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Leanne Payne

Imagens

Partidas
Restaurando a integridade pessoal por meio da oração

EDITORA SEPAL
IMAGENS PARTIDAS 2

Restaurando a integridade pessoal por meio da oração

Leanne Payne
IS N !"#!!$" #%&#! Do original em ingl's( The Broken Image, A )ame*it+ a,er roo,s( Grand Rapids( Mi-+igan ./"&01 &2 edição em portugu's # 3un+o $%%& 4OORDENA56O EDITORIAL 7udit+ Ramos illy 8i9eiros TRAD:56O # Elisa;et+ Gomes RE8IS6O Te<to # Sandra Ma==oni Tortorello Estilo # illy 8i9eiros 4APA # Magno Paganelli PRO7ETO GR>?I4O # id@ia dois design #AllB 0&0C#.D.& IMPRESS6O # Imprensa da ?@ E Editora Sepal 4ai<a Postal $%$/ %&%0%# D% # São Paulo F SP ?oneG HO<<I && ""$C1$" ?a<G HO<<I && ""$C1$$%& e#mailG editorasepalJuol1-om1;r +omepageG ***1editorasepal1-om1;r E Todos os direitos reser9ados K Editora Sepal1 Nen+uma parte desta o;ra poderL ser reprodu=ida sem autori=ação es-rita da editora1 Sal9o outra indi-ação( as -itaçMes ;N;li-as são da Edição Re9ista e Atuali=ada no rasil( da So-iedade N;li-a do rasil1 oo,(

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Dedi-atOria

Para todos os que sofreram, ou ainda sofrem a crise de identidade homossexual, especialmente os que acreditavam que não houvesse ajuda ou solução

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SumLrio PrePL-io ! Agrade-imentos 11111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 " 4apNtulo um A +istOria de LisaG memOrias reprimidas 4apNtulo dois 4ausas da +omosse<ualidadeG teorias -ontemporãneas 11111111111111111111111111111111111111111 4apNtulo tr's A +istOria de MateusG -rise de identidade 1111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 4apNtulo Quatro A .us-a de identidade -onPorme as Es-rituras 1111111111111111111111111111111111111111111111111111111 4apNtulo -in-o A -rise de identidade -onPorme as Es-rituras 11111111111111111111111111111111111111111111111111111111 4apNtulo seis Es-utando a pala9ra Que -ura 11111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 5 .

re -omo de9emos orar para al-ançar a -ura desse pro.re Quem 3L se disseG ST algo s@rio morar numa so-iedade de possN9eis deuses e 6 .lema1 As +istOrias neste li9ro Poram sele-ionadas -omo as mais representati9as entre as pessoas Ks Quais eu ministro1 Detal+es( tais -omo nomes e lugares( Poram mudados a Pim de proteger pessoas -u3as 9idas Poram aQui e<postas para e<ame1 )L nessas +istOrias pessoais( e<emplos -lLssi-os de soPrimentos Que podem le9ar as pessoas a uma -rise de identidade +omosse<ual1 Nen+uma dessas +istOrias Poi es-rita PL-il ou le9ianamente( pois estou mara9il+ada -om a proPundidade do Que signiPi-a ser um ser +umanoR algu@m( so.Ap'ndi-eG Ou9indo nossos son+os 111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 Notas 11111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 111111111111111111111 PrePL-io A +omosse<ualidade @ 9ista -omo uma das mais -omple<as neuroses se<uais1 A -ondição para a -ura de Deus( apesar de -rença -ontrLria amplamente di9ulgada( @ surpreendentemente simples1 Este @ um li9ro so.

rar Que a mais maçante e desinteressante das pessoas -om Quem 9o-' -on9ersa poderL ser( um dia( uma -riatura Que( se 9o-' agora a 9isse( teria Porte tentação de adorL#la( ou então( sentiria o +orror e a -orrupção Que +o3e sO se 9' num pesadelo1 O dia todo estamos( em algum grau( a3udando#nos uns aos outros a -+egar a um desses destinos1 T( K lu= dessas possi.ilidades deslum.di9as( lem.rantes( -om o senso de mara9il+a e -ir-unspe-ção apropriados( Que de9emos -ondu=ir nossos empreendimentos uns -om os outros( todas as ami=ades( todos os amores( todas as .@m estou mara9il+ada -om o signiPi-ado de ser dis-Npulo de 4risto1 O seguidor de 4risto @ algu@m Que Poi li.ençoar e Portale-er1 7 .rin-adeiras( toda a polNti-a1 Não e<istem pessoas -omuns1 8o-' 3amais -on9ersou -om um mero mortalS1 Tam.ertado das -adeias e estL( em 9irtude da presença dUEle em seu interior( -omissionado a tirar as -adeias de outros1 Ao Pa=er isto( e<iste a responsa.ilidade de guardar in9iolado o mist@rio essen-ial e a integridade das almas Ks Quais ministramos1 As +istOrias( nas pLginas a seguir( são de pessoas muito Queridas para mim1 V medida Que essas pessoas Poram se transPormando( -ada uma delas( passou a me a.

Agrade-imentos #in+a gratidão K Agnes SanPord por ter sido e -ontinuar sendo Haos !C anosWI Quem ela @1 Tem sido magnNPi-a pioneira na 8 .

ara S-+lemon( P+ilip 8as*ig e Pr1 Alan 7ones pela permissão para -itL#los e a Xalter )ooper pela generosa permissão de -itar as -artas de 41 S1 Le*is es-ritas a S+eldon 8anau.@m por sua generosa permissão de -itL#la nas pLginas deste li9ro1 Sou grata tam. e Ann Siegel( R+onda )eg.@m ao Re91 ennett 71 Sims( )erman RiPPel( ar.arte da oração de -ura1 Agradeço#l+e tam.en e ao Sr1 Masson1 ?inalmente( sou grata a todos Que me en-ora3aram em oração enQuanto eu es-re9ia este li9ro1 Em.ia em oração a Ele1 ritYni-a at@ as Lguas mornas do sudeste da ?lOrida( somos todos um no Sen+or e o.i são a9entureiros em oração dos Quais dependi muito1 A Deus toda nossa gratidão e lou9or1 -apNtulo um A )istOria de LisaG MemOrias Reprimidas 9 .erg( Ted e Lu-y Smit+ e ernie Zlame-.ora espal+ados numa lin+a desde as Lguas do e<tremo norte da 4olum.

rosas Lguas da ang[stia e do desespero1 No Pinal das mensagens( pedi ao Sen+or Que esti9esse -onos-o -om todo o Seu poder de -ura e trou<esse das proPunde=as da mente as memOrias Que pre-isassem ser -uradas( .i sua enorme -ar'n-ia e sou.re o poder de Deus para 9en-er os temores e -urar os soPrimentos mais proPundos do -oração # aQueles Que paralisam e in-apa-itam nossos sentimentos e nosso ser emo-ional1 4ompartil+ei tam.em -omo( Que estas pudessem ser enPrentadas adeQuadamente diante de um grupo de -entenas de pessoas1 EnQuanto isso a-onte-ia Ks pessoas Que -omeçaram( ali( a ser -uradas por 7esus( nada pare-ia a-onte-er -om Lisa1 No dia seguinte( uma 9o= apLti-a e despro9ida de esperança Palou#me atra9@s do telePone da -asa pastoralG S?ui K sua reunião e nada a-onte-euS( disse#me ela1 Per-e.e e<atamente o Que poderL surgir e isso de9erL ser ministrado dentro de um grupo1 Ten+o o -uidado de pedir a Ele Que não permita Que algo doloroso 10 .onita( 9eio ao -ulto onde eu Pala9a so.li-o1 Sempre peço ao Sen+or Que Paça isto1 Ele sa.e Que era algu@m -u3as lem.Lisa( loira( alta e muito .@m -omo 4risto pode tra=er pa= e lu= onde antes sO +a9ia dor e es-uridão1 EnQuanto Lisa assistia Ks di9ersas palestras( -omeçou a ter no9a esperança de Que algo pudesse( realmente( ser Peito por ela1 A 9ida toda ela -on+e-era soPrimento emo-ional e mental e( em pelo menos duas tentati9as de sui-Ndio( mergul+ara perigosamente Pundo nas tene.ranças e -oração teriam de ser preser9ados num -ulto p[.

ai<o dessa rede 9i o Que sempre 9e3oG uma negra massa -an-erosa1 Esse son+o re9ela9a -laramente -omo ela per-e.ora nen+uma oração por -ura de alma 11 .re9i9eu( mas( Quando re-o.demais( ou proPundo demais( sur3a onde não +a3a a ne-essLria pri9a-idade( nem Que algo o-orra sem Que +a3a uma pessoa por perto -om dons e e<peri'n-ia suPi-ientes para a3udar tais soPredores1 Suas prO<imas pala9ras -onPirmaram meu sentimento de Que ela Posse uma dessas pessoas1 SOntem K noite( depois do -ulto( ti9e um son+o Que 3L se repetiu muitas 9e=esS( disse Lisa1 Ol+ei para .raçoR os poros da pele eram -omo uma rede de pes-a1 De.ro de seu taman+o normalR sua prOpria PamNlia não a re-on+e-ia e Poi inPormada Que Lisa não so.@m( a-esso Ks drogas( ela Quase -onseguiu1 ?oi parar numa :nidade de Tratamento Intensi9o( onde Pi-ou 9Lrios dias( in-+ada e dePormada( -om Quase o do.ai<o e 9i meu .ia a si mesma1 Não era de surpreender Que as tristes memOrias por trLs da sua per-epção interior não ti9essem aPlorado no grupo1 Ela tentara re-entemente tirar a prOpria 9ida1 4omo estudante de medi-ina tendo( não sO o -on+e-imento( mas tam.e -omo pro-eder -om -autela1 Da mesma Porma age o ministro Que ora pela -ura de memOrias de determinada pessoa1 Em.rou a -ons-i'n-ia( disseram#l+e Que a overdose de drogas Que ingerira +a9ia daniPi-ado sua mente de maneira irre9ersN9el1 As -ir-unstYn-ias de seu passado re-ente( portanto( demonstra9am a seriedade de seu son+o e o Que este esta9a -omuni-ando1 Alguns son+os re9elam SmaterialS parti-ularmente perigoso das proPunde=as da mente( e Quando estes são re9elados no di9ã do psi-analista( esse proPissional sa.re9i9eria1 Ela( por@m( so.

arreira emo-ional imposta pela Pil+a( +a9ia se tornado -ada 9e= mais -iumenta e dominadora -om a menina1 O -omportamento da mãe Poi( tam.ora -riada num lar -om pai e mãe( era totalmente desligada de am.de9a ser entendida superPi-ial ou presunçosamente( eu sa.oração ção -om o EspNrito Santo1 Ao mesmo tempo( eu aguarda9a -om alegria para 9er o Que Deus iria Pa=er1 Tal P@ 3amais de9erL ser moti9o de orgul+o( pois @ um dom dado espe-iPi-amente para o momento1 \uando Deus nos en9ia em uma missão( Ele nos -apa-ita -om a P@ e a -onPiança ne-essLrias para Pa=ermos o Que nos manda1 Assim(1 -on9idei Lisa para 9ir K -asa pastoral onde eu esta9a +ospedada1 Assegurei#l+e Que o Sen+or estaria entrando e iluminando -om Sua presença -uradora aQuela es-uridão das proPunde=as de sua mente( de onde( repetidas 9e=es( 9in+a esse son+o1 \uando ela -+egou( des-o.os1 Sua mãe( reagindo K .i-a1 12 .ri mais um pou-o de sua +istOria( in-luindo um rela-ionamento l@s.i-o Que ti9era na inPYn-ia1 Ela 3amais Pora Peli= -omo -riança e sentira o desespero da solidão1 Em.@m( se tornando -ada 9e= mais neurOti-o( a ponto de -ausar em.ia Que a oração em Pa9or da -ura de Lisa reQuereria e<traordinLria -autela tanto em ou9i#la Quanto na -ola.araço K Lisa1 O pai era distante e ines-rutL9el # apenas algu@m Que de 9e= em Quando l+e tra=ia um .rinQuedo1 em -edo re-on+e-eu Que o -omportamento do pai a seu respeito era algo Que a mãe 3amais permitiria ser diPerente1 Mesmo assim( não sentia dese3o de pro<imidade -om a mãe ou -om o pai( resistindo Pirmemente Ks tentati9as da mãe em gan+ar seu aPeto e lealdade1 Assim( ela era mais 9ulnerL9el Que a maioria das -rianças e no 9erão( apOs sua Pormatura do primeiro grau( -aiu nas mãos de uma proPessora l@s.

ada( para( de algum modo( endireitar os terrN9eis e9entos Que o-orreram na 9ida da Pil+a1 Ela a proi.iu de Pa=er ami=ade -om meninas Huma possi.em nos estudos1 Assim( ela Poi prontamente a-eita no -urso preparatOrio de medi-ina( na Pa-uldade de sua es-ol+a1 Nesse tempo ela soPria de depressão proPunda e não -onseguia enPrentar a 9ida sem as 13 .ora li9re do primeiro rela-ionamento( -omeçara a Pumar e a tomar -almantes1 O -aso Pi-ou -on+e-ido e Lisa( sempre solitLria( passou o Pinal de seus anos de -olegial mais so=in+a do Que nun-a1 ?ortemente re3eitada por seus -olegas( elL e<perimenta9a os -omentLrios maldosos Que a-ompan+am esse tipo de situação entre adoles-entes1 Mas ainda mais diPN-il de a-eitar eram os esPorços desesperados de uma mãe distante e emo-ionalmente pertur.ia ser errado( ela -omeçou a ruir mental e emo-ionalmente1 A essa altura( -ontou K -onsel+eira da es-ola so.rados por essa relação1 In-apa= de se li9rar daQuilo Que sa.Os anos de s@tima e oita9a s@ries Poram dominados e assom.ilidade( então( 3L muito remotaI e sempre a pressiona9a a sair -om rapa=es( o Que a assusta9a muito1 Não @ de se surpreender Que no 9erão( apOs a Pormatura do -olegial( sua depend'n-ia de drogas aumentara assustadoramente e Lisa pro-ura9a -ada 9e= mais outras 9ias de es-ape1 O interesse de Lisa pelos estudos -onstituNram#se sempre numa Puga genuinamente -onstruti9a e -riati9a das terrN9eis pressMes Que ela soPria # dada a solidão em Que 9i9ia #de maneira Que( mesmo nos piores tempos( ela se saNa .re o seu rela-ionamento -om a proPessora e Poi imediatamente en-amin+ada a um psiQuiatra1 Antes do segundo -olegial( ela 3L tin+a passado por dois psiQuiatras1 Em.

ro 3L não era o mesmo1 EnQuanto mais uma 9e= estendeu as mãos para Deus( em sua mente pertur.Oia sal9a#9idas1 Isso eu 9ia sem Que 14 .drogas1 Mesmo assim( -ompletou os estudos preliminares em artes e -ontinuou se preparando para o -urso de medi-ina1 O ine9itL9el Pim de tal e<ist'n-ia( por@m( esta9a prO<imo e seis semanas apOs ini-iar o -urso( tomou a overdose Que Quase a-a.ou -om sua 9ida1 EnQuanto se re-upera9a lentamente da tentati9a de sui-Ndio( Lisa sa.ada 9eio a id@ia de -ontatar um -entro -ristão Que trata9a de 3o9ens en9ol9idos -om drogas e o-ultismo1 4omo Quis a amL9el pro9id'n-ia di9ina( Quando Lisa telePonou para esse -entro de re-uperação( a pessoa Que atendeu era uma moça -+eia de P@ Que assegurou a Lisa Que( ali( ela teria a3uda para sua mente e( tam.ia no Nntimo( Que não +a9ia a3uda Pora de Deus1 \uando tin+a seis anos( PreQ]entara a es-ola domini-al e +a9ia pedido a 7esus Que entrasse em seu -oração1 Sempre Quis -on+e-'#Lo1 Nas P@rias( antes de -omeçar a Pa-uldade # 3L -omo Porte usuLria de drogas # tin+a en-ontrado uma coffee house -ristã( mas( in-apa= de suportar a dor psNQui-a sem as drogas( não mante9e a a3uda e o en-ora3amento Que lL en-ontrou1 Agora enPrenta9a o Pato de Que ainda esta9a 9i9a e de Que( al@m das 9el+as tre9as interiores( seu -@re.@m( para seu -orpo e espNrito 1 Lisa pre-isa9a muito ou9ir isso1 En-ora3ada pela e<pe-tati9a e alegria dessa mul+er( Lisa pediu para ser a-eita num dos programas daQuela -lNni-a1 \uando a -on+e-i( ela esti9era no -entro de re-uperação 3L por -in-o ou seis meses e passara a amar essa -onsel+eira -+eia de P@1 Esta9a ligada a ela -om a tena-idade de algu@m Que se aPoga9a( segurando a -orda de uma .

erta SmãeS( -u3o aspe-to e<austo testemun+a9a noites sem dormir de9ido K sua 9o-ação ministerial1 Seu rosto .an-o de memOrias reprimidas de seus primeiros -in-o anos1 )L muitas pessoas Que se lem.ra9a disso -om -lare=a e Pa-ilidade( mas não pare-ia se preo-upar por não se lem.ranças1 Ela tin+a dolorosa -ons-i'n-ia de memOrias apOs esse perNodo( -om a mis@ria e -ulpa de-orrentes( e lem.re sua testa pedi ao nosso Sen+or( -u3a presença 3L +a9ia in9o-ado( para a3udL#la a 9oltar em suas lem.ningu@m me dissesse( pois ela trou<era K -asa pastoral sua re-@m# des-o.ril+a9a Heu sa.rança rai=( esta9a tran-ada dentro do .ora ela não sou.loQueados em relação Ks suas lem.ranças at@ o momento de sua -on-epção1 Orei por ela( tal -omo ela era naQuele momento e( depois( enQuanto ela -res-ia no 9entre de sua mãe1 Orei por ela na +ora de seu nas-imento para 9eriPi-ar se en-ontra9a a lem.esse -om -erte=a o Que signiPi-a9a a S-ura de memOriasS1 Oração pela Cura de Memórias Sentamo#nos -onPorta9elmente so.i Que a memOria -+a9e( ou lem.ia Que ela esta9a orandoI -om a -onPiança de Que o Sen+or Paria algo mara9il+oso para Lisa( em.rança Que e<pli-asse seu aPastamento dos pais e as tre9as internas Que ela -on+e-era1 Mas nada errado Poi re9elado ali1 Toda9ia( per-e.i( logo em seguida( Que os primeiros -in-o anos de sua 9ida esta9am .rar de nada at@ os -in-o anos1 Graças a um dis-ernimento( dom -onPerido por Deus( eu per-e.ram pou-o dos seus primeiros anos e não possuem memOrias reprimidas ou traumLti-as # Quem 15 .re o tapete -om as -ostas -ontra um soPL amolPadado e -omeçamos -om sua +istOria1 Eu a ungi -om Oleo e -olo-ando as mãos so.

@m por -ura1 Mas não era o -aso de Lisa( e pelo EspNrito de Deus( eu sa.orrMes -in=entos1 A lem.rança espe-NPi-a de e9entos traumLti-os no -ons-iente ou na mente proPunda1 :m -aso -omo esse reQuer oração espe-NPi-a tam.rança -omeçou a su.e suas 9idas eram apenas 9agarosas e sem e9entos mar-antesR não +a9ia nen+uma alegria e<traordinLria nem grandes ansiedades1 Ao -ontrLrio( +L pessoas -u3os primeiros anos( 9i9idos em -ir-unstYn-ias de Palta de amor e despre=o mortal( são -ati9os de lem.er seu amor1 \uando essa lem.ir ao nN9el de per-epção -ons-iente( ela gritouG ^A+ nãoW A+ nãoW Não ag]entoWS A memOria tin+a sido reprimida porQue ela não -onseguia 9i9er -om ela1 Lem.ia disso1 Pedi( então( Que o Sen+or trou<esse K mente a memOria desses -in-o anos Que esta9am por trLs do medo e das tre9as Lisa -on+e-ia em sua alma # em seu ser emo-ional e sentimental1 Nem sempre a lem.ranças Que o mel+or Que posso des-re9er são -omo longos .rança rai=( -omo Poi no -aso de Lisa1 No primeiro -enLrio ela 9iu sua mãe -+orando1 Perguntei#l+e por Que ela esta9a -+orando( e isso imediatamente trou<e K Prente a memOria -+a9eG uma -ena Que des-re9eu -om -erte=a a ra=ão de Lisa sentir#se alienada dos pais( in-apa= de re-e.rança e -urL#la( e ela -onseguiu dei<ar Que a memOria traumLti-a 9iesse plenamente K tona em sua -ons-i'n-ia1 16 .rança rai= surge primeiro( mas muitas 9e=es a memOria daQuilo Que -ondu= a essa lem.sa.rança @ de nature=a tonalR e<iste ali uma -erta triste=a( mas nen+uma lem.rei#l+e -om ternura e Pirme=a Que 7esus esta9a presente para entrar em sua lem.

rança seu pai esta9a a.A Memória Raiz Ela tin+a tr's anos( tal9e= pou-o mais( e nessa lem.usando dela se<ualmente( Porçando#a a atos de fel$cio Sua mãe entrou e( em 9e= de tratar da situação -om o pai e -onsolar a -riança( agarrou a menina e 3ogou#a para o outro lado do Quarto( -ontra uma parede1 As pala9ras do pai para a mãe ressoaram mais uma 9e= pela sua -a.o.rança 9eio K tona1 Esse e9ento( em.@m( -arregada de -ulpa1 A re9olta da mãe pelo Que l+e a-onte-era @ -ertamente -ompreensN9el( mas( inPeli=mente( in-luiu sua Pil+in+a1 4om rai9a est[pida pelo ultra3e( ela empurrara Lisa para longe( -omo se a -riança Posse( não sO responsL9el pelo ato( -omo tam.ora a lem.@m irremedia9elmente ma-ulada por ele1 Em.ora rapidamente suprimido( Poi o inN-io do aPastamento de Lisa de seus pais1 4omo resultado( ela não apenas tornou#se -ada 9e= mais separada deles( -omo tam.eçaG SMas Que .rança Posse logo perdida para a -ons-i'n-ia( esta9a -omo um -Yn-er no Pundo do -oração de Lisa( en9iando#l+e a impressão de Que ela tin+a -ulpa e era( de alguma Porma( su3a1 O son+o de ol+ar atra9@s dos poros da pele e 9er uma negra massa -an-erosa era testemun+a -onstante da presença da memOria enterrada Que 3amais Pora -urada1 4laro Que essa @ a esp@-ie de memOria Que os psi-Ologos mais -riteriosos pro-uram1 :ma 9e= tra=ida K tona( a per-epção Que se 17 .agemW Ela nun-a 9ai se lem.rarWS E Poi e<atamente o Que a-onte-eu durante os de=eno9e anos seguintes1 Ela esQue-eu do o-orrido at@ os 9inte e dois anos( Quando( apOs uma 9ida de solidão e soPrimento( a lem.

rança( -apa-itando#a a perdoar o pai e a mãe e as -ir-unstYn-ias do inN-io de sua 9ida( li9rando#a de suas prOprias SreaçMes negati9as(S em relação ao pe-ado Que seus pais -ometeram -ontra ela e da Palsa -ulpa en9ol9endo o e9ento todo1 O amor e o poder -urador de 7esus trou<eram pa= e lu= onde antes +a9ia um perNodo de -in-o anos de dor e de tre9as su.lemas daQuela 9ida @ enorme1 Isso por si sO não .mersas1 DaQuele dia em diante( Lisa( -omo se 9' numa -arta Que es-re9eu dois anos e meio depois da -ura( tornou#se outra pessoa1 Isso @ -ura de memOriasG o perdão dos pe-ados aplicado ao nN9el em Que Poi pretendidoG do Pundo do -oração Hmente ou in-ons-ienteI1 Ela teria de tomar outros passosG aprender a Sprati-ar a presençaS de 7esus # a dis-iplina de sempre tra=er K mente a 9erdade de Que Ele esta9a -om ela( Quer ela pudesse sentir Sua presença( Quer não1 Assim( dependendo inteiramente dUEle( ela aprenderia a ou9ir as pala9ras de Deus Pai en9iadas pelo EspNrito( as Quais su.ili=ar#se e mudar toda uma 9ida de padrMes errados( de atitudes Quanto a si mesma e aos outros # atitudes 18 .stituiriam as 9el+as pala9ras negati9as de Odio e autodestruição1 Ela 9iria a depositar sua identidade nUEle H-omo todo -ristão pre-isa Pa=erI e sa.asta( mas pode ini-iar o pro-esso de -ura1 No -aso de Lisa( o prOprio Sen+or 7esus trou<e K lem.rança o Que tin+a de ser -urado e Ele mesmo Poi ao en-ontro daQuela lem.edora Que era Pil+a de Deus( -omeçaria a amar e a-eitar a si mesma e aos outros # passo muito importante apOs a -ura ini-ial1 Aprenderia a se rela-ionar -om 3o9ens H+omens e mul+eresI de sua prOpria idade e não apenas a se ligar a mul+eres mais 9el+as( -omo Piguras maternas1 Em suma( teria de responsa.tem dos pro.

sua perspe-ti9a( eis um relato daQuele dia na -asa pastoralG SEu esta9a -om medo1 Não a-+ei Que Posse dar -erto e pensei Que ti9esse entrado em algo malu-o1 Mas eu sa.ia Que ainda pre-isa9a de a3uda se Quisesse so.-e-ada -om a id@ia de Que as -oisas Pi-ariam . uma -onstante nu9em de depressão1 Não -onseguia endireitar min+a 9ida( por mais Que orasse ou lesse a N.essas Por3adas no -adin+o da es-uridão e da dor mental e emo-ional # K medida Que aprendesse a permane-er nUEle1 Mas esse @ um pro-esso de aprendi=ado e( -omo tal( le9a tempo1 Em suas prOprias pala9ras e so.eça1 Esta9a so.ia me dei<ariam doente( mas não me matariam1 Depois de tomar os -omprimidos( Pi-a9a o.re9i9er no Puturo e ainda não tin+a -onseguido o Que pre-isa9a( mesmo apOs ter estado em durante seis meses1 V noite( eu -+ora9a ao pensar Que esta9a perdendo a -a.lia1 )a9ia desistido HaparentementeI de Pumar durante os seis meses em Que esti9era na -asa de re-uperação porQue essa era uma das regras da -asa1 Mas Quando esta9a so=in+a( tinha de -onseguir um -igarro1 Mesmo Quando não tin+a a oportunidade de Pumar( -onstantemente dese3a9a isso1 4onseguia grande satisPação em Pumar1 Tin+a tam.@m Portes dese3os de autodestruição1 Esse pensamento( prin-ipalmente( se maniPesta9a no dese3o de me drogar at@ morrer1 Por 9e=es o dese3o era tão Porte Que( para satisPa=er essa -ompulsão( eu toma9a -oisas Que sa.em por algum tempo1 Toma9a aspirinas( 9itaminas( rem@dios para gripe( QualQuer -oisa em Porma de -omprimido He uma 9e=( uma [ni-a 9e=( sapOleo lNQuido( algo no3ento demais at@ para uma 9i-iada -omo euI1 Dia apOs dia nessa 9ida( eu esta9a Pinalmente 19 .

pronta para arris-ar#me a orar1 \uando -omeçamos( 9o-' pediu Que eu me imaginasse dentro do 9entre1 HA-+ei Que 9o-' esti9esse malu-a por pedir Que eu tentasse imaginar issoI1 Mas -omo 9o-' pare-ia ter autoridade e ser tão s@ria( eu disseG _EstL .e então Que de9ia ter sido assim Que eu me sentia Quando min+a mãe esta9a grL9ida de mim1 8o-' disseG abtimoW Isso demonstra Que 9o-' Poi amada e Querida e @ pro9L9el Que sua mãe esti9esse dese3ando o seu nas-imento1U ?iQuei tão Peli= ao ou9ir isso porQue nun-a pensei Que eu Posse amada assim( mesmo antes de -+egar ao mundo1 Senti amor pela min+a mãe( porQue ela me dese3ou tanto assim1 Depois nas-endo1U Nessa parte( o Que e<perimentei Poi medo( um forte sentimento de medo1 Sa.em( -L estou eu( no 9entre de min+a mãe1` No momento em Que Palei isso( ti9e a mel+or sensação de toda min+a 9ida1 Amei a sensação de estar anin+ada no 9entre( Que era muito real1 Sa.lemas He 20 9o-' disseG a8amos -ontinuar1 Agora( imagine#se .re o assunto1 Sinto Que esse medo 9in+a do Pato de Que min+a mãe sa%ia Que meu pai tin+a pro.ia Que de9ia ser assim mesmo1 Mel+or de tudoG eu não esta9a apenas dentro do [tero( mas -antarola9a lL dentro1 Sou.ia Que 9in+a de min+a mãe e Que nada tin+a a 9er -om o pro-esso de nas-imento( mas medo do Que a-onte-eria -omigo agora Que eu 9in+a ao mundo1 Não entendi o signiPi-ado pleno disso at@ depois de orar e pensar um pou-o mais so.

ran-o # sO .em Sen+or( agora( por Pa9or( re9ele a ra=ão pela Qual a mãe de Lisa estL -+orando1 Mostre a ela o resto da situação1S 21 .i Que 9o-' tin+a -ontrole so.al+ando1 Não Pugi1 8o-' então me -+amou e perguntou o Que eu 9ia1 \ualQuer -oisa( mesmo Que não pare-esse Pa=er sentido para mim1 Eu 9i( -omo se esti9esse num pal-o pou-o iluminado( min+a mãe sentada na .om.ia Que o poder esta9a tra.ran-o1 Eu 9ia o nada 111 nen+um pensamento( sO es-uridão1 Isso me Prustrou muito( porQue eu esta9a -omeçando a gostar de 9er os retratos da memOria e agora111 nada1 Senti#me ali9iada Quando per-e.elo esta9a desgren+ado e ela -+ora9a aos prantos -om o rosto nas mãos1 Ela Pi-a9a gritandOG _ Não( nãoW Por Que eucWU Eu l+e disse Que 9ia min+a mãe -+orar( mas não entendia por Que Hson+ara essa -ena muitas e muitas 9e=es( durante toda min+a 9idaI1 8o-' disseG SMuito .ia Que esta9am -lamando pelo grande poder de Deus para aa.re a situação1 4ontinua9a di=endoG _Não importa se ainda não -onsegue en<ergar nada( 9o-' 9ai 9er` Senti Que 9o-' esta9a resol9ida a não desistir( em -ontinuar1 Senti Que 9o-' e o irmão esta9am .ardeando o -@u -om oraçMes1 Sa.a-+o Que este @ o -aso em grande parte de min+a 9idaI1 Depois do -enLrio do nas-imento( 9o-' passou depressa pelo primeiro( segundo( ter-eiro e Quarto anos de min+a 9ida1 Tudo em .eira da -ama1 Seu -a.rir a -ortina da min+a memOriaU1 Senti 9ontade de sair -orrendo pela porta( porQue a-+a9a Que ia enlouQue-er1 Mas sa.

EnQuanto di=ia isso( era -omo um Pilme sendo re.ro Que a essa altura eu me sentia 9a=ia( um nada # não -ompreendida # não dese3ada1 22 .ro#me de ter .eça( se 3unta9am e eu 9i meu pai me molestando1 Não pude a-reditar1 Era um -+oQue Que eu Queria negar1 Senti#me di=endo aNãoW NãoW Por Pa9or( Deus( nãoWU Então eu sou.eça e de repente pedaços( -omo peças de um Que.ia Que eu esta9a triste por 9'#la -+orar1 ?ui at@ onde ela esta9a Heu tin+a a altura para al-ançar sua -intura Quando ela esta9a sentadaI1 Estendi a mão para -onsolL#la H-omo Quem perguntasse o Que Poi Que a-onte-eucI e Quando o Pi=( ela me empurrou para trLs e disseG _?iQue longe de mim1 Não Quero nada -om 9o-'WU Lem.o.ra# -a.inado em min+a -a.e Que era 9erdade( Que realmente a-onte-eu1 Senti tremendo Odio por meu pai por ele Pa=er isso -omigo1 A essa altura 9o-' PalouG _Lisa( perdoe o seu pai1U E senti no Nntimo Que eu di=iaG aSim( ten+o Que perdoL#lo1U 8i então( min+a mãe entrar no Quarto e -omeçar a gritar1 Ela me agarrou e me 3ogou1 Lem.o-+ado( mandando#a a-almar#se( Que ela esta9a me assustando1 Ele Pi-a9a repetindoG _A+( ela nun-a 9ai se lem.atido -ontra a parede1 Não entendia o Que esta9a a-onte-endo1 Não entendi porQue min+a mãe grita9a e -+ora9a1 Então 9i meu pai sorrindo para ela -om um sorriso de.rar1U Então min+a mãe sentou na -ama e -+orou1 Eu não entendia por Que ela esta9a -+orando1 SO sa.rarW Ela @ peQuena demais # nun-a 9ai se lem.

rança trou<e o mais gostoso sentimento de ser amada1 Eu sou.e na des-rição do Que sentia1 LI8REW Lou9ado se3a o Sen+orW Terminamos de orar e min+a 9ida mudou -ompletamente1 Não me sinto mal ao des-re9er tudo isso agora porQue a dor estL tão distante de mim e da Peli-idade e alegria Que e<perimentei na -ura1 \uando 9oltei para -asa naQuela noite( era -omo se esti9esse andando nas nu9ens1 Ao deitar#me para dormir( U9iU outra lem.rança1 Este e9ento a-onte-eu depois do primeiro e tam.rei disso( essa lem.?oi então Que 9o-' me perguntou se +a9ia mais algu@m Que me amasse( e eu -ontei so.re min+a tia1 8o-' me disse para imaginar min+a tia me pegando no -olo ou me a.raçando1 \uando lem.@m tin+a sido reprimido1 Meus pais tin+am me -omprado um patin+o e esse patin+o me seguia por todo lado1 Eu esta9a no Quintal andando de 9elo-Npe e o patin+o -orria atrLs1 Era di9ertido e eu ria de pra=er1 Meu pai +a9ia amarrado um -ata#9ento no guidão do 9elo-Npede Hele sempre -ompra9a -ata#9entos para me di9ertirI1 Eu gosta9a de Pa=er o 9ento passar por ele e 9'#lo girar1 Andei mais depressa Que podia no 9elo-Npede para girar o -ata# 9ento1 O patin+o Pi-a9a me seguindo e Pa=endo seu UQuL#QuLU de Pil+ote1 De repente eu sentia Que era a mãe do patin+o1 AN( eu Quis Que o patin+o morresse1 8irei o 9elo-Npede na direção do patin+o e o atropelei1 Matei meu patin+o1 Min+a mãe este9e ol+ando pela 23 .e pela primeira 9e= Que Deus realmente me ama9a1 Era o mel+or sentimento de min+a 9ida1 Senti Que meu interior -anta9a oaAleluiaU de )ãndel1 Era -omo se esti9esse dançando por dentro1 A Peli-idade não -a.

ro de estar Peli= por estar 9i9a em um no9o dia1 V medida Que o dia passa9a( notei Que não tin+a mais o dese3o de Pumar1 Tam.rou e Pi-ou ner9osa por eu lem.3anela e Quando ela 9iu o Que eu Pi=( ela saiu e arran-ou o -ata# 9ento de meu 9elo-Npede e me .ranças eram 9erdadeiras1 Na man+ã depois de min+a -ura( era -omo se eu 9isse o sol entrando pela 3anela pela primeira 9e= na 9ida1 Esta9a apai<onada pela 9ida1 Tudo era -olorido e lindo1 Essa Poi a primeira 9e= Que me lem.as as lem.rança( eu não tin+a -erte=a de Que realmente tin+a a-onte-ido1 Não podia me imaginar matando um animal1 4omo min+a mãe não esta9a emo-ionalmente en9ol9ida nessa memOria( resol9i perguntar#l+e se tin+a mesmo a-onte-ido1 ?ui para -asa no Pinal de semana e perguntei#l+e se ela lem.ra9a de eu ter tido um patin+o Que matei1 Ela lem.o-a1 Senti Que este e9ento -ondu=iu a todos os demais e9entos de min+a 9ida1 :ma 9e= Que eu esti9esse -urada( os e9entos &anormais e maus pararam de a-onte-er1 Notei Que os profundos sentimentos de re3eição dos outros em relação a mim( Que antes sentia( desapare-eram1 Mas porQue essa 24 .sessão -om -omprimidos1 Sinto Que os -omprimidos e o Pumo eram parte destruti9a da memOria Que pre-isa9a ser -urada1 Min+a .rar de uma -oisa tão ruim assim1 Para mim( isso era pro9a de Que am.uso e nos anos seguintes eu -omeçara a -olo-ar o.o-a tin+a sido usada erradamente no a.ateu -om ele1 HO patin+o era eu e eu o matei do 3eito Que sentia Que min+a mãe tin+a Peito -omigoI1 \uando surgiu essa lem.@m não esta9a -om um dese3o lou-o de -omer( -omo antes( nem tin+a mais o.3etos destruti9os em min+a .

er Que sentimentos .ito( eu teria de reedu-ar meu pro-esso de pensamento1 Muitas 9e=es meu S9el+o modelo de re3eiçãoS era pro9o-ado e eu tin+a de parar e pensar Que não +a9ia ra=ão para me sentir assim1 Eu ten+o de per-e.ranças( @ e<traordinLrio o poder da memOria em tornar presentes e9entos do passado1 A ra=ão disso( -laro( @ Que 7esus( o Ser InPinito Que estL Pora dos limites de tempo e espaço( para quem todos os tempos são o presente.ora este3amos e<perimentando suas -onseQ]'n-ias no presente1 AQui a seQ]'n-ia de passadd#presente# Puturo( na Qual e<perimentamos a e<ist'n-ia( se 3unta de maneira muito signiPi-ati9a no Eterno1 Desperta então( dentro de nOs aQuilo Que @ eterno( Que não @ limitado pelo tempo1 Dessa maneira e<perimentamos o passado e o presente -omo uma -oisa sO # 25 .esp@-ie de pensamento a respeito das pessoas tin+a se tornado um +L.aseiam#se no modelo antigo e 9er Que agora ten+o no9os sentimentos( sentimentos de segurança e Peli-idade dentro de mim e em relação Ks outras pessoas1 Antes da -ura( sO de algu@m ol+ar para o relOgio( me Pa=ia sentir proPundamente re3eitada( a-+ando Que essa pessoa não se importa9a -omigo e isso me lança9a numa proPunda depressão -om pensamentos sui-idas1 Depois de min+a -ura não ten+o NEN):MA depressão e NEN):M pensamento de sui-Ndio1 Min+a -ura Poi um 9erdadeiro renas-imento e sinto Que min+a 9ida 9erdadeira sO -omeçou( dePiniti9amente( apOs esse ponto1S 0 Poder da Memória Na oração pela -ura de lem. entra no Que para nOs @ um a-onte-imento passado( naQuilo Que sO -on+e-emos pela retrospe-ti9a( em.

re si eram demasiadamente PeiosR a -ulpa( proPunda demaisR e ela esta9a muito Perida para poder ol+ar para -ima e 9er o Sen+or -om os ol+os do -oração( em meio ao +orror da lem.ora o EspNrito Santo esti9esse agindo silen-iosamente e -om poder para tra=er integridade psi-olOgi-a a Lisa( os sentimentos Que ela tin+a so.raço de -ura de Que tanto pre-isamos1 Perdoamos os outros por mais negros Que ten+am sido os pe-ados -ometidos -ontra nOs( e Ele nos perdoa os pe-ados1 Re-e.roso inPerno de nossa e<ist'n-ia e mesmo no meio do desenrolar do drama da memOria( ol+amos -om os ol+os do -oração e H-omo tantas 9e=es a-onte-eI podemos 9'#lO1 Re-e.tal9e= uma antepro9a da maneira Que um dia -on+e-eremos o tempo da Terra1( Quando não esti9ermos mais limitados por espaço( mat@ria ou tempo1 A Atuação do Espírito Santo na Cura das Memórias O ato essencial.emos então dUEle( Que maniPesta o amor de Deus Pai( a graça sal9adora Que antes não @ramos -apa=es de re-e.'#Lo1 Em.emos dUEle a pala9ra( o ol+ar( o a.uso se<ual -ometido pelo pai e a reação 9iolenta da mãe pelo Que a-onte-eu1 Ela não tin+a -ondiçMes de re-e. Que diPeren-ia a -ura das memOrias das metodologias psi-olOgi-as( @ a atuação do EspNrito Santo Que aponta para a Presença de nosso 'enhor que est$ a( Ele entrou no mais tene.rança do a.er o amor e a -ura Que Deus tin+a para si1 T um e<emplo de Que não e<istem duas -uras iguais e Que a -ura das memOrias 3amais de9e ser redu=ida a uma metodologia1 T mais Questão do 26 .er1 Des-o.rimos Que Ele esta9a -onos-o todo o tempo -om essa ação de -ura( se apenas esti9@ssemos dispostos a ol+ar para -ima e re-e.

a no seu -olo1S EnQuanto ela Pa=ia isso em sua imaginação( o momento de -ura di9ina 9eio1 A.ministro ou9ir o EspNrito e -ola.rar esse impasse( Pui le9ada a perguntar a respeito de uma pessoa em sua 9ida( mediante a Qual a porta para o amor pudesse ser a.raços( ao menos par-ialmente( podia 9en-er sua +orrenda -ar'n-ia1 Eu agora entendia a -ar'n-ia emoti9a por trLs da e<trema 27 .re sua tia1 Pedi então ao Sen+or Que l+e trou<esse K memOria um tempo mara9il+oso em Que sua tia esti9esse presente1 Tendo isto a-onte-ido( eu disseG SAgora su.stituta materna1 Al@m disso( -om a morte da tia( ela Poi separada da [ni-a pessoa em -u3os .raçando a Lisa e sua tia.erta em seu -oração( uma Que a -apa-itasse a re-e.usou dela se<ualmente1 Essa memOria selada da per-epção -ons-iente torna9a#a in-apa= de -onPiar em sua mãe ou desta re-e.soluta( por parte da mãe( Quando o pai a. tornei#me o -anal sa-ramental atra9@s do Qual o amor -urador de 7esus pudesse Pluir1 Seu amor( -anali=ado em mim e pela lem.rança do amor dessa tia( +L muito Pale-ida( entrou plenamente e -urou a peQuena e ma-+u-ada Lisa1 :ma das -uras .orar -om Ele1 EnQuanto eu es-uta9a para sa.er -omo Que.e so.er o amor de Deus1 Perguntei#l+e quem a +a9ia amado( ou se3a( de Quem ela Poi -apa= de rece%er amor e Poi aN Que eu sou.er amor( ainda Que sua ne-essidade psi-olOgi-a mais .Lsi-as( naQuele instante( Poi -om respeito ao Que para ela +a9ia sido uma re3eição ineQuN9o-a e a.Lsi-a Posse a de um rela-ionamento -om a mãe( ou -om uma su.

al+ado @ arraigada na ne-essidade dos .ando por proi.ia amor( era sua tia1 \uando perguntei mais so.9ulnera.raços maternos( ne-essidade Que nun-a( ou muito pou-o( Poi satisPeita1 4omo 9emos na -arta de Lisa( a [ni-a pessoa em Quem ela -onPia9a( e de Quem re-e.raço e amor de uma mul+er( Que não -onseguiu se dePender do ass@dio daQuela proPessora1 A Crise de Identidade de Lisa A perda do amor de mãe @( tal9e=( a maior -ar'n-ia( em termos +umanos( Que uma pessoa pode -on+e-er1 O .i#la de 9isitar sua -asa1 Lisa( assim( sO raramente( ou Purti9amente( 9ia a tia1 Mas Quando se en-ontra9a -om ela( tin+a -erte=a de Que seria tomada no -olo e a.ilidade de Lisa( ra=ão pela Qual ela -aiu nas mãos da proPessora l@s.raços a-a.raçada -om -arin+o1 Pergunt@i#l+e a Quanto tempo ela não 9ia mais a tia( ao Que Lisa respondeu( depois de pensar um instanteG SEla morreu Quando eu esta9a na Quinta s@rie1S ?oi depois Que perdeu esses a.' 9em ao mundo sem sa.ser9ado e -om Quem ten+o tra.i-o He<-eto Quando se maniPesta numa personalidade +ist@ri-aI não @ tão -ompli-ado Quanto o -omportamento +omosse<ual mas-ulino1 A maioria das pessoas Que ten+o o.re isso( des-o.raços Que Lisa -orreu para os .ri Que por essa ra=ão( sua mãe +a9ia Pi-ado -om muito -i[me dessa irmã( a-a.e.raços da proPessora1 A trag@dia para Lisa era Que tais a.er Que @ separado de sua mãe e @ no seu amor Que ele -omeça a se re-on+e-er -omo um ser separado( uma pessoa1 Na 28 .i-a1 4omo neurose se<ual( o -omportamento l@s.aram tornando#se gestos erOti-os( e isso o-orreu porQue ela esta9a tão terri9elmente Paminta pelo a.

tenção do aPeto de Que tanto dese3a1 Na maioria dos -asos( não sa.e.'( menino ou menina( -omeça a longa e Lrdua tarePa de separação emo-ional e psi-olOgi-a # algo Que -ontinua muito apOs ter#se reali=ado a separação PNsi-a1 Nem todo -omportamento +omosse<ual Peminino @ ligado prin-ipalmente a essa Pal+a ini-ial de um rela-ionamento amL9el e -onPiL9el -om a mãe1 Mas Quando o @( -omo no -aso -lLssi-o de Lisa # elu-ida tais situaçMes1 Des-o.ia Que todos os +omens( nos seus rela-ionamentos e6teriores e dentro de si mesmos( são Pragmentados e separados1 Para Que o +omem possa re-uperar a inteire=a em todos os aspe-tos da 9idaG o rela-ionamento entre ele e Deus( entre ele e os outros +omens( entre ele e a nature=a e entre ele e seu ser mais interior( tem de ser -uradoS1 Essa -ondição da \ueda @ uma -rise de separação e dentro do trauma do rela-ionamento partido reside( o Que +o3e -+amamG -rise de identidade1 \uando a -onsel+eira da es-ola en9iou Lisa ao psiQuiatra( ela esta9a no meio de uma -rise de identidade # algo -om di9ersos nN9eis( re-on+e-ido em di9ersos graus de intensidade1 A sua era 29 .stituNdo( a não ser Quando a tremenda -ar'n-ia Que l+e pare-e se9era re3eição( @ -urada1 Ela pode re-on+e-er( ou não( por que tem atração -ompulsi9a pelas mul+eres para a o.ri Que( nessas mul+eres( por uma ou outra ra=ão( +ou9e Porte Palta de -arin+o materno na inPYn-ia o Que dei<ou -ada uma -om um tremendo d@Pi-it # algo Que simplesmente não pode ser su.a-eitação amL9el da mãe( o .e1 A -ura HintegridadeI tem tudo a 9er -om rela-ionamentos restaurados1 S4risto ordenou e deu poder aos Seus dis-Npulos de -urar porQue sa.

e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro.ra moral1 A -ada ato de adoração( meu espNrito @ Portale-ido e -omeço a -on+e-er1 30 .espe-ialmente dolorosa porQue as -ir-unstYn-ias da 9ida separaram#na Quase -ompletamente do amor e( em grande parte( aPastaram#na de tudo o Que era .elo e 9erdadeiro1 O mal @( de Pato( uma separação ) separação daQuilo Que me -ompleta1 Em termos teolOgi-os( o pe-ado ou o mal @ a separação de DeusR para a psi-ologia( @ a separação interior e( em [ltima instYn-ia( de meu ser 9erdadeiro e mais ele9ado1 *Tam%+m sa%emos que o .edeço a Ele e -omeço a e<perimentar( pela primeira 9e=( o Que signiPi-a ser 9erdadeiramente li9re1 A -ada ato de o.ilho /esus 0risto 1ste + o verdadeiro -eus e a vida eterna . guardai)vos dos (dolos * H&7oão "1$%($&I T signiPi-ati9o( aQui( Que o apOstolo 7oão nos ad9irta so.re Palsos deuses( porQue Quando me separo de Deus( -olo-o min+a identidade na -riatura Ho Que Poi -riadoI em 9e= de no 4riador1 Meus ol+os( então( Po-ali=am um Ndolo1 Mas ol+ando para Ele( -omeço a -ompreender Quem eu sou1 Ou9indo Deus( -omeço a morrer para o 9el+o ser ego-'ntri-o e -ons-iente apenas de si mesmo1 *2oprinc(pio era o 3er%o SH7oão &1&I e Ele 3amais parou de Se -omuni-ar1 Ele en9ia a [ni-a pala9ra de 9erdade da Qual pre-iso e essa pala9ra e<-ede em importYn-ia a todas as inPlu'n-ias do mundo Que Querem me aprisionar na mentira e separar#me do Que @ 3erdadeiro 4uço o Que di= o 8er. em seu .ilhinhos.o( e meu 9erdadeiro eu -omeça a surgir1 O.ilho de -eus + vindo. e estamos no verdadeiro.edi'n-ia( min+a 9ontade @ Portale-ida e -omeço a -res-er em Pi.

er Seu amor e -ompreender Sua personalidade [ni-a1 Sem isso( elas não 31 .@m -apa= de amar e a-eitar aos outros1 Todas essas -oisas podem ser reali=adas( no poder do EspNrito Santo( pelo -onsel+eiro -ristão( para a3udar pessoas -omo Lisa1 Isso porQue( -onPorme as pala9ras de 7esusG *#eu Pai tra%alha at+ hoje.ertar#se da -ulpa( tanto da Palsa( Quanto da 9erdadeira e -om -erte=a Que Algu@m estL -omigo e +a.erta do Odio de si e do temor e teria Porça para transpor os limites -olo-ados pelas -ir-unstYn-ias da 9ida1 :ma 9e= -apa-itada a a-eitar#se( seria tam.ra( ela seria li.ita em mim1 da maneira errada -om Que seu autodespre=o Pa=ia -om Que 9isse a si mesma1 A memOria não -urada tin+a lutado -om Porça -ontra QualQuer possi.Lisa pre-isa9a( -omo todos nOs( da -ura das separaç5es de sua 9ida1 Pre-isa9a li.oramos -om Ele1 De9emos reali=ar essas o.ai<a per-epção de si mesma Ela pre-isa9a ser tra=ida K presença do Sen+or para ali( ser -urada dessa memOria traumLti-aR ali( -omeçar a 9er atra9@s dos ol+os de 7esus( a ou9ir Suas pala9ras Que # Quando ou9idas e atendidas # a li.ertação # porQue( at@ Que as SLisasS deste mundo ten+am suas emoçMes -uradas( elas não -onseguirão ol+ar para Ele para re-e.ilidade dessas -oisas a-onte-erem( emitindo -onstantemente sua mensagem ne.@m completa Sua o. e eu tra%alho tam%+m* H7oão "1&DI( aprendemos a 9er o Que Ele estL Pa=endo e -ola.ras de -ura de 4risto( essa li.ulosa e tene.ertariam da roda 9i9a de insinuaçMes negati9as e das -laras a-usaçMes Que surgiam de seu -oração Perido1 :nindo#se ao Sen+or Que não somente -ura( mas tam.rosaG S8o-' @ su3a( Peia( in-apa= de ser amada( -ausa repulsa e por isso de9e ser re3eitadaS1 Isso permea9a os di9ersos nN9eis de -ons-i'n-ia de Lisa e daN pro9in+a sua .

pelo que me ungiu para evangeli6ar aos po%res.".-onseguem entrar no rela-ionamento 9ital Que as li. enviou)me para proclamar li%ertação aos cativos e restauração da vista aos cegos.. e apregoar o ano aceit$vel do 'enhor * 89ucas : . para p7r em li%erdade os oprimidos.erta( rela-ionamento -om o 4riador e -om toda a -riação( podendo( portanto( ser tudo Que Ele as -riou para ser1 *4 1sp(rito do 'enhor est$ so%re mim.<= -apNtulo dois 4ausas da )omosse<ualidade G 32 .

re sua -a.T eorias 4ontemporYneas T .eça1 Ela tin+a re-e.em -omo o rem@dio para isso( em surpreendente -ontraste aos diagnOsti-os dos m@di-os Que trata9am dela desde o prin-Npio1 Am.raçar esse estilo de 9ida1 Nas-eu desse 3eito( Lisa1 Não pode lutar -ontra isso para sempreWS Essas pala9ras( proPeridas por um dos dois psiQuiatras Que trataram de Lisa desde o primeiro -olegial( paira9am -omo uma onda de en3eo so.i-a e a.i-a in-urL9el1 Se 3ulga9am ou não Que esse les.om Que 9o-' enPrente o Pato( LisaG 8 o-' @ -enRrada em mul+eresR sempre Poi e sempre o serL1 T em de a-eitar isso( tem de a-eitar Que @ l@s.ido alta da :nidade de Tratamento Intensi9o( apOs uma tentati9a de sui-Ndio( e ele a entre9ista9a antes de transPeri#la para um -entro de re-uperação1 Por meio da oração( -ontudo( pudemos -ompreender a -ondição de Lisa( .io no desen9ol9imento PNsi-o ou psi-olOgi-o( não sei1 33 .ianismo Posse -onstitu-ional Hde nas-ençaI( ou simplesmente in-urL9el de9ido a um dist[r.os +a9iam 3ulgado Que ela Posse uma l@s.

