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eléctricoe mecânico C - Encrâvamentos selam A técnicado encravamento consste êm imped r que dois (ou mais)contactores mecânico.

Exisle o encravamento elécÍicoe o encÍavamento ligados sirnultaneaÍnente. mecânicoentÍedoisconO encravamento tactores é efectuado através de umaalavanque é colocada ca metálica enÌreeles,de lal qLe.quando forma JÍì deres âl'aca o oL,lro íicaimpedido de al acar. Na Íiguía 31 rep'e senla-se, esquemalicamenle, esle l po de encravamenlo entÍe dorscontactores tle é baslante utiiizado nos chamados 'lcversoÍes que o de [/larcha . paÌa evitar Írìotor sejâ sollciiado a íodarsimLrlÌanea mente nosdoissenlidos.

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entredois contactores.

auxliaresdos conlacloÍes O encravamento eléclricopodeseríeiìout I zandocontactos Na Íigura32 represenla-se ou utilizando os contaclos dos própÍiosbotõesde pressão. (K1 e K2), eléclrico entredoisconlactoÍes um circuito de comando com o encravamenio pelos nterruplores auxliaresmastambéÍn de pressão. efecluado nãosó peloscontaclos

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22 21 22

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"réctricoentre (com os botões de pressãoe com os contactos auxilìarês dos conlactores). 140

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doisconracrores

. A ém disso. Íica K2 alimentado e K1 é impedidode ser alimenlado paÍaK1) (de formasernelhante à veriíicada nenhum Se pÍessionarmos S.gt . Lisaçãosucessiva decontactoÌes.Circuitos seouenciais preUmcircuito sequencial consisle em fâzera igação de aparelhos segundo uÍnaordem viamente delinida.o seu conlacìo K1 21-22 vai ahrit.Por aná jse da írgura. istoé. em vez de S. o seu conÌacto simullaneamenÌe. quando K1 é a irnentado. 141 .F- rl 12 23 ^\ 24 f. comumadeterm nada Na fgura33 representa-se sequência. sìmullanearnente..ci. imoedndo oue o conìacÌorK2 se a almentado. K1.seguido erÌìque prmeiÍoé ligado de K2 e queos elementos que á fnalmenle K3.Ef.O tracelado repÍesenlado no esquema signiÍica queé sugerdo fallarn nãovão nlerler r no racocínio ". 21-22abre o ramodo conlacÌor K2.. premirmos S. Se. e S.nciais. dos conlacÌorêsé alìmênlado.pode conc uir-seque K1 e K2 nunca podemestaÍ alimentados pois que quandose prime S:. D . a lgaçáosequenc a de lrêsconlactoÍes."uiro" ""q.

Sinalização de seÍviço A sinalizaçãode servÌço é uma ndicadetermnado circuito ção de que Lrrn norma. dê s€rviçô. eslá em ÍLrncionamenio Geralmenteé eíectuada airavés da ligaçãode uÍna lámpada iverde. ligandoo contaclorK1 e acendendoa lâmpada H. A lâmpada âcesa indica que o contactorestá ligado e.E .Sinalização de defeito Esla s nalizaçãoindica que há urn defeltoqua quer no circLr to. tra ligadoNa figura 34 sugeÍe-seesle lipo de sinalzação.acendendo as lámpadas H2 e H1. ÍEL3a ]. respeclivamente. provocadapor um curto-circuito tos fusível F3) ou por umasobrecarga (quefaz acluaro relétérmico F2). em certas circunslâncias. K1 13-14e K1 2324 Íecham. portanlo. por quandoo circuto se enconexemplo). sinârização F . oeoereiro EEFí] . Quandose primeS.coh râhpadas. A origem do deÍe to pode Na Íigura 35 sugerese ã s na zãção de ser delerminada. .sinarizaçao (luminosa) de sobrccaruas e de curlos-circuiros. (que íaz actuar o corta-circu deíeto.tarnbémo respectivo circuilode potência.

