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Índice de capítulos

Parte l. Rocas detríticas terrígenas Parte 2. Rocas carbonatadas Parte 3. Otras rocas sedimentarias Apéndice l. Preparación de una lámina delgada de roca Apéndice 2. Tinción de una lámina de roca carbonatada Apéndice 3. Preparación de una réplica en acetato teñida de una roca carbonatada Apéndice 4. Clasificaciones de rocas detríticas Apéndice 5. Minerales comunes en rocas sedimentarias Bibliografía Índice alfabético de materias

I 33 75 97 99 100 101 102 103 105

Rocas detríticas terrígenas

Introducción

Los sedimentos detríticos terrígenos están constituidos por fragmentos transportados,resultantes de la alteración de rocas ígneas, sedimentarias o metamórficas existentespreviamente. Estas rocas pueden clasificarse, en primer lugar, atendiendo a su granulometría, según la escala propuesta por J. A. Udden y C. K. Wentworth (tabla 1). En los sedimentos terrígenos de granulometría intermedia -las limolitas gruesas,las arenitas y los conglomerados y brechas de grano más fino-, es donde más útil puede ser el estudio petrográfico mediante el microscopio. Los principales componentes de los granos son fragmentos de cuarzo, feldespatosy de rocas. Los espacios entre estos granos pueden estar ocupados bien por una matriz original (formada por los productos de alteración de grano fino de las rocas madres, como los minerales arcillosos) o diagenética, bien por un cemento. Las arcillas y las pizarras arcillosas tienen una granulometría demasiado fina para estudiarsecon el microscopio petrográfico y deben estudiarse con el microscopio electrónico o mediante difractometría de rayos X. Los componentes de los conglomerados y las brechas pueden identificarse con facilidad, debido a su mayor granulometría, con una simple lupa, pero un estudio completo incluirá el estudio microscópico. En la descripción de las rocas sedimentariasdebe considerarsela forma de los granos y su grado de redondez. En la figura A se indican 5 tipos de redondez en granos con dos categorías límites de esfericidad. En la página 24 se discuten las texturas sedimentarias.

Tabla l. Clasificación granulométrica de las rocas sedimentarias y sedimentos cletríticos

Diámetro límite (en milímetros de la clase)

Denominación de la clase bloque bloquepequeño
canto

Denominación de la roca según su granulometría

rudita conglomerado brecha

)
l-

cantopequeño arenamuy gruesa

0,5('/,)
v,¿) \ ti

arenagruesa
arena

('/") 0,125 ('/,") 0,0625 ('/.,) 0,0312 ('/,) 0,0156 ('/,,,) 0,0079 ('/,,0) 0,0039

arenafina
arena muy fina lmo grueso limo medio limolita

arenita arenisca arena

imo fino imo muy fino
arcilla arcillita

argilita lutita pelita

5.

Muy redondeado

4.

Redondeado

3.

Subredondeado

2.

Subanguloso

Anguloso

0.

Muyanguloso

{4Í> \\----J

o
Om

o a

o

E>
p o

Fig. A.

Categorías de redondez en granos con baja y alta esfericidad (según Pettijohn y cols., 1973).

N. de los T. Hoy día es frecuente la ruodificación de Lewis (Practical Sedimentologl, 1984), por su conversión de lq escalq de milímetos de unidades (D, donde la unidad @ = -log. x diómetro de srano en milímetos.

Rocas detríticas terrígenas

1,2

Cuarzo (S¡Or)

-)

.'ñ' .{...

El cuarzo es el mineral más abundante en las arenitas y los conglomerados. Adernás del tamaño y la forma de los granos individuales de cuarzo, para obtener infbrr¡ación sobre el orig e n d e l s e d i m e n t o i n i c i a l , t a m b i é n d e b e n c o n s i d e r a r s ea s s i l guientes características: l . S i l o s g r a n o s d e c l l a r z o s o n c r i s t a l e ss i m p l e s ( m o n o c r i s t a l i n o s )o c o n s t a n d e n u m e r o s o sc r i s t a l e sc o n o r i e n t a c i ó n d i f e r e n t e( p o l i c r i s t a l i n o s ) . 2 . S i l a e x t i n c i ó n e s u n i f b r m e ( e l c r i s t a l s e e x t i n g u ec o m p l e t a m e n t ee n u n a p o s i c i ó n c o n c r e t aa l g i r a r l a p l a t i n a d e l m i c r o s c o p i o )u o n d u l a n t e( e l g r a n o p r e s e n t u x t i n c i o n e sp a r c i a l e s e en una gama angularal menosde 5", al girar la platina). 3 . L a p r e s e n c i a a u s e n c i ad e i n c l u s i o n e s . o , 4 . E n e l c a s o d e g r a n o s p o l i c r i s t a l i n o s ¿ l o s b o r d e sd e s u s cristales son rectos o suturados? La fbtografía l, con luz polarizada sin analizador (LPNA) y la fotografía 2, con luz polarizada y analizada (LPA), muestran granos de cuarzo bien individualizados y con morfología subredondeada. La matriz dispuesta entre los granos de cuarzo c o n s t a d e ó x i d o s d e h i e r r o ( o p a c o s )y a l g o d e c a l c i t a ; e s t a ú l tir¡a (en granos subredondeadosdispersos en la roca) presenta colores de interferencia rosas v verdes de orden elevado.

I y 2: formación de Red Mountain, Silúrico, Birmingham, Alabama, Estados Unidos; alrmento: x 38; l, LPNA y"2, LPA.

3, .t, 5

Rocas detríticas terrígenas

(S¡O,) Cuarzo
(continuación)

Los tres granosrcdondcados c cuarzo.situadr¡s rt cl cclrd e t r o d c l a s l o t o g f a l ' í a s y 4 . c s t i n c o n s t i t u i d o sp o r v a l i o s c r r s 3 t t a l e sd e c u a r z o c o n o r i e n t a c r í r n' r p t i c a i s t i n t a y s o n . p o r t a n t o . d (ontl)t!('.sto.; ¡ntlit ri.r¡¿¿li¡ro,s. naturaleza collpuescLtarzos t't Su t a s ó l o e s r c c o n o c i b l c r n e d i a n t ee l n r i c r o s c o p i o . a l v c o n r o s c t m u e s t r ae n l a l i r t o g r a l ' í a o n r ¿ r d a o n n i c o l e s c r u z a d o s( [ - P A ) . t c O b s é r v e n s e r s b o r c l e s n d e n t a c l o c n t r e l o s c r i s t a l e sc o n t i r u r r s k i s d e c u a r z o . h a b i t u a l c se n k r s c u a r z o s d c o r i g e n n r c t a n r r i r l ' i c o . p L o s c u a r z o sc o n r p u c s t o s p o l i c r i s t a l i n o s r o c e d c n t c s l c r o c l s o c í g n e a st i c n c n . h a b i t u a l n r e n t cs u s l í n r i t c s c r i s t a l i n o sr c c t o s . E l . p s e d i m e n t o e g r a n o n r u y f i n o c ¡ u er ' o d e aa l o s - u r a n o s o l i c l i s d t a l i n o s c s t í c o n s t i t u i d o p o r c u i r r r o s m o n o c r i s t a l i n o sy u n o s f i - a g n r e n t op a r d u s c o s . e g r a n o l ' i n o . c l u e p r o b a b l c n r c n t cs o n s d s l i u g t t t c t t l , r t l c p i z l r r t ' r tr ) c \ q u i \ l ' ) \ . s L a l i r t o g r a f ' í a u r u e s t l a . n n i c o l c s c r u z a d o s( L P A ) . u n g r a 5 e n o d e c u a r z o p o l i c r - i s t a l i n o o r t c k r s r a s g o s :l o s l í n r i t c s c l c l o s c i i c r i s t a l e sn c l i v i d u a l c s s t ¿ í nn d c n t a d o sy l o s c r i s t l l c s p r c s t : n t i l n e s e l o n g a c r t i n c g r i n u n a d i r e c c i r í np r c l ¡ r e n t e . E s t o s c r i s t u l c ss o n fos denonrinacit)s o cuarzos ci:.ullttdt¡.s cLrarzosnt¿tttnttit'fico.s e . s t i n u l t nL , n c s t c c a s o . l o s c r i s t a l c si n d i v i d u l l e s n r . r c s t r ¿ lu n a . n ( e x t i n c i ( i no n c l u l a n t e c o n d e l i r r r n a c i t i n l e s u r e d c r i s t a l i n a i n i c c i a l y b i a x i c i d a dr i p t i c a ) a c r u s ¿ r e l a c l e f i r r m ¿ c i t i nE s t a p r o d . j p i e d a ds c r c l ' l c a e n l o s c o k r r c s d c i n t e l f ' e r e n c i ¿ r u n i l i r r n e s no e n l a r n a y o r í ad e s u s c r i s t a l c si n t l i v i t l u a l e s .

3 t 4: ttt¡trt.sde Tricltrug, Silúrico, Pontarllecltuu. Dtfed, Gales, Gr¿ut Rretuño: oLünetllo: x l6: 3, LPNA 1'4, LPA. 5: Carbonífent, Angleset, Gulcs, Gnut Bretoltu: ount(nto: x43. LPA.

Rocas detríticas terrígenas

6,7,8

Cuarzo (SiOr)
(continuación)

En el centro de la fotografía 6 (LPNA) parece que el grano de cuarzo sea un único cristal homogéneo pero con.LPA (fotografía 7) se aprecia que este mismo grano está coonstituido por partes de dos cristales. Una parte, en el extremo superior izquierdo del grano de cuarzo, muestra un color de interferencia gris medio mientras que el resto del grano está formado por un cristal con varias zonas con colores de interf'erencialigeramente distintos. En este último caso puede verse que las áreas izquierda y derecha están en posición de extinción y los colores de interferencias se vuelven, gradual y progresivamente, más pálidos hacia el centro del cuarzo. Los granos de este tipo presentan una extinción variable, que no es uniforme, al girar la platina del microscopio. Este fenómeno, denominado e¡¡ü¡ción ontlulante, es la respuestaa esfuerzos aplicados a la roca (y, en definitiva, a sus granos) y se observa en granos de cuarzo de origen ígneo y metamórfico. En ocasiones,los cristales de cuarzo pueden contener inclusiones minerales cuya identificación aporta información muy útil sobre el origen del sedimento. El grano de cuarzo situado en el centro de las fotografías 6 y 7 contiene muchas inclusiones aciculares que, dado su reducido tamaño, no son identificables con los aumentos empleados para la fotografía (en ocas i o n e s ,s u i d e n t i f i c a c i ó ns ó l o e s p o s i b l e c o n a n á l i s i sp o r m i crosonda electrónica y empleando un haz electrónico muy fino). En muchos cristales de cuarzo son comunes las inclusir¡nes fluidas incorporadas durante su cristalización. La fotografía 8 muestra un cristal de cuarzo con muchas inclusiones fluidas, apreciables en forma de puntos finos oscuros que, en el ejemplo, se concentran según líneas (en este caso, subparalelas al borde inf'erior de la fotografía). Las inclusiones fluidas presentes en los cuarzos componentes de filones hidrotermales (que cristalizan a baja temperatura) dan a dichos cuarzos un aspecto lechoso en muestra de mano. La fotografía 8 permite identificar también un mineral verde, con composición de clorita, en la matriz que rodea al grano de cuarzo.

6 ¡'7: localidad ¡'era desconocidas; atonento: x72; 6, LPNA y 7, LPA. 8: Coal Measures, Carbonífero superior, Lancashire, Inglaterra, Gran Bretaña; aLtmento: x 72, LPNA, La extíncíón ondulante se puede observar tambíén en Iafotografía 5.

.9, 10
Rocas detríticas terrígenas

Feldespato

Los feldespatos son componentes importantes de muchas arenitasy conglomerados. Los f'eldespatosalcalinos son más frecuentesque las plagioclasas cálcicas en parte debido a su mayor resistenciaa la alteración química y también porque el origen de muchas rocas detríticas son rocas graníticas o gneísicasque contienen, sobre todo, feldespatos alcalinos. La alteración química de los feldespatos puede ser un proceso rápido que genera micas secundariasy minerales arcillosos. Los feldespatos son, por tanto, más abundantesy están mejor conservados en rocas formadas por disgregación mecánica. La identificación microscópica de los f'eldespatos sencilla, pues las es plagioclasas presentan las típicas maclas polisintéticas, la microclina suele presentarsu enrejado característicoy, fiecuentemente,pueden reconocersetexturas pertíticas en los feldespat o s a l c a l i n o s L a d i s t i n c i ó ne n t r e l a o r t o s a s i n m a c l a y e l c u a r . zo puede ser difícil pero, en este caso, son útiles los cl'iterios siguientes: l . L a a l t e r a c i ó n :l a o r t o s a e s s e n s i b l ea l a a l t e r a c i ó nq u i mica y adquiere unos tonos turbios o coloreados parduscos en Iuz polarizadano analizada, mientras que el cuarzo es límpido (no se altera). 2. El índice de refiacción: el del cuarzo es muy próximo al del adhesivo de la lámina, o ligeramente superior, mientras que la ortosa tiene un índice de refracción siempre inferior al del adhesivo. 3. Las figuras ópticas: la ortosa es biáxica con un ángulo 2V moderado y el cualzo es uniáxico (excepto si está deformado;en este caso, puede ser biáxico). Las fotografías 9 y 10 muestran un grano grande de plagioclasa, fácil de identificar por sus maclas polisintéticas (10, LPA). En detalle, esta plagioclasa muestra la combinación de dos leyes de macla: la de Carlsbad (macla simple) y la de albita (macla múltiple o polisintética). El aspectoturbio visible en LPNA (9) se debe a la alteración, dispuestaen parches inegulares en la plagioclasa. El mineral de alteración es, probablemente, sericita, una mica de granomuy fino y binefringencia alta.

i¿a,

r¡:

.

i::f

-.:

9 y l0: conglomerado Caban, Silúrico, Rlta,v-ader,Gales, Gran Bretaña: aunTento: x 25: 9, LPNA t' l0 LPA.

Rocas detríticas terrígenas

ll,12, 13

Feldespato
(continuación)

Las fotografías ll y 12 muestran un fragmento de roca con tamaño de grano de canto, casi completamente constituido por microclina, que puede ser identificada fácilmente por el maclado en forma de <enrejado> o <parrilla> que es característica. La microclina se altera poco, mientras que los granos visibles en la parte superior izquierda son plagioclasas (con maclas polisintéticas, v. 12) que, por alteración, adquieren colores parduscos pálidos. El cuarzo (v. ángulo superior derecho), se observa límpido, dada su inalterabilidad. Los granos que muestran entrecrecimientos pertíticos, con morfología de gotículas o lamelas de feldespato sódico incluidas en el feldespato potásico, no son raros en las rocas sedimentarias. Las fotografías 13 y 14 muestran un fragmento, con tamaño de grano de arena muy gruesa, de feldespato potásico pertítico. La mayoría de los granos restantesde la roca son de cuarzo y la matriz consta de granos minerales, con birrefringencia alta, demasiado pequeños para ser identificados con el aumento empleado en este caso. Las fotografías 15 y 16 (pág. siguiente) muestran granos de ortosa y cuarzo. Los feldespatos pueden ser identificados en LPNA por su aspecto turbio debido a la alteración. El cuarzo es límpido y no alterado. En la fotografía 15 (LPA) puede apreciarse que uno de los f'eldespatospresenta una macla de Carlsbad (v. ángulo derecho superior de la fotografía) pero la mayoría de los granos no están maclados. Pueden verse también dos cristales de plagioclasa con maclas polisintéticas.

14, 15, 16

Rocas detríticas terrígenas

Feldespato
(continuación)

I1 y 12: Torridoniense, Precámbrico, isla de Sxl\e, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x 16; 11, LPNA y 12, LPA. 13 y 14: Torridoniense, Precámbrico, Torridon, Estucia, Gran Bretaña; aumento: x 36; 13, LPNA y 14, LPA. 15 y 16: Tórrid¿tniense, Precámbrico, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x72; 15, LPNA y 16, LPA. Véanse otros feldespatos en las fotografías 54, 55, 58, 59, 64 t¡ 65.

Rocas detríticas terrígenas

17,18,19

Fragmentos roca de

los Los fragmentos roca y especialmente, de rocasmetade mórficas, son componentes importatesen muchasrocasdetríticas. Las fotografías 17 y 18 muestranuna roca detrítica compuesta muchos por fragmentos roca.Los dos fragmentos de sien estánconstituituados el centrode ésta,encimadel cuarzo, dos por un material de grano fino que no puedeser identificaque se emplean estecaso.Se tratade do con los aumentos en fragmentosde pizarra o de esquistoy su forma aplanadacaracterística resultade la fragmentación una roca madreesde quistosa contiene que proporción minerales unaelevada de con (es hábitolaminar.La roca estámuy mal clasificada muy patente la variedadde tamaños)y constade muchosfragmentos pequeños roca,de granosde cuarzoy, al menos,una plade gioclasa(v. en el centro, hacia la parte superiorde la fotografía, situada entredos cristales cuarzo),así como un cristal de grandede cuarzoque aparece parcialmente estafotografía. en de Los fragmentosde rocasmetamórñcas grano gruesoson Las frecuentemente esquistosos. fotografías19 y 20 muestran Las un fragmento roca rico en cuarzoy moscovita. laminide preferente, que define llas de mica muestran una alineación una texturaesquistosa. algunasocasiones, En estosfragmentos y son clasificados como cuarzosesquistosos no como fragmentosde rocasmetamórficas. Los fragmentos rocassedimentarias, de salvolos de silexipoco frecuentes las rocassedimentatas, son relativamente en ya rias terrígenas, que se disgreganfácilmente en sus granos constituyentes. fotografías2l y 22 muestranun fragmento Las grandede una arenita.Obsérvese que, aunquetodas sus partíson éstas son claramente distinculascomponentes de cuarzo, guibles, inclusoobservadas LPNA, a diferencia lo que se en de (policristalino) las observa el granode cuarzo en compuesto de fotografías3 y 4, cuyos cristalesindividualesson invisiblesen LPNA. La fotografía 22 (LPA) presentagranosde cuarzo inpor dividualesque estánseparados un cementocon coloresbrique, posiblemente, llantesde interferencia corresponden un a mineral de la arcilla.

10

20,21,22

Rocas detríticas terríqenas

de Fragmentos roca
(continuación)

17 y 18: conglonterado Caban, Silúrico, Rhayacler, Gales, Gran Bretaña; aumento: x27; 17, LPNA y 18, LPA. 19 y 20: conglomerado Caban, Silúrico, Rluyader, Gales, Gran Bretaña; aumento: x28; 19, LPNA ¡'20, LPA. 21 y 22: conglomerado del Arenig, Rhosneigr, Anglesey' Gales, Gran Bretaña; aumento: x 16; 21, LPNA y 22, LPA.

Rocas detríticas terrígenas

23,24,25

Fragmentos roca de
(continuación)

La diversidad de tiagmentos de rocas ígne¿is encontradosen las rocas sedimentariasdetríticas es tan grande como la propiu variedad de rocas ígneas y sólo la falta de espacio impide incluir aquí un número más amplio de ejemplos. En el Atlus de rocas ígtteos l sLtstexturus (Masson, 1996) se indican numerosos ejemplos de rocas ígneas y su consulta puede ser de gran ayuda para identiflcar los fiagmentos de estas rocas. Los mrnerales ferromagnesianos,comunes en las rocas ígneas bhsicas ( o l i v i n o , p i r o x e n o , e t c . ) , s o n r e l a t i v a m e n t ei n e s t a b l e se n l a s condiciones propias de la superficie terrestre y suelen aparecer alterados. haciendo relativamente difícil la identificación de l o s f r a g m e n t o sq u e c o n t i e n e nt a l e s m i n e r a l e s( e n l a p r á c t i c a ,e l estudio de la morfblogía de estos minerales y, también, una cor r e c t a i d e n t i f i c a c i ó nd e s u s m i n e r a l e ss e c u n d a r i o s o m u n e s .r e c s u e l v ep a r c i a l m e n t e s t e p r o b l e r n a ) . e Las lbtografías 23 y 24 muestran un fiagrnento de roca volcánica en el centro del campo de imagen. Está constituido por c r i s t a l e st a b u l a r e sd e p l a g i o c l a s ai n c l u i d o s e n u n a < p a s t a >a l terada cuyo tamaño de grano es demasiado fino para posibilitar la identificación de sus componentes con este aumento. A la derecha del centro de la fbtografía. y del fragmento anterior. se observa un segunclofragmento de roca cornpuesto por cristales de cuarzo dispuestos en una matriz con alta birrefiingencia, fbrmada por minerales arcillosos. La roca estírconstituida, -algunos de ellos también, por algunos granos de f'eldespatos son plagioclasas con maclas polisintéticas- y por granos de cuarzo monocristalinos y policristalinos. La matriz de esta roca contiene minerales arcillosos o micas. con elevada birrefringencla. Las fotografías 25 y 26 muestran dos fragmentos de rocas ígneas distintas. En la parte superior izquierda de la fotografía puede verse un fragmento de roca, probablemente volcánica, básica y de grano flno. Está constituida por rnicrofenocristales de plagioclasa dispersos en una matriz de f'eldespatoalcalino, piroxenos muy pequeños y minerales opacos. También se puede observar una clorita verde pálida. que probablemente rellenaba las cavidades originales (tiene forma elíptica y puede verse próxima al borde inferior derecho en el interior de este fragmento). Esta clorita presenta color negro en LPA debido a su baja birrefringencia. La parte inf'erior de esta fotografía está ocupada, en gran parte, por un fragmento de roca plutónica de grano grueso, constituida principalmente por plagioclasasy piroxenos. Los feldespatoscon una única macla (simple) pueden ser feldespatos alcalinos si bien, en este caso, no se detecta ninguna diferencia en el índice de retiacción entre éstos y las plagioclasas, con maclas polisintéticas. Valga este ejemplo

+

5 7

*

'i:
,_1

:;,

12

\

26,27, 28

Rocas detríticas terrígenas

Fragmentos roca de
(continuación)

p a r a i l u s t r a r l a s d i f i c u l t a d c sq u c p u e d e ns u r g i r p a r a i c l c n t i f i c a r con precisión los fiagmentos dc rocas ígncas. Además dc los l r a g m e n t o sd e r o c a n t á s p e q u c ñ o s .e l c o n g l o r n e r a d o s t ác o n s e t i t u i d o p o r g r a n o sd e c u a r z o s u b a n g u l o s o s . e n e l b o r d e s u p e y r i o r d e r c c h o .u n ú n i c o c r i s t a l d e u n n t i n e r a l l ' c r o m a g n e s r a n o . p f o b a b l c n r e n t e n a n f ' í b o l( v . s u e x l b l i a c i ó n ) d e c o l o l v e r d o s o u (LPNA, lirtogral'ía 25) con tonos naranjas en LPA (lirtogral'ía 26). Los li'agrnentosde roc¿rs ígneas (subangulososy con ntala c l a s i f i c a c i r i n )y l a p r e s e n c i ad e m i n e r a l e s t ' e r r o m a g n e s r a n o s i n a l t e r a d o s u g i c r e nq u e c l s e d i n t e n t os u f i í r u n t r a n s p o i l eb a s s tante reducido tras la erosión <Jelos liagmenk)s a partir de la Íoca ma0re. Los tragmentos de silexitas son muy fl'ect¡cntesen lts roc¿rs s e d i m e n t a r i a sp u c s l a s s i l e x i t a ss o n e s t a b l e sy r e s i s t e n t e s l a , a altcracirin. Las lirtogral'ías27 y 28 muestran r.rna liunina delgada de conglonrcrado, en el que los fi'agntentosredondeadosson de silexita. La lirtografía 28 (con nicoles cruzados. LPA) muestra que estos fragrnentos están fi)rm¿ldos por cuarzo de grano muy fino (microcuarzo. plig. U2). Los fiagrnentos pcq u e ñ o sd e s i l e x i t a sp u e d e n s e r d i f í c i l e s d e d i s t i n g u i r d c l o s d e r o c a s v o l c á n i c a s ¿ ' r c i d ad e g r a n o f i n o , s i b i e n e s t a s ú l t i r n a s s suelen prcsentar texturas por{'íclicasy otros rasgos texturales propios dc rocas ígneas (para identificar estos car¿rcteres. pued c s e r n e c e s a r i ru t i l i z a r g r a n d e sa u m e n t o s ) . n e s t a r n u e s t r a l,a ) E m a t r i z e s t á c o n s t i t u i d ap o r g r a n o s d e c u a r z o s u b a n g u l o s o s 0 s u b r e d < ¡ n d e a d o s f r a g r n e n t o sp e q u e ñ o s d e s i l e x i t a s . u n i d o s y por un cemento con alto contenido en rixido de hierro (marrtin en LPNA).

ii r"
":.':!. .

'.i" _;:
+:'í ¡l ¡il

't',

23 t'21: arenitu de gruno gnreso de GLtstutltttutt, Ordot,ícit'o, Clogvt'rt, Gu'ttterld, Gales, Crtut Rretüñu; auntento: x 25: 23, LPNA y 21, LPA. 25 t' 26. conglomerudo de Glen App. Ortlor'ít'ict¡, Atrshire, Escocitt, Gran Bretañu: uuntento: x I 1: 25, LPNA 1' 26, LPA. 27 t'28: pudingu de Hert.fbrd.sltire, Terciario, Chiltent Hills, Inglaterru, Grutt Bretuñu: .tunenÍo: x l3; 27, LPNA t 28. LPA. En lus .ftttografías 3, 1, 33, 31, 56-61, 66 r 67 sc ilusfrutt olros Ji'ttgrnent)s de roca.

13

--

Rocas detríticas terrígenas

29,J0

Micas

29 t'30: tilestones,Siltirico, Llangudog, Dyfe{ Gales' Gran Bretaña: alrmento: x 16; 29, LPNA y 30, LPAVéanse otras micas en hs fotografías 68 ¡' 69

Rocasdetríticas terrígenas

Minerales la arcilla de

Los mineralesde la arcilla constituyenuna parte importanprincipalesde rocas arte de las arenitasy son constituyentes cillosas.Puedenser detríticoso autigénicos. Su identificación medianteel microscopio petrográfico no es siempreposible, ya que su tamañode grano suele ser muy pequeño.Por este motivo, no son tratadosen detalle en este manual.Esta dificultad de estudio se resuelveaplicandootras técnicas(difractometríade rayos X, estudiospor microscopia electrónica-SEMo incluso mediante análisis químicos puntualescon microsondaelectrónica).En la bibliografía se que facilitan esteestudio. indican manualesespecíficos Los mineralesde la arcilla puedenidentificarseen las fotografías22-24,45, 46 y 62-67.

Rocas detríticas terrígenas

31,32

Clorita
Fórmula general: (Mg,Fe,Al),,(S¡,Al).O,0(OH),6

La clorita es un fllosilicato abundante en las rocas sedimentarias. Puede presentarse laminillas detríticas procedente,de en forma habitual, de rocas metamórficas de bajo grado o como producto de alteración de fragmentos de rocas volcánicas o, incluso, como mineral autigénico* rellenando los poros en rocas. Las fotografías 3l y 32 muestran una roca sedimentariade grano fino donde son visibles muchos fiagmentos pequeños, con diámetro inferior a I mm a estos aumentos y, por lo tanto, de difícil identificación. La roca es, por tanto, una limolita. Los granos redondeados mayores, que son incoloros en LPNA y muestran colores de interferencia gris azulados ligeramente anómalos, son de composición clorítica. En este caso, la clorita se ha formado en la roca como consecuenciade la descomposición de pequeñosfragmentos de roca y de la matriz de grano fino durante un metamorfismo de bajo grado.

'rN. de los T. Autig¿n¡o (del grie¡1t authigenés: irtdígcnu) se rcJiere t t trttlt¡uier ntinercl .fornntb ett lu rr¡cu tktttle se cnt'uentm. Suele oplít cu'se u los tttittenrles que hut cristuli:ttdo en unu ro('u selinenturüt por dütgéne-

3I y 32: Ordovícico,Llangranog, DyJbd,Gales, Gran Bretaña: aumento:x72; 31, LPNA y 32, LPA. Véasetambiénla clorita en lasfotografías 8, 58 y 59. 16

33,34,3s

Rocas detríticas terrígenas

Glauconita
general: Fórmula (K,Ca, Na),,0 Fe*,Al),(Si,Al)"O,0(OH), uu(Fe3.,Mg,

L a g l a u c o n i t a e s u n a l u n t i n o s i l i c a t oh i d r a t a d o d e h i e r r o y p o t a s i oq u e s e t b r n ¡ a e x c l t ¡ s i v a m e n t e n ¡ n e d i o ss e d i m e n t a r i o s m a r i n o sy h a b i t u a l n t e n t e n a g u a s p o c o p r o f u n d a s .S c p r e s e n e ta, ptrr fo general, en fonna de pcllct,s redondeados,firrmados por a,uregados cristales ¡requerlos.Las firtografías 33 y 34 de m u e s t r ¿ r v a r i o s 7 r a l / r , / . i c g l a u c o n i t ae n u n a a r c n i t a d e g r a n o n d g r u e s o .L a g l a u c o n i t a p u c c l ei d e n t i f i c a r s ec o n l i r c i l i d a d e n l a s fbtografías con LPNA a causa dc su color verde o azul verdos o . E l g r a n o s i t u a d o e n e l c e n t r o d c l a p a r t e s u p e r i o rd c l a f o t o g r a l í ac o n t i c n e n t u c h o sc r i s t a l e sp e q u e ñ o sd e c u a r z o c o n t a m a ñ o d e l i n l o . L a g l a u c o n i t a t i e n e u n r b i r r e l i ' i n g e n c i am e d i a pero. según muestr¿lnlas firtogral'íascon LPA. los colores dc i n t e r f ' e r e n c ic s t á ne n r n a s c a r a d op o r e l c o l o r n a t u r a ld o l n r i n e a s lal. El resto clc la roca est¿'r constituidt) poÍ granos dc cuarzo n r o n o c r i s t a l i n oy c n e l á n g u l o i n f ' c r i o rd e r c c h op u e d e v c r s e u n s liagrnento de roca scdimentaria. El cemcnto! que presenta col o r e sd e i n t e r l é r ' e n c i a e o r d e n e l e v a d o .e s d e c a l c i t a . d L a f o t o g r a f ' í a 5 n r t ¡ e s t r a n a a r e n i t ar i c a e n g l a u c o n i t a .q u e 3 u c o n t i e n et a m b i ó n g r a n o s d e c u a r z o s u b r e d o n d e a d o ( c o n b a j o s relievc), ¿rsí conro cernento y granos de carbonato (con relieve q a l t o ) .O b s é r v e s e u c r n u c h o sg r a n o sd e g l a u c o n i t a- v e r d e b r i Ilante- tienen un borde paldo. collpucsto por lirnonita.quc r e s u l t ad e l a o x i d a c i < i n e l h i c r r o f ' e r r o s o e l a g l a u c o n i t a . d d ( L a g l a u c o n i t ae s d e c o l o r v e r d e o b s e r v a d aa l m i c r o s c o p i o : en granos es verdc y varía desde el verde oliva hasta cl verde n e g r u z c o ;s i e s t á a l t e r a d a .t o m a u n c o l < ¡ rm a r r t ' r n .U n c s t u d i o más prcciso de su cornposicirin difl'actometría de rayos Xi n d i c aq u e r n u c h o s< g r á n u l o sv e r d e s r a t r i b u i d o ss ó l o a g l a u c o n i t a p u e d e ne s t a r c o t n p u e s t o s a d e n r á s . o r m e z c l a s c o t n p o s i p . c i o n a l e s o n i l l i t a , m o n t m o r i l l o n i t ao c l o r i t a . ) c

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33 y 34: Green.sun¿lltfbrior, Cretáciu¡ itfbrior, Folkestone, Inglaterrd, Grun Breturia; uLonetúo: x22: 33, LPNA t' 34, LPA. 35; Crettícico irtferior, Condutlo de Antrint. Irlantla del Norte; oLmlenfo:x22, LPNA. Véuse tanúién lu glaucrsrita ert las Jittografíus 211 t 215.

