidade e de risco a que possam estar expostos os alunos.

VI – Orientar e apoiar os alunos na prática de seus estudos. ou responsáveis. quanto à procura de serviços de proteção social. .ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR MEDIADOR IV – Orientar a família. V – Identificar e sugerir atividades pedagógicas complementares. a serem realizadas pelos alunos fora do período letivo.

professores.Portanto. É um educador que promove projetos que visam melhorar as relações interpessoais de todos que frequentam a escola: alunos. . funcionários e pais. É um profissional que Soma esforços à equipe gestora para lidar com questões relacionadas à convivência. quem é o Professor Mediador Escolar e Comunitário? É um educador dedicado à promoção da proteção escolar.

Rede Intersetorial de Proteção e Prevenção das Violências contra Crianças e Adolescentes do Município de Guarulhos Projeto : “GUARULHOS CIDADE QUE PROTEGE” .

. educadoras e outros profissionais.. visando subsidiar ações práticas de enfrentamento à violência no contexto escolar e social. tendo o ECA como referência. informações sobre as diferentes formas de violência que crianças e adolescentes estão submetidos. com educadores. Projeto Escola que Protege (MEC/SECADI) Em Guarulhos. . este projeto acontece desde 2010 em parceria com a UNIFESP a partir do Curso de Formação denominado : direitos humanos e prevenção de violências contra crianças e adolescentes” Objetivo Compartilhar.COMO INICIAMOS.

INICIAMOS O PROJETO PILOTO NO DISTRITO ÁGUA CHATA Uma iniciativa das Secretarias de Educação. . Coordenadoria da Mulher. onde diversos segmentos foram convidados a compor a Rede de Proteção e Cuidados:        UNIFESP. CMDCA. Secretaria de Segurança Pública. Conselho Tutelar. Comitê de Enfrentamento às Violências. E outros parceiros . Saúde e Assistência Social...

unidades básicas de saúde. Construir um projeto piloto para o enfrentamento das violências contra crianças e adolescentes.  . para potencializar suas ações de prevenção e promoção no território.OBJETIVOS  Mobilizar os atores locais: escolas. centros de referência de assistência social. visando tornar-se referência para o município. conselho tutelar entre outros parceiros.

Distrito Água Chata e parte do Distrito Jurema • • • • • • • • • • • • • EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG EPG Dorcelina de Oliveira Folador Sophia Fantazini Cecchinato # Mauro Roldão Neto # Martins Pena # Manuel Bandeira # Nelson de Andrade # Graciliano Ramos # Procópio Ferreira # Vicente Ferreira Silveira Elis Regina # Pixinguinha Inez Rizzatto Rodrigues Jeanete Beauchamp • • • • CRAS Nova Cidade CREAS Conselho Tutelar Pimentas Casa da Mulher Clara Maria • • • • • • • • • • UBS Parque Jandaia UBS Nova Cidade UBS Dinamarca UBS Piratininga UBS Normandia UBS Aracília UBS Jurema Hospital Pimentas Bonsucesso Policlínica Alvorada Policlínica Dona Luiza .

" . somos nós.“Construir a rede é isso: união de forças” "A Rede dessa região está aqui.

" . mas é ainda mais duro quando se está só."Sentimento de empatia! Trabalhar a violência é difícil para todos.

sempre tem uma solução.” ."Por mais difícil que esteja a situação.

.“As vezes a dificuldade é tão grande que precisamos ir além dos limites instituídos”.

"No dia-a-dia os desafios nos obrigam a pensar não só na hierarquia. mas em como avançar?" .

para o todo e para mim mesmo." ."Olhar para o outro.

"Às vezes a solução está ao lado e a gente não consegue perceber." .

•Elaboração de Documento Norteador. •Constituição de Núcleos Locais Intersetoriais.DESAFIOS PARA 2012 •Construção de fluxo unificado. com vistas a discutir e melhorar a resolutividade dos casos. •Ampliação para outros territórios. .

NOVOS PARCEIROS • • • • • • • • • • • • • EPG Dorcelina de Oliveira Folador EPG Sophia Fantazini Cecchinato # EPG Mauro Roldão Neto # EPG Martins Pena # EPG Manuel Bandeira # EPG Nelson de Andrade # EPG Graciliano Ramos # EPG Procópio Ferreira # EPG Vicente Ferreira Silveira EPG Elis Regina # EPG Pixinguinha EPG Inez Rizzatto Rodrigues EPG Jeanete Beauchamp • • • • • • • • • • UBS Parque Jandaia UBS Nova Cidade UBS Dinamarca UBS Piratininga . UBS Normandia UBS Aracília UBS Jurema Hospital Pimentas Bonsucesso Policlínica Alvorada Policlínica Dona Luiza • • • • CRAS Nova Cidade CREAS Conselho Tutelar Pimentas Casa da Mulher Clara Maria .

PROPOSTA PARA 2012 Encontros com os diversos Reuniões Mensais do Grupo Gestor Intersetorial atores do território 2011: 5 encontros realizados 2012: previsão de 8 encontros GRUPO GESTOR INTERSETORIAL ÁGUA CHATA PARAÍSO E TABOÃO .

TERRITÓRIO Paraíso Taboão Água Chata .

. . .PARCEIROS Distrito Paraíso/Taboão . . . . . CRAS Acácio CREAS Conselho Tutelar do Taboão Seg. Pública – Guarda Civil . . UBS Taboão UBS Santa Lídia UBS Cidade Martins UBS Jardim Acácio UBS Belvedere UBS Primavera Policlínica Paraíso . .

DISTRITO PARAÍSO/TABOÃO .

DISTRITO PARAÍSO/TABOÃO .

Materiais Pedagógicos • Livro: “VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES – Papel da escola diante da violação dos direitos” • REGISTRO ESCOLAR DA VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES • SINALIZADORES DE DIREITOS HUMANOS SDH .

Publicações .

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Sinalizadores de Direitos Humanos .

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• Encontros intersetoriais para discussão de casos.Articulações da Rede • Socialização das discussões nos espaços de trabalho (equipe técnica). • Novo olhar dos profissionais para as questões das violências. • Socialização com a comunidade escolar e grupos de trabalho. • Agendamentos dos CRAS às escolas. .

"Fios entrelaçados rumo à vida. Cada um tem a sua contribuição a dar" Sejam bem vindos a este desafio!! .

Muito obrigada! .