os1 O pun+o em riste ou o Palo em risteG Niets-+e ou D1 )1 La*ren-e1 ?oi Pas-al Que disse isso( 34 .arL e<igindo do -en3uge o Que ele não pode( nem de9eria ter de Pa=er1 Tornando#o um deus( ela não suportarL o Pato de Que ele( -omo todas as demais -riaturas( tem p@s de .ertamente re-omendado por di9ersos apologistas do +omosse<ualismo # e at@ por muitos psi-Ologos e psiQuiatras #( -omo algo normal e SnaturalS( sO pode ser e<pli-ado pelo Pato de Que a se<ualidade @( em si mesma( tra9estida de mist@rio1 T um 9erdadeiro Ndolo1 Mal-oim Muggeridge Pala -laramente so.em -omo( o degradante e<er-N-io Que @1 V medida Que -res-e sua insatisPação( a-a.arL des-o.O Que o m@di-o di=ia a Lisa @ ainda mais -+o-ante Quando se tira da mensagem a sua 9estimenta moderna1 4om ePeito ele l+e esta9a di=endoG aEn-ontre sua identidade plena em alguma pessoa de seu prOprio se<o para depositar sua 9ida e seus aPetos( e Paça isso atra9@s da intimidade genital1 S Nos rela-ionamentos +eterosse<uais( a mul+er imatura muitas 9e=es pro-ura en-ontrar a 9ida na do -en3uge( depositando nUEle sua identidade e .re essa -ondição -ontemporYneaG S\uando +omens mortais tentam 9i9er sem Deus( inPali9elmente su-um.em K megalomania ou erotomania( ou a am.lemas muito semel+antes aos de -omportamento +omosse<ual( onde 3amais en-ontrarL sua 9erdadeira identidade atra9@s da intimidade se<ual1 \ue essa intimidade se3a o rem@dio a.em#estar1 Se ti9er se<uali=ada a sua identidade( ou se3a( se ela -ompreende # em QualQuer nN9el de -ons-i'n-ia ou in-ons-i'n-ia # a si mesma( -omo um ser se<ual( pro-urarL Pa=er isso prin-ipalmente por meio de intimidade genital1 4omo QualQuer amante +omosse<ual( ela a-a.arro1 Essa mul+er se en9ol9erL em pro.rindo a Putilidade disso( .

re a +omosse<ualidade1 Isso reQuereria uma entrada em todas as ramiPi-açMes so-iais e polNti-as do pro.rio pendeu na outra direção( e muitos passaram a 9'#lo Quase Que e<-lusi9amente em termos psicol>gicos Dessa Porma( os aspe-tos morais e espirituais do pro.e @ o Que o mundo -ontemporYneo estL 9i9endo1S 4omo este li9ro Poi es-rito prin-ipalmente -omo testemun+o e ilustração da -ura de neuroses se<uais atra9@s da oração( não -reio Que se3a de muita a3uda analisar em proPundidade as teorias atuais so.io psi-olOgi-o( mas a-redita9a Que esta Posse prati-amente intratL9el1 Suas id@ias Poram transmitidas sem rePutação adeQuada at@ umas duas d@-adas atrLs1 Antes de ?reud e do ad9ento do estudo s@rio dos -omponentes in-ons-ientes do -omportamento +umano( os de tradição 3udai-o#-ristã( -omo tam.lema Poram des-artados( e mais tarde negados -ompletamente por alguns # apesar do Pato de Que o prOprio ?reud 35 .lema # as Quais apenas rePletem o modo de pensar -ontemporYneo1 Muito da retOri-a atual 9em desse lado e não do estritamente -ientNPi-o1 Al@m do mais( seria tentar -o.re o assunto1 Isto posto( men-ionarei resumidamente algumas das teorias Que entraram na Sre-eitaS Pinal Que os m@di-os deram K Lisa na tentati9a de ali9iar sua dor interior e solidão1 ?reud( pai da psi-anLlise moderna( 9ia a +omosse<ualidade -omo um dist[r.rir um terreno 3L .@m a maior parte do mundo o-idental( 9ia#se a +omosse<ualidade Quase Que e<-lusi9amente em termos morais e<:@ mesmo -riminais1 V medida Que o +omosse<ualismo Poi sendo estudado e( Pinalmente( -ompreendido -omo uma das mais -omple<as neuroses se<uais( o deseQuilN.em analisado por outros( mel+or QualiPi-ados para es-re9er so.

re o pensamento proPessor de psi-analNti-o( renomado psiQuiatria( espe-iali=ado no estudo e tratamento de des9ios se<uais( e<pli-a essa diPerença1 O trauma pode ser entre sensaçMes internas( tais -omo Pome ou dor( ou na Porma de e9entos e<ternos( -omo 9iol'n-ia PNsi-a ou a morte de pai ou mãe1 Esse trauma pode apenas -ausar reação ou mudança1 A -riança ou a -riança aPetada( -om mais ou menos dor( automati-amente se adapta Ks no9as -ir-unstYn-ias111 Nem todos os traumas produ=em -onPlitoR o -onPlito dei<a implN-ito a luta intrapsNQui-a a Pim de escolher entre as possi.ilidades1 T o -onPlito( não o trauma( Que produ= a separação interna na estrada do desen9ol9imento1 A ra=ão pela Qual isso @ tão importante @ Que as neuroses( in-luindo as per9ersMes do desen9ol9imento se<ual( não resultam simplesmente do trauma( mas de resoluçMes parti-ulares de -onPlito no sentido t@-ni-o da pala9ra1 4omo resultado do -onPlito( o indi9Nduo escolhe.ril+ante artigo so.ora -onten+a alguma 9erdade( -omete uma 9iol'n-ia -ontra um aspe-to -entral da teoria de ?reud1 )L uma distinção .Lsi-a entre trauma e conflito Em .ert moderna Stoller( so. 36 .re as Quais elas não t'm -ontrole algum1 Essa simpliPi-ação e<agerada( em.re o impa-to da pesQuisa o Dr1 se<ual Ro.iente intele-tual permeado por 9ersMes populares e diluNdas da teoria Preudiana( a-redita Que a psi-anLlise de-lara Que as pessoas não são responsL9eis por suas neuroses porQue elas Poram -ausadas por -omple<os do in-ons-iente( resultados de traumas inPantis so.-resse Que( em [ltima instYn-ia( os +omens se3am responsL9eis por suas es-ol+as e( portanto( pela maneira -omo pro-uram ali9iar a solidão e dor interior1 SA pessoa de -ultura m@dia +o3e em dia( -riada num am.

rio( de 9er a +omosse<ualidade e<-lusi9amente em termos psi-olOgi-os( 9eio o impulso e a tentati9a de -ompreender a +omosse<ualidade -omo um pro.iolOgi-o e psi-olOgi-o Que possuNmos( os seus argumentos dei<am de responder a uma pergunta1 Eles passam então a pro-urar o ePeito dese3ado( asso-iando a situação do +omosse<ual a dos demais destituNdos ou des9alori=ados e Ks minorias em todo lugar1 Tais argumentos( portanto( dependem( des-aradamente( do poder de asso-iação( e esse truQue @ 37 .e.iolOgi-a ou psi-ologi-amente Padada a ser +omosse<ual ou +eterosse<ual1 4omo isso não Poi pro9ado e na 9erdade 9em -ontra todo o mel+or -on+e-imento .mais primiti9a e in-ons-ientemente( uma ou outra soluçãoS1 Depois desse deseQuilN.iolOgi-o não ti9eram '<ito( e apesar de relatos -ontrLrios( não e<iste e9id'n-ia -ientNPi-a de Que Patores gen@ti-os ou endO-rinos se3am -ausadores do -omportamento +omosse<ual1 Tal9e= por esta ra=ão( no momento( os apologistas do +omosse<ualismo pare-em depender mais da teoria de Que o -omportamento +omosse<ual se3a .iolOgi-a e psi-ologi-amente normal # algo não mais inusitado do Que ser -an+oto1 T -laro Que nessa id@ia estL inerente a noção de Que a pessoa @ .em re-entemente( os ePeitos de Peridas psi-olOgi-as na inPYn-ia( antes Que a -riança pudesse Pormar -on-eitos # ou se3a( antes( durante o primeiro ano de 9ida # geralmente não eram le9ados em -onta1 Em termos prLti-os( ainda não são -ompreendidos1 Para alguns( portanto( o surgimento de neuroses +omosse<uais pre-o-es pare-ia ser nato # terem 9indo -om o .lema meramente .'1 Por@m( as tentati9as de Pi<ar o Pator -ausal no .iolOgi-o( em 9e= de moral ou psi-olOgi-o1 At@ .

surdas Que são( ten+am nos Peito um Pa9or1 Elas apontam Porçosamente para o Pato de Que a Igre3a( -omo um todo( não tem sa.iente1 A do-e Ra=ão tam.ido -omo ministrar a -ura Que esses soPredores ne-essitam1 Portanto( os Que aPirmam o ponto de 9ista tradi-ional .ição perante um Ndolo PLli-o1 O trLgi-o ePeito de tudo isso @( naturalmente( impedir pessoas( -omo Lisa( de en-ontrarem a -ura de Que ne-essitam1 Tal9e= essas e<ig'n-ias partindo de dentro da Igre3a( a.ertação da -ondição +omosse<ual( mas ante tal e<i.ato não podem ser men-ionados nesse am.al+ado ao mL<imo a Pim de gan+ar re-on+e-imento e poder sO-iopolNti-o( de Porma -uidadosa( se .rosos do sangue1 A 4astidade pura e a alegria do 4eli.em Que ilOgi-a( rela-ionando# a K luta por direitos iguais para negros( mul+eres e outras minorias1 Alguns( -om alguma in-linação teolOgi-a e seguindo a direção de -erto teOlogo angli-ano( deram mais um toQue ao argumento mento di=endo Que a -ondição +omosse<ual @ uma e<pressão da 9ariedade na -riação Que Deus plane3ou1 Sendo assim( algumas mas 9o=es dentro da igre3a -+egaram K mesma -on-lusão do psiQuiatra in-r@dulo de Lisa( perguntando( -om o a-r@s-imo desse ponto de 9istaG SPor Que # se Deus os -riou assim # o direito deles( de intimidade genital( de9eria ser -onsiderado imoralcS Alguns passam então a in9entar um sistema de @ti-a para essa ati9idade Que in-lua Pidelidade a um par-eiro e -asamento +omosse<ual # a Pim de e9itar a promis-uidade +omosse<ualW Em tudo isso eu 9e3o a presença do deus PLli-o e( na atual e<altação daQuilo Que 9em por instinto( um -ur9ar#se aos deuses tene.li-o( Quanto ao pe-ado e a 38 .@m .eça e sai de Pinin+o1 Sinto re9olta( não na presença de algu@m Que pre-isa de li.N.ai<a a -a.tra.

estão K pro-ura de respostas pastorais e Quando não as en-ontram( -lamamG SOnde estão as respostascS 4lamar por respostas pastorais @ -lamar pelo poder de -urar os alei3ados de espNrito e alma1 O -omportamento +omosse<ual @( ao mesmo tempo( pe-ado e imaturidade1 O aspe-to pe-aminoso tem a 9er -om a imperPeição do espNrito +umano e @ -urado atra9@s da -onPissão e perdão do pe-ado pessoal1 O aspe-to de imaturidade Pa= parte da dePi-i'n-ia da alma # aQuilo Que pre-isa ser endireitado para Que espNrito e alma possam -res-er em li.-ura do +omosse<ualismo 8*Tais fostes alguns de v>s. mas v>s vos lavastes *=.erdade1 Se dese3armos isso( e sin-eramente orarmos a respeito( o -lamor por resposta pastoral -olo-arL os dons de -ura da Igre3a em e9id'n-ia1 T o Que o Re91 ennett 71 Sims( ispo Epis-opal de Atlanta( pede em sua e<-elente de-laração pastoralG SSe<o e )omosse<ualidadeS1 4om a -on9i-ção de Que Deus dese3a a -ura( temos -omo norma a +eterosse<ualidadeR -onPiamos no poder do EspNrito de Pa=er Plores-er no9amente os dons de -ura da Igre3aS1 39 .

ter um grande su-esso na proPissão Que es-ol+era1 Aparentemente( esse +omem 3o9em de porte mLs-ulo tin+a tudo Que se podia dese3arG e<-elente -ultura a-ad'mi-a( mente arguta( e uma -ota de talento para a-ompan+ar sua .oa apar'n-ia e preparo1 Apesar dessa apresentação e de suas -ir-unstYn-ias e<ternas( esta9a desmonstronando por dentro1 Desesperado( pro-urou min+a a3uda( temendo at@ ter esperança de Que Deus pudesse ali9iar sua dor e -onPusão interna( enQuanto .anisse o no9o sentimento Que -ausara a enorme -rise Que 40 .em +Pormado( apare-eu K min+a porta logo apOs o.-apNtulo tr's A )istOria de MateusG 4rise de Identidade Mateus( moço moreno e .onito( alto e de -orpo .

em de seus pais1 A lealdade aos pais( mesmo Quando estes Poram maniPestamente errados em seu modo de -riL#lo( @ por 9e=es uma .ia o Que pro9o-aria uma e<plosão de ira em seu paiR Quando estas 41 .asi-amente Snão amL9elSR por isso seus pais eram( ao menos em parte( des-ulpL9eis( pensa9a1 Tais sentimentos 3amais tin+am sido e<pressos em pala9ras( mas Pi-aram .res( o pai de Mateus -on+e-era o lado mais degradante da 9ida1 Este9e at@ preso durante algum tempo antes de Mateus nas-er e +a9ia sido muito maltratado por outros prisNoneiros1 A mais remota lem.9i9en-ia9aG um surto de sentimentos +omosse<uais por outro moço1 Aos pou-os( enQuanto eu l+e ser9ia <N-aras de -+L Quente( assegurando#l+e primeiramente Que @ PL-il para Deus -urar e endireitar essa situação e Que( em segundo lugar( não e<istia essa -oisa de ser+omosse<ual( ele rela<ou e -omeçou a re9elar sua +istOria dolorosa1 T -laro Que essa +istOria in-luNa a +istOria dos seus pais e( -omo -ristão( Mateus dese3a9a sO Palar .rança Que Mateus tin+a de seu pai era de algu@m autoritLrio e -om um g'nio 9iolento1 Ele o era in3usto -om Mateus e -ruel1 Suas e e<pe-tati9as para rapa= eram muitas 9e=es -onPusas impossN9eis de serem -umpridas1 Mateus nun-a sa.arreira para -ompartil+ar os sentimentos mais proPundos de dor e re3eição1 Este era o -aso de Mateus1 Al@m do mais( e ainda mais signiPi-ati9o( ele tin+a um sentimento interior de Que( de alguma Porma( se os paNs não o ama9am era por -ulpa sua1 Ele se a-+a9a .astante -laros enQuanto luta9a por -ontar sua +istOria1 O pai de Mateus( o primeiro de sua PamNlia a nas-er nos Estados :nidos( 9eio de um lar -u3os pais eram de origem e na-ionalidades diPerentes1 4omo @ -omum aos Pil+os de imigrantes po.

e -riL#lo -om -arin+o1 Não sou.a-onte-iam 9in+am sempre a-ompan+adas de surras e lingua3ar a.andonado uma PamNlia( e ela se sentia -ulpada por ter engra9idado de Mateus1 Logo apOs ter dado K lu=( ela o oPere-eu para adoção( mas -omo ningu@m o es-ol+eu na primeira semana( le9ou#o para -asa1 O Pil+in+o era mais uma des-ulpa para o marido maltratar a mul+er1 4om emoçMes e aPetos partidos( ela não sou.em o ingl'sR tal9e=( em parte( isso e<pliQue a ra=ão pela Qual ela não ten+a pro-urado o apoio de outras pessoas1 Seu marido não Queria Pil+os( pois 3L +a9ia a.@m( proteger o Pil+o -ontra o -omportamento impre9isN9el do pai1 Se por@m( a mul+er de 9erdade nela ti9esse 9indo K tona( teria sido impla-a9elmente arrasada1 Ti9e a id@ia( enQuanto Mateus des-re9ia sua mãe( de uma mul+er Que Posse Quase uma *não pessoa* 4omo adulto( ele sempre se sentiu aPastado dela # na 9erdade mal a -on+e-ia1 O marido Pinalmente a-a.usi9o1 A mãe de Mateus era originLria de outra na-ionalidade e lNnguaR -+egou adulta nos Estados :nidos1 Pro9ou ser -ompletamente indePesa em relação ao marido( tanto por sua -ultura( Que e<igia su3eição total ao +omem( Quanto por sua reação temerosa para -om o -omportamento rude do esposo1 Ela não Pala9a muito .ou di9or-iando#se da mãe e -asando#se -om outra1 ApOs o di9Or-io( a mãe se agarrou( sem muita Porça( ao Pil+o1 \uando -riança( Mateus era sensN9el( inPeli= e desesperadamente solitLrio1 Essa solidão aumentou ainda mais nos anos es-olares( porQue o pai não permitia Que os amiguin+os de Mateus entrassem na -asa1 Ele não tin+a pri9il@gios( a não ser o de PreQ]entar a es-ola1 :ma -oisa Que o -onsola9a e di9ertia durante 42 .e( tam.

os anos em Que -res-ia( era seu amor pelas plantasG plantas e Plores eram sua pai<ão1 4omeçou um 3ardim no QuintalR seu pai( por@m( um dia -+egou enPure-ido e destruiu tudo1 Mateus sentiu#se arrasado1 Das lem.ranças a serem -uradas( essa Poi uma das mais doloridas1 Mateus en-ontrou a 4risto no inN-io da adoles-'n-ia e se prendeu a Ele -omo algu@m Que esti9esse se aPogando1 Durante esses anos de adoles-'n-ia( -ontinua9a a solidão e a alienação dos pais e de outros1 Ele tin+a 9ergon+a do 3eito atrapal+ado da mãe e por ela não -onseguir Palar -orretamente o ingl's( e ao mesmo tempo tin+a 9ergon+a de não ter .em em seu -urso uni9ersitLrio -onQuistando a admiração dos -olegas1 Seus rela-ionamentos pessoais -om os amigos mas-ulinos( por@m( Ueram muito soPridos( pois ele temia a re3eição daQueles Que mais admira9a1 As moças admira9am#no SK distYn-iaS1 A dor e o medo de re3eição Pi=eram#no distante e( em muitos sentidos( uma in-Ognita1 Os Que perse9era9am e insistiam em atra9essar a .iam -omo a3udL#lo1 Ele luta9a -ontra o Que l+e pare-iam energias se<uais indomL9eis e Pi-a9a -om medo de seus prOprios impulsos se<uaisR tin+a medo de Perir algumas das moças Que Pi=eram ami=ade -om ele( moças a Quem Mateus admira9a e Queria -on+e-er mel+or1 A-ima de tudo( Queria a segurança de Que elas pudessem gostar dele( uma 9e= Que o -on+e-essem( mas não 43 .iam sua proPunda dor emo-ional( mas não sa.ons sentimentos por ela1 Mais Que tudo( alme3a9a o amor do pai( espera9a dele por alguma pala9ra de apro9ação e en-ora3amento( o.arreira para se apro<imar dele( per-e.tendo( em lugar disso( apenas respostas negati9as ou +ostis1 Mateus saiu#se muito .

lemaG Portes dese3os +omosse<uais por um +omem a Quem admira9a e Queria -omo amigo1 Esses dese3os eram de intensidade assustadoraR Quanto mais ele tenta9a -om.at'#los ra-ionalmente( mais -ompulsi9os se torna9am1 Esta9a at@ mesmo son+ando -om uma relação se<ual -om aQuele moço1 Antes de passarmos a -onsiderar o Que esta9a realmente a-onte-endo aQui( de9emos ol+ar o pro.Lsi-a de sermos amados e a-eitos1 Mateus não re-e.er nosso lugar no amor dos demais integrantes da PamNlia +umana e( então( no amor de Deus1 Mateus não se sentia -omo algu@m Que ti9esse algum 9alor( menos ainda -om o poten-ial in-rN9el de tornar)se algu@m( ao in9@s de simplesmente e<istir1 A-reditando Que Posse impossN9el Que os outros o amassem de 9erdade( ele luta9a -ontra a Palta de raN=es1 A essa altura( a 9erdade de Que Deus( não somente o trou<era ao mundo( mas o presenteara -om um lugar neste mundo( -+amando# o a -umprir empolgante propOsito espiritual e artNsti-o( esta9a al@m de sua -ompreensão1 Esta @( em suma( a +istOria por trLs daQuilo Que pare-ia( a Mateus( ser seu maior pro.lema geral de identidade Que Mateus esta9a enPrentando1 A Crise de Identidade de Mateus Todos nOs temos a ne-essidade .era o amor e a aPirmação ne-essLria da parte de seus pais para a-eitar sua identidade -omo Pil+o amado e de algu@m Querido por pai e mãe1 Ademais( e<perimentara a re3eição at@ mesmo antes daQuela primeira semana de 9ida( 44 .a-redita9a Que isso Posse realmente possN9el1 Passamos a nos -on+e-er e a sa.

re si -omo algu@m muito distante do tipo de pessoa Que alme3a9a ser # algu@m a Quem o amor e respeito dos outros pudessem Pluir1 Ele ou9ia as 9o=es a-usatOrias da psiQu' não sarada e a-redita9a nelas1 Ele odia9a e re3eita9a a si prOprio1 Outro nN9el da -rise tin+a a 9er -om sua identidade se<ual1 Em.ranças de dolorosa re3eição( durante seus anos de -res-imento( Porma9am -onstantemente imagens e pensamentos so.ora ti9esse os impulsos se<uais normais de um 3o9em ma-+o( Mateus não possuNa a identidade pessoal mas-ulina -orrespondente a tais impulsos1 Em lugar disso( surgiu uma 9ida de Pantasia Que espel+a9a os son+os Que tin+a K noite1 Interpretando eQui9o-adamente esses son+os( ele a-+ou Que indi-a9am Que era +omosse<ual1 Antes desse tempo( a mastur.3a-ente( Pa=endo parte deles1 )a9ia ainda em Mateus o 45 .ação -ompulsi9a era um s@rio pro.Quando sua mãe tentou -olo-L#lo para adoção1 No momento em Que ela te9e -ons-i'n-ia de sua gra9ide=( te9e medo de Que ele nas-esse1 )ou9e pou-a( se @ Que alguma( interrupção nessa re3eição( durante os -ru-iais primeiros meses de sua inPYn-ia1 8i9er sem amor e a-eitação nesse perNodo resulta numa tremenda ne-essidade de -ura1 Tendo sido insuPi-ientemente amado( Mateus não -onseguia amar e a-eitar a si mesmo( e a essa altura( entramos em outro nN9el espe-ialmente doloroso de sua -rise de identidade1 A-ostumado a pala9ras duras em 9e= de apro9ação( ele tin+a pou-as pala9ras -onsoladoras e positi9as para si mesmo1 As lem.lema( e ele se odia9a Portemente por isto1 Esse pro.lema tin+a piorado em 9e= de mel+orar1 Todos os demais pro.lemas não -urados de identidade ainda esta9am -om ele( -om este su.

lema em separar sua identidade da de sua mãe( porQue se en-ontra9a demasiadamente distante dela( tanto PNsi-a -omo emo-ionalmente1 Por@m( duas -oisas no -omportamento de seu pai milita9am -ontra a identidade se<ual de Mateus1 Primeiro de tudo( Palta9a#l+e um pai amoroso e aPetuoso -om Quem se identiPi-ar( uma Pigura mas-ulina positi9a -omo modelo1 A perda de um pai aPirmador @ algo terrN9el em QualQuer Pase dos anos de -res-imento1 Isso se rePlete muitas 9e=es na oração por -ura no -onte<to da +omosse<ualidade1 Mas esses en-ontros de -ura me -on9en-em Que a perda @ espe-ialmente essen-ial para meninos e meninas( durante e apOs a pu.' em desen9ol9imento( assim tam.' -arente de uma mãe segura e amorosa( um garotin+o dando os primeiros passos( pre-isando de pai e mãe Que se amassem mutuamente( um Pil+o desesperadamente ne-essitado do amor aPirmador e da a-eitação do pai1 \uando a mãe @ super protetora e estran+a( ou negati9amente Nntima de seu Pil+o # a não ser Que +a3a uma Pigura paterna Porte e aPirmadora por perto # pode tornar o Pil+o in-apa= de separar a identidade se<ual dela da sua1 Assim( torna#se parte de QualQuer propensão para o -omportamento +omosse<ual Que possa surgir1 Mas Mateus não tin+a pro.e.e.@m a presença do pai @ -ru-ial durante a adoles-'n-ia1 A mel+or e mais altamente -apa-itada mãe( por mais Que se esPor-e( não pode -onsertar o a.ismo dei<ado por um pai ausente( ou emo-ionalmente distante( no 3o9em adoles-ente1 Ela simplesmente não pode dar segurança ao Pil+o ou K Pil+a da mesma Porma Que um pai Nntegro1 Este @ um dos terrN9eis males produ=idos 46 ..erdade1 EnQuanto o amor e a presença -arin+osa da mãe são essen-iais para o .

tenção de sua identidade mas-ulina1 Ele esta9a sempre presente em Mateus( mas de uma Porma Que da9a medo1 O 3eito autoritLrio( +ostil e d@spota para -om o Pil+o tornou# se o prin-ipal instrumento por trLs do Que eu entendo e denomino -omo uma se9era supressão de masculinidade Todos nOs re-e.stituto Que se3a -apa= e este3a disposto a estimular positi9amente o adoles-ente inseguro1 41 S1 Le*is -+amou este perNodo de Sa era das tre9as em toda 9idaS1 Pou-os Que Pi=eram a metamorPose de Pil+ote nar-isista para +omem ou mul+er seguro( -apa= de esQue-er de si mesmo e amar 9erdadeiramente ao prO<imo( dis-ordarão da opinião de Le*is1 O pai de Mateus( longe de a3udL#lo a sair -onPiante dessa Pase -onPusa para uma identidade -omo +omem entre os +omens # -apa= de Pa=er es-ol+as maduras( de e<er-er autoridade segura e .rados1 Raramente +L um pai su.re si mesmo e so.en@9ola so.emos uma vontade livre ou ativa Esta pode ser denominada a vontade criativa.pelo di9Or-io e lares Que. em -ontraste -om a 9ontade egoNsta ou auto-entrada( pro-ura interagir -om tudo Que e<iste1 Penso na 9ontade -omo uma parte mas-ulina de nosso ser( Quer se3amos +omem ou mul+er( e @ -om essa 9ontade mas-ulina( ati9a( 47 .re suas -ir-unstYn-ias( de rela-ionar#se se<ualmente -om uma esposa e ser pai de Pil+os # trata9a#o -omo uma e<tensão odiada de si mesmo1 A 9isão interior de Mateus Poi em grande parte a 9isão negati9a( sem amor e a-eitação( Que +erdou do paiR um pai -u3o amor ele alme3a9a mere-er gan+ar1 Ao alme3ar o amor e respeito de outros +omens( Mateus esta9a( num -erto nN9el( pro-urando por seu pai1 O segundo aspe-to do -omportamento do pai para -om ele era ainda maior ameaça K o. pois.

3eti9o geral era PorçL#lo a Pa=er morrer seu verdadeiro eu.ro-+ar da 9erdadeira mas-ulinidade de Mateus eram realmente muito remotas # não Posse a graça -uradora de Deus1 O o. aQuele ser por Quem 7esus 4risto morreu( a Pim de Que ele pudesse tornar)se 9erdadeiro eu( para a glOria de Deus1 AQui 9emos( portanto( Que a 9erdadeira mas-ulinidade estL ligada ao 9erdadeiro eu1 A pessoa mas-ulina e -riati9a Que emerge num pro-esso destes( -apa= de amar e interagir -om a -riação e -om alegria plantar um 3ardim # ou destemida e despreo-upadamente( apai<onar#se por uma mul+er # era aQuela sempre arrasada1 48 . um dos -+amados sete pe-ados mortais( porQue em seu pleno senso ela denota uma 9ontade paralisada( um torpor espiritual Que no Pinal -onstitui#se numa re-usa de toda alegria1 Em QualQuer -aso( o resultado @ um soPrimento passi9o e sem -riati9idade1 O -omportamento notadamente -ruel do pai de Mateus era um meio -u3o Pim -ulmina9a sempre no Pil+o1 4omo as -+an-es de um Pil+ote de galo 9i9er at@ Que ten+a -rista são peQuenas para aQuele pintain+o Que estL no Pinal da lin+a( as -+an-es do desa.eradamente es-ol+emos o -@u do ser integrado e eman-ipado( ao in9@s do inPerno da desintegração e separação do ser1 Essa 9ontade pode ser perigosamente suprimida( reprimida( in-apa-itada( ou at@ mesmo totalmente partida1 Pode ser simplesmente 9en-ida pela preguiça( ou accedia.Que Pa=emos es-ol+as responsL9eis e de-isi9as1 Por e<emplo( em nossa e<peri'n-ia de -on9ersão( @ -om essa 9ontade Que es-ol+emos unirmo#nos e -omungarmos -om Deus( em 9e= de permane-er em nossa prOpria separação1 4om ela( nOs( -ons-iente e deli.

A Percepção C a!e no Caso de Mateus \uando Mateus me pro-urou( Que;rado( so; o ataQue das tentaçMes e son+os +omosse<uais( ele não tin+a a mNnima id@ia do Que esta9a por trLs disso1 SO podia 9er a si mesmo -omo o mais ;ai<o dos pe-adores1 4omo ele( um -ristão( podia estar so; -ompulsão tão irra-ional( poderosa e imoralc Antes de podermos entrar nesse aspe-to do pro;lema( Mateus ne-essita9a de muita oração para a -ura de lem;ranças de re3eição1 Ele pre-isa9a perdoar( ser perdoado e ser li;erto dos ePeitos de suas reaçMes aos pe-ados de outros1 Ele tin+a ne-essidade de a3uda para dis-ernir id@ias erradas a respeito de Deus( de si mesmo e de outras pessoas1 Na segunda sessão estL9amos prontos para enPrentar sua -ompulsão +omosse<ual e ele Pi-ou grandemente surpreso -om o seguinte -on3unto de perguntas Que l+e Pi=1 \uanto ao moço por Quem ele esta9a sentindo Porte atração( eu pergunteiG # O Que @ Que 9o-' admira nessa pessoac # ao Que ele respondeuG # Sua apar'n-ia( seu intele-to( o Pato de Que ele @ ;em su-edido1 T -laro Que essas caracter(sticas eram marcantes no pr>prio #ateus, mas ele nega9a Que as ti9esse por não -onseguir a-eitar# se1 Perguntei entãoG # O Que 9o-' Pa= em suas Pantasiasc # Nas min+as Pantasias Quero a;raçL#lo( ;ei3L#lo na ;o-a( Pi-ar 3unto dele1 T o Que Paço nos meus son+os1 Depois dessa resposta perguntei#l+eG
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# 8o-' sa;e alguma -oisa so;re os +L;itos dos antropOPagosc Sa;e por que eles -omem as pessoasc Totalmente surpreso( ele respondeuG #Não( não ten+o a mNnima id@ia por Que eles -omem as outras pessoas Este @ muitas 9e=es um -on3unto de perguntas -+a9es para tra=er K mente e ao -oração de pessoas -omo Mateus o Que realmente estL por trLs de suas -ompulsMes +omosse<uais1 Passei então a e<pli-ar#l+e o Que -erta 9e= um missionLrio me disseG # Os -ani;ais -omem apenas as pessoas a Quem admiram a Pim de o%ter as suas -ara-terNsti-as1 # O Que a-onte-ia -om Mateus esta9a muito -laroG ele olhava outros jovens e amava uma parte dele mesmo que havia perdido, parte essa que ele não conseguia reconhecer e aceitar A primeira sessão Que ti9emos e a oração resultante # pela -ura de memOrias Peridas #( +a9iam me dado uma per-epção das -ar'n-ias Que Mateus soPrera( -omo tam;@m da ne-essidade Que ele tin+a de se a-eitar1 A;rimos( portanto( -amin+o para essa -ompreensão -+a9e1 A 9isão estran+amente ideali=ada Que ele tin+a desses moços esta9a -ada 9e= mais -lara1 No Pundo de seu -oração( Mateus sa;ia dessa pro3eção e re9ela9a a 9erdade nos son+os1 Seus son+os S+omosse<uaisS( tão assustadores para ele Quando tomados literalmente( eram na 9erdade ;ons mensageiros en9iados para di=erG SOl+e( 9o-' estL tentando integrar#se -om uma parte perdida de 9o-'( mas o estL Pa=endo de Porma erradaS1 A Porça Que -ompelia essa -ompulsão +omosse<ual de Mateus rePeria# se ao o Pato de Que ele esta9a dolorosamente separado de partes

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de si prOprio1 8Lrias dessas partes( sendo atri;utos não aPirmados e( portanto( não integrados de sua personalidade( tin+am papel importante no su-esso artNsti-o e proPissional Que ele o;ti9era1 Nos momentos de sua 9ida -ons-iente( e tam;@m nos son+os( os 3o9ens a Quem ele tão ardentemente admira9a eram aQueles Que sim;oli=a9am esses atri;utos( essas -apa-idades de sua prOpria personalidade1 Assim( o modo -omo de9Namos orar Pi-ou imediatamente -laro e simples1 OrarNamos espe-iPi-amente para Que Mateus 9iesse a re-on+e-er( a-eitar e se 3untar KQuela parte dele Que ele pro3eta9a so;re os outros rapa=esG o Mateus ;onito( intele-tualmente aguçado e ;em su-edido Que 3amais Pora estimulado positi9amente por seus pais1 EnQuanto orLssemos( 9isuali=arNamos Que isso a-onte-ia e -anali=arNamos nossa P@ numa poderosa oração de P@1 Essa oração -uradora estaria( imediatamente( anulando o poder por trLs de sua -ompulsão +omosse<ual1

A Oração :ma 9e= Que Mateus ti9esse -ompreendido algo do Que esta9a a-onte-endo em seu interior( ele estaria pronto para orar a-eitando os atri;utos de sua prOpria personalidade( Que pro3eta9a so;re os outros1 Orando assim( -omo Pi-ou pro9ado nas semanas seguintes( ele eliminaria todo o poder e apelo da -ompulsão +omosse<ual Que +a9ia em si1 Sua ne-essidade imediata de re-on+e-er as -ara-terNsti-as essen-iais para seu re-ente su-esso( agora identiPi-adas e trata#das por meio de ministraçMes( não podiam mais derrotL#lo( mas -aradas -omo -ompulsão +omosse<ual1 Esse( na 9erdade( era apenas o
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primeiro passo para a -ura maior Que pre-isa9aG a de poder a-eitar integralmente a si mesmo1 Ele 3amais -on+e-era aPirmação de si prOprio -omo pessoa, -omo homem e -omo um ser de valor Dentro de si +a9ia essas identidades não aPirmadas1 Era tarde demais para Que seus pais o tratassem de maneira positi9a( de modo signiPi-ati9o e proPundo( muito menos para algu@m( -omo eu( tentar su;stituN#los1 A essa altura ele não pre-isa9a de uma mãe e de um pai # pre-isa9a enfrentar a solidão interior com -eus Sua -ura -ompleta 9iria Quando ele aprendesse a esperar( e es-utar( a Presença de Deus1 Nessa -on9ersa de dois -anais entre ele e Deus 9iria sua plena aPirmação1 Min+a parte era in9o-ar a Presença do Sen+or( -ondu=ir Mateus a ela # Po-ando sempre o 9erdadeiro Mateus # e apelar somente ao +omem Que Deus o -+ama9a a ser1

"arreiras para a Cura Interior E<istem tr's ;arreiras prin-ipais para a -ura interior( e portanto K maturidade e plenitude de personalidade K Qual Pomos -+amados1 São elasG H&I ?al+a em perdoar os outrosR H$I ?al+a em re-e;er o perdão de nossos pe-ados e HCI?al+a em a-eitar e amar#nos -orretamente1 No -aso de Mateus( as duas primeiras ;arreiras Poram( em grande parte( remo9idas( atra9@s da oração pela -ura das memOrias( em nosso primeiro en-ontro1 A -ura das re3eiçMes traumLti-as Que ele soPrera ti9eram de -omeçar primeiro( porQue essas 9el+as Peridas esta9am por trLs de seu Pra-asso em a-eitar a si mesmo1 T -laro Que ele des-o;riu( -omo todos nOs( Que Quanto mais lu= nos @ dada( mais e<iste para perdoar e para ser perdoado1 Sua li;ertação( depois Que o ungimos e oramos por sua -ura( Poi tão -ompleta e plena de alegria Que de inN-io ele a-+ou Que não
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arreira para Mateus( -omo no -aso de Lisa( e<igiria algum tempo( porQue( por um lado( e<igia a mudança de pensamentos e +L.Lsi-a Que o -apa-itaria a ol+ar para -ima -om li.stituição ao garotin+o soPrido e não amado( num mundo enigmLti-o e so.ase de todo o progressoS1 Por outro lado( isso e<ige o Sre9estir#seS de 4risto e o assumir uma no9a 9ida1 Ao Pa=er isso( todo pensamento da mente e todo retrato do -oração 9'm su3eitar#se a 4risto # uma 9erdadeira SprLti-a da presença de 4ristoS1 Não @ um e<er-N-io de a.stração( 53 .erdade de agir a partir do -erne de seu ser( onde 4risto +a.ertando#se de sua antiga 9isão de si mesmoI rumo K maturidade( -om sua adeQuada +umildade e auto a-eitação( Que @ a antNtese do ego-entrismo( o 3eito errado de auto-ons-i'n-ia e amor#prOprio1 4om essa -ura( ele pede ir em Prente( para a li.erdade e -omeçar a empolgante es-alada montan+a a-ima( dei<ando a imaturidade Hli.pre-isa9a de mais nada1 Mas essa era uma -ura . a autoridade de pais Que não sa.itos de toda uma 9ida1 O Pr1 Mi-+ael S-anlon( em seu e<-elente li9ro Inner ?ealing H4ura InteriorI( Pa= a seguinte -olo-açãoG STemos uma 9ida de atitudes Que opera do prOprio -erne de nosso ser111 Essa 9ida determina modelos gerais de rela-ionar# nos -om o outro e -om DeusS1 E tão importante Quanto isso( eu a-res-entaria( conosco mesmo Isso porQue não -onseguimos amar a Deus e ao prO<imo se odiarmos a nOs mesmos( enQuanto não e<er-itamos pa-i'n-ia e -aridade -onos-o1 Dessa grande 9irtude de pa-i'n-ia -om a prOprNa pessoa( o PilOsoPo -atOli-o Romano Guardini disse SAQuele Que dese3a a9ançar de9e sempre -omeçar de no9o111 Pa-i'n-ia -onsigo mesmo111 essa @ a .iam amar1 A superação da ter-eira .ita e Porma o no9o +omem( em su.

pa6. %ondade.I1 Tendo nos re9estido dUEle( sa.emos Que Outro @ Sen+or( Outro estL no -ontrole1 Tendo re-e. %enignidade. paci@ncia.nem de pensamento positi9o Hem. fidelidade.ra de nossas mãos @ -onPirmada1 Na união e -omun+ão -om Ele( nossas almas( antes Pragmentadas( são unidas numa integridade +armoniosa( assim -omo as peças de um -omple<o Que.eças se en-ai<am so.emos Que Outro 9i9e em nOs1 Os Prutos da Sua Presença +a.ido a Ele( sa. Que sai do inPerno do antigo eu PalsiPi-ado( para aQuilo Que mel+or se des-re9e -omo uma ressurreição1 O 9erdadeiro eu( de um rosto sO( não mais reprimido( temeroso ou instL9el( sa-ode os 9el+os pseudoeus.@m somos -urados( -omo os outros( nessa atmosPera de PragrYn-ia saudL9el1 Os dons dessa Presença # o poder de -on+e-imento( de Palar( de agir # são nossos( e tornamo# nos a o. mansidão e dom(nio pr>prio* HGLlatas "1$$I # agora Pluem de nOs para os outros1 NOs Que somos os -anais tam.ora se3a isso e ainda maisI( mas( de esperar naQuele Que estL em nOs( Pora de nOs( ao nosso redor # a Realidade total # Que @ -apa= de a QualQuer momento maniPestar#se Ks -riaturas Que Ele Pe= K Sua prOpria imagem1 Assim somos *renovados no esp(rito do vosso entendi mento e vos revistais do novo homem. criado segundo -eus em justiça e retidão procedentes da verdade* HEP@sios .itadora # *amor.ra prima +armoniosa Que Deus plane3ou para nOs1 A o.1$C($. -om suas m[ltiplas Pa-es e 9em ousadamente para a Prente( unindo( em si 54 . alegria.ra#-a. a mão de um perito1 Não estamos mais di9ididos interiormente1 O salmista ora por essa -ura( -reio eu( Quando ele -lama ao Sen+or *disp5e o meu coração para s> temer o teu nome* HSalmo !01&&I1 Essa Presença tra= K lu= o 9erdadeiro eu.

ia Mateus( podemos ser -ristãos e ainda permane-er de.@m do +omem imaturo Que ainda 3a= so.ermos o amor de Deus e dos +omensS( e assim( somos in-apa=es de e<er-er a autoridade madura ne-essLria( so.@m( não -onseguimos nos mo9er -om Porça e ePeti9idade nos dons de -ura do EspNrito1 ?alsa +umildade( pe-ados reais ou ne-essidade de -ura psi-olOgi-a impedem#nos de 9i9er a partir do interior( em posição de sa. a lei( agimos -omo o garotin+o -ulpado( Sin-apa=es de re-e. a lei H9er GLlatas .I1 4omo .em sa.erdade de 9i9er a partir do -entro de nosso ser( do lugar +a.ai<o 55 .itado pelo EspNrito Santo( e assim( nossa 9ontade @ uma( -om a dUEle1 4omeçamos a prati-ar( não apenas a Sua presença( -omo tam.mesmo( tudo Q[e @ 9Llido e real da sua personalidade1 T então( Que podemos re-on+e-er a li.ertos da prLti-a da presença do 9el+o +omem( no Qual domina os prin-Npios de morte e mal( -omo tam.ai<o da lei # Pal+ando redondamente em re-on+e-er nossa +erança e -apa-idade de andar no EspNrito e prati-ar a presença do no9o +omem1 \uando so.@m da Pra-a posição de SPalta de autoridadeS Que o menor de idade tem de.er Que estamos nUEle1 Essa posição @ de autoridade( atra9@s da Qual( nOs( os remidos( -omo Poi Adão antes da Queda( somos nomeadores de tudo Que Poi -riado1 4+amados pelo nome por Deus( moldados somente por Sua 9ontade( não somos mais nomeados e Pormados por aQuilo Que Poi -riado1 Essa @ a maturidade e autoridade Que -ura o mundo1 Morremos diariamente para QualQuer autoridade egoNsta ou tirana Hum espNrito -arnal e dominadorI Que 9en+a do 9el+o +omem( auto-entrado( -omo tam.re nossas prOprias 9idas( ou em posição de liderança no 4orpo de 4risto1 Por esta ra=ão tam.@m( a presença do no9o +omem1 Somos li.

arreira( Mateus en-ontrou li.arreira para a -ura da alma @ atra9@s de oraçMes onde ou9imos a 9o= do Sen+or1 Este @ um tipo de oração Que de9emos prati-ar( mas muitas 9e=es temos de primeiramente ser le9ados K posição de ser9os in[teis de um Mateus( ou de uma Lisa( antes Que entreguemos nossa ser9idão a outras 9o=es de dentro e de Pora de nOs e -ome-emos a ou9ir e o.ada da ter-eira .re o Que poderia a-onte-er( uma 9e= Que sua identidade +eterosse<ual Poi plenamente reali=ada1 4omo um rapa= indePeso( ele soPrera so.arreira e entrada em nossa 9erdadeira identidade1 Isto não a-onte-e da noite para o dia1 4ontudo( uma -ura -omo essa pode o-orrer e( na 9erdade( o-orre( muito mais depressa do Que se supMe1 Muitas 9e=es( em( -ont raste -om( as sessMes de a-onsel+amento Que duram anos( duas ou tr's semanas .am se tornando os -ristãos mais Portes e ePeti9os porQue( tendo estado so.ede-er a 9o= do om Pastor1 Muitas dessas pessoas # Que soPreram -rises ner9osas e longas +ospitali=açMes no passado # a-a. taman+a es-ra9idão K 9o= do passado e do presente( elas agora ouvem -om alegria a Pala9ra Que 9i9iPi-a( a Pim de so.da leiR 9i9emos a partir do -entro onde Ele +a.re9i9er -omo pessoas1 4om o ni9elamento dessa ter-eira .astarão para Que essa -ura se torne 9isN9el( dependendo da disposição da pessoa em dei<ar de lado sua prOpria 9ontade e a-eitar a 9ontade de Deus1 A mel+or maneira de ni9elar rapidamente essa .ita( dando nomes em Seu nome1 Nossa 9erdadeira mas-ulinidade ou Peminilidade @ restaurada1 Toda a -riação aguarda por isso1 Tudo isso estL en9ol9ido na derru.ertação de seus temores so. a tirania sem amor de seu pai1 Era in-apa= de e<pressar uma ira 3usta e saudL9el( Quando essa emoção Poi indu=ida( e assim 9irou esse sentimento -ontra si 56 .

as as Porças -omeçaram a tro9e3ar em seu interior -omo um elePante ma-+o ata-ando uma -er-a de .us1 As tentati9as de simplesmente Sa.meter a Ele tais sentimentos( seria transPormado1 Depois de aprender a Pa=er isso( Mateus esta9a pronto para o Que l+e pare-ia ser uma oração muito arris-ada # a oração pela li.rir Que tudo isto sO podia ser tirado de seu -oração em sua -on9ersa -om Deus( e Que ao su.eração de seu impulso +eterosse<ual normal1 4omo e<emplo( Quero -ompartil+ar uma Porma mara9il+osa de oração usada por Agnes SanPord1 Ela imagina a energia se<ual dormente ou deturpada dentro da pessoa -omo se Posse um SPlu<o -riati9oSG S8e3a( aQuilo Que denominamos se<o @ apenas uma parte de todo o Plu<o -riati9o da 9ida de Deus dentro de nOs1 Penso então na 9ida de Deus dentro de mim -omo um rio Que tal9e= ten+a sido represado em algum ponto1 De QualQuer modo( por alguma ra=ão( 57 .mesmo1 Dentro de si( portanto( não +a9ia apenas uma mas-ulinidade reprimida( mas tam.aParS esses impulsos não daria -erto1 Ele( aPinal( esta9a pronto Upara des-o.@m( uma ira proPundamente reprimida1 :ma não podia He na 9erdade não de9eriaI 9ir K tona sem a outra1 Mas a ira( -omo aQuilo Que l+e pare-ia um PortNssimo impulso se<ual( dei<ou#o temeroso de sua 9erdadeira identidade +eterosse<ual1 Ele temia aQuilo Que esta9a em seu interior e segura9a uma Porte tampa so.@m sua mas-ulinidade +L muito reprimida( -omeçaram a se Pa=er presentes de modo -ons-iente1 Am.re a ira e o impulso se<ual para Que essa energia reprimida não saNsse dos limites1 Ele temia( em suma( Que 9iesse a Perir uma mul+er Pisi-amente indePesa( tratando#a -omo seu pai o tratara1 4om o progresso de sua -ura( a ira( -omo tam.am.

os os lados e em nome de 7esus ordeno Que não e<tra9ase para a direita ou para a esQuerda( mas Plua -almamente pelo -anal normalU1 Se a pessoa Por -asada( Que por 9e=es @ o -aso( digo aen-ontrando alN9io suPi-iente dentro dos atos e das alegrias normais do matrimenioU1 Se a pessoa não Por -asada( digo (en-ontrando alN9io suPi-iente para o presente nos e<er-N-ios PNsi-os( em ati9idades -riati9as( interesses intele-tuais( dei<ando ele9ar( mudar( su.re essa pessoa111 orando para Que a 9ida de 4risto entre e ol+e esse rio( tra=endo#o de 9olta ao -anal normal1 ?aço isso muito pi-tori-amente( por 9e=es di=endo at@G aPela P@( -a9o um -anal Pundo e largo1 Em nome de 7esus 4risto digo Que essa energia de agora em diante de9erL Pluir em seu -anal normal( não mais se des9iando para a esQuerda ou para a direita1e 4onstruo ainda altos diQues de am.limar e transPormar em >gape QuaisQuer e<-essos desses sentimentos( Pa=endo -om Que a -ompai<ão de Deus 9L adiante para -urar +omens( mul+eres ou -rianças( indistintamenteU1S Em.lema se<ual( a Sra1 SanPord e9ita utili=L#las na sua oração1 ?ala( em 9e= disso( do SPlu<o de 9ida -riati9a 9indo de DeusS e da S9ida de 7esus 4risto Que entraS1 Por ra=ão semel+ante( ela Pala impessoalmente( propositadamente( e at@ mesmo SQuase -om Prie=aS nessa oraçãoG SEntão( impon+o as mãos so.ora Agnes este3a Palando -om Deus( estL orando em linguagem Pigurada para Que a mente do soPredor entenda de #fudo 58 .ele ultrapassou suas margens e entrou numa Lrea a Qual não perten-e1S PorQue as pala9ras SamorS e Sse<oS são tão -arregadas de -onotaçMes emo-ionais e sensuais diPerentes( espe-ialmente para algu@m -om um pro.

re o seu g s(ns-iente 3L soPrido1 Ela sa.re issoR 9o-' não -onsegueG serL Peito por 9o-'R simplesmente dei<e estarU1S 4ontudo( durante essa oração( @ li.Oli-o de sua prOpria -ura( -omeçando a parti-ipar( desse nN9el proPundo de oração1 Não e<iste um mel+or modo de orar -om P@ do Que este1 Me<endo os .ordou1 .erada a P@( Que 9ai al@m do -ons-iente da pessoa( e esta S9'S -om os ol+os da P@( um ato sim.e muito .proPundo( e não sinta um Pardo insuportL9el so.ordou1 Traga#a de 9olta( ele9e#a ao Sen+or1S Tanto para Mateus( -omo para outros( @ importante o momento dessa oração1 Por e<emplo( Deus tin+a outras -oisas para Pa=er na alma de Mateus antes Que ele esti9esse pronto para isso1 Mesmo assim( ten+o de -on-ordar -om Mateus Que @ uma Porma arris-ada de oração( porQue sempre Que Por orada em seQ]'n-ia -erta( ela sempre H-omo Agnes di=I Pun-ionaW Portanto( ao Pa=er uma oração dessas em Pa9or de Mateus( ou em Pa9or de QualQuer outra pessoa( eu sempre enPati=o de -oração S111en-ontrar alN9io suPi-iente no presente por meio de e<er-N-ios PNsi-os111S( et-1 Deus se deleita em responder oraçMes espe-NPi-as1 Ele ou9iu e atendeu a oração em 59 .ater no peito111 \uanto mais ela se preo-upa -om seu estado( pior Pi-a1 Sempre digo ao +omem anem ore so.raços para demonstrar sua oração Pigurada( Agnes dire-iona aQuele e<tra9iado rio de energia ao seu -urso normalG SNão @ diPN-il1 T uma Porma simples de oração1 EstL ali 9o-' 9'( @ um Plu<o da -riati9idade de Deus Que simplesmente trans.em QueG SEssa pessoa não pode lidar -om essa diPi-uldade no nN9el -ons-iente111 não adianta ra-io-inar( argumentar ou .

erdade( aQuela Pase ego-'ntri-a e auto#erOti-a( Quando a atenção @ dolorosamente -entrada no prOprio -orpo e ser( para o nN9el de desen9ol9imento em Que se a-eita a si mesmo e os ol+os e -oração Pi-am 9oltados para Pora( em direção do outro( de tudo mais no mundo -riado1 Em QualQuer nN9el Que se dei<e de 9i9er esse passo( a pessoa se en-ontrarL presa a alguma Porma ou maniPestação do tipo errado de amor prOprio1 ?al+ando em amar a sim proprio de Porma -orreta( ele se amarL erradamente1 A prLti-a diPundida e mOr.Pa9or de Mateus1 Mais so#re a $al a em Aceitar a %ós Mesmos Dentro dessa ter-eira .ação HQuando le9ada al@m da pu.ro#me .lemas1 :ma das progressMes 9itais na Questão de auto#a-eitação @ o passo do perNodo nar-isista da pu.ida da introspeção( por e<emplo( @ uma das mais pre9ale-entes dessas maniPestaçMes( e sua prLti-a ansiosa pode ser perni-iosa para o desen9ol9imento da personalidade( tanto Quanto a mastur.erdadeI e o +omosse<ualismo # dois dos mais O.arreira para a -ura da alma estL uma Pal+a em nego-iar aQuilo Que( em determinado nN9el( @ um passo de desen9ol9imento progressMes da perPeitamente inPYn-ia at@ natural( a -omum a todos os +omens( em todo lugar1 E<istem( -omo di=em os psi-Ologos( maturidade Que en9ol9em Sdes@n9ol9imento psi-osso-ialS1 \uando dei<amos Pora uma dessas progressMes normais( temos pro.9ios e<emplos de amor 9irado para dentro de si1 E<istem( @ -laro( uma multidão de maneiras pelas Quais amamos a nOs mesmos -om a e<-lusão do outro1 Lem.em 60 .

re a ne-essidade dois Patos de Que auto# 9e3o a-eitação em um li9rete denominado SAme a si mesmoS1 Neste simpli-idade -ontinuamente repetidos -om respeito ao tipo -erto de amor prOprio1 Primeiro( T Pato esta.atido por alguma Porma doentia de amor prOprio1 Na 9erdade( @ isso Que a \ueda @ e Pa= na 9ida de -ada indi9Nduo1 4risto não sO nos redime dos ePeitos da \ueda( mas -ontinua a nos li.em e<pli-ar1 Eu o 9e3o nu( gesti-ulando Prente a um espel+o1 Ele tira o mesmo pra=er disso Que Quando Pa= amor -omigo1 Eu não sou amada1 Sou apenas o 9aso atra9@s do Qual ele ama a si mesmoS1 Esse +omem pre-isa9a muito da -ura Que estamos des-re9endo neste -apNtulo1 4on+e-endo#o mais tarde( sou.ertar K medida Que nos apro<imamos dUEle( arrependidos do orgul+o Que tão rLpida e Pa-ilmente -ontinua a nos dominar1 Pre-isamos( sempre e -ontinuadamente( -onPessar o orgul+o # aQuela rai= de tre9as( aQuela esp@-ie de amor Que ser9e a si # a Pim de permane-ermos Nntegros1 Xalter li9rete ele Tro.da 3o9em esposa Que per-e.re a -ura do +omosse<ual @ es-re9er so.re a -ura de todos os +omens( pois -ada um de nOs Poi a.erto desse amor nar-isista -u3o lado in9erso era a não a-eitação( ou at@ mesmo o Odio de si1 Es-re9er so.ora eu não sai.ele-ido Que ningu@m nas-e -om a -apa-idade de 61 .eu o nar-isismo do marido no prOprio ato do amor1 Ela me disseG SMeu marido estL apai<onado por seu prOprio -orpo1 Per-e.e Que ele soPria -rises de proPunda depressão nas Quais se despre=a9a1 Pre-isa9a ser li.a .is-+ de-lara es-re9eu -om so.o isso mais nitidamente Quando estamos Pa=endo amor1 Ele( na 9erdade( não Pa= amor -omigo( em.

