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CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO

CURSO DE FARMÁCIA E BIOQUÍMICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ALUNA: CÍNTIA DE OLIVEIRA SOUSA RA: 30710757 TURMA: !B QUANTIDADE DE HORAS: !1" MÓDULOS: I#II $ III

ÁREA: FARMÁCIA DE MANIPULA%&O

"00 CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO

CURSO DE FARMÁCIA E BIOQUÍMICA

98.)'68(09'6. .)'68(09'6. dietas para uso em terapia nutricional parenteral. n+ 1.60. sac% s. /( 16.60. gomas.=$. '$456. 1$ =('3726( $ )6.$/0(1.> T'()(*+.. (-'$.45:362( . * empresa tem sua sede na rua Oscar Freire.0786. /aropes. 2. 25'.> ÁREA: FARMÁCIA DE MANIPULA%&O "00 INTRODU%&O O grupo Fórmula Medicinal Farmácia de Manipulação Ltda. 1( P'. por dois farmac uticos.RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO T'()(*+.. 1( P'. (-'$. . tornando&se um importante fornecedor de medicamentos para %ospitais. enteral. 1$ F('3726( $ B6.'( A/( C*(516( V(**6/ 1$ M$*.0786..26-*6/( 1$ $. #uimioterápicos e soluç"es para diálise$ %emodiálise.) ( . com o intuito de promo!er a prestação de ser!iços farmac uticos na área de formulaç"es magistrais. '$456..aulo. 25'. /.. onde estão as instalaç"es dos la)oratórios de manipulação de cápsulas. /..$/0(1...'( A/( C*(516( V(**6/ 1$ M$*.3.<.'6$/0(.=$.45:362( .<. 2.26-*6/( 1$ $.) ( . . /( 16.. foi fundado em Maio 1987.3.'6$/0(. em um dos endereços mais tradicionais da cidade de -ão . cremes. cl'nicas e p()lico em geral.

uma conferente. dois au/iliares de la)oratório. 8. OBJETIVO >escre!er ati!idades em farmácia de manipulação..F. * matri4.ortaria :.$98 para manipulação de medicamentos su<eitos = controle especial e aplicação das 1>27s pertinentes a área ?especialmente a 1>2 @7. *utori4ação 9special de acordo com a . uma estagiária. duas orçamentistas.O. n+ 1. duas telefonistas.reparaç"es Magistrais e Oficinais para Cso Dumano em FarmáciasE e aplica treinamentos aos funcionários periodicamente.ráticas de Manipulação de . onde foi reali4ado o estágio. dois manipuladores. . um representante comercial e uma au/iliar de limpe4a. a!ental )ranco de ... com a ela)oração de . esta segue todas as e/ig ncias e normas da *536-*. 9ntão. com a finalidade de concluir estágio curricular super!isionado o)rigatório como parte dos re#uisitos para conclusão do curso de Farmácia e 8io#u'mica. * atuação do farmac utico 0 fundamental para garantir a #ualidade e confia)ilidade dos produtos da farmácia #ue manipula cerca de du4entas fórmulas diariamente.loç"es e demais medicamentos de uso interno e e/terno. parenterais e demais )olsas nutricionais.ara o )om funcionamento da empresa.7s. duas recepcionistas. * empresa possui tam)0m uma filial na 1ua 2apote 3alente. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS *s ati!idades do estágio são iniciadas a partir de orientaç"es da farmac utica responsá!el pelo estágio. #ue primeiramente fornece para leitura materiais de estudo como a 1>2 @7 e manual de )oas práticas de manipulação. onde são manipuladas as formulaç"es enterais. de 8 de Outu)ro de ABB7 #ue disp"e so)re 8oas . possui de4essete funcionários sendo dois farmac uticos. no primeiro contato com as áreas limpas da farmácia a farmac utica fa4 uma orientação so)re a paramentação #ue de!erá ser utili4ada em todos os la)oratórios #ue de!e ser composta por uma calça )ranca. um administrador de recursos %umanos.