17

rf
Rocas detríticas terrígenas

36, 37, 38

Arenitas;matriz y cemento

En el momento de su depósito, la mayoría de las arenitas contienen poco sedimento matriz entre los granos. En algunas rocas detríticas, sin embargo, cierta cantidad de lodo terrígeno puede ser depositado junto con los granos; los sedimentos en los que la matriz supera el 15 o/cse denominan grauwacas (fotografías 62-67; v. Apéndice 4). Excepcionalmente, algunas arenitas pueden presentar una matriz de lodo carbonatado.Las tbtografías 36 y 37 muestran una roca que contiene granos grandes de cuarzo redondeadosy otros granos más pequeños. de subangulosos a subredondeados,en una matriz de grano fino con relieve alto. Esta, en la fbtografía en LPA, presenta colores de interf'erenciade orden elevado. característicosde la calcita. La roca es, por tanto, una arenita con una matriz de lodo carbonatado que, probablemente,se clepositóen el mismo momento que los granos, ya que no parece que haya sido introducida posteriormente en forma de cemento. La cementación es el principal proceso que conduce a la disminución de la porosidad de las arenitas (y de las rocas detríticas en general); los cementos más tiecuentes son de cuarz o , c a l c i t a y m i n e r a l e sd e l a a r c i l l a . L a s e n v u e l t a sd e m i n e m les arcillosos en las superficies de lós granos componentes son importantes en la diagénesis* de los sedimentosporque pueden inhibir el crecimiento de cementos de cuarzo o de calcita de relleno de poros. El estudio detallado de estas texturas requiere emplear un microscopio electrónico. Las fbtografías 38 y 39 muestran una arenita muy porosa que contiene granos de cuarzo redondeados.Las áreas moteadas que aparecen negras en la tbtografía tomada en LPA son poros rellenos por el adhesivo de la preparación. Aunque la roca presenta una textura con bajo empaquetamiento de granos, presenta una buena cementación por cuarzo secundario (autigénico) que forma bordes de recrecimiento en los granos detríticos. Las superficies de los granos originales están seña-

a'N. de los T. Dittgéilesis: ujLutto de procesos que aJbcttm un sedüttentu \- lo tru[fbntlatt, de fonwt progresiwt, en rocu sedintentu'ie compe(l.l. Et1 gerterul, los.ftrctures uubietúttles <¡ueiten'iettett son lu ¡tresión, kt ternpenr tn'o, el qtriminno tle los fluitltts cliagetúticos t el tiempo. Dettro de kn.factu'es intríns(cos tr los propíos vdimetú¡ts cabe citar la utnposición, tcxtura, porcsitkrd t pernteabilitlutl. Los tunbientes ditrgetúticos ntús cil'acterísÍictts sott: I ) medit¡ ttuttinetúul, cotr aguus tneteórices, que ¡tuecleser de típo ltrtl<tsoo.fi'eútico, 2) nedio nurino, dorule cabe di.stinguir el tnarino wtd<tso o dontittio itúermureql y el tnurirto freútico o tktntittiu subnuu'eal¡' 3) el medio proliutckt. Los pntcesos tliogenéti<tts mós relevantes xtt la contpactaciótt, tlísolttcíótt, tenrctúttcüitt t' transJbrmación (recristaliz.ución ¡t reempLa:enriento tnineral).

18

39. 40. 4l

Rocas detríticas terrígenas

Arenitas;matnz
y cemento
(continuación)

ladaspor un bordc fino pardo-ro.jizo lc óxido de hicrro. Los c b o r d e s d e c r c c i n r i c n t oy l o s n ú c l c o s d c t r í t i c o s c l e c a d l g r a n c r Inuestl'¿ln ru'loscoklres dc intcrf crcnci¿rhomogérrcos.inclicando l a c o n t i n r ¡ i c l a r i p t i c ad e l o s r c c r c c i n r i e n t o s o n l a s p r o p i a s p a r d c t í c u l a sc ¡ u ch a n s c n ' i d o d e n u c l e a c i r i n E s t e t i p o d e c e n r e n t oe n . r e c o n t i r r t r i c i ar i lp t i c a e s e l d e n o r n i n a d o( c n t e t r t o, r i ¡ ¡ ¿ ¿ , r ' i(¿ 'r.1 n c 132 y 133 ccnrcntosy bordes sintaxialcsclecalcita). Cabc observ a r q u c , c u a n d o l o s b o r d c s c l c c r c c i n r i c n t oe s t á n b i c n d c s a r r o llados, la nrorlirlogía gcncral clc los ,rrranosl.ro qs rcclonclcada s i n o h i p i d i r u l r r l i t . E n c l í r n g u k rs u p c r i o r d e r e c h o d e l a l i r t o gralía pucdc ohscrvarse n bucn cjcmplo de lú¡ites cris(alinos u c o n c o n t o r n o si t l i o n r o r l i r s . L o s c c m en t o s d e c a l c i t a c n l a s a r en i t a s e s t í r nl i r r n r l d o s . e ¡ r g e n e r a l ,p o r c r i s t a l e sd e g r a n t a n r a ñ o ( e s p a r i t a .p í r g . . l . l ) . E n o c ¿ r s i o n c s .n ú n i c o c r i s t a l g r a n d c d c c c m e n t o r o d c a ¿ t n u u r e u rosos gf'¿lnos dctríticos conclucicndo a Ia textura poitltrilíticu t:t. p a p l i c a n d oe l t é r m i n o e s p c c í l ' i c o a r ' ¿rlo c ¿ l s e d i r n c n t a r i a s .' r r l s 7 quilrúó¡tit u. Las lixografías 40 y 4l nruestranuna arcnita cn la q u e l o s g r a n o s d e c u a r z o d c t r í t i c o s s o n d e s u b a n g u l o s o sa s u b r e d o n d c a c k rE.l c c m c n t o p o i c l u i l o t r i p i c o e c a l c i t a p r e s e n s d ta un tanraño tle -rtranotan dcsarrolhdo que srilo l¡rlos pocos c r i s t a l c ss o n v i s i b l e s e n e l c a n r p o d e l a f b t o g r a l ' í a . o s c l i s t a L l e s i n c l i v i c l L r a l c s l c e m c n t o p u c d e nd i s t i n g u i r s cc n l a l i r t o g r a dc *:'1 f í a ( e n L P A ) p o l s u s c o l o r e s c i c i n t c r f ' e r e n c i ai g c r a n r e n t e i s l d tintos(gris y rosade orden clevado).

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36 t 37. Lt¡culidctd y edud dc.stt¡ttot'idn.s:uutnatt¡t¡:x l6; 36, LPNA t 37, LPA. 38 t 39. urenisctt de Pettritlt, Pérntico, Pettritlt, Cunúria, htgluterru. Gnrrt Bretuñu; uunettto: x27: 38, LPNA t'39, LPA. 10 ,- 11. .lurtí.siconte¿lir¡, bultíu de Bearreraig, islu tle Sk¡e, Esct¡t'itt, Gnut Bretctñct:ulrnctúo: x20; 40 en LPNA t 4l ett LPA.

'''ir 1.,.: ¿. .
:r-Q..,r
.-F ::a'-

19

Rocas detríticas terrígenas

42,43,44

Cementos
(continuación)

La lixografía 42. tonrada con un objetivo cle gran aurnento. m u e s t r a u n a a r e n i t a d e g r a n o f i n o c ¡ u ep r e s e n t ac e n r e n t o sd e cuarzo y de calcita. El ccnrento dc cuarzo fbrnra bordes de recrecimientoen los granos tle¡'íticos(cementosintaxial) y su existenciaqueda patente por el desarrollode caras planares q u e c l e l ' i n e n o n t o r n o s i c l i o r n o r f b s n a l - { u n o sg r a n o s ( a l g u n o s c e buenos ejenrpkrs pueden vclse justo cncima clcl centro clc la tbt o g r a l í a ) . A l c o n t r a r i o d c l o i l u s t r a d oe n e l c a s o d e l c u a r z o d e las lifografías 38 y 39. la lirrrna dc las partículas detríticas ons n E - q i n a l e s o e s v i s i b l e c u ¿ r n c k re p r c s c n t a nb o r d c s s i n t ¿ r x i ¿ r l e sl. c e m e n t o d e c a l c i t a e s p o s t c r i o ra l o s b o r d e sd c c r e c i m i c n t od e l l c u a r z o y r e l l c n ¿ ro s p o r o s . L a l i l n r i n a d e l g a d a h a s i d o t e ñ i d a con rojo de alizarina S y con f'errocianuro potírsico (v. pirgin a 3 . 1 ) ;l a c a l c i t a e s l e v c m c n t et e r r o s ¿ r ,o m o i n c l i c as u t i n c i ó n c en color rnalvamuy piilido. Las lbtogral'ías 43 y 44 rnuestr¿ln una arenita de grano fino e, c e m e n t a d ap o f y e s o . E l y e s o t i e n c . a p r o x i r n a c l a r n e n t l a r n i s m a b i r r e f i i n g c n c i r q u e c l c u a r z o y p o r e l l o s < i l os e d i s t i n g u e con claridad cn la fbtografía en LPA. En la fixogral'ía con L P N A . e l r e l i e v e n r á sa l t o c l e ly e s o y s u e x l i r l i a c i ó np e r r n i t e n d i s t i n g u i r l o d e l c u ¿ u ' z oA l g u n o s c r i s t a l e sc l e l c c n r e n k rd c y c s o . e n v u e l v e na v a r i o s g r a n o sd e t r í t i c o s .L a p a r t e s u p e r i o ri z t l u i c ' r da de la fbto-qrafíaestrí ocupada por un cristal dc yeso con col o r c s d e i n t e r t ' e r e n c i a r i s o Í r l i d oe n L P A . c

12: Jurásitt¡ Medio, Yorksltire. Inglaterru, Gran Bretuñct: Iuilte tlto: x72, LPNA. 43 y 41: Cretítico, Ttítte.: ctumento: x24; 43, LPNA t'14, LPA.

20

I\

45,46

Rocas detríticas terrígenas

Gementos
(continuación)

muesa 45 Las fbtografías y 46, realizadas gran aumento, una láen tran una arenita cuarcítica la que se puedeobservar En minade micaen el centrode la fotografía. el campode imaporosintergranulares huecos gen se observan tambiénmuchos que (p. ej., los que aparecen abajoy a la izquierda) en LPA adde quierecolor negro.Sin embargo, granos cuarzoy la lálos mina de mica en el centrode dicha fotografíaestánrodeados pequeños por muchoscristales con relievedébil y coloresde de interferencia primer orden:son minerales la arcilla que de el se Habitualmente, hace necesario un constituyen cemento. de electrónico barrido (MEB) para deuso del microscopio que se tratade cristales minerade por mostrar, su morfología, como la difractotécnicas les de la arcilla y han de aplicarse exacta.En metríade rayosX para identificarsu composición de en el ejemplofotografiado estecaso,el tamaño los cristales típica de la paraobservar baja birrefringencia la es suficiente caolinita,al igual que Ia texturahojosa,definidapor el conjunto de los cristales planares Esto último puedeobapilados. y de superior a la derecha la laminilla servarse el contacto en de mica.

45 y 46: Carboníferoinferior, Fifeshire,Escocia,Gran Bre' taña; aumento:x90;45, LPNA y 46, LPA.

t

Rocas detríticas terrígenas

47.48.49

Compactación;
disoluciónpor pres¡ón

e L a s a r c n i t a sq u e n o h a n c e r n e n t a d o n u n a e t a p ad i a g e n é t i c a precoz habitualnrentemllestran señalesde cornpactacirin.Como la rnayoría de sus,eranosson rígidos. por lo general hay pocas evidencias cle rtxuras y fiacturas en ellos (v. la compactación de las calizas, pr'rg.58). Por tanto. excepto ligcras rnodificacioncs cn el ernpaquetamientode los granos quc se producen durante la diagénesis precoz. los procesos más ef'ectivosde compactaciírn son los procesos tle di.v¡lutión por ¡trcsitirt.Este tórnrino designa a los procesos por los cuales un sedimento bitjo carga l i t o s t á t i c a e s a r r o l l a e n ó n r c n o s e d i s o l u c i í t ns e l e c t i v a . d f d La lbtografía 47 muestla una arenita con alta porosidad int e r g r a n u l a r( l a s z o n a s d e c o l o r g r i s m o t e a d o s o n l o s p o r o s d e l a r o c a . r e l l e n o s p o r e l a d h c s i v o d e l a l i r ¡ n i n a ) .L a r n a y o r í ad e I o s g r a n o sd e c u a r z o e s t í r nf e v e s t i d o sp o r u n a d e l g a d ap c l í c u l a p a r d a d e c e r n e n t od e h e r n a t i t e s . n m t ¡ c h n s c l e l o s c o n t a c t o s E entre los granospuede vcrse que el cuarzo ha experitncntado u n a d i s o l u c i ( r nl o c a l . o f i e c i e n d o c o m o r e s u l t a d ol a i n t c r p e n e t r a c i ó n d e l o s g r a n o s e n c o n t a c t o ( c o n t a c t o sc t i n c a v o - c o n v e x o s ) . E n l a p a r t c s u p e r i o r i z q u i e r d ad e e s t a t b t o g r a f í as c p u e ó d e n i d e n t i f i c a r b u e n o s e j c n r p l o sd e e s t a i n t e r p e n e t r a c i í r n ;s t a e c s l a p r i r . n e r a t a p a d e l a c l i s o l u c i ó np o r p r e s i ó n . Cuando la disolución pot ptesión es rn/rsintensa.se clesarrc> Las lbtografías48 y 49 entre los -9ranos. llan contactosst¡turados nruestran una arenita donde krs contack)s son irregulat'esy sinllosos a causa de la disolucirin por presión. La sílice clisuclt¡r durante este procesopuede prccipitar en otros puntos -fircra del contacto entre los granos en fbrma de ccnrento.lo que concluce al cierre (oclusión) de la potosidad. Según puede verse,el resultado de este proceso es una textura en la que no se pueden identificar los límites originales de los gllnos. La roca ilustrada en este caso es poco habitual, ya que una delgadapelícula de arcilla o mica rodea los granos de cuarzo indentados.Esta película tiene un relieve mayor que el cuarzo y se ve claramenteen la fotografía 48, tomada con LPNA. La existencia de esta finl película así cor.¡ro carícter suturado de los contactos,pennite l el los granos de cuarzo una ligera movilidad relativa. Esta última característicaconfiere a este tipo de arenitascierta flexibilidad. que puede comprobarseen muestrade mano. Las arenitasde este tipo se denorninanitucolunitu.s (de Itacolurni. en Brasil; también se conocen rocas similares en la India) o urenittts flexibles.

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17: New Red Sandstone, Tri¿ísit:r¡, Clteshire, In.qlaterro, Gran Brefuñu: aLunetúo:x4-1, LPNA. 48 v 49: itctcolumita, Br¿tsil; awnento; x3l; 48, LPNA v 49. LPA.

22

I¡'.

50,51,52

Rocas detríticas terrígenas

Disolución y reemplazamiento de granos

La lotografía 50 muestra una arenita porosa. En esta roca, el adhesivo de la lámina ha sido irnpregnadocon un colorante de color malva, que facilita reconocsr los poros. Obsérveseque los bordesde algunos granos dc cuarzo presentanentrantes(golfbs). (por disolución¡ de los cuarque son el resultadode la con'osi<in zos durante la diagénesis:la porosidad de la roca. por tanto. ha aument¿ldo este proccso. Los tipos de porosidad ntís fi'ecuenen t e s e n l o s s e d i m e n t o s e i l u s t r a ne n l a f i g u l a F ( v . p í r g . 6 - 5 ) e n s y las fbtografías 151-160 en e.jenrplos tomados en roc¿lscarbonatadas. Muchos de los tén¡inos puede ser aplicados, tar¡bién, a las arenitas. Las fixografías 5l y 52 nlucstrun una arenita cenrentadapor un reducido número de cristalesgrandesde calcita. Obsérveseen la firtografía52 (LPA) los colores de interl'erencia orden elede vado, típicos de la calcita. Los granos detríticos dc cuarzo, tanto policristalino como monocristalino,están revestidospor una película delgada de óxido de hierro. La textura de esta roca es infiecuente,ya que es una textur¿lsin matriz y no gmnosoportada, constituidaaproximadamentepor el 30 Va rJegranos de cuazo y el 70 o/rde cemento de calcita. Esta peculiar textura cs. en parte, el resultado del reemplazamicnto de algunos granos detríticos originales por la calcita; en algunclsde los monocristalesde calcita, se identifican áreas contorneadaspor óxidos de hierrcl.que cabe interpretarcomo los <<fantasmas>> los granos originales. de Un buen ejernplo puede verse en el centro de la ftxografía 51.

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50: forntoción Saltwick, Jurá.sico Medio, Eskdule, re, Inglaterra, Gran Brefañu; {tLtmenÍo: x 132, LPNA. 5I t 52: New' Recl Sandstotte, Triásico, Bri,rhun, Derott, Ittglaferra, Gran BreÍaño; uumetúo: x13: 51, LPNA t' 52, LPA.

Rocas detríticas terrígenas

Clasificación de las arenitas
Las clasificaciones actualesde las arenitas requieren el cálculo de las proporciones de los tipos de granos principales realizado en lámina delgada (se recomienda realizar una cuenta modal, con un número de puntos identificados superior a 300; no obstante, en muchos casos, es suficiente una estimación semicuantitativa). La clasificación de Folk (1974), clásica, indicada en la figura B para rocas que contienen menos del 15 o/ode matriz con grano fino, implica la determinación de los contenidos de cuarzo 1Q) -sin incluir el cuarzo silexítico-, f'eldespatos(F) -incluidos los fragmentos de gneis y de granito- y fragmentos de roca o clastos líticos (FR). Las rocas detríticas que contienen más del l5 Vo de matriz fina se denominan grauwacas y su clasificación se indica en la figura C y, por último, las lutitas representanmás del 15 Vo de matriz fina. (En el Apéndice 4 se indica la clasificación completa, modificada de Dott Il964l). En cualquier caso, al aplicar una clasificación concreta, es necesariodetallar qué tipo de componentes se han incluido en cada uno de los polos del diagrama.

Madurez de los sedimentos
El concepto de madurez de un sedimento hace ref'erencia al grado de desarrollo que han alcanzado los procesos generadoresde ese sedimento y que conducen, en su máxima expresión, a sedimentos estables composicionalmente y texturalmente homogéneos (sedimentos maduros). Habitualmente, en los sedimentos se dif'erencianlos conceptos de madurez textural y madurez mineralógica. La madurez mineralógica implica la retención por la roca de sus componentesmineralesmás estables, decir, los sedimentosmineralógicamente es más maduros son aquellos que contienen un porcentajemayor de mineralesquímicamente estables y físicamente más resistentes,como el cuarzo, fiagmentos si(circón, turmalina, etc.). En conselexíticos y minerales pesadosultraestables cuencia,los sedimentos más inmaduroscontienenmineralespoco estables, como los feldespatos o fiagmentos de roca que no están formados sólo por cuarzo. La madurez textural representa el grado de desarrollo que han alcanzado los procesosde transportey sedimentación, si éstos han sido o no selectivos. y La madurez textural puede ser evaluadamedianteparámetros, como el grado de clasficación, la proporción de matriz y el redondeamientode los granos (depende del tamaño y la resistencia mecánicade los granosy, en general,aumenta con el transporte).Folk (1951) propone una escalade madurez que comprende: l. Estadoinmaduro'.el sedimento contiene más del 5 7c de matriz arcillosa: los granos y estánr¡al clasificados con escaso redonde¿rmiento. 2. Estadosubmaduro: 5 7ode matrizarcillosa: granos < los estÍrn mal clasitlcacbs y con poco rcdondeamiento. 3. Estadomaduro: de escaso nulo contcnidode arcillal los granosestánbien a clasiflcados aunque bien redondeados. no 4. Estadosupermaduro: sedintento el carece arcilla;los gr¿lnos de estín bicn clay ¡il'icados con buenaredondez. L a e s t i m a c i ó n v i s u a l d e l g r a d o d e c l a s i f i c a c i ó no s e l e c c i ó nq u e p u e d e n presentar los sedimetos, observados en lámina delgada, puede realizarse por comparación con los esquemas indicados en la figura D. (Debe recortkrrse que Ji'ecuenfemente se presentot nteaclos de sedimenk¡s o, también, superposición de ¡trocesos. Es ttecesarir¡ tener presente sien¡tre, en el estudio cle rocas, que Ios ¡trocexts diugenéticos hun podido motlifit'ar tttLtchostle los rasgos origirtales del sedimento l generar o clesÍruir ¿teterntinuclos cotrt¡tottentes: Lul ejentplo corocterístiu) es la Jornnción de matri:. tliagenétictt o lrurtir ele conrpottentes inesfubles clel setlimento.)

(Cuarzo,exceptoel silexítico)

o
Cuar ^- ^. /\.-'vuarzo arenlta -/o,H VC subarcosa d | -\",orrlarenrla | \75o/o 75yo /

/ i '."$. g l a - \ \ .d l; l-"s-a\"n^'

/"n I'AÉ\"u
1:1 1:3

F 3:1 (Feldespatos+ fragmentos de granitoy gneis)

FR (Cualquier otro fragmentode roca)

Arenitavolcánica

Filoarenita FR metamórficos

FR volcánicos

Fig. B. Clasificación de arenitcts. EI tritingulo superior ntuestra la clusific'ación para sedimenfos con menos del I5 Vocle matriz de grano Jino. Estu clasificacitin implica no tener en cuentu Ia mc¿triz., cenrcnto, micas, etc. \ el recalcular los ¡torcentajes de los componentes al nuevo valor del 100Vo (constituido por Q + F + FR). EI tritingulo inferior m.testra lu clasiftcaci(tn de las Iitarenitas (según Folk, 1974).

Muy bien clasificado

Cuarzo
95 o/"

Cuarzograuwaca Grauwacalítica

Grauwaca feldespática

Feldespatos

1:1

Fragmentos roca de

Moderadamente clasificado Fíg. D. Grado de clasdicación o selección en sedimentos, vistos en láminas delgaclas (según Pettijohn y cols., 1973).

Fig. C. Clasilicación de las arenitas cr¡n más del I5 Vode mutrí7 de grano.fino (grauwaca).

24

53, 54, 55

Rocas detríticas terrígenas

arcosa Cuarzoarenita,

La fbtografía 53 muestra una roca que contiene casi exclusivamente cuarzo y que puede ser clasificada como una cuarzoarenita.Estas arenitas se denominaban cuarcitas en las clasificaciones antiguas, si bien es más adecuado ()' necesario) restringir este término a las rocas metamórflcas. Puesto que contienen más del 95 Vo de cuarzo, estas arenitas cuarcíticas son casi siemple mineralógicamente maduras. La roca representadaen este caso es texturalmente de madura a submadura; no contiene arcilla y está bastante bien clasificada. El redondeamiento de los granos es difícil de evaluar ya que la compactación y la cementación ocultan la forma de los granos originales. Las fotografías 54 y 55 muestran una roca en la cual más del 50 7o de sus granos son de feldespatos,fácilmente identificables en LPNA por su color pardusco resultante de la alteración (v. pág. 7) y en LPA por los restos de maclas polisintéticas en muchos granos. Un sedimento o una roca que contenga un alto porcentaje de granos feldespáticos relativamente inestables es mineralógicamente inmaduro. La matriz contiene abundanteóxido de hierro (opaco).

53: arenita de Millstone. Carbonífero superior, Craíg-y-Dinas, Sur de Gales, Gran Bretaña; aumento: x27, LPA. 54 y 55: Torrridoniense, Precámbrico, Escocict, Gran Bretaña; aumento: x20; 54, LPNA y 55, LPA.

Rocasdetríticasterrísenas

56,57, 58

Litarenitas

Las litarenitas son arenitas que contienen menos del 95 % de cuarzo y con una proporción de fiagmentos de roca superior a la de fesldespatos.Se las puede clasificar según la naturaleza petrográfica de los fragmentos de roca (sedimentarios,volcánicos o metamórficos) (fig. B, pág. 24). Las fotografías 56 y 57 muestran una sedarenita,en la cual los fragmentos de roca proceden de rocas carbonatadas. El fiagmento de grano fino situado justo encima del centro de la fbtografía procede de una roca dolomítica y en el cuadranteinf'erior derecho pueden verse otros ejemplos de fragmentos carbonatados. Esta roca también contiene cuarzos monocristalinos y restos de placasde equinodermos;estasúltimas se identifican como granos de aspecto moteado con colores de interferencia uniformes (v. pág. 44) y, en esta roca, parece que se trata de restos removilizados de una caliza más antigua y no de fragmentosde fósiles que vivían en el momento del depósito. Se les considera, pues, fragmentos de roca sedimentariay no material fósi.. Las fotografías 5E y 59 muestran una roca inmadura mineralógicamente formada, sobre todo, por fragmentos de rocas ígneas cementados por una clorita de color marrón pálido. Se observan diversos tipos de granos y todos muestran signos de alteración. Las áreas claras en la fotografía con LPNA muestran colores de interferencia de orden alto en LPA y son carbonatos. Muchos de los fragmentos de roca contienen t'enocristales de plagioclasa, parcialmente alterados, dispuestos en una pasta de cristales tabulares de plagioclasa y otro mineral con tamaño de grano demasiado fino para ser identificado -podría ser clorita-. Varios de los granos están compuestos por cristales individuales de plagioclasa, con morfblogía variable, desde prismas bien cristalizados hasta granos hipidiomorfos. La textura porfídica de las rocas ígneas sugiere una roca inicial volcánica y la roca sería, por tanto, una arenita volcánica. Este tipo de sedimento inmaduro estaría próximo a la roca fuerte y, muy posiblemente, pueda tratarse de una roca volcanoclástica removilizada localmente. Las fotografías 60 y 61 muestran una roca sedimentaria que contiene más del'707o de cuarzo. El resto de los granos son fragmentos de roca y esta roca puede ser clasificada, por tanto, como una sublitarenita. Los fragmentos de roca provlenen de rocas sedimentariasy metasedimentariasde grano fino.

26 \r

T

I

s9, 60, 6l

Rocas detríticas terrígenas

I

Litarenitas
(continuación)

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t. ir )::

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56 y 57: Brockram, Pérnico, Appleb¡,, Cnnbria, InglaÍerra, Gran Bretaña; oumento: x l6; 56, LPNA t'57, LPA. 58 1'59: Ordovícico, Builth Wells, Powls, Gales, Gr¿m Bretaña; aumento: x 12; 58, LPNA t'59, LPA. 60 y 61: CoaL Measures, Lancashire, Inglaferra, Gnut Bretaña; aumenfo: x 14; 60, LPNA t 6I, LPA.

Rocas detríticas terrígenas

62,63,64

Grauwacas

Las grauwacas son rocas detríticas cuyo contenido en matriz de grano fino varía entre el I 5 y el 75 Vo (v. su clasificación en y el Apéndice 4). la fig. C -pág.24Las fotografías 62 y 63 muestran una grauwaca típica, con escasa clasificación, y que contiene una matriz de grano fino abundante (en LPNA dicha matriz es casi opaca). Los fragmentos son, sobre todo, granos de cuarzo monocristalinos y policristalinos, aunque también hay un pequeño porcentaje de fragmentos de roca (partículas de aspecto turbio constituidas por material de grano fino) idicando, por tanto, que se trata de una grauwaca lítica. Las fotografías 64 y 65 muestran una roca que contiene el l5 7o aproximadamente, de matriz junto a granos de cuarzo y muchos granos de feldespato. Estos feldespatos son tanto plagioclasas (con macla polisintética) como feldespatos alcalinos pertíticos. La roca es, por tanto, una grauwaca feldespática. Las fotografías 66 y 67 muestran una grauwaca en la cual el cuarzo, los feldespatosy los fragmentos de roca son claramente visibles. Los granos de cuarzo son límpidos en LPNA, mrentras que los feldespatos son parduscos a causa de la alteración. La fotografía en LPA permite apreciar que algunos granos de feldespato son plagioclasas con macla polisintética, mientras que otros son microclina con su maclado de .eniejado> típico (v. en la mitad derecha de la fotografía 67). El grano situado en el centro del campo de la fotografía es un fragmento de roca ígnea formada por plagioclasa y anfíbol. El anfíbol se reconoce, muy bien, por su color verde y sus dos planos de exfoliación formando un ángulo de 120". También hay fragmentos más pequeños de rocas ígneas con grano fino y unos granos individuales de ferromasnesianos.

".

t*

28

65,66,67

Rocas detríticas terrígenas

Grauwacas
(continuación)

62 y 63: Ashgilliense, Dyfed, Gales, Gran Bretaña; aumento: x 16; 62, LPNA y 6j, LPA. 64 y 65: edad y localidad desconocidas; aumento: x 16; 64, LPNA y 65, LPA. 66 y 67: Silúrico, Peebleshire, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x43; 66, LPNA y 67, LPA.