is-+ de-laraG SEm termos -laros( quem não ama a si mesmo + ego(sta .amar a si mesmo1 Ele passa então a -itar o psi-oterapeuta alemão( Dr1 Guido GroegerG O amor prOprio @ adQuirido ou não e<iste1 A pessoa Que não tem amor prOprio ou o adQuire insuPi-ientemente não @ -apa= de amar os outros( ou não os ama suPi-ientemente1 O mesmo se apli-aria para tal pessoa em seu rela-ionamento -om Deus1 Segundo( Xalter Tro. Torna#se ne-essariamente egoNsta porQue não tem -erte=a de sua identidade e assim estL sempre pro-urando en-ontrar a si mesmo1 4omo Nar-iso( estL en9ol9ido -onsigo mesmo e torna#se auto-entrado1 :m e<emplo de amor prOprio no sentido negati9o se ilustra -om o mito grego so.erto e en-ontrado nossa prOpria identidade( teremos de -ontinuar sempre na .us-a de nOs mesmos1 A 62 .re Nar-iso1 Este era um 3o9em Que( enQuanto -ontempla9a seu rePle<o num poço( apai<onou#se por si mesmo1 Totalmente en9ol9ido em sua prOpria imagem( -aiu na Lgua e aPogou#se1 Desse mito 9em a pala9ra narcisismo Outro termo grego para Ssi mesmoS e SamorS Que dL a mesma id@ia @ auto)erotismo O amor prOprio no sentido positi9o de auto#a-eitação @ o oposto e<ato do nar-isismo e do auto#erotismo1 Na 9erdade @ um pr@# reQuisito para um passo na direção do altruNsmo1 Não podemos dar aQuilo Que não possuNmos1 Somente Quando a-eitamos a nOs mesmos podemos ser 9erdadeiramente altruNstas e li9res de nosso prOprio domNnio1 Se( por@m( não ti9ermos nos des-o.

erdade1 Pare-e -ru-ial para o 3o9em Pil+o( ou Pil+a( nego-iar esse passo psi-osso-ial de desen9ol9imentoS1 A aPirmação do pai para -om o Pil+o 3o9em @ indispensL9el em todo o -urso( pois -olo-a o Pundamento para um rela-ionamento de -onPiança mais tarde1 Mas ele não de9e se omitir nesse perNodo -rNti-o da 9ida do adoles-ente1 O Pato de Que a presença amL9el e aPirmadora do pai Hou de um e<traordinLrio su.arreira para a -ura da almaG a Pal+a em a-eitar e amar a si mesmo -orretamente1 Es-re9i .a sendo um estudo so.re a imaturidade1 Na 9erdade( -omo reiteramos atra9@s de todo este li9ro( @ um estudo dos aspe-tos psi-olOgi-os e espirituais da -rise de identidade1 Igualmente digno de se pensar( @ a importYn-ia do papel do pai durante e nos anos Pormati9os depois da pu.ser9o1 Isso reQuer um pai ra=oa9elmente inteiro( Que ten+a( ele mesmo( tomado esse passo1 Sua parte( portanto( @ essen-ial( assim -omo o Poi o papel da mãe nos primeiros meses de 9ida( desde a -on-epção 63 .re o -res-imento impedido em pelo menos uma parte da personalidadeR @ um estudo so.em a pessoa Que gira em torno de si mesma1S A Pal+a em passar do estLgio nar-isista para o de auto# a-eitação @ o Que aQui -+amamos de a ter-eira .e<pressão egoc@ntrica des-re9e .re este assunto( porQue o Pato me impressionou Portemente( enQuanto estuda9a os dados a respeito de -ada -ura( Quais as Pal+as -omuns a -ada uma( não importa em Qual -ategoria de +omosse<ualidade a pessoa este3a1 :m estudo so.re o +omosse<ualismo a-a.stituto paternoI @ a es-ada pela Qual( o Pil+o ou a Pil+a 3o9em assume esse passo essen-ial em seu desen9ol9imento( em direção K auto#a-eitação( tem#me impressionado -ada 9e= Que o o.astante so.

ra tempo depois do tra.ertaria da insta.em -omo a imaturidade do pai( tornam#no in-apa= de apoiar e aPirmar seu Pil+o1 Pode ser at@ Que nossa so-iedade permissi9a ten+a dado li.erdade pre-o-e a esse adoles-ente( tirando a autoridade paterna -orreta e de direito1 Muito do +omosse<ualismo Que 9emos +o3e @ -ol+eita( semeada +L muito tempo( da destruição do lar e aus'n-ia de pais Nntegros Que apoiem os Pil+os1 64 .ai<o do nN9el de uma serena auto#a-eitação # Que nos li.erdade rumo a esse passo1 Permane-emos aprisionados em di9ersos estLgios( a.ilidade entre o egoNsmo auto-entrado e um arrasador Odio de nOs mesmos1 Tornamo#nos es-ra9os de nosso ser emo-ional( 9i9endo pre-ariamente a partir do -erne de nosso prOprio ser sentimental1 ?a=emos isso at@ Que a dor da perda dessa dimensão do desen9ol9imento se torne tão intensa( Que despertamos de nosso sono de morte e -omeçamos a .us-ar integridade1 Muitos( não en-ontrando respostas e -ura( 9ão ao t[mulo sem ter passado da imaturidade para a maturidade emo-ional1 As prin-ipais ra=Mes para esse impasse não são diPN-eis de en-ontrar1 T mais -omum o pai não estar disponN9el para seu Pil+o Hou sua Pil+aI adoles-ente1 Isso pode ser de9ido ao di9Or-io( ou simplesmente porQue não so.at@ a per-epção da -riança de Que ela @ uma entidade separada da mãe1 Nun-a +a9erL tempo na 9ida da -riança em Que ela não ne-essite do amor de um pai inteiro e de uma mãe inteira( saudL9eis e Nntegros # mas( aparentemente( alguns estLgios são mais -rNti-os Que outros Quanto K -ar'n-ia psi-olOgi-a e o desen9ol9imento1 :ma das trag@dias de nossa -ultura @ Que -ada 9e= menos pessoas saem da pu.al+o proPissional1 Muitas 9e=es( o modo de 9ida egoNsta( .

erto desse +L. primeiramente -omo um .' dei<a de atingir um senso de .ito1 Vs 9e=es( esse +L.ação -arregada de pa9or Hem 9e= de meramente lu<[riaI1 O .ito estL arraigado em trauma inPantil e rela-ionado a pa9or ou ansiedade se9era # -omponentes da inQuietação Que a-ompan+am as mais agudas dores psi-olOgi-as na mais tenra inPYn-ia1 Nesses -asos( emerge uma mastur.@m não pre-isasse ser li.@m de9erL ser tratada1 A mastur.e.ação @ PreQ]entemente um Pator da adoles-'n-iaR Quando -ontinua o perNodo nar-isista( -ontinua tam.ito( -omo tam.em#estar( ou at@ mesmo o prOprio senso de ser )L aQui diPerentes graus de danos( mas nos -asos em Que o pa9or e a ansiedade são Patores( o -onsel+eiro de9e a3udar o soPredor( não apenas a se li9rar desse +L.'( in-apa= de re-e.ação1 Nun-a orei pela -ura de um +omosse<ual mas-ulino Que tam.e( psiQuiatra e psi-Ologo proPundamente -ristão( di= Que o pa9or inPantil se maniPesta -omo uma dolorosa tensão genital1 Ele -ita Zier.e.ito da mastur. La.er o amor da mãe ou de outra pessoa al@m de si mesmo( se agarrarL K prOpria genitLlia1 Dr1 ?ran.ito1 :ma 9ida de Pantasia( pode ou não a-ompan+ar tal +L.ertL#lo do +L.@m o +L.ito e tam.e.@m a 65 .'( de sua mãe1 Nessa separação( o .egaard Que notou Que( -om o aumento do pa9or( e<iste um aumento de sensualidade1 Essa @ a dor e o pa9or de ser desrelacionado.ito nar-isista @ o Pator rai= Que le9ou ao +omosse<ualismo( -onPorme 9eremos em um -aso relatado adiante neste li9ro1 Em alguns -asos( por@m( o +L.Outra Oração %ecess&ria para Mateus Outra oração espe-NPi-a Que Mateus pre-isa9a era -om 9istas a li.

ertação ne-essLria1 Assim sendo( o +L.ito o-orre( @ terap'uti-o1 Ministrei a um 3o9em( Que durante toda a 9ida( soPreu a 9ergon+a e a in-apa-idade de a-eitar a si mesmo( de9ido K ansiedade e o pa9or ligados K mastur.em -omo desen9ol9er a -apa-idade de perdoar a si mesmo( Quando Pra-assar1 O prOprio es-lare-imento da ra=ão pela Qual esse +L.ação -ompulsi9a1 Era de uma PamNlia -atOli-a de9ota( e( sendo assim( mais intensa ainda era sua 66 .ito -ontNnuo( -omo um amor erroneamente 9oltado para dentro( milita -ontra a pessoa( impedindo#a de -+egar a rela-ionar#se positi9amente -om outras pessoas1 T ne-essLrio ser li.ui sempre para o autodespre=o e Odio de si mesmo( sendo en-ontrado no Pundo de uma deturpada auto#imagem at@ Que se o.ten+a a li.ação( denotaG um amor 9oltado para dentro( so.ito impede de 9en-er a ter-eira grande .ito( o soPredor Que realmente dese3e se integrar( de9erL -ons-ientemente se des9iar dessa prLti-a1 O +L.@m( em.er Que o +L.ora +a3a um elemento patolOgi-o no +L.@m sa.ito -ontri.re si mesmo( de9ido a um rela-ionamento inadeQuado -om o prO<imo1 Ele pre-isa tam.erto da -ulpa e não a-res-entar outras -ulpas mais( mas min+a e<peri'n-ia tem sido de Que( para -+egar K -ura( o indi9Nduo pre-isa -onPessar( pedir perdão por esse amor prOprio errado( ao mesmo tempo Que pre-isa aprender a grande 9irtude da pa-i'n-ia -onsigo mesmo( .e<er-er pa-i'n-ia e -ompreensão -onsigo mesmo( enQuanto a -rise de ansiedade e de identidade ainda estL sendo -urada1 Sempre +a9erL -ura Quando a pessoa entra em sua identidade no rela-ionamento -om 4risto1 Tam.arreira da -ura da almaG a-eitar#se e amar#se de modo -orreto1 O soPredor de9e -ompreender o Que o -i-lo -arregado de pa9or( Que @ a mastur.

lema terrN9el da mastur.ora ela ainda esti9esse em -rise ner9osa( -onseguiu re-e.ia so.lema do Pil+o1 Em. insist'n-ia da mãe( ele me pro-urou( nada sa.-ulpa1 Sua mãe( pro-urando a3uda para ele( tornou#se lNder de um grupo de oração1 Nessa -ondição( parti-ipou de uma Es-ola de 4uidados Pastorais1 Ali( ela me ou9iu Palar so.re -omo algumas das -uras mais surpreendentes eram da re3eição e<perimentada antes do nas-imento( e isso trou<e Porçosamente K sua mente o pro.' antes de seu nas-imento1 Mãe de no9e Pil+os( ela soPria uma estaPa mental e PNsi-a na @po-a de sua s@tima gra9ide=1 Sentindo#se in-apa= de ter mais um Pil+o( ela -omeçou a aPundar em ira e Prustração -om a situação( terri9elmente sO( sem Que o marido pudesse entrar e a3udL#la1 Tudo isso a-a.em -omo o pro.ação( passamos a orar1 \uase imediatamente( estL9amos entrando numa situação de 67 .ou tra=endo a PamNlia para mais perto de Deus( e uns para mais perto dos outros( mas não antes dela tentar a saNda do sui-Ndio1 \uando seu Pil+o nas-eu( em.ora ele Posse muito amado( de9ido Ks -ir-unstYn-ias da 9ida na @po-a da gra9ide=( essa mãe +a9ia re3eitado proPundamente o .'#lo -om amor e amamentL#lo1 \uando -riança( e durante todo seu -res-imento( o Pil+o ne-essitara de -uidados espe-iais( in-luindo tratamento psiQuiLtri-o1 \uando( so.re o proPundo desapontamento da mãe -om a gra9ide= Que o trou<era K lu=1 Ele a-+a9a simplesmente Que soPria do pe-ado da lu<[ria e e<-esso de se<ualidade( algo Que o Pa=ia temer seus impulsos se<uais e seu dese3o de se -asar1 Depois Que ele -ompartil+ou -omigo os seus anseios de 9en-er o Odio Que tin+a de si mesmo( .e.

e.oi A medida Que ele 9eio a a-eitar a si mesmo( dentro do amor aPirmador de Deus e de seus irmãos em 4risto( Que ele o.re ele1 4omo sempre( no -aso da las-N9ia( uma es-ol+a radi-al tem de ser Peita antes de uma oração dessas1 Mateus tin+a de es-ol+er 3amais 68 .-ura de Strauma de partoS1 Ele esta9a nas-endo en9olto pela pressão de uma solidão apa9orante1 Pare-e Que Pi-amos muito tempo nessa lem.ertação da las-N9ia1 Isso aPugentou um espNrito imundo Ho las-N9ia se<ualI Que apro9eitara a ne-essidade de -ura da alma para -olo-ar ainda mais um peso de las-N9ia so.ertação desse +L.rar( e tin+a a 9er -om a dor de ser separado dos rela-ionamentos de 9erdadeiro amor( a dor de estar desrelacionado .ito -ompulsi9o e -arregado de ansiedade1 Por@m( -omo muitas 9e=es o-orre( a las-N9ia tin+a( em algum ponto( entrado no retrato1 Al@m de pre-isar de oração pelo +L.' a-on-+egadamente em Seu -olo1 Esperamos na Sua presença at@ Que o 3o9em Posse -urado1 A .te9e li.atal+a -ontra agarrar sua genitLlia( .rin-adeiras se<uais inPantis( nem do perNodo nar-isista da pu.atal+a de toda uma 9ida( Poi 9en-ida1 O +L.ito de Mateus( -omo o desse 3o9em( não era apenas resQuN-io de .rança( mas a re3eição Que ele e<perimentara tin+a sido muito proPunda1 Repetidamente( -om 9o= repleta de ansiedade( ele des-re9ia o sentimento Que tin+a ao nas-erG # Estou tão terri9elmente sO( tão so=in+oW 4on9idamos o Sen+or para entrar nessa terrN9el solidão( pedindo Que Ele segurasse o peQueno .ito rela-ionado -om a ansiedade e o pa9or( Mateus ne-essita9a de oração para li.erdade( mas pro9eniente de pa9or e ansiedade inPantis1 Esti9era -om ele desde Que -onseguia se lem.

o dourados1 A transPormação( de signiPi-ado tão mara9il+oso( retrata a linda realidade pela Qual a peQuena lagarti<a da ias-N9ia Pora su.io psi-olOgi-o( o soPredor en-ontra diPi-uldade para Pa=er essa es-ol+a1 :m retrato inesQue-N9el dessa +esitação 9'se no +omem Pantasma des-rito por 41 S1 Le*is em 4 Brande A%ismo Ele se en-ontra do lado de Pora do -@u( tentando manter na mão a lagarti<a 9ermel+a da las-N9ia Que mora no om.idinoso( -om sua a-ompan+ante 9ida de Pantasia( ameaça( não sO a 9ida espiritual do -ristão( -omo 69 .a e ra.eça dourada( não muito menor Que o an3o( e a lagarti<a se transPorma em um imenso -a9alo .stituNda1 :m +L.ito li.re a rel9a1S1 Imediatamente o Pantasma -omeça a se transPormar num imenso( +omem de -a.rado a espin+a do .ora1 \uando o an3o se oPere-e para matar a lagarti<a( o Pantasma e<-lamaG SMas no -omeço 9o-' não me disse nada so.i-+o repugnante( 3ogou#o longe( so.re o r@ptil( tor-eu#o( enQuanto ele mordia e reme<ia( e então( tendo Que.re matar min+a lagarti<aW Não Queria in-omodL#lo -om algo tão drLsti-o -omo issoS1 Ele dese3a um alN9io gradati9o( mas o an3o l+e assegura Que esse m@todo não Pun-iona de modo algum1 ?inalmente( gritando a Deus por so-orro( o Pantasma permite Que o an3o mate a lagarti<aG SO -+ame3ante an3o Pe-+ou o pun+o 9ermel+o so.ro e -o-+i-+a no seu ou9ido( re-usando#se a Pi-ar Quieta1 :m espNrito ang@li-o( -+ame3ante de lu=( estL diante dele( -on9idando#o a es-ol+er o -@u e a alegria1 A peQuena lagarti<a 9ermel+a( @ -laro( impede essa es-ol+a e tem de ir em.permitir assentir em sua mente essa las-N9ia( 3untamente -om sua 9ida de Pantasia1 T impressionante -omo at@ mesmo nos -asos mais se9eros de dist[r.ran-o de 3u.

li-ada1 Os prOprios pais -res-eram e mudaram muito( para mel+or( porQue ele pode amL#los e -ondu=i#los a -amin+os mais retos e reali=adores1 Ele gosta de pensar nos pais G$omo eles são +o3e1 E de algu@m tendo tão pou-a per-epção( por si mesmo( de sua prOpria identidade pessoalR -omo um Pil+o( numa PamNliaR e -omo +omem entre +omens( Mateus agora repousa tranQ]ilamente no -on+e-imento -ada 9e= mais seguro de Quem ele @ e 7a a-eitação amorosa das outras pessoas1 A-+o Que uma das mudanças mais notL9eis na sua personalidade e<terior @ essa mara9il+osa sensação de estar se tornando Ele sente alegria ao -ompreender 70 .tam.rL#lo( pedindo Que ele -omentasse e lesse a sua +istOria antes Que ela 9iesse a ser pu.oa apar'n-ia # desta 9e= 9i.os @ramos de partes diPerentes do paNs( e mais uma 9e=( dessa 9e= de Porma Pesti9a( -on9ersamos( enQuanto tomL9amos <N-aras de -+L em min+a sala1 Mateus esta9a tão distante daQuele estado de desespero em Que o -on+e-i( Que pare-ia nun-a ter passado por aQuela esp@=-e de soPrimento1 Na 9erdade( eu ti9e de lem.@m ameaça a 9erdadeira imaginação1 Impede( na 9erdade( a 9isão poderosa do -a9alo de prata e ouro1 Mateus es-ol+eu a alegria em 9e= da las-N9ia( e pela oração( Pi=emos Pugir a lagarti<a 9ermel+a1 Antes e A'ora 8Lrios anos se passaram desde aQuele dia em Que Mateus apare-eu K min+a porta( e( -omo Quis o gra-ioso Deus( ele 9oltou -om sua .rante1 Era outra porta e outro estado( -omo am.

lemas Que ele tam.e tam.@m o preser9ou desde a inPYn-ia1 Ele sa.lemas Que ele outrora -on+e-era( pare-em gra9itar em torno dele1 Ele se mara9il+a de ser instrumento de Deus para a3udar outras pessoas Que soPrem dos pro.e disso mel+or Que ele e sua e<-lamaçãoG SDeus 9erdadeiramente tem posto Sua mão so.ido a3uda e a ne-essLria -ura psi-olOgi-a1 Sua orientação interior aponta9a Pirmemente naQuela direção( e se ele ti9esse -onseguido 9i9er sua 9ida proPundamente arraigada em Pantasia( sua -ura teria demorado mais para se Pirmar1 Ningu@m sa.Que( -om Deus( estL realmente -umprindo um destino reali=ador espiritual e artNsti-o1 4om isto tem e<perimentado um senso de lugar Algo Que o dei<a mara9il+ado @ Que Deus o ten+a -omissionado ao mundo e( ao mesmo tempo( l+e dado o enorme presente de( nele( ter um lugar1 7unto -om su-esso -ada 9e= maior na proPissão es-ol+ida( Mateus estL e<er-endo um minist@rio -res-ente para -om os Que -on+e-e pelo -amin+o1 Os Que soPrem dos pro.e( sem som.ra de d[9ida( Que se Deus o -urou( pode -urar a QualQuer pessoa1 Ele sa.@m Que não e<iste uma pessoa 9erdadeiramente S+omosse<ualS1 E<istem apenas aQueles Que pre-isam de -ura das re3eiçMes e pri9açMes( li.@m -on+e-eu e a-+a9a não ter solução1 Mateus @ algu@m( -u3a S+omosse<ualidade(S nun-a Poi desempen+ada ati9amente( mas -ertamente teria sido( se ele não ti9esse re-e.re mimWS @ de espanto e gratidão a Deus( Que não apenas o impediu de -air( mas tam.ertação do amor#prOprio pe-aminoso e dos atos Que pro9'm daN( e( 3untamente -om isso( o -on+e-imento de seu ser enalte-ido( Quando em 4risto1 71 .

us-a geral por identidade e por tornar#se pessoa1 A 9erdade de Que a plenitude e -ura 72 estão ligadas aos rela-ionamentos . mas não constituem a pessoa como ser humano* A ennett 71 Sims( ispo de AtlantaB 4s relatos da -ura de Lisa e de Mateus re9elam a -rise de identidade se<ual no [ni-o -onte<to em Que de9e ser entendido # o da .-apNtulo Quatro A us-a da Identidade -onPorme as Es-rituras *A sexualidade e o comportamento sexual são dimens5es de nossa qualidade de humanos.

repMem( e algumas +istOrias se en-ai<ariam em mais de uma -ategoria1 Masculinidade Reprimida A hist>ria de 1st@vão 73 .restaurados Hentre a pessoa e Deus( entre a pessoa e seu prO<imo e entre a pessoa e seu ser mais interiorI tem( espero eu( sido suPi-ientemente desta-ada e enPati=ada1 As +istOrias de Lisa e Mateus Poram sele-ionadas porQue am.lemas#raN=es e ne-essidades psi-olOgi-as .Lsi-as1 Estes -aem em grupos dis-ernN9eis( de igual modo( as maneiras apropriadas de se orar por -ada um1 Esses grupos na 9erdade se so.os -on+e-eram e<tremos no trauma de separação As estOrias de suas 9idas oPere-em e<emplos -lLssi-os de -ondiçMes e reaçMes a essas -ondiçMes Que podem le9ar uma mul+er a -entrar#se em mul+eres de modo desordenado( e um +omem a -entrar#se desordenadamente em +omens1 O indi9Nduo pode escolher um rela-ionamento l@s.i-o ou +omosse<ual Quando a ne-essidade de intimidade se torna -ompulsi9a1 Essa es-ol+a @ Peita( a Pim de ali9iar a solidão interior( numa tentati9a de en-ontrar um senso de identidade em relação ao outro1 As seguintes +istOrias de -rises de identidade se<ual são relatadas para desta-ar outras 9ariaçMes -omuns no -omportamento +omosse<ual1 Do minist@rio de nosso Sen+or( 9emos Que nen+uma -ura @ igual a outra( e assim( a oração por -ura nun-a pode ser redu=ida a POrmulas ou m@todos1 Mas( orando -om pessoas Que temem ser +omosse<uais e -om aQuelas Que 3L e<perimentaram -omportamentos +omosse<uais #Quer( -on-retamente( ou por meio de pensamentos e Pantasias #( passei a re-on+e-er -ertos pro.

ter suas -ara-terNsti-as positi9as1 Am.O dilema de Est'9ão era de9ido prin-ipalmente K sua peQuena estatura1 Angustia9a#se -om isso e por isso tin+a d[9idas e temores Quanto K sua -apa-idade se<ual1 Essas ansiedades -res-eram K medida Que -ontinua9a re3eitando o -orpo Pran=ino( e -om isso( sua mas-ulinidade1 No [ltimo ano de Pa-uldade ele tin+a( +L muito( passado a pu.erdade( mas ainda não se a-eita9a para ir adiante a Pim de o.oa apar'n-ia de outros( mas o taman+o PNsi-o e a -apa-idade de atletismo -ara-terNsti-os do atleta 9en-edor1 Em seu estado atual de espNrito( essas eram -ara-terNsti-as essen-iais K 9irilidade se<ual1 As imagens intrusas da mente de Est'9ão -entra9am#se( portanto( nos Orgãos genitais do ma-+o Que ele admira9a1 AQui( mais uma 9e=( re-on+e-emos a analogia entre a -ompulsão +omosse<ual e a ra=ão do antropOPago Querer -omer outro ser +umano # para o.re nOs os atri.utos Que sentimos Que nos Paltam1 :ma imagem intrusa e repetida Que de repente assedia nossa mente( Quando acolhida su%jetivamente.ter uma identidade se<ual segura1 O pro. torna#se parte de uma Pantasia -ompulsi9a na 9ida da pessoa1 Por outro lado( Quando ela Por imediatamente o%jetificada ) ou se3a( -olo-ada Pora da pessoa e analisada # a pessoa pode( não sO -omeçar a entender suas 74 .lema tornou#se -rNti-o Quando ele se 9iu en9ol9ido em Pantasias +omosse<uais -ompulsi9as1 Essas -omeçaram -om imagens mentais Que assalta9am sua mente Quando 9ia outros moços no -+u9eiro do ginLsio de esportes1 In9aria9elmente essas Pantasias en9ol9iam os tipos mais atl@ti-os1 Est'9ão( diPerente de Mateus( não admira9a o intele-to e a .os rePletem uma Porma distor-ida de tentarmosf tomar so.

@m pelo espiritual1 Dis-ernimos assim( entre a ne-essidade de -ura de alma e de sua proteção e li.al+am em -on3unto e de9emos tomar -uidado para orar pelo Pator psi-olOgi-o( -omo tam.@m por uma 75 .atal+a nesse ataQue -ontra sua mente( Quando permitiu Que a las-N9ia entrasse1 InPluen-iado .3eti9ar e e<er-er autoridade so.ertação das Porças alienNgenas Que pro-uram oprimi#la e mentir para ela1 SatanLs @ o tentador e a-usador HApo-alipse &$1&%I( Que tenta le9ar plena 9antagem so.tido a a3uda ne-essLria antes de -air em -omportamentos +omosse<uais ati9os( ele teria se li9rado de intenso soPrimento( pois este9e so.@m a ter autoridade so.Oli-o( surgido do Pundo de uma psiQu' não -urada( ou um mNssil destruti9o pro9eniente do inimigo de nossas almas( pode ser dis-ernida atra9@s da oração e assim( totalmente desarmada1 Muitas 9e=es( e @ esse o 9alor deste li9ro( as duas -oisas tra.re as imagens PLli-as Que atordoa9am sua mente1 Dessa Porma( a. opressão demonNa-a se9era1 Sempre Pora uma pessoa moral( sensN9el( tendo o.3eti9o( em 9e= de o.re o pro.impli-açMes psi-olOgi-as( -omo tam.as as Qualidades1 Mas sua mente esta9a presa( não apenas pelo imaginLrio demonNa-o( -omo tam.tido altas +onras por sua e<-el'n-ia a-ad'mi-a e artNsti-a numa uni9ersidade -on+e-ida por am.ou em atos +omosse<uais1 Se Est'9ão ti9esse o.astante pela propaganda +omosse<ual da atualidade( e não tendo assegurado sua identidade se<ual( ele -omeçou a dar lugar su.re aQuela imagem1 Se3a ela um retrato sim.riu a mente para a tentação e( Pinalmente( para uma Queda moral e espiritual Que a-a.lema psi-olOgi-o da pessoa Hno -aso de Est'9ão( o Pra-asso em assegurar sua identidade se<ualI1 Est'9ão perdeu a .

amos e nos mo9amos so.ertassem sua mente e o dei<assem1 Eu uso Lgua .o.atia em s@rias tre9as espirituais e mentais( -+eio de temor( Quando me pro-urou pela primeira 9e= para orar1 Nossa primeira oração Poi uma em Que ordenei aos poderes das tre9as Que li.ençoada( separada para este propOsito e -onsagrada por um sa-erdote nessa oração para sim.enta Ha. direção do EspNrito Santo( eu oro de a-ordo -om a ne-essidade da pessoa1 Mas geralmente( em um -aso -omo este( 76 .re o Que @( ou não( a 9erdade( era agoni=antemente soPrido e -N-li-o1 Esta @ a doença da introspe-ção( mal Que Est'9ão soPria em grau assustador1 Na 9erdade( ele se de.oli=ar Que as oraçMes da Igre3a estão -on-ordes -om a min+a1 T uma das oraçMes mais simples e rLpidas Que temos o pri9il@gio de Pa=er e reQuer apenas Que sai.sessão mental 9i-iada e -ontNnua Que -ontin+a dois elementosG uma -onstante anLlise de si mesmo # e<er-N-io Que o Pa=ia ol+ar para dentro( para en-ontrar alguma esp@-ie de 9erdade ou realidade pessoal # e uma anLlise -rNti-a -onstante daQuilo Que ele( anteriormente( +a9ia a-eitado -omo 9erdade1 Esse diLlogo interior era -+eio de soPismas irra-ionais Que sO destruNam os -on-eitos( mas não -onseguiam 3untar os Pragmentos -om QualQuer integridade Que satisPi=esse1 Outra maneira de des-re9er isso @ di=er Que seu pensamento( se9eramente introspe-ti9o( -+eio de d[9idas so. a autoridade Que nos Poi dada -omo -ristãos1 O dom do EspNrito Santo de dis-ernimento de espNritos estL operandoantes mesmo dessa oração1 O alN9io apOs esta oração( uma 9e= Que o ente deman a-o Por 9erdadeiramente dis-ernido e e<pulso( @ imediato1 A prO<ima oração em Pa9or de Est'9ão Poi -om a unção -om Oleo pela -ura e o aQuietar de sua mente1 So.

enignidade para -onos-o mesmo( go tam.eradamente a.unto a testa -om Oleo( Pa=endo sinal da -ru=1 A seguir( impon+o as mãos HKs 9e=es pressiono as t'mporasI pedindo a 7esus Que entre( -ure e a-alme a mente1 Espero( orando em sil'n-io( enQuanto 4 vejo Pa=endo e<atamente isso1 Depois dessa oração( Est'9ão esta9a pronto para Pa=er sua -onPissão e re-e.re nOs mesmosI em su3eição a 4risto H$4orNntios &%1"I1 Passamos então a 9er#nos( não mais por meio de nossos prOprios ol+os( nem pelos ol+os dos outros( mas atra9@s dos ol+os amorosos e re-epti9os de i(esus1 Somos( assim( im.stL-ulo -om segurança1 4omo 9imos( este @ um .@m para -om os outros1 T so.er a ne-essLria puriPi-ação e perdão1 ApOs isto( ti9emos de enPrentar suas ne-essidades psi-olOgi-as( a de a-eitar a si mesmo( peQueno -omo era( e a-eitar sua mas-ulinidade ainda Que 9iesse numa Porma menor do Que a Que ele ideali=a9a ou a-eita9a1 O ideal( -omo ressaltamos no -aso de Mateus( @ Que isto ti9esse sido Peito logo apOs a pu.edoria e aPirmação de algu@m nue esperasse e ou9isse ao Sen+or( -om ele( at@ Que pudesse 9en-er este o.re os 3oel+os # ou QualQuer Que se3a nossa mel+or posição de oração a Deus # fQue -ons-iente e deli.uNdos a a-eitar e aprendemos a e<er-iar a 9irtude da pa-i'n-ia e . 77 .erdade e muito antes da Pase atual1 Era um salto tremendo para ele( -arente de amor sensN9el( sa.andonar nossas 9el+as atitudes e imaginaçMes ina-eitL9eis a respeito de nOs mesmos e tra=er nossos pensamentos e a imaginação do -oração Hneste -aso( todos os pensamentos negati9os so.loQueio de atitude Que 9en-emos Quando escolhemos deli.eradamente passamos a a-eitar a nOs mesmos e -omeçamos a tarePa de ouvir.

@m no -oração de Deus1 As lem.ranças espe-ialmente +umil+antes do passado podem nos tornar temerosos de ou9ir a Deus e ao nosso ser interior por medo do Que poderemos en-ontrar( se o Pi=ermos1 Alguns temem Que ao enPrentarmos a 9erdade a nosso prOprio respeito( sai.@m a 9irtude Hdom de DeusI da auto#a-eitação1 Para Est'9ão( mesmo apOs ter a-eitado o perdão de Deus( o Pato de que ele tivesse ca(do dessa forma o impedia de a-eitar#se e( assim( de al-ançar o o.rem tam. são os Que des-o.rem Que 9erdadeiramente Deus @ amor1 Des-o. o 78 .3eti9o de -+egar K li.de estar presente em nosso prOprio -oração( -omo tam.amos( -om -erte=a( Que os nossos piores medos são 9erdadeiros # Que de alguma Porma somos mais 9is do Que os outros( ou( tal9e=( menos normais Que todo mundo Que -on+e-emos1 ?ugimos de enPrentar nossa solidão interior e temos pa9or da solidão de um lado( e da intimidade e -ompan+eirismo Que ne-essitamos -om PamNlia e amigos( de outro1 Mas todos os Que tomam -oragem e entram nessa esp@-ie de oração( não mais temendo 9er e re-on+e-er perante Ele as -oisas despre=N9eis do passado( ou os sentimentos proPundos a seu prOprio respeito e a respeito do outro.erdade e K maturidade1 Al@m de se perdoar( ele pre-isa9a ser pa-iente e manso para -om o SeuS Que errara( re3eitando apenas o -omportamento pe-aminoso1 Est'9ão tin+a de re-on+e-er Que a Pal+a em Pa=er isso tin+a -omo rai= o orgul+o1 Este @ o orgul+o Que( at@ Que se3a re-on+e-ido e -onPessado( impede#nos de -ompreender o Pato de Que somos( -omo todo mundo( -riaturas -aNdas( e( sendo -aNdos( somos pe-adores Que -ometem serNssimos erros1 Esta Pal+a geralmente es-onde( so.

@m ao Que @ .ram mão das id@ias negati9as e re-e.am em lugar delas( as pala9ras e atitudes positi9as dadas pelo Sen+or1 Vs 9e=es( em -asos #iarti-ularmente diPN-eis( 9oltamos Ks memOrias Que 3L Poram (G((iradas atra9@s da oração( por@m( desta 9e=( -om a pessoa -ons-i'nte e deli.ter a sal9ação por nossa perPeição ou por termos dado um 3eito de SdesPa=erS nossos pe-ados e erros passados1 :ma 9e= Que essa grande 9erdade e Smara9il+osa graçaS @ (Gompreendida( a pessoa( segue em Prente( Quase sempre por si mesma( para resol9er a Questão da auto#a-eitação1 Normamente( isso impli-a em .oa dose de SlutaS em oração -ontra nossas 9el+as atitudes( mas @ o Que nos torna Portes1 Nos -asos em Que o ponto de 9ista emo-ional para -om o SeuS se3a -ompli-adamente doentio( ou prolongado( serL ne-essLrio maior f3uda1 4om tais pessoas( min+a parte @ simplesmente esperar -om elas em oração( dirigindo# as -om mansidão para Que a.eradamente -on9ersando -om o Sen+or para o SeuS Que parti-ipou no -omportamento detestL9el( tomando -uidado para re3eitar apenas o -omportamento no-i9o1 Desta Porma( aQueles Que re3eitam a si mesmos podem gan+ar a ne-essLria o.3eti9idade Que pre-isam para e<er-itar a mesma 79 .elo( e Que se nos des9iarmos um sO momento dUEle( seremos no9amente -apa=es do Que @ 9ergon+oso e sOrdido1 Essa @ a plena a-eitação do -amin+o da -ru= # o modo de Deus sal9ar#nos Que ultrapassa QualQuer tentati9a nossa de o.Que denominamos de S-omple<o de inPerioridadeS( algo Que sempre in-lui uma Porma de orgul+o1 Ainda estamos tentando operar nossa prOpria sal9ação1 \uando -onPessamos nosso orgul+o( re-on+e-emos Que somos -omo os outros +omens # -aNdos e atraNdos ao Que @ 9il( -omo tam.

temos per-epção dos porqu@s de nossas PraQue=as parti-ulares1 Est'9ão( Que era perPe--ionista( -omeçou a per-e.Lsi-os de atitude desen9o9eram#se em sua personalidadeG H&I o modelo de não Querer desagradar( e H$I o modelo de ser ser9içal para -om a mãe pelo medo de desagradL#la1 Ele per-e. uma no9a lu= ilumina o passado da pessoa( e o.pa-iente a-eitação Que teriam para -om outra pessoa1 fsto @( ao mesmo tempo( uma lição proPundamente signiPi-ati9a $m +umildade( da esp@-ie Que a-eita +umildemente o eu peniente e perdoado1 Assim li.ertando aQueles Que( -omo Est'9ão( são deprimidos pela ira dirigida -ontra eles mesmos1 Esse ã#po de oração diPunde( dePlete( e -om toda a -erte=a( dispersa a #na1 )umil+ados( assim( diante do Sen+or( são -apa-itados a 1deeitar a si mesmos e Ele os ergue e torna suas 9idas 9erdadeiramente signiPi-ati9as Essa oração de es-uta @ o mel+or treino possN9el na prLti-a de sentir a presença de Deus1 Ao ol+armos para Ele( somos erguidos para Pora do inPerno do ego-entrismo e da introspe-ção1 Tornamo# nos -ens-ios de Deus1 Est'9ão aprendeu resolutamente a se -orrigir Quando -omeçasse a se dar -onta de Que esta9a se 9oltando para dentro # a prLti-a da presença do eu ) e( naQuele momento( a lançar o pensamento e os ol+os do -oração HimaginaçãoI so.re o Sen+or1 Tu conservar$s em pa6 aquele cuja mente est$ firme em ti. porque ele confia em tiSHIsaNas $01CI tem sido sempre a promessa de Deus e a mel+or de todas as maneiras de ser -urado do mal da introspe-ção1 Nessa oração de escuta.er Que( nisto( rePletia o perPe--ionismo do pai1 Ao mesmo tempo ele 9iu Que dois padrMes .eu Que +a9ia tentado proteg'#la dessa maneira( e por 80 .

edi'n-ia( o ser 9erdadeiro # a mas-ulinidade e tudo o mais # 9'm K tona1 \uando Est'9ão uniu sua 9ontade -om a de 4risto( ele en-ontrou e a-eitou sua 9erdadeira identidade mas-ulina1 Não 9en-eu sem luta( mas nessa luta +ou9e a plena metamorPose1 4omo a .ito da introspeção pela dis-iplina da oração Que es-uta a Deus1 Essas -ir-unstYn-ias pessoais( @ -laro( não o prepararam para o tra.uindo isso ao se<o( ora9a in-essantemente para Que o prO<imo Pil+o Posse menina1 Mas( em 9e= de uma menina( nas-eu Est'9ão( e ele de alguma Porma per-e.' e um .Que o Pa=ia1 O irmão( mais 9el+o( tin+a sido indis-iplinado( e a mãe( atri.al+o de separar sua identidade Hse<ual e em outros aspe-tosI da de sua mãe( mas +ou9e ainda( outro Pator mais impottante nessa diPi-uldade1 O seu pai( em.erdade e imediatamente depois( o tempo em Que desesperadamente pre-isa9a da aPirmação paterna para sair do -asulo nar-isista da adoles-'n-ia e a-eitar uma identidade mas-ulina madura1 Ou9ir @ o.ele-er os rela-ionamentos -omuns entre meninos e meninas1 Tudo isso 9eio -omo no9o entendimento para Est'9ãoR era o Pruto de tro-ar o 9el+o +L.e.al+o e era emo-ionalmente distante do Pil+o1 Est'9ão( uma pessoa intensamente leal( não podia admitir Que mal -on+e-ia o pai( em.ede-er1 Ao aprender a o.om .ora Posse e<-elente pessoa( esta9a proPundamente en9ol9ido no tra.ora o pusesse no pedestal mais alto possN9el1 Assim( ele não te9e o rela-ionamento ne-essLrio -om o pai( durante os anos -ru-iais da pu.rar( ele sempre tenta9a ser perPeitoR -umprir todas as e<pe-tati9as da mãe Quanto a ser um .eu o medo Que sua mãe tin+a de ter mais um Pil+o diPN-il de -riar1 Tanto Quanto Este9ão -onseguia se lem.om Pil+o1 Em respeito a ela( ele não tentou esta.oleta( tornou#se 81 .or.

us-a intele-tual e arstisti-a( negligen-iando a parte espiritual( PNsi-a e emo-ional de Seu ser1 Somos mais 9ulnerL9eis Ks tentaçMes e -ompulsMes estran+as Quando desen9ol9emos uma parte da mente ou personalidade em detrimento de outra1 A hist>ria de /os+ 7os@ 9eio de um lar -ristão onde +a9ia a.a.ados e -on9idou 9Lrios mem.erto a um ataQue s@rio -ontra sua mente1 Em lugar de a-eitar a si mesmo( Est'9ão se lançou proPundamente numa .rança desse episOdio Pi-ou registrada em sua mente( al@m de ter l+e pro9o-ado Portes emoçMes 1 Estran+amente( não -ulpa9a a mãe por 82 .ros da PamNlia para 9irem admirL#lo1 Aparentemente essa Poi a maneira da mãe a3ustar#se ao Pato de Que ela Queria uma menina em 9e= de um menino1 T -ompreensN9el Que esse in-idente ten+a -ausado um -onPlito tal( Que a lem.ranças Poi Quando a mãe -olo-ou nele um 9estidin+o -or de rosa de .muito Porte( de asas multi-ores( -om as Quais poderia 9oar e e<plorar o uni9erso1 )o3e ele @ uma pessoa estL9el( -onPiL9el e amL9el( Peli= e em pleno -ontrole de sua Udentidade +eterosse<ual1 Seus talentos a-ad'mi-os e artNsti-os Plores-eram1 EnQuanto es-re9o este li9ro ele estL go=ando de e<traordinLrio su-esso1 4reio Que uma das Portes intençMes demonNa-as era pri9L#lo do seu in-omum talento artNsti-o e intele-tual1 Outro Pator mere-e ser men-ionado( algo Que o dei<ou mais a.undYn-ia de amor e aPeto1 Ele tin+a( por@m( um pai muito Pra-o Ha Quem ele e a mãe ama9am e a-eita9am do 3eito Que eraI e uma mãe muito dominante( Que( na tenra inPYn-ia( tin+a a mania de 9esti#lo -omo se Posse uma garotin+a1 :ma de suas primeiras lem.

ter Peito issoR era e9idente Que ele a ama9a proPundamente1 ?ui des-o.ela e terna +istOria de amor1 Em 9e= de Pi-ar Peli=( ele se en-ontrou -onPusoG não Queria o papel do prNn-ipe 9iril1 Dese3a9a( no Pundo( Pa=er o papel da .rir Que ele a toma9a -omo modelo para sua 9ida # imita9a os seus mo9imentos e atos em 9e= das açMes do pai1 7os@ esta9a no [ltimo ano -olegial Quando per-e.desen9ol9idas -ara-terNsti-as Pemininas plenamente desen9ol9idas1 Tam.erta terrN9el Que despertou temores repentinos Quanto a si prOprio1 Esses temores Poram aumentados porQue( na mesma @po-a( alguns de seus -olegas -omeçaram a sugerir Que ele Posse +omosse<ual( apontando os seus tre3eitos -omo pro9a1 4omo 7os@ seguia o modelo da mãe( seu 3eito de ser Handar Palar( mo9imento de9ido da das a mãosI eram e de-ididamente K pro<imidade mas-ulinas Pemininos de seu eram Tam.ora ele ti9esse .@m por -ausa disso( em.ado de gan+ar o prin-ipal papel mas-ulino numa .lema -omum de pre-isar -ontrolar impulsos se<uais( -omo a maioria dos rapa=es de sua idade1 A primeira -oisa de Que 7os@ ne-essita9a( depois de ser assegurado de Que não era +omosse<ual( era -ompreender o Que a-onte-era -om ele # ou se3a( Que ele tin+a tomado -omo seu 83 .ele=a Peminina e meiga a Quem o prNn-ipe sal9a9a e -om Quem se -asa9a1 ?oi uma des-o.eu pela primeira 9e= Que pre-isa9a da a3uda Que sua mãe não poderia dar1 Ele gosta9a de desempen+ar pap@is nas peças de teatro Que sua es-ola produ=ia e tin+a a-a.@m( se<ual esse Suas as modelo rela-ionamento -om ela( ele demorou para separar sua identidad1 dela1 e -ara-terNsti-as su.oas ami=ades -om moças( não tin+a o pro.

a.rança Que l+e 9eio K mente era de si mesmo( ainda . a lu= da realidade1 :m a um( momentos em Que sua mãe o tratou -omo se Posse menina 9ieram K tona para Que ele S9isseS e tratasse deles1 Ele -omeçou a -ompreender -omo os atos da mãe +a9iam aPetado a imagem Que tin+a de si mesmo( e Que pre-isa9a mudar aQuela imagem Que e<-luNa sua mas-ulinidade1 Não era peQuena a tarePa de imaginar( espontaneamente( outra imagem ideal de si mesmo( no lugar daQuela Que sua mãe endeusara e na Qual in9estira1 Era importante Que ele agrade-esse a Deus pelo amor e aPeto de sua mãe( e Que re3eitasse apenas os -omportamentos e atitudes erradas para -om ele( -omo ma-+o1 Isso Poi PL-il para ele porQue o 84 .uNram para essa -onPusão de identidade se<ual1 Estran+amente( ele te9e de ser -on9en-ido da ne-essidade de perdoar a mãe por ela H&I ter dese3ado uma menina mais Que um menino e H$I tratL#lo -omo menina em 9e= de menino # pois( -omo de-larou repetidas 9e=es( nada tin+a -ontra ela1 Ti9e de pressionL# lo -om o Pato de Que( em.e.modelo de 9ida a mãe( ao in9@s do pai1 Pre-isa9a tam.ados -or de rosa( -er-ado de parentes =angados por desapro9arem aQuilo1 V medida Que o Sen+or Poi agindo em sua memOria( ele passou a perdoar a mãe por aQuilo Que anteriormente identiPi-a9a apenas -om os sentimentos dela e não -om os sentimentos dos parentes -+ateadosR pare-e Que ele 9ia( pela primeira 9e=( os atos de sua mãe so.'( usando um 9estido de .@m es-lare-imento do porqu@ isso o-orrera1 EstL9amos então preparados para orar pela -ura das memOrias Que -ontri.ora ele não ti9esse ressentimentos -ontra ela( ele teria de discordar dos atos dela \uando -omeçamos a orar( a primeira lem.

lema era totalmente diPerente1 A mas-ulinidade não esta9a mais reprimida( sua identidade se<ual esta9a separada da de sua mãe( e ele e<perimentara .i um telePonema de 7os@( mar-ando outro en-ontro1 \uando -+egou( PiQuei surpresa -om a mel+ora em seu modo de se apresentar1 Seria ne-essLrio pro-urar muito( para 9er algum 9estNgio dos tre3eitos de Pala ou mo9imento1 Sem d[9ida a -apa-idade dele -omo ator o a3udou a ePetuar a mudança em .lema( ela at@ re-e.@m ne-essita9a de -ura1 Seu pai dese3ara um menino Quando ela nas-eu( e ela e<perimentara proPunda re3eição1 Para piorar o pro.rela-ionamento -om a mãe no geral era positi9o e de muito aPeto1 ?oi ainda mais PL-il porQue ele per-e.alN9io e a normali=ação de seus impulsos se<uais1 Esta9a( por@m( tendo 85 .re o Que Pora um dilema muito doloroso( e en-ora3ado pelas oraçMes( saiu de min+a -asa e não ti9e notN-ias dele por Quatro ou -in-o meses Então( re-e.eu Que ela tam.em pou-o tempo1 Agora seu pro.eu um nome mas-ulino1 Depois de orarmos a respeito dessas QuestMes( ungi sua testa -om Oleo( pedi Que nosso Sen+or entrasse( -urasse e -olo-asse no -urso normal os dese3os e impulsos se<uais do 7os@ de de=essete anos1 Imaginamos essa -ura a-onte-endo e agrade-emos a Deus por ela1 ApOs esta oração( mudar eu o -ondu=i tre3eitos( para( -ons-iente Que e ele deli.tido so.eradamente( seus sugerindo sele-ionasse o +omem mais mas-ulino Que pudesse imaginar -omo seu modelo # algu@m a Quem ele admira9a -omo -ristão( -omo lNder( marido e pai # e isso ele prometeu Pa=er1 7os@( animado -om todo o no9o es-lare-imento o.

renatural1 T -omo se o prOprio SatanLs pegasse a a-usação( -on9en-esse a 9Ntima de Que o Que @ mentira( @ 9erdade e mudasse a -oisa toda( rapidamente( numa tentação demonNa-a para ela e<perimentar a ati9idade +omosse<ual1 E<iste uma nature=a -ompulsi9a na -oisa toda( -omo 9imos nas +istOrias de Mateus e de Est'9ão1 (omosse)ualismo +raum&ticas da In.diPi-uldades porQue o dese3o e os impulsos se<uais não mais reprimidos( pare-iam#l+e e<-essi9os1 )a9ia -omo orar tam.-ncia Relacionado com E)peri*ncias As hist>rias de Cuel e 9oreno O estupro +omosse<ual( ao dei<ar em seu rastro traumas não resol9idos e não -urados( uma auto#imagem proPundamente Perida e um monstruoso senso de -ulpa Hpor ter parti-ipado do ato( ainda Que sem QuererI( pode( mais tarde( a.@m por este pro.lema1 Agrade-emos a Deus por essa energia -riati9a dentro de 7os@ e pedimos Que QualQuer e<-esso pudesse ser -anali=ado atra9@s de e<er-N-ios e outras ati9idades -riati9as( at@ o tempo em Que ele se -asasse1 Antes de dei<armos a +istOria de 7os@( pre-iso desta-ar os trLgi-os resultados Que podem ad9ir por sugerir ou a-usar algu@m gu@m del se<#+omosse<ual#porQue sua apar'n-ia ou seu 3eito sugerem o se<o oposto1 Antes Que algu@m -omo 7os@ se3a iluminado Quanto Ks ra=Mes da apar'n-ia ePeminada( uma sugestão ou a-usação dessas me pare-e o Que sO posso des-re9er -omo Porça so.rir a 9Ntima para temores de Que ela se3a +omosse<ual( e dali -ondu=i#la ao +omosse<ualismo 86 .

e.assumido1 Esses in-identes( muitas 9e=es( a-onte-em -om meninos( Que de uma ou outra Porma( não Poram psi-ologi-amente protegidos1 O -aso de Ruel ilustra o Que Quero di=er1 Seu pai o a.'( e ele Poi -riado pela mãe e a9O1 As 9isitas Que re-e.al+ar o mesmo mal em nOs1 Os temores e as tentaçMes Que seguem um Pato -omo esse são o.iam geralmente eram do g'nero Peminino( amigas de sua mãe( a9O ou de uma ou outra tia Que( em @po-as diPerentes( moraram na -asa1 \uase não +a9ia +omensR Quanto mais +omens Portes e Nntegros( a Quem amar ou seguir -omo modelo1 Essa situação( por si sO( 3L tin+a o ePeito de impedir o desen9ol9imento mas-ulino de Ruel1 ?aminto da ami=ade mas-ulina( ele timidamente tra9ou -on+e-imento -om um +omem mais 9el+o( e isso -ulminou -om o -+oQue repentino de um +umil+ante estupro +omosse<ual1 En9ergon+ado e +orrori=ado( ele nun-a te9e -oragem de -ontar a ningu@m o Que a-onte-era1 Mais tarde( dei<ando de -onseguir uma identidade se<ual segura depois da pu.ra dele1 Essa memOria( não 87 .erdade( -omeçou a pensar Que Posse mesmo +omosse<ual1 Esse temor o mar-ou seriamente e modelou sua 9ida( durante 9Lrios anos( antes Que ele en-ontrasse a -ura Que tanto pre-isa9a1 Ti9esse o seu pai sido uma realidade amorosa e presente em sua 9ida( sua reação ao estupro +omosse<ual teria sido pro9a9elmente resol9ida e -urada( ou ao menos -ondu=ida em outra direção1 Na 9erdade( por di9ersas ra=Mes( o in-idente pro9a9elmente nem teria a-onte-ido1 :m pai protetor @ Porte empe-il+o para oPensores desse tipo1 \uando nossa Palta de -on+e-imento espiritual o permite( SatanLs apro9eita a o-asião dos pe-ados de outros -ontra nOs( para tra.andonou Quando ele era .