área de dispensação. conforme o disposto na 1>2 @7. la)oratório de l'#uidos e semi&sólidos. touca. !estiários. depósito de material de limpe4a e copa. sala de em)alagem. -egue um demonstrati!o de es#uemati4ação da farmácia com todos os seus setores dispon'!eis e um organograma de funcionáriosG LOCALI?A%&O DOS SETORES DA FARMÁCIA T@RREO Subst.67s ?9#uipamento de . salas de paramentação. esto#ue e confer ncia. Fodos os am)ientes foram constru'dos e pro<etados de maneira a atender todos os re#uisitos da *536-*. controladas dermato Laboratório dermato Escada Acesso ao 1º andar oooooo Ante sala Laboratório dermato Tratamento de água . Fam)0m 0 o)rigatório o uso de 9. possuindo sala para ati!idades administrati!as.roteção 6ndi!idualE #ue sãoG pro&p0s. conforme recomendaç"es ministradas na disciplina de farmacot0cnica.manga longa com elástico nas mangas e comprimento at0 os <oel%os e calçados fec%ados. O estágio começa pela área do la)oratório de sólidos ?área de encapsulaçãoE onde são manipuladas formulaç"es com drogas somente em pó. área para a la!agem de utens'lios e materiais de em)alagem. salas de manipulação. óculos e lu!as cir(rgicas. #ue posteriormente preenc%erá cápsulas ou sac% s. controle de #ualidade de mat0ria&prima. local de pesagem de mat0rias&primas. sala de controle de #ualidade. máscara. área de arma4enamento. e terá sua continuidade passando pelos di!ersos setores de uma farmácia de manipulação como área de pr0&confer ncia.

Salão Recursos Humanos Copa E p e d i ! ã o "iblioteca Administra!ão Sala climati#ada para $órmulas prontas %ue estão no aguardo para retirada &iretoria Telemar'eting (r!amento Entrada de )uncionários Recep!ão .

de controlados0 portaria *11-234 E austores Toillet Toillet 5estiário $eminino Copa lll67 Con$er8ncia e libera!ão para e pedi!ão 9at.-con$e-r8ncia Lab. Horm>nios Lab.+ dos produtos Controle de Ante sala %ualidade Lab.c6a:e em poder do $armac8utico< =r.ria-prima Esto%ue de embalagem 1+ e .ria-prima :encida Aguardando retirada . /eral Lab.PRIMEIRO ANDAR Esto%ue de embalagem *+ dos produtos Esto%ue de mat. Antibióticos .

/eral Encapsula!ão &9L 5estiário masculino Escada ORGANOGRAMA &iretoria Representante Comercial Con$erente .Sala de la:agem de material Lab.

de Limpe#a Recepcionistas 9anipuladores Atendentes de Telemar'eting Au iliares de laboratório Estagiário .cnico Administra!ão )armac8utico Co-responsá:el Au .)armac8utico Responsá:el T.