Rocas detríticas terrígenas

68, 69

Limolitas

mayorltarlacompuestas Las limolitas son rocasdetríticas entre0,062y mentepor granoscon un diámetrocomprendido 68 0,0039mm (tabla l, pág.3). Las fotografías y 69 muestran en una limolita de granogrueso(el aumento estecasoes muque cho mayor que en la mayoríade las fotografíasanteriores) granos cuarzoy pequeñas laminillas de de abundantes contiene (incoloras) biotitas(amay mica. Estasmicasson moscovitas y coes La rillas o pardas). moscovita másabundante presenta está de loresde interferencia 2." ordenen LPA. El sedimento de por cementado calcitacon fuerterelieveen LPNA y colores altosen LPA. interferencia

I

I I
30

68 y 69: edad y localidad desconocidas; aumento: x 72; 68, LPNA y 69, LPA.

I'

70,71

Rocasdetríticasterrígenas

Limolitas
I

I

(continuación)

Muchaslimolitas presentan, pequeña a escala,estructuras sedimentarias. fotografía muestra La 70 una limolita con laminación,cuyasláminascomponentes estándefinidaspor camvisiblesen la zona bios de granulometría. capasoscuras, Las próximaa la basede dicha fotografíaestáncompuestas, casi por completamente, material con un tamaño arcillamientras de que la bandaclara,situada encimadel centrode la fotografía, por estácompuesta cuarzolímpido de tamañode arenafina. Estafotografía con variación granude tambiénmuestra capas lometría(v. por debajoy encimade la bandacon granomás grueso). puedeapreciar granode crecimiento sentido Se un en ascendente, indicadopor la disminuciónde la proporciónde cuarzoy por el aumento la arcillade color oscuro. de La fotografía71 muestrauna limolita en la que se puede que indicaun flujo de derecha apreciar laminación una cruzada Estalaminación la estructura internapropiade a izquierda. es por lasrizaduras ripple marksy quedaregistrada la alternano (ricasen arcilla)y claras(pobres aren cia de láminas oscuras cilla).

70: Coal Measures, Carbonífero superior, lttncashire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 15, LPNA. 71: Ashgilliense, Llangranog, Dyfed, Gales, Gran BreÍaña: aumento: x9. LPNA.

Rocas carbonatadas

Introducción

Al contrario de lo que ocurre con las rocas terrígenas, las rocas carbona- puesto que la dolomita no reacciona en fiío con ácidos diluidos, mientras que tadas están compuestas por material fbrmado mayoritariamente en el mismo la calcita sí lo hace, lo cual produce un contraste de relieve entre los dos mil u g a r d o n d e s e p r o d u c e l a a c u m u l a c i ó nf i n a l d e l s e d i m e n t ó .o p l ó x i m o a é 1 . nerales. Los resultados del proceso de ataque y tinción se muestran en la taGran parte del sedimento se produce por procesos biológicos. En las calizas bla 2. Los detalles acerca del procedimiento se indican en el Apéndice 2. antiguas. los dos carbonatos más comunes son la c¿¡l¿'l¡a, CaCO,, y la doloLa intensidad del color de tinción está relacionada,en parte, con la intenrnllrr CaMg(CO,),, ambos romboédricos. En los sedimentos carbonatadosre- sidad del ataque con el ácido. Las rocas con texturas de grano fino, con muciéntes de ambiente marino somero, el aragonito tar¡bién CaCO, (ortorróm- chos bordes cristalios, resultan atacadascon más rapidez y por tanto muesbico) es abundante. Este mineral es metaestableen las condiciones que pre- tran colores de tinción más intensos que las texturas de grano grueso, con esv a l e c e nn o r m a l m e n t ee n l o s s e d i m e n t o s , d e r r o d o h a b i t u a l .s e d i s u e l v e e n casos bordes cristalinos. y cuanto el sedimento o roca que lo contiene entra en contacto con lguas cirLos colores obtenidos por tinción se encuentran particularmente bien ilusculantes de origen meteórico. Otra posibilidad de transformación es la inver- trados en las tbtografías 100,124,131, 16l y 165. siírn directa de su cstructura a la de la calcita. La dolomita es normalmente O t r o s t i p o s d e t i n c i o n e sh a n s i d o e m p l e a d o sp a r a d i s t i g u i r e n t r e a r a g o n i t o un mineral secundario por reemplazamiento del carbonato de calcio, si bien y calcita, y para identificar la calcita magnesiana; la infbrmación detallada esta sustitución (dolornitización) puede producirse en los sedimentos muy puede encontrarse en algunos manuales sobre técnicas en petrología sedipoco despuésde su depósito. Tanto la calcita como la dolomita pueden con- m e n t a r i a ,c o m o e l d e C a r v e r ( 1 9 7I ) . t e n e r a l g u n a p r o p o r c i ó n d e h i e r r o d i v a l e n t e ,e n c u y o c a s o s e e m p l e a e l s u f i Las rocas sedimentariastambién pueclenserestudiadascon la ayuda de réjo.fcrrosa, tras la denominación del mineral, para marcar este carácter. (peels), en las que queda registrada una impresión de la supficas en acetL\to L a s p r o p i e d a d e s p t i c a s d e l a c a l c i t a y l a d o l o m i t a s o n m u y s i r n i l a r e sy ó perficie de la roca, atacadae incluso teñida, sobre una delgada lámina de acepor tanto pueden ser difíciles de distinguir ópticanrente. Frecuentemente,los tato. Las réplicas en acetato tienen la ventaja de ser baratasy sencillas de reasedimentólogos especializadosen rocas carbonatadasemplean alguas técni- lizar. pero debido al carácter isótropo del acetato, los minerales no pueden c a s s i m p l e sd e t i n c i ó n q u e l e s p e r r n i t e nd i s t i n g u i r l a c a l c i t ad e l a d o l o m i t a a s í ser identificaclos por sus propiedades ópticas, como el relieve o la birrefiincorno las variedades f'errosasde estos dos minerales. gencia. En el Apédice 3 se encuentra una exposición detallada del procediEl colorante rutjo de aliT.arinrr5' se emplea para distinguir la calcita de la rniento que debe seguirse para realizar réplicas en acetato. dofonrita, en tanto que el .fernxiunuro poÍá.ti. r) permite dif'erenciar los minerales f'errososy no f'errosos.Estos colorantes se disuelven en una solución ligeramente ácida, que también ayr.rda dif'erenciar entre dolomita y calcita, Componentes a Tublu 2. Caructcrí,sfit'astlcl ¿tfuuuey tint'ititt de los curbtnuüos Los tres componentes más importantes de las rocas carbonatadasson los u)ntpotrcnte.\uloquúnitos,la calcita nticn¡cristalinu y la culcitu esparíticct. l. Los componentes uloquhnicos son agregados estructurados de sedimento carbonatado que se han formado dentro de la cuenca de sedimentación. Incluyen los ooides, bioclastos, peloides, intraclastos y oncoides, y serán descritos en detalle en las páginas siguientes (de la'72 a 120). 2. La calcita microcristalina o micritct es el sedimento carbonatado en forma de granos de diámetro menor de 5 ¡rm. La mayor parte se forma dentro de la propia cuenca de sedimentación, bien como precipitado a partir del agua del mar, bien por desintegración de las partes duras de algunos organismos, como por ejemplo las algas verdes. El término <barro carbonatado' también suele ser empleado para referirse a este sedimento fino (el término barro, en castellano, no presenta las connotaciones granulométricas que tiene su equivalente inglés mucl, y es un término de uso frecuente). La micrita está ilustrada en las fotografías 84, 89, lll y 157. 3. La calcita esparíticao esparita se presentaen cristales de más de 5 ¡rm de diámetro. La mayor parte es de grano grueso, con cristales que fácilmente alcanzan dimensiones de I mm. Habitualmente es el componente principal del cemento de relleno de poros y, por tanto, puede haberse formado en la roca muy posteriormente al depósito original de los aloquímicos y la micrita. La esparita se ha ilustrado en las fotografías 73, 82, 124 y l3l. La clasificación de las rocas carbonatadasimplica la identificación previa de los aloquímicos que presenta y la estimación de las proporciones de micrita y esparita (v. pág.62).

Mineral
C a l c i t a( n o f'errosa)

Efecto del ataque

Color de tinción con rojo de alizarina S

Color de tinción con potásico Resultado final
Rosa a marrón rojizo

Considerable Rosa a marrón N i n g u n o (reducción rojizo de relieve)

Calcita f'errosa

ConsiderableRosaa marrón A z u l p á l i d o M a l v a a a z u l (reducción rojizo o lntenso, de relieve) s e g ú ne l
contenido en hiero

Dolornita (no Escaso (se f'errosa) mantiene el relieve) Dolomita ferrosa Escaso(se mantlene el relieve)

Ninguno

Ninguno

S i ncolorear

Ninguno

Azul muy pálido

Azul muy pálido (se ve verdoso o turquesa)

34

d

72,73,74

Rocas carbonatadas

Ooides

Los ooides u oolitos (este segundo término ha de evitarse si no se puede establecerla génesis de estas partículas), son granos esféricos o elipsoidales,con diámetro menor de 2 mm, que presentanláminas concéntricas regulares, desanolladas alrededor de un núcleo. Los ooides en rocas antiguas suelen presentar tanto las láminas concéntricas como una estructura radial. No siempre se puede dilucidar si Ia estructura radial coresponde a una estructura primaria o si se fbrmó durante la inversión de aragonito a calcita. 72 muestra ooides con estructurasradial y concéntrica bien desarolladas. Los núcleos son granos de carbonato micrítico. La muestra presenta cierta variedad de ooides, desde aquellos con un núcleo pequeño y un córtex -o envoltura oolíticagrueso, aquellos otros con un núcleo de gran tamaño y una envuelta oolítica laminar. Estos últimos son los denominados ooides superficiales. La matriz entre los ooides es una mezcla de barro carbonatado y cemento de esparita. 73 ilustra ooides con una estructura concétrica bastante mal preservada.La estructura puede haber sido destruida parcialmente por micritización (pág. 54). Las placas de aspecto moteado, con delgadas envolturas de micrita, son placas de equinodermos (un ejemplo se encuentra a mitad del margen derecho de la fotografía). El cemento, teñido levemente de rosa, es calcita esparítica no ferrosa. Los granos que aparecensin color y con bajo relieve son de cuarzo secundario (autigénico) que reemplaza a la calcita. 74 muestra ooides con envolturas relativamente delgadas, que se desarrollan sobre núcleos de cuarzo detrítico. Obsérvese cómo las láminas de micrita rellenan las irregularidadespresentes en las superficies de los granos de cuarzo y están ausentesen las aristas angulares.El cemento es de calcita no ferrosa esparítica,de color rosado por tinción.

72: lámina delgada teñida, Jurásico Superior, Cap Rhir, Marruecos: aumento: x31, LPNA. 73: Iámina delgada teñida, unidad oolítica de la bahía de Hunt, Carbonífero Inferior, Gales del Sur, Gran Bretaña: aumento: x13, LPNA. 74: Iámina delgada teñida, caliza del Carbonífero, LlangoIIen, Clwyd, Gales, Gran Bretaña: oumento: x27, LPNA. Otros ejemplos de ooides se encuentran en 125,127,137,

146.147 155. v

Rocas carbonatadas
g

75,76,77

Peloides intraclastos e

Una gran parte de los aloquímicos en las rocas carbonatadas son granos compuestos parcial o totalmente de micrita. pero no presentan láminas concéntricas en sus zonas externas. Se han empleado diversos términos para clasificar este tipo de granos, la mayor parte de los cu¿ilesdependen de la interpretación que se haga del origen de este tipo de grlnos. L o s g r a n o sc o m p u e s t o sd e m i c r i t a y q u e c a r e c e nd e n i n g ú n tipo de estructura interna reconocible son los denominados peI o i d e s . 7 5 m u e s t r a u n a c a l i z a e n l a c u a l l o s a l o q u í m i c o ss o n , fr¡ndamentalmente, peloides, con secciones de circulares a e l í p t i c a sy c o n u n d i á m e t r o p r o m e d i o d e 0 , I m r n . A e s t e t i p o de peloides se le atribuye, generalmente, un origen f'ecal (resy t o s f ' e c a l e s e o r g a n i s m o ss e d i m e n t í v o r o s ) s o n l o s d e n o m i d nados pellets. La fotografía muestra pcllefs con un diámetro próximo al límite inf'erior del rango de tamaños de los ltellets típicos. que pueden alcanzar diámetros mírximos de 0,-5mm. 76 muestra peloides de rnayor t¿imaño,rnás irregulares, algunos de los cuales presentan trazas de estructuras internas, aunque no se puede precisar su naturaleza. En la parte inferior de la fbtografía se aprecian algunas placas de equinodermos. con aspecto moteado y en la parte interrnedia del margen derecho de la fbtografía se observan algunos segmentos del alga dasicladáceaKonincko¡toru (v. ll3). Tanto los equinodermos c o m o l a s a l g a s m u e s t r a ni n d i c i o s d e r e e m p l a z a m i e n t o i c r í t i m c o e n s u s z o n a s m a r g i n a l e s( v . t t r i c r i t i : u t i t i n , p í g . 5 4 ) . E s p r o bable que los peloides se fbrmaran por un proceso de micritiz a c i ó n i n t e n s ad e b i o c l a s t o s , o c u a l j u s t i l ' i c a r í al a p r e s e n c i a e l d los relictos de estructura que presentan. Los itúrac'lctstosestán tbrm¿ldos por fiacciones de sedimento que, inicialmente depositadoen el fbndo de la cuenca sedimentaria y, parcialmentelitificado. fue posteriormenteremovilizado, fbnnando así nuevos granos sedimentarios. muestraun grano 77 de gran tamaño que podría ser descrito como un <bioclastorecubiefo>. Comprende un núcleo, que en este caso es un fragmento de la concha de un braquiópodo,rodeado por una envoltura de calcita microcristalina (micrita). Esta envuelta no presentalaminación. por lo cual este grano no es un oncoide (v. pág. 38); por otra parte. la envuelta recubre externamentela concha y el contacto entre ambos es neto. por lo cual debe excluirse que se haya formado por micritización (v. pá8. 54). Por tanto, es probable que se trate de un fragmento de sedimento removilizado localmente. La concha de braquiópodoestabaincluida en el sedimento, que fue erosionadoposteriormentey generó intraclastos. 75: Iámina delgada teñicla, Jurtisit'o Su¡terior, Cap Rihr, Marrttecos: aunlento: x 33, LPNA. 76: lámina delgada sh teftir, c¿tliz.ade Woo Dale, Carboní fero Inferior, Long Dale Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; alrmento: x21, LPNA. 77: lámina delgada teñida, culiz.a de Urswick, Carbonífero Inferior, Trovvbarrow, Cumbria, Ing,laferra, Gran Bretaña; auntento:x 15. LPNA. st O Í ros i l Lr rac ¡ones d e p el o i d es: E6, 123, 130, 134, 147, 158 r 162.

36

t

78, 79, 80

Rocas carbonatadas

Agregados granos de
y litoclastos

En 78 y 79 se muestran agre¡4utlostle gnuros. Estos están constituidos por agregados irregulares de un número reducido de partículasreconocibles,cementadaspor rnicrita o esparita de grano fino. En 78 se aprecia la nrorfblogía botrioidal típica de estos agregados.Las partículas componentes de estos agregados son ooides (p ej., el grano a la derecha del centro). peloides y algunos bioclastos. Estos agregados son similares a los denominadosen racimo (gra¡tesnnes) descritos en algunos medios sedimentariosactuales.en los cuales las partículas resultan cementadas el fondo en áreasde baja tasa de sedimentación. en El material opaco situado algo por encima del centro de la fbtografíaes bitumen (v. 160). 79 ilustra agregadosde granos de gran tamaño, con una morfología externa redondeada.no botrioidal. El material micrítico que une las partículas. a su vez. las envuelve completamente y es, volumétricamente, más importanteque el material cementantede los glanos mostrado en 78. Es improbable que la agregaci(rnhaya tenido lugar por cementaciónen el fondo de la cuenca y parece más adecuadopensar que estos agregados sean granos retrabajadosy, por tanto. deberían descritoscomo intraclastos.La matriz de Ia roca es ser micrítica,con algo de esparita y escasosbioclastos. Los litoclustos o extroclusÍos son fiagmentos erosionados de sedimento litificado que han sido transportadosy redepositados. E0 presentalitoclastos que están constituidos por ooides y bioclastoscementadospor una calcita no i'errosaesparítica.teñida en rosa muy pálido. Tanto las partículas como el cemento que los componenresultan truncadosen el margen. indicando que el sedimento retrabajadoya estaba litiflcado. El cemento de esparita equigranularque se sitúa dentro de los litoclastos es típico de la cementacióna partir de aguas meteóricas(pág. 55), luego estosfragmentos comespondena una caliza que no fue cementadani en el ambiente original de depósito de los componentes de los litoclastosni en el ambiente sedirnentarioen el cual se depositaron estosclastos.Son fragmentos de una caliza del Carbo nífero,retrabajadadurante el Jurásico. El cemento final es de calcitafenosa esparíticagruesa,de color lila debido a la tinción. 78: kimina delgada sin teñir, Culi:.u cle Bee Lovt', Carbonífero Inferior, Wütdt' Koll, Derbtshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x27, LPNA. 79: Iátnina delgada teñitlcr,Jorntoción Ounamane, Jur¿isico Medio, Ait Clrchrid, AIto Atlas occidetúal, Marnrecos; awnento: x 14, LPNA. 80: Irin'tina delgada teñida, ¡tieclra de Sutton, Jurásico Inferior, Ogmore-by-sea, Gales clel Sur, Grun Bretaña; alünento: x28, LPNA,

37

Rocas carbonatadas

81, 82, g3

y Pisoides onco¡des

La nomenclatura los granosde carbonato que tienendiáde metrossuperiores 2 mm y presentan capaextemacon láa una minasconcéntricas depende cierto modo de la interpretación en que se hagade su origen.Así, el términopisoideo pisolito hace referenciaa granosque, presumiblemente, han formado por se procesos inorgánicos, condiciones en subaéreas. otra parte, Por generalos oncoidesu oncolitosson probablemente biogénicos, que, dos por la acciónde algasverde-azuladas en su desarrollo y sobrela superficiede los granos,atrapan fijan partículas finas de sedimento. 8l es una fotografíade una secciónpulida de roca,en la que se observanoncoides.Obsérvese tamañode los granos,su el y crecimientoasimétrico, el carácter onduladode muchas las de láminas,todo ello caracteísticode los oncoides.Las áreasde color gris-azulado, como las de color marrón-anaranjado así son de calcitaesparítica. tonosmanonessedebena la presencia Los de óxidos de hierro que coloreanla calcita. granoscon laminación 82 y 83 muestran concéntrica cuyo origen es mucho más difícil de interpretar.En 82 se observan granosde unos2 mm de diámetro,cuyassuperficies externas no son tan suaves como las de la mayor partede los ooides,aunque la laminaciónconcéntrica muy regular.Los granosque seobes servanen la partesuperiorderecha la fotografíamuestran de enque otraspartícuvueltasexternas irregulares micrita; parece de para formar granoscompuestos las han crecido conjuntamente (p. ej., el grano visible en la parte inferior izquierda).Esta últique se presente los ooima característica muy improbable es en precipitamientrasel des, en los cualesla lámina de carbonato granoestáen suspensión el agua.Cabeinterpretar, tanto, por en que estosgranossononcoides. cemento esparítico. El Estafoes por Sorby tografíacorresponde una lámina delgadarealizada a en 1849e ilustra la elevada calidadde sus láminasdelgadas. 83 permite identificar granos,de hasta5 mm de diámetro, con una envolturaconcéntrica regular,bien definida. Estascay racterísticas típicasde la precipitación inorgánica por tanson to estosgranospodían ser pisoides.Los pisoidesse observan frecuentemente fracturados rotos y, de hecho,en la parte suo perior derechade la fotografía se pueden identificar algunos pisoidales. fragmentos rotos de envolturas 8l: supetficiepulida, formación Llanelly, CarboníferoInfex rior, BlaenOnneu,Galesdel Sur, Gran Bretaña;aumento: 1,8. 82: lámina delgada si feñir, caliza del Wenlock, Silúrico, Malvern Hills, Inglaterra,Gran Bretaña;aumento:x 13,LPNA. 83: lámina delgada teñida, Junisico Inferior, Grecia; aumento:xll, LPNA.

i

Rocas carbonatadas

Partículas

esqueletales (bioclastos)

Introducción Las partículas esqueletales bioclastos o son los restos, completos frago mentados, las partesdurasde organismossecretores carbonato. vade de La riedaden cuantoa mineralogía,estructuray morfología de las partículasesqueletales tal que se podríanescribirvarioslibros con esteúnico tema. es Cuando tratade identificar bioclasto, necesario se un poneratención es en las siguientes características: y 1. La morfología tamañogenerales la partícula. de 2. La estructurainterna de la pared de carbonoen la partícula.Algunas estructuras de identificación son más fácil en LPA (nicoles que cruzados) en LPNA. Es importante que originalmente distinguiraquellos bioclastos estapor ban compuestos calcitay que presentan tantoestructuras la pared por de bienpreservadas, aquellos por de otros,originalmente compuestos aragonito y cuya estructura sido modificada reemplazada ha o durantela alteración a calcita. En estasección hemosintentado mostrarla elevada diversidad estrucde presentes calizasantiguas, turasesqueletales en centrandola atenciónen gruposque sonparticularmente ejemplos algunos de frecuentes se encueno tran distribuidos un amplio rangoen la escala en estratigráfica. Descripcionese ilustraciones detalladas más sobreestetipo de elementos pueden se encontrar las obrasde Majewske(1969),Horowitzy Potter(1971),Bathurst en (1975) Scholle (1978). y

39

Rocas carbonatadas

84, 85, 86

Bioclastos
Moluscos

Los restos de bivalvos y gasterópodosson componentes comunes de las calizas. La mayor parte de sus conchas estuvieron compuestaspor aragonito, de modo que, aunque estabanconfiguradas según diversas estructuras,éstas no son observablesen las calizas antiguas. La mayor parte de los moluscos originalmente aragoníticos se presentanen forma de ntokles, es decir, una vez que el aragonito se disuelve durante la diagénesis,deja una cavidad móldica que posteriormente resulta rellena total o parcialmente por cemento esparítico. No obstante, existen importantesgrupos de moluscos, especialmenteentre los bivalvos, cuya concha estaba constituida originalmente por calcita y que presentanestructurasde la concha bien preservadas. 84 muestra una caliza con abundantesmoldes de moluscos. En este caso, las cavidades móldicas han sido ocupadas por un reducido número de cristales de calcita. Se pueden identificar algunos gasterópodos,tanto en sección longitudinal (parte inferior derecha),como transversal(parte inf'erior izquierda). Las estructuras alargadas con morfblogías rectas o ligeramente incurvadas son fragmentos de bivalvos. Una observación detallada permite apreciar que las valvas alargadas en la parte superior izquierda presentan una estructura en dos capas, una más gruesa constituida por macroesparita y otra más delgada con una estructura diferente. Esta última podría haber sido orig i n a l m e n t ec a l c í t i c a , i n d i c a n d o q u e , p o s i b l e m e n t e e l o r g a n i s , mo tenía una concha mixta de aragonito y calcita. La matriz de l a r o c a e s t á c o n s t i t u i d ap o r m i c r i t a . E n 8 5 s e a p r e c i aq u e e s t a c a l i z a e s t á c o n s t i t u i d ac a s i c o m pletamente por iiagmentos redondeados de bilvalvos, preservados en forma de moldes. La morfología de los fragmentos se puede identificar por la presencia de delgados bordes micríticos en las zonas externas de las conchas. Se trata de envueLtas micrítictts, formadas por la acción de algas endolíticas que producen la micritización (v pág 54) de los carbonatos esqueletales. El cemento que ocupa las cavidades móldicas de los bivalvos y los espacios entre ellas es una esparita de grano fino, inicialmente de calcita no ferrosa, teñida en rosa, pero que evoluciona hacia calcita ferrosa en el interior de los espacios inter e intraparticulares, tal y como lo indica Ia coloración azulada que adquiere. 8ó ilustra una sesción a través de un gasterópodode concha gruesa de gran tamaño, de nuevo preservado en forma de molde. El borde externo de la concha queda bien definido por una delgada película de calcita que, vista con este aumento, presenta menos de 0,5 mm de espesor, pero el borde intenor solamente se aprecia con claridad en aquellos casos en los que el sedimento ha rellenado total o parcialmente la cavidad interna. El sedimento de alrededor de las conchas contiene abundantes peloides de pequeño tamaño.

84: ltimina clelgada teñida, c'aliza de Eyam, Carbonífero Inferior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaferra, Gran Bret a ñ a : d u m e n t o : x 1 3 ,L P N A . 85: lámina delgada teñido, Jurásico Superior, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 14, LPNA. 86: réplica en ucetato teñida, caliza de Martin, Carbonífero Ird'erior, Míllom, Cumbri¿t, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x7. LPNA.

40

L

87, 88, 89

Rocas carbonatadas

Bioclastos
Mofuscos (continuación)

Las fotografíasde estapáginapresentan bivalvos que fueron totalo parcialmente calcíticos su origen. en Los ostreidos uno de los gruposmás importantes bison de valvos calcíticos.E7 muestrados grandesfragmentosde ostreidosteñidosde rosa,cadauno de ellos con estructurainterna laminar.Los fragmentos ostreidospuedenser difíciles de de distinguir de los restos de braquiópodos,si bien las conchas gruesascon estructuralaminar irregular son bastantecaracterísticas los ostreidos. de Obsérvese tambiénque el extremoizquierdo del fragmento superior se presentaincurvado hacia aniba y tiene algunas hendiduras entre las láminasde su estructura.El restode la roca estáconstituidopor fragmentosde por bioclastoscementados calcita ferrosaque se observateñida de azul. Las zonasblancasen la fotografía corresponden a huecosen la lámina delgada. La conchade algunosbivalvos contieneuna capa gruesa perpendicularmente formadapor prismasde calcita elongados a la superficiede la concha.La fotografía 88 muestraun fragmentode un bivalvo mesozoicomuy frecuente, Inoceramus(a la derechade la fotografía).La conchase presenta seccionada de modo más o menosparalelo a su longitud, por lo cual los prismasindividuales observan seccióntransversal. se Los en prismáticos cristales individuales desprenden se fácilmente de las conchas, ahí que, en esteejemplo,la mayor parte del sede dimento esté constituidapor estos cristales,identificablesen diversassecciones. 89 presenta ejemplosde conchasmuy delgadas bivalvos, de conocidas como filamentos.Se trata de las valvas individuales de algunosbivalvos planctónicosy son frecuentesen las calizas pelágicas mesozoicas.El sedimento micrítico entre las conchascontiene pequeñaszonas circulares de esparitaque, probablemente, moldes calcíticosde microfósiles silíceos, son en estecaso,radiolarios(pág.82).

87: Iámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurásico Medio, Leckhampton Hill, Gloucestershire, Inglaterra, Grdn Bretaña; aumento: x 8, LPNA. 88: himina delgada teñida, Cretácico Superior, Strathaird, Slqe, Escocia, Gran Bretaña: aumento: x 14, LPNA. 89: Iámina delgada teñida, Triásico, Grecia; aumento: X 16, LPNA, Otras ilustraciones de moluscos se presentan en 105,12,4,

135, 136,1.43, 15óy 159. 153,
41

Rocas carbonatadas

90,91,92
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Bioclastos
Braquiópodos

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Los braquiópodos articulados constituyentes son importanpaleozoicas mesozoicas. y tes de las calizas su Originalmente, conchaera calcíticay, por tanto,susestructuras suelen se encontrarbien preservadas. Típicamente, braquiópodos los tienen gruesa, unaconchaestructurada doscapas: en unacapainterna que longitudinalmente formanun de fibrasde calcitaalineadas y bajo ángulocon la paredde la concha, unacapaexterna fina que de calcitaprismática, puedepreservarse no. o 90 muestraun fragmentode braquiópodo, cual se obdel por servanpartede las dos valvas,rodeadas una envuelta mifibrosa es claramente visible, crítica (v. pá9. 54). La estructura como tambiénlo son unosdelgados túbulosperpendiculares a por las paredes la concha, de rellenos el cemento calcitafede rrosa,teñidoen azul. Estostúbulosson los denominados ci¿gos o endopunctaey caracteÍizana algunos grupos de bra(los denominados quiópodos perintraperforados). muestra La mite apreciar buenejemplode cemento calcitaferrosa un de de granogrueso, que se presenta teñidoen azul. 9l muestrados fragmentos gran tamañode braquiópodos de seudoperforados. paredde la conchapresenta La unasintemrpde fibrosa,en estecasono por túcionesperiódicas la estructura taleolas).El bulos sino por varillas de calcita (las denominadas que fragmento seobserva la parteizquierda en muestra talee esta las seccionadas longitudinalmente. Obsérvese naturaleza la onduladade las fibrasadyacentes las taleolas. fragmento a El situado a la derecha muestra una sección transversal las taleolas. de que conserva 92 ilustra un fragmentode braquiópodo su capaprismáticaexterna.La estructura fibrosa de la capainterna se aprecia también con claridad. La morfología del fragmento permitesuponerque se tratabade una conchacon costillas. Por otra parte,se trataríade un braquiópodo imperforado, puestoque carecetanto de ciegoscomo de taleolas.La combinación de estascaracterísticas, un braquiópododel Jurásico en a Superior,indica que estefragmentoconesponde un rinconélido. La matriz calcíticade grano fino contiene,además, abundantecuarzo,incoloro, de tamañode grano arenafinalimo.

90: lámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurásico Medio, Leckhampton HiLl, Gloucestershire,IngLaterra, Gran Bretaña; aumento:x 32, LPNA. 9l: lámina delgada teñida, caliza de Monsal Dale, Carbonífero Inferior, Cressbrook Dale, Derbyshire,Inglaterra, Gran x Bretaña;aumento: 16, LPNA. 92: lámina delgada teñida,Jurásico Superior,Jebel Amsitten, Marruecos: aumento:x40, LPNA. 42

93,94,95

Rocas carbonatadas

Bioclastos
Braquiópod (conti uación) n os

En la fotografía 93 se muestran varios braquiópodos imperforados, en los que se aprecian, completas, tanto la valva peduncular, de mayor tamaño, como la valva braquial, menor. El fragmento, aproximadamente elíptico en la zona central inferior, muestra una sección transversala las fibras de la pared de la concha y presenta el típico aspecto reticulado. La concha de algunos espiriféridos y pentaméridos presenta una capa interna compuesta pol prismas paralelos de calcita, perpendicularesa la longitud de la concha. En este caso, las capas externas fiblosa y prismática se presentan fuertemente reducidas en espesor. En 94 se pueden apreciar dos grandes fragmentos de conchas con una gruesa capa prismática interna, uno de ellos en posición horizontal algo por debajo del centro de la fotografía y otro casi vertical a la izquierda de ésta. La roca contiene también fragmentos de braquiópodos con la estructura fibrosa normal, en una matriz de esparita de grano fino (microesparita),probablemente de origen neomórfico (v. página 60), que contiene cristales grisáceos de dolomita de reemplazamiento. Algunos braquiópodos seudoperforadosposeen espinas huecas. 95 muestra seccionestransversalesde varias de estasespinas. Tienen una estructura similar a la de las valvas, con una capa fibrosa interna y una capa plismática externa que, ocasionalmente, se conserva. La sección de espina que se observa en la parte superior izquierda de la fotografía muestra parte de la capa externa prismática preservada.Obsérveseque la forma de la espina condiciona que la capa fibrosa adopte una estructura concéntrica. Una sección longitu<Jinalde una espina de braquiópodo se observa en la esquina superior izquierda de la fbtografía 94.