9ios dessa -ategoria1 Outros são menos aparentes( mas todos são muito -omuns Quanto a 88 .re uma porta indese3L9el Que dL a-esso K mente1 Por essa porta a las-N9ia pro-ura entrar1 A pessoa( então( estL enPron+ada numa guerra espiritual1 O -+oQue da e<posição a materiais pornogrLPi-os ou orgias grupais de mastur.rança traumLti-a1 Nessa oração( a 9Ntima perdoa KQuele Que pe-ou monstruosamente -ontra ela1 Os ePeitos deste pe-ado são lançados para longe( para Que a pessoa não este3a mais presa( mar-ada ou Perida por eles1 Então( -onPorme o EspNrito Santo -ondu=ir( -on9idamos o Sen+or a entrar na memOria( puriPi-ando e -urando1 O Palso senso de -ulpa( assim -omo QualQuer -ulpa 9erdadeira Que 9eio depois( @ enPrentado e remo9ido1 Vs 9e=es( a pessoa tem uma mLgoa -ontra Deus e isso tam.rindo as portas para -ompulsMes +omosse<uais Que -+egam depois1 O -+oQue @ aumentado Quando +omens adultos são os instrumentos por meio de Quem 9em essa e<posição1 A ne-essidade prin-ipal( -laro( @ de -ura da prOpria lem.ação pode aPetar a mente 3o9em de maneira semel+ante ao ePeito do estupro +omosse<ual1 Essa e<posição @ um estupro da mente( a.rança desse in-idente não @ apagada( mas a dor @ remo9ida1 T possN9el pensar no Que a-onte-eu sem a 9el+a 9ergon+a e +umil+ação1 Nesse -aso( apOs orar pela li.-urada( estraçal+a a 9ida imaginati9a e por meio dela( a.ertação de QualQuer opressão demonNa-a ou espNrito de las-N9ia se<ual( oro para Que se Pe-+e a porta para a mente atra9@s da Qual imaginação( temor( -onPusão e +umil+ação do -oração ten+am entrado1 O -aso de Ruel @ um dos mais O.@m @ -onPessado1 A lem.

lema1 Essa oração le9ou#o imediatamente a re9i9er uma -ena Que o-orreu minutos apOs o seu nas-imento1 No desenrolar da -ena( ele 9iu o pai entrar no Quarto onde a-a.ia Que dentro de sua +omosse<ualidade +a9ia elementos de ressentimento e re.oa apar'n-ia( -om uns Quarenta anos de idade( era a.rin-ar de .e<peri'n-ias inPantis de re3eição de9ido ao g'nero( ou at@ mesmo a dePormidades de nas-ença1 Loreno( +omem magro e de .rin-ar -om os meninos1 In-ons-ientemente( ele tenta9a ser a menina Que seu pai tanto dese3a9a1 Ruel e Loreno en-ontraram a -ura Que tanto .ara de nas-er1 De repente( a sala esta9a -+eia de de-epção e pesa9a so.us-aram( -uras 89 .ertamente +omosse<ual( desde a adoles-'n-ia1 Isso -ausara se9eros -onPlitos entre ele e seu pai e uma rusga -om o resto da PamNlia1 Ele desapro9a9a a si mesmo( mas dePendia a-irradamente seu -omportamento( Quando dis-utia -om o pai1 Sa.one-a e -om as meninas( em 9e= de .e -omo lidar -om isso1 Esse +omem 9iera a 4risto 11urna -on9ersão aut'nti-a( mas luta9a sem o.ter 9itOria -ontra a orientação +omosse<ual de toda a 9ida( at@ Que Deus trou<e s sua memOria a rai= do seu -omportamento1 Isso a-onte-eu (uando pedNamos ao Sen+or Que entrasse em sua memOria para he9elar a g'nese de seu pro.eldia -ontra o pai( mas nun-a sou.@m o -oração1 Essa re3eição e<pli-a9a por Que mais tarde Loreno( para a -onsternação da PamNlia( tenta9a tornar#se a menina da PamNlia1 \ueria .re ele1 O pai ol+ou para ele e disse -om despre=oG SMais um meninoWS Depois( 9irou as -ostas e saiu do Quarto( pois ele era o ter-eiro Pil+o +omem( Quando uma menina era muito dese3ada1 Tudo isso Loreno S9iuS e re9i9eu( desta 9e=( -ompreendendo o -on-eito e tam.

ranças( podem in-luir tempos em Que adultos e<perimentam proPunda pa= e a remoção de .' a re-e.idos de trauma inPantil( os pais podem simplesmente impor as mãos so.@m( @ -laro( pode Pa=er a mesma oração -omo -+ePe de sua PamNlia( pois +L proteção espe-ial Que 9em para toda a PamNlia( por meio dele e de suas oraçMes1 Outros e<emplos de -uras( sem o le9antamento dessas lem.os estão plenamente aPinados -om sua identidade mas-ulina( -asados e Peli=es1 +rauma de Parto e Repressão da Masculinidade 4risto pode entrar e -urar traumas pr@ natais( de parto e da primeira inPYn-ia( sem ne-essidade da pessoa re9i9er a memOria1 Em -asos sa.re o peQuenino e orar( sa.Que trou<eram alN9io Peli= e li.er o seu amor HmaternoI e -om isso um senso saudL9el de -omo @ um ser [ni-o( espe-ial1 EnQuanto ora( ela pode Pormar retratos Peli=es de P@ em sua mente( entregando#os K lu= de Deus( pedindo e agrade-endo Sua .loQueios emo-ionais( apOs a oração pela -ura de traumas inPantis1 Por@m( +L o-asiMes em Que a pessoa re9i9e toda a e<peri'n-ia1 \uando isso o-orre( 9emos -laramente -omo a dor PNsi-a e psi-olOgi-a pode ser de tal intensidade Que o S.er o seu amor1 ApOs essa oração ini-ial( o pai e a mãe poderão -ontinuar de 9e= em Quando( a orar espe-iPi-amente pela -riança enQuanto ela dorme( pedindo Que o Sen+or entre na 9ida do peQuenino( espal+ando Seu amor e Sua lu= no mais proPundo do -oração inPantil1 A mãe pode orar espe-iPi-amente para Que Ele -apa-ite o .'( aPastando o medo e -apa-itando#o a re-e.e.erdade1 )o3e am.e.ranças dolorosas e -urarL o .'S ainda soPre 90 .e.'nção1 O pai tam.endo Que nosso Sen+or entrarL naQuelas lem.

solutamente in-apa= de dirigir o -arro em -ampo a.ros tra.dentro do adulto -res-ido( Que ainda tem medo de estar Pora do [tero( -ondição Que reprime o eu 9erdadeiro e -om isso( a 9erdadeira mas-ulinidade1 :ma dessas -uras Poi de um 3o9em marido e pai Que era a.erto Pora da -idade( ou mesmo andar de a9ião1 Ele não -ompreendia por Que pre-isa9a de -oragem para sair da -ama de man+ã( e no9amente para sair de -asa para ir ao tra.al+o1 )a9ia se tratado desses temores e Po.ia anteriormente so.Namos o (ue era1 Em momentos ele me inPormou SEstou nas-endoS e imediatamente sou.re isso( #e não pre-isa9a( pois logo passei a S9erS e re9i9er -om ele todo d drama doloroso de seu nas-imento1 EnQuanto orL9amos( ele -omeçou a 9er um peQueno -Nr-ulo de lu=( Que não sa.ili-al em 9olta do pes-oço( enQuanto o peito( ao mesmo tempo( esta9a sendo esmagadoG a dor era lan-inante1 Eu en<erga9a -ada terrN9el 91 .ai<o( -ordão um.eça at@ a lu=1 Esta9a engasgando( rosto para .lemas( e preo-upados Que sua -apa-idade de gan+ar o pão de -ada dia esti9esse se tornando -ada 9e= mais restrita( -aso -ontinuasse assim1 Eu não tin+a a mNnima id@ia de Qual seria o seu pro.ias( mas pare-ia Que esta9am piorando em 9e= de mel+orar1 Ele e a esposa esta9am -ansados de tentar resol9er esses pro.lema( mas Quando -omeçamos a orar por ele( imediatamente( o 3o9em pai entrou na e<peri'n-ia do nas-imento( Que era na 9erdade muito traumLti-a1 Eu nada sa.al+aram aPlitos para empurrar a -a.emos Que aQuela lu= era o Que ele 9ia al@m do -anal do nas-imento1 Tudo pare-ia normal at@ aQuele momento( Quando então -omeçaram as -ontorçMes doloridas de um parto diPN-il1 Os om.

ora não sou.' re-@m#nas-ido1 \ue ele pudesse Pa=er tais sons Poi total surpresa para mim1 Esse +omem era algu@m Que( at@ Que Posse -urada a memOria do parto traumLti-o( por meio do Qual 9eio ao mundo( ainda temia estar Pora do 9entre materno1 DaN o medo de espaços a.rança da dor no peito era a mais Porte de todas e tin+a permane-ido em sua memOria in-ons-iente -omo algo realmente terrN9el1 Então( orei pela insuportL9el solidão Que ele sentiu apOs ser dei<ado de lado( sem -uidados( -om Prio e terrN9el dor( enQuanto atendiam a sua mãe1 O rosto enorme do m@di-o apare-ia -omo algo temeroso1 HT importante notar Que ele sempre ti9era um medo Quase patolOgi-o desse m@di-o( em.e.em de si mesmo -omo um +omem entre os +omens1 92 .re uma 9ida1 Ele +a9ia du9idado seriamente de sua mas-ulinidade e nun-a pudera pensar .rar o -ordão no pes-oçoI1 \uando terminou o re9i9er desse nas-imento traumLti-o( pedi ao Sen+or Que enrolasse o peQuenino no -o.@m( em momentos de estresse( ele engasga9a sem e<pli-ação( -omo a-onte-era ao relem.esse por Que1 Tam.momento e ministra9a a ele -omo se o nas-imento esti9esse de Pato a-onte-endo1 Orei pedindo a miseri-Ordia e a3uda de Deus enQuanto ele Spassa9a pelo -analSR orei por alN9io e li9ramento enQuanto ele engasga9a -om o -ordão( e por -ura e tam.@m para Que -essasse a dor em seu peitoI1 A lem.ertos1 4om esta -ura( aos pou-os ele -onseguiu a normalidade1 T PL-il 9er -omo a mas-ulinidade de uma pessoa seria terri9elmente reprimida -om os temores e as Po.ertor do Seu amor( e aQuele +omem pode e<perimentar isso ao ini-iar a -ura dessa memOria1 4+orou -om sons de um .ias Que tal e<peri'n-ia de nas-imento podia dei<ar so.

er o amor materno e -om este o senso de ser Em.ora ele ti9esse soPrido 9Lrias -rises ner9osas e( a maior parte de sua 9ida( passado por tratamento psiQuiLtri-o ele Poi menos Perido do Que poderia ter sido1 Tin+a simplesmente medo de estar Pora do 9entre e e<traordinLria ne-essidade de -urar as memOrias de dor PNsi-a o-orridas na inPYn-ia1 A hist>ria de /oão 7oão era -asado e esta9a -om 9inte e pou-os anos Quando seu pai morreu1 ?oi a partir daN Que ele( uma pessoa muito -arente( passou a ser +omosse<ual( uma prLti-a Que alimentou durante dois anos 4om seu proPundo dese3o interior( ainda insatisPeito( e o -asamento -om s@rios pro.rissem o Que ele tin+a sido( temia Que sua mul+er o dei<asse( mas a-ima de tudo( tin+a um pa9or terrN9el do Pra-asso1 Al@m desses medos( sua -ompulsão +omosse<ual 9oltou a ser Porte demais para -ons-ientemente negar ou reprimir( e ele temia Que Posse( na 9erdade( um per9ertido1 Esta9a no meio de uma proPunda -rise1 93 .' Que este Pi-a in-apa= de re-e.4ertos soPrimentos Que o-orrem durante o nas-imento traumati=am de tal Porma o .er o amor da mãe # passa a agir -om esQui=oidia em relação a ela1 Esse +omem Poi um dos Peli=es porQue psi-ologi-amente não retro-edeu at@ o 9entre( ao ponto de ser in-apa= de re-e.lemas( 7oão tentou se li9rar do -omportamento +omosse<ual1 Então ele en-ontrou 4risto e( plenamente -on9ertido( tornou#se ardente testemun+a da P@1 Por@m( -er-a de de= anos apOs sua -on9ersão( todos eles 9i9idos -omo -ristão -onsagrado e plenamente dedi-ado( 7oão -omeçou a desmoronar1 Tin+a medo de Que seus Pil+os des-o.e.

rutali=ados pelo pai( passaram tempo na prisão e se en9ol9eram -om a esp@-ie 9iolenta de +omosse<ualismo Que inPesta as -adeias1 \uando 9olta9am para -asa( a.ranças apodre-iam dentro dele( ainda sem -ura1 Sua mas-ulinidade tin+a( @ -laro( sido seriamente reprimida pelo am.esse Que o [ni-o -amin+o era atra9@s da oração( no inN-io resistiu1 Isso porQue a-+a9a Que a oração Posse 94 .iente em Que ele -res-era1 Depois Que -ompartil+ou esta +istOria -omigo( algo Que antes nun-a -onseguira -ontar -ompletamente a algu@m( passamos K oração1 Em.ondosa para -om 7oão( algo Que ele( toda a 9ida( dese3ou1 EnQuanto suas irmãs -res-iam( ele tin+a de -on9i9er -om o Pato de Que o pai as molesta9a se<ualmente e Que não podia Pa=er nada a respeito1 Ele o.e o pior do -omportamento desumano1 Não era de se admirar Que esti9esse desmoronando1 Todas essas lem.al+o1 7oão teria de enPrentar agora sua solidão interna( todos os medos e as tre9as Que por tanto tempo re-usara a 9er e admitir a e<ist'n-ia1 Sua +istOria @ terrN9el1 Tem a 9er -om um pai 9iolento e irmãos mais 9el+os Que prati-a9am a +omosse<ualidade dentro do lar( -omo parte da sNndrome da ordem do mais 9el+o para o mais no9o1 Seu pai 3amais ti9era um sorriso ou uma pala9ra .usa9am dos meninos mais no9os de modo semel+ante1 A 7oão( o -açula( pare-e Que -ou.ranças( tin+a parado de Pa=er o seu tra.ser9a9a tam.@m o seu pai es-ol+er namoradas para os irmãos mais 9el+os e depois ele prOprio as sedu=ia1 Esses Pil+os( .Nesse estado de prostração( atendeu o -on9ite insistente da esposa e pro-urou#nos para oração1 Seu -ons-iente( e<austo por reprimir todos os 9el+os temores( as negaçMes e p@ssimas lem.ora ele sou.

apenas o e<er-N-io do -ons-iente e Que pre-isaria entender e resol9er -ons-ientemente o pro.eça in-linada Quase no -+ão( -omeçou a prantear sem -ontrole( enQuanto o proPundo Odio de seu pai surgia e 3orra9a do -oração1 Ele tin+a de perdoar o pai( e esse perdão 9eio dos re-enditos mais proPundos de seu -oração Perido1 Pare-ia#l+e Quase uma impossi.lema todo1 E isso era o Que ele menos -onseguia Pa=er1 dei<ando ?oi então eu Que pedi Que rela<asse ele -ompletamente( Que orasse( enQuanto simplesmente ol+a9a para 7esus -om os ol+os do -oração1 Sua -ura ilustra o 9alor inestimL9el da imaginação( de SretratarS o Que estamos pedindo em oração1 Al@m de ser uma Porma 9Llida de S9erS( a.@m o Quanto o Odio pode estar ligado ao amor1 Re-on+e-endo Que +a9ia Odio -ontra o pai( pedi Que ele imaginasse seu pai em p@( diante de 7esus1 T muito diPN-il ol+ar para -ima e 9er 7esus Quando o -oração estL repleto de Odio1 E @ diPN-il imaginar o rosto da pessoa a Quem odiamos1 Tentamos apagL#lo( aniQuilL#lo1 7oão não -onseguia 9er um SretratoS de 7esus ou de seu pai( mas entregou#se K Presença do Sen+or e -om a -a.re o -oração para QuaisQuer retratos Que Deus Queira en9iar1 Deus nos manda Sua a3uda e 9erdade( e isso muitas 9e=es 9em -omo um SretratoS1 A -ura de 7oão demonstra tam.ilidade1 Assim mesmo( ele sa.usos Que ele soPrera nos primeiros anos -om o seu pai1 Orando para Que sua vontade Posse Portale-ida( e insistindo Que 95 .ia Que pre-isa9a 9en-er esse impasse( pois não podia mais -ontinuar no -amin+o atormentado em Que esti9era1 Eu l+e assegurei Que amar e perdoar ao outro @ uma Questão da vontade e não das emoçMes( e Que seus sentimentos naturalmente rePletiam os a.

@m pala9ras de -ura1 Tam.@m os Que morreramc T mara9il+oso imaginar isso( e( -laro( podemos apenas imaginar1 Mas isto eu seiG Quando somos -urados em nome de 7esus( Ele nos mostra imagens de -ura( -omo tam.ai<o ainda( ergueu de9agar o .ele imaginasse o rosto de seu pai( pedi Que voluntariamente estendesse a mão e tomasse a mão de seu pai1 4a.is.ondade Nesse instante ele ol+ou lentamente para -ima para 9er aQuele rosto Que sempre Pora tão se9ero e +ostil -om ele1 E eu nun-a me esQue-erei sua surpresa Quando ele S9iuS o rosto do pai1 #Meu pai estL sorrindoW EstL sorrindo para mimW F e<-lamou Não entendo o sorriso Que pare-eu a-almar toda uma 9ida de -ar'n-ia de 7oão( mas ten+o 9isto isso a-onte-er muitas 9e=es( 3untamente -om o Pruto saudL9el Que dele resulta1 SerL Que e<iste algo no perdoar Que não sO li.raço para o do pai( -+orando e di=endoG # Eu Quero perdoL#lo( Pai( @ minha vontade perdoL#lo1 # Pedi então Que erguesse os ol+os para o rosto do pai e dissesseG # Pai( eu te perdeo1# Para susto meu( torrentes de amor reprimido -omeçaram a 3orrar1 7oão repetia -+orandoG # Papai( eu te amo( Papai( eu te amo1 Eu te perdeo1 7esus( perdoa#me por ter odiado meu pai1 A3uda#me( 7esus1 Perdoa#me1 Então( 9oltando#se para o pai( disseG # Se ao menos ti9esse me dito uma [ni-a pala9ra de .@m sei o seguinteG na oração de perdão de 7oão( ele passo[ a ter um rela-ionamento -om o pai( algo Que nun-a pede al-ançar durante a 9ida de seu pai1 8o-' de9e lem.erta os 9i9os( -omo tam.us-ar par-eiros +omosse<uais somente depois da morte do pai1 No seu -oração( 96 .rar Que 7oão -omeçou a .

ertador e -urador( en-+esse todos os espaços 9a=ios onde os tentL-ulos das raN=es esti9eram1 Esperamos at@ 9er isso a-onte-er( at@ Que não +ou9esse mais medo no seu -oração1 4omo o -o<o Que( Quando -urado entrou saltando no Templo( lou9ando a Deus HAtos C1&#&%I( a reação de 7oão( Quando se 9iu li9re( Poi de '<tase1 Tendo .us-a de si mesmo em outra pessoa1 Esta9a nas garras de uma aguda -rise de identidade1 Ao perdoar o pai( 7oão preparou o -enLrio para sua li.ir e sair de dentro de 7oão1 Então( pedi Que 7esus( -om Seu amor li.sempre pro-urara gan+ar o amor e aPeto do pai # aQuele [ni-o sorriso1 A morte do pai( antes Que isto a-onte-esse( dei<ou o garotin+o Perido( em 7oão( -+orando por aQuele amor paternal( -lamando para Que uma identidade mas-ulina 9iesse -om esse amor1 Tal9e=( em parte( ele esti9esse pro-urando o pai nesses rela-ionamentos1 T -erto Que ele( -omo Mateus( esta9a em .us-ado( por muito tempo o Sen+or e essa -ura( ele Pi-ou mara9il+ado ante a sua realidade1 8er sua alegria era algo a.ertação do temor de Pal+ar1 Esse temor não era mera er9a danin+a no 3ardim de seu -oraçãoG era uma enorme rai= Que suPo-a9a e ameaça9a toda sua 9ida interior( e Poi assim Que se apresentou no retrato Que 9eio K sua mente( enQuanto eu ora9a1 A oração para a remoção dessa rai= pare-ia a oração para arran-ar( pelas raN=es( uma 9el+a e Peia Lr9ore1 Orei para Que as raN=es Possem soltas pelo amor de Deus e pelo Seu poder adentrando em 7oão1 EnQuanto isso -omeça9a a a-onte-er( 9i o medo su.ençoado1 Em 7oão( 9emos o trauma não -urado do estupro +omosse<ual na inPYn-ia( a total repressão da mas-ulinidade por um pai e um 97 .

er Que não -onseguia -ompartil+ar sua 9ida -om outras pessoas( in-luindo moças1 Simplesmente não tin+a tempo para o outro1 O outro interPeria em sua arte1 :ma mul+er de 9erdade dL tra. passo a passo( se torna mais importante( -ompulsi9o e terri9elmente sem saNda1 8emos sua deli.Próprio /esordenada0 A hist>ria de Codolfo /esordenado ou Inse'urança RodolPo era um 3o9em e<-essi9amente -riati9o( .al+o1 A o.iente +ostil e o terrN9el dese3o do amor paterno e de sua prOpria identidade misturados num sO1 Sua maior -ura 9eio Quando ele li.ertou#se do Odio reprimido -ontra o pai e Poi -apa= de perdoL#lo1 Amor. termo o-ultista para uma mul+er imaginLria1 Esta @( na 9erdade( a prLti-a da mastur.erada e arrasadora des-ida ao inPerno do seu ego Palso e nar-isista1 RodolPo( -om sua -ompreensN9el ne-essidade de tempo e solidão em .ação a-ompan+ada de uma 9ida de Pantasias1 O leitor o.am.em su-edido intele-tual e artisti-amente( muito al@m de seus -olegas e( Ks 9e=es( superando at@ seus mestres1 Eu o -on+e-i Quando ele -omeçou a per-e.us-a de sua arte( esta9a tendo diPi-uldades para 98 .ra prima de 4+arles Xilliams( -escent into ?ell HDes-ida ao InPernoI( imagina de modo -+o-ante a Queda de um +omem Quando ele de-ide amar a si mesmo( em 9e= de uma mul+er de -arne e osso Que -onsome o tempo1 No lugar dela( ele SadotaS um sDcu%o.ser9a sua deterioração( Quando ele aProu<a sua ligação -om uma mul+er real e o mundo ilusOrio Que ele escolhe.

@m des-o.riu Que esta9a preso ao +L.sessão Que nun-a Pugia de sua mente1 Era um .aQue para seu orgul+o( admitir Que o +L.ito o domina9a( e al@m do mais( as tentaç5es e fantasias decorrentes dele estavam se tornando fantasias homossexuais 7unto -om esses a-onte-imentos Que a.ai<o de sua -apa-idade e seus tutores Poram Pran-os em Pa='#lo enPrentar esse Pato Que tra= desalento a QualQuer um1 Ao 99 .ito da mastur.ia( -om uma orgul+osa autosatisPação -om a segurança Que isso l+e da9a1 Mas( diPerente de Xent*ort+( -omeçou a per-e.aprender -omo -ondu=ir em sua pessoa os dons artNsti-os Que Deus l+e dera1 Antes Que aprendesse( esta9a -orrendo perigo de ir pelo -amin+o de Xent*ort+( a personagem no roman-e de Xilliams1 7o9em( ine<periente em muitos aspe-tos e ainda preso K Pase nar-isista de sua e<ist'n-ia( por um tempo( sentia#se .ala9am seriamente a 9isão de si mesmo( -+egou o maior .em assim( porQue seus dons l+e deram um lugar entre seus -olegas1 Ele +a9ia agido( agora per-e.ação tin+a se tornado o.lema -om isso1 Mas agora( a Questão do +L.aQue para seu orgul+o1 Seus mentores mais respeitados esta9am di=endo Que +a9ia algo de errado -om sua -apa-idade de e<pressar plenamente sua -apa-idade artNsti-a1 Superdotado em di9ersas Lreas( ele esta9a Pun-ionando a.rir e enPrentar um -erto desd@m Que +a9ia dentro de si para -om as outras pessoas( o Que não @ raro # mas ainda assim @ orgul+o e errado # para algu@m Que na maior parte das 9e=es( 9i9e entre gente menos -apa=1 Tam.er seu Palso orgul+o e Queria li9rar#se disso1 4omeçou a des-o.ito da mastur.ação( algo Que +L muito o a-ompan+a9a1 Ele tentara -on9en-er#se Que era( aPinal( algo Que não Pa=ia mal1 Os artigos Que lia a respeito do assunto di=iam Que não +a9ia pro.

lema1 4om a rai=( toda a planta doentia de amor desordenado por si mesmo( poderL ser arran-ada1 Arran-ar isso @ muito importante para a -ura( permitindo Que 3orre o amor de Deus e penetre nos re-antos e lugares 9a=ios dei<ados na pessoa por essa er9a danin+a1 O ministrador de9e sempre orar de Porma Que o -oração re-e.rar dele um preço alto e de di9ersas Pormas1 A tentação da +omosse<ualidade( outra Porma desordenada de amor#prOprio -om a Qual ele -omeça9a a .ação( uma Porma errada de amor por si mesmo( Que -ontinua depois da pu.a o inPlu<o do amor do EspNrito Santo de Deus1 A essa altura( de9o insistir no9amente Que 3amais orei por um +omem -om tend'n-ias +omosse<uais Hde QualQuer esp@-ieI Que não ti9esse tam.lema da mastur.os são no-i9os ao desen9ol9imento da personalidade Quando persistentes e( -omo RodolPo 9eio a per-e.erdade( -omeça9a a -o.-riti-ar suas di9ersas o.er( tam.ras( os mentores aponta9am para um su-esso moderado apOs outro e di=iamG # Ol+e( isso aQui estL .@m pro.ação1 Am.ação( so=in+o ou em grupo1 Não serão apenas o-asiMes de -uriosidade inPantil( mas mar-arão um tempo em Que a las-N9ia entrou e Pin-ou raN=es1 \uando o pe-ado en9ol9ido nessa memOria Por -onPessado( a -ura pode 9ir rapidamente( pois -+egamos na g'nese do pro.lemas -om a mastur.rin-ar e atuar( era simples extensão da pr$tica da mastur%ação A mesma ne-essidade se es-onde por trLs das duas Pormas de amor nar-isista1 Na oração por algu@m -u3a +omosse<ualidade se en-ai<a neste grupo( muitas 9e=es a memOria rai= Que surge serL de mastur.om( mas não -+ega aos p@s do Que 9o-' @ -apa= de Pa=er1 O Que estL erradoc Por Que 9o-' não dL tudoc O pro.@m no-i9os ao desen9ol9imento 100 .

ação e +omosse<ualismo Que o a-ompan+a9am # RodolPo te9e de es-ol+er Pa=er sua 9ontade unida K 9ontade de 4risto e ser 9i9iPi-ado numa entrega -ompleta a Ele -omo Sen+or1 Para a3udL#lo -om isso( eu l+e dei a tarePa de ler os E9angel+os e personali=ar -ada pala9ra de 7esus para o Seu po9o1 Ele de9eria es-re9er essas pala9ras em seu diLrio de oração -omo se 4risto esti9esse Palando uni-amente -om ele1 Por e<emplo( Mateus $$1CD seria lido -omo segueG SRodolPo( 9o-' de9e amar o Sen+or seu Deus de todo -oração e -om toda a alma e -om toda sua menteS1 RodolPo então es-utaria a Deus a Pim de -umprir essa ordem( o maior mandamento1 101 .lema de RodolPo1 RodolPo pre-isa9a de um poderosa e<ortação e um empurrão -+eio de oração Que o le9asse em direção a um morrer1 Mas a morte para o tipo errado de amor#prOprio Huma prLti-a da presença do 9el+o +omemI era uma es-ol+a Que sO ele podia Pa=er1 Meu tra.al+o -omo ministrador( al@m de -+amL#lo em termos -laros para essa morte( era pintar o mais -laramente possN9el o retrato do Que seria esse eu 9i.rante1 Era in9o-ar a presença de 7esus de tal Porma Que RodolPo pudesse ol+ar para Ele e ou9i#Lo di=erG SDe Que apro9eita o +omem gan+ar o mundo inteiro e perder a almac S1 Sem titu.artNsti-o1 8eremos mais tarde( por@m( Que +a9ia mais do Que apenas a las-N9ia( por trLs do pro.ear( era apontar RodolPo para 7esus( para Que ele Posse tirado do inPerno da separação( para uma plena união -om Deus e assim o re-on+e-imento de seu no9o ser1 Este @ um -+amado de e<ist'n-ia +erOi-a( Que e<ige plena -on9ersão da 9ontade1 Sendo assim( al@m da -onPissão e o des9iar# se do pe-ado espe-NPi-o do amor desordenado de si # e os pe-ados de orgul+o( mastur.

re sua 9ida pessoal e -riati9a1 Ele es-re9eG SA pala9ra Hmastur.ora e -omeçou a -umprir essa tarePa -om o.lemas -omo artista1 Logo -+egou uma -arta( e os seguintes tre-+os e ilustraçMes dela re9elam seu no9o entendimento dos ePeitos da mastur.o adarU1 T um Pogo Que alimenta a si mesmo1 DaN o retrato1 A 9ida @ en9olta por um aro de -ulpaS1 HPig1 .edi'n-ia( ele -omeçou lentamente( a estar em -ontato -om seu prOprio Seu interiorS e tornar presente para Deus( tudo Que esta9a no seu -oração e mente1 Todo seu ser Poi assim tra=ido K -on9ersa -om DeusG passado( presente( 9ida de pensamentos e sua 9ida de imaginação1 Dessa Porma( ele entrou em -ontato e 9eio a -ompreender seus pro.açãoIS( ele es-re9e( Pigura a1 S?isi-amente( a mastur.Dessa Porma( ele 9iria a -on+e-er 7esus -omo Sen+or1 RodolPo Poi em.ação( @ algo totalmente in-linado para o eu1 Seu Po-o @ para dentro1 Não -ompartil+a1 Não -on+e-e o 9er.erdade111 resulta numa tremenda 102 .e a Stem estado em min+a mente 3unto -om uma Pigura( -omo a li.edi'n-ia e( assim( -omeçou a o.ter entendimento1 Essa o.ação so.edi'n-ia @ de tal modo radi-al Que( Ks 9e=es( le9a meses( antes Que a plena importYn-ia daQuilo para Que o dis-Npulo Poi -+amado se3a -ompreendida1 ?oi assim -om RodolPo1 Mas por meio da o.I S:ma -on-+a Que ini.

lemas -omo artista1 Ele era in-apa= de a.re aQueles Que 9ieram a Samar essa prisãoSG SPara mim( o 9erdadeiro mal da mastur.auto#repulsa1 :ma solidão PNsi-a1 :ma Palta de auto a-eitaçãoS1 Essas des-riçMes de -omo sua 9ida pessoal esti9era( eram( na 9erdade( paralelas aos seus pro.ito da mastur.ra essa -on-+aWS1 RodolPo e<pressou na sua -arta o mesmo entendimento dos ePeitos desse +L.ação seria o de -arregar -onsigo um apetite Que( no uso legal( le9a o indi9Nduo para 103 .re a nature=a do +L.ido sua 9ida artNsti-a( ele di=G SNOs estamos Palando de muitos anos de dor e prLti-a proPundamente arraigadas1 Anos na ilusão de auto satisPaçãoS1 Sua -arta termina -om um -lamor a DeusG SPai( 9em e Que.ito so.ação e seus ePeitos so.ertasW 4ompartil+adasW Li9resW As riQue=as Hde suas id@ias -riati9as es-re9endo( pintando( atuandoI agora estão li9res para Pluir de dentro para PoraW Não apenas Per9il+ando por dentro1 Não mais guardadas para si1 Mas( -ompartil+adas -om generosidadeS1 \uanto a seu +L.re a 9ida imaginati9a e pessoal Que 41 S1 Le*is ao responder uma pergunta so.ito de pensar em si( o Que tin+a ini.erta e plenamente dar aos outros( seu ri-o tesouro de talento artNsti-o1 Sendo assim( ele di=G SO diagrama pre-isa ser e<atamente assimS HPig1 -I SDesatadasW A.

us-ados fora de n>s.ria( um su.re sua 9aidade1 No Pinal( tornam#se meramente o meio atra9@s do Qual ele adora a si mesmo( -ada 9e= mais1 Leia( de 4+arles Xilliams( o li9ro -escent from ?ell HDes-ida do inPernoI e estude a personagem de Sr1 Xent*ort+1 Não @ apenas a Pa-uldade do amor Que @ assim esterili=ada( Porçada de 9olta para si mesma( mas tam. Pora da peQuena e es-ura prisão em Que todos nOs nas-emos1 A 104 .ação en9ol9e esse a.al+a -ontra ele( para Que ele nun-a -onsiga sair de si e 9erdadeiramente se una -om uma mul+er de 9erdade1 Esse +ar@m estL sempre disponN9el( sempre su.al+ar para gan+ar meu pão e guardar -om sa.stituto das 9irtudes( dos su-essos e das distinçMes Que de9eriam ser .rias( ele @ sempre adorado( sempre o amante perPeitoR não l+e são impostas e<ig'n-ias de altruNsmo( nen+uma mortiPi-ação so.uso semel+ante em todas as esPeras1 APinal de -ontas( Quase Que o principal tra.al+o da 9ida @ sair de dentro de n>s mesmos.ser9iente( não pede sa-riPN-ios ou a3ustes e pode ser dotado de atraçMes erOti-as e psi-olOgi-as Que nen+uma mul+er de 9erdade -onsegue ri9ali=ar1 Entre essas noi9as som.@m um mau usoG pro9er para nOs( de Porma som. no mundo real # retratando tudo Que eu Paria se Posse ri-o( em 9e= de tra.edoria1 A mastur.I responder( e( para alguns de nOs( produ=ir arte1 Mas a imaginação tem tam.Pora de si mesmo a Pim de -ompletar He -orrigirI sua prOpria personalidade na de outra pessoa He Pinalmente( em Pil+os e( at@ mesmo( netosI e a 9ira para trLs( le9a o +omem de 9olta K prisão de si mesmo( lL guardando um +ar@m de noi9as imaginLrias1 Esse +ar@m( uma 9e= admitido( tra.@m a Pa-uldade da imaginação1 O 9erdadeiro e<er-N-io da imaginação( a meu 9er( @R HaI a3udar a entender o outroR H.uso da imaginação em QuestMes erOti-as HQue a-+o mal em si mesmoI e assim en-ora3L a.

ele=a1 Ol+ando para aQuilo Que estL Pora de nOs mesmos e amando#o( -omeçamos a Sen-arnL#loS1 Isso @ 9ital para o amadure-imento artNsti-o( assim -omo para o -res-imento espiritual e psi-olOgi-o1 Alienação na Porma de introspeção( amor#prOprio( -lausura numa esPera de su.3eti9idade não são Pormas de -on+e-er a si mesmoR mas a interação dirigida para Pora( para o @ o.ação de9e ser e9itada -omo de9em ser e9itadas todas as -oisas Que atrasam esse pro-esso1 O perigo estL em 9ir a amar a prisão1S :ma des-ida ao inPerno do ego Hamor prOprio desordenadoI # se3a por meio de uma ligação a determinado pe-ado( por meio de uma 9iagem ao o-ultismo( atra9@s da preguiça e passi9idade( ou Qual Por o m@todo # @ no-i9o para a imaginação -riati9a1 SPorQue o -@u e a terra estão a.io a4omo o Perro aPia o Perro( assim um +omem aPia o seu irmãoU1S T em amar a Deus( outros +omens e todas as -riaturas por si mesmas Que -omeçamos a parti-ipar de sua .3eti9amente real @ uma Porma adeQuada1 4on+e-er e amar a Deus @ o prin-Npio de toda a alegria e pode produ=ir o dom de um di9ino auto# esQue-imento Que @ o segredo da grande arte1 Rut+ TiPPany arn+ouse ata-a -orretamente a noção popular de Que a +omosse<ualidade e a -riati9idade estão ligadas1 Ela e<pMe a 105 .orear( num modo de di=er( a mara9il+osa 9ariedade de seres Que residem Pora de si1 Salomão e<pressa isso em parte -om o pro9@r.arrotados de -riaturas 9i9as e -oisas -on-retas( in-rN9eis de -on+e-er na sua realidade( o +omem sO se torna Nntegro Quando estende a mão para elas( ou se3a( Quando ele @ dirigido para Pora1 SO pode -on+e-er a si mesmo Quando -on+e-e o outro( por 9ir a sa.mastur.ondade e .

re o assunto( Que Pa= -om Que essa id@ia permaneça tão Porte na imaginação popular1 Das e<peri'n-ias Que ti9e em 9er -uradas as neuroses se<uais( -reio Que os artistas são espe-ialmente assediados por tentaçMes +omosse<uais e outras Pormas de promis-uidade se<ual( e e<iste uma ra=ão para isso1 4onPorme es-re9i em Ceal Presence S\uando a Pa-uldade intuiti9a @ desen9ol9ida separada da o.iogrLPi-as pessoais de o.ar agindo .ras de arte numa aparente tentati9a de ar9orarem a si mesmos uma porção su.ardeiam -om issoG SOs apologistas da +omosse<ualidade111 -ontinuam a prLti-a de le9ar inPer'n-ias .li-a( e em alguns -asos pode at@ ter o poder de uma proPe-ia auto#reali=adora1 :m menino -om talento artNsti-o Que ou9e muitas 9e=es Que isso @ um sinal de tend'n-ias +omosse<uais pode a-reditar nisso e a-a.aseado nisso( espe-ialmente se o restante de sua -riação Por igualmente pre3udi-ada1S Mas e<iste( -reio eu( uma ra=ão al@m de estudos não a-urados so.indes-ulpL9el Palta de pre-isão a-ad'mi-a nos artigos e li9ros Que nos .om.ra 106 .stan-ial( se não prin-ipal( da -riati9idade do mundo1 Não e<iste e9id'n-ia alguma Que suporte tais rei9indi-açMes1 Na 9erdade( a pesQuisa psi-olOgi-a -ontemporYnea demonstra Que( em testes para medir -riati9idade e pensamento di9ergentes( os +eterosse<uais tendem a ter mel+or desempen+o do Que os +omosse<uais1S Ela passa então a ad9ertir QueG SA id@ia de Que a -riati9idade e +omosse<ualidade mas-ulina este3am ligadas permane-e na imaginação p[.

ele=a( não @ apreendida pela mente Que -ontinuamente se a.ertar os outros disto1 O grande artista re9ela 9erdade( 3ustiça e .do EspNrito Santo( eiou separada do .@m para uma pala9ra mentirosa HilusãoI Que no Pinal Pragmenta a pessoa e seu mundo1 4onPorme men-ionamos antes( RodolPo este9e preso na Pase nar-isista( KQuele amor#prOprio da pior esp@-ie1 :ma 9e= tendo 107 .rem -amin+o( não apenas para imagens de satisPação se<ual desordenada( mas tam.riu a Pantasias de ilusão1 Tais Pantasias a.sandr Sol=+enitsyn( @ ser um re-eptor daQuela Spala9ra [ni-a da 9erdade Que pesa al@m do mundoS1 Essa palavra -apa-ita o artista H-omo o Pe= no -aso do prOprio Sol=+enitsynI a ele9ar#se a-ima dos pensamentos e pre-on-eitos da @po-a e assim( por meio de sua arte( li.ele=a a um mundo -ego pelas mentiras( in3ustiças e desespero por não en-ontrar saNda1 Essa pala9ra [ni-a de 9erdade( -omo se at@m a 3ustiça e .stituto ilusOrio1 O de9er do artista( -omo disse Ale.em da ra=ão( a se<ualidade muitas 9e=es se torna( tanto na arte -omo na religião( uma numinosa Surge( então( idolatria se<ual de uma ou de outra esp@-ie1 \uer se3a na arte ou na religião( as Porças das tre9as( muitas 9e=es( primeiro se ligam Ks Pa-uldades de pro-riação do +omem HQuer se3a por meio de atos ou PantasiasI e -om isso o prendem1 A Porça Que 3amais pode -riar e apenas destruir( ini-ia o pro-esso da morte num +omem e<atamente no ponto em Que Deus plane3ou Que o +omem produ=isse 9ida1S Essas tentaçMes t'm sido( uma apOs a outra( tentati9as demonNa-as de matar o talento artNsti-o # -ortL#lo( trun-L#lo1 A Pa-uldade intuiti9a do artista @ o re-eptor do real #aQuilo Que @ 9erdade1 Não pode ser ser9o da 9erdade( ao mesmo tempo Que ser9e a sua imitação ou seu su.

ação( ele es-re9euG SAgora 9e3o ainda mais -laramente a mastur.@m o terrN9el medo de ser um Pra-asso por toda a 9ida1 Pede( então( -omeçar a ler a 9erdadeira +istOria de sua 9ida1 O a9esso desse tipo errado de amor#prOprio sempre serL alguma esp@-ie de Odio de si1 Amor prOprio desordenado Que @( em termos psi-olOgi-os( imaturidade da personalidade( @ o lado re9erso de uma tremenda insegurança1 RodolPo 9iu Que a sua in-apa-idade de -ompartil+ar a 9ida -om outros Hseu egoNsmo ego-'ntri-o( se prePerirem # pois essa @ a dimensão espiritual do pro.lema( e tam.em111 Eu 9e3o -laramente Que isso @ o Que a mastur.ação tem de ser 9ista -omo aQuilo Que Poi adotado para Pa=er -om Que as -oisas pare-essem estar .ito da mastur.em 111 Não sei se 108 .emc A tremenda insegurança dei<ou proPundos sentimentos de medo e re3eição1 T por essa ra=ão Que a ilusão de ser Rei Poi( -om desespero( plenamente adotada1 Eu tin+a de pare-er proPundamente apai<onado por mim mesmo para -on9en-er os outros a me amarem1 InPeli=mente isso os dispersa9a mais do Que os atraNa1 A mastur.enPrentado o egoNsmo e orgul+o Que Pa=em parte de todo ser +umano( RodolPo pede 9er sua +istOria interior1 Sua alma pede( então( -omeçar a re-on+e-er a prOpria ne-essidade de aPirmação( -omo tam.re9i9'n-ia do eu111S1 Era uma insegurança desordenada1 \uanto ao antigo +L.@m o Que pare-ia ser( tanto para ele Quanto para os outrosI( era psi-ologi-amente Suma enorme Pal+a # tentando a todo -usto ser es-ondida11 1uma super -ompensação impla-L9el para a so.ação -ompulsi9a Que me inPe-ta9a( K lu= da Questão Que eu sempre enPrenta9a Quando 3o9em # serL Que me sairia .ação sempre Poi # uma ne-essidade desesperada de sentir#me .

rir e a -omo dar1S SO Quem -on+e-e sua atual +istOria de 9ida( pode sa.re9i9'n-ia( mas o -anto da sereia Que -ondu= uma ala assustada K prisão de mentiras( le9ando ainda a -elas mais proPundas e mais insuportL9eis de destruição e desespero1S Muito antes de -+egar essa -arta( Deus +a9ia respondido sua oração e SQue.em1 Portanto( min+a oração não @aSen+or( pare meu impulso se<ualU # nãoW Isso @ normal e saudL9el( e sim( aSen+or( rei9indi-o o grande SIM Que disseste e estLs di=endo e sempre dirLs a mimU1 SO então en-ontro a Ponte da aPirmação111 Posso di=er -om toda -erte=a Que Ele me li.a-redito Que a mastur.ação1 Isso 9e3o -laramente Quando surge o impulsoG tem muito mais a 9er -om a ne-essidade de me sentir .orra-+a da mastur.re9i9er1 A-redito Que isso não se3a so.rado sua -on-+aS( le9ando#o a uma posição de Porça e maturidade in-omuns( enriQue-idas por seus dons de imaginação e intelig'n-ia1 Sua maturidade Poi testada pelo Pogo da in-erte=a e do soPrimento pessoal( -ontudo( -res-eu em entendimento1 ?orça( amor e +umildade1 4om rePer'n-ia K ad9ersidade ele es-re9eG SDe alguma maneira ao 9er isso( Pui Portale-ido nesses dias diPN-eis( Quando @ rara a aPirmação a meu redor1 8endo -laramente( ten+o li.er Quão plenamente RodolPo aprendeu a dar1 Nesse dar( o 9erdadeiro 109 .arato # a muleta de .ertou1 Ele Que.erdade de es-ol+er( não me re.ação -ompulsi9a possa -omeçar( toda 9e=( sem proPunda ansiedade 111 A ne-essidade Quase dei<a a Lrea do se<o( pois tem mais a 9er -om uma tentati9a da psiqu@ so.ai<ar ao truQue .rou as -adeias daQuele -Nr-ulo Pe-+ado e morto1 4ada 9e= mais( as Porças -riati9as dentro de mim se estendem para Pora111 Le9ou tempo para eu aprender a me a.

tNtulos em Que o +omosse<ualismo pode -airG o da concupisc@ncia e o da re%eldia 4on-upis-'n-ia e re.Oli-o @ o pior dos dois1 T por essa ra=ão Que uma pessoa Pria( -+eia de 3ustiça prOpria e 9aidade( Que 9ai regularmente K igre3a pode estar muito mais perto do inPerno do Que uma prostituta1 Mas @ -laro( @ mel+or não ser nem um( nem outro1S SA relação do natural -om o espiritual @ uma relação de -on9ersão -ontNnua111 Nossa 9ida natural não pode pre9ale-erR Deus tem Que reinar em nOs1S Tendo -onsiderado( no -aso de RodolPo( o amor#prOprio desordenado Halgu@m Que tin+a o perPil psi-olOgi-o negati9o de insegurança desordenadaI( temos de ol+ar por um momento para dois outros su.eldia são elementos Que aPinal se en-ontram em todo -omportamento +omosse<ual( mas em determinados -asos eles apare-em -omo -ondição prin-ipal a ser resol9ida e -urada1 Num( domina o ser animalR no outro( o ser dia.@m( uma ne-essidade .Oli-o1 O ser dia.Oli-o em -on3unção l=da 9e= -om o ser animal1 SerL des-o.erto na 9erdadeira +istOria dessas 9idas( um lado in9erso tam.RodolPo surgiu # -om todos os seus dons1 % Ser Animal SOs pe-ados da -arne são ruins mas os menos no-i9os dentre todos1 Todos os piores pra=eres são puramente espirituaisG o pra=er de -olo-ar outras pessoas em situaçMes diPN-eis( mandar e menospre=ar( ser estraga#pra=er( Palar malR sentir Odio e sede de poder1 Pois +L duas -oisas dentro de mim -ompetindo -om o ser +umano Que de9o tentar me tornar1 São o ser animal e o ser dia.Lsi-a não suprida da personalidade Que pode ser -urada por meio da oração1 Temos 110 .

ertação -ontNnua do amor desordenado por si mesmo1 Essa aPlição de todos( @ a \ueda em -ada 9ida1 T o orgul+o1 O Que es-re9o aQui -a.Oli-o o.lema o permitir( passi9a e progressi9amente( Que o ser animal domine1 O es-ritor de E-lesiLsti-o Pala Hem $C1&0I so.ti9eram as-end'n-ia tirana1 Adoles-entes( -om PL-il a-esso a drogas e Ll-ool( podem Ga-ilmente Pe-+ar#se Ks respostas mais altas e ra=oL9eis da 9ida( -omo tam.re a destruição( tanto do -orpo( Quanto da alma( ePeti9ada por esse tirano interior des-ontroladoG SA Quente las-N9ia Que Queima -omo Pogo nun-a se apagarL at@ Que destrua a 9ida1 O +omem -u3o -orpo @ dado K sensualidade( 3amais pLra( at@ Que se3a -onsumido pelo Pogo1S Inerente K -ura de todo -ristão estL a li.@m Pa=erem outras pessoas Pi-arem assim1 Tal pessoa @ dominada( -orpo e alma( pela -on-upis-'n-ia PNsi-a e espiritual1 Em algum lugar da e<ist'n-ia( por alguma ra=ão( o ser animal e o ser dia.em Hum ato da vontade= eles não sO dei<am de amadure-er em sua identidade pessoal e se<ual( -omo tam.rutais( em si mesmas( e instrumentos para tam.@m( Ks espiritualmente sensN9eis1 Atra9@s da resuliante apatia e do Pra-asso em es-ol+er o .@m( o ser animal( pode tornar#se Pa-ilniente o Que domina1 4omo um tirano sem Preios( a3udado e $(poiado pela -ultura permissi9a e sensual em Que 9i9emos( pode Gornar#se -ada 9e= mais 9iolento e per9ertido em seus apetites se<uais e( -om ePeito( Pa=er morrer o ser +umano em desen9ol9imento1 Em alguns -asos( portanto( en-ontramos -omo prin-ipal pro.e na 9ida de -ada um1 Todos entendemos isso porQue -ada um de nOs( em maior ou menor grau( temos e<perimentado esse amor prOprio al@m da 111 .9isto( tanto na Pi-ção -omo na 9ida real( pessoas Que 9erdadeiro são -omo o pai de 7oãoG .