#uando a dose usual a ser administrada 0 muito grande e não ca)e na maior cápsula 0 necessário utili4ar duas ou mais. ins'pidas e #ue podem ser coloridas$transparentes ou incolores e possuem duas partesG corpo e tampa.E. em geral. o encapsulador 0 o responsá!el pelo seu enc%imento e dispensação ao setor de pr0&confer ncia. *llen Ir. lactose e amido. paletas e espátulasE com álcool 7BJ.. onde então. 18. A. dependendo da densidade da formulação e pressão usada no enc%imento das cápsulasE. são acondicionadas em um ta)uleiro espec'fico para a encapsulação manual onde serão preenc%idas com a formulação em pó. *pós preenc%er o . 9ntão. multiplicando a #uantidade de cápsulas #ue será administrada ao paciente. onde as cápsulas. *pós a pesagem da fórmula #ue está acondicionada em um saco plástico e 0 acompan%ada de sua fic%a de pesagem.. -e a dose ou #uantidade do fármaco for menor #ue a capacidade da cápsula será necessário o uso de e/cipientes para o seu completo enc%imento. 9m outros casos. L. 5o la)oratório de sólidos. onde <á estão informados a #uantidade e #ual cápsula será utili4ada atra!0s de cálculo feito pelo manipulador. socadores. a primeira ati!idade a ser desen!ol!ida 0 a encapsulação. 2. 1. 3. preparado = )ase de gelatina ?Formas farmac uticas e sistemas de li)eração de fármacos. 9stão dispon'!eis no la)oratório cápsulas #ue tem taman%os BB. *ntes de iniciar o processo de encapsulação. dá&se inicio ao processo fa4endo o encai/e das cápsulas no seu respecti!o ta)uleiro #ue tem capacidade para at0 :@B cápsulas. aç(car e água. . : e . ela 0 encamin%ada = sala de encapsulação. com capacidade apro/imada entre 1g e 1BBmg . alguns e/emplos de e/cipientes mais utili4ados sãoG celulose microcristalina ?2M2E. 0 necessário fa4er a limpe4a da )ancada e dos utens'lios #ue serão utili4ados ?<á estão pre!iamente la!ados a placa de encapsulação.ÁREA DE ENCAPSULA%&O 2ápsulas são formas farmac uticas sólidas nos #uais uma ou mais su)stHncias medicinais e$ou inertes são acondicionadas em um pe#ueno in!ólucro ou receptáculo. #ue são feitas de uma mistura de gelatina. 2. B.opo!ic% 5. pág. *nsel D. ?-endo a maior a BB e a menor a .

em outra sala espec'fica. PR@ACONFERBNCIA >entro da área do la)oratório %á uma sala destinada a confer ncia de peso m0dio das cápsulas . as cápsulas são postas em outro saco plástico e acompan%ada de sua fic%a de pesagem #ue de!e ser assinada pelo encapsulador. de!e&se separar uma amostra de !inte cápsulas do total de cápsulas da formulação ?e/. ser!iço ?fic%a de pesagemE. #ue são tra4idas pelo encapsulador. . de!e&se retirar as paletas #ue seguram a parte superior do ta)uleiro e )ai/á&lo cuidadosamente at0 sua )ase para então poder fec%ar as cápsulas. e tam)0m com o au/'lio de uma espátula fa4er a distri)uição do pó por todas as cápsulas reali4ando seu correto enc%imento e. de!e&se utili4ar uma sontara ? esp0cie de mal%a macia #ue não solta fi)rasE para reali4ar a limpe4a das cápsulas #ue podem conter !est'gios de pó aderidos a sua parede decorrente da encapsulação. #ue cont0m os dados do paciente.ara começar a !erificação do peso m0dio 0 2ada fórmula !em acompan%ada da sua ordem de necessário a utili4ação de dois e#uipamentosG uma )alança anal'tica e um processador de dados. com o au/ilio de uma espátula fle/'!el. se necessário. de!e&se retirar a tampa das mesmas e ni!elar sua )orda <unto ao encai/e do ta)uleiro. impedindo #ue se soltem. *pós acondicionar todo o !olume da formulação. 5o processador. #ue 0 acoplado a )alança e tem a finalidade de reali4ar o cálculo de des!io padrão e peso m0dio das cápsulas. preenc%ido nos campos determinados a cor. #uantidade e taman%o. 0 utili4ado o socador #ue tem como finalidade proporcionar maior compressão do conte(do #ue está dentro da cápsula a fim de aumentar a capacidade do seu !olume. #ue está especificado na fic%a de pesagem. nome e 21M do m0dico. um n(mero de re#uisição e a #uantidade. #ue possuem um sistema de tra!amento das suas duas partes. todos os componentes da formulação. *pós limpas. de!e ser digitado o . O pró/imo passo 0 despe<ar cuidadosamente e uniformemente o conte(do do saco plástico so)re as cápsulas. então.G formulação de 1AB cápsulas retira&se AB para a pesagemE. estão prontas para serem encamin%adas ao setor de pr0& confer ncia. *pós fec%adas. cor e taman%o de cápsulas.ta)uleiro com a #uantidade correta de cápsulas.