93: réplica en acetato teñida, caliza de Et'ary Carbonífero Inferbr, cantera de Rickk¡w, Derby-shire, Inglaterra, Gran Breteña: aumento: x 20. LPNA. 94: réplica en acetato teñida, caliu de Eyam, Corte Headstone, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: X27, LPNA. 95: Iámina delgada teñida, cctliza de Eyam, Carbonífero InJbrior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 28, LPNA. Otros braquiópodos y espinas de braquiópodos se pueden identificar en 77, 103, 106, 120, 123 _v183.

43

Rocas carbonatadas

96.97,98

Bioclastos
Equinodermos

particularmente Las partesdurasde los equinodermos, los y equínidos los crinoideos, representan destacada una contribucióna la fracciónaloquímica las calizasmarinas. de Son fáya que,si bien cilesde identificar, que se fragmentan placas en puedenpresentar variedadmorfológica, una elevada son monocristales calcita con extinciónuniforme.Habitualmente de presentan aspecto un moteado sucio,debidoal relleno,por o materialdiverso, los finos porosque atraviesan placas. de las 96 y 97 muestran una calizade crinoides, la cual éstos en representan 75 Vodel sedimento. el el moObsérvese aspecto teadode las placas, mayorpartede las cualesmuestran la coy, loresuniformes interferencia por tanto,son monocristalide nas; el osículo con seccióncircular en la parte superiorizquierdade la fotografía por estácompuesto dos cristales, uno con color de interferenciaverdosoy otro con color de interfe(LPA). La esparenciarojo, en la imagenen nicolescruzados rita de tono claro que se apreciaalrededor algunosde los de fragmentosde crinoideses un cemento.La fotografíaen LPA (97), permiteobservar que el color de interferencia estecede mentoes el mismoque el que presenta fragmento crinoiel de que dicho cemento de adyacente. lo tanto,es probable Por se encuentre continuidad en óptica con el crinoide.Este tipo de cementos frecuentes las rocassedimentarias crinoison en con des y son los denominados bordesde cementosintaxial (págipor estácompuesto sedimento na 57). El restode la muestra (visibles,p. micrítico y fragmentos briozoosfenestélidos de inferior derecha). ej., en la esquina Las espinas radiolas los equínidos muy frecuentes, o de son y sobretodo en las calizasmesozoicas cenozoicas. muestra 98 transversal completa una espina(parteinferior de una sección derechade la fotografía),junto con un fragmentoroto más pequeño.Las espinas los equinoideos circulares elíptide son o y casen sección transversal presentan granvariedad esuna de tructuras radiales; igual que otrosfragmentos equinoderal de por mos,tambiénestánconstituidas monocristales.

96 y 97: lámina delgada teñida, caliza de Eyam, Carboni fero Inferior, cantera Once-a-week, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 13;96, LPNA: 97, LPA. 98: lámina delgada teñida, Cuatemario de Cap Rhir, Marruecos; aumento: x31, LPNA. Otros ejemplos de fragmentos de equinodermos se muestran en 73,76,78, 132, 133, 139, 148, 154, 178, 183 y 184.

44

99, 100

Rocas carbonatadas

Bioclastos
Corales

por Los coralesson fácilmente identificables su morfología general. corales y Los tabulados rugosos paleozoico del tenían estructura calcíticay, por tanto, sus microestructuras conse servan.Las paredesson habitualmentefibrosas y, cuando se observanfragmentosque carecende la morfología completa del coral,pueden difícilesde identificar. ser y 99 muestrauna seccióntransversal parte de dos secclones longitudinales del coral rugoso colonial Lithostrotion. Obsérparedexterna los tabiques la sección y vesela gruesa en transversal, como la columnillay las delgadas así tábulas la secen ciónlongitudinal. Algunaspartes coralhan resultado del silicificadasy se aprecianen color marrón-anaranjado. material El querellenalas porosidades estaroca es un cemento en esparítico,junto con algo de sedimento micríticoretenidoentrelos coralitos. 100 muestra longitudinal un coral tabulado. una sección de Se identifican las paredesque separaban los coralitos, así a pero no se identificaningunaotra comotábulas muy delgadas, estructura. relleno de las cavidadeses de cementoesparítiEl co, inicialmente calcitano ferrosa(teñidaen rosa)y, finalde mente, calcitaferrosa(teñidaen azul). y Los corales escleractínicos mesozoicos cenozoicos tienen por que, por tanto,no se unaestructura compuesta aragonito suele conservar adecuadamente las calizas. en Algunosejemplosde coralesescleractínicos presentan 126, t44 y 145. se en

99: l¿Ímina delgada teñida, caliza de Monsal Dale, Carbonífero Inferior, Coombs Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 16. LPNA. 100: Iámina delgada teñida, caliza Devónica de Torquay, Brixham, Devon, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 16, LPNA.

Rocas carbonatadas

101.102.103

Bioclastos
Briozoos

Los restosde briozoosestáncasi siemprepresentes las en calizasmarinasy son particularmente frecuentes los comen plejos arrecifalespaleozoicos. mayor parte de los briozoos La tienenuna estructura rígida formadapor calcitay se preserva la estructura laminada la pared. de Entre los briozoosmás característicos encuentran fese los nestélidos, coloniales, con un exoesqueleto muy ramificado, del cual se pueden identificar algunos fragmentos 101.Desen taca la gruesaparedlaminarde calcita,que rodealas cavidades vitales(zoecias), rellenas cemento. mayor partede de La que se observanson secciones los fragmentos transversales, pero el fragmento mayor tamañohaciala parteinferior izde quierdade la fotografía una sección es longitudinal. 102 presenta sección una transversal una coloniacolumde nar de briozoos,mostrandola morfología redondeada <tadel llo> y de las zoecias su interior.Algunasde ellashan sido de por rellenas sedimento pero fino (partederecha la sección), de la mayor parte presentan rellenode calcitaferrosa, un teñido en azul. En 103, las dos estructuras redondeadas. laminación con y concéntrica teñidas rojo-pardo en son espinas braquiópode por do (v. 95), que,a su vez,seencuentran recubiertas un briozoo incrustante. Obsérvese gruesaparedcalcíticadel brioIa zoo y los porosde diferentestamaños su estructura, en rellenos por un cemento calcitano ferrosa, de teñidaen rosa.En el lateral izquierdode la fbtografíase puedenidentificarvanos fragmentos briozoos de fenestélidos.

101: l¿ímina delgada teñitla, caliza de Eyam, Carbonífero Inferior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 16. LPNA. 102: lámina delgada teñida, Formación Ounamane, Jurósico Medio, AIto Atlas Occidental, Marruecos; aumento: x 27, LPNA. 10i: lámína delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill, cante ra de El I is cale s, Dalton- in- F urne ss, C umb ria, I ng late r ra, Gran Bretaña; aumento: x 20, LPNA. Otros briozoos se pueden obser¡ar en 961 97,132, 133 y

178.
46

104.105.106

Rocas carbonatadas

Bioclastos
Artrópodos

Ostrácodos
Estasfotografíasmuestranejemplos de microfósiles de artrópodos, concretamente ostrácodos, de bioclastosmuy frecuentes sobretodo en rocasdepositadas condiciones en saloLos breso hipersalinas. ostrácodos tienendos valvasmuy delgadas, prismática fina o granular. con una microestructura 104 muestraun grupo de conchas con las dos completas, valvas,algunasrellenaspor cementode esparita,otras por sedimentomicríticoy algunas con ambos. algunas las secEn de cionesse aprecia solapamiento las valvas,característica un de habitual muchosostrácodos. de En 105 se observanvalvas de ostrácodos desarticuladas junto con bioclastos mor(conchas curvasmuy delgadas), de fologíarecta,de mayorlongitud,que son fragmentos un bide valvo calcíticode aguadulce. 104: Límina delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill, ro ra s, Carbonífe Inferior, cante de Elliscale Dalton-in-Fume ss, Cumbria,Inglaterra, Gran Bretaña; aumento:x40, LPNA. 105: lámina delgada sin teñir, Carbonífero superior, Cobridge Brickworks, Hanley, Staffordshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento:x 16, LPNA. Otros ejemplosde ostrúcodosen 117, I19 y 136.

Trilobites
Las partesduras de los trilobitesteníanuna composición quitinosa, parcialmente y, originalmente calcificada frecuente(de granular modo muy mente, preserva microestructura se una por minerales: f'recuente, encuentran se reemplazados diversos cloritas, sulfuros por oxidación éstos, o, de óxidose hidróxidos metálicos). pequeños Los cristales calcitatienenuna oriende tación similar entre sí, pero no idéntica,de modo que, mediante el microscopio, origena una extinciónincompleta da cuando se gira la muestra LPA. en 106 muestra una sección transversal un trilobite(centro) de y partede una valva de un braquiópodo(abajo).Destacala forma en ganchoque se observaen el extremoizquierdodel fragpor una incurvación margen mentode trilobite,producida del del exoesqueleto estosartrópodos. margensuperiordel de El fragmentode trilobite está remarcadoen parte de su longitud por una venilla de calcitaferrosa,teñidaen azul. Obsérvese que el caparazónse presentateñido en color malva, luego se trata de calcita levementeferrosa.Esta composicióncontrasta con la del fragmentode braquiópodo,formado por calcita no ferrosa.En algunasrocas se piensaque los bioclastosque originalmente contenían calcitacon alto contenidoen magnesio (HMC) son reemplazados por calcita ferrosa, mientras que aquellosformadospor calcita con bajo contenidoen magnesio (LMC) no son reemplazados. 106: kimina delgada teñida, caliza del Wenlock,Silúrico, Inglaterra, Gftm Bretaña; aumento:x 21, LPNA.

47

Rocas carbonatadas

107.108.109

Bioclastos
Foraminíferos

Los foraminíferos son muy frecuentes en las rocas carbonatadas marinas. La mayor parte son calcíticos, pero con una gran variedad de fbrmas y estructurasde la pared. Presentamos a continuación una selección de algunos ejemplos que ilustran la gran variedad morfológica y estructural que presentan los foraminíferos. Los foraminíferos de mayor tamaño y, tal vez, los más conocidos, son los nummulítidos del Terciario lnferior, de los cuales se muestra un ejemplo en 107. Las paredes son gruesas y presentan una estructura fibrosa radial, con las fibras dispuestas perpendicularmente a la pared principal. La matriz es, fundamentalmente, sedimento micrítico, además del escasocemento de calcita f'errosa.teñido en azul. En 108 se ilustran foraminíferos discociclínidos, caracterizados por el gran número de pequeñascámaras. La matriz está constituida por micrita, junto con un gran número de fragmentos de bioclastos. 109 ilustra una caliza de fbraminíferos, en la cual los bioclastos son caparazonesformados por carbonato de grano muy fino (este tipo de caparazón se denomina porcelanáceo,dado su aspecto externo), micrítico, de miliólidos. El cemento es de esparita de grano tlno, si bien se pueden observar algunos poros sin cementar (p. ej., en la parte central de la fotografía). Se identifican algunos moldes de bivalvos, parcialmente rellenos de cemento esparítico y delimitados por finas envueltas micríticas; ejemplos de estos moldes son los granos curvos elongados que se observan en la parte derecha de la fotografía.

107: lámina delgada teñida, Eoceno, San Salvador, MaLlorca, España; aumento; x 15, LPNA. 108: lámina delgada teñida, Eoceno, Grecia; aumento: x 16. LPNA. 109: lámina delgada teñida, Mioceno superior, Cala Pi, Mallorca, España; ciumento: x 27, LPNA.

ll0,111

Rocas carbonatadas

I
l;

Bioclastos
Foraminíferosbontinuación)

En ll0 se observan diversas especies foraminíferos de de caparazón micrítico (endotirácidos). que Obsérvese las diversas secciones muestran diferentes ordenaciones aparentes de lascámaras. Granpartede la roca estáconstituida bioclaspor tosfragmentados una matrizde calcitano ferrosa, en teñidade rosa. Los caparazones los foraminíferos de representan imuna portanteaportacióna los sedimentos pelágicos.En 111 se muestran numerosos pelágicos, foraminíferos incluidosen una matrizmicríticacasiopaca. Las morfologías carenadas made yor tamañoson globorrotálidos, que las de menortamientras mañoson globigerínidos cámaras con redondeadas.

Il0: Iámina delgada teñida, caliza de Woo Dale, Carboní fero Inferíor, Dam Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 19. LPNA. lll: Idmina delgada teñida, Cretácico Superior, zona de Pindos, Grecia central; aumento: x 35, LPNA. Otros foraminferos se pueden observar en 116,120 y 157.

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Rocas carbonatadas

tt2, ll3, tt4

Bioclastos
Algas

Se denominan algas calcáreas esqueletalesaquellas en las cuales todo o parte de su estructura resulta endurecido por calcificación. Su contribución a los sedimentos carbonatadosa lo largo de todo el Fanerozoico es muy destacada y pueden presentarse con gran variedad de formas. Las álgas verdes son uno de los grupos más importantes,del cual presentamostres ejemplos en las fotografías de esta página, uno de cada uno de los grupos más importates: Codiáceas, Dasicladáceas y Carofíceas. Una información más detallada sobre las algas calcáreasse pued e e n c o n t r a re n J o h n s o n( 1 9 6 1 ) , W r a y ( 1 9 ' 7 7 )y F l ü g e l ( 1 9 8 2 ) . En l12 se pueden identificar varios segmentosde una de las formas más comunes de alga codiácea, Halimeda, género que aún pervive en la actualidad. Las especiesvivas presentanfilamentos orgánicos envueltos por aragonito. El ejemplo que en este caso se muestra proviene de un sedimento cuaternario, escasamenteconsolidado, que hubo de ser impregnado con resina de poliéster previamente a la realización de la réplica en acetato. Las áreas de color gris verdoso entre los fragmentos de algas y en las posiciones ocupadas originalmente por los filamentos corresponden a la resina de impregnación. En esta muestra, los fragmentos de Halimeda son todavía aragoníticos, aunque no se llega a identificar la estructura de la pared, dado el escaso aumento. Habitualmente, los fragmentos de Halimeda se encuentran mal preservados, dada Ia destrucción de la microestructura que se produce durante el reemplazamiento del aragonito por calcita. En l13 se muestran dos tipos de algas. El fragmento de mayor tamaño, con estructura en panal y paredes de calcita de grano fino, corregpondea Koninckopora, un alga dasicladácea muy frecuente en el Carbonífero. Por debajo del fragmento de Konirrckopora, se pueden identificar varios fragmentos algales de diferente tipo que, a este nivel de observación (pocos aumentos), presentan paredes sin ninguna estructura aparente, ofreciendo el aspecto de fragmentos de equinodermos. En realidad, tienen una pared con estructura fibrosa muy fina y no son monocristalinas. Pueden presentarmorfologías ramificadas y un ejemplo de ramificación con forma de Y puede observarse en la zona inferior derecha de la fotografía. Este tipo de algas pertenecea un grupo problemático, al que se interpreta habitualmente como representantes ancestralesde las algas coralinas, pero que, en otras ocasiones, son clasificadas dentro de los foraminíferos o de los estromatopóridos. El tercer grupo de algas verdes son las carofitas, si bien se trata de un grupo que, en algunos casos, se clasifica aparte. Se trata de plantas de agua dulce, que aparecen en las rocas del Mesozoico y Cenozoico y de las cuales, generalmente,sólo se preserva el órgano reproductor (oogonio) que estaba calcificado. Los oogonios presentan morfologías ovoidales, con ornamentos externos muy variados. En la fotografía 114, se muestran tres oogonios en sección transversal. 112: réplica en acetato teñida, Cuaternario, Mombasa, Kenia: aurnento: x 13. LPNA. 113: Iámina delgada teñida, Chee Tor Rock, Carbonífero Inferior, cantera de Tunstead, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 17. LPNA. 114: lámina delgada teñida, formación lggui el Behar, Jurásico Superior, Alto Atlas Occidental, Marruecos; aumento: X 56, LPNA.

50 EI

ll5. 116.ll7

Rocas carbonatadas

Bioclastos
Algas (continuación)

Un gran númerode especies algasposeen tallo cende un tral, encostrado carbonato calcio,a travésdel cual los por de filamentos salenal exterior.l15 muestra numerosas secciones, tantolongitudinales como transversales, estetipo de algas, de en una matriz micrítica,teñidaen color pardo.Las secciones transversales subcirculares elípticas las partes y son o centrales por seencuentran rellenas micrita.En la parteexterna la pade red se puedenidentificarlos orificios ocupados originalmente por los filamentos, por ahoraocupados micrita.No se hanconservado detallesde la estructura la pared,luego ésta era, de probablemente, aragonítica. secciones Las longitudinales permitenapreciar, la partecentraldel tallo, moldes-mal preen servados-, de los filamentos algales. Las algasrojas(rodoficeas)son algas esqueletales calcáreas muy importantes. Un grupo de ellas,las algascoralinas, representan destacada una contribución los sedimentos. inclusoa los arrecifes. a e durante el Cenozoico. l16 muestra fragmento un alga coraliun de na,con el aspecto reticulado característico, definidopor delgadas paredes pequeñas micríticasque individualizan celdillas máso menosrectangulares. espacios por Los ocupados esparita en el esqueleto estetipo de algas,denominados de conceptáculos, también son característicos. la izquierda algacoA del ralinase identificaun fragmento un foraminífero de nummulíparedfibrosorradiada. tido, con su gruesa Las algasverde-azuladas fbrmanfilamentos y alargados esy trechos, sóloalgunas especies preservan se calcificadas. Glrvanella,ilustrada l17, es muy frecuente se encuentra y en en un intervaloestratigráfico muy amplio. Está constituidapor haces túbulosmuy estrechos, aproximadamentemm de de de I diámetro, vistosa esteaumento, paredmicrícon una delgada tica. En esta fotografíase puedenobservaren secciónlongitu(p. y dinal(p. ej., en la partesuperior) transversal ej., en la parte inferiorderecha). restode la roca estáconstituida alEl por (p. gunosbioclastos ej., se identificaun ostrácodo la zona en y inferioriziluierda) una mezclade matriz micríticay cemento esparítico, parcialmente calcita esteúltimo, constituido por no ferrosa,teñida en rosa y, por otra parte, por calcita ferrosa por con coloración azulada tinción. 115: lámina delgadateñida,CretácicoSuperior, Túnez;aumento:x 19, LPNA. 116: Iámina delgada teñida, Eoceno, Grecia: aumento: x 23. LPNA. I17: lámina delgada teñida, Caliza de Chatburn, CarboníJeroInferior, Chatburn,Lancashire,Inglaterra, Gran Bretaña; aumento:x 37, LPNA. Otros ejemplosde algas se muesÍranen 76, 128,130 y 150.

51

Rocas carbonatadas

118.119.120

Bioclastos
Calcisferasy tubos de gusanos

Tubos de gusanos
Aunqueraravezaparecen modoabundante, tuboscallos de (generados principalmente gusanos por cáreos gusanos de anéliy dos),son muy frecuentes las calizasmarinassomeras de en una en aguadulce.ll8 muestra calizabioclástica la cualel fragmento mayor estáconstituidopor numerosos tubosde gusanos, por rellenos micrita,vistosen sección la mayoría transversal. La faunaasociada incluye briozoos(en el centrodel margensuperior de la fotografía),moldesde moluscos(partesuperiorderecha), un fragmentode equinodermo(partesuperiorderecha)y (abajo).El cementoes de calcitaferrosa,coloreabraquiópodos secciones da en azul por tinción.En l19 se pueden observar de los tubos de Spirorbis,que presentan convolucionadesarrollos dos. Los tubosestánrellenospor cementode calcitaesparítica; por el restode Ia rocaestáconstituido micritay escasos ostrásecciones las finas valvasde estos de orcodos(se identifican ganismos, ej., en el íngulo superior p. izquierdo). 118: lámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurúsico Medio, LeckhamptonHill, Gloucestershire,Inglaterra, x Gran Bretaña:aumento: 13, LPNA. 119: lámha delgada sin teñir, caliza de Ardwick, Carboní.fero Superior,Manchester,Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 17. LPNA. Otros ejem¡tlosde tttbos de gusanosse presentanen 214 y 215.

Calcisferas
y Las calcisf'eras cuerposcalcíticos, son esféricos huecos, habitualmente paredmicrítica.Sonespecialmente con frecuenSuperiory son interpretadas tes en las calizasdel Paleozoico calcificadas, las algasdaside como las partesreproductivas, -los obEn numerosas calcisferas cladáceas. 120 se observan jetos circulares con paredteñidaen manón rojizo intensojunto con foraminíferos endotirácidos paredmicríticay una de estructurafoliaconchade braquiópodo,con su característica el da, que atraviesa campode imagen.

120: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbonífero Inferior, Long Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran BreÍaño. aumento: x 21. LPNA

52

¡T

t2l,122

Rocas carbonatadas

Algas no esqueletales
Estromatolitos

Los estromatolitosson rocas laminadasque se interpretan (estetipo de rocascontinúa como tapicesalgalesfosilizados generándose día, permitiendola interpretación hoy fiable de su origen). por Estostapices algales estánconstituidos algasfilamentosas verde-azuladas. láminasen los estromatolitos Las están definidaspor alternancias barro carbonatado sedimeny de to más granular,frecuentemente peletizado;el espesor estas de láminases, como mucho,de unos pocos milímetrosy habitualmente identificanmás fácilmente muestra mano se en de que en láminadelgada. Tambiénes frecuente presencia la de laminaciónfenestral(pág. 68) asociada con los estromatolitos. 121 es una fotografía de una secciónpulida de un estromaque tolito. Obsérvese el bandeado irregular y, en parte,está es por destacado las diferenciasde color. La inegularidad de las láminas sirvede criterioparadiferenciar sedimentos los lamipor nadosgenerados tapicesde algas,de aquellosformados por procesos físicos.Las láminasde los estromatolitos pueden planasu onduladaso bien puedengenerar definir estructuras formascolumnares en domo. Las laminaciones o algalesconcéntricasalrededorde un núcleo generanlos granos denomi(páe.38). nados oncoides En la fotografía 122 se muestra aspecto láminadelgael en que se ha ilustradoen 121. La lamida de la mismamuestra naciónestádefinidapor una alternancia delgadas de capasde quecontienen mezclade micritay esmicritay otrascapas una parita.En algunaszonas,la micrita presenta peuna estructura loidal poco definida,que es característica los estromatolitos. de Las capasen las que se apreciauna distribuciónirregular de la micritaposiblemente fueronnivelesen los que la micrita enque, al morir, dejaronun molvolvíaa los filamentos algales de,posteriormente relleno por cementoesparítico.

121y 122: CarboníferoInfe¡ior, Carriére de la ValléeHeureuse, Boulonnais,Francia; 12I muestrade mano, aumento: x 1,8; 122, Lóminadelgada teñida, aumento:x 12, LPNA.

53

Rocas carbonatadas

123,124,125

Algasno esqueletales
Micritización

E n l o s a l ¡ b r e n t e s s e d i n r e n t ¿ r r i o sl a r i n o s s o n r e r o s ,a l g u n a s n algas verdcazulatlas no esqueletalespuedcn perlbrar el nrate( r i a l e s c ¡ u e l c t a lp . e j . , c o n c h a st l t ' m o l r ¡ s c o s ) .E s t r s s o r rl l s d e nonrinadasulgus crulolíticu.r.Las pertirraciones.de unos l0 pnr d e d i i u n e t r o . u n ¿ rv e z c ¡ u ee l a l g a m u c r c . s o n r c l l e n a sp u r r u i p c r i t a . S i e l p r o c e s oc o n t i n ú a .e l b o r d e d e l g r a n o a f ' e c t a d o u e r p d e q u e < J ac o m p l e t a m e n t e c e m p l a z a d o o r r n i c r i t a .E l p r o c e s o r se conoce con el nombre de tnicriti:ucitfir y el borde del grirno. una vez reenrplazado.se denornina enyuellu tnicrítictt. 1 2 3 m u c s t r a c n v u c l t a s r n i c r í t i c a sd e s a r r o l l a c l as o b r e c o n c h a s d e b r a q u i r i p o d o s( c o n e s t l u c t u r ¿ si n t e r n a s l a n r i n a r e s )y (placas con rspecto moteado). Es l}agnrcntos cle ecluinoclermos l c a r a c t c r í s t i c aa i r r e g u l a r i d a dd c l o s c o n t a c t o sc n t r e l a e n v u e l t a m i c r í t i c a y e l f } a g n r e n t o s q u c l e t a ls i n t r a n s l i r r n r a rE s t c a s c . pecto permitc dil'erenciarl¿rs envueltas rnicríticasgencradaspor n r i c r i t i z a c i t i n l g a l d c l a s p c l í c u l a s e c e m o n t on r i c r í t i c oq u c e n a d (v. vt¡elvcn el c.rterior dc algunos li'agmcntos csclucletales 77). La actuaci<inrepetida de los procesos de micritizaciírn puedc producir, como resultaclo, granos sin ningún tipo dc cstructura reconocible. que cleber/rnser denominldt)s. por tanto. pekrides ( 7 6 ) . L o s l r a g m e n t o s e a l g a se s q u e l e t a l es o n m u y s u s c e p t i b l e s d s a este tipo de micritizaciírn completa: es probable que lclsgranos rnicríticosclue se observanen 123. con rnolfirlogíasirregularesy trazasde estn-rctura interna, fueran firrrnadospor dicho proceso. 1 2 4 p e r m i t e a p r e c i a rl a i r r p o r t a n c i ad e l a s c n v u e l t a sn r i c r i ticas como prescrvadores de los fragmentos clc moluscos dur a n t e l a d i a g é n c s i s . l c o n c h a a r i r g o n í t i c a r i , s i n a ld e l n r o l u s L o c o I ' u c c o r n p l e t a m e n t c i s u e l t a y e l r n o l t l e ,d e f i n i c l op o l ' u n a d d e l g a d ae ¡ r v u e l t a i c r í t i c a . l ' i n a l m e n t c u e r e l l c n o p o r c e n r e n t o m f tle calcitaesparítica. unque la mayor partedc la esparitl tieA n e u n ¿ lc o n l p o s i c i ó nt l e c a l c i t a f e r r o s a ,e v i d e n c i a d ap o r s u t i n c i ó n e n a z u l , e x i s t e n a l g u n l s z o n a s .d e e s c a s oe s p e s o r . e c a l d cita no f'errosa teñicla en rosa. Este ¿lspectosc aprecia claranrente en el tiagmento dc concha. algo por deba.io y r ll izquierda del centro de la fbtografía. Además de los bioclastr)s.otros aloquínricos pueclenresultar m i c r i t i z a d o s . n 1 2 5 s e i d e n t i f i c a nv a r i o s g r a n o sc o n c l i f e l e n t e s E grados de conservaci(rndc las texturas raclialesy concéntricas . p r o p i a sd e l o s o o i d e s ( v . p r ' r g3 5 ) . E s p o s i b l eq u e l a p é r d i d ad c p p l a t e x t u r ao r i g i n a l s e h a y a p r o c l u c i d o a r c i a l m e n t e o r m i c r i t i zación. pero también puede dehersea la inversión de un ooidc originalmente aragonítico a calcita (neomorfisnro. phg. 60). 123: ltitninu delgudu sitt teltir, culi:u ¿le Wr¡o Dule, Curbottífero IrtJcrior, Peuk Ft¡rest, [)erbysltirc, Irtgluferru, Grurt Bretuño: unlenÍl: x25. LPNA. 121: Iúntinu tlelgutla ¡elti¿lu, uttitkttl oolítit'u inJerior, .lurtí.sito Medio, Lctkluntpttsn Hill, Glouce.stersltire.IrtgluÍerru, Grcut BreIuñct; {tLunento:x 12, LPNA. 125: Iámina delgutla teltida, t'uli:.u de Llurtdrfcut. Carl:¡t¡ttí.fbro lnferior, Block Mountains, Gules tlel Sur, Grun Bretctñu: Iunrctúo: x1-1. LPNA.

54

126,127

Rocas carbonatadas

Cementos carbonato de

La morfología y la mineralogía de los cristales que componen el cemento que ocupa los poros en una roca carbonatadapueden aportar información acerca del ambiente de cementación. Los cementos precipitados a partir del agua marina retenida en los poros, cerca de la interfase agua-sedimento, pueden estar compuestospor aragonito o calcita con alto contenido en magnesio (HMC), pero en cualquier caso están constituidos por cristales de pequeño tamaño con una relación longitud/anchura grande. Estos cristales se presentanalineadosen posición perpendicular a la superficie sobre la que ha nucleado el cemento. Si dicha superticie es curva, como sucede en muchos carbonatosmarinos, el cemento presentará una típica estructurafárrr sorrudiadct. 126 muestra una sección transversaldel esqueleto de un coral (de color anaranjado-marrónpor tinción; la estructura no se aprecia con claridad), en la cual la primera generación de cemento está compuesta por ara¿4onitoacicular con textura fibrosorradiada. Obsérvese la variabilidad en longitud de los diferentes cristales que genera una superficie externa muy inegular (hacia el interior del poro) para esta generación de cemento. Este tipo de cemento muy difícilmente se conserva en las rocas carbonatadasantiguas, dada su composición aragonítica. Si se ve afectado por procesos de neomorfismo (v. pág. 60), la estructura fibrosorradiada general se conservará, pero se perderá gran parte de la estructura fina. En la muestra que en este caso se ilustra se observa una segundageneraciónde cemento de esparita calcítica de grano fino (teñida en rosa), que ocupa los poros dejados por el anterior cemento. Este tipo de textura es típica de la cementación a partir de aguas meteóricas. 127 muestra una caliza en la que se pueden identificar, también, dos generacionesde cemento. La primera se identifica como un reborde de cristales con igual espesor alrededor de todos los granos (unos 2 mm de espesoren Ia fotografía) y constituye el denominado cemento isopaco. Este cemento presenta una estructura fibrosorradiada, si bien la relación longitud/anchura de los cristales no es tan elevada como en el ejemplo mostrado en 126. Este hecho puede deberse bien a que estaba compuesto originalmente por aragonito y parte de los detalles de la estructura se han perdido durante la inversión a calcita, o bien a que se tratara de un cemento marino de HMC, formado por cristales prismáticos alargados y no aciculares. El cemento que finalmente ocupa los poros es una esparita equigranular, teñida en azul y, por lo tanto, con composición de calcita f'errosa. Este último cemento es caracteístico de la precipitación a partir de aguas meteóricas o de aguas connatas, en condiciones relativamente profundas en el subsuelo, ya que la incorporación de hierro divalente en la red de la calcita, es decir, la formación de una calcita ferrosa se produce en condiciones reductoras, que se alcanzan más fácilmente en las zonas profundas que en los niveles próximos a la superhcie. Si las aguas que ocupan los poros fueran oxidantes, el hierro divalente presente sería oxidado rápidamente a hierro trivalente y precipitado en forma de hidróxido de hierro. Otros cementos de calcita ferrosa de grano grueso se ilustran en 80,87,90 y l?4. 126: réplica en acetato teñida, Cuaternarío, Mombasa, Kenia; aumento: x70, LPNA. 127: réplica en acetato teñida, formación Ounamane, Jurásico Medio, Alto Atlas Occidental, Marruecos: aumento: x 122, LPNA.