luminosa) ea buzinaH2 (sinalizâçáo de defeito.ri. o reé térmico F1 actua. cornsinalização de defeito lumi(H1)e sonora nosa íH2).sonora). com efeìto.36 representa-se um outroc rcuitode comando.]i . desligando F1 11-12 a (airnenta almentação ao contactor KN/) e igando Fl 23-24 o contactor auxilar KAl). ' KA2 é o contâctorauxiliarque desliga a blrzina. Vejamos o esquemal comose inïerpÍela (retira Se houver um deÍe to no circu to."çuo o" aereito e sonora]desobrêcarsas.prime-seo botãoS1 que alimentaKA2. nãohá qualqueÍ deÍêito. Logoque ocoíe um destesdeleitos no c Tcuilo de poìência. se ocorrer um no c rcuilo F3 11curto-circuito de polência. ll 23 13 23 24 111 z4 E"'' 13 14 Í[f. 143 . o contactor e as lâmpadas êslão âpagadas. abrindoo coniâctoKA2 T1-12e retÌrando â almentaÇão à buzina. KA1 é o contactor auxiliar que ligaa sinalzaçãode defeito(lâmpadaH1 e blzina H:/.quando K esláligado Assim. é cortada a ali mentação ao contaclor e a lâmpada respectiva acênderá. o Í!sívelF3 pÍovoca a abertura do contacto T2e o fechodo contâcta Ê323 24 Na fì9.nesie circuto. . rruminoss A allmentação H1 (sinalização dê KAT permte ligâÍa lâmpada de deíeto. indicando-nos o lipo dê delerto que ocorreu.se se verificâÍuma sobrecarga no circuitode potência. os contactores têm as seguintesÍunçóes: . Ern resumo.Pãra desligara buzina. o F2 abreo contacto F2 11-12 relétérmico e fechao contacto F2 23-24. KM é o contaclor de potência que liga os receptores do circuliode potência.si".

simullaneamenÌe. comosabemos. istoé. Vêjamos entãoalguns dos maisusuaisl A .|1 ê Íechando o seucontaclo dê auto-alimentaprincipais No circuito de polência. iga-seprimeiro o seccionadorJusível Q1. um relélérmicoF2 (paraprotecção conÍa sobrêcargas) e um seccionadoÊíusível Q1 (paraproleger o moiorconlracurtos-circuitos e. uma botoneira com dois botões(de marcha e de paragem) e pelos já reÍêridos.Alguns esquemas dê automatismos Existe. conlactos dosaparelhos de protecção Paraligaro motor.3-4e 5-6 ção KlVl 13-14. cortando a alimentação ao motoríno c rcu ito de potência) (nocirculio e à bobina de comando). ali menìando assima bobina do contaotor KI\. alravés de umabotoneira com "botãode marcha S1 e bolãode paragem" 52.2. pnncipais. permite êfectuar a "inveÍsão de marcha. desliga-se o seccionadoÊÍusivel O1. o rêlé F2 ou os Íusíveis do sêccionado r Q1 irãoactuar. do motor) e os respectivos aparelhos de pelomotorlrifásico. os corìlâclos KM1 1.4.lnveÌsor que permite E um aulomatismo ligaro molornosdoissentidos de rotação.Discontactor paraarranque Na página147 representa-se o circuito de um moÌorassíncrono trifásico. pime-se52. fecham.5. com os respectivos aparelhos por um conde protecção. o motorÍicasernalimentação e pára. B . retirando Paradesligar o motor.o moÌoré alimentado com uma sequência de fasesdiíerente. bem6omoos conlaclos DestaÍornìa.sê o botão52. O discontactor é o coniunlo constituído taclor(paraarranque e paragem protecÇão.4. pelosseuscircuitos têpfesenìando-os de comando ê dê potência. repârações).O contactor KMs ligao rnotor numsentido e o contactorKM6ligâ-ono oulro(verpágina148).vamos. prime. pelospólosde um contactor O circuitode potênciaé constituído oe polênc â (KNr1). na alimentaÇão do motor. '144 . quandoo motorsê encontra Se houverumasobÍeinìensidade a irabalhar.Paraisolarcompletamente a instalação. a alimentação à bobina de KNy'1 e desligando o seu contacìo de aulo-alimeniação. umavatìedade enorme de automaiismos indusÌriais. isolar a paraeventuâis instalação a jusanle.enÍe si. portanto. utilizando-se um dos seus conlactos auxiliarês. que começa almentando assimo motor. bastaque um dos conlactores eíectue a trocade duasfases.mantendo evidêntêmente a ierceira. Nãocâbeaqui.. pelo contactor O circuilo de comândo é conslituído KI\. analisar apenas algunsesquemas simples e usuaisde comando de moÌotes eléctricos.Paraefectuar a inversão. a rodar.DestaÍorma. a que corresponde o outrosentido de rotação.no programâ dêstadiscipiina. aprofundar muitoo tema.41.