* em)alagem 0 rotulada e se fa4 uma confer ncia dos dados da receita. do rótulo e da ordem de ser!iço. tara. a data e assinatura de #uem reali4ou o processo. en/aguados com água corrente. %oras. como ministrado na disciplina de 8ioestat'stica. podem ser arma4enadas nas ga!etas . * cada tara os dados da )alança são automaticamente en!iados para o processador. #ue pegará o (ltimo dado e <untamente com os outros <á o)tidos fará o cálculo de des!io padrão ? tam)0m 0 poss'!el reali4ar o cálculo manualmente.n(mero de re#uisição da ordem de ser!iço da fórmula. caso ultrapasse a fórmula de!erá ser refeita. #ue por sua !e4 gera um ticKet com os dados. 5o setor de la!agem de em)alagens. e coloca&se uma cápsula por !e4 sendo #ue no inter!alo de cada uma delas a )alança de!e ser tarada. 5o fundo do pote de!e ser fi/ada uma eti#ueta com o n+ de cápsulas. 5o esto#ue de em)alagens de!em ser pegas as #uantidades necessária para a)astecer a demanda de todos la)oratórios por apro/imadamente uma semana. #ue são colocadas em prateleiras forradas com papel toal%a at0 sua completa secagem. Muando esti!erem completamente secas. então. e para au/iliar na secagem e %igieni4ação de!e& se pul!eri4ar álcool 7BJ tanto na parte e/terior como na interior da em)alagem. 5a !ig0sima cápsula ao in!0s de pressionar o )otão F*1*. de!e&se pressionar o )otão OL do processador. #ue 0 dentro do la)oratório de sólidos. estas de!em ser la!adas com detergente neutro. para então poder proceder com a pesagem na )alança anal'tica #ue de!e ser pre!iamente cali)rada. #ue não pode ultrapassar :J. * pró/ima etapa 0 reali4ar a contagem das cápsulas e acondicioná&las em um pote de taman%o ade#uado ao seu en!ase. #ue dependendo do tipo de em)alagem pode le!ar at0 A. 2oloca& se um pote ade#uado ao taman%o da amostra em cima da )alança. em caso de indisponi)ilidade do uso de um processadorE. Muando a amostra 0 apro!ada. o processador finali4a o ticKet e este de!erá ser grampeado a ordem de ser!iço #ue posteriormente 0 conferida para compro!ar a conformidade do peso m0dio das cápsulas. a fórmula estará pronta para ser encamin%ada ao setor de confer ncia final e li)eração. ÁREA DE LIMPE?A E REPOSI%&O DE EMBALAGENS Fodas as em)alagens utili4adas nos la)oratórios de!em passar por processos de %igieni4ação.

........Bso?.............. conforme o modelo a)ai/oG (rdem de 9anipula!ão Hora?.......................................... < =ó ............ 1. @B............................................ ......................%td?....?...9anipula!ão?......... &escri!ão? ..........Código?........ ...... D.......... ........ Lote?.................................. 2lassificação das em)alagensG ............................... 9...... Sin>nimos?.&ata de 5alidade?..............................................5alidade?...............a<....Esp.................................................... !idros de esmalte de 1B e 1....... D*....................... =osologia?............... #ue rece)e uma ordem de manipulação..................................................................................... @B....BB e 1BBB ml................ .................... ......................B.destinadas a este fim dentro de cada la)oratório...)ornecedor?.. mousses...)ornecedor?....................................)ilial de &estino...........................otes para 1...... A........................ Colora!ão?.... :@B e 7BB cápsulas ?classificação de acordo com cápsulas n+BBE. ml.............. Auantidade de cápsulas?...................... Lote?.....R/?....Horário?................ tampas plásticas................ &ata?....5alidade?.....Libera!ão..... ............................ 9B....5alidade?..............B gramas.......................B e :BB ml transparente ou leitoso. 1AB.............5alidade?............ 5olume?..............................a<?............ .. ................%td?......... ............... #ue <á está corrigida pelo farmac utico responsá!el......Cor das cápsulas?............. Cliente?...................... ÁREA DE PESAGEM DE SÓLIDOS * pesagem dos sólidos 0 feita pelo manipulador do la)oratório. Con$erido por?............ )isnagas plásticas de :B....................B.......................%td................. :B.............. =aciente?....%td?................................... Lote?....................... cremes e etc...Embalagem?............. Responsá:eis? =esagem?................................. 1.... A.............)ornecedor?............Entregue por?..................CR9?.......... 1BB.............. ABB e A.......... frasco para /ampu de 1BB.......................@º Re%uisi!ão?...................... e di!ersar em)alagens para loç"es..........cie?..B.......................B...................)ornecedor?.......... 1BB......................... !idros Hm)ar de :B............... </rFnulos )armac8utico .... Auantidade?....dico?................ D1........................................................................................)inali#ado por? .............. )ilial?............. (bser:a!Ees?..................... Lote?............ Recepcionista?...........................)armac8utico.... &ata de Entrada? &ata de Retirada?....................... em)algens tipo NpumpO para sa)onetes...................... CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC Composi!ão D1...........................