55

Rocas carbonatadas

128.129.130

Cementos carbonato de
(continuación)

cii t,tl .{'1.-4*'.; t:\.;;d

('

La cementaciónpuede comenzar tempranamente zona en vadosa(por encima del nivel freático o zona de saturación), donde los porosen el sedimento se encuentran no completapor agua.El aguay por tanto los cementos menteocupados resultantespor precipitacióna partir de ésta ocupanlas posiciones alrededorde los granosen forma de meniscos. En 12E se ilustra una roca sedimentaria formada mayoritariamentepor segmentos alga codiácea del Halimeda(v. 112). La roca es muy porosay aunquese ha impregnado previamenque se observa te (el materialde color gris pardusco entrelos granoses la resinade impregnación), realización la réla de plica en acetatoes difícil, de ahí que se observennumerosas burbujasde aire. Los fragmentosalgaleshan sido cementados por pequeños volúmenesde calcita esparítica(teñida en rosa), en las zonasde contacto entrelos granos. Estadistribución es característica la cementación partir de aguasmeteóricas de a en la zona vadosa. destacable efectode la cementación Es el en que produce redondeamiento los espacios menisco el de intergranulares, situaciónque se apreciaclaramente los granos en situadosa la izquierdadel centro de la fotografía. que Otro proceso puedeproducirse la zonavadosa la foren es mación de cementosespeleotémicos microestalactíticos. o En estecaso,las gotículas aguay, por lo tanto,los cementos de resultantes ubicanmayoritariamente las superficies se en inferiores de los granos.129 muestrauna roca sedimentaria la cual la en primerageneración cemento de aparece solamente las superfien cies inferioresde algunosgranos.En la fotografía, estecemento películas, espesor superior se aprecia forma de delgadas en no de a I mm y color marrón muy pálido. Los cementos vadososse puedengenerar partir de aguasintersticiales a marinas las zoen y nasintermareal supramareal, como a partir de las aguas así meteóricas; esteúltimo caso,el cemento en formadopresentará una estructura fibrosorradiada. el ejemplomostrado estecaso, En en el cemento vadoso de granodemasiado paraidentificarsu es fino estructura estosaumentos. a Los poros son ocupados finalmente por una generación cemento de esparítico granogrueso. de Los cementos, especialmente aquellos formados ambientes en marinos,tambiénpuedenser micríticos.En las calizasantiguas. en las cualesla porosidad esüícompletamente ocluida,es difícil micíticos que han nucleado distinguirlos cementos sobrelas superficiesde los granosy crecidohaciafuerapararellenartotal o junto parcialmente poros,del sedimento los micútico depositado que con los granos.130 muestrauna roca sedimentaria contiene fragmentos algasy peloides de micíticos, incluidosdentrode una (incolora).La miy mezclade micrita (marrón-verdoso) esparita crita envuelvea algunosgranose inclusoforma <<puentes> entre granosadyacentes puedetratarse, lo tanto,de un cemento. y por No obstante, tambiénes posibleque el sedimento micrítico,depositadojuntocon los granos, y fuera litificado parcialmente que la texturade estaroca seadebidaa la acciónposterior un flude jo a travésdel sedimento, que eliminó la micrita no litificada. 128: réplica en acetatoteñida, Cuaternario,Mombasa,Kenia: aumento:x9. LPNA. 129: lámina delgadasin teñir, caliza de Woo Dale, Carbonífero Inferior, Long Dale, Derbyshire,Inglaterra, Gran Bretaña: aumento:x22. LPNA. 130: lámina delgadasin teñir, Coal Measures,Carbonífero Supe rior, M etallic Tileries, Cheste rton, Staffordshire,Inglaterra, Gran Bretaña: aumento:x20, LPNA.

56

131,132,133

Rocas carbonatadas

Cementos carbonato de
(continuación)

Los cementos precipitados dentro de la zona freática meteórica (por debajo del nivel freático) presentanuna textura característica,definida por cristales que aumentan el tamaño desde las zonas periféricas de los poros hacia su interior. Este tipo de textura es la denominada en ntosaico drúsico y es el resultado de la competencia durante el crecimiento entre los cristaIes nucleados,conforme la cementación avanza hacia el centro de los poros. La textura resultante está definida por cristales más o menos equidimensionales,denominada en ocasionesesparita equidimensional o en bloques. En 131 se ilustra un ejemplo de un mosaico drúsico en el cual los cristales de cementación muestran un zonado composicional, evidenciadopor la tinción, que pone de manifiesto las variaciones en el contenido en hieno de la calcita, posiblemente relacionadas con cambios en la composición de las aguas freáticas circulantes. Tal como se explicó en la página 55, los cementosde calcita fe¡Tosa se generan en condiciones reductoras. El zonado indica la posición de las caras cristalinas durante el crecimiento y permite apreciar que los cristales, inicialmente idiomorfos, crecieron hasta ocupar completamente los poros, resultando finalmente en cristales alotriomorfos. Los límites entre cristales generados de este modo reciben el nombre de bordes cristalinos de compromiso. En aquellos casosen los que los granos componentes de una roca carbonatadaestán constituidos por unos pocos cristales de gran tamaño es bastantefrecuente poder observar cementos esparíticos en continuidad óptica con los granos sobre los cuales han nucleado. Éstos son los denominados recrecimientos smtaxiales o cementos circungranulares sintaxiales, según sea su distribución, y son fácilmente observablescuando se han desanollado sobre fragmentos de equinodermos. 132 y 133 muestran una roca sedimentaria en la cual el cemento está constituido completamente por recrecimientos sintaxiales sobre placas de crinoideos, que pueden ser identificados por su aspecto moteado, en tanto que el cemento presenta un aspecto limpio. El carácter sintaxial del cemento se aprecia en LPNA por la continuidad de los planos de exfoliación entre el bioclasto y el cemento. En LPA se identifica la uniformidad de los colores de interferencia y de la posición de extinción entre los bioclastos y los cementos de recrecimiento. Los fragmentos de briozoos fenestrélidos son, también. abundantesen la muestra. I3I: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbonífero Inferior, Wolfscote Dale, Staffordshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x22. LPNA. 132 y 133: Iámina delgada teñida, caliza de Eyam, Carbonífero Inferior, cantera de Once-a-week, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x27: 132, LPNA: 133, LPA.

57

Rocas carbonatadas

136 134,135,

Compactación

Además de la cementación, el principal proceso que conduce a la reducción de la porosidad en los sedimentos es la compactación. Las etapasmás tempranasde la compactación en sedimentos sin cementar comprenden procesos como el reajuste de los granos con estructuras laxas para generar fábricas más empaquetadas, la rotura de las conchas delicadas, el aplastamiento de los granos menos competentesy la expulsión de parte del agua de imbibición del barro carbonatado. 134 muestra una caliza peloidal en la cual bien la capa más externa de los peloides bien una película de cemento de generación muy temprana se han desprendido de los granos, a modo de escamas, durante la compactación. No obstante, los granos micríticos se han comportado rígidamente ya que, en caso contrario, se habrían deformado durante la compactación. La compactación fue seguida por la precipitación de un cemento esparítico de grano grueso que <cicatriza>>las fracturas generadasal desprenderselas capas externas de los granos. En 135 se muestra una sección transversal de un gasterópodo, conservado en forma de molde. La pared interna del organismo está marcada por una delgada envuelta micrítica y una fina capa de cemento temprano (visible, p. ej., en la zona de la concha de la parte superior de la fotografía). La pared de la concha se fracturó y algunos de los fragmentos se reorientaron durante la compactación. Tanto la envuelta micrítica como el cemento temprano se presentan fracturados y las fracturas se encuentran, a su vez, ocupadas por un cemento esparítico de grano grueso. Por tanto cabe interpretar que, tras el depósito, este gasterópodo fue micritizado y cementado por una primera generación de carbonato de grano fino. La concha aragoníticase disolvió posteriormente, produciéndose la fracturación del molde, antes que la roca fuera cementada en su totalidad. En la muestra se puede observar, además, una vena que discurre desde el extremo superior izquierdo hasta el inferior derecho de la fotografía, así como cristales de dolomita de reemplazamiento, con co. loración manón, repartidos por todo el campo de imagen. 136 ilustra una roca sedimentaria bioclástica fuertemente compactada, compuesta por ostrácodos con las dos valvas unidas, también valvas desarticuladas de estos organismos y fragmentos muy delgados y alargados de bivalvos. La mayor parte de los fragmentos se presentan alineados paralelamente a la estratificación, si bien algunos estánplegadosy fracturados(v. p. ej., en la esquina superior izquierda de la fotografía). Los ostrácodos con las dos valvas completas han soportado una presión considerable; no obstante, la mayor parte de ellos se encuentran fracturados.

134: réplica en acetato teñida, uniclad oolítica de Red Hill, Carbonífero Inferior, Cumbria, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x3l, LPNA. 135: ldmina delgacla sin teñir, caliza de Woo DaLe, Carbonífero Inferior, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 14, LPNA. 136: lómina delgada sin teñir, Coal Measures, CarboníJ'ero Infe rio r, Cobridge Brickworks, Hanley, Staffo rdshi re, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 19, LPNA.

58

137.138. 139

Rocas carbonatadas

por Disolución presión y deformación

La disolucirin por presión es el proceso por el cual un sedim e n t o d a d o q u e s e e n c u e n t r as o m e t i d oa u n a p r e s i ó n( é s t ap u e d e s e r s i m p l e r r e n t e l a c a r g a l i t o s t ¿ ' r t i c as u f r e u n a d i s o l u c i ó n ), selectiva de sus cornponentes. En las rocas carbonatadas. el material que sc disuelve con mayor facilidad es el carbonati¡ de c a l c i o y l o s m i n e r a l e s m e n o s s o l u b l e s .c o m o e l c u a r z o o l o s minerales arcillosos. quedan concentrados en las zonas donde se ha producido la disolución del carbonato. E n 1 3 7 s e i l u s t r au n e j e m p l o d e d i s o l u c i ó np o r p r e s i ó ne n l o s contactos entte granos. Durante las etapas que preceden a la cementación de los poros en una roca sedimentaria. el esfuerzo se concentra en los puntos de contacto entre los granos y parte de uno o de los dos granos en contacto en cada caso pueden resultar parcialmente disueltos. En el ejernplo. los granos af'ectados son ooides. El cemento que finalmente ocupa los poros es una espalita ligerarlente f'errosa,teñida en color rnalva. Las pequeñas zonas esparíticas con sección en fbrma de rclmb o s o n s e u d o m o r f b sc a l c í t i c o sd e c r i s t a l e sd e d o l o m i t a o r i g i n a d o sp o r d e d o l o m i t i z a c i ó n( v . p á g . 7 z l ) . 138 muestra una caliza que ha sido af'ectadaintensamente por procesos de disolución por presi<in,hasta tal exfremo que la mayor parte de los bordes de grano originales han desaparecido y la roca se encuentra al'ecladapor gran cantidad de delg a d a sl á m i n a s o s c u r a s ,f o r m a d a s p o r l o s m i n e r a l e si n s o l u b l e s . Muchas de estas láminas muestran el aspecto en dientes de sierra característicode los estilolitos. Este tipo de disolución penetrativa por presión se denomina disolución en contacto suturado. 139 muestra una caliza que ha sutiido cierta detbnnación. Se pueden reconocer todavía las placas de equinodernro, con el típico aspecto moteado, así como los recrecimientos sintilxiales sobre ellas. La mayor parte de los cristales de calcita están maclados y algunos de los planos de macla se presentan a su vez alabeados, caracteresque pueden ser debidos a la defbrmación.

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137: Iámina del¡4ada teñida, Jur¿ísíco Superior, Cap Rhir, Marruecos; aumentq: x 52, LPNA. 138: réplica en ucetafo teñida, cctli:a de Woo Dale, Carbonífero Inferior, Long Dale, Derbysltire, Inglaterra, Grtut Bretaña; awnento: x3l LPNA. 139: lámina delgada teñida, caliz.a de Torquat, Devrjttico, Hope's Nose, Devon, Inglaterra, Grun Bretañct; aumento: x 3l, LPNA.

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59

Rocas carbonatadas

140.t4t.142

Neomorfismo
Microesparita,seudoesparita

El término neomofismo hace referencia a las transformacrones que se producen a partir de un mineral y generan o bien el mismo mineral o bien otro de la misma composición general(en cualquier caso, con modificaciones de las características morfológicas o estructurales). Durante la diagénesis, aragonitocomel ponente de las calizas puede transformarse en calcita, sin desanollo de una porosidad significativa. Habitualmente,esta transformación conlleva un aumento en el tamaño de grano (neomorfismo agradante).Muy frecuentemente,la micrita componente de las calizas puede resultar transformada en calcita de grano más grueso. Los términos microesparita y seudoesparita se emplean para describir los mosaicos de origen neomórfico con tamaño medio de grano de 4-10 gm y > l0 ¡rm, respectivamente. No siempre es posible distinguir entre las texturas de neomorfismo y los cementos esparíticos de grano fino, o los sedimentos cuyas partículas originalmente tenían un tamaño de grano de limo. En general, la esparita de neomorfismo presenta bordes cristalinos irregulares y una distribución de tamaños de grano aleatoria, caracteres que frecuentemente aparecen asociados con la presenciade relictos de micrita y con granos esqueletales que pueden aparecer <flotantes> en un mosaico esparítico. 140 ilustra una caliza en la cual la matriz está compuesta por seudoesparitade grano fino. Ésta se presenta con un aspecto anubarrado, que contrasta con el aspecto limpio del mosaico esparítico de grano grueso que reemplaza la pared y rellena la cavidad interna del molusco que se identifica en la parte derecha de la fotografía. Su tamaño de grano varía inegularmente y, por tanto, es probable que su origen sea neomórfico, a partir de un sedimento originalmente micrítico. l4l muestra una caliza de grano muy fino (téngaseen cuenta el aumento empleado) compuesta en su práctica totalidad por granos de carbonato de calcio con tamaño de microesparita. No parecen existir relictos micríticos y esta textura podría ser, por tanto, primaria y resultaría del depósito de barro carbonatado compuesto por partículas de tamaño limo, en lugar de tratarse de una microesparita generada por neomorfismo de una micrita. En 142 se muestra una caliza con algunos romboedros de dolomita (con coloración oscura) en una <matriz>> seudoesde parita con parches de microesparita y micrita. Destaca la distribución irregular en el mosaico, tanto del tamaño como de la morfología de los cristales. Este aspectoes característicode las texturas de neomorfismo. 140: lámina delgada teñida, caliza del Carbonífero, Llangollen, Gales del Norte, Gran Bretaña; aumenfo: x43, LPNA. 141: réplica en acetato teñida, Lías azul, Jurásico Inferior, Lavemock Point, Gales del Sur, Gran Bretetña; aumento: x72, LPNA. 142: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x43, LPNA. Otra textura originada por neomotfismo se muestra en 161.

60

r43.tu. t4s

Rocas carbonatadas

Neomorfismo
Bioclastos

La mayor parte de los bioclastosaragoníticosse conservan en formade moldescalcíticos, ningúnrestode la mlcroessin tructura originalde la pared(v. pág.40). Sin embargo, ocasionalmente, bioclastos los aragoníticos resultan invertidos cala cita in situ, siendoésta otra forma de neomorfismo. En 143 se aprecian fragmentos conchas bivalvosque de de por han sufridoneomorfismo. Las conchas estáncompuestas un mosaicode cristalesde calcita ferrosa esparítica,pero se que aprecian líneasde inclusiones atraviesan bordesde los los y cristales que reflejan la estructuralaminar orginal de la conparcha.Algunos de los cristalespresentan tambiénun aspecto duscodebidoa su contenido inclusiones. sedimento en El entre las conchases de grano fino y contieneabundante cuarzo lno teñido). 144 y 145 muestran secciones transversales un coral code y lonial escleractínico, originalmente aragonítico actualmente transformado calcita.En 144 se muestra coral,tal y como a el se ve a pocos aumentos.Las paredesy tabiques del coral y por sonricos en inclusiones estáncompuestos calcitano fenosacuyaestructura detalleno se aprecia en con claridad. Los porosestánocupados por un cementoesparíticolibre de inclusiones, levemente teñido en color malva, y por tanto de calcita ligeramente ferrosa.En 145 semuestra estacolonia a mayor aumento,en una secciónque ha sido pulida a un espesorligeramentemenordel usual.Las paredes coral estánconstituidas del por un mosaicoirregularde cristales, tamaños morfologías y de variadas,que no representanla microestructuraoriginal ni tampocose trata de un mosaicodrúsico, sino que más bien se hanformadopor neomorfismo.Es remarcable hechode que el algunos los bordes de cristalinos continuos son entrela esparita de relleno de poros y los tabiquesdel coral y, por tanto, algunosde los cristalesdebenser en parte neomórficosy en parte de cementación.

143: ldmina delgada teñida, Facies Weald, Cretácico Inferior, Sur de Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x2l, LPNA. 144 y 145: Iáminas delgadas teñidas, formación lggui el Behar, Junisico Superior, Immouzer des lda-ou-Tanane, Alto Atlas Occidental, Marruecos; aumentos: 144, x 12; 145, x43, LPNA.

61

Rocas carbonatadas

Clasificacién de las rocas carbonatadas
Dos de las clasificaciones más ampliamente empleadas son las de Folk (1959,1962) y Dunham (1962), que se han resumido en las tablas 3 y 4, y en la figura E. Tabla 3. Clttsificación de lcts rocas carbonatadas según Dunham (1962). Lus denominaciones que se emplean para las rocas se han indicado en letras mayúsculas. (N. del T. En la actualidad, la clasificación más empleada para este tipo de rocas, incluye varias modificttciones a la propuesta por Dunham y puede ser consultadct en MacKenzie & A ¿ l a m s ,1 9 9 7 , p á g . 2 0 1 . )

Componentes originalesno unidos orgánicamente duranteel depósito (micrita) Contienelodo carbonatado Soportadopor la matriz micrítica <10Va e d aloquímicos MUDSTONE
>lOVode aloquímicos

Componentes unidos orgánicamente durante el depósito

Sin micrita Granosoportado

WACKESTONE

PACKSTONE GRAINSTONE

BOUNDSTONE

> l0 Vo de aloquímicos

< lO 9o de aloquímicos
d

Proporciones volumétricas de aloquímicos

Calcitaesparítica > micrita

Micrita > calcita esparítica

l-10 Vo de aloquímicos Intraclastos MICRITA CON INTRACLASTOS Ooides MICRITA CON OOIDES

<17ode aloquímicos

Tabla 4. Cktsdicación de las rocas carbonatadas basada en el método de Folk (1959, 1962). Los nombres que se emplean para las rocas se han indicado en letras mayúsculas.

E
a 6

>25 a/ode intraclastos

INTRAESPARITA INTRAMICRITA

o 'o

ñ

E
o

>25 Vo de ooides

OOESPARITA

OOMICRITA

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Bioclastos MICRITA FOSILÍFERA

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de 3: a l : 3 BIOPELESPARIT/ BIOPELMICRITA < l:3 PELESPARITA PELMICRITA

o

Peloides MICRITA

E U

F O

F F J

Más de 2/3 de matrizmicrítica

Más de 2/3 de cementoesparítico

I Fig. E. I 959).

trlatrizmicrítica

N

Cementode calcitaesparítica

Rango de texturas que se presentan en las rocas carbonatadas, ilustradas usando los términos de Ia clasificación de Folk (modificado de Folk,

146,147
Rocas carbonatadas

Clasificación de las rocas carbonatadas
(continuación)

En 146 se ha ilustrado un grainstone. Se trata de una roca de textura granosostenida,con cemento esparítico. Los granos que constituyen el sedimento presentan un escaso empaquetamiento, sugiriendo que la cementación se produjo antes que se pudiera desarrollar una compactación significativa. Los componentesaloquímicos son ooides (algunos de ellos son ooides superficiales,v. pág. 35) y bioclastos. Se trata, por tanto, de una ooesparittt según la clasificación de Folk y, dado que los aloquímicos se presentanredondeados,se puede clasilicar esta roca como una rxtesparita redondeada, según el término del espectro textural de Folk. La roca ilustrada en 147 es un packstone compuesto por granos de dos tamaños predominantes,que en este caso son peloides. Los peloides de mayor tamaño presentan localmente trazas de una estructura oolítica y podrían ser ooides micritizados (pág. 54). Los peloides de menor tamaño son probablemente pelletsfecales. La roca contiene además cierta proporción de cemento esparítico de calcita f'errosa y también, una importante proporción de matriz micrítica. En cualquier caso, la textura es granososteniday por tanto es un packstone. Según la clasificación de Folk, se trataría de una ooesparit u e scu.sumnt e I a vadu. c

146: l¿ímina delgada sin teñir, Jurásico, It¡caliclad desconocida, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x23, LPNA. 147: réplica en acetato teñida, unidad oolítica Inferior, Jurásico Medio, Cooper's Hill, Gloucestershire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumenlo: x 13, LPNA. Otros grainsfones se ilustran (clasificación segLin Folk entre paréntesis) en 73 (ooesparita),74 (ooesparita),75 (pelesparita bien seleccionada), 77 (intraesparita no seleccionada), 87 (bioesparita no seleccionada) y I24 (bioesparita no seleccionada). otros packstones se muestrdn en 72 (ooespurifa escasctmente lavada), 79 ( intramic rita empaquetada), 96 ( bioe sparita escasamente lavada) y ll5 (biomicrita empaquetada).

63

Rocas carbonatadas

r48, 149,150

icación Clasif de las rocas carbonatadas
(continuación)

La roca ilustrada en 148 es un wackestone. Los granos son bioclastos. principalmente placas de equinodermos junto con p a l g u n o s b r i o z o o s ( i d e n t i f i c a b l e s , . e j . , e n l a p a r t e i n f ' e r i o ri z quierda de la fbtografía). Estos granos se encuentran sostenld o s p o r l a m a t r i z m i c r í t i c a , e n l a c u a l s e i d e n t i f i c a ne s t o s a u mentos, otras pequeñas partículas aloquímicas de composición carbonatada. En 149 se ilustra un mudstone, roca con textura soport¿lda por la matriz y con menos del l0 o/ade componentes aloquímicos. En este caso, los aloquímicos son microfósiles -fbraminíf-erosy rnoldes calcíticos de radiolarios-. La roca se encuentr¿latravesadapor delgadas venillas de calcita f'errosa,teñ i d a e n a z u l m u y p á l i d o . S e g ú n l a c l a s i f i c a c i ó nd e F o l k , e s t a muestra es una.tnic ritu .fbsi l (e ra. Un boundstone es Llna roca carbonatadaen la cual el sedimento ha sido fijado y unido por la acción de organisrnos vivos, como sucede, por ejemplo, en muchos arrecit'es.Las texturas de este tipo de rocas se aprecian mejor en muestra de mano que mediante el microscopio. 150 muestra el aspecto en , l á m i n a d e l g a d ad e u n a c a l i z a a r r e c i f ' a le n l a c u a l s e i d e n t i f i c a n restos y crecimientos de organismos de identificación problernática (probablemente, algas o tbraminíf'eros)que, con un desarrollo incrustante, se fijaron mutuamente a la vez que incorde poraban sedimento de grano fino a la estructur¿l Ia roca.

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64

,:J;r;fu.

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148: réplico en acetoto teñida, caliza de Wenlock, Silúrico, Shropshire, Inglaterra, Gron Bretaña; aLtmento: x l l, LPNA. 149: lámha delgada teñida, Cretácico Sttperior, zona tle Pinclos, Grecia: alunenÍo: x13, LPNA. 150: Iámina delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill, Ca rb onífe ro Infe r i o r, cutte ra de Ell i scale s, D alt on- in' F ume ss, Cunbria, Inglaterra, Gron Brefaña; aLlmento: x 12, LPNA. Otros wctckestonesse ilustran (clasificación según Folk enrre pttréntesis) en 105 (biomicrita) y 156 (biomicritct).

Rocas carbonatadas

Porosidad de las rocas carbonatadas Cualquierdescripciónde una roca carbonatada debeincluir una estimaciónde la cantidady tipo de la porosidaden el sedimentooriginal. La porosidadpuedeser primaria ---+s decir, presente en el sedimento ya estaba original- o secundaria, desarolladacomo resultado la diagénesis. de Una clasificación de los tipos de porosidadse muestraen la figura F. La termique en estecasose nología aplicable los tipos de porosidad a presenta aplicabletambiéna las arenitas. es

Deoendiente la fábrica de la roca de

InterpartÍcula

ffiWWWEffiW
IntrapartÍcula Intercr¡stalina
Móld¡ca

Fenestral

En zonas protegidas

En eslructuras de crecimiento o Intefgranutar

No deoendiente la fábrica de la roca de

Defractura

WETil
CanalesDeDendiente de la fábricade la roca o no Brechoide Perforaciones

Cavidades.

Cavernas'

*Eltérminocaverna se aplica a los poros de grandes dimensiones (del tamaño de una persona o mayor), lengan morlologÍa de canales o de cavidades.

ffiGHM
Galerías

De desecac¡ón

y Fig,F. Tiposbósicosde porosidad en los sedimentos. poros se han sombreadoen negro (segúnChoquette Pray, 1970) Los

65

Rocas carbonatadas

l5l, 152,153

Porosidad las rocas de
carbonatadas
(continuación)

151 y 152 muestran una roca oolítica/peloidal en la cual gran parte del espacio sedimentario entre los granos aparece sin rellenar por sedimento o cemento. Esta roca presenta,por tanto, lo que se denomina porosidad primaria intergranular. Cuando se produce el depósito, un sedimento de este tipo puede presentar una porosidad hasta del 50 o/c.Esta porosidad inicial ha sido reducida por compactación y por la cementación de algunos de los poros. Se pueden identificar dos tipos de cementos: un cemento de esparita de grano fino que forma envueltas alrededor de la mayor parte de los granos (a estos aumentos se aprecia como una película de aproximadamente 0,5 mm de grosor que se distingue mejor en LPA) y, por otra parte, un cemento de recrecimiento sintaxial sobre placas de equinodermos (visible en el extremo inf'erior izquierdo de la fbtografía). Aunque este último cemento se presentc en zonas muy concretas, volumétricamente es más importante que el primero. Un tipo de porosidad secudaria muy fiecuente es la porosidad nuilclit'u, generada habitualmente por la disolución de los bioclastos aragoníticos. En 153 se muestra una roca carbonatada que presenta porosidad intergranular primaria y porosidad secundariamóldica. Los moldes de los bioclastos han sido preservados por las envueltas micríticas que presentaban,aunque en algún caso, como por ejemplo en el bioclasto identificable en la parte inferior de la fotografía, dichas envueltas micríticas se colapsaron parcialmente durante la compactación. Los colores de interferencia gris-azulados que se observan en los poros intergranularesy en los moldes de conchas en 152 y 153 se deben a que el adhesivo de la preparación ha sido tensionado, presentandopor tanto una ligera anisotropía.

151 y 152: kímina delgada teñida, piedra Portland, Jurásico Superíor, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aLtmento: x27, 151. LPNA: 152. LPA. 153: lámina delgada teñidu, piedra Portland, Jurásico Superior, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aLonento: x ll, LPA.

66

154.155.15ó

Rocas carbonatadas

Porosidad las rocas de carbonatadas
(continuación)

La fbtografía 154 muestra una caliza constituida principalmente por fragmentos de equinodermos, óementadospor esparita de calcita no ferrosa, teñida en rosa. También se identifican algunos granos cuyo núcleo está fbrmado por un fragmento de equinodermo, rodeado por una zona de cemento de calcita t'errosa,teñida en azul. Este cemento se puede interpretar como un relleno tardío del poro dejado por la disolución de las envueltas aragoníticas<¡ueoriginalmente rodeaban los fiagmentos de equinodermos. Dichas envueltas probablemente tenían carácter oolítico y, tras su disolución, la roca habría presentadouna porosidad oomóldica. La porosidad puede ser, también, debida a la actividad de los organismos, capacesde generar perforaciones y galerías en el sedirnento.155 muestra una sección de una perforación generadapor un organismo en una roca oolítica. Obsérvese que algunos de los granos en contacto con la perforación se encuentranseccionados,indicando que el sedimento ya estaba litificado cuando se produjo la actividad del organismo y, por tanto, esta estructura es una perfbración y no una galería. Esta perforación se encuentra rellena por cemento de calcita f'errosa,parte del cual se ha desprendido al hacer Ia lámina delgada. La porosidad en zonas protegidas es aquella que se produce debajode fragmentos de conchas que se conservan con la concavidadhacia abajo. 156 muestra una roca compuesta por fragmentosde bivalvos en una matriz de barro carbonatado.Aquellos fragmentos de conchas que se han conservado con la concavidad hacia abajo, entre los cuales destaca el fragmento de mayor tamaño que atraviesa completamente el campo de imagen,presentandebajo de ellas zonas de cemento esparítico que precipitó como relleno de Ia cavidad protegida generada a favor de la superficie cóncava. El sedimento no pudo penetrar en dicha cavidad debido al ef'ecto <paraguasode la concha.