@m( se rePletirmos um pou-o( Que em QualQuer des-ida ao inPerno do amor por si mesmo( o ser animal H-omo tam.medida1 Sa.re -orpo e alma( Pa=endo morrer H4olossenses C1"I toda las-N9ia destruidora1 A pessoa total HespNrito( alma e -orpoI Poi li.estiais e per9ertidas1 Eu digo isso para o .em de todos Que oram -om outros por -ura( porQue sei -omo @ PL-il Pugir de determinadas ne-essidades na 9ida das pessoas1 Ainda me lem.ro da primeira pessoa Que me pro-urou para a3udL#la e -onPessou -ertas prLti-as se<uais -om um animal1 4om tremor e temor a pessoa Pinalmente -onseguiu Pa=er a -onPissão1 Se eu ti9esse demonstrado o mNnimo -+oQue ou medo diante daQuela terrN9el -ompulsão a Que ela se prendia( algo Que esta9a dila-erando sua 9ida( ela teria se perdido1 Simplesmente mo9i#me rapidamente -ontra as tre9as Que esta9am matando essa pessoa e 9i o ser 9erdadeiro ser li.ertado ?alar em -ompulsMes @ Palar tam.@m( para reali=ar seu mara9il+oso pri9il@gio de tornar)se Agora( anos mais tarde( Quando nas raras o-asiMes de min+as 9iagens eu me en-ontro -om essa 112 .@m o dia.emos( tam.emos -omo nOs mesmos Pomos -urados e temos a mesma re-eita para aQueles Que estão presos at@ mesmo nas prLti-as mais .Oli-oI -omeça a dominar1 Se aprendemos a alegria da dis-iplina e a autoridade li.@m daQuela parte da personalidade dominada( ou -orrendo perigo de ser dominada( por algo Que não @ Deus1 4risto entrou para li.em -omo isso o-orreu1 Sa.ertadora Que isso tra= ao 9erdadeiro eu( podemos entender .ertar o Que +a9ia sido( neste -aso( uma muito triste e 9a=ia S-asa da almaS( preen-+endo#a L -om Sua glOria1 O ser +umano( unido ao Sen+or( então passou a e<er-er autoridade -orreta so.erta não sO para 9i9er plenamente( -omo tam.

eu retri%uirei.ele=a e o poder de testemun+o Que en-+e essa 9ida pre-iosa1 0 Ser /ia#ólico No seu li9ro I PraEed.eldia1 E este( -omo nos di= o proPeta Samuel( *+ o pecado da feitiçaria&G'amuel &"1$CI1 Dela pode surgir toda esp@-ie de per9ersão1 *.eldia Nmpia( e +L o-asiMes em Que esta @ a prin-ipal entre as -ausas do -omportamento +omosse<ual e l@s.i-o estL ligado a medo e Odio do pai( ou de outro +omem QualQuer1 O Odio -ontra um +omem @ transPerido para todos os outros( e a mul+er( por di9ersas ra=Mes( in-lusi9e 9ingança( -+ega ao ponto de se<uali=ar seu rela-ionamento -om outras mul+eres1 :ma semente de Odio Que -resça( dL lugar a uma sel9a de Odio e re.Oli-o @ o pior1 Ten+o notado em di9ersas o-asiMes -omo @ diPN-il um 3o9em -ontrolar seu ser animal e dia.i-o1 Por e<emplo( +L o-asiMes em Que o -omportamento l@s.Oli-o( Quando os pais Pal+aram em -ontrolL#los na inPYn-ia1 A -riança peQuena não -onsegue se -ontrolar( 113 de inN-io( mas aprende autodis-iplina Quando Poi . di6 o 'enhor* HRomanos &$1&/I( mas o eu dia.3linha + a vingança.oração dos seres animal e dia.pessoa( ainda Pi-o mara9il+ada ante a .Oli-o Quer 9ingança1 AQui 9emos a -ola.Oli-o1 Dos dois( -omo disse 41 S1 Le*is( o dia. ?e AnsFered HEu orei( Ele respondeuI( o Pastor Xilliam 8as*ig -onta a +istOria da -ura dinYmi-a ( de seu Pil+o P+ilip1 Diagnosti-ado -omo esQui=oPr'ni-o in-urL 9el( Poi -urado Quando Agnes SanPord orou -om ele1 P+ilip( agora num minist@rio onde @ responsL9el por outras pessoas( repetidas 9e=es di= Que a re%eldia da pior esp@-ie esta9a no Pundo de sua doença1 Muitas -oisas terrN9eis podem surgir de um estado de re.

edoria1 ?eli= a -riança Que( Quando no auge de uma e<plosão de rai9a( preguiça ou outro mal pre3udi-ial( tem pais Que a amem e -onsigam usar sua autoridade so.Oli-o( eu -on-lamo a 9ontade apLti-a a Pa=er uma es-ol+a1 Isso não apenas Pa= -om Que e9itemos perder tempo HQue 3L @ uma .erto +o3e( no -amin+o para tornar#se tudo Que Deus o -riou para serS1 Dessas e muitas outras maneiras( em 9e= de dis-utir ou dialogar -om o ser animal ou dia.oa ra=ãoI( -omo tam.Oli-o tem dominado por muito tempo uma 9ida( eu -on-lamo K Prente a vontade da pessoa( a3udando#a a estar em -ontato -om essa Pa-uldade de sua personalidade1 Oro espe-iPi-amente pela -ura de uma 9ontade Que nun-a se desen9ol9eu( ou Que se atroPiou( por Palta de uso1 4on-lamo a pessoa a Pa=er es-ol+asG SEs-ol+ei +o3e a Quem sir9aisSR SEs-ol+a -@u ou inPerno agora. se Quiser -ontinuar do 3eito Que estL( nem 9amos gastar tempo orando1 Mas se 9o-' es-ol+er o -@u( eu o a3udarei no -amin+oS1 SEs-ol+a neste momento -on+e-er Quem 9o-' realmente @( e serL li.ai<as1 Assim a -riança aprende a dominar o ser animal e o dia.Oli-o( enQuanto aprende a e<er-er sua 9ontade para o Que @ -erto e .re essas pai<Mes mais .@m desaPia a 9ontade Que por tempo demasiado tornou# se passi9a na presença do 9el+o +omem1 Não sou -+amada para a3udar ningu@m prati-ar essa presença1 Sou -+amada para a3udar a todos Que puder( a entrar na Presença do Deus Santo( AQuele Que nos -+ama para parti-ipar ri-amente de Sua santidade1 Relacionamentos L1s#icos 114 .dis-iplinada -om sa.om1 \uando o ser animal ou dia.

ira sua mãe de pegL#la no -olo e segurL# la1 Ele +a9ia sido inPluen-iado pelo psi-Ologo de )ar9ard( 1?1 S.ou por se en9ol9er num rela-ionamento l@s.re o Qual +a9ia ne-essidade de uma ponte1 Ela a-+a9a Que pre-isa9a de mais amor do Que seu marido( um +omem não dado a respostas -alorosas e sensN9eis( pudesse dar1 Por toda sua 9ida( ela Pora atraNda por mul+eres( por dese3o de aPeto at@ Que a-a.@m tin+a pa9or de Que seu marido( ou outros na -omunidade( 9iessem a des-o.rir o Que esta9a o-orrendo1 Terminou a relação di9ersas 9e=es( mas a-a.' e durante todo seu tempo de -riança( o seu pai proi.lema atual( tão -ompletamente al@m de sua -ompreensão( tornou#se logo aparente para mim( Quando eu l+e perguntei so.ismo so.As hist>rias de Bete e Bonita ete( nati9a da No9a Inglaterra( ama9a e<plorar as regiMes montan+osas do Nordeste norte#ameri-ano1 Isso l+e da9a algum -onPorto pela insatisPação Que pare-ia Pa=er parte at@ mesmo de seus mel+ores momentos1 Ela +a9ia sido -asada durante 9Lrios anos( não totalmente Peli=( e +a9ia go=ado de su-esso na sua proPissão( mas isso não satisPa=ia um dese3o interno1 Sentia Que dentro de si +a9ia um a.inner( Que -riou a Pil+a dentro de uma -ai<a1 Mas sua id@ia prin-ipal era diPerente da de S.ismo1 Algo Que pre-isa9a ser preen-+ido( um a.inner Que esta9a determinado a não mimar sua Pil+a1 4omo resultado dessa id@ia( a mãe de 115 ete( .asi-amente uma .a9a 9oltando para ela e agora sentia#se in-apa= de li9rar#se dela sem a3uda1 Tin+a se 9oltado para 4risto e dese3a9a de todo -oração a a3uda Que Ele poderia l+e dar1 Seu pro.i-o -om sua mel+or amiga1 Sa.e.re sua inPYn-ia1 4omo .ia Que esta9a errada e esta9a -+eia de -ulpa por isso1 Tam.

ranças de re3eição Quando peQuena 116 .ora Posse -ristã Palta do a.rança Que 9eio K tona( -arregada de triste=a( era dela -omo menina peQuenina( dese3ando re-e.pessoa amorosa e sensN9el( soPria terri9elmente( pois tal tratamento ia -ontra sua nature=a1 Mas soPria em sil'n-io e permane-ia agindo plenamente de a-ordo -om os dese3os do marido1 4omo resultado disso( a maior dor da inPYn-ia de ete era o dese3o Prustrado de se anin+ar nos .raços da mãe1 \uando oramos( a lem.riu#se em( em 9e= disso( sendo por ela -onPortada( nos momentos de aPlição1 Num momento -rNti-o de soPrimento e e<austão( os a.raços dessa mul+er Poram longe demais e l@s.raço da entusiasmada e Peli=( as lem.i-o -om onita des-o.raços em 9olta da mLQuina de la9ar roupas( a.raçanço#a 3unto de si1 Outro e<emplo @ o de onita( re-entemente -on9ertida a 4risto e muito ati9a em a3udar outras pessoas a en-ontrL#Lo1 Esposa e mãe sempre o-upada( sua Queda 9eio depois Que uma mul+er inteligente( soPisti-ada( passou a PreQ]entar o seu grupo de estudo .@m a a3uda de Que pre-isa9a para se li9rar das garras +a.li-o e -ompartil+amento e -ontinua9a a 9ir( mesmo mantendo uma posição de in-redulidade1 Essa mul+er era psiQuiatra( e Quando onita tenta9a -on9ert'#la( des-o.raço apertado no peito da mãe1 \uando isso não a-onte-ia( ela 3oga9a os .N.riu#se en9ol9ida num rela-ionamento e<periente nesse -omportamento1 4om onita perguntouG algu@m tremenda ang[stia no -oração( # 4omo isso pede a-onte-er -omigoc Ela tomou um a9ião e 9ia3ou muitos Quilemetros para en-ontrar resposta para essa pergunta( -omo tam.ilidosas dessa outra mul+er1 4omo no -aso de -ar'n-ia da ete( onita tam.er um a.@m e<perimentara a mãe1 Em.

ortL#la sem su-esso( mesmo tendo -onseguido a.rir mão de QualQuer amargura Que sentiam Quanto Ks -ir-unstYn-ias do -omeço de suas 9idas( -ada uma re-e.i-a age -omo Lisa( e menini-e1 A -ura de ete e onita # num momento desa9isado( onita( -omo a de Lisa( 9eio por se9era -ar'n-ia dos .ainda doNam dentro dela( ainda Pa=iam parte do Que Por3a9a sua e<ist'n-ia1 Seu +istOri-o in-luNa o Pato de Que sua mãe tin+a tentado a.ranças o-as de uma mãe Que l+es Paltou1 Casos onde a Pri!ação In.raços1 Então( Quando a m@di-a -ontinuou o onita não te9e Porça de 9ontade para resistir1 4ontei essas duas +istOrias em .esse do pai1 A dor dessas -ir-unstYn-ias sempre esti9era -om onita1 No momento des-uidado em Que a mul+er Que onita simplesmente ela pro-ura9a le9ar para 4risto segurou#a -om -arin+o( -omo uma mãe a.eu o amor de Deus e sua -ura nos espaços 9a=ios de proPunda ne-essidade( onde sO 9aga9am as lem.antil 1 $ator Principal 117 .ertamente o Quanto ressentia o estor9o Que ela era em sua 9ida( odiando#a por QualQuer -arin+o Que re-e.ortar outra gra9ide=( -oisa Que a mãe não +esita9a em di=er a onita( mesmo Quando era -riança1 A mãe Que não -onseguiu destruN#la Quando ainda não nas-era( sempre di=ia a.raçaria uma -riança Que -+orasse( seu StratamentoS derreteu#se em seus .raços amorosos de uma mãe( na inPYn-ia ete e de Quando elas permitiram Que 4risto entrasse em sua solidão interior e -urasse essas 9el+as -ar'n-ias e re3eiçMes1 Ao perdoar suas mães e todas as demais pessoas en9ol9idas( ao a.re9es pala9ras( para enPati=ar o Que 3L Poi anteriormente relatado e demonstrado na +istOria de Lisa1 O Pato @ Que muitas 9e=es a pessoa Que -ai numa relação l@s.

erta dos ePeitos de uma mãe e<tremamente possessi9a e dominadora1 Dois -asos Que -on+e-ia Poram de tal Porma id'nti-os Que eu os relato -omo um sO para enPati=ar essa ne-essidade parti-ular de -ura de alma1 Essas duas mul+eres -asadas e .erdade de -ompartil+ar a alegria en-ontrada -om outras pessoas1 Am.ou usando mal e per9ertendo o amor +umano a Pim de satisPa=er suas prOprias ne-essidades e as de outra pessoa1 118 .onitas( de +istOrias muito semel+antes mas sem nen+um rela-ionamento entre si( per-e.@m mul+eres Portes e uma 9e= li.Ten+o 9isto -asos em Que o -omportamento l@s.as eram tam.e diPeren-iar entre agape.i-o estL ligado K ne-essidade Que uma mul+er tem de ser li.eram He isso @ o Que assustaI Que seu -omportamento l@s.i-o não teria o-orrido antes delas entrarem na Igre3a1 ?alarei do Que elas tin+am em -omum para demonstrar por Que isso poderia o-orrer1 As duas mul+eres 9ieram ao mundo de rela-ionamentos amL9eis e de satisPação somente depois Que se -on9erteram a 4risto e se tornaram parte de um -orpo de -ristãos Que se importa9a( uns -om os outros1 Isso Poi tremendamente empolgante para elas( e -ada uma( em sua prOpria esPera geogrLPi-a( te9e grande li.ertadas para rela-ionar#se de modo signiPi-ati9o -om outras pessoas( ti9eram mais destaQue na sua -apa-idade de liderança1 Mas -ada uma -aiu num rela-ionamento l@s.i-o depois de Pal+ar em re-on+e-er a dePi-i'n-ia de sua -ompreensão do Que seria amar uns aos outros1 Nen+uma das duas sou. amor erOti-o # atra9@s do Qual elas tenta9am ministrar1 No mNnimo essa esp@-ie de amor Pi-ou seriamente misturada em suas tentati9as de a3udar uma amiga prO<ima( e -ada uma dessas mul+eres a-a. o amor de Deus Que -ura( e os amores +umanos # aPeto( ami=ade( e eros.

essem Que essa era uma tarePa impossN9el1 At@ mesmo seus telePones eram instrumentos ameaçadores( os Pios Que podiam( a QualQuer instante( tornarem#se grossos -ordMes um.Por trLs desse -omportamento +a9ia uma mãe possessi9a e dominadora( da Qual elas Pugiram geograPi-amente( mas ainda esta9am emo-ional e psi-ologi-amente ligadas1 Isso era e9idente nas suas tentati9as de agradar e apla-ar suas mães( em. das identidades de suas mães.em inten-ionadas( nem mais ansiosas por agradar a Deus do Que elas1 Sendo assim( -ada uma das duas per-e.as odiassem essa Porma dominadora( de9oradora de amor( tin+am de enPrentar o Pato de Que aQuilo Que odia9am Pa=ia parte delas1 Não -on+eço mul+eres mais .eu rapidamente o Que esta9a a-onte-endo1 :ma semente de amor possessi9o e de9orador H Que -ada Qual e<perimentara -om sua prOpria mãeI tin+a surgido dentro delas e -omo era -arnal( e at@ mesmo de nature=a dia.ili-ais Que as liga9am de no9o K 9o= da mamãe e K 9ontade da mamãe1 #as cada uma ainda almejava a aprovação de sua mãe.ora am.as sou. 3unto -om a 119 .Oli-a( Poi Pa-ilmente se<uali=ada1 Para restaurar a integridade espiritual( elas tin+am de -onPessar o pe-ado do amor desordenado Hum pe-ado espiritualI( e de las-N9ia Hum pe-ado do -orpoI( Que pro9in+a dele1 A -ura psi-olOgi-a ne-essLria era a separação de suas identidades.ora am. tendo esperança deganh$)la E -ada uma ainda temia sua ira e seu desagrado( porQue eram dolorosos demais e e<-essi9amente duradouros para tentar lutar -ontra1 Antes de sua -on9ersão( as duas mul+eres tin+am medo de ami=ades prO<imas ou Nntimas de9ido aos -onPlitos -om os Quais -res-eram pare-erem parte desse SamorS1 Em.

oração por plena li;ertação interior da possessi9idade e dos laços maternos Que as en9ol9iam1 A ne-essidade de -ura psi-olOgi-a( em tais -asos( não @ peQuena1 Sem ela( as mul+eres estariam em perigo de -air no9amente( e elas ;em o sa;iam1 Na 9erdade( -ada uma delas tin+a se negado a um rela-ionamento mais prO<imo -om outra mul+er por medo de -air de no9o1 No meio tempo( suas 9idas -omo -ristãs( -omo esposas e mães( soPreram as tensMes desse medo e da ne-essidade de -ompreensão e li;ertação desse pro;lema1 Para ministrar uma -ura -omo essa( in9o-amos a presença do Sen+or( pedindo Que o Seu poder e amor entrem e -apa-item a dis-ernir e( então( a romper os laços opressores Que manti9eram essa pessoa emo-ional e espiritualmente presa a outra1 )L( @ -laro( graus diPerentes desse pro;lema( mas em alguns -asos @ Quase -omo se a alma Sesti9esseS possuNda pela alma da mãe1 A oração @ semel+ante K de e<or-ismo( sO Que pedindo pela li;ertação do domNnio da mãe e de sua as-ensão so;re espNrito e alma da Pil+a1 :ma me disse# SMin+a mãe estuprou min+a menteSR outra SNão -onsigo Pugir da presença de min+a mãe( ainda Que este3a +L -entenas de Quilemetros de distYn-ia delaS1 T realmente uma prisão terrN9el1 Num -aso -omo esse( a Palsa -ulpa geralmente terL de ser enPrentada primeiro1 Senão a mul+er poderL resistir Hainda Que in-ons-ientementeI K -ura e prePerir se diminuir e a-usar#se por seus pro;lemas -om a mãe1 Ela tem um irra-ional e Palso senso de -ulpa por nun-a ter -onseguido agradar sua mãe( de nun-a ter al-ançado suas e<pe-tati9as( e nun-a ter -onseguido SamL#la o suPi-ienteS1 Pena e triste=a pelo 9a=io da 9ida de sua mãe( por
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9e=es se tornam emoçMes paralisantes dentro dessa Palsa -ulpa1 Ao se li9rar da manipulação psi-olOgi-a da mãe( ela pre-isa se li;ertar do temor de Que este3a sendo anti-ristã e ten+a Palta de amor1 Essa manipulação psi-olOgi-a @( aPinal de -ontas( o Que ela -res-eu a-reditando Que Posse SamorS1 Ela pre-isa ser assegurada de Que somente depois Que ten+a a-eito sua li;erdade H-ortando plenamente sua identidade -om a de sua mãeI @ Que serL -apa= de amar e rela-ionar#se -om L mãe de Porma -erta # -omo uma pessoa Nntegra e segura1 At@ então( +L uma parte dela ainda imatura( ainda so; a lei da mãe( ainda su3eita K manipulação1 \uando( Pinalmente( ela esti9er -erta( estarL preparada para a-eitar a li;erdade da su;3eti9idade Que a mant@m imatura em uma parte essen-ial de sua personalidade( senão em toda ela1 Na oração pela li;ertação de algu@m( geralmente peço Que essa pessoa 9e3a a 7esus -om os ol+os do -oração( so;re a -ru=( tomando so;re Si a dor e a es-ra9idão Que no momento ela estL soPrendo( -omo tam;@m QualQuer Palta de perdão ou pe-ado Que este3a dentro de seu -oração1 Peço Que estenda as mãos para Ele e 9e3a a dor e es-uridão 9indo para as mãos estendidas e -ra9adas de 7esus( enQuanto oro para Que sua alma se3a li;ertada do domNnio da mãe1 Muitas 9e=es( sem interromper o ritmo da oração( pergunto# l+e o Que ela estL 9endo -om os ol+os do -oração1 T mara9il+oso Quando ela per-e;e Que as tre9as saem de si e 9ão so;re o Sen+or da 8ida1 Muitas 9e=es eu S9e3oS o mesmo retrato( pela direção do EspNrito( Santo1 Então( e -reio ser este um importantNssimo passo( peço Que ela imagine um SretratoS da mãe1 PorQue o EspNrito Santo estL no -ontrole e a -ura estL a-onte-endo de maneira tão poderosa( Quase
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sempre a pessoa ministrada terL um retrato da mãe e<tremamente re9eladorR um Quadro Que a -apa-ita a 9er -om o;3eti9idade( pela primeira 9e=R uma imagem Que a a3udarL a perdoar sua mãe -ompletamente1 Peço então Que ol+e para 9er se ainda +L alguma -oisa Que prenda o seu rela-ionamento -om a mãe1 Ela enxergar$ e dir$ o que + Em seguida( peço Que imagine -omo se ti9esse uma tesoura nas mãos( -ortando diretamente as amarras Que ainda 9'1 O alN9io Que 9em disso muitas 9e=es @ Penomenal( e +L momentos em Que surgem reaçMes emo-ionais e at@ mesmo PNsi-as por essa li;ertação1 7L 9imos esses laços -omo grossos -ordMes um;ili-ais( outras 9e=es -omo Pinos Pios entre as almas de mãe e Pil+a1 \uando -ortados( 9emos um retrato sim;Oli-o Que @ 9erdadeiro( da prOpria li;ertação Que estL em andamento1 Em alguns -asos e<tremos( Quando a prisão psi-olOgi-a Poi parti-ularmente se9era( ou Quando +ou9e en9ol9imento o-ultista ou demonNa-o( por parte da mãe( @ -omo se eu ti9esse uma espada na mão( a prOpria espada do EspNrito( -ortando o Que pare-iam -ordas grossas das proPunde=as do inPerno1 Depois de nomear e -ortar esses laços( Ks 9e=es 9e3o( no -oração da pessoa( as raN=es re-@m# arran-adas dele( atra9@s da oração1 EnQuanto oramos( 9emos o amor de Deus Pluindo para dentro( sarando as Peridas( tornando inteiro o -oração Que;rado1 \uando a ne-essidade de -ortar a identidade de uma pessoa da de outra Por -orretamente dis-ernida e tratada por meio de oração( a -ura pode ser in-rN9el1 No poder da Presença de 7esus( a li;ertação e plenitude são -ompletas( a alegria resultante @ surpreendente1 4om isso a pessoa o;terL uma posição o;3eti9a Que utili=arL para tratar de seus pro;lemas de rela-ionamento( e isso
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tam;@m pode ser mara9il+oso para a alma Que nun-a( antes( go=ou da plenitude interior Que permitisse tratar de tal instYn-ia1 Ela então pode prati-ar a Presença de 7esus( 9endo a si mesma( so=in+a( em p@( ainda Que en9olta no Seu amor e em Sua lu=1 :ma 9e= -uradas( as duas mul+eres dessa +istOria puderam re-e;er as pala9ras do Sen+or e en-ontraram alN9io -ontNnuo daQuelas 9el+as 9o=es a-usadoras do mundo( da -arne e do dia;o1 Tendo sido li;ertas da prisão do amor doentio de outra pessoa( esta9am li9res para tornar sua 9ontade a;solutamente unida K 9ontade de Deus1 Li9res para ou9ir a 9o= de Deus( li9res para o;ede-'#Lo plenamenteR aQuelas mul+eres esta9am li9res para 9erdadeiramente virem a ser Não mais presas pela -ulpa HPalsa ou realI( elas puderam ser maduras e o;3eti9as( e<perimentando a li;erdade dos rela-ionamentos( não sO -om a mãe( -omo tam;@m -om todas as demais pessoas1 4ada Qual em sua respe-ti9a parte do paNs( elas agora estão ministrando a outras pessoas no 4orpo de 4risto1

4onsel+eiros 8indos do InPerno Ten+o o;ser9ado -asos em Que relaçMes de les;ianismo surgiram do Que -omeçou apenas -omo situação de Sa-onsel+amentoS entre uma e outra mul+er( a-a;ando num -asamento nada santo em Que -ada uma alimenta a ilusão de autopiedade na Qual a outra 9i9e1 Isso pode o-orrer Quando a solidão interior e as ne-essidades de toQue Htais -omo de Quem soPreu pri9ação de toQue e a;raços na inPYn-iaI se unem K ne-essidade da outra de Pormar( dire-ionar( SPa=er -oisas para(S ou de alguma outra Porma( -ontrolar e dominar outra alma1
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il em es-onder sua manipulação( possessi9idade e -ar'n-ia1 Em.ros responsL9eis da PamNlia em meio a tal situação1 T surpreendente -omo( muitas 9e=es( essas mul+eres pare-em -onseguir as des-ulpas de seus pastores por seu -omportamento( e isso serL mais do Que o so.re-arregado marido ou outro mem.meter#se K 9ontade de Deus1 Ela pode tam.ar tra=endo -onseQ]'n-ias terrN9eis para am.ro da 124 .ora se3a a personalidade mais Porte das duas( ela serL igualmente neurOti-a( mas a Que nãe tem as mesmas ne-essidades se<uais ou de toQue1 Por@m( -omo S-onsel+eiraS na situação( ela a-a.re seus maridos( ou outras pessoas Que pare-em impedi#las de Sreali=ar#seS1 Esses po.ros da PamNlia( in-apa=es de dis-ernir e des-artar os argumentos e -omportamentos irra-ionais Que elas apresentam( muitas 9e=es pensarão estar perdendo a -a.arL se<uali=ando o rela-ionamento a Pim de suprir as -ar'n-ias -laramente per-e.@m para QualQuer outra pessoa Que ten+a o a=ar de Pi-ar no meio do -onPlito gerado por tais rela-ionamentos1 ?il+os( maridos e Pamiliares em geral soPrem muito nessas -ir-unstYn-ias( e -omo pastores pre-isamos nos -on-entrar em a3udL#los1 Pessoas -omo essas( armadas -om a retOri-a Peminista e<tremista de nossos dias( são -apa=es de pro3etar toda sua -ulpa so.idas na outra pessoa1 Esses Patos podem a-a.res mem.as as parti-ipantes( -omo tam.eça( Quei<ando#se de e<trema -onPusão mental e emo-ional1 4om oração e a ministração de outros( podem e9itar uma -rise ner9osa e -ontinuar sendo mem.@m ser muito +L.:ma personalidade dominadora dessa esp@-ie @ -omo as mul+eres da +istOria anterior( apenas diPerente por ela se Pe-+ar para QualQuer -ura de si e não estar disposta a su.

em su-edido1 Mas Quando esse resultado não Por o -aso( ela en-ontrarL alN9io em sua solidão( somente na -omun+ão -om outras mul+eres solitLrias e poderL ter pro.aseou seu modelo na pessoa inata1 T mais diPN-il para uma mul+er integrar#se -om sua Peminilidade 125 errada do -asal1 EstL separada da parte de sua personalidade Que nun-a Poi aPirmada pelo pai # sua Peminilidade .PamNlia poderL suportar1 A retOri-a dos dias atuais( 3untamente -om a aus'n-ia do poder de -ura( pare-em dominar e aPetar at@ mesmo os ra-io-Nnios de alguns pastores e lNderes1 Maior ainda @ a -onPusão do leigo( -u3os poderes de ra-io-Nnio não são ensinados na psi-ologia do +omem( não tendo Pundamento teolOgi-o ou PilosOPi-o -om o Qual -ontrastar e dis-ernir as Palsas psi-ologias modernas1 4omportamento L@s.lemas de agressi9idade se<ual -om algu@m em Que deposita seus aPetos1 Ela( -omo 7os@( numa +istOria anterior( .i-o Ligado K InPlu'n-ia do Pai E<istem o-asiMes -omparati9amente raras em Que um pai( de-ep-ionado -om o nas-imento de uma menina( a trata -omo se Posse o dese3ado Pil+o +omem1 Ela @ re-ompensada por -opiar o pai no modo de 9estir( por segui#lo em pro3etos de -onsertos da -asa e de mar-enaria( em pes-arias e outras ati9idades de -onte<to totalmente mas-ulino1 Nessas -ir-unstYn-ias ela pode Pa-ilmente tornar#se agressi9a -om mul+eres e mas-ulini=ada em seus tre3eitos1 Não -onsegue Pa-ilmente desempen+ar o papel Peminino -om um possN9el pretendente1 )L o-asiMes Que uma dessas mul+eres se -asarL -om um +omem Que a-eite suas Portes -ara-terNsti-as mas-ulinas e o -asamento pode ser surpreendentemente .

sol9ição( serão parte dessa oração1 Então( a oração de9e in-luir sua prin-ipal ne-essidade psi-olOgi-a( de re-on+e-er e a-eitar seu ser Peminino1 A oração de P@ irL 9isuali=ar esse ser Peminino -omo sendo a-eito e integrado K personalidade1 Isso não @ diPN-il de Pa=er1 Re-on+e-emos a Presença do Sen+or e 9emos -om Seus ol+os a .perdida do Que para um +omem en-ontrar e integrar#se -om sua mas-ulinidade alienada1 Tal9e= se3a porQue todo +omem( diPerente de sua irmã( tem de separar sua identidade se<ual da de sua mãe( e essa @ uma tarePa mais ou menos natural1 Ou9i re-entemente algo -itado -omo um 9el+o pro9@r.@m li.ioG S:m +omem não @ +omem at@ Que seu pai o declare* Esse a<ioma -ont@m um resumo do Que ten+o des-o.ertação e a.i-a( -omo tam.ela mul+er interior Que espera ser aPirmada( ser -+amada para Pora1 Essas oraçMes de9em ser de s[pli-as espe-NPi-as e o pastor de9e pintar um retrato -om pala9ras da a-eitação Que a pessoa 126 .erto -omo lei entre pais e Pil+os1 Mas o Que di=er da menina Que desde peQuena Poi -+amada de +omem por seu paic AQuela Que normalmente não teria o de9er do seu irmão( de separar sua identidade se<ual da de sua mãe( agora tem a tarePa nada natural de separar sua identidade se<ual da de seu pai1 Isso pare-e e<pli-ar por Que @ tão grande a diPi-uldade de se integrar -om seu ser Peminino1e por Que ela tem uma in-ons-iente resist'n-ia tão Porte Quanto a isso1 Ela pre-isa de -ura da proPundNssima re3eição e<perimentada( não de si mesma -omo pessoa( mas de si -omo ser se<ual Peminino1 A oração de9erL in-luir( @ -laro( o perdão aos Que Pal+aram em a-eitar ou aPirmar sua Peminilidade1 \ualQuer -onPissão Que ela ten+a de Pa=er -om respeito K ati9idade l@s.

er em tro-a do Sen+or( a aPirmação de sua Peminilidade1 Muitas 9e=es tememos a parte de nOs -om a Qual estamos .emS1 :ma analogia mara9il+osa do Pato de Que uma parte de nOs Que @ .io SuPi( -u3o sistema -ir-ulatOrio esta9a -om pro.lemas( e( enQuanto dormia( perdeu a 127 sensi.ilidade no .raço e om.oa1 Desde a inPYn-ia o-asionalmente ela se 9ia S-+egando mais perto de si mesmaS( uma imagem Que a apa9ora9a mais( Quanto mais Pugia dela1 Tin+a( portanto( muito medo de solidão( de estar sO( pois era Quando o terror apare-ia( at@ Que mais tarde entendeu( na 9erdade( ser aQuilo( um SterrN9el . em Que a +eroNna( Pauline Anstrut+er( tin+a Sum -erto terror de sua prOpria 9ida se-retaS e 3amais -onsiderara a possi.rigados1 Na 9erdade( temos medo total de nosso mais alto ser( e at@ Que Deus nos -apa-ite a a-eitL#lo temos a tend'n-ia de Pugir -ompletamente1 Essa Puga @ des-rita de Porma . de integrar#se -om o ser Peminino Que( por tanto tempo( negara1 Essa -ura estL so.ro direitos1 .arreira para a -ura interior( o Pra-asso em a-eitar a si mesmo1 4omo 9imos( ela pre-isa re-on+e-er Que a de-isão de a-eitar a si mesma @ sua e sO ela pode resol9'#la1 T muito importante ensinar uma pessoa assim a ou9ir Deus porQue ela terL de entregar a Ele todos os seus 9el+os modelos de atitudes e re-e.ilidade de Que ela pudesse ser .oa e [til pode ini-ialmente nos apare-er -omo aterradora e mL( re-entemente Poi relatada por um amigo1 T a +istOria de um sL. o tema da ter-eira .-arente tem de seu ser Peminino( -onPorme o EspNrito Santo dirigir( agrade-endo Que a integração 3L este3a o-orrendo1 4om a poderosa a3uda do Sen+or( a mul+er -omeça o pro-esso de tornar)se.elNssima no roman-e de 4+arles Xilliams( -escent into ?ell.

anQueiro @ mel+or Quando parece .lusas( saias e 9estidos do Que -om jeans ou -alças mas-ulinas1 Tal9e= ela pre-ise ol+ar este prin-Npio do ponto de 9ista espiritual1 Paulo( -+amando#nos a ser mais -omo 4risto( di=G *revesti)vos de 0risto* A 9estimenta e<terior( -omo sa.A-ordando assustado( estendeu a mão esQuerda so.emos( estimula o +omem interior a tornar#se o Que o e<terior demonstra1 T por essa ra=ão Que a pr$tica da presença de 4risto @ tão ePeti9a1 O re9estimento Se<teriorS torna o -ristão -ens-io do 4risto 9erdadeiramente presente dentro de nOs( mais Que QualQuer outra 128 .anQueiro( pelo menos no inN-io da -arreira1 :ma mul+er @ mais Peminina -om .eu Que ele agarra9a seu prOprio .emS( Que na 9erdade aQuilo @1 A tarePa de a-eitar a si mesma( -omo mul+er( serL grandemente a3udada se ela puder ser -on9en-ida a Sre9estir#seS de uma imagem Peminina 9estindo#se de modo -ompletamente diPerente e Peminino( -omo tam.ra na sua -ama( seu irmão trou<e uma lu= para a -ela e per-e.raço direito1 Para a mul+er de Quem estamos Palando( sua Peminilidade não sO @ impossN9el de imaginar( -omo tam.re o Que ele pensa9a ser um enorme e Prio r@ptil 3unto a seu lado direito1 Ao ou9ir o grito de Que +a9ia uma -o.raço direito do 9el+o SuPi Que pensa9a estar -om uma serpente ao lado1 Por simplesmente vislum%rar e aPirmar Sa mul+er interiorS( re9elamos Hainda Que paralisada dentro delaI o SterrN9el .@m( algo estran+o e assustador -omo o .ele-er um modelo1 A imagem( -omo QualQuer proPissional pode nos di=er( @ realmente importante1 :m .@m adotando no9as maneiras mais deli-adas1 4omo ela não -onsegue se imaginar dessa Porma( ela pre-isarL H-omo Poi no -aso de 7os@I de( ini-ialmente( es-ol+er e esta.

presença( ou -oisa -riada1 Isso @ 9erdade at@ mesmo no aspe-to psi-olOgi-o1 A mul+er Que pode re9estir#se de seu ser Peminino des-o.erdade +L uma -ontNnua responsa.@m um poderoso pri9il@gio de autoridade so.re essa autoridade Que nOs -ristãos temos em nossas 9idas -om respeito ao prin-Npio Que estamos dis-utindoG SA autoridade -om Deus re9ela a autoridade -om o prOprio eu1 O eu di9ino( a ess'n-ia( permane-e Quieta( -alma( aguardando ser despertada em todos os +omens pelo eu e<terior1 Duas esp@-ies de dis-urso despertam essa ess'n-ia -alma K açãoG o -omando e o lou9or1S 7L Poi dito de di9ersas maneiras( por 9Lrios grandes lNderes espirituais -ristãos do passado( Que a alma -ria um -orpo adeQuado 129 .rirL Que o ato e<terior estimula o -res-imento interior e a maturidade de todo seu ser Peminino # emo-ional( intuiti9o( intele-tual e sensorial1 T -laro Que a mul+er tem de ter sempre plena li.erdade de es-ol+a nessa Questão( -omo em QualQuer outra1 ?alo de convencer apenas no sentido de apresentar -om entusiasmo e alegria a mul+er Que 9e3o dentro dela( -om a Qual ela esta9a Pora de -ontato( e de -ompartil+ar essa 9isão -om ela1 Mas ela 3amais de9erL sentir# se -oagida1 Se a pessoa Que esti9er orando por ela se des9iar de simplesmente apresentar a 9erdade e tentar manipulL#la de QualQuer maneira( terL se aPastado de sua 9o-ação de -ura1 Nosso Sen+or nun-a se impes -ontra a 9ontade do +omem1 Ele mostrou( de toda maneira possN9el( a integridade e a li.ilidade de es-ol+a e +L tam.erdade Que 9ia para as pessoas( -omo sua +erança( -omo Pil+os de Deus1 Dentro dessa li.re nossa prOpria alma e -orpo1 :m es-ritor Pala so.

@m psi-olOgi-a # ela Pora li.elo Que pudesse desa.al+ar ao lado do seu pai( tam.@m açougueiro1 Ela mata9a os animais -omo um +omem Paria( limpa9a#os e des-arna9a -omo um +omem( .ora a amasse( sO a aPirma9a -omo se Posse um Pil+o +omem Que ele dese3a9a1 Ela não podia ser -on9en-ida de Que seu ser Peminino Posse algo .para o seu uso( Que rePlita seu -arLter1 A maioria de nOs tem notado Que uma alma displi-ente apresenta uma apar'n-ia PNsi-a displi-ente( uma alma malandra( uma apar'n-ia de malandro1 :ma mul+er Pora de -ontato -om sua Peminilidade e de mas-ulinidade e<agerada 9ai rePletir isso em sua apar'n-ia PNsi-a1 4reio Que seu eu Peminino su.rança dessa mul+er ela esta9a 9estida -omo um açougueiro para tra.ianas e e<perimenta9a a -ura da re3eição de si 130 .ertada da las-N9ia e -ompulsMes les.elos loiros en-ara-olados Que modela9am seu rosto1 )a9ia uma mul+er in-ri9elmente .ia -er9e3a -omo seus antepassados alemães( esta9a sendo preparada para dirigir a empresa da PamNlia -omo seus an-estrais mas-ulinos1 Não tin+a irmão para Pa=er essas -oisas ao lado do pai( Que( em.ro-+ar1 O Pato de Que eu notasse isso -laramente nada signiPi-a9a para ela1 Ela tin+a lindos ol+os a=uis e -a.e.desen9ol9ido aPeta ad9ersamente todos os aspe-tos de sua 9ida1 Nesta seção( @ -laro( não estou me rePerindo a -asos e<tremos( e sim( a pessoas reais( -omo aQuelas a Quem ten+o ministrado1 At@ a mais remota lem.onita por trLs dos tre3eitos e modos mas-ulinos Que Porma9am sua imagem e<terna1 Ela não -onseguia S9estirS sua Peminilidade e a esta altura eu não iria pressionL#la( mas simplesmente agrade-er a Deus por sua -ura espiritual e em grande parte tam.

i-o estL ligado a medo e Odio do pai( ou de alguma outra Pigura mas-ulina1 Do Odio( QualQuer e toda esp@-ie de per9ersão pode surgir1 4ismas não sarados # se3a entre os se<os( as raças ou -lasses so-iais( ri-os e po.res( 3o9ens e 9el+os #( sempre geram Odios e assim t'm originado di9ersas per9ersMes1 )o3e em dia( tais -ondiçMes são e<a-er.endo Que ela +a9ia Sse re9estidoS de 4risto e Que esse prin-Npio( operando no aspe-to espiritual( em seu mais alto nN9el( ini-iaria o atenuamento ne-essLrio no aspe-to psi-olOgi-o1 Por Pim( enQuanto ela permane-esse Piel em es-utar o Sen+or( eu sa.i-a1 T Quando perdoamos as Paltas( uns dos outros( Hnão importa Quão gra9es elas se3amI e a.emos o dom de um no9o -oração # um -oração -urado( ama-iado e li.ertado1 4omo ministradores Que oram -om uma mul+er Que( +L muito( mant@m no -oração Odio e temor por +omens( de9emos dirigi#la a ol+ar para -ima( para 7esus( -om os ol+os do -oração1 Isso estarL em -ontraste -om QualQuer tentati9a de nossa parte de indu=i#la a uma -ons-i'n-ia -apa= de perdoar1 131 .eldia( Que re-e.mesma -omo mul+er1 Eu des-ansei sa.ia Que at@ seu -orpo -omeçaria a rePletir o Pato de Que 4risto estaria organi=ando em seu ser tudo o Que ela @( de modo -ompleto # num deli-ado e mara9il+oso pro-esso1 Comportamento L1s#ico Li'ado a ódio ou Medo de (omens E<istem -asos em Que o -omportamento l@s.adas He em alguns -asos at@ mesmo( de inN-io( indu=idasI por e<tremistas na retOri-a polNti-o#Peminista Que não somente a.rimos mão de nosso Odio( medo( re.re a mente para o Odio( -omo tam.@m para a se<ualidade l@s.

H8e3a a +istOria de 7oão no -omeço deste -apNtuloI1 Por outro lado( a mente ra-ional( -ons-iente pre-isa de ministração intele-tuais antes se3am da oração para Que QuaisQuer As .erto apontando para a irra-ionalidade de seu Odio e medo e a total destruição Que isso l+e trarL( se ela não perdoar1 Tem sido min+a e<peri'n-ia Que( apOs esse apelo K ra=ão( a pessoa se disponha a perdoar # um ato mara9il+oso da mente ra-ional Que( sem d[9ida( tira sua Porça das proPunde=as do -oração1 O Odio dessa mul+er( Que tal9e= ten+a -omeçado -om ressentimento pelo seu pai( ou outro +omem QualQuer( at@ então generali=ado a todos os +omens( Pa=endo -om Que ela ten+a uma reação deseQuili.ra espaço para o amor1 Durante essa oração( @ -laro( +L o-asiMes em Que apelamos K mente -ons-iente e ra-ional a Pim de a3udL#la a perdoar1 Em momentos -ru-iais( por e<emplo( Quando a pessoa -+ega ao perdão e grita SNão -onsigo perdoarWS( ten+o me des-o.re e se alarga a Pim de es-ol+er um -amin+o Que não sO traga a li.rada para -om todo ma-+o( agora @ entregue a Deus( e ela @ li.erta1 Não @ uma -ura peQuena e ela( -omo as outras pessoas( pre-isarL -ontinuar na Presença do Sen+or( ali tro-ando seus modelos deturpados de atitudes por no9os modelos 132 .us-a( -omo tam.@m a.arreiras mul+eres( 9erdadeiramente remo9idas1 espe-ialmente as presas pela retOri-a de di9isão e Odio( pre-isam do .erdade Que ela .enePN-io de perspe-ti9as alternati9as1 Ideologias e esperanças Palsas e in-ompletas pre-isam ser re9eladas -omo são( e isso não se Pa= para tentar mudar( ou -oagir a mente( ou o poder de es-ol+a da pessoa1 T ne-essLrio uma de-laração de perspe-ti9a mais alta1 O -oração dessa mul+er então se a.

Que sO Ele pode ediPi-ar em nOs1 Modelos de amor para todos( prisão para ningu@m # este @ o dese3o do Sen+or para -ada um de nOs1 %ecessidades +&teis no Comportamento L1s#ico A -onsideração das ne-essidades de toQue nos Pa= 9oltar K prin-ipal -ategoria do -omportamento l@s.asta( assim -omo nossas di9ersas outras tenttati9as de -ompensar não são suPi-ientes1 Na 9erdade( @ ne-essLrio o toQue -urador do Sen+or para -ompensar pelo d@Pi-it e li.lema -om -omer demais e -om mastur.i-o( ou se3a( a aus'n-ia do amor materno na primeira inPYn-ia( ou a in-apa-idade de re-e.itos são tentati9as de -ompensar ne-essidades não supridas de toQue( mas in9aria9elmente a-a.'#lo Quando esse amor @ oPere-ido1 Por 9e=es( a mul+er Que não re-e.ertar a mul+er de suas tentati9as de -ompensação( -ondição terrN9el Que( at@ Que se3a 9en-ida( não permitirL Que ela enPrente outras QuestMes1 At@ Que isso o-orra( ela poderL pensar de si mesma em termos prin-ipalmente sensuais ou se<uais1 As pessoas -u3as ne-essidades de toQue são maiores( muitas 9e=es terão pro.lemas militam -ontra aQuilo Que a mul+er mais dese3aG um rela-ionamento PNsi-o Nntimo -om um marido1 133 .'( de a.e.e.ação1 Am.os os +L.arão produ=indo uma mistura de outras -oisas Htais -omo las-N9ia ou autopiedadeI1 Tais pro.' tem ne-essidades tLteis HtoQuesI( Que -+egam a ser -ompulsi9as e irresistN9eis1 Isso mostra a importYn-ia de amamentar o .eu o toQue amoroso da mãe Quando .raçL#lo e segurL#lo 1 \uando esse amor de toQue Poi inadeQuado ou Paltoso( @ diPN-il re-ompensL#lo mais tarde1 O toQue de outras pessoas não .

lemas -res-em em -omple<idade1 %ecessidades +&teis e a Identidade Se)ualizada Ten+o o.ranças inPantis de -ar'n-ia e mais a -oragem de enPrentar sua solidão interior e -on9idar Deus para entrar nela1 Mas algumas pessoas( diPerentemente de Sara( passam a se<uali=ar sua identidade e seus pro.' de uma mãe e<austa e Pisi-amente doente( Que sO não tin+a Porças PNsi-as( -omo tam.i-o1 A +istOria de Lana @ tNpi-a dessa -ondição en-ontrada no 134 .@m esta9a psi-olOgi-a e espiritualmente esgotada1 Não tin+a Porças para -arregar nos .ser9ado numerosos -asos em Que a ne-essidade não suprida de -arin+o de uma mul+er @ aumentada por alguma diPi-uldade se<ual na sua 3u9entude( e a partir dessas -ir-unstYn-ias ela Hainda Que in-ons-ientementeI se<uali=a sua identidade1 Ela( então -ompreende o Que signiPi-a ser amada prin-ipalmente em termos sensuais ou a.e.erdade e na reali=ação se<ual1 4om o Pra-asso em um rela-ionamento -on3ugal( ela Porma .@m Portes ne-essidades de toQue e Que 3amais se en9ol9eriam -om a se<ualidade l@s.)L muitas mul+eres Que soPrem dessa dePi-i'n-ia e t'm tam.i-a1 A e<peri'n-ia de Sara @ e<emplo disso1 Nas-ida a Quinta Pil+a numa rLpida su-essão de -rianças( era .ertamente se<uais1 Essa -ondição @ muito agra9ada pela -ultura permissi9a em Que 9i9emos na atualidade( -om sua 'nPase na li.ase para a Queda num rela-ionamento l@s.raços mais uma -riança1 Sara soPreu muito por isso( mas não passou a se<uali=ar sua identidade -omo Pa=em algumas pessoas1 Suas Portes ne-essidades tLteis não a Pi=eram pensar em si em termos essen-ialmente se<uais1 Ela simplesmente pre-isa9a da -ura das lem.

lemas re9ol9em so.-omportamento l@s.astaram para ini-iL#la na estrada de pensar em si( prin-ipalmente( -omo um ser se<ual e dar e re-e.om( mas uma tend'n-ia de autopiedade e e<tremo egoNsmo não a a3udaram em nada1 Ela desen9ol9eu se9eros pro.lemas Que pre3udi-aram( não apenas ela( mas 9Lrias PamNlias e igre3as tam.aram sendo mesmo -oisas do inPerno( e Quando a 9i pela primeira 9e= # para a-onsel+amento e oração # tin+am e-lodido em pro.re tensMes se<uais( pode Pa=er essa dimensão da pessoa pare-er a prin-ipal1 O -omeço da 9ida de Lana( na 9erdade( não Poi muito .er amor essen-ialmente em termos se<uais1 T pre-iso enPati=ar Que não @ ne-essLrio soPrer as -ir-unstYn-ias e<tremas do in-esto para a-onte-er isso numa mul+er1 Por 9e=es( a e<ist'n-ia de pais -u3os pro.ter o Que Queria1 \uando seus di9ersos pro.uso se<ual( porQue sua ne-essidade de toQue era( de -erta Porma( reali=ada nessa -ir-unstYn-ia sOrdida e degradante1 Ela tin+a( por um lado( 9ergon+a de -omo esse tio 3o9em a tratara e sentia -ulpa por ne-essitar do toQue( por mais per9erso e sem amor Que Posse1 Essas -ir-unstn-ias .@m1 135 .usada se<ualmente pelo irmão mais no9o de seu pai1 \uando adulta( ela te9e sentimentos -onPlitantes Quanto a esse a.lemas Pi=eram possN9eis maridos desistir( ela -omeçou a desen9ol9er rela-ionamentos intensos -om mul+eres e Pinalmente( se pro-lamou -omo sendo S.i-os1 Esses -asos a-a.isse<ualS( entrando em uma s@rie de -asos l@s.ação e o -omer demais1 4om o passar do tempo( seus rela-ionamentos interpessoais Pi-aram muito -ompli-ados1 Ela tornou#se perita em manipular os outros a Pim de o.i-o1 Al@m da aus'n-ia do amor e da -arN-ia da mãe( ela Poi( desde muito no9a( a.lemas -om a mastur.

i-oI( ningu@m mais 9ai me a3udarS1 7unto -om essa id@ia dominante +a9ia a-usaçMes e ira( em sua maior parte a.ação e ati9idade l@s.ai<o do nN9el de per-epção -ons-iente( -ontra Deus e os +omens1 Ela e<i.ação e do -omportamento l@s.i-a1 Ela tin+a uma ra-ionali=ação per9ersa Que -+ega9a perto de di=erG SOl+aW Ten+o ne-essidades1 Mereço satisPa='#las1 Se eu não -onseguir satisPa='#las deste modo Hatra9@s da mastur.om -omeço Quando ela des-o.lema # de ter des-ido -om a a3uda da autopiedade e auto-entrismo repugnantes( ao Pundo do inPerno do egoNsmo1 EnPrentei a ela e o Que surgia Porte atrLs de seu pro.andonado e -urado( ela estaria destruindo todos os rela-ionamentos( na tentati9a de satisPa=er suas Sne-essidadesSG 41 S1 Le*is disseG SAmor @ algo mais se9ero e espl'ndido do Que 136 .lema de mastur.al+a9am -ontra as -+an-es de ser -apa= de rela-ionamentos -orretos -om amigos( ou mesmo -om o marido Que ela alme3a9a ter1 Tin+a de sa.er Que +a9ia outro -amin+o( al@m do de manipulação de pessoas( para ali9iar sua dor por -ausa de sua solidão e 9a=io interior1 Ti9emos um .er Que at@ tudo isso ser -onPessado( a.riu( logo de inN-io Que não poderia me manipular1 Eu pre-isei enPrentL#la -om seu prin-ipal pro.ia -ada relação l@s.i-a su-essi9a -omo sendo Sum 9erdadeiro rela-ionamento de amorS( mas te9e de ol+ar toda sua ati9idade e re-on+e-'#la -omo algo Que eraG totalmente perni-ioso e ego-'ntri-o1 Ela te9e de en-arar o Pato de Que sua preo-upação -onsigo mesma e -om suas prOprias ne-essidades tra.Ela esta9a proPundamente Perida( ne-essitando -ura das 9el+as re3eiçMes e -ar'n-iasR pre-isando re-on+e-er Que +a9ia se<uali=ado sua identidade( pre-isando sa.

stituir alguma Porma impensada de Sa-eitação amL9elS das -oisas Que a destruNam1 :ma -oisa @ a-eitar a pessoa onde ela estLR outra muito diPerente @ a-eitar seu -omportamento maligno Que tra.ertar a pessoa 9erdadeira Que Quase nem en<erga o 9el+o ilusOrio( uma 9e= dis-ernido e nomeado -omo usurpador Que @1 A Sua .@m -ontra as demais pessoas1 :ma -oisa @ a-eitar a pessoa 9erdadeira Que estL K sua Prente( -arente de li.enignidade @ -omo uma -+ama de lu= -uradora Que 9ai em direção da pessoa 9erdadeira Que Ele -riou1 Em Lana eu podia 9er a 9erdadeira luta para sair de .ertação( outra diPerente @ a-eitar He desen9ol9er uma tolerYn-ia para -omI o 9el+o ser -arnal Que 9este a -ara Que a o-asião possa pedir( enQuanto e9ita Que o 9erdadeiro ser -riati9o se re9ele1 7esus 4risto nun-a desperdiçou Seu tempo( Suas energias e oraçMes a3udando a pessoa a Sprati-ar a presençaS do seu 9el+o eu -arnal1 Ele não -ompa-tua9a -om isso( nem e<er-ita9a a grande S9irtudeS de .al+a tanto -ontra ela( -omo tam.mera .ondadeS( e a -oisa menos amL9el Que eu poderia ter Peito a ela seria su.ondade para -om a -arnalidade1 SO presta9a atenção nesse tipo de -omportamento para di=er SMorra para essa 9el+a -arnalidadeWS A prLti-a da presença de 7esus @ 9ital por parte da pessoa Que dese3a ministrar -ura em Seu nome1 Ao prati-ar a Sua presença dentro( ou Pora( de mim( e em todo lugar( estou tam.@m orando para Que 9e3a as pessoas a Quem sir9o atra9@s dos ol+os de 7esus( e somente atra9@s deles1 4om o passar dos anos( estou -on9en-ida de Que Ele tanto ama e dese3a li.ai<o de muitas -amadas da 9el+a nature=a egoNsta( ego-'ntri-a e -arnal1 Apelei K 9erdadeira Lana e -on-lamei#a( em nome de 7esus( a sair 137 .

do inPerno do ego 1 ?oi e<atamente o Que -omeçou a a-onte-er( e depois de di9ersos en-ontros estL9amos prontas para orar pela -ura de antigas memOrias de re3eição e pri9ação1 )o3e sua 9ida @ totalmente se<uali=ada( diPerente1 os seus porQue sua identidade intele-tuais( não estL mais e +ori=ontes imaginati9os

espirituais surgiram e -ontinuam -res-endo1 4omo Pil+a de Deus( ela re-on+e-e Que o -ristão tem ainda de tra;al+ar( -om a mente e tam;@m -om o -orpo( soPrer( esperar e morrerS Noutras pala9ras( a 9ida @ sempre uma luta e o +eroNsmo @ essen-ial para a 9itOria1 4ontudo( ela 9' possi;ilidades ilimitadas de tornar)se e se -on+e-er -omo estando em +armonia -om essas possi;ilidades1 )o3e ela per-e;e Que todas as suas Stend'n-ias e Pa-uldades t'm um propOsitoS e estão sendo redimidas1 Durante algum tempo( Lana Quis -ontinuar a re-e;er a3uda atra9@s de mim( ou de outra pessoa -ristã( em 9e= de desen9ol9er( ela mesma( o ne-essLrio rela-ionamento 9erti-al -om Deus1 Ti9e de e<ortL#la -om Pirme=a e ensinL#la a ou9ir a Deus por si mesma( separando um perNodo de sil'n-io e solitude -om Ele a -ada dia1 Isso era uma a;soluta ne-essidade para Que seu eu 9erdadeiro 9iesse K tona( amadure-esse e Plores-esse1 Era tam;@m a -+a9e para 9en-er os [ltimos 9estNgios de autopiedade( dos +L;itos da mastur;ação e -omer demais Que a a-ompan+a9am1 4ada um de nOsR não sO as pessoas Que soPreram -ar'n-ia aPeti9a na inPYn-ia -omo Lana e outros( pre-isa gan+ar -oragem e de-isão para enPrentar a solidão interior e ali -omeçar a ou9ir a 9o= de Deus( dentro de nosso eu mais 9erdadeiro1 A ne-essidade disso @ apenas mais urgente para as Lanas e Lisas Que 9i9em por aN1 Na mara9il+osa Pigura de )enri Nou*en( pre-isamos S-on9erter o
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deserto da solidãoS Que e<iste no proPundo de nosso ser em um S3ardim de solitudeS onde -omeça e Plores-e a 9ida espiritual1 SEm 9e= de Pugir da solidão( de tentar esQue-er e negL#la( temos de proteg'#la e tornL#la em solitude PrutNPeraS1 Essa @ parte essen-ial do Que signiPi-a prati-ar a presença de Deus( de rela-ionarmo#nos -om o prOprio Deus1 A tend'n-ia mais Porte de Lana era e9itar enPrentar sua prOpria solidão interior( Que na 9erdade ela temia1 Temer e Pugir dela era temer e Pugir de seu 9erdadeiro eu1 Ela pre-isou aprender( no -omeço -om Porte dis-iplina( a proteger aQuilo Que sempre temera mais( ou se3a( sua prOpria solidão( e des-o;rir Que esta esta9a Sen9ol9ida em des-on+e-ida ;ele=aS1 Na presença de 4risto ela -res-eria emo-ionalmente e tam;@m intele-tual e espiritualmente1 Era min+a par-ela insistir e -ondu=i#la no -amin+o da dis-iplina espiritual1

A Remoção de 2uadros $eios do "anco de Memórias \uase sempre uma mul+er -asada Que ten+a tido e<peri'n-ia -om les;ianismo pre-isa dessa -ura( algo mara9il+oso e simples pelo Que orar1 8e= apOs outra( tais mul+eres são en9iadas a mim( tal9e= por seu pastor ou -onsel+eiro( e elas di=emG S\uando meu marido -omeça a Pa=er amor -omigo( esses Quadros +orrN9eis 9'm K mente1 Eu simplesmente me gelo toda1 \uando 9im para 7esus Ele me perdoou( eu sei( mas estou tão assustada1 Esses retratos A mente mais proPunda @( ao mesmo tempo( semel+ante e diPerente de um -omputador1 Guarda toda memOria( sem esQue-er de uma sO(