16 é alimentado. o motorvai arrancar com os enrolamentos ligados em passando (conlactores eslrela(contactorês KÀ. A bobina do contactor tempor]zado KI\r2é.41 e KN. 3 . Na ligaçào em triângulo.rodando âssimo motorem senìido contrário. ligando os seuscontactos no que permilem circuito de polência a alimentação do motor. C . O encravamento êléctrico é eÍectuado com o recuÍso aos contactos auxiliares de cadacontactor.Arrancadorestrela-lriângulo quê os ênrolamenìos Estudamos podem em "Sistema TriÍásicos" dos motores triÍásicos ser ligados em esÍela ou em lriângulo. Pressionando 51.Retirando por KI\12 o dedodê 51. b e mc o m oo a l x i l i a rK [ / 1 1 3 f e c h ao s c o n t a c t op sr i n c i p a iK -14.ligadoem sériecom o conlactoí que esteseja ligadodepoisde o contactor K[/6.4 e 5 . o que reliÍaa alimentação ao motor.terminal Y da ÍaseL2 llgâcom5 daÍase L3) . permitindo pressìona-se assimque o motorrodenum dos sentidos. bem como os contactos no circuitodê poìência. mesmas razões. O contaclo que estesejaligado KMG 31-32. Assim.43).O motor arrancaem estrela(conlaciores KM1e K[r2 liqados). impede KIVsjá estarligado. Ao fim de algumtempo(regulado no temporizador ao lrabalho de KIVI2). Na ligação em eslrela.alimeniando Q1.o contacto KMs 31-32.pressionando 52. principais fechando os seus conlactos e o auxiliarde auìo-aliÍnentação KÍVl2 13' -14. os dois contaclores continuam alimentados 13-14.Íicando o contactor KIvl5 semalimentação.verpágina 149. lermiôâl X da faseL1 ligacom 3 da íaseL2. a saídade um enrolarnenìo vai ligârà entrada de oulroe assimaucessivamente(exemplo: terminal Z da fase L3 ligacom teminal 1 da Íase Ll (alravés pe KN. X. o motor p*a. ligando dê segulda o seu conprincipais tacto de auto-alimentação.Assim. o contactor KÀ/5é alimentado.41 13-14e a fechar 145 .41 55-56vai abrir.O arranque êm eslrelaé utilizado comoÍormade Íeduzir o valordas elevadas intensidades de aíanoue do moior. o contaclo KlV2 que volla a abrirKI\.42 ê KM3 passado ligados) âlguÍn tempo(regulado no iemporizador de KM2). com eÍeìto.impede depoisde o conjá estarligado. lacìorKIV6 A ligação simultânea dos doiscontaclores tambérn é impossrpelas vel.2 . No arranquê esìrêlaìriângulo. a triângulo K[. S1.retirando a alimentação de KI\. Paraparaío motor. alimentada.abrindo K[/ 1 31-32.42 ligados).. Y) são shunladas" entresi (através do contactor K[/1). as saídas dos enrolamenlos (terminais Z. portanto. que estecircuito Podemos (mecânico constatar aprêsenta os doisliposde encravamento e eléctrico). a intensidade em estrela é 1/3da intensidade em triânqulo. pressiona-se a bobina do contactoí KIVl que sI V l 1 . com a trocaentíeas ÌasesR e T (ou L1 e L3). Pressionando principais 53. o contaclor KI\. em 6ériecom o conìactor Klús. Interpretemos entãoo Íuncionamento dêstearrancador! Liga'seo seccionâdor S1.6 .