154: répLica en acetúto teñida, grupo oolítico, Carbonífero Inferior, Daren Cilau, Llangattock, Cules del Sur, Gran Bretaña: awnento: x 15. LPNA. 155: Ltímina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurásico Medio, Cooper's Hill, Gloucestershire, Inglaterra, Gron Bretaña;aumento: x 16, LPNA. 156: lámina delgada teñida, Carbottfero Inferior, Arbigland, Dumfries, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x 16, LPNA,

67

Rocas carbonatadas

157,158

Porosidad las rocas de carbonatadas
(continuación)

que Los porosen un sedimento roca carbonatada tienen o dimensiones mayoresque las de los espaciosgranosoportados son denominados fenestra).Habitualfenesfrae(en singular, por sedimento menteresultan ocupados internoo cemento, o y por unacombinación ambos. tamaño la formade las/ede El nestraepuedenser muy variados,segúncuál haya sido su mecanismode formación. En 157 se ilustra una micrita confen¿slra¿rellenasde esparita. La mayor parte de ellas presentan morfologíasirregulapor atrapamiento fluidos res y probablemente generaron se de en el sedimentodurantela desecación, aunquelafenestra alargada en la parte central de la fotografía podría habersido una galería.Este tipo defenestrae son las denominadas algunas en estructurasen ojo de pájaro. La roca contienetamocasiones foraminíferos paredmicrítica(porcelanáceos). de bién algunos quedaían incluidasdentrode la clasifiLas micritasfenestrales caciónde Folk, dentrodel grupo de las dismicritas(v. tabla4). En 158 se ilusrranfenestra¿ en un grainstonepeloidal de granoñno. En estecaso,lasfenestrae tienden teneruna mora paralelamente la estratificación. Este tipo de fología alargada a estructura sueleserdenominada laminación fenesfraly su origen puedeestarrelacionado la descomposición la macon de (pág.53). teriaorgánica asociada los estromatolitos con algales

157: Iámina delgada teñida, Jurásico Inferior, Alto Atlas Central, Marruecos; aumento: x 14, LPNA. 158: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbonífero Inferior, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x7, LPNA.

68
i-_

159,160

Rocas carbonatadas

Porosidad las rocas de carbonatadas
(continuación)

Los poros en las rocas carbonatadaspueden estar ocupados por sedimento o por cemento. El sedimento que ocupa parcialmente las cavidades, especialmenteen el caso de fósiles o /enestrae, puede indicar la posición del plano horizontal en el momento del depósito. Estos rellenos de sedimento son los denominados rellenr¡sgeopetales. En 159 se muestra una concha de gasterópodoocupada palcialmente por sedimento geopetal. En el momento del depósito, el gasterópodo tenía una porosidad primaria propia, consistente en la cavidad de su concha (¡torosidad inlragranular). Ésta parcialmente fue rellenada por sedimento micrítico y finalmente la cavidad restante resultó ocupada por cemento de calcita ferrosa. La disposición de las inclusiones en la pared de la concha, tanto en el gasterópodo como en los bioclastos que lo rodean, sugieren que la textura que observamos se trata del resultado de la inversión neomórf i c a ( p á g . 6 l ) d e a r a g o n i t oa c a l c i t a y n o d e l r e l l e n o p o r c e mento de una porosidad móldica. Algunos poros incluyen hidrocarburos en su interior o presentan evidencias de haberlos incluido en algún momento. En 160 se ilustra una roca carbonatadaen la cual algunos de los poros están rellenos por un hidrocarburo de color negro y otros presentanuna fina lámina de éste recubriendo sus paredes.Un estudio detallado de la relación entre el hidrocarburo y los cementos permite apreciar que el hidrocarburo entró en contacto con la roca despuésde una etapa de cementación isopaca temprana (¿marina?) y previamente a la cementación final de la roca por cemento de esparita de grano grueso en bloques (meteórica).

159: lámina delgada teñida, caliza omamental del Purbeck, Jurásico Superior, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 12, LPNA. 160: l¿ímina delgada sin teñir, caliza de Bee Low, Carboní J'ero Inferior, Windy Knoll, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 16, LPNA.

69

Rocascarbonatadas

Dolomitización Introducción La dolomita, CaMg(COr)r,es un componente destacado de las rocascarbonatadas. Habitualmente secundaria, es reemplaprevios.Al contrariode lo zandoa los mineralescarbonatados que ocurre con la calcita, frecuentemente desarrolla cristales idiomorfos con secciones en forma de rombo. De cualquier modo, como sus propiedades ópticas son muy similaresa las de la calcita,puederesultarmuy difícil distinguirlasy, por este motivo, se realiza rutinariamente el ataque y tinción de las 1áminas delgadascon rojo de alizarinaS (v. pág. 34). Las rocas dolomíticas se clasifican según su contenidoen dolomita, con los cuatro términos siguientes: Del Del Del Del 0 al l0 al 50 al 90 al lO Vode dolomita 5OVode dolomita 9OVode dolomita IOOVode dolomita Caliza Caliza dolomítica Dolomía calcítica Dolomía

En los manualesen lenguainglesa,el mismo térmi¡o -dolomite- se emplea para hacer referencia al mineral dolomita y a la roca formada por este mineral (dolomía), motivo por el cual algunos autores prefieren emplear el término dolostone para hacerreferenciaa la roca, si bien estetérmino no es universalmenteaceptadoy no se ha adoptado en este manual.

16l,162

Rocas carbonatadas

Dolomitización
(continuación)

L a r o c a i l u s t r a d ae n l 6 l e s u n a c a l i z a d o l o m í t i c a .c o n s t i t u i da en ef 20-30 Vo por dolomita. La dolomita permanece sin teñir y se idcntifican claramente sus cristales idiomorfos. con seccionesen fbrma de rotnbo, que contienen inclusiones, probablemente de calcita y que presentan por tanto un aspecto anubarrado.La roca no dolomitizada que rodea estos cristales está constituida por calcita no ferrosa, teñida en rosa, y presentauna [extura en parches de micrita y esparita, en la cual se reconocen muy pocos granos. Esta textura es de origen neomór'fico (pág. 60). E n 1 6 2 s e i l u s t r a u n a d o l o m í a c a l c í t i c a ,e n l a c u a l l a m a t r i z calcítica original ha sido reemplazada completamente por dol o m i t a ( s i n t i n c i ó n ) ; l o s a l o q r . r í r n i c om i c r í t i c o s ( p e l o i d e s )h a n s resistido a la dolomitización y se pt'esentanreernplazadossólo p a r c i a l m e n t c l a d o l o m i t a n o s e a p r e c i at e ñ i d a y l a c a l c i t a p r e ( s e n t at i n c i ó n e n r o j o ) . E n l a s z o n a s d o n d e c l r e e m p l a z a m i e n t o h a s i d o i n c o m p l e t o s e i d c n t i f l c a n c r i s t a l e si d i o m o r f o s c o n s e c ciones en rombo, mientras que en las zonas con reemplazam i e n t o c o m p l e t o e l c r e c i n r i e n t o o m p e t i t i v o d e l o s c r i s t a l e sh a c obliterado las morfoloeías idiomorf'as.

16I: lántina delgada ¡eñida, caliz.a de Woo Dale, Carboní.fbro Inf'erior, Derb¡-shire, Ingluterra, Grrut BreÍaña; autnento: X 20, LPNA. 162: lámina delgada teñida, Jurásico Medio, Jebel Amsitten, Marruecos; aumento: x 11, LPNA.

71

Rocas carllonatadas

1 6 - 1l.6 t . 1 6 5

Dolomitización
(cont¡nuac¡on)

1 6 3 n r r r c s t l lu n u r ( ) c r .o l i g i r t ¿ r l n r c nt lrc l r c ¡ l i z l r .t ¡ u c h l r s i t k r l c o n r p l c l l l n l c n l cr c c l r ¡ r l l z l r d a p o r t k r l o r i l i t l . E l | c s u l l l r l o c s u n n r o s ¿ i c o c c r i s t a l c s l o t r i o n r o r l i rd r ' c s l c n t i n c n r l . u l t ¡ u c l a d u s A l l i r u i r r at l c l g a t l u l i r c s L r r r c l g i c l a n l ¡ s o l L ¡ c i r i r c t i n c i t i n . n o s c c d l p r c c i l r n i n g t i n g l l r L k r l cl i n c i t i n c n l o s c l i s l i l l c s . i n L l i c a r r c ltou c L ¡ tu c l r c c n r ¡ r l i r z l r n i e nh o s i t l o c o r r r ¡ r l c l o . e [ - a n r c l r i l u s l l l r t l ac n l ó J c s L ¡ r utrl o l o n r í ¿ r . n l i r e u a l l o s c n s t l l c s l l r c s c n t a nu r z o r l d o l r r u t c r i d c n t c . r \ r r r r r ¡ L rl c t c x t r r r r d c l l a l o c l ¡ r l c s c r r t lr n u c l ) o sc o n t i l c t o sc r i s t l l i r t o s i n t c r p c n c t n r t k r s . l u n r o r l i r l t u í l Lr o n r b o ó t l r i c a c l o s c l i s t r r l c sr ¡ u c d ut l c l i r t i d r rc l u d l a n r c l l t c ¡ r o l c l t o n l d o . I l l z o n l r d od c k r s c l i s t ¿ r l c s r u c t l cl c l l c ¡ t c . j l r r r l i l L ' r ' c r r c i l r ls c o n r ¡ r o s i c i t i rrrl L r i r i c r r c n l l t l o l o r r i t i r . ¡ r c r - o l r i l l d l r n t c r t t a l r n c n lp l r f c c ct ¡ L r c s t l i r c l r r c i 0 t r r r l o 0 n l a i n c o r p o c c e l a c i r i n t l c p r o ¡ r o l c i o t ' t crsl r r i a b l c st l c i n c l t t s i o n c s l t r a t t t c c l el c i
clllllclllo. l - l r t l o l o n r i l l r ¡ r L r c d c o r l c n c r ' l r i c r r o c n \ L r s l i t L l c i ( i nl c l r n l g t c n c s i o . ( ' t r ¿ u r c k ll a ¡ r r o ¡ r o l c i t i n r n o l l r c l c l r i c l r r r s u ¡ r c l a c l I 0 7 , c l n r i n c l r L l s c c l c r r o r n i n a t u t l ; t , ti t t t . l - l l i r t o g l a l í a 1 6 5 i l u s t l l e l i : t r r l c s t l c d o l o n t i l l r l c n o : l t . c o t t u n i r e o n r ¡ { , \ i r ¡ ( i n ¡ r r i r r i n r r r; . tl l t d c I a a n k c r i t a . l - l r n r t r r n r l c z a l c r l o s l r r l c l r r r i r r e r a lc ¡ t r e r l a l e r n l r n i t licsto ¡rol cl eolor-lulrlLrc\u t¡rrc hl lrtlt¡ttilirkr¡ror lineiort i r . p i i u . . l J ) . s i b i c n h u r t ¡ u c i n t l i c a l t ¡ L r cc l t i c r t t ¡ r o t l c t i l t c i r i n c r u ¡ r l c r t l o ¡ r a r - i ra k i r n i n i r l u c s L r ¡ r c l i o r ¿ r ll r r t r i t u l r l . r l o t i v o ¡ r o r c l l c u r r l l l r c l r l c i t l r I r f c \ e r l l c s c o b s c ¡ t r l r o j l t c r l L t g l t tt l c l c o l o l t o s l i h l r b i t L r l r l F l l c o l r t c n i c k rc n h i c l l o d c l a t l o l o n r i l u s c n r l r r i l i c s t a . t l l n b i r t n p o l c l c o l o l r n l L r r t i n o s c L r n r r l u c p r c s en t l u r l o s r r r r i r t c n c s t l c l r l g L r t t o rc f i \ t i l l c \ \ L l u c c ( ) r f c \ p o n t l c r t l n r i n c l a l l i r l n r a d o c o l r t o ¡ r r o d t t c t o r l e I a o r i t l a c i r i t t i l c l h i c r r o : e n c s l c c ¿ r s o .s c t r ¿ l 1l clc linronita.

l 6 - J . l t í t t t i t t t tt l c l , V t t l t tt t ' ñ i l u . t ¿ t l i - t t t l t ' P e n n t t t t ' nR ¡ r ¡ . r t r t r ' . r , Curbttttílcru ltt.lt'rior. IJtLltíutlc (.u.snL'll,(lule.s dtl Sttr, (irun R r e t u i t t t .d L ! n t ( n t o :x 1 - 1 . L P N A . 161; !útninu tlt'lgultt .;in rt'ñir. [)r¡!ot¡tí¿t l|t¡t¡ Dult. ('urdt bortíft'nt Itrfi'tirtr, Wt¡o Dule, I)e rl¡.¡ltirc, lrt,qluferrtt. ()nrn Ilr¿tttñtt: dt!nl(ttt(): x -5ó.LPN,\. 165; lúntintt delgultt tL'ñilu, I)t¡!t¡t¡títtdc ll't¡t¡ Dule, ('ttrht¡ t t í l e n t I r t l e r i t s t , \ V t ¡ t ¡D u l ¿ , D L ' r l . r . s l t i r c r t g l u t c r n r , C n t n B r ¿ l,
l r t i t t t .t u u t t t n l t t . r .?/. 1./'\4.

t66,167,168

Rocas carbonatadas

Dolomitización
(continuación)

-jiy'--

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En 166 se ilustra una roca constiluidapor una retículade c r i s t a l e si d i o m o r f b s d e d o l o t n i t a , l i g e r a m e n t ei n t e r p e n e t r a d o s , e s t a n d ol o s e s p a c i o si n t e r c r i s t a l i n c lo c u p a d o sp o r u n c e m e n t o s d e c a l c i t ae s p a r í t i c a e g r a n o g r u e s o( t e ñ i d o e n r o s a ) . d E n a l g u n o s c a s o s .l a s t e x t u r a ss e d i m e n t a r i a s u ' i g i n a l e s e c s c o n s e r v a ne n u n a c a l i z a , a u n q u eé s t a h i r y a s i d o c o m p l e t a m e n p te reernplazada or dolomita. 167 muestrauna dolomía en la cual la dolomita que ha reenrplazadoa la matriz presentaun tam a ñ o d e c r i s t a l e sm u c h o m e n o r q u e l a q u e h a r e e m p l a z a d oa l o s a l o q u í m i c o s( t a l v e z , o r i g i n a l m e n t e o i d e s ) .E l r e s u l t a d od e o este reemplazamiento mineral, preservando los caracterestexturales. es una textura <<f'anlasma>. La fbtografía 168 muestra una dolomía muy porosa, algunos d e c u y o s p o r o s h a n s i d o o c u p a d o sp o r u n c e m e n t o d e c a l c i t a ( l e v e m e n t ef ' e r r o s a t e ñ i d ae n c o l o r r r a l v a p á l i d o , v i s i b l e e n l á mina delgada demasiado tenue para ser reproducido adecuadamente en la fbtografía). La dolonrita es de grano rnuy fino y los contornos de los aloquírnicos originales han sido preservados como textura fantasrna. La porosidad en una roc¿rreemp l a z a d ap o r d o l o m i t a e s l a d e n o m i n a d ap o r o s i d a di n t e r < ' r i s t u l i ira (fig. F, v. pág. 65).

166: ltiminu delguda teñitlu, dolt¡míu de Woo Dule, Curbonífero Inferbr, Cunning Dale, Derb,,-shire, lngktterra, Gran Bretañd; oLunentq:x 15, LPNA. 167: Lámina delgada teñidu, .fbrmaciótt Ounamane, Jurásico Medio, Ouadirn, Alu¡ Atlas Occidentul, Murruecos; uLrntertto: x 23, LPNA. 168: láminct delgada teñidu, cali:a Magrtesiarn, Pénntcr¡, Yorkshire del Sur, Ingluterru, Grut Brefuñtt: aLotlento: x 3¿J, LPNA.

73

Rocas carbonatadas

169,170

Dedolomitización

La dolomita puede ser reemplazada por la calcita, normalmente debido a la interacción con aguas meteóricas oxidantes. Este proceso de dedok¡mitización genera como resultado bien cristales de calcita con sección en rombo bien áreas con forma de rombo ocupadas por un mosaico de calcita de reemplazamiento (dedolomita). En 169 se identifican grandes áreas con contorno en rombo que, actualmente, son cristales de calcita teñidos en rosa. La m o r f o l o g í a d e e s t a si r e a s s u g i e r eq u e . p r e v i a m e n t e . r a n c r i s e tales individuales de dolomita. Cabe destacar que la <dedolomita> presenta una gran cantidad de inclusiones marrones de óxidos de hierro. Esta es una característicamuy común, puesto que la dedolomitización frecuentemente se produce en condiciones oxidantes, de tal modo que el hierro presenteen la dolomita resulta oxidado a Fet. y forma óxidos de hierro en lugar de ser incorporado en la red de la calcita de reemplazamiento. Además de la dedolomita, se identifica un cemento de calcita esparítica junto con numerosas secciones hexagonales de un mineral incoloro de bajo relieve que es cuarzo autigénico. Previamente a la dedolomitización, esta roca habría sido similar a la dolomía calcítica ilustrada en 166. 170 ilustra una en la cual los cristales de do"dedolomía> lomita previos han sido reemplazados por un mosaico de pequeños cristales de calcita. El material que se observa entre las áreas romboidales es una micrita calcítica.

169: lámina delgada teñida, caliza de Woo Dale, CarboníJbro InJbrior, Cunning Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña: aumento: x 27. LPNA. 170: lámina delgada teñida, Jurásico Superior, Jebel Amsitten, Marruecos; aumento: x 12, LPNA. La dedolomita se ouede observar también en 137.

74

t,

Parte 3

OTRAS ROCAS SEDIMENTARIAS

Otras rocas sedimentarias

Introducción

En estaparte del libro incluimos fotografíasde rocasferruginosas, evaporitas, silexitas,rocasfosfatadas carbones. y Incluso considerados conjunen to, todos estostipos de rocas representan una proporción muy pequeñadel registrosedimentario. cualquiermodo, estosgruposde rocashan suscitaDe do estudiospetrográficos una proporciónmucho mayor que la quejustifien ca su abundancia, parte porque incluyen rocas de gran importanciaecoen nómica y, también, porque presentanalgunas características petrográficas que han generado considerable un interés.

77

Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

l7l,172

Rocasferruginosas

Las rocas sedimentariasque contienen más del l5 c/ccJehierro se denominan rocas.fbrruginosas y habitualmente han sido explotadas como menas de este elemento. Las rocas ferruginosas del Fanerozoico son con frecuencia acumulaciones locales de depósitos oolíticos fosilíferos y se suelen denominar ¡oc'r¿.r .fbrrugirtosus oolíÍic¿tstpor el contrario, Ias rocas ferruginosas del Precámbrico presentan desarrollos areales muy extensos y de modo habitual una estructuración en bandas alternantesde silicatos y minerales de hierro. Son las denominadas.formucutnes .fbr rífb ras bandeudas (FFB). Las fbtografías l7l y 172 muestlan una roca f'erruginosa oolítica del Jurásico. El mineral de color verde-oliva que constituye la mayor parte de los ooides y el material de cementación temprana es chamosiÍa. La chamosita es un silicato de hierro con una estructura similar a la de la clorita (en rigor, la chamosita es una clorita trioctaédrica con Fet- como catión octaédrico principal). En este caso se presentaen forma de agregados cristalinos de grano muy fino que, como se puede apreciar en la fotografía inferior, tienen una birrefringencia prácticamente nula. Las áreas de color marrón que se observan en algunos de los ooides y que presentan una birrefringencia elevada están compuestaspor siderita, carbonato de hierro. El cemento intergranular es de calcita.

17I v"172: roca ferruginosa de Northampton Sand, Jurósico Medio, Northamptonshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x37: 171. LPNA: 172. LPA.

78

173.171

Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

Rocasferruginosas
bontinuación)

[ - a c h l r n o s i t i r s c o x i t l ¿ rr r r u t l ¿ i c i l r n e n t c r l i n r o n i t a . a l g u n l r s r v c c c s e n c l n r i s n r ol i r n d o t l c h c r r c n c ap o c o d e s p r r ó sl e s u t l c i ¡ ' x i s i l o¡ . r c l o .c l c r n o r l o n r u c h o n t i s l l ' c c u c n t c .l a o x i d ¿ c i r í n s c p l o i l t t c c r . l n l l c r r ¡ r r cl a r o c l r s a l e a l u s u p e r ' l i c i e c o n r i e n z al a v v n l c t c o l i z a c i r i n . ¡ l i r t t x l r - a a 1 7 3 n r u c s t r ar ¡ n a r ( ) c i rl L ' n ' u - r r:o s u L íl iL c o l l ) l l u c s t a t a n t o p o r r x r i d c sd c c l r a ¡ l o s i t u ¡ r a r - c i a l n r e nact c l u . tl ( l i l . c l L t c r c s c n t a l lc o l o t a r n a r i l l oa n t a r r r i nd o r a d o . c o n a l g r r r a s p z o n a s n r ¿ i s s c u r a sr l c I i r t t o n i l l re ¡ ) n r ( ) ( ) r ' ! l r r l o s e r r n r p l c t l r o . n n l c r t t cr - c c D r ¡ r l ¿ l z a d ( ) s l i t D ¡ r n i t l I L r f l r .( l u e \ ¡ ) n e l \ i ( ) l ) i r c o \ . r l pOr r [ c c n r c n l o c s r l c c a l c i t ¿ rL l r r o c a c s r c l ¿ l t i v i l n r c n tb l a n t l u .¡ r o r l o . c c u a l a l g u n o sg n l n o s s c h a n c l c s p r c n c l i du l I r a c c rl a l l i n l i n a t l e l o g r r d l rd t ' j a n d ol t u c c o sc ¡ u cs c o b s c l r ' ¿ r in c o k l r r s c n l a l i l t o g l t r í a . . n l [ : n l 7 - l s c i l u s l n r u n a l o c l r l c r l u g i n o s a c n l a c r r ¿ rllo s l n r n o s c l i ¡ r s o i c l a l ch a u s i c k rc o n r p l c t a r n c n t cc c n r ¡ r l l z a d o s¡ r o l J i r n o r r i s l t a o l l l c a . [ - ¿ ln r . r c s ( r ¡c o r r t i c r r c l g L r r r o sl ' a g n r c n t o s c c o n c h l t l a d r c t k l l d c ¡ t k r s ( p . e ' j . .c n c l l a r k r r z t ¡ u i c r d oc l c l a l i r t o _ e l a l í a r l g o i. r ¡ . r o lc n c i n l r t l c l c c n l r o ) y g r l n o s r l e c u a r z o c l i s p c r s o s[ r c . a u l r t ¡ t t c i n c o l o r o s ¡ r c o n b a j o r - c l i c r c .s c ¡ r u e c l c rird c n t i l i c ¡ r e n a l p l : u n o s c A S o s o r I a ¡ r r e s c n c i a c c l c l g a c l ap e l í c u l a st l c l i n r o n i l r d s c ¡ u cl o s r o d c a n( s c ¡ . r L r c d e n s c r v a rc ' i c r n p l o s n l a l o n a c en t r a l ob c c l c l l l i r t o g l l l í u) . E l c en r c n t o c s c l c c a l c i t a .

,{

s¡-'Á. e'

I 73: roctr .lcrnr,qirtosudc Norflttrrrtltton Stttttl,.lurú.riu¡ M¿tl itt, No rÍl tu ttt i rc, ¡tf¿¡n.slt Itt,qluterru. Crun IJrcÍüñd: ut!ntento: x.17, LPNA. 171: n¡t tt .t'errtr,qirtosu Frodittgltarn, .lurti.sict¡ Inlerior, lt St tttttlnr¡tc. Irtglutarra. Cnut Breluñtt; úttritetrto:x-l-i. Lf i\á.

Lt

'Ll^

r

79

I

Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

175,176,177

Rocasferruginosas
(continuación)

En 175 se puedeapreciarla abundante fauna marinapresenteen muchasrocasferruginosas oolíticas.Los bioclastos (una placa con aspecto moteadoson placasde equinodermos de gran tamañose identificajusto debajodel centro).La espor tructuraconcéntricade los ooidesse ve remarcada la alter-verde- y de óxidosde hienanciade bandas chamosita de rro -opacos-. La matriz contieneóxidos de hierro y pequeños granos cuarzo(incoloros, de con bajo relieve). Los ooidesen las rocasferruginosas fanerozoicas frecuentementeresultan aplastados durante compactación, la hechoque que,probablemente, se produjosu litificaciónhasta sugiere no pasado que contrasta cierto tiempo tras el depósito, situación que con sus equivalentes carbonatados, se comportancomo granos y rígidosdurante compactación quepor lo tantomanla tienensu forma.En 176 y 177 se ilustranooideschamosíticos y con morfologías aplastadas en gancho, resultado la comde pactación. Estetipo de granosse denominan espastolitos. Los gris coloresde interferencia oscuroque presenta chamosita la en la fotografía LPA indicansu birrefringencia, en muy baja. por barro de chaLa matriz entre los ooidesestáconstituida mosita de color verde-pardusco oscuroy pequeños cristales equidimensionales alta birrefringencia. con Estos,en algunos puntosde la fotografía, presentan secciones romboy podeen mos deducirque se tratade siderita(carbonato hierro).Se de pueden identificar algunos cristales siderita mayortamade de ño reemplazando partesexternas algunos los ooides. las de de

175: Jurásico Inferior, Slqe, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x 16. LPNA. 176 y 177: roca ferruginosa de Raasay, Jurásico Inferior, Raasay, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x43; 176, LPNA; T77, LPA.

80

1 7 8 , 1 7 9 ,8 0 1

Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

Rocasferruginosas
(continuación)
vr;!

ii..-*, l T l l m u e s t r au n a c a l i z a e n l a c u a l l o s b i o c l a s t o sh a n r e s u l t a p d o i n t p r e g n a d o s o r < i x i d od e h i e r r o . o p a c o . E I ó x r d o d e h i c r r o h a r e l l e n a d ol o s p o r o s d e l o s f r a g m e n t c l s e c r i n o i d c o sy h a r e d e m p l a z a d op r r c i a l m e n t e s u s e s q u e l e t o s d e s a r r o l l a n t l o n a e s . u t r u c t u r ar e t i c u l a d ac l ¿ l r a m e n t d i s t i n t i v a .T a r n b i é n l o s r e s t o sd e e p briozooshan sido inr¡rregnados or cixidocle hierro y pueden i d e n t i f i c a r s ed o s e j e n r p l o sj u s t o e n c i r n a y a l a i z c ¡ u i e r d a e l d centro de la lirtogral'ía. 179 rnuestra una lírnrina tlclgada cle u¡l¿¡roc¿r f'errugrnosa p b a n d e a d a e l P l e c ¿ i n l b r i c oc o n s t i t u i c l a o r u n a a l t e r n a n c i ad e d . cap¿ls oscuras ricas en rixidcls de hierro y otras capas incoloras a d e c o n r p o s i c i r i ns i l e x í t i c a . l t l O e s L r n al b t o _ q r a l ' ía n r a y o r ¿ r u m e n t o d e u n a p a r t e d c l a m i s n r a l á m i n a . t o n r a d ae n L P A y c ¡ u e p e r m i t c i d e n t i l i c a r c l c u a r z o d c g r a n o f i n o c ¡ r - rc o n s t i t u y e l a s e b a n d a ss i l e x í t i c a s .

178: mena de hierro de Rltiwbinu, Curbonílbro InJerior, Cu les del Sur, Gnut Bretultrt: uLtilrctúo:x20, LPNA. 179 v"180: n¡ca del Preccíntl¡rico tle Trattst'aul, República Su dafricunu;179, uumentr¡:x9, LPNA; 180, auntento: x -12,LPA

81

Otras rocas sedimentarias: silexitas

r8r,182

Silexitas

p h L a s s i l e x i t a ss o n r o c ¿ l s o m p u e s t a s o r s í l i c e a u t i g é n i c a , a c bitualmente en fbrma de cuarzo de grano fino. Las silexitas pueden ser prirnarias, en cuyo caso la mayor parte de la sílice se encuentra fbrmando las partes duras de algunos organlsmos s i l í c e o s .c o n r o l o s r a d i o l a r i o s .d i a t o m e a sy l a s e s p í c u l a s e a l d gunas esponjas.Gran parte de las silexitas, no obstante. son secundarias, fiect¡entemente por reemplazarniento de roc¿rscarbonatadas. En las rocas carbonatadas no son infrecuentes los g r a n o s d i s p e r s o sd e c u a r z o a n t i g é n i c o d e r e e m p l a z a m i e n t o , y h f r e c u e n t e m e n t e o n s e c c i o n e s e x a g o n a l e s q u e s e i l u s t r a ne n c 73 y 169. L o s r a d i o l a r i o ss o n m i c r o f ó s i l e ss i l í c e o sq u e s c a c u r n u l a n n e los sedimentos de los fbndos oceánicos profundos (los microfósiles calcáreosresultan disueltos por debajo del nivel de c o m p e n s a c i < i n l e l a c a l c i t a ¡ . l 8 l y 1 8 2 m u e s t r a nu n a s i l e x i t a c d e r a d i o l a r i o se n l a c u a l s e i d e n t i f i c a n l o s c a p a r r z o n c sc s l é r i . c o s d e l o s r a d i o l a r i o s ,r s í c o m o s u s f i n a s e s p i n a sa l a r g a d a s L a m a t r i z c o n t i e n eí r x i d o d e h i e r r o d e g r a n o f i n o , d e a h í e l c o l o r marrón-rojizo. Los caparazonesde los radiolarios estíln constip t u i d o s o r i g i n a l r n c n t e o r s í l i c e o p a l i n a ,u n a f b r r r a d e s í l i c e i s ó d t r o p a q u e c o n t i e n ea g u a . E s t a s í l i c e o p a l i n a e s i n e s t a b l e u r a n te la diagénesis y ha resultado transformada a cuarzo de grano fino (rnicroct¡arzo), que sc identifica en LPA por sus colores de interf'erencia.de la parte baja del primer orden.

x 181 y 182. Creftícicr¡Inferior, Grecict; aLtnrcnto: 32; ISL LPNA: 182. LPA. En 89 se ilustrutt noldes calcíticr¡sde radiolarü¡s.