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enQuanto HdiPerente do -omputadorI ela tem gra9ado( não apenas o Pato( -omo tam;@m o retrato vivo dessas lem;ranças1 \uando nos tornamos -ristãos e -omeçamos a orar( estamos Quietos ou entramos numa situação em Que nos lem;ramos da 9el+a -ondição( esses antigos retratos tentam surgir1 O -ristão pensa SNada dissoWS( pressionando#os de 9olta para dentro( -omo se tentasse enPiar a tampa de uma lata de li<o para não dei<ar o li<o apare-er1 Os retratos( @ -laro( Que estão surgindo na mente da mul+er( são da ati9idade l@s;i-a Que ela a;andonou1 ?oi perdoada e li;ertada da ati9idade( mas pre-isa entregar os 9el+os retratos Que Poram programados para dentro do -omputador do -oração1 Passamos a orar e eu peço Que ela ol+e para 7esus -om os ol+os do -oração( estendendo as mãos a;ertas para re-e;er dUEle1 Depois de um pou-o de oração preliminar( peço Que 7esus Paça surgir( do -oração e da mente dela( todo retrato mau ou Que -ausa medo( e enQuanto oramos( @ e<atamente isso o Que Ele Pa=1 Surgem os Quadros um a um1 Peço Que ela toQue em sua testa K medida Que surge um retrato( e entregue#o a 7esus( -u3as mãos estão estendidas para ela1 Isso não @ demorado e sempre resulta em -ura do pro;lema1 Depois Que surgiu o [ltimo retrato( peço a ela Que 9e3a o Que 7esus estL Pa=endo -om esses Quadros 9el+os1 Ela o 9' a-a;ando -om eles de modo muito signiPi-ati9o para ela1 Oro então ara Que o amor e a lu= de 4risto permeie e preen-+a os espaços onde +a9ia Quadros de Pormas deturpadas de ati9idade se<ual1 O pro;lema agora estL -omo Que Pora da pessoa e ela tem -ondiçMes de Pi-ar Pirme -ontra QuaisQuer tentati9as de SatanLs de reprogramar a Pa-uldade da mente proPunda Que -ria seus retratos1
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Aprendi a orar assim em Pa9or de grupos antes de le9L#los a uma S9iagem imaginLriaS( algo Que Paço -om PreQ]'n-ia( -omo e<peri'n-ia para li%ertar o coração, a Pim de 9er QuaisQuer retratos Que Deus Queira Que 9e3am( -omo tam;@m antes de orar pela -ura de memOrias1 De outra Peita( as pessoas -om retratos reprimidos de medo ou pornograPia os 9erão surgir de repente( durante a 3ornada1 Algumas pessoas t'm medo de meditar e orar porQue esses retratos surgem Quando o Pa=em1 Elas pre-isam muito dessa simples -ura1 4omportamento )omosse<ual e L@s;i-o Relati9o K ?al+a do e;' em Atingir um Senso AdeQuado de Ser O pro;lema de identidade neste grupo @ o mais se9ero de todos( pois o soPredor e<perimenta( de alguma Porma( a separação de sua prOpria exist@ncia At@ agora temos Palado so;re as partes de nOs das Quais estamos separados e não -onseguimos a-eitarG nossa mas-ulinidade( nossa Peminilidade( nossa apar'n-ia PNsi-a( nossa ;oa mente( ou se3a lL o Que Por1 Mas no -aso Que e<aminamos agora( o trauma Poi tal( Que o prOprio senso de e<ist'n-ia( de ser( @ muito t'nue( ou Quase ine<istente1 Vs 9e=es( porQue esse trauma nem sempre se maniPesta -om -omportamento +omosse<ual( o soPredor -olo-arL sua identidade em algum o;3eto ou Peti-+e1 Outras 9e=es( ele simplesmente soPrerL uma solidão e dor mental e emo-ional( al@m do Que uma pessoa -omum possa imaginar1 \uando tal soPredor es-ol+e o -amin+o do +omosse<ualismo para ali9iar seu senso doloroso de não e<ist'n-ia( serL uma tentati9a +ist@ri-a de en-ontrar seu eu ausente( ou depositar seu senso Pra-o de e<ist'n-ia e identidade em outra pessoa1
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mergido1 a Para uma -ompreensão psi-olOgi-a e espiritual desse grupo de soPredores +omosse<uais( -ompreensão pastoral ne-essLria so.e tem aprendido a a.er amor e -uidado maternos em nN9el signiPi-ati9o1 Em ra=ão da se9eridade de suas ne-essidades( tais soPredores muitas 9e=es apare-em no ga.ranças e<-lusi9amente pela oração e não usa mais( nem drogas( nem a +ipnose para a3udar o pa-iente a re9i9er o trauma rai= tão -omo proPundamente tam.re Perimentos psi-olOgi-os na primeira inPYn-ia( usando ini-ialmente drogas ou +ipnose para a. La.' 142 .e( @ essen-ialmente ansiedade de separação e tem suas raN=es no trauma de alguma re3eição e<perimentada na primeira inPYn-ia1 Isso a-onte-e antes do .e( um psiQuiatra e teOlogo ingl's( e<# missionLrio na Nndia( por alguns termos Que utili=arei neste -apNtulo1 4omo psi-Ologo meti-uloso( ele Pe= pesQuisas e<tensas so.@m para su.e.ertas -oin-idem -om o Que en-ontramos na oração para a -ura de memOrias e nos dão uma aPirmação -ientNPi-a para a mesma1 Na 9erdade( o prOprio Dr1La.inete pastoral -om longos e -ompli-ados +istOri-os m@di-os e( por 9e=es( são rotulados pelos m@di-os de esQui=Oides1 Sou grata a Dr1 ?ran.reagir essas lem.e.re -omportamento +ist@ri-o( re-omendo o seu li9roG 0linical TheologE HTeologia 4lNni-aI1 A dor mental( di= Dr11 La.'s +umanos podem soPrer Quando Paltam o amor e o -uidado de Que pre-isam para se tornarem pessoas1 Ou ainda( Quando alguma -ir-unstYn-ia gra9Nssima# ou Perimento os ten+a Peito in-apa=es de re-e.Esta -ategoria muito importante simplesmente rePlete em maior grau os traumas psi-olOgi-os Que os .reagir # HPa=er surgirI essas primeiras e<peri'n-ias em seus pa-ientes +omosse<uais mais seriamente doentes1 Suas des-o.

re essa pessoa111 A ansiedade neurOti-a @ a-res-ida KQuele temor ra=oL9el dos terrores estran+os e irra-ionais( ou se3a( de ansiedade de separação inPantil +L muito reprimida111 O passado enterrado transPorma um momento presente tolera9elmente assustador em um momento intolera9elmente ansioso1 As raN=es de todas as psi-oneuroses estão nas e<peri'n-ias 143 .e( torna#se o -ordão um.e.e.ili-al atra9@s do Qual o .em#estar( ou H$I um senso de prOpria e<ist'n-ia1 Este [ltimo resulta em uma identiPi-ação -om o não#ser1 )L Perimentos PNsi-os( -omo tam.andono ou simplesmente por soPrer sua aus'n-ia num perNodo de grande estresse( pode resultar na Pal+a do .e.@m psi-olOgi-os Que podem Pa=er -om Que a -riança se3a in-apa= de rela-ionar#se -om a mãe e( portanto( de re-e.' deri9a seu senso de e<ist'n-ia( de ser1 A perda da mãe( ou de sua su.' Querendo 9oltar para dentro de si e para o 9entre não são raros1 Nos -asos mais se9eros( re3eita#se QualQuer -oisa Pora do 9entre materno( in-luindo a prOpria mãe1 O termo ansiedade de separação tem enorme signiPi-ado depois Que se 9' a a.stituta( atra9@s de doença( morte( a.ril+o do seu amor( seu senso prOprio saudL9el de e<ist'n-ia1 Traumas de nas-imento Que dei<am o .sa.er do .er Que @ separado de sua Ponte e<ist'n-ia( sua mãe1 O amor Que .ril+a nos ol+os da mãe( di= Dr11 La.' de H&I atingir um senso de .reação de memOrias inPantis -omo essas1 Tudo Que ten+o aprendido a respeito da oração A ansiedade neurOti-a e os temores e a dor irra-ional em Que ela se tradu= são resultados diretos de -ir-unstYn-ias inPeli=es no presente1 A dor mental de uma -rise ner9osa @ o e-o da dor antiga da perda de rela-ionamentos1 Esse e-o ressoa em sua -ons-i'n-ia porQue uma solidão dolorosa des-eu so.

em#estar e outra( inPinitamente pior( asso-iada K perda do prOprio senso de e<ist'n-ia1 4reio Que a -ondição de Mateus Hno -apNtulo CI in-luNa essa diPi-Nlima Perida( ou pelo menos a perda de .reação( so.e relata numerosos -asos de pa-ientes +omosse<uais Que re9i9eram Hpor a.em#estar1 Dr11 La.' tin+a sido lançado a uma posição esQui=Oide de pa9or na Qual o temor .stituta( @ igual a um estrangulamento 9agaroso do espNrito e sua resultante morte1 Os di9ersos modelos de psi-oneurose -ompMem e indi-am uma 9ariedade de dePesas -ontra essa separação1S 2uando o Comportamento (omosse)ual $orma Parte da /e.inPantis de dor mental de se9eridade tão intolerL9el Que reQuer a di9isão da -ons-i'n-ia mais ou menos na @po-a em Que o-orreram1 Estas permane-eram enterradas pela repressão1 A -ausa real do pYni-o pode ser um tempo de ansiedade#de#separação sustentado durante os primeiros meses de 9ida( Quando estar separado da 9ista e per-epção sensorial da Ponte de e<ist'n-ia( a mãe ou sua su.esa O -omportamento +omosse<ual @ apenas uma dessas dePesas1 Dr11 La.e. ePeito de drogasI um perNodo traumLti-o( ou doloroso no perNodo pr@#natal tin+a sido +orrendo e o resultado Poi a -ondição de ansiedade de separação1 O .Lsi-o era de identiPi-ação -om o não#ser1 A posição esQui=Oide @ sinenima( no uso Que o Dr11 La.e di= Que +L duas esp@-ies de +omosse<ualismo rela-ionadas K ansiedade de separaçãoG aQuela Que se asso-ia K perda de .e Pa= do termo( a uma e<peri'n-ia de pa9or insuportL9el( de -air em não# 144 .

e.'( soPrendo esse trauma antes dos seis meses de idade( @ SesQui=OideS em relação K mãe1 Nas mãos dela( por alguma ra=ão( ele não o.te9e senso de .rela-ionamentos( ou identiPi-ar#se -om a não#e<ist'n-ia1 O menino# .' reage de modo diPerente do menino1 Ela( enQuanto soPre essa mesma dor Hde não -onseguir um senso de .'S não o-orre sem dor( nem @ PL-il( por 145 .re o minist@rio -om pessoas nessa -ondição -on-ordam Que @ 9erdadeiramente um Pardo pesado para se -arregar pela 9ida aPora1 A -ura psi-olOgi-a disto SA mais terrN9el -ar'n-ia -on+e-ida para a mente +umana( a aus'n-ia do amor da mãe para o .'s( ao -ontrLrio dos meninos1 O menino Que permane-e +isteri-amente ligado K mãe pode -onseguir transPerir sua Pi<ação para a mul+er -om Quem ele se -asa( em Quem ele pro-ura uma mãe( -omo tam.e.e.e.stitutaI entra numa posição +ist@ri-a( e não esQui=Oide( em relação Ks mul+eres1 ^A reação +ist@ri-a K perda de 9ida( pelo rela-ionamento -om a mãe( @ a e<peri'n-ia rai= Que le9a ao les.em#estar( nem de ser # e ela @( portanto( asso-iada a esse terrN9el pa9or1 Tal asso-iação passa a ser generali=ada para todas as mul+eres( tornando#o -entrado no mas-ulino1 Ele poderL Pormar( então( uma ligação +ist@ri-a -om um +omem1 A psi-odinYmi-a da personalidade +ist@ri-a @ re9elada numa ligação SagarradaS a -oisas( ou K pessoa na Qual ele en-ontra( ou estL tentando en-ontrar( sua identidade1 A menina#.@m tudo mais1 A menina( para Quem isso a-onte-e( pode transPerir sua ne-essidade permanente de depend'n-ia da Pigura materna para outra mul+er1S As pessoas Que -on+e-em algo so.em#estar( ou mesmo de e<ist'n-ia no amor da mãe( ou da mãe su.ianismo nas meninas# .

e.ismo de não#e<ist'n-iaS1 Pode#se entender -omo isso pare-eria algo nato Huma -ondição gen@ti-aI para pessoas -u3as pressuposiçMes e metodologias não permitem a possi.re Si nosso soPrimento( -omo tam.em Que mais pronun-iada( @ a mesma Que a de todas as pessoas -aNdasG a de -ora3osamente enPrentar o 9a=io interior e -lamar VQuele [ni-o Que pode nos -urar e nos -ompletar1 Elas re-e.@m tornou)se pecado por n>s Ele( Que @ amor( tornou)se.mais Que se Por-e a imaginação( pois reQuer enPrentar a solidão e o 9a=io internos de Que alguns soPredores t'm gasto a 9ida inteira para es-apar1 4ada grama de Porça Poi usada para reprimir( em 9e= de enPrentar os espe-tros Que surgem desse SterrN9el a.er de 4risto o perdão e a graça -uradora1 Essa graça o -apa-ita a entregar seu soPrimento( 3unto -om a proPundamente arraigada ira e rai9a( nas mãos do 4ru-iPi-ado1 Nesta graça( ele entende por que 4risto morreu # tomando so.em a -ura e<atamente do mesmo modo Que outras pessoas des-ritas neste li9ro1 \uem ora e tra. -omo 4ordeiro de Deus( o terrN9el pe-ado da Palta de amor Que tanto nos Periu1 146 .ilidade de trauma no inN-io da inPYn-ia1 A -ondição desses soPredores pare-e ter sempre e<istido1 Esse padrão andro-'ntri-o pare-e ter 9indo 3unto -om o .re si a prOpria dor1 Ele 9' Que 4risto soPreu esse Pardo o tempo todo( e Que sO pre-isa entregL#lo a Ele1 Ele 9' Que 4risto não sO tornou#se +omem e tomou so.'1 Sua ne-essidade( num sentido( se .al+a -om eles( por@m( de9e estar proPundamente -ons-iente das dimensMes Quase inimaginL9eis da -ura de Que -are-em1 Esse soPredor( -omo os demais( pre-isa se ater K -ru= H-om tudo Que isso signiPi-aI at@ perdoar as prOprias -ir-unstYn-ias de sua 9ida e re-e.

reus &%1&/I Passamos pela S-ortina( Que @ o Seu -orpoS( morrendo para as 9el+as e doentes Pormas de amor Que agarrL9amos( -omo tam. intrepide6 para entrar no 'anto dos 'antos. pela sua carne * H)e. pelo sangue de /esus.re a passagem de ano no9o1 ?ui K mesa da -omun+ão para parti-ipar do -orpo e sangue de 7esus1 Sua presença Poi real e Ele sa. isto +. pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo v+u.ismo da não#e<ist'n-ia( tomado por seu grande Ser e sa-riPN-io1 *Tendo pois.@m K indis-ritN9el solidão e dor de estarmos não rela-ionados do mais .i-os es-ondidos e -arregados de medo1 A mara9il+a de sua -ura ainda esta9a -om ela Quando ela me es-re9euG S4omo eu me rego=i3o nesta man+ã( de modo proPundo e silente( so.@m Ks -ir-unstYn-ias de nossa 9ida( ressus-itamos -om Ele em no9idade de 9ida1 Nas-idos de no9o( tomamos nosso lugar no seu Ser ressurreto1 Na -ru= +L -uraR em Seu -orpo ressurreto e 9ida e<istem identidade e exist@ncia Eis alguns tre-+os da -arta de algu@m Que soPreu esse Perimento mais se9ero e +a9ia tentado apla-ar a insuportL9el dor de não -onseguir um senso de e<ist'n-ia pelo amor de mãe( -om rela-ionamentos l@s.ado o 9in+o e assim esperei -om 147 . irmãos.ia Que eu não Queria me apressar1 \uando o leitor leigo -+egou K min+a Prente( +a9ia a-a.Em oração( nOs O 9emos so.Lsi-o de todos os nN9eis1 Perdoando aos outros( -omo tam.re a -ru= e podemos tomar nosso lugar no Seu -orpo -ru-iPi-ado1 Na 9erdade 9emos isso -om os ol+os do -oração( -omo a realidade espiritual Que estL a-onte-endo1 Então( 9emos at@ mesmo nosso Pra-asso em atingir um senso de ser( nosso +orrN9el medo de -air no a.

rosos de dor e ne-essidade estampados no rosto daQuela 3o9em( Quando assistia a uma palestra Que eu da9a( nem de sua surpresa Quando ela 148 .ro -laramente Quando 9o-' disse mais de uma 9e= Que pre-isamos prati-ar a Presença de 4risto1 Lou9ado se3a Deus1 ?a= de= meses Que ti9emos aQuele momento de oração e a realidade do Sen+or tem -ontinuamente -res-ido em mim1S Nun-a me esQue-erei dos anos assom.I ) *'e algu+m est$ em 4risto( @ no9a -riaturaR as -oisas antigas 3L passaramR eis Que se Pi=eram no9asS1 O segundo 9ersN-ulo @ o &!( Que di=G SOra( tudo pro9@m de Deus( Que nos re-on-iliou -om Ele( por meio de 4risto e nos deu o minist@rio da re-on-iliaçãoS1 SRe-on-iliaçãoS( es-re9e ela # SQue pala9ra -om a Qual ini-iar Sua no9a d@-adaWS Era ne-essLrio -on+e-er a e<tensão de seu deserto interior de -ar'n-ia( para apre-iar o Pato de Que uma 9ida toda( da mais se9era ansiedade de separação e seus ePeitos( esta9a sendo 9en-ida pela pa= e alegria Que +o3e -on+e-e em sua unidade -om 4risto1 SDesde Ha noiteI em Que 9o-'( HSrta11 A1I e eu oramos naQuela -apela( e 7esus 4risto entrou em -ada -@lula de meu ser( a Sua presença tem sido -onstante e meu espNrito re-on+e-e -ada 9e= mais o Pai( o ?il+O e o EspNrito Santo1 Lem.o Sen+or enQuanto o Irmão S1 -onsagra9a mais 9in+o1 Re-e.i#o1 A presença Poi tão real111 \uando Pui para a -ai#na esta madrugada Hdepois do -ulto da meia#noiteI 9eio#me o pensamento de Que +a9iam se passado $% anos( desde a [ltima 9e= Que eu parti-ipei da Santa 4eia( K meia#noite do ano no9o1 Mara9il+ada pela -ura do Sen+or e Sua proteção atra9@s dos anos( dormi em pa=1S Dois tre-+os da Es-ritura -omeçaram a ministrar no seu -oração1 O primeiro( de $4orNntios H .

-omeçou a per-e;er Que( tal9e=( apOs tantos anos pro-urando a3uda( +a9ia possi;ilidade de a3uda 9erdadeira1 :ma tremenda agonia a-ompan+a9a sua surpresa( porQue não suporta9a ter esperança e 9'#la depois despedaçada1 Lançou#me pergunta apOs pergunta( re9elando Que sua ;us-a de integridade a +a9ia le9ado por muitos atal+os intele-tuais e teolOgi-os1 SAntes de 9o-' orar por mim( orei a Deus para Que eu não e<perimentasse um ponto alto( pois sa;ia Quão dolorido seria a Queda1 Pedi profundidade Ontem K noite agrade-i a 7esus porQue não sO respondeu a oração( -omo tam;@m -ontinua a +onrL#la111 A-redite( não estou Palando de uma e<peri'n-ia ;onitin+a( pois +L o-asiMes em Que ten+o -lamado -om agonia( -+orado de alegria( -orrido adiante dUEle e Pi-ado para trLs1 Mas -om Pirme=a( ternura e ;ondade( 7esus tem me ensinado atra9@s da Sua Pala9ra( pela oração( e por meio do minist@rio da Srta11 A1 Hagradeço a Deus por ela ser um -anal tão -laro e desimpedido para a o;ra do EspNrito SantoI( e por meio do irmão ?r111 O tempo não permite Que eu relate muitos e9entos dos [ltimos oito meses( mas 9o-' -on+e-e as o;ras das mãos do Sen+or e não se surpreenderia # mara9il+ada Que estou( ainda me surpreendo e me 9e3o de ;o-a a;erta( estupePata HLu-as ; JI )KPois para -eus não h$ imposs(veis&= Ela termina sua -arta agrade-endo e lou9ando a Deus pelo amor Que +o3e -on+e-e e Que estL sendo -ontinuamente reno9ado em seu ser1 Plenitude do ser) isso @ glOria( e @ isso Que ela agora possui1 T a +erança disponN9el a todos os Pil+os de Deus( em 4risto 7esus1 :m sa-erdote( -u3a +omosse<ualidade Poi asso-iada a essa mais se9era Perida( es-re9eu#me um poema so;re sua e<peri'n-ia
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de entrar na morte de 4risto e en-ontrar ali a -ura1 Numa lin+a do poema ele imagina as mãos do 4ru-iPi-ado( estendidas SPa=endo morrer a morte em mimS1 Não -on+eço mel+or modo de des-re9er a -ura de algu@m Que nun-a ti9esse al-ançado( nos ;raços de sua mãe( um senso de ser1 Essa @ a +erança daQueles Que es-ol+em unir#se a 4risto e 9i9er em -omun+ão -om Ele( ou9indo#O1 Essa união( plane3ada pelo prOprio Deus para a -ura do mundo( estL em -ompleto -ontraste -om a união se<ual anti#natural de uma pessoa -om um mem;ro de seu prOprio se<o # Que @ o rem@dio Que os apologistas do +omosse<ualismo insistem em impor so;re um soPredor( -omo meio de satisPa=er Pisi-amente seus dese3os +omosse<uais1 Esses dese3os( -onPorme 3L 9imos( são( na 9erdade( parte de uma S-onPusão sim;Oli-aS( algo Que( -om a a3uda de Deus( pode ser es-lare-ido1 SAleluiaW Todas as Min+as ?eridas E<-lamamS At@ mesmo antes de a-onte-er a -ura psi-olOgi-a H-omo tam;@m depois delaI( Deus pode transPormar as Peridas dessa S-ategoria das mais se9erasS em poder Que -urador1 SToda dePi-i'n-ia(S es-re9eu 41 S1 Le*is( Ses-onde uma 9o-açãoS1 Sua -ompreensão disso em relação ao +omosse<ualismo se re9ela na seguinte -arta Que ele es-re9eu a S+eldon 8anau,enG STen+o 9isto menos Que 9o-'( mas( mais do Que eu Queria( desse terrN9el pro;lema1 4on9ersarei a respeito de sua -arta -om aQueles a Quem -onsidero sL;ios em 4risto1 AQui 9ai apenas uma resposta interina Primeiro( a Pim de delinear os limites dentro dos Quais a dis-ussão poderL prosseguir( tomo -omo -erte=a Que a satisPação PNsi-a de dese3os +omosse<uais @ pe-ado1 Isso dei<a o
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+omosse<ual na mesma -ondição de QualQuer pessoa normal Que( por alguma outra ra=ão( não se -asa1 Segundo nossa espe-ulação( não nos importa a -ausa da anormalidade e de9emos -ontentar#nos em ignorar Qual se3a1 Os dis-Npulos não re-e;eram e<pli-ação de por Que Hem termos de -ausa ePi-ienteI o +omem nas-era -ego H7oão /1&#CIG somente a -ausa Pinal( para Que a o;ra de Deus se3a maniPesta nele1 Isso sugere Que na +omosse<ualidade( -omo em QualQuer outra tri;ulação( essas o;ras podem tornar#se maniPestas( ou se3a( toda dePi-i'n-ia es-onde uma 9o-ação( se apenas pudermos en-ontrL#la( Quando StransPormamos a ne-essidade em lu-ro gloriosoS1 T -laro Que o primeiro passo serL a-eitar QuaisQuer pri9açMes Que( se tão inaptos( não -onseguirmos o;ter legitimamente1 O +omosse<ual tem de a-eitar a a;stin'n-ia se<ual( assim -omo o +omem po;re tem de a;rir mão de pra=eres Que( de outra Porma seriam legNtimos( para não ser in3usto -om a mul+er e os Pil+os( se os tomasse1 Essa @ apenas uma -ondição negati9a1 O Que( então( de9eria ser a 9ida positi9a para o +omosse<ualc Eu Queria ter -omigo uma -arta Que um +omem piedoso( 3L morto( es-re9eu#me # mas @ -laro Que era uma -arta Que se toma o -uidado de destruir1 Ele a-redita9a Que sua ne-essidade podia se transPormar mul+eres( em lu-ro espiritualG podiam Que dar1 +a9ia Mas -ertos isso tipos tudo de estL -ompreensão e simpatia( um -erto papel so-ial Que +omens ou apenas( não +orri9elmente 9ago # Poi +L muito tempo1 Tal9e=( QualQuer +omosse<ual( Que +umildemente a-eite sua -ru= e se -oloQue so; a direção di9ina( -on+e-erL o -amin+o1 Ten+o -erte=a Que QualQuer tentati9a de se e9itar isso( atra9@s do Palso ou Quase#-asamento -om um mem;ro do prOprio se<o( ainda Que não le9e a QualQuer ato -arnal( serL o -amin+o errado1 O -i[me Hisso outro +omosse<ual
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admitiu para mimI @ muito mais a-irrado e mortal entre eles( do Que entre nOs1 Tam;@m não a-+o Que Pa=er peQuenas -on-essMes( -omo usar roupas do outro se<o( se3a a lin+a -orreta1 São os de9eres( as responsa;ilidades( as 9irtudes -ara-terNsti-as do outro se<o Que o pa-iente de9erL pro-urar -ulti9ar1 Men-ionei +umildade porQue o +omosse<ual mas-ulino Hnão sei so;re as mul+eresI @ -apa= de( no momento Que des-o;re Que 9o-' não o trata -om +orror e despre=o( -orrer ao ponto oposto e -omeçar dei<ar implN-ito Que( de alguma Porma( ele @ superior Ks pessoas normais1 \uisera eu pudesse ser mais dePinido( mel+or S-laroS1 Tudo Que na 9erdade eu disse @ Que( -omo em outras pro9açMes( a +omosse<ualidade tem de ser oPere-ida a Deus para Que ele a diri3a -omo agirS1 E<istem muitos( -omo Le*is men-ionou( Que en-ontraram total -ura espiritual a-eitando a SdePi-i'n-ia psi-olOgi-a( assim -omo o dePi-iente PNsi-o tem de a-eitarS e -olo-aram( seguramente( suas mãos na de Deus( sa;endo Que Ele transPorma( at@ mesmo este terrN9el soPrimento( em um mais proPundo ;em1 Dr1 La,e men-iona tr's pessoas assimG SEm tr's o-asiMes de -rise em min+a prOpria 9ida espiritual em Que ti9e ne-essidade urgente de a3uda( esta 9eio de pastores Que maniPestamente -arrega9am esse Pardo1 4ontudo( em outro sentido( eles +a9iam dei<ado de -arregL#lo -omo um Pardo1 )a9iam 9en-ido as limitaçMes( e a 9ida de 4risto neles -arregou( tanto a eles( Quanto a mim1 Esta9am no ato de morrer para o 9el+o euR em alguns -asos at@ o soPrimento pare-ia ter sido purgado( mas não o Pato de Que eles +a9iam soPrido1a O Dr1 La,e de-lara Que são esses a Quem os m@di-os não t'm
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lema e de não identiPi-ar suPi-ientemente a pessoa 9erdadeira -omo @ 9ista por 7esus1 Mas de9o di=er alguma -oisa so.@m para outros1 E<istem outros Que -aNram -ada 9e= mais longe( em situaçMes de +isteria e esQui=oPrenia1 \uem ora por essas pessoas de9e tomar o -uidado de nun-a rotulL#las -omo esQui=Oides ou +ist@ri-as1 At@ mesmo psi-Ologos e psiQuiatras tomam -uidado ao dar um rOtulo desses( ou usL#loR e nOs( do minist@rio de -ura( sa.e se rePeriu( ten+am soPrido essa alienação e permitido Que 4risto transPormasse o deserto terrN9el e<istente no Pundo de sua mente e -oração( em 3ardim PrutNPero de -ura( para eles mesmos e tam.ilidade de -ompreender e tratar o +omosse<ualismoS1 A Personalidade )ist@ri-a )L muitas ra=Mes pelas Quais se teme a-onsel+ar e orar -om pessoas -u3a -ondição +omosse<ual se3a ligada K ansiedade de separação em suas Pormas mais se9eras e( nas Quais( -ara-terNsti-as de personalidade +ist@ri-a são aparentes1 Nen+um no9ato( na medi-ina ou na oração( sairL in-Olume de uma situação dessas1 Em.esperança alguma a oPere-er1 Mas( di= ele( nOs na igre3a temos a resposta e a SterapiaS para +omens e mul+eres Que soPrem de +omosse<ualismo1S E<istem muitos aspe-tos possN9eis de treinamento para o pastorado Que podem ser dei<ados de lado( mas não a sua responsa.emos -omo eles são perigosos1 T uma maneira de identiPi-ar e<ageradamente o pro.ora muitos( -omo os pastores a Quem Dr1 La.re a personalidade +ist@ri-a para dar orientação KQueles Que oram pela -ura de memOrias1 E<istem -ara-terNsti-as de +isteria em todos nOs( Kpois todos pecaram e destitu(dos estão da gl>ria de -eus* 153 Em outras .

e essas -ara-terNsti-as de modo e<tremo e in-omum1 :ma personalidade totalmente +ist@ri-a poderL( por e<emplo( di=er algo assim ao -onsel+eiroG SEnQuanto eu ti9er a sua atenção( eu sou( eu e<isto1 Min+a identidade estL em 9o-' no momento1 Pro-uro em 9o-' o meu prOprio ser1 E<i3o de 9o-' isso( pois sinto Que não e<iste nada dentro de mim e sei Que ningu@m 3amais poderia me amar1 Então( ten+o de prender 9o-' assim # ter sua atenção # ou tal9e= at@ se<ualmente( se outro 3eito não der -erto1 Ten+o de prend'#lo do 3eito Que eu -onseguirS1 Tal -omportamento pode -ontinuar ad infinitum.pala9ras( Pra-assamos em sempre S9i9er e nos mo9er e en-ontrar nossa e<ist'n-ia em DeusS( somente em Deus1 Tentamos en-ontrar nossa identidade em alguma pessoa ou -oisa diPerente de nosso 4riador e Sustentador1 A personalidade +ist@ri-a @ a Que e<i. dentro do sofredor SDi=em Que a diPerença entre o psiQuiatra mais . e geralmente -ontinua( se o ministrador não se aproxima do pro%lema verdadeiro ) que + a severa ansiedade de separação e o senso de não ser.ril+ante e um menos preparado @ Que o .ia1S Pastores e -onsel+eiros desa9isados podem -air e -aem( tal9e= -om mais PreQ]'n-ia e mais duramente Que o pessoal da medi-ina1 asta apenas um +ist@ri-o mal resol9ido para destruir a ordem e a 154 .re Quem pro-ura a3udL#los pode ser tal -omo os tentL-ulos de um pol9o( -ausando at@ -rises ner9osas entre as eQuipes m@di-as e +ospitalares Que t'm a inPeli-idade de se en9ol9er de Porma não sL.ril+ante re-on+e-e mais rapidemente o +ist@ri-o e Poge mais depressa dele1 Isso não @ uma piadin+a sem sentido1 As e<ig'n-ias espe-iais dos pa-ientes +ist@ri-os so.

ismo do não#serS1 Nada tra= mais rapidamente essa -ompreensão do Que a oração pela -ura de memOrias1 A pessoa +ist@ri-a pode pedir oração por direção e 9ir apenas para -on9ersar( e por meio disso gan+ar a atenção Que pre-isa e Quer1 Ela SPi-arL por aNS( -om o -onsel+eiro Que sO es-uta( mas usarL de todo me-anismo de dePesa Que 3L imaginou( no momento em Que a pessoa Que tem o dom de orar por -ura -+egar perto do a.ismo de solidão( nas proPunde=as de seu ser1 Muitas H-ertamente não todasI dessas pessoas Pugirão depressa( e<atamente dos -onsel+eiros Que sai.erão o Que l+es a-onte-eu1 Importante para o minist@rio de oração pela -ura de memOrias @ o Pato de Que tend'n-ias +ist@ri-as são me-anismos de dePesa -ontra a percepção interior.lema( o Sa. 4 tempo certo + muito importante na oração em Pa9or desse soPredor1 ?a=emos o Que ou9imos o Sen+or di=er # ou se3a( o EspNrito de Deus @ Quem dirige # e não o Que alguma outra alma .am le9L#los a enPrentar o pa9or terrN9el Que estL no -erne de seu ser1 Por esta ra=ão( Pi= as seguintes re-omendaçMes e admoestaçMes a pastores e a todos Que oram pela -ura de tais soPredoresG . a -ompreensão do 9erdadeiro pro.em inten-ionada insiste Que Paçamos1 Pessoas assim Peridas( por 9e=es apare-em em min+a missão e( at@ mesmo( nas Es-olas de 4uidados Pastorais1 Se elas são -apa=es de sentar#se enQuanto o EspNrito age( durante as reuniMes e dos es-lare-imentos Que -omeçam a 9ir no 155 .-alma numa igre3a( enQuanto sedu= se<ualmente( ou de outra Porma( at@ mesmo o pastor e outros -onsel+eiros( durante o pro-esso1 Os ing'nuos( ou espiritualmente imaturos( serão de tal Porma atingidos( e tão rapidamente( Que Quase não sa.

Oli-o de gan+ar a atenção Que pro-ura e ne-essita1 L 0ontrole da situação + tam.ondadeS1 De9e -on+e-er o se9ero amor de Deus e permitir Que este Plua atra9@s dele1 \ualQuer PraQue=a em su.atal+a antes Que esta se ini-ie1 Mais uma 9e=( o 9erdadeiro +ist@ri-o @ Quase dia.@m de suma importYn-ia1 O -onsel+eiro de9e estar sempre no -ontrole( porQue SO amor @ algo mais espl'ndido do Que mera .eG o -onsel+eiro de9e re-usar o papel de -onPidente( de9e di=er SnãoS a e<ig'n-ias irra-ionais desde o 156 .trans-orrera das palestras( geralmente estarão prontas para enPrentar seus traumas interiores1 Elas 3L estarão -omeçando a a.oli-amente perito em suas tentati9as de dominar a situação( gan+ar atenção atra9@s da manipulação de outras pessoas1 O -onsel+eiro de9erL estar totalmente preparado para 9er o soPredor se aPastar dele( antes Que PraQue3e1 E @ a -oisa mais amL9el a ser Peita1 Isso prepara o -amin+o para a -ura da pessoa1 EnQuanto +ou9er um -onsel+eiro ou pastor Que este3a sendo manipulado( mesmo Que( por um mem.stituir o amor de Deus -om os amores e -ompai<Mes +umanas o Parão perder a .andonar o rela-ionamento +ori=ontal +ist@ri-o para o.ro da PamNlia( esse soPredor não irL enPrentar seu trauma interior1 4omo disse o Dr1 La.arL Pa=endo parte de seu me-anismo Quase dia.i-os em seu passado ou mesmo no momento( elas estarão # em sua de-isão de enPrentar a solidão interna #( prontas para serem -uradas1 4uidadoG o tempo @ de suma importYn-ia1 Não ore -om uma pessoa +ist@ri-a apenas porQue outra pessoa insiste Que ela o pro-ure1 A-a.ter um rela-ionamento 9erti-al -om Deus( seu 4riador1 Então( ainda Que ten+am tido rela-ionamentos +omosse<uais +ist@ri-os ou l@s.

eça1 4om respeito a +ist@ri-os +omosse<uais( pode ser o -+ePe de algum grupo de apologistas do +omosse<ualismo ou at@ da :nião de Li.lema 9erdadeiro( antes do soPredor estar pronto para enPrentL#lo1 .ertar esses Pamiliares do laço Que( -omo uma rede maligna os prende PNsi-a( mental e espiritualmente1 Seus p@s( -omo os do soPredor( 157 .-omeço( nun-a de9e ser manipulado por ameaças de sui-Ndio( nem moti9ado pelas ne-essidades emo-ionais do soPredor1 C1 A resist'n-ia da pessoa +ist@ri-a K -ompreensão -ertamente ParL -om Que es-ute errado e reporte erroneamente o Que dissermos11 Os Que oram por esses soPredores( espe-ialmente 3o9ens pastores desa9isados Que sentem o.rigação de atender QualQuer e toda pessoa mandada a eles pelos igualmente desa9isados( poderão des-o.1 Muitas 9e=es o Que somos -+amados a Pa=er @ orar e ministrar K toda PamNlia( em 9e= de uni-amente pelo prOprio soPredor1 \uase sempre eles pre-isarão de oração e a3uda durante nossa ministração1 ?oram seriamente manipulados( indu=idos a pensar Que seus mel+ores esPorços e moti9os são maus1 Muitas 9e=es dirãoG SA-+o Que estou perdendo a -a.ran-o @ preto -om relação a ele1 Pode ter Peito desa.re sua -a.eça1 Eleiela me Pa= pensar Que o -erto @ errado e o errado @ -erto1 Estou tão -onPuso Que não sei mais o Que estL -erto ou erradoS1 Pre-isamos li.erdades 4i9is1 Neste -aso( o -onsel+eiro -ometeu o erro de -+egar perto demais do pro.ar a ira de pres.ran-o e .Nteros e at@ mesmo de um ad9ogado e 3ui= so.rir Que suas mel+ores pala9ras e seus maiores esPorços Poram usados erradamente( -itados Pora de -onte<to( e Que o a-onsel+ando Pe= -om Que todo mundo dentro de um raio de muitos Quilemetros pensasse Que preto @ .

3eti9os demais e os engodam ainda mais nessa -onPusão1 "1 Os +omens são mais PreQ]entemente enganados por tais soPredores1 Pare-e Que as mul+eres t'm um -on+e-imento intuiti9o al@m dos +omens Quanto aos perigos Que uma pessoa dessas apresenta1 Os pastores e -onsel+eiros +omens Parão .@m pre-isarão de direção espiritual de algu@m Que se3a um S-anal desimpedidoS para a -ontNnua SterapiaS do EspNrito Santo em suas 9idas1 /eus %unca /esampara +al So.em em prestar atenção ao Que di=em esposas e sen+oras -ristãs -onPiL9eis e sL.ias nas suas -ongregaçMes1 01 \uando sou dirigida a tra.rosas -onPusMes1 Seus atos em geral são su.estão presos nas mais tene.@m peço a3uda( de seus psiQuiatras e m@di-os( Quando isso Por possN9el e plausN9el e -onsulto#me -om eles a respeito de seuisua -liente1 So. -ir-unstYn-ias normais( peço para Pa=er isso -om a permissão do soPredor eiou de sua PamNlia1 D1 Essas pessoas -+egam K mais plena alegria e integridade Quando entram em rela-ionamento Hgeralmente muito de9agarI -om os mem.re ela1 Vs 9e=es serL o seu .redor T algo mara9il+oso poder assegurar a QualQuer pessoa Que soPra assim de Que sua -ura 9irL( uma 9e= Que ela 9en+a 158 .ros indi9iduais do 4orpo de 4risto( algo Que 3amais teria sido possN9el antes( mas @ possN9el e muito ne-essLrio depois do inN-io de sua -ura1 Elas tam.ispo( Quase sempre seu pastor( e 3untos oramos por sua -ura antes de eu re-e.al+ar -om uma pessoa assim( peço a a3uda de outros Que t'm autoridade espiritual so.er essa pessoa para a-onsel+amento e oração1 Tam.

edientemente K presença do Sen+or1 Tal -erte=a eu sempre enPati=o porQue a dor @ taman+a Que geralmente a pessoa não -onsegue 9er a lu= -uradora no Pinal do t[nel1 Deus 3amais Pal+a( e @ mara9il+oso poder de-larar isso1 Dr11 La.re sua alma1 Na 9erdade( -omo a ligação e o desligamento inPinito 3L estão presentes nessas almas( elas t'm( at@ mesmo no nN9el +umano( uma premonição da dimensão do a.ra( @ seguro di=er Que ela não serL Peita1 Na Sua presença -onos-o estão todos os dons de -ura do EspNrito1 ?omos mara9il+osamente -apa-itados por seu poder para Pa=ermos tudo Que Ele nos pedir( at@ mesmo -urar em Seu nome1 Na sua -omissão de9emos todos tra.al+ar 3untos1 159 .ismo so.e e de-lara essa mesma 9erdade mara9il+osa nas seguintes pala9rasG Não e<iste nada na -omposição do +omem ou da mul+er andro-'ntri-o#+istero#esQui=Oide Que limite a ação de Deus so.re o Qual 4risto Poi estendido so.e sa.re a 4ru=S1 7esus @ o grande m@di-o de almas e se nOs Que 9i9emos( nos mo9emos e en-ontramos nUEle nossa e<ist'n-ia não Pi=ermos esta o.o.

toda a plenitude da -ivindade Tam%+m.-apNtulo -in-o A 4rise de Identidade *Porquanto nele ha%ita. corporalmente. estais aperfeiçoados 1le + o ca%eça de todo principado e potestade * A4olossenses $1/#&%B 160 . nele.

us-a tornar sua 9ontade una -om a min+a # Quem 9o-' realmente @ e o Que nas-eu para Pa=erS1 Simão terL de morrer para o S9el+o euS dominado pelo pe-ado # aQuele unido ao 9el+o Adão # e terL tam.@m para o prin-Npio do mal em seus mem. uma Pedra SH9er Mateus &01&C#&/I1 Não +L nada mais -erto do Que o Pato de Que Pedro era in-apa= de 9er a si mesmo -omo 4risto o 9ia # o +omem Que esta9a destinado a ser( Quando plenamente maduro e 9i9endo na autoridade e no amor de Deus1 Sa. tome a sua cru6 e 161 .*A personalidade não + um dado a partir do qual iniciamos * A41 S1 Le*isB Estamos nos tornando pessoas1 8o-' ainda não @ Quem( um dia( 9irL a ser1 Eu não sou( pela graça de Deus( Quem( um dia( serei1 *Tu +s 'imão.ros( as pala9ras de 4risto -ontinuarão a atingi#lo -omo uma raioG *'e algu+m quer vir ap>s mim.@m de morrer para aQuilo Que pensa ser1 At@ Que morra para sua antiga 9isão de si mesmo( -omo tam. a si mesmo se negue. filho de /onas* H7oão &1.$I disse 4risto ao pes-ador atrapal+ado -u3a identidade tal9e= esti9esse em sua -apa-idade de pegar pei<es e em sua Pigura mas-ulina1 Mas na -onPissão de Simão( de-larando 7esus -omo Messias( ?il+o do Deus 9i9o( 4risto desta-ou a maior identidade de PedroG *Tu +s Pedro.endo isso( 7esus 4risto disse#l+e( assim -omo di= a -ada um de nOs( pala9ras -om estasG SSiga#me1 4ontinue em Min+a presença e Eu l+e mostrarei # enQuanto 9o-' .

lemas de identidade pessoal1 :ma identidade se<ual segura @ apenas parte de nossa identidade pessoal # algo Que a.e ser # e em direção ao no9o Pedro( Que ele ainda não -onsegue 9er( e ou9irL 4risto perguntarG *Mue aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua almaN* HMar-os !1C0I1 \uando primeiramente nos dispomos a segui#Lo # primeira tentati9a de o.ora se3a esta a -+a9e para a -ura de todos nOs( essa 9erdade @ tal9e= 9ista -om maior dramati-idade na -ura do +omosse<ual( pois sua luta para o.em a nOs mesmos1 Eis aQui uma -rise de identidade e tam.rimos Que não -on+e-emos muito .@m a sua -ura1 V medida Que dese3amos estar nUEle( Deus 3unta os nossos estil+aços espal+ados( dos Quais temos estado separados1 Em.ter integridade estL sempre asso-iada H-omo 3L 9imosI -om proPundos pro.siga)me * HLu-as /1$CI1 Igualmente eletri=ado( ele -ontinuarL a 9er 4risto apontando para longe do 9el+o Simão # Que ele ainda per-e.range toda a gama do Que signiPi-a ser um ser humano 4erta 9e= ou9i um grande estudioso di=erG SSe -on+e-emos de Pato a nOs mesmos( @ -om a maior das diPi-uldadesS1 T 9erdade1 4on+e-er a nOs mesmos @ -omeçar a ser -urado dos ePeitos da \ueda( pois en9ol9e entrar num rela-ionamento de intimidade( de ou9ir#e#Palar -om Deus1 T re-on+e-er -om mais perPeição nossa união e -omun+ão -om Deus1 Isto( -ertamente( não @ algo 162 .oas -omo( tam.edi'n-ia# Deus não @ apenas uma Porça indePinida( mas muito pessoal1 Nossa id@ia de Deus muda1 Então( K medida Que Ele mostra as proPunde=as de nossa personalidade Htanto as .@m( as mLs Que des-on+e-NamosI( nossa id@ia a respeito de nOs mesmos muda1 Des-o.

insigniPi-ante( mas( nossa +erança Hum tanto negligen-iadaI( enQuanto -ristãos1 T a -ura de nossa solidão primal1 SNas-emos in-apa=es1 Logo Que somos plenamente -ons-ientes des-o.radiça ao nosso redor( e o Que resta @ nossa solidão1 :m dos prin-ipais nomes de Deus + 1lohim. e ol+ar para -ima e longe de si mesmo( da auto#adoração para a adoração de Elo+im( o 4riador de tudo Que e<isteG tempo( espaço( mat@ria( e de min+a pessoa1 T nessa adoração Que nossa Pa-e [ni-a e 9erdadeira apare-e( aPastando as outras 9el+as e Palsas mLs-aras1 T nesse rela-ionamento a.rimos a solidão(S es-re9eu 41 S1 Le*is1 Nas-idos solitLrios( tentamos nos en-ai<ar( ser o tipo de gente Que Paça outras pessoas gostarem de nOs1 De9ido a essa -ar'n-ia e e<trema ne-essidade de aPirmação dos outros( a-a. e en-ontramos este termo rePerente a Ele $1D%& 9e=es nas Es-rituras1 Essa pala9ra +e.erto de -on9ersar HPalar e ou9irI -om Deus Que nosso ser 9erdadeiro rompe a -as-a do SPalso euS e nossas 9el+as amarras e -ompulsMes se Que.ram1 Mas o +omem Quis ser -omo Deus1 Toda in-linação de sua vontade.us-ando sermos a-eitos1 Entortamo#nos Husando outra imagem de Le*isI( -ontor-emo#nos( em direção K -riatura( tentando en-ontrar nossa identidade nela1 De9agar e -ompulsi9amente( o SPalso euS Pe-+a sua -on-+a dura e Que.amos nos -omprometendo # usando QualQuer mLs-ara( ou muitas mLs-arasR Pa=emos at@ mesmo -oisas Que não gostamos . portanto( tende K auto-ons-i'n-ia e Puga do Deus que o -+ama para um diLlogo -onsigo # K -ons-i'n-ia de Deus1 Assim( em 163 .rai-a( Elo+im( indi-a a relação de Deus para -om o +omem -omo 4riador1 A -ura do +omem # e sua solidão # tem a 9er -om o re-on+e-imento de si mesmo -omo -riatura( -omo algu@m criado.

atemos pro-urando nossa identidade na -riatura( naQuele Que Poi -riado1 Todos os +omens( di=#nos o apOstolo Paulo( não somente os Que( -omo os 3udeus e os -ristãos t'm a-esso Ks Es-rituras( podem -on+e-er e re-on+e-er a Elo+im atra9@s daQuilo Que Ele -riouG *Porquanto o que de -eus se pode conhecer + manifesto entre eles. porquanto. %em como de aves. tendo conhecimento de -eus.9e= de adorar a Deus -omo 4riador( o +omem adora a si prOprio( a -riatura1 O -omportamento +omosse<ual @ apenas uma das Pormas distor-idas neste -amin+o .Lsi-o Que o +omem -aNdo toma1 Na 9erdade( es-re9er so. antes.re a -ura de todos os +omens em todos os lugares1 Somos todos -aNdos( e at@ Que nos en-ontremos em Deus( nos de. claramente se reconhecem. -eus entregou tais homens A imund(cia.re a -ura do +omosse<ual @ es-re9er so. tornaram)se loucos e mudaram a gl>ria do -eus incorrupt(vel em semelhança de homem corrupt(vel. o qual + %endito eternamente Am+mO* HRomanos &1&/#$"I Ao adorarmos a -riatura( perdemos nossa identidade1 Paulo Pala 164 . para desonrarem o seu corpo entre si. nem lhe deram graças. quadrDpedes e r+pteis Por isso. se tornaram nulos em seus pr>prios racioc(nios. sendo perce%idos por meio das coisas que foram criadas Tais homens são. pois eles mudaram a verdade de -eus em mentira. adorando e servindo A criatura em lugar do 0riador. assim o seu eterno poder. indesculp$veis. o%scurecendo)se)lhes o coração insensato Inculcando) se por s$%ios. porque -eus lhes manifestou Porque os atri%utos invis(veis de -eus. desde o princ(pio do mundo. como tam%+m a sua pr>pria divindade. pelas concupisc@ncias de seu pr>prio coração. não o glorificaram como -eus. por isso.

procedem. pois. de conformidade com a lei. servem eles de lei para si mesmos 1stes mostram a norma da lei gravada no seu coração. testemunhando)lhes tam%+m a consci@ncia e os seus pensamentos.erto para sua 9erdadeira e mais alta 9o-ação( pois Elo+im a. os gentios. mutuamente acusando)se ou defendendo)se* HRomanos $1&. por nature6a.ençoa a o. que não t@m lei.ertar o S9erdadeiro euS para a união -om Deus1 Tornamo#nos fa6edores Quando adoramos a Deus -omo Elo+im( pois( -riados K Sua imagem( Sua semel+ança em nOs @( assim( nutrida e Portale-ida1 En-ontrar a 9erdadeira identidade de uma pessoa @ estar a.do -omportamento +omosse<ual porQue( pare-e#me( 9'#se mais -laramente a -rise de identidade no +omosse<ualismo1 Somos todos dados a -oisas . não tendo lei.ai<as( e at@ mesmo en-ontramos nossa identidade nelas1 *Muando.ra de nossas mãos e de nossos -oraçMes Quando agimos -onPorme a Sua imagem1 De outra Peita( Quando adoramos a -riatura( o eu( somos entregues a toda esp@-ie de -omportamentos não criativos e destrutivos Ma-ulamos e diminuNmos a imagem de Elo+im em nOsR 165 .#&0I O apOstolo Paulo estL de-larando Que( Quer ten+amos a revelação atra9@s da lei e do E9angel+o -omo 3udeus e -ristãos t'm nas Sagradas Es-riturasR Quer -omo gentios( somente atra9@s da nature=a( a pala9ra de Deus estL Palando atra9@s de Sua -riação( e somos responsL9eis por re-on+e-er a Deus -omo Elo+imR por adorL#Lo -omo 4riador1 Essa adoração @ nosso meio Pinal de negar o 9el+o e usurpador SeuS na separação( e li.

perdemos nossa identidade -omo Pil+os de Deus1 Não somos mais -ons-ientes de Deus( mas auto-ons-ientes1 Outro importante nome para nosso Deus + /eov$.enignidade( 9eio ao nosso mundo no ?il+o # Que Se entregou por nossa sal9ação1 T por esta ra=ão Que a -ru= estL . prometido por interm+dio dos seus profetas nas 'agradas 1scrituras* HRomanos &1$I1 A Antiga Aliança( pelos seus sa-riPN-ios de sangue( era som.%% 9e=es nas Es-rituras1 NoSso Deus 4riador( Elo+im( O Tr's#em#:m( Pe= pro9isão para o +omem -aNdo HQue somos todos nOsI para Que uma 9e= mais pud@ssemos ser ligados a Ele1 Esta @ a oa No9a( o E9angel+o( a 9erdade de 4risto em nOs( -urando#nos de nossa separação1 T a 9erdade da En-arnação e da -ru=( o *novo e vivo caminho a%erto a n>s pelo v+u. outrora.oa no9a( pois( -onPorme o apOstolo Paulo nos lem.@m a No9a( @ um E9angel+o( uma . Que O retrata em relação de aliança -om Sua -riação1 Esta pala9ra +e. o corpo de 0risto* 8?e%reus &%1&/I1 A Antiga Aliança( -omo tam.rai-a @ empregada mais de 01. isto +.raG SO evangelho de -eus.em no -erne de nossa P@1 AQuele Que @ amor( pa=( 9erdade( 3ustiça( Pidelidade( Se entrega por nOs e para nOs1 Ele 9i9e em nOs1 Isto @ glOria( @ plenitude do ser Isto @ identidade1 T isso Que es-ol+emos( ou dei<amos de es-ol+er1 O +omem -aNdo estL -onstantemente tentando en-ontrar outras maneiras de ser -urado( de en-ontrar -amin+os ou m@todos Que ignorem a En-arnação e a 4ru=1 Mas no Pinal( Pa=emos uma de duas es-ol+as1 Ou es-ol+emos 166 .ra da No9a Hou se3a( a aliança de 7eo9L -onos-o no sangue do ?il+oI1 E de maneira Que 9ai al@m de nossa -ompreensão( o Pai e o ?il+o são um1 O Deus do Antigo Testamento( 7eo9L( Elo+im( o Deus Que @ Piel e 9erdadeiro( Que @ todo . o qual foi por -eus.

o -@u da identidade reali=ada em Deus( ou o inPerno do eu#apartado Hde DeusI1 O.edi'n-ia( portanto( @ a -+a9e1 E o.ede-er a Deus @ ou9i#Lo1 -apNtulo seis Es-utando a Pala9ra Que 4ura 167 .