O manipulador de!e então separar todas as mat0rias&primas a serem utili4adas na formulação. papel manteiga e saco plástico. colocar o !idro de relógio com o papel manteiga so)re o prato da )alança. então. o manipulador reconfere todos os dados e os cálculos de todas as mat0rias&primas #ue serão utili4adas na fórmula. pressionar o )otão tara e com o au/'lio de uma espátula de ino/ . o manipulador separa todas as mat0rias&primas #ue serão utili4adas.*pós o rece)imento da ordem de manipulação. !idro de relógio. antes de iniciar a pesagem fa4 a separação de todos os utens'lios #ue serão utili4adosG espátulas de ino/. conferindo seus respecti!os lotes com os dados da ordem de manipulação. sempre no in'cio do dia e antes de serem iniciadas as ati!idades ela de!e permanecer ligada por :B minutos para a#uecer para então proceder com a pesagem. *s )alanças anal'ticas utili4adas nos la)oratórios sãoG 8L :BB e 8L@BB #ue de!em ser aferidas diariamente. *pós a %igieni4ação dos utens'lios.

preenc%er os campos da ordem de manipulação #ue di4 respeito ao seu setor. #ue após fec%ado e agitado ira %omogenei4ar a formulação. P sempre importante frisar so)re a organi4ação #ue de!e&se ter nos la)oratórios. peso. lem)rando #ue sempre entre uma formulação e outra todos os utens'lios de!em ser limpos. atra!0s de resultados transcritos do fa)ricante. inclusi!e as )ancadas. #ue são todos documentados atra!0s de #uestionários de #ualificação e cópia dos documentos do distri)uidor. e as mat0rias primas de!ol!idas em seus de!idos lugares. medição de p%. Fodos os insumos são pro!enientes de distri)uidores confiá!eis. na .$98E &Licença *m)iental &Licença e/pedida pelo corpo de )om)eiros Fodas as mat0rias&primas são acompan%adas do laudo de análise #ue 0 emitido pelo distri)uidor.. e a!aliação do laudo de análise do fa)ricante$fornecedor. densidade. #ue são #ualificados pela farmácia atra!0s de análise de documentos e autori4aç"es e$ou auditoria no local. a fim de assegurar a #ualidade do produto final. *pós a pesagem o manipulador de!e indicar a #uantidade de cápsulas #ue será utili4ada. ane/á&la ao saco plástico com a fórmula e en!iá&la ao setor de encapsulação. Os documentos necessários para um distri)uidor tornar&se fornecedor de insumos para a farmácia sãoG &*F9 ?autori4ação de funcionamento de esta)elecimento e/pedida por órgão federalG *536-*E. 9ntão. solu)ilidade. análise das caracter'sticas organol0pticas. &*l!ará sanitário ?e/pedido por órgão estadual ou municipalE &2ertidão de regularidade do farmac utico responsá!el &*9 ?*utori4ação para distri)uição de su)stHncias su<eitas a controle especial. !olume. CONTROLE DE QUALIDADE DE MAT@RIAAPRIMA O controle de #ualidade de mat0ria&prima 0 reali4ado em todos os lotes de insumos farmac uticos #ue são ad#uiridos pela farmácia. Os testes reali4ados sãoG ponto de fusão.pesar a #uantidade indicada de cada componente e adicioná&los um a um dentro do saco plástico. portaria :.