D . são desligadas as pelocontactor resistências R2 (curio-circuiÌadas Kl\. alimenta-se KN/1que fecha os contactos e os seus auxrlÌares KNrl 13 -14 e 53-54.São os chamados "enrolamentos separadoso! distintos. 146 .poisligouapenas K[11 (lp tempo). Assim.46 e o rnotor rodará enÌão"à esquerda'.ArrancadoÍDâramotor de duas vêlocidades que um motortenhaduasvelocidades Consegue-se distintas.Para parar. pode conforme se veriíicar no esquema e éctrico.41 desliga O motor Íica ligado em tríângulo(KlVl2 e KN. ao fim de maisalgumtempo..O molorarrancou comtodasas Íesrslèncias ntercaladas no circ!ito. comotemporizador. (KÌú5ou Kl\46).paÍa potência o motorfuncionar à velocidade n. alimeniando de imediato o contaclor auxiliar lêmporizado KA3. E . evidentemente.. ao íim de a gumtempo.45 e o motorroda..alirnenta-se Kl\. EvdentemenÌe oueo mototnão oodêfuncìonar a duasvelocidades diÍerenles simu ìapeloque deverá nearnenle.O contactor KA3 é auxiliarpois que náo Íaz partedo crouitodê potência. Poderiamos..O contactor K[/3 var frcara]imentado.42). sào pelocontacÌof desligadas íinamenìeas resistências R1 (curto-c rcuitadas K[/3). mento do rotor do motor O motor com arranque a lrêstempos arranca 6omdolsconjuntos de resistências ligadas.Se pressionarmos 52 e Sg s m!ltaneamenle. alimenta-se Kl\. KM2 continuâ ligadoe KN. Pressionando S3. ele ternacçãoapenas no crrcuitode comando. diÍninuindo assim a correnle de arranque.Arrancadorrotóricoa três tempos (de rotorbobinaOutrodos processos de reduzir as correnles de aÍranque dos mototes (exteriormente) do) consiste em eÍectuar o arranque com resislências ligadas ao enroâ(verpágna 151). press ona-se S1.Klvll 31-32. o motornãoarranca. . Vejamos enlãol Pressionando 52. conceber rotóricos arrancadoÍes a nlempos. . pa'aro Írotor.43 ligados). al menla-se o oulroentolamento através do oulrocontactor. exislirno circuito um enctavarnento entreconlactores. a que corresponderá umadeierminada P.por exemplo. a que corresponderá uma determinada P. alimenta-se um dos enrolamenlos alravés de um dos contactores Pafao potência motorlunconatà velocdader. Interpretemos entãoo Íuncionamento desle aÍrancador! pÍincipais PÍessionando S2. utiizando dois enrolamentos ou doisconjunlos de enrolamentos diferentes (vêrpágina150). Íicando enlãoo motora funcionar em reqime nomlnal.à direita".com n > 3. com a mesmatensãode alimentação. pressro'ìa-se Para 52 quedeslga Ìodaa irstalaÇao.

ancador rotórico.I I: . Paíadesligar o motor. alimentando KIú2e KA4.I tF-F-Fr \'\'. clBcutTo DÉCO[/ANDO '13 L1- Ll L2 L3 DE POTÊNCIA R S T ctBcutTo ot F1 ll.no tempoÍizador de KA3). que os conlaclores KM2ê KM3 NotaiNo circuirode potência do ar.o conlactoKA3 67-68vaÌ Ao fim de algumtempo(regulado principais KI\/2 vai íechar os seuscontaclos Íechar.podêvedticar-se têm conlaclosligãdosem paEleloem duasdas lâsês.ìt r.5-6e 7-A.curto-circuitando temporizado KA4 67-68val Íechar. subdlvldindo a corrênlealéclrica.O objêctlvoé o de "poupaÌ"oa conlaclos. 5-6 e 7-8.3-4.l 2 _? 96 ììì KM1 T PARAGEI\4 51 E 11 12 F2 r|.O contaclor (2e as resistências R2 tempo). KM21-2. alimentando Ao íim de maisalgumlêmpo. curlo-circLtilando KÀ.\ KMl L KY 147 .3-4.o contacto que principais as 1-2.43 íechaos sêuscontactos (3e tempo). resistências R'1 e último pressiona-se S1.

FÌST L1 - 1 F.I 95 CIFìCUITO DÊCOMANDO Ir I.r Is ttl ttl ctRcutTo DE POTÊNCIA 2 F2 --l s2El 3'l 32 A1 A2 EM 31 V A1 .

'[ - crRcutTo DE POTËNCIA L1 L2 L3 11 _13 ls ttl ttl 32 MOTOA 149 .1 ctRcutïo DE COMANDO F2 95 2 .