82

I tl-l. l8;l

O l r : r s r o t ' l ¡ ¡ s e d i n r r , n t u r i a s :i l c r i t ¿ r s s

Silexitas
(continuación)

[ - l s l i r t o g r a f í a s1 8 3 y 1 8 4 i l u s t l ' a n¿ r l g u n a s a n r c t c r í s t i c u s c c ¡ t t cs c p u e d c n i c l c r t t i l ' i c a r - el n s r o c ¿ r s a r b o n a t l r t l a s c r n r r : i n , ' c l. s l s . c l c t r ' í t i c l sy l a n r b i c < n n l l r s s i l c r í t i c a s . [ - a l o c a c o n t i c n c c g r a n o sc l c c u a r z o c l c t r í t i c o . a n t o n r o n o c r i s l ¿ r l i l lc o l . t . r¡ l r l i c r i s t o o t a l i n o ( p i i l r . 5 ) r ¡ u c s e i c l c n t i f i c a n o r s u ¿ l s p c c t (l ) r ¡ ¡ r i , t e r r p i L P N A . A d c r n h s .l a n r b i ó n c o n t i c n c [ r i o c l a s t o s n t l e l o s c u a l c s c d c s l a c a nt ¡ r t l l ' ¿ t g n r c n td c c o n c h l rd c L r nl ' r r - a c ¡ t r i t i ¡ r on t oa p c r ' o i clr l i r r l t l o ( a r - r i b a l a i z q u i c l d a ) y p l a c u s t l c e r ¡ u i n o d e r - r r r oisn a r. ( p t ' c g n a d a s l c t i x i c k r c l c h i c ¡ ' r ' o p . t ' . j . .l u p l a c u t l c s n r n t u l l . r r L ñ u c a r r i b l r a l a d c r c c h ¿ r )S r r c o n r p o s r c i r i n s c a l c í t i c l r .c r i c l c n c r a t l a . c p o r c l c o l o l r o s a q u c h a n a d c ¡ u i l i d o l a ¡ r l i c a r - l ai n c i t j n c o l r a t n r j o d c a l i z l r i n a S t p í r g .3 J ) . [ - a r o c u c o ¡ r t i c r r c a n r b i ó ng r a n o s s i l i c i l i c a d o s .t l c c o l o l ' t p r t r d u s c o . l u c a l ) a f c c c ns i n t c ñ i r ' . E n t f c c s t o s s r a n o s s c p u c r d e n t l i l c r c n c i a ra c ¡ u c l l o ( l r . l c r l c c c n d e c s t r u c t u r i lc o n s t l t u r s . c l o s p o r g n r l t o s c l e n t i c r - o c t r a r z c o n r l r i e n l a c i o l t c st i ¡ . l t i c l r s l r o v r r i a c l ¿ r(s , . ¡ . r c ' j . .a l l o p o l c l c b u j oc l c l c c n t r o c l c l u l i r t o u n t l í a ) .t l c . l o s r ¡ t t cp r c s c n t l u r l l n ú c l c o c l ec u a r z o t l c t r í t i c o y l J n ar o n a c \ t e l n a ( l e s í l i c c c o n c s t n l c l u r ¿o o l í t i c a ( p . e ' . j .c r r l a r o n ¿ ts u p c l . r i o r c l c l a l i r t o g r a l ' í ua l g o u l u i z r ¡ u i c r d a ¡ . ] s t o s r i l t i n r o ss o n i ¡ t . [ t c r p r c l a d o sc o n r o o o i d e s s i l i c i l i c a c k r s . - a o b s c ¡ - r , a c i r irlltc t a l l ¡ l c l ac l c l a l i r t o g r a l ' í rc n L P A s u l i c l c r ¡ u c l t l n r e n o sc n ¿ r l g L l l o sl c r t l o s r x l i d c s l ¿ ts í l i c c c ¡ u eh a l c e n r p l u z ¿ t c lIo c r r v o l l u r ao o i t h l h a a crcciclo sintaxialnrcrrle obre cl núclco rle crrar-zo letr-ítico. s t c o n l r e v i c l c n c i ¿a u n i t i r n l i c l a dc l c l c o k r r d e i n t c r l e r - c n c i un t r c lr c a t r b o s ( v . p . c . i . .c l g l a n o s i l u a r k r¿ rl ¿ rd c r c c h a c l c l c e n l n r d e l a l b t o g r - a l ' í a . . j u n aou n g m n o d e c u u r z o c l e t r - í t i c o ) . t

183 ¡ 181: Itírrtirtudel.qudct teriidrt. Cu rbortíft'ro, At I tt.sM e tlio, Murruett¡.s cenÍrul: uutnenft¡; x l7 : 1 8 3 .L P N A : 1 8 1 . L P t \

83

Otras rocas sedimentarias: silexitas

185.186

Silexitas
(continuación)

1 8 5 y 1 8 6 i l u s t l a n u n a c a l i z a s i l i c i f i c a d a .c n l a c u a l e l p r o c e s o d e s i l i c i f i c a c i í r nn o h a s i d o c o n r p l e t o .L o s g r a n o sq u e p r e scntan color pardusco en LPNA. son de calcita inalterada. c o m o i n d i c ¿ r a c l e v a d a b i r r e f r i n g e n c i aq u c m u e s t r a ne n L P A , l L o s g n t n o s q u e a p a r e c e nl í n r p i d o se n L P N A n r u e s t r a n o k r r e s c de interferencia e prinrcrorden en I-PA, ya que han sido col¡d p l e t a m e n t er e e m p l a z a d o s o r c l l a r z o . A u n q u e l a s i l i c i f i c a c i í r n p dc la caliza ha siclo nruy destacadase identifica una textura . l a n t a s n r a u e p e r r n i t ec l e d u c i rq u e l a r o c a o r i g i n a l c o n t e n t t p e q q u e ñ o s g r a n o s r e d o n d e a d o s( p e l o i d e s ) y a l g u n o s f i a g m e n t o s de conchas.

185 t 186: edul y lt¡r'alidu¿l¿lesc'onr¡cid¿t.s: auntetúo: x22 185. LPNA: 186. LPA.

84

187.188

Otras rocas sedimentarias: silexitas

Silexitas
(continuación)

Las lirtogral'ías 187 y 188 nruestran varios tipos de cuarzo. L a s i t r e r s c i r c u l a r e sa e l í p t i c a s d e c u a r z o d e g r a n o f i n o ( m i c r o c u a r z o )p u c d e n r c p r e s e n t a r o s c o r n p o n e n t e s r i g i n a l c s d e l l o p s c d i m e n t o ,r e c r n p l a z a d o s o r s í l i c c . L a s z o n a s c l u c l o s r o d e a n , c o n a s p e c t ol í m p i d o e n u n o s c a s o s .o c o n a b u n d a n t e s n c l u s i o i n c s e n o t l o s e s t h nc o n s t i t u r d ¿ lp o r c u a r z o l i b r o s o r r a d i a d o d e s . norninadrr r'alt'cdoniu. La generacirin r¡ís tardía de sílice de c o l o r p a r d u s c op e n n i t c a p r e c i a rc o n m a y o r c l a r i d a d l a t c x t u r a f i b r o s o r r a d i a d aL a c a l c e d o n i a- r ¡ e n e f a l m e n t e p r e s e n t a o m o . se c r e l l e n o d c p o r o s y n o c o n r o r e e m p l a z a m i e n t oE l c ' . j e m p l ol u s . i t r a d o a p o y a e s t a a f l r m a c i ó n , p u e s t oq u e s c i d e n t i f i c a n l í l n i t e s r e c t o s e n t r e c r e c i m i e n t o sa d y a c e n t c s e c a l c e d o n i a .a s í c o m o d puntos triples cn las zonas en las que coincidcn tres crecrr n i e n t o s .E s t o s l ú n i t c s p o l i g o n a l e s s o n c a r a c t e r í s t i c o s e l o s d c e r l r e n t o s' i b r o s o r r a d i a d <d c r e l l e n n d e p o r o s . E n l a z o n a s u l >s p c l i o r d c r e c h ad e l a s l i r t o g r a l ' í a s c i d e n t i f i c a c u a l z o d e g r a n o . g r u e s o e q u i g r a n u l a r( n r a c r o c u a r z o ) q u e c o n t i e n e i n c l t r s i t r n e s d e c a r b o n a t o- c o n r l t a b i r r c l i r n g e n c i a - , i n d i c a n d oq u e l a s í l i c e h a r e e m p l a z a d op r o b a b l e r n e n t e . u n a r o c ¿ r a r b o n a t a d a . . a c

-':. *l .'.;,

-.,?-

, f':
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tkf

*{'l i.

187 t 188. Jurásito Superior, Dor.set,Inglaterru, Grun Bretutfio; alunento; x13: 187, LPNA; 188, LPA.

85

-'f
Otras rocas sedimentarias: evaporitas

189,190,l9l

Evaporitas

j

f
f t
I

\ ¡

por mineralcs que preLas evaporitls son roc¿rs cornpuest¿ls p c i p i t a n a p a r t i r d e l a s a g u a sn a t u r a l c s . o n c e n t r a d a s o r e v a p o c r a c i ó n . A u n q u e e n l o s d e p ó s i t o s e v a p o r í t i c o sm a r i n o s s o l a mente unos pocos minerales son fiecuentes, pueden desarrollar c t e x t u r a sr n u y c o r n p l e . j a s .o m o r e s u l t a d od e l r e e m p l a z a r n i e n t o c l eu n m i n e r a l p o r o t r o d u r a n t el a d i a g é n e s i sE n l a e v a p o l l c i ó n . d e l a g u a m a r i n a , l o s p r i n r e r o sm i n e r a l e se n p r e c i p i t a r ,d e s p u é s d e l c a r b o n a t o .s o n l o s s u l t a t o sd e c a l c i o : d e e l l o s . l a t i r n n a h i d r a t a d a .e l l c . r r ; ( C a S O , . 2 H , O ) ,e s e s t a b l es ó l o c e r c a d e I a s u perficie terrestre. mientras clue la unhitlrita (CaSO,) se tbrma prinrariamente en la superficie y también puede aparecer. como r.nincral secundario. reernplazanclo yeso en profundial dad. 1 8 9 y 1 9 0 m u e s t r a nc r i s t a l e st a b u l a r c sd e y e s o , o c u p a n d o parcialmcntcuna cavidad cn una dolonría. La dolonrita pres e n t a L l n r e l i e v e y u n a b i r r e f r i n g e n c i am u y e l e v a c l o s p r o p i o s , d e u n c a r b o n a t o .m i e n t r a s q u e e l y e s o m u e s t r ar e l i e v e b a j o y débil birreliingencia. La fbtografía tornada en LPA pernrite a p r e c i a r l o s c o l o r e s d e i n t e r f ' e r e n c i aí p i c o s d e l y e s o , q u e a l t c a n z a nc o m o r n á x i m o a l g l i s p á l i d o c l c p r i n r e r o r d e n . E n 1 9 l y 1 9 2 s e m u e s t r au n a l i ' i m i n ad e l g a d ad e u n a r o c a s e p d i n r e n t a r i ac o m p u e s t ac l s i c o m p l e t a r n e n t e o r a n h i d r i t a . E s t e n r i n e r a l p u e c l es e r d i s t i n g u i c l o e l y e s o p o r s u m a y o r r e l i e v e y d f u e r t e b i r r e f i i n g c n c i a . E n c l e . i e m p l oi l u s t r a d o ,l a a n h i d r i t a s e prcsenta en lirrma de cristales tabulares con disposición radiada. La fbtografía tomada en LPA perrnite apreciar los brillantes colores dc interferencia de segundo orden. típicos de la anhidrita. E n 1 9 3 y 1 9 4 s e i l u s t r a u n a r o c ¿ rs e d i m e n t a r i ¿ io m p u e s t a c por yeso y dolorrita. La dolomita es de grano muy fino y se aprecia casi opaca en la fbtografía. El yeso se presentacon dos tipos texturales. En las zonas inferior y superior de la fbtografía, forma una retícula de cristales irregulares, mientras c¡ueen la zona central se presenta en forma de fibras subparalelas. orientadas perpendicularrnente a la estratificación. El prrmer tipo textural es característico del yeso de reemplazamiento de anhidrita. nlientras que el yeso fibroso es un relleno de una vena subparalela la estratificación. a

I

86

192,193,194

Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación)

-'i-- + ' .t

189 y 190. caliza del Carbonífbru, T¿ll's Well, Gales del Sttr,Gran Bretañu; aumento: x20; 189, LPNA; 190, LPA. 191 y 192: Pérmico, Billhghant, Teesside, Ingluferra, Gran Bretaña; aumento: x I6; I9l, LPNA: 192. LPA. 193 y 194: Pénnico, Billingham, Teessíde, IngloÍerra, Grtut Bretaña; aumento: x9; 193, LPNA; 194, LPA.

evaporitas Otras rocassedimentarias:

195, 196

Evaporitas
(continuación)

El yesopuedereemplazar anhidritacuandolas secuencias la evaporíticasalcanzanniveles próximos a la superficie como consecuencia su elevación(bien sea por tectónicao diapide rismo) bien cuandose producela erosiónde los materiales suprayacentes. Las texturas,en estos casos,son similares a las mostradas 193 y 194, formadaspor pequeños en cristalesirregularesde yeso, si bien en algunos casosse forman grandes porficristalesidiomorfos. Las fotografías195 y 196 muestran anhidritade grano muy fino doblastosde yeso que reemplazan (afanítica).Obsérvese que los cristalesde yeso presentan contornos idiomorfos de seis lados, bajo relieve y colores de interferenciade primer orden, que contrastancon la anhidrita, un alotriomorfay que presenta relieve moderadoy coloresbrillantes de interferenciade segundoorden. La distribución de las inclusionesrelictas de anhidrita dentro de los porfidoblastos de yeso define una textura similar al zonadoen <reloj de areno), una característica muy frecuenteen algunosminerales de rocas ígneasy metamórficas.

195 y 196: Pérmico, Durham meridional, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x8; 195,LPNA; 196, LPA. 88

197. 198,199

Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación)

:'

.i\".r,.f, ',rE:,5¡4- " -r

,:'1,1

,ffi
t

ü: \¡
'--j:i'
l

t, ,,' r"¿,
Los tkrs nrincttlcs clortrnrrlos¡lis llccL¡cntcs lt Ils sccLrcnr c c i a s c r a ¡ r o r - í t i c r s n l u / ¡ ¿ r 1 ¡ ( N r ( ' l ) ¡ , l u r l l r ' l i r r( K C l ) . l - l i l i r so ¡¿a t t u l a l í l 1 9 7 r n r r c s l l ar r n r h o s r i n e r ' ¿ r l cF - l í n d i c c r l c r c l l ' l r c c i r i ¡ l n s. ( d c l a l u r l i l r tr' s r n L r ¡s i r n i l a r r c l c la r l l ¡ c s i r o l e l a l l f c p a f i l ( i ( ) n. ¿ l \ p ( ) f I a n l ( ) . l r ¡ c s t l au n l c l i c r c r n t n ' b : r j o :] a s i l r i l l ¿ r ¡ . r o c l c o n ¡ . l l l i l r i o .t i c n c L ¡ rlrc l i c r c n c l a l i r o n r o d c n r t l o. .\ l g r u l o s e l o s el i : d l r t l c sd c s i l v i n r ¡ r r c s c n l l ru n c o l o r n r a r l r i nl o j i z o . t l e b i t l ol r l ¿ r n p r e s c n c i l c l c i n c l t r s i o n c s l c h c n l r t i l c s .s i l ¡ i c l t c l c r i s l u l c ¡ t r c L c o c u ¡ n c l c \ l r c n l o i n l c r i o r d c r c c h o c l e l t r l i r t t u l a l í l c u r c c c c l cc s t u s i n c l u s i o n c sI .- a c r l i r l i a c i r i l s c g r i l { I ( X ) } .¡ r c l l c c t u l t u l n h o s t c l n i n c l l t l e ss c ¡ r t t c r l lc¡ r r c c i l r r - c l l r r a n r c c r l c i l g t ¡ r r o i:c l t , : e l i s . rn ¿ r t l r l c s .l - a h a l i l r r¡ r l e s c n l r r i t l c n c i a s l c z o n r r k r .l l r l r c o n r o i n c r t l i c a l a t l i s ¡ r o s i c i r ittl tc l l r s i n c l L ¡ s i o n c sn s r r i n t c l i o r ' .I ' t r n t o l r e l h u l i t uc o r n o l l t s i l v i n l rs o r tc r i b i c o s p o r t i l n l o .i s t i l r o p o s . v l - a s l o l o g l r l í l t sl 9 t l r 1 9 9 i l u s l l i u ru n l l o c a b ¿ r n t l c a c l otn t cl a r I ) u c s t u ) o r a r r l r r r l l i t¡ h t r l i l t r I. - l r sd c l l a d t r sc a ¡ t a s l c a n h i t l r i t ¡ l t l c s t a c a np o r - s r rl c l i c v c r n o r l c n r r l o n I - l ) N t \ t ¡ r o l l o s c o l o r - c s c t l c i n t c l l l ' r ' c n c i lb f i l l u n t c sc n I - l ) A . l - ¿ rl l t r l i t uc s l l i c i l n r c n t c r i d c n t i l i c u b l e r o l s u b u j o r c l i c r c r c l c a n i c t c ri s i i t r o p o . ) c r r t r o l ¡ r l c l a sc l r ¡ r a l r a l í t i c a s c i d c n t i l i c a n r l ! u n o : r i s l a l c s c c l i L n g u s ¿ c r l l r l c s .t l i s ¡ r c r s o sd c ¡ n h i t l r i t r r . .

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1 9 7 : l ) l n n i t o . S r ¡ n t l ¿ td t I ' i . s o n . h u l t í t t t l e I l t ¡ b i n H t ¡ t x l . t Y r ¡ r k s l t i r c . s e ¡ t t t ' t t t r i o r tI r t , l u t c r r u . ( i r u t t I l r t , t u ñ u : u u n t ( n t o ; t lg x 20, LPN,\. 198 y 199. I't;nníto, St¡nlt't¡ fonlt¡n n. l,.Sturbr¡h¡uclt. Y r ¡ r k . s l t i r c . s t ' ¡ t t t ' r t t r i o rItntc , d Í t ' r r u , ( i r u t t I l r e t u ñ t t . u L t r n ( n t o ; t !l xt); 198, LP¡".\: 199, LPA.

Otras rocas sedimentarias: evaporitas

200.201

Evaporitas
(continuación)

una evaporita en la cual Las fbto-srafías20ll y 201 n.lucstr¿ln p l o s n r i n e l a l e sa c t u a l r n e n t e r e s e n t c ss o n h a l i t a ( b a . j or e l i c v e e i s t i t r o p o ¡y a n h i d r i t a ( r e l i e v e m o d c r a d o a a l t o y c o l o r e s c l e i n T t e r l c r e n c i ad e s c g u n c l o r c l e n ) . a n l b i é n h a y a l g o d e c a r b o n a t o o e n t l c l o s p e q u e ñ o s l i s t a l e sd e a n h i d r i t a ,p e r o e s d c t a m a ñ o d e c s r a n o d c n l a s i a d of i n o p a r a s e r i d c n t i l ' i c a d o¿ rs s t o s ¿ r u r n c n t o s . L a s n r a s a si r r e g u l a r c sc o n s e i s l a d o s , c o r . n p u e s t aa c t u a l n r e n t e s e n s u m ¿ r y o rp a r t e p o r h a l i t a . y q u e i n c l u y e n a l g u n o sc l i s t a l e s t a b u l a r e s l i s p e r s o d e a n h i c l r i t at,i e n e n l a r r o r f i r l o g í ap r o p i a d e c s los porl'idoblastos e yeso (v. 195 y 196). Pol tanto, cabe ind tcrpretal que se trat¿lde cristales de yeso que fueron reemplaz a d o s . D i c h o y e s o p r o b a b l c r n e n t cn e c r a p r i n r u r i o . s i n o q u e r n ¿ i sb i e n d e b í a t r a t l r s e c l e u n r e e m p l a z a m i e n t o e a n h i d r i t a : d v a l g a e s t e c j e n r p l o p a r a i l u s t r i u 'l a c o m p l e j i d a c d e l a s r e r c ei o l n e s d i a g c n é t i c a s ¡ u ep u e d e np r o c l u c i r s e n l a s e v a p o r i t a s . c e
,j'l

!Íl

200 t 201: Pénttito. Sotuleo tle Havsker, cercu tle Whitbl, Yorksltire septetrtr¡ottutl, Irtglaterro, Gran Brefoñu: ounlento: x,9: 200, LPNA: 201, LPA.

90

202.20-r. 201

O t r a s r o c a s s e d i n r e n t a r i a se r a p o r i t a s :

Evaporitas
(continuación)

l t ¡ t t l i l ¡ ¡ ¡ l i ¡ , ¡ .l < .l \ l r : ( l r . ( S O ) l l l O . c s L ¡ n r r i n c r L l I l c c L r c n 1 c c n l t l l u n l t s : c c u c n c i l r s c r l r ¡ r o l i l i r ' l r rr r i r i n l r s . | - r r r r e l i i l u s l l r r t l i t c n l l r l o t o l l l r l í : r 2 0 2 c r t l i e i l l s t i t r r i t l l r I L r n t l l r l e n t l r l n t c n l c¡ r o r l ) ( ) l i l l i r l r lri t l l i l i t l L . . \ l l h o : n t i l t r l l r l e sl i c n r n L r n r e l i c i c ' i r l i l i u t s r ¡ st r i s l l r l c sn i , : o n l l i t i l c s t l c t l i : t i r l r u i r e r l . l ) \ . \ . ¡ r o r l i r e t I r l s t i l o \ c I l r c \ c r ] t l l e D e s l c r ' 1 r \ ( )l l r i r r l r g c 0 l o n I r i l t r c n I - l ) , \ . l . l r l t : r l i t l c s i s o t n , p l r\ \ ( ' o b \ a t \ l t e l t c o l o l l t c L l r r .I . l r ¡ r o l i l r i r l i r ( l i r t \ l l i l ) r ( \ e l l e ( l l n t ( ) ' l l i r t n t i tt l e t l i r l l t l c r t l c ! l l r n o L l t t c r o . : r l !tlto: t l t l o : c u : r l e : l ) r ' e \ c n l i l l ru r l l l t e l l L t l o r i n t p l e . e r l l o c l t llrslrs tlisllrliturs lc grirno Iillo. l:¡te lliltclrl licne LlnlL irrc r b l r i n t t n t i ; r b : r s l l u l l e l l r j i rr l o s c o l o l e s t l c i l r t c t l c r t n e i l r i s i h l c : l r c r t l i r l o l r r . g l l r l i lc o l e \ l ) ( ) n ( l c n e o n l r , n L t c l l o l r l i r P l l l e h t i j l r t l c l \ a - ! U l l ( l (( ) l ( l c l l . r l . r t : l o l o . l l L l i : r s 2 0 - l r 2 0 - l I ) r e s e n l i t l ru l l l ¡ ) ( r e ( ) n s l i { L t i r l l l ¡ r t i l c i ¡ l t l n r t t t t c ¡ r o r ' ¡ r o l i l r : r l i l lL i e ! l u r o l i n o s o b ¡ e I l r t l L r cr l r s l l r r e l u r t i o s g u ¡ n r l c : ¡ r o l l i t l o h l l r : t o st l e l u r l r i t l r i t l i . o n s r r n r o r l i r l i r g í l r e t l l r u l l r rc ; u l r e l e l i s l i t l rI.. l r n l r r c l r t l l r l i l e l r n r ' i l t l e r c l i e r c i ¡ L r c : c i t l ) r e ! i i ( r ) l r e l t r : i l o : r ' r i : l l r l c :t l e l r n l r i r l r i t cL L i c l r i t l ;i ir s L rt l i l c r l s r c r t l e i r r i e r t l l t t i i i l ll c \ l ) e ( l ( ) r L I¡ r o l : r t i z : r i i r r r ' ( P l e i r e r r i i s n lrc r c l i c t o r t ) . l r l t l i s t l r l r l c l r n l t i t l l i l l c n I l l l ) i r ¡ l ci r f c l i o r t l e l l r l i r l o l l r L l i l r r l ¡ r c t t l i t el r ¡ r t c c i l u l r r ' r l o l i l r t i o n t e ( t l t 1 ! u l l u r l c c r t e l l i l r r l l r l . I . l r s t c l r r e i o n c r l e r t t n l r l t ' s s L r l i e r c r rt l L r e l l r l r n l r i t l r l l r e s l r i s i c n t l o l c i e n t ¡ r l l r z l r t l ¡ r r r rl l t ¡ r o l i l l t l i l l t . I - 0 r p t U t t 0 s ( ) \ f L l t ( ) \ ( l ü e s c i r l c n l i lr f i c l u re ¡ t 2 0 - l : o n u l i n L r l o : i l c t n r t l l l r o n i r l o h i l u l n i l r o s o . t.
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x:0, 20.1, LP.\"\.201. LP.\

91

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Evaporitas
(continuación)

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107

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l ' L : t . t ¡ t i t t ¡ . \ t ¡ n t f t . o t l t , . \ i : l t t l t t . r t , t . t . t tl t , ) , . , / \ . ¡ / , . , , 1 , t , , . t 1 t , , . , .t . , . , ! . , , . t ( t t . 1 i , , . . . , . r t t n t ( n t t ) : \ . : O . 2 0 5 t 2 0 ó . 1 . 1 , . \\,; 2 0 7 , l . p . \ . \l/r'l .

205, 2()6 ¡ )07;

92

208,209

Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación)

Ltt turnalita (KCl.MgCl,6H,O) cs uno de los minerales e v a p o r í t i c o s n á s s o l u b l e s .d c a h í q u e l a r e a l i z a c i ó nd e l i i n r i n a s r delgadas que contengan este mineral. es dil'ícil. 208 y 209 m u e s t r a nu n a l á m i n a d e l g a d a d e u n a r o c a e v a p o r í t i c a ,c o n u n . e s p e s o ra l g o s u p e r i o ra l o s 3 0 p m e s t á n d a r 'L a c a r n a l i t ar n u e s a e t r a c o l o r e sd c i n t e r l ' e r e n c i b r i l l a n t e s .L o s c r i s t a l e s n l a s z r ¡ n a s c c n t r a l c i n l ' c r i o l d e l a l o t o g r a f í a p e r m i t e n a p r e c i a rc l m a c l a d o q d m ú l t i p l c ( p o l i s i n t é t i c o ) u e e s c a r a c t e r í s t i c o c e s t e r n i n e r a l .E l n r i n e r a l i s ( r t r o p oe s h a l i t a ; l a r o c a c o n t i c n e a d e m á s a l - u u r r o s c l i s t a l e s r e c t a n g u l a l e sp e c ¡ u e ñ o s e a n h i d r i t a , q u e p r e s e n t a n d u n r b i r r e l ' r i r r g e n c ie l e v a d a . a

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208 y 209: Pénnicr¡, Sondeo de Fison, bctltíct de Robin Hood, cerca de Whitby, Yorkshire septenfrional, Inglcúerro, (]ran Bretaña; oLtnlenÍo: x I9; 208, LPNA; 209, LPA.

93

Otras rocas sedimentarias: rocas fosfatadas
i¡d;.e'&.:'

210.2rr.2r2 .f

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Rocasfosfatadas

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A l g u n o s s e d i m e n t o sm a r i n o s c o n t i e n e n f b s f a t o a u t i g é n i c o . habitualmente en forma de carbonato-hidroxil-fluorapatito c r i p t o c r i s t a l i n o .f b r m a m i n e r a l d e n o m i n a d ah a b i t u a l m e n t e o c l o f i ' r r r r r . o r r n a l m e n t e . o n s t i t n y eo o i d e s o p e l o i d e s ,o b i e n r e s N c t o s e s q u e l é l i c o s i o g é n i c o s .c o m o d i e n t e so e s c a m a s e p e c e s . b d o tiagrnentos de huesos. Las rocas sedimentariasricas en fbsfato son conoci<lascomúnmente como fitsforitus. Las fbto-erafías210 y 2ll muestran una roca fbsfatada c.¡ue contiene pequeños peloides de colof'ana. de color marrón gris á c e o .c e m e n t a d o s o r c a l c i t a d e g r a n o g r u e s o .L a i m a g e n e n p LPA evidencia el carácterisótropo de la colofana y perrnite identificar la calcit¡ por sus colores de interf'erenciade orden e l e v a d o .E n e l c u a d r a n t ei n f ' e r i o ri z q u i e r d os e i d e n t i f i c au n g r a no dc cuarzo secundario, con color de interf'erencia-urisde primer orden. 2 1 2 y 2 1 3 i l u s t r a n u n a f b s f b r i t a c o n s t i t u i d ap r i n c i p a l m e n t e por granos peloidalcs de colof'ana, con color rnarrón e is<itrop o s . L o s f r a g r n e n t o si n c o l o r o s . a l g u n o s d e l o s c t ¡ a l e s t i e n e n una birrefiingenciarnuy débil, tienen también una comp()\icitin lbsfirtada. Algunos de ellos muestran trazas de cierta est r u c t u r ai n t e r n a( p . e j . , e l g r a n o s i t u a d oa l g o a l a d e r e c h ay a b a jo del centro de la fbtogral'ía) y probablemente se trata de fiagmentos de dientes de peces y dc huesos.A dif'erenciade lo que se observa en las fbtografías 210 y 211, en las clue el cemento es calcítico. en este caso el cemento es de cuarzo de grano fino. Las fbtografías 214 y 215 muestran una caliza teñida con rojo de alizarina S y f'errocianuro potásico (v. pág 34). Los bioclastos son principahnente fiagmentos de ostreidos (teñidos de rosa) y secciones de tubos de gusanos (teñidos en cc¡lor malva), cementados por calcita ferrosa (teñida en azul). La roca contiene también granos rcdondeados de colofana de color marrón (isótropos), que incluyen pequeños granos de cuarz o y p e l o i d e s d i s p e r s o sd e g l a u c o n i t a , v e r d e s ( v . p á g . l 7 ) . También se identifican algunos granos de cuarzo redondeados, de gran tamaño (v p. ej., el grano situado en el extremo superior derecho de la fbtografía).