LABORATÓRIO DE SEMIASÓLIDOS E LÍQUIDOS 5o la)oratório de sólidos e semi&sólidos são manipuladas formulaç"es nas seguintes formas farmac uticasG cremes. cálice com di!ersas graduaç"es. sempre com a consulta = literatura. *s !idrarias utili4adas sãoG grau de !idro e de porcelana com pistilos. e#uipamento e fitas para medição de p% e em)alagens de di!ersos tipos. fa4 a confer ncia de todos os lotes. Iá o segundo am)iente 0 destinado ao arma4enamento de mat0rias&primas #ue <á foram apro!adas e li)eradas para uso e estão dispon'!eis para serem utili4adas nas formulaç"es. cápsula de porcelana. 0 disponi)ili4ado ao manipulador um grande acer!o de literaturas e manuais de manipulação. procede com a reconfer ncia de todos os dados e cálculos e com a separação de todas as mat0rias&primas #ue irá utili4ar. pipetas e pro!etas al0m do uso de espátulas de ino/ e de silicone. )agueta. e se esti!erem dentro das especificaç"es. suspens"es. !idro de relógio.farmácia são reali4adas as análises com )ase nos dados fornecidos pelo laudo do fornecedor.+2. )ancadas de mármores. O responsá!el pela manipulação de fórmulas 0 o manipulador. separação de utens'lios a serem utili4ados para a determinada forma farmac utica #ue irá manipular e então. funil. )0#uer de !olumes !ariados. os insumos são apro!ados e t m seu uso li)erado na farmácia. spraQs. O am)iente tam)0m possui um refrigerador #ue tem sua temperatura controlada ?entre A+ e 8+2E. al0m de treinamento constante para o . 9ntão. emuls"es. ó!ulos. . /ampu.J e temperatura entre 1. g0is.ara cada tipo de forma farmac utica semi&sólida e l'#uida e/iste uma peculiaridade na forma de manipulação. onde a primeira 0 destinada = manipulação das fórmulas em um am)iente com temperatura e umidade controladas. * sala do la)oratório 0 di!idida em duas partes. pastas. )alanças anal'ticas. #ue rece)e uma fic%a de pesagem e ordem de ser!iço pre!iamente corrigida e assinada pela farmac utica responsá!el. assim como o am)iente #ue de!e apresentar umidade entre :. e @. pomadas. loç"es. sa)onetes e gomas. supositórios. inicia a pesagem dos insumos e a manipulação da fórmula.+ e A. /aropes. por isso.