L3 ctRcutTo DE POTÊNCIA clRcutTo DECO[/ANDO 13 l4 F1 Li- KM6 A1 V EM 150 .r L1 L2 tr[1.

E- 7 KM2 a ..ctRcutTo DE POTENCIA CIRCUITO DE COI\.1ANDO L1 L2 Itt L3 F2 96 -l QT sr [- i 6a A1 A2 \\\ dt ds ds l'l'1" .

Sinalização 1.eExemplo de deíeito Obsêrve o esquema dê um determinado circuito dê comando reprêsêntado nâ íigura37. São.Esquemas para inteÍpretar que a sêguirse apresenlam Os êsquernas Jicam ao cuidado do aluno. O_contaclo F 13-14 fêchasemprê que há um determinado dêreito no circuiìo de õotência (nãoropfesentado na Íigura).q!e os deveinter_ preiaí. Intêrpreìe o funcionamenÌo do êsquemâ apresênlado.maisalgunsexemplos de aplicação da matéria âbordada. 152 .4. . de foírE a compreencÍer melhor o Íuncionamento dos automâtismos à basede conìactores.por isso.EFil- stnartzaçao oeoereito.5.5. 1l f.

As passadêiras moinho e o moinho são accionados indivpelosmolores dualmente I\/1.Moinhocom passadeiras rolantes Na figura38 estão repÍesentadas duas passâdeiras rolantes.sExemplo. obêdecendo às seguintes condiçõesde Íuncion€mento: a) Sê lvll pârar.42 e À/3reorêsêntados. entreas quaisexisteum que triturâa pedraque lá cai. 153 . segudo de À. develigarprirneiro lvl1. automalicamenle dêvêpararìodaa cadeia.2.. c) Ao ligara cadeia. parar.À.oranres.r.42 e íinalmente I\. l.qExemplo. b) Sê IVl2 automaiicamenlê dêvêpararlvl3. O contactorKl\rl permitea alimenlaÇão do motor num dos sentidosde rotação. parampoí curro-circuiro Nora: provocada poí êncravãmento Os rnolor6s ou por sobrêcarga d€ pedras ou 3. EFa passâdêtrãs com .rorntro que realize Pretende-se os esquemas paraeslasequência de comando e de poÌência dê operações. 52 e 53 são dois ìnlerruptores que desligam de Íins-de-curso a alimentação ao motorsempre que o "carro C os pressiona. o contactor KÀ/12 faz a inversão do senlidode rotação.Movimento automáticoe semi-automático do carro de uma máquina-Íerramenta Na figura39 represenla-se o ciícuitode comandode uma máquinaJêrramenla.43.

. isloé. S0 é um interruptor de posição com 3 posições As posições dlferentes.-' f.Ferramenta S.romárico e sêmi. nenhum ôon1âcto êsiá dêconando é sempÍe Circuilo de comando 5 96 F2 13 l4 s s2à t3 lI eì 3 1. evidentemente.Na posçãoêm o caÍo C. a funções Oé de desligado. 154 .[Fs I Moul. 52 estáp€ssonado 2 O c rcuilo rôpros€ntado nâ posçãode rêpoúso."nro ".lêiiamênrâ.A)KAl é um contaclor auxiliar.auromárico dê umamaquina. queseencontra Notas:1 .r' Máquina. M.(O. A posição M e A correspondem.

ou f. Intepreteo funcionamento do circutÌol Y + 1 Circuilode potência (Esquema uniíilar) R2.to.J14 -y1 112 r>sl>- I f. O contactor RD ligaa "redenormal"..t13 EFdl- r. S.4eExemplo.52. Na inslalarepresentada na Íigura 40.35 36 È11 12 .REOEDESOCORFO. a6 s1l.-\ -'.). a ção rede de socoÌro deve entrar em Íuncionamento sempÍe que há Íalha de tensãoem uma ou mais Íases {Fr. (públicâ).Fede de socorÍo Determinadas instâlaçôês têm.Í2 Circuito dê com€ndo . alémda "rêdenormal" uma redê de socoío " (dê êmer gência)prontaa entrarêm funcionamento sempreque houveralguma avariana primeira.FEDÊ NOFMAL" . 155 .ti"ro paraliqaçãoda redede socorro"quandolalha a "redenormal". SC liga â "tede de socoÍto".