QI LQR 3er o In!isí!el Ontem ao entrar numa igre3a para o -ulto de Domingo( meus ol+os Poram atraNdos ao -entro onde +a9ia uma pia . e os sarou.*1nviou)lhes a sua palavra.re a Lgua1 Senti imediatamente o amor e a oração Que en-+iam o santuLrio e sa.atismal pronta para ser usada1 Meus ol+os Poram instantaneamente a. e os livrou do que lhes era mortal* P'almo .ia( em.atismo( 9Lrias pessoas se des-o.@m esta9am sentindo a presença do Sen+or de modo espe-ial em nosso meio1 )a9ia uma alegria e um -ompartil+ar dela depois desse Sa9istamentoS1 Mas agora não @ assim( pois sei Que Ele estL -omigo( Quer eu o en<ergue de alguma Porma espe-ial( Quer não1 Anos atrLs( Quando pela primeira 9e= -ome-ei a ou9ir a Deus( apOs ter#L+e Peito algumas perguntas em oração( Ele en9iou uma pala9ra ao meu -oração Que tem sido -+a9e na min+a prOpria 9ida 168 .ora Posse 9isitante naQuele lo-al( Que 4risto esta9a mara9il+osamente presente no meio de um po9o Que O adora9a1 Durante a liturgia do .riram( surpresas( -+orando1 Elas tam.ertos e por um momento 9i o Sen+or ali de p@( in-linado so.

ro daQuelas pala9ras re-e.re a Terra1 O moti9o do 3e3um @ estarmos mais plenamente presentes -om Deus1 :m 3e3um PNsi-o @ Quando pro-uramos aQuietar as e<ig'n-ias do -orpo( +umil+ando#nos para Que possamos ou9ir e o. entendi a dis-iplina espiritual ne-essLria para prati-ar a presença de Deus1 8i9emos numa @po-a em Que @ .eram em meu -oração( nesta min+a peregrinação so.astante diPN-il re-on+e-er o Que não se 9'1 Para o in-r@dulo( -omo tam.ora não pare-essem( de inN-io( ter muito a 9er -om o 3e3umG SGuarda#Me -om 9o-' mesma o dia inteiro1 Não Me delegue a um pedaço de seu dia1 Eu a -riei1 Perse9ere 4omigo -omo Eu perse9ero -om 9o-'1S A pala9ra persevere to-ou as -ordas de meu -oração -omo nen+uma outra pala9ra poderia to-ar( pois sO eu sa.@m para o -ristão Que -on+e-e somente uma -omunidade de igre3a Que pou-o -ompreende ou at@ mesmo 169 .espiritual e em min+a 9o-ação -omo Sua dis-Npula1 Eu esta9a meditando em IsaNas "! e perguntara ao Sen+or Qual o jejum Que eu de9eria guardar( dese3ando sin-eramente Que Posse o mais a-eitL9el ao Sen+or1 Es-re9i as seguintes pala9ras enQuanto Poram ditas no meu -oração( em.idas do EspNrito Santo e Que re9er.ia a proPundidade da Pidelidade de Deus em perse9erar -omigo1 Ele esta9a pedindo Que eu perse9erasse nele assim como ele perseverara comigo As lLgrimas( ainda me 9'em aos ol+os( Quando me lem.ede-er a pala9ra Que o Sen+or estL nos di=endo1 T então Que podemos nos arrepender -orretamente e Pa=er as ne-essLrias oraçMes inter-essOrias em Pa9or da sal9ação de outros1 4om a pala9ra perseverar.

atismo e a Santa 4eia Quando nem os an3os nem o EspNrito Santo são 9isN9eis aos seus ol+os mortais1 4omeçar a Smanter em 9istaS a grande Realidade In9isN9el Htrans-endente e imanenteI( @ -omeçar a prati-ar a SPresença de DeusS( e esta @ nossa prin-ipal dis-iplina espiritual1 Era este o 3e3um ao Qual o Sen+or me -+ama9a1 Ainda não -+eguei lL( mas estou perse9erando( e des-u.re seres ang@li-os e o Que a-onte-e -om eles durante o .des-r'( -omo es-re9eu 41 S1 Le*isG So Que @ -on-reto mas não material sO pode manter#se em 9ista por esPorço e dorS1 T muito PL-il para os -ristãos pensarem a.a Que E: SO: estL -om 9o-'( Que Eu 9erdadeiramente +a.@m minist@rio Que eu possa ter( estL en-errado nesse 3e3um1 O -on+e-imento de Que Deus estL realmente -onos-o # Que @ possN9el estarmos em 9erdadeira -omun+ão -om Ele # @ a prin-ipal ne-essidade de toda alma solitLria Que soPre1 Nossa So.rei#me mais uma 9e= do seguinteG SSai.raS -omo ministros aos soPredores @ a de orarG *4ra vem. 'enhor /esus*. e então -on9idar -ada alma para a Presença -uradora1 T -laro Que isso de9e ser .ro Que toda min+a alegria e QualQuer integridade( -omo tam.ito em 9o-'1 Este @ o -on+e-imento de todos Que sin-eramente anseiam por Mim1 Ele @ e<perimentado e tornado real Quando Meu ser9o in9o-a Min+a presença e -on9ida os -arentes a andarem 4omigo( e em Mim1 Em Mim e<perimentam o# amor e a Pidelidade 170 .stratamente a respeito de Deus( so.stituir essa [ni-a -oisa ne-essLria1 )o3e de man+ã( orando por direção para este -apNtulo( lem.Lsi-o para todos Que ministram em nome de 4risto( mas @ impressionante Quantos mil+Mes de pala9ras no a-onsel+amento es9a=iam e tentam su.re Sua presença com eles e dentro deles( so.

mas um S-on+e-imento#por#e<peri'n-ia 8connaitre=. um pro9ar do prOprio AmorS Que sO So mais +umilde de nOs( em estado de Graça( pode -on+e-erS1 Nessa esp@-ie de rela-ionamento( dei<amos de pro-urar sinais ou algum tipo de pro9a sensiti9a de Sua Presença( e -omeçamos a nos deleitar nUEle1 Ele @ nosso al9o1 Prati-amos a Sua presença -onos-o ao lermos as Es-rituras( ao orarmos( ao andarmos em nossos -arros( ao nos mo9ermos reali=ando nossas tarePas e em nosso la=er1 Não nos repreendemos( se esQue-emos( mas rego=i3amo#nos na no9a lem.stanti9o pelo Qual sempre ti9eram Pome1S Dessa Porma as pessoas não são apenas -uradas( mas unem#se a Deus1 Passam a conhec@)9o Esse conhecimento não @ uma -ompreensão direta a respeito de um Deus 8salvador=.er Que 7esus @ o 9erdadeiro Emanuel( Deus -onos-o( e aprender a prati-ar a Sua Presença @ essen-ial para a -ura e a preser9ação da sa[de em todos os nN9eis1 Essa prLti-a da Presença de 7esus não @ um m@todo( mas uma -amin+ada -om uma Pessoa # 171 . e não tropeçamos naQuilo Que não se 9'1 Ou!ir o Inaudí!el Sa.arreiras do s@-ulo 9inte K crença.eternos # o amor su.rimos Que Ele estL( PreQ]entemente( mais prO<imo Quando nossos sentidos estão menos atentos1 Assim -omo( a mel+or +ora para orar( normalmente( @ SQuando não estamos -om 9ontadeS( Ele Se maniPesta a nOs de um modo Que nossos sentidos são alertados Quando menos esperamos Que isso a-onteça1 Superamos( assim( as .rança1 Ao Pa=ermos isso( des-o.

e nessa -amin+ada +L sempre restauração1 )L tam.re este minist@rio Que ten+o Palado neste li9ro todo1 Somos -+amados a es-utar pela pala9ra -riati9a e -uradora( e ensinar outros a Pa=erem o mesmo1 Ou!ir a /eus por Meio das Escrituras 4555as sagradas letras.@m( Li9ro do Sen+or( Li9ro da Lei( Espada do EspNrito( os OrL-ulos de Deus1 O primeiro prin-Npio( para -omeçarmos a ou9ir a Deus( @ a-ol+ermos o te<to sagrado em nossa prOpria alma e -oração( meditando nele em oração1 A sua Pala9ra passa então a S+a.@m( -omo di=em as Es-rituras e demonstram nossas e<peri'n-ias( um diLlogo -ontNnuo1 Ou9ir a Deus @( portanto( parte essen-ial da prLti-a de Sua Presença1 Esse es-utar @ indispensL9el no minist@rio -ristão de -ura1 )enri Nou*en es-re9e QueG S@ possN9el e<perimentar a relação entre pastor e a-onsel+ado -omo Porma de entrarem 3untos no sil'n-io amoroso de Deus e ali aguardar pela Pala9ra Que saraS1 T so. que podem tornar)te s$%io para a salvação pela f+ em 0risto /esus* H$ TimOteo C1&"I( es-re9eu o apOstolo Paulo ao seu amado 3o9em aprendi=( TimOteo1 Nun-a -onseguiremos terminar de pers-rutar as proPunde=as dos tesouros Que Deus nos deu nas Sagradas Es-rituras1 ?oram dadas por inspiração di9ina e estas( a lectio divina 8os te<tos sagradosI são -+amadas de a Pala9ra( a Pala9ra de Deus( a Pala9ra de 4risto( a Pala9ra da 8erdade( -omo tam.itar em nOs ri-amenteS( Queimando -omo lu= interna( e -lamamos a Deus1 Esta @ a oratio. a oração responsi9a nas-ida da Pala9ra de Deus Que estL em -+amas em nosso interior1 172 .

rio Que pre-isamos1 *1stai pois.L= As Es-rituras t'm sido -+amadas de S-arta de amor de Deus ao Seu po9oS1 Nelas Ele -onta -omo @ # Piel e -+eio de .I1 As Es-rituras nos dão o padrão da 9erdade -omo tam. mulheres gregas de alta posição e não poucos homens * 8Atos . muitos deles creram.(&"I1 \ualQuer outra pala9ra Que nos 9en+a( de QualQuer direção Que 9ier( tem de ser pro9ada pelas Es-rituras1 Paulo e Silas trou<eram -om su-esso a mensagem da morte e ressurreição de 4risto aos 3udeus de er@ja porQue essas pessoas estuda9am as Es-rituras a Pim de 9eriPi-ar aQuilo Que os primeiros -ristãos esta9am di=endoG *4ra.@m o Pundamento e eQuilN..enignidade para -om todos os Que nUEle -onPiam1 Meditar na Pala9ra de Deus @ meditar no Seu amor por nOs # um amor Que em e atrav+s de sua Pala9ra inunda *nosso coração pelo 1sp(rito 'anto que nos foi outorgado HRomanos "1"I1 Sa.er Que Deus ama at+ mesmo a mim + outra ne-essidade proPunda de toda alma soPredora1 EnQuanto meditamos so. examinando as 1scrituras todos os dias para verse as coisas eram de fato assim 0om isso.re Sua -arta de amor a nOs( tornando -on+e-ida a Ele a nossa 9ontade( -omeçamos a *compreender. cingindo)vos com a verdade e vestindo)vos com a couraça da justiça 0alçai os p+s com a preparação do evangelho da pa6* HEP@sios 01&.). firmes. estes de Ber+ia eram mais no%res que os de Tessal7nica. pois rece%eram a palavra com toda a avide6.I .1. com todos os 173 . mas de toda palavra que procede da %oca de -eus* HMateus .As Es-rituras Sagradas sustentam nossa 9ida espiritual e 7esus enPati=a isso Quando -ita Mois@sG *1st$ escritoS 2em s> de pão vive o homem.

re 4risto o Ser9o O.ediente Que 9iria( disseG *-eleitar)se)$ no temor do 'enhor. e a profundidade. qual + a largura.santos.I 174 . e a altura. e conhecer o amor de -eus. se ouvirdes a sua vo6.edoria ou -on+e-imento Que 9em em resposta ao nosso -lamor1 Aprendendo a prati-ar a ^Presença do Sen+ork( tra=emos todo pensamento de nossas mentes( toda imaginação de nossos -oraçMes( em su3eição a 4risto( Que @ o Sen+or de nossa 9ida1 Ao ou9i#Lo( tro-amos o nosso modo de 9er e Pa=er as -oisas( pelo 'eu modo1 IsaNas( proPeti=ando so.ertos diante dUEle1 Dessa Porma( nossos -oraçMes permane-em re-epti9os K Sua direção( Sua e<ortação( Sua Pala9ra de sa. e o comprimento. não endureçais o coraçãoT 8'almo <H I= O prO<imo passo @ e<tremamente 9alioso para nosso -res-imento espiritual( mas @ o passo mais negligen-iado da oração em nossos dias1 T a oração de es-uta silen-iosa K 8o= de DeusR oração pela resposta de Deus ao pranto de nossos -oraçMes( a. que excede todo entendimento. para que sejais tomados de toda a plenitude de -eus* HEP@sios C1&!(&/I1 A Oração de Escuta ^?oje. não julgar$ segundo a vista dos seus olhos. nem repreender$ segundo o ouvir de seus ouvidos. mas julgar$ e justiça os po%res e decidir$ com equidade a favor dos mansos da terra * HIsaNas &&1C#.

ar-ar em determinado a9ião1 Ela dei<ou de em. que + a Palavra de -eus* HEP@sios 01&DI1 Ou9ir a Deus @ a Perramenta mais ePeti9a Que temos em nos so *kit de -uraS( pois @ assim Que aprendemos a -ola.er o Que o EspNrito estL nos di=endo em meio a nossas ati9idades e emerg'n-ias( e esse Sou9irS @ aprendido por este passo na oração # arran3ando#se tempo para es-utar e ter 175 .er a pala9ra Que o EspNrito nos en9ia durante o dia1 Agnes SanPord( -erta 9e=( ou9iu o EspNrito di=er#l+e para não em.orar -om o Seu EspNrito1 Ensinar outros a ou9ir @ uma das liçMes mais 9aliosas Que nOs( -omo dirigentes espirituais( podemos l+es dar1 Atra9@s dessa li.er Que aQuele a9ião -aiu1 Mais tarde( Quando -ontou essa e<peri'n-ia a um grupo( uma mul+er =angada perguntou por Que Deus +a9eria de Palar -om ela e não -om os outros passageiros1 Imediatamente Agnes respondeuG SA+( -reio Que ele Pala9a a todos nOs111 mas tão pou-as pessoas es-utam1S Pre-isamos sa.edientes( para Que Paçamos a o.@m ou9imos a Pim de ser dis-Npulos o.?oi e<atamente o Que Pe= 7esusG 3ulgou segundo disse o Pai( no poder do EspNrito1 ?e= o Que 9iu Pa=er o Pai H9er 7oão !1$!#$/I1 4omo o Sen+or( nOs tam.ar-ar e 9eio a sa.ra de Deus1 *Tomai tam%+m o capacete da salvação e a espada do 1sp(rito.ai<o da Lei ou de leisI para a maturidade Handar -om 4risto no EspNritoI( tanto -omo pessoas Quanto -omo -ristãos1 O prOprio Sen+or torna#se seu prin-ipal -onsel+eiro e guia( e nossa 9o-ação torna#se mais PL-il1 \uando( na -orreria de nossas 9idas( en-ontrarmos espaço e tempo para ou9ir em sil'n-io( preparamos e damos espaço( em nossas mentes e -oraçMes( para re-e.erdade de ou9ir( eles podem passar da imaturidade Hde estar de.

rimos Que Deus @ real e Que Ele -+ama para Pora o SeuS 9erdadeiro( separando#nos de nossos pe-ados e nossas doenças1 Não mais nos dePinimos por nossos pe-ados( neuroses e -ar'n-ias( mas( por Ele( -u3a 9ida nos sara( puriPi-a e +a.emos Quem somos e sempre estaremos K pro-ura de nossa identidade em algu@m ou em alguma -oisa Que não se3a Deus( at@ Que nos en-ontremos nUEle1 E @ somente nUEle Que nos tornamos pessoas1 Em Sua presença( -on9ersando -om Ele( des-o.ita em nOs1 De -ontor-idos em direção K -riatura # a posição +ori=ontal da \ueda # nOs nos endireitamos na união -ompleta -om o 4riador # a posição 9erti-al( Que ou9e( de uma -riatura li9re1 Des-o. mas são simplesmente os SPalsos eusS Que 3amais t'm suas raN=es em Deus1 Des-o.-omun+ão -om Deus1 Somos -+amados para ensinar as pessoas a orar1 E( tal9e=( @ por esta ra=ão Que esse passo na oração @ tão negligen-iado1 Geralmente @ pre-iso um dirigente espiritual de -onPiança para ensinar#nos a orarR algu@m em -omun+ão -om aQueles no po9o de Deus Que Ses-utamS( -u3os dons espirituais e dis-ernimento aguçam e -ompletam os nossos prOprios dons e dis-ernimento1 Ou!ir a /eus 1 de Suma Import-ncia no Processo de +ornar.rimos Que o S9el+o +omemS# o pe-aminoso( o neurOti-o( o -ompulsi9o doentio( o 9el+o de-r@pito ator Que +L lL dentro # não @ o real.se Pessoa A oração Que pre-ede a todas as demais oraçMes @G S\ue Pale o meu aeuU 9erdadeiro1 E Que se3a ao 9erdadeiro a8OsU a Quem eu PaloS1 4 eu -aNdo não pode se -on+e-er1 4omo 3L 9imos( não sa.rimos Que estamos 176 .

essa lu=( os Patos 9erdadeiros de min+a e<ist'n-ia( não importa Quão monstruosos ou mesQuin+os( são le9ados K -on9ersa -om Deus1 SA pessoa deprimida ou aPlitaS( di= Dr1 ?ran.e( Sparou de ar porQue não -onsegue( ou a-+a Que não -onsegue( transPormar as 177 .nUEle e Que Ele estL em nOs1 Assim em Sua presença( ou9indo a pala9ra en9iada pelo EspNrito( o-orre a -ura espiritual e psi-olOgi-a1 Nosso Sen+or en9ia uma pala9ra # de go=o( 3uN=o( instrução( direção1 E esta pala9ra( se guardada num -oração o. so% a lu6 do u rosto.ediente( tra.al+a para a integração daQuela pessoa1 Ao es-utar e o.ro-+a no EspNrito1S SOu -ontemplamos( ou e<ploramosS1 Ou aprendemos a ou9ir a Deus( ou manipulamos as pessoas1 Manipulamos os outros e a nOs mesmos a Pim de ali9iar a solidão de nossa separação da 9o= de Deus1 Em Sua presença( ou9indo( eu me desmas-aro( tiro min+as muitas Pa-es Palsas e meu ser 9erdadeiro se 9' Pa-e a Pa-e -om 7esus1 Se eu pro-urar por mim( 3amais me en-ontrarei # apenas aos meus muitos SeusS Pragmentados1 Mas se eu .us-L#Lo( a-a.arei des-o.rindo Que o meu eu (ntegro estL unido em 7esus1 Na 9erdadeira oração( enPrento todos os Patos1 4omeço a -ontar a min+a 9erdadeira +istOria( o 9erdadeiro li9ro de min+a idaG &-iante de ti puseste as nossas iniqUidades e. La. os nossos pecados ocultos* 8'almo /%1!I1 So.ede-er( eu me torno Atra9@s de uma s@rie de palestras a pastores( proPeridas pelo Pr1 Alan 7ones( ele repetia estas pala9rasG SOu nOs -ontemplamos a Deus( ou e<ploramos os outrosS1 E maisG SA Pala9ra 9em somente no sil'n-io # @ Quando dis-ernimos o modelo do EspNrito1 T Quando estamos disponN9eis ao nosso ser mais proPundo Que desa.

-amadas de 9@us e -as-as de 9ergon+a( teme 9ir K lu= tanto o egoNsmo H-arnalidadeI do Qual ainda não se li.ele-ida a oração -omo -omun+ão -om Deus( a pessoa poderL tirar do es-onderi3o suas Quei<as( o.temos o Que alguns dos antigos -+ama9am de S9irtude do desinteresseS1 Ao .@m eu +a9ia temido re-on+e-er1 4 desejo.us-armos somente AQuele Que @ nossa 3ustiça( -omeçamos a 9er mais -laramente( e resulta a pure=a de -oração1 A santidade 8 e não a Peli-idade( amor( 178 .erto desses modelos e dos -amin+os erreneos de autoper-epção1 Ademais e tão importante( no tornar#me o fa6edor Que Deus me -riou para ser( des-u. na min+a opinião( @ um dos mais importantes dessas S-oisas radiantesS Que pre-isam 9ir K tona1 \uando o S9erdadeiro euS estL temeroso so.ro Que 3unto -om as -oisas es-uras Que eu temia enPrentar( surgem agora -oisas .ra o modelo de imaturidade( as amarras do pe-ado1 Eu me li.@m o grun+ir dos ressentimentos e a insist'n-ia da las-N9iaS1 Esses tam.I e o.3eçMes( e<ig'n-ias( a-usaçMes( ressentimentos( d[9idas( e des-renças( passando a -on9ersar -om o pastor e -om DeusS1 As min+as -ompulsMes( meus 9N-ios( min+as ansiedades( meus temores irra-ionais # re-on+eço tudo isso e o trago K -on9ersa -om Deus( e enQuanto es-uto( ele manda a pala9ra Que Que.depra9açMes da ira ou las-N9ia( ou as -ar'n-ias de Palta de P@( ansiedade e 9a=io( em oraçãoS1 Ao le9ar pessoas ne-essitadas K presença de Deus onde 3untos es-utamos Sua 9o=( @ e<atamente isso Que os a3udamos a Pa=er1 :ma 9e= resta.ertou( Quanto a de-epção de suas mais proPundas esperanças e aspiraçMes1 \uando somente Deus @ nosso al9o( nossos ol+os se Pirmam H9er Lu-as &&1C.elas e pre-iosasG S4oisas radiantes( deleites e inspiraçMes( 9'm K tona -omo tam.

s so.erdade de toda Prustração1S Ten+o 9isto a -ura de muitas pessoas deprimidas -omeçar Quando nos aQuietamos na presença de Deus e pedimos Que Ele traga K tona os mais proPundos dese3os do -oração( aQueles Que o soPredor te9e medo demais de re-on+e-er anteriormente1 Então a -on9ersa -om Deus so.tereisW 8' a Qualidade di9ina do dese3o1 ?a= parte da energia atemi-a da alma1 O Reino dos 4@us opera em 9Os atra9@s do dese3o1 Não o e<tingas ou esmagues ou negues1 OPere-e#o a Mim1 OPere-e#me teus dese3os mais elementares( teu dese3o de Peli-idade( de amor( de auto#e<pressão( de .utosW Tudo Quanto Quiserdes em oração( -rede Que o re-e.ai<a demais1 A seguir temos a meditação do irmão 7o+n Gaynor Deus Que te satisPaças -omo um DeusS1 SMESTREG O dese3o @ uma Porça poderosa( um de teus mais di9inos atri.re dese3o( inspirada pela Prase do poeta Tra+erneG SDese3e -omo um .re isso -omeça1 Ela -ondu= o ser real a 179 an.em#estar( de su-esso( de alegria( em QualQuer nN9el de teu ser # oPere-e li9remente teus dese3os( sem re-eio( e eu os transPormarei para Que o.emos -om toda -erte=a Que Ele remo9erL o 3oio do trigoR Que transmutarL o dese3o Quando e onde ne-essLrioR Que o ele9arL a planos mais altos Quando nossa per-epção de Sua 9ontade para nOs esti9er .ten+as alN9io e satisPação e -ompleta li.estes e os o.lu-ro material e assim em dianteI @ nosso al9o -orrelatoG o in9erso de nosso al9o primordial1 Podemos então dese3ar -om segurança at@ mesmo aQuelas -oisas Que temNamos re-on+e-er antes( porQue elas são oPere-idas inteiramente a Ele1 A oração Que es-uta @ -on9ersa santaR @ interação sagrada -om Deus1 Ele nos assegura e nOs sa.

amos de es9a=iarI -om Sua prOpria presença1 Este @ o momento paraG S111dei<ar Pluir em nOs a outra 9ida( maior( mais Porte( mais silente111 Podemos Pa='#lo apenas por alguns momentos( a prin-Npio1 Mas a partir desses momentos a no9a esp@-ie de 9ida se espal+arL em nOs porQue estamos permitindo Que Ele opere so.e o Que +L ali e do Que nOs pre-isamos1 Agora a nossa vontade estL sintoni=ada -om a 9ontade de Deus( e -onsentimos em entregar a Ele o Que antes es-ondNamos -uidadosamente em nosso -oração1 Agora estamos prontos para aQuele momento mais importante da oração1 A 9erdadeira oração( -omo tudo Que Pa= parte do Que @ real.rimos( o mais possN9el( nosso -oração ao Sen+or1 O tempo todo Ele 3L sa.temos o espaço e tempo sagrados ne-essLrios para tra9ar ami=ade -om nossas emoçMes # aQuelas Que Poram Prustradas ou atroPiadas no passado( ou temidas e re3eitadas( portanto( reprimidas1 Nossas emoçMes de ira( luto( go=o( amor( 9ergon+a( -omo tam. en-arna-ionalR ou se3a( para re-e.elo e 9erdadeiro # isto mais rLpida e mara9il+osamente a3usta#se K imagem de seu 4riador1 Na Soração de es-utaS o.@m os dese3os mais proPundos reprimidos em nosso -oração( são tra=idos a essa santa -on9ersa -om Deus1 Na a-eitação amorosa de Deus( nosso ser emo-ional -res-e num sua9e e deli-ado eQuilN.om( .re aQuela 180 .rio -om nosso ser sensorial e intele-tual1 Não pre-isamos mais ser moldados por nossas -ar'n-ias e ne-essidades emo-ionais( mas as 9eremos -uradas1 No momento dessa -on9ersa -om Deus a.9erdadeiramente dese3ar e # em seu dese3ar tudo o Que @ .ermos a 9ida de Deus1 Pedimos a Ele Que entre mais plenamente( e en-+a todos os espaços de nosso ser Hespe-ialmente aQueles Que a-a.

o peso das pala9ras do mundo( da -arne e do dia.ençoada prisão( por ter Peito parte de min+a 9idaWS Ele @ +o3e um dos pou-os grandes proPetas -lamando a um mundo Que luta em sua rede prOpria de mentiras( -ego e surdo1 Na Soração de es-utaS( permane-emos -ens-ios não sO de nossa primeira identidade( de ser Pil+os de Deus( mas tam.re nossas prOprias transgressMes( erros( enganos111 e @ por esta ra=ão Que me 9olto para os anos de min+a prisão e digo111 SA.o e do mundo -omunista em parti-ular1 EnQuanto aprendeu a es-utar( o verdadeiro Ale.em a pala9ra da 9erdade e testemun+a -om poder a todo o mundo so.@m( de 181 .sandr Sol=+enitsyn( Que mais tarde es-re9eria S:ma pala9ra de 9erdade tem mais peso do Que o mundoS( 9i9en-iou essa pala9ra( primeiramente( Quando esta9a no +orror de um a-ampamento de prisioneiros do -omunismo1 NaQuele lugar insuportL9el ele en-ontrou( pela primeira 9e=( o tempo e a in-linação para ou9ir a Deus e ao seu -oração1 Ele( mesmo sendo -omunista( esta9a so.sandr Sol=+enitsyn 9eio K tona( um e9ento pelo Qual todos nOs temos Que ser gratos( porQue ele @ algu@m Que ou9e .ençoada prisãoS 111Eu nutro min+a 9ida ali1 SA.re aQuilo Que ele ou9e1 NaQuela solidão e soPrimento Porçados( ele Poi erguido a-ima do pensamento da era e assim pede -lamarG SA.parte -erta de nosso ser1S Pou-os aprendem a ou9ir a pala9ra -uradora de Deus sem( antes( terem passado( de uma Porma ou outra( por uma trLgi-a situação#limite1 Ale.en çoada prisão( por ter Peito parte de min+a 9idaWS S4on+eça#te a ti mesmoWS Nada a3uda e assiste tanto o despertar da Onis-i'n-ia -onos-o Que +L em nOs Quanto os insistentes pensamentos so.

irmãos. dentro de todos os homensS *Aos poucos foi)me revelado que a linha que separa o %em e o mal não passa atrav+s de estados. se viverdes segundo a carne. vivereis * 8Comanos " . mas. essa caracter(stica de estar que%rantado. mortificardes os feitos do corpo. se. autojustiça e 6elo perseguidor 2ão h$ caminho de volta para a chatice da alma não despertada * 'ol6henitsEn. certamente. pelo 1sp(rito. não A carne como se constrangidos a viver segundo a carne Porque. ou classes. poder$ fa6@)la muito piorS *Pois o 'o%renatural que entra na alma humana. desco%riu essas duas identidades. pois. nossa identidade prim$ria 1sse ser reconhece que ser cristão. assim. permanece livre para se mover sempre a partir daquele centro em que ha%ita 0risto ) ou seja. se não fi6er a pessoa melhor.nossa identidade se-undLria( de sermos pe-adores1 Na Sua presença re-on+e-emos os Palsos eus e dei<amos Que eles -aiam de nOs -omo 9el+as -apas ou -as-as endure-idas1 Não pre-isamos mais prati-ar a presença daQueles Palsos eus 4 apOstolo Paulo des-re9e da seguinte PormaG *Assim. o outro para o orgulho espiritual. humildade. caminhais para a morte. nem entre partidos 182 . somos devedores.J= 4 verdadeiro eu. sofrendo de cVncer a%dominal e deitado so%re feno podre no am%ulat>rio hospitalar de sua prisão.L). continuamente reconhecendo sua identidade secund$ria como a de um pecador. a%re para si novas possi%ilidades de %em e mal -o ponto em que a estrada se divide em duasS um caminho para a santidade.

na 3olta do Peregrino. deixar de escolher o %em e escolher novamente a si mesmo /oão. e pode surgir dentro dos redimidos com resultados muito mais desastrosos do que nos não redimidos 4 ser não redimido + aquele que deseja ser separado. o que leva a todos os demais v(cios. pode. se ret+m uma pequena centelha de %em 1 ainda no melhor dos coraç5es.pol(ticos ) mas por meio de todo coração humano ) e atrav+s de todos os coraç5es humanos A linha se move -entro de n>s. encontra)se morrendo muitas mortes e aprende que morrer + o Dnico escape da #orte 2ossa fuga da #orte consiste em grande parte de aprender a morrer diariamente para com o *velho homem* e em atos regulares de arrependimento seguido por rece%imento do perdão de -eus* E @ somente na oração Que es-uta Que -on+e-emos nosso prOprio -oração( e portanto( o Que de9emos -onPessar1 O -onPlito e a luta são elementos importantes em nossa metamorPose -omo pessoas1 4omo ministros pre-isamos aprender a nun-a interromper( por simpatia ou empatia mal#dire-ionada( o pro-esso doloroso pelo Qual uma alma estL sendo despertada de seu estupor e estado de morte1 Isso muitas 9e=es @ Peito nos -Nr-ulos -ristãos Quando en-ora3am a pessoa a Sse in-linarS para si mesmaW Mas 3amais poderemos retirar a solidão de uma pessoa1 183 . aut7nomo. permanece um pequeno canto desarraigado de mal* 0onforme cito em outro livroS *4 orgulho + o grande pecado. em qualquer est$gio da vida espiritual. ela oscila com o passar dos anos Ainda dentro de coraç5es vencidos pelo mal. coloca a si mesmo em primeiro lugar 4 mesmo livre ar%(trio que torna poss(vel tal mal para começar.

re essa desilusão da atualidadeG SE<iste muito soPrimento mental em nosso mundo1 Mas parte dele @ soPrimento pela ra=ão errada( porQue nas-ido da Palsa e<pe-tati9a de Que somos -+amados para aPastar a solidão um do outro1 \uando nossa solidão nos aPasta de nOs mesmos para os .)enri Nou*en Pala poderosamente so.or.raços de nossos -ompan+eiros de 9ida( estamos( de Pato( nos le9ando para rela-ionamentos e<tremamente doloridos( ami=ades -ansati9as e a.or.oleta nos dL um mara9il+oso retrato da luta Que -ada alma pre-isa passar em sua transPormação1 T doloroso 9er a lagarta lutar dentro de seu -asulo num esPorço para emergir1 Mas se tomarmos tesouras e -ortarmos o topo do -asulo a Pim de Pa-ilitar sua saNda( a . não apenas os que foram mais visivelmente feridos pelas trevas do homem e no mundo. tem de enfrentar a solidão interior e separação de -eus e da( iniciar a o%ra rigorosa mas severamente magnifica de converter o *deserto de solidão* dentro de n>s no espaçosamente %elo *jardim de solitude* de onde emerge o verdadeiro eu 1ste + o *eu* capa6 de ami6ade.raços suPo-antes1S 2ossa tarefa pastoral + ajudar cada pessoa necessitada a enfrentar sua solidão interior e ali começar a ouvir a -eus e ao seu verdadeiro eu 0ada um de n>s. capa6 de comunhão cristã criatura Em 9ista da luta diante de todos os +omens( nOs( -omo ministros( não podemos desmaiar nem desanimar Quando algu@m a Quem 9imos -+egar tão longe ti9er o Que 9emos -omo um episOdio ou uma Queda Quase irreparL9el de 9olta ao antigo eu e seus -amin+os1 A lagarta Que serL .oleta 3amais 9oarL1 T na 184 'ua identidade não est$ mais na .

ra dolorosa( ou mesmo( morrido dentro de seu -asulo te-ido1 Vs 9e=es @ assim -om pessoas pelas Quais oramos1 No -aso de pessoas Que estão sendo -uradas de s@rias neuroses se<uais( os pastores podem rapidamente entrar em pYni-o ou desanimar Quando( por um momento( a pessoa 9olta aos 9el+os padrMes e me-anismos de dePesa1 Mas Quando es-utam a Deus em Pa9or do soPredor Que pro-ura a3uda( re-e.luta -ontra sua -as-a( seu Sser e<teriorS( Que suas asas se desen9ol9em e se tornam Portes1 Então( de um +umilde 9erme( Que se en-+e de -omida o dia todo e arrasta a . uma ve6 mais.ertadas de se9eras neuroses l@s.em o Que estL a-onte-endo( assim -omo não -onseguem ainda re-on+e-er e 185 .arriga pelo gal+o de uma Lr9ore( ele se transPorma em uma linda -riatura Que 9oa( -u3as asas le9am as -ores e os desen+os de uma mão onipotente1 )L o-asiMes( antes dela sair( em Que sua luta -essa por um tempo e nOs nos perguntamos se teria desistido de sua o. conhecimento e exortação.re si Que elas não -onseguem re-on+e-er em outra pessoa de seu prOprio se<o1 Sem a3uda pastoral essas pessoas não per-e.erão a palavra de sa%edoria. %uscar a presença de Deus( a ou9i# Lo e a -ontinuar o pro-esso de tornar)se o Que Deus Quer1 Essa pessoa( por um momento parou de lutar na posição 9erti-al( de es-uta( li.i-as ou +omosse<uais( mas Que ainda se en-ontram no pro-esso de a-eitar a si mesmas( podem ser rLpida e poderosamente 9en-idas pela -ompulsão S-ani. necess$rias para ajudar aquela pessoa a.alS H9er -apNtulo CI1 Esta @ uma pro3eção e<-essi9amente Porte so.erdade( e se retor-eu de 9olta K posição de -riatura1 As pessoas( por e<emplo( li.

utos ainda não aPirmados1 Na 9erdade( essa mul+er era muito semel+ante ao Que a 3o9em dese3a9a ser Quando esti9esse Pun-ionando plenamente -onPorme a 9o-ação dada por Deus1 Não -onseguindo re-on+e-er o me-anismo de pro3eção na sua imediata atração para -om a mul+er( seu SamorS tomou primeiro a Porma de uma mão a3udadora( depois( de um .@m de sua posição proPissional( e de tudo Que importa9a muito para ela e rePletia largos passos para Pora das tre9as mentais e emo-ionais1 Em.ianismo( uma -on-lusão pre9isN9el para sua pro3eção não rePreada1 Sua Queda Poi traumLti-a # do Que se arrependeu imediatamente de todo o -oração1 Mas Poi tam.ia1 E gan+ou no9as e ainda mais Portes asas para 9oar1 )L tam.ora ela ten+a perdido muita -oisa Que l+e era pre-iosa( +o3e ela @ mais sL.@m trLgi-a em termos da perda da ami=ade daQuela mul+er e de outras ami=ades( -omo tam.ertos de neuroses l@s.ou numa 9olta deli%erada e.a-eitar os atri.i-as e +omosse<uais mas ainda se en-ontram no pro-esso de -ura da ansiedade de separação ou outras neuroses de -ar'n-ia se9era( Que podem ser poderosamente 9en-idos pela ne-essidade de ter os 186 .raço protetor e( Pinalmente( de um amor materno de9orador1 A-a. em suas prOprias pala9ras( iradamente re%elde rea.ertura de mente K antiga -ompulsão para o les.utos não aPirmados e não integrados de sua prOpria personalidade1 :ma 3o9em( -u3a -ura Poi nada menos Que milagrosa( @ um e<emplo disso1 EnQuanto ainda esta9a no pro-esso de auto# a-eitação e de aprender a rela-ionar#se de modo signiPi-ati9o -om outras pessoas( entrou em -ontato Nntimo -om uma mul+er Que espel+a9a seus atri.@m aQueles Que Poram li.

ei3ado por outro +omem sO -ompli-aria ainda mais a sua -onPusão sim.raços da prOpria mãe1 Ser a.em em estar pensati9o so.raçado e .edi'n-ia Ha posição 9erti-alI @ essen-ial1 SO então Deus opera a o.atal+a # -ontra suas estran+as tend'n-ias e -ompulsMes interiores e -ontra tentaçMes repulsi9as e assustadoras a ele e a outra pessoa QualQuer1 Muitas 9e=es ele tem orado( orado( orado e ainda permane-e atormentado e não transPormado1 Por esta ra=ão( muitos Que oram por tais soPredores não t'm enPati=ado Que a ati9idade +omosse<ual @ pe-ado( mas prePerem enPati=ar a doença psi-olOgi-a Que tam.atal+a apOs .em#estarS( algo Que ele nun-a te9e nos .Oli-a1 At@ mesmo ele( -arente -omo estL( re-on+e-eu isso e disse dessa e<peri'n-iaG SEra uma tentati9a estran+a tipo( meio pai( meio amante Que me dei<a9a pensati9oS1 E ele Pa= .ra -ompleta1 Sei o Quanto a pala9ra o%edi@ncia pare-e assustadora e -+eia de -ulpa ao soPredor +omosse<ual( Que +L muito soPre dor mental e emo-ional Hliteralmente odiando a si mesmoI enQuanto luta # sem Pim e sem re-ompensa( perdendo .raços de outro +omem( mas do Sdom do ..raços de algu@m( Queria o a.ismo de pa9or e -ar'n-ia( -ompletarL a -ura ne-essLria1 Mas a o.raço apertado de algu@m me segurandoS1 AQui a ne-essidade não era dos .re essa perigosa esp@-ie de -onsolo e em Pugir dela( pois isto o impedirL de -ontinuar a enPrentar a solidão interior e de -on9idar Deus a penetrar nela1 O Seu amor( inundando aQuele a.@m geralmente @1 Mas -omo 187 muitos tentam 3ustiPi-ar a ati9idade +omosse<ual( @ .raços de outra pessoa ao redor1 Tal9e= digam algo -omo o 3o9em Que me es-re9euG SEu não Queria mais nada Ude pura pornograPiaU1 SO Queria estar nos .

edi'n-ia pode o soPredor se li.edi'n-ia @ a -oisa mais amL9el Que podemos Pa=er por ela1 A Oração de Escuta 1 Essencialmente Li'ada 6 3erdadeira Ima'inação 188 .eldia e deso.edi'n-ia a 4risto1 Este não @ um E9angel+o de o.ertar dessa Porma doentia de amor1 O proPeta IsaNas -lama a DeusG U3L ningu+m h$ que invoque o teu nome.re1 Ou o.edi'n-ia K 9ontade re9elada de Deus @ na 9erdade uma Peli-idade1 Somente nessa o.ede-emos a Deus nesta Questão( ou somos entregues a uma mente r@pro. por que escondes de n>s o teu rosto e nos consomes por causa de nossas iniqUidades * HIsaNas 0.ne-essLrio Que enPati=emos o Pato de Que ela @ pe-aminosa( @ pe-ado( e Que a o.itar nUEle( antes( permane-endo em outro espNrito muito diPerente( do de re.ertem a +omosse<ualidade em 9e= de -urL#la estarão entregando o indi9Nduo ao poder -onsumidor de seu prOprio pe-ado e mal1 Ademais( isto @ tornar#se parte do pe-ado1 Somos a PamNlia da P@ somente enQuanto estamos em o. que se desperte e te detenha.ras( mas de amor1 AQuele Que ama a 7esus 4risto( -onPorme ensinam as Es-rituras( O o%edece As mãos de -ura de 4risto estão atadas( na mesma medida de nossa es-ol+a de não +a.edi'n-ia1 Re.a1 Sa.1DI1 Pastores e -onsel+eiros dentro do -ristianismo Que a-eitem e a-o.eldia gera toda esp@-ie de -onPusão1 Não +L espaço aQui para a mente do.emos Que Deus de-larou -omo inNQua a ati9idade +omosse<ual( o Que le9a a alma K -ondenação e ao inPerno1 4omo pastores e -onsel+eiros( pre-isamos a3udar essa alma a se des9iar daQuilo Que a estL matando1 Ensinar o.

189 .er de Deus( Quer por pala9ra( 9isão( ou Hmaior de tudoI a en-arnação ou plenitude do EspNrito Santo1 A Pa-uldade no +omem Que apreende o real( ou se3a( re-on+e-e a Presença de Deus e em adoração es-uta -omo -riatura mara9il+ada e o.ediente( @ o Orgão intuiti9o Que a N. não temas tomar a #aria como esposa W pelo 1sp(rito 'anto que ela tem conce%ido esta criança* HMateus &1$%I( o -oração de 7os@ intuiu -orretamente tanto a presença do an3o Quanto sua mensagem1 Se ele ti9esse tentado tornar literal o Que 9iu di=endo STodos os an3os se pare-em -om aQuele Que apare-eu a mim em son+oS ele teria se enganado Quanto ao modo da mente -ons-iente 9er( pelo modo -omo 9' o -oração1 Poderia at@ mesmo ter perdido a 9erdadeira mensagem numa tentati9a de tornL#la analiti-amente lOgi-a1 \uando o an3o Ga.ril+ar1 Se a imagem Por entendida -om o Real( ela torna#se um SNdolo mudoS1 A -apa-idade do -oração de sim.oli-amente imaginar o Que intui de9e ser diPeren-iada da prOpria intuição1 \uando o an3o do Sen+or apare-eu num son+o a 7os@ e disseG K/os+. filho de -avi.lia denomina de -oração1 A $aculdade 7ue o Coração +em de $azer Retratos %ão 1 em Si a 3erdadeira ou Mais Ele!ada Ima'inação Temos de enPati=ar o Pato de Que essa Pa-uldade do -oração de retratar não @ em si mesma a 9erdadeira ou mais ele9ada imaginação1 Os retratos são a linguagem do -oração e -omo N-ones( são meras imagens pelas Quais o Real de9erL .A e<peri'n-ia 9erdadeiramente imaginati9a @ uma intuição daQuilo Que @ Real1 Em seu nN9el mais alto( @ a e<peri'n-ia de re-e.riel Poi en9iado a Maria( ele Poi K -idade de Na=ar@( na presença de Maria e disseG *'alve.

em -ompreendida numa @po-a em Que os modos -ons-ientes e analNti-os de sa.em da ra=ão1 Para a maioria de nOs a pala9ra SimaginaçãoS @ muito 9aga111 SO di-ionLrio a dePine -omo sendo aa ação111 de Pormar imagem mental ou -on-eito daQuilo Que não estL presente aos sentidosU1 Outra dePinição denota a prOpria Pa-uldade imaginaii9a pela Qual essas imagens ou -on-eitos são Pormados1 :ma ter-eira dePinição se rePere ao apoder Que tem a mente de Pormar -on-eitos al@m dos deri9ados de o.er são 9alori=ados e<-luindo os demais1 Am.er são importantes( e -omplementam uma a outra1 Am.riel1 4omo seu -oração retratou o Que não 9iu @ outra Questão1 A -apa-idade do -oração de 9er o Que @ 9erdadeiro e real atra9@s daQuilo Que @ in9isN9el ao ol+o PNsi-o não @ .3etos e<ternos Ha imaginação produti9aIU1 Esse poder se rePere não apenas K Pantasia( mas( mais importante( ao g'nio -riati9o ou po@ti-o( So poder de Pormular no9os e mar-antes -on-eitos intele-tuaisS1 Essa [ltima dePinição( ao se rePerir ao g'nio -riati9o ou po@ti-o( se apro<ima de nossa dePinição da 9erdadeira ou intimamente ligado K adoração religiosa1 S)L di9ersos nN9eis no 9erdadeiramente imaginati9o( e mais alta imaginação1 Este @ o nN9el de mara9il+a po@ti-a e @( -omo 9eremos( de9emos diPeren-iar entre aQuilo Que -omeça -omo mera mara9il+a po@ti-a e aQuilo Que in-lui a adoração religiosa1 Semel+antemente( 190 .as as Pormas de sa.mais favorecidaO 4 'enhor + contigo* HLu-as &1$!I1 Ela intuiu -orretamente a presença e a mensagem de Ga.as são essen-ialmente importantes para a P@( a arte e o .

@m +L sempre uma la-una entre 191 .sortoU nele1 PossuNdo pela id@ia -riati9a( ele se sente -ompelido a transpe#lo de Porma material1 Esta @ uma mara9il+a po@ti-a( -apa= em QualQuer momento de tornar#se mais do Que mara9il+a po@ti-a1 Muitas 9e=es @ -om uma sensação de proPundo mara9il+amento Que o artista( ou o mNsti-o( per-e.renatural( ou( num nN9el mais ele9ado( de Deus1 Então( Ks 9e=es( prostrado de rosto em terra pelo Que sente ser sua total in-apa-idade( ele pro-ura transmitir sua 9isão1 Tam.3eto Que dL lugar a essa mara9il+a @ diPerente1 Mas os paralelos estão aN1 Ol+ando o o.3eto( o artista esQue-e a si mesmo e ao amar aQuilo Que ele 9' ele se torna totalmente aa.riram ano trig@simo ano( no Quarto m's( no Quinto dia do m'sU e o proPeta E=eQuiel 9iu a9isMes de DeusU( ele -aiu -om rosto em terra em mara9il+ada adoração1 No meio disso ele ou9iu a 8o= di=endoG UE quando ele me falou.e as 9erdades do so.ora a Realidade A.3eto inspirador era o prOprio Deus1 Na mara9il+a po@ti-a o artista 9'( -om sua re-@m#nas-ida intuição( uma Pol+a de grama ou uma gota de or9al+o -omo ela realmente @1 Sua e<peri'n-ia @ diPerente da de E=eQuiel porQue o o. o 1sp(rito entrou em mim e me colocou so%re meus p+s* E=eQuiel Poi então +a.itado pelo O.renatural e a Real Presença de Deus1 A mara9il+a @ diPerente -omo diPerem as esp+cies de realidade a ser intuNdas( em.intuNmos o real em pelo menos tr's nN9eis # os reinos da nature=a( do so.soluta( na Pessoa do EspNrito Santo( possa entrar em QualQuer um das tr's1 T no O.3eto1 Esta @ a mara9il+a religiosa( e seu O.3eto( aQuilo Que in9o-a a mara9il+a( Que estL a diPerença1 UA Porma do dese3ado estL dentro do dese3oU1 \uando os -@us se a.

re o +umilde e Pinito1 8emos Que +L dentro das montan+as( estrelas e mares( o eterno esplendor( ritmo e a melodia inerentes ao prOprio te-ido do uni9erso( dentro do indi9Nduo( um uni9erso en9olto em Porma +umanaR dentro do -Lli-e da -omun+ão( o sangue e -orpo 9i9o de 4ristoS1 8emos( assim( Que uma intuição da Presença Real diPere somente em grau da repentina intuição de uma 9erdade na Nature=a ou mesmo no so.renaturalI1 SMas o meio pelo Qual 9em a re9elação e nature=a intuiti9a e e<perimental do conhecimento + muito pare-idoS1 3er o In!isí!el com os Ol os do Coração Nosso [ni-o -amin+o para a realidade( -onPorme disse 41 S1 Le*is( @ por meio da oração( sa-ramento( arrependimento e 192 .al+o de suas mãos e -omo se Posse( sa-ramentalmente( pela .ril+a so.'nção de suas mãos1 Atra9@s disso o trans-endente e eterno .ios impuros1 Ainda assim( @ na +umildade e no deslum.renatural Hou se3a( a mara9il+a luminosa Que se esperaria na presença de um an3o ou QualQuer ser -riado so.re dele em sua arte ou minist@rio( no tra.re tela( na pedra( na poesia( na melodia1 Para Quem não @ artista ou mNsti-o pare-e in-rN9el Que o prOprio Mi-+elangelo se a-+a9a desa3eitado e Que IsaNas( Quando 9iu o Sen+or sentado em Seu alto e e<altado trono( sentiu#se perdido( um +omem de lL.ramento( e -om um apelo por en-arnação( um pedido de -apa-itação para ser um ser9o( Que o artista( o sa-erdote ou o mNsti-o( 9'em o Real e dese3am -apturar ao menos um 9islum.aQuilo Que @ 9isto e ou9ido e aQuilo Que @ Pinalmente registrado # se3a so.

al+arão 3untamenteS1 .io Que -omeça entre Deus e o +omem Quando isso a-onte-e1 4omentando so. 4+am. 'enhor.ers di=G SA sua imaginação estL Pirmada em Deus ou ela estL Pamintac A Pome da imaginação + uma das Pontes mais PrutNPeras de e<austão e 9a=io na 9ida de um o. 0ham%ers di6S SO po9o dos dias de IsaNas +a9ia dei<ado suas imaginaçMes morrer de Pome por ol+ar a Pa-e dos Ndolos( e IsaNas Pe= -om Que 193 . as quais ele chama pelo nome. por ser ele grande em força e forte em poder.a6endo coment$rio de Isa(as :Q L!S *9evantai ao alto os olhos e vede Muem criou estas coisasN Aquele que fa6 sair o seu ex+rcito de estrelas. porque ele confia em ti*.re 9er -om os ol+os do -oração -omo parte importante desse conhecer e -omo parte importante da oração1 Os*ald 4+am.re IsaNas L! JS *Tu.reiro1 Se 9o-' nun-a usou sua imaginação para se -olo-ar diante do Sen+or( -ome-e a Pa='#lo agora1 Não adianta esperar Que Deus 9en+a a 9o-'G 9o-' tem de guardar sua imaginação dos Ndolos e ol+ar somente para Ele e ser sal9o1 A imaginação @ o maior dom Que Deus nos deu e ela de9e ser dedi-ada inteiramente a Ele1 Se 9o-' tem le9ado -ati9o todo pensamento K o.ers -ompreende a ne-essidade do -oração Pirmar os ol+os em Deus( e o inter-Ym.edi'n-ia de 4risto( serL uma das maiores 9antagens K P@ Quando 9ier a pro9ação( porQue sua P@ e o EspNrito de Deus tra.adoração # ou se3a( pelo modo Que o -oração proPundo -on+e-e1 Muito se tem dito neste li9ro so. conservar$s em perfeita pa6 aquele cujo prop>sito + firme. nem uma s> ve6 vem a faltar*. todas %em contadas.

eradamente 9olte a sua imaginação para Deus1 :ma das ra=Mes de oraçMes se-as @ Que Palta imaginação( Palta poder de -olo-ar#nos deli.@m do espNrito e -orpo de uma pessoaI sO pode ser -ompreendida em relação aos Sdons espirituaisS( o termo Que tradu=imos do grego -omo dons do EspNrito Santo1 Ministrar nessa esp@-ie de oração @ nos mo9ermos dentro de um ou outro # dos dons de -ura do EspNrito1 \uando Pa=emos isso em nome de 7esus( e enquanto o ouvimos.ol+assem para o -@u( ou se3a( Pe= -om Que -omeçassem a usar -orretamente sua imaginação111 O teste da -on-entração espiritual @ tra=er a imaginação ao -ati9eiro1 Sua imaginação estL ol+ando para a Pa-e de um Ndoloc Esse Ndolo @ 9o-' mesmoc Seu tra.eradamente diante de Deus111 A imaginação @ o poder Que Deus dL ao santo de se -olo-ar Pora de si em rela-ionamento Que 3amais te9e antes1S W profunda e verdadeira a percepção de 0ham%ers quanto ao modo do coração ver e conhecer W por isso que ele foi um dos grandes escritores de devocionais do s+culo vinte Ou!ir a /eus Est& Essencialmente Relacionado com os /ons do Espírito Santo A oração por -ura psi-olOgi-a H-omo tam.edoriaS( a Spala9ra de -on+e-imentoS( a P@ 194 .al+oc111 Se a sua imaginação esti9er Paminta( não ol+e para sua prOpria e<peri'n-iaG @ de Deus Que 9o-' pre-isa1 Saia de si mesmo( longe do rosto de seu Ndolo( longe de tudo Que tem estado dei<ando sua imaginação Paminta1 Desperte( tome a pala9ra Que IsaNas deu ao po9o( e deli. ele nos dL a Spala9ra de sa.

renatural e tudo Que @ ne-essLrio para 9er a pessoa puriPi-ada e sarada1 Esses dons espirituais H& 4orNntios &$1.@m todos os Prutos do EspNrito HGaladas "1$$#$CI residem em Deus e t'm a 9er -om Sua presença -onos-o e dentro de nOs1 )L Outro Que 9i9e em mim1 Ele tem o EspNrito sem medida1 4om Ele estão todos os dons e todos os Prutos do EspNrito1 PorQue 7esus( o prOprio Dom de Deus( 9i9e em mim( os dons e Prutos de Sua 9ida estão presentes e podem irradiar atra9@s de mim1 Ten+o portanto o poder de Sua Presença +a.ençoar e nomear seus pares( tra=endo K tona o 9erdadeiro SEuS( e -omeça a a.so.ençoar e dar nome aos .itadora para -urar em Seu nome1 Tra=emos outros K Sua Presença e os 9emos -urados1 Então os ensinamos a prati-ar a Sua Presença Que @ S9erS -om os ol+os do -oração( Sou9irS -om os ou9idos do -oração( VQuele Que estL -om eles( o 8er.@m se tornem -anais de Sua 9ida para outros1 NOs os tra=emos para o Que Poi mara9il+osamente denominado de SA Grande DançaS1 T a dança di9ina de rela-ionamentos sarados1 Imaginemos por um momento essa grande dança1 T o amor Que Plui do Não 4riado para o -riado( e de lL para todos os demais seres -riados1 4ontinuar a re-e.#&&I -omo tam.ril+ante metalS Que estL sendo derramado em -ada -riatura( -ada -riatura tem de se tornar -anal do Seu amor para as demais( pois @ na nature=a desse amor Que de9e Pluir1 Em 9irtude desse amor Que Plui atra9@s dUEle @ Que o +omem -omeça a a.o Que 3amais parou de Se -omuni-ar -om Suas -riaturas a Quem ama( e -+ama de Pil+os1 Assim os ensinamos a ou9ir e andar -om o 4riador e Sal9ador para Que a -ura -ontinue( e para Que eles tam.i-+os( Ks plantas e at@ mesmo K -riação inanimada1 Se permitirmos Que 195 .er do S.

nossa imaginação ten+a li.edi'n-ia( ao ritmo di9ino Que Plui atra9@s de todos os dançarinos( dando as mãos -om a pessoa K sua direita e K sua esQuerda at@ Que todos este3am de mãos dadas1 8emos( então( Que estão de alguma Porma rodeando toda a 4riação( e Que toda a 4riação estL sendo le9ada para dentro deles1 O ritmo Que Plui entre eles @ energia di9ina( e nossa imagem Pinal @ de toda a 4riação p@ ante p@ plena de go=o1 196 .erdade( podemos S9erS a -ada pessoa se entregando inteiramente( em perPeita o.

tulo 3-( . 0risto estaria tra6endo)o para 197 .-apNtulo seis Ou9indo nossos son+os A pessoa Que soPre de -rise @ iin9aria9elmente separada de uma parte vLlida de +omosse<ual ser1 Os son+os( uma 9e= Que ten+amos aprendido a ler pua mensagem sim. *omo no #aso de )ateus +#a". sempre recorrente. atrav+s da oração.Oli-a( podem nos a3udar a re-on+e-er a parte de nós da qual estamos afastados.eus usou son$os "ara mostrar/me a de mim mesma que eu não parte -e in(cio #ateus estava #uito l surpreso pelo que seu homossexual. realmente significavaS ele olhava para outro jovem atraente e estava de fato amando uma parte perdida de si mesmo ) parte que ele não conseguia reconhecer ou aceitar Parecia quase %om demais para ser verdade que. A fim de demonstrar que a ora !o "ela #ura da #rise de identidade $omosse%ual n!o & muito diferente de ora !o "ela remo !o de qualquer outro 'loqueio "si#ológi#o( quero #ontar uma "arte de min$a $istória "essoal( #onforme a relatei "ara )ateus.