CONFERENCIA FINAL O setor de confer ncia final 0 o responsá!el por rece)er as fórmulas prontas de todos os la)oratórios e fa4er a confer ncia de todos os dados da prescrição com a fic%a de pesagem. o la)oratório <á tem disponi)ili4ado todos os tipos de em)alagens necessárias e <á %igieni4adas prontas para o uso. *pós está confer ncia inicial 0 feita a eti#uetagem dos produtos. *pós o en!ase o próprio manipulador rotula o produto. papelão. eti#ueta tar<a !ermel%a ?para medicamentos !endidos apenas com prescrição m0dicaE. posologia. *ssim #ue rece)e a fórmula. de!e ser feito o en!ase da fórmula. como e/emplo a manipulação de aminoácidos em )alas de goma. eti#ueta tar<a preta ?para medicamentos !endidos apenas com prescrição m0dica e podem causar depend ncia f'sicas e$ou ps'#uicasE e uso proi)ido para grá!idas. fi/a uma eti#ueta de pr0&confer ncia na em)alagem.aperfeiçoamento de t0cnicas e desen!ol!imento de no!as formas farmac uticas #ue a farmácia !en%a a tra)al%ar. . o confer nte analisa as informaç"es do rótulo conferindo os dados com a prescrição m0dica e com o #ue foi pesado no la)oratório. manter em geladeira. ou conforme a necessidade cai/a de isopor com sac% s de geloE e então. #uantidade e dados do paciente. com informaç"es o)rigatórias e/igidas pela *536-* #ue são eti#uetas afi/adas na em)alagem conforme a necessidade com as seguintes informaç"esG uso diurno. com o rótulo #ue <á !em ane/ado = fic%a de pesagem. e encamin%a a fórmula <untamente com a fic%a de pesagem e receita para o setor de confer ncia final. 3erifica tam)0m a apar ncia da formulação e a!erigua se a em)alagem está em condiç"es ade#uadas. finalmente a fórmula estará pronta para ser encamin%ada para o setor de e/pedição final. depois em uma em)alagem terciária ?cai/a de cartolina. onde será entregue diretamente ao cliente$paciente ou = empresa #ualificada para entregas em domic'lio. *pós o t0rmino da manipulação. uso noturno. O pró/imo passo 0 colocar a em)alagem primária dentro de uma em)alagem secundária ?saco plástico transparenteE. #ue conforme descrito anteriormente.

ESTOQUE O esto#ue da farmácia de manipulação 0 o primeiro destino de todas as mat0rias&primas #ue a farmácia ad#uire. e permanecem trancadas em armário espec'fico ou acondicionadas em refrigerador espec'fico ?se necessárioE at0 #ue se<a reali4ado o controle de #ualidade. contendo áreas espec'ficas para insumos corrosi!os. reali4a a digitação dos rótulos. encamin%a ao farmac utico responsá!el..$98. a mesma rece)e uma eti#ueta !erde com o nome Napro!adoO e então está li)erada para o acondicionamento em potes espec'ficos e identificados conforme a 1>2 @7. os mesmos são mantidos em armários espec'ficos tanto no momento em #ue estão na #uarentena como depois de apro!ados. 5o ato do rece)imento 0 reali4ada uma inspeção para a !erificação das condiç"es #ue c%egaram as cai/as contendo os insumos e tam)0m 0 reali4ado a confer ncia dos dados do pedido reali4ado pela farmácia com o #ue foi rece)ido. Os insumos no esto#ue são organi4ados por ordem alfa)0tica. e refrigeradores para insumos termossens'!eis. . 9m caso de mat0ria&prima repro!ada pelo controle de #ualidade. onde rece)em uma eti#ueta amarela com o nome N#uarentenaO. 5o caso de insumo pertencentes a portaria :. inflamá!eis. DIGITA%&O DE RÓTULOS * digitação de rótulos 0 reali4ada na mesma área de confer ncia das fórmulas. Muando reali4ado o controle de #ualidade da mat0ria&prima e os resultados o)tidos atendem a todas as especificaç"es. #ue inicialmente rece)e as receitas e a fic%a de pesagem do setor de !endas. a mesma rece)e uma eti#ueta !ermel%a com o nome Nrepro!adoO e 0 imediatamente segregada em um armário espec'fico para repro!ados en#uanto aguarda o seu destino ?de!olução ao fornecedor para #ue o mesmo reali4e uma in!estigação do ocorrido ou descarteE. seguindo sempre sua classificação e arma4enamento ade#uado. *s mat0rias&primas são encamin%adas para a área de #uarentena do esto#ue. com as c%a!es sempre em poder do farmac utico. estando assim li)eradas para o uso.