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94

2r3,2r4,2rs

Otras rocas sedimentarias: rocas fosfatadas

Rocas fosfatadas
(continuación)

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210,'' 211: Carbortífero, Routlford, r'ondado de Clare, RepLíblicu de Irluntltt; úutlrento: x 2-l: 210, LPNA, 2l I, LPA. 212 t 2l3: Fonnucitin Fo.sfhtutlutle Duwi, Eoceno. costa tlel Mur Rojo. Egipfo; úanetüo: x 10; 212, LPNA, 213, LPA. 211 t'215. cu¡tu rtotlulostt tle Tour de Croi, Jurósico Srryerior, Witnereu.r,Frurtciu; dt.ilttento: I I: 211, LPNA: 215, LPA. x

95

Otras rocas sedimenlarias: rocas carbonosas

216,217

y Carbones nódulos de carbón

E l e s t u d i o p e t r o g r á f i c od e l o s c a r b o n e ss u e l e r e a l i z a r s ec n y luz reflejada, cnrpleando grancles¿rumentos objctivos dc inmersión en aceite y, por tanto. su pctro,srafíadetallada c¡uctla f u e r a d e l o s o b j e t i v o s d e e s t e m a n u a l . 2 l 6 m u e s t r au n a l h n r i n a delgada de t¡n carbón. vista en luz transmitida. La lbtogral'ía muestra un tipo cle carbón denornin¿td<'¡ tlureno, el componente mate del carb<in,fbrmado por las paltes más resistentesde la p l a n t a . L o s f r a g m e n t o sd e c o k r a n r a r i l k l b r i l l a n t e s o n l a s c i i p s u l a s q r - r c o n t e n í a n l a s e s p o r a s ,d c l i r r t n a d a sd u r a n t o l x c o n r c pactaci(rndel carbrin. Los nridulos de carbón son concreciones de carbonato tirrr r a d a s p r e v i l n r e n t ea l a c o m ¡ r a c t a c i ó n e l a m a t e r i a v c g c t l l c n d carbírn. Pucdcn tener diámetros clel orden de algunos tlecímetros. La lrxografía 217 nruestra una lírmina delgaclade partc clc uno dc cstos ntidulos. La lotogral'ía pcrrnite apreciiu' clr-rc cont i e n e n t c i i c l o sc e l u l a r e sv e g e t a l c sb i e n c o n s e r v a d o s .

216: Cutl Measure.s, Curbonífero Superior, In!:lutcrru, Gratt BreÍulttt: ounrcnto: x 14, LPNA. 217: Cutl Measures, Carbottífero Su¡terior, Loncusltire. Ittgluferru, Gratt Brefaña; úLunento:x9, LPNA.

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Descargado de http://sites.google.com/site/chichofaim/

Apéndice 1. Preparación de una lámina delgada de roca

El equipo básico para realizar láminas delgadas de rocas (con un espesor fracción de las resinas epoxi son variados, pero siempre algo superiores a estándarde 0,03 mm) no es demasiado complejo ni costoso. Es más, su sen- 1,54: en todo caso, es necesario conocer el índice de refracción de la resina cillez facilita la realización por el aficionado provisto de paciencia y perse- en frío, si se van a realizar estudios en los que se compare el índice de reverancia. Si se dispone de una siera con un disco diamantado, para cortar fracción de los minerales y la resina. El principal inconveniente de este méuna sección de roca con espesor en torno a I o 2 mm, el proceso se ve re- todo es la dificultad de separar la roca y el vidrio portaobjetos si, por ejemducido considerablementeen tiempo. Si no es así, no suele ser complicado plo, es necesario cambiar el portaobjetos (no es infrecuente que éste se romobtener un fragmento de la muestra con espesor entre 8 y l0 mm usando un pa durante el proceso de pegado o posteriormente). pequeño martillo (en la práctica, los laboratorios disponen de dos sierras,una La otra posibilidad, es usar un adhesivo <Lakeside 70C>, disponible en de mayor radio permite obtener tabletas con espesor centimétrico y la otra, barritas que se funden en una placa calefactora (este adhesivo inicia su fucon menor radio y grosor, facilita seccionesde pocos milímetros). sión a unos 86 "C, por lo cual es suficiente una placa que alcance los 100 "C). En una primera etapa, la tableta de roca es objeto de un pulido grueso de El vidrio portaobjetos y la sección de roca pulida se ponen a calentar sobre una de sus caras, proceso que se realiza utilizando, como agente abrasivo, la placa calefactora y, cuando se encuentran bastante calientes -en cuanto una mezcla de carborundo de grano grueso (de grano de 100 ¡rm o grano no se pueden tocar con los dedos-, se aplica la barrita de adhesivo Lakesi120) hurnedecido levemente con agua y, como superficie plana, una pieza de de, fundiendo una pequeña cantidad sobre el vidrio portaobjetos y sobre la vidrio -con dimensiones de 30 x 30 cm y espesor de hasta I cm-. Presio- sección de roca pulida. nando con los dedos una de las caras de la muestra sobre el vidrio, y ejerEn cualquiera de los dos casos, bien utilizando resina epoxi o bien con ciendo un movimiento rotatorio, el abrasivo va desgastandola roca. Al cabo Lakeside, al poner en contacto el portaobjetos y la tableta de roca, con una de unos instantes de comenzar este proceso (el tiempo dependerá de la irre- pequeña cantidad de adhesivo entre ellos, hay que ejercer una ligera presión gularidad inicial de la muestra), el abrasivo pierde parte de su efectividad y con los dedos (y un movimiento circular) hasta asegurar que el adhesivo -si es Lakeside, todavía caliente- se distribuya de manera homogénea en la puede ser necesario lavar el vidrio y la muestra, y volver a comenzar el proceso con una nueva mezcla de carborundo y agua. superficie de adhesión. Daremos la vuelta al conjunto adherido y, mirando Cuando la superficie de la tableta de roca ya se presentaplana, se lava con a través del portaobjetos, veremos si se observan irregularidades o burbujas un chorro fuerte de agua eliminando así, completamente, cualquier grano de de aire en el adhesivo. Si es así, habrá que separar el portaobjetos y la muescarborundo adherido a la superficie de la roca (este proceso puede mejorar- tra (calentando en el caso de usar Lakeside) y repetir el proceso aseguránse sumergiendo la tableta de roca en una cubeta de ultrasonidos). Una vez dose de obtener una homogeneidad perfecta con ausencia de burbujas. El verificada la planaridad de la superficie de roca, se repite igual operación con Lakeside endurece muy rápidamente; si se utiliza resina epoxi, es conveun carborundo de grano más fino (60 ¡rm o grano 220); el tiempo de abra- niente dejar que endurezca completamente antes de continuar, proceso que sión dependeráde la composición de cada roca aunque, por lo general, no su- puede durar algunas horas. Realizada con éxito esta etapa, si se dispone de pera unos pocos minutos. Tras un lavado a chorro, esta operación se repite otra una sierra de diamante, se puede cortar el exceso de roca adherido al vidrio, vez empleando un carborundo con grano de l2 pm (n.'3F o grano 1.200) y, dejando un espesor aproximadamente de I mm. Si no es así, ha de procetras un lavado final con chorro de agua, es opcional realizar un último puliderse a eliminar tal exceso de roca. mediante abrasión. hasta alcanzar dicho do empleando óxido de cerio (tamaño de grano 0,8 ¡rm). (Los laboratorios espesor. convencionales están equipados con discos giratorios y dispositivos de fijaEl proceso siguiente consiste en pulir la otra cara de la tableta de roca (sin ción [ejerciendo una presión constante en la roca] de la tableta al abrasivo y cubrir por el portaobjetos) empleando abrasivos de carborundo de grano muy a la superficie de vidrio -o de aleación metálica- que sustituyen esta acti- fino hasta conseguir espesores cada vez menores, desde I mm hasta 0,2 mm vidad manual y aseguran obtener una superficie perfectamente plana, y re- (usando carborundo de grano 100); a este espesor ya se pueden ver algunos ducen los riesgos de extracción indebida para algún volumen de roca o de minerales transparentes;para reducir el espesor de 0,2 a 0,1 mm, se emplea mineral en la superficie pulida de la tableta.) carborundo de grano de 60 pm; a este espesor (0,1 mm), el cuarzo y los felRealizado lo anterior, se procede a pegar la sección de roca pulida a un videspatos muestran, si se observan al microscopio petrográfico con nicoles drio portaobjetos (el tamaño estándar es de 47 x 2J mm y I ,5 mm de espe- cruzados (LPA), colores de interferencia de segundo orden. La reducción de sor). Una posibilidad consiste en emplear una resina epoxi ----rn frío- que, espesor hasta 0,03 mm requiere usar carborundo de grano de l2 pm y trabahabitualmente se compone de dos líquidos (la resina y un catalizador) que jar con extremo cuidado, para garantizar que la sección de roca tenga el misdeben mezclarse hasta obtener un fluido perfectamente homogéneo. Es immo espesor en todos sus puntos. Para ello es necesario aplicar una presión portante seguir, con todo cuidado, las instrucciones del fabricante, tanto para uniforme, al realizar el pulido, sobre todos los puntos de la lámina. Si hay la mezcla de los componentes como para su manipulación, puesto que suele una presión excesiva en el centro de la lámina, esta zona resultará sobretratarse de sustancias irritantes o tóxicas oor inhalación. Los índices de re- adelsazada o. en el caso contrario. los bordes de la lámina resultarán más

97

desgastados. necesario controlandoestasvariacionesde espesor Es ir con un microscopiopara intentarcorregir cualquierdefectoduranteel proceso. que la En la realizaciónde una lámina delgada,se asumegeneralmente y roca contienealgo de cuarzoo feldespatos estosmineralesson utilizadosa modo de indicadordel espesor la lámina. Si estosmineralesmuestrancode lores de interferenciaamarillos,rojos o azulesde primer orden,la lámina esgruesa.Si, por el contrario, muestrancolores de infará todavíademasiado en seráinfeterferenciagris oscuro,se habrádesgastado excesoy el espesor rior a los 30 pm de espesor estándar. es En otras rocas (p. ej., calizas o evaporitas,sin cuarzo ni feldespatos) remuy difícil estimarel espesor la lámina con precisióny habitualmente de quiere una considerable experienciapor parte del preparador(más aún, si la roca es una evaporitaaltamente soluble).En las calizas,procesode reducción debe detenerse el momento en que los cristalesde esparitay en en espesor, las estructuras internasde los bioclastosse observencon claridad. La micrita no suele ser útil para precisarel espesorcorecto, puestoque, incluso a grandesaumentos, caracteres sus ópticos puedenser indiscernibles. Finalizado 1o anterior,se cubre la lámina de roca con un vidrio de poco (preferible alalaca de celulosatransparente, se que espesoro cubreobjetos con facilidad) unido a la roca, bien seausandoresinaepoxi o bien {ragmenta uba laca límpida, pero evitandosiempreque se formen burbujasen el adhepara conseguireste sivo, sobrela superficiede la roca. Un métodoadecuado resultadoconsisteen dejar caer una gota de resinao laca sobrela superficie el sobreuno de sus lados,dejarlo caer de la lámina y, apoyando cubreobjetos fluida, irá extendiéndose suasuavemente. la resinaes 1o suficientemente Si vementesobrela superficiede la roca expulsandotodo el aire hacia el exterior. La cantidadde resinaepoxi o de laca empleadaen estaoperacióndebe que con los serla menorposiblepara garantizar la lámina puedaser enfocada si objetosde mayor aumento(cuya distanciade enfoquees muy pequeña); se produceun excesoy rebosapor los extremosdel cubreobjetos vidrio, se de (Actualpuedeeliminar con una cuchilla de afeitar o un objeto equivalente. que mente, la confecciónde l¿íminas delgadases una técnica automatizada del asegura una gran precisióny rapidezy, por lo general,la automatización pulido sucesivopermite actuar, simultáneamente, sobre varias láminas de no roca. Si bien su conocimientoes una práctica docenteadecuada, animamos al estudiante su realizaciónhabitual aunquesí a la verificación óptica a de de del espesor correcto,así como a la comprobación la completaausencia burbujasu otras inegularidades[p. ej., la formación de huecospor un desde bastedemasiado agresivoo mala adherencia la resina,etc.l. En estalínea para el aprendizaje habilidadestiene interésrealizar otrasdos actividades de complementarias: tincionesy las impregnaciones resina-previas a su las en cofie con la sierra- para el caso de rocas disgregadas insuficientemente o consolidadas. Interesallamar la atenciónsobrela gran utilidad de realizarlápara estudiarlos rasminas delgadas con una superficiedoble a la estándar gos texturales, gran importanciaen las rocas sedimentarias.) de

98

Apéndice 2. finción de una lámina de roca carbonatada

El lector puedeampliar el resrmen aquí expuestocon la consultade Warne (1962),Dickson (1965),Hutüison (1974) y, más especialmente, Apénel dice 12 del Atlns en color de rocas y minerales en himina delgada(MacKenzie y Adams; Masson, 1997).La técnicaque describimosa continuación y da buenosresultados es la que ha sido empleadapara teñir las rocas ilustradasen este libro. Se requierendos colorantes:el rojo de alizarina S y el ferrocianuropotásico.Las etapasson: l. Preparar lámina delgadade roca, segúnlo indicadoen el Apéndice la y l, pero sin colocarel cubreobjetos asegurándose adecuada una limpieza en su superficie(ausencia polvo y de grasa-no tocar con los dedos-, etc.). de 2. Preparardos disolucionesde colorantes: Solución A: rojo de alizarina S en una concentración 0,2 9/100 ml de de ácido clorhídrico al 1,5 Vo(o 15 ml de ácido en I I de aguadestilada). SoluciónB: ferrocianuropotásicoen una concentración 2 9/100 ml de de ácido clorhídrico al 1,5 7o. 3. Mezclar las solucionesA y B en la proporción de 3 partesen volumen de A y 2 partesde la B. 4. Sumergirla lámina delgadaen la solución mezcla durante30-45 seg y agitar-suavemente- evitandola formación de burbujasde gas en la superficie de la roca. 5. Lavar la superficiede roca teñida con un chorro de agua (preferible con aguadestilada, bien puederealizarse si con aguacorriente)duranteunos segundos. 6. Esperarhastael secadocompletode la lámina. 7. Ponerel cubreobjetos vidrio segúnla forma habitual. de Nota: Lasolución ácidade rojo de alizarinaSsepuedeconservarun tiempo razonable(v. la fecha escritade su última preparación), pero el ferrocianuro potiísicodebeprepararse nuevo en cadacaso.Es frecuentela tinción de de sucesiva un acopio de láminasen un recipientecon unos 250 ml de solución colorante. Resultados obtenidos.Se tiñen: a) de rojo (calcita, whiterita calcita magy y nesiana aragonito),b) de púrpura (ankerita,ferrodolomita,estroncianita cerusita)y c) no se tiñen los otros carbonatos los sulfatos(siderit¿,doloni mita, rodocrosita, anhidrita,magnesita, smithsonitay el yeso).Véasetabla 2, pág.34.

99

Apéndice3. Preparación de una répüca en acetato teñida de una roca carbonatada

9. Cubrir con acetona la superficie teñida de la roca. Esta técnica da buenos resultados en rocas carbonatadas consolidadas poco porosas,pues las calizas porosasdeben ser impregnadaspreviamente en 10. Aplicar suavementeel acetato en la superficie de roca evitando la pero sin ejerceruna presión de resinapara evitar que la evaporación la acetonaarraste aguahacia la su- formación de burbujasde aire (o expulsándolas), perficie teñida después la etapa6 (v. abajo). fuerte. de ll. Esperarmedia hora (por lo menos),para que el acetatovuelva a en1. heparar un fragmento de roca (tableta) y pulir la superficie que hay durecer. que replicar, usandovarios carborundosde tipo medio (v. Apéndice 1); el 12. Extraer con suavidadla película de acetato. pulido final debe realizarse con el de grano fino (n." 3F). 13. Recortar el acetato sobrante en los laterales e introducir inmediata2. Preparar las soluciones colorantes A y B segrín las indicaciones del mente la réplica enFe dos liáminasde vidrio (sirven dos portaobjetos normales, si se trata de una réplica de pequeñotamaño). Apéndice2. 3. Mezclar las solucionesen la proporción 3 de A y 2 deB vertiendo Realizado lo anterior, podemos estudiar la replica en acetato mediante el la mezcla en un recipiente poco profundo y de gran superficie para facilitar microscopio. el contactode la roca con la solución. Notas: 4. Tras limpiar bien la superficiede roca (eliminandolas partícúlasde polvo y la grasa adheridas) sumergir bien la roca en la solución de tinción a) La realización de otra réplica en la misma roca requiere volver a pudurante unos 90 seg moviendo suavementela roca (dentro de la solución) para evitar la formación de burbujas de aire en su superñcie inferior. lir su superficiecon carborundofino antesde realizarlas etapas4 a 13 indi5. Acl¿rar con un chono de aguadestiladala superficieteñida y espe- cadas. b) Con 500 ml de la solución de tinción, se pueden realizar réplicas rar un tiempo suficiente hasta la evaporación del agua (secadoal aire). 6. Verter acetonasobre la superficie de roca teñida, dejando que fluya, en acetato de unas 10-15 láminas estándar(de 5 cm'de superficie), pero posteriormentela solución se debilita (pierde parte del carácter ácido) y para eliminar el excesode tinción. o 7. Cortar una píeza de la película de acet¿to (un espesoraproximada- deberáser desechada reconstituida,mediantela adición procurandoañamente de 0,01 mm es adecuado)algo mayor que la superficie de roca que dir de 2 a 3 ml de HCI concentradopara restituir la progresiva pérdida de acidez. hay que replicar. c) Usar guantesen cada manipulación (roca, solucionesy acetato)y 8. ColocarIa superficiede roca (sin tocarlacon los dedos)teñida hacia nunca inhalar los vapores de acetona. arriba y horizontalmente.

Apéndice 4. Clasificaciones de rocas detúticas

Las clasificaciones rocas detríticaspropuestas la página 24 de este de en mdnualquedanincluidas,con algunasmodificaciones, la clasificaciónque en se adjuntay que, en la práclca, es la de más amplio uso. Esta clasificación fue propuestapor Pettijohn et al. (1987), modificando la propuestaoriginal de Dott (1964).En el vértice Q se contabilizael cuarzomonocristalino, el en y vérticeFs la totalidadde los feldespatos en el vértice FR los fragmentoslíticos de todo tipo y cuarzopolicristalino.

Fragmentos de ro€ (FB)

Apénüce 5. Minerales comunesen nocassedimentarias

Minerales (según grupos) Cuarzo (Qtz) Microclina Ortosa(Or) Albita (Ab) Moscovita (Ms) Biotita (Bt) SiO,

Fórmula

(K,Na)AlSi,O, K(Na)AISLO, Na(Ca)AlSi,O, K,AI4[SióAI,O4](OH,F). K(Mg, Fe),AISi,O,0(OH,F),

(chr) crorita
Kaolinita (Kln) Illita (I1l) (Mnt) Montmorillonita Berthierina./chamosita (Glt) Glauconita Aragonito (Arg) Calcita (Cal) Dolomita (Dol) Siderita(Sd) Yeso (Gp) Anhidrita (Anh) Halita (Hl)
Colofana

[üif;,d:;,#i]:"'
AlolSioO,ol(OH), K,.5.¡.oAln[Sió.s.,.Á1,r.,pO20](OH)o (Mg,Ca)O.Al,O,.5SiO,.nH,O Fe3*AlrSirO,o.3HrO (K,Ca,Na).,.u(Fe',Al,Mg,Fe'-)oo si?3Alo?om(oH)o CaCO, CaCO, CaMg(CO,), FeCO, CaSO..2H,O CaSO, NaCl
Ca,o(POn,COr)uF,-.

Pirita (Py) Hematites(Hem) Magnetita(Mag)

FeS, Fero, Fe.Oo

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Índice alfabético de materias

Nt¡Íu.Los números redonda en hacen ref'erencia a las páginas los números negrita a las y en figuras. Agregado granos, de 37,78-79 Alga calcárea esqueletal, 50 Alga codiáceaHalimedu, ll2, 128 Alga dasicladácea, l13 36, Alga endolítica, -54 Alga no esqueletal. 123-125 Afgas,50, 51, 76, ll2-114, l2E, 130, 150 Aloquímico(componente), 36, 44, 62 34, Aloquímico micrítico, 7I Anélido. 52 Anhidrita, 89, 90, 92, 93 86, Ankerita,72 Aragoniro, 39, 127 34, Aragonitoacicular,55, 126 Arcilla (minerales de), 15,22-24,45, 46,62-67 Arcosa,25, 54-55 Arenita,1, 19,20, 21, 22, 22, 24, 33, 34, 36, 37, 38, 42, 53 Arenitacuarcítica,21, 46 45, Arenitaf'lexible, 48 22, porosa, Arenita 23,50 Artrópodo, f04-105 Autigénico,6 | Barro carbonatado,34 (roca),136 Bioclástica Bioclasto, 37,39, 40, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50,52,57,61,80,80 Bioclasto aragonítico, 62 Bioclasto recubierto, 77 36, Bioesparita,62 Bioesparita escasamente ada,62 lav Bioesparita bien seleccionada, 62 Bioesparita mal seleccionada, 62 Bioesparita redondeada, 62 Biomicrita,62 Biomicritaempaquetada, 62 Biomicritafosilífera,62 Biopelmicrita, 62 Biorita,30 Biopelesparita, 62 Bivalvo,40 Bordescristalinos compromiso, 131 de 57,

Botrioidal(morfología), 78 37, Boundstone, 62,64,150 B r a q u i ó p o d o ,1 , 4 2 , 5 2 , 7 7 , 8 7 , 9 0 - 9 2 , 1 0 3 , 4 106,120,123, lg3 Braquiópodo intraperforado, 83 Briozoo, 46, 52, 96,97, l0l, lO2, 103, 132, 133, 178 Calcisferas, 52,120 Caolinita, , 45,46 2l Calcedonia, 85 Calcificación, 50 Calcita, 34,39,127 Calcita esparítica, 35, 52, 54,73,74,124,128 34, Calcitamicrocristalina, 34 Calizabioclástica, 52 Calizade crinoides, 97 96, Calizadolomítica, 7l Calizapeloidal,134 Calizasilicificada, 84 (clasificación), Carbonatada 62 (roca),34 Carbonatada Carbonato bituminoso, I 9 Carbonato-hidroxil-fl uorapatito, 94 (roca), 216-217 Carbonosa Cargalitostática, 59 Carnalita, 93 Carofíceas, 50 Cementación isopaca, 69 Cemento, 55 Cemento circungranular sintaxial, 57 Cemento calcita,80, 87, 90, 124, 127 de Cemento calcitaesparítica, de 62 Cemento carbonato, de 128-130, 131-133 Cemento esparita, de 69 Cemento recrecimiento, de 57 Cemento esparítico, 63, 66, 82-83 38, Cemento espeleotémico, 56 isopaco, 127 Cemento 55, Cemento micrítico,56 microestalactítico, Cemento 56 Cemento sintaxial, 38, 39, 42,44, 5'7, 66, 18, 96-97,132,133 Cemento vadoso, 56 Chamosita, 79, 80 78, Ciego (fiibnlo), 42,90 Clorita,16, l7

Coadiáceas, ll2 50, Colofana, 94 Conglomerado,'7, 27, 28 26, Compactación, 58 Coral,45, 55 Coral escleractínico, 126, 144, 145 45, Coral rugosocolonialLithostrotion, 45,99 Coraltabulado,45, 100 Crinoideos, 44 Cuarzo, 4 Cuarzo autigénico,74 Cuarzoarenita,25,53 Cuarzo cizallado,5 Cuarzoesquistoso, l0 Cuarzometamórfico estirado, 5 Cuarzomonocristalino, 23, 24, 33, 34, 52 4, Cuarzopolicristalino. 4, 5, 23,24, 52,183-lE4 3, secundario, 35,73 18, Cuarzo 24 Cuarzosilexítico, Dasicladáceas,50, 52 Dedolomía, 170 Dedolomita, 74 Dedolomitizaci 59, 74 ón, Defbrmación, 59 D i a g é n e s i1 8 , 6 0 s, Dismicrita,62, 68 por Disolución presión, 22,48,49,59, 138 D o l o m i t ai , , 7 0 , 7 1 , 7 2 , 8 6 4 Dolomitización 70, 71, 72, 73 , 34, Dolostone, 70 Dureno,96 Efecto <paraguas", 67 (alga),40, 85 Endolítica Etrdopunctae, 42,90 (foraminíferos), ll0 Endotirácidos 49, Envoltura oolírica,35, 72 Envueltamicrítica,54, 66 Equínidos, 44 Equinodermos, 56-57 44, Escleractínido, 144-145 Esfericidad,3 Esparita, 44, 5l, 68, 73, E2,96-97,124, l3l 34, Esparita neomorfismo, de 60 (o Esparita equidimensional en bloques), 57 Espastolitos, S0

i . C,¡-'.,
Índice

t- ¡-.

(de Espinas equínidos), 98 44, Espiriférido, 93 43, (partícula), Esqueletal 39 Estilolito, 59 Estromatolito, 68, l2l-122 53, Estructura ojo de pájaro,68 en Equinodermos, 76, 78, 96-9E,132,133,139, 73, l4g, I54,179, 193, 194 Evaporita, lEg, 190, lgl, lg2, lg3, lg4, Ig5, 196, 197, 198, 199,200-201, 202-204,205_ 207,208-209 Extinciónondulante, 6 Extraclastos, 37 Feldespatos, 8, 9 7, (briozoo), 57, 101,103,132-133 Fenestélido 46, Fenestra,6S Ferruginosa (roca), 79, 80, 81, 178-lB0 78, Ferruginosa oolítica(r.oca), 18,80, l7l-172 Fibroso-radiada (estructura), 5-5 Foraminífero, 49. 110-ll1, 116,120, lS7 48, Foraminífero discociclínido, 108 48, Foraminífero endotirácido, 120 52, Formaciónferrífera bandeada, 78 (roca), 210-212,213-215 Fosfatada Fosf'ato autigénico. 94 Fosforita,94 Fragmento roc¿r, | | , 12, 17, 18, 25, 26 de 10, Gasterópodo, 40 Girvanella,51, ll7 Glauconira, 33, 34, 35 17, Globigerínido, lll 49, Globorrotálido, lll 49, Gradode redondez, 3 Grainstone, 73, 74, 75, 77, 87, 124, 146 62, Grainstone peloidal,158 Granode crecimiento, 3l (espacio), Granosoportado 68 Glapestones, 37,78 Grauwaca, 24, 28, 29, 62-67 18, Grauwaca feldespática, 64-65 Grauwacalítica,62-63 Halimeda, ll2, 128 Halira, 90, 9t, 93 89, Illira, l7 Imperforado(braquiópodo), 92, 93 42, Inclusiónfluida, 6 (estado), Inmaduro 24 Inoceramus, 41,88 Intraclasto, 37 36, Intraesparita, 6 In|'lamicrita,2, 62 Intraperforado (braquiópodo), 90 42, Inversión neomórfica, 69 Itacolumita, 22,48,49 Koninckopora,ll3

Laminación algal.53 Larninacióncruzada,3 I Laminación fenestral, 68 Limolita, 16, 30, 31, 32, 6g-69,70-71 Limonifa,12,79 Litarenita, 26, 27 Litoclastos, 37,80 Lodo carbonatado, l8 Lutita,24 Macrocuarzo, 85 Madureza sedimentos, de 24 Madurezmineralógica, 24 Madureztextural,24 Maduro (estado), 24 Magnesita, 92 Matriz micrítica,62 Metamorfismo gradobajo, l6 Micrita, 34, 36, 5 l, 62, 69,79, 79, u, Eg,lll, 157 Micrita calcítica, 74 Micrita con intraclastos, 62 Micrita con ooides,62 Micrita fenestral, 68 Micrita fbsilífera,62 (envuelra), Micrítica 40,42,54,E5,90, ll0, 135 Micritización, 36, 40, 54,72,85 35, Microcuarzo, 85 Microesparira, 60, 94 43, Miliólido,48, 109 Molde, 40, 64,84-86 M o l u s c o s ,4 - 8 6 ,1 0 5 ,1 2 4 , 1 3 5 , 1 3 61 4 3 ,1 5 3 , 3 , 1 5 6 ,t 5 9 Montmorillonita, l7 Mosaicodrúsico(textura), 6l 57, Moscovita, 30 Mud, 34 Mudstone, 149 62, Neomórfico(origen),43, 60, 94, 7 | Neomorfismo, ó0, 61, 143-145 54, Neomorfismo agradante, 60 Nummulítido, 51, 107,1ló 48, Oncoide,36, 38, 77, 81, l2l Oncolito,37, El Osículo,44,96-97 Ostrácodos, 52, 104-105,ll7, ll9, 136 46, Ooesparita, 63 62, Ooesparita escasamente lavada, 63 Ooesparita redondeada, 63 Oogonio,50, l14 Ooidal (envoltura), 83 Oomicrita,62 Ooide,35, 54, 59, 72-74,80 Ooidede chamosita, 79 Ooide micritizado, 63 54, Ooide superfici 35, 72 al, Oolito, 35 Oolítica(estructura), 83 63, Oolítica(roca),66,67 Ostrácodos,136 Ostreido,4l,87

Packestone, 72, 79, 96, ll5, 147 62, Peels(réplicas acetato), de 34 Pelesparita, 62 Pellet. 17, 33, 34, 36, 63 Pelmicrita, 62 P e l o i d e3 6 , 5 4 , 7 5 , 7 6 , 8 4 , 8 6 , I 2 2 , 1 2 3 , 1 3 0 , , 134,147, l5g,162 (roca),66 Peloidal Pentamérido, 43 Pisoide, 38,83 Pisolito, 38 Poiquilítica, l9 Poiquilotópica, l9 Polihalita,9l (caparazón), 109 Porcelanáceo 48, Porfidoblasto anhidrita, de 9l Porfidoblasto yeso,195-196 de Porosidad, 65, 66, 67, 69, 15l-160 23, Porosidad intercristalina, 73 Porosidad intergranular primaria,65, 66,69 Porosidad móldica,66, 69 Porosidad oomóldica, 67 Porosidad plimaria,65 Porosidad secundaria, 65 Porosidad secundaria móldica,66 Radiolas(de equínidos), 98 44, Radiolarios, 82,E9 4l, Recrecimiento sintaxial, 5'7,59, 139 Rellenogeopetal, 69 Rinconélido, 92 42, (ripple mark),3l Rizadura (algas). l. I 16 Rodofíceas 5 Sedarenita, 26,56-57 Seudoesparita, 140, l4l,142 60, Seudomorfo calcítico, 59 (braquiópodo), 9 I Seudoperforado 42, Silexita, 10, 13, 27, 181-182,183-184,185186, 187-lg8 (banda), Silexítica 8l Síliceautigénica, 82 Síliceopalina,82 Silvina, 89 Spirorbis, ll9 Sublitarenita, 60-61 26, (estado), Submaduro 24 (estado), Supermaduro 24 Taleola,42,91 Textura<fantasma>, 73 Texturagranosostenida, 63 Trilobites, 47,106 Wackestone, 105, 148, 156 62, Yeso,20, 43,44,86 Yesode reemplazamiento, 86 Yeso fibroso,86 Zoecia(cavidad viral), 46, lO2

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