%em como.um relacionamento com essa parte perdida de si mesmo 1sta era. a primeira ve6 que fora desafiado a acreditar que poderia haver mais em si do que j$ havia perce%ido ou aceito 1u estava tão feli6 em exemplificar como tudo isso poderia acontecer e o fi6 contando uma hist>ria de minha pr>pria vida Ini-iei -om uma oração de -ura entusiasmado e -+eio de P@( pois( Deus( +a9ia me -urado do .loQueio de es-re9er # Que( assim -omo no -aso de Mateus( sO se dissol9eu depois Que re-e. afinal. a primeira chance que ele tinha de analisar a linguagem sim%>lica dos sonhos.loQueio le9ou#me( para min+a surpresa( a separar#me da parte de mim Que pudesse ou Quisesse es-re9er um li9ro para ser pu.ra de -riação e ao mesmo tempo soPre a agonia de um .li-ado1 4ertamente o li9ro esta9a dentro de mim( e e<igia ser es-rito1 Madeleine LUEngle( autora de muitos e<-elentes li9ros( e<pressou isso desta PormaG S:m li9ro surge( agarra a min+a saia e não me larga at@ Que eu o ten+a es-ritoS1 41 S1 Le*is -omentou Que esta9a Sgestando um li9roS( algo muito signiPi-ati9o para Quem tem em si um li9ro( uma poesia( uma pintura ou outra o.i iluminação por meio de -ura de memOrias e de uma s@rie de son+os1 Esse .loQueio para a e<pressão -orreta do mesmo1 Pior( para mim( era a plena -on9i-ção de Que o Sen+or +a9ia mandado Que eu es-re9esse( e espera9a Que eu o Pi=esse1 Por longo tempo( eu oreiG SSen+or( -omo posso Pa=er issoc Estou o-upada demais e não sei o Que poderia dei<ar de Pa=erS1 Mas não me 9eio nen+uma segurança de Que isso Posse uma des-ulpa 9Llida F apenas( o -on+e-imento manso e inQuietante de Que Ele espera9a Que eu o Pi=esse1 198 .

ada1 4ontra todas as -+an-es( ela saltou e Poi gra9e( tal9e=( Patalmente Perida( no pulo Que deu1 Este e outro son+o re9elaram a Perida de inPYn-ia na Qual esta9a 199 . pois at+ durante a noite o meu coração me ensina SHSalmo &01DI1 Isto de-lara Da9i( o rei pastor de Israel( e ele .loQueio psi-olOgi-o # Que algo al@m do Que eu -ompreendia -ons-ientemente esta9a me impedindo de es-re9er o li9ro Que 3L esta9a -ompleto dentro de mim e -lamando por e<pressão1 Eu( -omo Mateus( não -onseguia re-on+e-er uma parte de mim da Qual esta9a dolorosamente aPastada( e pre-isa9a de oração para ser -apa-itada a aceitar o meu *lado escritora&.ede-er e reali=ar essa -oisaS( -ome-ei a per-e.al+ando em meu mestrado( e -ondu=ia um minist@rio de -ura # sem Palar de meu en9ol9imento na Igre3a lo-al1 \ualQuer pessoa en9ol9ida num minist@rio de -ura permane-e o-upada em -asa111 e longe dela1 Min+as des-ulpas por não es-re9er o li9ro pare-iam ter todo um ra-io-Nnio lOgi-o1 Mas aos pou-os( K medida Que eu pedia a amigos Spor Pa9or( orem por mim para Que eu -onsiga o.Na -erta eu anda9a o-upada # le-iona9a para duas turmas de ingl's de primeiro ano de Pa-uldade( esta9a tra.er Que eu tin+a um .em podia estar Palando de son+os neste 9ersN-ulo1 Portanto( des-re9erei uma s@rie de seis son+os Que me trou<eram Pa-e a Pa-e -om a es-ritora dentro de mim1 Nesses son+os( ela Hes-ritoraI surgia do Pundo de min+a mente e se apresenta9a K min+a surpreendida atenção -ons-iente1 Apare-eu primeiro -omo uma Pigura Peminina despreparada Mas Que -ontempla9a um salto por so. essen-ial para eu reali=ar o Que Deus me pes nas mãos para Pa=er1 KBendigo a -eus que me aconselha.re um ria-+o -+eio onde( -erta 9e=( +ou9e uma ponte 3L( +L muito( derru.

re um arame Que salta9a -om perN-ia e pre-isão( e<posta( mas não temendo mais tal e<posição1 Os son+os são terri9elmente Pran-os e meu medo de Pi-ar e<posta Poi sim.ora1 \ue eu e<perimentara sua morte -omo re3eição pessoal esta9a es-ondido de meu -ons-iente( tanto Quando -riança e ao longo dos demais 200 .re o rio da 9ida tin+a sido derru.us-a do a.arraigado o .oli=ado por eu estar pou-o 9estida # algo não raro entre artistas de dança ou a-ro.rigo de Que pre-isL9amos1 No primeiro son+o( a ponte so.ata( +a.ada e a menina se Perido ao tentar saltar o rio1 Meu pai +a9ia sido aQuela ponte( e a inundação da morte o le9ara em.re9emente a-ima( re9elaram Que o temor de e<posição esta9a arraigado nas -onseQ]'n-ias soPridas por min+a PamNlia -om a perda de meu pai1 Note Que Poram as -onseQ]'n-ias( e não a prOpria perda( pois enQuanto eu -ompartil+o um pou-o mais( eu 3L tin+a sido -urada de min+a reação K sua morte repentinaG aQuele sentimento de ter sido proPundamente( por ele( re3eitada1 Ele morreu logo depois Que -ompletei tr's anos de idade( dei<ando min+a mãe( a mim e min+a irmã de de=oito meses( e<postas e( por muito tempo( 3ogadas no mundo e in-omodando a ter-eiros em .loQueio1 Em outro son+o( ela apare-eu -omo uma Pigura preparada para atra9essar um rio perigoso( mas -om medo de ser e<posta1 Em outro( ainda( ela apare-eu -omo dançarina a-ro.a-ia1 4om a [ltima imagem( a es-ritora HQue ne-essariamente se e<pMeI e eu nos 3untamos1 A -ompreensão disso( 3untamente -om a oração( trou<e#me uma -ura in-rN9el1 Os son+os a Que aludi .ilidosa mas ainda temerosa de ser e<posta1 ?inalmente( ela apare-eu -omo um eQuili.rista andando so.

anos de adulta1 ?oi assim( ainda Que atra9@s da min+a inPYn-ia e 9ida adulta eu ti9esse o son+o re-orrente de pro-urar meu pai( de a-+ar seu -ai<ão( de esperar -ontra a esperança Que ele pudesse estar 9i9o1 Mas essa perda de meu pai não Porma9a parte desses seis son+os1 Eles re9ela9am o medo de e<posição 3unto aos proPundos sentimentos de inadeQuação e inPerioridade -omo -onseQ]'n-ia direta de não ter pai1 A menina dentro de mim sentia Que tudo isso esta9a ligado( intimamente( K es-ritora dentro de mim1 -iferente de #ateus.om estOi-o( simplesmente nega9a Que +ou9esse esse sentimento1 ?irme e -onsistentemente eu nega9a em min+a 9ida a garotin+a Que admitisse seu medo de re3eição e e<posição( inadeQuação e inPerioridade( pela aus'n-ia de um pai1 Era ela Quem tenta9a saltar o rio em 9e= de admitir a Palta da ponte Que torna9a isso impossN9el1 Ti9e( portanto( de -onPessar o meu orgul+o1 Os sentimentos de inadeQuação e inPerioridade H-omo aQueles de presunção e superioridadeI( não importa de Que Perida psi-olOgi-a pro9en+am( são( em [ltima anLlise( arraigadas naQuele pe-ado1 :ma parte importante( tanto da -ura de Mateus -omo a de Lisa( tin+a a 9er -om o re-on+e-imento de seu pe-ado de orgul+o1 4reio Que por 201 . eu não estava projetando uma parte de mim so%re outra pessoa e irracionalmente amando a mim mesma naquela pessoa Mas esta9a( -omo ele( -onseguindo negar uma parte 9Llida de meu ser # a parte Que +a9ia reagido -om proPunda dor K morte de meu pai( e a perda resultante do amor e da segurança Que sO ele podia tra=er a min+a mãe( min+a irmã=in+a( e eu1 Nas tentati9as de so.repu3ar a perda( eu( -omo QualQuer .

loQueio de es-ritor( na 9erdade( no Pundo de toda ne-essidade de -ura psi-olOgi-a( @ ne-essLrio -onPessarG SSen+or( e<iste uma parte de mim Que nun-a -onPessou sua ne-essidade( seu orgul+o( e portanto essa parte de mim ainda estL pro-urando adeQuação sem Ti( ainda temerosa e in-apa= de depender plenamente de TiS1 \uando os son+os me re9elaram essa -ondição( teria sido PL-il -ontinuar a negar esses temores H-omo eu tin+a Peito anteriormente em toda min+a 9idaI( em 9e= de -onPessL#los a Deus1 Na 9erdade( se eu não ti9esse es-rito imediatamente o Que esta9a passando a -ompreender( poderiam ter 9oltado ao in-ons-iente e se perdido -omo se 3amais ti9essem 9indo K tona1 A -onPissão de pe-ados e o re-e.lemas de rela-ionamento -om outros e -onos-o mesmos1 ?ui assim -urada do .loQueio para es-re9er e pou-o depois -ompletei e pu.@m os perpetradores das mesmas1 Em QualQuer -aso( esses me-anismos são rapidamente re9elados nas oraçMes por -ura interior1 Mateus pre-isa9a maior -ompreensão dissoR assim passei a e<pli-ar#l+e -omo +a9ia a-onte-ido no meu -aso1 202 .re outra re3eição1 T O.3etos dessas pro3eçMes -omo tam.liQuei meu primeiro li9ro1 0 Mecanismo de Pro8eção Toda re3eição da Qual não Pomos -urados( nOs pro3etaremos so.imento de sua a.9io Que somos( por 9e=es( o.trLs de todo .sol9ição @ a -+a9e para a -ura da alma( e por esta ra=ão não e<iste poder para -ura da alma -omo o poder Que emana de 4risto1 Essa -ura Plui para o nN9el mais proPundo de -ons-i'n-ia( e a -ura dessas memOrias re9ela as raN=es mais proPundas e 9erdadeiras de nossos pro.

O me-anismo de pro3eção tal9e= esti9esse operando em mim não( -omo no -aso de Mateus( uma pro3eção so.al+adora mãe1 Ela nas-era pesando menos Que um Quilo e meio( e te9e um inN-io de 203 .ora totalmente in-ons-iente da negação Que opera9a em min+a 9ida no Que -on-erne a meu pai( eu +a9ia( desde a mais tenra inPYn-ia( estado dolorosamente -ons-iente das -onseQ]'n-ias de sua morte no Que aPetou min+a PrLgil e tra.re outra pessoa das partes em mim Que eu não a-eita9a( mas( -omo pro3eção da re3eição geral Que eu e<perimentara -om a perda de meu pai1 T pro9L9el Que( -omo -riança( esse trauma in-ons-iente ten+a en-ontrado uma saNda -ons-iente nos meus sentimentos a respeito da a9O Que 9eio morar -onos-o Quando meu pai morreu1 Se eu ti9esse pro-urado as -ausas por trLs do .loQueio de es-re9er e ti9esse -+egado apenas ao Que meu entendimento -ons-iente pudesse re9elar atra9@s de uma anLlise dos e9entos no -omeço de min+a 9ida( eu teria dito SEra tudo -ulpa da 8o9O1 Ela nun-a gostou de mim e -ertamente 3amais estimulou min+a tend'n-ia de es-re9er( para a m[si-a e para os estudosS1 Mas em.ora em parte isso Posse 9erdade( teria sido na maior parte uma leitura Palsa1 Min+a a9O( uma distinta sen+ora( -amponesa do Sul( era de origem es-o-esa( do tipo prLti-o e não tolera9a S.lemas do mundo adulto( era uma -riança a Quem min+a a9O ama9a e entendia1 Em.esteiraS1 Min+as tentati9as de -on9erter a 9ida em alguma Porma -ompreensN9el de arte eram 9istas por ela -omo S9aidade da meninaS e # o Que me doNa ainda mais # uma Porma de ser mel+or Que min+a irmã mais no9a( a Quem ela Pa9ore-ia muito1 Min+a irmã( di9ertida e -+eia de 9ida( totalmente ignorante da e<ist'n-ia de -oisas -omo morte e pro.

ilita1 rela-ionamento -onsagrado -onPissão de todos os pe-ados -on+e-idos ao longo de min+a 9ida( atra9@s da reparação onde ne-essLria e possN9el( atra9@s da re-epção # li9re e de todo -oração # da graça perdoadora de Deus( e atra9@s da pa-iente espera em oração para ou9ir o Sen+or( eu 204 .astante no9a e mais tarde como escritora).ei me -on9ertendo em Smãe de min+a mãeS( rLpida para sentir QualQuer perigo ou diPi-uldade Que -ru=asse seu -amin+o1 :ma -riança assim( s@ria( emo-ionalmente en9el+e-ida ( -om lem.loQueio para es-re9er( +a9ia e<perimentado a -ura da re3eição mais proPunda( -ausada pela morte de meu pai1 A-onte-eu na primeira Es-ola de 4uidados Pastorais HPundada por Agnes SanPord e seu marido( Re9erendo Edgar SanPordI Que PreQ]entei1 O grupo Que se en-ontra9a lL era -omposto de pastores( religiosos HproPessores( Preiras( Prades( diL-onosI e di9ersos proPissionais das Lreas m@di-a( de sa[de e da edu-ação( todos en9ol9idos na oração de -ura pelos enPermos1 Eu esta9a muito en9ol9ida Peli= e nesse e minist@rio a de Que 4risto -ura( e +a9ia um Pela en-ontrado integridade signiPi-ado somente possi. era aQuela Que sempre esta9a -ontrariando a a9O1 Essa parte de mim não tin+a sido estimulada1 Antes de eu soPrer o .@m morresse1 Em.9ida muito pre-Lrio1 7amais te9e Porças PNsi-as1 O prin-ipal medo de min+a inPYn-ia era Que ela tam.rança 9N9ida da morte do pai e -ons-i'n-ia do soPrimento da mãe( Que tentaria entender a 9ida interagindo -om o mundo adulto # ainda .ora ela ten+a -ompensado em muito a PraQue=a PNsi-a -om Porça moral e espiritual e não pre-isasse de min+a proteção( eu interPeria em Pa9or dela de todas as Pormas -ompreensN9eis por min+a 3o9em mente1 Eu a-a.

loQueio para es-re9er( meus son+os re9elaram Que este esta9a 205 .re-e.ra de d[9ida( a importYn-ia da oração para a -ura psi-olOgi-a # Que Ele não somente pode( -omo tam.re o -on-eito de Spor Que os antropOPagos são antropOPagosS1 Mais importante ainda( Quanto ao minist@rio de -ura( Poi Que o Sen+or pro9ou( al@m de QualQuer som.ei tão mara9il+ada pelo Que a-onte-eu numa oração pela -ura de memOrias Quanto Mateus( so.ai<o de grande parte de min+a ne-essidade de -ura1 A-a.re de -larim dessa ordem Poi algo do Qual 3amais me esQue-i( muito menos du9idei ou neguei1 O Pato Que as -rianças tomam a morte dos pais( não importa -omo esta ten+a o-orrido( -omo uma re3eição pessoal Poi o assunto Que ar.lema de .ara -ompartil+ou -onos-o no dia seguinte # e<atamente o Que Deus me mostrara de modo tão -laro1 8Lrios anos mais tarde( Quando eu enPrenta9a o pro.ara S+lemon( talentosa lNder no minist@rio de -ura( esta9a Pa=endo esta oração e a e<primiu -ronologi-amente( -omeçando no presente e indo para trLs at@ o nas-imento e -on-epção1 \uando( em min+a 9ida -+egou entre as idades de tr's anos e de=oito meses( surgiu a mais -lara 9o= no Pundo de meu -oração di=endoG SPerdoe o seu pai por ter morridoWS \ue ridN-ulo( pensei( perdoar o pai porQue ele morreu1 Mas eu o Pi= assim mesmo1 O tim.era a -ura de toda dor -on+e-ida e at@ mesmo de min+as de-epçMes1 Mas eu não esta9a -ons-iente da Perida psi-olOgi-a Hno meu -aso( re3eiçãoI Que esta9a por .@m Se deleita em mostrar e arran-ar os traumas raN=es( não importando a idade em Que Poram e<perimentados1 Al@m do mais( não @ algo Que n>s Paçamos( mas algo Que permitimos Que Ele Paça em nOs1 ar.

arreiras1 Não podNamos 206 .loQueios para a -ompreensão da 9erdadeira +istOria de nossas 9idas e nossas ne-essidades de -onPissão e a.arraigado( não nessa re3eição Que +a9ia sido re9elada e -urada( mas nas suas -onseQ]'n-ias Hmedo de ser e<postaI Que nun-a tin+am sido admitidas Toda a Questão de -omo eu 9ia min+a a9O( em.em inten-ionada( Que ela Poi1 4ertamente ela estL totalmente -urada( pois na presença do Sen+or( e agora Que eu tam.ras nos rela-ionamentos Pamiliares são trLgi-os( e uma trag@dia para nOs duas( -reio eu( @ Que nun-a pudemos nesta 9ida resol9er nosso rela-ionamento1 Entendendo e -onPessando isso( por@m( -omo a-onte-e na -ura de memOrias( o Que Pal+amos em Pa=er durante sua 9ida eu -onsegui depois de sua morte1 )o3e entendo adeQuadamente a min+a a9O( pois sei Que realmente amo aQuela es-o-esa se9era( mas( .ismo entre nOs duasc Eu tin+a de -onPessar meu pe-ado de re3eitL#la1 \ue.re min+a a9Oc H$I SerL Que ela era in-apa= de me mostrar amor e aPeto porQue eu me ressentia dela ter su.ora não Pi=essem parte alguma dos son+os( Poi uma -onsideração Que surgiu dessas duas -uras1 Seguiu#se então Que eu de9eria Pa=er duas perguntasG H&I \uanto da re3eição in-ons-iente de9ido K morte de meu pai eu +a9ia pro3etado so.stituNdo meu paic HCI As re3eiçMes não -uradas nos dei<am( em 9ariados graus( in-apa=es de amar1 SerL Que eu +a9ia sido in-apa= de amar min+a a9O e( de9ido a isso( -ausado o a.sol9ição são 3ustamente isso # .loQueios -omo os Que Mateus e eu tNn+amos( são 9erdadeiras .loQueios1 Assim -omo o pre-on-eito -ego realmente não1 en<erga a realidade( os .@m estou -urada( nada +L( e<-eto( amor entre nOs1 Os .

Oli-a e aQuilo Que estL dentro dele emerge em imagens ou retratos sim.erdade do ser essen-ial # depende em grande parte da pessoa atingir integridade psi-olOgi-a1 Na 9erdade( nossa integridade espiritual estL mes-lada -om a psi-olOgi-a( pois não podemos -onPessar plenamente nossos pe-ados de orgul+o e Palta de amor a não ser Que -onsigamos re-on+e-'#los1 E<iste( @ -laro( grande 9irtude -uradora na -onPissão de pe-ados dos Quais não estamos -ens-iosG *Muem h$ que possa discernir as pr>prias faltasN A%solve)me das que e são ocultas* HSalmo &/1&$I1 Mas a -ura mais -ompleta 9em Quando -onseguimos enPrentar aQuilo Que esta9a es-ondido( -onPessL#lo espe-iPi-amente e entregL#lo a Deus1 A Sua lu= perdoadora e -uradora inunda( então( aQuela Lrea em nOs Que este9e em tre9as( e nossos pe-ados são dispersos *como uma ne%lina que se dissolve* HIsaNas .loQueios K nossa transPormação e utilidade no Reino de Deus( apontam para a ne-essidade da Igre3a re-uperar o -on+e-imento de -omo orar ePeti9amente para sua remoção # noutras pala9ras( para a nossa ne-essidade de aprender a orar ePeti9amente pela -ura psi-olOgi-a1 A integridade # e resultante maturidade e li.re nOs por aQuele pe-ado1 T so.Oli-os1 No -omeço eu interpretei erradamente os son+os Que 9ieram me di=er onde esta9a meu .re isso a -ura das memOrias1 Son os O -oração nos Pala em linguagem sim.($$I1 AQuilo Que esta9a Perido e preso @ -urado e li..loQueio de es-re9er( -ometendo o erro Que todos 207 .erto( e en-ontramo# nos li9res das limitaçMes impostas so.9en-'#los -om esPorços -ons-ientes( nem simplesmente rodeL#los ou saltL#los1 Esses .

met'#los ao es-rutNnio sL.somos -apa=es de -ometer se tentarmos entender nossos son+os sem -on+e-er -omo os son+os Palam1 Eu esta9a tomando meus son+os literalmente( tentando l'#los na linguagem do ra-ional( da mente -ons-iente1 Ol+a9a primeiro para os son+os( antes de su.rança de segurar Pirme a mão de min+a mãe e Pitar surpresa o lugar onde essa ponte esti9era( 9endo apenas as Lguas es-uras e iradas rugindo e re9irando tudo1 Mas a ponte e o leito do -Orrego( tra=iam a imagem de algo muito diPerente dos ePeitos literais de uma tempestade de prima9era1 O son+o de Lisa # de ol+ar para .astante re-atada e -om uma 9ida um tanto sedentLria( de9ido ao tempo gasto -om oração e -om ati9idades a-ad'mi-as1 Tam.io em oração de meus .a-ias( andar so.@m( +a9ia uma ponte muito perto de min+a -asaG ela Poi le9ada pela torrente de Lguas Quando eu era .ida H-omo min+a a9O teria ditoI1 Saltar so.re rios( dançar Pa=endo a-ro.Oli-a( podem interpretar perigosamente mal seus son+os( -om resultados nePastos1 Mas o perigo @ rapidamente 9en-ido Quando ou9imos a 9erdadeira interpretação( pois nosso -oração( unido ao EspNrito 208 .em peQuena1 Ainda estL -lara em mim a lem.re um arame esti-ado no alto( -omo Pa=em aQueles artistas de -ir-o( seria algo muito impressionante para mim #( uma mãe e a9O .idos -omo algu@m di=endo S8o-' @ +omosse<ualS1 )o3e em dia( as pessoas( não se dando -onta Que o son+o Pala em linguagem sim.ai<o e 9er um negro -Yn-er atra9@s dos poros de sua pele # eram a representação de algo diPerente do Que impli-aria literalmente essa Pigura1 Os son+os de Mateus # de en9ol9imento +omosse<ual # não podiam ser re-e.ons amigos )ermann e Lillie RiPPelR eu temia Que eles esti9essem di=endo Que eu era uma e<i.

er He<peri'n-ia e ra=ãoI( am. repetidas ve6es. quando n>s modernos.erL111 pois o son+o @ -onPirmação daQuilo Que 3L sa. como tam%+m.a uma interpretação de seu prOprio son+o Que seu -oração não -onPirme1S Mais sobre Sonhos A importVncia dos sonhos em ajudar a revelar e interpretar esses %loqueios foi ressaltada nos exemplos dados As 1scrituras testificam. da mem>ria e dos dons do 1sp(rito 'anto Essa Pal+a tem suas raN=es em nossa +erança do pensamento grego( espe-ialmente de AristOteles1 A epistemologia de AristOteles -onPina9a o modo do +omem re-e. prestamos alguma atenção aos sonhos. a importVncia do sonho como revelador do coração do homem. como arauto da mensagem com uma palavra de -eus para esse coração Infeli6mente. a sede da imaginação criativa.emos1 Portanto( nun-a re-e. geralmente entendemos mal sua mensagem ?$ uma ra6ão para isso 2ão compreendemos nossas duas mentes 8o racional e nosso coração intuitivo= e suas formas diferentes de sa%er *'urgem s+rios pro%lemas quando falhamos em entender e apreciar o modo de sa%er peculiar A chamada mente inconsciente W a faculdade intuitiva e não o racioc(nio.Santo( o -onPirmarL1 Por esta ra=ão )erman RiPPel pede di=erG SSe uma interpretação esti9er -orreta( a pessoa Que te9e o son+o o sa.idos atra9@s de sua e<peri'n-ia dos sentidos e da ra=ão1 Sinteti=ando a e<peri'n-ia( a ra=ão era 9ista -omo sendo -apa= de -olo-ar o +omem em -ontato -om o real1 Dessas duas Pormas de sa.er o -on+e-imento aos dados re-e.as perten-entes ao -ons-iente( ele 209 .

ulLrio atual( pois este na 9erdade não @ in-ons-iente( mas en9ol9e di9ersas Pormas de -ons-i'n-ia1 V medida Que a Igre3a( prin-ipalmente atra9@s de São TomLs de AQuino( passou a a-eitar a epistemologia aristot@li-a e in-orporL#la em sua teologia( a -ompreensão 3udai-a -ristã do -oração proPundo Ha mente -ons-iente e seu modo de -on+e-erI simplesmente sumiram de 9ista1 Não +a9ia -ategorias pelas Quais re-on+e-'#lo1 4ristãos e não#-ristãos igualmente passaram a 9alori=ar e<-lusi9amente o -ons-iente e seu modo de -on+e-er -omo superior ao do in-ons-iente1 Isso Poi um grande impedimento para o -ristianismo o-idental entender a imaginação -riati9a( -omo tam.ra do EspNrito Santo no +omem1 Na 9erdade( o desen9ol9imento e a integração do +omem todo em sua relação -om Deus( -om outros +omens e -om as -oisas dentro de si não t'm sido plenamente -ompreendidos em ra=ão de nossa Pal+a em -ompreender nossas duas mentesS1 O son+o( -omo modo intuiti9o de -on+e-imento( @ importante( portanto( -omo 9eN-ulo de revelação 4 Que estL em nosso -oração pode ser re9elado K mente -ons-iente1 O Que estL no -oração de 210 .olo( o mito e # -om amor # o -amin+o da en-arnaçãoG o -amin+o Que 3unta mito e Pato1 Se ti9essem mantido essa Porma de -on+e-imento( sem d[9ida( nOs não terNamos o termo -ontraditOrio Umente in-ons-ienteU no 9o-a.desen9ol9eu seu primeiro prin-Npio de -on+e-imento1 Des-artou( assim( o ter-eiro -amin+o de Platão( Que in-luNa os modos de inspiração di9ina( do poeta e do proPeta( do son+o e da 9isão( e # mais importante de todos # o -amin+o do amor1 Estes( @ -laro( são os -amin+os do in-ons-ienteG a Pigura( a metLPora( o sNm.@m( suprimiu em grande parte nossa -ompreensão da o.

edoria e o eQuilN.iolOgi-a do +omem e de sua menteI( não nos surpreendemos em en-ontrar a -on-entração so.rio Que pro9@m apenas do 4orpo +a.erI( separados do EspNrito Santo( t'm Palta de graça1 Am.Deus pode( por meio do son+o( se tornar -on+e-ido em nosso -oração e nossa -a.Oli-a do in-ons-iente( @ a -ompleta depend'n-ia do EspNrito Santo e da Pala9ra de Deus( e isto( na -ompan+ia de outros Que são guiados pelo EspNrito1 S4risto prometeu Que o EspNrito Santo Kvos ensinar$ toda a verdade& Tanto a ra=ão Quanto a imaginação do +omem Hsuas Pormas in-ons-ientes de sa.os pre-isam da inPusão do EspNrito Santo e am.re impulsos se<uais na sua interpretação dos son+os1 Tam.eça1 O Pator mais importante na interpretação dos son+os( assim( em sua tentati9a de -ompreender a linguagem sim.itado e dotado pelo EspNrito1 AQui( na -omun+ão do EspNrito Santo( K lu= das Sagradas Es-rituras( estão tanto a ra=ão Quanto a imaginação a serem 9eriPi-ados1S \ualQuer sistema de interpretação de son+os Que não pressupon+a o Que Poi dito a-ima( ne-essariamente( estarL .re o assunto1 Por e<emplo( sa.os pre-isam a sa.@m( sa.endo Que ele 9ia o in-ons-iente( mais ou menos( -omo re-eptL-ulo do material não 9alori=ado e( portanto( 211 .endo Que as pressuposiçMes de ?reud são naturalistas Hou se3a( ele tem uma 9isão prin-ipalmente .aseado numa 9isão do +omem e de seu in-ons-iente Hna 9erdade( nN9eis diPerentes de -ons-i'n-iaI Que diPere da 9isão -ristã1 InPeli=mente( ainda não Poi es-rito um li9ro te<to Que eu pudesse re-omendar plenamente -omo prLti-o e teologi-amente saudL9el1 EnQuanto isso( @ importante estarmos -ons-ientes das pressuposiçMes psi-olOgi-as e PilosOPi-as por trLs dos es-ritos e<istentes so.

iolOgi-a de ?reud( mas sim uma 9isão +umanista ou at@( de -erto modo so.re o Sin-ons-ienteS do +omem Que QualQuer outro psi-Ologo ou PilOsoPo dos tempos modernos1 Sa.re son+os( tendo#os estudado -omo -ientista intuiti9a a 9ida a inteira1 DiPerente de o ?reud( seu de amigo onde e o -ontemporYneo( ele entendia o in-ons-iente -omo a Pa-uldade para imaginação -riati9a( -entro -on+e-imento diPerente daQuele Que se o.ia mais so.renaturalista1 A ne-essidade de dis-ernimento e distinção dessas pressuposiçMes so.re son+os Que os leigos l'em não t'm essa 9isão .asi-amente( e em [ltima anLlise( @ um sistema interpretati9o de re9elação su.reprimido da 9ida( não esperamos Que ele o 9e3a -omo sede da imaginação -riati9a e dos dons do EspNrito Santo1 As pressuposiçMes do materialista geralmente são PL-eis do -onsel+eiro leigo -ristão dis-ernir( mas a maioria dos pesQuisadores e es-ritores so.re o +omem e sua mente( de ponto de 9ista -ristão @ ainda maior1 Isso porQue( geralmente( -ont'm muito mais do Que @ [til e 9erdadeiro1 O psi-Ologo Dr1 41 G1 7ung( por e<emplo( pro9a9elmente -on+e-ia mais so.ertamente gnOsti-o( PilosOPi-a e psi-ologi-amente1 Ele usou a ponte da alQuimia medie9al -omo um -amin+o para o gnosti-ismo Que es-ol+eu -omo ar-a.t@m pela e<peri'n-ia e sua sNntese pode Pluir1 Mas por mais [teis Que se3am os -on+e-imentos de 7ung( ainda temos de manter em mente o Pato de Que suas pressuposiçMes não eram -ristãs # eram gnOsti-as1 7ung se -onPessa a.3eti9a Que nega a en-arnação e a-a.a no antropo-entrismo e uma 9isão errada de 212 .ouço do seu pensamento1 O -ristão Que introdu= o pensamento 3ungiano sem -rNti-a no a-onsel+amento -ristão e na -ura Pa= grande desser9iço ao 4orpo de 4risto( pois o gnosti-ismo @( e sempre Poi( o maior inimigo do -ristianismo1 Isto @ porQue .

ai<o dela( -onseQuentemente( não podemos a9aliar#nos1 4omeçamos pensando Que podemos( mas a-a.itação de 4risto por meio do EspNrito Santo no +omem( pode a-a.ers( Palando ao -ristão( di=G SNossa personalidade @ sempre grande demais para Que a entendamos1 :ma il+a no meio do mar pode ser apenas o topo de uma grande montan+a1 A personalidade @ -omo uma il+a1 Nada -on+e-emos das proPunde=as a.amos re-on+e-endo Que sO +L um Ser Que -ompreende( e esse @ o nosso 4riador1 Nosso Sen+or 3amais serL dePinido em termos de indi9idualismo e independ'n-ia de um [ni-o +omem( mas( em termos de personalidade1 K1u e#eu Pai somos um& A personalidade se mes-la( e sO en-ontramos nossa 9erdadeira identidade Quando esti9ermos unidos a outra pessoa1 \uando o amor( ou se3a( o EspNrito de Deus( to-a um +omem( este se transPorma( e não mais insiste em sua personalidade separada1 Nosso Sen+or 3amais Palou em termos de indi9idualidade( da posição isolada de um +omem( mas em termos da pessoalidade )&para que sejam um.ar em uma interpretação SpsNQui-aS de re9elação in-ons-iente1 4om uma interpretação dessas de seus prOprios son+os( 7ung 9ia Deus -omo sendo ao mesmo tempo .Deus1 Separado da 9erdade da +a. como 1u e meu Pai somos um& * 213 .om e mau1 Se -onsel+eiros -ristãos adotarem sem restriçMes a teoria de estrutura de personalidade de 7ung( eles se en-ontrarão rapidamente tendendo a psi-ologias antropo-'ntri-as e +umanistas do +omem1 Não +a9erL em seu a-onsel+amento lugar para o poder do EspNrito Santo -urar( e ao mesmo tempo terão dei<ado a.erta uma porta para Palsas re9elaçMes1 Os*ald 4+am.

&cio 9 41 S1 Le*is( SPeso de GlOriaS( em The Xeight of BlorE HGrand RapidsG 214 .o1 Notas Pre.4omo -ristãos( a estrutura de nossa personalidade sO pode ser -onsiderada em termos da +a.itação do EspNrito Santo1 A nossa @ uma 9isão en-arna-ional do +omem e da realidadeG 4risto em nOs( a graça( operando em e atrav+s da nature=a1 O EspNrito Santo( em -on-ordYn-ia -om a ra=ão do +omem( gera o intele-to santoR em -on-erto -om a mente intuiti9a do +omem( a imaginação santa1 Nossos modos de -on+e-er( -ons-i'n-ia e in-ons-iente( são portanto( mara9il+osamente dotados -om o poder do dis-ernimento1 Podemos traçar uma lin+a entre a re9elação Que @ espiritual e 9erdadeira( e aQuilo Que @ apenas psNQui-o ou ligado a alma1 Podemos distinguir a Pala9ra da 8erdade das pala9ras do mundo( da -arne e do dia.

e.li-ado na Inglaterra so.ter grandes resultados1 A omissão do nome dessa instituição se 3ustiPi-aria por uma Questão de @ti-a por parte da autora1 D A-identes ou -ir-unstYn-ias totalmente al@m do -ontrole da mãe podem -ausar uma Que.#&"1 HPu.'1 HPor e<emploG trauma no partoR aus'n-ia da mãe de9ido a doença ou a-identeR num momento de estresse inPantil antes dos seis meses( e muitos outros -asos1 ! Leanne Payne( Ceal Presence Y The BlorE of 0hrist Fith Gs and Fithin a. " 0 Pro9a9elmente( no traço em .er( &//"I( "/1 Gs HGrand RapidsG 215 .el$cio + a inserção oral do Palo( ou p'nis1 Nem todas as memOrias Que pre-isam ser -uradas são reprimidas1 ?rase de Agnes SanPord1 N1E1G Trans-rito e<atamente -omo no te<to original em ingl's1 .ra assim traumLti-a no rela-ionamento -om seu .Eerdmans( &/D"I( &.re o assunto1 J . o tNtulo Transposition and 4ther Addresses= Capítulo 9: A $ istória de Lisa: memórias reprimidas A -ura de memOrias en9ol9e ministrar os dons de -ura do EspNrito de Deus1 Isso nem sempre tem Pi-ado suPi-ientemente -laro em es-ritos so.ran-o( Lisa ten+a registrado o nome da -lNni-a em Que esti9era por seis meses( sem o.

Capítulo .@m por suas anLlises responsL9eis de outros Patores( Pora o m@di-o e o -ientNPi-o( Que -ontri.ril de &/D! S 8er de Rut+ TiPPany arn+ouse( ?omosexualitES A 'Em%olic 0onfusion HNe* lor.lema dentro de seu -onte<to +istOri-o e -omo psiQuiatra e teOloga prati-ante( ela re-on+e-e Quando as di9ersas QuestMes estão Pora do domNnio -orreto( -ientNPi-o e moral1 Suas re-omendaçMes de leituras adi-ionais( -omo tam.iograPia dos dois lados dasU QuestMes em de.uem Ks e<ig'n-ias atuais de a-eitar a +omosse<ualidade -omo sendo normal( e portanto( psi-ologi-amente saudL9el e moral1 4omo pesQuisadora e estudiosa responsL9el( ela e<pMe os argumentos inadeQuados 3untamente -om suas pressuposiçMes e seus dados estatNsti-os dePeituosos( tirando a mLs-ara -ientNPi-a esp[ria de muito do 3argão atual1 Al@m do mais( ela -olo-a todo o pro.ury Press( &/DDI( re-omendado não sO por sua -on-isa e -ompreensi9a per-epção e -o. Causas da omosse)ualidade: teorias contempor-neas / \ue dois m@di-os em uma mesma lo-alidade Pi=essem o mesmo 3uN=o( espe-ialmente tendo em 9ista a idade de Lisa( @ muito estran+o1 .rimos Que estL9amos Quase sem -apa-idade de 216 . de a. Times( $.G T+e Sea.lema da +omosse<ualidade( -omo tam.ertura do prOpriM pro.ate1 &$ Na 9erdade esta @ uma mensagem Que -ontinua a ser mostrada a nOs1 Des-o.Q Z Propositions on a IHth BirthdaET ( Ne* lor.@m suas notas de rodap@( -ompMem uma e<-elente e dese3L9el .

a3udar a uma geração de 3o9ens presa pelas drogas e pelo o-ultismo1 &C Departamento de 4omuni-açMes( Dio-ese Epis-opal de Atlanta( $D.o-a1 Depois de sua -ura e muitos anos depois( ele me -ontou Que a Pantasia PLli-a sO 9eio depois( sendo esta uma S9ulgari=ação da Pantasia de . Pea-+tree Rd N1X1( Atlanta( GA C%C%"1 Capítulo < A &.. -apNtulo D1 O ser 9erdadeiro ou superior @ a união do ser -om Deus1 Parti-ipa &0 ri-amente dUEle1 Em relação a Deus( esse eu Hse3a de uma pessoa mas-ulina ou de uma pessoa PemininaI sempre Poi -ompreendido -omo sendo Peminino1 SO Que estL a-ima e al@m das -oisas @ tão mas-ulino Que somos todos Pemininos em relação a EleSH41 S1 Le*is( em That?ideous 'trengthS A #odern .re o +omosse<ualismoS1 217 .ei3o Que surgiu Quando ou9i Palar mais so.ei3o na .G )ar-ourt( &" 8e3a de Payne( Ceal Presence.airE)Talefor BroFn)ups ANe* lor.G 4ollier( &/0$B( C&0I1 &D Em son+os anteriores K -ompulsão +omosse<ual( Mateus son+ara -om outros moços( todos admirados por ele e pelas mesmas ra=Mes1 Nesses son+os ele se apro<ima9a deles e l+es da9a um le9e . istória de Mateus: crise de identidade 41 S1 Le*is( 'urprised hE/oE Y The 'hape of mE 1arlE 9ife HNe* ra-e and Xorld( &/""I( D&1 lor.

is-+( 9ove [ourself.( D$.I( "&1 &/ Romano Guardini( The 3irtues80hicagoS Regen-y 4ompany( &/0DI(01 $% Os*ald 4+am.#$!1 $0 T por esta ra=ão Que a Igre3a e os pais( atra9@s da +istOria( t'm tanto( muitas 9e=es -om Palta de sa.&! Pr1 Mi-+ael S-anlon( Inner?ealing82eF lor.re pro.eradamente a nOs mesmos diante de DeusSH&% de Pe9ereiroI1 $& Mensagem gra9ada por Agnes SanPord so.ação em grupo -om 218 .rançarai= Hou se3a( o in-idente em Que -omeçou a +omosse<ualidadeI ten+a sido de -uriosidade inPantil ou adoles-ente e mastur.id( &. $" Todd( &/00I( &.rir Que a lem.rin-adeiras se<uais das -rianças1 A -uriosidade em QuestMes se<uais pode rapidamente transPormar#se em outra -oisa Que não mero interesse intele-tual1 Por e<emplo( não @ raro orar -om algu@m Que se3a a.ertamente +omosse<ual e des-o.ers( es-re9endo em #E Gtmostfor?is?ighest HNe* lor.e( 0linical TheologE HLondonG Darton( Longman and $. La.G Paulist Press( &/D. &"1 I.is-+( 9ove [ourself8-oFners Gro9e( IllG Inter8arsity $$ Press( &/D0I(!1 $C Xalter Tro.edoria e ata-ado -ompreensão( as .ação ei ou mastur.#&"1 ?ran.GDodd( Mead and 4o1( n1d 7( di= S:ma das ra=Mes do des-r@dito na oração @ Que não +L imaginação( nen+um poder de -olo-ar nos deli.lemas se<uais1 Xalter Tro.

rin-adeiras se<uais1 $D O -@u e tudo Que -ont@m( -onPorme Le*is( @ de taman+a realidade Que os não redimidos HaQueles Que es-ol+eram a si mesmos e o InPernoI nun-a estarão K 9ontade no -@u1 Em 2o BrandeA%ismo HEditora Mundo 4ristãoI T&he Breat -ivorce HNe* lor. .J.ençoado pelo C.):: N1E1G Leanne Payne @ angli-ana e9ang@li-a1 4omo tal( ela dL muito C& C$ 9alor aos sNm.id( /&1 8er Payne( Ceal Presence.. 219 .re igre3as e Pormas de -ulto Que se apro<imam do -atoli-ismo1 CC Payne( Ceal Presence.LL)JQ.J:.Q!)". p1&$"#$D1 $/ Capítulo = A #usca de identidade se)ual C% N1E1G Em ingl's( o%jectified Payne( Ceal Presence. .stYn-ia e at@ mesmo PantasmagOri-os1 $! I. ..:!)I bleo Que( na -omunidade Angli-ana e Romana( @ a. .olos do 4ristianismo1 A-redita Que estão in9estidos de muito signiPi-ado e nos -omuni-am a realidade espiritual daQuilo Que representam1 Esta @ a ra=ão de ao longo do li9ro e<istirem rePer'n-ias so.G Ma-millan( &/D&I( ele retrata aQueles Que re-usam a redenção -omo sendo sem su. . p !I)I.

erdade do pro.Q= E<istem pessoas Que pro-uram lançar propositadamente tal C0 imagem de si mesmas( mas sua ne-essidade @ diPerente da de 7os@ porQue estão tentando -ristali=ar seu Pra-asso em diPeren-iar a identidade se<ual da de sua mãe1 São essas as pessoas Que( muitas 9e=es( não pro-uram a3uda at@ Que ten+am -ausado grandes danos para si mesmas psi-olOgi-a e Pisi-amente1 Por e<emplo( +omens assim poderão pro-urar mudanças se<uais por meio de -irurgia e drogas +ormonais( medidas irremediL9eis Que muitas 9e=es l+es são apresentadas antes Que elas en-ontrem a -ura de Que pre-isam1 CD :ma re3eição nem sempre pre-isa ser tra=ida K per-epção pa= e li.ispo e separado espe-iPi-amente para a imposição de mãos e oração para -ura dos doentes de mente ou de -orpo1 C" U?umilhai)vos perante o 'enhor..lema anteriormente -ons-iente para ser -urada atra9@s da oração1 A pessoa -on+e-erL simplesmente des-on+e-idas1 C! Nos -asos mais se9eros( -onPorme 9eremos no su.tNtulo S4omportamento )omosse<ual e les.iano rela-ionados -om a Pal+a do .e.@m PL-il 9er -omo um inPante assim podia dese3ar a morte em lugar da dor en9ol9ida na luta por 9i9er1 E<istem( por 9e=es( dentro de tais soPredores( um dese3o de morte Que pre-isa tam.er o amor da mãe # uma posição de ser estran+o em relação a elaI1 C/ T tam. e ele vos exaltar$& 8Tiago : .@m ser enPrentado1 No -aso de trauma de nas-imento 220 .' em atingir um senso adeQuado de serS( pode dei<ar a -riança in-apa= de re-e.

#/"1 4+am.id( $1 Payne( Ceal Presence.D . L! I..ara S-+lemon e outros Que( -omo ela( nas-eram assentado( e e<perimentaram essa esp@-ie de -ura des-rita a-ima em relação Ks -ir-unstYn-ias do seu nas-imento1 . p &.I /. ." .% N1E1GEsQui=oidiaG s1 P1 psiQ1 # 4onstituição mental em Que se o.! Dis-urso No.G Ma-millan( &/0.0 .el( &/DC 41S1Le*is( #ere 0hristianitE HNe* lor.LI arn+ouse( ?omosexualitE. for ?is ?ighest :ma es-re9eu#me mais tarde Que esse amor de9orador tin+a .& 0arta 8 0 de março de &/"0I a um certo 'r #asson. 4oleção Xade( X+eaton 4olllege( X+eaton( Illinois1 .ser9a tend'n-ia K solidão( autismo( de9aneio( mL adaptação Ks realidades e<teriores1 .! .ers( #E Gtmost. .C .assentado( e<istem -uras Que indi-am Que a -riança não deseja nas-er e resiste em sair do 9entre1 Em tais -asos( pare-e +a9er um conhecimento intuiti9o do Que e<iste pela Prente na plena a-eitação da 9o-ação da pessoa na 9ida1 Isso o-orre( -onPorme ar.$ Payne( Ceal Presence./ no -erne um Sdese3o de ser dese3ada( de ser alme3ada( idolatrada( adorada( possuNda( notada( admirada( 3unto -om o dese3o de -ontrolar e possuirS1 221 .

id1 No sentido psi-olOgi-o de ligar#se +isteri-amente a outra pessoa1 Termo t@-ni-o empregado por psi-analistasR em ingl's( to a%react "0 "D "! "/ 0% 222 .( -itado por 7o+n Gaynor HSt1PaulGMa-alister Par.s( The #aster and the -isciple &/D. mas por dentro cheio de ossos e podridão e impure6a Aparentais justos exteriormente diante dos homens. Ten+o 9isto isso -omo sendo -aso at@ de pessoas pensadoras( -omo proPessoras uni9ersitLrias1 Pare-e#me um parado<o 9er essa identidade se<uali=ada numa mul+er -u3o intele-to Poi altamente desen9ol9ido( mas @ o -aso( a não ser Que o-orra uma -ura psi-olOgi-a1 "" 4itado do ensaio de 71 R1 R Tol.leday( &/00I( $$1 I.re -ontos de Padas1 I.ins( ?igh #Esticism HDel Rey( 4aliP1GDe8orse( an. hip5critasO importar sO pela imagem e<terior1 4risto Pala so.re o pro. !/1 8er espe-ialmente -apNtulos &% e "& && Has personagens de )ilda e ParnI1 "$ Esse prin-Npio perde o sentido apenas Quando passamos a nos -ondenaG *Ai de v>s.I(&"1 ".lema Quando 'epulcros caiados.id1 )enri Nou*en( Ceaching 4ut HNe* lor. mas por dentro sois hipocrisia e iniquidade* HMateus $C1$D#$!I1 "C Emma 4urtis )op. escri%as efariseus. %onitos por fora.G Dou."% Em ingl's( to %ecome Le*is( 4 Brande A%ismo. Pu.ien so.lis+ing( &/".

id( HreP1 "/I( /.%&1 D% D& Capítulo > 223 .en( A 'evere La.liote-a odein( 4ollege( X+eaton( Illinois1 A original estL na #ercE HNe* lor. /C$1 I.( 0linical TheologE.e( ?ran.0#.id( &%1 Em ingl's( schi6oid position1 GS I.id( /1 I.0& 8er espe-ialmente o -apNtulo .G )arper m Ro*( &/DDI( &.%1 I.id( HreP1 "/I( /. tratamento psiQuiLtri-o por oito anos( em -ompleta es-uridão -om a depressãoS1 0D 4itado por Rut+ Pitter( em 4artas a Rut+ Pitter( p1 $( 4oleção Xade( X+eaton 4ollege( X+eaton( Illinois1 0! :ma -Opia dessa -arta pode ser 9ista na 4oleção Xade( X+eaton i.ra Quando 0C 0.id( /CC1 I.us-ando a3uda( mas ningu@m pare-ia -apa= de me a3udar1 Eu -ompletei 9inte e no9e anos antes de -air na armadil+a de dePesa de rela-ionar#me -om outras mul+eres e depois disso esti9e so.PersonalityS1 0$ I.D1 0/ O<Pord1 Apare-eu tam.G ST+e :nderstanding and Treatment oP )ysteri-al PersonalitiesS e -apNtulo &&G S)omose<ualityG T+e De9elopment oP an Andro-entri. 0" 00 es-re9eG S8e= apOs 9e= estendi as mãos .%1 Tal soPredor nem sempre Poge( -omo algu@m me lem.id( .@m no li9ro de S+eldon 8anau.

The . dessa 9erdade nos dias atuais1 Ela 9i9e -onPorme a imagem dt Deus( Pa=endo o Que o mundo 3ulga impossN9el( e esse milagre de amor 9em diretamente de sua adoração e seu -ompromisso par -om o seu Sen+or1 DD :ma 9isão Que pare-e en9ol9er at@ os poderes dos sentidos( em Que os ol+os PNsi-os pare-em ter( por um instante( uma per-epção mais aguçada1 D! A oração imperativa dos primeiros cristãos 9eFis.our9oves 84s \uatro AmoresG Ne* lor.G )ar-ourt# DC D.le 4ellS HSil'n-io( a -ela portLtilI( 'ojourners. p . Studdo-.$/1 8er( de Payne( Ceal Presence.I: SSilen-e( t+e Porta. D/ !% 3ul+o . ra-e and 4o1( &/0%( -apNtulo &I1 D" Estude a personagem de Mar.orme as Escrituras D$ I.<"Q 224 . em 41 S1 Le*is( Th\)) ?ideous 'trength HAQuela Porça +ediondaI1 Capítulo ? Ou!ir a Pala!ra 7ue cura D0 Madre Teresa de 4al-utL tal9e= se3a um dos maiores e<emplo.A crise de identidade con.our 9oves. -apNtulo D( SA Grande DançaS1 41 S1 Le*is( The.id( .

Brace and Xorld.<IJ= /$ Payne( Ceal Presence. parte I8( -apNtulo &1 41 S1 Le*is( T+e PilgrimUs CegressS An Allegorical ApologE for /& 0hristianitE.id1 /C /.!< !0 1ste trecho apareceu primeiramente na revista 'haring. 225 . .=. parte I8( -apNtulo &( SAs-entSHNe* !! lor.G )arper m Ro*( .)JL /% The Bulag Archipelago II.!& 21 S A concordVncia aqui fica comprometida por tratar)se especificamente da pessoa de -eus no mist+rio da Trindade !$ 0 ' 9eFis. :Q I. . Ceason and Comanticism 8Brand CapidsS 1erdmans.<I. da ordem de 'ão 9ucas.id1 41 S1 Le*Ns( 0hristian Ceflections HGrand RapidsG Eerdmans( !. IQ Nou*en( Ceaching 4ut. LL I. !" . . The Bulag Archipelago II.<HQ !D Le*is( #ere 0hr6stianitE. . J. a respeito de cura.<IH= !/ 41 S1 Le*is( Ceflections of the 'oul HNe* lor. 9etters to #alcolmS 0hieflE on PraEer 82eF [orkS?arcourt. agosto.G )ar-ourt( ra-e m Xorld( .<!J= !C La.<H"=.e( 0linical TheologE.

id( &C0#CD1 8er 41S1Le*is( The Pro%lem of Pain HNe* lor.lem oP Pain( &C/1 ^Di= na N.ete SimaginationS1 /! I. -apNtulos &% H ST+e X+ole Imagination &R Surprised .L: 41S1Le*is( SDogma and t+e :nN9erseS( Bod in the -ock Y 1ssaEs &%& on IIaeologE and 1thics HGrand RapidsG Eerdmans( &/D%I1 &%$ 4+am.y 7oySI e && HST+e X+ole ImagNnation IIG T+e T*o MindsSI1 /D I. ?e9ereiro &&1 I.ers( #E I/tmost for ?is ?ighest.lia Que todo o uni9erso Poi Peito para 4risto e tudo &%0 serL 3untado para EleS1 Le*is não sa. edição -ompa-ta( 9er./" I.id( &C&#C$( -itando I*he 4xford 1nglish -ictionarE. . 4ollier(&/0$I imagina a grande Dança no -apNtulo &D1 &%" Le*is( T+e Pro.e -omo isso se apli-a Ks -oisas Que não o +omem( mas gosta de imaginar SQue Quando -riaturas inteligentes entrassem em 4risto elas iriam( dessa Porma( tra=er todas as demais -oisas 3untamente -om elas1 Mas eu não sei( estou apenas supondoS HMere 4+ristianity( &D%I1 226 .G &%C &%.G Ma-millan( &/00I( // -apNtulo &1 &%% Payne( Ceal Presence.id1 Para um estudo da 9erdadeira imaginação( 9er de Payne( Ceal /0 Presence.id( ?e9ereiro &%1 O grande roman-e mNti-o de 41S1Le*is( Perelandra HNe* lor.

for ?is ?ighest. .ertos( en-ontramo#nos tam. -apNtulos "( 0 e D1 Para um estudo de son+os no -onte<to de -omo Deus nos re-omendo de )erman )1RiPPelG 3oice of BodS The &&$ Pala( 'ignificance of -reams. -apNtulo &&G ST+e X+ole Imagination IIG &&.ro1 LQI &&0 227 .loQueio de es-ritor1 :ma 9e= li. Cevelations HX+eatonG Tyndale )ouse( &/D!I1 &&C RiPPel( Tjoice >f Bod.loQueio de es-ritor nun-a @ apenas um . !"1 Payne( Ceal Presence.@m mais li9res em outras Lreas de nossa 9ida1 &%! A des-rença e Palta de -onPiança em Deus( @ -laro( eram os pe-ados a ser -onPessados( pois esta9am por trLs da emoção do medo1 &%/ Não posso di=er -om -erte=a Que era este o -aso( mas ol+ando em retrospe-ti9a pare-e muito pro9L9el Que sim1 &&% N1E1G Nas ?orças Armadas os -omandos são dados atra9@s de toQues de -larins1 Esta a imagem usada aQui pela autora1 &&& 8er( de Payne( Ceal Presence.ers( #E Gtmost. T+e T*o MindsS1 &&" I.Ap*ndice Ou!ir nossos son os &%D :m . 3isions.id1 4+am.L de de=em.

228 .