. endereço completo e nome do farmac utico responsá!el t0cnico com o respecti!o n+ no consel%o regional de farmácia. nome do paciente. a superação de grandes desafios. peso ou !olume contidos. Ir. a fórmula 0 li)erada ao setor de e/pedição. os o)stáculos encontrados para sempre se manter atuali4ado e de acordo com o #ue solicita a legislação. *nselT 562DOL*. * rotina da farmácia propicia ao estudante uma !i! ncia do #ue poderá fa4er parte de seu futuro profissional. pra4o de !alidade. tudo o #ue acontece dentro da farmácia 0 de responsa)ilidade do farmac utico.. n(mero de unidades. pois. *LL95. identificação da farmácia. mostrando as dificuldades com relação = pressão por pra4os.#ue posteriormente entregará aos manipuladores. mas tam)0m fa4 com #ue ten%amos uma !isão mais a)rangente so)re o #ue 0 realmente a profissão farmac utica mostrando a grande satisfação em poder atender com plenitude a população #ue necessita da prestação de seus ser!iços. REFERBNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Farmacot0cnica R Formas farmac uticas e -istemas de Li)eração de Fármacos. DOS*1> 2. posologia.U. data da manipulação. n(mero do registro da formulação no li!ro de receituário. 25. Muando a área de confer ncia rece)e o produto final. após todo o processo descrito na confer ncia final. CONCLUS&O O estágio na área de farmácia de manipulação foi uma e/peri ncia e/tremamente enri#uecedora tanto do ponto de !ista profissional #uanto acad mico. Os rótulos cont0m o)rigatoriamente as seguintes informaç"esG nome do prescritor.opo!ic%T LOV> 3.. o rótulo 0 conferido no!amente e então. . a fórmula <á pronta. componentes da formulação com respecti!a #uantidade.I.

rática Farmac utica na Manipulação de Medicamentos FDOM. ano ABB@.-O5 9.aulo.2CM. 9ditora -enac. 9ditora *t%eneu 2ontrole de Mualidade na Farmácia de Manipulação D9516MC9-..*.991$7:&*notada e 2omentada 2C5D*. AVALIA%&O DA EMPRESA CEDENTE DO ESTÁGIO 5ota ?!alores compreendidos entre 4ero a tr sEGZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ .. MC*5F6>*>9 >9 DO1*. *na 8eatri4.en%a. 8artolo.16>*-G @1A ?-eiscentos e do4eE %oras. 9ditora CFIF$Omega 2onsulta a 1>2 @7 de B18 de Outu)ro de ABB7 FICHA DE AVALIA%&O 9-FWU6O -C. ano ABBB 9ditorial . -ão . Maria da . Miriam :+ 9dição. * .@+ 9dição. 65-F6FC6XYO FO15929>O1* >O 9-FWU6OG Fórmula Medicinal Farmácia de Manipulação Ltda. Iudit% 1+ 9dição. 5oç"es 8ásicas de Farmacot0cnica >9-F1CF6.9136-6O5*>O F62D* >9 *3*L6*XYO >O *LC5O ?9-F*U6W16OE *LC5O ?*EG 2'ntia de Oli!eira -ousa. 36L9L* . 9C*. A+ 9dição. 9ditora *rtmed *ssist ncia Farmac utica&Lei . 8altimore. 1+ 9dição.remier. ano ABB8.

DDH Turma? LC 9odulo? M0 MM e MMM.2 . 9aria Ant>nia 9artins nº 4H0 Jardim =erK0 São =aulo-S= Tele$ones? .L Ano Entrada da Bnino:e? .I4-L4D1 Cel..? 41HL-I*. IDENTIFICA%&O DO CEDENTE .D.ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ 5ome. *ssinatura e carim)o do Farmac utico 1esponsá!el pelo estágio AVALIA%&O DO PROFESSOR SUPERVISOR DE ESTÁGIO: 5ota ?!alores compreendidos entre 4ero a seteEGZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ CCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC 5ome e assinatura do professor super!isor do estágio IDENTIFICA%&O DO ESTAGIÁRIO @ome? CGntia de (li:eira Sousa RA? *DH1DHIH3 Endere!o? A:.I4-1..

JanaGna /usmão Romeiro Carimbo com CGC . Endere!o? Rua (scar )reire0 nº 1I3*0 Jardim Am.I11 E-mail? Contato? &ra.rica0 São =aulo-S= Tele$one2)AN? *434-.Empresa? )órmula 9edicinal )armácia de manipula!ão Ltda.